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A HISTÓRIA DO THEATRO MVNICIPAL E DA CIDADE DE SÃO PAULO NA SUA PRATELEIRA Theatro Mvnicipal de São Paulo ­ 100 anos Palco e Plateia da Sociedade Paulistana. Uma edição especial com imagens históricas, texto de Marcia Camargos e ensaio fotográfico exclusivo de Cristiano Mascaro. Vendas especiais para grupos e empresas. 4

www.teatromunicipal100anos.com.br


ÍNDICE APRESENTAÇÃO................6 ARES DE METRÓPOLE ..........8 O PROJETO...................................9 A CONSTRUÇÃO............................10 RAMOS DE AZEVEDO...........................11 QUANDO SÃO PAULO PAROU.................12 A GRANDE NOITE..............................................13 SÃO PAULO PROJETA-SE PARA O MUNDO...............14 O THEATRO CONSOLIDA-SE NO CIRCUITO INTERNACIONAL..................................15 OS GRANDES ASTROS....................................................16 NO EMBALO DO REI MOMO................................17 MUDANÇA DE PARADIGMAS..............................18 A SEMANA DE ARTE MODERNA............................19 A POLÍTICA INTERFERE NA CULTURA REVOLUÇÃO DE 32................................................20 RETOMADA TRIUNFAL...........................................21 PRESTES MAIA...........................................................22 O POVO COMEMORA O FIM DA GUERRA..............23 O FIM DE UMA ERA..................................................24 DIVERSIFICANDO AS ATIVIDADES.......................25 REPRESSÃO: O MUNICIPAL COMO PALCO DE PROTESTOS..................................................26 OS ANOS DE CHUMBO..................................27 RESUMO DA ÓPERA......................................28 A SEGUNDA REFORMA............................29 CONQUISTANDO NOVOS PÚBLICOS....30 O THEATRO MUNICIPAL INTERAGE COM O UNIVERSO INFANTIL...........31 DE ROUPA NOVA.............................32 ÍCONE CULTURAL...........................33

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APRESENTAÇÃO

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No final do século 19, mais precisamente no ano de 1895, em São Paulo, um grupo de cidadãos reuniu-se em torno de um mesmo objetivo: a construção do grande Theatro Mvnicipal de São Paulo, elemento prioritário de emancipação e projeção da cidade no cenário nacional e internacional, espaço que se tornou por muitos anos o epicentro das principais atividades artísticas, sociais, culturais e até mesmo políticas da jovem metrópole. Lá, casais conheceram-se, sociedades constituíram-se, estudantes formaram-se, jovens moças debutaram, alianças políticas realizaram-se, paradigmas culturais quebraram-se. Esta obra literária, tal qual nosso Theatro, é fruto do empenho de visionários comprometidos com um único objetivo.


Em outubro de 1994, o editor Luciano Cerri apresentou-me o projeto de um livro contando a história do teatro, intitulado Theatro Mvnicipal de São Paulo – Palco e plateia da sociedade paulistana. No “boneco” do livro, todo feito à mão, todo o carinho, energia e empenho que aquele homem havia dedicado à sua criação podiam ser notados. Naquela época, ainda não havia os recursos tecnológicos que pouco tempo depois viriam a facilitar profundamente a vida de todos. O texto todo batido à máquina, as imagens fotocopiadas, coloridas manualmente, recortadas e coladas, os títulos escritos à mão com fontes especiais, as páginas costuradas compondo uma pequena obra de arte deixavam evidenciada toda a dedicação que havia tido por aquele trabalho. A saúde já frágil não permitiu que o Comendador Cerri visse sua obra realizada, e herdamos dele, ainda em vida, a missão de concretizar seu sonho. Podemos afirmar que a “saga” deste projeto tem início em 1973, quando o jovem Luciano Cerri, um verdadeiro apaixonado pela ópera e pelo mundo das artes em geral – e que, por essa razão, trabalhava na editora responsável pelos programas do teatro –, salvou de um final trágico um acervo contendo todos os programas de sua história. A editora havia falido, e o destino de tal acervo seria certamente o lixo. Resgatou o material, que se somou ao acervo pessoal que já possuía, e, a partir dele, criou o livro. A parte do material que julgou necessária à realização da obra, ele guardou; o restante do acervo doou ao Theatro Municipal e, a partir da sua doação, surge o Museu do Theatro Municipal de São Paulo. Em 2001, nas comemorações dos noventa anos do teatro, houve uma tentativa frustrada. Foi então que passamos a perseguir o centenário como a data ideal, para que conseguíssemos viabilizar todos os recursos necessários. Tínhamos como objetivo realizar uma obra histórica, de referência, e não apenas mais um “belo” livro sobre o teatro. Hoje, depois de anos, escrevo esta carta com o sentimento de missão cumprida. Em nome dos cidadãos paulistanos e brasileiros, gostaria de agradecer sinceramente a todos os patrocinadores e colaboradores que tornaram possível a realização desta obra e, em especial, a Luciano Cerri, que foi o grande criador, provocador e fomentador desta saborosa aventura que tivemos o privilégio de viver e que agora compartilhamos com todos.

Carlos Eduardo Martins Macedo Diretor, DMP – Dado Macedo Produções

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ARES DE

METRÓPOLE São Paulo perdia seu ar colonial. Tornava-se necessária uma casa de espetáculo que trouxesse entretenimento à população, um lugar apropriado para ser o centro cultural da metrópole.

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O PROJETO Em 26 de junho de 1903, tiveram início as edificações do Theatro. O local escolhido foi a chácara do velho Rodovalho, atual praça Ramos de Azevedo, que recebeu esse nome em homenagem ao arquiteto responsável pelo projeto. Uma nova e promissora fase surge na vida artística e cultural de São Paulo.


A CONSTRUÇÃO Notas graves e agudas ecoam no centro da cidade. Aturdidos e curiosos, muitos se surpreendem com os ruídos que sobem daquela casa de espetáculos. Não, não se trata da afinação dos instrumentos de uma orquestra prestes a entrar no palco. A música vem das ferramentas manejadas pelos operários que construíram o Theatro Municipal.

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Os compassos dessa partitura são feitos de batidas de martelo, ranger de serrotes, arrastar de ferros, assobio de pintores, vozes dos mestres e cantoria dos pedreiros empoleirados no alto dos andaimes. O estardalhaço prosseguiu durante os oito anos, sob a batuta de Ramos de Azevedo.


RAMOS DE AZEVEDO Nascido na capital paulista e diplomado em Gent, na Bélgica, Francisco de Paula Ramos de Azevedo (1851-1928) arregimentou um verdadeiro exército de obreiros, motivado pela obsessão de renovar a fisionomia urbana de São Paulo, destruindo os vestígios da época colonial pelo símbolo da modernidade, propiciada pela Revolução Industrial. Além de desenhar as residências da elite, seu escritório técnico foi responsável pelos principais edifícios públicos do período, como o Mercado Municipal, os palácios das Indústrias e da Justiça, o colégio Sion e os prédios dos Correios e da atual Estação Pinacoteca. Um dos seus últimos projetos foi a Casa das Rosas, erguida para sua filha Lúcia, no início da avenida Paulista. O engenheiro-arquiteto dirigiu simultaneamente o Liceu de Artes e Ofícios e a Pinacoteca até o fim da vida. 11


QUANDO

SÃO PAULO PAROU

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A esperada noite de inauguração do Theatro, em 12 de setembro de 1911, provocou o primeiro engarrafamento da cidade. Os carros chegavam ao Municipal por todas as direções. A sociedade paulistana chegava sob o olhar de mais de 20 mil pessoas que, mesmo sem poder pagar até 25 mil réis pelo ingresso, marcaram presença com orgulho e entusiasmo.


A GRANDE

NOITE Cada convidado, ao entrar no teatro, recebia uma plaqueta com capa banhada a ouro, contendo o programa oficial de abertura e propaganda do concerto inaugural. O grande barĂ­tono Titta Ruffo interpretou Hamlet, porĂŠm a abertura oficial do teatro iniciou com a obra-prima do brasileiro Carlos Gomes - O guarani. 13


SÃO PAULO

PROJETA-SE PARA O MUNDO

O Theatro Municipal não demorou a se transformar em ponto de referência, espécie de cartão-postal que atraía visitantes. Agora os maiores nomes do cenário internacional já podiam incluir São Paulo em seus roteiros pela América do Sul.

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O THEATRO CONSOLIDA-SE NO CIRCUITO INTERNACIONAL As produções francesas e italianas dominavam os espetáculos. Algumas peças eram encenadas no Brasil, poucos meses após estrearem na Europa. E, assim, o Theatro Municipal consolida-se como referência no exterior.

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OS GRANDES ASTROS Pelo palco do Municipal desfilaram atrações nacionais e internacionais como Tito Schipa, que cantou Manon em 1914; o maestro Pietro Mascagni; o cantor Beniamino Gigli em 1933; a brasileira Bidú Sayão em 1926; o barítono Armand Crabé em 1925; a soprano Claudia Muzio em 1925; Leopoldo Fróes e Carmen de Azevedo encenaram Gigolô em 1927 e Caruso, que atuou em La Bohème em 1917.

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Nem só de apresentações artísticas vivia o Municipal. Ali também realizavam-se festas beneficentes de todo tipo, fosse em prol das vítimas das guerras, dos órfãos das revoluções, dos refugiados ou dos tuberculosos, além de banquetes, convenções partidárias e bailes. Os festejos carnavalescos também faziam parte do cardápio anual do teatro, onde pierrôs,colombinas e arlequins de emoções comedidas brincavam após o corso nos carros alegóricos.

NO EMBALO DO

REI MOMO

As grandes novidades, em matéria de carnaval, foram os dois grandes bailes à fantasia que se realizaram no teatro, uma imitação dos bailes de luxo do Ópera de Paris e do Covent Garden de Londres.

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MUDANÇA DE PARADIGMAS O tempo passava, a cidade crescia. A cada momento surgia um novo edifício no cenário paulistano. No horizonte, o mais recente símbolo do progresso podia ser visto a quilômetros de distância. Tratava-se do Edifício Martinelli, que se firmava como o maior da América do Sul. Dessa forma, ficava para trás a Belle Époque, e São Paulo começava a despontar como a terra da garoa e do trabalho duro,

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considerado aviltante e quase indigno para muitos membros da elite. A mudança de mentalidade refletia-se em cada esquina, onde homens arregaçavam as mangas correndo atrás do pão de cada dia. Eram “turcos, italianos, espanhóis e eslavos” esfalfando-se para que os filhos ingressassem na alta sociedade do lugar escolhido como pátria.


ARTE MODERNA A SEMANA DE

Um dos acontecimentos mais estudados e discutidos de toda a história do Theatro Municipal foi a célebre Semana de 22. Abrindo as comemorações do centenário da Independência, vinha alvoroçar o universo artístico e literário da Pauliceia. Sob a denominação de “Futuristas”, um pequeno grupo de rapazes e moças articularia um movimento cultural que teve o primeiro ato público naquela Semana de Arte Moderna. Foram três noitadas de conferências, audições musicais, leitura de poemas e uma exposição de artes no saguão do Theatro Municipal, sob os auspícios da alta burguesia paulistana.

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A POLÍTICA INTERFERE NA CULTURA

REVOLUÇÃO DE 32 Procurando dançar ao ritmo da cidade que mais crescia no mundo, o Theatro Municipal, porém, enfrentou um hiato nas temporadas líricas durante a Revolução de 30, que alçou Getúlio Vargas ao poder, colocando um final na República Velha. Com o fechamento da Assembleia Legislativa e o consequente reordenamento político, a direção precisou de um tempo para se adaptar à nova correlação de forças que alijara a oligarquia do poder. A interrupção, que se prolongou por três anos com a Revolução Constitucionalista de 1932, desencadeada na noite de 9 de julho, dificultou a vinda das companhias artísticas.

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Em meio a tantos conflitos, os espetáculos não pararam. Este foi um período fecundo no Brasil, pois a América Latina tornava-se um mercado valioso para as companhias teatrais, conjuntos de bailados, cantores líricos e renomados regentes, violinistas e pianistas. Nos primeiros cinquenta anos do Theatro, artistas plásticos de renome, como Tarsila do Amaral e Anita Malfatti, entre outros, produziram peças gráficas que eram reproduzidas nos programas de artistas como o maestro Heitor Villa-Lobos, anos 1940; o maestro Francisco Mignone, 1949; componentes da ópera Maria Tudor, de Carlos Gomes, 1943; e as pianistas Guiomar Novaes e Magdalena Tagliaferro, impressos especialmente para os concertos daquela época.

TRIUNFAL

RETOMADA


PRESTES MAIA A cidade de São Paulo também evoluía. No período de 1938 a 1945, em plena guerra, o prefeito Prestes Maia modernizava a capital com a abertura de largas avenidas, túneis e outras melhorias como: • criação do Coral Lírico (1939), sob coordenação do maestro Armando Belardi; • conclusão dos procedimentos para oficializar a Orquestra Sinfônica Municipal, iniciados em 1921; • criação da Escola Municipal de Bailado (1940), que veio atender as companhias estrangeiras de ópera que se apresentavam em São Paulo. Prestes Maia foi uns dos principais idealizadores para que São Paulo não perdesse o bonde do crescimento, tornando-a uma capital moderna.

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O POVO COMEMORA

O FIM DA

GUERRA O anúncio do fim da Segunda Guerra Mundial pegou os espectadores de surpresa, em meio a um concerto da Orquestra Sinfônica de Amadores, sob regência de Leon Kaniefsky. De repente, percebeu-se que algo estranho ocorria lá fora, pois as estridentes buzinas dos automóveis abafavam o som da música. Era o povo, que se aglomerava para comemorar a vitória dos aliados. Comunicado do fato, o maestro deu as boas-novas ao público e ainda encerrou o concerto com a execução do Hino Nacional, sob aplausos eufóricos.

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O FIM DE UMA

ERA

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Ao completar quatro décadas de atividades, o Theatro Municipal, que no início se erguia altivo e soberano, acabou engolido pelo crescimento urbano. Assim, de 1952 a 1955, ocorreu a primeira reforma, a cargo de um comitê de obras integrado pelo arquiteto Tito Pistoresi e pelo engenheiro Péricles Ansaldo.


DIVERSIFICANDO

AS ATIVIDADES

Ao completar meio século, já um senhor de meia-idade devidamente repaginado, o Theatro Municipal assistia ao recuo das temporadas líricas. Os ventos da mudança sopravam com a vinda do Modern Jazz Quartet, seguido pela Orquestra Filarmônica de Londres. Tido por muitos como um recinto sagrado, o Municipal assistiu à música popular invadir suas trincheiras no rescaldo do golpe de 1964. Em meio às agitações políticas desencadeadas no dia 1º de abril, o maestro Diogo Pacheco resolveu inovar, levando ao palco cantores populares para interpretar clássicos. Elizete Cardoso causou polêmica como solista da Bachiana nº 5, de Villa-Lobos. Como se fosse pouco, ainda encenou História de um Soldado, de Stravinsky e Ramuz, com Paulo Autran de narrador, Gianfrancesco Guarnieri de soldado e Eva Wilma no papel de princesa.

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REPRESSÃO: O MUNICIPAL COMO

PALCO DE PROTESTOS Nas ruas, o cerco apertava, mas, entre as paredes do teatro, resistência e ousadia tornaram-se palavras de ordem na hora de montar os programas. Em meio a esse cenário, surge, em 1968, o Balé da Cidade de São Paulo, como Corpo de Baile do Theatro Municipal. Nomes importantes ligados a essa área contribuíram para que se tornasse uma das principais companhias de dança contemporânea do país

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OS ANOS DE

CHUMBO Durante os anos de repressão militar, o Theatro Municipal foi palco de inúmeros protestos. Apesar disso, abrigou shows dos grandes ícones do jazz, tais como como Duke Ellington, em 1968; Ella Fitzgerald, em 1971; além de Charles Mingus e Miles Davis, ambos em 1974.

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RESUMO DA ÓPERA As décadas de 1970 e 80 foram de intensas e diversificadas atividades. Nos anos 1980, a ópera foi retomada graças ao Projeto Pró-Ópera, que tinha por objetivo estabelecer suas próprias produções e um repertório que valorizasse o artista nacional, sem excluir os estrangeiros.

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A SEGUNDA

REFORMA

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Tudo começou com um laudo do Instituto de Pesquisa e Tecnologia da Universidade de São Paulo, alertando contra três tipos de cupins que devoravam o soalho de marfim e peroba da plateia, das galerias, dos camarotes e do palco, colocando em risco a segurança do público. Era chegada a hora de iniciar os trabalhos de renovação daquele patrimônio arquitetônico e cultural. Em 11 de setembro de 1991, ao completar oitenta anos, foi devolvido à comunidade, pronto para realizar sua vocação de servir como um centro de produção de espetáculos. Sinal dos tempos, em que modernidade significa inclusão social, a plateia do concerto de reabertura era formada pelas famílias dos operários, pedreiros, eletricistas, tapeceiros e outros trabalhadores responsáveis pela mudança de fisionomia do prédio recuperado.


CONQUISTANDO

NOVOS PÚBLICOS Logo após a segunda reforma, o Municipal deparou-se com um novo desafio: trazer de volta ao teatro o público preferencial e, ao mesmo tempo, conquistar novos espectadores.

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Para isso, muitas iniciativas foram tomadas, entre elas, a mais importante foi o retorno das temporadas líricas, prática que havia sido negligenciada ao longo dos anos. Agora, ao lado das produções estrangeiras, constavam estreias de autores brasileiros.


O THEATRO MUNICIPAL INTERAGE COM O

UNIVERSO INFANTIL

O Theatro Municipal atua na área educativa desde a década de 1970. Nessa fase, já desenvolvia concertos didáticos, realizados para a rede municipal de ensino. Consagrado no seu centenário como polo difusor de cultura, o teatro promove uma programação infantil com a proposta “Descobrindo o som”. A ideia é ensinar, de maneira sempre lúdica e interativa, as inúmeras faces de um som, desde um simples ruído até uma sinfonia.

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DE ROUPA NOVA Para comemorar seu centésimo aniversário à altura da importância que adquiriu no contexto cultural de São Paulo, o Theatro Municipal passou por sua terceira reforma geral. Fachadas, Salão Nobre, palco, salas de apoio e o Café do Theatro receberam melhorias, que incluíram a restauração total das pinturas, devolvendo-lhe as características da época da inauguração, em 1911.


ÍCONE

CULTURAL

Um dos palcos de maior prestígio no país, cenário de óperas, balés, concertos, peças de teatro e da Semana de Arte Moderna de 1922, o evento mais midiático da história cultural brasileira, o Theatro entrou definitivamente para a agenda cultural dos paulistanos. Em pleno século 21, quando as casas de espetáculos multiplicam-se para abarcar as diferentes manifestações artísticas, ele resiste como um dos símbolos da metrópole. De roupa nova, mas sem perder a nobreza do projeto original, acolhe pessoas de todas as classes sociais e faixas etárias para que possam, por breves momentos, abandonar a correria do cotidiano e entrar em contato com o sublime mundo das artes.

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A DMP – Dado Macedo Produções Artísticas é uma empresa de marketing cultural e artístico que há mais de uma década tem como foco principal a criação, planejamento e execução de projetos.

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Voltada para a revitalização da cultura brasileira e sintonizada com o mundo e com os principais estilos e manifestações culturais e musicais, cantores e grupos, atende clientes de todos os segmentos, desde empresas públicas, governos, prefeituras até multinacionais. A nossa expertise é criar o melhor show, o melhor projeto cultural e conquistar clientes com soluções completas, com base em incentivos da Lei Rouanet e outras vertentes, fato altamente lucrativo para as empresas. Entre os inúmeros cases, a DMP lançou recentemente o livro dos 100 anos do Theatro Municipal de São Paulo, denominado Theatro Mvnicipal de São Paulo – 100 Anos Palco e Plateia da Sociedade Paulistana. Este projeto cultural tem ainda outros desdobramentos e ações, tais como uma edição exclusivamente em inglês, exposição itinerante de painéis fotográficos e esta revista.

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www.dadomacedo.com.br


Revista Theatro Municipal - 100 anos  

Revista Comemorativa dos 100 anos do Theatro Municipal de São Paulo

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