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FUNDAÇÃO BIENAL DE SÃO PAULO

HÉLENE MATARAZZO JOÃO DE SCANTIMBURGO OSCAR P. LANDMANN OSWALDO CORRÊA GONÇALVES

Conselho

OTTO HELLER

FRANCISCO MATARAZZO SOBRINHO [1898 - 1977 J PRESIDENTE PERPÉTUO DO CONSELHO

ROBERTO MALUF ROBERTO PINTO DE SOUZA

Conselho de Honra

OSCAR P. LAN DMAN N PRESIDENTE ALEX PERISCINOTO CELSO NEVES

RUBENS JOSÉ MATTOS CUNHA LIMA SÁBATO ANTONIO MAGALDI SEBASTIÃO DE ALMEIDA PRADO SAMPAIO WLADIMIR MURTINHO

EDEMAR CID FERREIRA

14 i5 ,

JORGE EDUARDO STOCKLER

Membros

JORGE WILHEIM

ADOLPHO LEIRNER

JULIO LANDMANN

ALEX PERISCINOTO

LUIZ DIEDERICHSEN VILLARES

ÁLVARO AUGUSTO VIDIGAL

LUIZ FERNANDO RODRIGUES ALVES t

ANDREA SANDRO CALABI

MARIA RODRIGUES ALVES t

ANGELO ANDREA MATARAZZO

ROBERTO MUYLAERT

ANTONIO BIAS BUENO GUILLON ANTONIO HENRIOUE CUNHA BUENO

Conselho de Administração

ÁUREO BONILHA JORGE WILHEIM

PRESIDENTE

MENDEL ARONIS VICE-PRESIDENTE

BEATRIZ PIMENTA CAMARGO BENO SUCHODOLSKI

Membros Vitalícios

CAIO DE ALCÂNTARA MACHADO

BENEDITO JOSÉ SOARES DE MELLO PATI

CARLOS BRATKE

CELSO NEVES

CARLOS FRANCISCO BANDEIRA LINS

ERNST GUENTHER LIPKAU

CESAR GIOBBI

GIANNANDREA MATARAZZO

DAVID FEFFER

i I, '


DAVID ZYLBERSZTAJN

THOMAZ FARKAS

DINÁ LOPES COELHO

WOLFGANG SAUER

EDEMAR CID FERREIRA FÁBIO MAGALHÃES FERNANDO ROBERTO MOREIRA SALLES GILBERTO CHATEAUBRIAND HORÁCIO LAFER PIVA

Diretoria Executiva

CARLOS BRATKE PRESIDENTE LUIZ SALES 10 VICE-PRESIDENTE WOLFGANG SAUER ZOVICE-PRESIDENTE EDSON JORGE ELITO

DIRETOR

JENS OLESEN

MARCELO MAGALHÃES DIRETOR

JORGE WILHEIM

RENÉ PARRINI

DIRETOR

JOSÉ ERMíRIO DE MORAES FILHO JULIO LANDMANN MANOEL FERRAZ WHITAKER SALLES

MARIAH VILLAS BOAS ASSESSORA DA PRESIDÊNCIA

MANOEL FRANCISCO PIRES DA COSTA

GLORIA BAYEUX ASSESSORA CULTURAL

MARCOS ARBAITMAN

LUIZ CARLOS ROBERTO ASSESSOR JURíDICO

MARCOS MORAES

EDISON PAES DE MELO ASSESSOR DE IMPRENSA

MENDEL ARONIS

HUMBERTO ALVES MENDES ASSESSOR DE MARKETING

MIGUEL ALVES PEREIRA

PIETER TH. TJABBES GERENTE DE EVENTOS INTERNACIONAIS

MIGUEL REALE JR.

ERN ESTO TU NEU

PEDRO ARANHA CORRÊA DO LAGO

MAURíCIO MAROUES NETTO GERENTE FINANCEIRO

PEDRO FRANCO PIVA

MARIA RITA MARINHO

PEDRO PAULO DE SENA MADUREIRA RENÉ PARRINI ROBERTO CIVITA ROBERTO DUAILIBI ROBERTO MUYLAERT RUBENS RICÚPERO SALO SEI BEL

GERENTE DE ARQUITETURA E OBRAS

GERENTE-GERAL

Diretores Representantes

MARCOS MENDONÇA SECRETÁRIO DE ESTADO DA CULTURA

MARCO AURÉLIO DE ALMEIDA GRACIA SECRETÁRIO MUNICIPAL DE CULTURA

EMBAIXADOR CELSO LAFER MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES

OCTÁVIO ELíSIO ALVES DE BRITO MINISTÉRIO DA CULTURA


Apoio Cultural/Imprensa

Patrocinadores

CANAL 21

MINISTÉRIO DA CULTURA

GAZETA MERCANTIL

VOTORANTIM

JORNAL DA TARDE

UNISYS

O ESTADO DE SÃO PAULO

ELETROBRÁS

RÁDIO BANDEIRANTES AM

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

RÁDIO BANDEIRANTES FM

IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

RÁDIO CULTURA FM

1 I I

tr

I

RÁDIO TRANSAMÉRICA AM

SECRETARIA DOS TRANSPORTES METROPOLITANOS

RÁDIO TRANSAMÉRICA FM

SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA

REDE TV

COMPANHIA PAULISTA DE TRENS METROPOLITANOS

REVISTA VOGUE SBT

CENTRAL DE OUTDOOR

TV ARTE E CULTURA

EDITORA ABRIL

TV BANDEIRANTES

ESPAÇO

TV CULTURA

EUGENIO MFL

TV GLOBO

FOLHA DE SÃO PAULO LOGOS ENGENHARIA NANOGRAF PROBJETO RIPASA SATIPEL


ARTES VISUAIS Curadoria VITORIA DANIELA BOUSSO E MARIA ALICE MILLlE ANA MARIA TAVARES CAIO REISEWITZ CARLOS MIELE ÉDER SANTOS ELYESER SZTURM JAIR DE SOUZA JOSÉ GUEDES LlNA KIM LUCAS BAMBOZZI MAURíCIO DIAS E WALTER RIEDWEG MIGUEL RIO BRANCO MÔNICA SIMÕES REGINA SILVEIRA RICARDO RIBENBOIM ROCHELLE COSTI ROSÂNGELA RENNÓ 18 19

SÉRGIO ROIZENBLlT SHrRtEY PAES LEME

AROUITETURA CllJ:idoria PEDRO CURY ÂNGELO BUCCI, FERNANDO DE MELLO FRANCJ)# MILTON BRAGA GIANNI TOYOTA & JOE~ PIZZINI. • , ANNÊ MARIE SUMNE~

CAR~

LEITE

I

FRY\tff)CO SPADONI GRUAA - GRUPO DE ESTUDOS DE ASSUNTOS DENISE XAVIER, ALEXANDRE SERRAN JOSÉ MAGALHÃES JR. & JOSÉ CLAUDIO LlBE5KIND, SANDRA L

OUITETÔNICOS NO DEL POZZO, MARIA LUIZA VISONI & MARCELO ZOCCHIO

XAVIER MAGALHÃES

& SAMANTA DE FRANCISCHI CAFARDO

MARIO BISELLI TITO LlVIO FRASCINO & TAKASHI

DESIGN Curadoria MARILI BRANDÃO ALFREDO FARNÉ GRUPO CAMINHO SUAVE [CLAUDIO FERLAUTO, CLAUDIO ROCHA, MARCOS MELLO, NINA, HERBERT, VITCHÉ & OS GÊMEOS] ENZO GRINOVER FERNANDO JAEGER LUCIANA MARTINS & GERSON DE OLIVEIRA MARCELO ROSENBAUM MARINA SHEETIKOFF


1111'

J

, .. CAlÁ LO 60

PRODUÇÃO DA EXPOSiÇÃO Coordenação geral PIETER TH. TJABBES / GLORIA BAYEUX / MARIAH VILLAS BOAS Produção MÔNICA SHIROMA DE CARVALHO /TÂNIA MILLS/YARA KERSTIN RICHTER Coordenação g~ral de montagem ERNESTO TUNEU Supervisão de montagem MELlNA VALENTE / MATHEUS JOSÉ DA COSTA Projeto do espaço expositivo HECTORVIGLlECCA/ LUCIENE OUEL Sinalização HOMEM DE MELO & TRÓiA DESIGN

Coordenação de produção MARI PINI ,Administração CONSUELO ALHO Assistentes DRÉ BRAN ANTONIO BRASILlANO Produção fotográfica FERNANDA GERMEK Pesquisa de frases LuíSA MELO Tradução IZABEL BURBRIDGE / JOHN NORMAN Tratam to de imagem A"NOERSON DE LIMA / EDSO ANA VIRGíNIA TELES ROSSINI Escaner PAPER EXPRESS Papel RIPASA Fotolito e impressão IMESP-IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

Fundação Bienal de São Paulo Parque Ibirapuera Portão 3 04098-900 São Paulo SP Brasil T 5511 55745922 F 55 11 55490230 .bienalsp@uol.com.br


PREFÁCIO MINISTRO DA CULTURA FRANCISCO WEFFORT

23

PREFÁCIO PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO BIENAL DE SÃO PAULO CARLOS BRATKE

24

NÚCLEO ARTES VISUAIS MARIA ALICE MILLlET NÚCLEO ARTES VISUAIS VITORIA DANIELA BOUSSO

39

NÚCLEO ARQUITETURA PEDRO CURY NÚCLEO DESIGN MARILI BRANDÃO

45

ALFREDO FARNÉ TRIBOS

178

ANA MARIA TAVARES CITYSCAPE

182

ANGELO BUCCI/FERNANDO DE MELLO

BRAGAlJOEL PIZZINI/GIANNI TOVOVA

OUTREM

ANNE MARIE SUMNER MAR OE MORROS CAIO REISEWITZ CONOUISTA CARLOS LEITE FRATURAS URBANAS CARLOS MIELE ONONO CíRCULO CLAUDIO LlBESKIND/SANDRA LLOVET I VI ÉDER SANTOS PLANETARIUM ELYESER SZTURM

CAFARDO ENTRE 66

TERREMOTO

98

ENZO GRINOVER PRAÇA ECOLÓGICA FERNANDO JAEGER

BAR DA BIENAL

142

FRANCISCO SPADONI TERRITÓRIOS GRUAA NUMERo[C]loAoE

90 186

GRUPO CAMINHO SUAVE U

138

JAIR DE SOUZA BARRICADA JOSÉ GUEDES RECONSTRUÇÃO 20 21

78

JOSÉ GUEDES MONTECRISTO

114

JOSÉ MAGALHAES JUNIOR/JOSÉ FRANCISCO XAVIER MAGALHÃES TRILHOS URBANOS LlNA KIM

162

BACTÉRIA

LUCAS BAMBOZZll+l AVIDA COMO ELA É <TAXIDERMIA E OUTOOOR>

106

LUCIANA MARTINS/GERSON DE OLIVEIRA PLAYGROUNo

166

MARCELO ROSENBAUM ALÉM 00 GOSTO E 00 BOM GOSTO MARINA SHEETIKOFF UM OLHO NA TESTA MARIO BISELLI

170

GRAMÁTICA URBANA

MAURíCIO DIAS/WALTER RIEDWEG

MEU NOME NA TUA BOCA

122

MIGUEL RIO BRANCO ENTRE OS OLHOS, ODESERTO MÔNICA SIMÕES

TEMPOS OE UMA CIDADE

REGINA SILVEIRA TRANSIT RICARDO RIBENBO/M ROCHELLE COSTI

58

PAISAGENS ORIGINAIS

ROSÂNGELA RENNÓ SÉRIE VERMELHA [MILITARES]

TITO LlVIO FRASCIN

AGRADECIMENTOS PATROCINADORES FICHA TÉCNICA DA 'FICHA TÉCNICA DO

194

PELES E TATUAGENS URBANAS

190 86


35

43

118

102

70

82

130

74

134

94

110

146 174

235


FRANCISCO C. WEFFORT MINISTRO DA CULTURA

50 anos de Bienal de São Paulo 1951. Em São Paulo os ecos da Semana de 22 estavam amortecidos havia muito tempo. No bar do Museu de Arte Moderna, alguns de seus sobreviventes, Oswald de Andrade, Di Cavalcanti e Flávio de Carvalho, s~spiravam seu tédio e contavam aos jovens o que fora a aventura do modernismo paulistano. No mesmo edifício, o Masp também era pequeno e pouco freqüentado. No Bexiga, o TBC iniciava o novo teatro profissional no Brasil e . Zampari planejava a Vera Cruz. Mas o povo da cidade à volta desses poucos centros trabalhava muito, d~rmia cedo e na prática os ignorava . . E eis que de repente aquela pacata cidade foi sacudida por uma descarga elétrica: anunciava-se que, no Trianon, São Paulo hospedaria uma das maiores mostras·de arte do mundo. Uma mostra de dar inveja a Veneza e Tóquio. Como lembra Aldemir Martins, o clima tornou-se de Copa do Mundo e no dia da abertura multidões desfilaram diante do que havia de melhor na arte contemporânea de todos os países. Garçons, motoristas, estudantes e grã-finas davam sua opinião sobre o que achavam da polêmica entre abstratos e figurativos. A cidade nunca mais seria a mesma. A cada dois anos a Bienal parecia maior e melhor. Vieram Guernica, os futuristas, os cubistas, os expressionistas, a arte conceituai, os pop. Vieram os clássicos, os rebeldes, os novos, os grandes críticos, a imprensa mundial. Os artistas brasileiros expunham ao lado da nata da arte internacional, eram convidados na Europa e América. O próprio Ciccillo Matarazzo, ele mesmo. maravilhado com o que criara, escreveu liA arte moderna nos educou".

À sombra da Bienal cresceu o meihor de nossas artes plásticas, revelaram-se alguns de nossos maiores talentos e São Paulo tornou-se um centro importante da arte moderna. Cinqüenta anos depois, madura e forte, ela ainda é o melhor exemplo do que o mecenatismo esclarecido pode fazer pela cultura de um povo. Mais 50 anos de sucesso é o que o Ministério da Cultura deseja para a Bienal de São Paulo.


CARLOS BRATKE PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO BIENAL DE SÃO PAULO

Um olhar para frente! Como comemorar os 50 anos de Bienal e prestar uma justa homenagem a seu criador, Ciccillo Matarazzo? Certamente não seria pela via do retorno e da apologia ao passado, uma vez que o compromisso de Ciccillo sempre foi com o futuro. Sua trajetória tem a marca da ousadia, do espírito empreendedor e, sem dúvida, da coragem e do gosto pelo desafio que o levaram a enfrentar o provincianismo paulistano dos anos 50, rompendo as amarras de seu isolamento cultural e artístico com o impacto da I Bienal. Mais do que realizar um simples ato de celebração, assumimos agora o desafio de promover um evento que, além do caráter retrospectivo, permitisse reafirmar os princípios e o caráter transformador da Bienal e, ao mesmo tempo, refletisse a postura de seu criador: a de olhar sempre à frente de seu tempo. Assim, o evento Bienal 50 Anos - Uma Homenagem a Ciccillo Matarazzo foi estrutura2425

do em dois módulos de exposições: Núcleo Histórico e Núcleo Contemporâneo. O primeiro módulo resgata a história da Bienal dentro de um contexto cultural mais amplo. Uma linha do tempo contempla os 50 anos do maior evento de artes do Brasil, permitindo uma visão de processo, ou seja, da evolução da Bienal em relação às tendências artísticas mundiais, tendo como "pano de fundo" o quadro nacional e internacional da política, da economia e da cultura. Integrada nesse espaço, a exposição Abstracionismos - Premiações da Bienal no Acervo do MAC, que reúne 50 obras entre pinturas, gravuras e esculturas, provenientes

das Bienais e doadas ao Museu de Arte Contemporânea, configura-se como uma oportunid ade para que o público possa apreen der o significado das obras de arte no contexto em que foram geradas e consagradas . Considerando que, desde o início, a Bienal propiciou a saudável e estimulante convivência das artes p-Iásticas, das artes cênicas, das artes gráficas, da música, do cinema, da arquitetura e de outras formas de expressão, reunir novamente algumas dessas áreas da criação assumiu o caráter de resgate simbólico da história da Bienal e, ao

'I


mesmo tempo, converteu-se em uma homenagem àquele que instituiu essa prática. Assim, tendo como proposta norteadora do Núcleo Contemporâneo, objeto deste catálogo, agir sobre o presente por meio de uma visão prQspectiva, princípio este inerente à Bienal, tratou-se de buscar um tema absolutamente atual que agregasse conteúdo a essa ação e provocasse a manifestação dos artistas de três segmentos do universo da arte: artes plásticas, arquitetura e designe Nada mais instigante que a cidade e seu cotidiano: expressão máxima da contemporaneidade que se apresenta ao olhar atento, inquieto e questionador do artista, independentemente da área que representa, como uma Rede de Tensão a ser explorada crítica e criativamente. O resultado aí está. Se, nas primeiras edições da Bienal, as manifestações desses segmentos eram separadas por salas, no evento Bienal 50 Anos não há barreiras, não há fronteiras. Tal como a cidade, revela-se como espaço aglutinador de múltiplas interferências, para dele extrair, digerir e decodificar os signos que fazem parte de nosso dia-a-dia. Há casos em que o artista procura estabelecer deforma poética a relação da arte com a cidade, tal como o fez a escultora Ana Tavares, ao sugerir uma nova espacialidade que extrapola os 'limites físicos da obra para incorporar elementos do cotidiano da cidade e da própria paisagem urbana. Outros optam pela resposta metafórica, como, por exemplo, o arquiteto Tito Livio Frascino, que aborda a fragilidade das metrópoles e seu poder de regeneração por meio de uma "escultura" de alfaces. Assumindo o caráter mais político da "cidade fora dos trilhos", com uma grande e sólida estrutura, José Magalhães, por sua vez, procura denunciar a ausência de políticas públicas. Os aspectos do cotidiano também estão presentes, como nas imagens fortes de Lucas Bambozzi, que explora os paradoxos e os antagonismos da vida urbana da grande metrópole. Enfim, são 34 propostas geradas a partir dos estímulos provocados pela intensidade e complexidade da vida urbana atual. São olhares diversos sobre um mesmo tema, expressos por meio dos mais variados tipos de suportes.


2621


o


MARIA ALICE MILLIET CURADORA

NÚCLEO ARTES VISUAIS

'

A Bienal de São Paulo no trânsito da modernidade A Bienal de São Paulo faz 50

ao produzido pela "abertura

típico e do popular subsistiam

brasileiro a idéia de uma

anos, façanha digna da Bienal

dos portos" de 1808 na

como sanção de brasilidade.

cultura miscigenada expressa

de Veneza, que lhe serviu de

economia do Brasil colonial.

Das vanguardas históricas

no conceito forte de antro-

modelo, hoje velha de mais de

Em ambos os casos, esteve

européias, além dos saldos

pofagia cultural, sua grande contribuição.

um século. A maturidade não

em pauta o jogo do liberalismo

pós-cubistas, do traço expres-

lhe trouxe tranqüilidade.

internacional. "Antes de tudo,

sionista e de uma relativa

Nenhuma fórmula, nenhuma

a Bienal de São Paulo veio

liberdade no uso da cor, pouco

Bienal, como instituição volta-

garantia de sucesso advém de

ampliar os horizontes da arte

tinha sido absorvido. No pro-

da ao intercâmbio cultural

sua longa experiência adquirida

brasileira ... seu primeiro

grama nacionalista não cabia

entre países, não ficou imune

em 24 edições.

resultado foi o de romper o

a arte desvinculada da reali-

ao deslocamento da capital da

O que se tem é uma institui-

círculo fechado em que se

dade; a fixação de uma icono-

cultura de Paris para Nova

ção agitada por glórias

desenrolavam as atividades

grafia genuinamente

York e aos reflexos da chama -

efêmeras e crises crônicas,

artísticas do Brasil, tirando-as

brasileira servia à construção

da guerra fria sobre a política

Nos idos de 50 e 60, a

nunca segura de que vencerá

de um isolacionismo provin-

da nacionalidade. Esse partido

internacional. Contudo,

o próximo biênio e, ainda

ciano"l. De um ciclo a outro, a

levou os modernistas a passar

enquanto o american way of

assim, estimulada a seguir

transição não foi pacífica . O

ao largo das rupturas estéti-

life preenchia rapidamente o

em frente pela repercussão

confronto do nacional versus

cas radicais - a exemplo das

horizonte das aspirações po-

que as exposições internacio-

internacional teve como efeito

propostas por construtivistas

pulares em todo mundo, foi

nais alcançam na crítica e no

imediato a quebra da tradição

e dadaístas - encontrando, na

preciso mais de uma década

público. Paradoxalmente, à

modernista local e a renova-

disposição de retorno à

para que a autoridade cultural

instabilidade institucional

ção da linguagem plástica.

ordem vigente na Europa no

da Europa, especialmente da

contrapõe-se a expectativa

Aconteceu uma mudança de

período entreguerras, uma

França, fosse superada. A

geral de que cada nova versão

paradigmas: a representação

maior afinidade. No Velho

entrada do abstracionismo no

será melhor que a anterior, em

da realidade como forma de

Mundo, a intenção era refrear

Brasil foi, como se sabe ou

novidades e atrações e, por

auto-reconhecimento e afir-

os impulsos transgressores

suspeita, uma ação concertada

que não acrescentar, em

mação nacional acabou por

das vanguardas; aqui se trata-

entre empresários, um mece-

polêmicas. Já dizia Arac~

ser superada por uma estética

va de encampar a moderni-

nato que tinha um olho na

Amaral que a Bienal, tal qual

guiada pela razão objetiva que

dade possível. Em comum,

arte, outro na política; um no

Fênix, renasce das cinzas a

se realiza numa linguagem

havia o interesse pelas parti-

país, outro no mundo. O

cada dois anos. Este esforço

universal sob o signo de uma

cularidades das culturas

arranque para a atualização

continuado não tem sido em

ordem funcional e progres-

regionais traduzido em repre-

de nosso acanhado ambiente

vão. Com meio século de ativi-

sista identificada com a civi-

sentações bastante conven-

cultural só poderia vir de São

dades, a Bienal paulistana,

lização industrial.

cionais. Foi esse modernismo

Paulo, "a locomotiva do

moderado que a Bienal

Brasil", "a cidade que mais

promotora do único evento do

Até então, o modernismo

hemisfério assinalado no

inaugurado em 22, naquela

Internacional pôs em xeque.

cresce no mundo", no dizer

calendário internacional,

,altura em sua segunda gera-

Para além da estética, todo

dos slogans da época. Entre o

detém uma posição ímpar no

ção, vinha cumprindo a missão

um ambiente cultural se

Rio de Janeiro, "cidade mara-

cenário das artes visuais.

de representar a terra e a

desestabiliza, toda uma

vilhosa", e o centro industrial

gente brasileira engajado num

ideologia é posta em questão.

paulista corre o eixo da

importância no país, vale dizer

projeto de configuração da

Quando caiu a preocupação

modernidade.

que o' impacto de sua inaugu -

identidade nacional, no qual

do nacional na arte, rema-

ração em 1951 foiequivalente

as categorias românticas do

nesceu do modernismo

Para dar uma idéia de sua

Coube à Bienal alavancar a virada do gosto. Na década de


50, a instituição fez

brasileira pela racionalidade

Clark nesse sentido foi exem-

estéticas da arte moderna. A

exposições antológicas dos

de suas composições

piar: do questionamento da

propósito, no verão de 70, em

pioneiros da arte moderna.

geométricas e pelo uso inten-

pintura, a que chamou a

Cabo Frio, Mário Pedrosa pro-

Simultaneamente, favoreceu a

cionalmente limitado da cor.

"morte do plano", ela chegou

fetizava: "Não há mais lugar

penetração das linguagens

Por meio da disciplina cons-

ao espaço pleno, porém, não o

nessa sociedade para a arte

visuais não denotativas, as

trutiva, alcançaram o pleno

da escultura tradicional, mas

moderna, com suas exigên-

chamadas abstrações. A

domínio da sintaxe formal.

o de estruturas móveis que

cias de qualidade e não

despeito da resistência dos

Essa redução lingüística

solicitam a participação do

ambigüidade. Uma arte 'pós-

que se aferravam por razões

despojava a criação de qual-

espectador, os Bichos, pelo

moderna' inicia-se. É que

ideológicas à valorização da

quer componente subjetivo,

que recebeu o prêmio da

entre aquela e o povo, a

arte de temática nacional, a

instrumentalizava o artista,

Bienal de 1961.

sociedade de consumo de

O processo autofágico da

massa se interpôs pela comu-

nova geração estava predis-

capacitando-o para a comuni-

posta à renovação da lin-

cação visual, o desenho de

arte moderna chegou para

nicação de massa que deu à

guagem plástica. Entre o alto

objetos de consumo.

alguns artistas neoconcretos

imagem uma força atributiva

modernismo dos epígonos de

Integrava-se, assim, o movi-

à etapa final. A negação da

maior que a palavra, e

Picasso, Matisse ou Braque e

mento concreto ao funciona-

aura da obra de arte, a desma-

forneceu à indústria e ao

as neovanguardas - variantes

lismo adotado pela moderna

terialização do objeto levaram

poder da publicidade suas

da abstração expressiva e

arquitetura brasileira, já reco-

ao esgotamento o projeto cons-

invencíveis armas

informal-, os concretistas

nhecida internacionalmente.

trutivo. Ficou a compreensão

ofensivas"2. Desde então, os

entraram por uma terceiravia,

Não por acaso, compartilhava

da arte como fato social.

procedimentos instaurados

a vertente construtiva da arte

do ideal civilizador subjacente

moderna. A opção pela severa

à construção de Brasília, a

Bienal de 1959 anunciava a

A premiação de Mabe na

guardas foram, eventualmen-

pelas vanguardas e neovan-

orientação da Escola de Ulm,

utopia desenvolvimentista

difusão do informalismo na

te, retomados com sentidos

em detrimento da diluição

que a cidade simboliza, ou

pintura, muito a contragosto

outros, nunca, porém, foram

conciliadora praticada pela

seja, a crença de que o país

dos neoconcretos. Ao findar a

revalidados seus princípios.

Escola de Paris, investiu o

daria um salto para a moder-

década, o meio artístico, pelo

concretismo brasileiro da radi-

nidade. Essa visão positiva, as

menos no eixo Rio/São Paulo,

e Oiticica corresponde, no

A atuação seminal de Clark

calidade própria das van-

contradições internas não

já trabalhava em sincronia

Brasil, à de Joseph Beu~s na

guardas. Fizeram tabula rasa

superadas acabaram por con-

com o andamento da arte

Alemanha. Avessos ao merca-

do passado como não haviam

verter em miragem.

internacional. Quando, em

do, os três aproximaram arte

meados de 60, desmoronou o

e vida, com isso privilegiando

ousado os modernistas de 22

Passada a fase de assimi-

que, preocupados com o mito

lação da estética racionalista,

sonho de que o Brasil

a existência. Ao contrário, o

de origem, recorreram ao indí-

e é necessário admitir, pauta-

chegaria em curto prazo a

contemporâneo Warhol trans-

gena, ao colonial e ao folclóri-

da por uma reprodução um

constituir-se numa sociedade

figurava a si mesmo em pop

coo Com o concretismo, pela

tanto quanto ingênua de

moderna, democrática e

star e reproduzia em suas

primeira vez na história da

princípios e práticas gestados

socialmente mais justa, o

obras os procedimentos da

arte brasileira, a forma e não

no contexto europeu, a elabo-

grupo neoconcreto já havia

cultura de massa. Superada a

o tema concentrava a

ração crítica levou a dissidên-

dispersado. Clark, Oiticica e

postulação do novo como

atenção dos artistas.

cia neoconcreta a avançar

Pape mergulharam num

oposição ao passado, do novo

experiências fundadas no

experimentalismo sem fron-

como progresso, do novo pelo

teiras, em sintonia com a

novo, a inovação para Hélio

Àluz da teoria da Gestalt e dos procedimentos institu-

, questionamento do próprio

cionalizados pela Bauhaus, os

trabalho, em sintonia com as

antiarte e a contracultura. O

não se encontraria numa

concretistas exploraram a

inquietações provocadas pelo

engajamento coletivo, senso-

forma nova, mas no "estado

pura visualidade. Contestaram

ambiente local. Dava assim

rial e lúdico de suas propo-

coletivo de invenção". Essa

a sensualidade, o empirismo e

indícios de que a arte no

sições efêmeras marcou a

meta que assimilav~ a criação

a exuberância tropical tão

Brasil amadurecia soluções

contribuição brasileira para a

à vida estava implícita na

longamente associados à arte

originais. O processo de L~gia

superação das categorias

extensão do conceito de arte


formulado por Beuys. Ao dizer

momento determina a

"qualquer um é artista", ele

fragmentação e a contami-

longa introspecção que

diferença e a alteridade são

No caso brasileiro, finda a

cem não tem barreiras, a

abateu de um só golpe o

nação dos discursos. A arte

corresponde à perda da auto-

como vozes dissonantes que,

exclusivo da arte: a criação

contemporânea enreda-se

estima, ao temor pelo futuro

contrariando a imposição de

autoral. Ainda mais radical,

nessa situação.

que atingiu toda a sociedade

uma fala dominante, buscam

no período pós-Collor, os artis-

instaurar um discurso plural

Lygia deu um corte em toda e

Simplificando, pode-se

qualquer história ao optar por

dizer que as operações que

tas deixam de remexer nas

dentro de um novo interna-

"Viver o presente, a arte sem

realiza derivam de duas ati-

mazelas do eu e nos descami-

cionalismo.

arte". São estratégias que se

tudes distintas: uma resis-

nhos da arte para se voltarem

pode considerar humanistas e

tente, outra permissiva que,

outra vez para o mundo.

a Bienal de São Paulo vem

romanticamente utópicas,

sem entrar em conflito aberto,

Assumem a vida como ela é, a

respondendo aos desafios

nunca ingênuas. Com o mote

se tocam e se repudiam. A

complexidade da existência

que o abalo sucessivo das

"Da adversidade vivemos",

primeira explora os limites da

do homem atual em plena

certezas propõe. Ao contrário

Oiticica fez aflorar, sem

arte moderna, faz esforços

crise da modernidade. Vão

do museu, sua função não é

rodeios, a consciência das

para infundir alguma vida em

buscá-lo em seu habitat, a

preservar o passado, mas sin-

Ao longo desse processo,

limitações impostas pela reali-

formas desprovidas de fun-

metrópole. Sensíveis ao mas-

tonizar o presente e até

dade. Toda crise da moderni-

ção, em conceitos esvaziados

sificado, ao anônimo, ao popu-

mesmo sondar o futuro. Num

dade está aí resumida.

de sentido numa reação à

lar, às culturas "outras" que

mundo em transformação, a

desmaterialização da obra e à

vingam fora dos muros insti-

capacidade de detectar pon-

Boicote (1969), declinou a

dissolução do sujeito.

tucionais, esboçam uma arte

tos de latência no panorama

intenção do nacional na arte

Trabalha questões internas à

atenta às mudanças de per-

da arte mundial, de acatar

que por vezes ressurgia, até

história da arte ou detém-se

cepção do tempo e do espaço,

mudanças, de sintonizar as

porque um meio muito mais

em problemáticas subjetivas

à indiferenciação do real e do

tensões e os anseios do

potente passou a fazê-lo. A

de modo transverso, ambíguo,

virtual que as novas tecnolo-

momento constitui pré-requi-

Depois da Bienal do

televisão invadiu o privado e o

eludindo a imagem, ocultando

gias sugerem. O que se cons-

sitos assimilados pelas

público, regendo a língua, os

a intenção. Muito freqüente-

tata é o retorno da figura pelos

curadorias de suas melhores

costumes, os desejos e as

mente, refugia-se em certo

meios de reprodução da

edições. A Bienal vive de Ljma

aspirações, o bem e o mal:

hermetismo que, sem con-

imagem. Muitas vezes ima-

não-tradição: sua práxis não

tudo passa pelo filtro televisivo.

quistar a empatia do grande

gens tomadas do real pela

se funda numa crença que

A integração do país se fazia

público, faz a delícia dos ini-

fotografia ou pelo vídeo,

recorre, mas se orienta por

pela ampliação da rede de

ciados. A outra postura leva à

depois trabalhadas e editadas

algo incerto que busca; seu

comunicações e pela convi-

suspensão dos interditos.

em computador para, por fim,

caráter é inaugural, sua

vência multicultural nas

Tudo pode.

integrar instalações em que o

condição efêmera, seu

jogo virtual pode vir associado

discurso prospectivo como a

a elementos concretos e

arte de seu tempo.

grandes cidades, pontos de

Potencializando o conceito

convergência do êxodo rural.

d~

Mais uma década e a infor-

Duchamp, transita livremente

acompanhado de sonoriza-

mática veio revolucionar a

pelos domínios do cinema, da

ção. A maioria dos trabalhos

vida do cidadão comum. O

publicidCide, da televisão, da

faz referências sem, contudo,

ready-made instaurado por

mundo ficou menor. Já não é

moda, do design, da arquitetura

buscar filiações, evoca signifi-

preciso sair de casa para

na prática da apropriação, do

cados sem enquadrá-los em

acessar os diversos reper-

deslocamento, da mixagem e

perspectivas críticas, normati-

tórios visuais, do erudito ao

da re-significação. A indistin-

vas ou moralistas. As noções

massificado, do convencional

ção dos campos, a integração

de originalidade, de acaba-

ao transgressor; basta digitar.

das linguagens, tudo isso que

mento, de progressão para

Neste estado acelerado de

compreende o amplo domínio

uma expressão ideal não

culturalização, O leque de pos-

da cultura visual mobiliza sua

encontram lugar na atuali-

sibilidades que se abre a cada

sensibilidade.

dade. O diálogo que estabele-

São Paulo, maio de 2001 1 PEDROSA, Mário. Mundo, homem, arte em crise. São Paulo: Perspectiva, 1986, p. 254. 2 Op.

cit., p. 308.


VITORIA DANIELA BOUSSO

CURADORA

NÚCLEOARTESVISUAIS

Entre o moderno e o contemporâneo: um choque Repensando o papel de reno-

compreensão de proposições

em especular sobre o valor de

donasse o lugar da exposição

vação e atualização nas artes

anteriormente formuladas:

exposição de um objeto manu-

para ocupar o espaço da

trazido pela instauração das

para compreender a contem-

faturado. Sua obra contém o

comunicação. Causar impacto,

primeiras bienais no Brasil -

poraneidade é preciso perce-

repertório indiciai que se en -

ser conhecido, ser um "pop

quando a Bienal de São Paulo

ber onde, quando e como foi

contra nas tendências que o

star" fazia do próprio Warhol

completa SO anos - as primei-

que certos deslocamentos

sucederam: a arte conceituai,

uma rede em si.

ras perguntas que nos vêm à

ocorreram, promovendo

o minimalismo, a pop art, as

III - O assentamento do siste-

cabeça são: que normas

mudanças na arte. Para tanto,

instalações e os happenings.

ma informático, as redes e o fluxo da TV

mudaram, que conceitos

sugerimos a sucessão de qua-

II - O advento Andy Warhol

podem ser questionados e,

tro deslocamentos básicos: a

Se a obra de Duchamp sofreu

sobretudo, como pensar no

atuação de Marcel Duchamp,

dificuldades em acessar a

pluralismo de tendências que

o advento And~ Warhol, o

sociedade de seu tempo e

nos são oferecidas sem

ingresso dos sistemas infor-

necessitou de uma análise

aplicar normas do passado?

máticos e de redes e o deslo-

distanciada para atingir um

Como, se nesse momento de

camento do conceito de

regime de comunicação, a de

atualidade artística já não

indústria cultural.

And~ Warhol - ao contrário -

cabem as noções de evolução

I - A atuação de Marcel

valeu-se dos termos da socie-

ou progressão das formas, se

Duchamp

a expectativa do novo e as

Duchamp realizou uma série

Sua produção fez-se reger

noções de originalidade já se

de operações que tensiona-

pelas leis do mercado, tornan-

tornaram mitos das vanguar-

ram o estatuto da arte mo-

do-se um produto como qual-

das históricas da modernida-

derna, provocando o primeiro

quer outro. Warhol foi o porta-

refletia o impacto do fluxo das

de? Como evitar o limbo e a

deslocamento: abalou a idéia

voz lúdico e satírico da socie-

multidões urbanas sobre a

confusão que assola grande

de vanguarda ao realizar dis-

dade de consumo dos anos

sensibilidade do artista"l.

parte dos críticos e teóricos

tinção entre arte e estética e

60 e 70 em Nova York. Isso

Foram basicamente dois os

em face da atividade artística?

ao propor a indistinção de

dificultou a avaliação de seu

principais fatores que opera-

papéis entre produtores,

valor artístico. Ao abandonar a

ram transformações gradati-

domínio artístico uma espécie

intermediários e consumido-

estética, valeu-se do kitsch,

vas na visualidade até a radi-

de "mix" de diversos valores

res. A arte passou a ser cons-

do mau gosto, da banalidade.

calização e mudança total em

da arte moderna e contempo -

tituída pela linguagem, tradu-

Utilizou os meios de comuni-

nosso modo de "olhar": o avan -

rânea, que se tangenciam e

zindo pensamento no lugar da

cação de massa como suporte

ço tecnológico, que transitou

constituem pontos de pulsão

emoção. Duchamp sacudiu as

e operou por meio da satura-

do advento da fotografia se-

complexos, cujo caráter é de

noções de valor, tempo, lugar

ção de imagens, da repetição

guido do cinema e da televisão,

constante transformação.

e autoria na arte. Para o ar-

em série e da tautologia para

conjugado à expansão mais

Mas o entendimento dos pro-

tista, a estética era uma sim-

refratar seus ícones no vazio.

recente da mídia informática,

cedimentos artísticos da

pies peça no jogo de comu-

A idéia da configuração de

constituíram um importante

atualidade é decorrência da

nicação da arte, que consistia

uma rede fez que aban-

núcleo de transformações;

Encontramos hoje no

dade de consumo moderna.

A crescente convivência das obras de arte com os modos de transmissão midiáticos da informação levou a atividade

I

artística a uma ampliação. Esse processo ocorre na passagem dos anos 70 para os anos 80, mas a idéia de "flu xo" já estava presente na Paris da passagem do século XIX para o século XX por meio da obra de Baudelaire, que "já


~

e o crescimento da população

atuou associando o universo

so arquivo de imagens em cir-

ser arte, incluindo ações cura-

no planeta, que produziu uma

pop à televisão.

culação que encarnam espa-

toriais que levam em conta a

cialidades e temporalidades

transdisciplinaridade. Ainda

série de revoluções no co-

Foi a partir dos anos 70,

tidiano urbano, fazendo que a

com a chegada do homem à

distintas. ( ... ) Parece que a

aceitando que a prática artís-

cultura tivesse sua

Lua e as transmissões via

informática é que irá fornecer

tica questiona a relação do

circulação e consumo am-

satélite, que a cultura eletrô-

o compasso da linguagem na

homem com seu ambiente-

pliados para a escala da

nica se consolidou alterando

passagem do milênio. Em seu

tempo, espaço, transmissões,

indústria cultural.

muito mais a visualidade. É na

interior ressurgem etnias,

lugar da obra e do espectador,

esfera do processo de globa-

regionalismos, culturas.

o que fica intacto é a própria

fotografia e do cinema modifi-

lização que a percepção se

Convivem posturas

arte e o processo de criação.

cou nosso olhar - e nossa

altera; a diluição de fronteiras

avançadas com posições

A esfera da atividade é mes-

forma de ver e perceber nunca

entre próximo e distante, local

arcaicas; preconceito racial e

mo a da arte, mesmo que a

mais foi a mesma -, a tele-

e longínquo, juntamente com

ideais revolucionários;

idéia de "grande arte" propos-

visão, implantada nos anos

a influência da TV, no início

Leonardo da Vinci com Coca-

ta pela Escola de Frankfurt

50 e já consolidada e expandi-

dos anos 80, gerou uma nova

Cola, e assim por diante. Nada

esteja em fase de desmanche.

da na década de 1960, afetou

realidade no mundo das artes

se perde no fluxo globalizado.

Vista sob a ótica da indústria

irremediavelmente o mundo

visuais, alterando sua forma

Vivemos num mundo em tran-

cultural, formulada durante os

das artes plásticas, introdu-

de recepção e produção. É a

sição, marcado pela desorga-

anos 40, a "grande arte"

zindo componentes inteira-

relação de tempo de fruição

nização das fronteiras. Portas

resulta numa diluição dos pro-

mente novos.

que irá mudar, associada ao

se abrem num universo no

cedimentos artísticos da

processo de aceleração da

qual ainda tentamos descobrir

modernidade.

dido por uma sucessão de

publicidade e ao processo de

nossa direção"2.

relações que jorram sem co-

intensificação das instituições

nexão entre elas, sem ponto

culturais que, no final dos

não fazemos mais distinção

tural para uma possível adap-

de partida nem chegada, no

anos 60, deixam de ser reduto

entre gêneros antes separa-

tação dele aos dias de hoje.

fluxo televisivo temos a mes-

da alta cultura para se conver-

dos: artes plásticas, design,

IV - Deslocando o conceito de

cla aleatória de noticiários,

terem em espaços de massa.

arquitetura, cinema e vídeo

indústria cultural

programas de auditório, filmes

Associado a esse fenômeno, o

são todos segmentos de uma

Na época de sua concepção, o

de todos os tipos, espetáculos

museu converteu-se em lugar

mesma cultura visual nas

conceito de indústria cultural

culturais, telenovelas, tudo

de circulação e, para tanto,

metrópoles. Na rede e nos sis-

foi formulado para enfrentar

entrecortado por uma avalan-

contou com a atuação dos

temas informáticos, as dife-

uma situação histórica em

che de comerciais, também

novos curadores. Nos anos 80,

renças entre os segmentos vi-

que a sociedade e a cultura

dissociados, numa invasão

a arte transcendeu os muros

suais são esmagadas e solici-

não mais se organizavam em

sem fim da vida doméstica. Os

institucionais expandindo-se

tam outros códigos, alargando

grupos identificados, passando

artistas da pop art, que tinham

para a rua em performances e

a atividade artística.

a se confundir nas grandes

como referência a linguagem

"grafittis" nas paredes de

da publicidade, foram forma-

metrô ou ainda para os pai-

gorias da arte moderna e as

tou o combate ao otimismo

dos por outro fluxo visual, ain-

néis eletrônicos, outdoors e

da arte contemporânea é des-

irrefletido das luzes, ocultado

da marcado por uma tempora-

espaços inusitados. " ... o fluxo

concertante é porque os

pela utopia do progresso no

lidade menos frenética. Andy

cultural contemporâneo se

rumos atuais da produção de

ideá rio dos iluministas. A

Warhol foi um dos poucos

assemelha a uma babel visual

arte implicam uma mudança

visão purista de uma cultura

artistas de sua geração que

que envolve todos, num imen-

radical da idéia do que vem a

imaculada em sua grandeza

Se o aparecimento da

Se "fluxo" pode ser enten-

Por essas e outras razões

Se o choque entre as cate-

É necessário, então, deslocar o conceito de indústria cul-

massas.

°

conceito represen-


espiritLial- que não cedesse

que medida o conceito - hoje

das históricas e - com exce-

mundo moderno e contem-

a contingências materiais-

- poderia dar conta do intrin-

ção da pop art - sucedidas

porâneo, o fantasma da

viria se somar com uma pro-

cada sistema de organização

pelas vanguardas artísticas

"grande arte", proposto por

blemática de outra ordem: a

social numa sociedade em

transcorridas entre os anos

Adorno e Horkheimer, perse-

cultura implicava diferença,

que a escala das redes de

SO e o final dos anos ?O?

guirá a possibilidade de uma

protesto do particular contra o

relações se torna mais e mais

geral e individualização.

complexa? Seria possível

inevitável conflito de ter de se

abranger toda essa complexi-

render aos processos de can-

o conceito de multidimensio-

dade sob análise de um ponto

taminação impostos pela

guardas históricas e as van-

nalidade regia o campo da

de vista de raiz marxista?

indústria cultural- transfor-

guardas artísticas como

mando-se em simulação-,

parâmetros, correremos o

Para a Escola de Frankfurt,

"grande arte": estava em pau-

Nesse território indefinido

Se a arte hoje esbarra no

legítima percepção da arte e seus processos hoje. Se tomarmos as van-

ta a existência de múltiplos

e difuso em que reside a ex-

quais as alternativas que lhe

risco de ter nossa visão turva-

níveis de significado na obra,

periência artística - hoje in-

restam? O simulacro, por si

da pela ausência de uma

em contraste com a mera

corporada e absorvida pela

só, traz em si uma carga de

ressemantização da arte.

fruição passiva que caracte-

comunicação de massa - po-

negatividade, e geralmente é

Essa ressemantização, aliás,

rizava o entretenimento e os

demos ainda pensar que a

associado à noção de "falso".

vem sendo feita de forma

produtos da indústria cultural:

arte realiza conteúdos dota-

Mas será que não existem ou-

fragmentária entre pen-

"Nos produtos da indústria

dos de um valor intrínseco?

tras formas de entendê-lo?

sadores, críticos e historia-

cultural, os múltiplos níveis

A arte contemporânea

Quando o simulacro é negati-

dores da arte, mas que ainda

não seriam constituídos por

realiza-se de acordo com uma

vo? Quando despotencializa-

requer a junção das partes

significados intrínsecos aos

coerência temporal interior e

do, isto é, destituído de senti-

para a compreensão da com-

requisitos formais de constru-

constitui uma sintaxe que não

do. Mas o simulacro pode, sim,

plexidade que permeia os

ção da obra, mas por níveis ou

obedece a um projeto apriorís-

ter outro caráter positivo.

processos artísticos da arte

efeitos, ou seja, de relações

tico de construção. O trinômio

Quando potencializado, pode

contemporânea.

calculáveis entre estímulos

intenção, processo e síntese

abrir espaço para a per-

emitidos e as percepções ou

ainda pode ser levado em con-

cepção de uma carga simbóli-

condutas dos receptores"3.

ta ou seria melhor refletirmos

ca aprofundada, dotando a

acerca da possibilidade de

arte contemporânea de maior

das nesse meio século afeta-

determinada "perda de con-

densidade.

riam diretamente o alcance

trole" por parte do artista? Na

Mas é aí que reside o abis-

postulado a respeito da indús-

arte inspirada pela sociedade

mo da compreensão da produ-

tria cultural. Se na época da

global, como se situam a pers-

ção de arte contemporânea,

formulação do conceito ele se

pectiva crítica, a dimensão

principalmente entre nós no

referia a um campo abrangen-

simbólica e o significado hu-

Brasil. É no embate entre as

te de difusão e produção de

manista? Que papel a arte

teorias de raiz marxista e as

material simbólico na socie-

estaria cumprindo hoje? Ela é

teorias neoliberais que reside

dade, hoje a indústria cultural

totalmente rendida ao siste-

a problemática. Enquanto

converteu-se em subsistema

ma da rede ou ela opera uma

resistirmos tentando preser-

de um sistema mais amplo: o

função de resistência? Como

var a aura e o mistério da obra

1 PAULA, Maria Lúcia Bueno de. Fluxo visual globalizado e mudanças na percepção. ln: MOREIRA, Alberto da Silva (Org.J Sociedade global: cultura e religião. Petrópolis, São Paulo: Vozes, 1998, p. 33

das redes informáticas. Isso

a obra contemporânea pode

de arte, enquanto não assi-

2 Op cit, p. 45

representa uma diluição con-

substituir a noção de "grande

milarmos o processo de

siderável de seu alcance. Em

arte" proposta pelas vanguar-

passagem operado entre o

Mas as mudanças ocorri-

3 COHN, Gabriel. A atualidade do conceito de Indústria Cultural. ln: op cit, p.21.


PEDRO CURY CURADOR

NÚCLEOARQUITETURA

Bienal 50 Anos - Arquitetura A grande metrópole, a megaci-

sua estrutura organizacional,

seja um mero espectador. Essa

privados e a brusca ruptura que,

dade, as grandes conurbações

espacial e social. Esses conflitos,

experiência será muito impor-

por meio de muros, isola as

humanas, são temas quase que

se mal geridos, podem desembo-

tante para repensar as próximas

construções existentes nos

obrigatórios nos eventos que

car, como de fato ocorre em não

exposições de arquitetura, prin-

lotes, deixando as ruas vazias e

ocorrem pelo mundo, sejam eles

poucos casos, na deterioração da

cipalmente a V Bienal

as praças abandonadas. Outrem

de caráter político, econômico,

qualidade de vida dessas

Internacional de Arquitetura .

[Ângelo Bucci, Fernando de Mello

artístico ôu técnico. Oadvento da

cidades. É preciso repensá-Ias;

informática acelerou o processo

para isso, a visualização de seus

pelos arquitetos foram intrigan-

da globalização das atividades

pontos de tensão e de ruptura é

tes e surpreendentes. Trilhos

centes, mostrados por um carro

humanas, agilizando a troca de

fundamental. Daí nada mais

Urbanos [José Magalhães Jr.)

ferroviário equipado com proje-

informações, o'fluxo e refluxo do

oportuno que o tema básico

conceitua a ausência de políticas

tores de luz, circulando em deter-

As propostas apresentadas

Franco e Milton Braga) utiliza a ferrovia e seus espaços adja-

capital, a tal ponto que a veloci-

nesta comemoração dos 50 anos

públicas para a qualificação da

minado trajeto e transmitindo

dade com que aparecem novas

das bienais seja a metrópole e

vida urbana e a busca de uma

vídeo para a mostra, procurando

idéias e novos valores é a

que os arquitetos estejam par-

direção correta ao desenvolvi-

suscitar um olhar prospectivo

mesllla que pode torná-los ultra -

ticipando, juntamente com os ar-

mento da metrópole. Jardim dos

sobre os espaços e uma inquie-

passados. Isso está fazendo sur-

tistas plásticos e designers

Sentidos [Tito Livio Frascino e

tação quanto ao seu futuro. Terri-

gir, entre outras, uma sensação

desta mostra, se não por outros

Takashi Fukushima) procura

tórios [Francisco Spadoni) faz

de transitoriedade na ordem das

motivos, pelo simples fato de

destacar a fragilidade das

uma reflexão sobre a constituição das cidades como a grande

coisas. Cria-se pensando não em

exercerem sua profissão traba-

grandes metrópoles em sua

sua durabilidade, mas em sua

lhando a cidade e na cidade.

constante autodestruição, ao

obra que o homem realizou para

mesmo tempo em que sugere

sua sobrevivência. Fraturas

condição de efêmero; constrói-se

Oueremos expor arquitetura

sabendo que num tempo não

de uma forma nova, deixar os

sua incrível capacidade de rege-

Urbanas [Carlos Leite) procura

muito longo será substituído por

arquitetos totalmente livres para

neração. Gramática Urbana

fazer uma leitura da metrópole

algo que se imagina novo; vive-

mostrar sua experiência vivida e

[Mario Biselli) propõe uma insta-

contemporânea retalhada,

se o presente preparando-se não

sua visão dos conflitos da metró-

lação em forma de muro, com-

tentando mapear os pontos de

para um futuro distante, mas

pole, utilizando a tecnologia, a

posta de fragmentos da cidade

ruptura no intuito de expor as feridas urbanas.

para um amanhã imediato, nem

forma e os materiais que mais

vertical, nosso horizonte artifi- .

sempre o programado. Essa

lhes convierem, a fim de expres-

cial, mostrando porções das

situação está gerando um clima

sarem suas idéias. Tudo isso

paisagens construídas de nossas

de insegurança, angústia e ten-

deve estar ordenado num plano

cidades que resistem à deterio-

são nas relações dos diversos

global do espaço expositivo, inte-

ração. Numerar cJidade [GRUA-

segmentos de que se compõem

grado com os artistas plásticos e

Grupo de Estudos de Assuntos

os grandes centros urbanos, oca-

designers. Pretendemos trazer

Arquitetônicos) procura revelar e

sionando, por sua vez, a necessi-

para a exposição, de um modo

dissecar, por meio de frases e

dade de se promoverem profun-

mais organizado e através do

imagens, os complexos aspectos

das transformações nas estru-

enfoque dos participantes, o que

da natureza do fenômeno urbano

turas das sociedades contem-

já acontece nas cidades, onde

contemporâneo e a crua reali-

porâneas.

constatamos, a todo momento, a

dade que nos cerca. Mar de

convivência das três áreas: Com

Morras [Anne Marie Sumner) faz

metrópoles mostram-se

isso, temos a intenção de causar

uma reflexão sobre a percepção da paisagem e o território, por

Palco desses conflitos, as

despreparadas para acompanhar

uma empatia e um certo impacto

a velocidade dessas trans-

no público freqüentador, estimu-

intermédio das ondulações da

formações, obrigando-as a pas-

lando e até provocando seu

cidade de São Paulo. Entre

sar por uma reconstrução ou

raciocínio para o entendimento

[Claudio Libeskind, Sandra Vila e

reciclagem, em muitos casos, de

do que está exposto, ou seja,

Samanta Cafardo) procura refletir

uma forma dramática e contra-

temos a preocupação de que o

sobre a segregação cada vez

ditória com o estabelecido em

público participe da mostra e não

maior entre espaços públicos e


MARILI BRANDÃO

CURADORA

NÚCLEOOESIGN

"Não sou contra a ciência, mas contra a distinção entre arte e ciência. Não aceito que o conceito de arte seja a negação do conceito de ciência, mas digo que o contém. O dia em que os artistas - e com este termo entendo todos os homens criativos - tomarem consciência da força revolucionária da arte, entendida como criatividade, entenderão que arte e ciência possuem os mesmos objetivos." Joseph Be u ~s, 1/4/1973, Corriere della Sem

odesign nasce como uma

dade no que se refere à sua

na mostra abordam questões

pensamento criativo para

utopia - a de unir arte e

estrutura e aos materiais

ligadas às metrópoles, seu

assegurar melhor qualidade

indústria e, dessa maneira,

empregados. Hoje, após o

tema geral, e da maior

de vida no planeta.

contribuir para a melhoria de

aparecimento de vários movi-

relevância, se considerarmos

vida das pessoas que pas-

mentos como design orgâni-

que atualmente mais de 50%

Jaeger para o Bar da Bienal

sariam a ter acesso a produ-

co, antidesign, pós-moderno,

da população do planeta vive

tem como princípio a valoriza-

tos concebidos levando-se em

minimalismo e neofunciona-

em áreas urbanas que são

ção de técnicas de produção

consideração questões tecno-

lismo, esse conceito foi aos

hoje protagonistas das

em pequena escala,

lógicas e estéticas, de forma a

poucos sendo substituído por

mudanças sociais e econômi-

executada por moradores da

cumprir adequadamente

padrões relativos, que acei-

cas em andamento.

periferia de São Paulo

determinadas funções. O valor

tam que o design possa ser

do design começa a se acen-

válido somente para determi-

dada é a contribuição do

Janeiro [Favela da Rocinha),

tuar quando, no decorrer do

nadas pessoas em determina-

designer nos temas sociais

que contribuem para aumen-

século XIX, a produção passa

das circunstâncias.

[Bar da Bienal) e ambientais

tar a renda familiar.

A primeira questão abor-

O projeto de Fernando

[Americanópolis) e do Rio de

A comunicação assume

[Praça Ecológica). A segunda

um sistema industrial, um

um valor cada vez mais impor-

questão refere-se à comuni-

as ONGs Coopa-Roca, do Rio

processo que teve início com

tante na sociedade. O objeto

cação visual urbana, seja ela

de Janeiro, e Aldeia do Futuro,

a Revolução Industrial no

de design é portador de signi-

oficial, seja espontânea [U). A

de São Paulo.

século 'XVIII na Inglaterra e

ficados que vão ao encontro

terceira questiona o valor dos

EUA e foi responsável pelo

da necessidade de "ser" e

objetos, produtos que são

1982, é a cooperativa das

surgimento dos centros urba-

"existir" do indivíduo que, por

consumidos não só por sua

artesãs e costureiras da

nos, a partir do deslocamento

meio de objetos e peças de

utilidade, mas também por

Rocinha, a maior favela da

dos camponeses que foram

uso pessoal, cria e transmite

seu valor simbólico [Além do

América Latina, com 180 mil

trabalhar nas indústrias. Por

sua própria identidade. No

Gosto e do Bom Gosto, Tribos,

moradores. O trabalho desen-

ser uma área relacionada à

contexto atual, duas questões

Um Olho no Meio da Testa) e

volvido pela entidade e coor-

indústria, responde também

devem ser privilegiadas pelo

finalmente a questão da lin-

denado por Maria Teresa Leal,

às suas exigências de pro-

designer: maior flexibilidade

guagem do produto que se

educadora e socióloga, tem

dução, marketing e vendas.

lingüística e maior comprome-

aproxima do conceito de arte

como objetivo desenvolver e

O termo "bom design"

timento com os interesses da

[Playground).

comercializar produtos arte-

de um sistema artesanal para

Participam deste projeto

A Coopa-Roca, criada em

imperou até a década de 50,

comunidade, de forma a

quando o funcionalismo pre-

contribuir para a melhoria da

mas da humanidade, mais e

tecidos para a área de vestuá-

dominante ditava que a

qualidade de vida das pessoas

mais os profissionais são

rio e decoração. Um sistema

beleza do objeto era definida

e do planeta.

chamados a atuar de maneira

organizacional de trabalho e

responsável, mobilizando o

uma gestão democrática

por sua utilidade e a honesti-

Os trabalhos apresentados

Diante dos graves proble-

sanais feitos com retalhos de


Por ser a madeira uma ma-

uma alusão irônica à falta de

como preferem ser chamados,

ticipação das mulheres em

téria-prima renovável e biode-

espaços verdes nas cidades.

negando sua pretensão à

todo o processo.

gradável, sua utilização é uma

A comunicação visual

estimulam e valorizam a par-

inclusão no mundo da arte.

opção ambientalmente corre-

urbana é o tema do trabalho U

Utilizam as paredes da cidade

da em 1994, com o objetivo

ta, desde que seja provenien-

(de urbano), do grupo Cami-

para escrever uma linguagem

de oferecer cursos profissio-

te de áreas manejadas corre-

nho Suave (Claudio Ferlauto,

desarticulada da linguagem

nalizantes para jovens resi-

tamente. A questão do desen-

Claudio Rocha, Marcos Mello,

convencional da cultura de

dentes em Americanópolis,

volvimento sustentável passa

Os Gêmeos, Herbert, Vitché e

massa, da lógica do mercado,

uma das zonas mais carentes

necessariamente pela ques-

Nina). A linguagem visual é

do computador e da informáti-

da capital paulista, que apre-

tão da preservação das flores-

instrumento fundamental na

ca, para construir uma lin-

senta grande índice de crimi-

tas, responsáveis não só pela

comunicação e na construção

guagem de sensibilidade e

nalidade. A proposta inicial de

produção de madeira, mas

de identidade das cidades,

emoção. Atentos às

atender os jovens ampliou-se

também pela preservação da

portadoras de uma grande

mudanças sociais e políticas,

para a família, e foi criada a

. biodiversidade, pela qualidade

multiplicidade de culturas que

estão sempre prontos a refle-

Aldeia das Mulheres, com fun-

da água, moderação climática

se expressam por uma grande

tir com sua linguagem, seu

ção de educá-Ias, com cursos

e estabilização do solo.

quantidade de signos, codifi-

protesto. Ograffiti é uma ten-

cados ou não, presentes na

tativa de diálogo, apesar de

A Aldeia do Futuro foi cria-

profissionalizantes (artesana-

A certificação do produto

to, costura e bordado) e cará-

com o selo do Forest

paisagem urbana. Como um

muitas vezes ser entendido

ter formativo. A Aldeia das Mu-

Stewardship Council (FSC)

grande livro, a cidade, seus

como vandalismo, uma

Iheres funciona em área de

garante a procedência da

muros, seus edifícios, suas

necessidade de comunicar a

220 m e atende 120 mulheres

madeira. O FSC é um movi-

ruas, seus becos funcionam

própria existência e diversi-

por semana. A coordenação

mento mundial que oferece

como suporte para todo tipo

dade do mundo do conformis-

desse projeto é da designer

um sistema independente e

de comunicação, da informa-

mo e do consumo imediato.

têxtil Dina Broide. Vale a pena

voluntário de auditoria do ma-

tiva, com nomes de ruas, pra-

Sua presença em várias

lembrar que, se para alguns

nejo de uma unidade de flo-

ças ou sinais de trânsito, à

metrópoles internacionais,

produtos a questão do avanço

resta e concede o selo de cer-

publicitária, que invade de

mais de vinte anos depois de

tecnológico é o diferencial

tificação ao produto final, por

maneira agressiva e sem con-

seu aparecimento em bairros

positivo, para outros, expres-

meio de cadeia de custódia.

trole a paisagem urbana nu-

proletários de Nova Yorque,

sões como "feito a mão", "ex-

Os princípios e critérios de

ma mistura de imagens e tex-

demonstra sua vitalidade.

clusivo" e "feito sob medida"

avaliação de manejo garan-

tos, que aumenta ainda mais

representam diferencial de

tem que a atividade é ambien-

o caos da cidade.

qualidade.

talmente correta, economica-

2

É neste espaço de uso

O Grupo Caminho Suave traz para a mostra uma visão da cidade que une cultura po-

mente viável e social mente

público, em que cada um

pular e erudita. Imagens, tex-

energia elétrica e sinais de

benéfica, promovendo a pre-

procura ferozmente a possibi-

tos, graffitis, cartazes lambe-

aquecimento do planeta, não

servação das florestas.

lidade de comunicar seu pro-

lambe, fotografias e banca de

duto, que atua outro grupo

camelô servem para criar um

Diante da recente crise de

restam dúvidas sobre a neces-

A Praça Ecológica de Enzo

sidade de que cada cidadão

Grinover é composta de ban-

que rejeita a cultura conven-

espaço intrincado, construído

assuma sua parte de respon-

cos em madeira que receberam

cional e propõe uma realidade

com sucatas e painéis de ma-

sabilidade perante questões

o selo de certificação. O reves-

alternativa de comunicação.

deira que recriam a textura

ligadas ao meio ambiente.

timento é em grama sintética,

São "escritores de graffiti",

degradada das cidades e


servem como suporte de

identidade cultural coletiva. A

a retomar esta prática que

consumo elitizado e bairros

leitura da iconografia urbana,

expressão do individualismo

hoje já se expandiu para

de consumo popular. Como

normalmente despercebida

contemporâneo é a igualdade

faixas sociais e etárias mais

numa passarela, os visitantes

por seu habitante que transita

com o grupo e a diferença

amplas. Utilizando metais pre-

são seduzidos a desfilar e

por suas ruas na velocidade

com os demais. "Tribos" con-

ciosos e próteses humanas,

sentir-se integrados no

do automóvel, desatento ao

temporâneas criam identida-

as jóias-piercing são provoca-

mundo mágico da moda.

excesso de informações exis-

des próprias, utilizando como

tivas ao misturarem contes-

tentes. Tal labirinto obriga a

meio de comunicação os obje-

tação e refinamento.

esforços físicos, que incluem

tos. Os sentimentos de identi-

esgueirar-se por becos, olhar

dade e de pertencimento

das antigas preocupações do

produtos que transitam no li-

por frestas, agachar-se para

social apóiam-se cada vez

homem. O valor do vestuário

mite da arte e do designo São

poder atingir espaços que

mais na "cultura da materiali-

ultrapassa suas funções de

composições geométricas

apresentam trabalhos dos

dade" e o objeto deixa de ser

proteção do corpo e funciona

que, livres das responsabili-

oito integrantes do grupo.

somente utilitário para

como elemento ornamental e

dades banais de funcionali-

Como na cidade, é necessária

adquirir funções simbólicas

símbolo de prestígio. O

dade, discursam livremente

uma observação atenta para

de comunicação. Este é o

''fashion design" trabalha com

no campo da estética e da

enxergar os absurdos, o

tema da instalação Tribos, de

valores efêmeros - uma vez

semiologia. Os produtos pre-

nonsense, os excessos, mas

Alfredo Farné, que exemplifica

passada a moda a peça não

sentes em Playground brin-

também a beleza silenciosa e

esta questão por meio de uma

tem mais valor - e elitistas,

cam com valores simbólicos e

expressiva da tipografia, dos

seleção de produtos de

porque excluem de seu uni-

promovem um encadeamento

signos urbanos e dos perso-

design que podemos identifi-

verso os que não têm possi-

de ações lúdicas e interativas

nagens que habitam o mundo

car como pertencentes a

bilidades estéticas ou de con-

com o usuário.

da fantasia urbana.

determinadas "tribos": dos

sumo para participar dessa

As cidades funcionam

conservadores, dos yuppies,

realidade. A corrida conformis-

como grandes receptáculos

dos naturalistas e dos punks.

ta à imitação muitas vezes

para a vida que, construídos

Este é um trabalho que não

esvazia as escolhas de ves-

artificialmente pelo homem,

tem pretensão de apresentar

tuário de seus significados

concentram grande número

um estudo sociológico, mas

originais e movimenta uma

de habitantes com diferentes

funcionar como um estímulo

grande indústria da cópia que,

culturas e interesses. De um

à reflexão. Um projeto que

refazendo peças com quali-

lado, estes aglomerados urba-

também vai ao encontro de

dade e preço inferior, possibili-

nos propiciaram uma grande

um grupo social específico é o

ta a reinserção dos excluídos

liberdade de escolha: onde ir,

trabalho de "piercing" de

no mundo da moda, ainda que

o que comprar, o que comer,

Marina Sheetikoff. O corpo

de maneira ilusória. Marcelo

quem freqüentar. De outro,

também é instrumento de

Rosenbaum levanta essas

porém, aumentaram a insegu-

comunicação, e as sociedades

questões na obra Além do

rança e o medo à solidão.

tribais utilizavam as tatua-

Gosto e do Bom Gosto, com

gens e perfurações para iden-

vídeos que apresentam des-

dos valores e estilos de vida,

tificação de grupo e defesa.

files de estilistas brasileiros

agrupam-se à procura de uma

Os punks foram osprimeiros

contemporâneos, bairros de

Pessoas, com determina-

A estética do corpo é uma

Luciana Martins e Gerson de Oliveira utilizam um léxico de formas geométricas em

Referências bibliográficas BARBERO, Luca Massimo; IOVANE, Giovanni. Pittura Dura - DaI Graffitismo alia Street Art. Milão: Electa, 1999. CENTRO PORTUGUÊS OE DESIGN - Design em Aberto. Porto: Porto Editora, 1993. DOM ERGUE, Denise. Artists Design Furniture. Nova York, Abrams Book, 1984. DORFLES, Gillo. Ultime Tendeze Nell'Arte D'Oggi - Dall'lnformale aI Neo-Oggetuale. Milão: Feltinelli Editare, 1999. ROGERS, Richard; GUMUCHDJIAN, Philip. Città per un Piccolo Pianeta. Itália: Editora Erid'AlKappa, 1997.


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Lewis Carrol, Alice no PaĂ­s das Maravilhas


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DE TENSテグ


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NA INSTA AÇÃO ENT TO, HÁ IMAGENS, O


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EDER SA TOS PLANETARIUM, 2001

VlDEOINSTALAÇÃO (VlDEO INSTAUATION) COMPOSIçlo a: DIREçlo MUSICAI. (COMPOSITION 8< MUSiCAl DlRECTION): PAULO SAN10S OIREçlo DE FOI06IW'IAa: MUSEOL061A [PHOTOGRAPHY OIRECTION Se MUSEOLOGY): EVANDRO ROGERS POEMAS [POEMS): SANDRA PENNUSSISTENTE OE OIREçlo (OIRECTION ASSISTANT): PEDRO VILElA.

6667


SOB O CÉU ESTREL O , SON HO. NESSE PLANE:4 " DEITAR E CEDER A SUGE T HIPNÓTICA DAS IMAGENS, E CADENTES. UM HABILIDOSO JOG ESPELHOS FAZ CIRCULAR FIGU~~"\. SURGEM E DESAPARECEM CO BRANÇAS OU FANTASIAS. A LI POÉTICA DO ONíRICO É AQUI RE PELA TECNOLOGIA ELETRÔNICA,


,NSTALLATlON WITH CHANOEUERS, CRYSTAL, MIRRORS ANO ORAINS)

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EN ZOGRINOVE RPRAÇA ECD LÓ GICA (ECO LO GICA LSO UA RE], 20 O1

BANCOS EM MADEIRA REVESTIDOS DE GRAMA SINTÉTICA [WOODEN BENCH ES COVERED WITH


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PAISAGENS ORIGINAIS (ORIGINAL LANDSCAPES], 2001

REPRODUÇÕES DIGITAIS DE DECALOUESANTIGDS (DIGITAL


ANTES IMAGEM IDEALIZADA E O REAL, FICAMOS COM OS DOIS. MAM


ROCHELLE COSTI

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FRANCISCO SPADONI ~~tI'

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ETAFÓRICO EU PROCES-

ONSTI UIÇ O. A CIDAlJE É UMA IRCUNSTÂNCA. SUA GÊNESE SE DÁ NO CONFLI O ENTRE A NECESSIDADE OE DOMINAÇÃO E O PODER DA INVEN ÃO. DA PRIMEIRA NATUREZ

O HOMEM

RETÉM O CHÃO. NELA TRAÇA SUAS MARCAS E ESTRUTU A A SOCIALIZAÇÃO. É O UGAR OUE ESTRUTU t .NENH telA~S·:

ITOS LUGARES E OLUG R DO LUGAR

. ~ .~DADE: TERRITÓRIOS Fí ICOS, MEN-

'GAM'A8A'5oo QUE SE SUCEDEM, F NDEM, DIS-

PERSAM, DECANTAM. FOCA, POR VEZE , RAíZES OU É

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AS, SUSP NO AS IDÉIAS,

ONHOS SÃO


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SOS FAZ 路

CLIMA OSIMU


,

, JOSE GUEDES

114 115


JOSÉ GUEDES


,...,

TRADUZ A TRANSGRESSAO ENUNCIADORA ,

,

DO ATO EROTICO NO COTIDIANO DA METROPOLE, E A DUPLA DE ARTISTAS O FAZ POR ,...,

MEIO DA SUCESSAO DE RESPOSTAS QUE SE DIFUNDEM EM TEMPORALIDADES DIVER,

SAS. ESTA EM FOCO O TEMPO INTERNO E ,

CAOTICODE CADA PERSONAGEM.

VOE


(BARRICADE), 2001 INSTALAÇÃO MULTIMfolA (MULTIMEDIAINSTALLATlON] COOROENAÇÃO TECNOLÓGICA (COORDINATlON]: ALEXANDRE RIBENBOIM TRILHA SONORA [SOUND TRACK]: PAULO


JAIR DE SOUZA


C HERBERT, VITCHE E OS GEM -

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ANGELO BUCCI, FERNANDO DE MELLO FRANCO, MILTON BRAGA (INTERVENÇÃO URBANA) JOEL PIZZINI EGIANNI TOYOTA (VIDEOINSTALAÇÃO) OUTREM, ZOO1

INSTALAÇÃO MULTIMíDlAE INTERVENÇÃO URBANA [MULTIMEDIA INSTALLATIONANOURBANINTERVENTION ),

PRODUÇÃO [PRODUCTION) : J. S. LOPES TRILHA SONORA [SOUND TRACK): MICHELLE AGNES E NELSON PINTON FILHO


OUTREM ORIGINOU-SE DE UM OLHAR SOBRE OEXTENSO TERRITÓRIO FABRil E FERROVIÁRIO DA METRÓPOLE, SOBRE O QUAL SE PODE DELINEAR UMA PREViSíVEL TRANSFORMAÇÃO. A INTERVENÇÃO URBANA EQUIPA COM PROJETORES DE lUZ UMA COMPOSiÇÃO FERROVIÁRIA DE MANUTENÇÃO QUE PERCORRE O TRAÇO DE UMA ESTRUTURA PRESENTE NA TOTALIDA

A METRÓPOLE. EM MOVIMENTO, IlU

FOR

TUADA OS LUGARES POR O

C

INSTRUMENTO DE MEDIDA PAR SMESURADA.

STAlAÇÃO, UMA PAREDE BRANCA C SUA LINHA CURVA 25 PARES DE "O

N'ÉS DELES, OVISITANTE PODERÁ TER


LO BUCCI, FERNANDO DE MELLO FRANCO, MILTON BRAGA I JOEL PIZZINI EGIANNI TOYOTA

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CAIO RE ISEWITZ

CONOUISTA (CoNQUEST], 2001 INSTALAÇÃO FOTOGRÁFICA (PHOTOGRAPHIC INSTALLATlON)


S COBERTO

A. O OBIL A, GRANDE PAINEL FOTO TO-EONTRASTA COM A IMAGENS DIGITALIZADAS E OS NOMES FANTASIOSaS QUE FLUTUAM NO ESPAÇO. EXTRAíDOS DA PROPAGANDA DE LANÇAMENTO DE EMPREEND


Maison du Soleil


A

,

ROSANGELA REN NO SÉRIE VERMELHA (MILITARES) (RED SERIES - SOLDlERS], 2000

FOTOGRAFIA (PHOTOGRAPHS- LAMINATED lIGHTJET PRINTON FUJI CRYSTALARCHIVE PAPER)


NESTES TRABALHOS DA SÉRIE VE MEL . RENNÓ REALIZA BASICAMENTE DOIS ",..,

O OP RAÇO S: PRIMEIRO TENSIO,-,,-·. . . FOTOGRÁFICO COM A PIN M

MO AUOA

CD · O DI

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ROSÂNGELA RENNÓ

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JOSE MAGALHAES JUNIOR E LUIZ HENRIQUE XAVIER [ TRILHOS [URB~~ RACKS: clrv O

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DISCUSSÃO A

USÊNe

ÚBLICAS PARA AOUAC I URBANA. UMA "CIDADE FORA T ·.~r . OUE PRECISA NCONTRAR SUA DI ~··:;,.RECONOUISTAR OS ESPAÇOS PÚBLIC i

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,ERMITINDO O ENCONTRO, O CONTATO, A ~_'''"~.A..'L· MU ICAÇAO ENTRE PESSOAS. REPENSAR ,.."

..

.~~ Ó O TRANSPORTE COLETIVO, MAS A ESENVOLVIMENTO URBANO ' RILHOS". ÚSI1-


JosÉ MAGALHÃES JÚNIOR EJOSÉ FRANCISCO WIZ HENRIOUE XAVIER

YIER MAGALHÃES


LUCIANA MARTINS E GERSON DE OLIVEIRA PLAYGROUND, 2000 PLAY,

HANGER), CIRANDA, 2000, MESA (TABLE), JOYSTlCK, 2001, REWIND, 2001,

2001, LUMINÁRIAS (LlGHTS)

TAPETE (RUG),

HUEVOS REVUELTOS

(SCRAMBLED EGGSJ, 2000 CABIDEIRO (CLOTHES


LUCIANA MARTINS E GERSON DE OLIVEIRA

168 169

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f fdf.HiR~' fÁNEYE (lN lHE FOREHEAO), 2001 PlERCING DE ÚN&tIA,QUROEDEIfltDEPORCELAJIA(lONGUE PlERCING. GOLO ANO

fJ.=====~=~~i~~=:~f'IIOST!:IESIS} PIPtIN6 DE ORELHA. OURO E RESINA ODON101.ÓGICA (EAR PlERCING. GOLDANO OOONTOLDGICAl RESINE) PlERCING (PIlIJIQGIfAPMS): . . . .OOWZLO


SUAS JÓIAS-PIERCING COLOCAM EM ,..., ,..., QUESTAO AS TRANSFORMAÇOES TRANSGENICAS PROPORCIONADAS PELOS AVAN, ÇOS CIENTIFICOS. PESQUISA A NATUREZA E A ANATOMIA DO CORPO HUMANO NA ,..., CONCEPÇAO DE PEÇAS QUE UNEM ME, TAIS PRECIOSOS E PROTESES HUMANAS A

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VESTI A DE CHAPAS RQUIT T RA E SEU


ANA MARIA TAVARES


RICAR DORIBENBOIM PELES E TATUAGE NS UR BANAS (U RBAN SKI ~O ;A!O OS). 2O01 "" '",",," '" "-'~"ó '''''''''''''''"'''' "'0'' CICATRllES URBANAS I'"''

URBAN SCARS) PERFORMANCE

190 191

DIREÇÃO E COREOGRAFIA [DlRECTlON ANO CHOREOGRAPHY): THELMA BONAVITA


ARTES PLÁSTICAS

Exposições selecionadas

Exposições coletivas selecionadas

2000 Cá entre Nós, Paço das Artes, São Paulo Macau Art Festival, Macau Exit, Chinsenhale Gallery, Londres 1999 Chivas Synergies Art, Casa das Rosas, São Paulo Festival de Video y Artes Electronicas - Vidarte, Cidade do México 199812° Vídeo Brasil Festival de Arte Eletrônica, Sesc-Pompéia, São Paulo 199517'h Festival et Forum International des Nouvelles Irnages, Locarno 23 a Bienal Internacional de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo 1994Panorama da Arte Brasileira, MAM, São Paulo Tokya Video Festival, Tóquio 1994ArteCidade 1: A Cidade sem Janelas, Antigo Matadouro Municipal Vila Mariana, São Paulo 1993 Between Words and Images, MaMA, Nova York 1992 9°Festivallnternacional Videobrasil, São Paulo 1990Arizona Centerfor Media Arts, Arizona World Wide Video Festival, Haia

2000 Cutting Edge, ARCO, Madri

Bibliografia selecionada

VII Bienal de Havana 1999 Panorama de Arte Brasileira, Museu de Arte Moderna, São Paulo 1998 Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro City Canibal, Paço das Artes, São Paulo 1997 ~iversidade da Escultura Brasileira, Instituto Culturalltaú, São Paulo 1994 Bienal Brasil Século XX, Fundação Bienal de São Paulo 1991 XXI Bienal Internacional de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo 1987 XIX Bienal Internacional de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo

OVARVIDEO 2000.5° Festival Nacional de Vídeo de Ovar. Ovar: Ovarvideo, 2000. SILVA, Paulo Henrique. "O videornaker Eder Santos incursiona nas telas de cinema com filme experirnental". Jornal Hoje em Dia, Belo Horizonte, 20.9.1996. VIDEOBRASIL. 12° ell °Festival Internacional de Arte Eletrônica. São Paulo: Videobrasil, 1998/1996.

ANA MARIA TAVARES

BELO HORIZONTE, MG, 195B. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO

GRADUAÇÃO EM BELAS-ARTES PELA UFMG, 1977, MESTRADO EM ESCULTURA PELA SCHOOL DF THE ART INSTITUTE DF CHICAGO, 1984-1986 E DOUTORADO PELA ECA-USP, SÃO PAULO. A ARTISTA INTERESSA-SE POR INVESTIGAR AS RELAÇÕES DA ARTE COM A ESPACIALlDADE EA ARQUITETURA; UMA INQUIETAÇÃO ACERCA DE QUAL SERIA O''LUGAR DA ARTE" NA CONTEMPORANEIDADE NORTEIA SUA POÉTICA. TRABALHANDO NO TRIDIMENSIONAL, CONSAGRA-SE HOJE COMO UMA DAS GRANDES ARTISTAS DA CENA CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA. Exposições individuais selecionadas 2000 Projeto Zona Instável, Parque Lage, Rio de Janeiro

1998 Relax'o'visions, Museu Brasileiro da Escultura, São Paulo 1997 Porto Pampulha, Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte

1995 Rotatórios, Galeria Milan, São Paulo 1994 Chicotes, Paço Imperial, Rio de Janeiro

1985 Superior Street Gallery, Chicago

Bibliografia selecionada

AMARAL, Aracy. "Quatro artistas". ln: Arte híbrida. Rio de Janeiro: Funarte; São Paulo: MAM; Porto Alegre: Espaço Cultural BFB, 1989. BARROS, Stella Teixeira de. "Ana Maria Tavares". Galeria, Revista de Arte, ed. 23, São Paulo. CHIARELLI, Tadeu. "Ana Maria Tavares e o cerco da arte". ln: Ana Maria Tavares. São Paulo: Gabinete de Arte Raquel Arnaud, 1990. LAGNADO, Lisette. "Entre o desenho e a escultura". ln: Entre o desenho e a escultura. São Paulo: MAM, 1995. MAGALHÃES, Fábio. Ana Maria Tavares: objetos e interferências. São Paulo: Pinacoteca do Estado, 1982. TAVARES, Ana Maria. XXI Bienal Internacional de São Paulo. São Paulo: Marca d'Água, 1991.

CAIO REISEWITZ

SÃO PAULO, sp, 1967. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO.

FORMADO EM COMUNICAÇÃO VISUAL PELA FUNDAÇÃO ARMANDO ÂLVARES PENTEADO (FAAP), SÃO PAULO, E EM ARTES PLÂSTICAS COM ESPECIALIZAÇÃO EM FOTOGRAFIA PELA UNIVERSIDADE OE MAINZ, ALEMANHA. CAIO REISEWITZ UTILIZA-SE DO MEIO FOTOGRÁFICO PARA CRIAR OUTRAS INSTÂNCIAS DE DISCURSO PLÁSTICO. POR VEZES, VALE-SE DA FOTOGRAFIA COMO REGISTRO PARA TRAZER À TONA DISCUSSÕES SOBRE COMPORTAMENTO SOCIAL; EM OUTROS MOMENTOS, ADENTRA UM CAMPO SUTIL ELIMINANDO O REFERENTE PARA FORMULAR UM DIÁLOGO TENSO ENTRE OOBJETIVO E A IMAGEM RETRABALHADA. Exposições individuais selecionadas 2000 Temporada de Projetas 1999-2000, Paço das Artes, São Paulo 1997 Alies Deutschland Fachbereich Bildende Kunst Mainz, Alemanha . 1995242-1 Caio Reisewitz Trabalhos Fotográficos, Centro Cultural São Paulo, São Paulo

Sites http://www.eai.org http://www.emvideo.com.br

ELYESER SZTURM

GOIÂNIA, GO, 1958. VIVE E TRABALHA EM BRASíLIA

FORMADO EM FILOSOFIA PELA UFG, 1984. MESTRADO E DOUTORADO EM TEORIA E PRÁTICA DAS ARTES PLÁSTICAS PELA UNIVERSITÉ DE PARIS VIII, 1990/1994. SZTURM VEM REALIZANDO UMA AMPLA PESQUISA NA ÁREA DE VIDEOARTE, ABRINDO UM LEQUE DE QUESTÕES EXISTENCIAIS: ORA SE REFERE Â PAISAGEM COMO ESPAÇO SIMBÓLICO VIVIDO, ORA ABORDA O UNIVERSO PSICOLÓGICO, COLOCANDO EM PAUTA RELAÇÕES FAMILIARES EAMOROSAS. Exposições individuais selecionadas 2001 Horizonte Chão, Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio, Brasília Museu de Arte

Contemporânea de Goiás, Goiânia 2000 Galeria Sérgio Milliet, Funarte, Palácio Gustavo Capanema, Rio de Janeiro 1996 Oumram, Etc., Galeria Athos Bulcão, Brasília 1992 Objects, Galerie du Haut Pavé, Paris Exposições coletivas selecionadas

20002° FICA - Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, Cidade de Goiás [Dúvida: ok local?] 1998 Panorama das Artes Visuais no Distrito Federal, Galeria Athos Bulcão, Brasília 1997 Reinvenção da Paisagem, Espaço Cultural 508 Sul, Brasília 1992 Locus Suspectus, la Ligne-/'object, Galerie du Haut Pavé, Paris Bibliografia selecionada

BOUSSO, Vitória Daniela. 7° Salão da Bahia. Salvador: Museu de Arte Moderna da Bahia, 2001. COCCHIARALE, Fernando. Elyeser Szturm. Brasília: Arte XXI, 2001. FREITAS, Grace de. Elyeser Szturm. Rio de Janeiro: Funarte, 2000. SALLES, Evandro. Elyeser Szturm. Rio de Janeiro: Funarte, 2000.

Exposições coletivas selecionadas

JAIR DE SOUZA RIO DE JANEIRO, RJ, 1947. VIVE E TRABALHA NO RIO DE JANEIRO.

2001 No Arco das Rosas, Casa das Rosas, São Paulo

FORMADO EM COMUNICAÇÃO VISUAL PELA ÉCOLE NATIONALE SUPÉRIEURE DESARTS DÉCORATIFS, PARIS (ENSAD), 1979. CERTIFICADO EM CINEMA EVíDEO PELO MUSÉÉ DE t:HOMME/SORBONNE, PARIS, 1974. REALIZOU OPROJETO GRÁFICO DA INAUGURAÇÃO DA BIBLIOTECA DE MULTIMíDIA DO CENTRO GEORGES POMPIDOU, PARIS. ATUALMENTE DIRIGE AVINTE ZERO UM, ONDE FAZ TRABALHOS EM CINEMA E TV, PROJETOS EDITORIAIS, IDENTIDADE VISUAL, INTERNET E INSTALAÇÃO CENOGRÁFICA. SEU TRABALHO REFLETE SUA FORMAÇÃO MULTIMíDIA EM ARTE, DESIGN, CINEMA E PROPAGANDA. TRABALHANDO A PARTIR DE FORTE BASE CONCEllUAL, CRIA PROJETOS, ESPAÇOS-IDÉIA, AMBIENTES CENOGRÁFICOS E SENSORIAIS, EM QUE ELEMENTOS COMO VOLUME, SOM E LUZ PROPICIAM A PARTICIPAÇÃO DO PÚBLICO. ATUALMENTE ENVOLVIDO COM A CRIAçÃO PARA A WEB, CONCEBEU E COORDENOU OPREMIADO WWWMYCITY.COM.BR, PROJETO MULTI CULTURAL DE WEBART QUE REÚNE CERCA DE 53 CIDADES VIRTUAIS DOS 5 CONTINENTES.

O Olharem Movimento, Itaú Cultural, Brasília 2000 Fim do Milênio. Os Anos 90 no Acervo do MAM, Museu de Arte Moderna de São Paulo Pose Detida, Oficina Cultural Oswald Andrade, São Paulo Projeto Rumos Visuais: Itaú Cultural, Instituto Culturalltaú, São Paulo; Fundação Joaquim Nabuco,

Recife; Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Fortaleza Território Expandido: Prêmio Multicultural Estadão, Sesc- Pompéia, São Paulo

1995 Neun aus Mainz (Nove de Mainz), Galerie Wyspa, Danzing 1995 Oie Farbe WeiB (A Cor Branca), Kulturgeschichtliches Museum, Osnabrück Bibliografia selecionada

CHIARELLI, Tadeu. Imagem experimental. São Paulo: Museu de Arte Moderna, 2000. MORAES, Angélica de. "O real e o reflexo". ln: Prêmio Multicultural Estadão. São Paulo: Sesc- Pompéia, 2000. VIEGAS, Camila. "Caio Reisewitz no Centro Cultural São Paulo". O Estado de São Paulo, out. 1995. ZACCAGNINI, Carla. Temporada de Projetas 1999-2000. São Paulo: Paço das Artes, 2000.

CARLOS MIELE

SÃO PAULO,1964. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO.

FORMADO EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS PELA FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS, 1986. O ARTISTA MULTIMíDIA CARLOS MIELE OPERA AS NOVAS MíDIAS PARA CONSTRUIR, POR MEIO DE IMAGENS CRIADAS OU REPROCESSADAS, UM UNIVERSO QUE ALUDE Â PROBLEMATIZAÇÃO DA VIDA NAS GRANDES METRÓPOLES, ENFOCANDO O CONTRA-SENSO DA DIFERENÇA ENTRE ELITES E EXCLUíDOS E SUAS DECORRÊNCIAS, TAIS COMO A VIOLÊNCIA EA MISERABILlDADE NAS RUAS.

Exposições selecionadas 2000 www.mycity.com.br. internet, Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona; Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro 1998 4 a Bienal de Design Gráfico, São Paulo 1993 Rio Gráfico 1, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro Coca-Cola 50 Anos com Arte, MAM, São Paulo; MAM, Rio de Janeiro; Palácio das Artes, Belo Horizonte Exposição Internacional de Sevilha, Sevilha Bibliografia selecionada

VIOTTI, Eduardo. 5 Anos de Oesign Gráfico no Brasil. São Paulo: Market Press Editora, 2000.

Exposições individuais selecionadas

JOSÉ GUEDES

2001 Os Redundantes e as Elites das Cavernas, Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Fortaleza 2000 Os Redundantes e as Elites das Cavernas, Paço das Artes, São Paulo

FORMADO EM DIREITO PELA UNIVERSIDADE DE FORTALEZA, 1983. AUTODIDATA EM ARTES PLÁSTICAS. INICIALMENTE ATUANDO COMO PINTOR, INTERESSA-SE GRADUALMENTE PELA FOTOGRAFIA, QUE INCORPORA A PARTIR DE 1995. ESSA TRANSiÇÃO, NO ENTANTO, NÃO ENCERRA A QUESTÃO DA PINTURA NA POÉTICA DO ARTISTA; AO CONTRÁRIO, PASSA A GERAR UM CAMPO DE TENSÕES ENTRE AS DUAS LINGUAGENS QUE OARTISTA ASSIMILA EM COMPOSiÇÕES QUE APRESENTAM UM REPERTÓRIO CENTRADO NA PROBLEMÁTICA URBANA.

Exposições coletivas selecionadas 2000500 Anos Oesign, Pinacoteca do Estado, São Paulo

1999 Contaminação, Museu da Imagem e do Som, São Paulo 1998 Iconoc/astias Culturais, Casa das Rosas, São Paulo 1997 Recic/arte, Parque Lage, Rio de Janeiro Bibliografia selecionada

BOUSSO, Vitoria Daniela. "Obra em trânsito". ln: Os redundantes e as elites das cavernas. São Paulo: Paço das Artes, 2000. MORAES, Angélica de. "Molduras para o desejo". ln Contemporânea Carias Miele. São Paulo: Cosac & Naify, 1999. NADDAF, Ana. "Redundantes e elitizados". O Povo, Fortaleza, 11.10.2000.

ÉDER SANTOS

BELO HORIZONTE, MG, 1960. VIVE E TRABALHA EM BELO HORIZONTE

FORMADO EM BELAS-ARTES PELA UFMG, 1988. DESDE 1989 PRODUZIU MAIS DE 30 APRESENTAÇÕES DE INSTALAÇÕES EVíDEOS. OS VíDEOS DE ÉDER SANTOS APONTAM PARA UMA REINTERPRETAÇÃO DA IDENTIDADE CULTURAL BRASILEIRA AO MESCLAR O PESSOAL, O CULTURAL E O TECNOLÓGICO. EVOCA OS RITMOS E AS TEXTURAS DA MEMÓRIA E HISTÓRIA, CRIANDO DIVERSAS LINGUAGENS VISUAIS, UTILIZANDO DA MíDIA DIGITAL AO SUPER-8.

FORTALEZA, CE, 1958. VIVE E TRABALHA EM FORTALEZA, CE

Exposições individuais selecionadas

1999 Moradia, Galeria Vicente do Rêgo Monteiro, Fundaj, Recife Modulables, Galerie Claude Dorval, Paris 1998 Mineral-vegetal, Galeria Nara Roesler, São Paulo 1996 Mônica Filgueiras Galeria de Arte, São Paulo 1993 Idéia Galeria de Arte, Rio de Janeiro Exposições coletivas selecionadas 2000 Panorama da Arte Brasileira, MAC-Niterói, Rio de Janeiro

1999 Tradición e Innovation en Brasil, Centro Cultural de Espanha, Chile Panorama da Arte Brasileira, MAM, São Paulo 1998 15° Salão Nacional de Artes Plásticas, Funarte/MAM, Rio de Janeiro 1997 Salão Nacional Victor Meirelles, Florianópolis Bibliografia selecionada

ANJOS, Moacir dos. "Apenas pintura". ln: Panorama da Arte Brasileira, São Paulo: MAM, 1999, p. 155. ARAÚJO, Olívio Tavares. "Un art clair, simple et sur de lui-même".ln: Modulables. Paris: Galerie Claude Dorval, 1999.


CHIARELLI. Tadeu. "A cor. a luz e o plano. entre a pintura e a fotografia". Panorama. da Arte Brasileira. São Paulo: MAM. 1999. pp. 31-32. FARIAS. Agnaldo. Mineral-vegetal. São Paulo: Galeria Nara Roesler. 1997.

Arte/Cidade. São Paulo

1995 Oevotionalia. Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Museé d'Art Moderne et Contemporain. Genebra; Kaskadenkondensator. Basiléia

1995 Innendiest. Zurique

UNA KIM

SÃO PAULO. 1965. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO.

FORMADA EM ARTES PLÁSTICAS PELA FAAP. 1986. ESTUOOS NA ART STUDENTS LEAGUE OF NEW YORK. A NOÇÃO DE PERMANÊNCIA É OLEITMOT/V NA OBRA DE LlNA KIM. OPERANDO ARTICULAÇÕES CONCEITUAIS SOBRE MATERIAIS DISTINTOS. AARTISTA CRIA UM JOGO DE INSTABILIDADE SOBRE PADRÕES ESTABELECIDOS ACERCA TANTO DO OBJETO ARTíSTICO QUANTO DOS DBJETOS COMUNS E ORDINÁRIOS QUE FUNCIONAM COMO TESTEMUNHOS MATERIAIS DAS CONVENÇÕES ECONÓMICAS ESOCIAIS. LANÇAR A DÚVIDA SOBRE A PERMANÊNCIA DO DBJETO ARTíSTICO. ORDINÁRIO OU

Pontos de Interrogação. Galeria de Arte Centro Cultural Cândido Mendes. Rio de Janeiro; Kunsthalle. Berna Bibliografia selecionada BIANCHI. Paolo. Maurício Dias & Walter Riedwig: Ouerschnitte Durch die Realitat, Lebenskunstwerke. Berlim: Kunstforum International. 1998. JACOB. Mary Jane (ed.) Conversations at the cast/e-changing audiences at contemparary art. Massachusetts/Londres: MIT Press. 1998. LÓPEZ. Sebastiàn; Sherlock. Maureen; Wolthat. Martina et. alI. Maurício Dias & Walter Riedwig: collection

PRECIOSO. RELEMBRA TAMBÉM OACASO DE UM LANCE DE DADOS. QUE DESESTABILIZA A PRÓPRIA NOÇÃO DE UM PROJETO. OU PERMANÊNCIA DA POSiÇÃO DO ARTISTA DIANTE DO MUNDO. Exposições individuais selecionadas

cahier d'artistes. Suíça: PRO HELVETIA/Lars Mgller Verlag. 1997.

1995 Galeria Camargo Vilaça. São Paulo 1994 Marjatta Oja Open Studio. Helsinque

MIGUEL RIO BRANCO ILHAS CANÁRIAS, ESPANHA, 1946. VIVE E TRABALHA NO RIO DE JANEIRO, RJ.

1993 Aos Teus Pés. Sesc-Pompéia. São Paulo Exposições coletivas selecionadas

FOTÓGRAFO. ESTUDOU NO NEW YORK INSTITUTE OF PHOTOGRAPHY E NA ESCOLA SUPERIOR DE DESENHO INDUSTRIAL. RIO DE JANEIRO. 1968.

2001 O Fio da Trama. Museo dei Barrio. Nova York

OTRABALHO FOTOGRÁFICO DO ARTISTA CARACTERIZA-SE PELA QUALIDADE PICTÓRICA QUE EMPRESTAÀ SUA PRODUÇÃO.

1999 Acima do Bem e do Mal. Paço das Artes. São Paulo

PARTICULARMENTE NO USO QUE FAZ DA LUZ E DA COR. MUITAS VEZES CONSEGUINDO UM EFEITO SIMBÓLICO. SEU OBJETO É ESSENCIALMENTE OTIPO HUMANO DO COTIDIANO URBANO. QUE REGISTRA COM CRUEZA E BELEZA DISTANCIADA EM SUAS COMPOSiÇÕES DE SOFISTICADO ACABAMENTO.

1998 A Gravura como Escultura. MAM. São Paulo

1996 Reconstruciones. Museu Nacional de Belas Artes Juan Manoel Blanes. Montevidéu 1995 Lux Sonar. Helsingin Taidehalli. Helsinque 1994 Espelhos e Sombras. MAM. São Paulo; Centro Cultural Banco do Brasil. Rio de Janeiro Bibliografia selecionada

AMARAL. Aracy. Espelhos e sombras. MAM: São Paulo. 1994. BOUSSO. Daniela.lntervalos. São Paulo: Paço das Artes. 1997. _ _ _ _ _. Acima do bem e do mal. São Paulo: Paço das Artes. 1999.

MELLADO. Justo Pastor. Pelo espelho. São Paulo: Galeria Baró Senna. 1999. MILLlET. Maria Alice. Entre objetos. São Paulo: Galeria Nara Roesler. 1994.

Exposições individuais selecionadas

2000 Patrick de Brock Gallery. Knokke. Bélgica 1999 Galeria Módulo. Lisboa 1998 Rena Branstein Galler~. San Francisco Galeria Camargo Vi laça. São Paulo

1997 Museu de Arte Moderna. Salvador 1995 Museu de Arte Moderna. Rio de Janeiro 1995 Out of Nowhere. IFA Gallery. Stuttgart Exposições coletivas selecionadas

LUCAS BAMBOZZI MATÃO, SP, 1965. VIVE E TRABALHA r;NTRE LONDRES E SÃO PAULO

20003" Bienal Internacional de Fotografia. Fundação Cultural de Curitiba

FORMADO EM COMUNICAÇÃO SOCIAL/JORNALISMO PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS [UFMG). 1988. MESTRANDO EM FILOSOFIA NO CENTRO CAIIA-STAR (CENTRE FOR ADVANCED INQUIRY lN THE INTERACTIVE ARTS -

1999 Amnesia. The Contemporary Arts Center. Cincinnati

SCIENCE. TECHNOLDGY & ART RESEARCH). REINO UNIDO. BOLSA VITAE PELO PROJETO TORMENTOS. FUNDAÇÃO VITAE, SP. 1996. TRABALHA EM VÁRIAS MíDlAS E SUPORTES. TENDO CONSTRUíDO UM CORPO CONSISTENTE DE OBRAS EM VíDEO. FILME. INSTALAÇÃO. SITE-SPECIFIC. PROJETOS INTERATIVOS. INTERNET E CD-ROM. FREQÜENTEMENTE PREMIADAS E JÁ EXIBIDAS EM MAIS DE 20 PAíSES. LUCAS BAMBOZZl TRAZ EM SEUS VíDEOS UMA TRANSPOSiÇÃO DO CONCEITO DO PORTRAIT PARA IMAGENS EM MOVIMENTO. PROCURANDO RETRATAR AS PARTICULARIDADES DA VIDA PRIVADA COTIDIANA E SEUS PARADOXOS E ANTAGONISMOS INSERIDOS NO CONTEXTO DO CAOS URBANO. Exposições selecionadas

2000 18° World Wide Video Festival. instalação Priva te Conversation. Amsterdã VII Bienal de Havana

1998 XXIV Bienal de São Paulo. Fundação Bienal de São Paulo Exterminating Angel. Galerie Ghislaine Hussenot. Paris 1997 Between the Eyes the Desert. Site '97. San Diego 1995 Prospect 96. Kunstverein. Frankfurt

1995 Panorama de Arte Brasileira. MAM. São Paulo; MAM. Rio de Janeiro Bibliografia selecionada

CANONGIA. Ligia. Out of nowhere. Rio de Janeiro: Museu de Arte Moderna. 1995. LENS. Iris e STEMPEL. Karin. Von Nirgendwoher. Alemanha: IFA. Institut für Auslandsbezienhungen. 1995. LEVI-STRAUSS. David. "Smoking mirrors".Artforum. verão 1997.

MÔNICA SIMÕES SALVADOR, BA, 1955. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO

3,d International Media Art Festival"offline@online"lntimate Technologies dig_in_time. Parnu New Art

FORMADA EM HISTÓRIA PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA. 1977. CURSOU A ESCOLA SUPERIOR DE ARTE E MíDIA

Museum. Estônia

DE COLÓNIA. ALEMANHA. 1996. PESQUISADORA DESDE OS ANOS 70. TEM ATUADO COMO ARTISTA. FOTÓGRAFA E VIDEOMAKER. DESDE 1988 DESENVOLVE

10° ISEA -Inter-Society for the Electronic Arts. Paris Exit -International Film and Video. Chisenhale Gallery. Londres Crossing the Border. Podewil/Berliner Kulturveranstaltungs, Berlim

VíDEOS EM QUE ABORDA O COMPORTAMENTO DA SOCIEDADE BAIANA. TENDO COMO PANO DE FUNDO A CIDADE DE SALVADOR. SEUS VíDEOS TÊM SIDO VEICULADOS NAS PRINCIPAIS REDES DE TV DA BAHIA E EM REDE NACIONAL PELA TV CULTURA.

Phillips Eletromídia da Arte. vídeo para 40 painéis eletrônicos em 12 cidades no Brasil

Exposições selecionadas

1999 Bolsa Virtuose - Ministério da Cultura - residência artística no Centro CAiiA-STAR. Reino Unido

Experimentos Tropicais. MoMA. Nova York 1998 City Canibal; Paço das Artes. São Paulo Viagens. Itaú Cultural. São Paulo 1997 Arte e Tecnologia - Mediações. Itaú Cultural. São Paulo Arte/Cidade 3: A Cidade e Suas Histórias. São Paulo

1995 Excesso. Paço das Artes. São Paulo 1995 5eme Semaine Internationale de Video-Saint Gervais. Genebra 1994 l'ce Manifestation Internacionale Video et Art Electronique. Montreal Arte/Cidade I: A Cidade sem Janelas. São Paulo 1992 Videoart Screenings. vídeo Lave Stories. Centre Georges Pompidou/ A Bao A Qou - Paris Bibliografia selecionada

HOLTROP. Lies. 1B'h World Wide Vide o Festival. Amsterdã: WWVF, 2000. MACHADO. Arlindo. VideoAutor: Lucas Bambozzi. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil. 1997. MELLO. Christine. Conexões processuais no vídeo: estudo sobre a gênese de Lave Stories de Lucas Bambozzi. Dissertação de mestrado. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica (PUC). 1999. PEIXOTO. Nelson Brissac. Arte/Cidade 3: a cidade e suas histórias. São Paulo. 1998.-

MAURíCIO DIAS E WALTER RIEDWEG MAURíCIO DIAS RIO OE JANEIRO, RJ, 1964 FORMADO EM BELAS-ARTES PELA UFRJ. RIO DE JANEIRO; ESPECIALIZAÇÃO EM ARTES VISUAIS PELA SCHÜLE FÜR GESTALTUNG. BASEL. ALEMANHA. WALTER RIEDWEG LUCERNA. SUíÇA, 1955. FORMADO EM MÚSICA E TEATRO PELA MUSIKAKADEMIE. LUCERNA. OS ARTISTAS TRABALHAM JUNTOS DESDE 1993. UNINDO SUAS RESPECTIVAS EXPERIÊNCIAS EM ARTES VISUAIS E MÚSICAlTEATRO/PERFORMANCE. ASSIM COMO NA ÁREA DE EDUCAÇÃO. EM PROJETOS INTERATIVOS DE ARTE PÚBLICA. TÊM SEU FOCO DE INTERESSE GRADUALMENTE VOLTADO PARA A ESFERA DO SOCIAL. DETENDO-SE SOBRE INVESTIGAÇÕES ACERi:A DO COMPORTAMENTO E RELACIONAMENTO HUMANO NO CONTEXTO URBANO. NA BUSCA DE RELACIONAR OINDIVíDUO E O CORPO SOCIAL NO QUAL SE INSERE. PROCURAM DESENHAR CONCEITOS EM QUE O PÚBLICO VÊ SUAS QUESTÕES REFLETIDAS. DE FORMA A ESTIMULAR SUA PARTICIPAÇÃO NA OBRA. Exposições selecionadas

2000 Insite 2000. EUA/México

2000 Mostra Videoautor. Centro Cultural Banco do Brasil. Rio de Janeiro Uma Cidade. Museu da Imagem e do Som. São Paulo Lambe-lambe. Galeria Pierre Verger. Salvador 1995 Ouilombos Urbanos. Vídeo Brasil. São Paulo 1991 Código de Hamurabi. Jornada de Cinema da Bahia 1988 Eu Sou Neguinha? Women in America. Film and Video Festival. São Francisco; Jornada de Cinema da Bahia; Mostra de Cinema Latino-Americano. Buenos Aires Bibliografia selecionada

ESTRADA. Vicente Duque. "Fala mulher negra". Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. mar. 1989. MERTEN. Luiz Carlos. "Uma cidade conta a história da vida privada de Salvador". O Estado de São Paulo. São Paulo. novo 2000. OLIVEIRA. André Luiz. Mostra videoautor. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil. dez. 2000. SALLES. João Moreira. "Pedacinhos de memória". Jornal A Tarde. Suplemento Cultural. Salvador. ago. 2000.

REGINA SILVEIRA

PORTO ALEGRE, RS, 1939. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO

FORMADA PELO INSTITUTO DE ARTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. 1959. MESTRADO E DOUTORADO PELA ECA/USP. 1980/1984. REGINA SILVEIRA TEM REALIZADO PROJETOS DE INTERVENÇÃO EM PONTOS ESTRATÉGICOS DA CIDADE. POR MEIO DA PROJEÇÃO DE IMAGENS E APLICAÇÃO DE GRANDES DESENHOS ANAMÓRFICOS EM VINIL ADESIVO. RESULTANTES DE DESLOCAMENTOS ÓTICOS OBTIDOS POR COMPUTAÇÃO GRÁFICA SOBRE FACHADAS DE EDIFíCIOS PÚBLICOS. CARACTERIZANDO ASSIM A REFLEXÃO DA ARTISTA SOBRE O ESPAÇO PÚBLICO E A PERSPECTIVA. Exposições individuais selecionadas 2000 Perpetuai Transformation. Art Museum of the Americas. Washington Equinócio. Pavilhão das Cavalariças. Parque Lage. Rio de Janeiro 1999 Oesaparências. Galeria Gabriela Mistral. Santiago 1998 Regina Silveira: Velox • Galeria Brito Cimino. São Paulo

Museo de Arte Moderno de Buenos Aires. Buenos Aires To be Continued ....• N.l.U. Art Museum. Chicago 1995 Grafias. Museu de Arte de São Paulo Assis Chateubriand. São Paulo Gane Wild. na série Inside/Out. Museum of Contemporar~ Art. San Diego 1995 Mapping the Shadows. LedisFlam Gallery. Nova York

Meu Nome na Tua Boca. Centro Cultural Cândido Mendes. Rio de Janeiro

Exposições coletivas selecionadas

On the Spot. Berna

2000 Situações: Arte Brasileira - Anos 70. Fundação Casa França-Brasil. Rio de Janeiro

L 'Etat des Choses. KunstWerke. Berlim; Kunsthalle Palazzo. Liestal

199948" Bienal de Veneza / Bienal de Istambul 1998 XXIV Bienal de São Paulo. Fundação Bienal de São Paulo Inside & Outside the Tube (intervenção pública em ruas e trens). Zurique; Kunsthaus Mousonturm. Frankfurt 1997 Conversations at the Cast/e. Atlanta Art Festival. Atlanta

The Egg Dream Museum. The Nutrition Pavilion. Hannover

1999 2" Bienal do Mercosul. Porto Alegre Mastering the Millenium: Art ofthe Americas. Art Museum of the Americas and World Bank Art

Programo Washington Por que Duchamp? Paço das Artes. São Paulo Noturnos. MAClUSP. São Paulo


Paral/éle Brita Cimino/FIAC, Galeria Brito Cimino, São Paulo 1998 XXIV Bienal de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo Figurações: 30 Anos de Arte Brasileira, MAClUSP, São Paulo Seleção, Galeria Brito Cimino, São Paulo 1997 Re-Aligning Visione Alternative Currents in South American Drawing, Miami Art Museum, Flórida; Museo

dei Barrio, Nova York; Museo de Bellas Artes, Caracas; Museo de Arte Contemporâneo, Monterrey; Archer M. Huntigton Art Gallery, Austin 1997 Diversidade da Escultura Brasileira Contemporânea, Instituto Culturalltaú, São Paulo 1994 Arte/Cidade: A Cidade e seus Fluxos, São Paulo Recovering Popular Culture, EI Museo dei Barrio, Nova York Bienal Brasil Século XX, Fundação Bienal São Paulo Bibliografia selecionada BASUALDD, Carlos. "Regina Silveira (Masterpieces/Ledis Fiam)", Review Art Forum, Nova York, novo 1993. MESQUITA, Ivo. "Brazil" latin american art in the twentieth century. Londres: Phaidon Press, 1996. MORAES, Angélica de (org.) Regina Silveira: cartografias da sombra. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1995. PEIXOTO, Nelson Brissac. "Trope/". ln: Um e/entre outro/s. XXIV Bienal de São Paulo. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1998.

RICARDO RIBENBOIM

SÃO PAULO, 1953. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO.

CURSOU ARQUITETURA EM SANTOS E COMUNICAÇÃO E ARTES EM SÃO PAULO, ENTRE 1971 E 1975. PÓS-GRADUADO EM ADMINISTRAÇÃO MERCADOLÓGICA NA FACULDADE GETÚLIO VARGAS, SÃO PAULO, 1976/1971. DESIGNER GRÁFICO E ARTISTA PLÁSTICO. SUA POÉTICA CENTRA-SE EM QUESTÕES ACERCA DA VIRTUALIDADE, QUE MATERIALIZA POR MEIO OE INSTALAÇÕES EAPARATOS ENVOLVENDO MíDIAS TECNOLÓGICAS OE PONTA. ATUA TAMBÉM NA ADMINISTRAÇÃO OE INSTITUiÇÕES CULTURAIS, ATUALMENTE É DIRETOR SUPERINTENDENTE 00 INSTITUTO CULTURAL ITAÚ. Exposições individuais selecionadas 2000 Troca de Pele, Paço Imperial, Rio de Janeiro 1999 Galeria Nara Roesler, São Paulo KunstRaum, Berlim Exposições coletivas selecionadas 2000 P.S.l Contemporary Art Center, Long Island Dpen 2000, Veneza VII Bienal de Havana 19993° Eletromídia de Arte, São Paulo e outras cidades do Brasil 1998 City Canibal, Paço das Artes, São Paulo 1997 Arte/Cidade 3 -Intervenções Urbanas, São Paulo 1984 Tradição e Ruptura, Fundação Bienal de São Paulo 1975 XII Bienal Internacional de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo Bibliografia selecionada BRISSAC, Nelson. "Arte/Cidade - intervenção", Atlântica Internacional, Revista de las Artes, ed. 22, Espanha, 1999. FARIAS, Agnaldo. "O signo flexível". ln: Troca de pele. Rio de Janeiro: Paço Imperial, 2000. FAVARETTO, Celso. Troca de pele. São Paulo: Galeria Nara Roesler, 1999. MORAIS, Frederico. "Um percurso: percursos". Troca de pele. São Paulo: Galeria Nara Roesler, 1999.

ROCHELLE COSTI

CAXIAS 00 SUL, RS, 1961. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO

FORMADA EM COMUNICAÇÃO SOCIAL PELA PONTIFíCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA 00 RIO GRANDE 00 SUL, 1981. A PESQUISA FOTOGRÁFICA OE ROCHELLE COSTI VEM DISCUTINDO OGOSTO CONTEMPORÂNEO POR MEIO OE SÉRIES QUE REGISTRAM AMBIENTES ELABORADOS POR SEUS MORAOORES, ENFATIZANDO OS ARRANJOS, AS CORES E AS PARTICU· LARIDADES COM QUE OCIDADÃO COMUM REVESTE SEU COTIDIANO. ATUALMENTE AARTISTA BUSCA NOVAS RELAÇÕES EM SEU TRABALHO, PASSANDO DA OBSERVAÇÃO 00 AMBIENTE PRIVADO PARA A 00 ESPAÇO DA CIDADE. Exposições individuais selecionadas 1999 Project Roams, Arco 99, Madri 1998 Galeria Brito Cimino, São Paulo 1994 Oportunidades Ópticas, Galeria Sérgio Milliet, Funarte, Rio de Janeiro; Galeria Uff, Niterói Exposições coletivas selecionadas 2001/2000 Em Busca da Identidade, Ursula Blickle Stiftung, Kraichtal; Museum für Modern und Zeitgenossiche Rupertinum Salzburg; Galleria Comunale d'Arte Moderna, Bolonha 2000 Cutting Edge, Arco, Madri Cá entre Nós, Paço das Artes, São Paulo

VII Bienal de Havana Mas AI/á dei Documento, Centro de Arte Reina Sofia, Madri

1999 2a Bienal do Mercosul, Porto Alegre La Casa, ii Cuorpo, ii Cuore, Museum Moderner Kunst Stiftung Ludwig Wien, Viena 1998 XXIV Bienal de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo City Canibal, Paço das Artes, São Paulo 1997 Arte/Cidade 3, Moinho Matarazzo, São Paulo 2a Bienal de Fotografia de Tóquio, Tokyo Metropolitan Museum of Photography, Tóquio 1996 Novas Travessias: New Oirections in Brazilian Photography, The Photographers Gallery, Londres Bienal Internacional da Fotografia, Fundação Cultural de Curitiba 1994 Panorama da Arte Brasileira, MAM, São Paulo; MAM, Rio de Janeiro Bibliografia selecionada BLlCKE-STlFTUNG, Ursula. Em busca do identidade - Auf der Suche nach identitiit. Aktuekke Kunst aus Brasilen. Zurique: Ursula Blicke Stiftung, Rupertinum, Galleria Comunale D'arte Moderna, 2001/2000. CHAIMOVICH, Felipe. "Duas antropófagas, Regina Silveira e Rochelle Costi na Bienal de São Paulo", Caderno 2, São Paulo: Galeria Brito Cimino, 1998. CHIARELLI, Tadeu. "Pontevedra/Caxias do Sul: outros auto-retratos roubados de Rochelle Costi". 24° Bienal de Arte de Pontevedra. Pontevedra, 2000.

1996 Cicatriz, The Museum of Contemporary Art, Los Angeles 1995 Hipocampo, Galeria Camargo Vilaça, São Paulo 1991 A Identidade em Jogo, Centro Cultural São Paulo, Pavilhão da Bienal de São Paulo Exposições coletivas selecionadas 2000 Brasil, Plural y Singular, Museo de Arte Moderno, Buenos Aires 1999 The Anagrammathical Body, Neue Galerie and Kunsthaus, Graz 1998 Um e/entre Outro/s, XXIV Bienal de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo The Garden ofForking Paths, Kunstforeningen, Copenhague; Edvisk Konst&kultur, Estocolmo; Helsinki City Arts Museum 1997 Panorama de Arte Brasileira, MAM, São Paulo VI Bienal de Havana II Johannesburg Bienallle, Johannesburgo 1996 Prospect 96, Frankfurt Kunstverein, Frankfurt 1994 XXII Bienal Internacional de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo Espelhos e Sombras, MAM, São Paulo 1993 Aperto '93 - Emergenza, 45 a Bienal de Veneza Bibliografia selecionada CAMERON, Dan. "Entre as linhas". ln: Rosângela Rennó. São Paulo: Galeria Camargo Vilaça, 1995. CHIARELLI, Tadeu. "Among projections and rejections: the work of Rosângela Rennó". ln: Turning the mapimages from the Americas. Londres: Camerawork/Arts, Council Funded, 1992. FABRIS, Annateresa. "L' indizio negato". ln: 45° Bienal/e di Venezia, 1993. Aperto' 93. Milão: Flash Art, 1993, p. 382 HERKENHOFF, Paulo. "Rosângela Rennó e as últimas fronteiras do olhar". EI Urogal/o, Madri, agosto de 1995. RUIZ, Alma. Rosângela Rennó: cicatriz. Los Angeles: The Museum of Contemporary Art, 1996.

SÉRGIO ROIZENBLlT

SÃO PAULO, SP, 1962. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO.

FORMADO EM COMUNICAÇÃO VISUAL PELA FAAP, SÃO PAULO, 1981. DESDE 1990 REALIZA VíDEOS E DOCUMENTÁRIOS PREMIADOS NA ÁREA CULTURAL (FESTIVAL OE CANELA OE VíDEO, PRÊMIO ESTíMULO, PRÊMIO FIAT E FESTIVAL VIDEO BRASIL). SÓCIO-DIRETOR DA REC PLAY, DESDE 1999 DESENVOLVE TRABALHOS PARA DIVERSAS ONGS E INSTITUiÇÕES SOCIAIS COMO PROJETO APRENDIZ, FUNDAÇÃO BANK BOSTON, INSTITUTO AYRTON SEN NA E ITAÚ SOCIAL. O INTERESSE OE SÉRGIO ROIZENBLlT COMO VIDEOMAKER RESIDE EM DUAS VERTENTES ANTAGÔNICAS: POR MEIO OE DEPOIMENTOS, DOCUMENTA A PRESENÇA 00 HOMEM NO PLANETA COM AS PECULIARIDADES DA VIDA COTIDIANA, REITERANDO A IMPORTÂNCIA DA EXISTÊNCIA HUMANA. NA CRIAÇÃO OE ROTEIROS A NARRATIVA DAS IMAGENS DISPENSA A NECESSIDADE OE SOM, RESIDINDO Aí SUA PROXIMIDADE COM OS VIDEOCENÁRIOS. Exposições selecionadas 2000 O Homem, a Técnica e a Natureza, ICBRA, Hamburgo 1999 Exposição Arte/Cotidiano, Instituto Culturalltaú, São Paulo Exposição Arte/Consumo, Instituto Culturalltaú, São Paulo Mostra Lorco 100 Anos, Sesc-Ipiranga e Sesc-Itaquera, São Paulo Rio Cine, Rio de Janeiro 1997 Histórias de Gente, Museu da Imagem e do Som, São Paulo 1995 Virgem Mãe de Nossos Oias, Festival Vídeo Brasil, Sesc-Pompéia, São Paulo Festival de Montreal, Montreal

SHIRLEY PAES LEME

CACHOEIRA OOURADA, MG, 1956. VIVE E TRABALHA EM UBERLÂNDlA, MG

FORMADA EM BELAS·ARTES PELA UFMG. FOI ALUNA OE AMILCAR OE CASTRO. CURSOU A UNIVERSIDADE 00 ARIZONA E O INSTITUTO OE ARTE OE SÃO FRANCISCO (EUA), EM 1983-85. DOUTOROU·SE EM ARTES VISUAIS PELA J. F. KENNEDY UNIVERSITY, BERKELEY. A POÉTICA DA ARTISTA ORIENTA·SE POR UM FORTE VíNCULO COM A NATUREZA, OE ONDE EXTRAI BOA PARTE 00 REPERTÓRIO MATERIAL PARA SEU TRABALHO. EM SUA PRODUÇÃO TRANSPARECEM AS CARACTERíSTICAS DA AÇÃO E PROCESSO, EM REGISTROS QUE PROCURAM PRESERVAR, EM SUA SIMPLICIDADE, AS CARACTERíSTICAS INATAS DA MATÉRIA-PRIMA ESCOLHIDA. Exposições individuais selecionadas 2001 Galeria Selma Albuquerque, Belo Horizonte 1999 Kunsthaum, Berlim 1998 Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Porto Alegre 1997 Drawings and Objects, Jaspers Gallery, Munique 1996 Orawings and Instal/ation, BACI Gallery, Washington 1992 Objetos e Esculturas, MAM, São Paulo Exposições coletivas selecionadas 2000 Brasil 500 Anos: Mostra do Redescobrimento, São Paulo Brasil 2000: Arte Contemporânea, Fundação Gulbenkian, Lisboa Cá entre Nós, Paço das Artes, São Paulo VII Bienal de Havana 1999 Bienal do Mercosul, Porto Alegre 1997 Oie Anderen Modernen, Casa da Cultura do Mundo, Berlim 1996 Amilcar de Castro e Shirley Paes Leme, Galeria Debret, Paris 15 Artistas Brasileiros, MAM, São Paulo 1995 Bienal da Polónia, Varsóvia Novoespaço, Paço das Artes, São Paulo Bibliografia selecionada BARROS, Stella Teixeira de. Uno. São Paulo: MAM, 1992. CHIARELLI, Tadeu. Sobre as esculturas de Shirley Paes Leme. Washington: BACI, 1996. DERVISH, Alice. "Picking up sticks with artist Paes Leme". Art Review Magazine, São Francisco, 1993. MILLlET, Maria Alice. Sarça ardente: sede de saber. São Paulo: Galeria Valu Oria, São Paulo, 1998. MORAES, Angélica de. "Luminescências pulsantes". Bienal do Mercosul, Porto Alegre; Bienal de Havana; Brasil 500 anos: Mostra do Redescobrimento, São Paulo, 2000.

LÓRÁND, Hegyi. La casa, ii cuorpo, ii cuore. Viena: Museum Moderner Kunst Stiftung Ludwig Wien, 1999.

ROSÂNGELA RENNÓ

BELO HORIZONTE, MG, 1962. VIVE E TRABALHA NO RIO OE JANEIRO, RJ

GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA PELA UFMG, BELO HORIZONTE E MESTRADO EM ARTES PELA ECA·USp' SÃO PAULO, 1997. TRABALHANDO COM FOTOGRAFIA, ROSÂNGELA RENNÓ APROPRIA·SE OE UM REPERTÓRIO ANÔNIMO EXISTENTE PARA BUSCAR SUBsíDIOS PARA AS DISCUSSÕES QUE TRAZ ÀTONA. A DIMENSÃO SOCIAL 00 ANONIMATO FOTOGRÁFICO É UMA PREOCUPAÇÃO CONSTANTE DA ARTISTA, QUE MOSTRA OS MECANISMOS INSTITUCIONAIS OE DISSOCIAÇÃO ENTRE MEMÓRIA E IMAGEM. Exposições individuais selecionadas

2000 Galeria Módulo, Lisboa 1998 Vulgo {Alias}, Lombard Freid Gallery, Nova York

NÚCLEO ARomrETURA ANGELO BUCCI, FERNANDO DE MELLO FRANCO, MILTON BRAGA, JOEL PIZZINI E GIANNI TOYOTA ANGELO BUCCI ORLÂNDIA, Sp, 1963. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO. ARQUITETO FORMADO PELA FAU·USP, SÃO PAULO, 1981. MESTRE PELA FAU·USP, 1998. FERNANDO DE MELLO FRANCO sÃo PAULO, SP, 1964. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO. ARQUITETO FORMADO PELA FAU-USP, 1986. MILTON BRAGA sÃO PAULO, SP, 1963. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO. ARQUITETO FORMADO PELA FAU-USP, 1986. MESTRE PELA FAU·USP, 1999.


Principais projetos

Principais projetos

2000 Clínica de odontologia, Orlândia, São Paulo 1999 Estacionamento Trianon Park, São Paulo 1992 Pavilhão do Brasil na Expo 92 em Sevilha Participação em exposições 1999 4 a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo Brazil Still Builds 4, AA School of Architecture of London 1997 3a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo Artecidade III, São Paulo 1993 2a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo JOEL PIZZINI MATO GROSSO DO SUL, 1960. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO CINEASTA. Principais filmes

1999 Colaboradora no projeto para Concurso de Reordenação do Passeio Marítimo de Calpe, Espanha Colaboradora no projeto para Concurso Graz-Maribor Territórios para o Futuro - Áustria e Eslovênia Cine Ciutat Vella, Barcelona 1998 Conjunto residencial em Curitiba Participação em exposições 2000 Exposição Europandom Living in the French Tropics, Instituto Francês de Arquitetura, Paris Menção Honrosa no Concurso Internacional de Arquitetura, Europandoom Living in the French Tropics, Paris Menção Honrosa no Concurso Nacional para Readequação da Paisagem Urbana de Parte do Município de Ilha bela, São Paulo Menção Honrosa na Premiação Anual do IAB - Projeto Cine Ciutat Vella, São Paulo

2001 Glauces 1995 Enigma de um Dia 1980 Caramujo Flor

Principais exposições

1999 Bienal do Mercosul 1997 Artecidade III 1995 Bienal de Veneza GIANNI TOYOTA LECCO, ITÁLIA, 1966. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO. ARTISTA PLÁSTICO. Últimos trabalhos 2001 Glauces (making of) 2000 Espaço Vitória 200 (escultura) Parágrafo Único, videoinstalação (direção de arte) O Bardi dos Artistas (escultura) Primavera (videoclipe) 1999 Voltas, II Bienal do Mercosul (assistente de direção)

FRANCISCO SPADONI

JUNOIAí, SP, 1958. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO.

ARQUITETO PELA FAU-PUCC, 1984. ENTRE 1988 E 1990 CURSOU PÓS-GRADUAÇÃO NA ECOLE D'ARCHITECTURE DE PARIS-VILLEMIN, DOUTORANDO NA FAU-USP. PREMIADO EM DIVERSOS CONCURSOS NACIONAIS DE AROUITETURA, RECEBEU EM 1997 OPRÊMIO IAB/SP COM OPROJETO C.D.I. LICEU PASTEUR EM PARCERIA COM MARIO BISELLI. Principais projetos e prêmios 2000 Parque Ecológico de Cabreúva, São Paulo 19992° Prêmio no Concurso para Reurbanização das Marginais Pinheiros e Tietê (com Carlos Leite), São Paulo 1997 Prêmio IAB, São Paulo 1995 Centro de Documentação e Informação Licée Pasteur, São Paulo Prêmio IAB, São Paulo 1993 Peniche: Casa Flutuante, Paris Participação em exposições e prêmios 1999 4 a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo 1997 3a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo

GRUAA [GRUPO OE ESTUDOS DE ASSUNTOS AROUITETÔNICoS) ALEXANDRE SERRANO, CAETANO DEL POllO, DENISE XAVIER DE MENDONÇA, MARIA LUllA VISONI, MARCELO ZOCCHIO ALEXANDRE SERRANO SÃO PAULO, SP, 1968. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO.

ANNE MARIE SUMNER

SÃO PAULO, 1955. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO

FORMAOA EM ARQUITETURA PELA FAU-USP. Principais projetos 1999 Projeto residencial Milos-Sumner, Ubatuba 1994 Clínica Promov, São Paulo 1993 Pavilhão Renault, Buenos Aires 1989 Colégio Oswald de Andrade, São Paulo Participação em exposições 1997 Fluxo e Visão: Avenida Paulista e Parque O. Pedro II

3a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo 1993 Arte Cidade I, São Paulo Opacidade e Situação, 2a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal

de São Paulo 1987 Arquitetos Brasileiros, Paris

CARLOS LEITE

SÃO PAULO, SP, 1964. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO

ARQUITETO, MESTRE E DOUTORANDO PELA FAU-USP. PROFESSOR NA FAU-MACKENZIE E NA FACULDADE DE BELAS ARTES DE SÃO PAULO. SÓCIO DO ASPA [ATELIER SÃO PAULO DE AROUITETURA). Principais projetos e prêmios 2000 2° Prêmio no Concurso Nacional de Idéias para o Monumento aos I'migrantes de São Paulo, IAB-SP 1999 2° Prêmio no Concurso Nacional de Projetos para a Reestruturação Urbana das Marginais de São Paulo [junto a Francisco Spadoni, IAB-SP) Participação em exposições 2001 São Paulo: Urban Proposals for a Fragmented Metropolis, UT Eindhoven, Holanda 1999 4 a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo

AROUITETO E URBANISTA FORMADO PELA FACULDADE DE BELAS ARTES DE SÃO PAULO, 1993. Principais projetos / participação em exposições Fluxo e Visão (trabalho realizado no Escritório Anne Marie Sumner Arquitetura), 3a Bienal Internacional de Arquitetura, Fundação Bienal de São Paulo 1993 Opacidade e Situação, 2a Bienal Internacional de Arquitetura, Fundação Bienal de São Paulo CAETANO DEL POZZO SÃO PAULO, SP, 1965. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO. ARQUITETO FORMADO PELA FAU-PUCC, EM 1989. Principais projetos 1999 Centro de Bronzeamento Sunpoint, São Paulo 1994 Residência para Ana Lúcia Fregolene, concurso de projetos para o Centro Cultural de Diadema, São Paulo 1990 Novo Núcleo Urbano de Campinas, concurso público em colaboração para HectorVigliecca (2° lugar) Participação em exposições 1997 Edifício-sede dos Correios (projeto de reciclagem para a sede dos Correios em São Paulo) 1991 Paço Municipal de Campinas (projeto do Núcleo Urbano de Campinas) DENISE XAVIER DE MENDONÇA sÃo PAULO, SP, 1964. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO AROUITETA E URBANISTA FORMADA PELA PONTIFíCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS, 1988. MESTRE EM TEORIA E HISTÓRIA DA AROUITETURA PELA ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS - USP, 1999. Principais projetos 1998 Edifício Comercial na Rua Paes Leme, São Paulo 1995 Residência em Alphaville 4 de Carlos Millani Bertozzi, São Paulo 1994 Concurso de Projeto para o Centro Cultural de Diadema (menção honrosa) Participação em exposições 1997 3a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo 1993 Malhas, Escalas, Rastros e Dobras na Obra de Peter Eisenman, Masp, São Paulo (assistente da curadoria da exposição)

CLAUDIO LlBESKIND, SANDRA LLOVET I VILA E SAMANTA DE FRANCISCHI CAFARDO CLAUDIO LlBESKIND SÃO PAULO, 1962. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO

FORMADO EM AROUITETURA E URBANISMO PELA FACULDADE FARIAS BRITO, GUARULHOS, 1983, SÃO PAULO. Principais projetos 2001 Edifício Comercial Lapa, São Paulo 2000 Entreposto Aduaneiro Aurora Eadi, Sorocaba 1993 Edifício Administrativo da Isover Santa Marina, São Paulo 1991 Projeto para a Faculdade de Medicina de Botucatu Participação em exposições e prêmios 1998 Menção Especial no Concurso Público de Idéias para a Escola Estadual- FDE, São Paulo 1995 3a Menção Especial no Concurso de Propostas para a Valorização da Avenida Paulista, Secretaria de Planejamento de São Paulo - Paulista Viva 1995 1° Lugar no V Concurso Internacional de Arquitetos, Paris Conflans - Projeto de Reurbanização da Estação Versailles Chantier, Paris 19911 ° Lugar na Premiação Anual do IAB - Prêmio Carlos Barjas Millan - Projeto da Faculdade de Medicina de Botucatu SANDRA LLOVET I VILÀ BARCELONA, ESPANHA, 1972. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO. FORMADA EM AROUITETURA E URBANISMO PELA ESCOLA TECNICA SUPERIOR DE BARCELONA [ETSAB], 1998, ESPANHA. Principais projetos 2001 Colaboração com MMBB Arquitetos no Concurso para a Faculdade de Medicina de São Paulo 1999 Colaboração com MMBB Arquitetos no Projeto do Poupatempo Itaquera em São Paulo, autor arq. Paulo Mendes da Rocha, São Paulo 1998 Jardins Angel Guimerà, EI Prat de Llobregat, Espanha 1997 Projeto para o Centro Cultural Herttoniemi, Helsinque Participação em exposições e prêmios 2000 Prêmio FAD Arquitetura -Interiorisme - Projeto do Jardim Angel Guimerà, Barcelona Exposição dos premiados do concurso da Faculdade de Medicina 1999 4 a Bienal Internacional de Arquitetura, São Paulo 1998 Menção Honrosa no Concurso para a Faculdade de Medicina de São Paulo SAMANTA DE FRANCISCHI CAFARDO SÃO PAULO, SP, 1975. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO. FORMADA EM ARQUITETURA E URBANISMO PELA FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO MACKENZIE, SÃO PAULO, 1997 PÓS-GRADUADA EM ARQUITETURA E URBANISMO PELA UNIVERSIDADE POLITÉCNICA DE CATALUNYA, BARCELONA, 1999.

1991 Arquitetura Brasil- Um Concurso em Sevilha, Masp, São Paulo (membro da organização da exposição) MARIA LUIZA VISONI sÃo PAULO, sp, 1973. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO. AROUITETA E URBANISTA PELA UNIP, 1996. Principais projetos 2001 Fábrica Embraer - Gavião Peixoto, São Paulo 2000 La~out para Credicard, São Paulo (Athié/Wohnrath) 1998 Sam's Club Atuba - Wall Mart, Curitiba (G,CP) Reurbanização da Ilha Anchieta, Ubatuba, São Paulo (Secretaria do Meio Ambiente - Arq. Alexandre Serrano, Luciana Flores e Leopoldo Soares) Participação em exposições 1997 Fluxo e Visão (trabalho realizado no escritório Anne Marie Sumner), 3a Bienal Internacional de Arquitetura, Fundação Bienal de São Paulo Projeto e Reforma Clínica de Psicologia, São Paulo (Arq. Caetano Dei Pozzo)

MARCELO lOCCHIO

SÃO PAULO, SP, 1963. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO.

ENGENHEIRO CIVIL E FOTÓGRAFO. Principais projetos 1999 Pequeno ~icionário Ilustrado de Expressões Idiomáticas (livro), DBA, São Paulo

Obra de Restauro Fotográfico (workshop), Projeto Espaço Aberto, Oficina Cultural Oswald de Andrade, São Paulo Participação em exposições 2001 A Visão do Mario de Andrade (instalação), Oficina da Palavra da Casa Mario de Andrade, São Paulo 1999 Programa de Exposições 99, Centro Cultural São Paulo 1998 V Salão da Bahia, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador 1997 Identidade Não Identidade, Museu de Arte Moderna de São Paulo 1996 Prêmio Nacional de Fotografia, Funarte, São Paulo

JOSÉ MAGALHÃES JÚNIOR E JOSÉ FRANCISCO XAVIER MAGALHÃES LUll HENRIQUE XAVIER [TRILHA SONORA) JOSÉ MAGALHÃES JÚNIOR SÃo PAULO, SP, 1939. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO.

ARQUITETO EURBANISTA PELA FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UNIVERSIDADE MACKENZIE, 1963. É PROFESSOR NA FAU-MACKENZIE EUNIP. FOI SECRETÁRIO DE URBANISMO E MEIO AMBIENTE DE SÃO SEBASTIÃO/SP, VICE-PRESIDENTE DA EMPRESA MUNICIPAL DE URBANISMO DE SÃO PAULO [EMURB/SP], PRESIDENTE DA COMISSÃO DE PROTEÇÃO DA PAISAGEM


URBANA/SP E PRESIDENTE DO INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL IAB/SP. TEM TRABALHOS PUBLICADOS EM DIVERSAS REVISTAS DE ARQUITETURA E URBANISMO E EM JORNAIS BRASILEIROS, COM DESTAQUE PARA O LIVRO POLÍTICA EAÇÕES DE

1975 XIII Bienal Internacional de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo 1973 XII Bienal Internacional de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo

URBANISMO E ME/O AMBIENTE EM SÃO SEBASTIÃO. É DIRETOR DO ESCRITÓRIO MAGALHÃES & ASSOCIADOS ARQUITETURA E

URBANISMO E DIRETOR DE PROJETOS URBANOS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DE SÃO PAULO. Principais projetos e prêmios

2000 10 lugar no Concurso Nacional de Estudos Preliminares para Readequação da Paisagem Urbana de Ilhabela, São Paulo

1998 10 lugar no Concurso Público Nacional de Idéias para a Implantação de Marina e Revitalização Urbana do Centro Histórico de São Sebastião, São Paulo 1995.1 0 lugar no Concurso de Propostas para Valorização Urbana da Avenida Paulista, São Paulo

1993 10 lugar no Concurso Casa Bienal 1992 Prêmio Rino Levi do IAB/SP, referente ao trabalho de urbanismo implantado na cidade de São Sebastião/SP com a revitalização do Centro Histórico JOSÉ FRANCISCO XAVIER MAGALHÃES sÃo PAULO, SP, 1966. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO. ARQUITETO E URBANISTA PELA FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UNIVERSIDADE MACKENZIE, 1988. É

ALFREDO FARNÉ BOLONHA, ITÁLIA, 1953. DESIGNER FORMADO PELA UNIVERSIDADE DE BOLONHA. DE 1979 A 1983 TRABALHOU NA ITÁLIA COM SEU ESCRITÓRIO OFFICINA IMMAGINE. EM 1984 VENCEU CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL PARA DESENVOLVER O ÔNIBUS DA CIDADE OE PARIS. MUDOU-SE PARA FRANÇA, ONDE MOROU ATÉ 1998. FOI SÓCIO DOS ESCRITÓRIOS CRIC DESIGN E FARNÉ-ROULET DESIGN. A SNCF, COMPANHIA FRANCESA DE TRENS, RECEBEU O PRÊMIO INTERNACIONAL DE DESIGN FERROVIÁRIO "BRUNEL AWARD" POR SEU PROJETO DE EQUIPAMENTOS DAS ESTAÇÕES DE TREM. RESIDE EM SÃO PAULO DESDE 1998, ONDE É SÓCIO DA AGÊNCIA DE DESIGN SERAGINI-FARNÉ. Bibliografia

ESTRUTURAS AMBIENTAIS URBANAS NA FAU·USP. CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO NA UNIVERSIDADE POLITÉCNICA DA CATALUNYA - CÁTEDRA GAUDI, BARCELONA, 1991/1992. É DIRETOR DE REPRESENTAÇÕES DO IAB EM SÃO PAULO E PAR-

"14 0 Prêmio Design Museu da Casa Brasileira". Revista Projeto. São Paulo, novo 2000. "14 0 Prêmio Design Museu da Casa Brasileira". Folha de São Paulo, São Paulo, 9.11. 2000. Folha Ilustrada. Associazione Italiana per ii Oisegno Industriale.ltália: Editori Compositori, 2000, p. 244. REVISTA ARREDO & CITTÁ.ltália, ano 12, n. 1, 1999.

TICIPA NA COMISSÃO DE PROTEÇÃO DA PAISAGEM URBANA, SÃO PAULO. É DIRETOR DO ESCRITÓRIO MAGALHÃES &

Exposições e Prêmios

ASSOCIADOS ARQUITETURA E URBANISMO. Principais projetos e prêmios 2000 10 lugar no Concurso Nacional de Estudos Preliminares para Readequação da Paisagem Urbana de

2000 Museu da Casa Brasileira, São Paulo

PROFESSOR NA FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UNIVERSIDADE BRAZ CUBAS. PÓS·GRADUANDO EM

IIhabela, São Paulo

1999 Participação na equipe do arquiteto Joan Busquets (Barcelona) para o Projeto de Reurbanização da Avenida dos Estados em Santo André, São Paulo

1998 10 lugar no Concurso Público Nacional de Idéias para a Implantação de Marina e Revitalização Urbana do Centro Histórico de São Sebastião, SP 1995 10 lugar no Concurso de Propostas para Valorização Urbana da Avenida Paulista, São Paulo

Brasil Faz Design, São Paulo, Milão

1990 Proton, Prêmio Nacional de Design, França Trator Individual

1989 Janus de I'lndustrie, Ministério da Indústria e Comércio da França Escova de dentes Gibbs Luminária urbana Prêmio Anvar - Agência Francesa de Valorização da Pesquisa

1993 10 lugar no Concurso Casa Bienal

1988 Casa Pré-fabricada Modular 1987 Sistema Modular de Barraca de Camping

LUIZ HENRIOUE XAVIER SÃO PAULO,1958. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO. É COMPOSITOR, FLAUTISTA E PROFESSOR DE TEORIA, ANÁLISE E COMPOSiÇÃO DO DEPARTAMENTO DE MÚSICA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. DIRIGE OESTÚDIO MANDORA, CRIANDO, PRODUZINDO E GRAVANDO TRABALHOS

É COMPOSTO PELOS DESIGNERS GRÁFICOS CLAUDIO FERLAUTO, CLAUDIO ROCHA E MARCOS MELLO E PELOS ESCRITORES OE GRAFFITI, NINA,

DE MÚSICA PARA DIVERSAS LINGUAGENS E SUPORTES. ESTUDOU NA AARON COPLAND SCHOOL OF MUSIC, CITY UNIVERSITY OF NEW YORK, ONDE CONCLUIU BACHARELADO E MESTRADO EM COMPOSiÇÃO. SEU TRABALHO DE COM-

CAMINHO SUAVE

o GRUPO CAMINHO SUAVE FOI CRIADO EM SÃO PAULO POR OCASIÃO DA REALIZAÇÃO DA MOSTRA 50 ANOS OE BIENAL.

HERBERT, VITCHÉ E OS GÊMEOS.

POSiÇÃO DESENVOLVE-SE EM DUAS DIREÇÕES: UMA VOLTADA PARA A MÚSICA DE CONCERTO E OUTRA PARA A MÚSICA

CLAUDIO FERLAUTO PORTO ALEGRE, RS, 1944 ARQUITETO, DESIGNER GRÁFICO E PROFESSOR UNIVERSITÁRIO. SÓCIO-DlRETOR DO ESTÚDIO QU4TRO ARQUITETOS EM

APLICADA A OUTRAS LINGUAGENS COMO CINEMA, VíDEO, TELEVISÃO E DANÇA. Composições principais executadas em concertos nos Estados Unidos e no Brasil

SÃO PAULO, ATUA PRINCIPALMENTE NA ÁREA DE COMUNICAÇÃO VISUAL. ALÉM DE SER EDITOR DA SEÇÃO OLHAR GRÁFICO DA REVISTA ABIGRAF, ESCREVE ARTIGOS SOBRE DESIGN PARA VÁRIOS JORNAIS E REVISTAS. É AUTOR DOS

Soniar, para flauta-solo Vibr[ aphone Vari jations, para vibrafone-solo Fraga e sombra, composição sobre poema de Carlos Drummond de Andrade para soprano e orquestra de

HELLMEISTER, NA PINACOTECA DO ESTADO DE SÃO PAULO [2001), PRÊMIO DE MELHOR EXPOSiÇÃO DE DESIGN GRÁFI-

câmara

Exposições

Cinco canções sobre poemas de Adélia Prado, para soprano, clarineta e piano

2000 Brasil Faz Design, Milão, São Paulo

LIVROS O LIVRO DA GRÁFICA E O TIPO DA GRÁFICA. FOI CURADOR DAS MOSTRAS CASABIMÓVEL [1999 E 2001) E TIDE CO PELA ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE CRíTICOS DE ARTE [APCA).

Trilhas musicais compostas para cinema, vídeo e dança:

Representação Brasileira na Feira do Livro de Frankfurt

Feliz Ano Velho, longa-metragem dirigido por Roberto Gervitz. Premiada no Festival de Cinema de Gramado

Brazil Oesigns, Print Magazine, Nova York

de 1988 e gravada em CD pelo selo CPC-UMES .

. Castelo Rá-Tim-Bum, desenhos animados do programa produzido pela TV Cultura de São Paulo. Um Norte para o Sul, videodocumentário realizado pela Ação Educativa sobre a solidariedade entre estudantes da Noruega e do Brasil em um movimento de ação política e social. Corpo Veste Cor, coreografia da bailarina Ana Terra.

MARIO BISELLI

SÃO PAULO, 1961. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO.

1981 Bienal de São Paulo - Arte Postal Bibliografia

FERLAUTO, Claudio; JAHN, Heloisa. O livro da gráfica. Editora Rosari, 2000. Kit Prática Profissional. AOG Associação dos Oesigners Gráficos, 1999. REVISTA fOfA, Japão. REVISTA NOVUM, Alemanha. REVISTA PRINT, Estados Unidos

FORMADO EM ARQUITETURA E URBANISMO PELA FAU-MACKENZIE, SÃO PAULO, 1985. MESTRE EM ARQUITETURA E URBANISMO PELA FAU-MACKENZlE, SÃO PAULO, 2000.

CLAUDIO ROCHA SÃO PAULO, Sp, 195?

Principais projetos

CA DE TIPOGRAFIA E CALIGRAFIA. É DELEGADO BRASILEIRO DA ASSOCIAÇÃO TIPOGRÁFICA INTERNACIONAL [ATYPI). CRIOU FONTES TIPOGRÁFICAS QUE SÃO DISTRIBUíDAS INTERNACIONALMENTE PELA ITC E AGFA, INTEGRANTES DA

2000 10 Prêmio no Concurso Nacional de Projetos para a Nova Estação Intermodal São Cristóvão, Rio de Janeiro

19983 0 Prêmio no Concurso Nacional de Projetos para a Área do Carandiru, São Paulo 1999 Projeto para o Ginásio Municipal de Esportes de Barueri, São Paulo 10 Prêmio no Concurso Público para o Projeto do Monumento ao Cinqüentenário do Município de Barueri, São Paulo Participação em exposições

1999 4 a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo 1997 3a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo 1993 2a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo

TITO LlVIO FRASCINO E TAKASHI FUKUSHIMA

DESIGNER GRÁFICO ESPECIALIZADO EM TIPOGRAFIA. É UM DOS CRIADORES, E EDITOR DA TUPIGRAFlA, REVISTA TEMÁTI-

CREATIVE ALLlANCE. É DIRETOR DE CRIAÇÃO DA SERAGINI-FARNÉ DESIGN COM SEDE EM SÃO PAULO. Bibliografia

REVISTA PUBLlSH, São Paulo, desde 1999 assina coluna sobre tipografia. MARCOS MELLO sÃo PAULO, SP, 1964.

ARTISTA PLÁSTICO E DESIGNER GRÁFICO. SUA OBRA REFLETE SEU INTERESSE PELA PAISAGEM URBANA COM AS DIFERENTES TEXTURAS E ESCRITAS. UTILIZA A COLOGRAVURA PARA REPRESENTAR E QUESTIONAR A REALIDADE. TEM ESPECIAL INTERESSE PELO GRAFFITI E EXECUTOU PROJETOS EM PARCERIA COM RUI AMARAL - CALENDÁRIO LONG-PLAY [MAM - 2000) - EJAIME PRADES, LIVROS EXPERIMENTAIS IMPRESSOS COM CLlCHÊS ETIPOS METÁLICOS [2001). ESTÁ FINALIZANDO A EDIçÃO DO LIVRO GRAFFITI, SÃO PAULO, BRASIL, QUE TRAÇA UM HISTÓRICO DOS ÚLTIMOS TRINTA ANOS DO GRAFFITI NA CIDADE DE SÃO PAULO. Bibliografia

TITO LlVIO FRASCINO SÃO PAULO, SP, 1940. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO.

REVISTAABIGRAF, n. 193,2001, seção Olhar Gráfico.

ARQUITETO PELA UNIVERSIDADE MACKENZIE E URBANISTA PELA UNIVERSIDADE DE PARIS.

Exposições

Principais projetos

2000 Calendário Longplay, MAM Higienópolis, São Paulo

1997 Residência na Rua Holanda, São Paulo 1992 Sesc, unidade do Grande ABC, Santo André 1987 Senac, unidade de São José dos Campos 1970 Musée de la Fourviere, L~on

NINA, HERBERT, VITCHÉ E OS GÊMEOS

Participação em exposições 1997 3a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (Obra premiada), Fundação Bienal de São Paulo

1995 2a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (projeto premiado, Fundação Bienal de São Paulo Marble Architectural Awards (obra premiada), Carrara

1992 Premiação IAB-SP, São Paulo (Obra premiada) TAKASHI FUKUSHIMA sÃo PAULO, SP, 1950. VIVE E TRABALHA EM SÃO PAULO.

ARTISTA PLÁSTICO. ARQUITETO PELA FAU-USp, SÃO PAULO. Exposições individuais selecionadas

1999 Tempos Flutuantes, Pinacoteca de São Paulo 1998 Suimen, Galeria Nara Roesler, São Paulo 1994 Xilogravura, Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo 1989 Espace Latino Americain, Paris Exposições coletivas selecionadas 2000 One World 'NHK', Centro Cultural São Paulo; Nova York, Paris, Tóquio

Almeida Jr. Revisitado, Pinacoteca de São Paulo 1998 Xilo-cordel à Galeria, Masp, São Paulo

OS ESCRITORES DE GRAFFITI NINA [1977), HERBERT [1977), VITCHÉ [1969 ) E OS GÊMEOS [1974) ATUAM JUNTOS DESDE 1990 REALIZANDO INTERVENÇÕES NA CIDADE DE SÃO PAULO, COM IMAGENS E ESCRITURAS CARACTERIZADAS POR UMA FORTE INFLUÊNCIA DA CULTURA POPULAR BRASILEIRA E PELO APROVEITAMENTO DE FATOS ECIRCUNSTÁNCIAS DO PRÓPRIO AMBIENTE URBANO. HERBERT E OS GÊMEOS CRIARAM E EDITAM A REVISTA DE GRAFFITI FIZ. Exposições

2001 Semana da Moda - Lucky Strike, São Paulo 1997 Um Mundo, Uma Só Voz, em parceria com a Colorgin Intervenções urbanas na cidade de São Paulo 1998 Ou Loco, Sesc-Belenzinho, São Paulo Os Gêmeos

2001 Galeria Tokion, Nova York 1998 Exposição Internacional de Arte Contemporânea, Akademie der Kunst, Berlim Os Gêmeos Gr,;affiti Auf São Paulo, Galeria Die Farberei, Munique Bibliografia 12 OUNCE PROFIT. Miami, 1998. JUICf MAGAZINE. Alemanha, novo 1999. REVISTA CITY. Portugal, jan. 2000. TOK/ON MAGAZINE. Tóquio/Nova York, 20 dez. 2000.


ENZO GRINOVER SERINA, ITÁLIA, 1944. RESIDE EM SÃO PAULO, ONDE SE FORMOU EM ARQUITETURA EM 1958 PELA FAU-USP. ATUA COM PROJETOS DE ARQUITETURA E DESIGN. DESDE 1983 É SÓCIO-DIRETOR DA LOJA DE MÓVEIS E OBJETOS DE DESIGN COMPASSO O·ORO. FOI PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DE ARQUITETOS DE INTERIORES E DECORADORES (1988/1990) E MEMBRO DO COMITÊ HONORÁRIO DE SELEÇÃO DOS DECORADORES DA CASA COR/1990, SÃO PAULO. PARTICIPOU DO JÚRI OE VÁRIOS CONCURSOS DE DESIGN. Exposições 2000 Design e Natureza, Shopping 0&0, São Paulo 1999 Hospital Oualidade, Lemos Brito, São Paulo 1999/19988° e 7° Hotel Design, Equipotel, São Paulo 1996 Hotel Oualidade, Lemos Brito, São Paulo 1995 Casa do Ano 2010, Lemos Brito, São Paulo Bibliografia SANTOS, Maria Cecília Loschiavo dos. Móvel Moderno no Brasil. São Paulo: Studio Nobel, 1995.

FERNANDO JAEGER STA. CRUZ 00 SUL, RS, 1956. FORMOU-SE EM DESENHO INDUSTRIAL PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO EM 1980. DESDE 1984 PROJETA, PRODUZ EVENDE, ATRAVÉS DE SUAS LOJAS EM SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO, UMA GRANDE LINHA DE MÓVEIS QUE ABRANGE ESTOFADOS, ESTANTES, MESAS E CADEIRAS. OS MÓVEIS DE FERNANDO JAEGER SÃO PROJETADOS VISANDO ÀSUA PRODUÇÃO EM SÉRIE. UTILIZA DIVERSOS MATERIAIS COMO MADEIRA, METAL, TECIDO E VIDRO PARA DESENVOLVER PRODUTOS ADEQUADOS À REALIDADE BRASILEIRA, PROCURANDO OFERECER AO USUÁRIO BOM DESIGN A BOM PREÇO. Exposições 2000 Brasil Faz Design, São Paulo, Milão Bienal Internacional de Design de Saint-Étienne, França Design & Natureza, 0&0 Shopping, São Paulo. 1995 Brasil Faz Design, São Paulo, Milão, Rio de Janeiro 1994 Cadeiras Brasileiras, Museu da Casa Brasileira, São Paulo. Bibliografia

Cadeiras Brasileiras. São Paulo: Museu da Casa Brasileira, 1994. REVISTAABITARE. Itália, jan. 2000/1999/1998. SANTOS, Maria Cecília Loschiavo dos. Móvel Moderno no Brasil. São Paulo: Studio Nobel, 1995. TEIXEIRA, Maria Angélica F. Mobiliário Residencial Brasileiro, 1996.

LUCIANA MARTINS E GERSON OLIVEIRA LUCIANA MARTINS sÃo PAULO, SP, 1967. GERSON DE OLIVEIRA VOLTA REDONDA, RJ, 1970.

CURSARAM CINEMA NA ESCOLA DE COMUNICAÇÃO EARTES DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO [ECA/USP). DESDE 1991 TRABALHAM EM PARCERIA, EM SÃO PAULO, PROJETANDO MÓVEIS E OBJETOS QUE ESTÃO NO LIMITE DA ARTE E DO DESIGN E PROPICIAM UMA RELAÇÃO INTERATIVA COM O USUÁRIO. RECEBERAM VÁRIOS PRÊMIOS, ENTRE ELES O 1° PRÊMIO DO 4° BRASIL FAZ DESIGN, EM 2000, PELA MESA MIENTRAS TANTO. Exposições 2000 Recortes, Galeria Brito Cimino, São Paulo Playgraund, Galeria Brito Cimino, São Paulo Azul, Galpão de Design, São Paulo Brasil Faz Design, São Paulo, Milão 1998 Design Brazil, 5 Contemporar~ Designers, Galeria Arango, Miami 1997 Subjetos, Museu Brasileiro da Escultura, São Paulo 1996 Design Mit Zukunft, Focke-Museum Bremen, Alemanha Brasil Faz Design, Rio de Janeiro, Salvador e Milão 1995 Entre Objetos, MAM, Rio de Janeiro; Galeria Nara Roesler, São Paulo Bibliografia BARRÉ-DESPOND. Oictionnaire International des Arts Appliqués e du Oesign. França: Edition du Regard BYARS, Mel. 50 Tables. Suíça: Rotovision, 1998. REVISTA WALLPAPER, Inglaterra, 2000. STARCK, Philippe.lnternational Oesign Yearbook

MARCELO ROSENBAUM

SÃO PAULO, SP, 1968.

CURSOU ARQUITETURA NA FACULDADE DE BELAS ARTES DE SÃO PAULO. SÓCIO-DIRETOR DO ESCRITÓRIO ROSENBAUM ARQUITETURA E DESIGN, TEM-SE DESTACADO NAÁREA DE MODA JOVEM COM PROJETOS PARA AS LOJAS ZAPPING, LEVI'S, FAUSE HATTEN, SOMMER E CAVALERA. FOI RESPONSÁVEL PELA DIREÇÃO DE ARTE DO MORUMBI FASH/ON 2000; EM 2001 FEZ A CENOGRAFIA DO DESFILE DO ESTILISTA FAUSE HATTEN NO FASHION WEEK. ENTRE OS PROJETOS DE ARQUITETURA DESTACA-SE O DA AGÊNCIA DE PUBLICIDADE LODUCCA. Exposições 2000 Design & Natureza, Shopping 0&0, São Paulo 1998 Brasil Faz Design, Milão, São Paulo Bienal Internacional de Design de Saint-Étienne, França 1999Museu da Casa Brasileira, São Paulo 1° Prêmio Categoria Mobiliário com Sistema de Armários da Ornare 1996 Brasil Faz Oesign, Milão, São Paulo, Rio de Janeiro Cadeiras do Nosso Século, Museu da Casa Brasileira, São Paulo Bibliografia REVISTA CASA VOGUE. São Paulo, n. 2 , 2000. REVISTA CASA VOGUE. São Paulo, n. 8, 1999. REVISTA PROJETO. São Paulo, n. 242, abril 2000.

MARINA SHEETIKOFF

SÃO PAULO, sp, 1961. FORMADA PELA FAU-SANTOS, ESPECIALIZOU-SE EM MOBILIÁRIO PELA ECÓLE NATIONALE SUPERIEURE DES ARTS DECORATIFS DE PARIS. EM 1999 FOI EDITORA DE ESTILO DA REVISTA MORUMBI FASH/ON. DESENHA PEÇAS DE MOBILIÁRIO, JÓiAS EATUALMENTE ACESSÓRIOS DE MODA PARA A ELLUS CONFECÇÕES. Exposições 2000 Oesign 500 Anos, Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo Abitare ii Tempo, Verona Brasil Faz Design, São Paulo, Milão 1999 Brasilidade, 5" Casa Objeto, São Paulo 1997 Jóia Rara, Galpão de Design, São Paulo Espaço Tok & Stok, São Paulo 1994 Museu da Casa Brasileira, São Paulo l°Prêmio na Categoria Iluminação (Luminária Olaia)

Bibliografia BRANDÃO, Marili. Brasil Faz Oesign. São Paulo, 2000.

CÂMARA DE COMÉRCIO DE VERONA. Abitare ii Tempo - Mostre di Sperimentazione e Ricerca. Veronafiere. Verona: Edizioni Grafiche Zanini, 2000. REVISTAABITARE.ltália, jan. 2001. REVISTA CASA VOGUE. São Paulo, set. 1996.


FRANCISCO C. WEFFORT

MINISTER OF CULTURE

nial performances. The Bienal, as an institution, is driven alternately by ephemeral glories and chron·

50 Years ofthe São Paulo Bienal

ic crises, never sure of lasting through to the next biennium. Nevertheless, what encourages [the

1951. ln São Paulo the echoes of the Week of ' 22 had long since dissipated. ln the bar of the Museu

organizers] ofthese international exhibitions to keep going is their impact on critics and public alike.

de Arte Moderna some of its survivors, Oswald de Andrade, Di Cavalcanti and Flávio de Carvalho,

Paradoxically, along with the institutional instability there are widespread expe'ctations that each

sighed in tedium and told young people about what the São Paulo adventure had been. ln the same

successive Biena l wi ll be better than the previous one in terms of new works and attractions - and,

bu ildin g, MA5P (Mu seum of Art ofSão Pau lo] was also sma ll and little vis ited. ln the district of Bexiga,

one might add, in terms of controversies. Aracy Amara l used to say that the Biena l is like a phoenix

the TBC was beginn ing the new professional theater in Brazi l and Zampari was planning Vera Cru z.

that arises from the as hes every two years. ln fact, the ongoing endeavors have not been in vain .

But the public at large surround ing th ese sma ll nuclei was wo rkin g a lot, going to bed ea rly, an d rou·

After half a century of exh ibitions, the São Paulo Bienal stands out f or its unmatched role in the realm

t inely ignoring t hem.

ofvisual arts as the on ly art show in the southern hemisphere to be featured in the international cal·

And beho ld, sudden ly that placid city was jolted by an electric shock: it was announced that, at

endar.

Trianon, São Pau lo wou ld host one of the largest art shows in the world. A show that would be the

To get an idea of its importance to Brazi l, we might compare the impact of the Biena l inaugura·

envy of Venice or Toky o. As Aldemir Martins reca ll s, there was a World Cup atmosphere, and on open·

tion in 1951 to that caused by the opening of Brazilian ports to international trade in 1808, with sub·

ing day crowds fi led past the best of what the world held in terms of contemporary art. Waiters, driv·

sequent effects for the country's colonial economy. ln both cases, the interests of internationalliber·

ers, students and socia lites proffered their opin ions as to the controversy between abstract and fig·

alism were at stake. "Above ali, the São Pau lo Bienal took it upon itself to broaden the horizons of

urative. Th e city wou ld never be the same.

Brazi lian arL its first consequence was a break from the closed circle in which artistic activities in

Every two years thereafter the Biena l seemed to get bigger and better. There came Guernica,

Brazil developed, and a move away from provin cia l isolationism." (Pedrosa, 1985, p. 254, trans lated].

the futu ri sts, the cubists, the express ionists, the conceptua l art and the pop artists. There came t he

The transit ion was not a peacefu l one. The c1ash between the nationa l and the international brought as

class ics, the rebels, the new, the great criti cs, the international press. Th e Brazi lian artists exhibited

immediate consequences the undermin ing ofthe loca l modernist trad ition and the renewal of art lan·

alongside the cream of t he internationa l art wo rld, they we re invited to Europe and Ame rica. Ciccillo

guage. There was also a shift in parad igms, with the represe ntation of rea lity as a form of self·recog·

Matarazzo himself, marveling at what he had created, wrote, "Modern art educated us."

nition and national self·assertion eventua ll y being replaced by an aesthetic based on objective rea·

ln the shade of the Biena l there grew the best of our visua l arts, some of our greatest talents were revealed, and São Paulo became an important center of modern art. Fifty years later, mature and strong, it is still the best example of what enlightened patronizing of the arts can do for culture. Another fifty years of success is what the Ministry of Culture wishes for the São Paulo Bienal.

son ing and couched in a un iversa llanguage under the sign of a functional and progressive order iden· t ified with industrial civilization. Until that time, the Modernist movement inaugurated in 1922, then in its second generation, had undertaken the mission of representing the land and the Brazilian people as engaged in building national identity, in which the romantic categories of the typical and the popular subsisted as a sanc· tion of Brazilianness. Beyond the post·cubist remains, the Expressionist linework, and a relative

CARLOS BRATKE

BIENAl'S PRESIDENT

freedom in the use of color, hard ly anything had been absorbed from the European historical van·

A LookAhead!

guards. There was no room in t he national ist program for art divorced from rea lity; the fixation of a

How to com memorate the 50 yea rs of the Bienal and pay proper tribute to its creator, Cicci llo

genuinely Brazi lian iconography was harnessed to bui lding the nationality. This pos ition led t he local

Matarazzo? Certa inly not by way ofa return to and an assessment ofthe past, since Ciccillo's com:

modernists to avoid radical aesthetic innovation - such as the constructivist and Dadaist proposals;

mitment was always with the future. His career was marked by daring, an enterpris in g spirit and

indeed, they felt much more affinity with the back·to·order slogan of inter·war Europe. The purpose of

courage coup led with a taste for cha llenge that enabled him to confront the São Pau lo provin cialism

the latter, in the Old World, was to check the transgressor impulses of the vanguards; but here in

of the 1950s, breaking its cu ltura l and artistic bonds with the impact of the I Bienal. More than real·

Brazil its aim was to involve the possible modernity. What both trends shared was an interest in the

izing a simple act of celebration, we assume now the cha ll enge of promoting an event that reaffirms

particularities of regional cultures translated in rather conventional representations. The

the principi es and the transforming nature of the Bienal, at the same t ime reflecting the posture of

International Biena l challenged this moderate modernism beyond aesthetics; an entire cu ltural envi·

its creator: one of always looking ahead of his time.

ronment was being destabilized, a who le ideology ca lled into questiono Upon the dwindling ofthe con·

Thus, the event Bienal 50 Years - An Hom,age to Ciccillo Matarazzo is structured into two exhi· bition modules: the Historica l Nucleus and the Contemporary Nucleus. Th e first module places the

cern for the national element in art, t he legacy of Brazilian modernism is the idea of a miscegenated culture expressed in t he strong concept of cu ltu ra l anthropophagy, its major contribution.

history ofthe Biena l within a wider cu ltural context oA t imeline presenting t he 50 years ofthe largest

ln the fift ies and sixties, the São Pau lo Biena l - as an institut ion geared to international cultur·

!20 221 art event in Brazil allows for an overa ll view of the process, that is, of the evolution of the Bienal in

ai exchange - was not unaffected by both the shift of the world's cultura l cap ita l from Paris to New

relation to global art trends, as seen aga inst the backdrop of t he national and internat ional politicai, economic and cultural scenes.

York and the effects of the so·ca lled Cold War in world politics. However, wh ile the American way of life quickly met the general aspirations of the masses on a world sca le, it took America over ten years

Integrated in this spa ce, the exh ibition Abstractionism - Gifts fram the Bienal in the MAC Collection presents 50 paintings, engravings and sculptures from previous ed itions ofthe Bienal that

tation of abstraction ism into Brazil was planned by corporate interests, and this patronage had one

were donated to the Museum of Contemporary Art, allowing the public the opportunity to grasp the

eye on art and the other on politics - or one eye on Brazil, and the other on the world scene. Only São

significance ofthese artworks in the context in wh ich the y were generated and accla imed. Considering that since its in ception the Bienal has provi ded a healthy and stimu lating gather·

to overstep the cultural authority of Europe, particu larly France. As we ali know or suspect, the impor·

Paulo could provide the drive needed to modernize our diffident cultura l milieu. According to the pop· ular slogans ofthe time, the city was "the steam engine of Brazil", "the world's fastest growing city".

ing of the visual, scenic, and grap hic arts, music, cinema, architecture and other forms of express ion,

And the transmiss ion belt of modern ity connected Rio de Janeiro, the self·styled "wonderful city", to

bringing th ese areas of arti stic creation together once aga in symbolica ll y restores t he Biena l's his·

t he industria l center of São Paulo.

tory and, at t he sa me time , is a tribute to t he man who instituted this practice. Moreover, as the guid·

It fe ll to the Biena l to leverage the switch in taste. To begin, in the fift ies the organization staged

ing proposal of the object of this catalog, the Contemporary Nucleus, was to act on the present by

anthological exhibitions of the pion eering works of modern art. At the same time, it favored t he pen·

means of a vision ofthe future - an inherent principie ofthe Bi enal- ou r aim was to find an absolute·

etration of non·denotative visua l language, or abstractionism, as it was known. Despite res istance

Iy current theme that wo uld gather content to this action and provoke a manifestation of artists from

from those who clung to the appreciation of national themes in art for ideological reasons, the new

three segments of the universe of art: visual art, arch itecture and designo Nothing could be more

generation was eager to renew the art language. Caught between the high modernism of the

instigating than the city and its day·to·day li fe: the ful lest expression of contemporaneity that meets

epigones of Picasso, Matisse, and Braque and neo ·vanguard art - variations of expressive and infor·

the attentive, restless and questioning eye of the artist, regard less of the area he or she represents,

ma l abstraction - the Brazilian Concrete artists took a third way, the constructive strain of modern

like a High Vo ltage Network to be explored critica ll y and creative ly.

art. The option fon he severe orientation of the Ulm School (in detriment of the conciliatory di lut ion

Th e resu lt is there. Although in the first ed it ions of the Biena l the man ifestat ions of these seg·

practiced by the School of Pari s ] im parted to the Brazilian Concrete movement a radicalism of the

ments we re separated into room s, at the Bienal 50 Years event there are no barriers, no borders. Just

kind properto vanguard art. The slate of t he past was wipe d c1ean - unli ke th e fa ltering modern ists

like the city, it un ites mult i pi e inte rferences with in a single space, in order to extract, digest and

of 1922 who, in the ir concern for the myth of origin, fe ll back upon indigenous, colon ial, and folklore

decode from it the signa ls t hat are part of our day·to·day lives. There are cases in which the artist has sought to establish the re lat ion of art with the city in a

issues. With the Concrete trend, for the first time in the history ofBrazilian art, artists focused their attention on form rather than theme content.

poetic way, as the sculptor Ana Tavares has in suggesting a new spatialness that goes. beyond the

The Concrete artists explored pure visuality in light of Gestalt theory and the procedures dis·

physicallimits of the work to in corporate elements of the everyday life of the city and the cityscape

seminated by the Bauhaus. With the rationality of their geometric compositions and the intentional·

itse lf. Others have opted for a metaphorical statement, as has, for example, the architect Tito Lívio

Iy limited use of co lor, they challenged the sensuality, empiricism, and tropical exuberance that had

who deals wit h the fragility of the metropolises and their power for regeneration by way of a "sculp·

been associated with Brazilian art for so long. Through the constructivist discipline, they achieved

ture" of lettuce. And, with a more pol iticai character, there is the "city offtrack," whose large and solid

fu ll mastery of forma l syntax. This linguistic reduction eli minated al i subjective components from

structure José Magalhães uses to denounce the absence of public policies. The aspects of everyday

creative processes and turned the artist into an instrument of visua l communication geared to

li fe are also present, as in t he powerful images of Lucas Bambozzi who explores the paradoxes and

design ing consumer goods. Th e Concrete movement was thus ass imi lated into the functiona lism

co nflicts of urban li fe in the metropo lis.

adopted by modern Brazi lian architecture, which by then had earned internationa l recognit ion. Not

ln al i, there are 34 proposa ls generated from the stimuli provoked by the intensity and com·

by chance, the movement shared the civil izing ideal underlying the construction of Brasilia and the

plexity of contempo rary urban life. Th ey are diverse views of the same theme, expressed by way of

developmenta l utopia that this city symbolizes; i.e., the belief that Brazil would leap into modernity.

the most varied types of supports.

This positive outlook, with its insurmountable internal contradictions, eventually became a mirage.

MARIA ALICE MILLlET

(in a rather ingenuous imitation of principies and practices developed in a European setting, to be

When the phase of assimilating the rationalistic aesthetic had passed, their criticai elaboration CURATOR VISUAL ARTS MODULE

The São Paulo Bienal in the transition to modernity

sure] led the Neoconcrete dissidents to put forward experiments based on the questioning of their

The São Paulo Biena l commemorates its 50th anniversary, a feat worthy of its mo dei, the Venice

own work, in line with issues posed by the local environment. Brazilian art, so it seemed, was set on

Biennale, which has been taking place for over a century. But maturity has not subdued its liveliness.

developing original solutions. The evolution of Lygia Clark's work was exemplary: from her question·

No sure·fire formu la or guaranteed road to success has emerged fro m the long experience of 24 bien·

ing of painting, which she ca lled the "death ofthe plane surface," she moved to ful l space, not that of


traditional sculpture, but mobile structures that prompt spectators to participate. At the 1951 Bienal, Clark was awarded the Sculpture Prize for her "bichos". For some Neoconcrete artists, modern art's autophagic process had reached its li mits.

founded on a recurring belief; rather, it is guided by the quest of something uncertain . Its character is inaugural, its condition ephemeral, its discourse prospective -like the art of its time. Selected bibliography

Ultimately, the denial of the artwork's aura and the dematerialization of the object had led to the

Pedrosa, Mário. Mundo, homem, arte em crise , São Paulo, Perspectiva, 1985.

exhaustion of the constructive projecto What remained was an understanding of art as a socia l fact.

São Pau lo, May 2001

Manabu Mabe's award at the 1959 Biena l announced the dissemination of informalism in pa int ing, much to the dislike ofthe Neoconcrete artists. By the end ofthe decade, t he artistic milieu,

VITÓRIA DANIELA BOUSSO

at least in Rio de Janeiro and São Paulo, was already in tun with the mainstream of international art.

Between modern and contemporary: a shock

By the mid-sixties, the dream had crumbled - t he dream of Brazil quickly moving to constitute a

As we celebrate the 50th anni versary ofthe São Paulo Bienal, a few questions immediately come to

CURATOR

VISUALARTS

modern, democratic, and socia lly just society - and the Neoconcrete group had already dispersed.

mind as we look back on the restorative and refreshing role that its first few performances played in

Clark, Oiticica, and Pape plunged into unrestrained experimenta lism attuned to anti-art and coun-

the Brazilian art scene: What norms have been changed? What concepts can we challenge? How to

tercu lture. The collective, sensorial, and playful engagement of their ephemeral pro posais marked

ponder the pluralistic art tendencies constantly being put forward, without relying on references

the Brazilian contribution to the attempt to move beyond the aesthetic categories of modem art. By

from the past? How to take these tendencies into account at a t ime when the art scene no longer

the way, in the summer of 1970, in Cabo Frio, Mário Pedrosa vat icinated: "There is no longer any roam

addresses notions of evolution or progression of forms, when both the anticipation of the new and

in this society for modem art, wit h its calls for qua lity and non-ambiguity. A post-modem art is being

the notion of origina lity have tumed into myths of modemity's historica l vanguards? How to get

issued. The fact is that mass consumer society intervened between modem art and the people,

around the limbo and confusion into which a large part of critics and theoreticians are thrown when

us ing the mass media to give images more attributive powerthan words, and supplied the powerful

faced with the current art production?

advertising industry with invin cible offens ive wea pon s", [Pedrosa, 19B5, p. 308, trans lated). Lat er

Today, the art rea lm boasts va lu es of modem and contemporary art that constitute a diversi-

on, the methods of vanguard and neo-vanguard art were eventual ly reinstated with different mean-

fied mix; these va lues border on one another, they constitute complex pulsating hubs marked by

ings; but their principies were never revalidated.

continuous transformation. However, our understanding of the current artistic procedures depends

Clark and Oiticica's seminal work in Brazil corresponds to that of Joseph Beuys in Germany.

on our comprehension of previously formulated assumptions. ln other words, to understand con-

Wary of the market, the three brought art closer to life and thus elevated existence. Unlike them,

temporaneity, we must leam where, when, and how certain displacements occurred that promoted

their contemporary Andy Warhol made himself into a Pop star and reproduced mass culture meth-

changes in the art realm. To this end , four displacements should be taken into account: the activity

ods in his works. Once the notions of the new as opposed to the past, the new as synonymous with

of Marcel Ouchamp, the advent of Andy Warhol, the introduction of information technolo&:j and elec -

progress, ar "newness for the sake of newness" were surpassed, Hélio Oiticica saw innovation not

tronic media networks, and the concept of cu ltural industry.

as new form, but as the "collective state of inventiveness." This goal brought creative work and life

1- The activity of Marcel Duchamp:

together and was implicit in the extension ofthe art concept as formu lated by Beuys. By stating that

The first displacement occurred when Duchamp performed a series of operations that strained

"anyone is an artist", he dealt a mortal blow to art's notion of authorial creation. Even more radical,

the modem art system. To begin, whi le establi shing a distinction between art and aesthetic and pro-

Lygia Clark cut across ali and any history by opting for "Living in the present, art without art l " These

posing an equa l stand ing for producers, dealers, and cons umers, he challenged the notion of va n-

strategies may be considered humanist ar romantica lly utopian, but never ingenuous. With his

guardo Under Duchamp, art was created through language; it sprang from thought, rather than emo -

"thrive on adversity" catchword, Oiticica direct ly encouraged an awareness of the limitations

tion. He rocked the notions of value, time, place, and authorship in art. He saw aesthetic as but a

imposed by rea lity. The entire crisis of modemity is summarized in this idea. After the so-ca lled Boycott Bienal, in 1959, the national element in art declined, though occasionally resurfacing, particularly since it was now being posed by much more powerful media.

piece in the game of art communications, which consisted of speculating on the display value of a manufactured object. His oeuvre conta ins the repertoire of signs that informed subsequent trends: conceptual art, Minimalism, Pop Art, installations, and happenings.

Television invaded private and public space, overriding language, customs, desires, and aspirations,

II - The advent of Andy Warhol:

good and evil: now everything passes through the te levision filter. Brazil was integrated, as a nation,

If on the one hand Duchamp's oeuvre faced difficu lties in getting through to his coeval society

through the expansion ofthe communicat ions network and through life in its multicultural cities as

and required a distanced gaze to commun icate, on the other hand Andy Warhol's output took advan-

they became points of convergence for the mass ive exodus from rura l areas. Ten years later, com-

tage of the icons of modem consumer society. The laws of supply and demand, just like any other

puters began to revolutionize the life of the common folk. The world was shrinking under t he touch

commod ity, ru led his production . Warho l was the amu sing and satirical spokesperson of New York's

of the keyboard. Computers have obviated the need to leave home to access different visual reper-

consumer society in the sixties and seventies - a fact that, in those days, somewhat clouded the

toires, from erud ite to mass culture, from conventiona l to transgressor. ln this accelerated state of

assessment of his artistic merit. Having discarded aesthetics, he tumed to kitsch, bad taste, and

cultural ization, a whole range of possibi lities opens up at each instant and this leads to fragmenta-

triteness. He adopted mass media for support and operated through image saturation, serial repeti -

tion and contam ination of discourses.

tion, and tautology to render his signs on the void . The idea of setting up a network prompted him to

Contemporary art becomes entangled in this situation. Put simply, we may say that the operations

leave the gallery space and take up the communications realm. Making im pact, being known, and

it carries out derive from two different attitudes - one resistant, the other permissive - that

becoming a pop star turned Warhol himself into a network.

approach and reject one another without moving into open conflict. The first approach explores the

III - The introduction of information technology, network systems and TV broadcasting:

limits of modem art, strives to in fuse some life into forms bereft of functions, into concepts devoid

The growing interaction between works of art and in formation broadcast media ultimately expand-

of meaning, in a reaction to the dematerialization ofthe artwork and dissolution ofthe subject. Thi s

ed the scope of art activities. Thi s process took place in the late seventies and early eighties, though

approach addresses issues in the history of art, ar transversely and ambiguous ly ponders subjec-

the notion of"flux" had been introduced in Paris at t he tum ofthe 20th century through the work of

t ive problematics, avoid ing images and shrouding purposes. Very often, it takes refuge in a certain

Baudelaire, wh ich "a lready reflected the impact that the flow of urban throngs made on the artist's

hermeticism, which although fa iling to win the empathy of a wider aud ience is highly popular among

sens ibility". However, basically two factors have been introducing gradua l transformations into visu-

the initiated . Th e other approach leads to suspending prohibitions. Anything [and everything) goes.

ality to the point of radicalizing and totally changing the viewer's "gaze": the technological advance-

Leveraging Ouchamp's ready-made concept, this approach moves freely through the domains of

ments from photography to film, televis ion, and more recently to electronic media, thus forming an

film, advertising, television, fashion, design, and architecture, and practices appropriation, dis-

important transformation hub;and the growth of Earth's population, which produced a copious

placement, remix ing, and re-signification. Its sensibil ity is moved by the ind istinct boundaries

revo lution in the daily life of cities, thus expanding the circulation and consumption of culture to

between these fields, the integration between languages, ali that comprises the broad domain of

industrial sca le.

visual cu ltu re.

Whereas the emergence of photography and fi lm changed our gaze - after these advents, our

ln Brazil, following a long period of introspection related to the lost self-esteem and fear of t he

outlook and perception we re never again the same - television broadcast, first implemented in the

future that affected the entire society in the post-Collor period , our arti sts are once again sta rtin g to

fifties and expanded to the point of consolidation in the sixt ies, made a definite impress ion on the

look at the real world instead of poking at personal sare spots orwandering art's side roads. Th ey are

art world into which it ushered original components.

taking life as it is, with ali the current complexity of human existence amid the crisis of modemity.

If "flux" designates a cont inuous flow of unconnected relations lacking points of departure

They are looking for it in the metropolis, its own habitat. They are sensitive to mass culture, to

and arrival, in te levised flux we find a random mixture of news reports, li ve audience talk shows,

anonymity, to popular cultures, to the "other" cultures that thrive outside institutional boundaries.

ali sorts of movies, cultural shows, and soap opera series - in other words, a busy schedule inter-

. They are moving to an art that is attentive to the changing perception oftime and space, and to the

rupted ·from time to time by an avalanche of equally dissociated commercials that permanently

blurred distinction between the real and the virtual that is suggested by the new technologies. The retum offiguration is seen through image reproduct ion media. Picture photographs orvideo images

invade people's homes. Those Pop Art artists for whom advertising language provided a reference had been exposed

from rea llife are often reworked ar edited on the computer; then they are assembled into installa-

to a different visual flux, one that was still characterized by a less frenzied tempo. Andy Warhol was

t ions at which virtual games may be associated with material elements and sounds. Most works

one ofthe few artists of his generation to bring together television and the Pop realm in his work.

allud e to, but actually do not seek affiliation s; t hey evoke meanings without framing them in criticai,

Beginning in the seventies with satellite broadcast and moon landings, electron ic media have

normative, ar moralistic perspectives. There is no roam, at present, for notions of origin, comp letion,

been substantially contributing to changes in visua lit y. More recently, the globalization process has

ar progress toward an ideal expression. The dialogue they establ ish has no barriers; difference and

been affecting perception: the virtua l equa li zation of near and far,local and remote, and [as ofthe

othemess are like dissonant voices blocking any attempt to impose a dominant discourse and

early eighties) the proliferation ofTV networks have introduced a new reality in the visual arts rea lm,

seeking to establish a plural discourse within the new intemational trend .

altering both its diffusion and reception modes. The time of fruition has changed in direct relation

Throughout this process, the São Paulo Bienal has been responding to the challenges posed as

with the accelerated pace of advertising and the increased number of cultural institutions that, in

cherished beliefs were rocked, one after another. Unlike a museum, its function is not to preserve

the late sixties, tumed from highbrow cu lture strongholds into mass culture centers. Consequently,

the past but to render the present - and probe the future, even. ln this world undergoing constant

the museum was converted into a place of circulation, involving the collaboration of new curators.ln

change, the prerequisite posed by the curatorial des igns of the better performances of the Bienal

the eighties, art reached beyond institutional wa lls and took to the street in the form of performan -

has been the abil ity to detect points of latency in the panorama of world art, to accept change, and

ces, subway -wall graffit i, backlit displays, billboards, and unique spaces. [ ... ) "The contemporary

to capture the tensions and concerns of today. The Bienallives off a non-tradition: its praxis is not

cu ltural output is like a visual Babel that invo lves everyone in an immense, circulating data base of


images that render distinct space and time frames. [ ... ] Seemingly, information technology will set

ideas and values become obsolete at the same high velocity as they appear. This is giving rise to,

its language tempo at this turn of millennium. Ethnicities, regionalisms, and cultures will be

among other effects, a feeling of transitoriness in the order of things. When something is created

restored in which cutting-edge stances coexist with archaic postures; racial prejudice coexists with

less thought is given to its durability and more to its ephemeral nature; when something is con-

revolutionary ideais; Leonardo da Vinci, with Coca-Cola, and 50 on. ln the globalized flux, nothing is

structed it is known that in a short time it will be substituted by another that is imagined to be new;

lost. We live in a changing world marked by the dismant ling of national borders. Doors are opening

one lives the present preparing not for a distant future, but for an immediate tomorrow that is not

into a rea lm in which we are stil l trying to catch our bearings."

always accord ing to plan. This situat ion is generating aclimate of insecurity, anxiety and tens ion in

For these and other reasons, we no longer make a distinction between the formerly unambivalent genres; today, art, des ign, architecture, fil m, and video are components of a single visual culture in large cit ies. ln computer networks and in formation systems, the differe nces between visua l segments are crushed and require new codes, thus widening the scope of artistic creation . If a disconcerting clash occurs between categories of modern art and contemporary art, it is

t he re lations of the various segments wh ich make up the great urban centers, occasion ing the necessity fo r profound changes in the structures of contemporary societies. As t he stage on which these conflicts transpire, t he metropolises have shown themselves unprepared to keep up with the rapid pace ofthese changes, and are thus required to pass through a process of reconstruction or recycl ing, in many cases the result being something dramatica ll y differ-

because the current paths of art production have brought about a radical change to the notion of art.

ent or even contradictory to the established organ izational, spatial and social structure. If badly man-

This change includes curatorial designs that now address trans-discipl inary programs. Also,

aged, these conflicts may, and in fact often do, bring about the deterioration of the quality of life in

notwithstanding the fact that art creation challenges man's relations with time, environment, space,

these cities. It is necessary to rethink the cities, and for this it is fundamenta l to obtain a clear view

diffus ion, place of artwork and the spectator's standpoint, art and the creative process remain

of their points of tension and rupture. It is therefore fitting that the basic theme for th is 50th anniver-

intact. Act ivity still takes place within the art sphere, even if the "great art" concept formulated by

sary of the bienais is the metropolis and that the architects are participating togetherwith the design -

the School of Frankfurt is being dismantled. From the viewpo int of the cu ltural industry adopted in

ers and visua l artists in th is show, if for no other reason, for the simple fact that these professiona ls

the forties, "great art " has led to the dil ution of modern art istic procedu res.

work on the city, in t he city.

Therefore, the concept of cultura l industry must be displaced to perm it its potentia l adaptation to the present trend.

We wish to show architecture in a new way, to allow the arch itects tota l freedom to share t heir experience and theirview ofthe conflicts ofthe metropol is, making use ofthe technology, the forms

IV - Displacement of cultural industry concept:

and the materiais that most suit them in the express ion of the ir ideas. Ali this, arranged in an over-

The concept of cultural industry was original ly devised to take on a historical situation in

ali plan for the exhibit ion space, integrated with the work of the designers and visual artists. Our aim

which, rather than being organized into identifiable groups, society and culture became one among

is that the exhibition exemplify, in a more organized way and through the focus of the participants,

the masses. The concept represented the struggle against the thoughtless optimism of the lights,

what is already happening in the cities , where at every moment we find these three fields in coexis -

shrouded by the utopia of progress found in II luminist ideas. Over time, the purist vision of a pris -

tence. ln 50 doing, we aim to impact the visiting public, evoking empathy, while stimulating and chal -

tine, thus spiritually grand culture that wou ld not yield to materia l contingencies was to add to a dis-

lenging their facu lty of thought to understand what is shown, that is, we want the public to partici -

tinct problematic: cu lture implied difference, a protest of the private aga inst the general, and ind i-

pate in the show rather than being mere spectators. This experience wi ll be very important for

vidua li zation.

reth inking the upcom ing arch itectural exhibitions, mainly the V International Biena l of Arch itecture.

For the School of Frankfurt, the field of "great art" was ru led by the concept of multidimen-

The proposals presented by the arch itects are intri guing and surprising. Trilhos Urbanos

siona lity, the issue being the existence of multiple leveis of mean ing in the artwork, in contrast with

[ Urban Tracks ] [José Maga lhães Jr.] deals with the lack of public policy for the improvement of

the merely passive fru it ion that characterized entertainment and cultural industry products. "ln cul-

urban life and the search for a correct direction in the development of the metropolis. Jardim dos

tural industry products, rather than being constituted by meanings intrinsic to the artwork's formal

Sentidos [Garden of Senses] [Tito Livio and Takashi Fukushima] makes us aware of the fragility of

requirements, the multi pie leveis were to be constituted by leveis or effects, i.e., by assessable rela-

the great metropolises in their constant self destruction, while hinting at their incredible capacity for

tions between emitted stimuli and the recipient's perception or conduct."

regeneration . Gramática Urbana [Urban Grammar] [Mario Biseli] is an installation in the form of a

However, the changes that took place in that half century were to directly influence the scope

wall, made up of fragments of the vertical city, our artificia l horizon, showing portions of our

assumed for the cu ltural industry. If at the time when the concept was formu lated it referred to a

cityscapes that resist deterioration. Número (cJldade [GRUAA - Group for the Study of Architectonic

comprehensive field of diffusion and production of symbolic materiais for society, today the cultur-

Issues] seeks to revea l and dissect, by way of phrases and images, the complex aspects of the

al industry has been converted into a subsystem of a broader system - that of information tec hnol -

nature of the contemporary urba n phenomenon and the raw reality surrou nding

ogy networks. This new status represents a cons iderable di lution of its reach. To whic h extent cou ld

[ Sea of Hi lls ] [Anne Ma ri e Sum ner] reflects on the perception of land/cityscape and territory, by way

USo

Mar de Morros

222 223 the concept address the intricate social organization system in current society, where the network-

of the undu lations of the city of São Paulo. Entre [Between, Come ln] [C láud io Li beskind, Sandra Vila

. ing scale becomes increas ingly comp lex? Would it be possible to analyze th is comp lexity as a who le

and Samanta Cafardo] reflects on the ever-increas ing segregation of public versus private spaces

from the viewpoint of Marxist roots? Can we possibly suppose that art renders contentsof intrinsic value in this indefinite and dif-

and the abrupt rupture which, in the form of wa ll s, isolates the existing construct ion in lots, leaving the streets empty and the public squares abandoned. Outrem [Somebody Else] [Ânge lo Bucci,

fused territory, the home of an artistic experience that {ias been absorbed by and incorporated into

Fernando de Mello Franco and Milton Braga] makes use of the rai lroad and its adjacent spaces,

mass communication?

shown by a ra il way car equipped with light projectors, circu lating over a given route and transmit-

Contemporary art is generated by the artist's inter,iortemporal coherence; it const itutes a syn-

ti ng via video to the show, seeking to ra ise awareness concerning these spaces and concern ove r

tax that does not abide by an inferential construction proj ect. Can we sti ll take into account the ter-

theirfuture. Territórios [Territories ] [Francisco Spadoni] dea ls with the constitution ofthe cit ies as a

nary structure of intentio n, process, and sy nthesis, or should we reflect on a possible "1055 of co n-

great work rea li zed by humankind for its surviva l. Fraturas Urbanas [ Urban Fractures ] [Carlos Leite]

tro l" on t he part of t he art ist? What are t he ro les of criticai perspective, symbolic dimension,.and

presents a reading of the fragmented contemporary metropoli s, mapping t he points of ru ptu re in

humanist meaning sit uated in art inspired by the globa l society? What is t he role of art today? Is it

order to ex pose t he urban wo unds.

tota ll y subjected to the network system, or does it perform a funct ion of res istance? How cou ld t he contemporary work of art replace the notion of "great art" proposed by the historica l vanguards that,

MARILI BRANDÃO CURATO R OESIGN MOOULE

except for Pop Art, were followed by the artistic vanguards in operation between the fift ies and the

"I am not against science, but against the distinction between art and science. I do not accept the

late seventies?

concept that art is the negation ofthe concept of science, instead I insist that it contains it. The day

What alternatives are left to art, in view of the unavoidable conflict of having to yield to con -

that the artists - and by this term I mean ali creative men and women - become aware of art's rev-

tamination processes imposed by the cultura l industry, thus turning into simulation? The simu-

olutionary force, known as creativity, they will understand that art and science have the same

lacrum carries a negative load; it is usua ll y associated with the notion of "fake". But the question is,

goa ls."

are there other possible interpretations for it? Whe n exact ly is a simulacrum negative? The moment

Joseph Beuys, 1 April 1973, Corriere della Sera

it loses its potential, i.e., when it is deprived of meaning. However, the simulacrum ca n indeed have

Design was born as an uto pia - one un it ing art and industry - and t herefore co ntrib utes to t he

a posit ive character. The enhancement of its potential leads to the perception of an intensified sym-

improvement of the quality of li fe for the people who eventuall y use the products conceived through

bolic load, thus provid ing greater density to contemporary art. This is precisely where the abyss found in understanding contemporary art production

its consideration oftechnologica l and aesthetic issues, thus assuring that they are suitable forthe ir given funct ions. The va lue of design was expanded during the 19th century, as artisana l production

resides, particularly in Brazil. The problematic dwells right on the clash between neoliberal theories

gave way to the industrial system, a process that had begun with the Industrial Revolution in 18th-

and theories of Marxist inspiration. As long as we resist, trying to preserve the aura and the mystery

century England and the USA, leading to the growth of urban centers with the migration of country

that shrouds the work of art, and as long as we refrain from assimilating the transition process from

people who came to take up jobs in industry. As a field related to industry, design responds to vari-

the modern world to the contemporary world, the ghost of "great ar\" proposed by Adorno and

ous industria l areas, including production, marketing, and sales.

Horkheimer will haunt the possibi lity of a legitimate perception of art and its current processes.

The term "good design" ruled until the 19505 when the preva ili ng funct ionalism dictated that

Shou ld we set our parameters on the basis of the historica l vanguards and the artistic van-

the beauty of an object was defined by its utility together with its honesty in terms of structure and

gua rds, we will run the risk of having our vision blu rred by t he lack of art's re -semantization . A re-

component materiais. Today, after the appeara nce of va rious movements such as organ ic design,

semantization that thin kers, critics, and art historians have been carry ing out in discontinuous

anti-design, postmodern, minima li st and neofunctiona list design, this concept has been gradually

manner, but wich still requ ires the connection of ali parts to allow us the comprehension ofthe com-

rep laced by re lative standards, which hold that any design can be va lid on ly for determined people

plexity that permeates the artistic renditions of contemporary art.

under determined circumstances.

PEDRO CURY CURATOR

a carrier ofthe meanings that play a part in the "being" and the "existence" ofthe individual who, by

Commun ication has been assuming an ever-increasing role in society. The object of design is ARCH ITECTURE MOOULE

Bienal 50 Years - Architecture

way of the objects and items of personal use, creates and transmits his or her own identity. So the

The great metropolis, the megacity, the great human conglomerations, are almost mandatory

designer must work with a greater linguistic flexibility, while making a commitment to contribute to

themes for the events that are held around the world, whether of a politicai, economic, artistic or

the commun ity, improving the qua lity of life for humankind and for the planet as a who le.

techn ical nature. The advent of the computer has accelerated the process of globa lizat ion in human

The works presented in th is show dea l with issues related to the metropolises - the general

affa irs, speed ing up the excha nge of information, the ebb and flow of capital, to the point where new

theme for the show and a very important one, considering t hat currently more t han 50% ofthe plan -


et's population lives in urban areas which are now the stage for ongoing social and economic change.

tity. The contemporary expression of individualism is similarity with the group and difference with

The first question to be addressed is that ofthe designer's contribution to social issues [Bienal

everyone else. Contemporary "tribes" create their own identities using objects as the means of com-

Bar) and environmental ones [Ecological Square). The second question involves the urban visual

munication. The feelings of social identity and group belonging are increasingly supported by "mate-

communication, whether it be official or spontaneous lU). The third question has to do with the value

rial culture" and the object is no longer merely utilitarian but acquires symbolic functions of com-

of objects that are consumed not only for their utility but also for their symbolic value [Beyond Taste

munication. This is the theme of the installation Tribes by Alfredo Farné, who exemplifies this issue

and Good Taste], [Tribes], [An Eye in the Middle ofthe Forehead], and the fourth deals with how the

through a selection of products of design that we can identify with determined "tribes": the conser-

language ofthe product approximates the concept of art [Playground).

vative types, the yuppies, the naturalists and the punks. This work does not aim to present a socio-

ln light ofthe serious problems facing humanity, professionals are increasingly called on to act

logical study, but rather functions as a stimulus for reflection. ln another project that deals with a

in a responsible way, bringing creative thought to bear on the improvement of the quality of life on

specific cultural group we have Marina Sheetikofrs work on piercing. The body is also an instrument

the planet.

for communication and the tribal societies utilized tattooing and piercings for group identification

Fernando Jaeger's project for Bienal Bar aims to valorize the small-scale production of the

and defense. The punks were the first to return to this practice which today has spread to a wider

inhabitants of a community at São Paulo's outskirts [Americanópolis) and of Rio de Janeiro [Rocinha

range of social class and age groups. Using precious metais and human prostheses, her piercingjew-

slum) that contribute toward increasing the family's income. Participating in this project are the

elry is provocative in mixing protest with refinement.

NGOs Coopa-roca of Rio de Janeiro and Aldeia do Futuro ofSão Paulo. Coopa-roca is the cooperative of handicrafters and seamstresses of Rocinha, Latin America's

The aesthetics of the body is a concern felt since ancient times. The value of clothing goes beyond its function of protection to function also as an ornamental element and sign of status.

largest slum, with 180,000 inhabitants. Founded in 1982, the work performed by the entity is coor-

Fashion design works with ephemeral values - once the trend has passed the item has no more

dinated by educator and sociologist Maria Teresa Leal, and aims to develop and commercialize arti-

value - as well as with elitism, whereby some exclude from their universe those without the aes-

sanai products made with scraps of fabric for the clothing and decorative areas. A democratic organ-

thetic or material possibilities to participate in that reality. The conformist race of imitation often

ization and work scheme both stimulate and valorize the participation of women at every stage of

drains the original meaning from the choices in clothing, thus powering a huge industry of copying

the processo

and remaking items with good quality at a lower price, allowing many people to be reinserted to the

Aldeia do Futuro was created in 1994, with the purpose of offering professional training to

world of fashion, even if in an illusory way. Marcelo Rosembaum sheds light on these questions in his

young residents of Americanópolis, one of the neediest districts of São Paulo City, and one with a

workAlém do Gosto e do Bom Gosto, with video presentations of contemporary Brazilian stylists, dis-

high crime rate. The initial purpose of hei ping youth expanded to the family with the creation of the

tricts of elite consumption and districts of popular consumption. As though at a fashion show the vis-

program Aldeia da Mulheres, which aims to educate women through professional training courses

itors are seduced into strutting on the catwalk and sitting among the magic world of fashion.

[handicraft, sewing and embroidery) as well as in academic subjects. Aldeia das Mulheres has 220

Luciana Martins and Gerson de Oliveira use a lexicon of geometric forms in products existing on

square meters of operating space and attends 120 women per week. The coordination of this project

the border between art and designo They are geometric compositions which, liberated from banal

is handled by textile designer Dina Broide. It is worth remembering that for some products technological advancements mean higher quality, while for others quality is expressed in terms such as "handmade", "exclusive" and "custom made".

responsibilities of functionality, are free to express within the fields of aesthetics and semiology. The products present in Playground play with symbolic values and promote a chain reaction of playfulness and interaction with the user.

ln light of the current electrical power crisis and the signs of global warming there is no longer any doubt concerning the need for each citizen to act responsibly regarding environmental issues. As a renewable and biodegradable resource, wood is an environmentally sound choice as a raw

Bibliography BARBERO, Luca Massimo; 10VANE, Giovanni. Pittura Dura - Dai Graffitismo aI/a Street Art. , Milan:

material, as long as it comes from correctly managed areas. Sustainable development necessarily

Electa, 1999.

depends on forest preservation, not only in terms of timber, but also biodiversity, water quality,

CENTRO PORTUGUÊS DE DESIGN. Design em Aberto. Porto: Porto Editora, 1993.

climatic moderation and soil stabilization.

DOMERGUE, Denise. Artists Design Furniture. New York: Abrams Book, 1984.

Certification of the product with the seal of the FSC - Forest Stewardship Council - guarantees

DORFLES, Gillo. Ultime Tendeze Ne/l'Arte D'Dggi - Dall'lnformale ai Neo-Dggetuale. Milan: Feltinelli

the source ofthe wood. The FSC is a worldwide movement that offers an independent and voluntary

Editore, 1999.

auditing system for the forestry management of a forest unit, conceding its seal of certification to

ROGERS, Richard; GUMUCHDJIAN, Philip. Città per un Piccolo Pianeta. Italy: Editora Erid'AlKappa, 1997.

the final product at the end of the chain of manufacturing transfers. The principies and criteria of the management assessment procedures guarantee that the activity is environmentally sound, economically viable and socially beneficial. Enzo Grinover's Ecological Squareconsists of wooden benches bearing the FSC seal. They are covered with artificialgrass, an ironic allusion to the lack of green spaces in the cities. Urban visuah::<irnmunication is the theme of the work U [from the word úrban) of the group Caminho Suave [Claudio Ferlauto, Claudio Rocha, Marcos Mello, Os Gêmeos, Herbert, Vitché and Nina). Visuallanguage is the fundamental instrument of communication in the construction of identity within cities, which are carriers of a great multiplicity of cultures expressed though a vast quantity of signs, codified or not, ali present in the cityscape. Like a great opened book, the city, its walls, its buildings, its streets, its alleys, function as a support for every type of communication, ranging from the informative, such as names of streets and squares or traffic signs, to the advertising that aggressively and uncontrollably invades the cityscape with a mixture of images and texts that augment the chaos of the city. ln this space of public use, where everyone fiercely competes to advertise their product, there operates another group that rejects conventional culture and proposes an alternative reality of communication. These are the "graffiti writers," as they preferto be called in denial of any intention to be included in the world of art. They use the walls of the city to write a language completely removed from the conventional language of mass culture, of marketing, of the computer - a language of sensitivity and emotion. Being aware of social and politicai changes they are always ready to express their protest through this language. Although it is often understood as vandalism, graffiti is an attempt at dialogue, expressing the need to communicate one's own existence and diversity from the world of conformity and immediate consumption. Its presence in various internationai metropolises, more than twenty years after its appearance in working-class districts of New York, demonstrates its vitality. The group Caminho Suave brings to the show a vision of the city that blends popular and fine culture. Images, texts, graffiti, pasted signs, photos and street-vender stands constitute a complex interconnected space, constructed of scrap materiais and wooden boards that re-create the degraded texture of the cities and serve as a support for the reading of the urban iconography, which normally goes unnoticed by the inhabitant who moves along its byways at the speed of the auto mobile, paying no heed to the excess of information. It's a labyrinth of physical exertion, requiring that one slip through alleys, look through narrow openings, crouch down to reach spaces that present the works of the eight members of the group. Just like in the city, one needs to pay careful attention in order to perceive the absurdities, the non-sense, the exaggerations, as well as the silent and expressive beauty ofthe typography, the urban signs and the characters that inhabit this world of urban fantasy. The cities function as great receptacles of life - manmade constructions that concentrate a great number of inhabitants of different cultures and interests. On one hand these conglomerations offer a wide freedom of choice: where to go, what to buy, what to eat, who to see. On the other, they increase insecurity and the fear of being alone. People with determined values and lifestyles form groups in search of a collective cultural iden-


VISUAL ARTS

!~iYY'Yk.k.

precariousness translates the enunciating transgression of the erotic act taken from the ever~da~ life of the metropolis - something the artists accomplish through a string of responses disseminat-

ANA MARIA TAVARES CITYSCAPE, 20011NSTALLATION WITH STAINLESS STEEL, BENCH ANO AUOIO

ed in different time frames. ln theirwork, Dias and Riedweg focus on the chaotic inner timing of each

Monumental. The walllined with steel sheets engages in dialogue with the architecture and its sur-

character. OB

roundings, i.e., the cit~. This notion is conve~ed not onl~ b~ the scale of the work, but also b~ the reflection, on the polished steel surface, of the cit~scape, parts of the building and its visitors. But,

MIGUEL RIO BRANCO

what does the mirrar of'realit~ sa~? From the depths of its iridescent colors - from green to blue to

ln the installation Between The Eyes, The desert, the viewer will find images, sounds, and armchairs

mauve - words and fleeting sounds come up, depending on the lighting and the vantage point.

destined for the public. However, here the intended effect is not one of stage and audience. The idea

BETWEEN THE EYES, THE DESERT, 1997 MULTIMEDIA INSTALLATION

Lexotan, credit card, sex, sparkling water, and other inscriptions serve as indicators for deciphering

is to give viewers the impression of sitting, sa~, at the beachfront, facing the sea, with passersb~ and

the enigma of modernit~. It is up to each viewer to interpret or simpl~ be overwhelmed by Cityscape

other things occasionall~ blocking the full view. ln the installation, instead of sea there is backcoun-

and its infinite game of possibilities. MAM

tr~, just as there could have been a metropolis; there is a non-place, now flooding with light, now gloom~. ln this fatal spa ce, the gestwres of pleasure or pain are harbingers of death. During approxi-

CAIO REISEWITZ

CONOUEST, 2001 PHOTOGRAPHIC INSTALLATlON

Once there were forest-covered hills where the city stands toda~. From the initial occupation of the

matel~ one hour, we are lulled by the poetic discourse ofthe tattered beaut~, e~es wide-open in awe,

or shut, perhaps in dream. MAM

land b~ European settlers to the real-estate boom, everything is an accomplishment. The large blackand-white photographic mural contrasts with the digitized images and trade names floating in space.

MÔNICA SIMÕES TIMES OF A CITY, 2000 VIOEO INSTALLATlON

Taken from pieces that advertise real-estate launchings, these clippings feature idealized situations.

Generations succeed one another, while the cit~ remains. Salvador is a major stage of famil~ events.

For example, the computer-manipulated colar picture ofthe smiley couple and child seen behind the

From 1920 to the seventies, from birthda~ parties to street-carnival merr~making, from unpreten-

impressive iron gate offers the viewer a s~nthesis of aspired happiness. Via prosperitá is to way to

tious picnics b~ the seashore to pregnant women in bikinis, from the landing of zeppelins to the cel-

ach ieve it. MAM

ebrated homecoming of Miss Universe runner-up Marta Rocha, much has changed in the city. These events recorded as amateur film footage, assembled and mixed in video format with soundtrack fea-

CARLOS MI ELE THE NINTH CIRCLE, 2001 VíDEO

turing the respective music of the time reveal the changes in mores and taste. A documentary that

ln the video "O nono círculo" [The ninth circle], rnultimedia artist Carlos Miéle revisits literature tak-

is nea rl~ a novel. MAM

ing Dante's Inferno as reference. The script includes nine performances - nine instances of falling by the same individual who roams cit~ streets in an attempt to get away from his own conflicts. ln this

REGINA SILVEIRA TRANSIT, 2001 URBAN INTERVENTION PHOTOGRAPHIC PROJECTION lN MOVEMENT ANO COMPUTo

self-referential footage, Miele emplo~s state-of-the-art technolog~ to capture scenes of cit~ violence,

ERIZEO GRAPHIC PROJECTION

s~ncretism, racial discrimination, and love that ultimately, at the end of nine falis, conve~ helpless-

Transit is a fl~ that soars above São Paulo streets and alights at several of the cit~'s landmarks,

ness and skepticism. OB

whose luminescence conve~s an uncomfortable and good-humored s~mbolog~. Projected outside the museographic domain, the insect plays the role of off-wall art. ln its "flight," it not onl~ adds to

ÉDER SANTOS PLANETARIUM, 2001 VíDEO INSTALLATION

cit~ traffic, but also shifts around the ver~ locus of art. OB

Underthe star-studded sky, reverie and dream. At Planetarium, ali one has to do is lie down and ~ield to the nearl~ h~pnotic suggestion of images of falling stars. A careful pla~ of mirrors produces the cir-

RICARDO RIBENBOIM URBAN SKIN ANO TATTOOS, 2001230 PLASTIC INFLATABLESANOVIOEO URBAN SCARS

culation of figures that appear and disappear as recollections or fantasies. Here, the artist uses elec-

Though the combination of performance, video and instable objects, Ribenboim created an instance

tronic media to renderthe poetic language of dreams with the sensibilit~ of someone who has never

of "re-signification" to address issues involving shelterless individuais in large metropolises. His dis-

stopped admiring a starr~ night. MAM

course focuses the street dweller, an individual we no longer notice because he ar she has been

ELYESER SZTURM

the notion of covering, shelter, on which he imprints a series of graphic signs. ln doing so, he records

incorporated into the visual pollution of large cities. Ribenboim creates inflatable shells that conve~ EARTHOUAKE, 2001 VIOEO ENVIRONMENT

Dozens of television sets spring up frorn the floor showing the cracking ground, the ochre-colored

the visual and iconic accumulation found in megalopolises and indicates the heav~ burden placed on

terrain, the white limestone dust, the ravines and erosion. Here and there, fragments of mairned bod-

the backs of these unpleasant characters featured in commonplace scenes of ever~da~ cit~ life. OB

ies. These images were taken from the vicinity of Brasília. The intermittent lighting turns the crossing ofthe dark room into an adventure straight out of science fiction. Earthquake simulates the nat-

ROCHELLE COSTI

ural seism while imparting to electronic media a dimension of landscape. MAM

Man~ people still havevivid memories of the poster illustrations used in geograph~ class. ln a com-

ORIGINAL LANDSCAPES, 2001 DIGITAL REPROOUCTIONS OFANTIQUE OECALS

parison to the actuallandscape, we can see how artificial these Original Landscape are and to what

JAIR DE SOUZA BARRICADE, 2001 MULTIMEDIA INSTALLATION

extent they sirnulate nature. Even so, the appeal of these islands, mountains and rivers of highly

ln his work, web designer Jair de Souza produces an interchange between art and web designo

improbable shapes and colors is not offset; on the contrar~, it further stimulates our fantas~. The

Inspired in the website "My Cit~" aired more than a year ago, he devised Barricade, a counter-top cre-

artist has engendered an operation that is not restricted to the disclosure of the simulacrum; rather,

ation that combines technolog~ and the guiding principie of installation art. ln an allusion to the

it allows forthe void of ambiguit~. Between idealized image and the real, we sta~ with both. MAM

crises generated throughout the world b~ radicalism and ethnic struggles, Souza proposes the "defense" of the "citadel" in an interactive computer game involving work and viewers, to be pla~ed

ROSÂNGELA RENNÓ

online.oB

TAL ARCHIVE PAPER

JOSÉ GUEDES MONTECRISTO, 2000 VIOEO INSTALLATlON

ation. First she uses painting to strain the photographic support, thus attaining an audacious color-

RED SERIE - SOLDIERS, 2000 PHOTOGRAPH· LAMINATEO LlGHTJET PRINTON FUJI CRYS·

ln the works of Rennó's red series presented "here", the artist resorts basicall~ to two t~pes of operThrough his presentation ofthe video installation titled Montecristo at a New York street corner. With

ing that nearl~ shrouds the center figure. Then she proceeds with a discourse of strong social con-

the video, he focuses the relation between time and motion in the cit~, through a dialogue in which

tent, revealing the engagement of children in bizarre activities a few decades ago. These pictures

coloring and captured images create the s~mbolic dimensiono OB

retrieved from public archives show children in militar~ uniform. OB

JOSÉ GUEDES RECONSTRUCTlON, 2000/2001 PHOTOGRAPHS

SÉRGIO ROIZENBUT AFTER MIDNIGHT THERE AREN'T ANY CINDERELAS, 2001 VIDEO OOCUMENTARY

A six-photo series featuring images of the city of Fortaleza mirrored on water puddles, the artist

Somewhat like a "work in progress," Roizenblitt creates a video documentar~ in cartoon format,

offers a poetic and oneiric commentar~ on two circumstances. ln turn, with the photo series he re-

focusing on the São Paulo nightlife. His video features the different characters that people the

creates the selected vantage point as an invitation for the observer to stop, gaze, and ponder the

nightlife of a large cit~, with their inconsistencies and cultural differences. His multiple viewpoints

upside-down cit~ scene. OB

focus on hip-hop culture, carnival merrymaking, and other aspects of cit~ nightlife, in an attempt to

UNA KIM

that contaminate it. OB

point out the elements shared b~ highbrow culture and other [emergent and peripheral] cultures BACTERIUM, 20011NSTALLATION WITH CHANOELlERS, CRYSTAL, MIRRORSANO ORAINS

From luxury to refuse. Frorn the chandeliers, cr~stal garlands cascade to the floor drains. The installation Bacterium builds, with magnificent lighting and sparkle, the perverse effect of the excess that

SHIRLEY PAES LEME

contaminates the societ~. Despite this relationship being explicitly pointed out, no viewer remains

A vitalizing flux flows from nature to culture. ln her attempt to bring together that which western

insensitive to the game of appearances, to the delight of elusive visions, to the sensation of levitat-

thought has separated, i.e., to combine the cultural and the biological processes, the artist has no

ing in a make-believe space. If in the remote past the French court allowed itself this pleasure, then

qualms about disturbing the more sensitive individuais. She prompts viewers to pace around a

wh~ wouldn't this atmosphere of suspended realit~ charm us, mere mortais? MAM

mound of manure above which she projects, on the wall, the bowel movement of a cow. To those who

LUCAS BAMBOZZI1 + 1 LlVE AS IT IS <TAXIDERMY ANO BILLBOARD>, 2001 VIOEO INSTALLATlON ANO TAXI

installation Culture combines cow manure and video to render the condition of contemporar~ man

ln the video installation titled 1+1, Lucas Bambozzi renders events taken from cit~ scenes, in direct

divorced from himself. MAM

CULTURE, 2000 VíDEO INSTALLATlON

are familiar with life in the countr~ the scene is not shocking; to cit~ people, it causes aversion. The

reference to electronic billboards and cit~ signage. The taxicab that integrates the installation enhances the transgressing force of the featured images, thus turning the cabdriver's figure into a legitimate representative of ever~da~ cit~ life. OB

MAURíCIO DIAS E WALTER RIEDWEG

MY NAME ON YOUR LlPS, 2000 VIOEO INSTALLATION

My Name On Your Lips combines the high-tech video resources and the precariousness of an environment consisting of bed sheets hanging from a clothesline. ln association with technolog~, this


MARIO BISELLI URBAN GRAMMAR, 2001 PHOTOGRAPHS ON PANEL Installation made up of fragments ofthe vertical cit~, our artificial horizon, portions ofthe cit~scape

ANGELO BUCCI, FERNANDO DE MELLO FRANCO E MILTON BRAGA (URBAN INTERVENTlON), JOEL PIZZINI E GIANNI TOVOTA (VIOEO INSTALLATlON)

that resist deterioration. The~ are, therefore, relics of pure architectural reason, exhibited in s~nch

OUTREM, 2001 MULTIMIOIA INSTALLATION ANO URBAN INTERVENTION

The fragments dispersed in the metropolis are reorganized according to a new idealized, chronolog-

with their original bidimensionalit~.

Outrem began as a look at the metropolis's extensive factor~ and railwa~ territor~, over which a fore-

ical and didactic order that reverences that which is constructed with brilliance.

seeable transformation can be delineated.

The~ are thus the fragments of the grammar from which we construct the cit~, because ever~ con-

The urban intervention mounted light projectors on a railwa~ maintenance vehicle which traveis

structed form is inevitabl~ converted to language.

along a structure present throughout the metropolis. ln movement, it brightl~ illuminates the places

TITO LlVIO FRASCINO ANO TAKASHI FUKUSHIMA GARDEN

through which it passes. It confers a measuring device to an immeasurable urbanization.

WITH HYDROPONIC GAROEN ANO GRAFFITI

OF SENSES, 20011NSTALLATION

ln the video installation, a curving white wall bears 25 pairs of "magic e~es." Through them, the visi-

The space seeks to evoke, through observation, emotion and surprise, the sensations that the

tor can gain an angular view of the route of the "Iight train" as it makes its wa~ through the cit~, as

author holds as being at the same time instigating and contradictor~: the great fragilit~ of the

the~ displa~ the images of 9 videos taken in the anon~mous universe of the stations as well as the

metropolises, their curious power of regeneration and their rnutational character.

situations and sensations recorded b~ 16 securit~ cameras positioned at ke~ points within the Bienal building itself.

DESIGNERS MODULE ANNE MARIE SUMNER SEA OF HILLS, 20011NSTALLATlON ln this metropolis of invisibilit~ and congestion, the perception of the cit~scape is vital.

ALFREDO FARNÉ TRIBES, 20011NSTALLATION

CARLOS LEITE

lize determined objects not onl~ for their utilit~ value b~ also as an expression of the values that

ln his work he explores the s~mbolic value of objects. "Tribes" that inhabit the great metropolises utiURBAN FRACTURES: PANORAMA OF THE CONTEMPORARY METROPOLlS, 2001

give people a sense of belonging to a determined social group. MB

INSTALLATlON WITH SLlOE PROJECTION ANO SDUND

The contemporar~ panorama: a reading of the patchwork metropolis. A lookout tower, a dynamic mapmaking, the possibilit~ for future projection. Mapping the points of rupture: the cit~ without

ENZO GRINOVER ECOLOGICAL SOUARE, 2001 WOOOEN BENCHES COVERED WITH SYNTHETIC GRASS

urbanit~. Investigating the lack of urban attributes and pointing out the available territories.

The ecological square is a s~mbol of the fight for the preservation of nature represented b~ the use

Exposing the urban wounds:

of wood certified with the seal of the FSC - Forest Stewardship Council- which guarantees that the

The railwa~ fringe - the postindustrial cit~ in transformation, terrain vague and the potential of the

wood used in the product has come from well-managed forests. MB

void. Serra da Cantareira: the "illegal/real" cit~

peripheral expansion over environmentall~ protect-

ed areas. Largo da Concórdia: contemporar~ flows - informal architecture overlaid on the urban his-

FERNAN DO JAEGER

tor~. Jardim Anália Franco: the anticit~ ofthe walled-in condominiums; urban enclaves.

RIC: COOPA·ROCA (RIO) E ALDEIA 00 FUTURO (SÃO PAULO). LlGHTS: RICARDO HEDER, DlNA BROIOE ANO FERNANDO JAEGER. RUGS:

The circular form of the projection is a rereading of the panoramas used b~ 19th-centur~ painters.

REGINA KATO.

CLÁUDIO LlBESKIND, SANDRA LLOVET I VILA ANO SAMANTA DE FRANCISCHI CAFARDO lN BETWEEN, COME lN, 20011NSTALLATION WITH SLlDE PROJECTION

use of the artisanal works of popular culture, reinterpreted through design, redefining and valorizing the manual work. Participating in the Bienal Bar project were the designers Ricardo Heder, Dina

Parks, museums, squares, houses, buildings and commerce are shut up behind walls.

Broide, Regina Kato and Yaskara Idemori. MB

BIENAL BAR, 2001 FURNITURE: FERNANDO JAEGER E YÁSKARA IOEMORI. HANOMAOE FAB-

His work reflects his involvement with need~ communities thorough NGos, as his products make

As the walls grow, the streets empt~ and separation grows between public and private, between cit~ violence, but also the transformation of the cit~scape. A cit~ is being constructed wherein the

GROUP CAMINHO SUAVE: CLAUDIO FERLAUTO, CLAUDIO ROCHA, MARCOS MELLO, NINA, HERBERT, VITCHÉ AN O OS GÊM EOS U, 2001 URBAN VISUAL COMMUNICATION

streets serve onl~ forthe circulation of vehicles and no longer for people. A cit~ of empt~ streets, of

The installation produced for the Bienal takes the cit~ as its raw material, its supports and visual ele-

and individual. The consequences of this fact are not onl~ the obvious ones such as insecurit~ and

enormous buildings each isolated within its own lot, and abandoned squares. A cit~ without attrac-

ments are drawn frorn institutionalized functional information and spontaneous popular interven-

tions, without charm.

tions. Using puns, non-sense, visual humor and graffiti the~ interpret the urban scene, interfering in

The intersection of the public and private spaces and the blending of uses are indispensable

the perception of information and images, in order to call attention to the details that often go unno-

because they generate diversit~, attract people to the street, diminish insecurit~. The~ generate life,

ticed b~ the inhabitants of the urban centers, thus provoking a feeling of strangeness and inciting

the~

participation. MB

generate the cit~.

FRANCISCO SPADONI TERRITORIES, 20011NSTALLATION

LUCIANA MARTINS ANO GERSON DE OLIVEIRA PLAYGROUND, 2000 FOAM ANO LEATHER RUG,

A mockup for visitation or a metaphorical model dealing with the cit~ based in its constitutive

SCRAMBLED EGGS, 2000 RESIN, CIRANDA, 2000, STAINLESS STEEL ANO GLASS TABLE, JOYSTICK, 2001,

processo

REWIND, 2001, PLAY, 2000 combined wooden pieces and mirror light bulbs

From the original nature humankind retains the ground.ln it are traced the marks and the structure

Luciana Martins and Gerson Oliveira develop objects whose essential qualities are independent of

of socialization. It is the place that structures man~ places, and the place of no place.

their use, function or aesthetics, placing their intended use and purpose into check. MB

The cit~ is territories: ph~sical and mental. Layers that arise one ove r the other, sink, disperse, decanto At times it holds roots or materiais in place, at others it suspends ideas, like that for building

MARCELO ROSENBAUM

the future.

ln the installation Beyond Toste and Good Toste Rosenbaum presents films of fashion shows ofvan-

BEYOND TASTE ANO GOOD TASTE, 2001 VIOEO INSTALLATlON

Genetics: reason

guard designer labels in contraposition to the mass production that popularizes the new trends,

Sense: given b~ time

through copies, for a public that feels excluded from the "fashion s~stem." MB

Material: we are the stuff of which dreams are made Shakespeare

MARINA SHEETIKOFF AN GRUAA (GRUPO OE ESTUDOS DE ASSUNTOS ARQUITETÔNICoS] ALEXANDRE SERRANO, CAETANO DEL POZZO, DENISE XAVIER DE MENDONÇA, MARIA LUIZA VISONI, MARCELO ZOCCHIO NUMERO(C]IDADE, 20011NSTALLATlON WITH PHOTOS, TEXTSAND STICKERS

EYE oN THE FOREHEAD, 2001 TONGUE PIERCING: GOLO ANO PORCELAIN TOOTH,

EYEBROW PIERCING, GOLO ANO PROSTHESIS, EAR PIERCING, GOLO ANO ODONTOLOGICAL RESIN. FERCING BETWEEN THE EYES: GOLO ANO OPHTALMOLOGICAL PROSTHESIS. PHOTOS: FERNANDO LASZLO.

Her piercing jewelr~ questions the transgenic transformations offered b~ scientific advances. She

The discussion concerning the urban space takes on greater urgenc~ toda~ with the alarrning data

researches the nature and anatom~ of the human bod~ in the conception of pieces that combine

regarding this phenomenon. The ph~sical environrnent ofthe cities is being determined by a complex

precious metais with human prostheses. MB

web of relations existing within the interpla~ of econornic interests and certain politicians, in a balance that concentrates wealth through social exclusion. Revealing and dissecting the cornplex 'nature of the urban phenomenon is a basic requirement for us to better perceive and operate on our environment. numero(C]idade makes the data perceptible to our senses. The~ are phrases that reveal our environment in its raw realit~. Images turned into simple constructive elements for the elaboration of an artifice - a vehicle for putting the perception in touch with that which is dispersed within the territor~ of the cit~, perrneating it.

JOSÉ MAGALHÃES JÚNIOR ANO JOSÉ FRANCISCO XAVIER MAGALHÃES LUIZ HENRIOUE XAVIER (SOUND TRACK) URBAN TRACKS: CITY oFF TRACK CITY WITHOUT TRACKS CITY WITH TRACKS CITY oN TRACK INSTALLATlON WITH SOUND INTERVENTlON, 2001 The proposal Urban Tracks deals with the lack of public polic~ for the betterment of urban life. one "cit~

offtrack," which needs to find its direction and regain its public spaces, allowing forthe meeting, the contact, the communication among people. To rethink not onl~ the public transportation but also the polic~ of urban developrnent that puts the "cit~ on track."

The composition Urban Tracks is concrete music, a narrative inspired b~ an imaginar~ journe~ along the tracks and the trails of the cit~.


VISUAL ARTS MODULE ANA TAVARES BELO HORIZONTE, MG, 1958.

LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO.

OBTAINED BACHELOR'S DEGREE lN FINE ARTS FROM THE MINAS GERAIS FEDERAL UNIVERSITY (UFMG), 1977; MASTER'S DEGREE lN SCULPTURE FROM THE SCHOOL DF THE ART INSTITUTE DF CHICAGO, 1984-86; ANO PH.D. FROM THE UNIVERSITY DF SÃO PAU LO'S SCHOOL DF COMMUNICATIONS ANO ART (ECA-USP), SÃO PAULO. ANA TAVARES HAS TAKEN UP THE INVESTIGATION DF RELATIONS BETWEEN ART, SPATIALlTY ANO ARCHITECTURE. HER CONCERN WITH THE "ROLE DF ART" lN CONTEMPORANEITY INFORMS THE POETICS DF HER TRIDIMENSIONAL WORKS. SHE HAS EARNED RECOGNITlON AS ONE DF THE GREAT ARTISTS ON THE CONTEMPORARY SCENE lN BRAZIL. Selected solo exhibitions 2000 Projeto Zona Instável, Parque Lage, Rio de Janeiro 1998 Relax'o'visions, Museu Brasileiro da Escultura, São Paulo 1997 Porto Pampulha, Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte 1996 Rotatórias, Galeria Milan, São Paulo 1994 Chicotes, Paço Imperial 1986 Superior Street Gallery, Chicago Selected group exhibitions 2000 Cutting Edge, ARCO, Madrid 7th Havana Biennale, Havana, Cuba 1999 Panorama of Brazilian Art, Museu de Arte Moderna, São Paulo 1998 Centro Cultural Banco do Brasil

City Cannibal, Paço das Artes, São Paulo 1997 Diversity of Brazilian Sculpture, Instituto Culturalltaú, São Paulo 1994 Bienal Brasil Século XX, Fundação Bienal de São Paulo 1991 21 st São Paulo International Biennial, São Paulo 1987 19th São Paulo International Biennial, São Paulo Select bibliography AMARAL, Aracy. "Quatro artistas", in Arte híbrida, Rio de Janeiro: Funarte, São Paulo: MAM; Porto Alegre:

Espaço Cultural BFB, 1989 BARROS, Stella Teixeira de. "Ana Maria Tavares", in Galeria: Revista de Arte, issue no. 23, São Paulo, SP CHIARELLI, Tadeu. "Ana Maria Tavares e o cerco da arte", in Ana Maria Tavares (catalog), São Paulo: Gabinete de Arte Raquel Arnaud, 1990 Ana Maria Tavares, in 21st São Paulo International Biennial (catalog), São Paulo: Fundação Bienal: Marca d'Água, 1991 LAGNADO, Lisette. "Entre o desenho e a escultura", in Entre o desenho e a escultura, MAM-SP, São Paulo: Museu de Arte Moderna de São Paulo, 1995 MAGALHÃES, FÁBIO. Ana Maria Tavares: objetos e interferências. São Paulo: Pinacoteca do Estado, 1982.

CAIO REISEWITZ SÃO PAULO, SP, 1967.

LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO.

OBTAINED BACHELOR'S DEGREE lN VISUAL COMMUNICATION FROM ARMANDO ÁLVARES PENTEADO FOUNDATION - FAAP, SÃO PAULO, ANO lN ART, WITH SPECIALlZATION lN PHOTOGRAPHY, FROM THE UNIVERSITY DF MAINZ, GERMANY. CAIO REISEWITZ USES PHOTOGRAPHIC MEDIA TO CREATE NEW INSTANCES DF PLASTIC DlSCOURSE. AT TIMES, HE USES PHOTOGRAPHY AS A RECORDING TO BRING UP ISSUES SUCH AS SOCIAL BEHAVIOR; AT OTHER TIMES, HE ENTE RS A SUBTLE ZONE lN WHICH HE ELlMINATES THE REFERENT TO FORMULATE A TENSE DIALOG BETWEEN THE LENS ANO THE REWORKED IMAGE. Selected solo exhibitions 2000 Temporada de Projetos 1999-2000, Paço das Artes, São Paulo 1997 Alies Deutschland Fachbereich Bildende Kunst, Mainz, Germany 1996242-1 Caio Reisewitz Trabalhos Fotográficos, Centro Cult~ral São Paulo, São Paulo Selected group exhibitions 2001 No Arco das Rosas, Casa das Rosas, São Paulo O Olharem Movimento, Itaú Cultural, Brasília 2000/2001 Fim do Milênio. Os Anos 90 no acervo do MAM, Museu de Arte Moderna de São Paulo 2001 Pose Detida, Oficina Cultural Oswald Andrade, São Paulo Projeto Rumos Visuais: Itaú Cultural, Instituto Itaú Cultural, São Paulo, Fundação Joaquim Nabuco, Recife; Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Fortaleza Território Expandido: Prêmio Multicultural Estadão, SESC Pompéia, São Paulo 1996 Neun aus Mainz (Nine from Mainz), Galerie Wyspa, Danzing, Poland 1995 Oie Farbe WeiB (The Color White), Kulturgeschichtliches Museum, Osnabruck, Germany Select bibliography CHIARELLI, Tadeu. Imagem Experimental. São Paulo: Museu de Arte Moderna, 2000.

MORAES, Angélica de. "O Real e o Reflexo", in Prêmio Multicultural Estadão. São Paulo: SESC Pompéia, 2000 VIEGAS, Camila. "Caio Reisewitz no Centro Cultural São Paulo". O Estado de São Paulo, Oc\. 1996 ZACCAGNINI, Carla. Temporada de Projetos 1999-2000. São Paulo: Paço das Artes, 2000.

CARLOS MIELE SÃO PAULO, 1964. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO OBTAINED BACHELOR'S DEGREE lN BUSINESS ADMINISTRATlON FROM THE EAESP - FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS, 1986. CARLOS MIELE USES NEW MEDIA TO CREATE ANO/DR REPROCESS IMAGES WITH WHICH TO BUILD A REALM THAT RENDERS THE PROBLEMATIC ISSUES DF LlFE lN THE METROPOLlS. HE ADDRESSES THE NONSENSICALlTY DF THE INEQUALITIES BETWEEN ELITES ANO OUTCASTS, ANO THEIR CONSEQUENCES SUCH AS VIOLENCE ANO DESTITUTION ON THE STREET. Selected solo exhibitions 2001 Os redundantes e as elites das cavernas, Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Fortaleza 2000 Os redundantes e as elites das cavernas, Paço das Artes, São Paulo Selected group exhibitions 2000500 Anos Oesign, Pinacoteca do Estado, São Paulo 1999 Contaminação, Museu da Imagem e do Som, São Paulo 1998 Iconoclastias Culturais, Casa das Rosas, São Paulo 1997 Reciclarte, Parque Lage, Rio de Janeiro Selected bibliography BOUSSO, Vitoria Daniela. Obra em trânsito. ln Os redundantes e as elites das cavernas. São Paulo: Paço das

Artes, 2000 MORAES, Angélica de. Molduras para o desejo. ln Contemporânea Carlos Mie/e. São Paulo: Cosac & Naify, 1999 NADDAF, Ana. "Redundantes e elilizados". in O Povo, Fortaleza, 11 Oct 2000

ÉDER SANTOS BELO HORIZONTE, MG, 1960. LlVES ANO WORKS lN BELO HORIZONTE. OBTAINED BACHELOR'S DEGREE lN BELAS ARTES PELA UFMG, 1988. BEGINNING lN 1989, HAS PRODUCED MORE THAN ORIGINAL INSTALLATIONS ANO VIDEOS.

THE VIDEO CREATIONS BY EDER SANTOS RENDER A RE-INTERPRETATION DF THE BRAZILlAN CULTURAL IDENTITY WHILE MIXING PERSONAL, CULTURAL ANO TECHNOLOGICAL REALlTIES DF BRAZIL. THE ARTIST EVOKES RHYTHMS ANO TEXTURES FOUND lN MEMORY ANO HISTORY, AS HE CREATES DIVERSE VISUAL LANGUAGES WITH THE AIO DF RESOURCES THAT RANGE FROM SUPER-8 FILM TO DIGITAL MEDIA. Selected exhibitions 2000 Cá entre nós, Paço das Artes, São Paulo Macao Art Festival, Macao Exit, Chinsenhale Gallery, London 1999 Chivas Synergies Art, Casa das Rosas, São Paulo Festival de Video y Artes Electronicas - Vidarte, Mexico City 1998 2th Vídeo Brasillnternational Festival of Electronic Art, SESC Pompéia, São Paulo 1996 17th Festival et Forum International des Nouvelles Images, Locarno 23,d São Paulo International Biennial, Fundação Bienal de São Paulo, São Paulo 1995/94 Panorama of Brazilian Art, Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo Tokyo Video Festival, Tokyo 1994 ArteCidade 1 - Cidade sem janelas, old town slaughterhouse at Vila Mariana, São Paulo

1993 Between Words and Images, MaMA, New York 1992 9th Video Brasillnternational Festival of Electronic Art, São Paulo 1990 Arizona Centerfor Media Arts, Arizona, USA World Wide Video Festival, The Hague Selected bibliography OVARVIDEO 2000. 5 th Festival Nacional de Vídeo de Ovar. Ovar: Ovarvideo, 2000 SILVA, Paulo Henrique. "O videomaker Eder Santos incursiona nas telas de cinema com filme experimental", in Jornal Hoje em Dia, Belo Horizonte, 20 Sep 1996 VIDEOBRASIL. 12 th and 11 th International Festival of Electronic Art. São Paulo: Videobrasil, 1998/1996 Websites: http://www.eai.org http://www.emvideo.com.br

ELYESER SZTURM

GOIÂNIA, GO, 1958. LlVES ANO WORKS lN BRASíLIA.

OBTAINED BACHELOR'S DEGREE lN PHILOSOPHY FROM THE GOIÁS FEDERAL UNIVERSITY (UFG), 1984; MASTER'S DEGREE ANO PH.D.IN ART THEORY ANO PRACTICE FROM THE UNIVERSITÉ OE PARIS VIII, 1990/1994 SZTURM HAS BEEN CONDUCTING A COMPREHENSIVE RESEARCH lN THE FIELD OFVIDEO ART, THUS POSING AWIDE ARRAY DF EXISTENTIAL ISSUES: NOW HE REFERS TO LANDSCAPE AS SYMBOLlCALAND EXPERIENCED SPACE; NOW HE ADDRESSES THE PSYCHOLOGICAL REALM, FOCUSING FAMILY ANO LOVE RELATIONSHIPS. Selected solo exhibitions 2001 Horizonte chão, Espaço Cultural Contemporâneo Venâncio, Brasília; Museu de Arte Contemporânea de Goiás, Goiânia 2000 Galeria Sérgio Milliet da Funarte, Palácio Gustavo Capanema, Rio de Janeiro 1996 Qumram, etc, Galeria Athos Bulcão, Brasília 1992 Objects, Galerie du Haut Pavé, Paris Selected group exhibitions 2000 2nd FICA - Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, Cidade de Goiás 1998 Panorama das Artes Visuais no Distrito Federal, Galeria Athos Bulcão, Brasília 1997 Reinvenção da paisagem, Espaço Cultural 508 Sul, Brasília 1992 Locus suspectus, la ligne-I'object, Galerie du Haut Pavé, Paris Selected bibliography BOUSSO, Vitoria Daniela. ln 7 th Salão da Bahia, MAMBA catalog. Salvador: Museu de Arte Moderna da Bahia, 2001 COCCHIARALE, Fernando. Elyeser Szturm. Brasília: Arte XXI, 2001. FREITAS, Grace de. Elyeser Szturm. Rio de Janeiro: FUNARTE, 2000. SALLES, Evandro. Dyeser Szturm. Rio de Janeiro: FUNARTE, 2000.

JAIR DE SOUZA RIO OE JANEIRO, RJ, 1947. LlVES ANO WORKS lN RIO OE JANEIRO OBTAINED BACHELOR'S DEGREE lN VISUAL COMMUNICATION FROM THE ENSAD . ÉCOLE NATIONALE SUPÉRIEURE DES ARTS DÉCORATIFS, PARIS, 1979; ATTENDED CERTIFICATE FILM ANO VIDEO PROGRAM AT MUSÉÉ DE I.:HOMME/SORBONNE, PARIS, 1974. DESIGNED THE VISUAL COMMUNICATION PROGRAM FOR THE MULTIMEDIA LlBRARY AT CENTRE GEORGES POMPIDOU, PARIS. CURRENTLY HEADS VINTE ZERO UM, A COMPANY ATWHICH HE ENGAGES lN TV ANO FILM PRODUCTION, EDITORIAL PROJECTS, VISUAL IDENTITY PROGRAMS, WEB ART, ANO STAGE SET INSTALLATION. HIS WORK IS INFORMED BY MULTIMEDIA TRAINING lN THE FIELDS DF ART, DESIGN, FILM, ANO ADVERTISING. ON A STRONG CONCEPTUAL BASIS, HE CREATES PROJECTS INVOLVING IDEA-SPACES, SIITE-SPECIFIC ANO SENSORIAL ENVIRONMENTS, lN WHICH ELEMENTS SUCH AS SIZE, SOUND, ANO LlGHTING ALLOW THE PARTICIPATION DF THE VIEWING PUBLlC. CURRENTLY COMMISSIONED WITH A WEB PROJECT, DESIGNED ANO SUPERVISED THE DEVELOPMENT DF THE AWARD· WINNING WWW.MYCITY.COM.BR. A MULTICULTURAL WEB ART PROJECT THAT FEATURED 53 VIRTUAL CITIES DF THE FIVE CONTINENTS. Selected exhibitions 2000 www.mycity.com.br. web art; Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona, Barcelona, Spain, and Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro 1998 4 th Graphic Design Biennial, São Paulo 1993 Rio Gráfico 1, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro 1992 Coca-Cola 50 Anos com Arte, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Palácio das Artes, Belo Horizonte Sevilla International Exhibition, Sevilla Selected bibliography VIOTTI, Eduardo. 5 Anos de Design Gráfico no Brasil. São Paulo: Market Press Editora, 2000.

JOSÉ GUEDES FORTALEZA, CE, 1958.

LlVES ANO WORKS lN FORTALEZA, CE

OBTAINED BACHELOR'S DEGREE lN LAW FROM UNIVERSITY DF FORTALEZA, 1983; SELF-TAUGHT lN THE FIELD DF ART. INITIALLY A PAINTER, HE GRADUALLY BECAME INTERESTED lN PHOTOGRAPHY, WHICH HE TOOK UP lN 1995. HOWEVER THIS TRANSITION 010 NOT PUT AN END TO THE ISSUE DF PAINTING lN HIS POETICS; ON THE CONTRARY, IT LED TO THE CREATION DF A FORCE FIELD BETWEEN THE TWO MEDIA, WHICH JOSÉ GUEDES BRINGS INTO A COMPOSITIONAL REPERTOIRE CENTERED ON THE PROBLEMATIC DF URBAN LlFE. Selected solo exhibitions

1999 Moradia, Galeria Vicente do Rêgo Monteiro, Fundaj, Recife Modulables, Galerie Claude Dorval, Paris 1998 Mineral-vegetal, Galeria Nara Roesler, São Paulo 1996 Mônica Filgueiras Galeria de Arte, São Paulo 1993 Idéia Galeria de Arte, Rio de Janeiro


Selected group exhibitions

2000 Panorama of Brazilian Art, MAC-Niterói, Rio de Janeiro 1999 Tradición y innovación en Brasil, Centro Cultural de Espana, Chile Panorama of Brazilian Art, MAM-Sp, São Paulo 1998 16 th National Art Salon, Funarte/MAM-RJ, Rio de Janeiro 1997 Victor Meirelles National Salon, Florianópolis Selected bibliography ANJOS, Moacir dos. "Apenas painting", in Panorama of Brazilion Art, p. 165. São Paulo: Museu de Arte Moderna de São Paulo, 1999 ARAÚJO, OIívio Tavares. "Un art clair, simple et sur de lui-même". in Modulables, (catalog) Paris: Galerie Claude Dorval, 1999 CHIARELLI, Tadeu. "A cor, a luz e o plano, entre a pintura e a fotografia", in Panorama da Arte Brasileira, pp. 31-32, São Paulo: Museu de Arte Moderna de São Paulo, 1999 FARIAS, Agnaldo. Mineral-vegetal, (catalog) São Paulo: Galeria Nara Roesler, 1997

UNA KIM SÃO PAULO, 1965.

LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO.

OBTAINED BACHELOR's OEGREE lN ART FROM FAAP, 1986; ATTENOEO THE ART sTUDENTs LEAGUE, OF NEW YORK. THE NOTlON DF PERMANENCE IS THE LEITMOTlF lN lINA KIM's OEUVRE. BY OPERATING CONCEPTUAL MANIPULATIONs ON DIFFERENT MATERIALs, THE ARTlsT BRINGs OUT THE INsTABILlTY DF EsTABlIsHED sTANDARDs FOR ARTlsTIC OBJECTs ANO EVERYDAY OBJECTs FUNCTIONING AS CONCRETE INDICATORs OF SOCIAL ANO ECONOMIC CONVENTIONs. BY CAsTING DOU BT ON THE PERMANENCE DF ARTISTIC OBJECTs, MUNDANE DR PRECIOUs, sHE ALsO RECALLs THE CHANCE THROW DF A DICE, WHICH DEsTABllIZEs THE VERY NOTION OF PROJECT OR PERMANENCE lN AN ARTlsT's sTANCE BEFORE THE WORLD. Selected solo exhibitions 1995 Galeria Camargo Vilaça, São Paulo 1994 Matjatta Oja Open Studio, Helsinki 1993 Aos teus pés, SESC Pompéia, São Paulo Selected group exhibitions

2001 O Fio da Trama, Museo dei Barrio, New York 1999 Acima do Bem e do Mal, Paço das Artes, São Paulo 1998 A gravura como escultura, MAM-SP, São Paulo 1996 Reconstruciones, Museu Nacional de Belas-Artes Juan Manoel Blanes, Montevideo 1995 Lux sonar, Helsingin Taidehalli, Helsinki 1994 Espelhos e sombras, MAM-Sp, São Paulo; Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro Selected bibliography AMARAL, Aracy. Espelhos e Sombras (catalog), Museu de Arte Moderna de São Paulo, 1994 BOUSSO, Daniela. Intervalos, 1997; Acima do Bem e do Mal, 1999, (catalogs), Paço das Artes, São Paulo. MILLlET, Maria Alice. Entre Objetos (catalog), Galeria Nara Roesler, 1994 MELLADO, Justo Pastor. Pelo espelho (catalog), Galeria Baró Senna, 1999 MORAES, Angélica. O Estado de São Paulo, 27 March 2000.

LUCAS BAMBOZZI MATÃO, Sp, 1965. LlVES ANO WORKS BETWEEN LONOON ANO SÃO PAULO. OBTAINED BACHELOR's DEGREE lN SOCIAL COMMUNICATIONs/JOURNAlIsM FROM MINAS GERAIS FEDERAL UNIVERslTY (UFMG), 1988; MAsTER's DEGREE lN PHILOsOPHY FROM THE CAIIA-sTAR (CENTRE FOR ADVANCED INQUIRY lN THE INTERACTIVE ARTS - sCIENCE, TECHNOLOGY & ARTE REsEARCH), GREAT BRITAIN; ANO VITAE sCHOLARSHIP FOR THE PROJECT 'TORMENTOS", FUNDAÇÃO VITAE, SP, 1996. lN THE PRODUCTION DF Hls CONslsTENT OEUVRE, ADOPTs DlFFERENT MEDIA ANO sUPPORTs THAT INCLUDE VIDEO, FILM, INsTALLATlON, sITE·sPECIFIC, INTERACTIVITY, WEB ART ANO CD-ROM. HAs BEEN AWARDED NUMEROUs AWARDs ANO sHOWN Hls WORK lN MORE THAN 20 COUNTRIEs. lN Hls VIDEO PRODUCTIONs, LUCAS BAMBOZZI TRANSFORMs THE CONCEPT DF PORTRAIT INTO IMAGEs lN MOTION. lN DOING 50, HE SEEKs TO CAPTURE THE slNGULARITIEs DF PRIVATE DAILY lIFE, PARTICULARLY ITs PARADOXES ANO ANTAGONlsMs THAT POPULATE THE CONTEXT OF URBAN CHAOs. Selected exhibitions 2000 18 th World Wide Video Festival- installation "Private Conversation", Amsterdam, Holland 7th Havana Biennale, Havana, Cuba 3,d International Media Art Festival "offline@online" Intimate Technologies dig.,in_time, Parnu New Art Museum, Estonia 10th ISEA - Inter-Society for the Electronic Arts Paris, France Exit -International Film and Video, Chisenhale Gallery, London, England 1999 Virtuose Scholarship - Ministry of Culture - resident artist at CAiiA-STAR - Great Britain Crossing the Border, retrospective of video productions, Podewil/Berliner Kulturveranstaltungs, Berlin, Germany Phi/lips Eletromídia da Arte, 40-screen video feature shown in 12 cities thoughout Brazil Experimentos Tropicais, Museum of Modern Art - MoMa, New York, EUA 1998 City Canibal, Paço das Artes, São Paulo Viagens, Itaú Cultural, São Paulo 1997 Arte e Tecnologia - Mediações, Itaú Cultural- São Paulo Arte/Cidade 3, A Cidade e Suas Histórias, São Paulo 1996 Excesso, Paço das Artes, São Paulo 1995 5eme Semaine Internationale de Vidéo-Saint Gervais, Geneva, Switzerland 1994 lere Manifestation Internacionale Video et Art Electronique, Montreal, Canada

Arte/Cidade I, A Cidade Sem Janelas, São Paulo 1992 Videoart Screenings, video "Lave Stories", Centre Georges Pompidou/ A Bao A Qou - Paris, France Selected bibliography

HOLTROP, Lies. in 18th World Wide Video Festival. Amsterdam: WWVF, 2000 MELLO, Christine. Conexões Processuais no Vídeo: estudo sobre a gênese de Lave Stories de Lucas Bambozzi. Master's degree dissertation, São Paulo: Pontifícia Universidade Católica - PUC, 1999 PEIXOTO, Nelson Brissac. in Arte/Cidade 3: A Cidade e suas Histórias. São Paulo, 1998 MACHADO, Arlindo. VideoAutor: Lucas Bambozzi. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 1997

MAURíCIO DIAS E WALTER RIEDWEG MAURíCIO DIAS RIO OE JANEIRO, RJ, 1964. OBTAINED BACHELOR's DEGREE lN FINE ARTs FROM THE RIO DE JANEIRO FEDERAL UNIVERslTY (UFRJ); ATTENDED sPECIAlIZATION PROGRAM lN VISUAL ARTs AT sCHÜLE FÜR GEsTALTUNG, BAsEL, GERMANY.

RELATIONsHIPs lN THE URBAN CONTEXT. lN THE QUEsT TO RELATE INDIVIDUALS ANO THEIR sOCIETAL ORGANlsMs, THEY ATTEMPT TO DEVlsE CONCEPTs THAT MIRROR THE VIEWER's IssUEs lN sUCH A WAY AS TO ENCOURAGE PARTICIPATION lN THE WORK. Selected group exhibitions 2000 Mama, Insite 2000, USA and Mexico Meu nome na tua boca, Centro Cultural Cândido Mendes, Rio de Janeiro On the spot, Berne, Switzerland This is not Egypt, in L'Etat des choses, KunstWerke, Berlin; Kunsthalle Palazzo, Liestal 1999 48 th Venice Biennale, project Tutti Veneziani, Venice Istanbul Biennial Foundation, Istanbul 1998 Os Raimundos, os Severinos e os Franciscos, 24th São Paulo International Biennial Inside & outside the tube (public intervention on streets and trains), Zurich; Kunsthaus Mousonturm, Frankfurt 1997 Conversations at the castle, Atlanta Art Festival, Atlanta, (USA) Art/Cidade, project Mera vista point, São Paulo 19960evotionalia, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Museé d'Art Moderne et Contemporain, Geneva; Kaskadenkondensator, Basel 19951nnendiest (installation/intervention), Zurich Pontos de interrogaçõo, Galeria de Arte Centro Cultural Cândido Mendes, Rio de Janeiro and Kunsthalle, Berne Selected bibliography BIANCHI, Paolo. Maurício Dias & Walter Riedwig: Ouerschnitte Durch die Realitat, Lebenskunstwerke, Berlin: Kunstforum International, 1998 JACOB, Mary Jane (ed.). Conversations at the castle-changing audiences at contemporary art; Massachusetts/London: MIT Press, 1998 LÓPEZ, Sebastian; SHERLOCK, Maureen; WOLTHAT, Martina (various authors), Maurício Dias & Walter Riedwig - Co/lection Cahier d'Artistes, Switzerland: PRO HELVETIAILars MQller Verlag, 1997

MIGUEL RIO BRANCO CANARY ISLANOS, SPAIN, 1946.

LlVES ANO WoRKS lN RIO OE JANEIRO, RJ.

ATTENDED THE NEW YORK INsTITUTE DF PHOTOGRAPHY ANO THE HIGHER SCHOOL OF INDUSTRIAL DESIGN, RIO DE JANEIRO, 1968. PICTORIAL QUAlITY IS THE DlsTINGUISHING TRAIT DF MIGUEL RIO BRANCO'S PHOTOGRAPHY, PARTICULARLY lN THE WAY HE USES lIGHT ANO COLOR, OFTEN ACHIEVING A SYMBOllC EFFECT. HIS SUBJECT IS EssENTIALLY HUMAN BEINGs lN ROUTINE URBAN SETTINGs, WHICH HE CAPTURES WITH ALOOF CRUDENEss ANO BEAUTY lN Hls FINELY FINlsHED COMPOslTIONs. Selected solo exhibitions 1999 Galeria Módulo, Lisbon 1998 Rena Branstein Gallery, San Francisco Galeria Camargo Vilaça, São Paulo 1997 Museu de Arte Moderna, Salvador 1996 Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro 1995 Out of nowhere, IFA Gallery, Stuttgart Selected group exhibitions 20003" International Photography Biennial, Fundação Cultural de Curitiba 1999 Amnesia, The Contemporary Arts Center, Cincinnati 1998 24 th São Paulo International Biennial, São Paulo Exterminating angel, Galerie Ghislaine Hussenot, Paris 1997 Between the eyes the desert, Site '97, San Diego 1996 Prospect 96, Kunstverein, Frankfurt 1995 Panorama of Brazilian Art, MAM-SP, São Paulo and MAM-RJ, Rio de Janeiro Selected bibliography CANONGIA, Ligia. Out of nowhere, (catalog) Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 1996 LENS, Iris and STEMPEL, Karin. Von Nirgendwoher, Germany: IFA, Institut für Auslandsbezienhungen, 1995 LEVI-STRAUSS, David; SALGADO, Lélia; SALGADO, Sebastião. Miguel Rio Branco Branco, Aperture, New York LEVI-STRAUSS, David. "Smoking mirrors", in Artforum, Summer 1997

MÔNICA SIMÕES SALVADOR, BA, 1955. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO. OBTAINED BACHELOR's DEGREE lN HlsTORY FROM THE BAHIA FEDERAL UNIVERSITY (UFB), 1977; ATTENDED THE HIGHER sCHOOL DF ART ANO MEDIA, OF COLOGNE, GERMANY, 1996. ENGAGED lN REsEARCH WORK slNCE THE 19705; HAs WORKED WITH ART, PHOTOGRAPHY ANO VIDEOMAKING. slNCE 1988 HAs PRODUCED VIDEOs FOCUslNG THE BEHAVIOR DF THE BAHIA SOCIETY, HAVING THE CITY OF SALVADOR AS BACKDROP. HER VIDEOs HAVE BEEN FEATURED lN THE PRINCIPAL TV NETWORKs lN THE sTATE OF BAHIA ANO lN NATIONWIDE TV CULTURA NETWORK. Selected exhibitions 2000 Mostro Videoautor, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro Uma Cidade, Museu da Imagem e do Som - MIS, São Paulo Lambe-lambe, Galeria Pierre Verger, Salvador 1996 Ouilombos Urbanos, Vídeo Brasil, São Paulo 1991 Código de Hamurabi, Jornada de Cinema da Bahia, Salvador 1988/89 "Eu sou Neguinha?", Women in America, Film and Video Festival, San Francisco; Jornada de Cinema da Bahia, Salvador; Mostra de Cinema Latino-Americano, Buenos Aires Selected bibliography ESTRADA, Vicente Duque. "Fala Mulher Negra", in Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, March 1989 MERTEN, Luiz Carlos. "Uma cidade conta a história da vida privada de Salvador", in O Estado de São Paulo, São Paulo, Nov 2000 OLIVEIRA, Andé Luiz. Mostra Videoautor, Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, Dec 2000 SALLES, João Moreira. "Pedacinhos de memória", in Jornal A Tarde, Salvador, Aug 2000, Cultural Supplement

WALTER RIEDWEG LUCERNE, SWITZERLANO, 1955. OBTAINED BACHELOR's DEGREE lN MUslC ANO THEATER AT MUsIKAKADEMIE, LUCERNE

REGINA SILVEIRA PORTO ALEGRE, RS, 1939. LlVES ANO WoRKS lN SÃO PAULO.

HAVE BEEN WORKING TOGETHER slNCE 1993. FUsED THEIR EXPERIENCEs DF VISUAL ARTS, MUsIC, THEATER, ANO PERFORMANCE, AS WELL AS DF THE FIELD DF EDUCATION TO CREATE INTERACTIVE PUBlIC ART PROJECTs. THE FOCUs DF THEIR INTEREsT HAs GRADUALLY sHIFTED TO SOCIAL IssUEs, ANO POSES INVEsTIGATIONs INTO HUMAN BEHAVIOR ANO

OBTAINED BACHELOR's DEGREE FROM THE ART INsTITUTE DF THE RIO GRANDE DO SUL FEDERAL UNIVERsITY, 1959; MAsTER's DEGREE ANO PH.D. FROM THE UNIVERslTY DF SÃO PAULO sCHOOL DF COMMUNICATIONs ANO ART (ECAlUsP), 1980/1984


REGINA SILVEIRA HAS BEEN PERFORMING INTERVENTIONS lN STRATEGIC POINTS DF THE CITY. SHE USES IMAGE PRO-

La casa, ii cuorpo, ii cuore, Museum Moderner Kunst Stiftung Ludwig Wien, Vienna

JECTIONS ANO THE APPLlCATION DF LARGE COMPUTER-DESIGNED VINYL ANAMORPHIC SHAPES ON PUBLlC BUILOING

1998 24 th São Paulo International Biennial, Fundação Bienal de São Paulo, São Paulo

WALLS TO RENDER HER REFLECTIONS ON PERSPECTIVE ANO THE PUBLlC SPACE.

City Canibal, Paço das Artes, São Paulo

Selected solo exhibitions

1997 Arte/Cidade 3, Moinho Matarazzo, São Paulo

2000 Perpetuai Transformation, Art Museum of the Americas, Washington, O.c. Equinócio, Pavilhão das Cavalariças, Parque Lage, Rio de Janeiro

2 Tok~o Photograph~ Biennial, Tok~o Metropolitan Museum of Photograph~, Tok~o 1995 Novas Travessias: New oirections in Brazilian Photography, The Photographers Galler~, London

1999 oesaparências, Galeria Gabriela Mistral, Santiago 1998 Regina Silveira: Velox, Galeria Brito Cimino, São Paulo

International Photograph~ Biennial, Fundação Cultural de Curitiba, Curitiba 1994 Panorama of Brazilian Art, MAM-SP, São Paulo and MAM-RJ, Rio de Janeiro

Museo de Arte Moderno de Buenos Aires, Buenos Aires

Selected bibliography

1997 To be Continued.... , N.l.U. Art Museum, Chicago 1996 Grafias, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateubriand, São Paulo

Aktuekke Kunst aus Brasilen. Zurich: Switzerland. Ursula Blicke Stiftung, Rupertinum, Galleria Comunale

Gone Wild of the series Inside/out, Museurn of Contemporar~ Art, San Diego

1995 Mapping the Shadows, LedisFlam

Galler~,

New York

Selected group exhibitions

2000 Situações: Arte Brasileira - Anos 70, Fundação Casa França Brasil, Rio de Janeiro; The Egg Oream Museum, The Nutrition Pavilion, Hanover

0d

BLlCKE-STIFTUNG, Ursula. Em Busca da Identidade - Auf der Suche nach identitiit. D'arte Moderna, 2001/2000 CHAIMOVICH, Felipe. "Duas antropófagas, Regina Silveira e Rochelle Costi na Bienal de São Paulo", in Caderno 2, São Paulo: Galeria Brito Cimino, 1998 CHIARELLI, Tadeu. "Pontevedra/Caxias do Sul: outros auto-retratos roubados de Rochelle Costi". in 24 a Bienal de Arte de Pontevedra catalog. Pontevedra, 2000

Mastering the Miflenium: Art of the Americas, Art Museum of the Americas and World Bank Art Program,

LÓRÁNO, Heg~i. La casa, ii cuorpo, ii cuore, Vienna: Museum Moderner Kunst Stiftung Ludwig Wien, 1999

Washington, D.C. Why ouchamp? Paço das Artes, São Paulo Noturnos, Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, São Paulo

OBTAINED 8ACHELOR'S DEGREE lN ARCHITECTURE FROM MINAS GERAIS FEDERAL UNIVERSITY [UFMG), BELO

0d

1999 2 Mercosur Biennial, Porto Alegre

ROSÂNGELA RENNÓ

BELO HORIZONTE, MG, 1962. L1VESANO WORKS lN RIO DE JANEIRO, RJ

Parafléle Brito Cimino/FIAC, Galeria Brito Cimino, São Paulo

HORIZONTE; MASTER DF ARTS FROM THE UNIVERSITY DF SÃO PAULO'S SCHOOL DF COMMUNICATIONS ANO ART [ECA-

1997/8 Re-Aligning Vision: Alternative Currents in South American orawing, Miami Art Museum, Florida;

USP), SÃO PAULO, 1997. WORKING WITH PHOTOGRAPHY, ROSÂNGELA RENNÓ APPROPRIATES EXISTING ANONYMOUS REPERTOIRE TO INTERPRET THE ISSUES SHE POSES. THE SOCIAL DIMENSION DF PHOTOGRAPHIC ANONYMITY IS ONE DF HER ONGOING CONCERNS,

Museo dei Barrio, New York; Museo de Bellas Artes, Caracas; Museo de Arte Contemporâneo, Monterre~; Archer M. Huntington Art Galler~, Austin, Texas 1998 24th São Paulo International Biennial, São Paulo Figurações: 30 Anos de Arte Brasileira, MAClUSP, São Paulo

ANO SHE BRINGS OUT THE INSTITUTIONAL MECHANISMS MAKING FOR DISSOCIATION BETWEEN REMEMBRANCE ANO IMAGE.

Seleção, Galeria Brito Cimino, São Paulo 1997 oiversity of Brazilian Contemporary Sculpture, Instituto Culturalltaú, São Paulo

Selected solo exhibitions

1994 Arte/Cidade: A Cidade e seus Fluxos, São Paulo

Selected bibliography

1998 Vulgo (Alias), Lombard Freid Galler~, New York 1996 Cicatriz, The Museum of Contemporar~ Art, Los Angeles 1995 Hipocampo, Galeria Camargo Vi laça, São Paulo 1991 A identidade em jogo, Centro Cultural São Paulo - Pavilhão da Bienal de São Paulo

BASUALDO, Carlos. "Regina Silveira (Masterpieces/Ledis Fiam)" Review Art

Selected group exhibitions

Forum, New York, Nov 1993

2000 Brasil, Plural y Singular, Museo de Arte Moderno, Buenos Aires 1999 The anagrammathical body, Neue Galerie and Kunsthaus, Graz 1998 Uns entre outros, 24 th São Paulo International Biennial

Recovering Popular Culture, EI Museo dei Barrio, New York

Bienal Brasil Século 20, Fundação Bienal São Paulo, São Paulo

MESQUITA, Ivo. "Brazi/" - Latin American Art in the Twentieth Century. London: Phaidon Press, 1996 MORAES, Angélica de. Regina Silveira: Cartografias da Sombra. Angélica de Moraes (org.). São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1995 PEIXOTO, Nelson Brissac. "Tropel" , in 24" Bienal de Arte Contemporânea Brasileira: Um e/entre Outro/s. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1998

RICARDO RIBENBOIM SÃO PAULO, 1953.

L1VES ANO WORKS lN SÃO PAULO

2000 Galeria Módulo, Lisbon

The garden offorking paths, Kunstforeningen, Copenhagen; Edvisk Konst&kultur, Stockholm; Helsinki Cit~ Arts Museum 1997 Panorama of Brazilian Art, MAM-SP, São Paulo

6 th Havana Biennale, Havana, Cuba 20d Johannesburg Biennale, Johannesburg

1996 Prospect 96, Frankfurt Kunstverein, Frankfurt 1994 22 0d São Paulo International Biennial, São Paulo

STUDIED ARCHITECTURE lN SANTOS ANO COMMUNICATlON ANO ARTS lN SÃO PAULO, FROM 1971 TO 1975; OBTAINED A DEGREE lN MARKETING ADMINISTRATION AT EAESP - FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS, SÃO PAULO, 1976/1977.

Espelhos e sombras, MAM-Sp' São Paulo

ARTIST ANO GRAPHIC DESIGNER WHOSE POETICS CENTER ON ISSUES RELATED TO VIRTUALlTY, WHICH HE RENOERS INTO INSTALLATIONS ANO HIGH-TECH DEVI CES. RIBENBOIM HAS ALSO ACTIVELY MANAGED CULTURAL INSTITUTIONS.

Select bibliography

1993 Aperto '93 - Emergenza, 45" Venice Biennale, Venice

CURRENTLY HOLDS A POSITION AS GENERAL MANAGER DF INSTITUTO ITAÚ CULTURAL.

CAMERON, Dan. "Entre as linhas", ln: Rosângela Rennó, São Paulo: Galeria Camargo Vilaça, 1995

Selected solo exhibitions

CHIARELLI, Tadeu. "Among projections and rejections: the work of Rosângela Rennó", in Turning the map-images from the Americas, London: Camerawork/Arts Council Funded, 1992 FABRIS, Annateresa. "L -indizio negato", in 45" Bienalle di Venezia, 1993.

2000 Troca de pele, Paço Imperial, Rio de Janeiro 1999 Galeria Nara Roesler, São Paulo KunstRaum, Berlin Selected group exhibitions

Aperto - 93. Milan: Flash Art, 1993. p.382. HERKENHOFF, Paulo. "Rosângela Rennó e as últimas fronteiras do olhar", EI Urogaflo, Madrid, August 1995

2000 P.S.l Contemporary Art Center, Long Island (USA)

RUIZ, Alma. Rosângela Rennó: cicatriz, Los Angeles: The Museum of Contemporar~ Art, 1996.

open 2000, Venice, Ital~ th

7 Havana Biennale, Havana, Cuba 1999 3rd Eletromídia de Arte, São Paulo and other cities in Brazil

1998 City Cannibal, Paço das Artes, São Paulo 1997 Arte/Cidade 3 - Intervenções Urbanas, São Paulo 1984 Tradição e Ruptura, Fundação Bienal de São Paulo th

1975 12 São Paulo International Biennial, Fundação Bienal de São Paulo Select bibliography

BRISSAC, Nelson. "Arte/Cidade - Intervenção", Atlântica Internacional, Revista de las Artes, issue no. 22, Spain, 1999 FARIAS, Agnaldo. "O signo flexível", in Troca de pele (catalog), Paço Imperial, Rio de Janeiro, 2000 FAVA RETTO, Celso. Troca de pele (catalog), Galeria Nara Roesler, São Paulo, 1999

SÉRGIO ROIZEN BUT SÃO PAULO, Sp, 1962. L1VES ANO WORKS lN SÃO PAULO. OBTAINED BACHELOR'S DEGREE lN VISUAL COMMUNICATION FROM FAAP, SÃO PAULO, 19B7. SINCE 1990 HAS PRODUCED VIDEOS ANO DOCUMENTARIES THAT HAVE BEEN AWARDEO AT THE CANELA VIDEO FESTIVAL [INCENTIVE PRIZE ANO FIAT PRIZE] ANO VIDEO BASIL FESTIVAL. MANAGING PARTNER DF REC PLAY. BEGINNING lN 1999, HAS WORKED FOR SEVERAL NGOS ANO OTHER COMMUNITY-ORIENTED ORGANIZATIONS THAT INCLUDE PROJETO APRENDIZ, FUNDAÇÃO BANK BOSTON, INSTITUTO AYRTON SENNA, ANO ITAÚ SOCIAL. SÉRGIO ROIZENBLlT'S HAS TWO CONTROVERSIAL INTERESTS AS A VIDEOMAKER. THE FIRST IS TO OOCUMENT, BY MEANS DF PERSONAL STATEMENTS, THE PRESENCE DF HUMANS ON EARTH, THUS REITERATING THE IMPORTANCE DF HUMAN EXISTENCE. THE SECOND IS TO WRITE SCRIPTS lN WHICH IMAGE NARRATIVES RULE OUT SOUNDTRACK, THUS CREATlNG LlFE SCENES THAT RESEMBLE VIDEO SETTINGS .. Selected exhibitions

MORAIS, Frederico. "Um percurso: percursos" in Troca de pele (catalog) Galeria Nara Roesler, São Paulo,

2000 O Homem, a Técnica e a Natureza; com o vídeo Pepe e a

1999

Caixa com tocos de cigarro, ICBRA, Hamburg 1999 Exposição Arte/Cotidiano, Instituto Culturalltaú, São Paulo Exposição Arte/Consumo, Instituto Culturalltaú, São Paulo

ROCHELLE COSTI CAXIAS DO SUL, RS, 1961.

L1VESAND WORKS lN SÃO PAULO.

OBTAINED BACHELOR'S OEGREE lN SOCIAL COMMUNICATIONS FROM THE RIO GRANDE DO SUL CATHOLlC UNIVERSITY [PUC-RS), 1981. THROUGH HER PHOTOGRAPHIC RESEARCH, ROCHELLE COSTI HAS BEEN DISCUSSING CONTEMPORARY TASTE lN A SERIES DF PHOTOS SHOWING HOUSEHOLD ENVIRONMENTS SET UP BY DWELLERS THEMSELVES. THE SERIES FEATURES THE ARRANGEMENTS, COLOR COMBINATIONS, ANO UNIQUE MANNERS lN WHICH ORDINARY CITIZENS SPEND THEIR EVERY-

1998 Mostra Lorca 100 anos, with the video Pranto por Ignácio Sanches Mejias, SESC Ipiranga and SESC Itaquera, São Paulo; Grand Prix finalist of the Rio Cine Festival, Rio Cine, Rio de Janeiro 1997 Histórias de Gente, Museu da Imagem e do Som, São Paulo 1995 Virgem Mãe de Nossos Dias, Vídeo Brasil Festival, SESC Pompéia, São Paulo; Montreal Festival, Montreal

DAY LlVES. AT PRESENT, AS THE ARTIST SEEKS TO INTRODUCE NEW RELATlONS lN HER WORK; SHE HAS SWITCHED HER FOCUS FROM PRIVATE ENVIRONMENTS TO CITY SURROUNDINGS.

SHIRLEY PAES LEME CACHOEIRA DOURADA, MG, 1956.

Selected solo exhibitions

OBTAINED BACHELOR'S DEGREE lN FINE ARTS FROM THE MINAS GERAIS FEDERAL UNIVERSITY [UFMG]; TOOK LESSONS FROM AMILCAR OE CASTRO; SSTUOIED AT UNIVERSITY DF ARIZONA ANO THE SAN FRANCISCO ART INSTITUTE [USA], FROM

1999 Project rooms, Arco 99, Madrid 1998 Galeria Brito Cimino, São Paulo 1994/5 Oportunidades opticas, Galeria Sérgio Milliet, Funarte, Rio de Janeiro; Galeria Uff, Niterói Selected group exhibitions

2000/1 Em busca da identidade, Ursula Blickle Stiftung, Kraichtal; Museum für Modern und Zeitgeniissiche

1983-85; PH.D. lN VISUAL ARTS FROM J.F. KENNEDY UNIVERSITY, BERKELEY [USA]. SHIRLEY PAES LEME'S POETICS ARE GUIDED BY HER STRONG CONNECTION TO NATURE, FROM WHERE SHE DRAWS MUCH DF THE MATERIAL REPERTOIRE FOR HER WORK. ACTION ANO PROCESS ARE CHARACTERISTICS THAT EMERGE CLEARLY FROM HER WORK lN REGISTERS THAT, lN THEIR SIMPLlCITY, ATTEMPT TO PRESERVE THE INNATE CHARACTERISTICS DF

Rupertinum Salzburg; Galleria Comunale d'Arte Moderna, Bologna

THE SELECTED RAW MATERIAL.

2000 Cutting Edge, Arco 00, Madrid

Selected solo exhibitions

Cá Entre Nós, Paço das Artes, São Paulo

2001 Galeria Selma Albuquerque, Belo Horizonte 1999 Kunsthaum, 8erlin

7th Havana Biennale, Havana Mas afiá dei documento, Centro de Arte Reina Sofia, Madrid 1999 20d Mercosur Biennial, Porto Alegre

L1VES ANO WORKS lN UBERLÂNDIA, MG

1998 Museu de Art Contemporânea do Rio Grande do Sul, Porto Alegre

1997 orawings and objects, Jaspers

Galler~,

Munich


1995 Orawings and instal/ation, BACI Gallery, Washington, D.C.

CLAUDIO LlBESKINO SÃo PAULO, 1962. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO.

1992 Objetos e esculturas, MAM-SP, São Paulo

BA lN ARCHITECTURE ANO URBAN PLANNING FROM FACULDADE FARIA BRITO, GUARULHOS, 1983, SÃO PAULO.

Selected group exhibitions

Main projects

2000 Brasil 500 Anos, São Paulo

Z001 Edifício Comercial Lapa, São Paulo ZOOO Entreposto Aduaneiro Aurora Eadi, Sorocaba 1993 Administrative building of Isover Santa Marina, São Paulo 1991 Plans for the Faculdade de Medicina de Botucatu

Brasil 2000: Art Contemporânea, Fundação Gulbenkian, Lisbon

Cá entre nós, Paço das Artes, São Paulo 7th Havana Biennale, Havana, Cuba 1999 Mercosur Biennial, Porto Alegre 1997 Oie Anderen Modemen, Casa da Cultura do Mundo, Berlin 1995 Amilcar de Castro and Shirley Paes Leme, Galeria Debret, Paris 15 Brazilian artists, Museu de Arte Moderna, São Paulo 1995 Biennial of Poland, Warsaw Novoespaço, Paço das Artes, São Paulo Selected bibliography

BARROS, Stella Teixeira de. Uno, Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo: Museu de Arte Moderna de São Paulo, 1992 CHIARELLI, Tadeu. Sobre as esculturas de Shirley Paes Leme, BACI (catalog], Washington, 1995 DERVISH, Alice. "Picking up sticks with artist Paes Leme", in Art Review Magazine, San Francisco, 1993 MILLlET, Maria Alice. Sarça Ardente: sede de saber, exhibition catalog, Galeria ValuÓria, São Paulo, 1998 MORAES, Angélica de. "Luminescências pulsantes", Mercosur Biennial, Porto Alegre; Havana Biennale, Cuba and Brasil 500 anos - Artes Visuais, São Paulo, 2000 (catalog)

Participation in exhibitions and awards

1998 Special mention in the Open Competition for Ideas for the State School- FDE, São Paulo 1995 3,d Special Mention in the Competition for Proposals for the Valorization of Avenida Paulista, Secretaria de Planejamento de São Paulo - Paulista Viva 1995 1st place in the V International Competition of Architects, Paris Conflans - Reurbanization Project for Versailles Chantier Station, Paris 1991 1st place in the IAB Annual Awards - Carlos Barjas Millan award - Plans for the Faculdade de Medicina de Botucatu. SANDRA LLOVET VILÀ BARCELONA, SPAIN, 1972. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO

BA lN ARCHITECTURE ANO URBAN PLANNING FROM ESCOLA TECNICA SUPERIOR DE BARCELONA (ETSAB), 1998, SPAIN. Main projects

Z001 Collaboration with MMBB Arquitetos in the Competition for the Faculdade de Medicina de São Paulo 1999 Collaboration with MMBB Arquitetos in the Plans for Poupatempo Itaquera in São Paulo, authoring architect Paulo Mendes da Rocha, São Paulo 1998 Jardins Angel Guimerà, EI Prat de Llobregat, Spain 1997 Plans for the Herttoniemi Cultural Center, Helsinki Participation in exhibitions and awards

ANGELO BUCCI ORLÂNOIA, Sp, 1963. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO.

ZOOO FAD Architecture Award -Interiorisme - Projeto do Jardim Angel Guimerà, Barcelona Exhibition of Award Winners in the Competition for the Faculdade de Medicina 1999 4 a Bienal Internacional de Arquitetura, São Paulo 1998 Honorable Mention in the Competition for the Faculdade de Medicina de São Paulo.

BA lN ARCHITECTURE FROM FAU-USP, SÃO PAULO, 198? MA FROM FAU·USP, 1998.

SAMANTA DE FRANCISCHI CAFARDO sÃo PAULO, sp, 1975. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO.

FERNANDO DE MELLO FRANCO SÃO PAULO, SP, 1964. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO.

BA in architecture and urban planning from Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Mackenzie, São Paulo, 1997. Postgraduate degree in architecture and urban planning from Universidade Politecnica de Catalunya, Barcelona, 1999.

ANGELO BUCCI, FERNANDO DE MELLO FRANCO, MILTON BRAGA, JOEL PIZZINI E GIANNI TOYOTA

BA lN ARCHITECTURE FROM FAU·USP, 1985.

MILTON BRAGA

SÃO PAULO, Sp, 1963. LlVESANO WORKS lN SÃO PAULO.

BA lN ARCHITECTURE FROM FAU-USP,1985. MA FROM FAU·USP, 1999.

Main projects

M"in projects

2000 Odontology clinic, Orlândia, São Paulo 1999 Parking lot Trianon Park, São Paulo 1992 Brazil Pavilion at Expo 9Z in Seville

1999 Collaborated in the project for the Competition for the Revamping of the Seaside of Calpe, Spain Collaborated in the project for the Graz-Maribor Territories of the Future Competition - Austria and Slovenia Cine Ciutat Vella, Barcelona 1998 Residential cluster in Curitiba.

Participation in exhibitions

Participation in exhibitions

1999 4 a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo Brazil Stil/ Builds 4, AA School of Architecture of London 1997 3a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo Artecidade III, São Paulo 1993 za Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo

ZOOO Exhibition Europandom Living in the French Tropics, French Institute of Architecture, Paris Honorable Mention in the International Competition of Architecture, Europandoom Living in the French Tropics, Paris Honorable Mention in the National Competition for the Revamping of the Urban Landscape of Part of the Municipality of IIhabela, São Paulo Honorable Mention in the IAB Ai1n'tJà:l}wardS - Projeto Cine Ciutat Vella, São Paulo.

JOEL PIZZINI

MATO GROSSO 00 SUL, 1960. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO.

FILMMAKER. Main films

FRANCISCO SPADONI

2001 Glauces 1980 Caramujo Flor

BA lN ARCHITECTURE FROM FAU-PUCC, 1984. FROM 1988 TO 1990 POSTGRADUATE STUDIES AT ECOLE D'ARCHITECTURE DE PARIS·VILLEMIN, RECEIVING PHD FROM FAU-USP. AWARDED lN VARIOUS NATIONAL ARCHITECTURE CDMPETITlONS, RECEIVING lN 1997 THE IAB/SP AWARD FOR HIS C.D.I. LICEU PASTEUR PROJECT lN PARTNERSHIP WITH MARIO BISELLI.

Main exhibitions

Main projects and awards

1999 Bienal do Mercosul 1997 Artecidade III 1995 Venice Biennale

ZOOO Parque Ecológico de Cabreúva, São Paulo 1999 znd prize in the Competition for the Reurbanization of the Pinheiros and Tietê Riversides (with Carlos Leite], São Paulo 1997 IAB award, São Paulo 1995 Centro de Documentação e Informação Licée Pasteur, São Paulo IAB award, São Paulo 1993 Peniche: Casa Flutuante, Paris

1995 Enigma de um Dia

GIANNI TOYOTA

LECCO, ITALY, 1966. LlVESANO WORKS lN SÃO PAULO

VISUAL ARTIST. Recent works

Z001 Glauces (making of) ZOOO Espaço Vitória 200 (sculpture) Parágrafo Único, video installation (art direction) O Bardi dos Artistas (sculpture) Primavera (video clip) 1999 Voltas, II Bienal do Mercosul (director's assistant)

ANNE MARIE SUMNER

SÃO PAULO, 1955. LlVESAND WORKS lN SÃO PAULO.

JUNOIAí, Sp, 195B. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO.

Participation in exh'ibitions and awards

1999 1997

4 a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo 3a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo.

GRUAA (GRUPO DE ESTUDOS DE ASSUNTOS ARQUITETÔNICOS) ALEXANDRE SERRANO, CAETANO DEL POZZO, DENISE XAVIER DE MENDONÇA, MARIA LUIZA VISONI, MARCELO ZOCCHIO ALEXANDRE SERRANO SÃO PAULO, Sp, 196B. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO

BA lN ARCHITECTURE FROM FAU-USP, SÃO PAULO.

BA lN ARCHITECTURE ANO URBAN PLANNING FROM FACULDADE DE BELAS ARTES SÃO PAULO, 1993.

Main projects

Main projects/participation in exhibitions

1999 1994 1993 1989

Participation in exhibitions

Fluxo e Visão (work produced at the office of Anne Marie Sumner Arquitetura], 3a Bienal Internacional de Arquitetura, Fundação Bienal de São Paulo 1993 Opacidade e Situação, za Bienal Internacional de Arquitetura, Fundação Bienal de São Paulo CAETANO DEL POlIa sÃo PAULO, SP, 1965. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO. BA lN ARCHITECTURE ANO URBAN PLANNING FROM PONTIFíCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS, 1989.

1997 Fluxo e Visão: Avenida Paulista e Parque O. Pedro 1/

Main projects

3a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo 1993 Arte Cidade I, São Paulo Opacidade e Situaçãa, za Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo 1987 Arquitetos Brasileiros, Paris

1999 Sunpoint tanning center, São Paulo 1994 Residence for Ana Lúcia Fregolene, competition for projects for Centro Cultural de Diadema, São Paulo 1990 Novo Núcleo Urbano de Campinas, open competition in collaboration with Hector Vigliecca (Znd place)

Residential project Milos-Sumner, Ubatuba Clínica Promov, São Paulo Pavilhão Renault, Buenos Aires Colégio Oswald de Andrade, São Paulo

Participation in exhibitions

CARLOS LEITE

SÃO PAULO, Sp, 1964. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO.

ARCHITECT, WITH MA ANO PHD FRDM FAU-USP. PROFESSOR AT FAU-MACKENZIE ANO AT FACULDADE DE BELAS ARTES DE SÃO PAULO. PARTNER OF ASPA (ATELIER SÃO PAULO DE ARQUITETURA). Main projects and awards

ZOOO 2nd prize in the National Competition of Ideas for the Imigrantes Monument of São Paulo, IAB-SP 1999 znd prize in the National Competition of Plans for the Urban Restructuring of the São Paulo Riversides (together with Francisco Spadoni, IAB-SP) Participation in exhibitions 2001 São Paulo: Urban Proposals for a Fragmented Metropolis, UT Eindhoven, Holland

1999 4 a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo.

1997 Postal service headquarters (project for the overhaul of the São Paulo postal servi ce headquarters) 1991 Paço Municipal de Campinas (plans for Núcleo Urbano de Campinas) DENISE XAVIER DE MENDONÇA SÃO PAULO, sp, 1964. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO

BA lN ARCHITECTURE ANO URBAN PLANNING FROM PONTIFíCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS, 1988. MASTER'S DEGREE lN THEORY ANO HISTORY OF ARCHITECTURE FROM ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS - USP, 1999. Main projects

1998 Commercial building on Rua Paes Leme, São Paulo 1995 Residence in Alphaville 4 of Carlos Millani Bertozzi, São Paulo 1994 Competition for the plans for Centro Cultural de Diadema (Honorable Mention) Participation in exhibitions

CLAUDIO LlBESKIND, SANDRA LLOVET I VILA AND SAMANTA DE FRANCISCHI CAFARDO

1997 3a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo


1993 Malhas, Escalas, Rastros e Dobras na Obra de Peter Eisenman, Masp, São Paulo (assistant to the curator) 1991 Arquitetura Brasil- Um Concurso em Sevilha, Masp, São Paulo (member of the organization of the exhibition) MARIA LUIZA VISONI SÃO PAULO, SP, 1973. LlVES ANO WoRKS lN SÃO PAULO. BA lN ARCHITECTURE ANO URBAN PlANNING FROM UNIP, 1996. Main projects 2001 Embraer factor~ - Gavião Peixoto, São Paulo

2000 Layout for Credicard, São Paulo (Athié!Wohnrath) 1998 Sam's Club Atuba - Wall Mart, Curitiba (G,CP) Cit~ planning overhaul for Ilha Anchieta, Ubatuba, São Paulo (Secretaria do Meio Ambiente - Architects Alexandre Serrano, Luciana Flores and Leopoldo Soares) Participation in exhibitions 1997 Fluxo e Visão (work produced in the office of Anne Marie Sumner), 3a Bienal Internacional de Arquitetura, Fundação Bienal de São Paulo Plans and remodeling of psychology clinic, São Paulo (Architect Caetano Dei Pozzo) MARCELO ZOCCHIO sÃo PAULO, sp, 1963. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO. CIVil ENGINEER ANO PHOTOGRAPHER. Main projects 1999 Pequeno Dicionário Ilustrado de Expressões Idiomáticas (book), DBA, São Paulo Obra de Restauro Fotográfico (workshop), Projeto Espaço Aberto, Oficina Cultural Oswald de Andrade, São Paulo Participation in exhibitions 2001 A Visão do Mario de Andrade (instaliation), Oficina da Palavra da Casa Mario de Andrade, São Paulo 1999 Programa de Exposições 99, Centro Cultural São Paulo 1998 V Salão da Bahia, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador 1997 Identidade Não Identidade, Museu de Arte Moderna de São Paulo 1996 National Photography Prize, Funarte, São Paulo 1995 Museu da Imagem e do Som, São Paulo.

JosÉ MAGALHÃES JÚNIOR ANO JOSÉ FRANCISCO XAVIER MAGALHÃES LUIZ HENRIQUE XAVIER (SOUND TRACK) JOSÉ MAGALHÃES JÚNIOR SÃO PAULO, SP, 1939. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO.

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BA lN ARCHITECTURE ANO URBAN PlANNING FRoM FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UNIVERSIDADE MACKENZIE, 1963. PROFESSOR AT FAU-MACKENZIE ANO UNIP. FORMER SECRETARY DF URBAN PlANNING ANO ENVIRONMENT DF SÃO SEBASTIÃO/SP, VICE PRESIDENT DF EMPRESA MUNICIPAL DE URBANISMO DE SÃO PAULO (EMURB/SP), PRESIDENT DF THE COMISSÃO DE PROTEÇÃo DA PAISAGEM URBANA/SP ANO PRESIDENT DF THE INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASil IAB/SP. HAS PUBLlSHED ARTIClES lN VARIOUS JOURNAlS DF ARCHITECTURE ANO URBAN PlANNING ANO lN BRAZILlAN NEWSPAPERS, AS WEll AS THE BOOK POLíTICA E AÇÕES OE URBANISMO E MEIO AMBIENTE EM SÃO SEBASTIÃO. HE IS THE DIRECTOR DF THE FIRM MAGALHÃES & ASSOCIADOS ARQUITETURA E URBANISMO ANO DIRECTOR DF PROJETOS URBANOS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE PlANEJAMENTO DE SÃO PAULO. Main projects and awards 2000 1st pia ce in the National Competition for Prleiminary Studies for the Revarnping of the Urban Landscape of Ilha bela, São Paulo 1998 1st place in the National Open Competition of Ideas for the Implantation of a Marina and the Urban Revitalization of the Historical Center of São Sebastião, São Paulo 1996 1st place in the Competition of Proposals for the Urban Valorization of Avenida Paulista, São Paulo 1993 1st place in the Casa Bienal Cornpetition 1992 Rino Levi award of IAB/SP, for his work for the city of São Sebastião/SP with the revitalization of the Historical Center. JOSÉ FRANCISCO XAVIER MAGALHÃES SÃO PAULO, sp, 1966. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO. BA lN ARCHITECTURE ANO URBAN PlANNING FROM FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UNIVERSIDADE MACKENZIE, 1988. PROFESSOR AT FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UNIVERSIDADE BRAZ CUBAS. POSTGRAoUATE STUDENT lN URBAN ENVIRONMENTAl STRUCTURES AT FAU-USP. PROFESSIONAl COURSE WITH UNIVERSIDADE POLITÉCNICA DA CATAlUNYA - CÁTEDRA GAUDI, BARCELONA, 1991/1992. DIRECTOR DF REPRESENTATIONS FOR IAB lN SÃO PAULO ANO PARTICIPANT ON THE COMISSÃO DE PRoTEÇÃO DA PAISAGEM URBANA, SÃO PAULO. DIRECTOR DF THE FIRM MAGALHÃES & ASSOCIADOS ARQUITETURA E URBANISMO. Main projects and awards 2000 1st place in the National Competition for Prleiminary Studies for the Revamping of the Urban Landscape of IIhabela, São Paulo 1999 Participation on the team of architect Joan Busquets (Barcelona) for the Project ofthe Reurbanization of Avenida dos Estados in Santo André, São Paulo 1998 1st place in the National Open Competition of Ideas for the Implantation of a Marina and the Urban Revitalization ofthe Historical Center ofSão Sebastião, São Paulo 1996 1st place in the Competition of Proposals for the Urban Valorization of Avenida Paulista, São Paulo 1993 1st place in the Casa Bienal Competition LUIZ HENRIQUE XAVIER SÃO PAULO, 1958. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO. COMPOSER, FlUTIST ANO PROFESSOR DF THEDRY, ANAlYSIS ANO COMPOSITION AT THE DEPARTAMENTO DE MÚSICA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. DIRECTS ESTÚDIO MANDORA, CREATING, PRODUCING ANO RECORDlNG MUSICAL WORKS FOR DIVERSE lANGUAGES ANO SUPPORTS. STUDlEo AT AARON COPlANo SCHOol DF MUSIC, CITY UNIVERSITY DF NEW YORK, WHERE HE RECEIVED.HIS BA ANO MA lN COMPOSING. HIS WORK lN COMPOSING DEVElOPS lN TWO DlRECTIONS: ONE DIRECTED TO CONCERT MUSIC ANO THE OTHER DIRECTED TO APPLlED MUSIC lN oTHER lANGUAGES SUCH AS FllMMAKING, VIDEO, TElEVISION ANO DANCE. Main compositions performed in concerts in the United States and Brazil Soniar, for solo flute Vibr( aphone Vari)ations, for solo vibraphone Fraga e sombra, composition based on a poem by Carlos Drummond de Andrade for soprano and chamber orchestra Cinco canções sobre poemas de Adélia Prado, for soprano, clarinet and piano Music composed for cinema, video and dance Feliz ano velho, feature-Iength film b~ Roberto Gervitz. Awarded at the Festival de Cinema de Gramado de 1988 and recorded on CD b~ CPC-UMES. Castelo Rá-Tim-Bum, animated cartoons for the program produced by TV Cultura de São Paulo. Um norte para o sul, video documentar~ produced by Ação Educativa concerning the solidarity among students in Norway and Brazil in a movement of politicai and social action. Corpo veste cor, choreography of ballerina Ana Terra.

MARIO BISELLI

SÃO PAULO, 1961. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO.

BA lN ARCHITECTURE ANO URBAN PlANNING FROM FAU-MACKENZIE, SÃO PAULO, 1985. MA lN ARCHITECTURE ANO URBAN PlANNING FROM FAU-MACKENZIE, SÃO PAULO, 2000. Main projects 2000 1st Prize in the National Competition of Plans for the New São Cristóvão Intermodal Station, Rio de Janeiro 1998 3rd Prize in the National Competition of Plans for the Area of Carandiru, São Paulo 1999 Plans for the City Sports Gymnasium of Barueri, São Paulo 1st prize in the Open Competition of Plans for the 50 th Anniversary of the Municipalit~ of Barueri, São Paulo Participation in exhibitions 1999 4 a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo 1997 3a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo 1993 2a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo.

TITO LlVIO FRASCINO ANO TAKASHI FUKUSHIMA TITO LlVIO FRASCINO sÃo PAULO, SP, 1940. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO. BA lN ARCHITECTURE FROM UNIVERSIDADE MACKENZIE ANO BA lN URBAN PlANNING FROM UNIVERSIDADE DE PARIS. Main projects 1997 Residence on Rua Holanda, São Paulo

1992 Sesc, Grande ABC unit, Santo André 1987 Senac, São José dos Campos unit 1970 Musée de la Fourviêre, Lyon Participation in exhibitions 1997 3a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (award), Fundação Bienal de São Paulo 1995 2a Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (award), Fundação 8ienal de São Paulo Marble Architectural Awards (award), Carrara 1992 IAB-São Paulo Awards, São Paulo (award) TAKASHI FUKUSHIMA sÃo PAULO, SP, 1950. LlVES ANO WORKS lN SÃO PAULO. VISUAL ARTIST. BA lN ARCHITECTURE FROM FAU-USp, SÃO PAULO. Selected solo exhibitions 1999 Tempos Flutuantes, Pinacoteca de São Paulo 1998 Suimen, Galeria Nara Roesler, São Paulo 1994 Xilogravura, Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo 1989 Espace Latino Americain, Paris Selected group exhibitions 2000 Dne World 'NHK', Centro Cultural São Paulo; New York, Paris, Tokyo Almeida Jr. Revisitado, Pinacoteca de São Paulo 1998 Xilo-cordel à Galeria, Masp, São Paulo 1975 13 a Bienal Internacional de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo 1973 XII Bienal Internacional de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo

DESIGN MODULE ALFREDO FARNÉ

80LOGNA, ITALY, 1953

A DESIGNER GRAoUATED FROM THE UNIVERSIDADE DE BOlOGNA. FROM 1979 TO 1983 HE WORKED lN ITAlY THROUGH HIS AGENCY OFFICINA IMMAGINE. lN 1984 HE WON AN INTERNATIONAl CoMPETITION FOR THE DEVEloPMENT DF A BUS FOR THE CITY DF PARIS. HE MOVED TO FRANCE WHERE HE LlVED UNTll 1998, HAVING BEEN A PARTNER DF THE AGENCIES CRIC DESIGN ANO FARNÉ-ROUlET DESIGN. HIS DESIGN DF EQUIPMENT FOR TRAIN STATloNS EARNED THE BRUNEl AWARo, AN INTERNATIONAl RAllWAY oESIGN PRIZE, FOR SNCF, A FRENCH TRAIN CoMPANY. HE HAS LlVED lN SÃO PAULO SINCE 1998, WHERE HE IS A PARTNER DF THE DESIGN AGENCY SERAGINI-FARNÉ. Bibliography Livro da ADI, Associazione Italiana per ii Disegno Industriale, pg. 244. Editori Compositori, Italy, 2000 Revista Projeto, São Paulo _14 th Prize in Design, Museu da Casa Brasileira, Nov. 2000 Folha de São Paulo, 9 Nov. 2000, "Folha Ilustrada" - 14th Prize in Design, Museu da Casa Brasileira Revista Arredo & Cittá, year 12, no. 1, Italy, 1999 Exhibitions and Awards 2000 Museu da Casa Brasileira, São Paulo Brasil Faz Design, São Paulo and Milan 1990 Proton, National Design Prize, France Individual Tractor 1989 Janus de l'lndustrie, Ministry of Industry and Commerce of France Gibbs Toothbrush Urban Lighting Anvar Prize, French Agenc~ for Valorization of Research 1988 Prefabricated Modular House 1987 Modular System for Camping Tent

CAMINHO SUAVE

THE GROUP CAMINHO SUAVE WAS CREATEO lN SÃO PAULO FOR THE OCCASION OF THE 50 YEARS OF THE 8IENAL.IT IS

MAOE UP OF THE GRAPHIC OESIGNERS CLAUOIO FERLAUTO, CLAUDIO ROCHA ANO MARCOS MELLO AS WELL AS THE GRAFFITI WRITERS NINA, HERBERT, VITCHÉ ANO OS GÊMEOS.

CLAUDIO FERLAUTO

PORTO ALEGRE, RS, 1944

ARCHITECT, GRAPHIC DESIGNER ANO UNIVERSITY PROFESSOR. PARTNER-DIRECToR DF THE STUDIO OU4TRo AROUITETOS lN SÃO PAULO, HE WoRKS MAINlY lN THE FIElD DF VISUAL COMMUNICATION. BESIDES BEING THE EDITOR DF THE SECTION "OLHAR GRÁFICO" lN THE MAGAZINE ABIGRAF, HE WRITES ARTIClES ON DESIGN FOR VARIOUS JOURNAlS ANO MAGAZINES. HE HAS AUTHORED THE BoOKS O LIVRO DA GRÁFICA ANO O TIPO DA GRÁFICA. HE CURATED THE SHOWS CASABIMÓVEL (1999 ANO 2001) ANO TlDE HELLMEISTER AT THE PINACOTECA DO ESTADO, SÃO PAULO [2001). AWARDED BY APCA - SÃO PAULO ART CRITICS ASSOCIATION - FORTHE BEST EXHIBITION DF GRAPHIC DESIGN. Exhibitions 2000 Brasil Faz Design, Milan, São Paulo Brazilian representation at the Frankfurt Book Fair 8razilDesigns, Print Magazine, New York 1981 Bienal de São Paulo - Postal Art Bibliography FERLAUTO, Claudio; JAHN, Heloisa. D Livro da Gráfica, Editora Rosari, 2000 Kit Prática Profissional, ADG Associação dos Designers Gráficos, 1999 REVISTA IDEA, Japan; REVISTA PRINT, USA; REVISTA NOVUM, German

CLAUDIO ROCHA

SÃO PAULO, 195?


GRAPHIC DESIGNER SPECIALlZED lN TYPOGRAPHY. ONE DF THE CREATORS, ANO CURRENT EDITOR DF TUPIGRAFIA, A MAGAZINE CONCERNING TYPOGRAPHY ANO CALLlGRAPHY. HE IS THE BRAZILlAN DELEGATE DF ATYPI-INTERNATIONAL TYPOGRAPHY ASSOCIATION. HE HAS CREATED TYPOGRAPHICAL FONTS THAT ARE DISTRIBUTED INTERNATIONALLY BY THE ITC ANO AGFA WHICH ARE MEMBERS DF CREATIVE ALLlANCE. HE IS CREATIVE DIRECTOR DF THE FIRM SERAGINI· FARNÉ OESIGN WITH HEADOUARTERS lN SÃO PAULO. Bibliography REVISTA PUBLlSH, São Paulo, since 1999, writes a column about typography

MARCOS MELLO

SÃO PAULO, SP, 1964

VISUAL ARTIST ANO GRAPHIC DESIGNER. HIS WORK REFLECTS HIS INTEREST lN THE CITYSCAPE ANO ITS VARIOUS TEX· TURES ANO WRITINGS. HE USES COLLOTYPE TO REPRESENT ANO OUESTION THIS REALlTY. HE HAS A SPECIAL INTEREST lN GRAFFITI ANO HAS CARRIED OUT PROJECTS lN PARTNERSHIPWITH RUI AMARAL (CALENOAR LONGPLAY - MAM, 2000) ANO JAIME PRADES (EXPERIMENTAL BOOKS IMPRINTED WITH CLICHÉS ANO METALLlC TYPE, 2001). HE IS WINDING UP THE PUBLlCATION DF THE BOOK GRAFFITI, SÃO PAULO, BRASIL, WHICH TRACES THE LAST 30 YEARS DF THE HISTORY DF GRAFFITI lN SÃO PAULO. Bibliography REVISTA ABIGRAF, no. 193 Mar/Apr 2001, section "Olhar Gráfico" Exhibitions

2000 Calendário Longplay, MAM Higienópolis, São Paulo

NINA, HERBERT, VITCHÉ ANO OS GÊMEOS THE GRAFFITI WRITERS NINA (1977). HERBERT (19??), VITCHÉ (1959) ANO OS GÊMEOS (1974) HAVE BEEN WORKING TOGETHER SINCE 1990 REALlZING INTERVENTIONS lN THE CITY DF SÃO PAULO, WITH IMAGES ANO WRITING CHARAC· TERIZED BY A STRONG INFLUENCE DF BRAZILlAN POPULAR CULTURE ANO THE USE DF FACTS ANO CIRCUMSTANCES FROM THE URBAN ENVIRONMENT ITSELF. HERBERT ANO OS GÊMEOS CREATED ANO EDlTTHE GRAFFITI MAGAZINE FIZ. Exhibitions 2001 Fashion Week, Lucky Strike, São Paulo 1999 Um Mundo, Uma Só Voz - in partnership with Colorgin Urban interventions in the city of São Paulo 1998 Ou Loco, Sesc Blenzinho, São Paulo Os Gêmeos: 2001 Solo, Tokion Gallery, New York 2000 Akademie der Kunst International Exhibition of Contemporary Art, Berlin Solo, "Os Gêmeos Graffiti Auf São Paulo," Galeria Die Farberei, Munich Bibliography REVISTA CITY - Portugal, Jan. 2000 TOKION MAGAZINE - Tokyo/New York, no. 20, Dec. 2000 JUICE MAGAZINE - Germany, Nov. 1999 12 OUNCE PROFIT - Miami, 1998

ENZO GRINOVER

SERINA, ITALY, 1944

RESIDES lN SÃO PAULO WHERE HE RECEIVED HIS DEGREE lN ARCHITECTURE lN 1958 FROM THE FACULDADE DE AROUITETURA E URBANISMO DA UNIVERSIDADE OE SÃO PAULO. HE WORKS WITH PROJECTS lN ARCHITECTURE ANO DESIGN. SINCE 1983 HE IS A PARTNER·DIRECTOR DF THE FURNITURE ANO OESIGNER·OBECTS STORE COMPASSO O' ORO. FORMER PRESIOENT DF THE ASSOCIAÇÃO DE AROUITETOS OE INTERIORES E DECORADORES (1988/1990). ANO HONORARY SELECTION COMMITTEE MEMBER DF DECORADORES DA CASA COR/1990, SÃO PAULO. HE HAS PARTICIPATED AS A JUDGE lN VARIOUS OESIGN CONTESTS. Exhibitions 2000 Design e Natureza, Shopping 0&0, São Paulo 1999 Hospital Oualidade, Lemos Brito, São Paulo 99/988° and 7° Hotel Design, Equipotel, São Paulo 1998 Hotel Ouolidade, Lemos Brito, São Paulo 1995 Casa do Ano 2010, Lemos Brito, São Paulo Bibliography SANTOS, Maria Cecília Loschiavo dos. Móvel Moderno na Brasil. São Paulo, Studio Nobel, 1995

FERNANDO JAEGER STA. CRUZ DO SUL, RS, 1956 GRADUATED lN INDUSTRIAL DESIGN FROM THE UNIVERSIDADE FEDERAL 00 RIO OE JANEIRO lN 1980. SINCE 1984 HE DESIGNS, PRODUCES ANO SELLS, THROUGH HIS STORES lN SÃO PAULO ANO RIO DE JANEIRO, A LARGE LlNE DF FURNI· TURE THAT INCLUDES UPHOLSTERED ITEMS, STANDS, TABLES, ANO CHAIRS. FERNANDO JAEGER'S FURNITURE IS DESIGNED WITH HIS MASS PRODUCTION METHODS lN MINO. HE USES VARIOUS MATERIALS SUCH AS WOOD, METAL, FAB· RIC ANO GLASS TO DEVELOP PRODUCTS lN KEEPING WITH THE BRAZILlAN REALlTY, SEEKING TO OFFER THE USE RGODO DESIGN AT AFFORDABLE PRICES. Exhibitions 2000 Brasil Faz Design, São Paulo and Milan Bienal Internacional de Design de Saint Etienne, France Design & Natureza, 0&0 Shopping, São Paulo 1995 Brasil Faz Design, São Paulo, Milan, Rio de Janeiro 1994 Cadeiras Brasileiras, Museu da Casa Brasileira, São Paulo. Bibliography REVISTA ABITARE, Jan. 2000/1999/1998, Italy TEIXEIRA, Maria Angélica F. Mobiliário Residencial Brasileiro, 1996 SANTOS, Maria Cecília Loschiavo dos. Móvel Moderno no Brasil, São Paulo, Studio Nobel, 1995 Cadeiras Brasileiras. São Paulo, Museu da Casa Brasileira, 1994

LUCIANA MARTINS E GERSON DE OLIVEIRA LUCIANA MARTINS sÃo PAULO, SP, 1967 GERSON OE OLIVEIRA VOLTA REDONDA, RJ, 1970

BOTH STUDIED CINEMA AT THE ESCOLA OE COMUNICAÇÃO E ARTES DA UNIVERSIDADE OE SÃO PAULO - ECAlUSP. SINCE 1991 THEY HAVE WORKED lN PARTNERSHIP lN SÃO PAULO, DESIGNING FURNITURE ANO OBJECTS THAT LlE ON THE BOR· DER DF ART ANO OESIGN ANO PROVIOE AN INTERACTIVE RELATlON WITH THE USER. THEY HAVE RECEIVED VARIOUS AWARDS INCLUDlNG THE 1ST PRIZE DF THE 4TH EDlTION DF BRASIL FAZ OESIGN lN 2000, FOR THEIR TABLE MIENTRAS TANTO. Exhibitions 2001 Recortes, Galeria Brito Cimino, São Paulo 2000 Playground, Galeria Brito Cimino, São Paulo Azul, Galpão de Design, São Paulo Brasil Faz Design, São Paulo and Milan 1998 Design Brazil, 5 Contemporary Oesigners, Arango Gallery, Miami 1997 Subjetos, Museu Brasileiro da Escultura, São Paulo 1996 Design Mit Zukunft, Focke·Museum Bremen, Germany

Curator: Philippe Starck 1996 Brasil Faz Design, Rio de Janeiro, Salvador and Milan 1995 Entre Objetos, Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro and Galeria Nara Roesler, São Paulo Bibliography REVISTA WALLPAPER, England, 2000 BYARS, Mel. 50 Tables, Rotovision, Switzerland, 1998 STARCK, Philippe,lnternational Design Yearbook BARRÉ·DESPOND, Dictionnaire International des Arts Appliqués e du Design, Edition du Regard, France

MARCELO ROSENBAUM

SÃO PAULO, SP, 1968

STUDIED ARCHITECTURE AT FACULDADE DE BELAS ARTES OE SÃO PAULO. PARTNER·DIRECTOR OFTHE FIRM ROSENBAUM AROUITETURA E DESIGN, HAS EARNED DISTINCTION lN THE AREA DF YOUNG FASHION WITH PROJECTS FOR THE STORES DF ZAPPING, LEVI'S, FAUSE HATTEN, SOMMER, ANO CAVALERA. HE WAS THE ART DIRECTOR FOR MORUMBI FASHION 2000; lN 2001 HE 010 THE SCENOGRAPHY FOR FAUSE HATTEN'S FASHION SHOW lN FASHIDN WEEK. HIS ARCHITECTUR· AL PROJECTS INCLUDE THAT DF THE LOOUCCA ADVERTISING AGENCY. Exhibitions 2000 Design & Natureza, Shopping 0&0, São Paulo 1998 Brasil Faz Design, Milan and São Paulo Bienal Internacional de Design de Saint·Etienne, France 1997 Museu da Casa Brasileira 1SI Prize Furniture Category with System of Cabinets Ornare 1998 Brasil Faz Design, Milan, São Paulo and Rio de Janeiro 1995 Cadeiras do Nosso Século, Museu da Casa Brasileira Bibliography REVISTA PROJETO. São Paulo, no. 242, April 2000 REVISTA CASA VOGUE. São Paulo, no. 2, 2000 REVISTA CASA VOGUE. São Paulo, no. 8, 1999

MARINA SHEETlKOFF

SÃO PAULO, SP, 1961

GRADUATE DF FAU SANTOS, COMPLETED THE FURNITURE COURSE DF THE ECÓLE NATIONALE SUPERIEURE DES ARTS OECORATIFS OE PARIS. lN 1999 WAS THE STYLE EDITOR FOR THE MAGAZINE MORUMBI FASHIDN. SHE OESIGNS FURNITURE, JEWELRY ANO, CURRENTLY, FASHION ACCESSORIES FOR ELLUS CONFECÇÕES. Exhibitions 2000 Design 500 Anos, Pinacoteca do Estado de São Paulo Abitare ii Tempo, Verona, Italy Brasil Faz Design, São Paulo and Milan 1999 Brasilidade, 5" Casa Objeto, São Paulo 1997 Jóia Rara, Galpão de Design, São Paulo Design solo, at the space ofTok & Stok, São Paulo 1994 Museu da Casa Brasileira 1SI Prize Lighting Category - Luminária Olaia Bibliography REVISTA ABITARE, Jan. 2001, Italy BRANDÃO, Marili. Brasil Faz Design, São Paulo, 2000

CÂMARA DE COMÉRCIO DE VERONA. Abitare ii Tempo - Mostre di Sperimentazione e Ricerca. Veronafiere. Verona, Edizioni Grafiche Zanini, 2000 REVISTA CASA VOGUE, São Paulo, Septo 1996


AGRADECIMENTOS

ALFREDO FARNÉ Artmorfose Decoração, Shopping D & D, Baccarat, Brasi-Lustres, By Design, Charlex Indústria Têxtil Ltda., Dominici, Forma, Ganesh, Ocularium Moderno, Punto Luce Iluminação, Rosset Tecidos, Stilarredo, Vallvé Banheiros e Acessórios, Via Nuova, Zona D, Luciana Brandão, Mariah Villas-Boas e Black Jack Rock Bar

3M

ENZO GRINOVER

Eucatex Química e Mineral

III Millennium, Soccer Grass, KSC Serralheria Artística, Pastorello Móveis e Decorações, Lidioner Toledo Belasque Construção e Comércio S/C Ltda., Paula Almeida Prado e Rosani S. Moraes

Fotoline Serviços Gráficos

FERNANDO JAEGER

Geraforça

Eucatex S/A, Lyptus, Plásticos Vonil, Reka Luminárias, Status Tecidos, Montreal, Daniel Bokelmann e Géa Pires

Matehos Material Hospitalar Paulo's Comunicação e Artes Gráficas Philips Lighting do Brasil

GRUPO CAMINHO SUAVE Colorgin, Gráfica Fidalga, Sign Factory, Carlos Bratke, Marilí Brandão, Pieter Thomas Tjabbes, Ernesto Tuneu, Yara Kerstin Richter, Tânia Mills, Melina Valente, Josué Alves, Tabajara de Souza Macieira, José Leite da Silva, Evilázio Pereira Sampaio, Speto Loucas e Gilberto Pereira de Silva

MARINA SHEETIKOFF Adolpho de Paula Oliveira, Fernando Laszlo, Renata Bueno, Roberto Bueno, Priscila Bueno, Renato Cury e Camila Falcão

Rede Accor

MARCELO ROSENBAUM

Santista Têxtil

St. Gobain Glass e Divinal Distribuidora de Vidros, Dácio Pinheiro, André Juliani, Fademac S/A, Programasom e Alexandre Herchcovitch, Fábia Erberesek, Lino Villaventura, Caio Gobbi, Fause Haten, Walter Rodrigues

Tok & Stok ANGELO BUCCI, FERNANDO DE MELLO FRANCO, GIANNI TOYOTA, JOEL PIZZINI e MILTON BRAGA Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, Secretaria dos Transportes Metropolitanos, Estúdio Vitrola Digital, Grifa Cinematográfica, Guilherme Bonfanti, Marcos Ciceroni, Joelson Medereiros, Marco Vale, Danielle Bertolini, André Dias, Dado Carlin, Oliver Hossepian, Fernando Hossepian, Mohamed Choucair, Flávio Marcellini, Moyses Lavander Junior, Gérson Faria, Jurandir Junqueira, Maria Salete Zandoná, Reginaldo Assis Paiva, Solange Santos, Myrian Azevedo Marques, Custódio Lopes e Cláudio Moreno

ANNE MARIE SUMNER Pedro Tlecki, Carolina Moggi e Flávio Tuma

CARLOS LEITE Logos Engenharia S/A, Estúdio Preto e Branco, Henrique Guerra, Lair Reis e Pazé

CLAUDIO LlBESKIND, SANDRA LLOVET I VILA e SAMANTA CAFARDO Rosset Tecidos

ANA MARIA TAVARES

FRANCISCO SPADONI

Inox Color, Probjeto, Rogério Marques e Galeria Brito Cimino

Tervydis metalúrgica, Insign, Marcio Tadeu, Jorge F. Silva, Priscylla Nose e Bruno Damineli

CAIO REISEWITZ

GRUAA - GRUPO DE ESTUDOS DE ASSUNTOS AROUITETÔNICOS

Galeria Brito Cimino

Leopoldo Soares

CARLOS MIELE

JOSÉ MAGALHÃES JR. E JOSÉ FRANCISCO XAVIER MAGALHÃES

Vitória Daniela Bousso, Maria Alice Milliet, Nelson Leirner, Paulo Mendes da Rocha e Angélica de Moraes

Luiz Henrique Xavier (trilha sonora], Companhia Paulista de Trens Metropolitanos e Secretaria dos Transportes Metropolitanos

ÉDER SANTOS

MARIO BISELLI

Fernanda Monte Mor, Priamo Lozada, João Carlos Leite, Cláudio Costa, Grupo Uakti, Solange Farkas, Marcelo Braga, Marcus Nascimento, Solano Soares, Jinio Soares, Paloma Porraz, Ricardo Carvalho e Isabella Prata

Ana Carolina Pudenzi e Cristina Gonçalves Pereira Rodrigues

ELYESER SZTURM

TITO LlVIO FRASCINO e TAKASHI FUKUSHIMA

Nazareno Rodriguez Alves, Fred Si dou, Oziel Araújo e Ana Dándrea

Cosmopolitan - X Row Tinta Spray, Hidrogood Hidroponia Moderna, Prime Tech - Sistemas de Climatização, Simone H. Watanabe, Erich B. Demuro, Karla de Lima, Diego Salvador, Alecsandro, Milton e César e Heroy Ótilo Mehl

JAIR DE SOUZA Website: Criação Jair de Souza e Suzana Apelbaum, Coordenação tecnológica: Alexandre Ribenboim Assistentes de design: Clara Martins e Elisa Janowitzer, Flash: Dani Lima, Yuri Lott e Luis Mattos Instalação: Bernard Heimburger (arquitetura], Ricardo Ermel (tecnologia)

JOSÉ GUEDES Galeria Nara Roesler

LlNA KIM Brasi-Lustres, St_ Gobain Glass e Divinal - distribuidora de vidros, Mariana Laskani Ltda_, Paulo Climachauska e Yara Kerstin Richter

LUCAS BAMBOZZl Christine Mello

MAURíCIO DIAS Se WALTER RIEDWEG Galeria Camargo Vi laça

MIGUEL RIO BRANCO Galeria Camargo Vilaça, Márcia Mello e Matheus Pitta

MÔNICA SIMÕES Fazcultura (BA) Programa Estadual de Incentivo à Cultura - Secretaria da Cultura e Turismo - Secretaria da Fazenda e Petrobrás

REGINA SILVEIRA Cláudio Opazo, Reinaldo do Carmo Ferreira e Galeria Brito Cimino_ Fotografia: Cláudio Opazo.

RICARDO RIBENBOIM Produção: Luli Hunt Performance: Casting Deise C Moysés / Assist. Casting: Viviane Pio Atores Anderson Barrantes, Ricardo Rodrigues, Carlos Augusto Soares, Rogério dos Santos Góis, Matheus Amaro Ferreira, Manoel José da Silva, Pascoal Danielle Ouaglia, Ednaldo Oliveira, Anailton Araújo, Jefferson Santos, Luciana Menin, Vilma Muniz, Ana Cristina Correia Leite, Ana Paula Santiago Ferreira, Priscila Sarmento Ferreira, Jocely Pereira de Souza, Ariana Alves, Mônica Isabel da Silva, Dafne Sense Michellepis, Thayná Antonio, Alex Gabassi, Carlos Magno Bomfim, Douglas Melo de Sá, Gil Grossi, Marcelo Machado, Paulo Morelli, Renato Barbieri e Sérgio Roizenblit

ROSÂNGELA RENNÓ Galeria Camargo Vi laça

SERGIO ROIZENBLlT Catacrash, Marcos Suzano, Márcio Aurélio, Fleber, Fernando Costa Neto, Bruno E. e Edifício Copan. VT OJ Julião Julião, Boate A Loca, Ricardo Silveira, Boris, Boate Stereo e Nenê (promoter) VT Toda Nudez Será Castigada, Teatro Sérgio Cardoso, Cibele Forjaz, Leona Cavalli, Hélio Cícero, Elenco e Equipe Técnica da peça VT IVI Escola de Samba Águia de Ouro, Ivi Mesquita, Lara Pinheiro e Beto de Faria

SHIRLEY PAES LEME Alice e Anibal Arantes, Calimério Ávila, Rodrigo Freitas, Wilmar Machado, César da Silva Amâncio, Armando Lídia e Júlio Paes Leme Arantes, Neusa Paes Leme e Luiz Sérgio Arantes e Galeria Baró Senna

DESISN

Os retratos de pessoas neste catálogo foram tirados durante a montagem e a inauguração da exposição.


FUNCIONÁRIOS

Monitoria

Diretoria MARIA RITA MARINHO LUCIA APARECIDA RIZZARDI ANDERSON DE ANDRADE MARIA DA GLÓRIA DE ARAÚJO

Coordenação MIRIAN CELESTE MARTINS GISA PICOSQUE MARIA SíLVIA MASTROCDLLA DE ALMEIDA

Administração e financeiro MAURíCIO MARQUES NETTO KÁTIA MARLI SILVEIRA MARIO RODRIGUES DA SILVA AMARILDO FIRMINO GOMES ADRIANA CRISTINA DE LIMA PEREIRA CLEISE PEREIRA ARAÚJO LlSANIA PRAXEDES DOS SANTOS BRUNA NOGUEIRA AZEVEDO THlAGO MACEDO VINíCIUS ROBSON DA SILVA ARAÚJO

Curadoria Geral da 25' Bienal ALFONS HUG AGNALDO FARIAS DE NANA JAVANOVIC

Curadoria da 5' Bienal Internacional de Arquitetura RICARDO OTHAKE PEDRO CURY Gerência de Eventos Internacionais PIETER TH. TJABBES LlLIANE FRATTO CALAZANS SALlM MÔNICA SHIROMA DE CARVALHO TÂNIA MILLS VÂNIA MAMEDE C. SHIROMA YARA KERSTIN RICHTER NICACIO DE SOUZA Gerência de Eventos Nacionais MARIAH VILLAS BOAS ANA ELISA DE CARVALHO SILVA MARIZE DE ALMEIDA NÓBREGA MARTINS ROBERTO ALVARENGA Núcleo de Projetos e Publicações GLÓRIA BAYEUX JORGE LODY IRACI CRISTINA BRIEDARIOL PAUMIERI TATIANA SAMPAIO FERRAZ ELAINE REGINA LANZONI JULIANA NASCIMENTO DA SILVA Gerência de Arquitetura e Obras ERNESTO TUNEU MELlNA VALENTE MATHEUS JOSÉ DA COSTA Manutenção e Montagem JOSÉ GERALDO FARIA EDER SANTOS EMERSON ÁUREO HORST GRIMÁRIO LIRA DA SILVA IRAILDO BRITO SILVA JOSÉ PEREIRA COSTA JOSUÉ ALVES MARCELO DE SOUZA CHRISPIM LlNDOMAR RAIMUNDO DE S. FREITAS LUIZ CARLOS ESTEVANIN Serviços Gerais JOSEFA GOMES DA SILVA ENOQUE ALVES DOS SANTOS JOSENITA VITO R DOS SANTOS SOUZA IDELVANDA ROSA DE JESUS MARIA JOSÉ SOUSA SEVERINA FERREIRA DA MOTTA Portaria ANTÔNIO MILTON DE ARAÚJO EVILAZIO PEREIRA SAMPAIO GILBERTO PEREIRA DA SILVA ISAIAS DE JESUS SIQUEIRA JOSÉ LEITE DA SILVA JOSÉ ANTÔNIO DOS SANTOS NIVALDO FRANCISCO DA COSTA TABAJARA DE SOUZA MACIEIRA

Supervisão de Monitoria DANIELA PULlTI DIAS FERREIRA DENYSE EMERICH Monitoria ADRIANA MATOS ALVES DUARTE ALEXANDRE ARAÚJO BISPO CARLOS SEREJO CLÁUDIA MENEGUELLO DÉBORA CAMARGO DE C. PINTO ELAINE CRISTINA GOMES FELlPE MARTINS PÁROS IARA M.R. DE CARVALHO IRLEIDY CRISTINA MADAZZIO JULIANA ASMIR LAERTE MACHADO JUNIOR MÁRCIA ZOLKO MARIA AUGUSTA B. BARATA MARIANE TOMIE SATO OS MAR SANTOS PATRíCIA REGIANE POSSA RICHARD CALHABÉU TAISA HELENA PASCALE PALHARES TERESA NAKATA MASCARO THlAGO HONÓRIO Monitoria My City MARIA LuíSA V. DE OLIVEIRA RAQUEL FREIRE Help Desk MARIA TEREZA CIANCAGLlNI Sala do Professor JULIANA NAVARRO Agendamento CÉLIA PIOVANI Assessoria de Imprensa EDISON PAES DE MELO SYLVIO NOVELLI LÚCIO NUNES ALEXANDRE ALVARENGA RIBEIRO REGIS MOTISUKI Pesquisa para o Catálogo DANIELA MAURA GUY AMADO Equipe de Montagem ALEXANDRE CARDOSO ALEXANDRE TRIPICIANO ANGELA IVANOVICI ANGELINA OBATA BEATRIZ BRUNO MENDES BERNARDO LOPES CAETANA BRITTO CARLOS AUGUSTO LOUREIRO CARLOS EDUARDO FERREIRA • CARLOS PIMENTEL CRISTIANO FILATRO DIÓGENES PACHECO DA SILVA EDOUARD FRAIPONT EDUARDO FERREIRA ELÁSTICA JOÃO LOUREIRO LEOPOLDO LUIS ESTEBAN LUIZ LOMBARDI MARCELA OBATA MARCELA PEREIRA NEIDE NASCIMENTO RICARDO ROSAN VINICIUS SIMÕES


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111r-ripasa

ISBN 85-85298-11-1 Copyright Fundação Bienal de São Paulo Foi utilizado no miolo do catálogo o Papel Couché Image Mate 145g/ m2 e na capa Papel Cartã o Royal 250g/m 2 da RIPASA.


EME


Rede de Tensão: Bienal 50 anos (2001) - Catálogo  

Catálogo da mostra Rede de Tensão: Bienal 50 anos (2001).