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LIVRO DE ARTE ENSINO MÉDIO Mais uma novidade do Bernoulli Sistema de Ensino para sua escola em 2017.


MAIS UMA NOVIDADE DO BERNOULLI SISTEMA DE ENSINO PARA SUA ESCOLA EM 2017. LIVRO DE ARTE – ENSINO MÉDIO Reconhecer a Arte como um campo do conhecimento empírico/conceitual, bem como de construção e expressão do sujeito, distanciando-a da visão simplista, redutora e de senso comum existente, tem sido um desafio para as escolas, neste momento. Em pleno século XXI, busca-se ainda uma inclusão social que pressupõe o desenvolvimento da capacidade de o sujeito exercer seu papel como conhecedor, apreciador e produtor do patrimônio cultural, não só do seu próprio núcleo social, mas também da humanidade. A Arte, sendo uma das manifestações da linguagem, deve promover interação e comunicação. Por ser também uma herança social regular, por meio do seu simbolismo, ela está presente nas estruturas mentais, emocionais e perceptivas dos indivíduos. Essa natureza transdisciplinar da linguagem é fundamental na prática didática, pois cria a oportunidade de o aluno vivenciar os diferentes campos artísticos, permitindo, por exemplo, que ele estabeleça relações entre eles.

A partir dessas considerações, o conteúdo de Arte do Ensino Médio foi concebido de modo a levar o indivíduo a questionamentos mais aprofundados, ou seja, a uma crítica consciente e madura, diferente da visão positivista, provocando reflexões sobre o que é Arte.

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Alice X. Zhang

Considerando o aluno um sujeito que vive rodeado de informações repletas de estímulos sensoriais, é importante levá-lo a um “alfabetismo” que lhe permita identificar essas diversas mensagens com as quais ele se depara, sendo elas, por exemplo, visuais, sonoras, dentre outras.


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A leitura e o entendimento das manifestações artísticas propiciam ao indivíduo uma reflexão acerca de si mesmo e de sua expressão simbólica. Um sujeito que é capaz de interpretar símbolos e que, por meio da fruição, adquire um conhecimento dinâmico de si e do mundo contribui culturalmente, de maneira ética e cidadã, na construção da sociedade da qual faz parte. O conteúdo de Arte do Ensino Médio tem como objetivo favorecer a construção de uma noção ampla sobre arte pelo aluno, permitindo que ele reconheça valores estéticos em diversas manifestações artísticas, bem como atribua significado(s) aos diversos elementos de arte de suas experiências socioculturais cotidianas.

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PRINCÍPIOS PEDAGÓGICOS O ensino de Arte no Ensino Médio passa, basicamente, por três dimensões de experiência e aprendizado: conhecer, fazer e apreciar.

CONHECER a produção artística e refletir acerca do papel da arte na história e na cultura de um povo.

Vivenciar o FAZER artístico que implica a experiência da criação artística como uma maneira de exprimir ideias e sentimentos.

APRECIAR obras de arte com uma postura crítica, o que implica a fruição e a capacidade de leitura

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Partindo dessas dimensões, o Livro de Arte foi concebido com base na competência de área 4, estabelecida na Matriz de referência do Enem em Linguagens, códigos e suas tecnologias, que enuncia: “compreender a arte como saber cultural e estético gerador de significação e integrador da organização do mundo e da própria identidade”. Conquanto tenham sido levadas em conta as competências e habilidades arroladas nos documentos de referência, especialmente nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), bem como o que estabelece o Plano Nacional do Livro Didático 2015 (PNLD), optou-se por priorizar, ao longo dos volumes, a experiência estética que o aluno pode obter à medida que relaciona elementos de linguagem artística, historicamente construídos, aos bens culturais próprios da sociedade contemporânea em que se encontra inserido.

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OBJETIVO GERAL DO LIVRO Proporcionar formação integral ao estudante, concebendo a Arte como manifestação precípua do Ser Humano.

Os CONTEÚDOS ABORDADOS englobam 4 subcomponentes: 01 - MÚSICA 02 - TEATRO 03 - ARTES VISUAIS 04 - DANÇA

Atendendo ao foco do ENSINO MÉDIO:

FRUIÇÃO: Apreciação e Leitura da Imagem REFLEXÃO: Exercício do pensamento CRÍTICA: Estabelecimento de relações

Por meio de exposições e exercícios contextualizados, serão abordados conceitos oriundos das linguagens artísticas, da história da arte, da articulação entre os campos artísticos e os outros campos do conhecimento, da diversidade e da multiculturalidade. Essa estratégia visa oferecer ao aluno subsídios para a compreensão fundamentada dos temas. Serão oferecidos ao professor e ao aluno, além de questões do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), exercícios inéditos ou aplicados em processos seletivos específicos de todo o país, contemplando, assim, as intenções educativas propostas nos três principais eixos que norteiam o conteúdo programático do ENEM, a saber:

“Reconhecer diferentes funções da arte, do trabalho e da produção dos artistas em seus meios culturais. ” “Analisar as diversas produções artísticas como meio de explicar diferentes culturas, padrões de beleza e preconceitos. ” “Reconhecer o valor da diversidade artística e das inter-relações de elementos que se apresentam nas manifestações de vários grupos sociais e étnicos.”

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Em relação à Matriz de Competências e Habilidades do ENEM, o foco será na interpretação e representação do mundo para o fortalecimento dos processos de identidade e cidadania, considerando as quatro linguagens: 01 - MÚSICA 02 - TEATRO 03 - ARTES VISUAIS 04 - DANÇA Em todas, o conteúdo perpassará por: estrutura morfológica, sintática, o contexto da obra artística, o contexto da comunidade, as fontes de criação.


ESTRUTURA DO LIVRO São dois volumes com flexibilidade para uso: Os dois volumes em um único ano/única série, na 1ª, 2ª ou na 3ª, utilizando, assim, um volume em cada semestre. Ou os dois volumes em dois anos/duas séries, utilizando um volume por ano/por série. Neste caso, se a opção for a utilização do Volume 1 na 1ª série, por exemplo, o volume 2 deverá ser utilizado no próximo ano, quando esses alunos estiverem na 2ª série, pois os volumes são sequenciais e interdependentes.

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Os conteúdos são organizados a partir da história da arte, que funciona como eixo estruturante do livro. No que se refere à apresentação dos conteúdos teóricos dentro de uma lógica histórica, o objetivo é facilitar, operacionalmente, não só a consulta, como também a compreensão dos desdobramentos sofridos pela arte, sem perder de vista a sensibilização do aluno quanto à sintaxe das linguagens dos diversos campos artísticos: as artes visuais, as audiovisuais, a música, o teatro e a dança. Essa cronologia norteadora colabora para a compreensão de como as transformações sociais, culturais e políticas influenciam e como, por vezes, são determinantes para o fazer artístico.

Essa abordagem também apresenta conexão com momentos da arte e da história, sempre que se faz pertinente estabelecer tal conexão. Tais estratégias visam ampliar o conhecimento, a compreensão e a capacidade de análise e reflexão do aluno diante das manifestações artísticas.

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OS MÓDULOS SERÃO ESTRUTURADOS DA SEGUINTE MANEIRA:

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Texto introdutório (motivador do capítulo) – o texto introdutório apresenta um tema atual cujo intuito é estimular o envolvimento do aluno com uma situação-problema, sendo ponto de partida para o conteúdo. Texto referente ao tema (desenvolvimento do capítulo) – a partir da introdução é desenvolvido o tema proposto para o capítulo. Exercícios de fixação – exercícios com referência direta ao texto do capítulo, com o fim de fixar e provocar reflexões acerca dos conteúdos apresentado. Para refletir - atualização do conteúdo e/ou saberes interdisciplinares e/ou temas transversais. Aplicação do conteúdo no cotidiano – essa seção apresenta ao aluno um texto com a aplicação direta de conceitos teóricos em seu cotidiano escolar e não escolar, articulando o tema estudado e as manifestações artísticas atuais e/ou de outros momentos históricos. Leitura complementar - textos com aprofundamento referente ao conteúdo. Exercícios propostos – questões apresentadas em provas de diversos processos seletivos ou elaboradas no estilo do Enem. Seção ENEM - questões apresentadas em provas do Enem. Tá na mídia - dicas de sites, livros, filmes e lugares para a complementação do conteúdo e aproximação da escola com a sociedade. Referências - referências teóricas usadas para a elaboração do capítulo.

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PREVISTO PARA COLEÇÃO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO – ARTE VOLUME

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CAPÍTULO

CONTEÚDO

01 - Arte para quê?

O que é arte, como ela nos afeta. A obra de arte como texto e como manifestação cultural do ser humano. Linguagens da Arte.

02 - Arte Ritual

Arte rupestre. Arte pré-colombiana e arte africana. Manifestações da cultura indígena.

03 - O Eterno e o Belo

Arte egípcia. Arte grega. Arte romana. Arte bizantina e arte medieval. Arquitetura gótica. Arte islâmica, arte chinesa, arte japonesa.

04 - O Homem sob nova perspectiva

05 - Fé e Drama

06 - Impressões, Atitudes e Expressão Simbólica

O renascimento e uma nova perspectiva na arte. Individualidade do artista. Luz e cor, sfumato, pintura a óleo, perspectiva, arte e ciência, gravura. A busca da beleza pela razão. A imposição do belo na escultura. Polifonia e música instrumental. Espaços cênicos, Commedia del’Arte, teatro elisabetano. Arte barroca. Luz e sombra na dramaticidade da pintura. Recursos dramáticos nas formas dinâmicas: diagonais, curvas, retorcidos e janelas falsas. A dramaticidade da música. A teatralidade dos eventos. O romantismo e a paisagem que expressa emoção. A reinvenção da arte grega e o neoclássico O realismo como expressão da realidade sem idealizações. O Impressionismo e as investigações sobre a representação da luz. A música na virada do século, o impressionismo musical. Fotografia e cinema: novos pensamentos artísticos. Desdobramentos e nova atitude estética nos diversos campos artísticos e o surgimento de conceitos transformadores que irão se refletir na arte moderna e contemporânea. Nacionalismo na música brasileira.

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VOLUME

CAPÍTULO

07 - Rupturas

CONTEÚDO As vanguardas históricas, os “ismos” e a ruptura dos paradigmas artísticos e culturais nas artes visuais, na dança, na música, no teatro. Cubismo e futurismo. Propostas futuristas para a arquitetura. O expressionismo, sua origem e seus precursores. A influência Expressionista na arquitetura.

08 - Novos sistemas

Dadaísmo, surrealismo e a diversidade de linguagens nas artes visuais, na fotografia, no cinema, na música, no teatro e na dança. O surrealismo no Brasil. Abstracionismo como linguagem. Arte como instrumento de propaganda política. As vanguardas russas nos diversos campos artísticos. A música nacionalista do século XX.

09 - Transgressões

Antecedentes e a Semana de Arte Moderna de 22. Antropofagia cultural e seus reflexos na música, dança, teatro. Arte e cultura popular ao longo do século XX. O teatro modernista, a música, as artes visuais. O cinema brasileiro. Expressionismo Abstrato.

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10 - Arte e Cotidiano

Op art, arte cinética, minimalismo. Música brasileira de vanguarda. Outras abstrações: Action Painting, Arte Pop (neodadaísmo, hiper-realismo norte-americano). A televisão, o videoclipe. Teatro: O teatro de Nelson Rodrigues / Cacilda Becker.

11 - Conceito e ação

Expressão e linguagens do corpo. Multiplicidade de linguagens características da contemporaneidade. Assemblage, Junk Art, Art Povera, Land art. Rock dos anos 80. O neoexpressionismo nas artes.

12 - Cultura e arte popular

As tendências contemporâneas e a entrada em cena da fotografia como linguagem com novas abordagens e provocações próprias do meio. A tecnologia e a transformação cultural. O som, a cenografia, os instrumentos. O teatro de mamulengos, o teatro de sombras. Artes visuais na América Latina.

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ARTE PARA QUÊ?

Alice X. Zhang

1 CAPÍTULO


SASCHA SCHUERMANN / AFP / Getty Images

É COMUM QUE MUITOS SE PERGUNTEM: O QUE É ARTE? QUAIS SÃO SUAS INTENÇÕES?

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Figura 1. Flauta pré-histórica de cerca de 35 mil anos descoberta na caverna de Hohle Fels na Alemanha.

Em 2009, foi encontrado numa caverna, no sudoeste da Alemanha, o que é considerado o instrumento musical mais DQWLJRGRPXQGRXPDÃ&#x20AC;DXWDIHLWDGHRVVRGHSiVVDUR$SHoDIRLPRQWDGDDSDUWLUGHGR]HIUDJPHQWRVHVSDOKDGRVTXH MXQWRVIRUPDPXPDÃ&#x20AC;DXWDGHFPHFLQFRIXURV )LJ 'DWDQGRGHPDLVGHPLODQRVRLQVWUXPHQWRpXPLQGtFLR de que os primeiros povos que habitaram a Europa tinham uma cultura complexa.

Linguagens da arte 1.2. Música $ PDWpULDSULPD GD P~VLFD VmR RV VRQV LVWR p D VHQVDomR DXGLWLYD SURYRFDGD SHOD YLEUDomR GH FRUSRV HOiVWLFRV 'HVGHD3Up+LVWyULDRVHUKXPDQRMiRUJDQL]DYDRVVRQVSDUDID]HUP~VLFD Bernoulli Sistema de Ensino

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ELEMENTOS ESTRUTURANTES E PROPRIEDADES DA LINGUAGEM MUSICAL

Altura, que Ê determinada pela variação da frequência do som. Quando são poucas vibraçþes, o som Ê grave; quando o número de frequências por segundo Ê alto, o som produzido Ê agudo.

Timbre, que Ê o que caracteriza o som de cada instrumento, assim como a voz, distinguindo um barítono de um tenor, por exemplo. O timbre Ê que permite a identificação de fontes sonoras diferentes. Assim como as impressþes digitais, a voz de cada indivíduo possui timbres próprios. Intensidade, que Ê a força do som, podendo ser muito fraca, mÊdia, forte e muito forte. Comumente chamamos a intensidade de volume do som.

Duração, que Ê o tempo que o som permanece reconhecível, podendo ser curto, como o som de uma batida de tambor, ou longo, como o som produzido por um violino.

A música tambÊm possui ssui ntes. elementos estruturantes. A melodia Ê composta por uma sequência de sons de diferentes alturas e duraçþes e pode ser vocal ou instrumental. Para registro da melodia, Ê usada a escala de notação musical composta por sete notas: dó, rÊ, mi, få, sol, lå, si. O ritmo se refere a uma sucessão de batidas de tempo ou pulso de diferentes duraçþes. Jå na infância a criança experimenta a marcação de ritmo ao bater palmas e pÊs acompanhando cantigas e em brincadeiras infantis.

A harmonia Ê a capacidade de criação de sons agradåveis ao ouvido quando soam simultaneamente. Relativos à harmonia, os acordes são compostos por conjuntos de três ou mais notas tocadas ao mesmo tempo.

Rubens Lima

O ouvido ouv distingue 4 pro prop propriedades do som

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ARTE PARA QUĂ&#x160;?

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Os instrumentos musicais são classificados basicamente em cinco tipos, de acordo com o modo de produção do som: cordofones, aerofones, ideofones, membranofones e eletrofones. Os cordofones são instrumentos cujo som Ê produzido atravÊs da vibração de cordas tensionadas. Como exemplos, podem ser citados o violino, cujas cordas vibram por meio do atrito com o arco, o piano, cujas cordas são golpeadas por martelos recobertos de feltro, ou ainda os violþes, que produzem sons quando são dedilhados.

Os aerofones são instrumentos cujos sons são produzidos pela passagem ou pela movimentação do ar. Podem ser de madeira ou metal. As flautas são aerofones cujo som Ê produzido pela passagem de uma coluna de ar. Jå os acordeons são aerofones que possuem um fole mecânico que provoca a movimentação do ar.

Os membranofones são instrumentos compostos por uma membrana que, quando Ê percutida ou raspada, provoca as vibraçþes sonoras, a exemplo dos tambores, dos bongôs e dos pandeiros.

Os eletrofones sĂŁo aqueles que produzem sons por meio da eletricidade, como as guitarras elĂŠtricas e os sintetizadores.

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Arte: Rubens Lima / Fotos: Istockphoto

Os ideofones produzem sons por si mesmos quando acionados, como os pratos, as castanholas e o triângulo.

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Coleção Estudo Arte EM


1.3. Artes cênicas â&#x20AC;&#x201C; dança e teatro 'DQoD ARTE PARA QUÃ&#x160;?

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Istockphoto

6mREDVLFDPHQWHWUrVRVHOHPHQWRVHVWUXWXUDQWHVGDGDQoD o movimento corporal, o espaço e o tempo.

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Movimento corporalpXPHOHPHQWRHVWUXWXUDQWHTXHSRUVXDYH]VHVXEGLYLGHHPVHLVWLSRV

Nisian Hughes / Getty Images

SALTOS são movimentos que deixam o corpo sem contato com a base de apoio durante um breve espaço de tempo, podendo ser verticais ou horizontais.

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PESO refere-se às mudanças de força para movimentar o corpo.

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EIXO refere-se ao centro da movimentação e, consequentemente, ao equilíbrio do corpo.

Blend Images - Mike Kemp / Getty Images

GIRO é a rotação do corpo em seu próprio eixo e vai depender do estilo de dança.

FLUXO refere-se à tensão muscular que flui pelo movimento.

Paper Boat Creative / Getty Images

KINESFERA ou Cinesfera é a esfera que delimita o espaço pessoal em torno do corpo que se move.

EspaçoUHIHUHVHDRDPELHQWHQRTXDORFRUSRHVWiHDRSRVLFLRQDPHQWRGRFRUSRGHTXHPGDQoDHPUHODomRDRXWUR FRUSRRXREMHWR3RGHKDYHUYDULDo}HVGHníveisTXDQGRXVDGRVHVSDoRVDFLPDGDFDEHoDQDDOWXUDGDFLQWXUDRXDEDL[R dela, e de dimensãoTXHVHUHIHUHjDPSOLWXGHRXODUJXUDDRFRPSULPHQWRRXDOWXUDHjSURIXQGLGDGH$WUDMHWyULDGR FRUSRQRHVSDoRGHWHUPLQDDdireçãoRXVHMDRVHQWLGRSDUDRTXDORFRUSRVHGHVORFD+iDLQGDRdeslocamento para SRQWRVSUpGHWHUPLQDGRVSHODFRUHRJUD¿DQRSDOFRRXHPGHWHUPLQDGDFHQD Tempo pDYHORFLGDGHQDTXDORVPRYLPHQWRVVmRH[HFXWDGRVSRGHQGRYDULDUHQWUHUiSLGROHQWRHPRGHUDGR

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Teatro 1D3Up+LVWyULDRVVHUHVKXPDQRVMiSUDWLFDYDPXPWLSRGHHQFHQDomRDRLPLWDURVDQLPDLVVHXVPRYLPHQWRVHVRQV

ARTE PARA QUÃ&#x160;?

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Nicolas Economou / NurPhoto / Getty Images

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3HoDVHVFULWDVKiPDLVGHDQRVVmRUHSUHVHQWDGDVDWpKRMHSRLVVHXVWHPDVWUDWDPGHVHQWLPHQWRVSURIXQGRVGR ser humano, como o amor, o ciúme e a inveja.

O teatro grego abrangia três grandes gêneros: a tragpdia, a compdia e a sátira. Na tragpdiaHUDPWUDWDGRVWHPDVFRQVLGHUDGRVPDLVVpULRVHSRULVVRHUDRJrQHURPDLVUHVSHLWDGR2WHPDEiVLFRHUD RFRQÃ&#x20AC;LWRHQWUHJUDQGHVKHUyLVFRPDVOHLVGLYLQDVHRGHVWLQR$FUHGLWDYDVHTXHDRDVVLVWLUjUHSUHVHQWDomRGDVWUDJpGLDV RHVSHFWDGRUVDLULDSXUL¿FDGRRXWUDQVIRUPDGR$VWUDJpGLDVPRVWUDYDPFRPRRVVHUHVKXPDQRVHVWDYDPFRQGLFLRQDGRVj YRQWDGHGRVGHXVHVHTXHTXDOTXHUGHVOL]HFRQGX]LULDRSHUVRQDJHPjGHVJUDoD A compdiaHUDFRQVLGHUDGDFRPRXPJrQHURPHQRUHYLVDYDGLYHUWLURVHVSHFWDGRUHVFRPVLWXDo}HVULGtFXODVUHODWLYDV DRFRWLGLDQR3ROtWLFRVHSHVVRDVLPSRUWDQWHVGDVRFLHGDGHHUDPWHPDVUHFRUUHQWHVGHFUtWLFDV As sátiras eram tragédias mais curtas, porém tratadas com humor e ironia. Anualmente, os cidadãos ricos patrocinavam DSUHVHQWDo}HVHRUJDQL]DYDPIHVWLYDLVWHDWUDLVRIHUHFLGRVDWRGDDFRPXQLGDGH

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E[ercícios de ¿[ação 01.

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imagem atravĂŠs dos tempos, mesmo que seu

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longo dos tempos.

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2 FRQKHFLPHQWR IRUPDO SRXFR FRQWULEXL SDUD R entendimento do que vemos.

Ê o objetivo primordial da arte contemporânea.

03.

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DEFINARTXHVmROLQJXDJHQVDUWtVWLFDVHTXDLVVmR

Seção Enem

suas origens.

01.

(QHPÂą  $ GDQoD p XP LPSRUWDQWH FRPSRQHQWH cultural da humanidade. O folclore brasileiro ĂŠ rico em

ExercĂ­cios propostos 01.

Âł$DUWHHRVLJQLÂżFDGRGDDUWHPXGDUDPSURIXQGDPHQWH na era tecnolĂłgica, mas a estĂŠtica da arte nĂŁo deu UHVSRVWD jV PRGLÂżFDo}HV $FRQWHFHX R FRQWUiULR HQTXDQWR R FDUiWHU GDV DUWHV YLVXDLV H VXD UHODomR FRP D VRFLHGDGH PRGLÂżFDUDPVH GUDPDWLFDPHQWH DHVWpWLFDGDDUWHWRUQRXVHDLQGDPDLVHVWDFLRQiULD

GDQoDVTXHUHSUHVHQWDPDVWUDGLo}HVHDFXOWXUDGHYiULDV UHJL}HVGRSDtV(VWmROLJDGDVDRVDVSHFWRVUHOLJLRVRV festas, lendas, fatos históricos, acontecimentos do FRWLGLDQR H EULQFDGHLUDV H FDUDFWHUL]DPVH SHODV P~VLFDV DQLPDGDV FRP OHWUDV VLPSOHV H SRSXODUHV  ¿JXULQRVHVHQiULRVUHSUHVHQWDWLYRV 6(&5(7$5,$'$('8&$d­23URSRVWD&XUULFXODUGR(VWDGRGH 6mR3DXOR(GXFDomR)tVLFD6mR3DXOR $GDSWDomR 

O resultado ĂŠ a ideia difusa de que as artes visuais

$ GDQoD FRPR PDQLIHVWDomR H UHSUHVHQWDomR GD

FRQVWLWXHPRGRPtQLRH[FOXVLYRGDLQWXLomRVXEMHWLYD

FXOWXUDUtWPLFDHQYROYHDH[SUHVVmRFRUSRUDOSUySULD

XPMXt]RVXSHUÂżFLDOTXDQWRRVHULDDrQIDVHH[FHVVLYD QRVLJQLÂżFDGROLWHUDO1DYHUGDGHDH[SUHVVmRYLVXDOpR produto de uma inteligĂŞncia extremamente complexa,

de um povo. Considerando-a como elemento folclĂłrico, DGDQoDUHYHOD $ 

seu modo de expressar-se no mundo.

UHGX]LGR2TXHYHPRVpXPDSDUWHIXQGDPHQWDOGR que sabemos, e o alfabetismo visual pode nos ajudar

% 

SĂŁo Paulo: Martins Fontes, 2000.

DVSHFWRV HPLQHQWHPHQWH DIHWLYRV HVSLULWXDLV H de entretenimento de um povo, desconsiderando

a ver o que vemos e a saber o que sabemosâ&#x20AC;?. '21',6'RQLV$Sintaxe da linguagem visual.

PDQLIHVWDo}HV DIHWLYDV KLVWyULFDV LGHROyJLFDV LQWHOHFWXDLVHHVSLULWXDLVGHXPSRYRUHĂ&#x20AC;HWLQGR

GDTXDOWHPRVLQIHOL]PHQWHXPFRQKHFLPHQWRPXLWR

fatos histĂłricos. & 

DFRQWHFLPHQWRV GR FRWLGLDQR VRE LQĂ&#x20AC;XrQFLD mitolĂłgica e religiosa de cada regiĂŁo, sobrepondo

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ranking das mais originais.

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artes e a sociedade.

apenas para a vivĂŞncia lĂşdica de um povo.

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Livro de Arte - Ensino Médio  

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