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COLETÂNEA POEMAS MELODIAS E IMAGENS

Gestosa Dornelas Boticas (Portugal) HINO AO LUGAR DE Gestosa Poema “a MINHA ALDEIA” De José Barreto Pires & Clara Pires Vídeo 326

Livro - 35 Autor, músico e compositor - António Teixeira Realizadora – Maria Rosário Bastos Teixeira (Naturais de Cabeceiras de Basto, residentes na Póvoa de Varzim)


DEDICATÓRIA DO AUTOR

António de Sousa Teixeira (Ex-músico da Banda Filarmónica Cabeceirense) Esta coletânea é dedicada, em especial, ao saudoso e Distintíssimo Cabeceirense, Maestro, Compositor e Professor,

António José Mendes.

Ainda a todos os que, têm contribuído para a cultura musical, bem como para a cultura em geral, dos jovens, menos jovens ou adultos, de qualquer região ou país, bem como a todos os que colaboraram ou venham a colaborar neste trabalho. (Janeiro de 2014)

Autor

Realizadora

António José Mendes Distintíssimo Maestro, Compositor e Professor, Cabeceirense

PARTITURAS DA MELODIA: Voz, = + Acordeão (solo) + Bandolina + Banjo + Cavaquinho (solo) + Flauta + Gaita + Guitarras portuguesa e acústica (solo e acordes) + Harmónica Piano/teclado/melodia (e acordes) + Violino + (outros compatíveis)

+

Oboé

+

Sax Soprano + Clarinete + Sax Tenor + Trompete + (outros compatíveis) Sax Alto + (outros compatíveis) Guitarra – notação + (outros compatíveis) As demais podem ser extraídas do Midi Original e do Sibélios convertido

em

Midi/Geral.

Os ficheiros da composição e realização, tais como partituras da melodia em PDF, Mp3, Midi/original; Stylo/utilizado; Sibelius; Sibelius convertido em Midi/Geral; imagens; comentários e outros, vão no CD de dados ou cartão SD, em anexo neste livro.


António Teixeira - Coletânea de Poemas, Melodias e Imagens

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Boticas

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DEDICATÓRIA Esta coletânea é dedicada, em especial, ao saudoso e Distintíssimo Cabeceirense, Maestro, Compositor e Professor, António José Mendes. Ainda a todos, de qualquer região ou país que, têm contribuído para a cultura musical e cultura em geral e ainda aos que colaboraram ou venham a colaborar neste trabalho. === This collection is dedicated, in particular, to the late Distinguished Cabeceirense, Maestro, Composer and Professor, ANTÓNIO JOSÉ MENDES. Still to everyone, from any region or country that has contributed to the musical culture and culture in general, and to those who have collaborated or will collaborate in this work.

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JOSÉ BARRETO PIRES Autor do poema “A Minha Aldeia”, conjuntamente com Clara Pires (Sua sobrinha) BIOGRAFIA A minha Biografia, função de variadas circunstâncias, não deixa de evidenciar certas perplexidades, não obstante, conta-se facilmente!... Nasci, praticamente, há setenta e três anos e vivi a minha infância numa bela e pequenina aldeia, algures, pelas bandas do Barroso, sem água, luz e meios de transporte. Presentemente, como tantas outras, corre o sério risco de desaparecer!... Por grande influência de um Arcipreste que dominou, eclesiasticamente, Cabeceiras de Basto, aqui vivi a minha juventude, que, dada a infância, me marcou profundamente!... De seguida, passei por Braga, Colégio D. Diogo de Sousa e, pelo Porto, onde nas águas furtadas da Faculdade de Ciências, no largo dos leões, iniciei a minha formação económica!... Por razões óbvias, mas interessantes, decidi ingressar na vida militar, onde, com apenas vinte e dois anos de idade, me encontrei em teatro de guerra, pelas bandas da Guiné, comandando cento e cinquenta homens, alguns dos quais, por razões de conduta, penalizei com penas de prisão até dez dias, que integravam a minha competência!... Uma vez finalizadas as fases descritas, eis-me, novamente, no Porto, para ultimar os meus conhecimentos económicos, que, jamais terminando, revelaram-se, como suficientes, em Lisboa, quando me encontrava, como Técnico Superior de Supervisão Bancária, no Banco de Portugal!... Por imenso que admirasse a minha função, aos quarenta e sete anos de idade, quando atingi o topo da mesma, surgiu a oportunidade dela me desligar e, então, encontrei-me uma pessoa livre para, como Consultor do Banco Mundial, continuar a dispensar os meus préstimos em Angola, Moçambique e Cabo verde, nos respetivos Bancos Centrais, em tudo quanto avaliassem ser útil!... Findas as fases descritas, por imponderáveis de natureza cardíaca, houve um especialista, na área, que me questionou: “Barreto Pires!...Para continuar a viver, com qualidade, deve e/ou tem que se manter ativo. Antes que me indicasse o ginásio, antecipei-me, sugerindo: E…Se me dedicar à reforma agrária?... Sorrindo, como esperava, exclamou: Ei…Muito melhor!...

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Assim, não deixando de emprestar e actualizar, quanto possível, o quão me inebria a minha formação de base, procuro ser útil a mim próprio e à sociedade em que me integro!... Atualmente, tudo se desenvolve em Torres Vedras/Lisboa, que frequento e, onde resido, utilizando, para além de outros meios que se apresentam úteis e indispensáveis, o e-mail barretopires@sapo.pt ou os telefones 261 326 008 ou 96 315 47 82!... =============================================== CLARA PIRES Autora do poema “A Minha Aldeia”, conjuntamente com José Barreto Pires (seu tio) BIOGRAFIA Clara Pires, nasceu em Couto Dornelas, na linda aldeia de Gestosa. Foi em couto Dornelas que estudou até ao 5º ano. Aos 10 anos de idade deslocou-se para Lisboa, onde viveu largos anos com os seus tios José Barreto Pires e Maria Da Luz Pires e, desta forma, conseguiu prosseguir os seus estudos. Em 1997 terminou a Licenciatura em Gestão de Empresas. Em 2002 obteve o grau de Mestre em economia e finanças no ISEG – Instituto Superior de Tecnologia e Gestão. Finalmente, em 2010 Doutorou-se em Gestão com especialização em Finanças na Universidade de Évora. Profissionalmente, desde 1998, que é docente no Instituto Politécnico de Beja onde lecciona Unidades Curriculares de contabilidade e finanças ao curso de licenciatura de gestão de empresas e ao curso de mestrado em contabilidade e finanças. As suas áreas de interessa, no que diz respeito à investigação, são as finanças empresariais e o mercado de capitais. O seu contacto de e-mail é clara.pires@ipbeja.pt.

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TEXTO DE JOSÉ BARRETO PIRES Esta experiência fantástica de desfrutar de um poema musicado sobre a minha Aldeia…”Gestosa”! Algures na Serra do Barroso, deve-se, sobremaneira ``a disponibilidade do Bom Amigo António Teixeira, cujos dotes e competência musicais permitiram abordar-me sobre a possibilidade de reunir fotos apropriadas e a elaboração de um poema, para o efeito pretendido e conseguido. Em colaboração com Clara Pires (minha sobrinha), ambos nascidos na dita Aldeia, onde, cada um na sua altura, vivemos a infância das nossas vidas, que muito nos marcou, consequentemente, nas etapas seguintes, metemos mãos à obra e o resultado está à vista de todos Vós Meus Bons Amigos! Antes de mais, gostaria de, modestamente, de relevar e evidenciar, em termos musicais, o empenho e a competência de António Teixeira, bem como a disponibilidade total, para o efeito. Seguidamente, partilhar com todos Vós o que está a suceder com a Aldeia da Gestosa, que bem merece este gesto. Finalmente, realçar a minha satisfação por sentir que com esta gesto contribui para algo que perdurará no tempo, bem como para a divulgação da Aldeia onde nasci e oferecê-lo às pessoas que à minha semelhança, aqui nasceram, vivem e/ou viveram 1. Gestosa é uma aldeia (Lugar) da freguesia de Dornelas, Ou Couto de Dornelas) Município de Boticas, - Província de Trás-os-Montes (ao Norte de Portugal) ----O Couto de Dornelas, criado em 1127 teve a sua origem num nobre cavaleiro chamado Ay Ayres, que tendo raptado da corte de D. Afonso Henriques uma Dama, com ela veio viver para estas terras. Como eram despovoadas fez cá a sua residência e capela. Este nobre tinha privilégio real e por isso todos os que se acoutassem à sua capela, não poderiam ser presos nem punidos pela justiça do rei. Deste modo, juntou-se-lhe muita gente a quem ele mandou que cultivassem todas as terras à volta da sua capela. Desta forma povoaramse as sete aldeias da freguesia: Vila Grande, Vila Pequena, Antigo, Espertina, Gestosa, Lousas e Casal. Esta região era, e é, rica em mel, nesta actividade eram utilizadas “Dornas” de pedra (ainda se pode ver uma no adro da igreja matriz em Vila Grande) e por este motivo e pelo anterior é que lhe foi dado o nome de COUTO DORNELAS.

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Embora no início do século XIX tenha sido extinta a figura de Couto ou coutado, a freguesia continua a ser mais conhecida como Couto do que propriamente como Dornelas. Os acuais residentes nem admitem que lhe seja retirado o prefixo Couto à freguesia de Dornelas, mantendo-se assim o nome até aos dias de hoje, COUTO DE DORNELAS.---Texto de António Teixeira & Maria Gonzlez Giestal 2. A Terra onde nasci?!... Claro que sinto uma satisfação desmedida, quando abordo a terra onde nasci, uma das mais pequeninas, mas, simultaneamente, mais belas aldeias do nosso, também, reduzido Portugal!... De qualquer forma, não obstante tanta beleza, custa-me, de que maneira, falar sobre a minha aldeia, pois, o seu fim, infelizmente, se Deus quiser ser simpático e compreensivo, para comigo, penso mesmo, encontrar-me em situação de poder assistir, o que constitui a maior desilusão da minha vida, que já vai, de algum modo, longa!... Constituindo o número sete de dez irmãos, como me recordo de, por norma, nos reunirmos às refeições; serões e outros encontros habituais, entre dezassete a vinte pessoas!.. Hoje, por incrível que pareça, aparecem apenas duas: Uma cunhada e o seu filho…Meu sobrinho!... Refiro-me a uma aldeia, com acesso da EN 311, que liga Cabeceiras de Basto a Chaves, algures, na Serra do Barroso!...Como recordo que, quando era menino e moço não dispunha de água; luz e estrada!...Hoje em dia, mantem-se, praticamente, igual!... Torna-se doloroso saber e, com tal, informar que, na actualidade, ali residem, tão-somente, nove pessoas: cinco viúvas; três rapazes de meiaidade e uma senhora solteira, de idade já significativa!... Muito poderia e gostaria de relatar e, como tal informar sobre a terra onde nasci!...Mas…Compreenda-se!...”DOI-ME O CORAÇÃO”!...Quem me dera, num futuro próximo, poder concluir o que me vai na…”ALMA”!...Tornar-se-á uma realidade?!.. Um ABRAÇÃO!!! 3. A vivência de apenas uma dúzia de anos, nos meados do século vinte, na pequenina mas belíssima aldeia da Gestosa, no Barroso, foram suficientes para estruturar uma personalidade própria, bem como conhecer e saborear as condições então existentes, que, hoje, praticamente, se mantinham intactas, não fosse o desaparecimento, quase completo, daqueles que, durante décadas, foram animando e suportando todo o

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encanto que, como eles, desapareceu, ou, então, se encontra em vias de esmorecer vagarosamente !!! Actualmente, a afinação da chocalhada das vezeiras de cabras e ovelhas, que nas habituais transumâncias, diariamente, subiam ao ponto mais elevado, o mourisco e, no final dos dias, ao cair do sol, se aproximavam dos locais apropriados, as cortes, no sentido de descansar algumas horas, foi substituída pelos sons irritantes das eólicas, sobretudo, á noite, quando nos permitimos descansar de dias, por vezes, bastante azafamados!!! Assim decorreram sessenta anos durante os quais as minhas presenças passaram a considerar-se escapadelas, cada vez menos frequentes e, infelizmente, mais desagradáveis, embora sempre desejadas, pois quem o feio ama bonito lhe parece!!! Das imensas escapadelas, regularmente efetuadas, refiro-me à última levada a efeito, na semana transacta, cuja programação e consequente execução não deixam de reforçar que tantas coisas belas e atraentes têm o seu destino marcado!!! Muitos acontecimentos, de alguma forma, programados, por razões diversas, não foram executados, mas espero que, simplesmente, adiados, dado que o meu regresso está para breve e bem mais duradouro, porquanto se estenderá por uma boa parte do mês de Setembro que, penso, apresentar-se-á bem mais propício ao convívio desejado e saudável!!! Acontecimentos houve, cuja obstacularidade, inultrapassável, tão somente me permite lembrar a pessoas tão integras que da vida que, certamente, não acaba assim, também faz parte o sofrimento!!! Dos dez dias disponíveis, quase cinquenta por cento foram dispensados a um enorme Amigo e maravilhosa família, cuja amizade decorre de quando ainda bem jovens eramos parceiros na guerra colonial. Neste caso, como em outros semelhantes, a amizade cresce, de que maneira, à medida que o tempo passa. Não teve lugar em Paredes de Coura, mas, ali bem pertinho, na bela e linda Vila de Monção!!! Não posso deixar de expressar a minha intenção de manter-me em contacto convosco como, aliás, sempre estive em pensamento, mas, penitencio-me pela impossibilidade de não felicitar aqueles que em dias tão especiais, embora ficando mais idosos, celebraram os seus Aniversários. A esses, para além de expressar o meu desejo especial, espero que essa celebração tenha sido imensamente feliz, com muita Alegria; Saúde e Amor!!!

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Espero, pois, meus Bons Amigos que tenhais a certeza que estive, sempre convosco, de alma e coração, em especial com os que insinuaram sobre os meus predicados, a quem garanto que me esforço para que sejam puros e naturais, fruto de uma vida que já vivi e, por ELE querer, já vai longa!!! Para todos um Bom Abraço e eis-nos prontos para recomeçar!!! 4. PADROEIRO SANTO SEBASTIÃO!...JAMAIS ME ESQUEÇAS!!! Hoje, 20 de Janeiro, cumpre-se, como é normal, a secular tradição, na minha aldeia, Couto Dornelas, algures no Barroso!...A Festa do Santo Sebastião, Padroeiro da dita aldeia, que, segundo a tradição, se notabilizou pela sua luta contra a…”PESTE; FOME E GUERRA”!... Calamidades bem significativas aquando das Invasões Francesas. Na minha infância, tratava-se, por razões óbvias, de uma Festa bem mais significativa que exuberante, porquanto se circunscrevia à aldeia de Dornelas e se procurava Venerar o Padroeiro, pela distribuição, gratuita, de…”PÃO; ARROZ E CARNE DE PORCO”!... a todos quantos quisessem comparecer!... Procurava-se, de facto, Venerar o Padroeiro, não pelo que se comia , mas, essencialmente, na crença, então existente, daquilo que se comia e/ou conseguia transportar para casa, no sentido de satisfazer os que não podiam estar presentes e, imagine-se, até os próprios…”Animais”!...Que grande…”Devoção”!!! Com o decorrer do tempo, como é normal, tudo evoluiu e se transformou profundamente e, não obstante se continue a Venerar o Padroeiro, hoje em dia sobressai, de que maneira, a componente comercial: Compreendese?!...Aceita-se?!...Está certo?!...Ou, então, está errado?!!! De tudo um pouco…Com certeza. Se se tornou inevitável acompanhar a evolução que se verificou em tudo e todas as coisas…Que saudades…”MEU DEUS”!... do tempo em que não se tornava possível…”DEGUSTAR”!...à partasana, abundantes farnéis, na própria mesa, que, durante tanto tempo, apenas era utilizada para Venerar o Padroeiro…”SANTO SEBASTIÃO”!!! 5. E reforçando o “CONTRAGOSTO”!...Lembro-me bem de, quando menino e moço, ouvir, aos que hoje recordo com saudade, que…”Havia dias, pela manhã…que à tarde…não se conseguia sair à noite”!... Será que, entretanto, algo mudou?... Com certeza!...mesmo as condições naturais, que, sinceramente, não consigo recordar-me de invernia tão

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rigorosa e devastadora à que me castigou, no final da semana passada, pelas bandas de Montalegre e Chaves!... Imagine-se que, obrigatoriamente, permaneci 48 horas, na casa que tanto adoro, falando apenas com a minha…”Cara-metade”!...pois o serviço digital de televisão informava, tão- somente…”Qualidade de sinal insuficiente e inadequado”!...Claro, se fosse no outro tempo, suceder-meia o mesmo, pois não dispunha, simplesmente, de sinal…Mas…para quê?...Se não existia…”Televisão”?!... Referira-se que o veículo que utilizei me transportou até à casa onde permaneci as ditas 48 horas!...Outrora?... seria algo diferente…pois nem estrada, nem tantas outras coisas imprescindíveis existiam!... Que conclusões, pois, a retirar neste momento?... Que, na verdade, houve mudanças, mas a estes agentes de hábitos bem firmados, torna-se muito difícil afirmar em que sentido!...Se, de facto, para melhor, é o que deixo à imaginação dos meus Bons Amigos, para que pensem , seriamente, sobre o assunto!... Aqui me encontro novamente para partilhar convosco o que de importante surge diariamente!... Um Bom Abraço, para todos…”VÓS”!!! 6.

Oh Couto lindo!...Terra Maravilhosa… Mesmo no Coração do Barroso! Tuas Aldeias?!…Cada vez mais reduzidas… Não obstante…Continuas Amoroso! Oh Couto lindo!...Terra Maravilhosa… Com Aldeias seculares…Tão importantes! Só quem aqui nasceu e viveu… Conhece bem os teus habitantes! Oh Couto lindo!...Terra Maravilhosa… Com sete Aldeias…Qual delas a mais jeitosa?! Como nos sentimos anestesiados… Desde o Casal ou Lousas até à Gestosa! Oh Couto lindo!...Terra Maravilhosa… Imagina-te reduzido à Vila Grande e seu Pelourinho! Que sucederia, então, à Vila pequena; Antigo e Espertina?!... Sinceramente!...Nem pensar…Para ninguém ficar doidinho…

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Oh Couto lindo!...Terra Maravilhosa… Os teus Santos Padroeiros! Mas, S. Sebastião e a Senhora das NEVES… Como são tão Verdadeiros! Oh Couto lindo!...Terra Maravilhosa… Como ignorar tuas tradições musicais?! Por muito que te tentem imitar… Jamais conseguirão ser iguais! Oh Couto lindo!...Terra Maravilhosa… Lembremos a tua filarmónica secular! Como sinto imensa Saudade… Por não ter apreciado o MEU PAI a atuar! Oh Couto lindo!...Terra Maravilhosa… Quantas coisas nos fazem falta! Todavia…Eis-nos de corações abertos… Para ajudar e animar a malta! Oh Couto lindo!...Terra Maravilhosa… Tuas dificuldades continuam a aumentar! Sabemos que existem imensos responsáveis… A quem jamais podemos perdoar! Oh Couto lindo!...Terra Maravilhosa… Onde acabaram as malhadas! Bem como os coelhos e as perdizes… Quem não se recorda das tão belas caçadas?! Oh Couto lindo!...Terra Maravilhosa… Onde tantos, todos os dias, o minério iam apanhar! Contudo, na década de sessenta… Ei-los, em massa, a emigrar! Oh Couto lindo!...Terra Maravilhosa… Quantas desigualdades reinavam! Quem tinha as terras produzia…

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Os outros, para sobreviver, trabalhavam! Oh Couto lindo!...Terra Maravilhosa… Como tudo, rapidamente, se alterou! Os ditos ricos, consideram-se pobres… E como para os, então, pobres a vida melhorou!!! 7. QUEM ME DERA!... Quem me dera ser menino… Descalço ou de tamancos calçados! Beber água fria na Ribeira… Um cantinho dos Morgados. Quem me dera guardar ovelhas! Na linda Serra do Barroso… Com uma “Crossa” pelas costas! Que cantinho tão gostoso. Quem me dera brincar com os irmãos… Às escondidas, à batalha ou ao peão! Nas lindas ruas empedradas da Gestosa… Onde as casas de granito brilham sem comparação. Que me dera ouvir de novo a minha Mãe… Oh tu!... Vens ver a cortinha de fora? Com todo o gosto a acompanhava… Observando as suas alfaces, feijões e abóboras. Quem me dera continuar a ser estudante… Como em Cabeceiras, onde passei bons momentos! Com o Tio Arcipreste como comandante… Fiz amizades e solidifiquei conhecimentos. Quem me dera voltar à tropa… Com Amigos que ainda hoje nos encontramos… Belas paisagens nós visitámos! Muitas histórias vivemos e relembramos.

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Quem me dera voltar ao Bando de Portugal… Para mandar e obedecer na Supervisão! Os tempos passam e mudam lentamente… Quando a vida é guardada num cofre de emoção. Quem me dera continuar a ensinar nos Palop`s… Quanta formação foi dada e recebida! Grandes passeios pelos países Africanos… De onde a saudade jamais será perdida. Hoje completo 72 primaveras… A relembrar os passados que já lá vão… Quem me dera que eles voltassem… Viver templos gloriosos que não voltarão! 8. Como foi gratificante ser pastor… Apascentar o meu rebanho! Embora, por pouco tempo… Foi, para mim, um grande ganho! Como gostei virar para os livros… Dar conta do meu recado! Como me sinto feliz… Pelo perdão de algum pecado! A guerra chamou por mim… Tentei ser justo e brincalhão! Que tão grande relutância… Quando aplicava dias de prisão! Tive que enfrentar outra vida… Onde fui sério e profissional! Como me sinto compensado… Por representar o Banco de Portugal! Chegou a experiência Africana… Apliquei e recordei ciência! Tornar-se-ia bem mais difícil… Não fosse a minha experiência!

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A vida é curta e rápida… A minha actividade diminuiu! Voltei-me para a reforma- agrária… O resultado foi o que se viu! Hoje, sinto-me limitado… Sempre que posso, na cagadeira! Não fossem uns sinais nas costas… Tudo seria uma brincadeira!!! 9. O regresso às origens Há quase sessenta anos que a história se repete. Como as andorinhas, também me delicio ao revisitar a pequenina aldeia onde nasci, em Dornelas de Boticas, algures na Serra do Barroso. Como número sete de dez irmãos, os Morgados da Gestosa, tenho imensas saudades e guardo belas recordações dos anos da minha infância, sobretudo das brincadeiras com os meus irmãos, quer os mais crescidos, quer os mais miúdos. Não se apresenta viável, agora, descrever as ditas brincadeiras, pois, embora fantásticas, eram reduzidas, pelo facto de vivermos numa aldeia que, não usufruindo de estradas, não permitia o conhecimento dos veículos de transporte, bem como os relacionados com a actividade agrícola. Não usufruindo de energia, obrigava a brincar às escuras. Não usufruindo de água ao domicílio, utilizava-se o ribeiro e a fonte de mergulho, que distanciam mais de trezentos metros. Contrariamente, dada a sua reduzida dimensão, dispunha de algumas pessoas e abundavam as vacas, as cabras, as ovelhas e os porcos, cujo destino, no essencial, consistia em minorar a insatisfação dos seus habitantes e colaboradores. Em sequência, desde bem cedo, ainda criancinha, acompanhava com os mais crescidos e/ou os designados criados, o amanho e o pastoreio dos tão estimados animais. Assim, antes de iniciar a carreira académica que, normalmente surgiu, tornei-me num bom pastor da Serra do Barroso, profissão que me habilitou bastante nos diversos desafios da vida com que me defrontei até aos dias de hoje, mesmo que, no presente, no essencial, incidam na procura do cultivo de boas amizades criadas no Facebook.

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De maneira alguma é minha intenção pormenorizar as etapas da minha vida, bem como os meus êxitos e/ou inêxitos, mas gostaria de evidenciar que, desde bem novo, nutri tendência pela gestão dos riscos, pelo que não parecerá estranho ter-me dedicado ao longo de uma vida, que já vai longa, às experiências bancárias, eminentemente financeiras, quer em Portugal, quer em Africa, nomeadamente nas ex-colónias Portuguesas. Não seria minimamente salutar deixar qualquer balanço final, cabendo tal função aos que comigo conviveram, de perto. Não obstante, sinto-me satisfeito, convencido de um dever cumprido, que me ajuda, de que maneira, a descansar calmamente pelas bandas de Torres Vedras, a zona do Oeste. Finalmente, quero dizer-vos que enquanto a vida mo permitir, sempre que se torne possível, deslocar-me-ei, como espero suceda na semana que se aproxima, para a já tão falada aldeia da Gestosa, no Barroso, onde, praticamente, não encontro ninguém, tão somente, a calma suficiente para alimentar a vontade que ainda sinto por viver. Aqui vos deixo, pois a minha aldeia e a humilde casa que, para o efeito mandei e ajudei a construir. ================================ O Homem Recorda… Ontem “Menino” descalço e mal vestido; Hoje “Homem”, conformado com Deus e com a Vida… Amanhã irá recordar-se para sempre; O que fizeste de bem sem qualquer contrapartida… As palavras que aqui ficam nada têm de poesia; São verdades observadas e reais… Um “Homem” que lutou contra tudo e todos; Em nome do mais precioso que foram os seus PAIS… A vida não te deu tudo o que querias; Por vezes foi “Madrasta” em certos momentos… Mas tudo fez para que a tua passagem; Seja recordada com verdadeiros “Sentimentos”… Um “Homem” não chora em momentos difíceis; Também os tiveste mas foi passado…

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Ficam neste livro muitos relatos; Do que foi vivido, observado e apreciado… É bom ter-te “Sempre” a meu lado; Sem ti a minha vida não seria a mesma… Espero que ainda fiques muitos anos; A encartar quem “Gostas” com toda a firmeza… Da Sobrinha: Clara Pires Por detrás de um “Bom” Homem está uma “Grande” Mulher… Por detrás de um “Bom” Homem; Está sempre uma “Grande” Mulher… A vida um dia os juntou; União que perdurará enquanto “Deus” quiser… Viver a dois nem sempre foi fácil; Não é ditado mas pura realidade… Este “Casal” sempre soube enfrentar; Tudo o que e “Vida” teve para lhes dar… A “Vida” não lhes dou tudo o que mereciam; Tiveram “Dissabores” difíceis de ultrapassar… Mas a seu tempo tudo mudou; Conseguiram sempre “Mudar” voltando a “Amar”… Este “Livro” retrata, também, uma vida a dois; Duas “Almas” gémeas felizes e generosas… Por vezes a felicidade está em “Gestos” tão simples; Fazendo outras “Vidas” mais belas e ambiciosas… Como é bom ter “Tios” assim; Tudo dão sem qualquer contrapartida… Fazendo, diariamente, tudo o que lhes pode dar prazer; Assim continuaram felizes com “Deus” e com a “Vida”… Da Sobrinha: Clara Pires

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GESTOSA (DORNELAS-BOTICAS) “A MINHA ALDEIA” Poema de José Barreto Pires & Clara Pires, Em 26.03.2016 Instrumental Lembro da Gente e da bela paisagem; Da minha terra querida onde nasci... Lembro amigos e também os vizinhos; Lembro dos tempos que por lá eu vivi...

Lembro-me de ir passear para o Castro; De procurar eu não sei bem o quê... Lembro-me de ir apanhar as bolotas; Hoje esta aldeia é o que se vê...

Lembro da mãe que eu adorava; Dos animais que ali guardava... Das traquinices de quando menino; Daquela gente que admirava...

Lembro das trutas do límpido rio; Do garfo grande para as apanhar... Lembro os amigos que me acompanhavam; Noites serenas lembro o luar...

Lembro-me das Casas de Granito; Dos passadiços que as abrilhantavam… No meio de tanta beleza; As andorinhas sempre cantavam… :::::::::::::: Lembro a linda capela a S. Bentinho; Toda de pedra, bem no centro d’aldeia Qualquer pessoa que ali o visite; Jamais lhe pode fugir da sua ideia…

Lembro bem da minha linda aldeia; Lembro da terra onde eu nasci... O seu nome é a Gestosa; Um grande orgulho que é para mim... Instrumental/Fim

Lembra-me o dia grande da matança; Cheiro a queimada e a sarrabulho... Lembro d’aldeia estar toda junta; Que alegria, que grande orgulho... Lembra-me da época dos fenos; Trabalho intenso, trabalho sem fim... Das bebedeiras que assolavam; Os belos campos onde nasci... :::::::::::::::

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António Teixeira - Coletânea de Poemas, Melodias e Imagens GESTOSA - DORNELAS - BOTICAS Guitarra (Gestosa-Dornelas-Boticas) (A minha aldeia ton origi)

Letrista José Barreto Pires & Clara Pires C

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GESTOSA - DORNELAS - BOTICAS Teixeiraaldeia - Coletânea de Poemas, Melodias (A António minha transp tone Imagens audio) Voz (Gestosa-Dornelas-Boticas)

Compositor António Teixeira

Letrista José Barreto Pires & Clara Pires

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António Teixeira - Coletânea de Poemas, Melodias e Imagens

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LIVRO 35 - HINO A GESTOSA - DORNELAS BOTICAS - Coletânea de poemas, melodias e Imagens-Autor António  

LIVRO 35 - HINO A GESTOSA - DORNELAS BOTICAS - Coletânea de poemas, melodias e Imagens-Autor António Teixeira

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LIVRO 35 - HINO A GESTOSA - DORNELAS BOTICAS - Coletânea de poemas, melodias e Imagens-Autor António Teixeira

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