ILUMINAÇÃO DECORATIVA
exterior - interior - jardim
Materiais para instalações civis e industriais; condutores eléctricos; quadros e caixas de coluna; electrobombas domésticas e industriais
R. das Arroteias, 5-7, Apart. 22 - 2860-054 Alhos Vedros Telefone: 212 039 470Fax: 212 039 480
E-mail: sodisul@sodisul.pt www.sodisul.pt
O RIO às terças-feiras
O Jornal O RIO passa a sair na 1ª e na 3ª terça-feira de cada mês. Assim, a partir da próxima edição, sairemos já no dia 2 de Maio, terça-feira.
Um mundo chamado U. Moitense
O novo projecto combina uma bancada, novos balneários e um campo relvado, porém, outros problemas teimam em subsistir, o que faz do Moitense um clube peculiar.
Cromos
“Barcos d’RIO”
Nesta edição caderneta grátis e o primeiro cromo
O jornal O RIO inicia nesta edição, a nova colecção “Barcos d’O RIO”, uma reprodução em azulejos dos barcos que navegaram no Tejo, até meados do século XX.
15 a 30 de Abril de 2006 Ano IX - Nº 193 € 0,50
Quinzenário Regional Independente Taxa Paga 2860 ALHOS VEDROS MOITA Material
DIRECTOR : JOSÉ de BRITO APOLÓNIA CHEFE DE REDACÇÃO : LOURIVALDO M. GUERREIRO
Eléctrico
Tel.: 212 040 070 KLEOPATRA KLEOPATRA KLEOPATRA Estrada Nacional - Alhos Vedros 212 040 Estrada Nacional - Alhos Vedros O MELHOR ESPAÇO DE DANÇA DA MARGEM SUL DANCING BAR DANCING BAR DANCING BAR
CIÊNCIAS NATAÇÃO INGLÊS Rua D. Ant. Ferreira Gomes, 13-A, Baixa da Banheira Praceta dos Ferroviários, 3B Bx. Banheira (C.A.T.L.) Tlm.: 966 637 647 Tel.: 212 047 102 EDUCAÇÃO MUSICAL EDUCAÇÃO FÍSICA OS PESTINHAS Berçário Creche Jardim de Infância C.A.T.L. - Centro de Actividades e Tempos Livres Um espaço renovado, de acordo com a legislação da Segurança Social, com todas as condições, e pessoal qualificado, para que o seu “pestinha” possa ser educado da melhor forma Horário: 7h00 até 19h30 ESTAMOS ABERTOS TODO O ANO Arte no concelho Exposição de Desenhos de Ricardo Guerreiro Até 16 de Abril O jovem banheirense mostra a exposição “O que é de um mundo a haver”, na Galeria de Exposições do Fórum Cultural JM Figueiredo, na Baixa da Banheira. DROGARIA FATIMEIDA Materiais de drogaria, construção e remodelações Rua de Moçambique, 53C, Baixa da Banheira Tel.: 212 020 263 Preços imbatíveis Descontos para profissionais 2 2 2 2 2 9 9 9 12 12 15 15 15 15
Acontecimentos Gota d’Água
O RIO às terças-feiras
O Jornal O RIO passa a sair na 1ª e na 3ª terça-feira de cada mês. Assim, a partir da próxima edição, sairemos no dia 2 de Maio, terçafeira.
Esta medida e outras que estamos a tomar, prende-se com o objectivo de melhorar o jornal e de o tornar mais acessível aos nossos leitores, em dias certos da semana.
Exposição de Vítor Moinhos
A Junta de Freguesia de Alhos Vedros promove uma Exposição de Pintura de Vítor Moinhos. A inauguração da exposição será no dia 22 de Abril e ficará patente ao público até 30 de Abril, na Capela da Sta. Casa da Misericórdia de Alhos Vedros.
Desfile da Liberdade
Dia 25 de Abril, às 10.00 horas, com concentração no largo do Mercado, na Moita. Associações, colectividades, bandas filarmónicas, ranchos etnográficos e folclóricos juntam-se para homenagear a Revolução dos Cravos e exaltar a Liberdade.
Milha Ribeirinha
A VI Milha Ribeirinha da Baixa da Banheira, organizada pelo CABB, realiza-se no dia 15 de Abril, a partir das 15 horas, na Av. Capitães de Abril.
Pesca à Benfica
A Casa do Benfica da Baixa da Banheira realiza o 8º Concurso de Pesca Desportiva “À Benfica”. No dia 23 de Abril de 2006. A concentração dos concorrentes será , a partir da 7 horas, na sede da Associação.
25 de Abril na União Alentejana
A Sociedade Recreativa e Cultural União Alentejana comemora tradicionalmente o 25 de Abril.
Este ano, o programa comemorativo é composto por um Torneio de Malha de Banco, com início dia 9 de Abril, pelas 9.00 horas; um Torneio de Malha Corrida, com início a 23 de Abril, com início pelas 9.00 horas; o almoço de confraternização, dia 25 de Abril, às 13.00 horas; e a Tarde Alentejana , com início pelas 16 horas.
O Almoço comemorativo do 32º Aniversário da Revolução dos Cravos, tem entidades convidadas e associados que se podem inscrever.
A Tarde Alentejana será animada pelos Grupo Coral “Os Amigos do Barreiro” e o Grupo Musical “Vozes da Planície”.
“Estafeta da Liberdade” - a 23 de Abril
A 2ª jornada do Circuito – “Estafeta da Liberdade”, organizada pela Câmara Municipal do Barreiro– realiza-se a 23 de Abril, a partir das 10h00. De acordo com o regulamento geral podem participar no Circuito nadadores não federados inscritos nas escolas de natação das colectividades, escolas do concelho do Barreiro e outras instituições. Cada nadador poderá participar até ao limite de quatro provas.
Estão agendadas, ainda, jornadas para 21 de Maio, às 9h30 – “Barreiro Cidade Desportiva” (organização conjunta do CNB/JDCS) – e 25 de Junho, às 9h30, por ocasião do Dia da Cidade (organização: GDI).
(Em memória do António Coelho)
CarlosRodrigues Yangtze River / China
Voltamos a navegar! Aqui vai uma gota d’ água para o caudal do RIO!
O RIO continua a correr mesmo quando lhe destroem as margens, ou o poluem com o veneno das palavras apodrecidas. Este não é um rio subterrâneo; é um rio de superfície que
corre generosamente em campo aberto mostrando a nascente e a foz e, é com força redobrada que renasce e se regenera. Ninguém ousará controlar-lhe as correntes porque as águas mansas também se agitam e revoltam e, arrastarão os ”calhaus” que se atravessem no seu leito.
Queremos um rio de águas límpidas onde todos, e cada um, possam mergulhar de corpo inteiro, sem medo das ”piranhas”!
Um rio que engrosse o seu
caudal com as águas de muitos rios, onde todas as energias sejam aproveitadas e potenciadas, produzindo a luz que nos ilumine o caminho. Os rios são fontes de riqueza e sem ”O Rio” todos ficaremos mais pobres. Morrendo o rio, morre um pouco de cada um de nós.
Os amigos tornarão este rio cada vez mais navegável, para que volte a ser aquela pequenina gota de água que faça o copo transbordar. Abril merece estas águas!
Colecção de Cromos de “Barcos d’RIO”
Nesta edição caderneta grátis e o primeiro cromo
O jornal O RIO inicia nesta edição, a nova colecção “Barcos d’O RIO”, uma reprodução em azulejos dos barcos que navegaram no Tejo, até meados do século XX.
Este coleccionável é constituído por 16 cromos que sairão, quinzenalmente, no Jornal O RIO. Os leitores poderão recortar os cromos e colá-los numa caderneta que, nesta edição, é distribuída gratuitamente, assim
como o primeiro cromo.
Ao coleccionar estes cromos e como as cadernetas são numeradas, terá também acesso a um sorteio de três prémios, tendo, então, de apresentar a caderneta cheia com todos os cromos publicados:
1º Prémio: Um painel de 6 azulejos com a Falua e o Catraio, barcos de passageiros, preço estimado de 70 euros; 2º Prémio: Um relógio num azulejo de 30x20 cm,
com a Falua, preço estimado em 40 euros; 3º Prémio: Um Azulejo de 20 x 20 cm com a Falua, preço estimado de 20 euros
Todos estes trabalhos foram vidrados e pintados à mão por: Luís Cruz Guerreiro e são oferta da Azulejaria Artística Guerreiro, para este novo coleccionável do jornal “O RIO”. O patrocinador da caderneta é Francisco Guerreiro – “Talhos Nova Era”.
Campanha de novos Assinantes
O RIO de novo nas bancas é uma alegria para os nossos leitores. O Ressurgimento do Jornal é fruto da solidariedade e do apoio de muita gente, a quem agradecemos.
O relançamento de O RIO é o “pontapé de saída” para o seu
desenvolvimento. Vamos fazer crescer O RIO com uma campanha de novos assinantes. Amigo(a) leitor(a), venha engrossar o caudal de O RIO, torne-se seu assinante. Receba o jornal em casa e pague apenas 10 euros por ano
Basta enviar-nos o nome e a morada por telefone (964 237 829), ou devolvendo o Boletim de Inscrição preenchido, pelo correio, para: Edições e Promoções Ribeirinhas, Lda, Rua António Sérgio, 80, 2º - 2835-062 Baixa da Banheira.
15 a 30 de Abril de 2006 Nº 193 2 2 2 2
N oticiário
Soluções na página 15. SuDoKu Grelha nº 8 8 4 7 3 5 1 1 8 4 3 5 8 9 7 4 8 2 7 12 7 93 5 2 3 8 Preencha
com algarismos as casas vazias, de forma a não haver repetições em nenhuma linha, nenhuma coluna, nem nenhum quadrado.
Anarquia capitalista
(Carló)
Estamos em plena era anarquista do capital. Regime de uma sociedade sem Estado.
É o que propõem todos os dias, as direitas europeias de que tem resultado no nosso pequeno rectângulo de terra um Estado de desordem ao gosto dos fanáticos acumuladores dos recursos do país.
Está tudo cada vez mais ao gosto dos grandes do capital que recebem quase tudo e não pagam nada, enquanto que os outros recebem quase nada e tudo pagam. É um fenómeno universal, dirão os seguidores deste
sistema a que chamam evolução, transformação e progresso. Então, criar melhores condições de vida para todos, abolir os estragos na natureza e acabar com as armas em todos os países e não só nalguns, é o quê? Involução? Mutação? Regresso ao passado? Seria bom que todos os que não têm ganhos com estes processos, não se distraiam neste pântano infecto onde mergulharam os portugueses que da tanga anunciada já só restam alguns trapos. E não se pense que dito assim é uma seta ao Governo actual, antes várias setas e uns quantos alvos. O actual Governo toma medidas, algumas com razão de ser, mas a verdade é que tal como os anteriores não toca nos interesses do anarquismo capitalis-
ta, forçando as vítimas de sempre a pagarem o que já não podem, enquanto aqueles outros mais opulentos vão estando. Pode ser exagero mas se os homens que querem deixar aos descendentes melhor planeta e não impediram esta acelerada competição para o homem mais rico da terra à custa dos Recursos Naturais, nada de bom vai acontecer ao nosso mundo. Florestas desaparecem nos fogos e no arranque desenfreado com destino à pasta de papel e a erosão terrena deixando atrás de si o deserto sem água. No mar, peixe elemento raro, os rios poluídos por gente impunível, usando e abusando de um bem geral, calamidades a que assistimos e quase inconscientes seguimos
benevolentes o paleio de endinheirados fanfarrões na TV.
Os defensores da natureza e os cientistas ambientalistas alertam há muito para o colapso dos recursos do planeta e apontam para soluções que não chegam aos neurónios dos serventes do capital global.
Experiências nucleares e a construção de armas atómicas por uns quantos países, comprometem não só o presente como o futuro de milhares de gerações que nos substituirão.
Já passam pelo menos vinte anos que a linha anarquista capitalista apontou este caminho, e podemos ver onde viemos parar, e para onde, se não se inverter o caminho, podemos ser atirados como lixo.
Aquele Natal
berto Delgado.
– Assassinos! Quero ver o meu marido! – Clama Tina, mulher de Maria Sobreiro, secundada em coro por todos, a maioria mulheres e crianças, impedidos de verem os seus familiares e afastados à força das imediações da cadeia.
Vive-se no País o período de maior turbulência política desde 1958. Então, no Aljube, no Porto, em Caxias e em Peniche, os presos levaram a cabo espectaculares acções de protesto, em especial sob a forma ostensiva de luto, contra a burla eleitoral que impediu a eleição a Presidente da República do general Hum-
O ano de 1960 aproxima-se do fim. Os confrontos nas cadeias sucedem-se. A tensão é constante. Multiplicam-se as lutas por condições prisionais capazes.
No Reduto Norte do Forte de Caxias, quatrocentos presos políticos, condenados, no mínimo, a penas reais de quatro anos e meio – dezoito meses mais três anos de medidas de segurança – conseguem, passo-a-passo, estruturar uma forte organização que lhes permite combater medidas disciplinares cada vez mais gravosas.
Naquele Natal, as visitas, habitualmente em comum, são proibidas.
As famílias, frente ao portão
da fortaleza, preparavam-se para entrar. Surpreendidas, reagem com indignação e bradam a plenos pulmões: – Queremos ver os nossos familiares! Queremos saber se estão bem! Respeitem os nossos direitos! Queremos visitas! – São ordens! – É a resposta dos carcereiros já muito agitados.
De imediato, numa operação demorada, dezenas de soldados da GNR, empurram Aquela multidão, à força, até à estrada do Jamor. O ambiente é escaldante.
Vitória, aos gritos: – Quero ver o meu Jorge! – E muitos nomes de outros presos soam, bem alto. Na estrada, sem arredar pé, as famílias denunciam e esclare-
cem os automobilistas do que se estava a passar.
Lá em cima, no Forte, a uma só voz, os presos gritam bem alto: – bandidos! Assassinos! Queremos visitas! Queremos ver as nossas famílias!
E batem nas grades com todos os objectos que têm à mão. O barulho é ensurdecedor. Os carcereiros, desorientados, mesmo em pânico, irrompem, salas dentro, ameaçadores, com pistolas e cassetetes em punho.
– Que é isto? Que pretendem fazer? Estão loucos. Nem pensem em nos agredir. – São as palavras dos presos da sala oito.
– Devemos agir com vigor, mas sem violência – recorda, em surdina, Aboim. Maria Sobreiro,
Não há políticas para os banqueiros e excesso de leis para os simples consumidores. A desordem e a confusão para os primeiros é real com legislação feita e cumprida a rigor para os restantes.
Os açambarcadores do capital tão desenfreados no crescimento das suas riquezas olvidam que numa sociedade de consumo, tem de haver consumidores e estes para o serem necessitam de dinheiro, nada é de borla. Produtores sem consumidores morrem atulhados no que produzem. Consumidores sem dinheiro não podem comprar e matam os negócios. Pessoas sem emprego não vêem dinheiro e não podem consumir. Como vão resolver este problema? E que sociedade será essa?
voz rouca, esbraceja e grita bem alto: – vá! Desapareçam! Lá para fora! – Seguido por Jorge, Chambel, Alfa, Afonso, Magro, Rolim, Miguel, …Todos!
Os carcereiros ameaçam agredir e disparar. Os presos tentam sustê-los e insistem, tentando mostrar serenidade. – Vá! Lá para fora! Tenham calma!
Só o sangue frio dos prisioneiros evita o que podia degenerar numa batalha de graves consequências. Os dias seguintes são de grande tensão. As visitas são suspensas. Mas os presos, bem organizados em todo o Forte, iriam desencadear uma luta histórica. Invulgar mesmo… Começa a “Festa” …
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Carlos Alberto
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Alfredo de Matos Barreiro
Na
Ora Diga Lá!
Então, chegou a hora da reforma?
É verdade, já era para ser há mais tempo mas, enfim, calhou agora. Quantos anos trabalhou na Câmara da Moita?
Há 35 anos, desde 1971, altura em que vim fiscalizar a construção do Parque da Moita, um projecto do Arq. Ribeiro Telles.
A Câmara, na altura, convidou-me a chefiar a secção de jardinagem e eu aceitei.
Ao longo destes anos. que funções desempenhou nos serviços de jardinagem?
Até 1990, fui a única figura, como técnico, responsável pelos espaços verdes da Câmara da Moita. Fruto de uma reorganização dos serviços municipais, com a criação das Divisões, nos últimos dez anos, estive acompanhado de outros técnicos, devido à expansão das áreas verdes no concelho.
Que importância atribui aos jardins, em relação ao ambiente?
O jardim é uma peça fundamental na protecção do ambiente, dado o oxigénio que fornece ao meio. Hoje o arvoredo no concelho anda à volta das 5 mil árvores, com cerca de 75 espécies diferentes. Em áreas verdes e arborizadas, a Moita é um concelho de vanguarda. Leva da Moita uma grande vivência. Considera o balanço positivo?
Muito positivo. A minha formação profissional foi, efectivamente, aplicada na Moita e, em todos estes anos, acompanhei a enorme evolução verificada nesta área, no concelho. Tive a oportunidade de participar na construção dos parques da Moita, José Afonso, das Salinas e das Canoas, qualquer deles são grandes e importantes obras de natureza ambiental. Além disso, tenho a consciência que formei muita gente ao nível de encarregados e jardineiros, a quem ensinei o que sabia.
hora da despedida
Homenagem ao técnico mais antigo da Câmara da Moita
Um grupo de amigos e companheiros de trabalho homenagearam o técnico mais antigo da Câmara Municipal da Moita, António de Jesus Soares, responsável pela secção de jardinagem. Durante 31 anos, construiu e tratou os espaços verdes deste concelho.
Num almoço, no dia 1 de Abril, no restaurante “Nikita”, várias dezenas de pessoas prestaram-lhe uma justa homenagem de despedida, pois no dia anterior acabara de se reformar.
O actual presidente da Câmara, João Lobo, disse que falar de Soares é falar do crescimento do concelho da Moita, nos últimos trinta e poucos anos, numa área
municipal de grande importância, como é a dos espaços verdes. “Falar dele é, sobretudo, falar de quem tem sensibilidade e amor ao que faz, como ele tem pelas plantas e pelas árvores” – reconheceu.
Nesta festa de despedida, António Soares reuniu à sua volta autarcas e colegas de trabalho que o acompanharam no exercício das suas funções na Câmara Municipal da Moita. Ao longo destes anos, todos sempre reconheceram a sua dedicação, competência e capacidade profissionais na área em que trabalhou. Dos dirigentes municipais sempre teve a sua confiança no desempenho das funções
26 a 30 de Abril
Romaria a Cavalo de Moita a Viana
A 6ª edição da Romaria a Cavalo Moita-Viana do Alentejo, que decorrerá de 26 a 30 de Abril de 2006, está já em preparação.
Este tradicional evento é organizado pela Associação Equestre Moitense e conta com o apoio logístico e financeiro das câmaras municipais envolvidas.
A caravana, composta por dezenas de cavaleiros e muitas outras pessoas transportadas em ‘charretes’, depois de abençoada pelo pároco da Moita, sai da
vila pela Estrada dos Espanhóis em direcção ao Alentejo, pernoitando no fim de cada jornada em locais próprios. A divertida animação, sempre conseguida, é uma das características da romaria.
Em Viana do Alentejo, durante as Festas de Nª. Srª. d’Aires, a romaria culmina com a bênção dos animais, tal como, há séculos atrás, se procedia com os animais levados da região da Moita pelos seus donos, até ao Santuário.
que exerceu e por parte dos colegas sempre foi respeitado e considerado. “A todos o meu muito obrigado” – disse emocionado.
Os amigos ofereceram-lhe um relógio e o presidente da Câmara entregou-lhe uma salva de prata com o brasão da Câmara Municipal da Moita.
Centro Cultural e Recreativo «União Pires»
Em festa todo o mês de Abril
O Centro Cultural e Recreativo «União Pires» festeja o 22º aniversário no dia 24 de Abril, com uma sessão solene às 21.00 horas.
Durante todo o mês de Abril, o popular clube do Bairro Pires festeja o seu aniversário com muitas e diversas realizações, algumas delas bem populares.
O jogo do chinquilho; os torneios de derrube de lata com meia de trapo, de atirar com fisga, e de snooker; as cavalhadas; e outros jogos tradicionais e a caça ao tesouro, são algumas das actividades aniversariantes.
Os grupos de dança e bailes são todos os fins-de-semana. No
dia 14 de Abril, o Grupo de Dança «Most», Candy Cindy e as Sevilhanas de Viana do Alentejo, abrilhantam a festa. No dia 22 de Abril, actuam Solstício da Primavera, House/Chill/Electro. Em 29 de Abril, haverá Karaoke com o Nelson.
A parte cultural comporta a exposição “escola Zeca Afonso – Alhos Vedros” e o grupo Coral de Santo António (dia 28). Um jogo de futebol, em iniciados, com o CRI (dia 15); Tiro ao Alvo (dia 21); Um jogo de futebol entre solteiros e casados (dia 23), são as actividades desportivas previstas.
Os festejos terminam no dia 30 de Abril, com provas de petiscos típicos para toda a gente.
orio.no.sapo.pt Correio electrónico: orio@sapo.pt
15 a 30 de Abril de 2006 Nº 193 4 4 Snack-Bar Café Refeições Petiscos Rua do Trabalhador, 13 2835 Baixa da BanheiraTel.: 212 033 220 O Caçador MATEMÁTICA e FÍSICA Ensino SECUNDÁRIO e UNIVERSITÁRIO preparação para os exames de acesso à Universidade Licenciado dá explicações de Tel.: 96 52 400 36 Rua do Douro, nº 2, Baixa da Banheira Plácido Rosa Electrodomésticos Largo da Misericórdia, 30 Praça da República, 11ATelef.: 2860 ALHOS VEDROS212 045 018
Num minuto
é de todos é todos é de todos é de de
António de Jesus Soares Técnico de Jardinagem
Num
minuto
Regionalização
J. BA
Nas Jornadas Parlamentares do PS, realizadas em Março, José Sócrates falou em regionalização e enunciou algumas medidas tendentes à criação de condições para um futuro referendo à regionalização.
A estas iniciativas o secretário-geral do PS chamou-lhes “regionalização técnica”. Afinal, o que significa este eufemismo da regionalização?
Em vez de uma proposta de regionalização democrática, como a Constituição determina, com a eleição directa dos órgãos políticos regionais e competências próprias alargadas, o PS o que está a pretender é a organização dos vários organismos do Estado de acordo com as cinco regiões-plano (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve) que já existem e funcionam quer para efeitos estatísticos quer como unidades de afectação de fundos comunitários.
Este acerto dos serviços das direcções regionais por um mapa único, o das actuais regiões-plano, não altera a forma de desconcentração desses mesmos serviços, sem autonomia financeira e de gestão, mantendo o centralismo do Estado.
Regionalização e desconcentração são realidades bem distintas. O que o país precisa é da regionalização democrática e não da desconcentração autocrática.
Pintura e Fotografia
“Ritratti Urbani” é o nome da exposição de pintura e fotografia de Tiago Costa Freitas, inaugurada no dia 1 de Abril, no Auditório Municipal Augusto Cabrita, no Barreiro.
A mostra pode ser vista até 4 de Junho, na Galeria do Piso 0, de terça a domingo entre as 15h00 e as 20h00, até 14 de Maio, e das 17h00 às 22h00, a partir do dia 15 desse mês.
Resumo do Estudo
O desemprego poderá atingir 644.000 portugueses em 2006 e 700.000 em 2007
EugénioRosa Economista
O desemprego é o problema mais grave que o País enfrenta neste momento, muito mais grave que o défice orçamental. Em Portugal, os números oficias do desemprego estão muito abaixo dos números reais do desemprego.
De acordo com dados publicados pelo INE, no 4º trimestre de 2005, o desemprego oficial atingiu 447.300, mas o desemprego corrigido, que inclui os desempregados efectivos que não são considerados nos números oficiais de desemprego, alcançou 579.400. Em 2005, a taxa oficial de desemprego era de 8%, mas a taxa corrigida de desemprego era já de 10,4%.
Em 2005 verificou-se destruição liquida de emprego, sendo o volume de emprego no fim do ano de 2005 inferior ao de 2004. Por outro lado, a diferença entre a população activa e população empregada aumentou, entre 2000 e 2005, de 194.500 para 447.800, o que significa que uma parte crescente da população activa que procura emprego não o consegue encontrar.
Se o ritmo de crescimento de desemprego registado nos últimos quatro anos se mantiver, consequência também da política centrada na obsessão do défice, 644.100 portugueses poderão estar no desemprego em 2006, e cerca de 700.000 em 2007.
Para além do aumento vertiginoso do desemprego também a população com emprego precário, que inclui os trabalhadores contratados a prazo e os chamados independentes, não para de au-
mentar. Em 1995 eram 1.169.100; em 2004 já eram 1.466.000 e, em 2005, já atingiam 1.481.000. Assim, em 2005, quase em 29 em cada 100 empregados tinham um emprego precário.
A economia existe para servir as pessoas, e quando não garante o direito ao trabalho, que é vital à sobrevivência nas sociedades modernas e à dignidade humana, deixa de servir os fins para que foi criada. Uma política económica avalia-se pelos seus resultados. E quando essa política económica, centrada na obsessão do défice, determina baixíssimas taxas de crescimento e mesmo estagnação económica; redução do investimento; aumento vertiginoso do desemprego; diminuição da competitividade; elevado défice externo e endividamento rápido das famílias , do País e das empresas, é porque está errada e deve ser alterada com urgência. E não será prometendo radiosos e falsos amanhãs em troca dos sacrifícios actuais ou, para utilizar a linguagem governamental, a resolução no futuro indeterminado, como por milagre, dos graves problemas que enfrenta o país em troca da consolidação orçamental, que conseguirá ocultar o carácter ruinoso da política que está a ser seguida e a necessidade de a alterar rapidamente.
Linha do Sado
É urgente
garantir
O comboio eléctrico na Linha do Sado é um importante meio de transporte que serve as populações do eixo Barreiro, Moita, Palmela, Setúbal, trabalhadores e estudantes do ensino politécnico.
É um elemento estruturante das acessibilidades do desenvolvimento da Região e trará melhor qualidade de vida se o serviço for melhorado.
Como sabemos, o comboio eléctrico é um transporte, que pode servir para diminuir os fluxos de trânsito nas vias rodoviárias, tão saturadas, e é também de extrema importância no desenvolvimento da Região e na mobilidade diária de milhares de utentes, dando um contributo na preservação do meio ambiente por ser um transporte menos poluente.
Em 1999 houve a promessa de concretização da electrificação da Linha do Sado por parte do Governo e da CP.
O que se constata é que, apesar da intervenção, reivindicação e da luta de milhares de cidadãos, dos trabalhadores ferroviários, das comissões de utentes e de autarquias, volvidos sete anos, o processo não avançou como é necessário.
A agravar esta situação existe quem defenda que o trajecto do comboio que parte do Barreiro vá somente até ao Pinhal Novo.
Esta possibilidade causará transtorno diário na vida dos milhares de utentes deste meio de transporte e será mais uma penalização aos concelhos serviços por esta Linha.
A Freguesia do Sado, no Concelho de Setúbal, será grande penalizada ao ficar sem transporte ferroviário, o que a acontecer penaliza, entre outros, milhares de estudantes que diariamente utilizam este meio de transporte e impedirá os comboios para o Al-
o futuro (*)
garve de passar pela Cidade de Setúbal.
A Assembleia Distrital de Setúbal, reunida no dia 27 de Março de 2006, em Setúbal, decidiu:
Exigir o cumprimento, por parte das entidades competentes, do que prometeu da electrificação na totalidade desta Linha e a manutenção de comboios entre Barreiro/Praias do Sado;
Mandatar a Mesa da Assembleia em articulação com as Autarquias servidas por este meio de transporte, para solicitar reunião para abordagem desta matéria Ministro das Obras Públicas e Transportes Terrestres e ao Conselho de Administração da CP. (*) Moção aprovada na Assembleia Distrital de Setúbal, aprovada por maioria, com uma abstenção, do Representante da Câmara Municipal do Montijo.
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é de todos é de todos é de todos é Telefone e fax: 210 815 756 Telemóvel: 964 237 829
No concelho da Moita
Comemorações do 25 de Abril
O 32º aniversário do 25 de Abril está a ser comemorado ao longo de todo o mês de Abril no concelho da Moita.
Do programa municipal das comemorações destacase a realização de um Ciclo de Conferências sobre “Álvaro Cunhal, uma referência de Abril”, entre 7 e 29 de Abril, que reúne nomes como José Casanova que apresentou o “Rumo à Vitória”, no dia 7 de Abril; Filipe Dinis apresenta “A Arte e o Artista e a Sociedade”, dia
21 de Abril, às 21.30 horas; no Fórum Cultural; Catarina Pires com “Cinco Conversas com Álvaro Cunhal”, dia 28 de Abril, às 21.30 h, na Biblioteca de Alhos Vedros; e João Céu e Silva para falar sobre “Uma Longa Viagem com Álvaro Cunhal”, dia 29 de Abril, às 21.30 horas, na Biblioteca da Moita.
Destaque também para o Concerto Acústico com Xutos & Pontapés, no dia 22 de Abril, espectáculo que vai assinalar também o 1º aniversário do Fórum Cultural JM Figueiredo, bem como para o espectáculo comemo-
rativo concelhio, que se realizará no dia 24 de Abril, com Tito Paris, no Largo dos Cravos, no Vale da Amoreira.
O programa reúne ainda exposições, cinema e diversas actividades desportivas, entre as quais a VI Milha Ribeirinha da Baixa da Banheira, a 15 de Abril, e o 25 Horas a Nadar, nos dias 24 e 25 de Abril
No dia 25 de Abril, dia da Revolução dos Cravos, sai à rua mais um Desfile da Liberdade, com a participação do Movimento Associativo e Autarquias do Concelho (concentração junto ao Mercado da Moita, às 10 h).
Autarcas saúdam o 25 de Abril
O RIO solicitou uma breve declaração/saudação ao 25 de Abril, a vereadores de cada partido e ao presidente da Câmara Municipal da Moita. Até à hora de fecho do jornal recebemos as seguintes três respostas:
João Lobo 25 de Abril Sempre no nosso coração
32 anos depois,. é nosso dever ético e cívico continuar a saudar e evocar o 25 de Abril de 1974 com emoção e reconhecimento, continuar a salientar o seu vasto património de realizações, valores e ideais, e reafirmar – ainda e sempre – quanto devemos aos resistentes antifascistas que, com exemplar coragem e espirito de sacrifício, criaram as condições para que chegasse o dia da libertação nacional da ditadura fascista que nos oprimia, aos militares do MFA pela sua contribuição decisiva para o derrube da ditadura e aos trabalhadores e às massas populares que tomaram nas suas mãos a defesa e aprofundamento da revolução democrática durante 1974 e 1975.
O 25 de Abril não é, e quero acreditar que jamais será, uma página virada e um objecto de museu e muito menos para a população do concelho da Moita que legitimamente se pode orgulhar da sua massiva adesão ao 25 de Abril e do seu activo e generoso empenhamento na revolução democrática. Pela simples razão de que muitos dos seus valores e ideais continuam a ser referências insubstituíveis para todos os portugueses que, enfrentando hoje tempos ásperos e difíceis, não desistem de querer construir um Portugal mais livre, mais justo e mais fraterno, como está escrito no preâmbulo da nossa Constituição, a qual assinalou recentemente os seus 30 anos.
Vítor Cabral Desenvolvimento, Democracia e Liberdade
“Portugal antes do 25 de Abril, era um país anacrónico. Último império colonial do mundo ocidental, travava uma guerra em armas e soldados, em três frentes africanas, e outra nos Fóruns internacionais perante a opinião pública mundial, que sucessivamente nos condenava.
Para os jovens de hoje será difícil imaginar o que era viver neste Portugal, onde era rara a família que não tinha alguém a combater em África, o serviço militar durava quatro anos, a expressão pública de opiniões contra o regime e contra a guerra era severamente reprimida pelos aparelhos censório e policial, os partidos e movimentos políticos encontravam-se proibidos, as prisões políticas cheias, os líderes oposicionistas exilados, os sindicatos fortemente controlados, a greve interdita, o despedimento facilitado, a vida cultural constantemente vigiada.
Em 25 de Abril de 1974, o movimento das Forças Armadas derrubou este regime que durante anos e anos oprimiu o Povo Português. Restituindo a liberdade aos Portugueses, acabou também com o isolamento a que Portugal estava condenado há já vários anos e solucionou o problema colonial, dando origem a novos países independentes.
Desenvolvimento, Democracia, Acesso à informação, Liberdade foram e são palavras que aprendemos a conhecer e a respeitar!
Não deixemos que percam a força!”
Joaquim Raminhos
“25 de Abril”
A Liberdade está a passar por aqui!
LIBERDADE – As ruas e as praças inundaram-se de gente. A liberdade como uma flor, abriu-se dentro de nós e saiu à rua. Para trás ficaram anos de repressão, de tortura e também de resistência.
Entoou-se um cântico: A Liberdade está a passar por aqui! ESPERANÇA – Nos rostos ficou estampado um sorriso de esperança, pela mudança, por uma sociedade mais justa, mais fraterna, por um mundo melhor por que todos ansiamos, com os valores da Paz, da Solidariedade, de todas as causas que nos dão um sentido de viver.
CONQUISTA– A conquista dos direitos fundamentais foi o que mais marcou o “25 de Abril”. O direito à Educação, à Habitação, à Saúde, o direito à livre informação e liberdade de reunião foram conquistas de “Abril”, que devemos continuar a defender e a preservar.
SONHO – Como diz o poeta: “O sonho comanda a vida”!
Em relação ao “25 de Abril”, podemos afirmar que os “sonhos” ainda não acabaram, alguns ainda não se concretizaram.
E, apesar de alguns “pesadelos” que vamos tendo, apesar de alguns ainda quererem que que a “roda da engrenagem” ande noutra direcção, temos de afirmar que a história não pode voltar atrás.
DESEJO – Neste “25 de Abril”, brindemos ao futuro, à liberdade, à amizade e desejamos que floresça a melhor poesia que existe dentro de nós.
Que com o nosso querer, o nosso ser e o nosso sentir, possamos continuar a intervir, para transformar este mundo num mundo mais igualitário, onde haja mais respeito pela diversidade cultural e se concretize uma maior justiça social.
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Organização de Freguesia da Baixa da Banheira
PCP realiza a 9ª Assembleia
“Assembleia da Organização é o momento em que os comunistas se reúnem para fazer o balanço da actividade que a Comissão de Freguesia realizou no seu mandato; e traçar as tarefas políticas e orgânicas para o futuro. Num segundo momento faz-se a eleição da Comissão de Freguesia para um novo mandato” – explicou Vítor Martins, responsável da Organização de Freguesia da Baixa da Banheira do PCP.
Foi isto que aconteceu no dia 9 de Abril, no auditório do Lar São José Operário, na Baixa da Banheira. Sob o lema; “Organizar, Lutar, Crescer – um PCP Mais Forte!”, realizou-se a 9ª Assembleia da Organização de Freguesia da Baixa da Banheira do PCP. Uma Assembleia para todas as idades, mas sobressaindo a forte presença e participação de jovens.
“O balanço que a anterior Comissão de Freguesia fez é bastante positivo, em termos políticos e orgânicos, sobretudo nas últimas iniciativas em que o PCP participou, nomeadamente as eleições legislativas, autárquicas e presidenciais, bem como outras iniciativas como a Festa do Avante, a participação em concentrações e manifestações, seminários que o Partido realizou” – afirma Vítor Martins. E acrescenta: “Agora trata-se de traçar as linhas orientadoras para o futuro, do reforço orgânico do PCP e de uma maior
Contributos para a História Local do Concelho da Moita
Víctor Manuel apresenta o 2º Volume
Este 2º volume de «Contributos para a História Local do Concelho da Moita», tal como o 1º volume, resulta de um trabalho de investigação desenvolvido ao longo de muitos anos. “É uma obra em que se pretende trazer a conhecimento público muitos documentos até agora inéditos e outros que são sujeitos a uma nova interpretação histórica” –afirma o autor.
Outro objectivo do livro é alertar para a necessidade que há em preservar para a história local o importante lugar que ela deve ter na dinâmica cultural do concelho, “o que deverá merecer uma atenção especial do mu-
nicípio” – alerta Víctor Manuel.
A magnífica capa deste 2º volume, como também já tinha sido a do 1º volume, é da autoria do artista plástico António Tapadinhas. Retrata a Ermida do Espírito Santo e o seu Hospital, em Alhos Vedros, ou seja, a Capela da Misericórdia como hoje é conhecida
A cerimónia de apresentação foi dirigida por Joaquim Raminhos, que realçou a importância do livro na preservação da memória e da nossa identidade cultural, um valioso testemunho para as gerações futuras.
A vereadora municipal Vivi-
na Nunes lembrou que “a história faz parte daquilo que nós somos, o que somos hoje é sempre um pouco da nossa história, do nosso passado” – disse. Acrescentou que devemos olhar para o passado, não com saudosismo, mas como força de mudança. Por fim, considerou Víctor Manuel uma referência para o estudo da história local no concelho da Moita.
No final da sessão, Víctor Manuel deixou uma palavra de apreço e agradecimento aos técnicos que o ajudaram e aos promotores que custearam parte da obra.
intervenção na defesa das populações da freguesia e dos trabalhadores e na luta contra certas medidas do Governo”.
A nível orgânico, os comunistas eleitos nesta Assembleia consideram como tarefa principal o reforço da organização do Partido, com a criação de novas comissões e alguns organismos e realizando plenários mensais, para uma melhor ligação dos militantes ao Partido.
Sob o ponto de vista político, a nova Comissão de Freguesia propõe-se, concretamente, desenvolver esforços para que a Baixa da Banheira seja dotada de um novo Centro de Saúde; um Posto de Atendimento da Segurança Social; uma Repartição de Finanças; uma Esquadra da PSP. Defende também a modernização da Linha do Sado.
Comissão de Freguesia Eleita Adriano Encarnação; Américo Flor; António Branco Correia; António Tiago Luz; Bruno Almeida; Cristina Bernardino; Daniel Figueiredo; Eduardo Jorge Teixeira; Etelvino Racha; Francisco Félix; Jorge Bernardino; José A. Seco Parreira; José Fernando Santos; José Manuel Lampreia; José Mestre Vieira; Leonel Borges Esteves; Luciano Carreira; Maria Ercília Paula; Patrícia Félix; Pedro Jorge Gonçalves; Rogério Paulo Santos; Rogério Corvo.
Sociedade Recreativa e Cultural União Alentejana
32º Aniversário do 25 de Abril
Comemoração do 25 de Abril com Almoço de Confraternização, Torneios de Malha e Tarde Cultura. Actuação do Grupo Coral “Os Amigos do Barreiro” e Grupo Musical “Vozes da Planície”.
ALENTEJO SEMPRE! 25 DE ABRIL SEMPRE!
Necessidades Educativas Especiais “Escola Inclusiva - Mito ou Realidade?”
A Federação Regional de Setúbal das Associações de Pais, com o apoio da Câmara Municipal da Moita, realizou, no dia 8 de Abril, no Auditório Fernando Lopes Graça, na Moita, as III Jornadas de Reflexão sobre as necessidades da Educação Especial.
A UNESCO define a Educação para as necessidades educativas especiais como: “Intervenção e apoio pedagógicos destinados a atender as necessidades educativas especiais. A expressão ‘necessidades educativas especiais’ é actualmente usada em lugar de ‘educação especial’
Em 1994 foi aprovada a Declaração de Salamanca, que traçou directivas sobre a escola inclusiva. Mais de 10 anos depois, em Portugal a escola inclusiva é um mito ou uma realidade?
Foi isto que esteve em discussão, bem como os proble mas que se colocam à inclusão das crianças com necessidades educativas especiais no ensino regular, particularmente das crianças portadoras de deficiência.
Participaram nestas Jornadas: Ana Bela Rodrigues, membro da Direcção da Associação de Profis-
sionais de Educação de Infância; Augusto Sousa, presidente da Direcção da Rumo – coop. de solidariedade social; Jorge Rato, membro da FENACERCI; Filomena Ventura, membro do SPGL/FENPROF; Ana Paula Covas, coordenadora CAE Península de Setúbal; Maria José Viseu, presidente da CONFAP.
Tendo em vista debater hoje, para melhor intervir ama nhã, pais, mães, encarregados de educação, educadores, todos contribuíram para a necessária e profícua reflexão do tema em análise.
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Desfile da Liberdade
Dia 25 de Abril, 10h Concentração junto ao Mercado da Moita
Poesi
A Escola Básica do 2º e 3º Ciclos D. Pedro II, na Moita, comemorou, no dia 31 de Março, em simultâneo três aniversários: os 35 anos da Escola; o 15º Dia da Escola; e a 2.ª comemoração do Agrupamento Vertical de Escolas da Moita.
Este ano, a organização do evento coube ao Departamento Curricular de Línguas, da Escola D. Pedro II, sede do Agrupamento, que escolheu “a Poesia e a Primavera” para tema das comemorações.
O ambiente no salão polivalente da Escola era mesmo de Poesia e Primavera, com as paredes cobertas de enormes folhas de papel cheias de poesia e de nomes de poetas famosos e o palco estava decorado com frondosas árvores da floresta.
Na Sessão Solene, a poesia tomou conta das intervenções dos oradores. O presidente do Conselho Exe-
Junta de Freguesia do Vale da Amoreira Junta de Freguesia do Vale da Amoreira
O Executivo
Ao comemorarmos 33 anos da Revolução de Abril, lembramos todos aqueles que lutando e resistindo, muitas vezes enfrentando a tortura, a prisão ou até a morte, tornaram o sonho realidade e construíram as liberdades com que hoje vivemos. Com as liberdades vieram as conquistas, tal como o Poder Local Democrático e outros direitos que agora alguns põem em causa. Por tudo isto, a Mesa da Assembleia Municipal saúda todos os patriotas que contribuíram para o Dia 25 de Abril de 1974 e os deputados constituintes que sabendo interpretar as conquistas então alcançadas, escreveram a Lei Fundamental do País, a Constituição da República Portuguesa.
15 a 30 de Abril de 2006 Nº 193 8 8
A Junta de Freguesia do Vale da Amoreira comemora o 32º Aniversário do 25 de Abril e saúda os seus ‘fregueses’, convidando-os a participarem em mais uma data histórica. Liberdade! Democracia! Paz! O Povo precisa de Liberdade e não da Guerra.
A Mesa da Assembleia Municipal da Moita
Em
de
ia e Primavera na Escola D. Pedro II
cutivo da Escola, Fernando Pires da Fonseca, falou em verso no discurso de apresentação. João Lobo, presidente da Câmara Municipal da Moita, recitou o poema “Liberdade”, de Fernando Pessoa. Na sua intervenção o presidente lembrou: “O rio corre bem ou mal, diz o poeta. E nós não queremos apenas olhá-lo, queremos acompanhá-lo, por isso sempre contámos com os parceiros, sempre partilhámos preocupações, sempre procurámos estar ao lados dos professores nas suas justas reivindicações, sempre procurámos apoiar as escolas sem olhar à letra da lei de o quê compete a quem, porque consideramos que estamos todos no mesmo barco e todos devemos remar para o mesmo lado em busca do mesmo porto, o porto onde espera a educação”.
O Director do Centro de Formação de Docentes do Concelho da Moita, Joaquim Raminhos, também disse o seu poema “Na Primavera” e acentuou o “esforço, a dedicação e o sentido de responsabilidade existentes nesta escola”.
O único convidado que não veio preparado para versejar foi o Director Regional de Educação de Lisboa, José Leitão, que salientou as “boas práticas” que se de-
senvolvem na Escola D. Pedro II e falou de políticas educativas, nomeadamente da autonomia das escolas, referindo a criação de um encarregado de missão que, em conjunto com outras entidades educativas, vai fazer o levantamento das competências que devem passar para as escolas, no âmbito da reforma administrativa em curso. Neste aspecto, frisou a importância de parcerias entre a escola e os municípios “no aprofundamento da qualidade da educação no ensino básico”.
No decorrer das intervenções foi prestada homenagem aos Professores do Agrupamento que, durante este ano escolar, se aposentaram. Os Professores aposentados são: José António Carreto, Ercília Conceição José e Ana Maria Mota da Escola Básica nº 2 da Moita; Josefa Morais da Fonseca da Escola Básica do Penteado; e Joaquim Martins Gonçalves, da EB 2,3 D. Pedro II. Este último, na sua intervenção, deixou a mensagem: “a escola é um local importante para dar conteúdos, é um local pedagógico, mas a escola tem de estar sempre ligada à vida, só assim é que a escola e os alunos se valorizam”.
A Sessão Solene encerrou com a Coordenadora do
Departamento
caixa).
A seguir à cerimónia realizou-se um almoço comemorativo entre todo o Pessoal Docente e Não Docente do Agrupamento e os convidados, em ambiente de franco convívio e confraternização. Durante o almoço, houve animação cultural, com uma Turma de Alunos que realizaram trabalhos no âmbito da Área de Projecto do 6º B. “O Rei Leão” foi a peça teatralizada, com diversos animais da selva, cada um expondo os seus pontos de vista a cantar. Um sucesso que bem mereceu os aplausos da assistência.
Durante a manhã, os Alunos tinham participado nas “Olimpíadas das Línguas – Portuguesa, Francesa, Inglesa e Espanhola”.
Enfim, uma festa cheia de poesia e beleza. “Esta é uma festa que queremos melhor cada ano, é fruto da experiência de um número significativo de professores que aqui leccionam há muitos anos e a escola faz parte do seu dia-a-dia” - disse-nos a Prof. Evangelina Batista.
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dia
aniversários
Curricular de Línguas, Prof. Cristina Magalhães, a ler as palavras de uma jovem aluna do 5º ano, a Nádia, escritas numa aula de Língua Portuguesa (ver
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Iria da Visitação Tavares, 82 anos, faleceu em 25/3/2006. Residia na rua Carlos Mardel, em Alhos Vedros.
João Luís Anastácio, 86 anos, faleceu em 25/3/2006. Residia na rua Luís de Camões, na Moita.
Fernando Nazaré Brunheta, 49 anos, faleceu em 25/3/2006. Residia na Quinta do Anjo, em Palmela.
António Inácio Laranjinha, 90 anos, faleceu em 26/3/2006. Residia na rua Olga Morais Sarmento, no Vale da Amoreira.
Lucília Conceição Santos Sousa, 76 anos, faleceu em 26/3/2006. Residia na rua Cesário Verde, na Baixa da Banheira.
Adália Gregório Matias, 83 anos, faleceu em 27/3/2006. Residia na rua Abel Salazar, na Moita.
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Jofre Rodrigues da Silva, 57 anos, faleceu em 30/3/2006. Residia na rua Ferreira de Castro, em Alhos Vedros.
Manuel Henriques Nunes, 72 anos, faleceu em 30/3/2006. Residia na Av. Almada Negreiros, no Vale da Amoreira.
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Luísa de La Salete Bertino Soeiro, 73 anos, faleceu em 31/3/2006. Residia na rua Guerra Junqueiro, na Baixa da Banheira.
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José António, 73 anos, faleceu em 3/4/ 2006. Residia na rua Sebastião da Gama, na Baixa da Banheira.
Vítor Manuel Dias Vicente, 56 anos, faleceu em 6/4/2006. Residia na Av. Diogo Cão, no Vale da Amoreira.
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Idalina Ventura Coelho Pereira, 78 anos, faleceu em 7/4/2006. Residia na praceta dos Goivos, no Vale da Amoreira.
Romão Pereira Morgado, 69 anos, faleceu em 9/4/2006. Residia na praceta Vieira da Silva, no Vale da Amoreira.
Maria José Moreira, 88 anos, faleceu em 9/4/2006. Residia na Av. Almada Negreiros, no Vale da Amoreira.
Baixa da Banheira
Palavras Cruzadas
José António
1930 - 2006
Mulher, filhos, netos, genro, nora e restante família agradecem a todas as pessoas que participaram no velório e no funeral do seu ente querido. Agradecem também às pessoas que lhes têm manifestado pesar.
Assinatura de
Horizontais: 1 – Incólume; Animais de mama; 2 – Ruim; Além; Nome de letra; 3 – A favor; Deus dos Maometanos; Debaixo de ; 4 – Actuar; Espreite; 5 – Nivelar; Diriges-te; 6 – Abastecer; 7 – Ostentação; Causa; 8 – Compareceria; Extrai; 9 – Composição poética; Universalidade (pref.); Grande quantidade; 10 – Acusada; Criador; Nome de letra;11 – As duas; Conheces.
Verticais: 1 – Que não é divisível por dois; Fica mais mal; 2 – Solta; Disposição metódica; 3 – Freguesia do concelho de Anadia; Dê mios; 4 – Não está doente; Ladeira; Igual (farm.); 5 – Vazia; Via rodeada de casas; Líquido resultante de inflamação; 6 – Onda; Matemática (abrev.); 7 – Grupo social anterior à família; Órgão que segrega a urina; As partes mais duras da madeira; 8 – Batráquio; Paredes; Deus egípcio; 9 – Afirmativa; Botequim; 10 –Presentemente; Imagem esculpida ou pintada; 11 –Vedação de varas entrelaçadas (pl.); Casas de habitação.
Nome:
Morada:
Código Postal: Telefone:
Modalidades: Semestral (5 euros) Anual (10 euros)
Remeter para: Edições e Promoções Ribeirinhas, Lda Rua António Sérgio, nº 80, 2º, 2835-062 BAIXA DA BANHEIRA
Horizontais: 1 – Animal de mama; Vasilha para serviço de chá; 2 – Lamentos; Rema para trás; Oceano; 3 – Cânhamo de Manila; Roem; Emissora (abrv.); 4 – Igreja pequena (pl.); 5 – Pedras de moinho; Grande embarcação; 6 – Bebedeira (pop.); Lugar aprazível (fig.); 7 –Parte inferior do pão; Contracção da preposição de com o artigo as; 8 – Filho e sucessor de David; 9 – Sódio (s.q.); Destinos; Único; 10 – Enguia; Três consoantes iguais; Dote natural; 11 – Sentimento de pesar pela morte de alguém; Percebe.
Verticais: 1 – Leito; Substância que tinge de azul; 2 –Esteiro; Doçura (fig.); Sapo do Amazonas; 3 – Imposto de selo (abrev.); Branqueias; Ordem de traba-lhos (abrev.); 4 – Raspagem de letras ou palavras (pl.); 5 –Capítulo (abrev.); Rio português; 6 – Acto de citar o touro (pl.); Dissimulada; 7 – Antiga porcelana do Oriente; Porém; 8 – Rebanho de gado grosso (pl.); 9 –Algum; Ilha do Mar Jónio; Oferece; 10 – Pátria (fig.); Interj. que designa dor (pl.); Debaixo de; 11 – Pecado; reputação.
15 a 30 de Abril de 2006 Nº 193 1 1 10 0 0 0 0
Nº 141 Nº 123
O golpe do telefone
Via internet recebemos o seguinte alerta para difundir: “Ligam para a sua casa, empresa ou telemóvel, dizendo que é do Departamento Técnico da empresa telefónica local, ou da empresa que trabalha para a mesma.
Perguntam se o seu telefone dispõe de marcação por “tons”. A marcação de um telefone pode ser por impulsos (pulse), ou por tons (tone). Hoje em dia, todos os telemóveis dispõem da marcação por tons, o mesmo acontecendo com a maioria dos telefones fixos.
Com o pretexto de que estão a testar o seu telefone, pedem-lhe para discar 90#. Uma vez exe-
cutada esta operação, a pessoa informa que não há nenhum problema com o seu telefone, agradece a colaboração e desliga.
Terminado este procedimento, você acaba de habilitar sua linha telefónica como receptora a quem lhe acabou de lhe telefonar; isto chama-se “CLONAGEM”, ou seja, uma copia fiel da sua linha telefónica.
Daí em diante, todas as ligações feitas por aquela pessoa que lhe telefonou inicialmente, serão debitadas na sua conta de telefone.
ATENÇÃO: Isto está a ocorrer com telefones fixos e com telemóveis. Nunca digite 90 # no seu telefone
Barreiro Câmara cede instalações a Juntas de Freguesia
A Câmara Municipal do Barreiro e as Juntas de Freguesia de Santo André, Coina, Palhais, Alto do Seixalinho, Lavradio e Verderena assinaram, no dia 27 de Março, Contratos de Comodato que, conforme referiu o Presidente da Câmara Municipal, Carlos Humberto de Carvalho, consistem, apenas, num acto formal de cedência das instalações que, sendo da Câmara, na prática do dia-a-dia, há muito que estão ao serviço das respectivas Juntas de Freguesia. “Estamos a concretizar uma promessa” – afirmou o Presidente da Câmara Municipal do Barreiro no acto da assinatura.
Outra ideia expressa por Carlos Humberto de Carvalho foi a de que “é impossível construir um Barreiro melhor sem a participação dos eleitos, particularmente dos eleitos das Juntas
de Freguesia, pela proximidade que têm com as populações, e pela capacidade que têm de comunicar com a ‘sua’ comunidade.” Neste sentido, defendeu, “é preciso continuarmos a trabalhar com grande proximidade com os eleitos das freguesias para que melhor e mais rapidamente consigamos chegar às pessoas.”
De acordo com o Contrato, o Município do Barreiro empresta às Juntas de Freguesia supra citadas, em regime de comodato, as fracções identificadas, para instalação dos Serviços das Juntas de Freguesia. O presente contrato tem início na data da sua assinatura e vigorará por tempo indeterminado e enquanto funcionar no imóvel, objecto de comodato, Serviços da Junta de Freguesia, respectiva.
Associação de Municípios da Região de Setúbal
Aprova Relatório de Actividades e Prestação de Contas de 2005
Este ano representou para a Associação de Municípios um momento de ‘mudança’, com a celebração da escritura de adaptação dos estatutos ao quadro legal aplicável, momento, esse, em que todos os associados manifestaram a sua concordância formal em se manterem na Associação agora designada por Associação de Municípios da Região de Setúbal”.
A Presidente do Conselho Directivo, Ana Teresa Vicente, salientou que “apesar deste processo de adaptação dos Estatutos ter sido longo, consideramos que não afectou, significativamente, a actividade normal da
Associação, cujos projectos e acções consagrados nas Grandes Opções do Plano e Orçamento de 2005 foram, na sua esmagadora maioria, concretizados”, sublinhando, de entre muitas outras, as seguintes:
O Projecto Internacional Kid’s Guernica (realizado pela primeira vez em Portugal); A 2ª Edição da iniciativa de teatro “Sair da Casca”; Continuação do processo de criação de um Sistema Intermunicipal de Abastecimento de Água em Alta; Continuação do Projecto “SetúbalPenínsula Digital”; Lançamento do Sítio Oficial da AMRS
(www.amrs.pt); Concretização de um Plano de Formação para os trabalhadores municipais; Promoção da VI Edição do Prémio da Qualidade dos Serviços Municipais da Região de Setúbal; Edição da Agenda do Professor; Publicação do IV volume da colecção: Biblioteca “CRAUT”.
Em 2005, a Associação de Municípios prosseguiu as actividades de colaboração com as parcerias internacionais; e procedeu ao Lançamento de algumas das medidas apontadas pelo PEDEPES – Plano Estratégico de Desenvolvimento da Península de Setúbal.
Atribuição de apoios financeiros
A AMRS aprovou, por unanimidade, a atribuição de apoios financeiros ao Movimento Democrático de Mulheres, ao Centro de Música du Bocage e ao FESTROIA, destinados a acções de interesse intermunicipal para toda a Região de Setúbal, de natureza social e cultural, que se enquadram nas atribuições da Associação.
Ao MDM – Movimento De-
mocrático de Mulheres, apoio foi no valor de 500, 00 euros para a realização de uma reunião internacional da Direcção da FDIM – Federação Democrática Internacional de Mulheres, a realizar entre os dias 22 e 26 de Abril, em Portugal.
Foi igualmente atribuído um subsídio de 500,00 euros ao Centro de Música du Bocage e à Associação LATI, que pre-
tendem levar a efeito um Festival de Músico, com o objectivo de descobrir, e potenciar, vozes e talentos da Região de Setúbal.
Por último, foi ainda atribuído um subsídio à 22.ª Edição do FESTROIA – Festival Internacional de Cinema de Setúbal, a realizar entre os dias 2 e 11 de Junho, num montante de 5.000,00 euros.
Convento da Madre de Deus da Verderena Encontros do Convento
Os Encontros no Convento estão de regresso. No seu 3º ciclo, abertos a toda a população e com entrada livre, os Encontros, promovidos pela Câmara Municipal do Barreiro (CMB), através da Universidade da Terceira Idade (UTIB), inspiram-se na música dos séculos XI a XVIII.
“Canções de Amor (Séc. XV) e A Canção e a Dança em Paris
(meados Séc. XVI)” – a 29 de Abril -, “A Voz e o Alaúde do Renascimento (Séc. XVI)” – a 27 de Maio -, “Obras Religiosas e Profanas (Séc. XVI) e Giovanni P. Palestrina (1525/1594)” –a 24 de Junho -, “Florença – O Nascimento da Ópera (1594) e Cláudio Monteverdi (1567/ 1643)” – a 22 de Julho -, “Johan Sebastian Bach (1685/1750)” –
a 23 de Setembro -, “Wolfgang Amadeus Mozart (1756/1791)” – a 14 de Outubro -, “Ludwig Van Beethoven (1770/1827)” – a 18 de Novembro - e “Música Portuguesa (Séc. XVIII e XIX), Carlos Seixas (1704/1742), Francisco Xavier Baptista (????-1797) e João Domingos Bomtempo (1775/1842)” inspiram os restantes Encontros.
Nº 193 15 a 30 de Abril de 2006 1 1 11 1 1 Comércio e Indústria de Alumínios, Vidro e Ferro Travessa da Bela Rosa, nº 6212 047 295 2860 ALHOS VEDROS212 150 450 CAIXIVIDROS ALUMÍNIOS, LDA Orçamentos Grátis Loja: Rua 1º de Maio, 61-B 2835-174 BAIXA DA BANHEIRA Tel.: 212 041 765 Representação exclusivas: Sede: Rua da Padaria, 27 S. Simão 2925-809 AZEITÃO Calce bem!... Calce Barato!... Mercearia - Louças Agente do BP Gas António Luis Ribeiro dos Santos R. 5 de Outubro, 67, 2860-037 ALHOS VEDROS Tel.: 212 040 241 - 212 040 139
Xadrez: Distritais de Jovens
Barreiro domina com dez títulos
O Barreiro dominou os Campeonatos Distritais de Jovens com dez títulos e vários outros lugares do pódio. Os Distritais de Jovens 2006, organizados pela Associação de Xadrez de Setúbal, com o apoio da Câmara Municipal do Barreiro e do Clube de Xadrez do Barreiro, no âmbito do Plano de Desenvolvimento de Xadrez (PDX) do concelho, decorreram nas instalações da Academia de Xadrez, na Biblioteca do FC Barreirense e na Brincolândia.
Os títulos do Barreiro foram os seguintes: Gonçalo Silva, da B’Lândia (Sub 8), Sérgio Mendes, da B’Lândia (Sub 10), Ricardo Leitão, da B’Lândia (Sub 12), Miguel Silva, do GDRC Bonfim (Sub 14), Mário Póvoa, do CCMQMC (Sub 16), Rafael Santos, do Santoantoniense FC (Sub 18), Flávio Silva, do GD Ferroviários (Sub 20), Neuza Mendes, da B’Lândia (Sub 8), Inês Raposo, da So-
ciedade Filarmónica Agrícola Lavradiense (Sub 10) e Susana Pereira, do Santoantoniense FC (Sub12).
Francisco Pereira, da B’Lândia, conquistou, ainda, o 3º lugar nos sub 8, Fábio Morais, do Santoantoniense FC, e Tomás Santos, da B’Lândia, alcançaram, respectivamente, os 2º e 3º postos nos sub 10. André Parreira, do Santoanto-
niense FC, foi 3º nos sub 14, Fernando Casanova, do GDRC Bonfim, 2º nos sub 16, e Ruben Proença, do GDRC Bonfim, e Ricardo Sousa do Santoantoniense FC, 2º e 3º nos sub 18. Nos femininos, Mourana Moreiras, do Santoantoniense FC, foi 3ª em sub 10, Susana Martins, do Santoantoniense FC, 3ª em sub 12, e Cátia Guedes, da B’Lândia, 3ª em sub 14.
Fragmentos da história de um clube
Aos 83 anos de idade o União Futebol Clube Moitense prepara-se para uma viragem na sua história. O novo projecto combina uma bancada, novos balneários e um campo relvado. Porém, outros problemas teimam em subsistir como, um autocarro que não anda por falta de verba, uma sede em más condições ou uma equipa de iniciados que irá acabar, fazem do Moitense um clube peculiar.
Fundado a 1 de Janeiro de 1923, o União Futebol Clube Moitense, UFCM, iniciou a sua actividade num espaço onde hoje se ergue o Pavilhão Municipal da Moita. Vinte anos depois viu-se obrigado a suspender o seu exercício com o despoletar da II Grande Guerra, devido ao estacionamento de tropas no local. Retomando a sua actividade no ano de 48.
parcela de terreno em direito de superfície permitindo a ampliação das instalações.
Tribunal Judicial da Moita 2º Juízo
Rua Francisco Távora, 2 2860-001 Moita Tel: 212808600 Fax: 212808710 Mail: correio@moita.tc.mj.pt
ANÚNCIO (1ª publicação)
Processo: 1562/05.1TBMTAAcção de Processo Sumário N/Referência: 1376260Data: 14-03-2006
Autor: João Bernardo Lopes e outro(s)...
Réu: Pedro Miguel Ramos Branco
Nos autos acima identificados, correm éditos de 30 dias, contados da data da segunda e última publicação deste anúncio, citando:
Réu: Pedro Miguel Ramos Branco, solteiro, maior, domicílio: Rua de Diu, 17, 3º Esq., 2835-090 Baixa da Banheira, com última residência conhecida na morada indicada para, no prazo de 20 dias, decorrido que seja o dos éditos, contestar, querendo, a acção, com a cominação de que a falta de contestação importa a confissão dos factos articulados pelos autores e que em substância o pedido consiste: ser o réu declarado único e universal herdeiro do arrendatário, seu pai, Fernando da Silva Branco, falecido a 29 de Fevereiro/*2004; ser o réu condenado a reconhecer a caducidade, por morte do arrendatário, do contrato de arrendamento referido nos artºs. 7º a 10º, inclusive, e a entregar aos AA, imediatamente o local arrendado, livre e devoluto e nas condições legais; ser o réu condenado a pagar aos AA uma indemnização mensal correspondente ao valor singelo da renda referente aos meses de Maio, Junho e Julho de 2004 que importa em 88,50 euros, a partir daí elevada ao dobro, ou seja 59,00 euros mensais, até entrega do locado que à data da propositura da acção importa na quantia de 885,00 euros, bem como no pagamento dos respectivos juros legais à taxa vigente de 4 % vencidos e vincendos e ainda condenado a pagar as custas e procuradoria na forma legal, tudo como melhor consta do duplicado da petição inicial que se encontra nesta Secretaria, à disposição do citando. ———————————————-------------------Fica advertido de que é obrigatória a constituição de mandatário judicial.—---------------------------------------
O Juiz de Direito,O Oficial de Justiça, (Assinatura ilegível)(Assinatura ilegível) Maria João Contreiras RoseiroMaria Manuela Cabrita
Hoje, o som e o movimento das máquinas que operam no campo do Juncal fazem antever modificações numa infra-estrutura que há muito pede por uma intervenção. “Estão a construir uma bancada e novos balneários”, explica José Augusto, assíduo espectador das obras.
Os velhos e reduzidos balneários de cor verde, já não servem a um universo de cerca de 200 atletas. As paredes, enfeitadas com rachas denunciam anos sem uma séria intervenção. As mesmas, que viram nascer para o futebol jogadores como o internacional português Carlos Manuel e José Barradas, ex-guardaredes do Futebol Clube do Porto, ou até mesmo a campeã de atletismo Lucrécia Jardim.
Onde em tempos centenas de pessoas assistiam em pé e à chuva, aos jogos do seu clube, vai erguer-se uma bancada coberta. Uma realidade que contou com a colaboração da CMM, depois de ter cedido ao Moitense uma
Este projecto, apresentado pela direcção do UFCM em 2002 à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, enquadra-se no “Subprograma 2” do Governo que prevê o desbloqueamento de verbas para a criação de infra-estruturas. Para esta primeira, de três fases, o Governo aprovou o financiamento de 70% do valor total, cerca de 100 mil euros, 20% são disponibilizados pela Câmara Municipal da Moita, CMM, e os restantes 10% pelo clube. De acordo com João Soeiro, presidente do clube, este projecto é vital. “É um importantíssimo passo que o Moitense precisa dar a fim de se lançar numa dinâmica mais ambiciosa e capaz de o projectar num nível mais de acordo com a terra que representa”, explica.
Apesar das obras no Juncal, o Moitense têm assinado um protocolo com a CMM que prevê a construção de um novo recinto com direitos de superfície e mais um campo de futebol onze. João Soeiro diz-se cansado de esperar. “Foi-nos prometido pelo então presidente da autarquia, João de Almeida, que na época de 20022003 estaria feito um complexo desportivo para o Moitense, nada disso, até agora, foi feito”. Todavia mantém-se confiante. “Conti-
15 a 30 de Abril de 2006 Nº 193 1 1 12 2 2 2 2
JoãoCamacho
Um
Obras no Campo do Juncal.
mundo chamado Moitense
nuamos, no entanto, esperançados que se venha a concretizar” conclui. Desde 1953 que este tema é discutido entre Câmara e clube. Muitas localizações foram debatidas, desde o local onde actualmente se faz o mercado, junto ao pavilhão de exposições, ou inclusive construir o campo nas Arroteias, uma proposta prontamente recusada pelos sócios. “Se o clube saísse da Moita, acabava, tem de estar num sítio acessível”, acrescenta o dirigente. Hoje em dia, a polémica não é a localização. De comum acordo, a construção do novo está-
dio está prevista no Juncalinho, terreno situado junto à antiga fábrica de cerâmica da Moita. Segundo João Lobo, presidente da CMM, o projecto é para avançar. “Lamento que ainda não tenha sido concretizado, mas está dependente única e exclusivamente do Plano Director Municipal” justifica.
Contudo, o UFCM não consegue ver resolvido o seu maior problema, o reduzido orçamento de que dispõe. Com 450 sócios na última actualização e uma assistência que baixou de 800 para 200 pessoas com a descida da equipa sénior, da primei-
ra para a segunda Divisão Distrital, são os donativos do comércio local e de algumas empresas que asseguram o seu funcionamento. Sem uma fonte própria de rendimento, o presidente diz ser “impossível” responder a todos os problemas que dia a dia afectam o clube. O mais recente surgiu com uma avaria no autocarro do clube. Com 23 anos, há muito que pede por uma substituição. “Gastamos o pouco dinheiro de que dispomos no futebol, com as muitas equipas que mantemos em actividade, por isso quando há despesas extras, como é o caso do veículo, não temos meios” explica. Um revés que causa inúmeras dificuldades ao normal funcionamento do clube. “Mesmo com o transporte da CMM e da Junta de Freguesia é necessário recorrer aos carros dos pais, dirigentes e dos próprios jogadores” revela. Para João Soeiro só se conhecerá uma solução no início da próxima época. “È necessário esperar pelo parecer da CMM sobre este assunto, já que existe uma rubrica que contempla verbas para este tipo de problemas a que o Moitense já se candidatou” conclui.
Sede em mau estado Apesar de ter sido alvo de uma intervenção há cerca de 2 anos, a velhinha sede continua a necessitar de obras profundas. Nas paredes húmidas estão penduradas as fotos das várias equipas e personalidades que ao longo do tempo ajudaram a conquistar os vários troféus do Moitense e que encontram lugar no sótão do edifício. Um espólio ameaçado, segundo o presidente, pelas precárias condições actuais. “Quando chove a água corre pelas paredes”, lamenta. Um entra-
ve ao sonho de realizar um museu e uma sala de troféus.
Com a sede situada na zona histórica da Moita, é com tristeza que João Soeiro não viu integrada no programa Polis a reabilitação do espaço. “É pena que não a tenham incluído, pois ficaríamos com um espaço digno à semelhança de outras colectividades em freguesias vizinhas que vão beneficiar da operação de revitalização urbana”, justifica.
A solução para as carências do clube passaria, segundo João Soeiro, pela viabilização, por parte da CMM de um negócio entre o clube e uma gasolineira. “Permitia-nos deixar de ser subsídio dependentes”, defende. João Lobo afasta esta possibilidade. “Teríamos que o autorizar a todas as colectividades, ou pelo menos às quatro ou cinco maiores”, fundamenta. Para o presidente de Câmara, para além das ajudas da autarquia, as associações têm de criar “dinâmicas próprias” que os permita resolver os seus problemas.
Escolas de formação as mais afectadas
A falta de recursos financeiros e o elevado número de jovens que o clube alberga, vai forçar a direcção do Moitense a diminuir o número de equipas. “Infelizmente na próxima época os iniciados B vão acabar” afirma o dirigente. Com cerca de 175 atletas a seu cargo, dos seis aos dezassete anos – permanecem dois anos em cada escalão – constituem segundo o presidente do clube, cerca de 50% do futebol do Concelho da Moita. “São 165 atletas que se dividem em sete equipas, mais dez crianças na pré-escola, fora a equipa de futebol sénior” justifica.
Com despesas anuais de 40 mil euros recebe por ano da CMM 5500 euros para o plano de actividades e formação dos jovens. Uma quantia muito inferior à desejada por João Soeiro.
“No mínimo a Câmara deveria entrar com metade das despesas”, refere. A restante verba provém da Junta de Freguesia, que cedeu este ano 6500 euros, e dos simbólicos donativos feitos pelos pais das crianças das escolas e dos infantis
Sucesso desportivo
Apesar das dificuldades, o sucesso desportivo é evidente com a manutenção dos iniciados, juvenis e juniores na primeira divisão, o que constitui para o dirigente, um sabor especial. “É gratificante ver alguns destes miúdos
jogarem com equipas como o Sporting ou o Benfica, já que, com menos condições materiais e financeiras, conseguem estar no mesmo patamar que os outros”.
Ao final da tarde o barulho das máquinas cessa e dá lugar ao ruído dos carros, que trazem todos os dias as novas esperanças do velhinho clube. Meninos portadores de uma alegria contagiante e que diariamente cumprem o ritual do treino. Apesar de peculiar, o UFCM continua a permitir aos que ali praticam desporto a possibilidade de continuar a sorrir.
Títulos
Equipa Sénior 1949/50 - Campeão Regional da 3ª Divisão 1951/52 - Campeão Regional da 2ª Divisão 1952/53 – Campeão Distrital de Reservas 1957/58 – Vencedor de 1ª categorias 1966/67 e 1999/00 – Campeão Distrital da 2ª Divisão 1970/71 e 1980/81 – Campeão Distrital da 1ª Divisão 1977/78 e 1980/81 – Vencedor da Taça de Honra da Associação Futebol de Setúbal 5 Presenças (entre 1971 / 85) na 3ª Divisão Nacional com um 3º lugar.
Várias participações na taça de Portugal onde chegou à 3ª eliminatória.
Equipa de Juniores 1985/ 86 e 2000/01 – Campeão Distrital da 2ª Divisão
Equipa de Juvenis 1976/77 – Campeão da Série B e participação na Taça Nacional de Juvenis 1987/88 – Vencedor do torneio Complementar da Associação Futebol de Setúbal
Equipa de Iniciados 1999/00 – Vencedor do torneio complementar da Associação Futebol de Setúbal 2004/05 – Campeão Distrital da 1ª Divisão 2005/06 – Participação no Campeonato Nacional
Equipa de Infantis 2001/02 – Campeão Distrital e Vencedor do Torneio Internacional “Aveiro Cup”
Várias vezes Vencedor do torneio “Taça Alberto Valente” Escolas
2001/02 – Vencedor do Torneio Complementar da Associação Futebol de Setúbal
Várias vezes vencedor do Torneio “Taça Alberto Valente” Pré – Escolas
Várias Vitórias em torneios, incluindo “Taça Alberto Valente”
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Presidente do U.F.C.M.
Equipe do U.F.C.M. campeã distrital.
Sede do U.F.C.Moitense.
Conhecemo-nos no grupo de trabalho que procedeu ao ajustamento de operações bancárias activas às regras do novo Poder Local, emergente da revolução do 25 de Abril, e concretizado a partir de 1979. Fomos trabalhar para um edifício na zona do bairro alto, onde nos cederam uma enorme sala, totalmente restaurada, só para os dois. Foi nela que ele iniciou a sua longa maratona por todo o território nacional, cativando os mais diversos autarcas com o entusiasmo com que estudava os investimentos municipais objecto dos pedidos de financiamento e com a
competência das suas observações técnicas sobre os projectos de engenharia.
Estar ao pé dele era como ter voltado ao Alentejo, na dolência firme da sua voz cantada, na mágica ironia das suas estórias, no companheirismo do seu jeito de conviver aberta e intimamente em redor de uma garrafa de vinho e de um prato de petisco, com os quais ia engendrando naturalmente a amizade pura numa cumplicidade total com o respeito por tudo o que o rodeava.
Um dia, já depois de contarmos a vida um ao outro, disse-me que já me conhecia de vista. E eu respondi-lhe o mesmo. Embora fosse ele quem mais me fazia rir quando contava as suas estórias e anedotas, havia uma
O Porquê
descrição com a qual eu conseguia animá-lo automaticamente naquelas horas de abatimento que todos temos como uma sensação de desamparo emergindo das funduras do nosso próprio existir. Dizia-lhe eu, e foi assim mesmo, que quando o vi pela primeira vez, na zona do Chiado, pensei que estava a passar por algum ganadeiro, que tivesse deixado algures o gado a pastar e tivesse vindo passear à capital, tal era o seu aspecto alentejano dos campos, de carão moreno, cabelo de branca ondulação e nariz andaluz, o olhar mais fundo que as planícies da sua Vidigueira natal.
No entanto, este homem, que era bom e bem disposto, o que podia fazer os outros pensarem numa personalidade las-
sa, tinha um forte carácter e uma entrega constante aos melhores princípios da sã convivência e da solidariedade entre as pessoas.
Um dia, como habitualmente, fomos almoçar algures, perto do local de trabalho. Chegados ao momento do café, mandámos vir a conta. Eis, então, que alguém se levanta de uma mesa próxima e vem cumprimentá-lo com o maior respeito e consideração, apesar do alvoroço, dizendo que a conta já estava paga.
Ele reagiu imediatamente, e, também com o maior respeito pelo inesperado benfeitor, perguntou se havia alguma razão ou acontecimento que justificasse aquela oferta. Quando pagamos o almoço a alguém, dizia ele, temos certamente um mo-
Elaudo Tarouca (*)
Prefácio
Rosas Historiador e Professor Universitário
O RIO prossegue a publicação de diversos capítulos do livro «A Saga de Elaudo Tarouca», que conta a singular história de um alhosvedrense e descreve certos aspectos da vida que se vivia nos anos trinta, em Alhos Vedros.
A Guerra Civil de Espanha, também no que a Portugal concerne, foi durante muito tempo a História dos vencedores. Em Espanha, com Franco e o campo fascista internacional, venceria também a ditadura salazarista que activamente e de múltiplas formas se empenhara no esmagamento da República.
No que respeita à colaboração de Portugal na Guerra Civil, foi, portanto, a memória oficial do regime que ficou, tanto no tocante à política do Estado como à intervenção das forças sociais
e políticas.
A censura, a violenta repressão sobre as forças da oposição, o exílio, a prisão e a morte de muitos dos protagonistas anarquistas, comunistas, republicanos, como que apagou a outra memória da Guerra Civil: a dos milhares de homens e mulheres que, estando em Espanha, ou para lá partindo clandestinamente com enormes riscos, se bateram e morreram sob as bandeiras da República espanhola. Se quisermos, a memória dos que, em Espanha,
lutaram e caíram pela liberdade em Portugal. Na realidade, exilados, emigrados, voluntários, portugueses anarquistas, comunistas, reviralhistas ou sem partido, combateram, e por vezes com papéis de grande destaque nas forças do Exército Republicano. (...)
Durante muitos anos, até ao advento da democracia em Portugal, a memória dessa geração quase desapareceu como registo e até como transmissão oral, uma vez que os participantes foram fisicamente desaparecendo. É, por isso, de saudar vivamente esta meritória iniciativa de editar «A Saga de Elaudo Tarouca – de Alhos Vedros a Leon (1936-1939)», escrito memorialístico da autoria de Manuel António Bôto, um sindicalista revolucionário de Alhos Vedros que combateu nas forças armadas republicanas durante a Guerra Civil de Espanha e, mais tarde, se exilaria no Brasil. (...) Mas Manuel Bôto não se limi-
tou a contar a sua história de vida. Como se adivinhasse a importância de dar testemunho do esforço colectivo ignorado ou esquecido de tantos outros, sensível, até como ficcionista amador, ao drama da existência e do sacrifício de tantas vidas atribuladas, destroçadas, varrias ou drasticamente alteradas pela guerra, Bôto deixou aos seus conterrâneos de Alhos Vedros, mas com destino a todos nós, a sua memória de outros lutadores, como este cuja«saga» aqui nos conta, Elaudo Tarouca, que foi combater o fascismo em Espanha e morrer nas fileiras da Resistência contra os nazis em França.
Em rigor não é bem, sequer, a crónica continuada de Elaudo Tarouca em Espanha. São os sinais, por vezes fugazes, mas sempre pitorescos ou dramáticos, que Manuel Bôto ia tendo do percurso desse homem que teve de fugir de Alhos Vedros após ter morto a tiro um industrial
tivo, um porquê, seja porque nos nasceu um filho ou um neto, porque fomos promovidos lá na empresa, porque tirámos a sorte grande, ou outra razão especial.
O outro começou a gaguejar, incapaz de encontrar uma qualquer justificação para o seu acto. E o pagamento ficou sem efeito. O frustrado benfeitor era, sem dúvida, uma pessoa de bons modos, certamente efusiva no trato social, mas que, naquele dia, tinha encontrado um homem, de uma tal correcção perante a sua própria vida e a dos outros, que os sentimentos e gestos, mais simples e banalizados, tinham nele a grandeza e o respeito que nos inspiram os aspectos mais essenciais à dignidade da vida humana.
corticeiro, na sequência de uma altercação violenta, e se encontrou, não sem algumas aventuras complicadas de premeio, nas fileiras das forças armadas republicanas durante a Guerra Civil. De onde transitaria, após um treino na então URSS, para a força aérea da República. Despediu-se dele em Madrid, já em fuga para Valência, quando a Espanha republicana sucumbia. (...)
Com este livro de Manuel Bôto, é mais um combatente português na Espanha republicana cuja história se tira da sombra do esquecimento. Uma maneira de o homenagear e a todos os que, como ele, aguardam ainda o reconhecimento da democracia portuguesa. De qualquer forma, há sessenta e tal anos bateram-se por ela.
(*) – Livro «A Saga de Elaudo Tarouca» editado por Ediçõese Promoções Ribeirinhas, Lda, proprietária do jornal O RIO.
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C rónicas
do Imprevisto
A. Matos Pereira
Fernando
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756 Telemóvel: 964 237 829 Correio electrónico: orio@sapo.pt
Telefone
815
Um lugar para a poesia
Poetas de sempre e de todos os lugares
As Portas que Abril Abriu
(Extractos)
(…)
Era uma vez um país de tal maneira explorado pelos consórcios fabris pelo mando acumulado pelas ideias nazis pelo dinheiro estragado pelo dobrar da cerviz pelo trabalho amarrado que até hoje já se diz que nos tempos do passado se chamava esse país Portugal suicidado.
(…)
Ora passou-se porém, que dentro de um povo escravo alguém que lhe queria bem um dia plantou um cravo.
Era a semente da esperança feita de força e vontade era ainda uma criança mas já era a liberdade.
(…)
Posta a semente do cravo começou a floração do capitão ao soldado do soldado ao capitão.
(…)
Foi então que Abril abriu as portas da claridade e a nossa gente invadiu a sua própria cidade.
Disse a primeira palavra na madrugada serena um poeta que cantava o povo é quem mais ordena.
(…)
Agora que já floriu a esperança na nossa terra as portas que Abril abriu nunca mais ninguém as cerra.
SuDoKu - Soluções
Grelha nº 8
Por linha: 8,9,5;4,3,2;7,6,1 / 6,4,1;5,9,7;8,2,3 / 3,2,7;8,1,6;9,4,5 7,3,4;2,5,9;6,1,8 / 5,1,9;7,6,8;2,3,4 / 2,6,8;3,4,1;5,7,9 4,8,6;9,7,3;1,5,2 / 1,5,2;6,8,4;3,9,7 / 9,7,3;1,2,5;4,8,6
Palavras Cruzadas - Soluções
B 123 P 141
Horizontais: 1 – Ileso; Crias; 2 – Má; Acolá; Gê; 3 – Pró; Ala;Sob; 4 – Agir; Mire; 5 – Rasar; Rumas; 6 – Munir; 7 – Pompa; Móbil; 8 – Iria; Saca; 9 – Ode; Pan; Ror; 10 – Ré; Autor; Nê; 11 – Ambas; Sabes.
Verticais: 1 – Ímpar; Piora; 2 – Larga; Ordem; 3 – Ois; Mie; 4 – Sã; Rampa; Aa; 5 – Oca; Rua; Pus; 6 – Ola; Mat.; 7 – Clã; Rim; Nós; 8 – Rã; Muros; Rá; 9 – Sim; Bar; 10 – Agora; Ícone; 11 – Sebes; Lares.
Horizontais: 1 – Cria; Bule; 2 – Ais; Cia; Mar; 3 – Ma; Ratam; RR; 4 – Capelas; 5 – Mós; Nau; 6 – Perua; Oásis; 7 – Lar; das; 8 – Salomão; 9 – Na; Sinas; Só; 10 – Iró; SSS; Dom; 11 – Luto; Sabe.
Verticais: 1 – Cama; Anil; 2 – Ria; Mel; Aru; 3 – Is; Coras; OT; 4 – Rasuras; 5 – Cap; Lis; 6 – Cites; Sonsa; 7 – Aal; Mas; 8 – Manadas; 9 – Um; Sasão; Dá; 10 – Lar; Uis; Sob; 11 –Erro; Nome.
Arte no concelho
A primeira exposição individual de Ricardo Guerreiro
O jovem banheirense Ricardo Farelo Guerreiro apresenta a sua primeira exposição individual de desenho “O que é de um mundo a haver”, na Galeria de Exposições do Fórum Cultural JM Figueiredo, na Baixa da Banheira.
Na inauguração da exposição, dia 1 de Abril, a vereadora Vivina Nunes agradeceu ao jovem artista plástico por este ter acedido mostrar os seus quadros neste espaço cultural municipal, desejando-lhe os maiores êxitos. Também em poucas palavras, Ricardo Guerreiro disse esperar que os presentes apreciassem e gostassem da exposição.
Ao repórter, Ricardo explicou a O RIO que “O Mundo a Haver”, incorporado no título da exposição, tem a ver com os desenhos que ele fez, nos quais tentou que houvesse essa possibilidade de um mundo a haver, um mundo a ir buscar. “Este mundo imaginado está nos desenhos, está lá. Depois é a leitura que cada um faz deles - acrescentou.
A mãe, Rufina Farelo, sentia-se feliz, comovida e orgulhosa, neste importante momento da vida artística de seu filho. “Para mim foi uma surpresa muito agradá-
revelou.
Ricardo fez ainda questão de afirmar: “Para mim é uma honra expor neste magnífico espaço que é o Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, nesta minha terra. É um espaço que ganhou uma vida nova, onde venho ao cinema com os meus amigos, aliás, este é outro dos meus interesses”.
Individualmente é a primeira vez que Ricardo Guerreiro expõe, mas já participou em exposições colectivas, tais como: Exposição em Sintra, na IX Edição do Prémio de Pintura e escultura D. Fernando II, em 2005, com um trabalho de pintura seleccionado pelo júri do concurso; Exposição dos Finalistas de Artes Plásticas da ESTGAD, nas Caldas da Rainha, em 2001; Exposição Colectiva de Pintura e Escultura, realizada no ESTGAD, em 1999; E na 6ª Bienal de Gravura da Amadora, no ano de 1998.
Ricardo Guerreiro também fez ilustrações para o livro “Poesia em Maré Viva”, editado pela Cooperativa de Animação Cultural de Alhos Vedros; e colaborou como ilustrador no jornal O RIO
vel, vê-lo vencer a sua timidez e expor ao público a sua criação artística, com qualidade e, para mim, de grande valor. Estou extremamente satisfeita” - disse.
O RIO ouviu outro jovem artista plástico banheirense, Daniel Figueiredo, sobre os trabalhos expostos. “Esta exposição expressa a forma que o Ricardo tem de falar e até de ser honesto. Qualquer destas imagens é uma forma de pensar e de ele falar da sua verdade, de uma forma bastante profunda”. Daniel acrescentou: “Aqui, ele trabalha com a caneta, recorre à banda desenhada, ele assume as suas próprias referências e as suas representações o que é também um caminho de coragem para falar daquilo com que ele se relaciona e vai ficando no seu pensamento, de uma forma verdadeira”.
Nesta exposição, Ricardo Guerreiro apresenta trabalhos que tem vindo a fazer há alguns anos, alguns deles recentemente. “Agora chegou a altura que eu achei que tinham a possibilidade de serem vistos” –
O jovem artista plástico, para além dos desenhos e da pintura, também é actor de teatro, que é outro dos seus interesses e onde tem investido muito. Iniciou-se no Arte Viva e, agora, tem, com um grupo de amigos, a companhia de teatro «Vigilâmbulo Coalho» que, sem ter ainda espaço físico próprio, trabalha em espaços cedidos, com actuações em diferentes locais.
Profissionalmente, Ricardo Guerreiro exerce a função de animador cultural na Casa dos Rapazes, no Barreiro.
Nº 193 15 a 30 de Abril de 2006 1 1 15 5 5
José Carlos Ary dos Santos
é de todos é de todos é de de todos de Telefone e fax: 210 815 756 Telemóvel: 964 237 829
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Comemorar 32 anos da Revolução de Abril é um acontecimento brilhante para Portugal. Abril no presente com futuro deve sempre ser evocado como um
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Na passagem dos 32 anos sobre o 25 de Abril de 1974, e a instauração da liberdade e da democracia em Portugal, a Junta de Freguesia da Moita saúda todo o povo do Concelho e em particular a população da nossa Freguesia.
Os ideais da Revolução de Abril permanecem vivos nos nossos corações, não perdemos a capacidade de indignação contra aquilo que está mal e reafirmamos a liberdade de lutar, como a primeira conquista de Abril. Viva a Democracia!
Viva a Liberdade!
15 a 30 de Abril de 2006 Nº 193 Quinzenário Regional Independente Rua D. Ant. Ferreira Gomes, 12 B - Baixa da Banheira Tel.: 212 099 380 Fax: 212 099 385 Trabalho Temporário é connosco! GÁS NO SEU CARRO SÓ EM CONDIÇÕES DE SEGURANÇA Representante “ESSO GAS” Alhos Vedros 32º ANIVERSÁRIO DO 25 DE ABRIL 32º ANIVERSÁRIO DO 25 DE ABRIL Ervanária Nova Vida Um espaço alternativo de saúde e bem estar que alia a força das plantas medicinais às terapias vibracionais. O conhecimento milenar ao seu alcance! Produtos naturais alimentação macro e vegetariana massagista consultas espirituais consultas naturopatia consultas nutricionista Reiki cura prânica cromoterapia cristais método Barbara Brennan (mãos de luz) visualização de cura Rua 1º de Maio (antiga rua 13), nº 94-A Baixa da Banheira Tel.: 212 033 676
JUNTA
DE FREGUESIA DA MOITA
JUNTA DE FREGUESIA DE GAIO-ROSÁRIO JUNTA
Casa da Misericórdia
Saúda o 25 de Abril Saúda o 25 de Abril A Mesa Administrativa A Mesa Administrativa
marco que nos abriu as portas da liberdade, proporcionando o direito de decidirmos e lutarmos por bens inquestionáveis, pelo futuro de todas as gerações. Abril ontem, hoje e amanhã estará sempre no seio do povo para gritar liberdade. Deste modo, a saudação da Junta de Freguesia do Gaio-Rosário pretende evocar mais um ano de liberdade pela afirmação – 25 de Abril agora e sempre! O Executivo
Santa
de Alhos Vedros