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Como educar seu filho nos dias de hoje?

Obesidade! Prevenindo na infância

Síndrome do bebê sacudido

DICAS

de amamentação

Hidroginástica para gestantes

Saiba mais sobre o

o t r a P s o P ´ -


A Vila Carlota oferece peças com estilo para todos os momentos da vida da grávida, lingeries gestante e pós-parto, meias-calças terapêuticas e pijamas de amamentação. Tudo isso porque cada gravidez é única e sempre especial, e porque acreditamos que...

O mundo gira ao redor do seu umbigo!


Editorial

Parceiros:

A

revista Mamãe Bebê acompanha a mulher em todas as fases do período da maternidade. Nosso objetivo é proporcionar informação que a auxilie a se preparar para as alegrias e surpresas da nova etapa de vida que a família irá passar. Nesta edição serão apresentadas matérias relacionadas aos cuidados com o corpo da mamãe, hábitos e comportamento do bebê, entre outras. Todas de fácil entendimento e utilidade para a mamãe cuidar e lidar com seu pequeno. Com muita satisfação podemos dizer que chegamos ao final do ano de 2013 com muito trabalho e sucesso. Juntamente com todo este resultado, chega também o tempo de reflexão sobre os fatos e ações do ano. Esperamos que para você leitor, tenha sido um ano de muitas realizações e alegrias e desejamos que o próximo seja tanto quanto e muito mais! Boa leitura, boas festas e até a próxima edição de 2014!

www.maternidadecuritiba.com.br (41) 3330-8181

Expediente: Ano 3 - Nº 12 Editor Chefe Diretor Administrativo Jornalista Responsável Comercial Projeto Gráfico Design Gráfico Financeiro Fotógrafo da capa Roupas da capa

EDITORA MMBB AUGUSTO ERICH KRUGER FÁBIO MACHADO CAROLINA LEAL MTB 9313 ALINE FERREIRA EDUARDO AZEVEDO AUGUSTO KRUGER FÁBIO LUIS CLAÚDIA GEBHARDT EDINIR MACHADO STUDIO NITTA (41) 3244-9064 +Q DENGO MODA INFANTIL (41) 3039-1488 ROUPA CEDIDA PELA PARAISO MODA BEBÊ

Nosso Contato: Rua João Chede, 1835 - Curitiba/PR - Cep: 81.170-220 Telefone: (41) 3204-5007 Fax: (41) 3204-5000 E-mail: contato@revistamamaebebe.com.br

Para Anunciar: Editor Chefe

Augusto E. Kruger

Aline Ferreira: (41) 8445-8662 / 3204-5007

www.revistamamaebebe.com.br /RevistaMamaeBebe O conteúdo dos artigos e reportagens são de inteira responsabilidade de seus autores e/ou entrevistados, não refletindo necessariamente a opinião da revista Mamãe Bebê.


Índice Confira nesta edição matérias interessantes que contêm informação, dicas e cuidados que a mamãe gostará de saber. Tudo sobre o mundo “mamãe bebê” você encontra e lê aqui!

28

Mural Click Baby Confira quais são os novos rostinhos que estampam o nosso mural.

30

Saiba mais sobre o pós-parto.

46

Aulas especiais de hidrogestante, através de exercícios especificos dentro da água.

Prevenindo a obesidade na infância!

Obesidade

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56

Dicas sobre amamentação.

Decorrentes de movimentos bruscos feitos em crianças sustentadas pelas extremidades ou pelos ombros e chacoalhadas.

Amamentação!

EDITORIAL

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COMO DIAGNOSTICAR DOENÇAS EM BEBÊS

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TESTE DE DAFNI

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REDUÇÃO DOS ÍNDICES DE PREMATURIDADE É POSSÍVEL

18

MUDANÇAS FÍSICAS DURANTE A GESTAÇÃO

20

REMOÇÃO DA CHUPETA

22

FOTOGRAFIA AJUDA NA AUTOESTIMA DAS CRIANÇAS

24

CRISE DOS OITO MESES

26

DICAS DE UM ESPECIALISTA EM PRODUTOS

36

COMO SABER SE MEU FILHO É ALÉRGICO

38

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NO DESENVOLVIMENTO DOS BEBÊS

40

QUAL A RELAÇÃO ENTRE O SONO DO BEBÊ E A ALIMENTAÇÃO

42

MÓVEIS E ACESSÓRIOS PARA SEU BEBÊ

44

REAÇÕES DAS VACINAS EM BEBÊS E CRIANÇAS

50

COMO EDUCAR SEU FILHO NOS DIAS DE HOJE

52

VISITANDO O BEBÊ E A MAMÃE NA MATERNIDADE

54

O BEBÊ ESTÁ CRESCENDO

60

TROCANDO A FRALDA DO BEBÊ

64

ONDE ENCONTRAR - ENCONTRE PRODUTOS E SERVIÇOS PARA VOCÊ E O BEBÊ

Pós - Parto

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Hidroginástica para gestantes!

04

Síndrome do bebê Sacudido


Mamãe Bebê

Como diagnosticar doenças em bebês POR CAROLINA LEAL

“Investigar os sintomas a fundo é essencial para a saúde da criança” Myrna Campagnoli, endocrinologista do Laboratório Frischmann Aisengart.

O

s bebês são extremamente frágeis e a saúde deles requer cuidados redobrados. De acordo com Myrna Campagnoli, endocrinologista do Laboratório Frischmann Aisengart, ‘‘é fundamental que no primeiro ano de vida os pais levem o bebê ao pediatra mensalmente. A importância do acompanhamento mensal pelo pediatra é muito grande, pois ele vai verificar se o bebê está crescendo e se desenvolvendo adequadamente ao passar dos meses”. Nos pequenos, os sintomas de algumas doenças são bem diferentes do que nos adultos. Um bebê com infecção urinária, por exemplo, fica apático e para de comer, com sintomas que podem ser confundidos com outra enfermidade. Um diagnóstico incorreto, neste caso, pode resultar em uma lesão grave, como uma infecção generalizada ou insuficiência renal. Investigar os sintomas a fundo é essencial para que a saúde da criança não seja comprometida. 12

Os exames realizados nos bebês são os mesmos dos adultos. Apenas a preparação das crianças é diferente e em exames de maior complexidade, geralmente há um atendimento especial. É importante que o responsável pelo procedimento tenha bastante paciência e crie um ambiente tranquilo para que o exame seja realizado de forma eficiente.

A endocrinologista alerta os pais para não medicarem seus filhos sem o prévio acompanhamento médico. Qualquer sintoma que as crianças apresentarem, mesmo uma simples febre, deve ser investigado por profissionais. Apesar de os pais modernos estarem bem mais esclarecidos em relação à saúde dos filhos atualmente, a orientação do médico pediatra deve ser sempre seguida, para evitar que um problema simples se torne algo difícil de ser curado.

Sobre o Laboratório Frischmann Aisengart O Laboratório Frischmann Aisengart tem 68 anos e é considerado uma referência para o segmento de medicina diagnóstica na região. Com forte presença nas áreas hospitalar e ambulatorial é o líder de mercado na capital e Região Metropolitana. Possui mais de 600 colaboradores e mais de 40 unidades no Paraná. São mais de três mil tipos de exames de análises clínicas que contemplam serviços e soluções diferenciados com qualidade, rapidez e alto padrão de atendimento, como a coleta domiciliar e vacinas. Para mais informações: www.labfa. com.br ou (41) 4004-0103.Siga o Laboratório Frischmann Aisengart nas redes sociais: Blog - blog.labfa.com.br; Facebook - facebook.com/laboratorio.fa; Twitter - @labfa

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Mamãe Bebê

Teste de DAFNI Exame de sangue materno detecta Síndrome de Down e outras síndromes genéticas Por Marineusa Gimenes

Ao contrário desses exames invasivos, o teste de DAFNI não oferece qualquer risco ao feto ou a mãe.

P

ara uma gestação mais tranqüila, médicos e gestantes já contam com o novo exame laboratorial que o laboratório Gimenes já disponibiliza em sua lista de exames. Pode ser realizado É um tipo de exame laboraa partir da 12a setorial destinado à identificação precoce de diversas desordens mana de gestação e o genéticas fetais utilizando o resultado sai em até sangue da mãe. Pode ser realizado a partir da 12a semana de 15 dias úteis. gestação e o resultado sai em até 15 dias úteis. O teste tem uma precisão de 99,9% na identificação de anomalias cromossômicas como a síndrome de Down (trissomia do 21), síndrome de Edwards (trissomia do 18), síndrome de Patau (trissomia do 13), síndrome de Turner (X0), Síndrome de Klinefelter (XXY),

14

triplo X e síndrome de Jacobs (XXY). Geralmente alguns tipos de exames são invasivos como a amniocentese e a biópsia de vilosidade coriônica, que podem apresentar riscos tanto para o feto como para a mãe, incluindo o risco na gestação. Ao contrário de exames invasivos, o teste de DAFNI não oferece qualquer risco ao feto ou a mãe. Através de uma única amostra de sangue materno, que contém bilhões de fragmentos de DNA do feto, é possível o diagnóstico precoce de desordens genéticas que possam acometer o bebê.

Marineusa Gimenes Hidalgo - CRF-1927 Responsavel técnica do Laboratório Gimenes www.revistamamaebebe.com.br


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Mamãe Bebê

A redução dos índices de prematuridade é possível

POR CAROLINA LEAL

Rastreamento do comprimento do colo uterino no ultrassom morfológico associado ao uso de Progesterona: previne o Trabalho de Parto Prematuro (TPP) precoce, reduz a morbimortalidade neonatal e é economicamente viável.

Dr. Claudio Correa Gomes

A

prematuridade é a principal causa de morbidade e mortalidade perinatal. Sua prevenção deve ser uma prioridade durante o

pré-natal. Os “grandes prematuros” (menores de 32 semanas) merecem especial atenção. Apesar de corresponderem a apenas 1 a 2% dos nascimentos, representam aproximadamente 60% da mortalidade perinatal. Tradicionalmente, para acessar o risco de uma gestante para o TPP é usado a sua história clínica (história prévia de parto prematuro, cirurgia cervical prévia e gestação múltipla atual). Porém mais da metade dos casos de parto prematuro ocorrem em mulheres sem fatores de risco.

O Ultrassom Endovaginal realizado entre 19 e 24 semanas para medir o colo uterino é o melhor método para se identificar possível prematuridade.

parto prematuro e é um preditor muito mais forte que a história prévia da paciente isoladamente. Segundo estudos, um grupo de mulheres com alto risco para TPP pode ser identificado no 2º trimestre pela medida Endovaginal do colo uterino e que estas gestações podem ser prolongadas e a morbimortalidade neonatal diminuída pelo uso diário de Progesterona por via vaginal. A medida do colo uterino é parte fundamental no protocolo de avaliação do 2º trimestre e o tratamento, em casos alterados, uma necessidade. O Ultrassom Endovaginal realizado entre 19 e 24 semanas para medir o colo uterino é o melhor método para se identificar possível prematuridade. A mulher pode se beneficiar do uso profilático de progesterona na prevenção do TPP e irá reduzir significativamente a incidência da síndrome do desconforto respiratório agudo e outros fatores de morbidade neonatal. A profilaxia com progesterona natural por via vaginal em gestantes com o colo curto é economicamente viável.

Hoje, inúmeros trabalhos têm demonstrado que a medida do comprimento do colo uterino por via Endovaginal tem uma relação inversa com o risco de

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Mamãe Bebê

Mudanças físicas durante a gestação

A

POR CAROLINA LEAL

gestação é um período de grande mudança no corpo da futura mamãe. O organismo precisa passar por inúmeras adaptações para gerar, nutrir e proteger o bebê que está por vir. O edema (inchaço) que surge principalmente após o segundo trimestre de gestação é um acumulo de líquido entre as células do tecido que aparece principalmente nos membros inferiores gerando uma sensação de cansaço, desconforto e peso nas pernas. Ele acontece devido a uma soma de fatores, dentre eles: • Aumento de liquido (sangue) circulante no corpo; • Aumento dos hormônios femininos, como a progesterona, que favorece a retenção hídrica; • Compressão de alguns vasos localizados na região pélvica (bacia) que, devido ao crescimento do útero para acompanhar o desenvolvimento do bebê, acabam dificultando o retorno do sangue que está na perna. Para amenizar os sintomas do edema, a drenagem linfática manual é a melhor dica. A drenagem é uma massagem de movimentos leves e ritmados realizados por fisioterapeutas especializadas que estimula a circulação venosa e linfática reduzindo a retenção de líquidos, proporcionando um alívio na sensação de pernas cansadas e aumentando a sensação de bem estar físico e emocional da gestante. Dicas que contribuem com a redução do edema: - Evite calor excessivo, ele faz vasodilatação que favorece o extravasamento de liquido para os tecidos. - Reduza a ingestão de sal (pois é um grande retentor de água) e aumente a ingestão de água. Uma boa hidratação auxilia o funcionamento do sistema linfático. - Use meias de compressão (sob orientação médica), eleve a parte do corpo inchada e faça drenagem linfática. - Evite muito tempo na mesma posição e faça atividade física (sob orientação médica).

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Mamãe Bebê

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Os pais têm papel fundamental na remoção deste hábito

U

POR CAROLINA LEAL

tilizando a chupeta, o bebê encontra satisfação, se acalma e se tranquiliza. Nunca se deve oferecer a chupeta antes do primeiro mês de vida do bebê, até que ele se acostume com o aleitamento. A chupeta mais adequada é a anatômica ou ortodôntica. O escudo precisa ter furos para ventilação, para evitar lesões na pele ao redor dos lábios. Um dos problemas mais comuns do uso excessivo da chupeta é a mordida aberta anterior, quando os dentes superiores não encostam nos dentes inferiores. Bebês que têm necessidade de sucção adicional e não recebem a chupeta, podem desenvolver o hábito de chupar o dedo. É importante conversar com a odontopediatra que irá orientar sobre o uso correto da chupeta. A remoção deve ser feita até os dois anos de idade, para evitar problemas na dentição e na fala. Dicas: 1 – Faça furos na chupeta ou um pequeno corte, o bebê irá achar desagradável. 2 – Ofereça a chupeta somente quando o bebê for dormir. Tente remover assim que ele pegar no sono. 3 – A reafirmação positiva funciona bem com as crianças de mais de um ano. Assim, elogie seu filho quando se comportar como uma criança maior. Quando os pais estiverem neste processo de remoção da chupeta, além de muita paciência, devem estar bastante presentes. Uma vez que a criança deixar o hábito de lado, os pais não devem, sob nenhuma hipótese, oferecer a chupeta novamente. Ao invés disso, sempre que o bebê pedir a chupeta, devem distraí-lo com estórias e brinquedos. Normalmente, depois de três dias sem a chupeta a criança para de pedir. Para ter a certeza que isso acontecerá, certifique-se de “sumir” com todas as chupetas para que não corra o risco dela se deparar com alguma pela casa. Explicar para as crianças que chupetas entortam os dentes também pode ajudar a convencê-las. Mas vá com calma, não ameace a criança e nem assuste seu bebê. Cada criança tem o seu tempo, que precisa ser respeitado. Dra. Amanda K. Pampuch (41) 3352-4947

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Foto: Brasilio Wille

Mamãe Bebê

Fotografia ajuda a aumentar a autoestima das crianças

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e uma imagem realmente vale mais do que mil palavras, então imagine o sentimento de bemestar de uma criança quando ela vê sua própria imagem espalhada pelas paredes da casa. Segundo o Ph.D. David Krauss, co-autor do livro Fototerapia em Saúde Mental, fotos da família estrategicamente colocadas são uma forma eficaz de reforçar a autoestima e autoconfiança das crianças. Imagens da família desfrutando a vida despertam um forte senso de si mesmas e que uma imagem de amigos ou parentes distantes ajuda o espectador a se sentir mais ligado a essa pessoa. Isso é importante, uma vez que muitas crianças vivem a certa distância de avôs e outros parentes. Outro ponto importante está relacionado à capacidade da fotografia de ajudar as crianças a recapturar momentos de felicidade, mesmo em dias tristes. “Como sociedade esperamos que a felicidade venha de fontes externas”, por isso é tão importante mostrar às crianças que o contentamento vem de dentro, explica a especialista Anna Mae Kobbe de Knoxville. A psicoterapeuta Stephanie Martson, autora do livro A Magia do Incentivo, sugere aos pais colocar duas fotos ao lado da cama da criança. Uma deve mostrar a criança alegremente envolvida em alguma atividade que aprecie; outra deve mostrar a união familiar. Incentivar as crianças a ver e descrever suas próprias fotos é uma excelente maneira de comunicar que cada pessoa é única. E mostrando a uma criança fotos suas de quando era bebê pode ajudar a aliviar o ciúme de um irmão recém-nascido. Um bebê ao ver sua própria imagem começa a se conhecer e, por isso, colocar um retrato na cômoda de trocar fraldas, por exemplo, diverte o bebê, apontando seus olhos, nariz, boca, etc. *Tradução livre feita pela Fotógrafa Paula Casanova do texto publicado no The Baltimore Sun 22

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Mamãe Bebê

Crise dos oito meses Esse é o marco evolutivo em que a criança passa lentamente a reconhecer-se como um ser individual, separado de sua mãe. POR CAROLINA LEAL

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róximo ao oitavo mês, a criança demonstra uma forte ligação com a mãe, buscando-a frequentemente e mostrando-se ansiosa com sua ausência. Neste período o bebê inicia um comportamento característico dessa etapa do desenvolvimento infantil. Esse é o marco evolutivo em que a criança passa lentamente a reconhecer-se como um ser individual, separado de sua mãe. Ela começa a perceber que não está mais ligada fisicamente e conectada a ela. Este processo de mudança e aceitação da criança pode levar de um a dois meses e é chamada de “crise dos oito meses”. A criança pode ter choro frequente na ausência 24

da mãe, medo de estranhos, sono interrompido, e resistência ao ser alimentada por outras pessoas que não sejam a sua mãe. Normalmente se acalma com a presença ou ao ouvir a voz materna. “O padrão do sono noturno, nessa fase, apresentase irregular, com muitas interrupções. A criança acorda várias vezes durante a noite, chorando e exigindo a presença da mãe para confortá-la. Tudo se deve à ansiedade em perceber-se sozinho ao despertar, sentindo-se abandonado”, comenta a pediatra Angela Batistelli. Para maior conforto do bebê, afastamentos por tempo prolongado devem ser evitados durante essa fase, como por exemplo, viagens. Durante o período da noite, a mãe pode aproximar-se do berço, conversar com a criança, segurar sua mão, mostrandolhe que ela não está sozinha, até que ela adormeça novamente. As mamães devem resistir à tentação de pegá-las no colo nesse momento ou levá-las para o quarto do casal. Essa é uma fase normal do desenvolvimento que vai se resolver naturalmente. O medo de estranhos, inclusive a recusa em ir para o colo de familiares (mesmo os que têm algum contato mais direto com a criança), deve ser respeitado e nenhuma atitude contrária deve ser imposta. A compreensão sobre o que ocorre nessa fase do desenvolvimento infantil permite que atitudes baseadas em paciência e amor auxiliem no amadurecimento mental, cognitivo e afetivo dessas crianças.

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Mamãe Bebê

DICAS de um especialista em produtos:

Cinta Calça para Gestante

Conforto e segurança no dia-a-dia POR AFONSO BRANDÃO

A

s cintas calça para gestante são desenvolvidas para proporcionar o máximo de conforto à futura mamãe. Possuem modelagem e estrutura anatômica reforçada para máxima firmeza e sustentação. As de fundo aberto com colchetes trazem a vantagem de facilitar a higienização, especialmente a partir da 28ª semana. Pode ser usada por todas as gestantes para melhor conforto e promoção da saúde. “Produto de uso diário, tem seu uso terapêutico e estético indicado a partir de 20 semanas e acompanha toda a gestação” . Favorece a postura correta, prevenindo e auxiliando no tratamento das hiperlordoses cervical e/ ou lombar. Há diversos modelos disponíveis: compre sua cinta calça de gestante entre 20ª e 24ª semanas. Ao comprar, considere dois fatores relevantes: o massageamento é terapêutico, já o aperto é estético e deve ser na medida certa (não deve ser excessivo). Portanto, caso seu peso esteja no

limite das tabelas, opte pelo tamanho imediatamente maior no sentido de facilitar o exercício de isometria. A regra é a gestante fazer uso da cinta calça até o final da gestação, sendo recomendada inclusive para o deslocamento do dia do parto. Siga as orientações do seu médico.

DICAS complementares: Use meias medicinais Aliviam as pernas reduzindo dores, cansaço e prevenindo inchaço. Evita a dilatação excessiva dos vasos e melhora o retorno venoso prevenindo a doença venosa e oferecendo conforto para a gestante e demais usuários. * O melhor momento para iniciar a utilização é a partir de 12 (doze) semanas de gestação. Use faixa gestante Cinta calça e faixa gestante são complementares. O uso associado melhora a postura, reduz a pressão lombar e o desconforto. Previne esticamento excessivo da pele, estrias, varizes pélvicas e prematuridade. * O melhor momento para iniciar a utilização da faixa é a partir de

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24 (vinte e quatro) semanas. Use sutiãs de gestante Os desenvolvidos para gestante, além de oferecerem melhor conforto, cuidam melhor da estética mamária e não comprometem a amamentação. * O melhor momento para iniciar a utilização é a partir da observação da alteração do volume das mamas.

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Mamãe Bebê

Click Baby

mural

Confira abaixo as fofuras mais votadas em nosso

facebook!

Mais uma edição do Concurso Click Baby mostrou os rostinhos mais bonitos do Brasil. Durante 40 dias, participaram mais de 4.700 crianças que alegraram e enfeitaram o site durante a votação. O concurso foi um grande sucesso! A revista Mamãe Bebê agradece a participação e o empenho dos candidatos que enviaram suas fotos através do Facebook e também aos que votaram e ficaram na torcida. Parabéns à Laura Dutra Koscianski Vidal, bebê vencedor da capa desta edição. Acesse nossa página no facebook para novidades, se inscreva e participe do nosso próximo concurso! Confira abaixo as fofuras mais votadas no concurso:

Ana Clara

Sophia

Arthur

Bryan

Haniely

Gustavo

Maria Luisa

Ygor e Yuri

Laura

Micaela e Murilo

Bernardo

Jorge

Yasmin

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Mamãe Bebê

Saiba mais sobre o

Pós-Parto Por Carolina Leal

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puerpério ou período pós-parto geralmente dura de seis a doze semanas e é o período de adaptação após o nascimento do bebê, quando as alterações anatômicas e fisiológicas da gravidez são revertidas e o corpo volta ao seu estado pré-concepcional normal. O período puerperal tem sido dividido em puerpério imediato, que são as primeiras 24 horas depois do parto, quando podem acontecer complicações pós-anestésicas ou pós-parto agudas; puerpério inicial, que se estende até a primeira semana após o parto; e puerpério tardio, que inclui o período necessário para a involução dos órgãos genitais e o retorno das menstruações. A normalização das funções cardiovasculares e psicológicas pode demorar alguns meses. As mães que amamentam integralmente podem ficar sem menstruar no pós-parto por oito a doze meses, enquanto as não lactantes, menos de dois meses.

Mulheres que amamentam geralmente relatam maior interesse sexual do que as mães que alimentam seus bebês com mamadeiras. Aconselha-se, a fim de evitar a gravidez, que as não lactantes, entre os 30 e 40 dias pós o parto, e as lactantes, após três e seis meses, procurem proteção anticoncepcional. Não há riscos em reiniciar as atividades sexuais quando o períneo da mulher estiver confortável e o sangramento estiver diminuído. Embora o intervalo 30

médio para o reinício das atividades sexuais após o parto seja de seis semanas e a resposta sexual normal retorne em 12 semanas. O desejo e a atividade sexual variam entre as mulheres. Mulheres que amamentam geralmente relatam maior interesse sexual do que as mães que alimentam seus bebês com mamadeiras. Para mulheres que tiveram parto normal, podem reassumir sem demora as atividades mais vigorosas gradativamente, como subir escadas, levantar objetos pesados, andar ou dirigir automóveis e realizar exercícios físicos de fortalecimento muscular. As recomendações específicas devem ser individualizadas. Para as que tiveram parto cesárea, deve-se respeitar o período de seis a oito semanas para o reinício das atividades físicas leves e em média dez a doze semanas para exercícios mais específicos e localizados. A dieta habitual é liberada tão logo a paciente readquira seu apetite e não apresente sinais dos efeitos dos analgésicos e anestésicos. Alimentos proteicos, frutas, vegetais, produtos lácteos e ingestão liberal de líquidos são recomendáveis, especialmente para as mães que amamentam. Contudo, mesmo as mulheres que amamentam, provavelmente não necessitam de mais de 2.600 a 2.800 kcal/dia. Pode ser aconselhável manter o suplemento de vitaminas e sais minerais durante o puerpério inicial. A Feliccitá – Instituto de Fertilidade está localizada na Rua Conselheiro Dantas, 1154 - Curitiba, PR. O telefone para contato é (41) 3334-4443. Para maiores informações acesse o site www.feliccita.com.br. Dra Camila Prestes - CRM 21938 Ginecologista e obstetra , especialista em endoscopia ginecológica (vídeo-laparoscopia e vídeo-histeroscopia) dracamila@feliccita.com.br www.revistamamaebebe.com.br


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Mamãe Bebê

Hidroginástica para Gestante

A

POR CAROLINA LEAL

Acqua Kids Natação disponibiliza aulas especiais de hidrogestante, através de exercícios especificos dentro da água. A Hidrogestante faz controlar o ganho de peso, melhora o desconforto respiratório, reduz a retenção de líquidos como o inchaço (principalmente nos membros inferiores), diminui as dores lombares e nos membros inferiores e ameniza a ansiedade e o estresse. Além de estimular o vínculo afetivo com o bebê. “As alunas que praticam Hidrogestante adquirem maior disposição para as atividades diárias, diminuindo o cansaço físico e mental”, afirma a professora de Educação Física Vanessa Lima. Cada aula tem um objetivo específico para ser atingido, porém o conjunto das aulas está sempre voltado para trabalhar mente e corpo. Os exercícios incluem a parte de alongamento e aeróbica, que trabalham todos os músculos do corpo, dando assim um maior condicionamento físico para a gestante, e também o fortalecimento de músculos específicos, como os abdominais. São executados exercícios para dar um melhor equilíbrio, já que o centro de gravidade se altera para a parte frontal do corpo. “No trabalho emocional, são sugeridos exercícios respiratórios que visam melhorar a parte circulatória, deixando a gestante mais relaxada e menos ansiosa, ajudando a melhorar a auto estima e o auto-controle”, afirma a professora de Educação Física Evelyn Alves. A gestante que pratica a hidroginástica tem um sono mais tranquilo e relaxante. Com a hidroginástica, a gestação torna-se mais tranqüila e o bebê também desenvolve-se de maneira muito mais agradável . Para matrículas é necessário a apresentação de atestado médico e carteirinha do pré-natal. Agende uma aula experimental por email acquakids@ acquakids.com ou em nossa fanpage www.facebook.com/ acquakidsnatacao Escola de natação Acqua Kids - (41) 3079-2373 32

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Mamãe Bebê

Como saber se meu filho é alérgico? Por Omar A. Ghanem Filho

A

alergia é uma resposta inadequada e exagerada do mecanismo de defesa do nosso organismo, o sistema imunológico, à substâncias(alergénios) que normalmente são inofensivas. Os alergénios mais conhecidos são os que existem no ar e que podem ser inalados (pólen das árvores ou gramíneas, ácaros do pó, pelo e dejetos dos animais domésticos, esporos de bolores), os que podem ser ingeridos nos alimentos (leite de vaca, ovo, peixe, marisco e amendoim) ou os que existem em certos medicamentos (antibióticos). O veneno da picada de insetos (abelha, vespa e mosquito) também pode provocar reações alérgicas. Nas crianças as principais doenças alérgicas são a dermatite/eczema atópico (pele muito seca, vermelha e a descamar, comichão e pequenas borbulhas em certas regiões), a alergia alimentar (vômito, diarreia, inchaço da língua, lábios e olhos, manchas na pele, falta de ar e chiadeira), a asma (tosse, falta de ar e chiadeira), a renite e conjuntivite alérgi-

cas (obstrução nasal com corrimento, comichão nasal, espirros, olhos vermelhos, inchados e com lágrimas e comichão ocular). No primeiro ano de vida predominam a dermatite/ eczema atópico e a alergia alimentar. A asma e a rinite/conjuntivite surgem mais tarde. O diagnóstico das doenças alérgicas se faz por meio de um médico especialista, o alergologista. Este diagnóstico começará pela recolha cuidadosa da história com a descrição dos sintomas e tentativa de estabelecer uma relação entre a exposição a determinadas substâncias e o aparecimento desses sintomas. É também necessário a observação da parte do corpo à qual se referem as queixas. Depois podem ser realizados testes para as alergias. Existem essencialmente dois tipos de teste, o PRICK teste e o RAST. No primeiro uma gota de solução contendo cada alergénio é colocada na pele, depois a pele é picada com uma pequena agulha e marca-se a posição de cada alergénio com uma caneta. Se houver reação forma-se uma pápula que é medida para comparar com o controle. O RAST, que é realizado pelo Ghanem Laboratório Clínico, consiste na medição no sangue da IgE específica para determinados alergénios. Para mais informações sobre o exame, favor entre em contato conosco por meio do 47 3028.3001 ou sac@grupoghanem.com.br

Omar Amin Ghanem Filho Responsável Técnico: CRF 11 3744 36

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Mamãe Bebê

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NO DESENVOLVIMENTO DOS BEBÊS

Por Fernanda Roche

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inda na gravidez, vários estudos mostram a utilidade da música no desenvolvimento dos bebês. Há mães que cantam para “suas barrigas”, ou colocam música calma quando o bebê parece estar agitado, com bons resultados. Muitas vezes, quando falamos com bebês ou crianças pequenas, mudamos o tom de voz, dependendo do que queremos passar como informação. Assim, se pretendemos acalmá-los, falamos baixinho, mansinho; se precisamos chamar a atenção para algo, aumentamos o tom de voz; se estamos zangados, também o tom torna-se outro; quando elogiamos acontece o mesmo. Da mesma forma, a música têm o poder de chamar a atenção das crianças, e podemos então fazer uso da musicalização para vários fins. Os bebês pequenos se tranquilizam quando escutam músicas suaves, nos períodos em que estão acordados, e mesmo que não compreendam o significado das letras, sempre percebem estar sendo bem tratados 38

através da música. É preciso cuidado para não cansar o bebê pequeno com exageros, e jamais manter junto ao berço música enquanto ele dorme, pois os bebês precisam de silêncio na hora do sono. Durante o banho, deve-se lembrar de músicas que falem sobre as partes do corpo, enquanto vão sendo tocadas; isto servirá, desde cedo, para estimular o reconhecimento destas partes, pela criança. Durante a amamentação pelo seio ou mamadeira, o ideal é que a criança possa estar em silêncio com sua mãe. Percebemos como as crianças adoram os temas de bichos e reconhecem os movimentos dos animais, aos poucos aprendendo a imitar seus gestos, o que �� excelente para o desenvolvimento de seus músculos, coordenação motora e etc. Até mesmo os bichos mais temidos, como aranhas e cobras, os nojentos, como minhocas e baratas, ganham lugar no coração delas através das Brincadeiras Cantadas. Procure se informar sobre os discos infantis existentes e

providencie uma boa variedade deles. Aos poucos a criança vai demonstrando sua preferência por determinadas músicas, mas geralmente dentro de uma relação que tenha sido apresentada a ela. Outro recurso para estimulação musical que costuma agradar às crianças são os instrumentos musicais. As primeiras pianolas, tambores e chocalhos servem para estimular a audição, a atenção e a coordenação motora da criança, e mais tarde, ela poderá formar uma “bandinha” com os amiguinhos. Fernanda Roche é Psicóloga, Mestre em Saúde mental Infantil e Diretora do Espaço de Desenvolvimento e Educação Infantil Criança em Foco, onde foi desenvolvido o programa pioneiro de Brincadeiras Cantadas, que integra musicalização, desenvolvimento e psicologia infantil.

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Qual a relação entre o sono do bebê e a alimentação?

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ocê sabia que quanto melhor o bebê dorme durante o dia, melhor dormirá à noite? Quando comecei minha pesquisa sobre o sono do bebê, em como conseguir fazer com que ele durma a noite toda, estranhei que só encontrava orientação sobre como alimentá-lo. Mas ao final, compreendi a imensa relação que há entre alimentação e sono do bebê. A primeira coisa que devemos mostrar a eles é a diferença do dia e da noite: - Siga durante o dia uma rotina de três horas para amamentá-lo, acordando quando necessário, brincando um pouco e colocando para dormir novamente. - Durante o dia, nunca deixe o bebê dormindo no escuro, nem no silêncio. O quarto deve ter claridade e barulho, nem que seja de um rádio ligado, mas pode ser das visitas conversando com tom de voz normal. - Quando o dia está acabando, inicie a rotina da tranquilidade, música suave e baixa, voz baixa, nada de brincadeiras estimulantes. Se possível, dê o banho neste momento, de preferência no balde, que acalma muito, depois mama e dorme. - Se o bebê dormiu, silêncio absoluto na casa, quarto totalmente escuro. Com isso ele vai perceber que é bem melhor e tranquilo dormir à noite. - Quando o bebê acorda durante a noite para mamar, às vezes é só costume de acordar, principalmente se for sempre ao mesmo horário. Após os dois meses, idade em que o bebê pode dormir a noite toda, pode-se tentar colocar a chupeta e observar se ele dorme novamente. O bebê que dorme bem de dia, dorme bem à noite. Eles não são como nós adultos, que desmaiamos quando estamos cansados. Mas para dormir a noite toda, ele deve estar bem alimentado. Nossas gêmeas seguiram exatamente essa rotina e deu muito certo, por isso sinto o dever de passar para frente. Afinal, dormir a noite toda traz qualidade de vida para toda a família. Graziela Mascarello Boff Mãe de gêmeas, blogueira e proprietária da loja virtual www.mascarellobrinquedos.com.br 40

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MÓVEIS E ACESSÓRIOS PARA O SEU BEBÊ

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POR CAROLINA LEAL

Tulipa Baby, empresa que está no mercado online há dois anos, trabalha com a venda de móveis, acessórios, roupas, kits higiene, carrinhos e muito mais itens para que o pequeno que acabou de chegar possa se sentir mais confortável em seu lar. O grande diferencial da loja é que, além de oferecer tudo o que o bebê precisa em sua nova etapa de vida junto com a mamãe e o papai, os móveis são produzidos com madeira maciça. Dando continuação ao trabalho de venda dos produtos online, a Tulipa Baby abriu uma loja física na cidade de Rio Negrinho, no estado de Santa Catarina, para poder melhor apresentar seus produtos ao cliente, e este conferir a qualidade neles investida. A empresa oferece ao seu cliente um atendimento diferencial, com prazos de entrega reduzidos com muito mais agilidade, pois os produtos se encontram em estoque, tornando o momento mais especial da vida das mamães mais bonito e aconchegante. Garantir a satisfação do cliente é a missão da Tulipa Baby. Uma dica exclusiva da Tulipa Baby aos pais que estão montando o quartinho de seu bebê: Segundo a coordenadora nacional da ONG Criança Segura, Alessandra Françoia, um dos momentos mais prazerosos durante a espera do bebê é a montagem do quartinho. No momento da escolha, os pais geralmente levam em consideração aspectos como design, qualidade, decoração e preço, porém pode passar despercebido o quesito “segurança”. Uma das razões deve-se ao fato da segurança ser algo difícil de ser observado porque é baseada em informações técnicas. Além disso, a concorrência entre os fabricantes de berços no mercado nacional, aliada à atual falta de fiscalização sobre este aspecto dificulta que a escolha seja baseada na segurança. De todos os móveis, o mais importante é o berço, pois os bebês recém-nascidos dormem aproximadamente de 15 a 16 horas por dia. Ou seja, dormindo ou acordados, os bebês passam muitas horas dentro do berço. 42

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Reações das vacinas em bebês e crianças POR CAROLINA LEAL

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odas as vacinas podem causar reações, pois são agentes imunobiológicos, porém nenhum efeito colateral á mais grave que as complicações da própria doença. As reações vacinais dependem da composição da vacina e da sensibilidade do individuo que a está recebendo. As vacinas produzidas a partir de vírus vivos atenuados podem produzir sintomas parecidos com a doença. As vacinas podem provocar reações locais ou sistêmicas. As locais são as mais comuns e se caracterizam por apresentação de dor, nódulo, edema ou vermelhidão no local da aplicação da vacina. Estas reações duram em torno de 48 horas e melhoram espontaneamente.

As sistêmicas mais frequentes são leves e se caracterizam por febre baixa com duração de no máximo 48 horas, mal-estar, cefaléia, náuseas e dores no corpo. As reações sistêmicas graves são raras, necessitam sempre de avaliação médica, notificação ao Ministério da Saúde e podem se apresentar como reações anafiláticas, convulsões, choro intenso e persistente, irritabilidade e febre acima de 39 ° C.

As vacinas produzidas a partir de vírus vivos atenuados podem produzir sintomas parecidos com a doença. Nos casos de reação local, como procedimento, devem ser feitas compressas frias e uso de analgésico oral, se necessário. Já os casos de reação sistêmica grave devem ser encaminhados para avaliação médica e notificados ao estabelecimento de saúde que aplicou a vacina para que este notifique ao Ministério da Saúde. Existem efeitos adversos chamado de temporais, que não são causados pela vacina, mas por ocorrerem sinais e sintomas no período imediato após a vacina e são interpretados como reação vacinal, mas na verdade não o são. Um exemplo é o de pessoas que tomam a vacina da gripe e ficam gripadas, mas na verdade estavam no período de incubação da doença quando tomaram a vacina.

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a o d n i n e Prev a n e d a d i s obe infância POR CAROLINA LEAL

Recomendação aos pais: 1. Atividade física: Prover atividade física durante uma a duas horas durante o dia, incluindo brincar fora de casa quando possível. 2. Assistir televisão: Crianças com menos de dois anos de idade não devem assistir televisão em nenhum momento. As com mais de dois anos, que ficam em creches, esse tempo não deve ultrapassar 30 minutos por semana (não por dia). Em casa, os pais ou babás não devem deixar obesidade infantil é, segundo a Organização esse tempo exceder 1-2 horas de boa programação por dia, Mundial de Saúde, um dos problemas de saúde como recomendado pela Academia Americana de Pediapública mais graves do século XXI. A obesidade tria. está crescendo mesmo entre bebês e crianças com menos 3. Alimentação: Servir frutas e verduras em todas as rede cinco anos. feições. Fazer refeições com a família sempre que possível Se os pais tivessem influência transformadora sobre e não servir fritura. o comportamento e formação de preferência alimentar, 4. Bebidas: Prover acesso à água às refeições e durante então os membros da mesma família fariam escolhas o dia. Não servir bebidas açucaradas. Para crianças com semelhantes. Na realidade existe pouca relação entre a mais de dois anos, servir leite desnatado ou semi-desnatapreferência dos pais e crianças na escolha de seu prato do, e não mais do que 120 a 200 ml de suco com 100% de favorito. Os pais não têm um papel efetivo na transfruta ao dia. missão de sua preferência para seus filhos. 5. Amamentação: Para as mães que desejam Fazer “Embora eles tenham controle limicontinuar a amamentar, mandar seu leite para refeições tado sobre as preferências alimentares das seus bebês ou serem bem-vindas para amamencrianças durante as refeições, devem ter o com a família tá-los na creche. controle do tipo de comida que estocam em sempre que possível suas prateleiras”, diz a cardiologista Rita MedSul - Centro Médico e não servir Vianna Pinton. Rua São José dos Pinhais, 1758

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Dicas de amamentação POR CAROLINA LEAL

amamentação é um dos processos mais belos após o nascimento de um bebê. É a continuação do vínculo afetivo entre mãe e filho, que inicia no útero através do cordão umbilical e se prolonga na vida extrauterina através do aleitamento materno. Amamentar requer dedicação, paciência, amor, entre outros. Dificuldades poderão surgir, porém não desista, procure ajuda de pessoas especializadas no assunto, tenha persistência, pois além do vínculo, você fornece um alimento completo, e anticorpos. Quanto mais tempo seu bebê mamar no peito, melhor para ambos. Para que esse momento único em sua vida ocorra com sucesso, aqui vão algumas dicas: • Lave as mãos com água e sabão; • Limpe o mamilo e a aréola, com o próprio leite; • A mãe deve posicionar-se confortavelmente; • Seu braço deve estar bem apoiado, para não pender com o peso do bebê; • O bebê é que vem até a mamãe; • Bebê elevado na altura da mama, barriga com barriga; • Não segure a mama em formato de tesoura, você pode prender os ductos, com isso libera menos leite. Segure sempre com mão bailarina, isso é, em formato de C com o indicador e polegar, apoiando a mama; • Se você perceber que o bebê não quer mais mamar, não puxe o bebê da mama, pois pode machucar. Você deve retirá-lo colocando seu dedo mínimo, no canto da boca, entre a gengiva, com isso o bebê soltará a mama sem risco de feri-la. Com esses detalhes, você poderá facilitar a amamentação ou ajudar alguma mãe com dificuldade, promovendo o abocanhar correto, a prevenção de fissuras e ingurgitamentos, boa ingestão de leite, bom ganho de peso do bebê, entre outros problemas, e assim esse momento se tornará agradável e prazeroso tanto para você quanto para seu bebê, pois o mesmo se sente protegido, nutrido, seguro, calmo e amado.

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Como educar seu filho nos dias de hoje?

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POR CAROLINA LEAL

tualmente existem algumas famílias em que os pais são muitos ativos, pessoal e profissionalmente, por isso, muitas vezes querem suprir sua falta diária através de compensações e afrouxando os limites. Dizer não aos filhos é uma tarefa difícil, permeada muitas vezes pelo temor de parecerem “malvados”, por isso os pais optam pela permissividade e proteção excessiva. Na verdade, por mais difícil que seja, as crianças sentem a necessidade de limites, pois sentem-se amadas, sabendo que alguém se preocupa com elas e que alguém está guiando seus passos. Segundo a psicóloga, pedagoga e diretora do KIDS Centro Educacional – Bilíngue, Renata Jansen Keinert, as crianças precisam brincar, se sujar e explorar o mundo a sua volta, contando com o adulto como mediador de suas ações, não como agente principal das mesmas. Desta forma desenvolverão conceitos para a vida e habilidades sociais, permitindo que exerçam a capacidade de se relacionar. Junto com os limites ou a falta deles aparece o sentimento de frustração, que muitas vezes é visto como negativo, mas não, frustrar-se é acima de tudo, saber lidar com situações não esperadas. Torna o ser humano mais seguro em suas ações. Saber lidar com a frustração é a chave para obter sucesso nas diferentes etapas da vida. O adulto deve auxiliar a criança a compreender e refletir sobre os acontecimentos, para que ela torne-se capaz de buscar soluções adequadas para os conflitos e a resolução de seus problemas. Estas experiências auxiliam na formação da autoconfiança, que por sua vez é fundamental na construção da autoestima. CEI KIDS (41) 3222-9413 www.kidsonline.com.br 50

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Visitando o bebê e a mamãe na maternidade Na hora de fazer uma visita à maternidade, alguns cuidados são importantes Por Carolina Leal

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momento mais inusitado que a mamãe tanto esperou, chegou. Ele é muito especial e delicado. Por isso, na hora de fazer uma visita à maternidade, alguns cuidados são importantes: Apesar de estar muito contente, a mamãe acabou de dar a luz. Ela está agora passando por um processo de recuperação. • Primeiramente se informe sobre a preferência da mamãe. Se ela prefere a visita no hospital ou depois em casa. • Muitas vezes ela poderá estar inchada, sentindo dores, com pontos, tomando medicações, entre outros fatores. Nunca se estenda durante a visita. Seja breve. • Não compareça na maternidade com cheiro de cigarro,

perfume forte e outros cheiros! Levar charuto, acender e fumar... Nem pensar! No caso de homem que não seja da família que venha a fazer visita, verificar se no momento a mamãe não está amamentando. Pode ser um pouco constrangedor. • Permita que a mamãe amamente e durma sossegada. Se ela estiver em umas destas situações, deixe o local. • Não peça para segurar o bebê a não ser que a mãe ofereça. Se for o caso, higienize as mãos antes. • Não tire fotos do bebê ou da mãe. Somente no caso dela permitir, e sem o uso do flash. • Não se exalte nas conversas e mantenha o silêncio sempre que necessário. • Certos hospitais e

maternidades não permitem a entrada no recinto com flores para presentear. Verifique se o local autoriza e veja quais os procedimentos necessários. • Se os visitantes não forem próximos dos pais, é recomendável que não se leve crianças. Caso contrário, certifique-se de que as crianças não estejam com nenhuma virose, resfriado, doença respiratória ou contagiosa.

No caso de homem que não seja da família que venha a fazer visita, verificar se no momento a mamãe não está amamentando. Pode ser um pouco constrangedor. • Ao comprar o presente ou lembrança para o bebê, se ele tiver um irmãozinho, compre um presentinho para ele também. É ainda muito difícil para o outro filho entender a atenção que o recémchegado exige. E não deixe de dar atenção a ele também. • Respeite o horário de visitação.

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O bebê está crescendo

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eu bebê, que dormia seis horas seguidas à noite, que reclamava somente quando a fome apertava ou precisava ser trocado, começa como que por magia a acordar de hora em hora, chorar desesperadamente ao menor sinal de desconforto e querer colo o tempo todo. Calma! Isso é natural! Em alguns períodos durante o primeiro ano do bebê ele passa pelos “Picos de Crescimento”. São fases em que o bebê tem estirões de crescimento e, como esses estirões são estimulados por hormônios, toda a fisiologia do bebê é alterada. Como consequência, ele tem dificuldade em prolongar as sonecas, mamar vezes seguidas e precisa de muito colo e compreensão! No primeiro ano após o nascimento, o peso do bebê triplica e isso não acontece linearmente. Acontece durante os picos e é nessa fase que o bebê precisa de mamadas mais seguidas para acumular mais gorduras e alimentar seu crescimento. A boa notícia é que os picos duram em média cinco dias, depois desse período seu bebê voltará a ser aquele anjinho que esticava todas as sonecas. A melhor notícia, é que você pode ajudar seu bebê a atravessar essa TPC (tensão pré-crescimento) seguindo algumas dicas: - A dica mais importante é amamentar sempre que ele solicitar, mesmo que seja de hora em hora, pois ele precisa desse excesso de leite para crescer. - Tente manter a rotina do sono independente de sair do horário do relógio. Para os bebês, não importa a hora, mas a ordem dos acontecimentos. - Sempre que o choro acontecer, cante para seu bebê. Nessa fase ele precisa de muito carinho e compreensão dos pais. Nessa hora abrace-o e repita como um mantra “vai passar”! - Carregue seu bebê juntinho a você sempre! O contato direto com os pais o ajuda a manter-se calmo e seguro, diminuindo os episódios de choro. - E por fim, aproveite os cochilos do bebê para descansar. Lembre-se que durante cinco dias suas atenções serão voltadas exclusivamente para ele! Carinho de Pano (41) 3205-8698 54

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Síndrome do Bebê Sacudido POR CAROLINA LEAL

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uito cuidado deve ser tomado ao lidar com a criança. Muitas vezes o ato de chacoalhá-la para brincar ou alguma maneira de tentar diminuir o choro pode dar início a um problema grave, muitas vezes despercebido, pois não possui sintomas aparentes. A síndrome do bebê sacudido, também chamada de lesão cerebral por abuso, descreve uma série de sinais e sintomas decorrentes de movimentos bruscos feitos em crianças sustentadas pelas extremidades ou pelos ombros e chacoalhadas, podendo levar a lesões graves e muitas vezes irreversíveis. Geralmente esse “chacoalhão” severo acontece em resultado do descontrole dos pais ou de quem está cuidando da criança, em resposta ao choro constante ou irritabilidade da criança. Porém, em alguns casos, pode acontecer sem a intenção de quem está cuidando. Um exemplo é quando o bebê se engasga, e no momento do desespero ele é sacudido para que a respiração volte ao normal. A síndrome é mais frequente em crianças com idade abaixo de 12 meses, já que nesta faixa etária elas têm a cabeça proporcionalmente maior, a coluna cervical mais frágil e mais sensível a movimentos de

Um exemplo é quando o bebê se engasga, e no momento do desespero ele é sacudido para que a respiração volte ao normal.

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aceleração e desaceleração. Como a criança está em fase de desenvolvimento, qualquer alteração brusca pode ser irreversível. As sacudidas podem causar lesões que podem resultar em cegueira, hemorragias na retina, lesões oculares, surdez, fraturas em ossos, paralisia cerebral, deficiência mental e até morte. As lesões mais frequentes são hemorragias intracranianas, de retina e lesões cerebrais. Mas como, em geral, as crianças não apresentam lesões externas, os profissionais da saúde devem estar atentos. A criança pode apresentar choro intenso, letargia, dificuldades visuais, convulsões, paralisia e coma, podendo levar à morte. Vale lembrar que a síndrome não é, necessariamente, provocada por maus tratos, já que pode ser causada por uma “brincadeira”. No caso de maus-tratos, o Ministério da Saúde criou um manual “Notificação de Maus-Tratos Contra Crianças e Adolescentes para Profissionais da Saúde”. Em caso de suspeita, o evento deve ser notificado e encaminhado ao Conselho Tutelar.

Recomendações do pediatra “Cuidar de um bebê exige muita paciência dos cuidadores como pais, mães, avós, demais parentes ou babás. O bebê se comunica através do choro e é fundamental identificar as causas do choro. Não há razão para se tentar cessar o choro chacoalhando o bebê. Esta atitude pode provocar graves consequências”, comenta a pediatra, Dra Eliana Kuchpil Branco.

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Trocando a fralda do bebê “Não existe a necessidade de trocar a fralda a todo instante, o ideal é deixar o bebê mamar confortavelmente e evitar a umidade”. POR CAROLINA LEAL

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momento da troca de fralda do bebê, apesar de ser uma tarefa simples, exige uma série de cuidados que a mamãe deve estar atenta. Para trocar a fralda, a mamãe deve escolher um lugar seguro e com uma freqüência que não permita o aparecimento de assaduras, deixando o bebê confortável para as mamadas. Em torno de três em três horas. “No inicio, logo após o nascimento, o bebê não apresenta flora intestinal definida ainda e apresenta reflexo gastro cólico (mama e já evacua, podendo fazer o que chamam de ‘punzinho molhado’). Não há necessidade de trocar entre as mamadas nesta fase e não há motivo para preocupação, pois é normal nesta fase evacuar mais vezes”, diz a pediatra Milene Meller. Para a higiene, a mamãe deve utilizar o mínimo de produtos durante as trocas. O problema é a umidade, por isso o bebê deve ficar bem sequinho. Deve ser utilizada na limpeza somente água ou lenço umedecido. Uma pomada preventiva

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de assaduras pode ser usada, mas nunca devem ser usadas pomadas com antibiótico ou antifúngico. O uso destas somente se houver assadura, com receita e orientação médica, pois podem causar resistência. Não existe a necessidade de trocar a fralda a todo instante, o ideal é deixar o bebê mamar confortavelmente e evitar a umidade.

As assaduras podem ter diversas causas, por alergias, fungos, bactérias ou mistas. A higiene deve ser simples. Nos meninos não é preciso expor a glande - prepúcio do pênis (no caso de fimose e parafimose). Se estiver tudo bem, limpar o necessário para boa higiene externa. Nas meninas a higiene também deve ser simples com água e sabonete de bom ph neutro e sem fragrância, sem friccionar. Não há necessidade de limpar demais as partes da vulva e grandes lábios, porque se limpar demais pode alterar a lubrificação e

flora normal da pele. As assaduras podem ter diversas causas. Por esta razão, nestes casos, um médico deve ser consultado. Elas podem ser causadas por alergias, fungos, bactérias ou mistas. Às vezes é necessário o uso de medicação via oral para a melhora da assadura. O uso de medicação específica, mesmo que seja medicação tópica (pomadas ou cremes), deve ser somente na data indicada pelo médico. Em relação às fraldas, existem variados tipos, com graus de menor e maior absorção, com diferentes tipos anatômicos. Ainda existem fraldas que contém muitas partes com menos algodão, podendo causar alergias pelo fato da maior exposição com a parte sintética do produto (plástico derivado do petróleo). Durante o sono, não é necessário fazer a troca noturna se a criança não estiver acordando muito para mamar.

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Revista Mamãe Bebe - Nov 2013