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[relat贸rio trecho - portugu锚s]

Social innovation Mapping Entrepreneurial Patterns for the Future of Learning working paper - may 2014

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PADRÕES EM INOVAÇÃO SOCIAL

A seguir, alguns padrões comuns que foram identificados no trabalho de 23 empreendedores sociais, dêem um total de 17 países (veja o Apêndice A para a lista completa de empreendedores sociais). Os dois tipos de padrões de destaque incluem as barreiras na quais os empreendedores sociais optam por focar e os princípios de design que eles usam para superá-las. Apesar dos padrões identificados não serem inteiramente novos, as formas criativas que personalizaram suas soluções para criar impacto em seu contexto local são inovadores e, aqui, apresentados sob forma de curtos estudos de caso para ilustrar cada padrão. BARREIRAS Barreiras são componentes fundamentais de um problema que, se alterados, podem permitir mudanças reais de sistemas. Barreiras não são causas subjacentes que simplesmente descrevem uma situação - ou algo tão amplo como “atitudes culturais.” Em vez disso, eles são móveis, acionáveis e específicos para o problema. Isso ocorre porque o padrão de mapeamento é projetado para destacar os principais problemas que os empreendedores sociais optaram por enfrentar com soluções pragmáticas. Segue-se uma síntese das principais barreiras que surgiram a partir de nossa análise das abordagens principais dos empreendedores sociais.

Barreira A.

Barreira B.

O desenvolvimento Infantil como um todo esta subvalorizado

“’Tamanho único’ não serve para ninguém”: Os alunos estão desconectados e não são preparados para Vida Real

Embora a importância da aprendizagem social e emocional (SEL, na sigla em inglês) e dos hábitos saudáveis sejam amplamente reconhecidos, o foco no todo da criança é deixado para trás devido ao aumento da carga de trabalho ou da falta de compreensão sobre como incorporá-lo ao currículo existente, se consideradas as demais prioridades. Foco deliberado em temas como alfabetização emocional, saúde, confiança e trabalho em equipe é visto como um “bom de se ter”, em vez de reconhecido como essencial para garantir maior sucesso na sala de aula e fora dela, e uma parede artificial é colocada entre o aprendizado acadêmico e educação cidadã. Exemplos de empreendedores sociais que abordam essa barreira incluem:

Os alunos são apáticos, pois o conteúdo surge como irrelevante ou chato. O aumento de testes faz com que as habilidades essenciais para a vida sejam não sejam prioridades, além de aumentar a pressão, o que é contraproducente para a aprendizagem - especialmente quando o teste se espalha para os grupos etários mais jovens, como os alunos do jardim de infância. Exemplos de empreendedores sociais que abordam essa barreira incluem: * Larry Rosenstock, High Tech High * Eric Dawson, Peace First

* Yuhyun Park, Infollution Zero * Jill Vialet, Playworks

Center for Inspired Teaching, Aleta Margolis, U.S. 2

Playworks, Jill Vialet, U.S.


Barreira C.

Barreira D.

limitações devido a pressões competitivas: Capacidade insuficiente de reimaginar e reestruturar ambientes educacionais

falta de estruturas para proporcionar autonomia comunitária significativa no processo de aprendizagem

Os professores estão sob pressão para entregar melhores resultados de testes, com menos recursos, diferentesvozes opinando sobre o que deve ser testado, e aumento nas demandas. É difícil ajustar as expectativas, considerandos as mudanças constantes em âmbitos local, estadual e nacional. Mesmo com o acesso a currículos alternativos, professores não têm os recursos de que precisam para inovar, experimentar e ensinar fora do currículo existente. Exemplos de empreendedores sociais que abordam essa barreira incluem: * Aleta Margolis, Center for Inspired Teaching * Scott Hartl, Expeditionary Learning * Marian Chwastniewski, Creative and Educational Association ISLAND

Mesmo que as salas de aula sejam capazes de ensinar todas as coisas certas, os desafios fora do horário escolar podem inviabilizar sucessos dentro da sala de aula. A participação da comunidade é uma parte essencial do processo de aprendizagem para garantir que não haja uma desconexão prejudicial entre o que está acontecendo dentro da sala de aula e o que está acontecendo do lado de fora. No entanto, os mecanismos existentes não são flexíveis o suficiente para garantir que os pais e outros adultos não estejam apenas conectados, mas tornem-se completos co-proprietários do processo de aprendizagem. Exemplos de empreendedores sociais que abordam essa barreira incluem: * Heidrun Mayer, PAPAILIO * Maria Diarra Keita, Institute for Popular Education

“Nos concentramos em mudar a mentalidade dos adultos em torno das crianças... Adultos foram ensinados de uma forma que era tão irreal, e dura, e não é fácil. Agora eles estão tentando fazer isso com as crianças, e a aprendizagem não é divertida.” -Maria Keita, l’Institut pour l’éducation populaire Infollution Zero, Yuhyun Park, South Korea

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Princípios de design Os princípios do design são insights e estratégias que identificadas a partir do trabalho de empreendedores sociais líderes. Eles não englobam ferramentas (como a tecnologia ou a educação), nem caracterizam as abordagens específicas de cada organização. São insights e ideias esclarecedoras que geram verdadeiros motores para a mudança.

Princípio de Design 1. Todos somos agentes de transformação!: Equipar adultos para que impulsionem mudanças na aprendizagem La transformation de l’apprentissage exige aux enseignants et aux autres adultes de ne pas seulement mettre en œuvre les dernières politiques et programmes, mais d’être habilités à créer du changement: formuler leurs propres solutions, prendre des mesures pour en faire une réalité, ajuster et itérer rapidement pendant le processus. Les entrepreneurs sociaux confectionnent de nouveaux types d’expériences et de programmes qui aident les adultes à conduire le changement, malgré les pressions multiples qui ont déjà été mises sur leur temps et leurs ressources. Ils aident les adultes à repenser leur environnement et voir de nouvelles opportunités et ressources en son sein. Des exemples d’entrepreneurs sociaux modélisant cette approche: * Vishal Talreja, Dream A Dream * Terrie Rose, Baby’s Space

Princípio de Design 2. Um Mundo de Possibilidades: Espaço de Design Ativo e Cultura como elementos essenciais para a Aprendizagem Les entrepreneurs sociaux créent des moyens rentables pour imprégner les écoles d’un type de culture et de design qui est nécessaire pour aider la curiosité , la créativité , l’imagination à véritablement se développer. Dans le processus de création de nouvelles normes à l’échelle de l’école pour la langue, les habitudes et la modélisation du comportement des adultes, ils montrent également comment la culture et le design ne sont pas seulement des atouts, mais qu’ils sont aussi incontournables pour atteindre les résultats.

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Des exemples d’entrepreneurs sociaux modélisant cette approche: * Mary Gordon , Roots of Empathy * Kabir Vajpeyi, Vinyas Centre for Architectural Research and Design * Victoria (Vicky) Colbert , Fundacion Escuela Nueva * Kiran Bir Sethi , Riverside School

“As escolas têm um currículo

invisível, as escolas têm culturas, Clubes de meninos e meninas têm culturas, programas depois das aulas têm culturas e princípios de organização. E nós temos que ter consciência desses ambientes e esses valores se vamos gerar mudanças.” - Eric Dawson, PeaceFirst


Princípio de Design 3. Unidos somos Melhores: Criar redes de apoio de semelhantes para todos os stakeholders da Educação Les entrepreneurs sociaux créent des réseaux d’entités homologues qui permettent à toutes les parties prenantes dans l’éducation d’avoir un rôle actif dans l’élaboration du système d’éducation, y compris les enseignants, les parents, les femmes enceintes, et d’autres, leur permettant ainsi de transformer l’apprentissage. L’aspect pair à pair construit la confiance nécessaire pour partager les leçons apprises, et il crée une structure de soutien social pour surmonter les défis complexes qui ne pourraient pas s’adapter à une dimension particulière d’un programme de développement ou de sensibilisation professionnelle. Des exemples d’entrepreneurs sociaux modélisant cette approche: * Ellen Moir, New Teacher Center * Meinrad Armbruster, Eltern AG (Parenting Community) * Kathryn Hall-Trujillo, The Birthing Project

Princípio de Design 4. Prontos para Aprender: dar a responsabilidade às crianças Les enfants naissent avec des habitudes naturelles de curiosité, de prise de risque et d’expérimentation. Bien que les enfants soient expressifs, impliqués, et continuellement entrain de synthétiser de nouvelles idées et compétences avec passion, l’éducation traditionnelle peut souvent étouffer ces qualités lorsqu’ils grandissent. Reconnaissant ce fait, les entrepreneurs sociaux fournissent aux adultes les outils nécessaires pour savoir quand il convient de ne pas leur mettre des bâtons dans les roues. Ils confectionnent des programmes et créent une culture qui fait qu’il est facile pour les adultes de permettre à l’enfant de s’exprimer et d’agir, d’obtenir d’excellents résultats d’apprentissage par conséquent. Ainsi, les adultes ont un rôle essentiel dans le développement de bons types d’expériences et de défis tandis que les enfants se développent comme les conducteurs de leur propre apprentissage.​ Des exemples d’entrepreneurs sociaux modélisant cette approche: *Kjartan Eide, Trivelsprogram (Wellbeing Program) * Irene Mutumba, Young Entrepreneurs Clubs Community) * Kiran Bir Sethi, Riverside School

Eltern AG (Parenting Community), Meinrad Armbruster, Germany

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appendice D: Agradecimentos Authored by reem rahman with thanks to ashoka colleagues jocelyn fong, laura white, danielle goldstone, sally stephenson, sandra hinderliter, and the ashoka venture team; and the generosity of the interviewees for their contributions to the thinking that produced this report. Ashoka is grateful to the LEGO Foundation for its support on the 2014 Reimagining Learning global challenge that made this report possible.

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Portuguese Excerpt - Social Innovation Mapping: Entrepreneurial Patterns for the Future of Learning