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PARIS

.......................... – Ele defende a colocação em órbita dos relógios mundiais de referência, que ficam assim sujeitos a menor influência dos campos gravitacionais. A precisão da medição do tempo tem aumentado com um factor 10 todos os 10 anos. Em 1600, os relógios mais precisos tinham um desvio de um segundo ao fim de uma hora; nos anos 1700, depois da aplicação das leis do pêndulo de Galileu pelo relojoeiro Huygens, o desvio de um segundo já se dava só ao fim de um dia; no início dos anos 1900, os mais precisos relógios desse tempo, eléctricos, tinham o desvio de um segundo ao fim de um ano; com o aparecimento do oscilador de quartzo, há um salto no isocronismo semelhante ao da introdução das leis do pêndulo. E, com a introdução dos relógios atómicos, nos anos 1920, o desvio de um segundo aparece apenas ao fim de mil anos. Os relógios de césio, aparecidos nos anos 1950, conseguem que esse desvio ocorra apenas em um milhão de anos. Os relógios que usam a tecnologia de césio arrefecido por laser aumentam o período para mil milhões de anos. Actualmente, e usando um único ião de alumínio, com essa tecnologia de rede óptica a França construiu dois relógios com o desvio de um segundo em 3,7 mil milhões de anos. O relógio óptico, cuja tecnologia continua a ser desenvolvida, chegará segundo os cientistas, a um desvio de um segundo… no período da idade do Universo!

– A unidade base de Tempo, o Segundo, que até 1967 se baseava no período de rotação da Terra, passou nessa altura a ser definido no período de oscilação do átomo de césio. Os especialistas falam agora na necessidade de uma nova definição, baseada em relógios ópticos de átomos neutros.

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Anuário Relógios & Canetas – Fevereiro 2020  

Edição mensal digital (Fevereiro de 2020) do Anuário Relógios & Canetas

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