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Boletim Informativo da Biblioteca

Agrupamento de Escolas Álvaro Coutinho, “O Magriço” - Penedono Escola Básica Álvaro Coutinho,”O Magriço” – Serviços de Biblioteca Ano XIII– Nº 49– Mensal – dezembro 2013 Distribuição Gratuita

O Natal pelo Mundo Suécia Brasil

Japão

Na véspera de Natal sueca come-se smörgåsbrod (um tipo de pão), enchidos, pé de porco recheado, peixe (lutfisk - bacalhau seco em molho de natas) e pudim de arroz. É o final de um período de jejum. Depois da Ceia abrem-se as prendas ao lado da árvore. São trazidas pelo Julomten (um gnomo que vive no celeiro), que cuida da casa e dos animais No Dia de Natal, quando é possível, vai-se em corridas de trenó à Missa. Quem ganhar terá boas colheitas.

As tradições do Natal brasileiro são muito semelhantes às do Natal português. O Papai Noel é quem traz os presentes, e segundo se diz, vive na Gronelândia, mas quando chega ao Brasil põe roupa mais fresca, pois em dezembro é Verão no Brasil!

No Japão, o Natal não se celebra oficialmente, pois menos de 1% da população é cristã, mas esta festa respeita-se devido à influência ocidental que os japoneses tiveram ao longo da sua História. Por esta razão, e pela troca de prendas em sinal de paz e amizade, os japoneses integraram alguns destes costumes na sua cultura, incluindo a árvore de Natal e o peru.

Itália

Grécia Na véspera de natal as crianças vão de casa em casa cantando kalanda (cânticos de Natal) e dãolhes doces, frutos secos e prendas.

Na véspera de Natal, acendem-se velas e junta-se a família para a Ceia de Natal, que normalmente é peixe (que simboliza o jejum), mas podem ser de 10 a 20 pratos de peixe, todos diferentes! Em Roma, o prato tradicional do Natal é o capitone, que é enguia frita grelhada, assada ou frita.

Dinamarca Acendem-se milhares de velas por todo o lado e têm-se sempre bolinhos e doces prontos para os visitantes, para que o espírito do Natal (Yul) não se vá embora. Deixa-se uma taça do pudim de arroz à porta para o Julnisse (ou Nisse), um elfo malandreco que vive no sótão e prega partidas. Se lhe for dado o doce ele toma bem conta da casa o ano todo. Depois da Ceia abrem as prendas ao lado da árvore. São trazidas (diz a tradição) pelo Julnisse.

A ÁRVORE DE NATAL A tradição de ter em casa a Árvore de Natal decorada começou na Alemanha, no século XVI, e foi passando para outros países. As decorações são muito variadas como, por exemplo:

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anjos, pavões, aves e estrelas, na Polónia; figuras de madeira pintada, de animais e crianças, na Suécia;

bandeirinhas, estrelas e sinos, flocos de neve e corações, na Dinamarca;

leques e lanternas de papel, no Japão;

gaiolas de palha (para haver boas colheitas), estrelas e formas geométricas, na Lituânia;

decorações de cascas de ovo pintadas, na República Checa e Eslováquia;

uma aranha e uma teia (para dar sorte), na Ucrânia;

doces, figuras e frutos, nos Estados Unidos da América. http://www.junior.te.pt/natal/home_natal/natal_mundo.html

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Astérix está de volta “Astérix entre os Pictos” é o primeiro livro sem a assinatura de qualquer um dos seus criadores. René Goscinny ( o argumentista) morreu em 1977 e a partir daí Albert Uderzo assinou sozinho. Em 2011, Uderzo reformou-se e anunciou que Astérix ia acabar também, mas voltou atrás. E ai está ele “ Astérix entre os Pictos”. Quem é o argumentista? Uderzo e a filha de Goscinny, co-proprietária da marca, escolheram Jena-Yves Ferri, após um processo de escolha original. “A editora começou por fazer uma lista de 10 escritores a quem pediu que inventassem uma história. Exigiu a todos que assinassem um acordo de confidencialidade. Não podiam falar do assunto a ninguém, nem à família.” E o desenhador? Inicialmente, Uderzo escolheu um desenhador do seu estúdio, Frédeérik Mébarki, mas o trabalho final não agradou a ninguém. Foi substituído. Assim, procederam da mesma forma da escolha do argumentista, e escolheram Didier Conrad. Tanto o argumentista como o desenhador nasceram em 1959, ano da criação de Astérix. Referência bibliográfica: ALVES, Marco – Cuidado, Astérix voltou. Sábado. Suplemento Lisboa. N.º 495 (24 a 30 de outubro de 2013), p. 30

Desta vez, Astérix e Obélix vão ser chamados a demandar o território dos Pictos, esses povos da antiga Escócia conhecidos pelas suas qualidades de temíveis guerreiros e pelos seus múltiplos clãs, cujo nome, dado pelos Romanos, significa literalmente “homens pintados”. Na melhor tradição das aventuras do mais célebre de todos os Gauleses, Astérix entre os Pictos é pois uma viagem épica a um país rico em tradições, durante a qual os nossos heróis irão descobrir um novo povo, cujas diferenças culturais se traduzirão em piadas e trocadilhos memoráveis. http://www.fnac.pt/Asterix-entre-os-Pictos-Jean-Yves-Ferri

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Escritor do mês Hans Christian Andersen Nascido a 2 de abril de 1805, na Dinamarca, tornou-se mundialmente famoso pelos contos que escreveu, principalmente por serem dedicados ao público infantil, o que era raro na época. Publicou os primeiros contos em 1835.Inicialmente, o autor escreveu histórias baseadas nas tradições populares dinamarquesas, mas depois dedicou-se aos contos de fadas e a outros onde a natureza era a protagonista, ou até mesmo objetos. As suas histórias apresentam sempre uma moral, passando a ideia dos comportamentos a adotar para que houvesse igualdade entre as pessoas. Os seus contos mais famosos são o Soldadinho de Chumbo e a Pequena Sereia. Hans Christian Anderson escreveu até 1872, altura em que ficou bastante doente, vindo a falecer três anos mais tarde, a 4 de Agosto de 1875. A data do seu nascimento assinala o Dia Internacional do Livro Infantil. Hans Christian Andersen. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-11-24]. Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$hans-christian-andersen>

Alguns contos: O Abeto de Natal , A Rainha das Neves, O Patinho Feio, A Caixinha de Surpresas, O Guardador de Porcos A Vendedora de Fósforos, Os Sapatinhos Vermelhos, O Pequeno Cláudio e o Grande Cláudio, O Soldadinho de Chumbo, A Pequena Sereia, O Rei vai Nu, A Princesa e a Ervilha

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EM DEZEMBRO… 

Foi inaugurado o metropolitano de Lisboa

Em 29 de dezembro de 1959, foi inaugurada a primeira rede de metropolitano de Portugal. Faziam parte desta rede 11 estações. Os comboios que circulavam na rede tinham apenas duas carruagens. O Metropolitano de Lisboa tinha ao seu dispor 24 unidades da série ML7, construídas pela Sorefame. Foi produzida pela Tóbis, em1959, encomendada pelo ML, uma curta metragem de divulgação, para informar os passageiros, emitida na televisão e também

Rede atual (2013)

nos cinemas da capital, na secção de “atualidades”. http://pt.wikipedia.org/wiki/Metropolitano_de_Lisboa>

A moeda única europeia foi batizada com o nome de EURO

A 15 de dezembro de 1995, a futura moeda europeia foi batizada com o nome de euro. O euro foi introduzido em 1 de janeiro de 1999 nas operações realizadas nos mercados monetários, cambiais e financeiros e para a grande maioria das operações de retalho. No entanto, a introdução física do euro aconteceu apenas em 1 de janeiro de 2002, quando mais de 300 milhões de europeus começaram a utilizar as notas e moedas de euro. No final de fevereiro de 2002, as notas e moedas de euro tornaram-se as únicas com curso legal na área do euro. http://www.bportugal.pt/pt-PT/NotaseMoedas/EuroANossaMoeda/Paginas/Introducaoeuro.aspx

Nasceu Ramos Horta

José Ramos-Horta, nasce a 26 de dezembro de 1949, em Dili, Timor-Leste, é um político e jurista timorense. Durante a ocupação de Timor-Leste pela Indonésia, entre 1975 e 1999, foi o porta-voz da resistência timorense no exílio. Foi Ministro de Negócios Estrangeiros de Timor-Leste desde a independência, em 2002. Exerceu as funções de presidente de seu país de 2007 a 2012. Em 1996, foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Paz, pelo trabalho

realizado

conducente a uma solução justa e pacífica para o conflito em Timor. http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Ramos-Horta

PARA DIVERTIR

Ajuda o Pai Natal a encontrar o trenó.

Preenche as palavras cruzadas do campo lexical do Natal.

Nome que se dá à refeição da noite de Natal. União e concórdia entre as famílias e povos. Luz que conduziu os Reis Magos ao presépio. Conjunto de pessoas que se reúnem à mesa da Consoada. Bolo frito típico da época natalícia.

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Dezembro 2013  

Blibliotim de dezembro

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