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RELATÓRIO DE GESTÃO E CONTAS

2011


03 I.

enquadramento da actividade

04 - ENQUADRAMENTO ECONÓMICO 05 - MERCADO SEGURADOR

07 II.

sociedade não vida

08 - ACTIVIDADE DA COMPANHIA 09 - PRINCIPAIS INDICADORES DE GESTÃO 10 - ANÁLISE ECONÓMICA 14 - ANÁLISE FINANCEIRA 18 - RESULTADOS E SUA APLICAÇÃO 19 - PERSPECTIVAS DA COMPANHIA PARA 2012 20 - CONSIDERAÇÕES FINAIS 21 - COMPOSIÇÃO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS 22 - DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 40 - ANEXO NÃO VIDA

140 III.

sociedade vida

141 - ACTIVIDADE DA COMPANHIA 142 - PRINCIPAIS INDICADORES DE GESTÃO 143 - ANÁLISE ECONÓMICA 145 - ANÁLISE FINANCEIRA 149 - RESULTADOS E SUA APLICAÇÃO 150 - PERSPECTIVAS DA COMPANHIA PARA 2012 150 - CONSIDERAÇÕES FINAIS 151 - COMPOSIÇÃO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS 153 - DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 174 - ANEXO NÃO VIDA

FICHA TÉCNICA Título: Relatório de Gestão e Contas da AXA Portugal 2011 Propriedade: AXA Portugal, Companhia de Seguros, S.A. / AXA Portugal, Companhia de Seguros de Vida, S.A.

Design e Produção:

consulting

think. walk. talk.


I.

enquadramento da actividade

4 - ENQUADRAMENTO ECONÓMICO 5 - MERCADO SEGURADOR


4

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

ENQUADRAMENTO ECONÓMICO[1]

O ano 2011 ficou marcado pelo regresso da turbulência dos mercados financeiros internacionais, pela desaceleração da economia mundial e ainda pelo clima recessivo de algumas economias europeias. A economia mundial evidenciou abrandamento no ritmo de crescimento económico, o qual foi estimado em 3,8%. As economias emergentes desaceleraram embora as economias da China e Índia tenham continuado com crescimentos significativos de, respectivamente, 9,2% e 7,4%. Já a economia americana cresceu a um ritmo pouco expressivo (1,8%), associado quer à persistência de défices público e externo, quer à fragilidade do mercado de habitação. No que respeita a economia europeia assistimos à intensificação da crise das dívidas soberanas dos países periféricos da área do euro com reflexos na aplicação de medidas restritivas ao crescimento económico. No seu conjunto, as economias da área do euro cresceram 1,6%, embora com evoluções diversas entre estados membros. O ano 2011 foi igualmente marcado pela subida generalizada de preços. A taxa de inflação na economia americana aumentou para 3,2% (contra 1,6% no ano anterior). Na área do euro subiu para 2,7% (1,6% em 2010). Por outro lado, o aumento dos riscos associados à qualidade da dívida soberana nas economias da área do euro influenciou a depreciação da taxa de câmbio do euro face ao dólar, tendo-se situado em 1,29 no final do ano (1,34 no final de 2010). Para a economia portuguesa o ano 2011 destacouse, desde logo, pela crise da divida soberana a qual culminou num pacote externo de ajuda financeira e consequente aplicação de um plano de austeridade. Por conseguinte, a crise estendeu-se aos domínios económico, político e social. Assistimos, assim, a um agravamento dos indicadores de confiança em todos os sectores de actividade económica (o indicador de

[1] Fontes: Banco de Portugal, Eurostat e FMI.

confiança dos consumidores registou -56,5 pontos em Dezembro de 2011, contra -48,8 pontos no período homólogo e o indicador de confiança da construção sofreu uma quebra de 14 pontos para -62,5 pontos em Dezembro). A crise reflectiu-se ainda na subida contínua da taxa de desemprego, a qual se situou no máximo de 13,6% em Dezembro, o que aliado ao aumento da carga fiscal (directa e indirecta) se traduziu numa degradação notória do rendimento disponível das famílias. Do mesmo modo, a tendência de evolução da taxa de inflação foi marcadamente de ascensão, registando o IHPC uma variação anual de 3,7% (contra 1,4% em 2010). De assinalar ainda o decréscimo significativo verificado em Dezembro nas vendas de veículos ligeiros de passageiros, na ordem dos 30% em valores acumulados e de 60% em termos homólogos mensais. No conjunto do ano, o crescimento económico foi estimado em -1,6% (1,4% em 2010). Ao nível dos mercados financeiros, assistimos à queda dos principais indicadores bolsistas, em particular, nas economias europeias. O principal índice bolsista europeu, o Euro-Stoxx 50, apresentou uma queda de 17,1% (-5,8% em 2010). No que toca o índice nacional PSI-20 a queda foi ainda mais acentuada, sobretudo a partir do segundo semestre do ano, registando uma desvalorização anual de 27,6% (-10,3% em 2010). Por fim, o índice bolsista norte-americano Dow Jones apresentou uma valorização de 5.5% (contra 11% em 2010).


5

SOCIEDADE NÃO VIDA > Mercado Segurador

MERCADO SEGURADOR[2]

O ano 2011 foi um ano de retracção da actividade seguradora. A produção de seguro directo sofreu uma forte quebra de 4,7 mil milhões de euros (-28,6%), motivada pelo segmento Vida cujo decréscimo foi bastante acentuado. Por este facto, a penetração da actividade na economia decaiu quase 3 pontos para 6,5%. O prémio per capita situou-se em 1.096 euros (contra 1.536 euros em 2010).

Prémios/PIB 9,2% 6,6% 2,6%

9,3%

8,9%

6,9%

6,4% 2,4%

2,5%

2009

2008 Não Vida

Vida

2010

6,5% 4,2% 2,3%

2011

Global

O segmento Vida recuou 38,1% (4,6 mil milhões de euros) para 7,5 mil milhões de euros. Esta evolução deveu-se ao facto das principais seguradoras estarem ligadas a grupos bancários, os quais promoveram a venda de produtos de captação de poupanças, como sejam depósitos a prazo com taxas de rentabilidade atractivas, em detrimento dos produtos de seguros e de fundos de investimento. Ao mesmo tempo, a anulação do incentivo fiscal dos produtos de reforma PPR também contribuiu negativamente para esta evolução. De realçar ainda neste segmento o comportamento dos seguros de vida risco, cuja evolução foi menos negativa. No que respeita ao ramo Não Vida, a evolução foi marginalmente negativa (-0,9%) ascendendo a produção de seguro directo a 4,1 mil milhões de euros.

Entre ramos as evoluções foram distintas: • O ramo Automóvel manteve-se praticamente inalterado (-0,8%), registando 1.659 milhões de euros, face a uma redução ligeira do prémio médio conjugada com a evolução inexpressiva do parque automóvel, o qual foi negativamente afectado pela queda acentuada da venda de veículos novos; • O ramo Acidentes de Trabalho sofreu um decréscimo de 3,7% para um montante de 622 milhões de euros. Trata-se de um ramo sensível às condições macroeconómicas e cuja evolução está altamente correlacionada com a deterioração das condições do mercado de trabalho e de falências de empresas; • O ramo Doença, por seu turno, continuou com evoluções positivas (+1,5%) embora pouco expressivas, manifestando a actual conjuntura; • O ramo Incêndio e Outros Danos permaneceu estável (+0,5%), com destaque para os Riscos Múltiplos (+2,4%), em particular os Riscos de Habitação (+3,3%); • Os ramos Marítimo, Transportes e Mercadorias Transportadas evoluíram positivamente em, respectivamente, 10,1% e 0,7%. Por fim, o ramo Diversos também cresceu 6,8%, onde se destacaram os seguros de Protecção Jurídica e Assistência.

Crescimentos Homólogos 17,5%

17,2% 12,6%

11,5%

-1,5%

-4,4% -5,6% -5,3%

-0,9%

0,9%

-28,6% -38,1% 2008

2009 Não Vida

[2] Fonte: APS - Associação Portuguesa de Seguradores, informação disponibilizada em Janeiro de 2011.

2010 Vida

Global

2011


6

AXA

Relativamente à concorrência, mantiveram-se os cinco primeiros Grupos do ranking de prémios de Não Vida (CGD, AXA, Tranquilidade, Banif e Allianz), os quais detiveram, em 2011, cerca de 56% deste mercado contra 57% em 2010. A quota conjunta de Vida (CGD, Santander, AGEAS, BPI e Credito Agrícola) ascendeu a 75,6% contra 73% em 20103. A AXA Portugal manteve o destacado 2º lugar em Não Vida com uma quota de 8,3% (8,4% em 2010) e em Vida ocupou o 8º lugar com um reforço da quota de 2,0% para 2,8%. No que respeita aos canais de distribuição[4], o canal bancário, incluido na categoria mediadores ligados, representou, em 2010, cerca de 85,6% do mercado de Vida (84,8% em 2009). Em Não Vida, manteve-se o domínio dos Agentes, representando 52,8% da distribuição (contra 52% em 2009), o que corresponde a um ganho relativo em detrimento dos corretores e balcões.

Relatório de Gestão e Contas de 2011

>

Ao nível dos canais de cobrança[4], destacou-se em Não Vida o aumento da cobrança directa para 50,6% (49,9% em 2009), com reforço dos canais Débito em Conta Bancária (que passou de um peso de 22,6% em 2009 para 24% em 2010) e Multibanco (cujo peso relativo aumentou 0,8 pontos para 13,8%). Por seu turno, o canal Agentes diminiu o seu peso relativo de 34,2% em 2009 para 33,7% em 2010. Em Vida, a cobrança directa continua a ser o canal privilegiado, com reforço do peso do canal Débito em Conta Bancária de 2,3 pts para 91,1%.

Canais de Cobrança Vida 7,1%

5,5%

88,8%

91,1%

Canais Distribuição Vida 6,6%

2,8%

3,2%

0,5%

3,3%

0,4%

2009

Agentes

86,9%

86,5%

87,1%

1,2% 5,3%

1,0% 9,7%

0,7% 9,0%

2008

2009

2010

Corretores

Mediadores Ligados [5]

Agentes Balcões das Companhias Multibanco

14,3%

12,2%

11,9%

18,2%

18,0%

17,4%

17,5%

17,3%

51,8%

52,1%

52,8%

2008 Agentes

Corretores

2009

Venda Directa

13,0%

13,8%

14,3%

12,3%

22,6%

24,0%

15,9%

15,7%

34,2%

33,7%

2009 Agentes Balcões das Companhias Cartão Crédito

2010

Mediadores Ligados [5]

Corretores Débito em conta bancária

Canais de Cobrança Não Vida

Canais Distribuição Não Vida 16,5%

2,8% 2010

2010 Corretores Débito em conta bancária Multibanco

Venda Directa

[3] Ranking de prémios de seguro directo apurado na base dos Grupos, em amostras comparáveis extrapoladas, dados APS 2011. [4] Dados 2011 não disponíveis à data de elaboração do relatório de gestão.

[5] Mediadores ligados inclui bancos e outras instituições. Venda Directa inclui balcões, telefone, internet e outros.


II.

sociedade não vida

08 - ACTIVIDADE DA COMPANHIA 09 - PRINCIPAIS INDICADORES DE GESTÃO 10 - ANÁLISE ECONÓMICA 14 - ANÁLISE FINANCEIRA 18 - RESULTADOS E SUA APLICAÇÃO 19 - PERSPECTIVAS DA COMPANHIA PARA 2012 20 - CONSIDERAÇÕES FINAIS 21 - COMPOSIÇÃO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS 22 - DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 40 - ANEXO NÃO VIDA


8

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

ACTIVIDADE DA COMPANHIA

O ano 2011 foi dominado pela crise da dívida soberana portuguesa que, aliada à fragilidade do sistema bancário, culminou num programa de auxílio externo e consequente aplicação de um pacote de medidas severas que visaram, desde logo, a consolidação orçamental e o equilíbrio das contas públicas. Por conseguinte, estas medidas de natureza restritiva condicionaram largamente o crescimento económico. Acresceu ainda a instabilidade dos mercados, sobretudo no segundo semestre do ano, e que afectou particularmente o sector financeiro. É neste contexto altamente penalizante, de subida contínua da taxa de desemprego, de agravamento da carga fiscal de famílias e empresas com consequente redução do rendimento disponível e do consumo, que se enquadraram as actividades da companhia em 2011. Deste modo, destacam-se como factos marcantes: • Conquista do Prémio de Inovação AXA (a nível mundial) atribuído pelo Grupo AXA ao projecto de Especialização e Certificação de Agentes na categoria PME; • Lançamento do site “Protecção PME” e “Pack PME Grande Valor” com reforço do posicionamento no mercado português, passando a AXA a deter 18,3% deste mercado (17,3% no ano anterior); • Lançamento do novo www.axa.pt, um site apelativo, inovador, próximo do cliente e com novas funcionalidades a pensar nas suas necessidades; • Reforço da qualidade de serviço prestada aos clientes e aumento do seu nível de satisfação (Scope Cliente sobe de um índice global de 75 para 76); • Consolidação da estratégia global de Multiacesso de modo a aumentar o nível de serviço prestado aos clientes; • Nova oferta automóvel “Protec pack simply”, simples essencial e económico, destinando-se a clientes que procuram uma protecção essencial mas que são sensíveis ao factor preço;

• Vitalplan e Vitalplan Corporate: novo prestador em Espanha (HNA) e publicação Vitalnews e anúncios de imprensa; • Recuperação dos níveis de sinistralidade do exercício através de um conjunto de medidas ao nível da gestão de sinistros, da carteira e subscrição (Programa Rentabilidade Não Vida); • Continuação do plano de produtividade, com aumentos de eficiência e consequente saída de 63 colaboradores pela via de pré-reformas e rescisões; • Destaque ainda para a mudança de instalações em Lisboa, do Marquês do Pombal para o Parque das Nações, um edifício moderno, funcional e em linha com os valores AXA; • No que respeita ao desenvolvimento dos colaboradores, prosseguiu-se com o reforço de competências através da Academia AXA, com destaque para a certificação de sinistros, o curso superior AXA, os programas de certificação de agentes e a formação e-learning; Igualmente promoveu-se a gestão de talentos através da integração na empresa de novos colaboradores para funções chave, e a concretização da mobilidade interna e internacional; • O índice global de satisfação dos colaboradores manteve-se a um nível elevado, de acordo com os resultados obtidos no inquérito de satisfação ao clima social realizado pelo Grupo AXA (Scope); • Do mesmo modo, evoluiu de forma muito positiva a relação com distribuidores, especialmente no que concerne as redes proprietárias; • Ao nível da responsabilidade corporativa, continuámos a apostar nas nossas parcerias e práticas internas, nomeadamente através da Fundação AXA Corações em Acção, recebendo a AXA Portugal o reconhecimento, pelo segundo ano consecutivo, da entidade do Grupo com maior nível de maturidade nesta temática.


9

SOCIEDADE NÃO VIDA > Principais Indicadores de Gestão

PRINCIPAIS INDICADORES DE GESTÃO

AXA NÃO VIDA Prémios Emitidos [1] Resultados Operacional

[2]

Resultado Líquido

2010

2011

VARIAÇÃO

353.703

345.569

-2,3%

-782

-2.671

241,6%

1.695

2.426

43,2% -12,5%

Capital Próprio

105.086

91.964

Ativo Líquido Total

745.213

696.396

-6,6%

Provisões Técnicas

553.449

522.180

-5,6%

1.185.289

1.172.346

-1,1%

597

518

-13,2%

N.º de Contratos em Carteira N.º de Colaboradores Rácios de Produtividade Prémios Emitidos [1] / N.º Colaboradores Nº Contratos em vigor / N.º Colaboradores

592

667

12,6%

1.985

2.263

14,0%

-0,22%

-0,77%

-0,6 pts

Rácios de Rendibilidade Resultados Operacional[2] / Prémios Emitidos[1]

0,48%

0,70%

0,2 pts

Resultado Líquido/Ativo Líquido

0,23%

0,35%

0,1 pts

Resultado Líquido/Capital Próprio

1,61%

2,64%

1,0 pts

Rácio de Sinistralidade[4]

74,2%

75,3%

1,1 pts

Rácio de Despesa[5]

29,3%

32,6%

3,3 pts

Rácio Combinado[4]

103,4%

107,8%

4,4 pts

189,9%

166,7%

Resultado Líquido/ Prémios Emitidos

[1]

Rácios de Eficiência[3]

Rácio de Solvência Grau de Cobertura das Responsabilidades [1] Seguro directo e resseguro aceite. [2] Resultado antes de mais e menos valias, bruto de imposto. [3] Sobre prémios adquiridos. [4] Líquido de resseguro cedido. [5] Inclui custos com saídas.

-23,2 pts Unidade: Milhares de Euros


10

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

ANÁLISE ECONÓMICA

Produção PRÉMIOS EMITIDOS SD Acidentes de Trabalho Acidentes Pessoais

2010

2011

72.690

70.543

8.181

7.607

Doença

18.318

18.279

Incêndio e Outros Danos

53.290

54.959

179.351

173.209

4.656

4.609

12.135

12.103

1.043

988

349.655

342.297

Automóvel Transportes Responsabilidade Civil Diversos TOTAL QUOTA MERCADO

8,4%

8,3% Unidade: Euros

Em 2011, os Prémios Emitidos de Seguro Directo ascenderam a 342 milhões de euros, o que correspondeu a uma diminuição de 2,1% (7,4 milhões de euros) face ao ano transacto, por força das condições de mercado atrás referidas e de uma política agressiva de vigilância da carteira. Numa análise dos principais ramos, destacou-se: • O ramo Automóvel registou um decréscimo de 3,4%, por oposição ao crescimento de 1,3% verificado no ano anterior, desde logo impactado pela conjuntura económica, o que se traduziu numa redução do número de contratos novos que não foi compensada pela recuperação ligeira do prémio médio; • O ramo Acidentes de Trabalho, o segundo ramo mais representativo da carteira de prémios, continuou a ser penalizado pelo contexto económico, em virtude da subida persistente da taxa de desemprego e da deterioração das condições do mercado de trabalho em geral afectando a massa salarial. Registou-se, assim, uma quebra de 3% neste ramo, redução ainda

assim inferior à registada no mercado (-3,7%) e à verificada no ano passado (-3,5%); • O ramo Doença registou uma ligeira redução (-0,2%), por oposição aos crescimentos verificados em anos anteriores, em sequência da quebra verificada no negócio novo, em particular no ramo empresas; • O ramo Incêndio e Outros Danos cresceu 3,1%, acima do mercado (+0,4%) e a um ritmo superior ao de 2010 (+1,1%), essencialmente devido ao aumento dos prémios de Multi-riscos Comércio/Indústria e Habitação (4,2% e 4,1%, respectivamente).


11

SOCIEDADE NÃO VIDA > Análise Económica

Prémios Emitidos SD (var. homóloga) 11/10

10/09

9,0%

3,1%

1,3%

1,1%

0,5% -0,2%

-3,4%

Automóvel

-3,5%

-2,1%

-3,0%

Acidentes de Trabalho

Incêndio e Outros Danos

Doença

TOTAL

Estrutura Carteira 2011 Responsabilidade Civil 3,5%

Transportes 1,3%

Automóvel 50,6%

A produção de Resseguro Aceite ascendeu a 3.272 milhares de euros, registando uma quebra de 19,2% face ao ano anterior.

Diversos 0,3% Acidentes de Trabalho 20,6% Acidentes Pessoais 2,2%

A AXA mantém o 2º lugar no ranking com uma quota de 8,3%. Os principais ramos assinalaram as seguintes evoluções: o Automóvel manteve uma quota superior à quota de Não Vida, fixando-se em 10,4%; em Acidentes de Trabalho verificou-se um ligeiro incremento de 0,1 p.p. para 11,4% e em Incêndio e Outros Danos a quota reforçou igualmente 0,1 p.p para 7,1% (nota: valores Doença apurados em amostras comparáveis extrapoladas, 5,3% dados APS relativos a 2011).

Incêndio e Outros Danos 16,1%


12

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Custos com Sinistros CUSTOS COM SINISTROS SD Acidentes de Trabalho Acidentes Pessoais

2010

2011

67.056

65.740

2.737

1.519

Doença

15.428

17.797

Incêndio e Outros Danos

47.875

31.068

104.061

111.797

Automóvel Transportes Responsabilidade Civil Diversos TOTAL NÃO VIDA

2.231

2.012

663

3.888

1.966

37

242.017

233.858 Unidade: Milhares de Euros

Nota: Os valores dos custos com sinistros de seguro directo não incluem os custos por natureza a imputar.

Evolução da taxa sinistralidade S/PE 2010

2011 92,2%

58,0%

93,2%

89,8% 69,2% 68,3%

64,5%

Automóvel

56,5%

Acidentes de Trabalho

Incêndio e Outros Danos

TOTAL NÃO VIDA

Nota: S/PE = Custos com sinistros seguro directo/Prémios emitidos seguros directo.

Os Custos com Sinistros de Seguro Directo atingiram o montante de 234 milhões de euros, uma redução de 3,4% face a 2010, essencialmente pela aplicação de políticas e procedimentos de selecção e gestão da carteira e na melhoria de gestão das operações de sinistros. Em consequência, a taxa de sinistralidade (medida pelo rácio custos com sinistros SD / prémios emitidos SD) reduziu 0,9 p.p. para um rácio de 68,3%. Na análise dos principais ramos, verificou-se: • No ramo Automóvel a taxa de sinistralidade aumentou 6,5 p.p., situando-se nos 64,5%, negativamente influenciada pela redução dos prémios e pelo aumento dos custos com sinistros, essencialmente de exercícios anteriores. Não obstante, assistimos a uma redução da frequência e do custo médio dos sinistros ocorridos no exercício;


13

SOCIEDADE NÃO VIDA > Análise Económica

• No ramo Acidentes de Trabalho, a descida nos prémios emitidos e o aumento dos custos com sinistros reflectiu-se num aumento da taxa de sinistralidade para 93,2%. A aplicação das medidas atrás enunciadas permitiu já alcançar bons resultados nos sinistros ocorridos no exercício; • O ramo Incêndio e Outros Danos apresentou um desagravamento do rácio de 89,8% para 56,5%, quer em resultado das medidas referidas, quer por força dos sinistros de elevado montante verificados em 2010 (tempestades Madeira e Xynthia). Os custos com sinistros de resseguro aceite situaramse em 1.505 milhares de euros, inferior em 51,1% face ao ano anterior.

Resseguro Cedido

O saldo de Resseguro Cedido agravou de 13.957 para 24.585 milhares de euros. A diminuição da carga de sinistros recuperada no montante de 9.950 milhares de euros é o principal factor para esta variação. A taxa de cedência subiu 0,4 p.p face ao ano anterior para 9,4%.

Custos Administrativos

O total dos Custos Administrativos ascendeu a 39.030 milhares de euros em 2011, dos quais 35.394 milhares de euros corresponderam ao montante de custos indirectos e 3.636 milhares de euros a comissões de cobrança. A evolução nos custos administrativos decorre de custos com saídas de colaboradores por Rescisões e Pré-Reformas.

Custos de Aquisição

Os custos de Aquisição ascenderam a 66.346 milhares de euros, representando 19% do total de prémios emitidos, dos quais: • As Comissões de Mediação, corretagem e restantes custos de aquisição directos atingiram o montante de 41.877 milhares de euros, representando 12,2% do total de prémios emitidos (11,9% em 2010); • As Despesas de Aquisição imputadas foram de 24.469 milhares de euros, representando 7,1% do total de prémios emitidos (contra 7,2% em 2010).


14

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Análise Financeira

Investimentos Carteira de Investimentos Não Vida Caixas e seus equivalentes e depósitos à ordem

2010

2011

32.825

9.796

Investimentos em filiais, associadas e empreendimentos conjuntos

3.980

3.980

Activos financeiros detidos para negociação*

1.089

-258

652

908

465.753

428.965

39.704

38.141

Activos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas Activos disponíveis para venda Terrenos e edíficios Outros activos CARTEIRA DE INVESTIMENTOS

8.324

14.828

552.328

496.360 Unidade: Euros

(*): Em 2011, saldo credor de 258 milhares de euros, correspondente a um valor em activo de 624 milhares de euros e em passivo de 882 milhares de euros.

A carteira de investimentos atingiu, em 2011, o montante de 496.360 milhares de euros, traduzindo-se numa redução de 55.967 milhares de euros (-10,1%) face ao período homólogo. Esta redução deveu-se essencialmente em Caixa e Depósitos à Ordem e Activos Mobiliários. Os Activos disponíveis para venda, apesar de terem diminuído face a 2010, aumentaram em termos de representação da carteira, pois a sua variação foi inferior à diminuição total da carteira (-8,0%).

Carteira de Investimentos 2,6% 7,2%

3,9% 7,7%

84,3%

86,4%

5,9%

2,0%

2010

2011

Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem Activos disponíveis para venda Terrenos e edifícios Outros activos


15

SOCIEDADE NÃO VIDA > Análise Finaceira

Resultado de Investimentos

Rendimentos Ganhos Liquídos de Ativos e Passivos Financeiros Perdas de Imparidade TOTAL

2010

2011

19.232

18.370

1.917

7.575

-841

-383

20.309

25.562 Unidade: Euros

O Resultado de Investimentos registou um aumento de 5.254 milhares de euros (25,9%), atingindo 25.562 milhares de euros. Os Rendimentos Financeiros Líquidos (de custos com investimentos) diminuíram 862 milhares de euros para 18.370 milhares de euros. Esta diminuição deveu-se essencialmente à redução de rendimentos de obrigações e imóveis, compensada por um aumento de rendimentos de acções. Os Ganhos Líquidos de Activos e Passivos Financeiros aumentaram no montante de 5.658 milhares de euros para 7.575 milhares de euros, em resultado de um aumento das mais-valias de obrigações, acções e derivados, parcialmente anulado por uma diminuição das mais-valias de imóveis. As Perdas de Imparidade diminuíram para 383 milhares de euros (294 milhares de euros em acções e 89 milhares de euros em imóveis), correspondendo a uma redução de 458 milhares de euros em relação ao ano anterior.

Provisões Técnicas

O total das Provisões Técnicas, considerando, com a necessária prudência, as responsabilidades futuras da empresa, atingiu o montante de 522.180 milhares de euros em 2011.

O valor das provisões representou 151,1% dos prémios emitidos (seguro directo e resseguro aceite), inferior em 5,4 p.p. que no ano anterior, mantendo-se a empresa dentro dos parâmetros europeus, com uma posição relevante e consolidada no mercado português.

Capitais Próprios

Os Capitais Próprios totalizaram 91.964 milhares de euros, apresentando um decréscimo de 12,5% face ao ano anterior. As reservas de reavaliação registaram 10.651 milhares de euros, o que correspondeu a uma redução de 19.453 milhares de euros face ao ano anterior. A reserva por impostos diferidos registou -2.999 milhares de euros (uma variação de 5.641 milhares de euros) e as outras reservas 14.874 milhares de euros (uma redução de 550 milhares de euros). Os resultados que transitaram de 2010 aumentaram 508 milhares de euros.

Margem de Solvência e Fundo de Garantia

A margem de solvência exigível nos termos legais é de 56.555 milhares de euros. O fundo de garantia exigível é de cerca de 18.852 milhares de euros. Os capitais próprios elegíveis asseguram a cobertura da margem de solvência em 166,67%.


16

Gestão de Riscos

A Directiva Comunitária sobre Solvency II e as Normas 14/2005-R e 8/2009-R emitidas pelo regulador Português, Instituto de Seguros Portugal (ISP) sobre Sistemas de Gestão de Risco e Controlo Interno - a função de Gestão de Risco assume uma relevância significativa tendo a AXA Portugal fortalecido a função de gestão de riscos através da criação de uma área específica de Risk Management, com a nomeação do Chief Risk Management e gestores de risco com incumbência de monitorizar os riscos de: •Seguros Vida; •Seguros Não Vida; •Financeiros; •Operacional. O Risk Management tem como objectivos principais a optimização da relação entre o risco e a rentabilidade e reduzir a volatilidade dos resultados do negócio da empresa face ao risco de movimentação dos mercados financeiros, ao risco de contraparte, ao risco de seguros e ao risco operacional.Para suportar o cumprimento dos objectivos enumerados foram implementados os seguintes comités de risco: •Comité de Risco e Compliance; •Comité Gestão Activos-Passivos; •Comité de Risco de Seguros Vida e Não Vida; •Comité Risco Operacional e Controlo Interno.

Tipologias de risco

A gestão de riscos focaliza-se nas seguintes tipologias / riscos: • Financeiros, que inclui: Risco de taxa de juro; Risco de acções; Riscos de volatilidade; Risco imobiliário; Risco de crédito (emissão/spread e concentração); Risco cambial; Risco de liquidez;

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

• Risco de seguros relacionado com o desenho e pricing do produto, política de provisionamento, politica de subscrição, politica de gestão de sinistros e resseguro; • Risco operacional baseado nos princípios definidos na Solvency II. A política de riscos da entidade aplica-se no negócio através do estabelecimento de limites de tolerância para a gestão dos riscos, de acordo com regulamentações aplicáveis e/ou de acordo com decisões estratégicas da AXA, nomeadamente: • Riscos financeiros: ◘◘ Lista de activos elegíveis para investimento, definidos na política de investimentos; ◘◘ Limites definidos na política de investimentos, em termos de exposição às várias classes de activos – Risk apetite; ◘◘ Risco de taxa de juro mediante a existência de limites ao nível do gap de duração do activo vs passivo; ◘◘ Risco de crédito, através de limites de concentração em termos de emitente, em função do tipo de activo e seu rating; ◘◘ Risco de votalidade do mercado de capitais limitando o universo de activos em que a entidade pode investir; ◘◘ Regras de utilização de Hedge Funds; ◘◘ Limites para a utilização de produtos derivados; ◘◘ Risco de liquidez, que consiste no controlo sobre um mínimo de liquidez disponível para fazer face às necessidades para períodos de 3 a 12 meses; ◘◘ Limites definidos na política de investimentos em termos de exposição às várias classes de activos. • Risco de seguros ◘◘ Existência de um processo para a aprovação de produtos; ◘◘ Existência de limites de subscrição e sua revisão periódica;


SOCIEDADE NÃO VIDA > Análise Finaceira

17

◘◘ Delegação de limites para gestão de sinistros conforme tipologia dos mesmos; ◘◘ A existência de um processo do provisionamento; ◘◘ Limites estabelecidos no âmbito do resseguro, bem como identificação das entidades que podem ser contratadas para coloção do risco.

produção, sinistros, cobranças, subscrição, actividades em outsourcing, pagamentos/ recebimentos de entre outras; ◘◘ Quantificação das perdas reais aos riscos que se materializam na entidade; ◘◘ Implementação de acções de mitigação.

• Risco operacional: ◘◘ Politica/procedimentos estabelecidos em matéria de: Continuidade de negócio; Segurança IT; Procurement; Branquemaento de Capitais; Controlo Interno; Combate à Fraude.

Cálculo das exigências de capital regulatório No âmbito das exigências internacionais definidas na Directiva Comunitária de Solvência II (2009/138/CE) de aplicação obrigatória para todas as entidades de seguros, para apurar os fundos próprios inerentes à garantia de solvência, está em curso o projecto Solvency II existindo um Project Manager Officer (PMO) local para gerir este projecto ao nível de Portugal e para submeter à aprovação do modelo interno junto do regulador nacional em coordenação com o regulador do país da sede dos nossos accionistas.

O controlo e monitorização dos riscos assenta em vários indicadores seguidos nos comités supracitados e que são os seguintes: • Risco de seguros: ◘◘ Seguimento do valor intrínseco do negócio de não vida; ◘◘ Monitorização do Capital Económico (CE) em relação a riscos técnicos; ◘◘ Monitorização das contas técnicas dos produtos e do resseguro; ◘◘ Monitorização do processo de provisionamento onde se efectua também um teste sobre a adequação das provisões constituídas denominado por LAT (Liability Adequacy Test). • Riscos financeiros: ◘◘ Monitorização do risco de taxa de juro, do risco de crédito/spread, do risco de concentração, do risco de votalidade/mercados de capitais, risco de liquidez e risco imobiliário, através de análises de sensibilidade; ◘◘ Análise de impacto sobre a margem de solvência e sobre a cobertura de provisões técnicas em termos de variações mercado de capitais e curva da taxa de juro. • Riscos operacional: ◘◘ Estabelecimento de indicadores para medir a exposição da entidade ao risco em processos core e de suporte da entidade, nomeadamente,


18

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

RESULTADOS E A SUA APLICAÇÃO

Os resultados apurados, líquidos de imposto, ascenderam a €2.426.400 euros, pelo que propomos a seguinte aplicação:

2011 Reserva Legal Resultados transitados

242.640 2.183.760

Dividendos TOTAL

2.426.400 Unidade: Euros


SOCIEDADE NÃO VIDA > Perspectivas da Companhia para 2012

19

PERSPECTIVAS DA COMPANHIA PARA 2012

O ano 2012 perspectiva-se altamente desafiante. Acreditando nas nossas competências internas e forças enquanto empresa desenvolveremos a nossa actividade com enfoque nas seguintes prioridades: • Reforço da excelência técnica Não Vida. Neste contexto, prosseguiremos com uma política rigorosa de vigilância da carteira, daremos continuidade às políticas criteriosas de subscrição, aplicaremos uma gestão eficiente de sinistros, bem como, uma análise permanente da tarifa; • Melhoria da eficiência operacional, com enfoque na industrialização de processos e na aplicação de práticas de lean management. Ao nível da produtividade das redes comerciais, para além de uma adequada segmentação, reforçaremos os sistemas de remuneração variável com critérios de rentabilidade; • Consolidação do novo modelo de distribuição, em particular, através do desenvolvimento de um modelo colaborativo que permita ao cliente maior acessibilidade (física e virtual), garantindo o mesmo nível de serviço (Multiacesso);

• Reforço da abordagem segmentada de clientes, continuando a apostar nos segmentos estratégicos PMEs, Mass Affluent e Professionals; • Desenvolvimento da Estratégia da Prova e foco na Qualidade de Serviço. Em conformidade, estabeleceremos novos compromissos com os nossos clientes, distribuidores e parceiros; • Desenvolvimento das plataformas IT e de processos, alavancando as sinergias existentes ao nível do Grupo AXA; • Não obstante os bons índices já alcançados, a aposta na cultura de confiança e concretização, assim como, o desenvolvimento e retenção de talentos serão igualmente uma prioridade em 2012.


20

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Num contexto externo difícil e interno marcado por uma forte acção de gestão do portfolio registamos com agrado a confiança demonstrada pelos Clientes e Mediadores.

Para o Conselho Fiscal e Revisor Oficial de Contas, a expressão do nosso reconhecimento pelo atento acompanhamento da actividade da Companhia.

O Conselho de Administração agradece igualmente o esforço dedicado de todos os colaboradores que têm dado uma resposta positiva às solicitações decorrentes da renovação da Empresa adaptando-se às novas exigências de mercado.

Finalmente desejamos sublinhar a colaboração prestada pela Associação Portuguesa de Seguradores e pelo Instituto de Seguros de Portugal nos vários domínios das respectivas áreas de competência.


SOCIEDADE NÃO VIDA > Composição dos Orgãos Sociais

21

COMPOSIÇÃO DOS ORGÃOS SOCIAIS

Mesa da Assembleia Geral

Revisor Oficial de Contas

Vice-Presidente: Maria Inês Palha Moreira de Araújo Sousa e Silva

Efetivo: PricewaterhouseCoopers & Associados – Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Representada por Carlos Manuel Sim Sim Maia ou António Alberto Henriques Assis

Secretário: Ricardo Augusto de Castilho Gersão Garção Soares

Suplente: José Manuel Henriques Bernardo

Conselho de Administração

Secretário da Sociedade

Vogais: Jean Laurent Granier Carlos Manuel Pereira da Silva Elie Sisso Javier de Agustín Alban de Mailly Nesle Elie Harari

Secretário da Sociedade Suplente

Presidente: Carlos Maria da Rocha Pinheiro Torres

Presidente e Administrador-Delegado: João Mário Basto Ferreira Leandro

Conselho Fiscal

Presidente: Rui Manuel Ferreira de Oliveira Vogais: Manuel José Moreira Elisa Maria Calado Pedro Gouveia Suplente: Marta Isabel Guardalino da Silva Penetra

Luciana Guedes Pereira da Silva e Duarte Torres

Sónia de Carvalho Martins

Comissão de Remunerações e Previdência

AXA S.A. AXA FRANCE VIE AXA PORTUGAL Companhia de Seguros de Vida S.A.


22

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Balanço Não Vida - Activo Exercício Notas do Anexo

ACTIVO Valor bruto

Imparidade, depreciações / amortizações ou ajustamentos

Exercício anterior

Valor líquido

18

Caixa e seus equivalentes e depósitos à ordem

9.796.160

9.796.160

32.824.999

19

Investimentos em filias, associadas e empreendimentos conjuntos

3.979.899

3.979.899

3.979.899

20

Activos financeiros detidos para negociação

623.725

623.725

1.089.475

20

Activos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas

908.296

908.296

652.281

428.965.110

428.965.110

465.753.099

6.180.961

6.180.961

2.625.392

6.158.867

6.158.867

2.625.392

22.094

22.094

0

Derivados de cobertura 21

Activos disponíveis para venda

22

Empréstimos e contas a receber Depósitos junto de empresas cedentes Outros depósitos Empréstimos concedidos Contas a receber Outros Investimentos a deter até à maturidade

23

Terrenos e edíficios Terrenos e edíficios de uso próprio Terrenos e edifícios de rendimento

24

Outros activos tangíveis

24

Inventários

44.887.037

6.746.278

38.140.759

39.704.114

44.887.037

6.746.278

38.140.759

39.704.114

10.741.686

5.243.974

5.497.711

2.943.542

77.516

349.647

77.516

Goodwill

25

Outros activos intangíveis

26

Provisões técnicas de resseguro cedido Provisão para prémios não adquiridos

3.072.114

2.405.151

18.335.259

8.677.897

5.605.783

18.335.259

19.734.961

2.910.602

2.910.602

2.988.493

15.424.657

15.424.657

16.746.468

155.033.829

Provisão matemática do ramo vida Provisão para sinistros Provisão para participação nos resultados Provisão para compromissos de taxa Provisão para estabilização de carteira Outras provisões técnicas 31

Activos por benefícios pós-emprego e outros benefícios de longo prazo

27

Outros devedores por operações de seguros e outras operações Contas a receber por operações de seguro directo

Contas a receber por outras operações de resseguro Contas a receber por outras operações 28

Activos por impostos Activos por impostos correntes Activos por impostos diferidos

29

180.595.044

14.871.411

165.723.633

107.211.409

13.041.454

94.169.955

87.835.792

20.070.470

34.204

20.036.265

18.386.979

53.313.165

1.795.752

51.517.413

48.811.059

14.329.467

14.329.467

17.663.870

232.109

232.109

407.372

14.097.358

14.097.358

17.256.498

Acréscimos e diferimentos

765.278

765.278

452.401

Outros elementos do activo

223.707

223.707

0

0

729.087.040

32.691.153

696.395.887

Activos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas TOTAL ATIVO

745.212.659

Unidade: Euros


23

SOCIEDADE NÃO VIDA > Demonstrações Financeiras

Balanço Não Vida - Passivo e Capital Próprio Notas do Anexo

PASSIVO

26

Provisões técnicas Provisão para prémios não adquiridos

Exercício

Exercício anterior

522.179.678

553.448.889

91.859.584

98.572.888

Provisão matemática do ramo vida Provisão para sinistros De vida De acidentes de trabalho

198.622.714

197.517.744

De outros ramos

211.152.092

232.752.525

869.395

764.281

Provisão para participação nos resultados Provisão para compromissos de taxa Provisão para estabilização de carteira Provisão para desvios de sinistralidade Provisão para riscos em curso

9.394.290

8.226.250

10.281.602

15.615.202

16.562.877

14.033.817

15.680.806

14.033.817

Outras provisões técnicas Passivos financeiros da componente de depósito de contratos de seguros e de contratos de seguro e operações considerados para efeitos contabilísticos como contratos de investimento 30

Outros passivos financeiros Derivados de cobertura Passivos subordinados Depósitos recebidos de resseguradores Outros

31

Passivos por benefícios pós-emprego e outros benefícios de longo prazo

32

Outros credores por operações de seguros e outras operações

0

3.328.694

2.677.221

31.994.794

32.216.007

24.085.548

21.627.019

Contas a pagar por outras operações de resseguro

2.949.927

3.308.143

Contas a pagar por outras operações

4.959.318

7.280.845

15.761.237

23.719.658

Passivos por impostos correntes

12.761.881

13.305.185

Passivos por impostos diferidos

2.999.356

10.414.473

13.367.342

12.788.444

1.237.193

1.243.017

604.431.816

640.127.054

36.670.805

36.670.805

Contas a pagar por operações de seguro direto

28

882.071

Passivos por impostos

29

Acréscimos e diferimentos

33

Outras Provisões Outros elementos do passivo Passivos de um grupo para alienação classificado como detido para venda TOTAL PASSIVO

34

CAPITAL PRÓPRIO Capital (Acções Próprias) Outros instrumentos de capital Reservas de reavaliação Por ajustamentos no justo valor de ativos financeiros

10.651.047

30.104.504

10.342.606

29.796.062

308.442

308.442

Por revalorização de terrenos e edifícios de uso próprio Por revalorização de ativos intangíveis Por revalorização de outros ativos tangíveis Por ajustamentos no justo valor de instrumentos de cobertura em coberturas de fluxos de caixa Por ajustamentos no justo valor de cobertura de investimentos líquidos em moeda estrangeira De diferenças de câmbio Reserva por impostos diferidos

-2.999.356

-8.640.858

Outras reservas

14.873.613

15.423.360

Resultados transitados

30.341.562

29.833.177

Resultado do exercício

2.426.400

1.694.617

91.964.071

105.085.605

696.395.887

745.212.659

TOTAL CAPITAL PRÓPRIO TOTAL PASSIVO E CAPITAL PRÓPRIO

Unidade: Euros


24

AXA

Relatório de Gestão e Contas de 2011

>

Conta de Ganhos e Perdas - Não Vida Notas do Anexo

Conta de Ganhos e Perdas

5

Prémios adquiridos líquidos de resseguro Prémios brutos emitidos Prémios de resseguro cedido Provisão para prémios não adquiridos (variação) Provisão para prémios não adquiridos, parte resseguradores (variação)

Exercício Técnica Vida

Técnica Não-Vida

Não Técnica

Total

Exercício anterior

321.445.353

321.445.353

326.820.024

345.568.865

345.568.865

353.702.943

32.005.489

32.005.489

31.568.146

-7.959.868

-7.959.868

-4.652.827

-77.891

-77.891

32.401

263.822.195

263.822.195

278.352.664

272.887.966

272.887.966

291.441.654

9.065.771

9.065.771

13.088.990

-21.919.056

-21.919.056

-35.999.899

Comissões de contratos de seguro e operações considerados para efeitos contabilísticos como contratos de investimento ou como contratos de prestação de serviços 6

Custos com sinistros, líquidos de resseguro Montantes pagos Montantes brutos Parte dos resseguradores Provisão para sinistros (variação) Montante bruto

7

-25.465.064

-25.465.064

-33.618.767

Parte dos resseguradores

-3.546.008

-3.546.008

2.381.132

Outras provisões técnicas, líquidas de resseguro

-4.165.560

-4.165.560

8.802.808

Participação nos resultados, líquida de resseguro

105.114

105.114

3.977

Custos e gastos de exploração líquidos

104.643.766

104.643.766

95.674.241

66.345.901

66.345.901

67.364.605

Provisão matemática do ramo vida, líquida de resseguro Montante bruto Parte dos resseguradores 8 9 e 17

Custos de aquisição Custos de aquisição diferidos (variação) Gastos administrativos Comissões e participação nos resultados de resseguro 10

Rendimentos De juros de ativos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas

1.246.564

1.246.564

-951.538

39.029.540

39.029.540

31.369.385

1.978.240

1.978.240

2.108.212

21.108.525

296.282

21.404.806

22.860.101

17.857.128

238.299

18.095.427

19.551.156

De juros de passivos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas Outros 11

Gastos financeiros De juros de activos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas

3.251.397

57.983

3.309.379

3.308.944

3.013.537

20.864

3.034.400

3.628.194

-362.962

245.293

3.397.362

3.382.901

-362.962

De juros de passivos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas Outros

3.376.499

20.864

Unidade: Euros (continuação da tabela na página seguinte)


25

SOCIEDADE NÃO VIDA > Demonstrações Financeiras

Conta de Ganhos e Perdas - Não Vida Exercício

Exercício anterior

Notas do Anexo

Conta de Ganhos e Perdas

12

Ganhos líquidos de activos e passivos financeiros não valorizados ao justo valor através ganhos e perdas

7.195.916

7.195.916

2.595.849

De activos disponíveis para venda

7.195.916

7.195.916

1.317.455

Técnica Vida

Técnica Não-Vida

Não Técnica

Total

De empréstimos e contas a receber De investimentos a deter até à maturidade De passivos financeiros valorizados a custo amortizado De outros 13

1.278.394

Ganhos líquidos de activos e passivos financeiros valorizados ao justo valor através ganhos e perdas

-34.795

Ganhos líquidos de activos e passivos financeiros detidos para negociação

-34.795

Ganhos líquidos de activos e passivos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas

301.447

301.447

266.651

-678.559

-34.795

-1011.734

301.447

333.175

Diferenças de câmbio

12

Ganhos líquidos de activos não financeiros que não estejam classificados como activos não correntes detidos para venda e unidades operacionais descontinuadas

112.402

112.402

0

14

Perdas de imparidade (líquidas reversão)

382.964

382.964

840.573

De activos disponíveis para venda

294.277

294.277

840.573

88.687

88.687

0

De empréstimos e contas a receber valorizados a custo amortizado De investimentos a deter até à maturidade De outros Outros rendimentos/gastos técnicos, líquidos de resseguro 15

Outras provisões (variação)

16

Outros rendimentos/gastos

888.308

888.308

-207.762

1.024.718

-39.048

985.670

1.609.825

4.969.158

-350.492

4.618.667

2.112.443

495.739

-34.966

460.772

129.494

Goodwill negativo reconhecido imediatamente em ganhos e perdas Ganhos e perdas de associadas e empreendimentos conjuntos contabilizados pelo método da equivalência patrimonial Ganhos e perdas de activos não correntes (ou grupos para alienação) classificados como detidos para venda RESULTADO ANTES DE IMPOSTOS 28

Imposto sobre o rendimento do exercício - Impostos correntes

28

Imposto sobre o rendimento do exercício - Impostos diferidos

1.862.890

-131.396

1.731.494

288.332

34

RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO

2.610.530

-184.130

2.426.400

1.694.617 Unidade: Euros


26

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Demonstração de Variações do Capital Próprio - 2011 Outros instrumentos de capital

Notas do Anexo

Demonstração de variações do capital próprio

Balanço a 31 de Dezembro 2010 (balanço de abertura)

Acções próprias

Capital social

Instrumentos financeiros compostos

Prestações suplementares

Reservas de reavaliação

Outros

Por ajustamentos no justo valor de investimentos em filiais, associadas e empreendimentos conjuntos

Por ajustamentos no justo valor de ativos financeiros disponíveis para venda

Por revalorização de terrenos e edifícios de uso próprio

Por revalorização de activos tangíveis

36.670.805

0

0

0

0

0

29.796.062

308.442

36.670.805

0

0

0

0

0

29.796.062

0

308.442

0

0

0

0

0

0

-19.453.457

0

0

Correções de erros (IAS 8) Alterações políticas contabilísticas (IAS 8) 34

Balanço de abertura alterado Aumentos de reservas por aplicação de resultados (1)

34

Resultado líquido do período (2) Outro rendimento integral do período, líquido de imposto (3) Ganhos líquidos por ajustamentos no justo valor de filiais, associadas e empreendimentos conjuntos

21

Ganhos líquidos por ajustamentos no justo valor de activos financeiros disponíveis para venda

-19.453.457

Ganhos líquidos por ajustamentos por revalorização de terrenos e edíficios de uso próprio Ganhos líquidos por ajustamentos por revalorizações de activos intangíveis Ganhos líquidos por ajustamentos por revalorizações de outros activos tangíveis Ganhos líquidos por ajustamentos de instrumentos de cobertura em cobertura de fluxos de caixa Ganhos líquidos por ajustamentos de instrumentos de cobertura de investimentos líquidos em moeda estrangeira Ganhos liquídos por diferenças por taxa de câmbio Ajustamentos por reconhecimento de impostos diferidos 31

Diferimento de ganhos e perdas actuariais (IAS 19) Outros ganhos/ perdas reconhecidos directamente no capital próprio Total de rendimento integral do período, líquido de imposto (4) = (2)+ (3)

0

0

0

0

0

0

-19.453.457

0

0

Operações com detentores de capital (5)

0

0

0

0

0

0

0

0

0

Total das variações do capital próprio (1) + (4) + (5)

0

0

0

0

0

0

-19.453.457

0

0

Balanço a 31 de Dezembro de 2011

36.670.805

0

0

0

0

0

10.342.606

0

308.442

Aumentos/reduções de capital Transacção de acções próprias Distribuição de reservas 34

Distribuição de lucros/prejuízos Distribuição antecipadas de lucros

34


27

SOCIEDADE NÃO VIDA > Demonstrações Financeiras

Outras reservas Por revalorização de outros activos intangíveis

0

De instrumentos de cobertura em coberturas de fluxos de caixa

De cobertura de investimentos líquidos em moeda estrangeira

De diferenças de câmbio

0

0

0

Reserva por impostos diferidos

Reserva legal

-8.640.858

15.483.910

Reserva estatutária

0

Prémios de emissão

Resultados transitados

Outras reservas

3.100.366

-3.160.917

Resultado do exercício

29.833.177

TOTAL

1.694.617

105.085.605 0 0

0

0

0

0

-8.640.858

15.483.910

0

3.100.366

-3.160.917

169.462

0

0

0

0

5.641.503

0

0

0

-719.209

29.833.177

1.694.617

105.085.605

508.385

-677.847

0

2.426.400

2.426.400

0

-14.531.164

0

0

5.641.503

-13.811.954

0

0

0

0

0

0 0 -719.209

-719.209

0

0

0

0

0

5.641.503

0

0

0

-719.209

0

2.426.400

-12.104.764

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

-1.016.770

-1.016.770 0 0 0

-1.016.770

-1.016.770 0

0

0

0

0

5.641.503

169.462

0

0

-719.209

508.385

731.783

0

0

0

0

-2.999.356

15.653.372

0

3.100.366

-3.880.126

30.341.562

2.426.400

-13.121.534 91.964.071

Unidade: Euros


28

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Demonstração de Variações do Capital Próprio - 2010 Outros instrumentos de capital

Notas do Anexo

Demonstração de variações do capital próprio

Balanço a 31 de Dezembro 2009(balanço de abertura)

Acções próprias

Capital social

Instrumentos financeiros compostos

Prestações suplementares

Reservas de reavaliação

Outros

Por ajustamentos no justo valor de investimentos em filiais, associadas e empreendimentos conjuntos

Por ajustamentos no justo valor de ativos financeiros disponíveis para venda

Por revalorização de terrenos e edifícios de uso próprio

Por revalorização de activos tangíveis

36.670.805

0

0

0

0

0

29.255.807

0

308.442

36.670.805

0

0

0

0

0

29.255.807

0

308.442

0

0

0

0

0

0

540.255

0

0

Correções de erros (IAS 8) Alterações políticas contabilísticas (IAS 8) 34

Balanço de abertura alterado Aumentos de reservas por aplicação de resultados (1)

34

Resultado líquido do período (2) Outro rendimento integral do período, líquido de imposto (3) Ganhos líquidos por ajustamentos no justo valor de filiais, associadas e empreendimentos conjuntos

21

Ganhos líquidos por ajustamentos no justo valor de activos financeiros disponíveis para venda

540.255

Ganhos líquidos por ajustamentos por revalorização de terrenos e edíficios de uso próprio Ganhos líquidos por ajustamentos por revalorizações de activos intangíveis Ganhos líquidos por ajustamentos por revalorizações de outros activos tangíveis Ganhos líquidos por ajustamentos de instrumentos de cobertura em cobertura de fluxos de caixa Ganhos líquidos por ajustamentos de instrumentos de cobertura de investimentos líquidos em moeda estrangeira Ganhos liquídos por diferenças por taxa de câmbio Ajustamentos por reconhecimento de impostos diferidos 31

Diferimento de ganhos e perdas actuariais (IAS 19) Outros ganhos/ perdas reconhecidos directamente no capital próprio Total de rendimento integral do período, líquido de imposto (4) = (2)+ (3)

0

0

0

0

0

0

540.255

0

0

Operações com detentores de capital (5)

0

0

0

0

0

0

0

0

0

Total das variações do capital próprio (1) + (4) + (5)

0

0

0

0

0

0

540.255

0

0

Balanço a 31 de Dezembro de 2011

36.670.805

0

0

0

0

0

29.796.062

0

308.442

Aumentos/reduções de capital Transacção de acções próprias Distribuição de reservas 34

Distribuição de lucros/prejuízos Distribuição antecipadas de lucros

34


29

SOCIEDADE NÃO VIDA > Demonstrações Financeiras

Outras reservas Por revalorização de outros activos intangíveis 0

De instrumentos de cobertura em coberturas de fluxos de caixa

De cobertura de investimentos líquidos em moeda estrangeira

De diferenças de câmbio

0

0

0

Reserva por impostos diferidos

Reserva legal

-7.752.789

15.068.073

Reserva estatutária

0

Prémios de emissão

Resultados transitados

Outras reservas

3.100.366

-2.978.489

Resultado do exercício

27.961.909

4.158.372

TOTAL

105.792.497 0 0

0

0

0

0

-7.752.789

15.068.073

0

3.100.366

-2.978.489

415.837

0

0

0

0

-888.069

0

0

0

-182.428

27.961.909

4.158.372

105.792.497

1.871.267

-2.287.105

0

1.694.617

1.694.617

0

-530.242

0

0

-888.069

-347.814

0

0

0

0

0

0 0 -182.428

-182.428

0

0

0

0

0

-888.069

0

0

0

-182.428

0

1.694.617

1.164.375

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

-1.871.267

-1.871.267 0 0 0

-1.871.267

-1.871.267 0

0

0

0

0

-888.069

415.837

0

0

-182.428

1.871.267

-2.463.755

-706.892

0

0

0

0

-8.640.858

15.483.910

0

3.100.366

-3.160.917

29.833.177

1.694.617

105.085.605

Unidade: Euros


30

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Demonstração de Rendimento Integral - Não Vida Notas do Anexo

DEMONSTRAÇÃO DE RENDIMENTO INTEGRAL

34

Resultado líquido do exercício Outro rendimento integral do exercício

34

Dec 31,10

2.426.400

1.694.617

-14.531.165

-530.242

Activos disponíveis para venda

-19.453.458

540.255

Ganhos e perdas líquidos

-12.551.819

1.017.137

-6.901.639

-476.881

Reclassificação de ganhos e perdas em resultados do exercício 14

Imparidade

12

Alienação

28

Dec 31,11

Impostos

294.277

840.573

-7.195.916

-1.317.455

5.641.503

-888.069

-719.209

-182.428

-12.104.765

1.164.375

Ganhos e perdas líquidos em diferenças cambiais 31

Benefícios pós-emprego Outros movimentos TOTAL DO RENDIMENTO INTEGRAL LÍQUIDO DE IMPOSTOS

Demonstração dos Fluxos de Caixa - Não Vida DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

2011

2010

Resultado antes de imposto

2.426

1.695

Amortizações e alisamento

4.298

4.238

Despesas de aquisição diferidas

1.247

-952

Imparidade liquida de reversões

383

841

Impacto de variações de justo valor em ganhos e perdas

493

-577

-31.116

-23.796

Variação liquidas das provisões técnicas Variação liquida de outras provisões não técnicas Ganhos realizados de investimentos Variação do juro decorrido Variação liquida de outros devedores e credores operacionais Variação liquida de outros activos e passivos Impostos pagos Outras despesas sem impacto financeiros Fluxo de caixa fornecido por actividades operacionais Vendas de activos financeiros Compras de activos financeiros Fluxo liquido proveniente de compra e venda de activos tangíveis Fluxo de caixa fornecido por actividades de investimento

882

-167

-8.100

-1.341

184

-925

-10.911

-2.435

-2.060

1.329

-129

-947

-447

261

-42.849

-22.776

267.143

126.052

-239.314

-78.172

-7.175

-2.877

20.654

45.003

Dividendos pagos

-1.017

-1.870

Fluxo de caixa fornecido por actividades de financiamento

-1.017

-1.870

Caixa e seus equivalentes no inicio do exercício

36.094

15.737

Fluxo de caixa fornecido por actividades operacionais

-42.849

-22.776

Fluxo de caixa fornecido por actividades de investimento

20.654

45.003

Fluxo de caixa fornecido por actividades de financiamento Caixa e seus equivalentes no final do exercício

-1.017

-1.870

12.882

36.094

Unidade: Milhares de Euros


31

SOCIEDADE NÃO VIDA > Demonstrações Financeiras

Inventário de Participações e Instrumentos Financeiros - Não Vida Identificação dos Títulos Código

Quantidade

Designação

Montante do valor nominal

% do valor nominal

Preço médio de aquisição

Valor total de aquisição

Valor de balanço Unitário

Total

1 - TÍTULOS DE FILIAIS, ASSOCIADAS, EMPREENDIMENTOS CONJUNTOS E OUTRAS EMPRESAS PARTICIPADAS E PARTICIPANTESS 1.1 - Nacionais 1.1.1 - Partes de capital em filiais 921910033201

EMP ARTISTICA

921910038001

AXA IT MED sub-total

9.603

343,37

3.297.363

309,91

1

50.000,00

50.000

50.000,00

9.604

4.449.610

2.976.066 50.000 3.026.066

1.1.2 - Partes de capital em associadas 922910033701

GAIVINA EMP TURIS IMOB

2.000

576,12

1.152.247

499,42

921910033401

PLATAFORMA SOC COB

1.000

4,99

4.988

4,99

sub-total

3.000

1.157.235

998.845 4.988 1.003.833

1.1.3 - Partes de capital em empreendimentos conjuntos 1.1.4 - Partes de capital em outras empresas participadas e participantes 921910037901

AXA DISTRIBUIÇÃO

1 sub-total

5.000,00

1

5.000

5.000,00

5.000

5.000 5.000

1.1.5 - Obrigações de capital em filiais 1.1.6 - Obrigações de capital em associadas 1.1.7 - Obrigações de capital em empreendimentos conjuntos 1.1.8 - Obrigações de outras empresas participadas e participantes sub-total 1.1.9 - Outros títulos de capital em filiais 1.1.10 - Outros títulos de capital em associadas 1.1.11 - Outros títulos de capital em empreendimentos conjuntos 1.1.12 - Outros títulos de outras empresas participadas e participantes 1.2 - Estrangeiras 1.2.1 - Partes de capital em filiais sub-total 1.2.2 - Partes de capital em associadas 1.2.3 - Partes de capital em empreendimentos conjuntos 1.2.4 - Partes de capital em outras empresas participadas e participantes 921910036701

AXA TECHNOLOGY SERV.REG.MED.AEIE sub-total

1 1

1,000.00

1,000 1,000

1,000.00

1,000 1,000

1.2.5 - Obrigações de capital em filiais 1.2.6 - Obrigações de capital em associadas 1.2.7 - Obrigações de capital em empreendimentos conjuntos 1.2.8 - Obrigações de outras empresas participadas e participantes sub-total 1.2.9 - Outros títulos de capital em filiais 1.2.10 - Outros títulos de capital em associadas 1.2.11 - Outros títulos de capital em empreendimentos conjuntos

Unidade: Euros (continuação da tabela na página seguinte)


32

AXA

Relatório de Gestão e Contas de 2011

>

Inventário de Participações e Instrumentos Financeiros - Não Vida Identificação dos Títulos Código

Quantidade

Designação

Montante do valor nominal

% do valor nominal

Preço médio de aquisição

Valor total de aquisição

Valor de balanço Unitário

Total

1.2.12 - Outros títulos de outras empresas participadas e participantes sub-total sub-total total

12.606

5.612.845

4.035.899

2 - OUTROS TÍTULOS 2.1 - Nacionais 2.1.1 - Instrumentos de capital e unidades de participação 2.1.1.1 - Acções 921910036801

PERISINISTROS SOC AVAL PERIT SINISTROS E SEGUROS

19.600

921910006001

ARGOGEST

921910003001

AUDATEX PORTUGAL,SA

921910046001

FINIPAR -SOCIEDADE DE MEDIACAO DE SEGUROS, LDA

921910012401

FUNFRAP (ISP:921910012401)

921910033301

MOSTEIRO GRIJO

921910033501

REAL COMP VELHA

921910033601

SOC PORT EMPREEND

PTJMT0AE0001

JERONIMO MARTINS sub-total

1,00

19.600

1,00

19.600

9.750

3,84

37.410

0,00

49

300

249,40

74.820

228,83

68.649

1

995,00

995

995,00

995

40.000

7,46

298.281

5,27

210.800

250.000

4,47

1.117.500

3,91

976.782

88.722

2,55

226.217

0,00

0

2.248

7,62

17.133

0,00

0

69.300

4,40

304.724

12,77

479.921

2.096.680

884.961 2.161.836

2.1.1.2 - Títulos de participação sub-total 2.1.1.3 - Unidades de participação em fundos de investimento PTYBCHLM0001

BARCLAYS PREMIER TESOURARIA

739910033901

FIUL

792910048501

TOM Mediacao de Seguros Lda sub-total

26.794

8,13

217.788

9,97

267.157

728

1,37

999

275,00

200.200

1

1.500,00

1.500

1.500,00

27.523

1.500

220.287

468.857

9.672.295

2.1.1.4 - Outros sub-total sub-total 2.1.2 - Títulos de dívida 2.1.2.1 - De dívida pública PTOTEYOE0007

PGB 3.85% - 15/04/2021

18.000.000

54,21%

9.758.052

PTOTE5OE0007

PGB 4.1% - 15/04/2037

20.000.000

50,89%

10.177.920

9.782.514

38.000.000

19.935.972

19.454.809

38.000.000

22.252.939

22.085.502

sub-total 2.1.2.2 - De outros emissores públicos sub-total 2.1.2.3 - De outros emissores sub-total total

507.444

2.2 - Estrangeiros 2.2.1 - Instrumentos de capital e unidades de participação 2.2.1.1 - Acções

Unidade: Euros (continuação da tabela na página seguinte)


33

SOCIEDADE NÃO VIDA > Demonstrações Financeiras

Inventário de Participações e Instrumentos Financeiros - Não Vida Identificação dos Títulos Código

Quantidade

Designação

FR0000120073

AIR LIQUIDE SA XPAR EUR

IT0001334587

BANCA MONTE DEI PASCHI SIENA MTAA EUR

8.197

GB0008762899

BG GROUP PLC XLON GBP

FR0000130403

CHRISTIAN DIOR XPAR EUR

FR0000130650

DASSAULT SYSTEMES SA XPAR EUR

FR0000121667

ESSILOR INTERNATIONAL XPAR EUR

FI0009007132

FORTUM OYJ XHEL EUR

Montante do valor nominal

% do valor nominal

Preço médio de aquisição 82,63

Valor total de aquisição 677.319

Valor de balanço Unitário

Total

95,58

783.469

1.070.746

0,30

317.729

0,25

267.687

31.991

12,38

395.936

16,48

527.183

7.415

73,80

547.233

91,61

679.288

10.354

36,98

382.919

61,84

640.291

14.830

18,28

271.146

54,51

808.383

21.152

16,63

351.700

16,48

348.585 760.960

FR0004035913

ILIAD SA XPAR EUR

8.000

69,69

557.530

95,12

FR0000121261

MICHELIN (CGDE)-B XPAR EUR

9.223

40,90

377.263

45,53

419.877

FR0000044448

NEXANS SA XPAR EUR

9.956

50,40

501.797

40,10

399.186

GB00B24CGK77

RECKITT BENCKISER GROUP PLC XLON GBP

13.149

34,80

457.610

38,07

500.584

FR0000120578

SANOFI XPAR EUR

CH0002497458

SGS SA-REG XVTX CHF

DE0007236101

SIEMENS AG-REG XETR EUR

FR0000121220

SODEXO XPAR EUR

FR0000131708

TECHNIP SA XPAR EUR

BE0003826436

TELENET GROUP HOLDING NV XBRU EUR

7.741

46,42

359.339

56,74

439.224

600

931,06

558.638

1.280,99

768.596

7.000

79,63

557.428

73,79

516.530

13.211

36,06

476.435

55,19

729.115

9.920

46,90

465.200

72,62

720.390

12.996

27,76

360.808

29,33

381.108 460.937

FR0000120271

TOTAL SA XPAR EUR

11.690

34,95

408.556

39,43

NL0000009355

UNILEVER NV-CVA XAMS EUR

23.005

22,19

510.581

26,55

610.783

FR0000120354

VALLOUREC XPAR EUR

8.830

54,44

480.734

50,16

442.913

921810003501

BANCO TOTTA STANDARD (ANG)

42

2,49

105

2,49

105

921910011701

COMP CELULOSE U PORT(ANG)

227

4,99

1.132

4,99

1.132

921910010701

COMP SEG ANGOLA (ANG)

54.508

0,37

20.009

0,37

20.004

921910029001

COMP SEG GARANTIA AFRICA

18.989

3,44

65.254

3,44

65.246

921810001301

HIDRO ELECT REVUE(MOÇAMB)

922910013101

MUNDIAL CONFIANÇA COMPSEG

922910033801

SOLUR (SOC TUR ULT)(ANG) sub-total

205

4,99

1.023

4,99

1.023

1.000

12,47

12.470

12,47

12.469

5.333

4,99

26.601

4,99

1.380.310

9.142.494

26.596 11.331.665

2.2.1.2 - Títulos de participação sub-total 2.2.1.3 - Unidades de participação em fundos de investimento LU0232465897

AB-EMERGING MRKT VALUE-S1EUR

32.342

30,92

1.000.000

32,34

1.045.925

733930005901

Alternative Property Income Venture Fund LP (APIV)

2.000.000

0,92

1.837.322

0,84

1.674.994 1.215.500

734930009101

AXA CAPITAL EUROPE L.P.

2.500.000

0,50

1.246.728

0,49

734930008801

AXA CAPITAL FUND L.P

2.500.000

0,46

1.150.260

0,46

1.141.250

734930009201

AXA CO-INVESTMENT FUND III

1.700.000

0,66

1.124.029

0,66

1.126.250

734930009001

AXA EARLY SECONDARY FUND IV JERSEY

2.000.000

0,33

669.362

0,43

850.200

734930002201

AXA Expansion II Fund Prioritaires

10.000

61,58

615.817

56,48

564.800

Unidade: Euros (continuação da tabela na página seguinte)


34

AXA

Relatório de Gestão e Contas de 2011

>

Inventário de Participações e Instrumentos Financeiros - Não Vida Identificação dos Títulos Código

Quantidade

Designação

Montante do valor nominal

% do valor nominal

Valor total de aquisição

42,63

2.109.521

43,89

2.171.809

Valor de balanço Unitário

Total

921910036601

Axa Infrastructure Investissement S.A.S

734930002301

Axa Primary Fund Europe III Scotish L.P. S.

3.000.000

0,49

1.464.188

0,65

1.951.500

734930002701

AXA SECONDARY FD IV

1.500.000

0,43

647.850

0,61

908.296

FR0010481044

Colombus North America Equities

2.795

4.380,37

12.243.137

4.244,69

11.863.909

FR0010455816

Colombus US Market Equities

357

9.989,56

3.566.274

8.435,71

3.011.548

FR0010950089

COLOMBUS US SHORT DURATION HIGH YIELD

101.500

100,00

10.150.290

97,40

9.886.100

922910038101

European Logistic Income Venture SCA (ELIV SCA)Ser

96.678

27,74

2.681.439

17,19

1.661.712

GG00B1GHHH78

VOLTA FINANCE LTD

500.000

10,00

5.000.000

3,14

1.570.000

sub-total

49.483

Preço médio de aquisição

15.993.155

45.506.218

40.643.793

3.242.488

2.2.1.4 - Outros sub-total sub-total 2.2.2 - Títulos de dívida 2.2.2.1 - De dívida pública IT0004594930

BTPS 4% - 01/09/2020

3.810.000

95,50%

3.638.703,17

IT0003493258

BTPS 4.25% - 01/02/2019

4.000.000

97,24%

3.889.583,70

3.604.417

IT0004356843

BTPS 4.75% - 01/08/2023

12.000.000

99,75%

11.970.000,00

10.166.035

IT0003535157

BTPS 5% - 01/08/2034

8.825.000

97,32%

8.588.255,00

7.121.794

IT0003256820

BTPS 5.75% - 01/02/2033

4.300.000

111,45%

4.792.350,00

3.766.370

IT0001444378

BTPS 6% - 01/05/2031

14.000.000

103,23%

14.451.920,00

12.486.462

AT0000383864

RAGB 6.25% - 15/07/2027

6.012.500

129,44%

7.782.580,00

8.250.408

ES00000122D7

SPGB 4% - 30/04/2020

3.000.000

93,23%

2.796.960,00

2.929.128

ES00000121A5

SPGB 4.1% - 30/07/2018

10.000.000

94,98%

9.497.550,00

9.958.514

ES0000012932

SPGB 4.2% - 31/01/2037

9.700.000

83,95%

8.142.935,93

7.954.804

ES00000121O6

SPGB 4.3% - 31/10/2019

5.700.000

94,52%

5.387.846,00

5.606.900

ES00000121L2

SPGB 4.6% - 30/07/2019

ES00000122E5

SPGB 4.65% - 30/07/2025

ES00000121G2

SPGB 4.8% - 31/01/2024

ES00000122T3

SPGB 4.85% - 31/10/2020

ES00000123B9

SPGB 5.5% - 30/04/2021

ES00000123C7

SPGB 5.9% - 30/07/2026

ES0000011868

SPGB 6% - 31/01/2029 sub-total

6.000.000

98,21%

5.892.502,31

6.114.631

16.000.000

89,62%

14.338.500,00

14.823.449

2.500.000

92,36%

2.309.031,23

7.700.978

550.000

95,24%

523.830,18

553.071

10.000.000

100,89%

10.089.260,56

10.665.169

3.500.000

101,20%

3.541.895,00

3.645.163

11.500.000

100,24%

11.527.450,00

12.242.372

129.161.153

130.832.154

131.397.500

2.2.2.2 - De outros emissores públicos FR0000488017

CNA 5.25% - 30/01/2017

XS0113788466

LBBW 5% Var - 14/07/2015

XS0171597395

REGMAR 4.6478% - 27/06/2023 sub-total

475.000

102,49%

486.815

556.759

10.000.000

100,00%

10.000.000

11.511.944

2.500.000

99,99%

2.499.862

2.026.445

12.986.677

14.095.149

12.975.000

2.2.2.3 - De outros emissores

Unidade: Euros (continuação da tabela na página seguinte)


35

SOCIEDADE NÃO VIDA > Demonstrações Financeiras

Inventário de Participações e Instrumentos Financeiros - Não Vida Identificação dos Títulos Código

Designação

XS0358158052

AALLN 5.875% - 17/04/2015

XS0343877451 FR0000488611 XS0207157743 XS0275880267 DE000A0TR7K7

ALVGR 5% - 06/03/2013

XS0519903743

AMXLMM 3.75% - 28/06/2017

Quantidade

Montante do valor nominal

% do valor

Preço médio de

Valor total de 1.151.845

Valor de balanço Unitário

Total

1.160.000

99,30%

1.326.383

ACAFP 5.971% - 01/02/2018

900.000

100,00%

899.990

862.367

ADPFP 5.25% - 25/03/2012

2.500.000

100,13%

2.503.304

2.623.843

AEGON 4.125% - 08/12/2014

1.000.000

99,63%

996.314

1.026.512

ALVGR 4% - 23/11/2016

4.650.000

94,42%

4.390.465

4.949.985

450.000

99,57%

448.056

484.494

1.500.000

103,14%

1.547.025

1.591.526 5.186.637

XS0300682621

ANZ 4.375% - 24/05/2012

5.000.000

98,08%

4.904.000

XS0218469962

ASSGEN 3.875% - 06/05/2015

3.650.000

93,64%

3.417.860

3.647.058

XS0124750471

BACA 5.75% - 22/02/2013

3.000.000

99,24%

2.977.200

3.191.732

XS0479945353

BACR 4% - 20/01/2017

1.625.000

98,31%

1.597.460

1.668.563

XS0445843526

BACR 4.875% - 13/08/2019

500.000

99,38%

496.909

507.959

DE000A0JRFB0

BASGR 4.5% - 29/06/2016

3.000.000

99,40%

2.982.000

3.428.238

XS0255605825

BAYNGR 4.5% - 23/05/2013

5.000.000

99,25%

4.962.256

5.357.775

BE6215434620

BELGBB 3.875% - 07/02/2018

1.500.000

103,61%

1.554.090

1.591.524

XS0288320798

BHP 4.375% - 26/02/2014

1.500.000

96,42%

1.446.300

1.647.987

FR0010612713

BNFP 5.5% - 06/05/2015

350.000

99,92%

349.706

406.639

XS0166957000

BNG 4.375% - 04/07/2013

1.000.000

100,93%

1.009.261

1.064.316

FR0010398339

BPCEGP 3.875% - 12/09/2012

3.900.000

99,60%

3.884.556

3.946.980

XS0226062981

C 3.5% - 05/08/2015

2.500.000

95,91%

2.397.750

2.443.483

1.400.000

94,40%

1.321.600

1.404.746

750.000

99,62%

747.143

812.111

XS0270148793

C 3.95% - 10/10/2013

XS0369258412

CAFP 5.375% - 12/06/2015

XS0252760607

CARGIL 4.375% - 29/04/2013

1.500.000

100,45%

1.506.750

1.596.564

XS0302816672

CARGIL 4.875% - 29/05/2017

1.750.000

99,07%

1.733.778

2.008.843

XS0465601754

CBAAU 4.25% - 10/11/2016

754.000

99,79%

752.432

799.958

XS0490013801

CBAAU 4.375% - 25/02/2020

597.000

100,08%

597.501

639.977

XS0271020850

CEZCO 4.125% - 17/10/2013

2.000.000

96,40%

1.928.000

2.094.546

FR0000488108

CMARK 5.5% - 14/02/2012

5.000.000

100,17%

5.008.571

5.259.696

ES0224261000

CORES 4% - 15/07/2013

3.000.000

100,17%

3.005.004

2.996.190

XS0247812836

DAIGR 4.375% - 21/03/2013

721.000

97,99%

706.508

767.755

XS0627692204

DANBNK 3.875% - 18/05/2016

1.000.000

99,49%

994.890

995.173

XS0275636438

DBHNGR 4% - 16/01/2017

700.000

99,24%

694.708

784.103

XS0164831843

DBHNGR 4.75% - 14/03/2018

2.500.000

97,65%

2.441.250

2.892.215

XS0272605519

DT 4.5% - 25/10/2013

2.000.000

98,26%

1.965.110

2.113.295

FR0010369587

EDF 4.125% - 27/09/2016

500.000

99,66%

498.304

539.403

FR0000487258

EDF 5.5% - 25/10/2016

750.000

102,21%

766.575

853.071

XS0271757832

ENBW 4.25% - 19/10/2016

1.143.000

99,52%

1.137.468

1.252.336

XS0170342868

ENELIM 4.25% - 12/06/2013

2.000.000

103,24%

2.064.800

2.070.293

FR0010326967

ENFP 4.5% - 24/05/2013

3.000.000

95,19%

2.855.700

3.192.516

ES0230960009

ENGSM 4.375% - 06/07/2015

1.500.000

104,68%

1.570.170

1.592.531

XS0451457435

ENIIM 4.125% - 16/09/2019

1.500.000

102,29%

1.534.371

1.504.360

XS0322977223

EOANGR 5.5% - 02/10/2017

1.500.000

101,18%

1.517.662

1.748.332

XS0296551970

ERSTBK 4.375% - 25/04/2012

5.000.000

99,96%

4.998.163

5.174.319

XS0365094811

FRTEL 5.625% - 22/05/2018

900.000

111,95%

1.007.550

1.058.465

XS0436905821

GASSM 5.25% - 09/07/2014

650.000

101,60%

660.420

680.344

Unidade: Euros (continuação da tabela na página seguinte)


36

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Inventário de Participações e Instrumentos Financeiros - Não Vida Identificação dos Títulos Código

Designação

Quantidade

Montante do valor nominal

% do valor nominal

Preço médio de aquisição

Valor total de aquisição

Valor de balanço Unitário

Total

XS0222473877

GPPS 3.375% - 18/01/2016

6.000.000

97,15%

5.828.857

XS0222474339

GPPS 3.75% - 18/01/2021

2.600.000

93,74%

2.437.240

6.494.258 2.872.894

FR0000472334

GSZFP 5.125% - 19/02/2018

1.900.000

101,48%

1.928.120

2.222.201

FR0010678185

GSZFP 6.875% - 24/01/2019

1.000.000

104,39%

1.043.857

1.297.379

XS0494868630

IBESM 4.125% - 23/03/2020

450.000

99,49%

447.706

437.699

XS0362224841

IBESM 5.625% - 09/05/2018

200.000

99,44%

198.880

217.026

XS0400006234

IBESM 7.5% - 25/11/2015

1.500.000

112,14%

1.682.160

1.689.626

XS0467864160

ISPIM 3.75% - 23/11/2016

1.500.000

99,40%

1.491.030

1.349.660

XS0486454530

ISPIM 4.375% - 12/02/2020

1.000.000

99,77%

997.727

899.256

XS0362269945

JPM 5.25% - 08/05/2013

750.000

99,78%

748.328

802.324

XS0335880463

JPM 5.25% - 14/01/2015

500.000

100,59%

502.945

556.868

XS0297698853

LINGR 4.375% - 24/04/2012

1.100.000

99,75%

1.097.274

1.142.805

XS0241851764

LLOYDS 3.25% - 25/01/2013

3.000.000

95,67%

2.869.950

3.113.322

FR0010028001

LOCIN 5% - 06/01/2014

5.000.000

99,85%

4.992.500

5.576.705

XS0270800815

MS 4.375% - 12/10/2016

5.000.000

99,95%

4.997.600

4.564.814

XS0469028582

NAB 3.5% - 23/01/2015

1.512.000

99,81%

1.509.095

1.592.052

XS0485326085

NAB 4.625% - 10/02/2020

1.000.000

99,42%

994.220

995.555

XS0282588952

NYL 4.375% - 19/01/2017

5.750.000

99,89%

5.743.913

6.337.205

XS0206152810

OBND 3.875% - 01/12/2014

1.000.000

99,93%

999.316

1.061.396

XS0301010145

PFE 4.55% - 15/05/2017 Call

7.500.000

98,05%

7.353.500

8.556.247

XS0237323943

PG 4.125% - 07/12/2020

1.300.000

93,34%

1.213.400

1.467.004

XS0300112108

PG 4.5% - 12/05/2014

5.000.000

97,67%

4.883.500

5.510.988

XS0296962763

PREGRE 4.81 05/15/22

5.000.000

100,00%

5.000.000

4.724.813

XS0478074924

RABOBK 4.125% - 14/01/2020

1.000.000

100,35%

1.003.488

1.072.558

XS0254720633

RBOSCH 4.375% - 19/05/2016

1.200.000

100,60%

1.207.171

1.359.834

XS0301945860

RDSALN 4.625% - 22/05/2017

5.000.000

99,88%

4.993.867

5.790.298

REDELE 4.75% - 18/09/2013

2.000.000

100,82%

2.016.475

2.095.255

650.000

99,89%

649.293

580.637

2.500.000

100,64%

2.516.079

2.732.862

XS0176347044 PTRELAOM0000 XS0196302425 FR0010128819

RENEPL 7.875% - 10/12/2013 RWE 4.625% - 23/07/2014

3.000.000

99,26%

2.977.890

3.281.239

FR0000472458

SAGESS 4% - 09/02/2015 SAGESS 4.25% - 25/02/2013

700.000

102,30%

716.100

745.605

XS0414582246

SANDVK 6.875% - 25/02/2014

457.000

99,94%

456.741

527.831

ES0413900103

SANTAN 3.125% - 28/09/2015

1.500.000

93,91%

1.408.650

1.430.139

XS0271527599

SESGFP 4.375% - 21/10/2013

1.214.000

99,81%

1.211.701

1.276.760

XS0413806596

SIEGR 5.125% - 20/02/2017

1.500.000

101,72%

1.525.856

1.774.664

XS0185887576

SNSSNS 4.625% - 18/02/2014

1.334.000

98,60%

1.315.324

1.313.324

XS0354843533

SOCGEN 5.25% - 28/03/2013

1.900.000

99,63%

1.892.989

2.010.194

XS0100446268

SOLAR 5.2916% - 04/08/2014

1.200.000

100,00%

1.200.000

1.263.659

BE0934260531

SZEFP 4.75% - 10/04/2015

1.000.000

99,33%

993.325

1.111.772

XS0356044643

T 6.125% - 02/04/2015

1.250.000

99,90%

1.248.763

1.468.196 1.134.034

XS0363922823

TD 5.375% - 14/05/2015

1.000.000

99,46%

994.600

XS0496546853

TLSAU 4.25% - 23/03/2020

330.000

99,18%

327.297

359.315

XS0282572956

TOTAL 4.125% - 16/01/2013

10.000.000

99,78%

9.977.600

10.702.818

Unidade: Euros (continuação da tabela na página seguinte)


37

SOCIEDADE NÃO VIDA > Demonstrações Financeiras

Inventário de Participações e Instrumentos Financeiros - Não Vida Identificação dos Títulos Código

Quantidade

Designação

Montante do valor nominal

% do valor nominal

Preço médio de aquisição

Valor total de aquisição

Valor de balanço Unitário

Total

XS0303256050

TOTAL 4.7% - 06/06/2017

2.500.000

100,17%

2.504.143

2.886.501

XS0203714802

TRNIM 4.25% - 28/10/2014

1.160.000

99,97%

1.159.629

1.192.320

XS0414340074

TSCOLN 5.125% - 24/02/2015

240.000

99,74%

239.374

274.221

XS0345983638

UCGIM 4.875% - 12/02/2013

1.000.000

99,85%

998.520

1.025.677

XS0143731445

UCGIM 6.1% - 28/02/2012

1.500.000

100,26%

1.503.958

1.566.585

FR0010261388

VIEFP 4% - 12/02/2016

1.000.000

89,23%

892.300

1.073.248

XS0302948319

VLVY 5% - 31/05/2017

1.134.000

99,42%

1.127.457

1.204.506

XS0236598164

VOD 3.625% - 29/11/2012

800.000

91,90%

735.200

818.304

XS0262913998

WFC 4.375% - 01/08/2016

2.000.000

92,88%

1.857.533

2.142.839

XS0323421916

WSTP 4.875% - 28/09/2012

1.300.000

100,02%

1.300.229

1.346.710

197.731.000

195.843.444

210.829.144

342.103.500

392.639.986

407.731.904

sub-total total

17.373.465

2.3 - Derivados de negociação 779011524501

CAP/FLOOR

9.000.000

0,50%

45.103

0,40%

35.768

779011664601

CAP/FLOOR

17.000.000

0,21%

36.259

0,60%

101.736

779011664603

CAP/FLOOR

10.000.000

0,80%

80.300

0,46%

45.691

779011664602

CAP/FLOOR

15.000.000

3,11%

465.900

2,94%

440.531

753011524501

Index futures BNP

14.300.000

0,00%

0

-3,94%

-563.555

753011664601

Index futures Morgan

12.000.000

0,00%

0

-2,65%

sub-total sub-total

-318.516

77.300.000

627.562

-258.346

17.880.908

457.403.500

415.520.487

429.559.060

17.893.514

457.403.500

421.133.332

433.594.959

total 3 - TOTAL GERAL

Unidade: Euros (continuação da tabela na página seguinte)


38

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Desenvolvimento da provisão para sinistros relativa a sinistros ocorridos em exercícios anteriores e dos seus reajustamentos (correcções) Provisão para sinistros em 31/12/n-1

Montantes pagos no exercício

Provisão para sinistros em 31/12/n

Reajustamentos 0,00

Vida Não Vida Acidentes e Doença Acidentes de Trabalho

430.270.269,40

134.784.358,51

296.098.419,95

612.509,06

203.965.886,13

52.465.672,22

162.779.990,44

11.279.776,53

197.517.743,84

47.555.716,65

161.547.511,81

11.585.484,62 -444.268,93

Acidentes pessoais e pessoas transportadas

3.059.046,46

1.919.722,09

695.055,44

Doença

3.389.095,83

2.990.233,48

537.423,19

138.560,84

26.579.441,52

17.093.037,84

12.038.969,30

2.552.565,62

Incêndio e Outros Danos Automóvel

164.481.993,96

60.700.927,07

91.068.958,03

-12.712.108,86

152.831.642,65

40.408.437,67

84.618.492,97

-27.804.712,01

Outras coberturas

11.650.351,31

20.292.489,40

6.450.465,06

15.092.603,15

Marítimo e Transportes

1.009.568,35

94.397,54

1.005.624,92

90.454,11

1.000,00

214,25

-0,01

-785,76

2.217.578,03

1.305.914,29

1.338.168,54

426.504,80

29.686.642,63

2.822.414,73

26.014.457,43

-849.770,47

403.981,71

276.327,65

100.438,19

-27.215,87

Responsabilidade Civil

Aéreo Mercadorias transportadas Responsabilidade Civil Geral Crédito e Caução Proteção jurídica

0,00

Assistência

0,00

Diversos Total

1.924.177,07

25.452,92

1.751.813,11

430.270.269,40

134.784.358,51

296.098.419,95

-146.911,04 612.509,06 Unidade: Euros

Discriminação dos custos com sinistros - Não Vida Montantes pagos prestações Seguro Directo Acidentes e Doença Acidentes de Trabalho Acidentes pessoais e pessoas transportadas Doença Incêndio e Outros Danos

Montantes pagos - Custos de gestão imputados

Provisão para sinistros (variação)

Custos com sinistros

259.048.853,62

12.059.489,30

-25.190.811,28

86.270.982,86

4.079.477,20

-1.215.110,56

245.917.531,64 89.135.349,50

65.871.560,43

3.818.133,91

-131.307,82

69.558.386,52

2.672.967,02

260.694,17

-1.153.960,53

1.779.700,66

17.726.455,41

649,12

70.157,79

17.797.262,32

35.154.016,06

1.187.072,78

-4.086.453,85

32.254.634,99

131.561.337,95

6.497.909,57

-19.764.628,00

118.294.619,52

Responsabilidade Civil

87.580.015,34

4.325.640,26

-18.364.688,38

73.540.967,21

Outras coberturas

43.981.322,61

2.172.269,31

-1.399.939,62

44.753.652,31

240.377,57

3.152,53

45.392,58

288.922,68

214,25

0,00

-1.000,00

-785,75

Mercadorias transportadas

1.836.368,72

58.847,90

-108.893,17

1.786.323,45

Responsabilidade Civil Geral

3.584.691,89

228.834,87

303.354,27

4.116.881,03

358.985,66

3.166,36

-279.755,74

82.396,28

Automóvel

Marítimo e Transportes Aéreo

Crédito e Caução Protecção jurídica

0,00

Assistência

0,00

Diversos

41.878,66

Resseguro Aceite Total

1.028,09

-83.716,81

-40.810,06

1.779.623,26

0,00

-274.252,84

1.505.370,42

260.828.476,88

12.059.489,30

-25.465.064,12

247.422.902,06

Unidade: Euros


39

SOCIEDADE NÃO VIDA > Demonstrações Financeiras

Discriminação de alguns valores por ramos - Não Vida Prémios brutos emitidos Seguro Direto Acidentes e Doença Acidentes de Trabalho Acidentes pessoais e pessoas transportadas Doença Incêndio e Outros Danos Automóvel Responsabilidade Civil Outras coberturas Marítimo e Transportes

Prémios brutos adquiridos

Custos com sinistros brutos

Custos e gastos de exploração brutos

Saldo de Resseguro

342.296.824,36

350.490.666,19

245.917.531,64

106.095.320,20

24.585.376,82

96.428.920,02

98.597.723,43

89.135.349,50

26.293.041,23

1.095.865,73

70.542.967,89

71.679.322,87

69.558.386,52

20.135.800,85

267.637,46

7.606.681,23

8.276.947,82

1.779.700,66

2.650.110,71

444.786,18

18.279.270,90

18.641.452,74

17.797.262,32

3.507.129,67

383.442,09

54.958.873,39

55.448.298,54

32.254.634,99

16.787.552,99

8.595.476,85 12.289.710,61

173.208.519,79

178.529.282,16

118.294.619,52

57.507.171,56

106.320.050,49

109.586.077,61

73.540.967,21

35.299.449,42

7.543.755,09

66.888.469,30

68.943.204,55

44.753.652,31

22.207.722,14

4.745.955,52

323.065,35

393.493,30

288.922,68

122.945,39

-23.854,58

-785,75

298,60

Aéreo Mercadorias transportadas

4.285.824,71

4.408.542,69

1.786.323,45

1.109.229,36

1.074.666,01

Responsabilidade Civil Geral

12.103.133,73

12.076.540,71

4.116.881,03

3.988.595,92

1.342.428,31

488.663,39

482.269,33

82.396,28

140.630,87

47.860,82

163.223,07

Crédito e Caução Proteção jurídica Assistência Diversos Resseguro Aceite Total

499.823,98

554.516,03

-40.810,06

145.854,28

3.272.040,27

3.038.066,37

1.505.370,42

526.685,32

345.568.864,63

353.528.732,56

247.422.902,06

106.622.005,52

24.585.376,82

Unidade: Euros


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ANEXO NÃO VIDA

Notas explicativas integrantes das Demonstrações Financeiras EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011

NOTA 1 - INFORMAÇÕES GERAIS A Aliança UAP - Companhia de Seguros, SA (“Companhia”) resultou da fusão das seguradoras Aliança Seguradora, SA, Companhia de Seguros Garantia, SA e UAP Portugal - Companhia de Seguros, SA cuja escritura pública de fusão foi outorgada em 8 de Junho de 1995, tendo todas as operações destas sociedades passado a estar contabilisticamente registadas nas contas da Companhia a partir de 1 de Janeiro de 1995 e para a qual se transferiram globalmente os patrimónios das sociedades acima referidas, com referência a esta última data. A Companhia, em Dezembro de 1997, alterou a sua designação para AXA Portugal - Companhia de Seguros, S.A., dedicando-se ao exercício da actividade de seguro e resseguro para todos os ramos técnicos, excluindo o ramo “Vida”. Em 2000 a AXA Portugal – Companhia de Seguros S.A aumentou o seu capital social por entrada em espécie incorporação dos activos e passivos da Royal Exchange – Agência em Portugal com efeitos retroactivos a 1 de Janeiro de 2000. Na mesma escritura pública foi realizada a redenominação do capital social para EURO. Em 31 de Dezembro de 2011 o capital social encontravase totalmente realizado, totalizando 36.670.805 euros. A AXA Portugal – Companhia de Seguros, S.A. é uma sociedade anónima de direito Português com sede na Rua Gonçalo Sampaio, n.º 39, Porto e opera em todo o território nacional, explorando todos os seguros dos ramos não Vida.

As demonstrações financeiras agora apresentadas, foram aprovadas pelo Conselho de Administração em 28 de Fevereiro de 2012.

Actividade em 2011 O ano 2011 foi um ano de retracção da actividade seguradora. A produção de seguro directo sofreu uma quebra de 4,7 mil milhões de euros (-28,6%), motivada pelo segmento Vida cujo decréscimo foi bastante acentuado. Por este facto, a penetração da actividade na economia decaiu quase 3 pontos para 6,5%. O prémio per capita situou-se em 1.096 euros (contra 1.536 euros em 2010). No que respeita aos ramos Não Vida, a evolução foi marginalmente negativa (-0,9%) ascendendo a produção de seguro directo a 4,1 mil milhões de euros. Entre ramos, as evoluções foram distintas: • O ramo Automóvel manteve-se praticamente inalterado (-0,8%), registando 1.659 milhões de euros, face a uma redução ligeira do prémio médio conjugada com a evolução inexpressiva do parque automóvel, o qual foi negativamente afectado pela queda acentuada da venda de veículos novos; • O ramo Acidentes de Trabalho sofreu um decréscimo de 3,7% para um montante de 622 milhões de euros. Trata-se de um ramo sensível às condições macroeconómicas e cuja evolução está altamente correlacionada com a deterioração das condições do mercado de trabalho e de falências de empresas. Adicionalmente houve pressões no sentido da baixa tarifária;


SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

• O ramo Doença, por seu turno, continuou com evoluções positivas (+1,5%) embora pouco expressivas, manifestando a actual conjuntura; • O ramo Incêndio e Outros Danos permaneceu estável (+0,4%), com destaque para os Riscos Múltiplos (+2,4%), em particular os Riscos de Habitação (+3,3%); • Os ramos Marítimo, Transportes e Mercadorias Transportadas evoluíram positivamente em, respectivamente, 10,1% e 0,7%. Por fim, o ramo Diversos também cresceu 6,8%, onde se destacaram os seguros de Protecção Jurídica e Assistência; Relativamente à concorrência, mantiveram-se os cinco primeiros Grupos do ranking de prémios de Não Vida os quais detiveram, em 2011, cerca de 56% deste mercado (CGD, AXA, Tranquilidade, Banif e Allianz). A quota de Vida ascendeu a 75,6% (CGD, Santander, AGEAS, BPI, e Credito Agricola).

NOTA 2 - BASES DE APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS ADOPTADAS • Bases de apresentação As demonstrações financeiras apresentadas reportamse ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2011 e foram preparadas de acordo com o Plano de Contas para as Empresas de Seguros, emitido pelo ISP e aprovado pela Norma Regulamentar n.º 4/2007-R, de 27 de Abril, e subsequentemente alterado pelas Normas n.º 20/2007-R de 31 de Dezembro e n.º 22/2010-R de 16 de Dezembro, e ainda de acordo com as normas relativas à contabilização das operações das empresas de seguros estabelecidas pelo ISP. Este Plano de Contas, actualmente em vigor, introduziu os International Financial Accounting Standards (IFRS) em vigor tal como adoptados na União Europeia, excepto a IFRS 4 - Contratos de Seguro, relativamente à qual apenas são adoptados os princípios de classificação do tipo de contratos celebrados pelas empresas

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de seguros. As IFRS incluem as normas contabilísticas emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as interpretações emitidas pelo Internacional Financial Reporting Interpretation Committee (IFRIC), e pelos respectivos órgãos antecessores. Tal como descrito abaixo, sob o título Normas contabilísticas e interpretações recentemente emitidas, a Companhia adoptou na preparação destas demonstrações financeiras, as normas contabilísticas emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as interpretações do Internacional Financial Reporting Interpretation Committee (IFRIC) de aplicação obrigatória desde 1 de Janeiro de 2011. Esta adopção teve impacto em termos de apresentação das demonstrações financeiras e das divulgações, não originando alterações de políticas contabilísticas, nem afectando a posição financeira da Companhia. As demonstrações financeiras estão expressas em euros e estão preparadas de acordo com o princípio do custo histórico, com excepção dos activos e passivos registados ao justo valor, nomeadamente, os activos financeiros. Os restantes activos e passivos são registados ao custo amortizado ou ao custo histórico. A preparação de demonstrações financeiras requer que a Companhia efectue julgamentos e estimativas e utilize pressupostos que afectam a aplicação das políticas contabilísticas e os montantes de rendimentos, gastos, activos e passivos. Alterações em tais pressupostos ou diferenças destes face à realidade poderão ter impactos sobre as actuais estimativas e julgamentos. As áreas que envolvem um maior nível de julgamento ou complexidade ou onde são utilizados pressupostos e estimativas significativos na preparação das demonstrações financeiras encontram-se analisadas na Nota 3.


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Normas contabilísticas e interpretações recentemente emitidas Em resultado do endosso por parte da União Europeia (EU), ocorreram as seguintes emissões, alterações e melhorias nas Normas e Interpretações com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2011: • IAS 32 (alteração), “Instrumentos financeiros: Apresentação – classificação de direitos emitidos”. Esta alteração refere-se à contabilização de direitos emitidos denominados em moeda diferente da moeda funcional do emitente. Se os direitos forem emitidos pro-rata aos accionistas por um montante fixo em qualquer moeda, considera-se que se trata de uma transacção com accionistas a classificar em Capitais próprios. Caso contrário, os direitos deverão ser registados como instrumentos derivados passivos. Esta alteração não tem impacto nas demonstrações financeiras da Companhia. • IFRS 1 (alteração), “Adopção pela primeira vez das IFRS”. Esta alteração permite às entidades que adoptem IFRS pela primeira vez, usufruírem do mesmo regime transitório da IFRS 7 – “Instrumentos financeiros – Divulgações”, o qual permite a isenção na divulgação dos comparativos para a classificação do justo valor pelos três níveis exigidos pela IFRS 7, desde que o período comparativo termine até de 31 de Dezembro de 2009. Esta alteração não tem impacto nas demonstrações financeiras da Companhia. • IAS 24 (alteração), “Partes relacionadas”. A alteração à norma elimina os requisitos gerais de divulgação de partes relacionadas para as entidades públicas sendo contudo obrigatória a divulgação da relação da Entidade com o Estado e quaisquer transacções significativas que tenham ocorrido com o Estado ou entidades relacionadas com o Estado. Adicionalmente, a definição de parte relacionada foi alterada para eliminar inconsistências na identificação e divulgação das partes relacionadas. Esta alteração não tem impacto nas demonstrações financeiras da Companhia.

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Relatório de Gestão e Contas de 2011

• IFRIC 14 (alteração), “IAS 19 - Limitação aos activos decorrentes de planos de benefícios definidos e a sua interacção com requisitos de contribuições mínimas”. Esta alteração clarifica que quando é apurado um saldo activo resultante de pagamentos antecipados voluntários por conta de contribuições mínimas futuras, o excesso positivo pode ser reconhecido como um activo. Esta alteração não tem impacto nas demonstrações financeiras da Companhia. • IFRIC 19 (alteração), “Regularização de passivos financeiros com instrumentos de capital”. Esta interpretação clarifica qual o tratamento contabilístico a adoptar quando uma entidade renegoceia os termos de uma dívida que resulta no pagamento do passivo através da emissão de instrumentos de capital próprio (acções) ao credor. Um ganho ou uma perda é reconhecido nos resultados do exercício, tomando por base o justo valor dos instrumentos de capital emitidos e comparando com o valor contabilístico da dívida. A mera reclassificação do valor da dívida para o capital não é permitida. Esta alteração não tem impacto nas Demonstrações financeiras da Companhia.

Melhoria anual das normas em 2010, a aplicar maioritariamente para os exercícios que se iniciem em ou após 1 de Janeiro de 2011: O processo de melhoria anual de 2010 afecta as normas: IFRS 1, IFRS 3, IFRS 7, IAS 1, IAS 27, IAS 34 e IFRIC 13. Estas melhorias foram adoptadas pela Companhia, quando aplicáveis. • IFRS 1, “Adopção pela primeira vez das IFRS” (efectiva para os exercícios que se iniciem em ou após 1 de Janeiro de 2011). Esta melhoria clarifica que: a) Uma entidade que adopte as IFRS pela primeira vez, e que altere as suas políticas contabilísticas ou a utilização das isenções previstas pela IFRS 1


SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

após a publicação de demonstrações financeiras intercalares deve justificar essas alterações e incluir os respectivos impactos na reconciliação dos saldos iniciais, nas primeiras demonstrações financeiras reportadas em IFRS; b) A isenção de utilizar o “custo considerado” resultante de uma revalorização efectuada no âmbito de eventos como uma privatização, ocorrido à data ou antes da data da transição para as IFRS é alargada às revalorizações que ocorrem durante o primeiro período das demonstrações financeiras reportado em IFRS; c) As Entidades sujeitas a regulação podem utilizar os valores contabilísticos dos activos tangíveis e activos intangíveis conforme registados no âmbito do normativo anterior, como “custo considerado”, item a item. Na data da transição, as Entidades que utilizam esta isenção são obrigadas a testar cada activo para imparidade conforme previsto na IAS 36 – “Imparidade de activos”. • IFRS 3, “Concentrações de actividades empresariais” (efectiva para os exercícios que se iniciem em ou após 1 de Julho de 2010). Esta melhoria clarifica que: a) Pagamentos contingentes resultantes de uma concentração de actividades empresariais ocorridas em data anterior à adopção da IFRS 3 Revista (2008), devem ser contabilizados de acordo com os requisitos da versão anterior da IFRS 3 (2004); b) A opção de mensurar os interesses não controlados ao justo valor ou na proporção da percentagem detida sobre o activo líquido da entidade adquirida aplica-se apenas a instrumentos que representem efectiva “propriedade” na entidade e que dão direito a uma proporção nos activos líquidos, em caso de liquidação. Todas as outras componentes dos interesses não controlados são mensuradas ao justo valor excepto se outra base de mensuração seja exigida pelas IFRS;

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Os requisitos da IFRS 3 aplicam-se a todas c) as transacções de pagamentos baseado em acções que são parte de uma concentração de actividades empresariais, incluindo os planos de pagamentos baseados em acções não alterados ou alterados voluntariamente. • IFRS 7, “Instrumentos financeiros: divulgações” (efectiva para os exercícios que se iniciem em ou após 1 de Julho de 2010). Esta melhoria refere a necessidade de conjugar as divulgações quantitativas e qualitativas, bem como a natureza e extensão dos riscos resultantes dos instrumentos financeiros registados nas demonstrações financeiras preparadas em IFRS. • IAS 1, “Apresentação das demonstrações financeiras” (efectiva para os exercícios que se iniciem em ou após 1 de Janeiro de 2011). O IASB clarifica que uma entidade pode apresentar a reconciliação das alterações de cada componente do capital próprio na demonstração das alterações ao capital próprio ou nas notas às demonstrações financeiras. • IAS 27, “Demonstrações financeiras separadas e consolidadas” (efectiva para os exercícios que se iniciem em ou após 1 de Julho de 2010). Esta melhoria clarifica que as alterações efectuadas à IAS 21, IAS 28 e IAS 31 resultantes da revisão efectuada à IAS 27, devem ser aplicadas prospectivamente. • IAS 34, “Relato financeiro intercalar” (efectiva para os exercícios que se iniciem em ou após 1 de Janeiro de 2011). Maior ênfase nos requisitos de divulgação da IAS 34 relativamente a eventos e transacções, incluindo alterações à mensuração ao justo valor, e à necessidade de actualizar informação relevante relativa ao último relatório anual. • IFRIC 13, “Programas de fidelização de clientes” (efectiva para os exercícios que se iniciem em ou após 1 de Janeiro de 2011). Esta melhoria clarifica que quando o justo valor dos “créditos de prémios”


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é mensurado com base no justo valor dos “prémios” pelos quais podem ser trocados, o justo valor dos “créditos de prémios” deve ter em consideração o impacto da estimativa dos créditos que irão expirar assim como o justo valor dos descontos ou incentivos que teriam de ser oferecidos aos clientes a quem não foram atribuídos “créditos de prémio” numa venda inicial.

Novas normas e alterações a normas existentes que, apesar de já estarem publicadas, apenas são de aplicação obrigatória para períodos anuais que se iniciem a partir de 1 de Julho de 2011 ou em data posterior: • IFRS 1 (alteração), “Adopção pela primeira vez das IFRS” (a aplicar nos exercícios que se iniciem em ou após 1 de Julho de 2011). Esta alteração está ainda sujeita ao processo de adopção pela União Europeia. Esta alteração visa incluir uma isenção específica para as entidades que operavam anteriormente em economias hiperinflacionárias, e adoptam pela primeira vez as IFRS. A isenção permite a uma Entidade optar por mensurar determinados activos e passivos ao justo valor e utilizar o justo valor como “custo considerado” na demonstração da posição financeira de abertura para as IFRS. Outra alteração introduzida refere-se à substituição das referências a datas específicas por “data da transição para as IFRS” nas excepções à aplicação retrospectiva da IFRS. Esta alteração não tem impacto nas demonstrações financeiras da Companhia. • IRFS 7 (alteração), “Instrumentos financeiros: Divulgações – Transferência de activos financeiros” (a aplicar nos exercícios que se iniciem em ou após 1 de Julho de 2011). Esta alteração está ainda sujeita ao processo de adopção pela União Europeia. Esta alteração à IFRS 7 refere-se às exigências de divulgação a efectuar relativamente a activos financeiros transferidos para terceiros mas não desreconhecidos do balanço por a entidade manter

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obrigações associadas ou envolvimento continuado. Esta alteração não tem impacto nas demonstrações financeiras da Companhia. • IAS 12 (alteração), “Impostos sobre o rendimento” (a aplicar nos exercícios que se iniciem em ou após 1 de Janeiro de 2012). Esta alteração está ainda sujeita ao processo de adopção pela União Europeia. Esta alteração requer que uma Entidade mensure os impostos diferidos relacionados com activos dependendo se a Entidade estima recuperar o valor líquido do activo através do uso ou da venda, excepto para as propriedades de investimento mensuradas de acordo com o modelo do justo valor. Esta alteração incorpora na IAS 12 os princípios incluídos na SIC 21. Esta alteração não tem impacto nas demonstrações financeiras da Companhia. • IAS 1 (alteração), “Apresentação de demonstrações financeiras” (a aplicar nos exercícios que se iniciem em ou após 1 de Janeiro de 2012). Esta alteração está ainda sujeita ao processo de adopção pela União Europeia. Esta alteração requer que as Entidades apresentem de forma separada os itens contabilizados como Outros rendimentos integrais, consoante estes possam ser reciclados ou não no futuro por resultados do exercício e o respectivo impacto fiscal, se os itens forem apresentados antes de impostos. • IFRS 9 (novo), “Instrumentos financeiros – classificação e mensuração” (a aplicar nos exercícios que se iniciem em ou após 1 de Janeiro de 2013). Esta norma está ainda sujeita ao processo de adopção pela União Europeia. A IFRS 9 refere-se à primeira parte da nova norma sobre instrumentos financeiros e prevê duas categorias de mensuração: o custo amortizado e o justo valor. Todos os instrumentos de capital são mensurados ao justo valor. Um instrumento financeiro é mensurado ao custo amortizado apenas quando a Entidade o detém para receber os cash-flows contratuais e os cash-flows representam o nominal e juros. Caso contrário os instrumentos financeiros, são valorizados ao justo valor por via de resultados.


SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

• IFRS 10 (novo), “Demonstrações financeiras consolidadas” (a aplicar nos exercícios que se iniciem em ou após 1 de Janeiro de 2013). Esta norma está ainda sujeita ao processo de adopção pela União Europeia. A IFRS 10 substitui todos os princípios associados ao controlo e consolidação incluídos na IAS 27 e SIC 12, alterando a definição de controlo e os critérios aplicados para determinar o controlo. O princípio base de que o consolidado apresenta a empresa mãe e as subsidiárias como uma entidade única mantém-se inalterado. • IFRS 11 (novo), “Acordos conjuntos” (a aplicar nos exercícios que se iniciem em ou após 1 de Janeiro de 2013). Esta norma está ainda sujeita ao processo de adopção pela União Europeia. A IFRS 11 centra-se nos direitos e obrigações dos acordos conjuntos em vez da forma legal. Acordos conjuntos podem ser Operações conjuntas (direitos sobre activos e obrigações) ou Empreendimentos conjuntos (direitos sobre o activo líquido por aplicação do método da equivalência patrimonial). A consolidação proporcional deixa de ser permitida. • IFRS 12 (novo), “Divulgação de interesses em outras entidades” (a aplicar nos exercícios que se iniciem em ou após 1 de Janeiro de 2013). Esta norma está ainda sujeita ao processo de adopção pela União Europeia. Esta norma estabelece os requisitos de divulgação para todos os tipos de interesses em outras entidades, incluindo empreendimentos conjuntos, associadas e entidades de fim específico, de forma a avaliar a natureza, o risco e os impactos financeiros associados ao interesse da Entidade. Uma Entidade pode efectuar algumas ou todas as divulgações sem que tenha de aplicar a IFRS 12 na sua totalidade ou as IFRS 10 e 11 e as IAS 27 e 28. • IFRS 13 (novo), “Justo valor: mensuração e divulgação” (a aplicar nos exercícios que se iniciem em ou após 1 de Janeiro de 2013). Esta norma está ainda sujeita ao processo de adopção pela União Europeia. A IFRS 13 tem como objectivo aumentar a consistência, ao estabelecer uma definição precisa

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de justo valor e constituir a única fonte dos requisitos de mensuração e divulgação do justo valor a aplicar de forma transversal por todas as IFRS. • IAS 27 (revisão 2011), “Demonstrações financeiras separadas” (a aplicar nos exercícios que se iniciem em ou após 1 de Janeiro de 2013). Esta norma está ainda sujeita ao processo de adopção pela União Europeia. A IAS 27 foi revista após a emissão da IFRS 10 e contém os requisitos de contabilização e divulgação para investimentos em subsidiárias, e empreendimentos conjuntos e associadas quando uma Entidade prepara demonstrações financeiras separadas. • IAS 28 (revisão 2011), “Investimentos em associadas e empreendimentos conjuntos” (a aplicar nos exercícios que se iniciem em ou após 1 de Janeiro de 2013). Esta norma está ainda sujeita ao processo de adopção pela União Europeia. A IAS 28 foi revista após a emissão da IFRS 11 e prescreve o tratamento contabilístico dos investimentos em associadas e estabelece os requerimentos para a aplicação do método da equivalência patrimonial. • IAS 19 (revisão 2011), “Benefícios aos empregados” (a aplicar nos exercícios que se iniciem em ou após 1 de Janeiro de 2013). Esta norma está ainda sujeita ao processo de adopção pela União Europeia. Esta revisão introduz diferenças significativas no reconhecimento e mensuração dos gastos com benefícios definidos e benefícios de cessação de emprego, bem como nas divulgações a efectuar para todos os benefícios concedidos aos empregados. Os desvios actuariais passam a ser reconhecidos de imediato e apenas nos “Outros rendimentos integrais” (não é permitido o método do corredor). O custo financeiro dos planos com fundo constituído é calculado na base líquida da responsabilidade não fundeada. Os Benefícios de cessação de emprego apenas qualificam como tal se não existir qualquer obrigação do empregado prestar serviço futuro.


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• Principais políticas contabilísticas adoptadas As principais políticas contabilísticas utilizadas na preparação das demonstrações financeiras são as descritas abaixo e foram aplicadas de forma consistente para os períodos apresentados nas demonstrações financeiras: a) Caixa e equivalentes de caixa Para efeitos da demonstração dos fluxos de caixa, a rubrica de caixa e seus equivalentes engloba os valores registados no balanço com maturidade inferior a três meses a contar da data de balanço, prontamente convertíveis em dinheiro e com risco reduzido de alteração de valor, onde se incluem a caixa e as disponibilidades em instituições de crédito. b) Investimentos em Filiais, empreendimentos conjuntos

associadas

e

São classificadas como filiais as empresas sobre as quais a Companhia exerce controlo. O controlo normalmente é presumido quando a Companhia detém o poder de exercer a maioria dos direitos de voto. Poderá ainda existir controlo quando a Companhia detém o poder, directa ou indirectamente, de gerir a política financeira e operacional de determinada empresa de forma a obter benefícios das suas actividades, mesmo que a percentagem que detém sobre os seus capitais próprios seja inferior a 50%. São classificadas como associadas as empresas sobre as quais a Companhia exerce influência significativa. Influência significativa é presumida, quando a Companhia detém poder de participar nas decisões relativas às políticas financeiras e operacionais da empresa, não tendo o controlo dessas políticas. São classificados como empreendimentos conjuntos (entidades conjuntamente controladas), todas as empresas sobre as quais a Companhia detém a capacidade para controlar conjuntamente com outros

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Relatório de Gestão e Contas de 2011

empreendedores (accionistas) a política operacional e financeira do empreendimento. Nesta categoria, incluem-se as participações da Companhia em Agrupamentos Complementares de Empresas (ACE) e Agrupamentos Europeus de Interesse Económico (AEIE). As participações em filiais, associadas e empreendimentos conjuntos são registadas ao custo de aquisição, uma vez que não estão cotadas, sendo sujeitas a testes de imparidade. c) Activos financeiros (i) Classificação A Companhia classifica os seus activos financeiros no momento da sua aquisição considerando a intenção que lhes está subjacente, de acordo com as seguintes categorias: • Activos financeiros detidos para negociação Aqueles adquiridos com o objectivo principal de gerarem valias no curto prazo, incluindo os produtos derivados que não sejam designados instrumentos de cobertura ou de gestão eficaz da carteira. • Activos financeiros ao justo valor através de ganhos e perdas Esta categoria inclui os activos financeiros com derivados embutidos, designados no momento do seu reconhecimento inicial ao justo valor com as variações subsequentes reconhecidas em resultados. • Activos financeiros disponíveis para venda Os activos disponíveis para venda são activos financeiros não derivados que (i) a Companhia tem intenção de manter por tempo indeterminado, (ii) são designados como disponíveis para venda no momento do seu reconhecimento inicial ou (iii) que não se enquadrem nas categorias anteriormente referidas.


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SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

• Investimentos a deter até à maturidade São os activos financeiros sobre os quais exista a intenção e a capacidade de detenção até à maturidade, apresentando uma maturidade e fluxos de caixa fixos ou determináveis. Em caso de venda antecipada, a classe considera-se contaminada e todos os activos da classe têm de ser reclassificados para a classe, disponíveis para venda. • Empréstimos concedidos e contas a receber Inclui activos financeiros, excepto derivados, com pagamentos fixos ou determináveis que não sejam cotados num mercado activo e cuja finalidade não é a negociação. (ii) Reconhecimento, desreconhecimento

mensuração

inicial

e

Aquisições e alienações: Os activos financeiros são inicialmente reconhecidos ao seu justo valor adicionado dos custos de transacção, excepto nos casos de activos financeiros detidos para negociação ou ao justo valor através de resultados, caso em que estes custos de transacção são directamente registados em resultados. Os activos financeiros são desreconhecidos quando (i) expiram os direitos contratuais da Companhia ao recebimento dos seus fluxos de caixa, (ii) a Seguradora tenha transferido substancialmente todos os riscos e benefícios associados à sua detenção ou (iii) não obstante retenha parte, mas não substancialmente todos os riscos e benefícios associados à sua detenção, a Companhia tenha transferido o controlo sobre os activos. (iii) Mensuração subsequente Após o seu reconhecimento inicial, os activos financeiros detidos para negociação e os activos financeiros ao justo valor com reconhecimento em ganhos e perdas são valorizados ao justo valor, sendo as suas variações reconhecidas em ganhos e perdas.

Os investimentos disponíveis para venda são igualmente registados ao justo valor sendo, no entanto, as respectivas variações reconhecidas em reservas, até que os investimentos sejam desreconhecidos, ou seja, o momento em que o valor acumulado dos ganhos e perdas potenciais registados em reservas é transferido para resultados. Ainda relativamente aos activos financeiros disponíveis para venda, o ajustamento ao valor de balanço compreende a separação entre (i) as amortizações segundo a taxa efectiva, (ii) as variações cambiais (no caso de denominação em moeda estrangeira de activos monetários) – ambas por contrapartida de resultados e (iii) as variações no justo valor (excepto risco cambial) – conforme descrito acima. Os investimentos a deter até à maturidade são mensurados em balanço ao custo amortizado, de acordo com o método da taxa efectiva, com as amortizações (juros, valores incrementais e prémios e descontos) a serem registados na conta de ganhos e perdas. O justo valor dos activos financeiros cotados é o seu preço de compra corrente (“bid-price”). Na ausência de cotação, a Companhia estima o justo valor utilizando (i) metodologias de avaliação, tais como, a utilização de preços de transacções recentes, semelhantes e realizadas em condições de mercado, técnicas de fluxos de caixa descontados e modelos de avaliação de opções parametrizados de modo a reflectir as particularidades e circunstâncias do instrumento, e (ii) pressupostos de avaliação baseados em informações de mercado. Os instrumentos financeiros para os quais não é possível mensurar com fiabilidade o justo valor são registados ao custo de aquisição. (iv) Transferências entre categorias de activos financeiros Em Outubro de 2008 o IASB emitiu a revisão da


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norma IAS 39 - Reclassificação de instrumentos financeiros (Amendements to IAS 39 Financial Instruments: Recognition and Measurement and IFRS 7: Financial Instruments Disclosures). Esta alteração veio permitir que uma entidade transfira de activos financeiros detidos para negociação para as carteiras de activos financeiros disponíveis para venda, empréstimos concedidos e contas a receber ou para activos financeiros detidos até à maturidade, desde que esses activos financeiros obedeçam às características de cada categoria. As transferências de activos financeiros disponíveis para venda para as categorias de empréstimos concedidos e contas a receber e activos financeiros detidos até à maturidade, são também permitidas. (v) Imparidade Imparidade de títulos:

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Relatório de Gestão e Contas de 2011

ou grupo de activos financeiros, se encontra em imparidade sempre que, após o seu reconhecimento inicial, exista evidência objectiva de: (i) para os títulos de rendimento variável cotados: 1) O seu justo valor esteja abaixo do custo de aquisição durante 6 meses consecutivos (desvalorização de carácter duradouro); ou 2) Uma desvalorização significativa de 20% ou mais face ao valor de aquisição à data de fecho das contas. 3) Deve ser reconhecida imparidade para todos os títulos que tenham sido objecto de imparidade anteriormente, sempre que se verifique uma quebra relativamente ao seu valor de custo, desde a última data de imparidade.

A Companhia avalia regularmente, por carteira de títulos, se existe evidência objectiva de que um activo financeiro, ou grupo de activos financeiros apresentam sinais de imparidade. Para os activos financeiros que apresentam sinais de imparidade, é determinado o respectivo valor recuperável, sendo as perdas por imparidade registadas por contrapartida da conta de ganhos e perdas.

4) Adicionalmente, é elaborada uma lista de análise qualitativa baseada em outros indicadores de imparidade, com o objectivo de identificar declínios de valor que não sejam capturados pela aplicação dos limites de imparidade referidos em 1) e 2).

Um activo financeiro, ou grupo de activos financeiros, encontra-se em imparidade sempre que exista evidência objectiva de imparidade resultante de um ou mais eventos que ocorreram após o seu reconhecimento inicial, tais como: (i) para os instrumentos de capital cotados, uma desvalorização continuada ou de valor significativo na sua cotação e (ii) para títulos de dívida, quando esse evento (ou eventos) tenha um impacto no valor estimado dos fluxos de caixa futuros do activo financeiro, ou grupo de activos financeiros, que possa ser estimado com razoabilidade.

1) Existência de um evento (ou eventos) que tenha impacto no valor estimado dos fluxos de caixa futuros do activo financeiro, ou grupo de activos financeiros, que possa ser estimado com razoabilidade.

A Companhia considera que um activo financeiro,

(ii) para os títulos de rendimento fixo e para títulos não cotados:

Quando existe evidência de imparidade nos activos financeiros disponíveis para venda, a perda potencial acumulada em reservas, correspondente à diferença entre o custo de aquisição e o justo valor actual, deduzida de qualquer perda de imparidade no activo anteriormente reconhecida em resultados, é transferida para resultados. Se num período subsequente o montante da perda de imparidade diminui, a perda de imparidade anteriormente


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SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

reconhecida é revertida por contrapartida de resultados do exercício até à reposição do custo de aquisição se o aumento for objectivamente relacionado com um evento ocorrido após o reconhecimento da perda de imparidade, excepto no que se refere a acções ou outros instrumentos de capital, para os quais não é possível reconhecer qualquer reversão de imparidade. As valorizações subsequentes de acções e outros instrumentos de capital são reconhecidas em reservas. No que se refere aos investimentos detidos até à maturidade, as perdas por imparidade correspondem à diferença entre o valor contabilístico do activo e o valor actual dos fluxos de caixa futuros estimados (considerando o período de recuperação) descontados à taxa de juro efectiva original do activo financeiro. Estes activos são apresentados no activo, líquidos de imparidade. Caso estejamos perante um activo com taxa de juro variável, a taxa de juro a utilizar para a determinação da respectiva perda de imparidade é a taxa de juro efectiva actual, determinada com base nas regras de cada contrato. Em relação aos investimentos detidos até à maturidade, se num período subsequente o montante de perda por imparidade diminui, e essa diminuição pode ser objectivamente relacionada com um evento que ocorreu após o reconhecimento da imparidade, esta é revertida por contrapartida de resultados do exercício.

dedução aos devedores por operações de seguro directo. Este ajustamento destina-se a reconhecer nos resultados da Companhia o impacto da potencial não cobrança dos recibos de prémios emitidos. Os ajustamentos de créditos de cobrança duvidosa destinam-se a reduzir o montante dos saldos a receber resultantes de operações de seguro directo, de resseguro ou outras, à excepção dos recibos por cobrar, ao seu valor provável de realização, sendo calculados em função da antiguidade dos referidos saldos, tendo por base uma análise económica. A Companhia realiza iniciativas para a regularização dos montantes em dívida, quer através da área de assistência jurídica, quer recorrendo posteriormente à via judicial. d) Outros embutidos

activos

financeiros

derivados

Os instrumentos financeiros com derivados embutidos são reconhecidos inicialmente ao justo valor. Subsequentemente, o justo valor dos instrumentos financeiros derivados é reavaliado numa base regular, sendo os ganhos ou perdas resultantes dessa reavaliação registados directamente em resultados do período, nos casos em que o derivado não está intimamente relacionado com o activo base, e na reserva de reavaliação nos restantes casos.

Os ajustamentos de recibos por cobrar têm por objectivo reduzir o montante dos prémios em cobrança ao seu valor estimado de realização. O cálculo destes ajustamentos é efectuado com base nos valores dos prémios por cobrar, aplicando os critérios definidos pelo ISP, em particular, o estabelecido na circular n.º 9/2008, de 27 de Novembro (análise de base económica).

O justo valor é baseado em preços de cotação em mercado, quando disponíveis, e na ausência de cotação (inexistência de mercado activo) é determinado com base na utilização de preços de transacções recentes, semelhantes e realizadas em condições de mercado ou com base em metodologias de avaliação disponibilizadas por entidades especializadas, baseadas em técnicas de fluxos de caixa futuros descontados considerando as condições de mercado, o efeito do tempo, a curva de rentabilidade e factores de volatilidade.

Este ajustamento é apresentado no balanço como

Os derivados que estão embutidos em outros

Ajustamentos de recibos de prémios por cobrar e de créditos de cobrança duvidosa:


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instrumentos financeiros são tratados separadamente quando as suas características económicas e os seus riscos não estão relacionados com o instrumento principal e o instrumento principal não está contabilizado ao seu justo valor através de resultados. Estes derivados embutidos são registados ao justo valor com as variações reconhecidas em resultados. e) Reconhecimento de juros e dividendos Os resultados referentes a juros de instrumentos financeiros são reconhecidos nas rubricas de juros e proveitos similares utilizando o método da taxa efectiva. A taxa de juro efectiva é a taxa que desconta os pagamentos ou recebimentos futuros estimados durante a vida esperada do instrumento financeiro ou, quando apropriado, um período mais curto, para o valor líquido actual de balanço do activo ou passivo financeiro. Para o cálculo da taxa de juro efectiva são estimados os fluxos de caixa futuros considerando todos os termos contratuais do instrumento financeiro, não considerando, no entanto, eventuais perdas de crédito futuras. O cálculo inclui as comissões que sejam parte integrante da taxa de juro efectiva, custos de transacção e todos os prémios e descontos directamente relacionados com a transacção. No caso de activos financeiros ou grupos de activos financeiros semelhantes para os quais foram reconhecidas perdas por imparidade, os juros registados em resultados são determinados com base na taxa de juro utilizada na mensuração da perda por imparidade. No que se refere aos instrumentos financeiros derivados, a componente de juro inerente à variação de justo valor não é separada e é classificada na rubrica de resultados de activos e passivos ao justo valor através de resultados. Relativamente aos rendimentos de instrumentos

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

de capital (dividendos), são reconhecidos quando estabelecido o direito ao seu reconhecimento. f) Terrenos e edifícios de uso próprio e de rendimento A Companhia classifica como imóveis de uso próprio, os imóveis cujo principal fim seja o seu uso continuado, aplicando-se os critérios de mensuração que constam da IAS 16. Como imóveis de rendimento, são classificados pela Companhia os imóveis cuja recuperabilidade seja por via da obtenção de rendas ao invés do seu uso continuado, utilizando os critérios de mensuração da IAS 40. Tanto os terrenos e edifícios de uso próprio e como as propriedades de investimento são reconhecidas inicialmente ao custo de aquisição, incluindo os custos de transacção directamente relacionados, e subsequentemente o modelo de valorização é o modelo alternativo do custo, deduzido de depreciações e sujeito a testes de imparidade, previsto nas IAS 16 e 40. As depreciações são calculadas com base no método das quotas constantes, tendo em conta o número de anos de vida útil de cada imóvel. A vida útil dos imóveis foi estimada, imóvel a imóvel, por perito independente. Estas vidas úteis variam entre 20 e 50 anos, conforme o imóvel em causa. Dispêndios subsequentes relacionados, são capitalizados quando for provável que a Companhia venha a obter benefícios económicos futuros em excesso do nível de desempenho inicialmente estimado. Imparidade de terrenos e edifícios: De acordo com o estabelecido na IAS 36, o cálculo da imparidade deste tipo de activos, é baseado num


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SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

valor recuperável o qual é medido pelo valor mais alto entre o valor de venda e seu valor de uso. De acordo com o Guidance da Axa, o valor de venda deste tipo de activos é obtido por uma avaliação independente, geralmente construído por dois métodos: a) Cash flows descontados (o qual representa também o valor de uso); b) Valores comparáveis de mercado; Os quais não apresentam geralmente, uma diferença significativa entre o valor final de mercado e o valor obtido pelo método dos cash flows descontados. Assim, a cada data de reporte, o valor de custo, líquido de depreciações acumuladas, deve de ser comparado com o valor da avaliação efectuada, determinado por um avaliador independente, baseado no método dos cash flows descontados futuros. Se, para cada imóvel, o valor de avaliação representar menos de 85% do que o valor de custo líquido de depreciações e de valores já existentes de imparidade, há uma indicação de que um valor de imparidade deve de ser registado, sendo registado um valor de imparidade pela diferença entre o valor de custo líquido de depreciações e de imparidades anteriores e o valor obtido pela avaliação independente. Como já referido, todos os anos, estes testes são efectuados para verificar se existe lugar a constituição de imparidade, mas também, se existe lugar à reversão da imparidade. Esta reversão verifica-se quando, após as depreciações do ano (já actualizadas face ao calculo de imparidade), a menos valia potencial já seja inferior a 15%.

g) Outros activos fixos tangíveis

Taxas Anuais de depreciação Equipamento administrativo

10% a 12.5%

Máquinas, aparelhos e ferramentas

12,5% a 20%

Equipamento informático Instalações Interiores Material de transporte Outras equipamento

20% a 33,33% 5% a 10% 25% 10% a 12,5%

No reconhecimento inicial dos valores dos outros activos tangíveis, a Companhia capitaliza o valor de aquisição adicionado de quaisquer encargos necessários para o funcionamento de um dado activo, de acordo com o disposto na IAS 16. Ao nível da mensuração subsequente, a Companhia opta pelo estabelecimento de uma vida útil que seja capaz de espelhar o tempo estimado de obtenção de benefícios económicos, depreciando o bem por esse período. A vida útil de cada bem é revista a cada data de relato financeiro. Os custos subsequentes com os activos tangíveis são capitalizados no activo apenas se for provável que deles resultarão benefícios económicos futuros para a Companhia. Todas as despesas com manutenção e reparação são reconhecidas como gasto, de acordo com o princípio da especialização dos exercícios. Quando existe indicação de que um activo possa estar em imparidade o seu valor recuperável é estimado, devendo ser reconhecida uma perda de imparidade sempre que o valor líquido de um activo exceda o seu valor recuperável, conforme estabelecido na IAS 36. As perdas por imparidade são reconhecidas em resultados. O valor recuperável é determinado como o mais elevado entre o seu preço de venda líquido e o seu valor de uso, sendo este calculado com base no valor


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AXA

actual dos fluxos de caixa estimados futuros que se esperam vir a obter do uso continuado do activo e da sua alienação no fim da sua vida útil. h) Outros activos intangíveis Os custos incorridos com a aquisição de aplicações informáticas são capitalizados como activos intangíveis, assim como as despesas adicionais necessárias à sua implementação. Os custos directamente relacionados com o desenvolvimento de aplicações informáticas, sobre os quais seja expectável que estes venham a gerar benefícios económicos futuros para além de um exercício, são reconhecidos e registados como activos intangíveis. Os activos intangíveis estão contabilizados ao respectivo custo histórico de aquisição sujeito a amortização e testes de imparidade, conforme estabelecido na IAS 38. As suas amortizações são calculadas através da aplicação do método das quotas constantes, com base nas seguintes taxas anuais, as quais reflectem, de forma razoável, a vida útil estimada dos intangíveis:

Software

Activos intangíveis gerados internamente

Vida útil

N

3 anos

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

O valor recuperável é determinado como o mais elevado entre o preço de venda líquido e o valor de uso, sendo este calculado com base no valor actual dos fluxos de caixa estimados futuros que se esperam vir a obter do uso continuado do activo e da sua alienação no fim da vida útil. i) Contratos de seguro A Companhia apenas comercializa contratos que incluem risco de seguro. Um contrato em que a Companhia aceita um risco de seguro significativo de outra parte, aceitando compensar o beneficiário no caso de um acontecimento futuro incerto específico que possa afectar adversamente o segurado é classificado como um contrato de seguro. Os contratos de Seguro Directo e de Resseguro Aceite são reconhecidos e mensurados como segue: (i) Prémios Os prémios brutos emitidos de Seguro Directo e Resseguro Aceite são registados como rendimentos no exercício a que respeitam, independentemente do momento do seu pagamento ou recebimento.

Taxa anual

Os prémios de resseguro cedido são registados como gastos no exercício a que respeitam da mesma forma que os prémios brutos emitidos.

33,33%

(ii) Custos de aquisição

Unidade: Euros

Os custos com a manutenção de programas informáticos são reconhecidos como custos quando incorridos. Quando existe indicação de que um activo possa estar em imparidade o seu valor recuperável é estimado, devendo ser reconhecida uma perda de imparidade sempre que o valor líquido de um activo exceda o seu valor recuperável, conforme estabelecido na IAS 36. As perdas por imparidade são reconhecidas em resultados.

Os custos de aquisição correspondem à remuneração contratualmente atribuída aos mediadores pela angariação de contratos de seguro e aos custos indirectos imputados a esta função. As comissões contratadas são registadas como gastos no momento da emissão dos respectivos prémios ou renovação das respectivas apólices. (iii) Provisão para prémios não adquiridos A provisão para prémios não adquiridos é baseada na avaliação dos prémios emitidos antes do final do


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SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

exercício, mas com vigência após essa data. A sua determinação é efectuada mediante a aplicação do método “pro-rata temporis”, por cada contrato em vigor. Este método é aplicado sobre os prémios brutos emitidos, deduzidos dos respectivos custos de aquisição.

aplicadas ao resultado técnico. Esta provisão é também constituída para o risco de fenómenos sísmicos, sendo neste caso calculada através da aplicação de um factor de risco, definido pelo Instituto de Seguros de Portugal para cada zona sísmica, ao capital retido pela Companhia.

(iv) Provisão para sinistros

(vii) Provisão para riscos em curso

A provisão para sinistros corresponde ao valor previsível dos encargos com sinistros ainda não regularizados ou já regularizados mas ainda não liquidados no final do exercício. Esta provisão foi determinada como segue:

A provisão para risco em curso corresponde ao montante estimado para fazer face a prováveis indemnizações e encargos a suportar após o termo do exercício e que excedam o valor dos prémios não adquiridos, dos prémios exigíveis relativos aos contratos em vigor e dos prémios que se renovam em Janeiro do ano seguinte.

• a partir da análise dos sinistros pendentes no final do exercício e da consequente estimativa da responsabilidade existente nessa data; e • pela provisão, fundamentada em bases estatísticas, para fazer face às responsabilidades que possam ocorrer consequentemente dos sinistros ocorridos e ainda não declarados na data de fecho do exercício (IBNR). A reserva matemática do ramo acidentes de trabalho é calculada sinistro a sinistro, mediante tabelas e fórmulas actuariais estabelecidas pelo ISP, Ministério do Trabalho e legislação laboral em vigor. (v) Provisão para participação nos resultados Destina-se a fazer face à restituição, por ausência de sinistralidade, dos prémios cobrados, relativos a agravamentos, do ramo automóvel - modalidade Protec - sub 25.

De acordo com o estipulado pelo Instituto de Seguros de Portugal, a provisão para riscos em curso é constituída/reforçada sempre que a soma dos rácios de sinistralidade, de despesa e de cedência, deduzida do rácio de rentabilidade dos investimentos, seja superior a 1. O montante desta provisão é igual ao produto da soma dos prémios brutos emitidos imputáveis a exercícios seguintes e dos prémios exigíveis ainda não emitidos relativos a contratos em vigor pela soma dos rácios deduzida de 1. (viii) Provisões técnicas de resseguro cedido As provisões técnicas de resseguro cedido são determinadas através da aplicação dos critérios acima descritos para o seguro directo, tendo em atenção as percentagens de cessão, bem como outras cláusulas existentes nos tratados em vigor.

(vi) Provisão para desvios de sinistralidade

(ix) Outros devedores/credores por operações de seguros e outras operações

A provisão para desvios de sinistralidade é constituída quando o resultado técnico dos ramos de seguros de caução e risco atómico é positivo. Esta provisão é calculada com base em taxas específicas estabelecidas pelo Instituto de Seguros de Portugal

Os devedores/credores por operações de seguros e outras operações encontram-se valorizados ao custo histórico líquido dos ajustamentos efectuados em conformidade com o normativo específico do ISP sobre recibos por cobrar e créditos de cobrança duvidosa –


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créditos já vencidos e em mora relevados em contas de terceiros e sem garantia real adequada. j) Passivos financeiros Um instrumento é classificado como passivo financeiro quando existe uma obrigação contratual da sua liquidação ser efectuada mediante a entrega de dinheiro ou de outro activo financeiro, independentemente da sua forma legal. l) Benefícios concedidos aos empregados i) Plano de benefícios pós-emprego (benefício pósemprego) Em conformidade com o contrato colectivo de trabalho (CCT) vigente para o sector segurador cujo texto foi publicado no Boletim do Trabalho e Emprego (BTE) nº32, de 29 de Agosto de 2008, com alterações posteriores publicadas no BTE nº 29, de 8 de Agosto de 2009, a Companhia assumiu o compromisso de conceder aos seus empregados admitidos no sector até 22 de Junho de 1995, prestações pecuniárias para complemento das reformas atribuídas pela Segurança Social. Estas prestações consistem numa percentagem, crescente com o número de anos de serviço do trabalhador, aplicada à tabela salarial em vigor à data da reforma. As contribuições para o Fundo são determinadas de acordo com o respectivo plano técnico - actuarial e financeiro, a qual é revisto anualmente, de acordo com a técnica actuarial, e ajustado em função da actualização das pensões, da evolução do grupo de participantes e das responsabilidades a garantir, e, ainda, com a política prosseguida pela Companhia de cobertura total das responsabilidades actuarialmente determinadas, de acordo com o estabelecido na Norma n.º 5/2007 de 27 de Abril. Ainda de acordo com a IAS 19, a Companhia reconhece em Capitais Próprios, os ganhos e perdas actuariais resultantes das responsabilidades calculadas.

AXA

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Relatório de Gestão e Contas de 2011

Contudo, no dia 23 de Dezembro de 2011, foi assinado um novo contrato colectivo de trabalho (novo CCT) entre a Associação Portuguesa de Seguradores (APS) e dois sindicatos representativos da classe profissional (STAS e SISEP). Este novo CCT foi posteriormente publicado no Boletim do Trabalho e Emprego n.º 2, de 15 de Janeiro de 2012. O novo CCT veio, entre outros aspectos, alterar o plano de benefícios de reforma do anterior CCT, passando o mesmo para um plano de contribuição definida. De acordo com o n.º 1 da cláusula 48º do novo CCT, “todos os trabalhadores no activo em efectividade de funções, com contratos de trabalho por tempo indeterminado, beneficiarão de um plano individual de reforma, em caso de reforma por velhice ou por invalidez concedida pela Segurança Social, o qual substitui o sistema de pensões de reforma previsto no anterior contrato colectivo de trabalho”. Ainda de acordo com o novo CCT no n.º 2 da clausula 48º “o valor integralmente financiado das responsabilidades pelos serviços passados, calculado a 31 de Dezembro de 2011, relativo às pensões de reforma por velhice devidas aos trabalhadores no activo, admitidos até 22 de Junho de 1995, que estavam abrangidos pelo disposto na cláusula 51.ª, n.º 4, do CCT, cujo texto consolidado foi publicado no Boletim do Trabalho e Emprego, n.º 32, de 29 de Agosto de 2008, será convertido em contas individuais desses trabalhadores, nos termos e de acordo com os critérios que estiverem previstos no respectivo fundo de pensões ou seguro de vida, integrando o respectivo plano individual de reforma”. Face ao exposto, o plano de benefícios definidos será liquidado e o saldo das responsabilidades integralmente financiadas a 31 de Dezembro de 2011 será transferido para um plano individual de reforma, em 2012. As responsabilidades da Companhia com pensões de reforma são calculadas anualmente, na data de fecho de contas, com base no Método da Unidade de Crédito Projectada. A taxa de desconto utilizada neste cálculo é determinada com base nas taxas


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SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

de mercado associadas a obrigações de empresas de rating elevado, denominadas na moeda em que os benefícios serão pagos e com maturidade semelhante à data do termo das obrigações do fundo de pensões. Os ganhos e perdas actuariais determinados anualmente, até 31 de Dezembro de 2011, resultantes (i) das diferenças entre os pressupostos actuariais e financeiros utilizados e os valores efectivamente verificados e (ii) das alterações de pressupostos actuariais, são reconhecidos em rubrica específica do capital próprio, em conformidade com o método do ”SORIE“. Tendo em conta o disposto na cláusula 49ª do novo CCT, a Companhia efectuará anualmente contribuições para o Plano Individual de Reforma (PIR) de valor correspondente às percentagens indicadas na tabela seguinte, aplicadas sobre o ordenado base anual do trabalhador:

Ano civil

Contribuição para o PIR (%)

2012

1

2013

2,25

2014

2,5

2015

2,75

2016 2017 e seguintes

3 3,25

obrigação de a Companhia atribuir aos colaboradores, mediante o cumprimento de determinados requisitos definidos na mesma cláusula, prémios de permanência pecuniários (colaboradores com idade inferior a 50 anos) ou a concessão de dias de licença com retribuição (colaboradores com idade superior ou igual a 50 anos). Quando o trabalhador completar um ou mais múltiplos de cinco anos de permanência na Companhia terá direito a um prémio pecuniário de valor equivalente a 50% do seu ordenado efectivo mensal. Após o trabalhador completar 50 anos de idade e logo que verificados os períodos mínimos de permanência na empresa a seguir indicados, o prémio pecuniário é substituído pela concessão de dias de licença com retribuição em cada ano, de acordo com o esquema seguinte: a) Três dias, quando perfizer 50 anos de idade e 15 anos de permanência na Companhia; b) Quatro dias, quando perfizer 52 anos de idade e 18 anos de permanência na Companhia; c) Cinco dias, quando perfizer 54 anos de idade e 20 anos de permanência na Companhia. Em 31 de Dezembro de 2011 a Companhia calculou o valor actual do prémio de permanência a liquidar no futuro, com base no Método da Unidade de Crédito Projectado, não tendo contudo registado a respectiva responsabilidade, a qual é imaterial no contexto das suas contas. Durante 2012, o cálculo será reavaliado e o respectivo valor das responsabilidades será registado nas contas da Companhia. iii) Seguro de saúde (benefício de curto prazo) A Companhia concede um benefício de assistência médica anual aos colaboradores no activo.

ii) Prémio de permanência (Outros benefícios de longo prazo)

iv) Bónus de desempenho (benefício de curto prazo)

Ao abrigo do novo CCT, a cláusula 41ª contempla a

As remunerações variáveis dos colaboradores são


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contabilizadas nos resultados do exercício a que respeitam. Os bónus são calculados de acordo com os resultados da empresa e dos departamentos organizacionais que a constituem. v) Estimativa para férias e subsídio de férias (benefício de curto prazo) Os encargos com férias e subsídio de férias dos empregados são registados quando se vence o direito aos mesmos e correspondem a 2 meses de remunerações e respectivos encargos, baseados nos valores do respectivo exercício. A respectiva estimativa encontrase registada na rubrica “Acréscimos e diferimentos” do passivo. m) Impostos sobre o rendimento Os impostos sobre lucros compreendem os impostos correntes e os impostos diferidos. Os impostos sobre lucros são reconhecidos em resultados, excepto quando estão relacionados com itens que são reconhecidos directamente nos capitais próprios, caso em que são também registados por contrapartida dos capitais próprios. Os impostos diferidos reconhecidos nos capitais próprios decorrentes da reavaliação de investimentos disponíveis para venda são posteriormente reconhecidos em resultados no momento em que forem reconhecidos em resultados os ganhos e perdas que lhes deram origem. Os impostos correntes são os que se esperam que sejam pagos com base no resultado tributável apurado de acordo com as regras fiscais em vigor e utilizando a taxa de imposto aprovada ou substancialmente aprovada em cada jurisdição. Os impostos diferidos são calculados sobre a diferença existente entre os valores contabilísticos dos activos e passivos e a sua base fiscal, utilizando as taxas de imposto aprovadas ou substancialmente aprovadas à data de balanço em cada jurisdição e que se espera virem a ser aplicadas quando estas diferenças se reverterem.

AXA

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Relatório de Gestão e Contas de 2011

Os impostos diferidos passivos são reconhecidos para todos os ajustamentos fiscais tributáveis. Os impostos diferidos activos são reconhecidos para todos os ajustamentos fiscais dedutíveis, apenas na medida em que seja expectável que existam lucros tributáveis no futuro capazes de absorver os referidos ajustamentos. n) Provisões, passivos e activos contingentes São reconhecidas provisões quando (i) a Companhia tem uma obrigação presente, legal ou construtiva, resultante de eventos passados, (ii) seja provável que o seu pagamento venha a ser exigido e (iii) possa ser feita uma estimativa fiável do seu valor. O montante da provisão deve corresponder à melhor estimativa do valor a desembolsar para liquidar a responsabilidade à data de balanço. Caso não seja provável o futuro dispêndio de recursos, trata-se de um passivo contingente, não necessitando de se constituir a respectiva provisão, mas apenas ser objecto de divulgação, a menos que a possibilidade da sua concretização seja remota. Os activos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras, sendo divulgados quando for provável a existência de um influxo económico futuro de recursos. A esta data contingentes.

não

existem

activos

e

passivos

o) Capital social As acções são classificadas como capital próprio quando não há obrigação de transferir dinheiro ou outros activos. Os custos incrementais directamente atribuíveis à emissão de instrumentos de capital são apresentados no capital próprio como dedução dos proventos, líquidos de imposto.


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SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

p) Resultados por acção

r) Activos não correntes detidos para venda

Os resultados por acção básicos são calculados dividindo o resultado líquido da Companhia pelo número médio ponderado de acções ordinárias emitidas.

Activos não correntes são classificados como detidos para venda quando o seu valor de balanço for recuperado principalmente através de uma transacção de venda (incluindo os adquiridos exclusivamente com o objectivo da sua venda) e a venda for altamente provável.

q) Locações A Companhia classifica as operações de locação como locações financeiras ou locações operacionais, em função da sua substância e não da sua forma legal cumprindo os critérios definidos na IAS 17 – Locações. São classificadas como locações financeiras as operações em que os riscos e benefícios inerentes à propriedade de um activo são transferidos para o locatário. Todas as restantes operações de locação são classificadas como locações operacionais.

Imediatamente antes da classificação inicial do activo como detido para venda, a mensuração dos activos não correntes é efectuada de acordo com as IFRS aplicáveis. Subsequentemente, estes activos para alienação são mensurados ao menor valor entre o valor de reconhecimento inicial e o justo valor deduzido dos custos de venda.

Locações operacionais: Os pagamentos efectuados à luz dos contratos de locação operacional são registados em gastos nos períodos a que dizem respeito.

Um segmento de negócio é um conjunto de activos e operações que estão sujeitos a riscos e proveitos específicos diferentes de outros segmentos de negócio. Um segmento geográfico é um conjunto de activos e operações localizados num ambiente económico específico, que está sujeito a riscos e proveitos que são diferentes de outros segmentos que operam em outros ambientes económicos.

Locações financeiras: Os contratos de locação financeira são registados na data do seu início, no activo e no passivo, pelo custo de aquisição do locado, que é equivalente ao valor actual das rendas de locação vincendas. As rendas são constituídas (i) pelo encargo financeiro que é debitado em resultados e (ii) pela amortização financeira do capital que é deduzida ao passivo. Os encargos financeiros são reconhecidos como gastos ao longo do período da locação, a fim de produzirem uma taxa de juro periódica constante sobre o saldo remanescente do passivo em cada período. A Companhia apenas tem registado contratos de locação operacional, relacionados com aluguer de automóveis. Ver adicionalmente a Nota 38.

s) Reporte por segmentos

A Companhia determina e apresenta segmentos operacionais baseados na informação de gestão produzida internamente. t) Transacções em moeda estrangeira As conversões para euros das transacções em moeda estrangeira são efectuadas ao câmbio em vigor na data em que ocorrem. As diferenças de câmbio entre as taxas em vigor na data da contratação e as vigentes na data de balanço, relativamente aos activos/passivos monetários, são contabilizadas na conta de ganhos e perdas do exercício.


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Os activos e passivos não monetários registados ao custo histórico, expressos em moeda estrangeira, são convertidos à taxa de câmbio à data da transacção. Activos e passivos não monetários expressos em moeda estrangeira registados ao justo valor são convertidos à taxa de câmbio em vigor na data em que o justo valor foi determinado. As diferenças cambiais resultantes são reconhecidas em resultados, excepto no que diz respeito às diferenças relacionadas com acções classificadas como activos financeiros disponíveis para venda, as quais são registadas em reservas.

NOTA 3 - PRINCIPAIS ESTIMATIVAS CONTABILÍSTICAS E JULGAMENTOS RELEVANTES UTILIZADOS NA ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS As IAS/IFRS estabelecem uma série de tratamentos contabilísticos que requerem julgamentos para determinar as estimativas necessárias por forma a decidir qual o tratamento contabilístico mais adequado. As principais estimativas contabilísticas e julgamentos utilizados na aplicação dos princípios contabilísticos pela Companhia são divulgadas abaixo, no sentido de melhorar o entendimento de como a sua aplicação afecta os resultados reportados da Companhia. Uma descrição alargada das principais políticas contabilísticas utilizadas pela Companhia é apresentada na Nota 2. A Companhia entende que os julgamentos e as estimativas aplicadas são apropriados pelo que as demonstrações financeiras apresentam de forma verdadeira e apropriada a posição financeira da Companhia e das suas operações em todos os aspectos materialmente relevantes. Os considerandos efectuados em seguida são apresentados apenas para assistir o leitor no entendimento das demonstrações financeiras e não têm intenção de sugerir que outras alternativas ou estimativas são mais apropriadas.

AXA

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Relatório de Gestão e Contas de 2011

a) Provisões técnicas relativas a contratos de seguro As responsabilidades presentes decorrentes de obrigações emanadas de contratos de seguro são registadas na rubrica provisões técnicas. Os pressupostos utilizados foram baseados na experiência passada da Companhia e do mercado. As provisões técnicas decorrentes de contratos de seguro incluem (1) provisão para sinistros (reportados e não reportados, incluindo as despesas de regulariza��ão respectivas), (2) provisão para prémios não adquiridos, (3) provisão para riscos em curso e (4) provisão para desvios de sinistralidade. Quando existem sinistros, qualquer montante pago ou que se estima vir a ser pago pela Companhia é reconhecido como perda nos resultados. A Companhia estabelece provisões para pagamento de sinistros decorrentes dos contratos de seguro. Na determinação das provisões técnicas decorrentes de contratos de seguro a Companhia avalia periodicamente as suas responsabilidades utilizando metodologias actuariais e tomando em consideração as coberturas de resseguro respectivas. As provisões são revistas periodicamente pelo actuário responsável. Qualquer eventual alteração de critérios (nomeadamente alterações nos processos de gestão de sinistros, inflação e alterações legais) é devidamente avaliada para quantificação dos seus impactos financeiros. Adicionalmente, poderá existir uma diferença temporal significativa entre o momento da ocorrência do evento seguro (sinistro) e o momento em que este evento é reportado à Companhia. As provisões são revistas regularmente através de um processo contínuo à medida que informação adicional é recebida e as responsabilidades vão sendo liquidadas. Ver adicionalmente a Nota 26.


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SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

b) Justo valor dos instrumentos financeiros

e) Impostos sobre os rendimentos

O justo valor é baseado em cotações de mercado, quando disponíveis, e na ausência de cotação é determinado com base na utilização de preços de transacções recentes, semelhantes e realizadas em condições de mercado ou com base em metodologias de avaliação, baseadas em técnicas de fluxos de caixa futuros descontados considerando as condições de mercado, o valor temporal, a curva de rentabilidade e factores de volatilidade. Estas metodologias podem requerer a utilização de pressupostos ou julgamentos na estimativa do justo valor.

A determinação dos impostos sobre os lucros requer determinadas estimativas.

c) Imparidade dos activos financeiros disponíveis para venda (acções e unidades de participação) A Companhia determina que existe imparidade nas acções e unidades de participação disponíveis para venda quando existe uma desvalorização prolongada (6 meses) ou de valor significativo no seu justo valor (20%). Essas avaliações são obtidas através de preços de mercado ou de modelos de avaliação os quais requerem a utilização de determinados pressupostos ou julgamento no estabelecimento de estimativas de justo valor. Ver adicionalmente as Notas 2.c), (v) e 14. d) Responsabilidades por pensões de reforma A determinação das responsabilidades por pensões de reforma requer a utilização de pressupostos e estimativas, incluindo a utilização de projecções actuariais, rentabilidade estimada dos investimentos e outros factores que podem ter impacto nos gastos e nas responsabilidades do plano de pensões. Ver adicionalmente a Nota 31.

De acordo com a legislação fiscal em vigor, as Autoridades Fiscais têm a possibilidade de rever o cálculo da matéria colectável determinada pela Companhia durante um período de quatro anos. Desta forma, poderão ocorrer correcções à matéria colectável, resultantes de diferenças na interpretação da legislação fiscal. Contudo, é convicção do Conselho Executivo da Companhia, de que não haverá correcções significativas aos impostos sobre lucros registados nas demonstrações financeiras. Ver adicionalmente a Nota 28.


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AXA

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Relatório de Gestão e Contas de 2011

NOTA 4 - REPORTE POR SEGMENTOS A Companhia considera como segmento principal o segmento de negócio. Relativamente a este segmento, efectuar-se-á o relato da informação por ramo, dividindo entre Acidentes de trabalho, Acidentes pessoais, Saúde, Incêndio e outros danos, Automóvel, Transportes, Responsabilidade civil (Resp. civil) e Diversos. No que concerne ao segmento geográfico, a totalidade dos contratos são celebrados em Portugal, pelo que existe apenas um segmento. Reporte por segmentos de negócio – resultado técnico, em 31 de Dezembro de 2011:

AXA Não Vida

Acidentes de Trabalho

Acidentes Pessoais

Saúde

Incêndio e Outros Danos

Automóvel

Transportes

Prémios Adquiridos, seguro directo

71.679

8.277

18.641

55.448

178.529

4.802

12.077

1.037

350.491

Custos com sinistros, seguro directo

-69.558

-1.519

-17.797

-31.068

-111.797

-2.012

-3.888

-8.279

-245.918

-1.622

0

-527

1.109

4.778

30

0

292

4.060

Outros Custos Técnicos Margem Técnica, seguro directo

Respons. Civil

Diversos

Total 2011

499

6.758

318

25.489

71.511

2.819

8.188

-6.950

108.634

Resultado Resseguro aceite

14

13

0

729

6

203

29

11

1.006

Resultado Resseguro Cedido

-268

-445

-383

-8.595

-12.290

-1.051

-1.342

-211

-24.585

Margem Técnica Liquida

245

6.326

-65

17.623

59.227

1.972

6.875

-7.149

85.054

Custos exploração

-20.136

-2.650

-3.507

-16.788

-57.507

-1.232

-3.989

-286

-106.095

Resultado Exploração

-19.890

3.676

-3.572

836

1.720

739

2.886

-7.436

-21.041

9.891

198

235

2.563

10.222

177

1.615

173

25.074

Resultado de investimentos Outros Resultado Técnico

-150

-3

-20

1.082

-36

-1

-6

69

936

-10.149

3.872

-3.357

4.480

11.906

915

4.496

-7.193

4.969 Unidade: Euros


61

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida Reporte por segmentos de negócio – resultado técnico, em 31 de Dezembro de 2010: AXA Não Vida

Acidentes de Trabalho

Acidentes Pessoais

Saúde

Incêndio e Outros Danos

Automóvel

Transportes

Prémios Adquiridos, seguro directo

76.156

8.372

18.829

53.483

179.441

4.714

12.208

1.091

354.294

Custos com sinistros, seguro directo

-71.207

-3.054

-15.429

-49.029

-110.859

-2.323

-861

-1.982

-254.744

-234

0

1.484

-3.223

-7.012

252

238

-312

-8.807

4.715

5.318

4.884

1.230

61.571

2.643

11.584

-1.203

90.743

Resultado Resseguro aceite

-16

108

0

451

201

69

-46

21

787

Resultado Resseguro Cedido

-464

-123

-407

1.757

-13.277

-970

-1.445

971

-13.957

4.235

5.302

4.477

3.438

48.495

1.742

10.094

-210

77.572

Custos exploração

-20.007

-2.453

-2.937

-15.132

-51.495

-1.517

-3.756

-289

-97.586

Resultado Exploração

-15.772

2.849

1.540

-11.694

-3.000

225

6.338

-500

-20.014

7.419

215

180

2.085

8.406

105

1.227

171

19.808

Outros Custos Técnicos Margem Técnica, seguro directo

Margem Técnica Liquida

Resultado de investimentos Outros Resultado Técnico

Respons. Civil

Diversos

Total 2010

-186

-3

-125

1.942

-75

-1

-10

18

1.560

-8.539

3.061

1.595

-7.667

5.331

329

7.556

-311

1.354 Unidade: Euros

Reporte por segmentos de negócio – Activos e Passivos, em 31 de Dezembro de 2011: Activo

Caixa e equivalentes

Acidentes de Trabalho

Acidentes Pessoais

Saúde

Incêndio e Outros Danos

Automóvel

Transportes

Respons. Civil

Diversos

Não afectos

Total 2011

9.787

0

0

2

6

0

1

0

0

9.796

Terrenos e edifícios

0

498

592

6.437

25.678

443

4.057

435

0

38.141

Investimentos em filiais, associadas e empreendimentos conjuntos

0

0

0

0

0

0

0

0

3.980

3.980

Activos financeiros detidos para negociação

0

8

10

105

420

7

66

7

0

624

Activos financeiros classificados no reconhecimento inicial a justo valor através de ganhos e perdas

0

0

0

0

0

0

0

0

908

908

195.946

2.986

3.549

38.615

154.030

2.660

24.338

2.610

4.230

428.965

0

81

96

1.043

4.161

72

658

71

0

6.181

1.100

0

0

0

0

0

0

0

4.398

5.498

Activos financeiros disponíveis para venda Empréstimos e contas a receber Outros activos tangíveis Outros activos Total

0

553

657

7.145

28.500

492

4.503

483

159.971

202.303

206.833

4.126

4.902

53.347

212.795

3.675

33.624

3.606

173.488

696.396

Unidade: Euros


62

AXA

Para feito de representação das provisões técnicas, o valor dos imóveis a considerar é o justo valor, o qual Passivo e Capital Próprio Provisões Técnicas

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

é superior ao valor contabilístico em cerca de 5.393 milhares de euros.

Acidentes de Trabalho

Acidentes Pessoais

Saúde

Incêndio e Outros Danos

Automóvel

Transportes

Respons. Civil

Diversos

Não afectos

Total 2011

205.991

4.127

4.904

53.367

212.871

3.676

33.636

3.608

0

522.180

Outros Passivos Financeiros

0

0

0

0

0

0

0

0

16.563

16.563

Passivos por benefícios pós emprego

0

0

0

0

0

0

0

0

3.329

3.329

Outros credores

0

0

0

0

0

0

0

0

31.995

31.995

Passivos por impostos

0

0

0

0

0

0

0

0

15.761

15.761

Acréscimos e diferimentos

0

0

0

0

0

0

0

0

13.367

13.367

Outras Provisões

0

0

0

0

0

0

0

0

1.237

1.237

Capital Próprio

0

0

0

0

0

0

0

0

91.964

91.964

205.991

4.127

4.904

53.367

212.871

3.676

33.636

3.608

174.216

696.396

Total

Unidade: Milhares de Euros

Reporte por segmentos de negócio – Activo e Passivo, em 31 de Dezembro de 2010: Activo

Acidentes de Trabalho

Acidentes Pessoais

Saúde

Incêndio e Outros Danos

Automóvel

Transportes

27.463

161

363

1.031

3.460

91

235

21

0

32.825

Terrenos e edifícios

0

1.195

2.688

7.635

25.615

673

1.743

156

0

39.704

Investimentos em filiais, associadas e empreendimentos conjuntos

0

0

0

0

0

0

0

0

3.980

3.980

Activos financeiros detidos para negociação

0

33

74

209

703

18

48

4

0

1.089

Activos financeiros classificados no reconhecimento inicial a justo valor através de ganhos e perdas

0

0

0

0

0

0

0

0

652

652

181.881

8.455

19.015

54.014

181.222

4.761

12.329

1.102

2.975

465.753

2.625

0

0

0

0

0

0

0

0

2.625

Outros activos tangíveis

519

0

0

0

0

0

0

0

2.424

2.944

Outros activos

173

1.042

2.344

6.658

22.340

587

1.520

136

160.840

195.640

212.662

10.886

24.484

69.547

233.339

6.130

15.875

1.419

170.871

745.213

Caixa e equivalentes

Activos financeiros disponíveis para venda Empréstimos e contas a receber

Total

Respons. Civil

Diversos

Não afectos

Total 2011

Unidade: Milhares de Euros


63

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

Passivo e Capital Próprio Provisões Técnicas

Acidentes de Trabalho

Acidentes Pessoais

Saúde

Incêndio e Outros Danos

Automóvel

Transportes

Respons. Civil

Diversos

Não afectos

Total 2011

204.050

5.745

4.635

55.179

242.028

4.168

33.364

4.279

0

553.449

Outros Passivos Financeiros

0

0

0

0

0

0

0

0

14.034

14.034

Passivos por benefícios pós emprego

0

0

0

0

0

0

0

0

2.677

2.677

Outros credores

0

0

0

0

0

0

0

0

32.216

32.216

Passivos por impostos

0

0

0

0

0

0

0

0

23.720

23.720

Acréscimos e diferimentos

0

0

0

0

0

0

0

0

12.788

12.788

Outras Provisões

0

0

0

0

0

0

0

0

1.243

1.243

Capital Próprio

0

0

0

0

0

0

0

0

105.086

105.086

204.050

5.745

4.635

55.179

242.028

4.168

33.364

4.279

191.764

745.213

Total

Unidade: Milhares de Euros

NOTA 5 - PRÉMIOS ADQUIRIDOS LÍQUIDOS DE RESSEGURO Nos exercícios de 2011 e 2010, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição:

2011 Prémios brutos emitidos

2010

345.568.865

353.702.943

Prémios resseguro cedido

-32.005.489

-31.568.146

Prémios líquidos resseguro

313.563.376

322.134.796

7.959.868

4.652.827

-77.891

32.401

7.881.977

4.685.228

321.445.353

326.820.024

Variação prémios não adquiridos Variação prémios não adquiridos de resseguro cedido Variação liquida de prémios não adquiridos Total Unidade: Euros


64

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Nos exercícios de 2011 e 2010, os Prémios adquiridos líquidos de resseguro, apresentam a seguinte decomposição: 2010

2011 Seguro directo e resseguro aceite Prémios brutos emitidos:

Resseguro cedido

Líquido

Seguro directo e resseguro aceite

Resseguro cedido

Líquido

345.568.865

-32.005.489

313.563.376

353.702.943

-31.568.146

322.134.796

70.588.771

-609.602

69.979.169

72.737.315

-568.026

72.169.290

7.661.964

-464.013

7.197.951

8.225.246

-366.919

7.858.327

Saúde

18.279.271

-429.918

17.849.353

18.318.190

-422.815

17.895.375

Incêndio e outros danos

58.176.149

-11.829.555

46.346.594

56.538.046

-11.467.478

45.070.568

173.208.520

-14.636.040

158.572.480

179.554.445

-13.651.099

165.903.346

4.603.897

-2.235.455

2.368.443

4.831.236

-2.999.104

1.832.132

Acidentes de trabalho Acidentes pessoais

Automóvel Transportes

12.047.505

-1.310.027

10.737.478

12.437.873

-1.539.169

10.898.704

Diversos

Responsabilidade civil

1.002.788

-490.879

511.907

1.060.591

-553.536

507.054

Variação da provisão para prémios não adquiridos:

7.959.868

-77.891

7.881.977

4.652.827

32.401

4.685.228

Acidentes de trabalho

1.124.961

7.370

1.132.332

3.465.398

-617

3.464.782

Acidentes pessoais

656.341

15.533

671.874

190.738

-6.919

183.819

Saúde

362.182

30.282

392.464

510.334

-23.404

486.930 221.420

Incêndio e outros danos

280.346

43.630

323.975

208.310

13.109

5.320.762

-126.826

5.193.936

90.494

1.720

92.214

Transportes

193.571

-220

193.351

57.402

27.946

85.347

Responsabilidade civil

-26.593

-33.795

-60.388

72.944

8.025

80.969

Diversos

48.298

-13.865

34.433

57.206

12.541

69.747

353.528.733

-32.083.380

321.445.353

358.355.770

-31.535.746

326.820.024

71.713.732

-602.232

71.111.501

76.202.713

-568.642

75.634.071

8.318.305

-448.479

7.869.825

8.415.985

-373.839

8.042.146

18.641.453

-399.636

18.241.817

18.828.524

-446.219

18.382.305

58.456.495

-11.785.925

46.670.569

56.746.357

-11.454.369

45.291.988

178.529.282

-14.762.866

163.766.416

179.644.939

-13.649.379

165.995.560

Automóvel

Prémios adquiridos: Acidentes de trabalho Acidentes pessoais Saúde Incêndio e outros danos Automóvel Transportes Responsabilidade civil Diversos

4.797.468

-2.235.674

2.561.794

4.888.637

-2.971.158

1.917.479

12.020.912

-1.343.822

10.677.090

12.510.818

-1.531.145

10.979.673

1.051.086

-504.746

546.340

1.117.797

-540.995

576.801 Unidade: Euros


65

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

NOTA 6 - CUSTOS COM SINISTROS, LÍQUIDOS DE RESSEGURO Nos exercícios de 2011 e 2010, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição: 2011

Unidade: Euros

2010

Sinistros pagos Montantes brutos

260.828.477

278.714.473

-9.065.771

-13.088.990

-25.465.064

-33.618.767

3.546.008

-2.381.132

Total antes de custos imputados

229.843.650

229.625.584

Custos com sinistros (imputados)

12.059.489

12.727.181

241.903.139

242.352.765

Parte dos resseguradores Variação da provisão para sinistros Montantes brutos Parte dos resseguradores

Total

Nos exercícios de 2011 e 2010, os Custos com sinistros, líquidos de resseguro, apresentam a seguinte decomposição: Sinistros pagos 2011 Acidentes de trabalho Acidentes pessoais Saúde Incêndio e outros danos

Montantes brutos

Variação da provisão para sinistros

Parte dos resseguradores

Montantes brutos

Parte dos resseguradores

Custos com sinistros (imputados)

Total

65.872.898

-25.340

-114.602

-309.254

3.818.134

2.417.627

-250.000

-1.134.225

250.020

260.694

69.241.836 1.544.117

17.725.806

0

70.158

0

649

17.796.613

35.722.236

-6.867.996

-4.098.998

4.939.301

1.187.073

30.881.615

125.063.428

-1.072.134

-19.770.776

-1.314.695

6.497.910

109.403.733

Transportes

2.025.419

-602.643

-282.400

-162.067

62.000

1.040.310

Responsabilidade civil

3.363.036

-8.478

229.251

78.072

228.835

3.890.716

Diversos

8.638.027

-239.180

-363.472

64.631

4.194

8.104.199

260.828.477

-9.065.771

-25.465.064

3.546.008

12.059.489

241.903.139

Automóvel

Total

Unidade: Euros


66

AXA

Sinistros pagos 2010

Acidentes de trabalho

Montantes brutos

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Variação da provisão para sinistros

Parte dos resseguradores

Montantes brutos

Parte dos resseguradores

Custos com sinistros (imputados)

Total

72.664.168

0

-5.545.972

-104.605

4.150.568

71.164.158

2.897.774

-24.861

-226.350

-225.140

317.380

2.738.804

Saúde

16.906.885

0

-1.478.619

0

359

15.428.625

Incêndio e outros danos

49.778.554

-9.183.305

716.492

-2.933.560

1.154.388

39.532.569

129.181.929

-1.719.012

-25.118.355

1.483.288

6.797.794

110.625.644

Transportes

2.736.023

-1.933.051

-417.434

560.420

92.238

1.038.196

Responsabilidade civil

4.424.295

-180.091

-3.389.503

168.682

198.088

1.221.471

124.845

-48.670

1.840.974

-1.330.218

16.367

603.297

278.714.473

-13.088.990

-33.618.767

-2.381.132

12.727.181

242.352.765

Acidentes pessoais

Automóvel

Diversos Total

Unidade: Euros

Ver adicionalmente Nota 26, com o detalhe da respectiva provisão registadas em Balanço.

NOTA 7 - OUTRAS PROVISÕES TÉCNICAS, LÍQUIDAS DE RESSEGURO Nos exercícios de 2011 e 2010, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição: 2011

2010

Variação da provisão para desvios de sinistralidade

1.168.040

1.003.224

Variação da provisão para riscos em curso

-5.333.600

7.799.584

Total

-4.165.560

8.802.808 Unidade: Euros


67

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

Nos exercícios de 2011 e 2010, os Custos com outras provisões técnicas, líquidas de resseguro, apresentam a seguinte decomposição:

2011

2010

Variação da provisão Para desvio de sinistralidade

Variação da provisão

Para riscos em curso

Total

Para desvio de sinistralidade

Total

Para riscos em curso

Acidentes de trabalho

0

1.621.614

1.621.614

0

233.564

233.564

Acidentes pessoais

0

0

0

0

0

0

Saúde

0

526.764

526.764

0

-1.484.201

-1.484.201

1.157.962

-2.266.467

-1.108.505

993.388

2.229.913

3.223.300

Automóvel

0

-4.883.360

-4.883.360

0

7.007.853

7.007.853

Transportes

0

-29.829

-29.829

0

-252.094

-252.094

Responsabilidade civil

0

0

0

0

-237.774

-237.774

10.078

-302.322

-292.244

9.837

302.322

312.159

1.168.040

-5.333.600

-4.165.560

1.003.224

7.799.584

8.802.808

Incêndio e outros danos

Diversos Total

Ver adicionalmente a Nota 26, com o detalhe das respectivas provisões registadas em Balanço, e com explicações suplementares.

NOTA 8 - PARTICIPAÇÃO NOS RESULTADOS, LÍQUIDA DE RESSEGURO A rubrica de participação nos resultados, destina-se a fazer face à restituição, por ausência de sinistralidade, dos prémios cobrados, relativos a agravamentos, do ramo automóvel - modalidade Protec - sub 25. Ver adicionalmente a Nota 26, com o detalhe da provisão registada em Balanço.

Unidade: Euros


68

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

NOTA 9 – CUSTOS E GASTOS DE EXPLORAÇÃO LÍQUIDOS Nos exercícios de 2011 e 2010, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição: 2011

2010

Custos de aquisição

-66.345.901

-67.364.605

Custos de aquisição diferidos (variação)

-1.246.564

951.538

-39.029.540

-31.369.385

1.978.240

2.108.212

-104.643.766

-95.674.241

Gastos administrativos Comissões e participação nos resultados de resseguro Total

Unidade: Euros

Nos exercícios de 2011 e 2010, os custos de aquisição, custos de aquisição diferidos (variação), custos administrativos e comissões e participação nos resultados de resseguro, apresentam a seguinte decomposição: 2011 Custos e gastos de exploração líquidos

Custos de aquisição Custos imputados (ver Nota 17)

Acidentes de trabalho

Comissões de mediação

Custos de aquisição diferidos (variação)

Gastos adminitrativos Custos imputados (ver Nota 17)

Comissões de mediação

Comissões e participação nos resultados de ressuguro

-4.097.381

-9.249.323

-268.740

-5.662.813

-860.278

0

Acidentes pessoais

-484.087

-1.035.659

-106.893

-945.799

-80.887

3.713

Saúde

-918.322

-1.563.341

-34.400

-886.799

-104.267

16.194

-3.211.268

-7.991.859

-52.207

-5.444.638

-623.582

1.261.753

-14.481.215

-19.964.754

-692.701

-20.577.885

-1.790.617

86.326

-206.140

-578.952

-71.147

-316.971

-58.856

420.153

-1.020.122

-1.374.682

2.525

-1.471.030

-107.562

70.987

-50.530

-118.267

-23.001

-88.052

-9.504

119.114

-24.469.065

-41.876.837

-1.246.564

-35.393.987

-3.635.553

1.978.240

Incêndio e outros danos Automóvel Transportes Responsabilidade civil Diversos Total

Unidade: Euros


69

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

2010 Custos e gastos de exploração líquidos

Custos de aquisição Custos imputados (ver Nota 17)

Acidentes de trabalho

Comissões de mediação

Custos de aquisição diferidos (variação)

Gastos adminitrativos Custos imputados (ver Nota 17)

Comissões de mediação

Comissões e participação nos resultados de ressuguro

-5.169.793

-9.168.970

-518.622

-4.342.043

-808.864

0

Acidentes pessoais

-409.402

-1.132.950

-9.029

-820.736

-82.357

599

Saúde

-752.114

-1.491.685

-52.749

-551.040

-89.727

39.491

-2.901.598

-7.549.799

78.985

-4.278.475

-673.339

1.094.529

-14.380.944

-20.510.348

1.450.734

-16.467.795

-1.838.225

136.656

-647.083

-578.083

-12.025

-238.435

-59.082

628.510

-1.021.764

-1.418.493

-14.589

-919.662

-107.863

74.897

-81.078

-150.501

28.833

-74.485

-20.751

133.530

-25.363.776

-42.000.830

951.538

-27.692.671

-3.680.209

Incêndio e outros danos Automóvel Transportes Responsabilidade civil Diversos Total

2.108.212 Unidade: Euros

Os gastos administrativos de 2011 estão inflacionados no valor de 8,2 milhões de euros relativos a custos extraordinários relativos a custos com rescisões e pré-reformas.


70

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

NOTA 10 – RENDIMENTOS Nos exercícios de 2011 e 2010, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição: 2011 Afectos Rendimentos

2010

Não afectos

Total

Afectos

Não afectos

Total

21.108.525

296.282

21.404.806

22.556.353

303.748

22.860.101

17.857.128

238.299

18.095.427

19.417.403

133.754

19.551.156

17.856.101

34

17.856.135

19.417.398

103

19.417.501

17.856.101

34

17.856.135

19.417.398

103

19.417.501

1.027

238.265

239.292

5

133.651

133.656

3.251.397

57.983

3.309.379

3.138.950

169.994

3.308.944

de edifícios de rendimento (rendas)

1.615.147

0

1.615.146

1.765.007

0

1.765.007

de activos disponíveis para venda – Acções

1.636.250

57.983

1.694.233

1.373.943

169.994

1.543.937

De juros de activos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas de activos disponíveis para venda Obrigações e outros títulos de rendimento fixo de empréstimos concedidos e contas a receber Outros

Unidade: Euros

NOTA 11 – GASTOS FINANCEIROS Nos exercícios de 2011 e 2010, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição: 2011 Conta Técnica Não Vida

2010

Conta Não Técnica

Total

Conta Técnica Não Vida

Conta Não Técnica

Total

De juros de activos financeiros não valorizados ao justo valor por via de ganhos e perdas Alisamento dos títulos de rendimento fixo

-362.962

0

-362.962

245.293

0

245.293

3.376.499

20.864

3.397.362

3.382.350

551

3.382.901

3.013.537

20.864

3.034.400

3.627.643

551

3.628.194

Outros Imputação de gastos (ver nota 17)

Total

Unidade: Euros


71

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

NOTA 12 – GANHOS LÍQUIDOS DE ACTIVOS E PASSIVOS FINANCEIROS NÃO VALORIZADOS AO JUSTO VALOR ATRAVÉS DE GANHOS E PERDAS E GANHOS LÍQUIDOS DE ACTIVOS NÃO FINANCEIROS QUE NÃO ESTEJAM CLASSIFICADOS COMO ACTIVOS NÃO CORRENTES DETIDOS PARA VENDA E UNIDADES OPERACIONAIS DESCONTINUADAS Nos exercícios de 2011 e 2010, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição: 2011 Ganhos De activos disponíveis para venda Obrigações e outros títulos de rendimento fixo Acções e outros títulos de rendimento variável De Activos não financeiros Imóveis Total

(Perdas)

2010 Total

Ganhos

(Perdas)

Total

14.584.674

-7.388.757

7.195.916

12.981.508

-11.664.053

1.317.455

3.537.430

-6.648.081

-3.110.651

1.528.771

-6.143.501

-4.614.730

11.047.243

-740.677

10.306.567

11.452.737

-5.520.552

5.932.185

258.933

-146.531

112.402

1.354.744

-76.350

1.278.394

258.933

-146.531

112.402

1.354.744

-76.350

1.278.394

14.843.606

-7.535.289

7.308.318

14.336.252

-11.740.403

2.595.849 Unidade: Euros


72

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

NOTA 13 – GANHOS LÍQUIDOS DE ACTIVOS E PASSIVOS FINANCEIROS VALORIZADOS AO JUSTO VALOR ATRAVÉS DE GANHOS E PERDAS 2011 Ganhos Ganhos e perdas realizados Investimentos afectos às provisões técnicas dos ramos Não Vida: De activos detidos para negociação Ganhos e perdas não realizados Investimentos afectos às provisões técnicas dos ramos Não Vida: De activos detidos para negociação Investimentos não afectos: De activos e passivos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas Total Investimentos afectos às provisões técnicas dos ramos Não Vida: De activos detidos para negociação Investimentos não afectos: De activos e passivos financeiros classificados no reconhecimento inicial ao justo valor através de ganhos e perdas

2010

(Perdas)

Total

Ganhos

(Perdas)

Total

2.283.710

-1.373.118

910.592

1.149.926

-2.072.000

-922.074

2.283.710

-1.373.118

910.592

816.751

-2.072.000

-1.255.249

301.447

-945.388

-643.941

576.689

0

576.689

0

-945.388

-945.388

243.514

0

243.514

301.447

0

301.447

333.175

0

333.175

2.585.157

-2.318.506

266.651

1.393.441

-2.072.000

-678.559

2.283.710

-2.318.506

-34.795

1.060.265

-2.072.000

-1.011.734

301.447

0

301.447

333.175

0

333.175

Unidade: Euros


73

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

NOTA 14 – PERDAS DE IMPARIDADE (LÍQUIDAS REVERSÃO) As perdas de imparidade, líquidas de reversões, reconhecidas nos anos de 2011 e 2010, assim como os movimentos ocorridos, desagregam-se como se segue:

Imparidade acumulada a 31/12/2009

Movimento 2010 Reforço

Alienação

Imparidade acumulada a 31/12/2010

Movimento 2011 Reforço

Alienação

Imparidade acumulada a 31/12/2011

De activos disponíveis para venda

30.413.288

840.573

-7.404.508

23.849.354

294.277

-11.589.803

12.553.829

Obrigações e outros títulos de rendimento fixo

1.882.134

0

-1.882.134

0

0

0

0

Acções e outros títulos de rendimento variável

28.531.154

840.573

-5.522.374

23.849.354

294.277

-11.589.803

12.553.829

De Outros Terrenos e edifícios de rendimento (ver Nota 23)

1.264.063

0

0

1.264.063

88.687

-222.198

1.130.552

31.677.351

840.573

-7.404.508

25.113.417

382.964

-11.812.000

13.684.381

Total

Unidade: Euros


74

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

O quadro seguinte mostra os activos disponíveis para venda que apresentam imparidade:

Imparidade acumulada a 31/12/2009

Movimento 2010 Reforço

Alienação (*)

Imparidade acumulada a 31/12/2010

Movimento 2011 Alienação (*)

Reforço

Imparidade acumulada a 31/12/2011

Obrigações e outros títulos de rendimento fixo LEH 4 3/4 01/16/14

1.882.134

-1.882.134

0

0

162.328

Acções e outros títulos de rendimento fixo Alternative Property I V Fund LP (APIV)

162.328

162.328

AXA CAPITAL FUND L.P

316.050

316.050

316.050

AXA Expansion II, French FCPR

124.187

142.448

142.448

AXA EARLY SECONDARY FUND IV JERSEY

177.220

177.220

177.220

Axa Secondary Fund IV, Jersey L.P

54.680

54.680

18.261

0

2.995.449

-473.350

2.522.099

1.492.223

-235.052

1.257.171

COLUMBUS NORTH AMERICA

2.947.639

COLUMBUS US MARKET EQUITY

4.403.877

European Logistic I V SCA (ELIV SCA)Serie B

1.019.727

1.019.727

0

0

BANCA MONTE DEI PASCHI S-RTS MTAA PIRIT ALENT

-2.911.654

63.939

-63.939

0

0

0

6.171

6.171

37.361

37.361

37.361

EMP ARTISTICA

321.297

321.297

321.297

MOSTEIRO GRIJO

140.718

140.718

140.718

REAL COMP VELHA

226.217

226.217

226.217

ARGOGEST

SOC PORT EMPREEND GAIVINA EMP TURIS IMOB FUNFRAP AIR LIQUIDE

-19.548

1.019.727

6.171

AUDATEX PORTUGAL,SA

19.548

47.810

-54.680

17.133

17.133

17.133

153.402

153.402

153.402

87.481 613.807

87.481 -291.140

322.667

87.481 -161.363

161.304

Unidade: Euros (continuação da tabela na página seguinte)


75

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

Imparidade acumulada a 31/12/2009

Movimento 2010 Reforço

Alienação (*)

Imparidade acumulada a 31/12/2010

Movimento 2011 Reforço

Alienação (*)

Imparidade acumulada a 31/12/2011

Acções e outros títulos de rendimento fixo NEXANS SA XPAR EUR

0

ALPIQ HOLDING AG

512.918

BAYER AG

535.608

BANCO ESPIRITO SANTO-REG BIOMERIEUX BANCA MONTE DEI PASCHI SIENA CHRISTIAN DIOR

1.437.015

0 10.558

485.473

-535.608

0

171.720

542.257 1.297.059

-38.003

-90.376 184.891

996.457

102.612 -485.473

0 0

1.608.735

-1.608.735

0

451.881

-451.881

0

-1.595.120

0

744.826

-496.048

248.778 57.182

1.481.950 -251.631

102.612

113.170

DASSAULT SYSTEMES, S.A.

171.205

171.205

-114.023

ENERGIAS DE PORTUGAL SA

841.073

841.073

-841.073

0

GDF SUEZ

724.329

140.400

864.729

-864.729

0

0

172.505

172.505

-172.505

0

-649.626

208.421

-106.556

0

-104.341

0

-97.195

116.634

728.582

-539.691

188.891

1.899.804

-1.899.804

0

294.294

-161.110

133.184

413.509

-413.509

CRH PLC JERONIMO MARTINS

1.318.199

-460.152

BANCO SANTANDER SA

65.389

SEMAPA-SOCIEDADE DE INVESTIM

191.292

-86.951

COMPAGNIE DE SAINT-GOBAIN

146.473

-146.473

SGS SA-REG

213.829

SIEMENS AG SONAE SGPS SA

294.294 345.690

Total

91.999

728.582

TECHNIP SA

-690.838

67.819

4.750.000 30.413.288

858.047 14.557

104.341 0

0

213.829

2.590.642

TELEFONICA SA VOLTA FINANCE LTD

26.610

4.750.000 840.573

-7.404.508

23.849.354

0 4.750.000

294.277

-11.589.803

12.553.829

Unidade: Euros

(*) Libertação de imparidade por alienação de activos (impacto ao nível dos ganhos líquidos de activos disponíveis para venda).


76

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

NOTA 15 – OUTRAS PROVISÕES (VARIAÇÃO) A rubrica Outras provisões (variação) diz respeito à variação do ajustamento para recibos por cobrar e do ajustamento para créditos cobrança duvidosa. Ver adicionalmente Nota 27

NOTA 16 – OUTROS RENDIMENTOS/GASTOS Nos exercícios de 2011 e 2010, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição: 2011

2010

1.105.506

1.842.000

Conta Técnica Não Vida Compensação de sinistralidade do seguro de colheitas (IFAP) Diversos

-80.788

-282.031

1.024.718

1.559.969

652.345

688.087

Ofertas a clientes

-270.577

-213.464

Mecenato

-200.300

-203.180

Donativos

-120.737

-161.265

Diversos gastos (inferiores, individualmente, a €86 milhares)

-211.474

-157.602

Diversos rendimentos (inferiores, individualmente, a €34 milhares)

111.694

97.281

-39.048

49.856

985.670

1.609.825

sub-total Conta Não Técnica Rendimento relativo a prestação de funções de suporte à Seguro Directo, Axa ITMED, Axa Tech e Axa Reim

sub -total Total

Unidade: Euros

NOTA 17 – GASTOS POR NATUREZA A IMPUTAR A análise dos gastos utilizando uma classificação baseada na função, nomeadamente, aquisição de contratos de seguro, gastos administrativos, custos com sinistros e gastos com investimentos, é como segue:


77

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

2011 Conta Técnica

2010

Conta Não Técnica

Total

Conta Técnica

Conta Não Técnica

Total

Custos com sinistros (ver Nota 6)

12.059.489

0

12.059.489

12.727.181

0

12.727.181

Custos de aquisição (ver Nota 9)

24.469.065

0

24.469.065

25.363.776

0

25.363.776

Gastos administrativos (ver Nota 9)

35.393.987

0

35.393.987

27.692.671

0

27.692.671

Gastos de gestão e investimentos (ver nota 11)

3.376.499

20.864

3.397.362

3.382.350

551

3.382.901

75.299.041

20.864

75.319.904

69.165.978

551

69.166.529

Total

Unidade: Euros

O detalhe dos gastos por natureza a imputar é apresentado como segue: Gastos por natureza a imputar Gastos com pessoal Remunerações dos órgãos sociais

2011

2010

30.745.578

27.157.840

311.330

344.162

17.803.863

19.741.772

Encargos sobre remunerações

4.263.892

4.665.445

Benefícios pós emprego (ver Nota 31)

1.366.295

600.796

Remunerações do pessoal

Outros benefícios a longo prazo dos empregados (ver Nota 31)

716.263

49.076

Seguros obrigatórios

468.611

455.624

Gastos de acção pessoal

620.563

672.032

Outros gastos com pessoal (essencialmente, indemnizações)

5.194.762

628.935

36.261.008

34.162.798

Trabalhos Especializados*

22.478.434

21.153.882

Publicidade e Propaganda

3.038.198

3.390.641

Rendas e Alugueres

2.673.257

1.799.492

Comunicações

2.213.042

2.187.224

Conservação e Reparação

1.599.423

1.539.613

Deslocações e estadias

1.223.360

1.223.446

Outros (de valor individual inferior a €500 milhares)

3.035.295

2.868.500

Fornecimentos e serviços externos

Unidade: Euros (continuação da tabela na página seguinte)


78

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

(continuação da tabela da página anterior) Gastos por natureza a imputar

2011

2010

Impostos e taxas

2.792.847

2.613.329

Depreciações e amortizações do exercício

4.660.590

3.992.785

2.791.951

2.407.952

729.974

716.152

1.138.665

868.681

Activos intangíveis (ver Nota 25) Edifícios (ver Nota 23) Activos tangíveis (ver Nota 24) Outras provisões

-65.000

0

Juros suportados

424.141

470.999

Comissões

500.741

768.777

75.319.904

69.166.529

Total de gastos por natureza a imputar

Unidade: Euros

* O valor de 22.5 milhões de euros (2010: 21.2 milhões de euros) da rubrica de trabalhos especializados é maioritariamente constituído por custos imputados por ACE/AEIE e outras entidades do Grupo AXA, os quais a 31 de Dezembro de 2011 ascendem a cerca de 18.8 milhares de euros (2010: 18.6 milhares de euros). Ver Nota 35. A AXA apresenta a seguinte estrutura de gastos imputados em 31 de Dezembro de 2011:

Sinistros

Aquisição

Administrativa

Investimentos

Total

Gastos com pessoal

2.392.390

11.783.129

16.111.167

458.892

30.745.578

Fornecimentos e serviços externos

8.110.744

10.843.694

16.206.922

1.099.648

36.261.008

Impostos e taxas

981.680

12

1.639.919

171.235

2.792.846

Dep. e Amort. do exercício

574.675

1.842.230

1.500.979

742.706

4.660.590

Outras provisões

0

0

-65.000

0

-65.000

Juros suportados

0

0

0

424.141

424.141

Comissões Total

0

0

0

500.741

500.741

12.059.489

24.469.065

35.393.987

3.397.362

75.319.904 Unidade: Euros


79

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

A AXA apresenta a seguinte estrutura de gastos imputados em 31 de Dezembro de 2010: Sinistros

Aquisição

Administrativa

Investimentos

Total

Gastos com pessoal

2.616.695

13.196.385

11.015.857

328.903

27.157.840

Fornecimentos e serviços externos

8.634.053

10.669.630

13.810.234

1.048.881

34.162.798

Impostos e taxas

926.653

0

1.644.901

41.775

2.613.329

Dep. e Amort. do exercício

549.781

1.497.760

1.221.678

723.566

3.992.785

Outras provisões

0

0

0

0

0

Juros suportados

0

0

0

470.999

470.999

Comissões

0

0

0

768.777

768.777

12.727.181

25.363.776

27.692.671

3.382.901

69.166.529

Total

Unidade: Euros

Análise estrutura por Função / Natureza para o ano de 2011: Sinistros

Aquisição

Administrativa

Investimentos

Total

Gastos com pessoal

20%

48%

46%

14%

41%

Fornecimentos e serviços externos

67%

44%

46%

32%

48%

Impostos e taxas

8%

0%

5%

5%

4%

Dep. e Amort. do exercício

5%

8%

4%

22%

6%

Outras provisões

0%

0%

0%

0%

0%

Juros suportados

0%

0%

0%

12%

1%

Comissões Total

0%

0%

0%

15%

1%

100%

100%

100%

100%

100%


80

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Análise estrutura por Função / Natureza para o ano de 2010: Sinistros

Aquisição

Administrativa

Investimentos

Total

Gastos com pessoal

21%

52%

40%

10%

39%

Fornecimentos e serviços externos

68%

42%

50%

31%

49% 4%

Impostos e taxas

7%

0%

6%

1%

Dep. e Amort. do exercício

4%

6%

4%

21%

6%

Outras provisões

0%

0%

0%

0%

0%

Juros suportados

0%

0%

0%

14%

1%

Comissões

0%

0%

0%

23%

1%

100%

100%

100%

100%

100%

Total

Análise estrutura por Função / Natureza para o ano de 2011: Sinistros Gastos com pessoal

Aquisição

Administrativa

Investimentos

Total

8%

38%

52%

1%

100%

Fornecimentos e serviços externos

22%

30%

45%

3%

100%

Impostos e taxas

35%

0%

59%

6%

100%

Dep. e Amort. do exercício

12%

40%

32%

16%

100%

Outras provisões

0%

0%

100%

0%

100%

Juros suportados

0%

0%

0%

100%

100%

Comissões Total

0%

0%

0%

100%

100%

16%

32%

47%

5%

100%


81

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

Análise estrutura por Natureza / Função para o ano de 2010: Sinistros

Aquisição

Administrativa

Investimentos

Total

Gastos com pessoal

10%

49%

41%

1%

100%

Fornecimentos e serviços externos

25%

31%

40%

3%

100%

Impostos e taxas

35%

0%

63%

2%

100%

Dep. e Amort. do exercício

14%

38%

31%

18%

100%

Outras provisões

0%

0%

0%

0%

0%

Juros suportados

0%

0%

0%

100%

100%

Comissões

0%

0%

0%

100%

100%

18%

37%

40%

5%

100%

Total

Durante o exercício de 2011 a Companhia teve, em média, 553 trabalhadores ao seu serviço (2010: 595 trabalhadores), distribuídos pelas categorias profissionais constantes no quadro seguinte.

NOTA 18 – CAIXA E SEUS EQUIVALENTES E DEPÓSITOS À ORDEM Nos exercícios de 2011 e 2010, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição: 2011

Número médio de trabalhadores por categoria profissional

2011

Caixa

2010

Dirigentes executivos

4

5

Quadros superiores

85

92

Quadros médios

100

112

Profissionais altamente qualificados

152

168

Profissionais qualificados

207

209

Profissionais semi-qualificados

5

9

Total

553

595 Unidade: Euros

2010

9.133

19.295

Depósitos à ordem

9.787.027

32.805.704

Total

9.796.160

32.824.999 Unidade: Euros

Nota: O valor de caixa e seus equivalentes difere em cerca de 3.086 mil euros (2010: 3.269 mil euros) relativamente ao montante registado na Demonstração dos fluxos de caixa, devido ao valor de cheques pré-datados que se encontra registado na rubrica Outros devedores por operações de seguros e outras operações - Contas a receber por outras operações.


82

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

NOTA 19 – INVESTIMENTOS EM FILIAIS, ASSOCIADAS E EMPREENDIMENTOS CONJUNTOS Nas demonstrações financeiras individuais da Companhia estão registados os montantes de 2.976.066 euros, 998.845 euros, 50.000 euros e 4.988 euros, relativos às participações de 96.03%, 20%, 100% e 20% na Empresa Artística, Gaivina Empreendimentos Turísticos Imobiliários, AXA ITMED, Unipessoal Lda e Plataforma, respectivamente, encontrando-se as mesmas registadas ao custo de aquisição, sujeito a testes de imparidade, conforme referido na Nota 2 c) (v). A Companhia é membro dos seguintes empreendimentos conjuntos (i) AXA - Centro de serviços a clientes, ACE, (ii) Axa Technology Services Mediterranean Region AEIE -

Empresa

Empresa Artistica

Natureza da participação financeira

Sede

Fracção de Capital Detida

Valor Participação

Sucursal em Portugal, (iii) Axa Mediterranean Services AEIE, Sucursal em Portugal, (iv) CEPRES - Central de Prestadores de Serviços, ACE, (v) AXA Group Solutions, AEIE e (vi) Axa Mediterraneam Systems, AEIE. Os investimentos em filiais, associadas e empreendimentos conjuntos, encontram-se relevados no Anexo 1. Informação financeira resumida das filiais, associadas e empreendimentos conjuntos, incluindo as quantias agregadas de activos, passivos e resultados, em referência ao exercício de 2011, apresentam-se como segue:

Capitais Próprios

Activos

Passivos

Resultado líquido

Total dos proveitos

Ano

Filial

Porto

96.03%

2.976.066

3.484.734

3.508.031

23.297

44.521

113.325

2010

Gaivina Emp. Turis. Imob.

Associada

Mozelos

20.00%

998.845

3.099.046

5.053.427

1.954.381

-26.050

103

2010

Plataforma Soc. Cob.

Associada

Porto

20.00%

4.988

410.168

461.683

51.515

-4.644

280.117

2010

Filial

Lisboa

100.00%

50.000

51.008

3.295.516

3.244.508

6.022

3.017.127

2010

AXA - Centro de serviços a clientes, ACE

Empreendimento conjunto

Lisboa

0.00%

N/A

-1.887.936

4.537.878

6.425.815

0

12.523.794

2010

Axa Technology Services Mediterranean Region AEIE - Sucursal em Portugal

Empreendimento conjunto

Lisboa

0.00%

N/A

0

3.517.440

3.517.440

0

9.313.868

2010

Axa Mediterranean Services AEIE, Sucursal em Portugal

Empreendimento conjunto

Lisboa

0.00%

N/A

0

306.007

306.007

0

876.561

2010

CEPRES - Central de Prestadores de Serviços, ACE

Empreendimento conjunto

Lisboa

0.00%

N/A

0

61.421

61.421

0

241.596

2010

Axa Group Solutions, AEIE

Empreendimento conjunto

Lisboa

0.00%

N/A

0

137.427

137.427

0

41.967

2010

Axa ITMED, Unipessoal Lda

Total

4.029.899


83

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

A mesma informação para o exercício de 2010 é como se segue:

Empresa

Empresa Artistica

Natureza da participação financeira

Sede

Fracção de Capital Detida

Valor Participação

Capitais Próprios

Activos

Passivos

Resultado líquido

Total dos proveitos

Ano

Filial

Porto

96.03%

2.976.066

3.440.213

3.468.034

27.821

83.804

152.669

2009

Gaivina Emp. Turis. Imob.

Associada

Mozelos Portugal

20.00%

998.845

3.125.095

5.055.696

1.930.600

11.973

35.177

2009

Plataforma Soc. Cob.

Associada

Porto Portugal

20.00%

4.988

414.334

476.756

62.422

20.632

387.720

2009

Filial

Lisboa

100.00%

50.000

44.986

1.860.965

1.815.980

-3.877

1.736.050

2009

AXA - Centro de serviços a clientes, ACE

Empreendimento conjunto

Lisboa

0.00%

N/A

-1.794.618

5.879.030

7.673.647

0

14.021.348

2009

Axa Technology Services Mediterranean Region AEIE - Sucursal em Portugal

Empreendimento conjunto

Lisboa

0.00%

N/A

0

2.338.638

2.338.638

0

7.639.177

2009

Axa Mediterranean Services AEIE, Sucursal em Portugal

Empreendimento conjunto

Lisboa

0.00%

N/A

0

298.096

298.096

0

739.267

2009

CEPRES - Central de Prestadores de Serviços, ACE

Empreendimento conjunto

Lisboa

0.00%

N/A

0

80.227

80.227

0

304.469

2009

Axa Group Solutions, AEIE

Empreendimento conjunto

Lisboa

0.00%

N/A

0

230.978

230.978

0

633.737

2009

Axa ITMED, Unipessoal Lda

Total

4.029.899

Os empreendimentos conjuntos são agrupamentos sem capital social conforme definido nos respectivos estatutos e em que a Companhia foi considerada membro. A AXA Mediterraneam Systems, AEIE iniciou actividade em 2011. A imputação de custos relativamente aos empreendimentos conjuntos - ACE/AEIE, referidos acima, os quais prestam serviços partilhados a entidades do grupo AXA, varia em função dos trabalhos realizados para cada um dos seus membros, não existindo por isso percentagens fixas de participação.

Em 2011, a percentagem de custos imputada à Companhia foi de 89,5% (Cepres), 59,5% (AXA Mediterranean Services) e 77,2% (AXA CSC) respectivamente, seguindo o principio aplicado a estes empreendimentos de imputação de custos, em função dos serviços prestados. A Companhia não efectua consolidação de contas destas empresas por questões de imaterialidade.


84

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

NOTA 20 – ACTIVOS FINANCEIROS DETIDOS PARA NEGOCIAÇÃO E ACTIVOS FINANCEIROS CLASSIFICADOS NO RECONHECIMENTO INICIAL AO JUSTO VALOR ATRAVÉS DE GANHOS E PERDAS Em 31 de Dezembro de 2011 e 2010, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição:

2011 Detidos para negociação Acções e outros títulos de rendimento variável

Ao justo valor através de resultados 908.296

Derivados

623.725

Total

623.725

908.296

2010 Total

Detidos para negociação

908.296

Ao justo valor através de resultados 652.281

623.725

1.089.475

1.532.021

1.089.475

Total

652.281 1.089.475

652.281

1.741.755 Unidade: Euros


85

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

A 31/12/2011 a Companhia detinha os seguintes derivados:

Produto

Código

Descrição

Data vencimento

Notional

Valor Mercado 2010

CAP/FLOOR

6000000000003

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20150601/

01-06-2015

500.000

871

CAP/FLOOR

6000000000004

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20151201/

01-12-2015

500.000

1.074

CAP/FLOOR

6000000000005

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20150601/

01-06-2015

500.000

1.457

CAP/FLOOR

6000000000006

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20151201/

01-12-2015

500.000

2.148

CAP/FLOOR

6000000000007

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20160601/

01-06-2016

500.000

2.914

CAP/FLOOR

6000000000008

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20161201/

01-12-2016

500.000

1.696

CAP/FLOOR

6000000000009

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20160601/

01-06-2016

1.000.000

2.275

CAP/FLOOR

6000000000010

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20161201/

01-12-2016

1.000.000

2.566

CAP/FLOOR

6000000000011

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20170601/

01-06-2017

500.000

3.192

CAP/FLOOR

6000000000012

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20171201/

01-12-2017

500.000

7.027

CAP/FLOOR

6000000000013

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20180601/

01-06-2018

500.000

8.649

CAP/FLOOR

6000000000014

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20181201/

01-12-2018

500.000

745

CAP/FLOOR

6000000000015

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20190601/

01-06-2019

1.000.000

745

CAP/FLOOR

6000000000016

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20191201/

01-12-2019

1.000.000

1.215

CAP/FLOOR

6000000000017

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20150601/

01-06-2015

750.000

1.215

CAP/FLOOR

6000000000018

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20150601/

01-06-2015

750.000

1.125 1.125

CAP/FLOOR

6000000000019

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20151201/

01-12-2015

750.000

CAP/FLOOR

6000000000020

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20151201/

01-12-2015

750.000

1.651

CAP/FLOOR

6000000000021

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20160601/

01-06-2016

500.000

1.651

CAP/FLOOR

6000000000022

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20160601/

01-06-2016

500.000

3.056

CAP/FLOOR

6000000000023

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20161201/

01-12-2016

500.000

3.056

CAP/FLOOR

6000000000024

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20161201/

01-12-2016

500.000

4.061

CAP/FLOOR

6000000000025

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20170601/

01-06-2017

750.000

4.061

CAP/FLOOR

6000000000026

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20170601/

01-06-2017

750.000

4.664

CAP/FLOOR

6000000000027

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20171201/

01-12-2017

750.000

4.664

CAP/FLOOR

6000000000028

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20171201/

01-12-2017

750.000

5.815

CAP/FLOOR

6000000000029

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20180601/

01-06-2018

750.000

5.815

CAP/FLOOR

6000000000030

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20180601/

01-06-2018

750.000

8.269

CAP/FLOOR

6000000000031

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20181201/

01-12-2018

750.000

8.269

CAP/FLOOR

6000000000032

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20181201/

01-12-2018

750.000

9.578

CAP/FLOOR

6000000000033

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20190601/

01-06-2019

1.000.000

9.578

CAP/FLOOR

6000000000034

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20190601/

01-06-2019

1.000.000

9.999

CAP/FLOOR

6000000000035

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20191201/

01-12-2019

1.000.000

11.377

CAP/FLOOR

6000000000036

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20191201/

01-12-2019

1.000.000

514

CAP/FLOOR

6000000000037

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20200601/

01-06-2020

1.000.000

515

CAP/FLOOR

6000000000038

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20201201/

01-12-2020

1.000.000

871

CAP/FLOOR

6000000000041

Morgan Stanley & Co. International PLC

01-12-2014

1.700.000

7.767

CAP/FLOOR

6000000000040

Morgan Stanley & Co. International PLC

01-12-2014

8.300.000

37.923

CAP/FLOOR

6000000000043

Morgan Stanley & Co. International PLC

01-12-2021

2.550.000

74.890

CAP/FLOOR

6000000000042

Morgan Stanley & Co. International PLC

01-12-2021

12.450.000

365.640

Total

51.000.000

623.723

Unidade: Euros


86

AXA

A estratégia seguida nos instrumentos é a cobertura do risco de aumento da taxa de inflação.

Produto

Código

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

A 31/12/2010 a Companhia detinhas os seguintes derivados:

Descrição

Data vencimento

Notional

Valor Mercado 2010

CAP/FLOOR

6000000000003

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20150601/

01-06-2015

500.000

242

CAP/FLOOR

6000000000004

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20151201/

01-12-2015

500.000

242

CAP/FLOOR

6000000000005

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20150601/

01-06-2015

500.000

447

CAP/FLOOR

6000000000006

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20151201/

01-12-2015

500.000

447

CAP/FLOOR

6000000000007

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20160601/

01-06-2016

500.000

588

CAP/FLOOR

6000000000008

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20161201/

01-12-2016

500.000

4.795

CAP/FLOOR

6000000000009

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20160601/

01-06-2016

1.000.000

873

CAP/FLOOR

6000000000010

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20161201/

01-12-2016

1.000.000

1.746

CAP/FLOOR

6000000000011

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20170601/

01-06-2017

500.000

1.045

CAP/FLOOR

6000000000012

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20171201/

01-12-2017

500.000

1.446

CAP/FLOOR

6000000000013

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20180601/

01-06-2018

500.000

1.667

CAP/FLOOR

6000000000014

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20181201/

01-12-2018

500.000

2.168

CAP/FLOOR

6000000000015

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20190601/

01-06-2019

1.000.000

1.177

CAP/FLOOR

6000000000016

BNP PARIBAS SECURITY SERVICES/20191201/

01-12-2019

1.000.000

5.914

CAP/FLOOR

6000000000017

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20150601/

01-06-2015

750.000

110

CAP/FLOOR

6000000000018

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20150601/

01-06-2015

750.000

110

CAP/FLOOR

6000000000019

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20151201/

01-12-2015

750.000

184

CAP/FLOOR

6000000000020

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20151201/

01-12-2015

750.000

184

CAP/FLOOR

6000000000021

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20160601/

01-06-2016

500.000

146

CAP/FLOOR

6000000000022

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20160601/

01-06-2016

500.000

146

CAP/FLOOR

6000000000023

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20161201/

01-12-2016

500.000

232

CAP/FLOOR

6000000000024

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20161201/

01-12-2016

500.000

232

CAP/FLOOR

6000000000025

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20170601/

01-06-2017

750.000

408

CAP/FLOOR

6000000000026

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20170601/

01-06-2017

750.000

345

CAP/FLOOR

6000000000027

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20171201/

01-12-2017

750.000

632

CAP/FLOOR

6000000000028

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20171201/

01-12-2017

750.000

632

CAP/FLOOR

6000000000029

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20180601/

01-06-2018

750.000

722

CAP/FLOOR

6000000000030

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20180601/

01-06-2018

750.000

722

CAP/FLOOR

6000000000031

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20181201/

01-12-2018

750.000

1.045 1.045

CAP/FLOOR

6000000000032

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20181201/

01-12-2018

750.000

CAP/FLOOR

6000000000033

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20190601/

01-06-2019

1.000.000

1.570

CAP/FLOOR

6000000000034

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20190601/

01-06-2019

1.000.000

1.570

CAP/FLOOR

6000000000035

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20191201/

01-12-2019

1.000.000

2.164

CAP/FLOOR

6000000000036

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20191201/

01-12-2019

1.000.000

2.164

CAP/FLOOR

6000000000037

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20200601/

01-06-2020

1.000.000

2.376

CAP/FLOOR

6000000000038

MORGAN STANLEY & CO.INT.LTD.LONDON/20201201/

01-12-2020

1.000.000

3.069

Index Option Org. Market

call vendida eurostoxx50 26/10/2010

18-11-2011

25.000.000

-367.676

Index Option Org. Market

Put comprada eurostoxx50 26/10/2010 BNP

18-11-2011

25.000.000

2.189.927

Put vendida Eurostoxx50 26/10/2010 BP

18-11-2011

25.000.000

-775.439

Morgan Stanley & Co. International PLC

01-12-2021

12.450.000

365.640

Total

101.000.000

1.089.417

Listed options CAP/FLOOR

6000000000042

Unidade: Euros


87

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

NOTA 21 – ACTIVOS DISPONÍVEIS PARA VENDA Em 31 de Dezembro de 2011 e 2010, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição:

Valor Aquisição

Custo Amortizado

Valia não realizada - Reserva de Justo Valor Positiva

Obrigações e outros títulos de rendimento fixo

Imparidade acumulada

Juro a receber

Valor de Balanço Justo Valor

Negativa

362.956.197

363.788.956

12.988.361

-11.970.944

0

10.404.883

375.211.255

154.126.076

153.860.122

1.603.433

-9.736.320

0

4.559.727

150.286.962

37.094.861

37.185.788

2.571.810

-552.592

0

1.018.479

40.223.484

De outros emissores

171.735.260

172.743.046

8.813.118

-1.682.032

0

4.826.677

184.700.809

Acções e outros títulos de rendimento variável

56.022.154

10.166.017

-355.187

-12.079.130

0

53.753.854

23.154.378

-12.326.131

-12.079.130

10.404.883

428.965.110

De Dívida Pública De emissores públicos

Saldo em 31.12.2011

418.978.351

363.788.956

Dos quais (milhares de euros): Nível 1

145.890

Nível 2

275.710

Nível 3

7.365


88

AXA

Valor Aquisição

Custo Amortizado

Valia não realizada - Reserva de Justo Valor Positiva

Obrigações e outros títulos de rendimento fixo

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Imparidade acumulada

Juro a receber

Valor de Balanço Justo Valor

Negativa

362.929.116

362.737.409

16.617.419

-6.583.533

0

10.220.590

382.991.885

107.121.782

106.206.405

4.399.228

-4.290.154

0

2.842.083

109.157.562

12.500.000

12.499.902

1.135.000

-428.702

0

233.221

13.439.421

De outros emissores

243.307.334

244.031.102

11.083.191

-1.864.677

0

7.145.286

260.394.902

Acções e outros títulos de rendimento variável

86.515.215

20.101.371

-480.718

-23.374.655

0

82.761.212

36.718.789

-7.064.251

-23.374.655

10.220.590

465.753.099

De Dívida Pública De emissores públicos

Saldo em 31.12.2010

449.444.331

362.737.409

Dos quais (milhares de euros): Nível 1

349.873

Nível 2

110.803

Nível 3

5.077

Nota: exclui investimentos em filiais, associadas e empreendimentos conjuntos

Unidade: Euros

De acordo com o IFRS 7, os activos financeiros classificados no reconhecimento inicial como disponíveis para venda podem estar valorizados ao justo valor de acordo com um dos seguintes níveis:

• Nível 3 - Justo valor determinado utilizando técnicas de valorização não suportadas em preços observáveis em mercados correntes transaccionáveis para o mesmo instrumento financeiro.

• Nível 1– Justo valor determinado directamente com referência a um mercado oficial activo.

Os movimentos ocorridos nas perdas por imparidade nos activos financeiros disponíveis para venda encontram-se detalhados na Nota 14.

• Nível 2 – Justo valor determinado utilizando técnicas de valorização suportadas em preços observáveis em mercados correntes transaccionáveis para o mesmo instrumento financeiro.


89

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

NOTA 22 – EMPRÉSTIMOS E CONTAS A RECEBER Os empréstimos concedidos e contas a receber incluem Depósitos junto de empresas cedentes, dos quais destaca-se o depósito na Axa Cession, no montante de Euros 5.861.597 (2010: Euros 2.312.826), relativo ao pool mutualização. Estão incluídos também nesta rubrica os empréstimos hipotecários no valor de 22.094 euros.

NOTA 23 – TERRENOS E EDIFÍCIOS DE RENDIMENTO (PROPRIEDADES DE INVESTIMENTO) Os imóveis de rendimento encontram-se valorizados pelo modelo do custo, deduzido de depreciações e sujeito a testes de imparidade, conforme previsto na IAS 40. As depreciações são calculadas com base no método das quotas constantes, tendo em conta o número de anos de vida útil de cada imóvel. A vida útil dos imóveis foi estimada, imóvel a imóvel, por perito independente. Estas vidas úteis variam entre 20 e 50 anos, conforme o imóvel em causa. A Companhia reconhece como propriedades de rendimento, todos os terrenos e edifícios detidos para obter rendas ou para valorização do capital, ou ambas.

Terrenos e edifícios de rendimento 2011 Terrenos Valor bruto Saldo em 31.12.n-1

13.026.914

46.011.681

Depreciações acumuladas

5.043.504

Imparidade acumulada

1.264.063

Valor bruto

Imparidade

388.688

Terrenos

Total

35.284.406

49.159.498

5.043.504

4.785.309

4.785.309

1.264.063

1.264.063

1.264.063

2.345.035

3.193.213

199.789

199.789

935.745

1.324.433

13.875.092

Edifícios

45.396 848.178

Imparidade

204.082

204.082

Depreciações acumuladas

157.753

157.753

Constituição

88.687

88.687

0

Reversão

18.116

18.116

0

Depreciações do exercício Valor bruto Saldo em 31.12.n

Total

32.984.767

Aquisições ou benefeitoras do exercício

Alienações

Edifícios

2010

12.638.226

Depreciações acumuladas Imparidade Valor líquido

12.638.226

729.974

729.974

32.248.811

44.887.037

5.615.725

5.615.725

1.130.552

1.130.552

25.502.533

38.140.759

0 457.957

457.957

716.152 13.026.914

13.026.914

32.984.767

46.011.681

5.043.504

5.043.504

1.264.063

1.264.063

26.677.200

39.704.114 Unidade: Euros


90

AXA

O justo valor dos terrenos e edifícios de rendimento é estimado em 43.534.000 euros (46.347.076 euros em 2010). Todos os imóveis foram alvo de reavaliação do seu justo valor em 2011, pela CBRE (CB Richard Ellis Consultadoria e avaliação de Imóveis, Unipessoal, Lda). Os gastos operacionais directos de edifícios de rendimento e os seus respectivos rendimentos provenientes de rendas são os seguintes: 2011 Rendas de imóveis (ver nota 10)

Relatório de Gestão e Contas de 2011

NOTA 24 – OUTROS ACTIVOS TANGÍVEIS E INVENTÁRIOS Os Outros activos tangíveis da Companhia encontramse valorizados ao custo, deduzido das respectivas depreciações acumuladas e perdas por imparidade. A depreciação dos activos tangíveis teve por base as vidas úteis definidas, conforme referido na Nota 2 g). A respectiva evolução durante 2011 foi como segue:

2010

1.615.146

1.765.007

519.537

573.201

Reparações, manutenções e outras despesas

>

Unidade: Euros

Saldo a 31.12.2010 Valor bruto

Aumentos

Diminuições

Depreciações

Aquisições

Transf. e Abates

Depreciações Regulariz.

Saldo a 31.12.2011 Valor Bruto

Reforço

Depreciações

Valor Líquido

Equipamento administrativo

8.775.519

8.615.231

393.602

8.447.582

8.444.974

90.510

721.538

260.767

460.772

Máquinas, aparelhos e ferramentas

6.469.960

6.134.416

28.254

5.126.457

5.126.159

171.795

1.371.757

1.180.052

191.704

Equipamento informático

16.856.765

16.853.639

554

16.844.414

16.844.979

3.339

12.904

11.999

905

Instalações interiores

6.552.256

6.518.521

0

6.489.394

6.487.195

11.193

62.862

42.519

20.342

Material de Transporte

164.049

164.049

0

8.399

8.399

0

155.650

155.650

0

Outros activos tangíveis

9.429.412

7.295.462

3.557.680

4.570.118

4.564.303

861.827

8.416.974

3.592.987

4.823.987

Imobilizações em curso

276.899

0

0

0

0

48.524.860

45.581.318

3.980.089

41.763.264

10.741.685

5.243.974

5.497.711

349.647

0

0

272.131

77.516

0

77.516

Total Outros activos tangíveis Inventário

276.899

41.476.009

1.138.665

Unidade: Euros


91

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

• Em 2011, a empresa mudou as suas instalações principais do Marquês de Pombal para a zona do Parque das Nações. Como consequência, procedeu à aquisição de activo tangível em aproximadamente 3,6 milhões de euros.

• Em 2011 a Companhia efectuou uma revisão global do seu activo tangível. Abateu cerca de 41,5 milhões de euros ao seu activo tangível bruto. Estes activos já estavam completamente depreciados pelo que o impacto em resultados do ano foi nulo.

A respectiva evolução durante 2010 foi como segue: Saldo a 31.12.2009 Valor bruto

Aumentos

Diminuições

Depreciações

Aquisições

Transf. e Abates

Depreciações Regulariz.

Saldo a 31.12.2010 Valor Bruto

Reforço

Depreciações

Valor Líquido

Equipamento administrativo

8.775.519

8.566.864

0

0

0

48.367

8.775.519

8.615.231

160.288

Máquinas, aparelhos e ferramentas

6.436.972

5.946.355

32.988

0

0

188.061

6.469.960

6.134.416

335.544

Equipamento informático

16.856.765

16.846.247

0

0

0

7.392

16.856.765

16.853.639

3.126

Instalações interiores

6.552.256

6.502.473

0

0

0

16.048

6.552.256

6.518.521

33.735

Material de Transporte

164.049

164.049

0

0

0

0

164.049

164.049

0

Outros activos tangíveis

9.237.917

6.692.520

191.495

0

-5.871

608.813

9.429.412

7.295.462

2.133.950

Imobilizações em curso

0

0

276.899

0

0

0

276.899

0

276.899

48.023.478

44.718.508

501.382

0

-5.871

868.681

48.524.860

45.581.318

2.943.542

349.647

0

349.647

Total Outros activos tangíveis Inventário

235.618

114.029

Unidade: Euros

Considera-se que o valor contabilístico relevado não difere significativamente do valor de realização dos activos tangíveis detidos.

Durante os exercícios de 2011 e 2010 não foram registadas quaisquer perdas de imparidade nos activos tangíveis.


92

AXA

Relatório de Gestão e Contas de 2011

>

NOTA 25 – OUTROS ACTIVOS INTANGÍVEIS A Companhia considerou como activos intangíveis, ao abrigo da Norma n.º 4/2007-R, de 27 de Abril e da IAS 38, as despesas de desenvolvimento de software. Os activos foram reconhecidos ao custo de aquisição, deduzido das respectivas amortizações acumuladas e perdas de imparidade. As amortizações são efectuadas de acordo com o período de vida útil esperada destes activos, pelo método das quotas constantes. A respectiva evolução durante 2011 e 2010 foi como segue: Saldo a 31.12.2011 Valor bruto

Amortizações

Valor Líquido

Aumentos

Diminuições

Amortizações

Transf. e Abates

Transf. e Abates/ Alienações

Regulariz.

Reforço

Valor bruto

Saldo a 31.12.2011 Amortizações

Valor Líquido

Aplicações informáticas

60.962.952

58.557.800

2.405.151

3.596.249

55.881.305

55.743.968

2.791.950

8.677.897

5.605.783

3.072.114

Total

60.962.952

58.557.800

2.405.151

3.596.249

55.881.305

55.743.968

2.791.950

8.677.897

5.605.783

3.072.114

Saldo a 31.12.2010

Aumentos

Diminuições

Valor bruto

Amortizações

Transf. e Abates

Transf. e Abates/ Alienações

Aplicações informáticas

58.701.416

56.149.849

2.551.567

2.261.536

0

Total

58.701.416

56.149.849

2.551.567

2.261.536

0

Valor Líquido

Amortizações Regulariz.

0

Saldo a 31.12.2010

Reforço

Valor bruto

Amortizações

Valor Líquido

2.407.951

60.962.952

58.557.800

2.405.151

2.407.951

60.962.952

58.557.800

2.405.151

Unidade: Euros

Durante os exercícios de 2011 e 2010 não foram registadas quaisquer perdas de imparidade nos activos intangíveis.


93

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

NOTA 26 – PROVISÕES TÉCNICAS, LÍQUIDAS DE RESSEGURO CEDIDO Nos exercícios de 2011 e 2010, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição: Unidade: Euros

2011 Provisões técnicas, líquidas de resseguro cedido Provisão para prémios não adquiridos Provisão para sinistros

Seguro Directo e Resseguro Aceite

2010

Resseguro cedido

91.859.584

2.910.602

Líquido

Seguro Directo e Resseguro Aceite

Resseguro cedido

Líquido

88.948.982

98.572.888

2.988.493

95.584.395

409.774.806

15.424.657

394.350.149

430.270.269

16.746.468

413.523.800

De acidentes de trabalhos

198.622.714

614.368

198.008.346

197.517.744

305.114

197.212.630

De outros ramos

211.152.092

14.810.289

196.341.803

232.752.525

16.441.354

216.311.170

869.395

0

869.395

764.281

0

764.281

Provisão para participação nos resultados Provisão para desvios de sinistralidade Provisão para riscos em curso Total

9.394.290

0

9.394.290

8.226.250

0

8.226.250

10.281.602

0

10.281.602

15.615.202

0

15.615.202

522.179.678

18.335.259

503.844.418

553.448.889

19.734.961

533.713.928

As provisões para prémios não adquiridos, são analisadas como segue: 2011 Provisões técnicas, líquidas de resseguro cedido

Seguro Directo e Resseguro Aceite

Resseguro cedido

2010 Líquido

Seguro Directo e Resseguro Aceite

Resseguro cedido

Líquido

Acidentes de trabalho

4.140.062

15.243

4.124.819

4.996.283

7.873

4.988.410

Acidentes pessoais

2.136.739

23.264

2.113.475

2.686.187

7.730

2.678.457

Saúde

428.336

53.999

374.337

756.118

23.717

732.401

Incêndio e outros danos

19.127.821

302.042

18.825.779

19.356.059

258.412

19.097.647

Automóvel

61.465.481

2.295.515

59.169.966

66.085.093

2.422.341

63.662.752

779.429

28.974

750.455

910.203

29.194

881.009

3.357.837

124.742

3.233.095

3.333.769

158.537

3.175.232

Transportes Responsabilidade civil Diversos Total

423.879

66.823

357.056

449.176

80.689

368.487

91.859.584

2.910.602

88.948.982

98.572.888

2.988.493

95.584.395


94

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

As provisões para sinistros, são analisadas como segue:

2011 Provisões técnicas, líquidas de resseguro cedido Acidentes de trabalho

Seguro Directo e Resseguro Aceite

2010

Resseguro cedido

Líquido

Seguro Directo e Resseguro Aceite

Resseguro cedido

Líquido

198.693.030

614.368

198.078.662

197.517.744

305.114

Acidentes pessoais

1.990.453

60.000

1.930.453

3.059.046

310.019

2.749.027

Saúde

3.459.254

0

3.459.254

3.389.096

0

3.389.096

Incêndio e outros danos Automóvel Transportes Responsabilidade civil Diversos Total

197.212.630

26.104.077

658.369

25.445.708

26.579.442

3.339.329

23.240.113

144.722.889

11.670.227

133.052.662

164.481.994

10.355.532

154.126.462

2.897.044

1.837.509

1.059.535

3.228.146

1.677.418

1.550.728

29.934.124

536.559

29.397.565

29.686.643

614.631

29.072.012

1.973.935

47.625

1.926.310

2.328.158

144.425

2.183.733

409.774.806

15.424.657

394.350.149

430.270.269

16.746.468

413.523.801 Unidade: Euros

Relativamente à provisão para sinistros de Acidentes de Trabalho, esta inclui o montante de Euros 135.475.732 (2010: Euros 129.654.492) referente à provisão matemática de Acidentes de Trabalho. A provisão para sinistros, incluindo resseguro aceite, corresponde aos sinistros ocorridos e ainda não pagos à data de balanço, e inclui uma provisão estimada no montante de Euros 34.506.212 (2010: Euros 42.071.828) relativa a sinistros ocorridos antes de 31 de Dezembro de 2011 e ainda não reportados (IBNR). Adicionalmente, a provisão para sinistros inclui uma estimativa no montante de Euros 2.933.096 (2010: Euros 2.905.000), de encargos de gestão relativos à regularização dos sinistros pendentes declarados e não declarados. O desenvolvimento da provisão para sinistros ocorridos em exercícios anteriores e dos seus reajustamentos, é analisado na página seguinte.


95

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

Unidade: Euros

Provisão para sinistros em 31.12.2010 (1) Acidentes de trabalho

Sinistros* pagos em 2011 (2)

Provisão para sinistros* em 31.12.2011 (3)

Reajustamentos (3)+(2)-(1)

197.517.744

47.555.717

161.547.512

11.585.485

Acidentes pessoais

3.059.046

1.919.722

695.055

-444.269

Saúde

3.389.096

2.990.233

537.423

138.561

26.579.442

17.093.038

12.038.969

2.552.566

164.481.994

60.700.927

91.068.958

-12.712.109

3.228.146

1.400.526

2.343.793

516.173

29.686.643

2.822.415

26.014.457

-849.770

Incêndio e outros danos Automóvel Transportes Responsabilidade civil Diversos Total

2.328.158

301.781

1.852.251

-174.127

430.270.269

134.784.359

296.098.420

612.509

* Sinistros ocorridos no ano de 2010 e anteriores.

Provisão para sinistros em 31.12.2010 (1) Acidentes de trabalho

Sinistros* pagos em 2011 (2)

Provisão para sinistros* em 31.12.2011 (3)

Reajustamentos (3)+(2)-(1)

200.704.858

50.521.022

163.813.124

Acidentes pessoais

3.206.123

1.466.000

1.403.406

-336.717

Saúde

4.866.252

2.584.492

619.717

-1.662.043

Incêndio e outros danos Automóvel Transportes Responsabilidade civil Diversos Total * Sinistros ocorridos no ano de 2009 e anteriores.

13.629.288

24.010.387

19.918.599

10.836.671

6.744.882

188.189.475

54.936.752

102.576.729

-30.675.994

3.487.714

1.465.528

2.177.850

155.664

33.062.268

3.252.445

25.540.143

-4.269.681

487.136

-436

386.243

-101.330

458.014.214

134.144.402

307.353.881

-16.515.931


96

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

A provisão para participação nos resultados, é analisada como segue:

Unidade: Euros

2011 Provisão para participação nos resultados Provisão a atribuir Automóvel Total

Seguro Directo e Resseguro Aceite

2010

Resseguro cedido

Líquido

Seguro Directo e Resseguro Aceite

Resseguro cedido

Líquido

869.395

0

869.395

764.281

0

764.281

869.395

0

869.395

764.281

0

764.281

Movimentação da provisão para participação nos resultados no exercício de 2011 Provisão no inicio do exercício Provisão a atribuir Automóvel Total

Variação do exercício – cf. Conta G&P

Distribuição

Provisão no final do exercício

764.281

0

105.114

869.395

764.281

0

105.114

869.395

A provisão para desvios de sinistralidade é analisada como segue: 2011 Provisão para desvios de sinistralidade Incêndio e outros danos

Seguro Directo e Resseguro Aceite

2010

Resseguro cedido

Líquido

Seguro Directo e Resseguro Aceite

Resseguro cedido

Líquido

7.840.723

0

7.840.723

6.682.761

0

6.682.761

343.688

0

343.688

343.688

0

343.688

Diversos

1.209.879

0

1.209.879

1.199.801

0

1.199.801

Total

9.394.290

0

9.394.290

8.226.250

0

8.226.250

Responsabilidade civil


97

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

A provisão para riscos em curso é analisada como segue:

Unidade: Euros

2011 Provisão para participação nos resultados Acidentes de trabalho Acidentes pessoais Saúde Incêndio e outros danos Automóvel

Seguro Directo e Resseguro Aceite

2010

Resseguro cedido

Seguro Directo e Resseguro Aceite

Líquido

Resseguro cedido

Líquido

3.157.466

0

3.157.466

1.535.851

0

0

0

0

0

0

1.535.851 0

1.016.627

0

1.016.627

489.863

0

489.863

293.896

0

293.896

2.560.363

0

2.560.363

5.813.613

0

5.813.613

10.696.974

0

10.696.974

Transportes

0

0

0

29.829

0

29.829

Responsabilidade civil

0

0

0

0

0

0

0

0

0

302.322

0

302.322

10.281.602

0

10.281.602

15.615.202

0

15.615.202

Diversos Total

De salientar que em 2011, a Companhia foi autorizada pelo Instituto de Seguros de Portugal a deduzir do cálculo da provisão para riscos em curso, cerca de 8,2 milhões de euros de despesas extraordinárias, relativas a indemnizações de 63 Colaboradores, por rescisões contratuais (cerca de 3,4 milhões de euros) e préreformas (cerca de 4,8 milhões de euros) ocorridas em 2011, em conformidade com o previsto na norma regulamentar nº24/2002-R.


98

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

NOTA 27 – OUTROS DEVEDORES POR OPERAÇÕES DE SEGUROS E OUTRAS OPERAÇÕES Nos exercícios de 2011 e 2010, esta conta apresenta a seguinte decomposição: 2011 Contas a receber por operações de seguro directo Contas de cobrança

2010 43.840.910

43.452.698

Mediadores de seguros

21.592.585

23.117.089

Co-seguradores

21.814.401

16.487.880

Reembolsos de sinistros

9.668.679

7.878.103

Segurados

7.505.221

5.857.044

Outros

2.789.614

3.230.065

107.211.409

100.022.879

Sub Total Ajustamento de recibos de prémios por cobrar

-7.128.111

-7.161.626

Ajustamentos de créditos de cobrança duvidosa

-5.913.343

-5.025.461

94.169.955

87.835.792

2.589.622

2.593.155

Total Contas a receber por operações de resseguro Ressegurados Resseguradores Sub-total Ajustamentos de créditos de cobrança duvidosa Total Contas a receber por outras operações Convenção IDS Bonificações fundo compensação seguro colheitas

17.480.847

15.828.028

20.070.470

18.421.183

-34.204

-34.204

20.036.265

18.386.979

16.084.004

15.466.010

13.154.057

12.184.411

ITMED - Unipessoal, Lda.

3.088.783

2.506.164

Axa Centro Serviços Clientes CSC, ACE

2.951.386

3.060.958

Axa Vida

1.813.603

1.248.432

Empresas de seguros do grupo (empr. estrangeiras)

1.586.993

1.569.844

AXA Mediterranean Systems, AEIE, suc. PT

1.477.648

0

Operações com o pessoal

1.223.462

1.478.324

FAT Outros (inferiores, individualmente, a €820 milhares) Sub-total Ajustamentos de créditos de cobrança duvidosa Total Outros devedores por operações de seguros e outras operações

1.082.381

1.378.614

10.850.849

11.680.113

53.313.165

50.572.870

-1.795.752

-1.761.811

51.517.413

48.811.059

165.723.633

155.033.829 Unidade: Euros


99

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

O desdobramento da conta de ajustamentos apresenta a seguinte evolução: Saldo a 31.12.2009

Dotações

Utilizações

Saldo a 31.12.2010

Dotações

Utilizações

Saldo a 31.12.2011

Ajustamento de recibos de prémios por cobrar

7.996.957

0

835.331

7.161.626

0

33.516

7.128.111

Ajustamentos de créditos de cobrança duvidosa - por operações de seguro directo

4.397.892

855.615

228.046

5.025.461

947.501

59.618

5.913.343

34.204

0

0

34.204

0

0

34.204

1.761.811

33.941

0

1.795.752

Ajustamentos de créditos de cobrança duvidosa - por resseguro Ajustamentos de créditos de cobrança duvidosa - por outras operações Ajustamento para outros elementos do activo Total

1.761.811 223.707

0

0

223.707

0

0

223.707

14.414.571

855.615

1.063.377

14.206.809

981.442

93.134

15.095.117 Unidade: Euros


100

AXA

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Relatório de Gestão e Contas de 2011

NOTA 28 – IMPOSTOS CORRENTES E DIFERIDOS Os activos e passivos por impostos reconhecidos em Balanço em 31 de Dezembro de 2011 e 2010 podem ser analisados como segue:

2011 Imposto sobre rendimento a pagar

2010 191.982

1.329.533

191.982

464.561

2.650

7.470

Entregas por conta Retenções Imposto de selo

864.972

Contribuições Segurança Social

37.477

39.593

Activos por impostos correntes

232.109

1.376.596

Imóveis

4.168.511

4.286.395

Imparidades

4.040.028

7.282.891

Prejuízo Fiscal

3.968.748

2.188.841

Ganhos e perdas actuariais no Capital Próprio

2.186.924

1.840.955

Fundos de Pensões

-1.106.961

-1.064.562

Provisões não dedutíveis

672.912

613.968

Movimentos de transição

167.197

334.394

0

1.773.615

Mais/menos valias não realizadas de investimentos Activos por impostos diferidos

14.097.358

17.256.498

Activos por impostos

14.329.467

18.633.093

973.300

1.018.929

971.666

1.018.929

Imposto sobre rendimento a pagar Estimativa de imposto sobre o rendimento Entregas por conta Outros impostos

1.634 11.788.581

13.255.480

Imposto de selo

5.567.490

5.991.783

INEM

1.661.700

1.648.764

FGA e PRP

964.786

1.279.165

FAT

870.250

994.225

Contribuições Segurança Social

747.553

1.021.442

Retenções IRS

606.072

748.059

ANPC

441.268

476.107

ISP

398.154

415.777

IVA

270.152

395.423

Diversos Passivos por impostos correntes

261.157

284.735

12.761.881

14.274.409

Mais/menos valias não realizadas de investimentos

2.999.356

10.414.473

Passivos por impostos diferidos

2.999.356

10.414.473

15.761.237

24.688.881

Passivos por impostos

Unidade: Euros


101

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

Imposto sobre o rendimento A Companhia está sujeita ao regime fiscal estabelecido pelo Código do IRC – Imposto sobre o rendimento de Pessoas Colectivas. O imposto sobre lucros – Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas (IRC) - compreende o imposto corrente e os impostos diferidos. O imposto sobre os lucros foi reconhecido nas contas nos termos previstos na Norma n.º 4/2007-R, de 27 de Abril, com as alterações entretanto introduzidas, e de harmonia com IAS 12. O cálculo do imposto corrente do exercício de 2011 foi apurado com base na taxa nominal de imposto de 25% (2010: 25%), aplicável à matéria colectável da Companhia. Adicionalmente aplica-se 1.5% (2010: 1,5%) de derrama municipal ao lucro tributável. Adicionalmente, a derrama estadual aplicável ao lucro tributável depende do montante deste, como segue:

Lucro tributável - ano de 2010 e 2011 Lucros até 2 milhões de euros Lucros excedam 2 milhões de euros

Taxa 0% 2,5%

A derrama estadual foi criada pela Lei nº12-A/2010 – Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) – Dívida Pública, actualmente em vigor no Art. 87º A do Código do IRC. O imposto sobre o lucro é reconhecido na Conta de Ganhos e Perdas, excepto quando esteja relacionado com rubricas que sejam reconhecidas directamente em capital próprio, casos em que é também registado por contrapartida da conta de capital próprio respectiva. Os impostos reconhecidos em capital próprio decorrentes da reavaliação de activos disponíveis para venda são posteriormente reconhecidos na Conta de Ganhos e

Perdas, no momento em que forem reconhecidos na citada Conta os Ganhos e Perdas que lhe deram origem. Neste momento, existem reconhecidos no capital próprio, os seguintes valores relativamente a impostos diferidos: • Sobre mais valias potenciais de investimentos (idp) – €2.999.356 (2010: €8.640.858) • Sobre ganhos e perdas actuariais (ida) – €2.186.924 (2010: €1.840.955) A Companhia tem sido objecto de inspecções anuais pela DGCI, cujo último relatório se refere ao exercício de 2008, não se constatando ajustamentos significativos às declarações entregues em exercícios anteriores. O imposto corrente é determinado com base no resultado tributável apurado nas declarações de auto - liquidação, elaboradas de acordo com as normas fiscais vigentes, as quais ficam sujeitas a inspecção e eventual ajustamento pelas autoridades fiscais durante um período de quatro anos, contado a partir dos exercícios a que respeitam. Não se esperam ajustamentos significativos às declarações de anos anteriores. Os impostos diferidos são reconhecidos para todas as diferenças temporárias dedutíveis e tributáveis entre o valor contabilístico do activo ou passivo e a sua respectiva base fiscal: • Os impostos diferidos activos são reconhecidos apenas na medida em que seja expectável que existam lucros tributáveis no futuro capazes de absorver as diferenças temporárias dedutíveis; • Os impostos diferidos passivos são reconhecidos para todas as diferenças temporárias tributáveis.


102

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

O imposto sobre o rendimento reportado nos resultados de 2011 e 2010 é analisado como segue: 2011 Imposto corrente

2010

460.772

129.494

Imposto diferido

1.731.494

288.332

Total do imposto reconhecido em resultados

2.192.266

417.826

A reconciliação da taxa de imposto de 2011 é a seguinte: 2011

2010

4.618.666

2.112.443

Taxa nominal: 25% + derrama (1,5%+2,5%)

1.339.413

612.608

Custo do IRC

2.192.266

417.826

460.772

129.494

Resultado antes de imposto

Imposto corrente Imposto diferido

1.731.494

288.332

852.853

-194.782

47,47%

19,78%

Tributação autónoma

460.772

129.494

Lucro tributável imputado por ACEs ou AEIEs

157.311

Diferença entre taxa nominal e efectiva Taxa efectiva Diferenças permanentes no exercício Acréscimos

Correcções relativas a exercícios anteriores

24.804

Diferença positiva entre o VPT definitivo do Imóvel e o constante do contrato

23.426

Donativos não previstos ou além dos limites legais

16.844

Despesas de carácter confidencial

1.805

Reintegrações e amortizações não aceites

1.561

Multas, coimas, juros compensatórios e demais encargos pela prática de infracções Outros Custos Não Aceites

6.768

18.211

208

4.570

26.084

-8.796

712.816

150.247

130.306

314.085

66.700

81.270

Deduções Benefícios Fiscais – Dividendos Benefícios Fiscais – Donativos + Quotizações Outros

9.948

Prejuízo fiscal imputado por ACEs ou AEIEs

43.231

Restituição de impostos não dedutíveis e excesso da estimativa para impostos

Total das diferenças permanentes

5.283 206.954

443.869

505.862

-293.622

Alterações de estimativa a impostos diferidos

346.991

98.840

Total de diferenças no exercício

852.853

-194.782

Unidade: Euros


103

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

A taxa efectiva de 2011 é de 47,47% (em 2010 foi de 19,78%). Apresentamos seguidamente o desdobramento das contas de impostos diferidos em balanço, dividido por tipo de imposto, com o respectivo movimento registado: Variação 2011 Imposto diferido

Imóveis

Balanço 2010

Balanço 2011

Valor reconhecido em Resultado

Valor reconhecido em Capitais Próprios

4.286.395

4.168.511

-117.884

Imparidade

7.282.891

4.040.028

-3.242.863

Prejuízo Fiscal

2.188.841

3.968.748

1.779.907

613.968

672.912

58.944

Provisões não dedutíveis Movimentos de transição Fundos de Pensões Total ID via Resultado

334.394

167.197

-167.197

-1.064.562

-1.106.961

-42.399 -1.731.493

13.641.927

11.910.434

Mais/menos valias não realizadas de investimentos

-8.640.858

-2.999.356

Ganhos e perdas actuarias no Capital Próprio

1.840.955

2.186.924

Total ID via Capitais Próprios

-6.799.903

-812.432

0 5.641.502 345.969

0

5.987.471 Unidade: Euros

O total de imposto diferido líquido em Balanço é de 11.098.002 euros (2010: 6.842.025 euros), dividido em 11.910.434 euros de Imposto diferido activo que impacta resultados (2010: 13.641.928 de euros); 2.999.356 de euros (2010: 8.640.858 de euros) de imposto diferido passivo resultante de mais/menos valias potenciais dos títulos em carteira e de 2.186.924 euros (2010: 1.840.955 de euros) de imposto diferido activo resultante de ganhos e perdas actuariais, reconhecidos no Capital Próprio. O total de imposto diferido que influenciou resultados foi de 1.731.494 euros (2010: 288.332 euros) de gasto do exercício.

O Prejuízo Fiscal ascende, em 31 de Dezembro de 2011, a 15.874.991 euros, correspondendo 3.968.748 euros de imposto diferido activo, relativamente ao qual foi analisada a respectiva recuperabilidade. O montante de prejuízos fiscais vence-se como segue:

Ano

Prejuízo fiscal

Último ano em que pode deduzir o prejuízo

2010

8.544.734

2014

2011

7.330.257

2015

Total

15.874.991


104

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

NOTA 29 – ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS Nos exercícios de 2011 e 2010, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição: 2011 Acréscimos e diferimentos activos Especialização de prémios de resseguro aceite Custos diferidos

2010

405.761

195.846

359.517

256.555

765.278

452.401

Especialização de prémios de resseguro cedido

4.950.100

4.827.992

Remunerações e encargos a liquidar

2.585.934

3.034.954

Outros acréscimos e diferimentos*

3.510.924

2.808.366

Acréscimo de custos - TSU pré-reformados

2.320.384

2.117.132

13.367.342

12.788.444

*O valor constante na rubrica de acréscimos de custos reflecte os valores a pagar em 2012 de serviços prestados em 2011 de vários fornecedores.

Unidade: Euros

NOTA 30 – OUTROS PASSIVOS FINANCEIROS Os Outros passivos financeiros incluem essencialmente depósitos recebidos de resseguradores, dos quais destaca-se o depósito da Axa Cession, no montante de Euros 12.804.213 (2010: Euros 10.991.059), relativo ao programa de resseguro cedido em vigor.

Product

Long Name Security ID

Encontra-se igualmente registado na rubrica Outros, em 31 de Dezembro de 2011, um montante de Euros 882.071 relativo a derivados.

Due Date

Notional 14.300.000

Market Value 2011

Index futures

BNP Paribas Securities Services

09-01-2012

563.555

Index futures

Morgan Stanley & Co. International PLC

09-01-2012

12.000.000

318.516

Total

26.300.000

882.071 Unidade: Euros

A estratégia seguida nos instrumentos do quadro acima é a cobertura do risco de mercado.


105

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

NOTA 31 – BENEFÍCIOS CONCEDIDOS A EMPREGADOS Benefícios de curto prazo Ver Nota 17.

Plano de benefício definido Conforme referido na nota 2 nos termos do estabelecido no Contrato Colectivo dos Trabalhadores de Seguros para o sector segurador, cujo texto publicado no Boletim de Trabalho e Emprego (BTE) nº 32, de 29 de Agosto de 2008, com alterações posteriores publicadas no BTE nº 29, de 8 de Agosto de 2009, a Companhia assumiu a responsabilidade de pagar aos seus empregados com contrato de trabalho em vigor à data de 22 de Junho de 1995 que tenham sido admitidos na actividade seguradora até essa mesma data, complementos de reforma por velhice e por invalidez. O plano de pensões da Axa Portugal ao abrigo do referido CCT é de Beneficio Definido, complementar e independente do regime público da Segurança Social. Anualmente, foi sendo realizada uma avaliação actuarial de forma a monitorizar a performance e adequação dos activos financeiros face às responsabilidades do plano. Para efeito de aplicação da IAS 19 – Benefícios aos empregados, o custo associado a planos de benefícios atribuídos aos empregados deve ser reconhecido quando o respectivo benefício é auferido, isto é, à medida que o empregado vai prestando serviços, sendo que o diferencial entre o valor das responsabilidades assumidas e os activos adquiridos para cobrir essa responsabilidade deverá estar relevado no balanço da Companhia. €

O custo, para efeitos da IAS 19, não corresponde necessariamente ao valor que a Companhia entrega anualmente ao Fundo, sendo dado pelo somatório do custo dos serviços correntes, com o custo dos juros e com o resultado esperado dos activos. Para reconhecer os ganhos/perdas actuariais a Companhia optou pelo método do “SORIE”, em que os ganhos e perdas actuariais de cada ano são reconhecidos em rubrica específica do capital próprio. O método de cálculo do custo do serviço corrente e do valor actual das responsabilidades por serviços passados dos participantes dos benefícios de reforma por velhice e de sobrevivência diferida usado no cenário de financiamento é o “Unit Credit” Projectado. Os principais pressupostos considerados nos estudos actuariais para 31 de Dezembro de 2011 e 2010 são como segue: • Pensão de reforma por velhice: Para todos os Participantes, com as excepções referidas na Cláusula 5ª do Contrato Constitutivo do Fundo de Pensões AXA (Excepção dos ex-empregados da Ourique): P = (0,8 ×14 /12 × R) − (0,022 × n × S 60)

tal que, 0,3 ≤ 0,022 × n ≤ 0,8 com P, R, n e S, definidos no CCT da Actividade Seguradora €


106

Para os ex–empregados da Ourique: P = (14 /12 × R) − (0,022 × n × S 60)

tal que, 0,3 ≤ 0,022 × n ≤ 0,8 com P, R, n e S, definidos no CCT da Actividade Seguradora. € • Pensão de reforma por invalidez: P = (0,022 × t ×14 /12 × R) − (0,022 × n × S 60)

tal que, 0,3 ≤ 0,022 × n ≤ 0,8 com P, R, n, t e S, definidos no CCT da Actividade Seguradora. €

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Esta transferência de responsabilidades do Fundo para as apólices cessou no ano de 2010, pelo que não se têm registado novas adesões nas apólices de rendas vitalícias e de rendas temporárias (com excepção dos beneficiários das rendas temporárias que atingem a idade de reforma e transitam para as apólices de rendas vitalícias).

Veículo de financiamento utilizado: O veículo de financiamento é o fundo de pensões ao qual se associam apólices de rendas temporárias (préreformas) e vitalícias (reformados) (risco transferido para a Axa Vida).

• Pensão de pré-reforma: P = 0,8 × R ×14

com P e R, definidos no CCT. €

• Pagamento das pensões: As pensões de reforma e de pré-reforma são pagas 14 vezes por ano. • Direitos adquiridos: O presente Plano de Pensões não confere direitos adquiridos. Não obstante, e nos termos da Cláusula 55ª do CCT da Actividade Seguradora, aplica-se o princípio de solidariedade entre Entidades, cabendo à ultima Seguradora a responsabilidade da pensão a pagar. • Actualização de pensões: As pensões a cargo do Fundo serão actualizadas de acordo com o estabelecido na Secção IV do CCT da Actividade Seguradora. • Forma de pagamento dos benefícios: As pensões são liquidadas pelo Fundo, ou garantidas mediante a contratação junto da AXA Vida de apólices de seguro de rendas imediatas temporárias em nome e em benefício dos pré-reformados, ou apólices de seguro de rendas vitalícias imediatas em nome e em benefício dos reformados, a qual também se responsabiliza pelo respectivo processamento e pagamento aos beneficiários.

Valor e a taxa de rendibilidade efectiva dos activos do plano: A quantia de activos financeiros é de 32.252.615 euros (2010: 33.702.052 euros) e a taxa de rendibilidade foi de -0,15% (2010: 2,03%).

A responsabilidade passada com benefícios pós-emprego, separadamente entre o valor actual da responsabilidade por serviços passados e o valor actual dos benefícios já em pagamento: O valor actual da responsabilidade por serviços passados é de 9.982.366 euros (2010: 14.173.143 euros) e o valor actual dos benefícios já em pagamento é de 22.747.661 euros (2010: 20.221.737 euros).


107

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

Reconciliação dos saldos de abertura e de fecho do valor presente da obrigação de benefícios definidos:

2011 Saldo inicial

2010

2011

34.394.881

37.548.615

401.183

613.356

1.499.617

1.652.139

Ganhos e perdas actuariais

-965.626

-489.484

Benefícios pagos

-3.070.476

-2.833.412

0

-2.096.334

470.477

0

32.730.026

34.394.881

Custo do serviço corrente Custo de juros

Transferências Cortes e liquidações Saldo final

Encontra-se adicionalmente registado no passivo da Companhia um valor de responsabilidades com outros benefícios pós-emprego (vida e assistência médica) de 2.924.283 euros (2010: 1.984.393 euros).

Reconciliação dos saldos de abertura e de fecho do justo valor dos activos do plano: 2011 Saldo inicial

2010

33.702.052

36.774.970

Retorno esperado dos activos

1.632.344

1.776.132

Ganhos e perdas actuariais

-1.898.305

-1.141.627

Contribuições do empregador

1.780.000

1.220.883

Benefícios pagos

-3.070.476

-2.833.412

180.000

-2.096.334

32.325.615

33.702.052

Transferências Saldo final

Reconciliação do valor presente da obrigação de benefícios definidos e do justo valor dos activos do plano com os activos e passivos reconhecidos no balanço:

Unidade: Euros

2010

Responsabilidades

35.654.310

36.379.273

Activos

32.325.615

33.702.052

3.328.694

2.677.221

Insuficiência contabilística reconhecida no passivo

Indicação do gasto total reconhecido na Conta de Ganhos e Perdas: 2011 Custo do serviço corrente

2010

401.183

613.356

1.499.617

1.652.139

Retorno esperado dos activos

-1.632.344

-1.776.132

Ganhos ou perdas decorrentes de cortes e liquidações

470.447

0

Total

738.903

489.363

Custo de juros

Quantias reconhecidas no exercício corrente em capital próprio, relativamente aos ganhos ou perdas actuariais: O valor de perdas actuariais reconhecidas em rubrica de capital próprio no ano de 2011 foi de 719.209 euros (2010: 182.428 euros), líquido de imposto diferido.


108

AXA

Quantia cumulativa de ganhos e perdas actuariais reconhecidos em capital próprio: O valor acumulado de perdas actuariais reconhecidas em rubrica de capital próprio em 2011 é de 5.226.378 euros (2010: 4.507.168 euros), líquido de imposto diferido.

Categoria de investimentos TÍTULOS DE RENDIMENTO VARIÁVEL

Valor 2011

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

A percentagem e quantia de cada categoria principal dos investimentos do plano, que constituem o justo valor do total dos activos do plano:

Percentagem 2011

Valor 2010

Percentagem 2010

5.163.458

12%

7.051.812

16%

36.017.202

86%

33.853.708

78%

NUMERÁRIO, DEP. EM INST. DE CRÉDITO E APLICAÇÕES NO MMI

210.682

1%

1.461.717

3%

OUTROS

717.389

2%

1.188.477

3%

42.108.732

100%

43.555.714

100%

TÍTULOS DE RENDIMENTO FIXO

GESTÃO DE FUNDOS DE PENSÕES

A quota-parte da Companhia no Fundo é de 32.325.615 euros (2010: 33.702.052 euros). A Companhia representa cerca de 77% (2010: 77%) do total deste fundo.

Descrição dos principais pressupostos actuariais (em termos absolutos) usados:

Descrição da base usada para determinar a taxa esperada global de retorno dos activos:

ii. Taxas esperadas do retorno em quaisquer activos do plano bem como sobre qualquer direito de reembolso para os períodos apresentados nas demonstrações financeiras é de 4,938% (2010: 4,9%);

A taxa esperada de retorno é fixada por categoria de activo com base nas melhores estimativas decorrentes do mercado financeiro.

Indicação do retorno real dos activos do plano: O retorno real dos activos do plano é de -265.961 euros (2010: 634.506 euros). A percentagem de retorno dos activos foi de -0,15% (2010: 2,03%), conforme descrito anteriormente.

i. Taxa de desconto é de 3,40% (2010: 4,36%);

iii. Taxas esperadas de crescimento das remunerações é de 2% (2010: 2%); iv. pressupostos actuariais usados Outros materialmente relevantes, tais como, tábuas de mortalidade, de invalidez e de rotação de empregados e taxas de passagem à situação de pré-reforma/reforma antecipada:


109

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

Descrição dos elementos respeitantes aos planos de amortização regulamentarmente previstos e informação dos elementos necessários para o seu entendimento:

Tábuas: • Mortalidade: TV 73-77 (população francesa) • Invalidez: EKV 80 (população suíça) • Percentagem de pré-reformas: considera-se uma percentagem anual de futuras pré-reformas de 20%, para a AXA PORTUGAL, Companhia de Seguros, S.A. e para as restantes 6 Associadas, respectivamente, aplicável aos Activos que reúnam as condições estipuladas no CCT da Actividade Seguradora. Estas percentagens são consistentes com as utilizadas nas últimas avaliações e consideram-se adequadas face à realidade de pré-reformas dos últimos 12 anos, conforme estudo efectuado pelo Actuário Responsável.

As contribuições efectuadas em 2011 foram determinadas com base no valor de rentabilidade real do Fundo e tendo presente o cumprimento da Norma 5/2007, designadamente: a) Financiamento de 100% das responsabilidades com pensões em pagamento; b) Inclusão de 1/5 do valor do deficit entre 95% das responsabilidades por serviços passados de activos no final de 2008, e a parte dessas responsabilidades cobertas pelo Fundo, de tal forma que neste exercício e no subsequente se atinja a meta de nível de financiamento mínimo a 95%.

Indicação do valor das responsabilidades e activos do fundo do período anual corrente e dos quatro períodos anuais anteriores: 2011

2010

2009

2008

2007

Responsabilidades

35.654.310

36.379.273

39.633.251

34.927.488

40.374.738

Activos

32.325.615

33.702.052

36.774.970

31.012.179

33.282.593

3.328.694

2.677.221

2.858.281

3.915.309

7.092.145

Insuficiência contabilizada no passivo


110

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Alteração do plano de benefícios pós-emprego (novo CCT) • No dia 23 de Dezembro de 2011, foi assinado um novo contrato colectivo de trabalho (novo CCT) entre a Associação Portuguesa de Seguradoras (APS) e dois sindicatos representativos da classe profissional (STAS e SISEP). Este novo CCT foi posteriormente publicado no Boletim do Trabalho e Emprego n.º 2, de 15 de Janeiro de 2012. • De acordo com o n.º 1 da clausula 48º do novo CCT, “todos os trabalhadores no activo em efectividade de funções, com contratos de trabalho por tempo indeterminado, beneficiarão de um plano individual de reforma, em caso de reforma por velhice ou por invalidez concedida pela Segurança Social, o qual substitui o sistema de pensões de reforma previsto no anterior contrato colectivo de trabalho”. Ainda de acordo com o novo CCT no n.º 2 da clausula 48º “o valor integralmente financiado das responsabilidades pelos serviços passados, calculado a 31 de Dezembro de 2011, relativo às pensões de reforma por velhice devidas aos trabalhadores no activo, admitidos até 22 de Junho de 1995, que estavam abrangidos pelo disposto na cláusula 51.ª, n.º 4, do CCT, cujo texto consolidado foi publicado no Boletim do Trabalho e Emprego, n.º 32, de 29 de Agosto de 2008, será convertido em contas individuais desses trabalhadores, nos termos e de acordo com os critérios que estiverem previstos no respectivo fundo de pensões ou seguro de vida, integrando o respectivo plano individual de reforma”. • Face ao exposto, o plano de benefícios definidos será liquidado e o saldo das responsabilidades integralmente financiadas a 31 de Dezembro de

2011 será transferido para um plano individual de reforma, em formato ainda por definir. • A primeira contribuição anual do empregador para o plano individual de reforma verificar-se-á: a) Para os trabalhadores no activo admitidos na actividade seguradora antes de 22 de Junho de 1995 — no ano de 2015; b) Para os trabalhadores no activo admitidos na actividade seguradora no período compreendido entre 22 de Junho de 1995 e 31 de Dezembro de 2009 — no ano de 2012; c) Para os trabalhadores no activo admitidos depois de 1 de Janeiro de 2010 — no ano seguinte àquele em que completem dois anos de prestação de serviço efectivo na empresa, sem prejuízo do disposto no número seguinte. De acordo com o Anexo V ao novo CCT, o valor anual das contribuições do empregador serão as seguintes: Ano civil

Contribuição para o PIR (%)

2012

1,00

2013

2,25

2014

2,50

2015

2,75

2016

3,00

2017 e seguintes

3,25


SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

Outros benefícios de longo prazo • Ao abrigo do novo CCT, a cláusula 41 contempla a obrigação de a Companhia atribuir aos colaboradores, mediante o cumprimento de determinados requisitos definidos na mesma cláusula, prémios de permanência pecuniários (colaboradores com idade inferior a 50 anos) ou a concessão de dias de licença com retribuição (colaboradores com idade superior ou igual a 50 anos). • Quando o trabalhador completar um ou mais múltiplos de cinco anos de permanência na Companhia, terá direito a um prémio pecuniário de valor equivalente a 50% do seu ordenado efectivo mensal. Após o trabalhador completar 50 anos de idade e logo que verificados os períodos mínimos de permanência na empresa a seguir indicados, o prémio pecuniário é substituído pela concessão de dias de licença com retribuição em cada ano, de acordo com o esquema seguinte: a) Três dias, quando perfizer 50 anos de idade e 15 anos de permanência na Companhia; b) Quatro dias, quando perfizer 52 anos de idade e 18 anos de permanência na Companhia; c) Cinco dias, quando perfizer 54 anos de idade e 20 anos de permanência na Companhia. Em 31 de Dezembro de 2011 a Companhia calculou o valor actual do prémio de permanência a liquidar no futuro, não tendo contudo registado a respectiva responsabilidade, a qual é imaterial no contexto das suas contas. Durante 2012, o cálculo será reavaliado e o respectivo valor das responsabilidades será registado nas contas da Companhia.

111


112

AXA

NOTA 32 – OUTROS CREDORES POR OPERAÇÕES DE SEGUROS E OUTRAS OPERAÇÕES

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Nos exercícios de 2011 e 2010, esta rubrica apresenta a seguinte decomposição:

2011

2010

9.480.984

7.325.584

Co-Seguradores

6.311.681

5.848.998

Prémios Recebidos Antecipadamente

5.302.799

5.631.731

Estornos a pagar

2.732.894

2.566.066

257.190

254.640

24.085.548

21.627.019

2.330.099

2.674.597

Contas a pagar por operações de seguro directo Mediadores de Seguros

Segurados Total Contas a pagar por operações de resseguro Resseguradores Ressegurados Total Contas a pagar por outras operações Fornecedores Outros credores (inferiores, individualmente, a €820 milhares)

633.546 3.308.143

2.204.137

4.020.688

2.755.182

3.260.157

4.959.318

7.280.845

31.994.794

32.216.007

Total Outros credores por operações de seguros e outras operações

619.829 2.949.927

Unidade: Euros

NOTA 33 – OUTRAS PROVISÕES No exercício de 2011 e 2010, a rubrica de provisões para outros riscos e encargos apresenta a seguinte movimentação:

Saldo a 31.12.2009

Dotações

Utilizações

Saldo a 31.12.2010

Dotações

Utilizações

Saldo a 31.12.2011

Fundap

885.801

949.551

908.700

926.652

1.015.561

956.385

985.828

Outros riscos e encargos

268.355

0

0

268.355

0

65.000

203.355

48.010

0

0

48.010

0

0

48.010

1.202.166

949.551

908.700

1.243.017

1.015.561

1.021.385

1.237.193

Impostos Total

Unidade: Euros


113

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

O valor inserido na rubrica de Outros Riscos e Encargos respeita a uma provisão para rescisões contratuais de acções interpostas por ex-empregados, que se encontram a decorrer em tribunal.

NOTA 34 – CAPITAL, RESERVAS, OUTRAS RESERVAS, RESULTADOS TRANSITADOS E RESULTADO DO EXERCÍCIO Capital social e resultado do exercício

O Capital Social da Axa Portugal, Companhia de Seguros S.A, em 31 de Dezembro de 2011, no valor de €36.670.805, representado por 7.334.161 acções de valor nominal igual a €5, encontra-se integralmente subscrito e realizado. A estrutura accionista de referência manteve-se estável durante o ano de 2011.

Número de acções

Accionista

Percentagem de participação social

Inicio do período

Movimento do ano

Fim do periodo

AXA Corporate Solutions (Grupo AXA)

665.424

0

665.424

9.07%

AXA P. Comp Seg Vida, S.A. (Grupo AXA)

166.574

0

166.574

2.27%

6.088.235

0

6.088.235

83.01%

394.117

0

394.117

5.37%

19.811

0

19.811

0.27%

7.334.161

0

7.334.161

100.00%

AXA, S.A. (Grupo AXA) AXA Assurance Vie (Grupo AXA) Outros (Minoritários fora do Grupo AXA) Total

Unidade: Euros

O resultado por acção de 2011 é de €0,33. Comparado com aquele de 2010 (€0.23), sofreu um aumento de 43,5%, devido ao incremento do resultado líquido do exercício. A aplicação do resultado líquido do exercício de 2010, resultou da decisão da Assembleia-geral de Accionistas ocorrida em 31/03/2011, onde foi deliberada a seguinte aplicação:

Aplicação do Resultado Líquido do Exercício Resultado do exercício anterior

2010 1.694.617

Aplicação: Reserva Legal Reservas Livres Resultados Transitados Dividendos

169.462 0 508.385 1.016.770 Unidade: Euros


114

AXA

A legislação portuguesa aplicável ao sector segurador exige que a Reserva Legal, que não é passível de distribuição, seja reforçada em pelo menos 10% do lucro líquido anual, até à concorrência do capital social. Com base nos dividendos distribuídos, referidos acima, e considerando que o capital da AXA estava, até à data da distribuição dos resultados, representado por 7.334.161 acções, tal corresponde a um total de dividendos por acção de €0.14, tendo sido distribuído em 2011, da forma como se apresenta no quadro seguinte, bruto de impostos:

Accionista

% Capital

Dividendos (Euros)

AXA Corporate Solutions (Grupo AXA)

9,07%

92.251

AXA P. Comp Seg Vida, S.A. (Grupo AXA)

2,27%

23.093

AXA, S.A. (Grupo AXA)

83,01%

844.041

AXA Assurance Vie (Grupo AXA)

5,37%

54.638

Outros (Minoritários fora do Grupo AXA)

0,27%

2.746

100,00%

1.016.770

Total

A Companhia não procedeu a qualquer pagamento extraordinário de dividendos nem efectuou qualquer antecipação dos mesmos durante o ano de 2011. A aplicação de resultados do ano de 2011 a apresentar em assembleia-geral de accionistas será a que a seguir se apresenta:

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Aplicação do Resultado Líquido do Exercício Resultado do exercício anterior

2011 2.426.400

Aplicação: Reserva Legal Reservas Livres Resultados Transitados Dividendos

242.640 0 2.183.760 0 Unidade: Euros

Face à turbulência dos mercados financeiros, a Companhia decidiu não efectuar qualquer distribuição de dividendos, aumentando assim a sua robustez de capital. Reservas Descrição da natureza e da finalidade de cada reserva do capital próprio: Reserva de reavaliação por ajustamentos no justo valor de activos financeiros, no valor de 10.342.606 euros em 2011 (2010: 29.796.062 euros), representa as mais e menos valias potenciais relativas à carteira de investimentos disponíveis para venda, líquidas da imparidade reconhecida em resultados no exercício e/ ou em exercícios anteriores. Reserva por impostos diferidos, no valor de 2.999.356 euros em 2011 (2010: 8.640.858 euros) contém a percentagem de imposto aplicada sobre a reserva de reavaliação por ajustamentos no justo valor de activos financeiros, para fazer face a impostos potenciais no futuro.


115

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

Reservas de reavaliação por revalorização de outros activos tangíveis, contém a reavaliação do imobilizado tangível efectuado em 1991. 2011: 308.442 euros (2010: 308.442 euros). Outras Reservas, no montante de 14.873.613 euros em 2011 (2010: 15.423.360), apresentam o seguinte detalhe: • Reserva legal – utilizada para cobrir prejuízos acumulados ou para aumentar o capital. De acordo com a legislação Portuguesa, a reserva legal deve ser anualmente creditada com pelo menos 10% do lucro líquido anual, até à concorrência do capital emitido. Em 31 de Dezembro de 2011 a reserva legal ascendia a 15.653.372 euros (2010: 15.483.910 euros); • Reservas livres – é constituída por lucros distribuídos em anos anteriores, não impostos por lei e pode ser utilizável para cobertura de prejuízos, depreciação de valores e aumentos de capital. 2011: 1.346.252 euros (2010: 1.346.252 euros); • Prémios de emissão – consideram a diferença entre o valor de subscrição das acções emitidas e o seu valor nominal. 2011: 3.100.366 euros (2010: 3.100.366 euros); • Reserva para ganhos e perdas actuariais (reserva “SORIE”) – constituída pelos ganhos e perdas actuariais de planos de benefício definido (ver nota 31). 2011: 5.226.378 euros (2010: 4.507.168 euros).

Resultados transitados Inclui o montante de resultados líquidos transitados de anos anteriores. A movimentação das rubricas de capital próprio poderá ser analisada na demonstração de variações no capital próprio.

NOTA 35 – TRANSACÇÕES ENTRE PARTES RELACIONADAS A AXA Portugal – Companhia de Seguros, S. A. em 31 de Dezembro de 2011 tinha a seguinte composição accionista:

Accionista AXA S.A.

% Capital 83,01%

AXA Corporate Solution Assurance

9,07%

AXA France Vie

5,37%

AXA PORTUGAL - Comp. Seguros de Vida, SA

2,27%

Outros

0,28%

Total

100.00%

A AXA S.A., empresa holding do Grupo AXA, constituída de acordo com a lei francesa e residente em França, decorre da fusão de várias mútuas de seguros, designadas colectivamente por “Les Mutuelles Unies”. Em 1982 “Les Mutuelles Unies” tomaram o controlo do Grupo Drouot passando a operar sob a designação de AXA. A AXA S.A. encontra-se cotada na bolsa francesa e na bolsa de Nova Iorque sendo detida essencialmente por outras pessoas colectivas e individuais, independentes do Grupo AXA (em 31-12-2010, cerca de 74,28% das acções da AXA, S.A. eram detidas pelo público em geral). A AXA Corporate Solutions Assurance tem sede em França e é uma subsidiária da AXA France Assurance que por sua vez é detida pela AXA, S.A.. A AXA Corporate Solutions Assurance opera no mercado dos Ramos de Seguros Não Vida (“Property & Casuality”), desenvolvendo


116

produtos para grandes empresas europeias e empresas de aviação e marítimas à escala mundial. No âmbito da sua actividade a AXA Corporate Solutions Assurance providencia produtos globais aos seus clientes, especialmente quando estes estejam localizados em diversas jurisdições nomeadamente nos sub-ramos de outros danos em coisas, responsabilidade, riscos na construção, Auto, Aeronaves e Embarcações, bem como, perdas pecuniárias diversas. A AXA France Vie, com sede em França, é uma Seguradora que opera no mercado do Ramo Vida sendo detida pela AXA France Assurance, subsidiária da AXA, S.A.. A Companhia detém ainda algumas participações em filiais e associadas, com pouca expressão, sendo membro de empreendimentos conjuntos, caracterizando-se essas entidades pelas seguintes actividades: • Gaivina (20%) – Empresa de gestão de parque imobiliário. Durante o ano de 2011 não houve qualquer tipo de registos em ganhos e perdas nem em balanço com esta entidade; • Plataforma (20%) – Empresa de gestão de cobranças que exerce para a Companhia algumas actividades administrativas. Durante o ano de 2011 ocorreram movimentos quase insignificantes; • Empresa Artística, SA (96,03%) – Empresa de exploração de salas de espectáculos e actividades conexas. Durante o ano de 2011 não houve qualquer tipo de registos em ganhos e perdas nem em balanço com esta entidade; • AXA ITMED Unipessoal Lda (100%) - Empresa tem como objecto social as actividades de programação;

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

• AXA Centro de Serviços a Clientes A.C.E. (AXA CSC) - É um agrupamento complementar de empresas, constituído nos termos da Lei n.º 4/73, de 4 de Junho e Decreto-Lei n.º 148/90, de 9 de Maio e demais legislação em vigor aplicável, que visa melhor as condições de exercício da actividade seguradora ao nível do serviço a clientes (conforme respectivos Estatutos), concretamente, por meios de comunicação electrónica por processos não presenciais nas áreas de emissão e regularização de sinistros; • A AXA Mediterraneam Systems, AEIE (AXA MED) - É uma sucursal do AXA Mediterranean Services A.E.I.E, que é um agrupamento europeu de interesse económico com sede em Espanha; • CEPRES – Central de Prestadores de Serviços, A.C.E - É um agrupamento complementar de empresas constituído nos termos da Lei n.º 4/73, de 4 de Junho e Decreto-Lei n.º 148/90, de 9 de Maio e demais legislação em vigor aplicável que tem por objecto representar e defender os interesses das empresas agrupadas, a saber AXA Portugal – Companhia de Seguros, S.A., Companhia de Seguros Allianz Portugal, S.A. e Seguro Directo Gere – Companhia de Seguros, S.A., na prestação ou obtenção de serviços de reparação de viaturas, aluguer de viaturas, reboques de viaturas, recolha e venda de salvados e fornecimento de peças, bem como quaisquer outras actividades conexas, se tal for considerado necessário pelas empresas agrupadas; • A AXA Technology Services Mediterranean Region, A.E.I.E. (AXA TECH) é uma sucursal em Portugal de um agrupamento europeu de interesse económico com sede em Espanha, tendo sido constituída a 6 de Junho de 2006. A AXA TECH tem por objecto a prestação de serviços de arquitectura


SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

de sistemas informáticos e de telecomunicações, concretamente, provendo os membros agrupados dos meios necessários para o exercício das suas actividades, concebendo e definindo as normas standard em matéria de infra-estruturas informáticas e de telecomunicações comuns. A AXA TECH assume igualmente a concepção, a exploração e desenvolvimento de tais infra-estruturas informáticas e de telecomunicações comuns. Tratando-se de uma sucursal de um agrupamento europeu de interesse económico presta serviços exclusivamente aos membros agrupados não tendo por objectivo a obtenção de lucros, tendo uma natureza meramente civil; • A AXA Group Solutions, A.E.I.E. (AXA GS) é um agrupamento europeu de interesse económico com sede em Portugal, constituído a 1 de Setembro de 2005 nos termos do Regulamento (CEE) n.º 2137/85 do conselho, de 25 de Julho, que tem por objecto a prestação de serviços de desenvolvimento e manutenção de sistemas SAP; • AXA Mediterranean Services A.E.I.E – Sucursal em Portugal (AXA MED) tem por objecto a prestação de serviços variados aos respectivos membros, como sejam: a prestação aos seus membros dos serviços de planificação orçamental, controlo de gestão, gestão de investimentos, análise de riscos, actuariado corporativo, compras, comunicação, qualidade e optimização de processos, em concreto, prover os seus sócios dos meios necessários para o exercício de tais actividades e, designadamente, conceber e definir as normas e standard comuns nestas matérias.

117


118

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Transacções com entidades do Grupo Em Portugal, o Grupo AXA encontra-se representado por quatro seguradoras (i) AXA Portugal – Companhia de Seguros, S.A., (ii) AXA Portugal – Companhia de Seguros de Vida, S.A., (iii) Seguro Directo Gere – Companhia de Seguros, S.A. e (iv) AXA Life Europe Limited – Sucursal em Portugal.

No quadro abaixo evidenciam-se as transacções ocorridas com empresas relacionadas durante o ano de 2010:

No quadro abaixo evidenciam-se as transacções ocorridas com empresas relacionadas durante o ano de 2011:

Gie AXA

0

AXA IM Cepres

Rendimentos

AXA REIM

Rendimentos

Gastos

Balanço

Gie AXA

0

869.911

-6.652

AXA IM

0

282.448

0

Cepres

0

155.465

-1.498

80.152

108.210

0

AXA Life Europe

0

0

2.845

AXA Portugal Vida

0

0

1.813.603

AXA REIM

322.794

0

109.987

AXA Centro de Serviço a Clientes, ACE

Seguro Directo Gere

0

10.387.190

2.190.645

AXA Group Solutions AEIE

0

40.221

0

AXA Group Solutions Paris, Suc. Portugal

0

434.348

207.784

AXA MED

0

368.095

38.853

66.116

5.647.597

0

112.500

0

3.088.783

0

545.297

1.162.807

AXA Technology Serv.Med. Reg. AEIE AXA Itmed Unipessoal, LDA AXA Mediterranean System AEIE, Suc. Portugal

Gastos

Balanço

900.532

-14.686

0

516.547

0

0

109.486

0

9.000

273.753

2.390

AXA Life Europe

0

0

10.979

AXA Portugal Vida

0

0

1.248.432

Seguro Directo Gere

463.661

0

125.155

AXA Centro de Serviço a Clientes, ACE

0

10.062.373

413.347

AXA Group Solutions AEIE

0

183

-183

AXA Group Solutions Paris, Suc. Portugal

0

363.684

-24.939

AXA MED

0

441.160

3.234

66.116

5.922.680

-810.415

165.750

0

2.506.164

AXA Technology Serv.Med. Reg. AEIE AXA Itmed Unipessoal, LDA

Unidade: Euros

Unidade: Euros

A GIE AXA é uma partnership criada para prestar serviços comuns ao Grupo AXA. A GIE AXA foi constituída com o propósito de prestar serviços às empresas do Grupo nas seguintes áreas: • Corporate finance; • Planeamento e estratégia; • Financiamento, gestão de tesouraria e equity management; • Ratings financeiros; • Assistência técnica


119

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

A AXA Investment Managers Paris (AXA IM) é uma sociedade anónima constituída de acordo com a legislação francesa, tendo por objecto: • A gestão de investimentos financeiros; • A criação de produtos de investimento, e • A realização de estudos e a prestação de serviços no domínio financeiro. Para além da gestão da carteira efectua ainda a própria análise de risco de emitentes de obrigações, é parte integrante nos estudos, análises que permitem ao Grupo e a cada entidade individualmente, definir a macro – política financeira tendo em conta a volatilidade que se pretende assumir no curto e médio prazo e a condições do mercado. A AXA Real Estate Investment Managers Iberica - Exploração de Imóveis S A – AXA REIM – é uma empresa com sede em Portugal, filial da AXA Real Estate Investment Managers, S.A com sede em França, cujo objecto é a aquisição, venda, arrendamento e exploração de imóveis, próprios e alheios, bem como prestação de serviços conexos. A AXA Life Europe Limited é uma sucursal em Portugal de uma Seguradora do Grupo Axa com sede na Irlanda. Esta empresa explora em Portugal, o seguro de vida. AXA Portugal, Companhia de Seguros de Vida, S.A. é uma sociedade anónima de direito português que exerce a actividade de comercialização de seguros de Vida no território Português, pertencente ao Grupo Axa, cuja casa-mãe se situa em França.

AXA Group Solutions Paris Société Anonyme – Sucursal em Portugal é uma sucursal em Portugal detida pela Axa Group Solution Paris, com sede em França, tendo sido constituída a 07 de Julho de 2007. Tem por objecto o fornecimento de prestações de consultadoria e de assistência em matéria de informática, de telecomunicação e de organização funcional e operacional. As transacções com resseguradoras do Grupo em 2011, são: Rendimentos AXA CESSIONS

Gastos

Balanço

13.399

20.315

-2.467

AXA CORPORATE SOLUTIONS ASSURANCES FRANCE

0

0

44

INTER PARTNER ASSISTANCE

0

12.931

1.145

AXA ART ESPANHA AXA CESSIONS – Aceite

27

87

54

2.551

1.483

6.856

Unidade: Milhares de Euros

As transacções com resseguradoras do Grupo em 2010, são: Rendimentos AXA CESSIONS AXA CORPORATE SOLUTIONS ASSURANCES FRANCE INTER PARTNER ASSISTANCE AXA ART ESPANHA AXA CESSIONS – Aceite

Gastos

Balanço

28.799

16.173

-1.136

1.773

1.339

44

0

6.601

460

23

78

56

3.504

5.136

3.361

Unidade: Milhares de Euros


120

Remuneração das pessoas que têm autoridade e responsabilidade pelo planeamento, direcção e controlo, de forma directa ou indirecta, incluindo qualquer administrador (executivo ou outro), no total e para cada uma das categorias de benefícios de empregados de curto prazo, benefícios pós-emprego, outros benefícios de longo prazo, benefícios de cessação de emprego e pagamento com base em acções. O total de remunerações, benefícios pós-emprego (custos com fundo de pensões) e prémios de incentivo relativo ao conjunto de pessoas nas circunstâncias acima citadas totalizou, respectivamente 3.216.914 euros (2010: 4.467.336 euros), 328.861 euros (2010: 219.544 euros) e 159.692 euros (2010: 165.262 euros). As remunerações do Conselho de Administração correspondem às do Administrador Delegado. No exercício de 2011 totalizaram respectivamente nas rubricas de remunerações, benefícios pós-emprego (custos com Fundo de Pensões) e prémios, os montantes de 161 mil euros (2010: 161 mil euros), 18 mil euros (2010: 42 mil euros) e 129 mil euros (2010: 162 mil euros), respectivamente. Em 31 de Dezembro de 2011 e 2010 não existiam créditos concedidos pelo Grupo aos membros do Conselho de Administração e Fiscal. Quanto às remunerações do Conselho Fiscal, os montantes auferidos em 2011, foram de 10.800 euros (2010: 10.800 euros) para o respectivo Presidente, 4.800 euros (2010: 4.800 euros) para o 1º vogal e 3.600 euros (2010: 3.600 euros) para o 2º vogal.

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Os serviços prestados pelos Revisores Oficiais de Contas são registados na rubrica de trabalhos especializados. Os honorários com o Revisor Oficial de Contas ascenderam, em 2011, a 88.732 euros (2010: 76.775 euros), incluindo IVA, tendo compreendido o trabalho de revisão legal das contas, a revisão dos relatórios e mapas de reporte prudencial submetidos ao ISP e, adicionalmente, a revisão do relatório sobre os sistemas de gestão de riscos e de controlo interno. O incremento verificado resulta do aumento de horas despendidas com a revisão dos novos requisitos de divulgação impostos pela Norma Regulamentar nº 22/2010, de 16 de Dezembro.


121

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

NOTA 36 – ACTIVIDADE

GESTÃO

DE

RISCOS

DE

Com base na definição estratégica dos segmentos alvos, são conceptualizadas políticas e processos de gestão de riscos dos respectivos contratos de seguro. Essas políticas focalizam-se na aceitação, provisionamento de responsabilidades, monitorização da carteira quer para identificação de desvios ao nível da tarifa e da sinistralidade, quer para averiguação permanente do bom provisionamento. A avaliação, os testes e eventuais alterações no Sistema de Gestão de Riscos são devidamente planeados, continuamente revistos e documentados. Neste âmbito é reportado anualmente desde 2008 o Relatório Anual sobre o Sistema de Gestão de Riscos e de Controlo Interno, dando cumprimento ao n.º1 do art.º 19º da Norma Regulamentar 14/2005-R, do Instituto de Seguros de Portugal. Quanto à política de aceitação de riscos é definida conforme os segmentos alvos e é estruturada com base nos resultados obtidos das análises actuariais. Em sequência, são definidas regras de aceitação, é efectuada a sua parametrização no sistema informático de suporte bem como fixados mecanismos de impedimento e alerta sempre que alguma dessas condições seja violada. A aceitação de condições de excepção/interditas é da competência da área de Subscrição. No que respeita ao provisionamento de responsabilidades, conforme descrito na Nota 2, a abertura de um sinistro, por regra, com base num custo médio, resulta de análises actuariais permanentes às bases de dados de sinistros históricas, por anos de ocorrência. O acompanhamento subsequente, pelo gestor de sinistros, segue o conjunto de regras de gestão de sinistros implementadas.

A monitorização da carteira de contratos de seguro, por ramo permite acompanhar a adequacidade da tarifa e avaliar da necessidade de saneamento. Para além dessa análise são ainda efectuadas (i) análises de sensibilidade periódicas, ao nível das Provisões Técnicas, segundo metodologias em uso no Grupo, (ii) análises casuísticas, (iii) verificação de algoritmos e alertas dos sistemas informáticos (de subscrição, emissão e sinistros), matching de activos e passivos. Anualmente é também efectuado o LAT (Liability Adequacy Test) para averiguar a adequacidade das Provisões Técnicas. Como forma de reduzir o risco para a Companhia, é definida anualmente a politica de resseguro. Dessa definição consta: os riscos a ressegurar, lista dos resseguradores e grau de concentração. A monitorização destas variáveis é mensal. Um processo de aprovação de produtos está implementado na entidade sendo aplicado quer ao lançamento de novos produtos, quer no âmbito de “refresh” dos existentes. Este processo incorpora um sign-off formal de todos os intervenientes relativamente às condições/rentabilidade do produto.

Risco de seguro O risco específico de seguro é mensurado tendo por base o risco associado aos prémios, reservas e catastrófico, após o efeito do resseguro, através de um modelo interno para apuramento do capital económico (STEC) e valor intrínseco do portfolio da Empresa. Neste contexto, o comportamento do mercado e dos clientes, o critério de subscrição e as características dos


122

AXA

prémios em carteira constituem dados necessários para a modelização das duas variáveis, prémios e reservas e, por consequência, aferir da necessidade de capital. Outros dados, como o risco longevidade e mortalidade são considerados, designadamente para o ramo Acidentes de Trabalho. Os montantes estimados de novo negócio e de renovações bem como a probabilidade de anulação dos contratos são igualmente obtidos neste modelo e servem em simultâneo para o cálculo das responsabilidades. Os impactos que advêm dos contratos de resseguro existentes são também uma variável tida em conta na modelização.

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

O risco específico de seguros a 31 de Dezembro de 2011 era de 107 milhões de euros, após diversificação (2010: 90 milhões de euros), sendo de 67 milhões de euros para a componente de reserva (2010: 58 milhões de euros), de 44 milhões de euros para a componente de prémios (2010: 50 milhões de euros) e de 10 milhões de euros para risco catastrófico (2010: 14 milhões de euros). O efeito de diversificação do risco específico de seguros ascende a -14 milhões de euros (2010: -33 milhões de euros).

Este modelo permite efectuar análises de sensibilidade bem como mensurar a evolução real.

Q4 2011 - AXA Portugal - P&C - P&C risk factors contribution in STEC scenario and neighbouring scenarios (99,5%, in EUR m) 5th higher Scenario

4th higher Scenario

3rd higher Scenario

2nd higher Scenario

1st higher Scenario

Original STEC Scenario

1st lower Scenario

2nd lower Scenario

3rd lower Scenario

4th lower Scenario

5th lower Scenario

Average

Risk Factors standalone STEC scenarios

STEC Reserve

48

68

67

71

44

65

64

89

66

80

69

67

67

STEC Premium

66

42

43

38

66

45

46

18

40

27

37

43

44

STEC Cat Total

-3

-3

-2

-2

-3

-2

-3

-2

0

-2

-3

-2

10

111

108

108

107

107

107

107

106

105

105

103

107

107

A monitorização do risco é efectuada trimestralmente.

Análise 2011

Racio sinistralidade Rácio despesas Rácio combinado

Adicionalmente, apresenta-se uma análise tendo por base os seguintes rácios:

Acidentes de trabalho

Acidentes pessoais

Saúde

Incêndio e outros danos

Automóvel

Transportes

Resp civil

Diversos

97,4%

22,9%

97,6%

68,7%

70,8%

43,0%

38,6%

-24,3%

Total

75,3%

28,3%

33,7%

19,1%

34,4%

35,1%

31,7%

36,5%

31,2%

32,6%

125,7%

56,6%

116,7%

103,1%

105,8%

74,7%

75,1%

6,8%

107,8%


123

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

Análise 2010

Racio sinistralidade Rácio despesas Rácio combinado

Acidentes de trabalho

Acidentes pessoais

Saúde

Incêndio e outros danos

Automóvel

Transportes

94,1%

34,1%

83,9%

87,3%

66,6%

54,1%

Resp civil 11,1%

Diversos

104,6%

Total

74,2%

26,5%

30,5%

15,8%

31,4%

30,9%

47,3%

33,3%

27,9%

29,3%

120,5%

64,6%

99,7%

118,7%

97,6%

101,4%

44,4%

132,5%

103,4%

Comentamos de seguida a sua evolução: • O rácio de sinistralidade teve uma evolução negativa de 1,1 p.p., relativamente ao ano anterior, devido ao aumento dos custos com sinistros líquidos de resseguro (apesar da melhoria dos custos com sinistros de seguro directo, como resultado da aplicação de políticas e procedimentos de selecção e gestão da carteira e na melhoria da gestão das operações de sinistros), assim como pela redução dos prémios adquiridos. • O rácio de despesas teve um comportamento negativo de 3,3 p.p. essencialmente devido aos custos com saídas de colaboradores por Rescisões e Pré-reformas • Por consequência, o rácio combinado aumentou 4,4 p.p.


124

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

Riscos financeiros Risco de mercado O risco de mercado representa genericamente a eventual perda resultante de uma alteração adversa do valor de um instrumento financeiro como consequência da variação das taxas de juro, taxas de câmbio e preços de acções.

destaca o Capital Económico de curto prazo. Apresentam-se em seguida um conjunto de informação quanto à exposição dos instrumentos financeiros ao risco de mercado e respectiva comparação com o ano anterior:

O departamento de Risk Management efectua análises de risco, estudos de impacto quantitativos relacionados com a solvência II, assegura a gestão saudável dos riscos com base no uso de métricas dentro das quais se Títulos Rendimento Variável Análise de sensibilidades 2011 + 10% no mercado de acções

Impacto no Resultado

Titulo Rendimento Fixo

Impacto na Res. Reav.

Impacto no Resultado

Impacto na Res. Reav.

-2.115

2.115

- 10% no mercado de acções

2.032

-2.032

0

0

+ 25% no mercado de acções

-5.287

5.287

0

0

- 25% no mercado de acções

4.136

-4.136

0

0

+100 bps na taxa de juro

0

0

0

-13.233

-100 bps na taxa de juro

0

0

0

14.718

Títulos Rendimento Variável Análise de sensibilidades 2010

Impacto no Resultado

0

0

Titulo Rendimento Fixo

Impacto na Res. Reav.

Impacto no Resultado

Impacto na Res. Reav.

+ 10% no mercado de acções

-493

4.344

0

- 10% no mercado de acções

469

-4.063

0

0

-1.834

10.859

0

0

+ 25% no mercado de acções - 25% no mercado de acções

0

978

-8.705

0

0

+100bps na taxa de juro

0

0

0

-13.573

-100bps na taxa de juro

0

0

0

15.250


125

SOCIEDADE NÃO VIDA > Anexo Não Vida

Considera-se como justo valor o preço ou valorização recebida das contrapartes, de agentes de mercado existentes, para os instrumentos cotados num mercado oficial. Para aqueles instrumentos que carecem da dita valorização, utiliza-se um modelo de valorização interno baseado em métodos comummente utilizados no mercado e utilizando elementos ou referencias observáveis de mercado, tais como curvas de taxas de juro ou diferenciais de crédito. O mapa seguinte demonstra o tipo e a dimensão das valorizações de mercado utilizadas: Tipo Activo 2011 Títulos de rendimento Fixo

Nível 1

Nível 2

Nível 3

Total

117.616

257.593

0

375.209

Títulos de rendimento Variável

11.479

5.925

4.638

22.042

Fundos de investimento não consolidados disponíveis para venda

16.795

12.192

4.275

33.262

145.890

275.710

8.913

430.513

Total

Unidade: Milhares de Euros

Tipo Activo 2010

Nível 1

Nível 2

Nível 3

Total

286.574

96.419

0

382.993

Títulos de rendimento Variável

40.906

8.473

3.401

52.780

Fundos de investimento não consolidados disponíveis para venda

22.393

5.911

2.789

31.093

349.873

110.803

6.190

466.866

Títulos de rendimento Fixo

Total

Unidade: Milhares de Euros

Nível 1 – Justo valor determinado directamente com referência a um mercado oficial activo. Nível 2 – Justo valor determinado utilizando técnicas de valorização suportadas em preços observáveis em mercados correntes transaccionáveis para o mesmo instrumento financeiro.

Nível 3 - Justo valor determinado utilizando técnicas de valorização não suportadas em preços observáveis em mercados correntes transaccionáveis para o mesmo instrumento financeiro.


126

AXA

>

Relatório de Gestão e Contas de 2011

2011

Análise às mais e menos valias potenciais

Justo Valor

Títulos de rendimento fixo

Mais valia potencial

2010 Menos valia potencial

Justo Valor

Mais valia potencial

Menos valia potencial

375.209

12.989

11.972

382.993

16.618

6.583

Títulos de rendimento variável

22.042

4.142

223

52.780

15.825

0

Fundos de investimento não consolidados disponíveis para venda

33.262

5.772

1.219

31.093

3.942

6 Unidade: Euros

A Companhia apresenta no conjunto do seu portfolio, uma mais valia potencial de 10.342 milhares de euros (2010: 29.796 milhares de euros), já liquida das perdas potenciais antecipadas registadas como imparidade no exercício e exercícios anteriores.

Exposição ao risco de mercado

Títulos de rendimento variável por tipo de indústria 2011

Instituições Financeiras

5.346

Consumo

5.841

16.071

Energia

1.709

3.991

Comunicações

1.142

1.555

Industriais

1.359

12.108

Utilitárias

349

3.322

Bens de Consumo

783

5.254

Outras Total

O resultado obtido para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2011 para o risco de mercado, após diversificação, totalizava 31 milhões de euros (2010: 46 milhões de euros). A decomposição deste montante por tipo de risco apresenta os seguintes montantes:

2010 323

Tecnológicas

Na exposição ao risco de mercado, verifica-se que existe uma dispersão de investimento dos títulos de rendimento variável, em diversos tipos de sectores de actividade, não havendo por isso risco elevado de concentração.

640

2.560

5.383

2.573

17.529

52.780 Unidade: Milhares de Euros

- taxa de juro - 6 milhões de euros (2010: 9 milhões de euros) - spread - 10 milhões de euros (2010: 14 milhões de euros) - acções e private equity - 6 milhões de euros (2010: 27 milhões de euros) - investimentos imobiliários - 15 milhões de euros (2010: 14 milhões de euros) - cambial - 11 milhões de euros (2010: 7 milhões de euros) - volatilidade - 0 milhões de euros (2010: 2 milhões de euros) - diversificação - -18 milhões de euros (2010: -26 milhões de euros)


127

SOCIEDADE Nテグ VIDA > Anexo Nテ」o Vida

Q4 2010 - Market Risk Category Contributions to STEC Scenario and Neighbouring Scenarios (99,5%, in EUR bn) 5th higher Scenario

4th higher Scenario

3rd higher Scenario

2nd higher Scenario

1st higher Scenario

TOTAL STEC Scenario

1st lower Scenario

2nd lower Scenario

3rd lower Scenario

4th lower Scenario

5th lower Scenario

Average

STEC Scenarios by risk category

Interest Rates

7,0

3,8

-1,1

1,0

2,5

-2,4

3,5

0,4

-2,4

4,2

0,8

1,6

5,8

Spread

3,7

9,9

9,4

3,6

9,3

2,7

7,6

8,8

11,6

8,1

6,3

7,4

10,1

Equity

1,2

2,7

2,1

2,1

1,8

0,9

1,9

2,8

3,2

1,3

2,3

2,0

2,4

FX

-1,0

-1,0

4,1

10,4

6,8

4,5

3,4

9,3

1,9

6,8

6,9

4,7

10,6

Volatility Real Estate

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

0,0

14,8

12,9

13,3

9,7

8,1

20,8

10,7

4,6

12,3

5,8

9,3

11,1