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COMUNICADOS Comemorações

Lançado Texto-Base do 16º Congresso Eucarístico Nacional

Natálicios - Sacerdotes e Religiosos Pe. Dr. Gilvan Leite de Araújo

09/11

Pe. Sebastião Correia

09/11

Pe. Marcos de Oliveira Galdino

11/11

Pe. Antônio Machado Ferreira

16/11

Pe. Nilso Aparecido Motta

16/11

Pe. Geraldo Augusto de Oliveira

24/11

Pe. Antônio Carlos Ribeiro

29/11

Pe. André Heyligers

30/11

Pe. Lorenzo Costa, SSP

01/12

Frei Raul de Lima Sertã, OCD

04/12

Pe. Alexandre Douglas Crispim

10/12

Pe. Fernando de Moraes Ribeiro

14/12

Pe. Osmar Alves de Souza

15/12

Frei Fritz Alfredo Kintzel Junior

16/12

Pe.Vírgilio Ciaccio, SSP

16/12

Pe. Riomar Aristide da Silva

17/12

Pe. Evaldino Borges Dias, FDP

20/12

Pe. Luiz Antonio Sochiarelli

22/12

Pe. Fábio Augusto Trigo

22/12

Profissões Religiosas Ir. Catarina de Jesus, MOP

01/11

Ir. Anna Josepha da Silva, MJC

17/11

Ir. Helena do Coração de Maria

17/11

Ir. Maria Regina da Imaculada

08/12

Ir. Ivete Clara da Rocha, MOP

12/12

Ir. Maria Clara da Sma. Trindade, OCD 14/12 Ir. Maria Aparecida Borges, ICJ

Para aprofundar o tema “Eucaristia, pão da unidade dos discípulos missionários” e o lema “Fica, conosco, Senhor!”, o 16º Congresso Eucarístico Nacional (CEN) lançou o texto-base. Produzido em um clima de oração, o documento também prepara espiritualmente os participantes do evento. O texto-base é dividido em três capítulos: Eucaristia, Pão da Unida­ de; Pão da Unidade, Vida dos Discípulos Missionários; e, Fica conosco, Senhor. O primeiro capítulo reflete as bases divino-humanas da unidade presentes na Eucaristia. O segundo aborda a vida eucarística em comu­ nidade e o terceiro se aproxima da realidade econômica, política, reli­ giosa e sociocultural do mundo, estabelecendo um diálogo ecumênico a partir da Eucaristia. Desenvolvido à luz das Sagradas Escrituras e em comunhão com a 5ª Conferência Geral do Episcopado Latino Americano e do Caribe (Celam), que também refletiu sobre o discipulado e seguimento de Jesus, o texto já produz muitos frutos. O texto-base é en­ contrado a venda na Cúria Metropolitana de Brasília e nas Edições CNBB. Fonte: CNBB

Falecimento de Madre Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face No passado dia 28 de novembro, faleceu a fundadora do Carmelo do Imaculado Coração de Maria e Santa Te­ resinha – Cotia – após 64 anos de vida carmelitana: Madre Teresa do Menino Jesus e da Santa Face. Mais conhecida como “Madre Teresinha”, ela encarnou em sua vida o lema de sua patrona Santa Teresa de Lisieux: No coração da Igreja, minha Mãe, serei o amor, irradiando, justamente, este amor de Deus a quantos dela se aproxi­ mavam: sacerdotes e seminaristas, casais, crianças e ido­ sos, almas que sofriam física ou moralmente, almas que buscavam conselhos e luzes para suas vidas... Deixamos aqui à Madre Teresinha nossa perene gratidão por tudo o que fez à Igreja de Osasco e a cada um que a conheceu pessoalmente e, sobretudo, pelos exemplos de uma vida santa que nos deixou. Que a luz de Deus a quem ela tanto amou brilhe para ela!

27/12

Celebração Eucarística No dia 29 de novembro no estádio Municipal de Barueri em solene Celebração Eucarística presidida por Dom Ercilio Turco e concelebrada pelo clero da nossa diocese, os ministros não ordenados receberam o envio diocesano para exercerem o ministério nas suas paróquias sempre sob a orientação de seus párocos. Aproximadamente 5.400 leigos receberam o envio. Que Deus ilumine a todos.



Irmãs Carmelitas

Ação de Graças No dia 22 de novembro a região pasto­ ral cotia celebrou o dia de Ação de Gra­ ças. O evento contou com a participação de todas as paróquias da região. Iniciou-se com um momento de Adoração ao San­ tíssimo Sacramento, várias apresentações organizadas pelas paróquias e encerrou com a celebração da Santa Missa.

MCCE promove seminário sobre a Campanha Ficha Limpa

Debate Teológico

No dia 1º de dezembro, às 14h, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) realizou o seminário “Ficha Limpa em Questão – para discutir é preciso conhecer”. O evento aconteceu na sede da CNBB, com o objetivo de discutir e esclarecer o con­ teúdo do Projeto de Lei da Ficha Limpa e seus pontos mais polêmicos. O projeto com 1,3 milhão de assinaturas da Campanha Ficha Limpa foi entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer no dia 29 de setembro. Participaram da ocasião integrantes do MCCE e parlamentares da Câmara e do Senado Federal. Para pressionar a votação e aprovação do Projeto no Congresso, o MCCE prepara uma grande mobilização da Câmara dos Deputados, no dia 9 de dezembro. Nesta data se comemora o Dia Mundial de Combate à Corrupção. Serão entregues mais assinaturas do Projeto de Lei de iniciativa popular que ainda chegam diariamente ao escritório do MCCE.

Aproveitando as férias no Brasil, do Pe. Carlos e Pe. José Eduardo, vários padres se reuniram no Auditório da Paróquia de São Lucas – Carapicuíba, para um debate sobre temas relacio­ nados ao curso que estão fazendo em Roma. Foi um momento de nos reen­ con­trarmos com eles e ao mesmo tem­ po nos confraternizarmos. Que Deus abençõe os nossos padres em seus es­ tudos. Novembro/Dezembro 2009


VOZ DO PASTOR

Assembléia das Igrejas De 14 a 18 de outubro estiveram reu­ nidas em Itaici todas as dioceses do Esta­ do de São Paulo com seus bispos, coor­ denadores diocesanos de pastoral e três leigos (as) de cada diocese para partilhar sua vida e atividades a partir do tema central “A Palavra de Deus na experiên­ cia querigmática e ação catequética para formar discípulos missionários”. Foi um momento forte para se conhe­ cer em grupos os trabalhos que são re­ alizados em cada Igreja Particular para uma evangelização entusiasmada e cate­ quese dinâmica para aprofundar a expe­ riência do encontro com Jesus Cristo. O assessor nos levou a refletir sobre a Palavra de Deus não apenas como con­ ceito mas como Pessoa com quem nos encontramos, relacionamos e vivemos. Procurou-se definir o conceito que­ rigma: anúncio, pregação e proclama­ ção. Os Apóstolos anunciavam a mor­ te, ressurreição e glorificação de Jesus e atraiam multidões conforme os Atos dos Apóstolos. O Diretório da Catequese da Con­ gregação do Clero, 1997, nº 80, cita­ do pelo assessor, explicita a direção da catequese: “A finalidade da catequese é fazer que alguém se ponha, não penas em contato, mas em comunhão, em in­ timidade com Jesus Cristo”. Por isso as tarefas fundamentais da ca­ tequese são: favorecer o conhecimento da fé, a educação litúrgica, a formação moral e ensinar a rezar, ajudando o discí­ pulo a conhecer melhor Jesus, celebrar sua presença, converter-se, caminhar em seu seguimento e dialogar com ele. Formar discípulos missionários tanto os cristãos comprometidos, para que cresçam na fé, os cristãos não compro­ metidos, para que despertem para a experiência de Jesus e vivam sua fé. No início da Igreja os convertidos eram batizados hoje os batizados devem ser evangelizados para que se convertam, cresçam na união com Jesus e exerçam a missionariedade testemunhando sua fé em Jesus Ressuscitado. Os diversos grupos procuraram levan­ tar propostas dentro do tema central do



anúncio querigmático e ação catequéti­ ca. As sugestões mais escolhidas pelas dioceses foram as seguintes: – “Fazer das paróquias rede de co­ munidades e centros de evangelização, onde as pessoas façam uma profunda experiência querigmática, sendo des­ pertadas para o ardor missionário” 22 dioceses. – “Promover a leitura orante da Bí­ blia, como um instrumento que favorece o anúncio querigmático e proporcionar entre as pastorais, movimentos e asso­ ciações, um trabalho mais orgânico” 13 dioceses. Foi proposta para atuar em todo o Regional Sul 1: “Inspirados no numero 41 do Documento de Aparecida, onde somos chamados a “recomeçar a partir

de Cristo”, promover uma cultura mis­ sionária, através da proclamação querig­ mática em todo âmbito eclesial para for­ talecer a iniciação cristã, a catequese e a liturgia e dar acesso ao conhecimento das Sagradas Escrituras” 18 dioceses. Essas propostas são inspiradoras para nosso agir pastoral dando vida às ativi­ dades já existentes e ao mesmo tempo nos levam a criar novos projetos em vis­ ta do anúncio do querigma que formem discípulos missionários. Louvo a Deus por muitas experiências em nossa diocese ligadas com a inicia­ ção à vida cristã que anunciam, ajudam o discípulo a encontrar-se com Jesus Cristo e levam a uma vida verdadeira­ mente cristã. Dom Ercílio Turco Bispo da Diocese de Osasco Novembro/Dezembro 2009


VISITA AD LIMINA

Dom Ercílio visita o Papa Bento XVI uma prestação de contas por escrito de cada diocese, no chamado “Relatório Quinquenal”. É um momento forte na vida da Igre­ ja, que atinge a pessoa de cada bispo e de todas as dioceses. É a expressão concreta da unidade eclesial, acontecida na fraternidade entre os diversos bispos e de estreitamento de laços com o San­ to Padre. Em Roma está a fonte de unidade de toda a Igreja. Não só a figura do Sumo Pontífice, mas toda a organização admi­ nistrativa de apoio às Igrejas particula­ res do mundo todo. Por isto, temos as diversas Congregações para tratar de temas específicos da pastoral. Em conjunto, nós bispos do Sul I, vi­ sitamos diversas dessas Congregações, apresentando as nossas preocupações pastorais e ouvindo as orientações de utilidade para o nosso pastoreio no diaa-dia. Isto foi muito rico para todos. Algumas das Congregações visitadas: Pontifícia Academia para a Vida; Con­ gregação para os Bispos; para a Dou­ trina da Fé; para as Comunicações So­ ciais; para União dos Cristãos; Tribunal da Assinatura Apostólica; Penitenciaria Apostólica; Culto Divino etc.

Dom Ercílio Turco esteve em Roma para a visita ad limina. Nesta visita Dom Ercílio teve uma audiência com o Papa Bento XVI onde foi apresentado o re­ latório da caminhada da nossa diocese de Osasco.

Beto XVI está atendendo os Bispos do Brasil por Regional. De 9 a 28 de no­ vembro de 2009 foi a vez de nosso Re­ gional Sul I. Fato este acontecido após

Foi realmente uma oportunidade in­ calculável para que cada Bispo do /re­ gional passasse a ter uma visão ampla de toda esta riqueza da ação da Igreja. Sentimos a força do Espírito de Deus agindo numa instituição bimilenar que se coloca a serviço de todos os povos do mundo.

Entendemos melhor o que é a visita ad limina (fonte: CNBB). A Igreja Ca­ tólica no Brasil está organizada em 17 Regionais. Estamos no Regional Sul I, formado pelas 43 dioceses, que corres­ ponde ao Estado de São Paulo. Soman­ do com os Bispos eméritos (os aposen­ tados), somos um número aproximado de 50 arcebispos e bispos. Por norma, de 5 em 5 anos, cada bis­ po diocesano faz a “Visita Ad Limina”, indo a Roma rezar pela sua diocese nas basílicas de São Pedro e de São Paulo, e tendo um contato com o Santo Padre, no momento, o Papa Bento XVI.



Novembro/Dezembro 2009


ADVENTO

Advento, tempo de esperança O Ano Litúrgico gira em torno das duas grandes festas do mistério de nos­ sa salvação: o Natal e a Páscoa. A fim de nos prepararmos bem para essas duas solenidades de máxima importân­ cia, a Santa Igreja, com seu amor de mãe e sua sabedoria de mestra, instituiu o Advento, que nos predispõe para o Natal, e a Quaresma, que nos prepara para a Páscoa. Praticamente um mês e meio de Advento-Natal e três meses de Quaresma-Páscoa. O tempo chamado “Comum” durante o ano ajuda-nos a caminhar com a Igreja nas estradas da história, iluminados por esses mistérios de nossa fé e conduzidos pelo Espírito Santo. No próximo final de semana, inicia­ mos o tempo do Advento, que assinala também o início de um novo Ano Li­ túrgico. Estaremos proclamando aos domingos, principalmente, o Evangelho de Lucas. Um novo ano que queremos que seja um aprofundamento de nossa vida cristã na história como discípulos missionários. Iniciamos com a expecta­ tiva da vinda do Messias até o anúncio que o Senhor Jesus é Rei. Neste tempo é que a Igreja nos in­ centiva a colaborar com a Coleta pela Evangelização no terceiro domingo do Advento, preparada nos domingos an­ teriores. É a nossa corresponsabilidade de levar adiante a encarnação da boa notícia no tempo que chamamos hoje. O tema deste ano: “Ele se fez pobre pa­ra nos enriquecer”, já aponta para as reflexões que iremos ter durante a pró­ xima Quaresma, pois a Campanha da Fraternidade de 2010 falará sobre eco­ nomia. No decurso dos quatro domingos do Advento, o povo cristão é convidado a preparar os caminhos para a vinda do Rei da Paz. O Cristo Senhor, que há dois mil anos nasceu como homem numa manjedoura em Belém da Judéia, deseja ardentemente nascer em nossos corações, conforme as santas palavras da Escritura: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo” (Ap 3, 20). No Advento temos a oportunidade de aprofundar a expectativa do “Senhor que virá para julgar os vivos e os mor­ tos”, e na semana que antecede a fes­ ta natalina a preparação próxima para



celebrar o “Senhor que nasceu pobre no Oriente”. Entre essas duas vindas, o cristão celebra cada dia o seu coração que se abre para o “Senhor que vem” em sua vida e renova a sua existência. Celebrar o Natal é reconhecer que “Deus visitou o seu povo” (Lc 7, 16). Tal reconhecimento não se pode efe­ tivar somente com nossas palavras. A visita de Deus quer atingir o nosso cora­ ção e transformar-nos desde dentro. A tão desejada transformação do mundo, a superação da fome, a vitória da paz e a efetiva fraternidade entre os homens dependem, na verdade, da renovação

dos corações. Somos convidados, em primeiro lugar, a aprender a “estar com Jesus”, e então nossa vida em sociedade verá nascer o Sol da Justiça. Nesse sen­ tido, o Santo Padre Bento XVI chamou a atenção para a relevância social da co­ munhão pessoal com Cristo: “O fato de estarmos em comunhão com Jesus Cris­ to envolve-nos no seu ser « para todos », fazendo disso o nosso modo de ser. Ele compromete-nos a ser para os outros, mas só na comunhão com Ele é que se torna possível sermos verdadeiramen­ te para os outros, para a comunidade” (Carta encíclica Spe Salvi, n. 28). Enquanto todos se voltam para o lucro comercial neste tempo que antecede o Natal, os católicos se preparam para que em seu coração haja espaço para

o Verbo Encarnado que veio para salvar a todos. O festival de presépios feitos por artistas e espalhados pela cidade, além dos presépios das paróquias, quer ajudar a cidade a ter um novo olhar e re­ pensar sobre o que exatamente celebra­ mos no Natal. Dependerão do encontro com “Ele” as mudanças sonhadas para a sociedade hodierna! O Advento constitui precisamente o tempo favorável para a preparação do nosso coração. Deixemo-nos trans­ formar por Cristo, que mais uma vez quer nascer em nossa vida neste Natal. Celebrar bem a solenidade do Natal do Senhor requer que saibamos apresen­ tar a Deus um coração bem disposto, pois “não desprezas, ó Deus, um cora­ ção contrito e humilhado” (Sl 51, 19). Um coração que busca com sincerida­ de a conversão é fonte de inestimável comunhão com Deus e com os irmãos. Por isso mesmo, a oportunidade das celebrações penitenciais se multiplicam pelas Paróquias, dando oportunidade de uma renovação interior. Neste tempo de Advento não tenhamos medo de Cristo. “Ele não tira nada, Ele dá tudo. Quem se doa por Ele, recebe o cêntuplo. Sim, abri de par em par as portas a Cristo e encontrareis a vida verdadeira” (Bento XVI, homilia da Missa de início do mi­ nistério petrino, 24/4/2005). Como servidor do rebanho de Cristo que me foi confiado, não poderia deixar de insistir nisso: a vida verdadeira, que todos desejamos, só o Amor no-la pode dar. “O ser humano necessita do amor incondicionado. Precisa daquela certeza que o faz exclamar: « Nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principa­ dos, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem a pro­ fundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor » (Rom 8,38-39)” (Carta encíclica Spe Salvi, n. 26). Que o tempo do Advento predispo­ nha nossos corações a acolher com in­ tensidade o “Amor que move o sol e as outras estrelas” (Dante, Divina Comé­ dia, Paraíso, XXXIII, 145), e que, por pura bondade, manifestou-se com ini­ gualável força no nascimento do frágil menino de Belém para também mover com suavidade e força a nossa vontade para o Bem. Fonte: CNBB Novembro/Dezembro 2009


CELEBRAÇÕES

Nossa Senhora Medianeira de Todas as Graças A Paróquia de Nossa Senhora Media­ neira de Todas as Graças – Padroeira de Vargem Grande Paulista, celebrou o dia da Padroeira, no dia 27 de novembro, Com esta celebração, a Matriz de Vargem Grande Paulista, encerrou as festividades comemorativas pelos 30 anos de instalação. Conheceremos um pouco da historia desta paróquia. Conta a história que com a desapro­ priação das terras no antigo bairro da graça (floresta do morro grande) um tal de Nho Mathias e seus genros com­ praram uma fazenda, que mais tarde, tornou-se o centro de Vargem Grande; conta ainda que o tal de Nho Mathias quando morava em Cotia construíra lá uma capelinha para Nossa Senhora das Graças e com a sua vinda para Vargem Grande, por causa de sua devoção trou­ xe pra cá também essa idéia e em 1913 doou meio alqueire de terras para cons­ trução da Capela de Nossa Senhora das Graças, a história também nos relata que a 1ª. Missa celebrada em Vargem Grande foi em 1907, na sala da casa do Sr. Mathias. ...Nho Bene propôs a fabricação de ti­ jolos para construí-la; como eram gran­ des e pesados (três quilos e meio cada um) necessitaram da ajuda dos carros de boi do Sr. Valêncio e do Sr. Juca Rocha para transportá-los ... a primeira capela media dez metros de comprimento por seis metros de largura ... (Texto extraido do livro ¨Vargem Grande Paulista, das

marcas do passado as conquistas do pre­ sente¨; de Vania Carvalho de Araujo). No ano de 1961, criou-se uma co­ missão para construção de uma nova capela haja visto que a pequena cape­ la construída já não mais comportava a crescente comunidade católica de Var­ gem Grande. Em 1963 D. Carlos Car­ melo de Vasconselo Mota, arcebispo de São Paulo, lança a pedra fundamental para construção da nova capela e em 1979, a capela de Nossa Senhora das Graças é elevada a Paróquia. A devoção a Nossa Senhora das Gra­ ças iniciou-se em 1830 quando Nossa Senhora apareceu, em Paris, a Santa Catarina Labouré, então jovem religio­ sa, e lhe ensinou a devoção da Medalha Milagrosa: “Fazei cunhar uma medalha com este modelo. Todas as pessoas que a usarem receberão grandes graças, tra­ zendo-a ao pescoço. As graças serão abundantes para as pessoas que a usa­ rem com confiança”, prometeu a San­ tíssima Virgem. Atualmente tem tido uma participação muito grande de fiéis nas missas. Todos os dias 27 de cada mês temos a missa em Louvor a Nos­ sa Senhora das Graças com benção e distribuição da Medalha Milagrosa, onde temos a oportunidade de ouvir muitos testemunhos de milagres atribuídos a In­ tercessão de Nossa Senhora das Graças e também recebermos a medalha mila­ grosa. Pe. Reginaldo Machado Hilário Pároco

Paróquia São José de Mairinque comemora 70 anos Aos 13 de novembro passado o coração dos Paroquianos se encheram de alegria. Justamente naquela data celebramos os setenta anos da criação de nossa paróquia. O primeiro padre a trabalhar em Mairinque era o padre Rossi em 1935. Setenta anos atrás o arce­ bispo de São Paulo, Dom José Gaspar de Afonseca e Silva, criou a paróquia de São José. O primeiro pároco foi Dom Afonso Heuns, da ordem cistercense. Daquele dia em diante começou a caminhada paroquial. Lembramos com carinho os padres chi­ neses: José Wang, Antônio Liu e José Yao. Padre Pedro Sião os sucedeu. Padre Boris ficou conosco por 23 anos. Agora temos a presença dos padres Paulo e Reinaldo. A paróquia é avó porque deu vida às de Alumínio e de Nossa Senhora Aparecida no nosso municí­ pio. A ma­triz inaugurada em 1936 foi ampliada e reformada. Treze comunidades formam a paróquia. Associações, grupos e movimentos animam a vida pastoral. Para o tríduo vieram as paróquias de São Francisco de Paula (Alumínio), N. S. Aparecida (Mairinque) e São Roque. No dia da festa houve também a presença dos ministros da Região Pastoral S. Roque como também os padres Sebastião (coordenador dos ministérios em nossa Região), Max, Reinaldo e Paulo Mercieca. Foi organizada uma exposição sobre a história da paróquia. Agradecemos a todos os colaboradores desta festa da história e da vida da paróquia São José em Mairinque. Pe. Paulo Mercieca



Novembro/Dezembro 2009


ÓBULO DE SÃO PEDRO

Carta do Cardeal Bertone à Dom Ercílio

Campanha para a Evangelização 2009 Todos os anos, a Igreja no Brasil realiza a Campanha para a Evangelização, que acontece no tempo do advento, para atingir estes objetivos e, assim, procura despertar na consciência de todos os seus membros, a responsabilidade diante da missão evangelizadora para que todos venham a participar ativamente desta missão. Este ano, a Campanha para a Evangelização tem como tema: Ele se fez pobre para nos enriquecer. Este tema foi escolhido para dar unidade ao ano litúrgico de 2010, que abordará a questão da economia tanto na Campanha para a Evangelização, que acontece no tempo do advento, como na Campanha da Fra­ ternidade, que acontece no tempo da quaresma, e na Campanha Missionária, que acontece em outubro, durante o tempo comum.



Novembro/Dezembro 2009


ANO SACERDOTAL

O Sacerdote: homem correto e bom cristão Dom Paulo, no retiro que nos ditou no mês de agosto, falando das virtudes sacer­ dotais, numa palestra falou das virtudes humanas do sacerdote, e numa outra das virtudes cristãs, evidenciando a necessi­ dade que sejamos pessoas humanamente amadurecidas e bons seguidores de Jesus Cristo. Isso é como dizer que, para obter um bom sacerdote, é necessário, antes formar uma pessoa correta e rica de todas as virtudes humanas; e sobre estas virtudes construir o bom cristão, que segue Jesus caminho, verdade e vida. As virtudes do bom Pres­ bítero se colocam num terceiro andar. 1. Ser boa pessoa humana, rica e equilibrada Os filósofos Gregos falaram muito da busca da perfeição humana. Aristóteles escreveu um tratado sobre a Ética, enu­ merando muitas virtudes. O progresso dos estudos humanísticos, da psicologia, psicanálise, parapsicologia, pedagogia destes últimos séculos produziram inúme­ ros tratados sobre o modo de se tornar uma pessoa ordeira, excelente, em paz consigo e com os outros. A meu ver as virtudes humanas se ba­ seiam sobre 4 valores fundamentais, sobre os quais se constrói uma pessoa correta. Constituem o fundamento da vi­da ética. A primeira é a busca da verdade. Pro­ cura responder às perguntas fundamen­ tais, que toda pessoa sabia e reta se faz tanto nos problemas fundamentais da vi­ da como na conduta de todo momento: “Quem sou eu, qual é o sentido da vida, como viver corretamente, como conviver positivamente com todos?” A conseqüên­ cia desta procura é a coerência da vida, evitado qualquer farisaísmo, e vivendo se­ gundo a consciência. Uma das primeiras verdades que des­ cobrimos é que não estamos sozinhos neste mundo, que os outros têm os mes­ mos direitos do que nós, então devemos tratá-los e respeitá-los como nós deseja­ mos ser tratados. É a Justiça, que exige o respeito. Daí o mandamento fundamental da convivência pacífica: “Não faça aos ou­ tros o que não queres que façam a ti.” Nascemos e crescemos numa família, experimentando o amor dos pais, a procu­ ra da concórdia com os irmãos, parentes e vizinhos. Não fazer mal a ninguém é só um bom começo. Desejamos ser amados,

tratados com carinho, viver sem medo de um pelo outro. O amor é a terceira atitu­ de para uma convivência feliz.”Ama o teu próximo como a ti mesmo”. Deseje e faça o bem a todos. Para melhorar e progredir precisamos colaborar. Cada um que reflete compre­ ende logo que o produto da soma é sem­ pre maior do que o da subtração: é útil somar os esforços para progredir juntos, e é prejudicial se opor mutuamente. Es­ tão temos a comunhão, ou comum união das energias para melhorar a harmonia na caminhada das coletividades. Comu­ nhão também com a natureza, para não estragá-la poluindo o ar, as águas, com­ prometendo o equilíbrio ecológico. O símbolo da harmonia da humanidade pode ser o concerto de banda. Quanto maior o número dos diferentes instru­ mentos, a pluralidade das vozes, os ves­ tidos das pessoas, tanto mais ficamos ad­ mirados. Á condição que todos toquem e cantem a mesma música, com o mesmo tempo e passo. Assim todos devem har­ monizar-se numa comunidade, município, Estado, no mundo inteiro. Estas quatro virtudes são o sustento de toda outra virtude humana: a honestidade profissional, a fidelidade à palavra dada, pontualidade, gentilezas, bondade, com­ preensão, amor ao trabalho, boa utiliza­ ção do tempo e das forças, temperança, autocontrole, otimismo, e tantas outras. O sacerdote deve ser uma pessoa boa, honesta, rica de toda virtude. 2. Ser bom cristão O bom cristão baseia sua vida no Pai Nosso. A oração que Jesus nos ensinou contêm um programa maravilhoso, capaz de transformar a pessoa num cristão de primeira qualidade. Começamos invocan­ do: ”Pai nosso”. É uma palavra que indica amor, confiança, respeito e fraternidade universal, conscientes que todos, sendo filhos do mesmo pai, somos irmãos. Desejamos que o Senhor seja louvado e bendito, (santificado seja o vosso nome) e propomos de fazer a sua vontade. Para todos os mestres de espírito é cristão de verdade aquele que modela sua vida con­ forme a vontade do Pai. Invocando: “Ve­ nha o vosso reino”, nos comprometemos de fazer a nossa parte para que isto se realize no nosso campo de trabalho pastoral. Se vivermos esta parte da oração merecere­

mos ser chamados como Jesus: “Filhos amados que dá satisfação ao Pai”. Na segunda parte da oração pedimos uma vida correta na ocupação do tempo e na convivência com os irmãos. Pedin­ do: “O pão nosso de cada dia nos daí hoje” nos comprometemos de usar bem o tempo e as forças para nos ganhar hones­ tamente a vida, segundo o ditado: “Ajudete, que Deus te ajuda”. O jovem procurará estudar, se profissionalizar, buscar o tra­ balho. Seria um zombar de Deus pedir e ficar ociosos, ou esbanjar em gastos su­ pérfluos, até em vícios.E nós padres, de­ vemos ser os primeiros a trabalhar com zelo para o serviço ao povo de Deus. Pedindo “Perdoai, assim com nós perdo­ amos”, pedimos, primeiro, de não sermos permalosos, não fazer de um gato um leão, mas aceitar com espírito esportivo eventu­ ais palavras ou gestos de pouca estima e algumas críticas, às vezes merecidas. Com estes sentimentos o perdão é fácil. E a hu­ mildade de pedir perdão vem natural. A última prece “Não nos deixei cair em tentação” é válida se entendemos dizer: “Ajudai-nos a evitar tentações e perigos”. É claro que é um zombar de Deus rezar assim e depois buscar pornografias na In­ ternet, na TV, nas revistas e vídeos, ou buscar o amigo da maledicência. É como guiar um carro desrespeitando as normas do trânsito. Esta oração contêm um programa de vida cristã que abraça a conduta com Deus, o próximo e consigo mesmo. Re­ zando com fé, o Senhor nos ajuda a ser bons cristãos. E viver o sacerdócio batis­ mal, que nos incorporou a Cristo e nos tornou participante da sua missão evan­ gelizadora, santificadora e pastoral. 3. Sacerdócio ministerial. O Sacramento da Ordem que acrescen­ ta ao sacerdócio comum? Os poderes sa­ cramentais, (como celebrar a Eucaristia) e o poder jurídico de chefiar a comunidade. São poderes grandes e nobres, mas se o presbítero não for uma pessoa humana correta e um bom cristão, ficam como esvaziados e se tornam até uma perigo­ sa fonte de abusos. Ninguém deveria ser ordenado presbítero, se não é um cristão exemplar, que já vive com fervor o sacer­ dócio batismal. Pe. Pio Milpacher Congregação de Jesus Sacerdote

Publicação do Boletim informativo da Diocese de Osasco – Distribuição Gratuita – 9100 Exemplares Bispo Diocesano: Dom Ercílio Turco – Coordenação PASCOM: Pe. Adilson Dias Rampaso Coordenação, Editoração e Revisão: Pe. Reginaldo Machado Hilário – Editoração Eletrônica: Janio Luiz Malacarne Capa: Márcio Paulo Soares de Oliveira – Colaboração: Ir. Maria da Paz Fone: (11) 3683-4522 – Fax: (11) 3683-7071 – Email: bio@diocesedeosasco.com.br – Cx. Postal: 56 – CEP: 06001-970 – Impressão: PAULUS



Novembro/Dezembro 2009


173. Bio - Boletim Informativo da Diocese de Osasco - nov/ dez 2009