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      Mirandela, Setembro de 2009 

Relatório de Projecto

Terra Quente - a marca de um território     Relatório de Projecto apresentado à Escola Superior de Comunicação,  Administração  e  Turismo  para  obtenção  do  grau  de  licenciado  em  Tecnologias da Comunicação.          ALUNOS: André Luís Antunes Moreira, Gonçalo Lindinho, Maria Augusta Teixeira Pereira Machado e e Ricardo Miguel da Silva Ferreira ORIENTADORES: Vítor Mendonça, Manuela Carneiro, Ricardo Correia


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Mirandela, Setembro de 2009 

Relatório de Projecto

Terra Quente - a marca de um território     Relatório de Projecto apresentado à Escola Superior de Comunicação,  Administração  e  Turismo  para  obtenção  do  grau  de  licenciado  em  Tecnologias da Comunicação.          ALUNOS: André Luís Antunes Moreira, Gonçalo Lindinho Maria Augusta Teixeira Pereira Machado e e Ricardo Miguel da Silva Ferreira ORIENTADORES: Vítor Mendonça, Manuela Carneiro, Ricardo Correia

              Este relatório de Projecto não inclui as críticas e sugestões feitas pelo  júri. 

 

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Agradecimentos       As  palavras  de  agradecimento  que  aqui  deixamos  tornam‐se  insuficientes para dizer tudo o que nos vai na alma e no pensamento:  ‐  à  nossa  família,  que  é  grande.  É  composta  por  todos  os  que  nos  apoiaram, incentivando, mimando e animando para não desistir;  ‐  àqueles  que  amamos  e  que  souberam  esperar  pelos  pedaços  de  tempo livre para namorar;  ‐  a  toda  a  equipa  de  docentes  do  curso  de  Tecnologias  da  Comunicação  que  nos  levou  consigo  numa  aventura  de  conhecimentos e saberes;  ‐  aos  nossos  colegas  de  aventura,  especialmente  ao  Rómulo  Cintra,  que embarcaram conosco nesta viagem e que terão lugar cativo para  sempre na nossa memória;  ‐  aos  docentes  da  unidade  curricular  de  Projecto  que  com  a  sua  experiência nos ensinaram a ir sempre além das nossas capacidades e  conhecimento;  ‐ à Desteque pela cedência e utilização de alguns materiais;  ‐  a  todos  os  que  tiveram  a  amabilidade  e  paciência  de  ver  o  desenvolvimento do trabalho e contribuir para a sua evolução.    Sem  a  ajuda  de  todos  seria  concerteza  mais  difícil  percorrer  este  percurso.         


Resumo       O  relatório  está  estruturado  em  quatro  capítulos.  Os  produtos  não  foram descritos no relatório aleatoriamente.   O  grupo  considerou  incluir  em  cada  um  dos  capítulos  as  propostas  de  produtos,  no  tempo  em  que  elas  surgiram,  e  para  atingir  os  objectivos  propostos  em  cada  fase  de  elaboração  do  plano  de  comunicação para uma associação de desenvolvimento local.  O  capítulo  1  consta  dos  trabalhos  preparatórios,  planeamento  e  concepção  de  um  plano  de  comunicação.  Contém  também  a  descrição  de  alguns  produtos  que  foram  propostos  nesta  fase  do  desenvolvimento do trabalho.   O  capítulo  2  descreve  os  trabalhos  conducentes  à  criação  da  assinatura Desteque e à sua aplicação corporativa.   O  capítulo  3  caracteriza  detalhadamente  outras  ferramentas  de  comunicação, de promoção, divulgação e materiais de suporte.   O capítulo 4 descreve outros produtos desenvolvidos pelo grupo de  projecto  ao  longo  do  semestre,  que  foram  propostos  pelos  orientadores,  e  que  de  alguma  forma  foram  desenvolvidos  para  terem alguma ligação à região da terra quente transmontana.  O  relatório  contém  também  um  glossário  depois  do  capítulo  de  conclusões e alguns apêndices com documentação impressa e digital.       

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Lista de abreviaturas       ADL 

Associação de Desenvolvimento Local 

ETL 

Equipa Técnica Local (corpo técnico) 

GAL 

Grupo de Acção Local (parceria institucional) 

FEOGA 

Fundo Europeu de Orientação e Garantia Agrícola 

PRODER 

Programa de Desenvolvimento Rural 

LEADER 

Ligação  Entre  Acções  de  Desenvolvimento  da  Economia Rural 

       

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Índice         Introdução    1  Plano de Comunicação    Conhecer organização    Deficiências detectadas e soluções propostas      Manual de identidade corporativa      Boletim informativo ou Newsletter      Protocolo institucional      Plano de crise    2  Criação de marca    A assinatura       Enquadramento legal      Desenho do símbolo      Cores      A letra    Identidade corporativa           Manual de Identidade visual          3  Divulgação            Manual de Identidade visual    Materiais promocionais    Site       Caracterização do produto    4  Reportagens, fotografias e outros produtos            Press release    Reportagem TIM 

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Vídeo promocional  Reportagem de workshop   Galerias de fotografias 

 

Glossário 

 

Bibliografia 

 

Filmografia 

 

Webgrafia 

Conclusão 

  Apêndice 1: Protocolo institucional   Apêndice 2: Plano de crise  Apêndice 3: Boletim informativo  Apêndice 4: Comunicados de imprensa  Apêndice 5: Noticia TIM para a web       

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Índice de ilustrações       Figura 1.1: Conhecer a organização  Figura 1.2: Ambiente de marketing  Figura 1.3: Marketing‐mix dos serviços    Figura 2.1: Símbolo actual  Figura 2.2: Primeiro símbolo da associação  Figura 2.3: Segundo símbolo adoptado pela associação  Figura 2.4: Marca nominativa  Figura 2.5: Marca figurativa  Figura 2.6: Marca mista  Figura 2.7: Diagrama dos cinco elementos  Figura 2.8: Símbolo adoptado pelo grupo de projecto  Figura 2.9: Assinatura final    Figura 3.1: Esquematização do desenvolvimento do website     

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Introdução     Entre  estudar  num  Instituto  Politécnico  ou  estudar  numa  universidade,  diz‐se  que  a  diferença  está  na  aplicação  do  conhecimento  científico  adquirido  e  na  ligação  ao  mundo  empresarial.   O projecto do grupo de alunos da unidade curricular de Projecto do  3º ano da licenciatura em Tecnologias da Comunicação, incide sobre  uma  organização  que  tem  sede  social  em  Mirandela,  mas  tem  intervenção  territorial  de  âmbito  regional.  O  desenvolvimento  do  projecto  recai  em  grande  parte  na  área  da  comunicação  organizacional,  mas  também  tem  alguns  produtos  da  área  da  comunicação social.  O grupo é composto  por quatro alunos, com idades compreendidas  entre os 23 e os 40 anos. Três elementos são do sexo masculino e um  elemento  é  do  sexo  feminino.  Dois  elementos  são  estudantes  e  dois  elementos são trabalhadores‐estudantes.  A  Associação  para  o  Desenvolvimento  da  Terra  Quente  –  adiante  designada  por  DESTEQUE,  é  uma  associação  composta  por  quinze  parceiros  e  todos  são  organizações  colectivas.  Dez  são  entidades  privadas  e  cinco  são  da  administração  local.  O  seu  objecto  social  pode ser resumido por prestação de serviços à população.  O  trabalho  desenvolvido  por  esta  entidade  teve  grande  impacto  no  desenvolvimento  local  do  seu  território  de  intervenção,  nos  últimos  quinze anos, tanto ao nível da economia rural como de qualidade de  vida  das  populações.  Mas  esse  trabalho  raramente  lhe  é  atribuído,  não tem o reconhecimento do público e não tem visibilidade.   O  projecto  consiste  na  apresentação  de  um  plano  de  comunicação  elaborado  para  esta  associação  de  desenvolvimento  local.  Propõe‐se  preencher essa falha. É composto por criação de marca, estacionário,  identidade  corporativa,  plano  de  crise,  protocolo  institucional,  identidade  visual,  merchandising,  vídeo  promocional,  boletins  informativos (em suporte papel e electrónico) e site na internet.  

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1 Plano de Comunicação     A entidade é uma associação de direito privado sem fins lucrativos e  o  seu  objecto  social  pode  ser  resumido  por  prestação  de  serviços  à  população. Nos seus estatutos o objecto social é referido no artº 1º.  A  zona  de  intervenção  territorial  desta  associação  de  desenvolvimento  é  formada  pelos  cinco  concelhos  administrativos  que compõem a sub‐região: Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães,  Macedo de Cavaleiros, Mirandela e Vila Flor. Pertencente à província  de Trás‐os‐Montes e é designada por Terra Quente Transmontana.     Para  a  construção  do  plano  de  comunicação  o  grupo  passou  por  várias etapas. Inicialmente foi elaborado um sumário em formato de  texto  com  uma  sucinta  apresentação  da  organização,  dos  pressupostos e dos objectivos a alcançar, e discutido com o grupo de  docentes orientadores numa aula de projecto. A fase seguinte foi de  análise  da  situação,  de  pesquisa  sobre  a  organização  e  da  posição  face  ao  seu  mercado  –  análise  swot,  visão  e  missão,  objectivos  e  público‐alvo, activos, património e situação financeira.    A  etapa  seguinte  serviu  para  seleccionar  ferramentas  de  comunicação  e  materiais  a  utilizar,  necessariamente  em  suporte  papel  e  em  suporte  electrónico.  Será  descrita  na  segunda  parte  do  capítulo.  Finalmente  foram  elaborados  dois  documentos  –  o  protocolo e o plano de crise, ambos documentos relacionados com o  sistema  de  controlo  interno  da  organização,  mas  com  objectivos  de  qualificação das relações da organização com os seus públicos.    Reflectir  sobre  a  pertinência  do  conteúdo  do  plano  de  comunicação  foi o primeiro desafio colocado ao grupo de trabalho. De uma forma  ou  outra,  todos  os  elementos  contactaram  com  ferramentas  de  comunicação  durante  a  aprendizagem  nas  unidades  curriculares. 

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Colocar  um  plano  em  prática  é  substancialmente  diferente,  é  conciliar os ensinamentos teóricos com os práticos e reflectir sobre a  pertinência dos mesmos para a organização objecto de estudo.       CONHECER A ORGANIZAÇÃO

    Figura 1.1: Conhecer a organização

Valores e Objectivos

Visão e Missão

Análise swot (fraquezas e forças internas) (ameaças e oportunidades externas)

    Todos os textos que nos foram disponibilizados relativamente à visão  da  organização  eram  extensos  e  com  pelo  menos  três  frases.  O  trabalho do grupo foi analisar a génese dos mesmos e reduzir a visão  a uma só frase que reflectisse o que a organização quer atingir como  meta  a  médio  e  longo  prazo.  Sendo  uma  associação  de  direito  privado  sem  fins  lucrativos,  subsiste  exclusivamente  de  fontes  de  financiamento externas que subsidiam as despesas de funcionamento  e  mantêm um  corpo  técnico  composto  por  oito  elementos.  Sob  uma  perspectiva  financeira,  a  organização  de  facto  não  utiliza  os  seus  recursos  (património)  e  o  seu  know‐how  (capital  humano)  para  seu  benefício, mas apenas em benefício dos seus clientes. Esta foi a ideia  chave  para  criar  uma  nova  visão:  maximizar  os  recursos  para  alcançar sustentabilidade.   

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A  missão  referida  nos  vários  textos  promocionais  que  nos  foram  facultados era adequada e foi apenas ajustada face à nova visão e ao  contexto temporal das funções da associação.  A organização tem divulgado os seus objectivos em vários produtos  promocionais,  sempre  com  base  em  três  destinos  de  actuação:  as  pessoas, o território e as actividades. O trabalho do grupo respeitou  os  mesmos  destinos  de  actuação,  mas  conferiu‐lhe  actualizações  relacionadas  com  práticas  operacionais  e  com  a  exequibilidade  da  visão.     Não  foi  encontrada  qualquer  referência  a  valores  da  associação  nos  materiais de divulgação e promoção. Com base no conhecimento das  suas actividades, na pesquisa efectuada aos documentos fornecidos e  no  trabalho  desenvolvido,  foram  propostos  pelo  grupo  de  trabalho  quatro  valores  que  passamos  a  citar:  ‐  confiança,  personalização,  atitude  e  inovação.  A  confiança  é  um  valor  que  a  organização  transmite  a  todos  com  quem  se  relaciona:  clientes,  fornecedores,  estado,  banca,  organismos  privados  e  públicos,  e  agentes  de  desenvolvimento.  A  personalização  é  o  valor  dirigido  a  todos  aqueles  a  quem  presta  serviços,  garantindo  que  o  faz  de  forma  individualizada.  A atitude é o valor pelo qual deve  pautar todos os  seus  colaboradores,  que  são  a  imagem  da  associação  junto  dos  seus  públicos.  E  a  inovação  é  um  valor  presente  em  todas  as  suas  actividades para se diferenciar dos concorrentes no mercado.    Durante  esta  fase  o  grupo  chegou  a  algumas  conclusões:  se  a  entidade  presta  serviços  à  população,  e  portanto  tem  algumas  características particulares, é uma organização heterogénea quanto à  qualidade  dos  serviços,  perecível  na  actuação  e  inseparável  do  mercado.  É  heterogénea  na  medida  em  que  depende  do  seu  capital  humano para obter impacto positivo nos seus públicos. Deste capital  depende  a  imagem  que  projecta.  É  perecível  porque  não  pode  armazenar os serviços que presta, deve proporcioná‐los no momento  oportuno  e  quando  são  solicitados  pelos  seus  clientes.  E  é  inseparável  porque  o  seu  público  tem  que  estar  presente  no  momento em que lhe é prestado o serviço.   

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Nenhuma  organização  está  sozinha,  deve  conhecer  o  seu  ambiente  de  marketing,  os  seus  públicos  e  o  seu  mercado.  Este  foi  um  conhecimento  apreendido  ao  longo  do  plano  curricular.  Deve  estar  sempre  presente  na  elaboração  do  plano  de  comunicação  de  qualquer organização. O grupo adoptou essa atitude.  Figura 1.2: Ambiente de marketing

  Micro ambiente Públicos

Macro ambiente

  Do micro ambiente  faz parte a  parceria  da organização no  seu  todo  (que  é  extensa),  os  seus  intermediários,  os  seus  clientes  e  os  seus  concorrentes.  Os  públicos  da  DESTEQUE  identificados  foram  os  grupos  de  interesse,  os  organismos  desconcentrados  da  administração  pública,  a  comunidade  local  e  o  público  em  geral.  O  macro  ambiente  é  composto  por  tendências  demográficas  da  Terra  Quente,  legislação  nacional,  comunitária  e  fiscal,  evolução  económica, sócio‐cultural, tecnológica e ambiental.  As  três  envolventes  influenciam  a  direcção  da  organização  no  presente e no futuro, e é com eles que ela deve conviver.    A etapa seguinte foi usar o modelo de marketing ‐ mix de serviços (7  P’s)  ampliado  a  partir  do  modelo  criado  em  1960  por  McCarthy  (4  P’s),  e  adaptado  como  uma  ferramenta  para  o  grupo  definir  a  estratégia  a  seguir.  O  grupo  considerou  também  o  modelo  de  marketing  societal  defendido  por  Philip  Kotler  e  o  marketing  institucional,  nos  quais  a  ênfase  das  ferramentas  de  comunicação  reside  na  preocupação  ambiental,  social  ou  cultural.  Nestas  os  profissionais de marketing focam a sua atenção sobretudo na marca  ou  na  brand  promotion.  Embora  este  tenha  sido  um  desafio  considerado  inicialmente,  o  trabalho  seria  demasiado  extenso  para  um grupo de quatro elementos. Seria preciso conhecer o território, na 

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sua essência, nos seus recursos, nas suas capacidades produtivas e na  forma  de  escoamento  da  produção  para  alcançar  sustentabilidade.  Não foi completamente posto de lado, uma vez que a assinatura em  forma  circular  poderá  no  futuro  ser  adaptada  a  produtos  da  região  que possam vir a ser comercializados com a marca territorial.    Após decomposição dos 7 P’s do composto de marketing, o grupo de  trabalho  escolheu  a  variável  de  promoção,  e  através  dela  pretende  criar  uma  imagem  de  alta  qualidade  da  organização,  que  irá  influenciar as restantes variáveis.    Figura 1.3: Marketing-mix dos serviços

 

      O  trabalho  efectuado  nesta  fase,  foi  compilado  num  dos  materiais  elaborados  pelo  grupo  de  projecto,  designado  por  manual  de  identidade  corporativa.  Este  produto  é  descrito  no  ponto  com  o  mesmo nome.    

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DEFICIÊNCIAS DETECTADAS E SOLUÇÕES PROPOSTAS

  Durante  a  fase  de  pesquisa  sobre  a  organização  e  sobre  as  suas  actividades  foram,  como  já  foi  referido,  detectadas  algumas  deficiências  no  posicionamento  e  notoriedade.  Para  contrariar  esta  tendência  foram  analisadas  algumas  propostas  de  elaboração  de  produtos  para  a  organização.  Essas  propostas  incluem  ferramentas  de  comunicação  como  brochuras,  mailling  ou  direct  mail,  website,  materiais promocionais, além do estacionário e vídeo promocional.   Os  públicos  foram  segmentados  por  sector  de  actividade,  idade  e  nível de instrução.  Os  materiais  de  suporte  serão  o  papel,  a  internet,  cd’s,  os  materiais  do  merchandising,  o  correio  electrónico.  Todos  os  materiais  concebidos pelo grupo de projecto estão no final deste relatório e não  são identificados porque todos têm a sua designação própria.  Foi preocupação do grupo a preservação ambiental, tanto na fase de  concepção  dos  produtos  como  na  selecção  do  papel  –  reciclado  e  biodegradável. Qualquer papel é biodegradável, mas a utilização da  frase  em  alguns  produtos  na  fase  de  concepção  do  produto,  deixa  essa  mensagem  de  preocupação  à  entidade.  Nos  produtos  de  divulgação  electrónicos  foi  colocada  igualmente  uma  frase  com  alusão à preocupação ambiental.  Aqueles  que  foram  concebidos  para  serem  disponibilizados  electronicamente,  ou  que  não  passaram  da  fase  de  concepção,  estão  gravados no cd, nas pastas individualizadas.  As  notícias  incluídas  nos  boletins  informativos  foram  construídas  com base na pirâmide invertida. Algumas notícias são fictícias.      Manual de identidade corporativa

A  Desteque  não  tem  um  produto  que  a  descreva,  a  identifique  enquanto  organização.  O  manual  de  identidade  corporativa  foi  o  primeiro produto que o grupo de projecto concebeu.  Consta  de  imagens,  fotografia  e  textos  que  caracterizam  a  organização.  Usa  as  cores  white  (R:255,  G:255,  B:255)  e  navy  blue  (R:73,  G:86,  G:119).  Os  textos,  subtítulo  e  título  foram  escritos  na 

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fonte  Trebuchet  Ms.  Os  títulos  têm  a  fonte  no  tamanho  24,  os  sub‐ títulos  no  tamanho  16  e  o  corpo  de  texto  no  tamanho  14.  Os  títulos  têm contorno 10% black e o interior navy blue, os subtítulos a cor red  (R: 218, G:37, B:29) e o corpo de texto cor black (R:0, G:0, B:0).    A  composição  dos  textos  foi  referida  no  primeiro  ponto  deste  capítulo,  no  subtítulo  “conhecer  a  organização”.  Os  grafismos  e  esquemas  foram  feitos  através  das  ferramentas  Coreldraw  x4  e  Photoshop CS3.  Tem  um  formato  de  210mm  x  210mm  e  deve  ser  impresso  em  cartolina mate de cor branca. O formato e papel são adequados para  optimizar os recursos próprios da entidade, que tem uma impressora  laser a cores, que imprime em papel A3 até 400gr. É um produto que  atinge  dois  objectivos  simultaneamente:  pode  ser  utilizado  como  identidade  da  organização  para  se  dar  a  conhecer  e  divulga  a  assinatura  proposta  pelo  grupo.  Para  o  colocar  no  mercado  não  carece  de  gastos  acrescidos,  e  pode  aproveitar  os  seus  recursos  materiais, o que é uma vantagem durante a fase de crise económica  nacional.  O público a que se destina é vasto, de idade adulta. São responsáveis  ou  colaboradores  dos  parceiros  institucionais  ou  dos  organismos  desconcentrados  da  administração  pública,  são  os  grupos  de  interesse,  os  potenciais  clientes,  a  comunidade  local  e  o  público  em  geral.  Pode  ser  disponibilizado  no  hall  de  entrada  da  sede  própria,  em  suporte  acrílico  transparente  que  a  entidade  já  possui  (para  materiais  com  o  formato  A4).  Pode  também  ser  disponibilizado  nas  feiras  e  eventos  em  que  participa,  num  suporte  metálico  perfurado  (que a entidade recentemente adquiriu) e que acolhe este formato de  brochuras.  Pode  inclusive  ser  conservado  em  pastas  de  arquivo  ou  em micas transparentes, pelos parceiros institucionais.    Boletim informativo ou newsletter

A  Desteque  é  composta  por  uma  parceria  público‐privada  de  entidades  colectivas,  o  que  a  qualifica  para  ser  um  balcão  de  informações sobre todo o território da terra quente transmontana. No  passado,  concebeu  publicações  para  terem  alguma  regularidade  na 

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divulgação  de  notícias,  mas  nenhuma  passou  da  primeira  edição.  Talvez um dos constrangimentos fosse o material de suporte. Para tal  o grupo  de projecto  propõe  uma  newsletter em formato  papel  e  em  formato  electrónico.  Ambas  foram  concebidas  em  processador  de  texto Word e gravadas como documento. Os textos foram escritos na  fonte Trebuchet MS de cor black (R:0, G:0, B:0) e os títulos navy blue.  O público a que se destina a newsletter em formato papel, é de idade  adulta,  com  nível  de  instrução  médio‐baixo,  que  frequenta  as  mostras,  exposições  e  feiras  de  cada  um  dos  concelhos  da  zona  de  intervenção.  O  boletim  informativo,  ou  newsletter,  concebido  para  ser  impresso  em  papel  é  uma  publicação  em  folha  A4,  frente  e  verso,  e  deve  ser  impresso  em  papel  de  cor  branca  de  120gr.  Mais  uma  vez  esteve  sempre presente a ideia da economicidade dos recursos – limitar‐se a  monofolha  para  não  desperdiçar  papel  e  ser  impresso  no  equipamento  da  associação,  a  impressora  laser  a  cores.  Para  atingir  melhor  qualidade  de  impressão  foi  depois  replicado  para  a  ferramenta de desenho Coreldraw que a entidade tem licenciada.   Para  ser  disponibilizada  por  e‐mail  a  organizações  ou  agentes  individuais fora do território de intervenção, a newsletter criada em  documento Word foi gravada em formato .pdf.  O boletim informativo electrónico foi concebido com hiperligações e  gravado em html. A página inicial é composta por todas as notícias  em  blocos  de  texto,  e  cada  uma  delas  tem  apenas  o  título,  o  lead  e  imagem,  com  hiperligação  para  outra  página  em  html  onde  é  desenvolvida a noticia. Todas têm opção para voltar à página inicial.  Os textos foram escritos na fonte Trebuchet MS de cor black (R:0, G:0,  B:0), tamanho 12, e os títulos na fonte Trebuchet MS de cor navy blue  (R:0, G:0, B:0), tamanho 14.  O  público  a  que  se  destina  a  newsletter  electrónica  é  composto  por  pessoas  com  idades  compreendidas  entre  os  16  e  os  50  anos,  com  nível  de  instrução  médio‐alto,  com  acesso  à  internet.  Pode  ser  disponibilizado no website da Desteque sob pedido expresso.         

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Protocolo institucional

“As Relações públicas são uma filosofia de administração que coloca  os interesses do público em primeiro lugar, em qualquer atitude ou  decisão.  Expressa‐se  em  políticas  que  se  levam  ao  público,  para  assegurar  a  compreensão  e  obter  boa  vontade.”  (Bertrand  Canfield,1970).  Desde  a  sua  criação  que  a  Desteque  orienta  os  seus  colaboradores  para  as  práticas  e  estabelecimento  de  relação  com  os  seus  públicos.  Essas  instruções  não  foram  reduzidas  a  escrito  e  não  existia  um  documento  orientador  produzido.  A  sua  ausência  dificultava  a  sua  colocação  em  prática  sempre  que  um  estagiário  ou  um  novo  colaborador  chega  à  organização.  Diz  o  povo  que  “nem  sempre  é  transmitido tudo o que se sabe, e quem aprende, não aprende tudo o  que lhe ensinam”.    O protocolo é um documento elaborado pelo grupo de projecto que  pretende  padronizar  as  regras  e  procedimentos  para  a  execução  de  determinadas  tarefas  na  associação.  Será  útil  não  só  para  a  área  administrativa,  mas  para  todos  os  outros  funcionários.  Contém  os  procedimentos  para  o  atendimento  presencial,  para  a  correspondência,  para  a  representação  da  entidade  em  eventos  no  exterior, e até regras de convivência social.   Foi  escrito  em  processamento  de  texto,  com  tipo  de  letra  Trebuchet  MS, de cor black (R:0, G:0, B:0), com o tamanho 12 e espacejamento a  1,5.  Os  títulos  foram  escritos  em  tipo  de  letra  Trebuchet  MS,  de  cor  black a 25%, estilo a negrito, em maiúsculas e com o tamanho 12.  O  público  a  que  se  destina  é  o  público  interno.  Pode  ser  disponibilizado em papel e no website da Desteque em formato pdf,  nas publicações ou na área reservada.      Plano de crise

  Nos  últimos  cem  anos  vários  acontecimentos  colocaram  em  risco  organizações  e  empresas  em  todo  o  mundo.  Podemos  exemplificar  com  as  guerras,  desastres  ambientais  como  o  de  Chernobyl  ou  incêndios  de  grandes  dimensões.  Para  tentar  encontrar  soluções 

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nasceu  a  gestão  de  crise  e  a  comunicação  de  crise.  A  primeira  para  minimizar  os  efeitos  das  crises  e  a  segunda  para  gerir  as  comunicações  antes,  durante  a  após  a  situação  de  crise.  Mas  nem  todas  as  crises  têm  grandes  proporções  ou  impacto  no  público.  Algumas  são  crises  internas,  outras  externas,  e  todas  têm  uma  classificação segundo o grau de risco que atingem.  A  associação  de  desenvolvimento  não  tinha  um  plano  de  crise  elaborado  que  pudesse  ser  activado  numa  situação  de  crise.  Com  o  risco  de  uma  pandemia  de  gripe  de  uma  nova  estirpe,  para  a  qual  não  existe  no  mercado  vacinação,  a  Organização  Mundial  de  Saúde  recomendou  aos  estados,  empresas  e  organizações  que  estivessem  atentas  e  criassem  instrumentos  para  minimizar  os  efeitos  da  pandemia.  A elaboração do Plano de Contingência é uma das recomendações da  Direcção‐Geral  de  Saúde,  sendo  uma  responsabilidade  de  cada  entidade,  pública  ou  privada.  Consiste  num  conjunto  de  medidas  e  acções  que  deverão  ser  aplicadas  oportunamente,  de  modo  articulado, em cada fase da evolução da pandemia da gripe.  O  objectivo  do  Plano  de  Contingência  é  manter  a  actividade  da  associação, em face dos possíveis efeitos de uma crise (por exemplo  para  os  efeitos  de  uma  possível  pandemia  do  vírus  H1N1‐  vulgo  gripe A), nomeadamente o absentismo da DESTEQUE, do Grupo de  Acção Local (GAL), da equipa técnica local, dos órgãos deliberativos  e  executivos,  e  respectivas  repercussões  nas  actividades  na  zona  de  intervenção, e fora dela com todos as entidades parceiras.  O plano de crise foi escrito em processamento de texto, com tipo de  letra Trebuchet MS, de cor black (R:0, G:0, B:0), com o tamanho 12 e  espacejamento  a  1,5.  Os  títulos  foram  escritos  em  tipo  de  letra  Trebuchet MS, de cor black a 25%, estilo a negrito, em maiúsculas e  com o tamanho 12.  O  público  a  que  se  destina  é  o  público  interno  e  externo.  Pode  ser  disponibilizado  em  papel  ou  no  website  da  Desteque  em  formato  pdf. 

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2 Criação de marca       A criação da marca foi uma experiência difícil. O plano curricular de  da  licenciatura  em  tecnologias  da  comunicação  da  ESACT  tem  muitas  unidades  curriculares  interessantes  mas  não  tem  nenhuma  relacionada  com  design.  Embora  as  técnicas  e  ferramentas  de  desenho  electrónico  como  o  Photoshop  por  exemplo  facilitem  a  execução das ideias, não são técnicas de desenho e concepção.  Por outro lado, o tema ou a entidade objecto de estudo deste grupo  não  pediu  expressamente  para  o  ser.  Logo  não  se  envolveu  como  seria  de  esperar,  e  concerteza  que  o  faria  caso  tivesse  sido  uma  iniciativa  própria.  Estava  interessada  em  algumas  ferramentas  de  comunicação,  mas  não  valorizou  o  plano  de  comunicação  proposto.  Nenhuma  das  contrariedades  enunciadas  fez  demover  o  grupo  da  sua intenção.  Foram  elaboradas  várias  propostas  de  símbolo  e  apresentadas  à  responsável pela associação. Essas propostas foram discutidas dentro  da  organização,  mas  nenhuma  foi  consensual.  Até  ao  final  do  semestre não foi possível obter decisão nem sugestões.    A ORGANIZAÇÃO NO PASSADO

É uma organização que opera há cerca de vinte anos no seu território  de  intervenção,  e  que  tem  muito  trabalho  desenvolvido  em  prol  do  desenvolvimento local, mas que não é reconhecida pelo seu público‐ alvo.  A  DESTEQUE,  usa  o  mesmo  logótipo  há  cerca  de  cinco  anos,  mas  nunca registou qualquer símbolo ou marca.      

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Figura 2.1: Símbolo actual

Fonte: Associação para o Desenvolvimento da Terra Quente 

  Esse logótipo foi uma evolução do primeiro símbolo criado aquando  da criação da associação, em 1991, que dava preponderância ao T de  terra e ao Q de quente.    Figura 2.2: Primeiro símbolo da associação 

 

Fonte: Associação para o Desenvolvimento da Terra Quente 

  Alguns anos depois evoluiu para um logótipo que albergava o mapa  do território.     Figura 2.3: Segundo logótipo adoptado pela associação 

T DESTEQUE

Fonte: Associação para o Desenvolvimento da Terra Quente 

  A  utilização  do  logótipo  não  tem  obedecido  a  uniformização  no  tamanho,  cores  ou  formas.  Tem  sido  usado  em  diferentes  bases  e  aplicações, e adequado esteticamente ao material em que é integrado.  O logótipo é por isso um símbolo constituído por um grupo de letras  que  forma  uma  sigla  e  que  foi  especialmente  desenhado  para  a  organização.  O  que  este  grupo  de  trabalho  quis  fazer  foi  algo  substancialmente  diferente  –  criar  uma  marca  para  a  associação  e 

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registá‐la. A marca é mais ambiciosa ‐  pretende ser um símbolo que  cumpra o objectivo para que é criado: a memorização e identificação  de  algo  pela  impressão  que  fica  registada  nas  pessoas  e  que  faz  a  ligação  entre  si  própria  e  aquilo  que  representa.  Esta  é  a  diferença  entre  ter  um  logótipo  que  identifique  a  imagem  corporativa  da  organização e uma marca que perdure na lembrança e que transmita  o que simboliza.      A MARCA

  A  marca  é  um  conjunto  de  sinais  ou  palavras  passíveis  de  representação  gráfica,  desde  que  diferenciem  os  serviços  de  uma  organização  dos  de  outras  organizações.  A  marca  é  reconhecida  como a figura emblemática face aos demais sinais previstos na lei. É  constituída  pelo  logótipo,  a  insígnia  e  nome  de  estabelecimento,  a  denominação de origem e as indicações geográficas.  Conceptualmente,  aquilo  que  os  distingue  tem  a  ver  com  o  objecto  sobre o qual cada um deles recai:  1.  A  marca  destina‐se  a  distinguir  um  determinado  produto  ou  serviço.  2.  O  logótipo  destina‐se  a  referenciar  uma  entidade  que  preste  serviços ou comercialize produtos.  3. O nome ou a insígnia do estabelecimento destina‐se a distinguir o  estabelecimento.  4.  A  denominação  de  origem  e  a  indicação  geográfica  serve  para  distinguir a origem geográfica de um produto.    A  marca  é  por  isso  uma  representação  simbólica  que  permite  identificar  uma  organização  de  modo  imediato.  Na  teoria  da  comunicação,  pode  ser  um  signo,  um  símbolo  ou  um  ícone.  Uma  simples  palavra  pode  referir  uma  marca,  o  que  é  muito  comum  em  produtos comerciais.  Quando  se  fala  em  marca,  é  comum  estarmo‐nos  a  referir  a  uma  representação  gráfica  no  âmbito  e  competência  do  designer  gráfico,  em  que  a  marca  pode  ser  uma  composição  de  um  símbolo  e/  ou  logótipo, tanto individualmente quanto combinados. 

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No  entanto,  o  conceito  de  marca  é  bem  mais  abrangente  que  a  sua  representação gráfica. Uma organização através da sua representação  gráfica diferencia‐se das demais, o que a faz especial e única. Busca‐ se associar às marcas uma personalidade ou uma imagem mental.    É  fundamental  entender  que  o  conceito  de  marca  é  mais  intangível  do  que  tangível,  pois  um  cliente  de  uma  determinada  classificação  demográfica  tem  sensações,  experiências  e  percepções  diferentes  sobre  a  mesma  marca  em  relação  a  outro  cliente  classificado  demograficamente da mesma forma.  Mas  sendo  a  marca  um  sinal  distintivo,  com  uma  função  identificadora e diferenciadora, ela é hoje reconhecida também como  elemento  essencial  do  marketing  e  geradora  de  valor  quer  para  empresas, quer para os seus clientes.    A  marca  cria  valor  porque  é  um  “pacto”  entre  a  organização  e  os  seus  stakeholders.  Ela  identifica  a  organização,  produto  ou  serviço,  facilitando  o  reconhecimento  e  a  fidelização,  e  diferencia‐a,  dando  sentido aos produtos ou serviços associados.  A marca integra três componentes:  • de  identidade  corporizado  pelo  signo  ou  conjunto  de  signos  (identity‐mix)  que  expressam  a  identidade  da  organização,  • do objecto que representa a organização, sua visão, missão  e valores e,   • do  interpretante  correspondente  aos  efeitos  da  identidade  da marca sobre os públicos.    Neste  sentido,  a  marca  é  um  activo  intangível  resultante  de  muitos  anos  de  trabalho  da  organização.  Já  Kotler  apresenta  um  estudo  minucioso  da  marca  em  contexto  de  política  de  marketing  das  organizações  e  estrutura  os  processos  para  a  construção  de  marcas  fortes, isto é, de valor.     Enquadramento legal

O segundo passo a seguir seria fazer o registo de marca. As marcas  desempenham  uma  dupla  função:  uma  função  económica,  porque 

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distingue  a  organização  no  meio  em  que  se  insere,  e  uma  função  jurídica, porque garante ao seu titular o direito de propriedade.  A  propriedade  industrial  desempenha  a  função  de  garantir  a  lealdade da concorrência, pela atribuição de direitos privativos sobre  os  diversos  processos  técnicos  de  produção  e  desenvolvimento  da  riqueza – artigo 1.º do Código da Propriedade Industrial, publicado  no Decreto‐Lei nº 36/2003, de 5 de Março.  1 — A marca pode ser constituída por um sinal ou conjunto de sinais  susceptíveis  de  representação  gráfica,  nomeadamente  palavras,  incluindo  nomes  de  pessoas,  desenhos,  letras,  números,  sons,  a  forma  do  produto  ou  da  respectiva  embalagem,  desde  que  sejam  adequados a distinguir os produtos ou serviços de uma empresa dos  de outras empresas.  2  —  A  marca  pode,  igualmente,  ser  constituída  por  frases  publicitárias  para  os  produtos  ou  serviços  a  que  respeitem,  desde  que  possuam  carácter  distintivo,  independentemente  da  protecção  que  lhe  seja  reconhecida  pelos  direitos  de  autor.  –  artigo  222.º  do  Código da Propriedade Industrial.  O  registo  confere  ao  seu  titular  o  direito  de  propriedade  e  do  exclusivo da marca para os produtos e serviços a que esta se destina.  – artigo 224.º, nº 1 do Código da Propriedade Industrial.    Dentro  da  tipologia  de  marcas  existentes  –  nominativas,  figurativas  ou  mistas,  por  exemplo,  a  marca  proposta  para  uma  associação  de  pessoas  singulares  ou  colectivas  como  a  DESTEQUE  é  uma  marca  colectiva de associação.    Figura 2.4: marca Nominativa

Figura 2.5: marca figurativa

Figura 2.6: marca mista

 

Fonte: INPI 

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Actualmente  o  registo  de  marca  é  feito  de  forma  simplificada  e  em  curto prazo de tempo. Pode recorrer‐se ao serviço Marca na Hora ou  ao  registo  on‐line.  O  primeiro  é  resultado  de  uma  parceria  do  INPI  com o Instituto dos Registos e do Notariado que dentro do programa  Empresa  na  Hora  disponibiliza  uma  bolsa  de  firmas  e  marcas  previamente  aprovadas.  Para  tal  basta  o  interessado  deslocar‐se  junto  de  qualquer  balcão  autorizado.  O  Instituto  Nacional  de  Propriedade  Industrial,  vulgarmente  designado  por  INPI,  disponibiliza  on‐line  um  vasto  leque  de  serviços  para  o  registo  de  marcas  e  patentes.  Para  tal  o  interessado  deve  instalar  previamente  software  adequado  (ou  poderá  obtê‐lo  no  processo  de  registo),  gravar  a  imagem  em  formato.jpg  e  saber  identificar  as  cores  a  usar.  Depois  basta  seguir  as  indicações  e  cumprir  com  o  que  lhes  for  solicitado.    Desenho do símbolo

Como foi referido no início do capítulo, a criação do símbolo foi uma  produção  difícil  para  o  grupo  de  trabalho.  A  organização  não  tem  uma  metáfora  que  a  descreva  ou  identifique.  Não  por  ser  uma  organização  ou  um  território  pobre  de  recursos,  mas  porque  estes  estão de tal forma implementados no mercado, que utilizá‐los, seria  conferir à organização uma conotação demasiado próxima de algum  deles.  Foram  desenhadas  várias  soluções  e  quanto  mais  propostas  surgiam  mais  difícil  era  satisfazer  os  pressupostos  para  o  branding  (construção de uma marca).  Foram  consultadas  publicações  e  bibliografia  sobre  desenho  de  logótipos,  porque  nenhum  elemento  do  grupo  tinha  de  facto  conhecimentos  académicos  ou  científicos  de  desenho  e  artes.  Aprenderam que existem elementos seguros a utilizar no desenho de  um símbolo: um quadrado, circulo ou triângulo, combinados com o  nome da entidade (dentro ou perto das formas geométricas; positivo‐ negativo). O texto em negrito grotesco ou helvético, bem separado e  talvez  conjugado  com  ©  ®  ou  ™,  são  chaves  para  o  sucesso  (Bourquin, 2002:17).   

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Opiniões  diferentes  foram  consultadas:  de  pessoas  com  ligação  à  entidade  e  de  pessoas  da  comunidade  académica.  A  opção  foi  não  romper  completamente  com  o  logótipo  usado  pela  entidade,  mantendo a presença territorial dos cinco concelhos.    Decidiu‐se adoptar o símbolo criado a partir de um elemento gráfico,  repetido  cinco  vezes  de  forma  idêntica,  que  juntos  formaram  um  sistema  de  polígono  estrelar.  Representa  os  cinco  concelhos  que  formam  a  Terra  Quente  Transmontana,  dispostos  de  forma  a  criar  uma sensação de movimento no sentido dos ponteiros do relógio. “A  sensação de esquerda‐direita é própria do mundo ocidental, em que  o  hábito  do  movimento  de  direita  para  a  esquerda,  cultivado  pela  aprendizagem  da  escrita  consolidou‐se  em  nós  e  influenciou  fortemente o nosso modo de observar o mundo” (Fontes, 2001:17).  Quanto  mais  propostas  eram  analisadas  mais  certos  estavam  da  escolha.  A  versatilidade  do  símbolo  assente  na  teoria  dos  cinco  elementos  foi  a  principal  razão  da  preferência.  Esta  teoria  do  pensamento  taoista  chinês  classifica  os  elementos  da  natureza  em  cinco tipos: metal, madeira, terra, água e fogo. Não são exactamente  os  materiais  mas  as  metáforas  do  que  eles  representam  para  descrever  como  as  coisas  interagem  e  se  relacionam  umas  com  as  outras.  O  taoísmo  descreve  um  ciclo  de  produção  e  um  ciclo  de  controlo agindo sobre os elementos.    Figura 2.7: Diagrama dos cinco elementos

Fonte: Wikipédia

 

 

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No  ciclo  da  produção,  a  madeira  produz  o  fogo,  o  fogo  produz  a  terra, a terra produz o metal, o metal produz a água, a água produz a  madeira.  No  ciclo  de  controlo,  a  madeira  controla  a  terra,  a  terra  controla  a  água,  a  água  controla  o  fogo,  o  fogo  controla  o  metal,  o  metal  controla  a  madeira.  O  ciclo  de  produção  desenha  um  pentágono  e  a  cadeia  de  controlo  desenha  uma  estrela  de  cinco  pontas.  Essas  interacções  e  relacionamentos  formam  o  esboço  para  diferentes escolas de filosofia.  Inclusive  o  estudo  tão  actual  do  Feng  Shui  (cuja  tradução  literal  é  vento  e  água)  se  concentra  na  forma  como  os  cinco  elementos  afectam a harmonia do ambiente, dentro das pessoas, dos objectos e  na  paisagem.  Segundo  esta  corrente  de  pensamento,  estabelecendo  uma  relação  yin/yang,  os  ideogramas  Feng  Shui  representariam  o  conhecimento  das  forças  necessárias  para  conservar  as  influências  positivas  que  supostamente  estariam  presentes  num  espaço,  e  redireccionar as negativas para beneficiar os seus utilizadores.    Os  símbolos  classificam‐se  em  quatro  categorias:  ‐  iconográficos,  ilustrativos,  pictográficos  e  ideográficos.  Os  símbolos  iconográficos  são  representados  por  sinais  ou  ícones  que  usam  processos  fotográficos  ou  representações  realistas  para  comunicar.  Os  ilustrativos  são  reconhecidos  por  usarem  sinais  que  traduzem  uma  mensagem através do desenho. Os pictográficos são pictogramas cuja  ideia  ou  mensagem  simbólica  é  graficamente  reduzida  à  sua  forma  básica.  Os  símbolos  ideográficos  são  sinais  abstractos  que  vinculam  um  sentimento,  uma  forma  um  movimento  ou  uma  ideia.  Eles  contêm ou significam algo que não é revelado de imediato, mas que  requer um certo “conhecimento de leitura” (Bourquin, 2002:21).    Figura 2.8: Símbolo adoptado pelo grupo de projecto

 

Nota: imagem em formato .tif

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O  desenho  é  aberto,  sem  delimitação  do  espaço  que  ocupa.  Os  símbolos sem área delimitada tendem a invocar conceitos abstractos,  enquanto  as  superfícies  fechadas  lembram  objectos.  Com  a  observação  de  um  sinal  abstracto  é  possível  dividir  as  zonas  de  percepção  humana  nos  dois  conceitos:  acima‐abaixo  e  esquerda‐ direita.  As  pontas  dos  raios  tocam  um  círculo  externo  invisível  e  a  irradiação  perde‐se  no  universo.  O  número  de  pontas  igual  ao  número  de  concelhos  da  divisão  administrativa  portuguesa  só  aumenta  a  percepção  de  que  a  estrela  cintila.  O  número  cinco  é  estritamente associado ao ser humano (cinco dedos, cinco sentidos).  A estrela de cinco pontas é um sinal misterioso e usado em todas as  culturas.    “Os publicitários têm a tarefa de conferir a novos produtos uma  nova  imagem,  e  nas  últimas  décadas  foram  projectadas  várias  marcas  e  logótipos  no  campo  gráfico  comercial.  A  maior  parte  desses  pictogramas  modernos  baseiam‐se  em  princípios  de  efeitos e contrastes gráficos bastante expressivos, que com muita  frequência  apresentam  semelhanças  entre  si,  um  facto  que  pode  ser  atribuído  tanto  à  orientação  unilateral  dos  desenhadores  quanto  à  perda  do  conhecimento  a  respeito  do  património  de  antigas  culturas  de  sinais,  que  podiam  gerar  ideias  novas”  (Fontes, 2001:191).    Cores

As  cores  inicialmente  propostas  utilizavam  gradiente  com  o  branco  (R:255, G:255, B:255), o lilás (R:108, G:68, B:138), o verde (R:0, G:145,  B:63), o amarelo (R:255, G:255, B:0) e o preto (RGB 000; #000000). As  escolhas  recaíram  nas  cores  utilizadas  pelas  bandeiras  dos  cinco  concelhos da zona de intervenção da DESTEQUE.     O concelho de Mirandela utiliza na sua bandeira o verde e branco, o  concelho  de  Macedo  de  Cavaleiros  utiliza  o  amarelo  e  verde,  o  concelho de Carrazeda de Ansiães utiliza o lilás e branco, o concelho  de Alfândega da Fé utiliza o branco e preto, e o concelho de Vila Flor 

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utiliza o amarelo e lilás. O verde transmite vigor e frescura, e invoca  esperança,  dinamismo  e  inovação.  O  amarelo  transmite  calor,  luz  e  descontracção.  Simbolicamente  está  associado  à  prosperidade  e  transmite  optimismo.  O  lilás  transmite  intuição.  Carrega  um  significado de prosperidade, nobreza e respeito. O branco associa‐se  à  calma,  confiança  e  pureza.  O  preto  transmite  actualmente  valores  de sofisticação e dignidade.     Com base nestes pressupostos e nos valores que a entidade adoptou  desde a sua origem e que fazem parte do seu objecto social, o grupo  de trabalho elegeu duas cores novas. Optou por manter três cores da  escolha inicial e substituir o branco e o preto por outras duas cores –  a  cor  de  laranja  e  o  azul.  O  azul  porque  simboliza  a  água,  um  bem  essencial para a vida, que faz parte dos elementos da natureza, que é  um dos recursos naturais mais valioso na terra quente transmontana.  A  cor  de  laranja  porque  se  associa  ao  calor  da  temperatura  atmosférica e do hospitalidade das gentes desta região.    As  cores  finais  adoptadas  no  símbolo  são  o  azul  bay  blue  (R:102,  G:153, B:255), a cor de laranja orange (R:255, G:102, B:0), o lilás light  violet (R:255, G:153, B:255), o verde martian green (R:153, G:204, B:5)  e finalmente o amarelo yellow (R:255, G:255, B:0).    A letra

A  escrita  sempre  foi  um  dos  veículos  mais  importantes  da  cultura.  Mais do que a economia, o direito e as ciências, as religiões foram as  principais  utilizadoras  da  escrita.  A  simplificação  aplicada  às  máquinas  de  calcular  foi  em  pouco  tempo  um  sucesso  de  popularidade,  porque  de  forma  simples  e  estilizada,  reduziu  os  algarismos a um esquema de sete códigos (três horizontais e quatro  verticais) suprimindo alguns traços isolados.  Por  outro  lado  é  interessante  verificar  que  as  pessoas  continuam  a  preferir os relógios de pulso analógicos aos digitais para lhes indicar  o  tempo,  porque  preferem  a  linguagem  pictórica  e  expressiva  dos  ângulos formados pelos ponteiros. 

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O  confronto  entre  diferentes  sistemas  de  escrita  deixa  claro  que  a  separação dos caracteres nas escritas europeias tornou possível o uso  de  técnicas  de  reprodução  para  o  desenvolvimento  de  fontes  tipográficas,  enquanto  que  no  sudoeste  a  escrita  à  mão  ainda  é  preservada nos dias de hoje. Esta reflexão sobre a escrita influenciou  o grupo sobre a escolha da fonte, que devia ser harmoniosa, sem ser  demasiado  tradicional  ou  demasiado  tecnológica,  nem  demasiado  hirta  ou  demasiado  circular.  Devia  ser  suficientemente  versátil  para  ser  utilizada  nos  diferentes  meios  de  comunicação  actuais  (papel,  monitor  de  tv,  monitor  de  computador,  mupies,  entre  outros).  A  escolha recaiu na fonte Trebushet.    A escolha do lettering não foi tarefa fácil. Actualmente, quem escreve  dispõe de dois alfabetos: o das maiúsculas que salienta os títulos e os  nomes  próprios  e,  o  das  minúsculas  que  é  o  mais  usado  na  comunicação  escrita.  A  sigla  DESTEQUE  é  por  si  só  uma  marca  de  escrita. Poderíamos manter a utilização da capitulação do T e do Q,  que o logótipo destacava. Significa T de terra e Q de quente e tem‐lhe  sido atribuído algum destaque devido à ligação ao território da terra  quente  transmontana.  Mas  o  grupo  considerou  que  visualmente  e  esteticamente  não  resultava  num  lettering  atractivo  porque  desagregava  a  sigla  em  três  partes.  O  que  se  pretendia  era  um  fortalecimento  da  marca  e  isso  devia  estar  patente  no  lettering.  A  opção  foi  usar  o  lettering  com  capitulação  de  maiúscula  apenas  na  primeira letra, acompanhado da designação por extenso.    Figura 2.9: Assinatura final

 

   

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IDENTIDADE CORPORATIVA

  A decisão do grupo de projecto relativa à marca foi tomada e a tarefa  seguinte  foi  seleccionar  materiais  e  produtos  para  fazer  a  sua  aplicação. Foram concebidos modelos de papel de carta ou de ofício  para a correspondência, de envelopes com janela em formato normal  e  em  formato  A4,  de  telefax  e  memorandos  para  a  correspondência  interna.  As  opções  tomadas  relativamente  ao  papel  A4  são  para  utilização de papel de cor branca de 80gr, para esta aplicação não ter  custos  acrescidos.  Os  modelos  levam  uma  pequena  marcação  para  apoio a furar as folhas que devam ser arquivadas. O envelope A4 e o  envelope  normal  serão  em  papel  reciclado  de  cor  branca,  com  autocolante  nas  dobras.  Estes  formatos  de  envelope  podem  ser  impressos na impressora laser da associação.   Considerando que a organização utiliza no seu dia a dia sistemas de  arquivo  em  papel  e  em  suporte  magnético,  criamos  etiquetas  para  pastas  de  arquivo  e  etiquetas  para  cd’s  ou  suporte  digital  de  documentação.  As  label’s  ou  etiquetas  podem  ser  adquiridas  em  folhas  A4  de  papel  autocolante  pré‐cortado  e  ser  impressas  na  impressora  da  associação.  As  etiquetas  para  processos  serão  impressas  em  papel  branco  de  150  gr.  Foram  concebidas  em  dois  tamanhos  de  acordo  com  a  capacidade  de  arquivo  das  pastas  de  argolas,  que  diferem  na  espessura  (30mm  e  50mm).  Contém  a  assinatura Desteque, ao alto, seguido do nome do processo. Na zona  inferior  da  etiqueta  deve  ser  colocada  a  numeração  do  processo  de  acordo com o arquivo documental a que pertence.  Em  várias  situações  a  organização  faz  apresentações  de  relatórios  e  do trabalho que desenvolve, seja internamente em assembleia‐geral,  seja  em  seminários,  colóquios  ou  reuniões  de  trabalho.  O  grupo  propõe dois templates para visualização no écran do computador ou  no equipamento de projecção. Um serve como base de apresentações  em  Power  Point  e  o  outro  é  um  wallpaper.  Este  último  pode  ser  aplicado  em  situações  diversas  no  ambiente  de  trabalho  dos  computadores da associação, por exemplo em modo de poupança de  energia,  ou  nos  telemóveis.  Todos  os  produtos  referidos  estão  incluídos na manual de identidade visual.   

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3 Promoção e divulgação       No  plano  de  comunicação  foram  previstas  ferramentas  e  materiais  adequados à organização objecto de estudo. O grupo reflectiu várias  vezes  na  componente  de  inovação,  e  na  sua  vontade  de  incluir  produtos  e  materiais  diferentes,  mas  concluiu  sempre  que  numa  organização  institucional  e  composta  exclusivamente  por  entidades  colectivas  essa  seria  uma  causa  perdida.  A  título  de  exemplo  foi  proposto  fazer  alguns  produtos  em  cortiça,  mas  a  ideia  não  foi  apreciada.  A  região  é  rica  em  cortiça  e  este  material  já  pode  ser  utilizado  em  cartões  de  visita,  tapetes  de  rato,  capas  de  agendas  de  secretária  ou  para  moleskine,  entre  tantos  outros  artigos  promocionais.  No âmbito da promoção podem ser consideradas várias ferramentas  que já foram referidas noutro contexto. Os boletins informativos e até  a  identidade  corporativa  podem  ser  ferramentas  de  comunicação,  mas não são materiais promocionais. O grupo de projecto considerou  incluir na promoção e divulgação apenas os materiais promocionais,  o website e o manual de identidade visual.       MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL

Esta  associação  de  desenvolvimento  é  um  balcão  privilegiado  para  orientação,  apoio  e  acompanhamento  ao  empreendedor.  Concebe,  promove e executa planos de intervenção estratégica para a sua zona  de  intervenção.  No  âmbito  dos  quadros  comunitários  de  apoio,  desde  que  Portugal  entrou  na  União  Europeia,  esta  associação  tem  gerido  fundos  comunitários  do  FEOGA.  Todas  as  iniciativas  comunitárias  ou  projectos  com  co‐financiamento  comunitário  são 

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obrigados a cumprir com a publicitação dos apoios nos materiais co‐ financiados,  prevista  no  Regulamento  dos  Fundos  Estruturais.  Essa  publicitação  consta  de  assinatura  que  inclui  um  conjunto  de  logótipos  das  entidades  envolvidas.  A  Desteque  deve  entregar  aos  beneficiários  das  ajudas  as  normas  gráficas  para  cumprir  com  essas  obrigações.   Este produto atinge também dois objectivos – determina e divulga as  normas  gráficas  da  aplicação  da  logomarca  da  associação  e  determina  e  divulga  a  identidade  corporativa  e  os  materiais  promocionais.  O manual de identidade visual contém as normas e critérios técnicos  de  reprodução  da  assinatura  ora  proposta  pelo  grupo  de  projecto,  para  aplicação  nos  mais  diversos  suportes,  gráficos  e  electrónicos.  Consta  de  ilustrações  e  explicações  para  uma  correcta  aplicação  do  símbolo e texto que formam a assinatura Desteque, mas também de  ilustrações e explicações do estacionário e do merchandising.  O manual visual foi concebido através da utilização das ferramentas  Coreldraw x4 e Photoshop CS3.  Para  cumprir  com  um  objectivo  de  uniformização  de  materiais  propostos pelo grupo, no mesmo espaço temporal, adoptou o mesmo  formato  da  identidade  corporativa.  Tem  um  formato  de  210mm  x  210mm  e  deve  ser  impresso  em  cartolina  mate  de  cor  branca.  O  formato e papel são adequados para optimizar os recursos próprios  da entidade, a impressora laser a cores, que imprime em papel A3 até  400gr.   Usa  as  cores  white  (R:255,  G:255,  B:255)  e  navy  blue  (R:73,  G:86,  G:119). Os textos foram escritos na fonte Trebuchet Ms tamanho 14 e  cor  white.  Os  títulos  usam  a  fonte  Tahoma,  tamanho  24,  com  contorno  10%  black  e  o  interior  navy  blue.  Os  sub‐títulos  usam  a  fonte Tahoma, no tamanho 24 e com cor white.   O público a que se destina é vasto, de idade adulta. São organismos,  beneficiários  individuais  ou  colectivos,  gráficas ou tipografias.  Pode  ser  disponibilizado  em  formato  papel,  e  no  website  em  formato  electrónico.       

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MATERIAIS PROMOCIONAIS

Os  materiais  propostos  para  divulgação  são  na  sua  grande  maioria  materiais de oferta para utilização em ambiente de escritório. Foram  seleccionados  de  acordo  com  os  diferentes  públicos  a  que  se  destinam, por critérios económicos, de utilização e função.  São  t‐shirts,  pólos,  boné,  esferográfica,  lápis  de  carvão,  marcador  fluorescente,  pen  drives,  tapete  para  rato,  caneca  de  café,  sacos  de  oferta,  cartões  de  visita  e  cartões  de  cumprimentos.  Foram  concebidos  através  da  utilização  das  ferramentas  Coreldraw  x4  e  Photoshop CS3, após pesquisa exaustiva de produtos e materiais de  suporte mais adequados aos objectivos a atingir.   Os cartões de visita e os cartões de cumprimentos têm uma utilização  semelhante  mas  em  diferentes  ocasiões.  Ambos  se  destinam  a  um  público  adulto,  de  diferentes  classes  sociais,  dos  dois  sexos  e  dos  diversos  sectores  de  actividade  (organizações,  agricultores,  industriais, comerciantes, …).  O cartão de visita tem a identificação da associação com contactos de  endereço  postal,  endereço  electrónico,  de  telefone,  fax  e  o  URL  do  website.  Pode  ser  personalizado  com  nome  e  cargo  dos  directores  e  colaboradores.  Tem  formato  normalizado  para  ser  arquivado  em  suporte  de  arquivo  para  cartões  de  escritório.  Pode  ser  impresso  e  cortado com os recursos próprios da organização.  O  cartão  de  cumprimentos  pode  ser  utilizado  como  agradecimento,  acompanhamento  de  uma  oferta,  como  cartão  de  boas  festas  ou  em  funerais,  com  uma  mensagem  pessoal  e  individualizada  de  acordo  com a ocasião em que se utiliza. Pode ser impresso e cortado com os  recursos próprios da organização.  A  pen  drive,  a  esferográfica,  o  lápis  de  carvão  e  o  marcador  fluorescente  têm  um  modelo  ergonómico,  e  esteticamente  são  agradáveis e apropriados ao uso a que se destinam. O público a que  se  destina  é  jovem,  com  idades  compreendidas  entre  os  seis  e  os  cinquenta anos. Pode ser oferecido nas exposições e mostras em que  a associação tem um espaço de divulgação das suas actividades.   Os tapetes de rato e as canecas de café dirigem‐se ao público interno,  que  é  composto  por  colaboradores,  representantes  das  entidades  colectivas  que  constituem  a  parceria  e  a  assembleia‐geral  de  associados. O café é uma bebida usual no dia a dia dos funcionários 

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da  associação,  nas  reuniões  dos  órgãos  sociais  e  nas  reuniões  de  trabalho  na  sede  da  associação.  A  Desteque  tem  máquina  de  café  expresso de cápsula individual. A opção por uma caneca em vez da  tradicional  chávena,  foi  por  razões  de  resistência  ao  uso.  Os  tapetes  de rato podem ser um material de oferta em exposições, e as canecas  podem ser oferecidas em caixa individualizada a personalidades ou  colaboradores.  Os  sacos  têm  a  função  de  divulgação,  transporte  e  de  acomodação  das ofertas. Destinam‐se a todos os públicos enunciados, razão pela  qual são feitos de materiais de baixo custo. O saco de papel é de kraft   de cor preta de 140gr com impressão a uma cor, e tem asa de cordão.  É adequado para transportar as ofertas de materiais promocionais e  das publicações propostas pelo grupo de projecto – os dois manuais.   O saco de polietileno de cor vermelho de 170gr com impressão a uma  cor,  tem  asa  de  cordão  plastificado  e  é  o  saco  apropriado  para  as  ofertas  de  produtos  regionais  (vinho,  queijos,  enchidos,  …)  a  convidados ou a individualidades, porque é mais resistente.  As  t‐shirts,  polos  e  os  bonés  servem  para  oferta  a  diversos  públicos  com idades entre os 14 e os 50 anos, de ambos os sexos. As t‐shirts e  bonés  podem  ser  oferecidos  em  eventos,  aos  associados,  como  material  promocional.  Os  pólos  são  destinados  a  ser  usados  em  acções de animação ou em eventos que a associação organiza, pelos  colaboradores.  A  Desteque  tem  uma  viatura  já  desgastada  pelo  uso  que,  sendo  renovada com material autocolante de grandes dimensões, teria uma  dupla  função  de  publicidade  e  de  reparação  de  pintura  exterior.  A  proposta é para a revestir com papel autocolante branco e verde, com  decoração  da  nova  marca.  Para  não  alterar  as  especificações  da  cor  da viatura no Documento Único a cor de base é o mesmo que tem de  origem.      WEBSITE

O website foi o único produto desejado pela Desteque. Foi planeado  e  desenvolvido  com  muito  cuidado  e  teve  várias  transformações  ao  longo  do  desenvolvimento  do  trabalho.  Foi  o  produto  para  o  qual  foram dados alguns contributos pela associação. Também é aquele a 

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que  maior  número  de  pessoas  pode  aceder  e  que  por  esse  motivo  mais impacto terá no público. A título de curiosidade, entre os dias 1  de Setembro pelas 16.30h, hora de publicação, e o dia 4 de Setembro  pelas  3:33h,  nas  estatísticas  do  website  estavam  registadas  2.752  visualizações.   Para  este  produto  foram  definidos  alguns  pressupostos:  o  público‐ alvo,  os  objectivos  a  atingir,  e  definir  o  que  é  pertinente  apresentar.  Para tal  a DESTEQUE  respondeu  a um questionário  que  enumera  e  fornece  essa  informação  e  que  foi  o  ponto  de  partida  para  desenvolver o projecto.    Caracterização do produto

O objectivo principal do sítio na internet é promover a comunicação  entre  a  associação  de  desenvolvimento  e  a  população  em  geral,  utilizando  a  plataforma  internet.  Os  objectivos  primários  são  a  informação,  promoção  e  divulgação  das  suas  actividades,  dos  seus  projectos  e  dos  seus  planos  de  intervenção  para  o  território.  Os  secundários  são  facilitar  a  comunicação  com  os  agentes  de  desenvolvimento  locais  e  regionais,  informar  sob  o  seu  âmbito  de  actuação  a  população  em  geral,  promover  a  comunicação  entre  os  associados,  a  parceria  e  facilitar  o  acesso  a  formulários  de  candidatura,  normas,  regras  e  procedimentos  de  aplicação  dos  fundos nacionais e comunitários.   Sem  esquecer  que  se  trata  de  um  produto  de  uma  instituição  e  não  um  site  para  fins  comerciais,  queremos  que  tenha  um  estilo  contemporâneo,  seja  esteticamente  agradável  e  actual,  e  use  cores  vivas e apelativa. Quanto ao design deverá ser funcional, organizado  e ergonómico, respeitando as regras de usabilidade e acessibilidade.  Relativamente  à  apresentação  usará  o  método  expositivo  e  de  interacção,  esquemático  ou  com  apresentação  de  imagens,  que  usa  frases simples e curtas, sendo o mais adequado para os utilizadores e  objectivos propostos. Será disponibilizado on‐line no domínio que já  pertence  à  associação  www.desteque.pt,  com  possibilidade  de  o  localizar através dos seus associados e parceiros que já tenham sítio  na  internet  (Federação  Minha  Terra,  Rede  Portuguesa  LEADER+,  PRODER, autarquias e associações comerciais associadas). 

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Este  produto  dirige‐se  um  público  adulto,  prefigurando  além  do  cidadão  em  geral,  o  potencial  beneficiário,  e  o  público  interessado  pela  vertente  turística  da  sub‐região  transmontana.  A  faixa  etária  deste  público  situa‐se  entre  os  18  e  cinquenta  anos  de  idade,  de  ambos  os  sexos  e  dos  diversos  sectores  de  actividade  (indivíduos,  organizações,  industriais,  comerciantes,  …).  O  nível  académico  e  o  estrato social e cultural é, no nosso ponto de vista, o nível médio‐alto,  dado que o utilizador com este nível de formação terá mais afinidade  e  acesso  aos  sistemas informáticos, e percepção  da informação  a ser  transmitida.  Este  projecto  foi  desenhado  para  ser  usado  por  todos,  mas não prevê o acesso a pessoas com deficiência.  As  animações  foram  feitas  em  Flash  CS3,  o  design  através  da  utilização das ferramentas Coreldraw x4 e Photoshop CS3, e o script  em  Joomla.  A  programação  em  Joomla  permite  trabalhar  em  Open  source  e  comporta  bases  de  dados  Access  e  MySQL.  Pode  ser  utilizado  em  sistemas  Windows  98  ou  superior  e  não  necessita  de  grande  espaço  de  memória.  Precisa  de  uma  placa  gráfica  que  exiba  pelo  menos  256  cores.  O  website  adapta‐se  a  qualquer  tamanho  de  écran de computador.  Uma  aplicação  multimédia  depende  da  qualidade  da  concepção  da  interface  com  o  utilizador  e  da  forma  como  é  concebido  e  implementado.  O  output  é  o  que  o  utilizador  vê  no  monitor,  que  avalia um produto pelas possibilidades de interacção com o sistema.  O  utilizador  não  aprecia  o  trabalho  desenvolvido,  nem  tem  que  o  fazer,  valoriza  apenas  a  forma  de  aceder  à  informação.  O  trabalho  passou  por  várias  fases  de  desenvolvimento,  entre  a  concepção  e  a  publicação. Foi elaborado um relatório no final da fase de concepção  e  discutido  na  aula  de  projecto  com  os  orientadores.  Neste  constavam  tarefas  de  pesquisa,  o  questionário  a  que  a  Desteque  respondeu,  os  objectivos  a  atingir  e  o  mapa  de  navegação.  Foram  também  disponibilizadas  pela  associação  um  conjunto  de  imagens,  esquemas e ilustrações.         

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Figura 3.1: Esquematização do desenvolvimento do website

Fases de

Tarefas desenvolvidas

Recursos

Desenvolvimento  

Pesquisa 

 

Planeamento 

 

Definição objectivos 

Recursos humanos: 2 elementos do grupo  Recursos gráficos: textos, imagens, grafismos 

Definição públicos alvo 

Software: Word, Excel, Photoshop, Corel Draw x4 

Mapa de navegação 

Recursos materiais: 2 computadores, máquina fotográfica digital,  máquina filmar digital, ligação internet – Internet Explorer e Mozila  Firefox 

 

Acessibilidade e Desenho inclusivo

Recursos humanos: 3 elementos do grupo 

 

Legibilidade (fundo, letra, tamanhos,  espacejamento e cores) 

Recursos gráficos: textos, imagens, grafismos  

Concepção

   

Desenho 

Storyboard, composição e Layout (disposição e  quantidade elementos por página, harmonia e  contraste entre os elementos) 

Software: Word, Excel, Photoshop, Corel Draw x4, Dreamweaver,  Flash CS3  Recursos materiais: 3 computadores com ligação internet – Internet  Explorer e Mozila Firefox 

Interactividade e Navegabilidade (hiperligações  entre menus, e entre elementos, estrutura e acesso  aos conteúdos) 

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Fases de

Tarefas

Desenvolvimento

  Programação  Implementação 

Desenvolvimento e adaptação do script  Gestão em ambiente Windows,   Base de dados SQL,  Publicação do site ‐ servidores Telepac e  Portugalmail 

Recursos

Recursos humanos: 3 elementos do grupo, apoio técnico do servidor de  alojamento web    Software: Dreamweaver, Flash CS3, Joomla    Recursos materiais: 3 computadores com ligação internet – Internet Explorer e  Mozila Firefox   

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O primeiro critério definido no desenho do site foi a acessibilidade e  a  usabilidade.  É  a  facilidade  na  utilização  de  um  produto  que  aumenta o  seu  impacto ou  a produtividade.  Se  um website  for  fácil  de usar, o utilizador aprende mais depressa a conhecê‐lo, memoriza  as  operações  e  comete  menos  erros.  As  funcionalidades  que  estão  acessíveis  no  website  relativamente  a  esta  tarefa  são  por  exemplo  a  alteração do tamanho de letra, ou as mensagens de agradecimento ao  utilizador pela sua participação em acções de interactividade.  Nesta  fase  foram  seleccionadas  as  fontes,  tamanhos,  espacejamento,  cores  e  fundo.  O  fundo  é  de  cor  branco  porque  é  a  cor  que  melhor  resulta na  leitura de  textos. Ora  se  este é um sítio institucional e  de  carácter  informativo  deve  ter  boa  legibilidade.  A  cor  verde  é  a  que  resultou melhor no conjunto de animação do website, dentre as cores  presentes  na  assinatura  Desteque.  O  mapa  de  navegação  sofreu  várias alterações, que implicou várias alterações no layout dos ecrãs.  As  funcionalidades  que  o  grupo  queria  incluir  no  produto  implicaram alterações na disposição de menus.   O  website  tem  duas  zonas  que  se  mantêm  disponíveis  a  partir  de  qualquer local onde o utilizador se encontre. É o topo da página até à  zona  de  menus  e  a  zona  inferior  da  página.  No  topo  da  página  de  abertura  estão  disponíveis  a  função  pesquisa,  o  login  para  acesso  a  pessoas  registadas  e  a  função  de  aumento  ou  diminuição  da  letra.  Esta última função melhora a usabilidade do produto e destina‐se a  públicos  com  maiores  dificuldades  visuais.  A  personalização  e  o  registo de  utilizador  é  uma  das vantagens  das novas  tecnologias  de  comunicação.  É  também  uma  táctica  na  estratégia  de  fidelização  e  diferenciação de marketing.   Tem  uma  animação  com  fotografias  do  território,  sob  um  elemento  gráfico que não é mais do que um esboço de um dos cinco elementos  que compõem a marca Desteque. Na zona inferior estão quatro áreas  de informações gerais – os artigos publicados recentemente e os mais  visitados,  ambos  com  informações  das  respectivas  datas  de  criação.  O  utilizador  pode  através  desta  área  aceder  a  alguns  websites  externos  e  subscrever  a  newsletter.  Só  a  Desteque  pode  enviar  a  newsletter após a recepção do pedido na administração do site.  Mais  abaixo,  em  rodapé,  estão  hiperligações  de  acesso  a  artigos  de  avisos  legais,  acessibilidade  à  web,  às  publicações  da  associação, 

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mapa de navegação do site e ficha técnica. Todos visíveis e acessíveis  a partir de qualquer écran ou artigo.  A  página  inicial  tem  um  bloco  de  notícias  ao  centro,  com  hiperligação  para  o  artigo  onde  é  desenvolvida  a  notícia.  Do  lado  esquerdo  é  apresentada  informação  do  número  de  utilizadores  on  line,  seguido  de  informações  sobre  algumas  publicações  da  associação.  Também  este  menu  de  publicações  tem  hiperligação  ao  artigo  onde  estão  informações  sobre  as  publicações  em  destaque  na  página  inicial,  acrescidas  de  mais  publicações  promovidas  pela  associação.  Do  lado  direito  está  um  extracto  do  famoso  texto  de  Miguel Torga sobre o reino maravilhoso de Trás‐os‐Montes, seguido  na  vertical  de  um  questionário  sobre  o  website  e  um  calendário  mensal.  No  questionário  é  possível  votar  em  cinco  níveis  de  qualidade  que  variam  entre  o  Muito  Bom  e  o  Péssimo,  sendo  possível ver resultados acumulados.  Relativamente  aos  menus,  o  Início  além  de  poder  voltar  sempre  à  página  inicial,  tem  um  pequeno  texto  sobre  a  Desteque  e  as  suas  linhas de actuação. O menu Desteque, contém cinco sub‐menus onde  é  possível  conhecer  melhor  a  associação:  a  sua  identidade  corporativa,  os  associados,  a  organização  hierárquica,  localização  geográfica territorial e o curriculum da entidade. O menu Programas e  projectos  disponibiliza  de  momento  apenas  informação  sobre  o  programa que está em execução actualmente – o Subprograma 3 do  PRODER.  O  menu  Território  é  aquele  que  se  destina  a  informar  o  potencial visitante, turista ou apreciador dos recursos da região. Está  muito  pobre  porque  a  Desteque  só  disponibilizou  o  texto  sobre  o  território  e  ainda  não  terminou  a  informação  sobre  os  quatro  sub‐ menus  que  contém:  Produtos  e  gastronomia,  Actividades,  Paisagem  e  recursos  naturais  e  Património.  Contactos  é  o  quinto  e  último  menu  onde  estão  os  endereços  da  associação:  endereço  postal,  endereço  electrónico, URL. Neste menu é possível pedir esclarecimentos por e‐ mail à associação, enviando uma cópia do e‐mail para o próprio.       

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4 Reportagens, fotografias e outros produtos       Durante o semestre o grupo de professores orientadores propôs aos  alunos  da  unidade  curricular  de  Projecto  que  fizessem  alguns  trabalhos  práticos.  Estes  trabalhos  poderiam  ou  não  ter  alguma  ligação com o tema do trabalho de projecto. Este grupo composto por  quatro  elementos fez  todos os trabalhos propostos  em  aula.  Sempre  que  possível  orientamos  esses  trabalhos  para  serem  utilizados  nos  produtos propostos para a associação de desenvolvimento.  PRESS RELEASE

Foi  proposta  a  elaboração  de  notícias  individuais  para  captar  o  interesse  da  imprensa.  Foram  apresentadas  e  discutidas  em  aula  algumas  ideias.  A  ideia  do  balcão  virtual  PRODER  foi  incluída  no  boletim informativo da Desteque, mas é uma notícia fictícia. A ideia  do  mupi  cheio  de  dinheiro  vivo  em  notas  que  foi  lançada  por  uma  empresa  que  comercializa  vidros,  também  foi  incluída  no  boletim  informativo  electrónico.  Pretende  chamar  a  atenção  da  imprensa  para  se  auto‐promover.  Os  comunicados  à  imprensa  estão  no  Apêndice 4.      REPORTAGEM TIM

As  jornadas  TIM  ‐  de  Tecnologias,  Informática  e  Multimédia  foram  uma  organização  conjunta  dos  cursos  de  Tecnologias  da  Comunicação,  Informática  e  Comunicações  e  Multimédia.  Foram  realizadas  durante  os  dias  24  e  25  de  Março  de  2009,  no  Auditório  Municipal de Mirandela. Este grupo fez a cobertura do evento com o  objectivo  de  realizar  reportagens  vídeo,  de  rádio  e  fotográfica.  Para  tal gravou a realização do evento e entrevistas a oradores. 

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Foi  redigida  uma  notícia  para  a  web  que  está  no  Apêndice  5.  Relativamente  à  reportagem  foi  construído  o  guião,  planeadas  as  entrevistas,  feitas  as  gravações,  redigidos  os  textos,  gravações  de  voz‐off  e  pós‐produção  em  Adobe  Premiere  PRO  CS3.  Está  disponível  para  visualização  do  júri  em  ficheiro  AVI  no  DVD  na  pasta respectiva com o nome Reportagem TIM.      VIDEO PROMOCIONAL

Mirandela  é  uma  cidade  que  anualmente  recebe  campeonatos  da  modalidade desportiva de JET SKI. O grupo de projecto considerou  adequado  gravar  um  vídeo  promocional  sobre  este  evento  que  decorreu  na  última  quinzena  de  Julho  de  2009,  no  espelho  de  água  do  rio  Tua,  em  Mirandela.  O  vídeo  promocional  destina‐se  a  promover a modalidade e a cidade, será disponibilizado no YouTube  e  será  oferecido  à  Câmara  Municipal  de  Mirandela.  Está  disponível  para visualização do júri em ficheiro AVI no DVD na pasta respectiva  com o nome Vídeo promocional.      REPORTAGEM DO WORKSHOP DE CANOAGEM E ESQUIMOTAGEM

O  Turismo  activo  é  um  projecto  no  qual  a  Desteque  é  parceira  com  outras  ADL  nacionais,  e  que  se  destina  dinamizar  a  actividade  turística  e  promover  acções  de  animação  e  formação.  Qualquer  território  enquanto  destino  turístico  deve  oferecer  actividades  complementares ao alojamento, à restauração ou à paisagem.   No  passado  mês  de  Junho  a  associação  organizou  uma  acção  formação  em  canoagem  e  esquimotagem,  e  o  grupo  de  projecto  considerou  interessante  gravar  um  vídeo  que  pode  ser  disponibilizado  no  website  da  Desteque.  Está  disponível  para  visualização do júri em ficheiro AVI no DVD na pasta respectiva com  o nome Workshop.   

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GALERIAS DE FOTOGRAFIAS

As  fotografias  individuais  dos  elementos  do  grupo  incidiram  sobre  temas  diversos  –  água,  terra,  natureza,  lazer,  pessoas  e  património.  Foram seleccionadas as melhores e compiladas numa animação a que  se designou galeria de fotografias. Comporta as imagens de cada um  dos  elementos  do  grupo,  a  partir  de  um  écran  interactivo  com  uma  base  de  quadro  de  parede  em  cortiça,  com  alguns  bilhetes  de  mensagens  presos  com  alfinetes  de  metal  e  plástico.  A  cada  bilhete  corresponde  um  nome  de  um  aluno,  além  de  um  bilhete  com  a  designação  Recriz  de  São  João.  Neste  estão  imagens  de  uma  festividade  de  São  João,  por  altura  de  finais  de  Junho  na  aldeia  de  Relva, freguesia de Monteiras, concelho de Castro Daire, de onde um  dos alunos é natural.  Está  disponível  para  visualização  do  júri  em  ficheiro  executável  no  DVD na pasta respectiva com o nome Workshop. 

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Considerações finais       O  plano  de  comunicação  proposto  neste  trabalho  envolve  uma  mensagem  de  reconhecimento  dos  elementos  do  grupo  de  trabalho  para com a associação. Essa intenção resultou num fracasso, uma vez  que  a  entidade  não  lhe  atribuiu  valor,  ou  porque  não  estava  preparada  para  mudar,  ou  porque  não  reconheceu  valor  aos  elementos do grupo de projecto. Qualquer profissional de marketing  sabe  que  um  plano  de  marketing  só  alcança  os  seus  objectivos  se  o  consumidor desejar o produto que lhe é  oferecido,  no  momento  em  que o quer, no local pretendido e a preços que está disposto a pagar.  Neste caso o custo para a organização foi zero euros e para o grupo  de  projecto  foi  muito  elevado,  em  recursos  e  em  tempo.  Foi  mesmo  assim  uma  experiência  muito  enriquecedora  porque  o  grupo  teve  a  oportunidade  de  trabalhar  com  uma  organização  que  já  estava  implantada no mercado e que tem um âmbito de actuação de grande  qualidade interventiva na região.  O  grupo  é  unânime  em  reconhecer  que  conseguiu  atingir  os  seus  próprios  objectivos,  plenamente  conseguidos  na  aquisição  de  competências  ao  nível  do  planeamento,  gestão  dos  recursos  e  dos  conhecimentos,  e  de  adaptação  ao  ambiente  de  trabalho.  Falhou  quando  fez  uma  apresentação  intermédia  de  várias  propostas  de  marca,  mas  as  falhas  também  são  ensinamentos.  Aprendeu  sobretudo  a  lidar  com  organizações  colectivas,  que  é  um  segmento  de mercado muito difícil, porque tem especificidades próprias.  Qualquer  organização  aspira  pela  qualificação  dos  serviços  que  presta. A Desteque não é excepção. O grupo de projecto estima que  através  dos  produtos  e  das  ferramentas  ora  propostas,  e  de  outras  que  existam  ou  venham  produzidas,  a  associação  consiga  obter  a  Norma  NP  EN  ISO  9001:2000,  norma  da  qualidade  do  Sistema  de  Gestão da Qualidade. 

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Glossário       Neste  glossário  é  explicado  o  sentido  de  certos  termos  técnicos  utilizados ao longo do relatório.    Nome técnico  Explicação  Brand  Marca  Logomarca  Assinatura  da  organização,  composta  por  símbolo e texto  Lettering  Texto associado ao símbolo  Fonte  Tipo de letra  Estacionário  Imagem corporativa  Merchandising  Materiais promocionais  Templates  Ficheiro padrão que pode ter várias aplicações  Wallpaper  Papel  de  parede  ou  base  para  o  écran  do  computador  Newsletter  Boletim informativo     

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Bibliografia   Frutiger, A. (2001). Sinais e símbolos. Martins Fontes, 1ª Edição, 2ª  tiragem. São Paulo.  Klanten, R., Mischler, M. e Bourquin, N. (2002). Los Loggos – a selected  logo collection. Die Gestalten Verlag. 1.ª edição. Berlin.  Lambin J.J. (2000). Marketing Estratégico. McGraw‐Hill, 4.ª edição.  Lisboa.  Lindon D. (2004). Mercator XXI – Teoria e Prática do Marketing. Dom  Quixote. 10.ª edição. Lisboa.               

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Filmografia   As três reportagens vídeo estão arquivadas no DVD, em pastas com  a identificação indicada no relatório.       

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Webgrafia   O  website  da  Desteque  está  publicado  on‐line  desde  o  dia  1  de  Setembro  de  2009,  pelas  16.30h.  Pode  ser  consultado  na  internet  no  browser www.desteque.pt.                     

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Apêndice 1 Protocolo institucional   Este  documento  está  impresso  em  anexo  e  arquivado  no  DVD  em  formato pdf, em pasta com a identificação indicada no relatório.   

   


Apêndice 2 Plano de crise   Este  documento  está  impresso  em  anexo  e  arquivado  no  DVD  em  formato pdf, em pasta com a identificação indicada no relatório. 


Apêndice 3 Boletim informativo Este  documento  está  impresso  em  anexo  e  arquivado  no  DVD  em  formato pdf, em pasta com a identificação indicada no relatório. 


ApĂŞndice 4 Comunicados de imprensa


Publicidade criativa

A empresa Vidros e vidros Lda, vai lançar a partir de Setembro uma campanha de publicidade tendo em vista reforçar a sua posição no mercado dos vidros resistentes para montras comerciais. A campanha tem o nome de “tudo pelo seu negócio”. Consta de colocação de dinheiro verdadeiro no interior de um MUPI, que foi reforçado com vidros do nosso novo produto. Este vidro é produzido através de uma nova técnica criada em laboratório no Instituto Politécnico de Bragança. Para mais informações contacte-nos Departamento de imagem e comunicação Parque industrial de Mirandela 5370 – 430 Mirandela Email: geral@vidrosevidros.pt Telefone351.278. 000 000 Fax 351.278. 000 001

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ApĂŞndice 5 Noticia TIM para a web


Relatorio