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Portf贸lio Bruno Spinardi Silva


Concurso MuBE - Projetar.org 4

menção honrosa A criação de outro museu no entorno potencializa a área como um ponto cultural forte na região, e seu terreno é estratégico para completar esta zona de cultura. Portanto o projeto parte da criação de uma praça de museus, unindo não somente o MuBE com sua ampliação, mas também com o MIS. O programa foi todo atendido ao se dispersar nos limites do terreno, o que gera uma praça interna que se conecta com a praça dos dois outros museus. Ao mesmo tempo, os edifícios limitam o interior e exterior e controlam as aberturas, para evitar o uso de grades de fechamento.

1

3

5

22

IMPLANTAÇÃO ESCALA 1.1500

O partido, aproveitando-se dos elementos existentes no projeto de Paulo Mendes da Rocha, cria uma própria linguagem. As paredes estruturais e os programas inseridos na topografia também estão presentes, mas os mesmo saem do terreno e se marcam na paisagem, especialmente a galeria permanente que aparece como um volume em balanço estruturador do projeto. A topografia geometricamente construída da praça aparece de modo menos ortogonal, bem como a forma edilícia. Na praça, a exposição de esculturas se prolonga, criando percursos em diferentes patamares que dão acessibilidade ao programa da ampliação e das demais atividades culturais.

A 11 12

A

10 12 13

10

6

119

8

10

A

1

MIS

22 MUBE

87

3

ANEXO MUBE - GALERIA PERMANETNTE

44 ESPELHO D´ÁGUA 5

MIRANTE

A

66 ENTRADA 7

CAFÉ

28 PROJEÇÃO GALERIA PERMANANTE 9

FOYER

410 GALERIA TEMPORÁRIA 11 12

PLANTA TÉRREO

ESCALA 1.1500

CORTE AA

ESCALA 1.500

ESTACIONAMENTO MOTOS ESTACIONAMENTO CARROS


CORTE AA

ESCALA 1.500


Habitacao Social vital brasil GRADUAÇÃO FAUUSP Concebido a partir da célula construtiva, um bloco de concreto de 20x20x40cm, com o qual foram criadas unidades habitacionais de três tipologias 45, 60 e 75m², que quando agrupadas formam o grid de 3x9 retângulos de 6x10m no qual se desenvolve o pavimento tipo.

com a estação de metro e seu térreo com direito duplo a integração visual com praça de equipamentos prevista para o terreno vizinho.Apoiando-se em dois núcleos centrais forma um balanço simétrico que ajuda na estrutura. A área comercial foi desenhada para dar continuidade ao entorno, proteger e incentivar o uso do espaço público no interior da quadra, esse constituído de uma praça rebaixada e uma térrea, uma galeria subterrânea e uma marquise; os espaços que se relacionam criando diversos cenários; todos interligados num ciclo de ambientes que mesclam o passar e o estar.

As habitações foram pensadas de forma a flexibilizar os espaços, po isso agrupou-se a parte hidráulica e estrutural em uma só parede, permitindo assim o deslocamento e retirada das outras. A implantação e volumetria do prédio fazem o balizamento B

1

BICICLETÁRIO

22 PRAÇA REBAIXADA 3

GALERIA

44 COMÉRCIO 5

RAMPA - MARQUISE

66 PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO 0

22

22

1 3 5 A

A

44

66

44

CORTE AA

ESCALA 1.500

B

PLANTA SUBSOLO

44

44

PLANTA TÉRREO

5m

15m

50m


PLANTA PAVIMENTO TIPO - unidades de 45, 60 e 75m2

ESCALA 1.500

CORTE BB

ESCALA 1.500


Transposição Estação da Luz Graduação fauusP As linhas férreas da estação Júlio Prestes são o limiar entre os Campos Elíseos, antigo bairro nobre de São Paulo, com o Bom Retiro, característico pelo comércio popular têxtil. A topografia acidentada, somada à intervenção do homem para o meio de transporte, criam a barreira pela qual o projeto busca transpor. Quando se fala em transposição logo se pensa em transição e, assim, em tempo e espaço. As passarelas têm como qualidade promover o deslocamento – nesse caso de pedestres – no menor caminho para uma maior eficiência. No entanto, cabe também ao arquiteto elaborar um passeio que valorize o observar da paisagem e que se adéqüe a implantação também. Na extremidade do Bom Retiro, tira-se partido do muro de arrimo para criar uma passagem que culmina em um espaço amplo e iluminado, surpreendendo o pedestre pelo contraste dos ambientes. O acesso à passarela, nessa fase, ocorre por meio de uma galeria, em que as lojas ao mesmo tempo acompanham o ritmo das rampas e recuperam as características do intenso comércio e serviços da região. O destaque do edifício, que cria uma praça sob pilotis, revela ao passante do Bom Retiro a cota dos Campos Elíseos e as possibilidades de transição.

CORTE AA

ESCALA 1.500

Um parque é aberto quase ao nível da linha do trem, estendendo, por meio da transposição, o eixo de praças da região até o Bom Retiro. Além disso, ele se torna também uma alternativa para o passeio e para se chegar às extremidades. A passarela constitui-se de uma ampla cobertura de concreto, que sustenta o piso dos pedestres, de estrutura metálica. A dimensão da cobertura proporciona maior conforto térmico aos usuários, visto que não é necessário vedações para a proteção contra chuvas, por exemplo. Dessa forma, a sensação de prolongamento do passeio público é ampliada, já que não há barreiras visuais para a paisagem e, além disso, a luz permeia todo o caminho pelo vazio da viga do teto. Ao segurar a passarela, ela tem como um dos princípios de projeto a clareza estrutural. Mas também favorece ao pedestre, pois para ele precisaria subir a grande altura estrutural da laje, que é exigida em projetos desse porte. A cabeça dos Campos Elíseos segue o eixo da Praça Júlio Prestes, como se a praça através dela se interligasse à passarela e ao novo parque, relacionando as partes da transição como uma só unidade. Ela está ao nível do pedestre, valorizando o entorno e os prédios, como o projeto do Centro de Dança, a Estação Pinacoteca e a Sala São Paulo.


B

7 7

7

7

7

7

7

7

7

7

7

7 7

7

A

B

A

7

PLANTA SUPERIOR CAMPOS ELÍSIOS

ESCALA 1.1500

7

7

7

7

7

PLANTA SUPERIOR BOM RETIRO

ESCALA 1.1500

7

CORTE BB

ESCALA 1.250

PLANTA INFERIOR BOM RETIRO

ESCALA 1.1500


B AU paim

< MASP

>

ANHANGA

AVENIDA NOVE DE JULHO

Rocha

inserir a torno i propor para as praça. E caminh dos, or

No cas ela, enq

servida dora, d escada vizinho solação no apa

cado p diversa fabrica ganizaç ambos maior r feriores

mente remans solação apesar hadas f lavand

Habitacao Praça 14 bis graduação FAUUSP O projeto reinseri a Praça 14-Bis à região, integrando-a com seu entorno e dando-lhe uso. A escolha dos lotes proporcionou a criação de um eixo físico-visual que facilita a transposição dos terrenos passando pela praça, composto por diferentes espaços torna-se um caminho agradável e cria áreas de estar.

fazendo com que todos os cômodos possuam iluminação natural. As áreas molhadas foram agrupadas num único bloco hidráulico, já a estrutura é composta por dois sistemas, vigas e pilares ,metálicos distribuídos, suportam as cargas verticais e um núcleo de concreto resiste as forças horizontais.

No edifício residencial, implantação direciona os olhares para uma praça, além de privilegiar a insolação. Buscou-se valorizar a área servida, habitação, minimizando o espaço ocupado pela servidora, circulação. As escadas e elevadores localizam-se encostadas na empena cega do edifício vizinho, liberando o perímetro-luz para ser usado no apartamento,

Por ser uma HIS, a solução construtiva visa a reprodução em série, o uso de painéis de concreto pré-fabricado é favorável devido sua agilidade construtiva e organização do canteiro. Como resultado o pavimento tipo comum possui sala, cozinha, lavanderia, banheiro, dois dormitórios e um vestíbulo que interliga os cômodos à porta de entrada.

AUP152ProjetoVI. Entrega

CORTE LONGITUDINAL ESCALA 1.1000


direita:

PLANTAS LOTE ROCHA NIVEIS 1, 2 E 3

ESCALA 1.750 esquerda:

PLANTA LOTE PAIM NÍVEIS 1, 2 E 3 ESCALA 1.750 esquerda:

PLANTA PAVIMENTO TIPO COMUM ESCALA 1.200


Museu e mercado da nova darsena GRADUAÇÃO polimi - milão, itália O projeto consiste em um grande estudo e projeto para a área da antiga Darsena (Docka) de Milão. Região à sudoeste de Milão. Conhecida como Porta Ticinese. Antiga “Porta” por onde se chegava e saía rumando o Ticino e Genova. Também área da antiga segunda muralha da cidade. Muralha do período de domínio Espanhol. Onde acontecia o antigo mercado, o comércio na muralha da cidade. Também o encontro dos canais de Milão, o Naviglio Grande e Naviglio Pavese, canais que visavam conectar a Lombardia ao rio Ticino e ao rio Ada e assim a outras regiões da Itália. O programa consistia na requalificação da doca e dos canais, que hoje encontram-se mal cuidados e sub apropriados, através da construção de um novo centro para ateliês de arte, moda e design, já que a região tem seguido essa característica devido aos antigos galpões da região. O projeto pretende com a reorganização do mercado que existe no local e a criacao de um museu, resignificar essa densa história daquelas muralhas e da ocupação ao longo do tempo, através da valorização das ruínas afloradas da antiga muralha.

IMPLANTAÇAO

PLANTAS

0

50m

150m

0

350m

50m

150m

350m

cima: NÍVEL INFERIOR abaixo NÍVEL SUPERIOR

CORTES

esquerda: AA direira: BB centro: CC abaixo: DD

CORTE DD

0

5m

15m

50m


INTERVENÇÃO LINHA FÉRREA P. PRUDENTE GRADUAÇÃO UNESP - PRESIDENTE PRUDENTE O que é a Arquitetura? Qual a função do arquiteto? Até onde a arquitetura consegue mudar ou influenciar a sociedade? Qual o limite poder de definição? Para quem é feita a arquitetura? Como seus usuários se apropriam dela? Essas foram as perguntas que nortearam a discussão anterior a proposta aqui descrita. Em uma área degradada da linha férrea próxima ao centro de Presidente Prudente, ocupada principalmente de andarilhos e moradores de ruas o projeto, que mais se enquadra como uma intervenção urbana prentende com sua materialidade desencadear a debate sobre estas dúvidas entre outras questões sobre a arquitetura e suas formas de expressão e apropriação. “Infelizmente nos damos conta de que essas finalidades programadas são sempre desviadas pelas mesmas pessoas, a quem elas estão destinadas: os usuários, essa massa cuja resposta original ou perversa não pode jamais se inscrever no projeto. [...]As massas se relacionam com o objeto arquitetonico à sua maneira e, se o arquiteto não se desviou do programa, o objeto será desviado de qualquer forma e os usuários se encarregarão de restituir esse destino imprevisível que faltava ao projeto”

Jean Baudrillard

“...carregam sua casa, [...]e se movem por vários lugares. O inventário de objetos que constitui a moradia está totalmente impregnado do sentido de casa. A casa pode estar nos objetos mas não é eles. Ela pode prescindir totalmente de objetos, ou [...] eles podem trocar os objetos que possuem por outros e continuar tendo sua casa. Os objetos são muito importantes para eles todavia, porque estão impregnados do que é a sua casa.” Ana Neute e Rafael Chevaicer

FOTOS LINHA FÉRREA PRESIDENTE PRUDENTE

FOTOS SEDIDAS POR: Ana Luiza Secco e Danilo da Silva Barbosa


+

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FOTOMONTAGENS LINHA FÉRREA DE PRESIDENTE PRUDENTE FOTOS SEDIDAS POR: Ana Luiza Secco e Danilo da Silva Barbosa


modelo físico de apresentação tfg FAUUSP - victor berbel monteiro TERRITÓRIO DO BARRO: Parque Ribeirão Pederneiras “A cerâmica Pederneiras, por um ângulo que naquele momento ainda não havia visto. Um entre rios, um espaço entre o Pederneiras e o Monjolo, diretamente ligado à Rua Nove de Julho, principal rua de comércio da cidade. Galpões de certa beleza e uma já densa natureza que se reapossou de suas terras de várzeas após o encerramento da produção da fábrica há 50 anos - “selvagem bosque” nas margens dos rios. O tio encantara-se. 56 anos de idade e jamais havia pisado à antiga cerâmica. Seguimos pelo rio. Atravessamos a SP261 (rodovia que liga Pederneiras à Lençóis Paulista) e, por estradas de chão, lá fomos ao encontro com o Tietê. Meandros, sítios, lagoas que levaram às largas águas do rio. O porto. As indústrias contíguas às águas.

Apenas estes com o proveito, o total desfrute daquele espelho no olhar. Visita à Cerâmica, percurso ao longo do Ribeirão Pederneiras e ao Porto Intermodal com meu tio, meu padrinho Mário Domingo 17/03/2013” Victor Berbel monteiro

Maquete executada manualmente em escala 1.1000. Materiais: relevo em papel paraná pintado com spray, entorno em papel paraná cinza, projeto esculpido em poliestireno expandido de alta densidade, arquitetura ja existente incorporada ao projeto papel kraft 300g e corregos em papel colorido e acetato.


MAQUETE TFG VICTOR BERBEL MONTEIRO

ESCALA 1.1000


BRUNO SPINARDI SILVA

FORMAÇÃO ACADÊMICA

nascimento 14.05.1989 Rua Cardoso de Almeida, 1116, ap.63 - Perdizes 55 11 9 9555 8756 bruno.spinardi.silva@gmail.com

2008 - 2014 ensino superior Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAUUSP, São Paulo, Brasil 2011 - 2012 ensino superior - intercâmbio Facultà di Architettura e Urbanistica del Politecnico di Milano - POLIMI , Milão, Itália 2012 ensino superior - mobilidade acadêmica Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - Universidade Estadual Paulista - UNESP, Presidente Prudente, Brasil 2000 - 2006 ensino fundamental e médio Colégio Santa Clara - Sistema COC, Assis, Brasil EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS 2014 Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente - Departamento de Projetos projetos em parques, vistorias de plantios e obras 2013 Denes e Levi Associados, São Paulo projetos de reforma, orçamentos e gerenciamento de obras 2012 L´Arca arquitetura, Assis projetos arquitetônicos e reformas residências ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES 2014 Concurso Nacional “Ensaios Urbanos: desenhos para o Zoneamento de São Paulo” promovido pela SMDU e IAB-SP - Equipe vencedora na Categoria 3 2013 Exposição “Projetos para a cidade” - Revista Contraste FAUUSP 2013 Concurso de Ideias “MuBE - Projetar.org” - Prêmio de Menção Honrosa Encontros de estudantes de arquitetura 2013 nacional “Repare a si: do indivíduo ao coletivo”, Maringa - PR 2013 reginal “Onde os paralelos se encontram”, Campinas - SP 2012 latino-americano “Memórias urbanas, construyendo identidad en la diversidad”, Qosqo - Peru 2011 regional “Do risco ao risco”, Fortaleza - CE 2012 II Seminário Internacional sobre Microterritorialidades nas Cidades - UNESP P.Prudente 2012 VI Semana da Arquitetura “Arquitetura contemporânea, pedaços de um todo impossível” - UNESP P. Prudente 2010 e 2011 FAU mostra projeto - Projeto participante da publicação e exposição 2010 Curso de Difusão MicroCAD - “Tecnologias para a Construção do Habitat Social” INFORMAÇÕES ADICIONAIS Habilidade em produção de modelos físicos e maquetes 2008 - 2010 Associação Acadêmica Atlética FAUUSP - gestões 2008 (colaborador) e 2009 (presidente), organização de eventos sociais e esportivos. 1995 - 2006 Método Kumon - Curso de matemática concluído INFORMÁTICA Gerais Word, Excel, PowerPoint Imagem Adobe Photoshop, Adobe Illustrator, Adobe InDesign Desenho técnico Autodesk AutoCAD Modelagem 3D Google SketchUp IDIOMAS Italiano avançado Espanhol básico Inglês básico

Portifólio Bruno Spinardi Silva  
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