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What now, What next, Where to? 22 de Março Dois de agosto de dois mil e oito. Faz alguns meses, na verdade sete meses. BRASIL, Mulher

i'm looking

through you...

Nesse momento eu estou muito cansada, meus olhos ardem um tanto e minha alma está meio embotada. Gostaria de poder descansar. Movi céus e terras, mas o compromisso com a tal "não-virtualidade" exigiu bastante de mim. Eu tive que dar tudo que eu precisava pra mim e isso me esgotouo. Claro que eu já esperava, mas o desafio daqui era viver. Uma ocasião tive um sonho em que um sabio negro me dizia para colocar o dedo num prato quente de mingau de maisena de chocolate. Eu dizia a ele que entendia o significado da experiencia que ele me propunha e falava, falava, e falava, mas não colocava o dedo no mingal o que fez com que ele dissesse algo do tipo "vc não tem jeito mesmo. Dessa forma fica dificil fazer você viver as coisas". Hoje a tarde eu pude ver que o entendimento das coisas não faz passar a dor. E infelizmente, é essa dor que nos transforma. Tive sonhos, premonições, alertas, oraculos e principalmente discernimento para saber onde estava pisando, mas disse sim pra vida e pra dor que ela ia me causar. Espero que isso me faça crescer, que isso me liberte de alguma forma. Porque nesse momento, estou apenas muito, muito, muito cansada.

Virtuosa Realidade Ana - Pronde vão todos esses bits? Fahrenheit 952 Costume Vicioso

Escrito por Ana Caruso às 21:06:44 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Sóstenes Arruda Try to Scape! Coisas que acontecem Blogui du Willxu Notas de um Velho Safado Diário (nem tanto assim) de um Físico A Sabedoria da Mentira

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02 de Agosto Time to aim your arrows to the sun

Já fiz muitas concessões na minha vida, sabe? Até porque eu não conseguia fazer diferente. Você só faz concessões quando se conhece. Se você não se conhece, tudo é válido para poder chegar num ponto onde se conhece quase que por completo. Depois, é natural que você se respeite mais e se torne mais duro com qualquer coisa que possa te fazer mal. As pessoas que aparecem na minha vida agora, presenciam um momento onde ainda falta alguma coisa, é claro, mas muito de mim já está no seu lugar. Desta forma fica um pouco melhor não fazer concessões. Continua não sendo fácil, mas pelo menos é coerente. A partir de agora fiz a opção pela não-virtualidade, mesmo que não a tenha assumido de forma explicita. Aprendi a entender minhas dores ou pelo menos ouvi-las com a atenção e o respeito que elas merecem quando doem. A dor que tem doído ultimamente foi muito confusa e sem-forma. Sem começo e sem fim. Mas, a medida que tudo foi correndo, as respostas foram caindo nos seus lugares como poeira em moveis seculares. O silêncio é o melhor remédio.


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O que é isto?

Escrito por Ann Burrows às 18:41:58 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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14 de Março if you're in a habit settin you in your old ways....

Sempre existe uma musica, ou uma frase para cada situação. Quando conheci o Sérgio e estava prestes a começar a namorar, conheci melhor o George Harrison e fevereiro de 93 foi marcado por "love comes to everyone". Elvis sempre está tocando na minha vida desde 1983, mas nunca foi um trilha sonora especifica de nenhuma fase. Ele sempre foi trilha sonora de mim, e não tanto de fases específicas de minha vida. Mas isso tem mudado muito. É, as mudanças sempre chegam. E a musica já tem sido outra há muito tempo. O título desse blog não me deixa mentir. Quando comecei a escrever esse blog, em 2004 eu estava numa fase bem interessante. Era o começo da mudança, era o começo de uma fase mais autonoma, como meu dominio de verdade. Eu sei que existem coisas acontecendo na minha vida, (transformações de dentro pra fora), quando o sono não é uma fuga, quando acordo nesse horário como agora, 04:00, para escrever. É uma "bitter-sweet experience", principalmente considerando o novo estado das coisas. Mas o que eu sinto "dizerem" pra mim nesse momento é: "vá, tempere seu poder e conquiste o que é seu." É, vida é boa, vc só tem que saber como olhar...

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Esse clipe foi feito com muito carinho pelo meu amigo Dudo Hardy com o material que eu mando compulsivamente desde há muito... Eu sei que eu não estou cantando bem e tocando menos ainda, mas o que valeu foi o capricho com que ele fez e principalmente, como pega a essência do momento com todas minhas mudanças.

Escrito por Ann Burrows às 03:53:51 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

24 de Junho Let's Play Elvis 22/06/2007 - Parte I

Uma musica, uma lembrança. Clara como água de nascente. Quando se arranca a grama, junto vem o torrão de terra. Cada vez que alguém arranca cada uma dessas musicas da minha memória, vem junto um torrão da minha vida... I Can Help - lembro da minha quinta série e da brincadeira da minha tia do "Tá quente socorro". Eu lembro disso porque eu sempre erro e escrevo "i can't help" porque lembro da minha tia Vera traduzindo como "Tá quente, socorro!". Eu lembro muito da segunda sala da casa dos meus pais. Ela ainda é escura e aidna tem a mesma vitrola. Just a Little Bit - lembro dos medleys que a Ana fazia com as musicas do Elvis... Fool - lembro da casa da Ana e da madrugada que fiquei acordada pra tentar assistir “Elvis e a Rainha da Beleza”. Suppose - lembro do clube. Janeiro de 85, e apesar de não ter sido esse o disco quebrado pelo meu pai naquele acesso de raiva, eu ouço "suppose" e lembro dessa época. O barato de ouvir esse disco era vê-lo morrer de rir no "are you lonesome tonight". Any day Now - Putz. Sérgio, Sérgio, Sérgio!!! Lembro de quando ele me deu o cd player com o cd dessa musica. Me vem o Martinelli na cabeça e os cursos de desenho que fiz junto com a Leandra em julho de 94. A historia se repete, estamos juntas fazendo dança do ventre e há tres anos convivendo todos os dias. We can make the Morning - 1986! Quando eu ficava a tarde inteira no clube esperando as aulas de balet no final do dia. Quando ficava assistindo as aulas de caratê... Lembro do meu aniversário de 13 anos que foi quando ganhei “Elvis now” da Tata... Meu primo ficou em casa naquela noite, jogamos Senha durante muito tempo. Lembro que dormi deitada do lado da vitrolinha ouvindo essa musica... Help me make it Throught the Night - 1986 também... Mas dessa eu lembro da escola. Eu estava na sétima série!!! It's Midnight - Meu Deus!!! Essa eu lembro das tardes chuvosas das ferias de 83 pra 84. Do Atari que so tinha na casa do Marcelo da Dalva... Lembro do chocolate "Surpresa" que tinha os bichos da mata Atlantica... Natal de 83. It's over - o Aloha foi o primeiro disco que a Ana me emprestou depois que falei pra ela que gostava do Elvis em agosto de 83. Ela me emprestou três: o "Serie Ouro" (porque eu queria conhecer “love me tender” e “all shook up” de tanto meu pai falar) o “Elvis for Children” (que eu adoro até hoje) e o "Aloha". Quando ouço “It’s over”, me lembro de quando fui viajar pra Santos em janeiro de 84 e não tinha levado o toca fitas. Passei a semana morrendo de saudade das musicas... Era dessa que eu sentia mais falta... Never again - o primeiro registro da crise em familia: 1988. Lembro de muita tristeza, e depois que entendi a letra entendi que ela "dizia mais de mim do que eu gostaria", mas

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exatamente por isso tenho saudade dessa época. Era uma época de muita reflexão. Triste, mas de solitude. Se tivesse que associar ao um arcano do tarô, acho que associaria à Torre. Welcome to my World - Acho que o Elvis gravou essa exatamente porque o show era via satelite. Essa fica meio vaga. É da mesma epoca do “It’s over”, mas não me lembra essa época. Estranhamente é uma das únicas que me faz lembrar do video. No Aloha ele não tá muito carismático. Mas eu lembro desse por conta das risadas do meio da musica Today, Tomorrow and Forever - uma das que eu gravava da televisão quando passava algum filme dele na sessão da tarde. A molecada de hoje não teve a oportunidade de acalentar suas tardes com filmes do Elvis. Apesar de eu não gostar dos filmes, acho que é uma grande perda pra criançada. Essa musica me faz lembrar também o Sérgio. Na verdade me lembra quando eu percebi que eu gostava dele em julho de 92 e o período de espera antes de começarmos a namorar em fevereiro de 93. Lembro da Giuliana em casa, da visita a Curitiba... Lembro de muita coisa daquelas férias de julho de 92. Eu aprendi a ler tarô nessa época.

Escrito por Ann Burrows às 08:50:00 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Let's Play Elvis 22/06/2007 - Parte II

I was born about ten thousand years ago - apesar de ter no “Elvis Now” e ter marcado a época em que eu babava em toda a respiração dele que dava pra ouvir nessa faixa, a lembrança mais forte que eu tenho dessa musica foi de logo que entrei na faculdade e saímos para fazer trabalhos pela Pça Republica: eu, Wagner, Sergio Leandra, André Kunioshi, Julio Cesar Paulon, Angela Quintino... Passei na frente de uma loja de disco do centro, vi o vinil "Elvis Country" e quase infartei. Lembro muito do Sérgio nesse dia porque ele morava longe e demorou pra chegar. Tivemos que deixarum recado colado no pilar de estação pra ele. Too much monkey bussiness - essa versão me lembra uma fita que a Ana gravou com a trilha do "Elvis idolo imortal". Era Agosto de 1984 e eu lembro um pouco da epoca da morte da irmã Lazara. E também daquela vez que tive febre enquanto assistia "On tour" na sessão da tarde. Put your hand in the hand - Olha outra do "Elvis now" que eu ouvia até a exaustão em setembro de 1986... Clube, balé, turma da escola, 7º série, estudar, jogar volei... Nossa quanta coisa boa que essa musica traz!!!! Dixieland Rock - me lembro do Roberto quando escuto essa musica. Vagamente, não sei porquê. Meu pai adora essa a exemplo do Hard Headed Woman do começo. Ele viu esse filme - King Creole - no cinema... Isso é muito louco de se saber... Memphis Tennesse - dizem que essa versão do Elvis é a mais fraquinha das que existem. Bom eu posso dizer que eu lembro de 1988, mas dessa vez, lembro da mobilete e das aulas de datilografia... lembro das tardes que tentava ir na "Up and Down" lá na Pamplona... Era horrivel, não via hora de voltar pra casa... Lembro do meu violão velho, não sei porquê. My babe left me - Meu Deus! Essa me faz lembrar aquele medley enorme que a Ana fez numa fita antes de gravar o "in concert" em 15 de dezembro de 1984. Dirty Dirty Feeling - Lembro de quando o Luiz me ensinou a tocar violão. Apesar de ter o cd desde 94, so ouvi com mais frequencia em 98. Lembro da Fabiola que tirava tarô pra mim na faculdade, mas basicamente me lembro das aulas de violão nos sábados de manhã. Come what may - Essa eu lembro mais ou menos da mesma epoca do "today tomorrow and forever". Estranhamente lembro claramente de uma tarde que estava passando roupa e vendo Monty Python em 92... Didja Ever - Bom, Didja ever: Didjavoice. Sempre! Mas considerando também como ando na Marisa , a frase final vai me lembrar essa epoca lá. É a mais recente, conheci ela agora, mas ela é muito legal. I got Stung - Essa me lembra janeiro de 1985 quando fomos para o Guaruja. Foi a primeira vez que um garoto puxou assunto comigo na praia. Era um rapaz que tinha acabado de se machucar com a prancha de surf. Ele se chamava Fábio. Nessa epoca eu ficava com o pessoal da Nicolau Barreto. Era divertido excetuando aquele eterno problema de me sentir menos "menininha" que as menininhas com que andava.

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Long Tall Sally - Essa versão me lembra o Primeiro disco que tive do Elvis - Elvis Presley 20 hits. Little Sister/Get back - me lembra aquele programa de radio que passou em 84 que eu gravei e perdi a fita no hospital em 92 ... Walk a mile in my shoes - outra desse mesmo especial de 84. Foi o ano em que eu toquei piano na escola no fim do ano. Fiz aquela arvore de natal de revista pintada. Quando mudamos para o apartamento 12...O dia da mudança foi tão legal! Dormir pela primeria vez no meu proprio quarto, ter o meu espaço... Que coisa doida... Foi muito legal. Shake Rattle and Roll - outra do "Elvis 20 hits", meu primeiro disco. Morava no apartamento 31 e lembro da festa de aniversário de 9 pra 10 anos. Eu usava um conjunto de lã cinza com uma blusa rendada branca... Tinha feito permanente e tava com o cabelo meio curto. Meu pai tinha um voyage creme. Iamos á igreja toda o domingo. Foi o ano que fiz minha primeira eucaristia. Por sinal a primeira coisa que confessei pro padre quando faziamos os preparativos foi que achava que gostava mais de Elvis que de Deus. Não nesses termos, mas era mais ou menos isso. Doncha think its time – Got i got stung, lembro de 1986. Foi um ano feliz.

Escrito por Ann Burrows às 08:49:06 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

08 de Junho Um século!

"Eu tive um avozinho lindo chamado Luiz, que era pai da minha mãe e que era o protótipo do homem maravilhoso porque dançava muito bem, era super zelozo com os filhos e netos, adorava as suas plantas e "criações"... Ele perdeu a mãe muito cedo com tétano e era filho único. Acho que daí vem duas coisas da história dele que ficaram gravadas na minha lembrança: o cuidado com a família e os remédios danados de ardidos que ele fazia a gente passar no corpo quando se cortava. Acho que tinha medo do tétano de volta na familia. Muita coisa ele e o Sérgio tem em comum: os trocadilhos com palavras, a inteligência autodidata (ele aprendeu a ler sozinho, porque queria poder votar), a agilidade pra fazer contas de cabeça... Ele tinha o hábito de gostar das coisas, não falar muito delas - pelo menos não pra gente - e ficava assoviando pelos cantos da casa, ou às vezes ficava conversando com os

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passarinhos... Sempre que minha mãe precisava que alguém ficasse comigo pra ela ir á feira ou ao médico, toca meu avozinho pegar o ônibus e vir... Tenho saudade dele. O Sérgio chegou a tempo de conhecer minha avó (que morreu em 1994), mas não meu avô (que morreu em 17 de fevereiro de 1989 - coincidentemente no dia que o Sérgio fez 19 anos). Uma grande pena, porque eu tenho certeza que ambos gostariam muito um do outro. Tô contando isso porque me toquei que meu avô estaria fazendo 100 anos hoje. Como que uma data como essa pode passar batida?!?!?! Tenho que fazer alguma coisa por ele!!!! Já sei! Vou gravar isso na "eternidade virtual" do meu blog nº1, o enbaoli.zip.net. Acho que isso pode ser bom né? O que vc acha?" "Tem que fazer alguma coisa urgente. Se as pessoas que amamos revivem na hora em que lembramos delas, tem que registrar tudo isso que cê me falou e comemorar os 100 anos dele. Ele viveu 82, né? Pra quem faz 100 hoje, 82 foi muito pouco. Tenho medo de que essas pessoas e tudo que fizeram se juntem à terra, penso isso de minha mãe. Não deixa isso não, pega um punhadinho dele e pede o vento pra espalhar, dar um novo significado a Dust in the wind."

Olha Vô, isso é muito pouco perto do que vc merece, mas vou deixar sua presença registrada aqui, para que ela reviva um pouquinho em cada um que ler. Não é difcil gostar de você e vou querer compartilhar isso com todo mundo que passar por aqui. Que Saudade!

Escrito por Ann Burrows às 20:01:37 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

13 de Maio Noves fora!

Sábado foi dia de pós. Mas um dia pra me expor, em doses homeopáticas, às minhas calcificadas fragilidades.

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Mas eu acho que consegui entender uma coisa a respeito da minha natureza agora pela manhã. Sou um Grande Nove. O nove é um numero bem interessante se vc considerar que ele nao muda a natureza dos numeros a que se adiciona. Um nove impulsiona os numeros para frente, mas quando vc os reduz, eles mantem a sua essência. E o Nove, sobra, olhando de fora o que ajudou a produzir. Não adianta querer incluir um nove. um nove efetivamente não se mistura. Acho que um nove que se cobra isso será um nove neurótico, rs. Acho que começo a entender que uma das minhas principais cobranças a cerca de mim mesma começa a cair por terra: eu nao sou menos nem mais por não impor minha personalidade a ninguém: eu sou um espelho, quem apoia as pessoas a serem quem elas são, talvez melhoradas. Percebo isso no meu relacionamentos: sou quem as pessoas querem que eu seja, pra bem ou pra mal. Minha vontade inexiste nesse aspecto. Minha essência é fluida e fica só, no final. O nove é um numero solitário. Eu tenho que me acostumar com isso. Solitude... Isso deve ser bom. Bom ou ruim, é real.

Escrito por Ann Burrows às 10:00:31 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

30 de Abril E mais um outono chega...

Não adianta dizer o contrário.... o outono fode com a minha cabeça. Não so com a minha cabeça, mas também com as minhas emoções, sensações e conceitos de vida. Tava dando uma olhada no Orkut e me deparei com o clipe da Celine Dion com o Elvis no tal programa American Idol. Eu não consegui precisar muito a sensação que tive quando assisti então quando deixei o cometário no orkut, fiz um comentário meramente técnico.... Mas esses meus amigos que têm peixes forte no mapa são foda... O Derinho chorou a manhã inteira e o Marco nem conseguiu ver até o final... Daí, de posse das impressoes desses meus "radares" emocionais, eu assisti de novo. Realmente não é uma coisa boa de se ver. Elvis em 68 era "O Criativo" no sentido integral do hexagrama 01 do I ching: Um mar de possibilidades manifestandose como um vulcão em erupção. Quando vc vê o Comeback Special te dá um misto de alegria e melancolia, considerando que so haviam mais nove anos entre o homem e a eternidade. Nove míseros anos em que o cara saiu daquele pico de felicidade profissional, pessoal pro mais completo fracasso emocional. Daí, 30 anos depois, vem um programa de televisão e "traz ele pra vida novamente". A minha primeira reação foi mais ou menos a mesma de quando vi o clipe da BBC Radio. Mas nesse algumas coisas se confundiram: os registros da minha cabeça neo-loira davam a entender que Elvis estava de fato lá com Celine Dion, e o melhor, na melhor fase da

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What now, What next, Where to? - UOL Blog carreira dele... Então, peraí? Dá pra começar tudo de novo? O coronel já morreu? A filha dele ja tá crescida e ele como um novo Dorian Gray começando tudo de novo da sua fae mais perfeita! Tão atual, tão vigoroso, tão bonito.... Não sua neoloira desgraçada! Ele não está ali, nada começa de novo... Teu idolo tá morto. Vc não vai ter a sorte do teu irmão que pôde conhecer pessoalmente cada um de seus icones de infancia... Não minha querida, esquece. Tremendamente frustrante... É acho que a despeito do lance técnico que parece muito legal, eu definitivamente tenho que concordar com meus amigos "piscianos": o video faz estragos. E cá estou eu, falando de Elvis novamente. Na verdade eu tenho que concordar que começar a escrever muito é indicio de atividade emocional intensa. Novamente aquela ideia do passaro de olhos furados que canta melhor... Mas não quero ficar muito tempo assim.

Escrito por Ann Burrows às 21:42:45 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

25 de Fevereiro Seriam os Deuses Mafiosos???

Às vezes eu tenho a impressão que "deus" deve ser algum tipo de mafioso. Sabe quando vc assiste um daqueles filmes de mafia em que os chefes querem mandar "recados" para detemindas pessoas, recados que vc tem certeza que seram dolorosa e horrivelmente entendidos? Pois é, na cabeça me vem agora o Kartoon do Godfather I, quando cortam a cabeça do pobre do cavalo para que o produtor dê o papel do filme para o ator protegido (que todo mundo diz que era o Frank Sinatra). Claro, ele havia sido persuadido anteriormente a fazê-lo de maneira "civilizada" (ou faz ou faz!)... Lembro do nariz do Jack Nicholson em Chinatown. Pra falar a verdade não lembro exatamente do motivo, eu só lembro que fizeram aquilo pra deixar uma marca que naõ deixasse o cara esquecer alguma coisa. Lembrei tb do Godfather II, quando aquele chefe da mafia italiana mata a mãe do mocinho quando ela vem pedir pra que ele seja condescendente com seu filho menor que não tem nada a ver com o entrevero entre ele o o falecido pai do garoto. Bom, se ficar aqui escrevendo posso citar milhões de cenas de filmes com "recadinhos" desse tipo. Recadinhos que funcionam pelo medo que causam... Isso me lembra um pouco o Javé do velho testamento, aquela coisa de "povo-prometido-e-o-resto-eu-esmago", por mais que saiba que essa não é a realidade... Caramba, eu concordo que na vida a gente tem muitas lições pra aprender, mas eu, na minha finitude e curteza humana (perante a sabedoria divina), às vezes fico com a sensação, por mais que consiga entender racionalmente alguns desses "recados", que Vossa Senhoria Holly Thunder (como diz meu amigo Delcidério) carrega um tanto demais em algumas doses... Quando você vê o sofrimento de uma mãe que perde um filho, (nao importanto o quanto isso pudesse se afigurar como um possibilidade concreta desde o inicio), vc percebe que essa era um tática de "recado" que deveria ser usada somente em último caso. Porque, se não for dessa forma, começo a achar que vou fazer um altar na minha casa com santinho do Al Capone, Tomaso Buscheta, e cia ltda! Afinal consigo perceber neles o "modus operanti" divino ... Será que não existe, na sua infinita inteligência, uma outra maneira de ensinar sobre "apego" para as pessoas??? Eu não sei, porque não sou Deus, mas imagino que deve existir outra forma, sim! Enquanto isso, vamos juntando coragem e força para ajudar os feridos e tapar os rombos, de dimensões continentais, que Vossa Senhoria Holy Thunder faz o favor de abrir quando quer que alguma coisa seja aprendida na marra. Obrigado, viu, por fazer NEGRO o dia mais comprido do ano! Humpf! ... EM TEMPO: estava procurando uma imagem pra colocar nesse texto: a principio que fosse triste, depois que fosse de desagravo, mas de repente me lembrei das imagens de "deus" que apareciam nos filmes do Monty Python e achei que seria uma boa opção. Entrei em um link que mostrava o serviço funebre que o John Cleese havia escrito para a morte do Graham Chapman e eles finalizavam com aquela música... Sabe, aquela? Achei que ela era perfeita pra minha ironia...

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Escrito por Ann Burrows às 08:53:38 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

17 de Dezembro met a "big" honey...

Escrito por Ann Burrows às 23:17:36 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

13 de Dezembro

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Escrito por Ann Burrows às 21:22:26 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

06 de Agosto Quem mexeu no meu jardim?

Cara! Que sonho horrível!! Sonhei que acordei pela manhã e vi que alguém havia invadido minha varanda durante a noite e, por pura maldade, destruido todo meu jardim. Meus brincos de princesa tinham sido totalmente cortados, a ardisia, que minha mãe havia me dado e que eu consegui curar de uma praga violenta há alguns meses, havia sido pisoteada, as floreiras reviradas.. Eu olhava para o chão, e via que o agressor teve o requinte de crueldade de desfolhar cada galho cortado dos brincos de princesa, e amarrado em feixes que ficaram largados pelo chão. Lembro de ter feito o papel inverso: Eu liguei com voz de desespero para minha mãe, assustando-a, por um motivo que eu sabia ser horrivel pra mim e não pra ela. Quando no momento seguinte ela já estava comigo, eu desabafava o odio, e lembro que urrava "eu desejo a morte desse homem!!! EU QUERO VER A MORTE DELE! EU QUERO QUE ELE MORRA!!!" (eu tinha certeza que havia sido um homem que provavelmente teria escalado de uma distancia proxima, provavelmente o vizinho escroto do andar de cima) Num crescente de odio tão grande, que me levitava a cada frase, para desespero da minha mãe que pedia para eu não falar daquela forma Era inutil. Durante o sonho, por três vezes eu fechei os olhos e falei "não, isso é um sonho, eu vou olhar de novo pra minha varanda e nada disso realmente aconteceu", e nada. Continuava tudo lá destruido. Eu ligava pelo interfone e pedia para que alguém chamasse o chefe da segurança do predio porque minha varanda tinha sido invadida, mas o porteiro me enrolava e não chamava. (Lembro de ouvir o Sergio reclamar que nunca de fato havia concordado com esse sistema de segurança terceirizada) Lembro que alguns botões de azaleia tinham sobrado, mas haviam sido presos numa floreira abaixo da minha janela do quarto pelo lado de fora, de forma inacessivel. Nesse meio tempo, lembro de ver os funionários da manutenção donde trabalho (aqueles senhorezinhos simpaticos que cuidam da empresa como se ela fosse um grande jardim) vindo para me ajudar a colocar tudo no lugar. Eu fiquei furiosa, porque queria a força violenta dos chefes da segurança e tudo que eu consegui foram o Senhor Moura e companhia... Um deles se pendurou de maneira muito arriscada para trazer a floreirra da azaleia de volta, o que me deixou mais tensa ainda. Eles eram as unica imagens que transmitiam paz. No meio dessa bagunça, ainda com um odio absurdo no coração, eu me vi com um filhotinho bem pequeno de gato branco nas mãos. Nesse momento, temi que todo aquele odio que me fez levitar fosse pra lugar erradoa. Que a energia das minhas mãos estivesse contaminada com esse odio todo e pudesse prejudicar, ou até matar aquele gatinho tão indefeso. Ou pior, eu tinha quase certeza que por conta do meu odio a vida do gatinho, e talvez a dos meus pais, pudesse ser encurtada...

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Escrito por Ann Burrows às 08:49:54 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

03 de Agosto "Sem Titulo"

"Sem titulo" poderia ser o titulo para qualquer coisa na minha vida nesse momento. O que por si so já seria uma ironia. Seria mais certo considerar que não existe o campo de "titulo" para minha vida nesse momento. Nem sei se existe "conteudo"... hahahah Mas com certeza titulo, titulo, não tem. Desliguei o modo "discriminativo", por isso não ando conseguindo escrever. Quando li esse trecho de um livro do Joseph Campbell, me identifiquei: "Agora olho para trás na minha vida e posso dizer que é maravilhosoo momento em que percebo que não estou me esforçandopara realizar mais nada. O que estou fazendo agora não é um meio de conseguir alguma coisa mais tarde. Depois de uma certa idade, não há futuro e, de uma hora para outra, o presente se torna rico e se transforma naquilo que você está vivenciando no momento" Ontem foi Sabbath de Imbolc, e fizemos uma Boneca de Brigith, eu, Wagner e Mamalê. Eu sempre fico meio tensa quando tem que preparar coisas para o Saba, principalmetne quando é durante a semana, mas o Sérgio me ajudou e tudo correu bem. A bonca da Lê mostrava a gestação dela, a do Wagner, a nova fase de descobertas emocionais e espirituais conjugadas com o tremendo potencial sensorial que ele sempre teve. A minha, bom, a minha era uma boneca bonita. Não consegui explicar muito ela ontem, so sei que gostei muito. Ela era branca e delicada. Queria fazer alguma cosia branca e delicada. Só hoje na hora do almoço é que pude perceber uma cosia simbolica bem interessante: o algodão que era pra ser usado de enchimento acabou virando a propria boneca. O que era de dentro virou fora. E diferente do que a proposta pedia, eu sinto que a minha Brigith era uma anciã. Comecei a fazê-la pela perna esquerda, e o corpinho foi composto do que sobrou dum corte do xale da boneca da Lê. Assim como os desenhos, eu não tive controle de nada, não visualizei nada... Simplesmente fui seguindo o que a boneca pediu pra ser. Até a caminha dela eu fiz. Até o Bastão! (feito de um ramo de milefolio, de azaleia e uma flor de brinco de princesa, todas secas). Não consigo produzir nada que seja "artistico" intencionalmente: tudo tem que ter uma carater mistico, de auto exploração, de, de alguma forma, ser maior do que eu e minha vontade. Por isso talvez nunca consegui entender quem "desenha" ou "faz arte" por encomenda. E talvez por isso tenha me dado mal na faculdade... Puxa, até que consegui falar um puco mais agora... Esta noite sonhei com Valinhos. Pensava que não podia ficar longe daquele lugar a medida que andava por lá, que eu experientava uma felicidade completa e plena quando estava por lá.... Lembro de alguém tentando arrombar a porta de entrada do meu apezinho, e no fim do sonho, de novo em Valinhos, lembro que a imagem do Sérgio se mesclava à do meu pai. Tinha algum perigo lá em Valinhos, a Edilene tava junto e nós estávamos nos preparando para ir embora. Na verdade a casa lembrava a de São Vicente por dentro, mas a vista da janela era Valinhos.

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Escrito por Ann Burrows às 13:22:50 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

24 de Maio "As convenções sociais e os valores morais são como uma bota ortopédica mal ajustada num pé sadio: só serve para deformar a verdadeira função do pé." Tem umas coisas que acontecem, que se eu não estivesse já tão acostumada às sincronicidades da vida acharia que seriam coincidencias assustadoras. Sonhei, de sexta para sábado, que alguém me tatuava. Eu tinha escolhido a tatuagem de maneira muito leviana, parecia que não tinha consciencia de que uma vez feita, ela não sairia mais. Como sempre imaginei que faria uma tatuagem pequena e delicada, não prestei muita atenção ao trabalho do tatuador. Só fui perceber o tamanho do "estrago" quando vi que ele finalizava a tatoo no final da minha coluna, quase na minha bunda escrevendo Jesus. Nesse momento eu fiquei agitadíssima: eu não queria que escrevessem isso nas minha bunda porque de forma nenhuma isso tinha reflexo nas minhas reais convicções. E assim, quando olhei para o meu corpo, vi que havia uma enorme e grossa cobra colorida subindo pelo lado esquerdo, sinuosa até terminar com a cabeça no meu peito do lado direito... Pensava comigo que nunca mais poderia usar um decote porque essa cabeça de cobra imensa e colorida deixaria tudo muito vulgar. E o pior é que tatuagem não sai!!!! Eu pensava que teria algo mais elegante e discreto no meu corpo, mas que agora a coisa tinha saido do controle e me marcado demais. Já varias vezes eu havia sonhado com cobras, mas nos sonhos elas sempre estavam pelo chão de alguma forma me ameaçando. Sempre tentava achar alguém que as pudesse matar, mas as pessoas que punham as "mãos" nelas na verdade nunca as erradicavam de fato: apenas tomavam atitudes paliativas e pouco eficazes. Agora era diferente. Agora a cobra estava gravada no meu corpo, colorida e vulgar. E novamente a referência de lugar é da casa dos meus avós. Naquela mesma noite fui assistir Codigo da Vinci. Tinha uma certa expectativa acerca desse filme porque sabia que seria uma ficção envolvendo tudo que eu sempre gostei de ouvir o Joseph Capmbell dizer. Contudo, me decepcionei um pouquinho com o filme. Exceção feita apenas para o trecho em que o personagem do Ian McKellen explica as relações entre o paganismo e o cristianismo, bem como a supressão do feminino sagrado da cultura crista. A maneira como o feminino para ser sagrado deveria ser casto e "não-autentico". Como se a natureza primeira da mulher devesse ser sempre negada. Foi um dos momentos mais marcantes dos ultimos tempos. Como se algo muito poderoso dentro de mim dissesse "É ISSO!" Na noite do sábado, para matar um pouco o tempo, subi na cobertura do prédio e fiquei lá sentindo o vento norte da noite. Vendo a cidade de lá de cima, com aquele vento soprando livre e solto, pude sentir um pouco de "vida". Olhando as luzes, a cidade, já não conseguia achar tudo tão bonito quanto sempre achei. Apesar da beleza urbana da noite eu agora via, na verdade, um grande armazem de caixas com pessoas armazenadas. O concreto não tem vida e essa foi a vez em que eu senti isso mais forte: pessoas armazenadas em caixas frias e sem vida. Elas se guardam para o quê? Porque elas estão ali armazenadas? Essa imagem me fez lembrar um trecho do filme do Harry Potter onde ele entra na Loja do Olivaras para comprar a sua varinha (elemento mais importante para quem quer ser bruxo). Na loja, uma sucessão imensa de varinhas encaixotadas esperam o momento para "serem" alguma coisa. No momento em que eram escolhidas, elas saem de lá e seguem o seu destino. Olhando a cidade sabado a noite, via todas aquelas pessoas sem suas caixinhas, como numa imensa loja de Olivaras e pensava: em que momento essas varinhas das caixinhas iluminadas, são escolhidas para seguirem os seus reais destinos...? Me deu uma certa tristeza ver que algumas (muitas) varinhas ficarão guardadas nessas caixinhas até perderem sua essencia primeira. E o pior, sem nem sequer saber que tinha uma essencia muito maior que as suas "caixinhas iluminadas".... É isso.

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Escrito por Ann Burrows às 12:58:25 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

18 de Abril

Eu tenho um amigo tão fluído quanto o signo de peixes, (signo dele por sinal). Quando o tempo aqui fica com cara de “Sul” eu sempre sinto a presença dele. Ironicamente, suas palavras me cutucaram nessa manhã... Por uns textos esquecidos em algum lugar da net, revi imagens que lembraram uma “Ana” que começou a se estruturar no ano que passou. Uma Ana genuína e completa mas que ainda deixa um rastro muita ansiedade por onde passa. Por isso, olhando meu reflexo no monitor, percebi que essa Ana não está visível nesse momento. Eu não sou mais a mesma: estou mais perto de mim mesma quanto poderia chegar, e isso é bom. Enquanto isso, o tempo vai me aconchegando. Obrigado por me lembrar disso, amigo.

Escrito por Ann Burrows às 11:36:16

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What now, What next, Where to? - UOL Blog [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

06 de Abril Tempo, tempo, mano velho...

A vida anda normal. Vindo de mim, esse comentário poderia ser considerado uma total anormalidade. Curioso. "Porra Ana, que letrinha minuscula!!!!" "Vc acha?" "Cara, muito pequena mesmo. Você é louca!" "São seiscentas e poucas paginas, vc acha que eu vou imprimir isso tudo?!?!?! Botei quatro por folha." "Ana, vc vai estragar a vista." "Vc acha?" "É claro, vc vai ficar com problemas na vista cedo." "Cedo Bruno?!?!?! Cê é louco?! Tô com trinta e dois anos e nunca precisei de oculos na vida. Se eu começar a ter problema agora com certeza não vai ser mais CEDO!!!!" Não vai ser mais CEDO. Ás vezes olho em volta, (principalmente agora que todas aquelas questões que sempre me encheram a cabeça e tomavam a minha atenção deram um certo sumiço) e penso que essa será uma época que vai deixar muita saudade. Sinto o tempo passando mas agora sinto uma "agradavel resignação". Acho que "agradável resignação" não existe. Deve ser então uma "serena aceitação". Isso, serena aceitação" é o que eu quero dizer: tenho trinta e dois anos e muita coisa ainda vai rolar. De qualquer forma, acho que a gravidez da Leandra me fez ter certeza que a frase "bemvindo ao mundo dos adultos" já ecoa bem longe do ponto em que estou agora... Já está bem pra trás. Well, só me toquei disso agora. Às vezes tenho esses lapsos, vejo as fotos da minha turma, penso no fim que cada um deles levou e reflito no fim que cada um ainda vai tomar. Quando vejo meu pai comentando de algum amigo falecido, automaticamente me imagino falando a mesma coisa daqui a alguns anos, ou ainda, imagino alguém falando isso de mim daqui a alguns anos. "Puxa, Patricia, vc viu quem morreu? A Ana, aquela que gostava do Elvis, lembra dela?" "Meu Deus, a gente estudou juntas... Parece que foi ontem que a gente se viu no dia da colação de grau!!!" "Pois é. Triste né?" Tão tragico quanto natural. Depois de toda a badalação, resolvi assitir Harry Potter. Gostei tanto que agora to lendo o 5º livro. E foi por isso que resolvi escrever. O gostoso de ler o livro é que vc sente o que o menino sente. E ele sente muita solidão. Vou deixar aqui um trechinho... " O coração de Harry meio que virou. Sua mãe e seu pai sorriam para ele, sentados lado a lado de um homem que tinha os olhos cheios de lágrimas, que Harry reconheceu de imediato como sendo Rabicho, aquele que havia traído seus pais, dizendo a Voldemort onde estavam escondidos e então ajudando em sua morte. ... Mas Harry, fechando a porta do seu quarto atrás de si dez minutos depois, não achava a Sra. Weasley tola. Ele podia ver seus parentes olhando para ele da velha e carcomida fotografia, inconscientes de suas vidas, como a maioria daqueles ao redor deles. A imagem do Bicho-Papão aparecendo como o corpo de cada membro da família da Sra. Weasley ainda aparecia na frente de seus olhos. Sem aviso, a cicatriz na sua testa queimou em dor e seu estômago doeu horrivelmente. - Pare com isso! - disse firmemente, esfregando sua cicatriz enquanto a dor sumia. - O primeiro sinal da loucura, falando para sua própria cabeça - disse uma voz astuta que vinha da moldura vazia na parede. Harry o ignorou. Ele se sentiu mais velho do que nunca se sentira antes e parecia extraordinário que apenas uma hora atrás estava preocupado com uma loja de logros e com quem tinha ganhado uma insígnia de monitor."

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Escrito por Ann Burrows às 12:45:44 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

16 de Março Resposável?!?!?! Oras!

Adoro participar do orkut e de suas discussões. Dá pra ter discussões e informações bem legais lá! Desde que comecei a ter o meu jardim na varanda andei entrando em algumas comunidades sobre jardinagem e coisas do gênero. E como não pode deixar de ser, sempre tem alguma mensagem nos fazendo lembrar que a biodiversidade está ameaçada, que nós estamos acabando com o planeta. Vou deixar aqui o link para o texto original que gerou essa reflexão pra quem quiser dar uma olhada. mais uma vez, desculpem meu mal humor. O texto original do Tarcísio, muito bom e completo por sinal, está aqui: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx? cmm=5307331&tid=2453369288238014906 Aí vai: Eu confesso que não li tudo. Vou ler com calma mais tarde, mas quando leio textos como esse que nos alertam sobre os malefícios da poluição e coisas do gênero, eu me pergunto: o que o cidadão comum (ou seja a grande maioria que normalmente faz a diferença) pode fazer a respeito?

preservação!!!!

Deveríamos criar mecanismos que induzam o cidadão comum a participar, mesmo que involuntariamente, de alguma forma de

Porque, meus queridos, me desculpem a franqueza: meia dúzia de "conscientes" infelizmente nunca salvaram o mundo. Essa historia de passarinho no incêndio da floresta é bem figurativo. Ou se tem a participação de uma grande maioria ou não vai pra frente!!! Não dá pra conscientizar o "zé ninguém" a curto prazo. E é na mão de milhares desses “Zes Ninguém” que está o sucesso ou fracasso de cada programa. A única solução que eu vejo tem que vir tecnicamente de cima de maneira a induzir a preservação, mesmo que o principal interessado nem tenha consciencia disso!!! Ninguém vira pruma arvore e fala pra ela não emitir CO2, porque é tóxico. O meio se adaptou. Com essa "massa" é a mesma coisa. Mas isso, de alguma forma, não deve ser economicamente interessante... “Poluição não pontual ocorre quando poluentes são lançados indiretamente na água através de mudanças ambientais. Um exemplo deste tipo de poluição não pontual de água é quando um fertilizante é carregado até um rio pelas chuvas, afetando a vida aquática. Muitas causas de poluição, incluindo esgotos, e fertilizantes, contém nutrientes com nitratos e fosfatos, que em excesso, estimulam o crescimento de plantas aquáticas e algas. O crescimento excessivo destes tipos de organismos

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What now, What next, Where to? - UOL Blog conseqüentemente obstrui os cursos de águas, diminuindo o oxigênio dissolvido nas mesmas, enquanto elas se decompõem, bloqueando a luz, impedindo-a de passar para águas mais profundas. Isto por sua vez é bastante prejudicial aos organismos aquáticos, pois afeta a capacidade respiratória dos peixes e dos invertebrados que vivem na água.” Vocês, assim como eu, talvez pudéssemos abrir mão desses confortos civilizados em função de um bem maior. Mas quem mais o faria? A maioria? Vcs sinceramente acham que a nossa civilização quer abrir mão de todo o “conforto” a que foi acostumada e que conquistou ao longo dos séculos? Abrir mão da produção em larga escala, por exemplo? É como querer frear um carro em alta velocidade!!!! Não conseguimos conscientizar nem o babaca que joga lixo pela janela do ônibus mesmo com uma lixeira a menos de 1 metro!!! Como o detalhe mórbido que normalmente são esses mesmos babacas que aparecem no noticiário chorando desesperados em dia de enchente porque perderam tudo... O bueiro que ele mesmo entupiu.... E não me venham com o papo de que eles não sabem porque agora a informação é de todos: todo mundo pode não ter nem casa, mas com certeza tem uma televisão. O que deveríamos fazer? Mudar pro meio do mato e criar uma sociedade auto suficiente??? Acho o conceito incrivel, mas quando todo mundo começar a fazer isso vai chegar um momento em que saturaremos tb esse recurso. Tem muita coisa que precisa ser repensada, o poluição e a devastação são apenas a ponta do iceberg de uma sociedade que se amplia como numa metástase. Um exemplo que sempre me ocorre nesse tipo de polemica é o dito carro movido a eletricidade. Será que é uma coisa tão absurda? Porque não rola? Não teriamos a tal dependência do petroleo, bem como não teriamos o tipo de poluição que é o mais malhado (e manchas de oléo no mar não mais existiriam). Porque então essa forma alternativa de energia não é uma realidade? E a energia solar? Acho que não é interessante economicamente. Nesse aspecto, posso dizer que estou fazendo a minha parte: não tenho carro (apesar de ter aprendido a dirigir com 15 anos) e optei em morar no centro de Sao Paulo para não ter que depender de um. Mais do que isso, a esse respeito, EU não posso fazer. Mas tenha certeza que se 80% da população fizesse o mesmo, teríamos uma tremenda dor de cabeça para muita gente. Desde empresas inteiras repensando seus conceitos (o que seria bom) até as pobres familias que ficariam fora do mercado de trabalho (o que será péssimo). Portanto, o que fazer?!?!?!?! Desculpem o mal humor, mas essa é uma revolta que me acompanha há algum tempo. Não é uma critica ao texto em si (que me pareceu, até onde eu li, muito bom), mas na verdade é uma reflexão sobre ele: Não gosto de me sentir culpada pelo meu esgoto - O buraco é mais embaixo!!!

Escrito por Ann Burrows às 07:09:59 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

23 de Fevereiro Chicão!

Não me pergunte o porquê, mas essa é a musica do Chico Buarque que marcou mais a minha infância. E agora que comprei o CD do único disco dele que eu tinha, percebi que ainda A D O R O ela! Com vocês: Hoje eu sonhei contigo, tanta desdita, amor nem te digo Tanto castigo que eu tava aflita de te contar Foi um sonho medonho desses que às vezes a gente sonha E baba na fronha, e se urina toda e quer sufocar Meu amor vi chegando um trem de candango Formando um bando mas que era um bando de orangotango pra te pegar Vinha nego humilhado, vinha morto-vivo, vinha flagelado De tudo que é lado vinha um bom motivo pra te esfolar Quanto mais tu corria mais tu ficava, mais atolava Mais te sujava, amor, tu fedia, empesteava o ar Tu que foi tão valente chorou pra gente, pediu piedade E, olha que maldade, me deu vontade de gargalhar Ao pé da ribanceira acabou-se a liça e escarrei-te inteira A tua carniça e tinha justiça nesse escarrar Te rasgamo a carcaça, descendo a ripa, viramo as tripas

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Comendo os ovos, ai, e aquele povo pôs-se a cantar Foi um sonho medonho desses que às vezes a gente sonha E baba na fronha e se urina toda e já não tem paz Pois eu sonhei contigo e caí da cama Ai, amor, não briga, ai, não me castiga Ai, diz que me ama e eu não sonho mais

Escrito por Ann Burrows às 18:30:21 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

29 de Janeiro Bonsai de gente

Meu Deus, como eu gostei dessa foto que descobri ontem com a minha mãe! Na verdade essa foto é do aniversário de um amiga, mas eu fiquei impressionada com a minha carinha de Ana. eu sempre tive carinha de criança Paula, mas nessa foto eu to com cara de Ana.... Um bonsai da Ana de hoje.

Perfeita!

Escrito por Ann Burrows às 19:48:13 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

28 de Janeiro Feliz Ano Novo

XIN NIAN HEN KUAI LE!!!!!!!!!!

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Escrito por Ann Burrows às 00:37:56 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

06 de Janeiro Final de capitulo

Por um momento revi as minhas paixões, e desta forma pude entender as restrições como forjadoras da alma. Num outro momento senti que perdia a mão. Que talvez escrever não fosse fazer mais parte da minha vida. E desta forma compreendi o desapego como abertura para a vida. Agora estou mais madura, mais mulher. Somos veículos. E pra variar, a felicidade é um contexto, e não um fim.

Escrito por Ann Burrows às 12:21:47 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

19 de Dezembro Dias Felizes

Falar de mais uma musica do Elvis chega a ser previsivel, eu sei. Mas um dia desses um amigo do Orkut, da comunidade Elvis Presley Brazil, me ofereceu "love song of the year" em um dos topicos. Poxa, esse rapaz sem querer reescreveu esse meu fim de ano. Sabe aquela musica que fica lá no cantinho da memoria e que vc não escuta há um puta tempo, não porque vc não goste, mas porque vc não tem uma vitrola pra ouvir aquele vinil velhão que vc ganhou anos e anos atras? Pois é. Agradeci a lembrança, e corri no Shareaza pra tentar ver se achava a musiquinha. Achei. Sem parar pra entender a letra ela me trouxe a lembrança dos meus natais felizes. Pra variar, o cheiro de chuva... Quando eu dizia que o album "Promised Land" me lembrava os dezembros chuvosos, as tardes de bicicleta, a vida solitária mas feliz, com certeza me referia a essa musica. Ela tem um astral muito parecido com "Here comes de sun": ela é doce. Uma musica doce, com têmpera de ferida cicatrizada. De "daqui pra frente vou continuar a ser feliz". A cicatriz, ao inves de deformar, virou diferencial, virou charme... Musica com cara de sorriso de final de tarde de sol depois da chuva de verão. Dai, depois de ouvir ela pela enésima vez, eu fui buscar a letra. E pra falar a verdade, é nessas horas que eu sinto como naquele sonho onde eu via o Elvis num telão, e mesmo sabendo que era so uma imagem, eu sentia que de alguma forma ele olhava pra mim... Essa manhã ele cantou pra mim, pra me lembrar que nenhum passo pra frente é pequeno demais. Bom, ai vai a letra.

Elvis Presley - Love Song of the Year I used to laugh when I should cry I used to let these feelings pass me by But now that I believe them I got no-one to leave them to me You see I traded love for what I thought must be free

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So I confess my loneliness And I guess I've lost the best of the year That I have lost it through my fingers like a golden breath of air If I cared I wouldn't be singing this love song of the year I know the time cannot erase the days Love is past and I've gone away From now on I'll make it very clear Cos' I don't want to write Another love song of the year It's a lonely song and not too clear But to me it's very dear I guess this song can only be My feelings went out in the sea of love To me this has got to be the love song of the year I know the time cannot erase the days Love is past and I've gone away From now on I'll make it very clear Cos' I don't want to write Another love song of the year I used to laugh I used to cry I used to laugh, these feelings passed me by From now on I'll make it very clear cos' I don't want to write anothe love song of the year...

Escrito por Ann Burrows às 16:42:37 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

17 de Novembro 1 de 2 - Dia nublado, pensamento sombrio ..."Ana, escreví muito sobre o JD hoje, na minha comunidade e na do Elvis, aproveitando que hoje é aniversário de morte dele"... ..."que louco o cara morrer dias depois do aniversário... cola ai o que vc escreveu nego: não quero chegar em casa.. demora muito"... ..."Homenagem 16/11/2005 11:13 Hoje, 16/11, faz 7 anos da morte do J.D. Sumner, que morreu dormindo, em uma excursão dos Stamps pela praia do Myrtle, na Carolina do Sul, no dia 16/11/1998. Seria legal se alguns de vocês escrevessem alguma coisa em sua homenagem. "Mr. Sumner, sua voz e pessoa ainda é lembrada com saudades por nós, nas músicas com o Elvis ou sem ele. Da mesma forma que você era um pai pra ele, também gostamos de você de uma maneira paternal, por nos envolvermos tanto com o Elvis." ... ..."que gracinha!"...

Escrito por Ann Burrows às 08:14:52 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

2 de 2 - Dia nublado, pensamento sombrio "Morreu três dias antes Ana* Curiosidade 16/11/2005 10:38 Vejam um exemplo da importância do J.D. Sumner ao lado do Elvis.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Sumner fez umas revelações a um repórter em 1980, vou destacar uma parte conhecida como "Elvis quis matar Mike Stone". Sumner falou da fúria que se apoderou de Elvis Presley, quando descobriu que sua esposa, Priscilla, o estava traindo com o instrutor de caratê Mike Stone. Sumner disse "Elvis queria mandar assassinar Mike Stone. Isso aconteceu às 4h30min da madrugada, num dia de 1973, no Hotel Hilton, de Las Vegas". E acrescentou: "Nessa noite eu estava num quarto do 28º andar, quando, em plena madrugada, o telefone tocou. Era Joe Esposito, um dos membros da chamada Máfia de Memphis, que me pedia para subir, com urgência, à suíte de Elvis, no 30º andar. Encontrei-o na cama, furioso, com a mão direita inchada e esfolada. Estivera dando murros na parede. Acabara de saber que sua esposa era amante de outro homem". Fui logo perguntando, "Mas o que é isso, Elvis? Que diabos aconteceu?" Ele disse: "Aquele filha de uma cadela, o Mike Stone, tomou a milha mulher...Eu tenho que matar aquele filho de uma cadela!" Sumner diz que nunca tinha visto Elvis Presley tão enfurecido e tão violento. Precisava pensar depressa. E lhe declarou: "Pois então me dê a sua pistola! Telefone ao piloto do seu avião para que ele me leve agora mesmo a Los Angeles, onde o tal Mike Stone se encontra. Eu sei onde ele vive e o encherei de balas..." Sumner disse que Elvis ficou tão desconcentrado com a rapidez de sua decisão e disse: "Não, não quero que você faça isso..." Era evidente que J.D. Sumner não tinha a menor intenção de matar o amante de Priscilla, apenas disse que o mataria. Summer explica: "Falei isso para Elvis na intenção da fazê-lo se convencer de que eu estava solidário com ele. Achei que, na ocasião, era o que de melhor lhe poderia dizer" E continua J.D. Sumner: "Naquela madrugada, resolvemos rezar. E disse a Elvis: Ouça, quando uma pessoa está numa situação dessas só ha uma pessoa que pode lhe dar alivio e consolo. Essa pessoa é Deus. Você quer me acompanhar numa oração?" E sua resposta foi sim. "Então chamei todos, inclusive Red e Sonny West, seus primos, que acabariam escrevendo um livro devastador contra ele anos mais tarde. Segurei uma das mãos de Elvis e rezamos. Depois dessa reza, ele se acalmou e foi dormir. O mais extraordinário foi o que aconteceu depois que ele acordou. O furor homicida da véspera havia desaparecido. E Elvis, arrependido, queria mandar de presente a Mike Stone um valioso colar. Eu lhe declarei que não fizesse isso e não o transformasse num dos nossos. Tão descabida quanto a reação anterior. Mas era perfeitamente explicável. Elvis começou a se analisar e a culpar a si mesmo pelo fracasso do seu casamento. O verdadeiro culpado era ele mesmo e não Mike Stone". Depois de tudo isso, J.D. Sumner comentou "Mas é preciso que se diga, foi o próprio Elvis quem lançou Priscilla nos braços do amante, exigindo que ela tomasse lições de caratê com ele. Eu nunca deixaria minha esposa numa cidade, tomando lições de caratê com outro homem, e ir cantar num cassino de Las Vegas, durante um mês inteiro. Alguma coisa poderia acontecer. E, na verdade, aconteceu!". Por vezes, Sumner tinha de ouvir durante seis horas a fio as confidências do cantor, ainda confuso com seu drama intimo. E, ao fim de tudo, Elvis perguntava: "Mas o que aconteceu com a minha vida conjugal? Que aconteceu comigo e Priscilla? Não posso falar com meu pai sobre essas coisas, prefiro falar com você". De uma coisa J.D. Sumner teve certeza: O fim do casamento com Priscilla marcou o começo da derrocada final de Elvis Presley. "... ..."Não consigo parar de ler e reler isso que vc me mandou. Principalmente o final. As vezes penso que cada um tem um desafio a lidar. O dele (assim como o meu) era tentar enxergar além das proprias necessidades. Enxergar que generosidade não é band-aid, e nem superbond. As vezes acho que foi tudo uma grande cagada do destino.(lembra? oops! esqueci de trocar a agua do peixinho). Meu Deus, qual era a grande lição? O dia que eu desvendar a dele, eu acho que desvendo a minha."... ... "Talvez não haja grande lição...

Se isso for verdade, tenho que estar preparada. ...não ha grande lição... Meu Deus. Isso é pesado!"

Escrito por Ann Burrows às 08:14:18 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

21 de Outubro Detesto rimas. Meu cabelo tá meio sem corte, Minha vida tá meio sem norte. Eu vou pro sul, ...

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What now, What next, Where to? - UOL Blog tem fogo INTEIRO por lá.

Escrito por Ann Burrows às 11:04:00 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

11 de Outubro Sábado tivemos um dos nossos raros momentos felizes. Apesar que "raros" é um pouco de exagero: Somos felizes, oras! De uma forma discreta, às vezes incompreensível, nós somos. "Olá Paula, Essa foi uma das melhores fotos..." Com certeza, foi. Estamos no caminho, entre peras e jacares, tentando chegar lá.

Escrito por Ann Burrows às 21:49:20 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

25 de Setembro Charmosa Safiri Como poderiam dois personagens estarem tão presentes dentro de mim dessa maneira. Existiam duas Anas: A que ansiava por ser salva, a eterna vitima, vulnerável, o corpo a ser recolhido, as donzela insconciente a mercê do seu salvador, e a moleca, que queria jogar taco na rua, futebol no quintal da avó, que adorava andar de bicicleta, adorava video game, que queria ter uma casa na árvore, que tinha meninos como melhores amigo: legais e

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descomplicados... Uma mescla estranha de Penelope Charmosa com Princesa Safiri! Nos meus sonhos de criança e pré-adolescente, a maternidade e as prendas domesticas nunca tiveram vez. Nunca. Adorava minhas Barbies e Susies, porque com elas e o unico Falcon que eu tinha (pra 3 Barbies e 2 Susies) eu encenava as aventuras mais libidinescas possiveis dentros dos limites do meu conhecimento da idade: donzelas em perigo sendo perseguidas e salvas... Uma vez, achei um disco entre as coisas do meu pai que tinha Bolero de Ravel do lado A e Aprendiz de feiticeiro do lado B. Lembro bem da sensação que tive quando falei que queria brincar de "bruxa" com aquela musica. Me fantasiei com uma roupa que tinha de fada, mas com um batom vermelho e uma cara de perversa, fechei as janelas e as cortinas da antiga sala e queria fazer um sacrificio com a coitada da Filomena - ou queria que ela fizesse comigo...sei lá. Mas ela não entrou no clima. Como nunca ninguém entrava. Todo mundo que eu provocava, podia ver nos olhos uma certa incredulidade de quem não associa nada tão demoniaco em uma criança tão doce (como eu sempre fui). Acho que por isso que eu gostava tanto da Princesa Saphire. Achava o máximo aquela dupla personalidade, porque eu mesma tinha aquilo muito cindido e latente. Principalmente na infancia. O engraçado é que até os 13 anos não tive absolutamente nenhuma curiosidade sobre sexo, como algumas amigas tinham desde os 8/9 anos... Mas eu tinha uma libido extremamente pronunciada dentro da linguagem que eu conhecia. E meus coleguinhas, esses me achavam uma moleca... Uma molecona. Tinha procurado umas fotos da princesa Safiri pra colocar aqui, mas achei essas da minha infancia mais simbolicas... Além de bonitas. nessa epoca eu tinha um sorriso mais espontaneo.

Escrito por Ann Burrows às 16:22:36 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

14 de Setembro Mingau de Maisena de Chocolate Eu tive um sonho estranho no sábado pro domingo. Não me lembro de muitos detalhes, mas o mais forte é de ver um instrutor negro (com cara de Norton Nascimento- negro com cara de sábio - acho que por conta do Alto da Compadecida) dando a entender que era muito dificil me fazer vivenciar verdades transcendentes porque eu era consciente demais. No momento em que ele me disse isso, eu me envaideci, mesmo sabendo que isso era prejudicial pro meu desenvolvimento como pessoa. Ele exemplificou pegando um prato de mingau de maisena de chocolate quente e uma pessoa comum, que no caso era uma moça que trabalha comigo. Me explicou algo do tipo: "se ela tem que passar por essa experiencia de colocar o dedo no prato de mingau quente, e portanto sentir o dedo queimar, o fato de ter "consciencia" do significado do "ritual" e tudo mais, não

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What now, What next, Where to? - UOL Blog invalida que a experiencia tinha que ser vivida. A imagem que eu tinha era de me ver ponto o dedo dentro do prato e quando começava a sentir queimar, eu rapidamente limpava o mingau na beirada fria do prato e explicando que já tinha "entendido" o sentido da experiencia.

Ele olhava pra mim, ria com paciencia, e dizia... Olha aí. Assim não dá.

Escrito por Ann Burrows às 12:05:07 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

05 de Setembro Medo Azularroxeado Lendo um pouco sobre Reiki, confirmei um lance que já tinham me dito no ano passado sobre minhas vigilias noturnas para escrever... Tinha alguma coisa se realinhando dentro de mim. Mas tenho a impressão que em um determinado momento essa coisa "esfriou" da pior forma: "Antes,a Alma ardia Agora,o estomago queima Nada mais dói - 02/012/04" Subutilizada. Fui dormir pensando nisso. Meio tensa também com o Sérgio, que estava meio estranho, (não ele como pessoa, mas alguma coisa em torno dele) e sei lá mais o quê. De repente me vi com a minha mãe. Não lembro ao certo onde estávamos, mas via no seu jeito um certo ar de cobrança. Não sentia confiança nela. Ela me revelava que eu fiz bem de ter me contido a respeito da morte do meu primo (aquele meu primo preferido) de leucemia entre outras coisas. Que ela tinha escondido aquilo de mim e eu fiz bem de não ter perguntado nada, e que portanto, isso tinha ficado subentendido..... ela me tratava de um jeito meio traiçoeiro. A medida que ela me dizia isso, eu ia ficando puta porque ela tava colocando palavras na minha boca: eu nunca tinha nem desconfiado que o Ricardo tinha morrido, muito menos de leucemia. Sentia que todo mundo sabia disso menos eu. E quanto mais eu dizia que eu nem desconfiava, que ela tava errada de achar que eu sabia e não "esmiucei" o assunto, mas ela afiramva que ela sabia que eu sabia. Num determinado momento, mesmo sabendo que eu podia dramatizar tudo isso dizendo"mas como!? meu primo morreu?!" e etc etc, eu olhei pra ela e falei friamente, conforme eu estava sentindo" tá, morreu, que mais? pagina virada." Acho que ela começou a me revelar outras coisas, mas todas elas tinham um tom de cobrança emocional. Ela falava como se me desse razão, mas era dúbio. Ela estava subliminarmente me cobrando: "vc fez bem em ter ABANDONADO x, y, z. Era isso que deveria ter sido feito mesmo... "E eu me sentindo cada vez mais desconfortável. Tudo que ela dizia tinha relação com a familia do lado dela. Num determindo momento, estávamos no quarto dela e do meu pai, o maior, em frente a janela. Mas ou menos na posição daquela foto "autumn time" do orkut. Só que na frente ou embutido no armário tinha um fogão. Enquanto falávamos, eu vi que ela desligava o gás girando um dos botões. No que ela girou, ela cortou o gás mas deixou o botão desalinhado. Eu lembrei da neura do meu pai com isso e fui tenar alinha-lo. Quando fiz isso o gás começou a vazar, vazar, vazar... e eu não conseguia mais controlá-lo. Daí, enquanto minha mãe ficava na frente do botão tentando fechá-lo novamente, eu corri pra fechar o botijão que ficava perto da porta do quarto. Virei todas as manivelas possiveis mas o gás não cortava. Já sentia minha garganta raspar. Quando senti a garganta raspar, corri pronde tava minha mãe: eu sabia que ela não iria ter força com aquele gás todo e ia tentar tirar ela dali. Quando cheguei perto dela,

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ela já tava meio mole e esse seu estado me fez lembrar de todos os meus medos de infância. Medo da fragilidade da minha mãe. Queria tiara ela dali, mas antes abri a janela pra dissipar um pouco o gás. Mas o medo da fragilidade da minha mãe era grande, de que aquilo fosse maior do que ela poderia aguentar. A unica certeza que tinha, é que se tinha alguém que deveria cheirar aquele gás era eu, e nâo ela. Acordei em panico, aquele tipo de panico que não passa, mesmo com os olhos bem abertos. Comecei a sentir que aquilo era real, que de repente meu pai, grogue de tudo sem a minima noção, poderia deixar o gás ligado e matar a todos, e coisas do gênero. Via claramente a fragilidade da minha mãe dentro daquele ambiente obscuro que aquela casa pode ter. Quando eu ainda estava lá, eu sentia que essa obscuridade parava em mim. Mas agora que eu não estou, sinto que ela pode não ter limites... Tive muito medo.. panico pra falar a verdade. Pensei em ligar, mas as vezes acho que se acordasse a todos poderia sim acabar causando algum probelma. A sensação que tenho é que está tudo mal colocado que que qualquer movimento brusco pode derrubar tudo. Só queria me esconder e esperar isso tudo passar. Daí me levantei. Sabia que não ia adiantar falar com o Sergio porque ele realmente está muito estranho. Espiritualmente estranho. E só pra confirmar novamente, fiz o teste da cor. Qual a cor do meu medo. Fechei os olhos e tentar ver alguma cor, como manda naquele teste. Sem duvida é azul celeste arroxeado. Essa é a cor do meu medo. A cor do amanhecer. Eu detesto o amanhecer. Ontem sonhei com o sacrificio do cachorro do Paulo. O meu amigo Paulo tinha um cachorro que já estava doente há algum tempo. Tinha já uma certa idade, mas estava sendo tratado de todos os choques espirituais que ele parecia filtrar. Eu sempre pensava comigo quando perguntava do Rachid "é, ele pode estar melhor, mas já tá velhinho, um dia ele se vai... será que o Paulo percebeu isso?" Toda vez eu perguntava e ele respondia "tá melhorando"... E eu me pegava pensando, meio melancolica. Outro dia perguntei e ele respondeu: "tá no céu!". Me senti aliviada pelo cachorro, mesmo sabendo da tristeza do meu amigo de perdê-lo bem no dia do seu aniversário. Então sonhei com o momento do sacrificio: o momento em que o Paulo percebeu que não valia mais a pena mantê-lo vivo, que já não existia nada que o prendensse aqui. Lembro dele aplicando algum tipo de injeção (nesse ponto me pareceu com a morte da karenin do "insustentável leveza do ser"). Lembro do seu ultimo suspiro e do jeito do Paulo depois, meio agitado tentado "falar para esquecer"... Bom esse foi meu fim-de-semana. Teve coisas legais? Teve! Muito. A festa da sábado, o papo da sexta-feira... Mas é estranho. Tem alguma coisa sombria rondando meu "lapso de cores". Talvez seja só a vida.... Talvez eu já esteja meio de saco cheio de sentir tanta energia autodestrutiva por perto... Existem energias autodestrutivas explosivas (como a da minha mãe) energia autodestrutivas frias (como a do meu pai e do sergio). Sei lá. E eu ali achando que quem tem estrutura pra "cheirar o gás" sou eu... Saco. Talvez, por hoje, sinto que preciso de cores! Ah, se alguém se interessou pelo papo da "cor do medo" clica nesse link http://somostodosum.ig.com.br/testes/cordomedo/

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Escrito por Ann Burrows às 04:49:43 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

03 de Setembro Um Lapso de Cores II

...Tens um não sei que de paraíso E o corpo mais preciso Que o mais lindo dos mortais Tens uma beleza infinita E a boca mais bonita Que a minha já tocou...

Escrito por Ann Burrows às 09:21:26 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

18 de Agosto SONHO TUMULTUADO: Me lembro de ouvir a Gisele dizendo que não via a avó há quatro dias. Eu estava na segunda sala da casa dos meus pais e de alguma forma ficou subentendido que ela já havia sido procurada em sua própria casa, portanto não perguntei mais. Eu sabia que ela estava morta, mas ninguém a encontrava. Nesse meio tempo, lembro de ver um aquario daqueles tradicionais redondos com três peixes dentro. Três peixes dourados. O aquario estava debaixo do vaso de flores de plastico antigo que a minha mãe sempre teve. Aquele que tem folhas verde escuras que parecem azevinho. A mesa de jantar estava perto da parede do banheiro. Tive uma sensação boa, de bem estar e felicidade em ver aquela agua cristalina, as pedrinhas brancas do fundo e o laranja forte dos peixes... Essa sensação parece ter sido tão evidente que deve ter contagiado um dos peixes que de tão feliz, saltou bem alto, chegando a fazer uma pirueta no ar. Mas quando caiu de volta dentro da agua do aquario, caiu fulminado. No começo fiquei olhando, esperando que ele reanimasse (lembrei de uma video instalação da ultima bienal onde um peixe passava por muitas experiencias desagradáveis e depois ele ficava baqueado antes de levar um choque final - cruelíssimo), que talvez aquele pulo pudesse ter sido extenuante, mas não fatal. Mas ele ficou lá deitado de lado no fundo. Eu sabia agora que ele estava morto, e senti uma coisa muito ruim.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Olhei de novo pro aquario ainda tentando entender o que podia tê-lo matado. Pensei que ele podia ter enganchado o olho no azevinho de plástico. No fundo do aquario, realmente parecia que havia alguma coisa errada com o seu olho. Apesar de pensar: "tudo bem, morreu um mas ainda tem dois", eu sentia uma terrivel sensação de fatalidade. "A vida está se tornando perigosamente sem chão pra mim agora." Eu pensava, ou dizia... Não lembro. Lembro de questionar minha mãe novamente sobre a Dona Isaura (voltei a sentir toda a tristeza sombria que eu senti na epoca da sua morte em 2002), so que dessa vez eu verbalizei a pergunta para ter certeza que ela não iria ficar subentendida: "mãe, mas já procuraram na casa dela?" Ao mesmo tempo que perguntava, tinha a certeza que encontravam o corpo. Via a janela dela como se estivesse do meu quintal olhando pra cima e via a retirada e a mudança acontecendo na casa dela. Era tudo muito sombrio e tremendamente triste. Enquanto estava com a minha mãe, lembro que sentia muita tristeza mas apesar disso, so conseguia ralhar com ela da sua falta de atenção (assim como da familia toda da Isaura) de não ter procurado no lugar mais obvio. Acho que a retirada do corpo dela, somada a morte inexplicável do "peixe feliz" me derrubou. Nesse momento, meu pai chegou de terno (devia estar voltando pro almoço como nos velhos tempos em que eu ia correndo abraçá-lo quando ele chegava) E foi nesse momento que eu me permitir chorar a sensação das duas mortes. Corri pra ele e pulei no seu colo (devei ter voltado ao tamanho de criança) e chorei muito. Eu sabia que ele sentia a minha dor, e a ultima coisa que lembro do sonho é de ouvir ele dizer "Filha, não faz isso, assim eu não vou mais conseguir trabalhar"... Eu sabia que ele sofria junto comigo de me ver assim tão triste.

Escrito por Ann Burrows às 12:05:14 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

08 de Agosto Change of habit

Bom, desde que eu mudei o layout desse blog, ele não possibilita a visualização do titulo nem da descrição. É uma pena. To whom it may concern, agora ele chama "Ann Burrows - what you need/is a change of habit". Por tempo indeterminado. Elvis Presley - Change Of Habit If you're in old habits Set in your old ways Changes are a-comin' For these are changing days And if your head is in the sand While things are goin' on What you need, what you need, What you need is a change of habit Now if you're in the habit To let your temper fly When you talk with people Who don't see eye to eye And if you don't believe it There's a newer world ahead What you need, what you need, What you need is a change of habit A change of habit, a change of outlook A change of heart, you'll be all right The halls of darkness Have doors that open It's never too late To see the light

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So if you're in the habit Of putting people down Just because they're different From the wrong side of town Well, don't count on any medals son They're pinning none on you What you need, what you need, What you need is a change of habit

Escrito por Ann Burrows às 08:28:36 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

28 de Junho http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1606340

Eu podia escrever muitas coisas aqui sobre isso, mas o cara que escreveu esse texto disse tudo. O site é esse para o texto completo e até uma sugestão para um album justo: http://www.screamyell.com.br/musica/beatlesone.html

"Beatles 1 por Alexandre Matias

Não confiem em 1. Apesar de estrategicamente eleita representante oficial da história do movimento cultural mais importante do século passado, a coletânea deturpa a imagem dos Beatles em detrimento de seu integrante mais perverso: o gênio (do mal) Paul McCartney. Aqui não é espaço, e talvez nem haja, para questionar a importância do beatle na história da música gravada (afinal, o cara é o Paul McCartney), mas todos sabemos que, na verdade, Paul é o Felipe Barreto da história. Sorridente, gente boa, ativista político, pagador de impostos, Paul é o genro que toda sogra queria ter. Mas, para usar um termo recorrente, não dá pra confiar num cara que usou um mullet daqueles por tanto tempo. E, você sabe, Michael Jackson, aquele jeito de falar gesticulando e fazendo onomatopéias, o curto luto por Linda, toda aquela grana, vegetarianismo... Paul McCartney é político até a medula, o título de Sir era uma obrigação que a Inglaterra lhe deveria conferir. E, na boa, um cara que consegue deixar o George Harrison com uma mágoa daquelas não deve ser flor que se cheire. Vamos lá, George Harrison: o cara que quebrou financeiramente pra bancar os filmes do Monty Python. Sacanear um cara desses é prova de falta de caráter. Taí o Eric Clapton que não me deixa mentir. Pois é, Paul McCartney transformou o único formato que os Beatles não haviam se aventurado oficialmente (a coletânea de hits em um único disco) e transformou-o em sua caneta da história. Como outros ditadores antes dele, Sir Macca reescreve sua trajetória moldando ocurso secular à sua vontade.

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Comecemos pelo critério escolhido para a compilação, de escolher apenas as faixas para compactos. Isso elimina a possibilidade de entrarem músicas dos álbuns Rubber Soul, Sgt. Pepper’s e do Álbum Branco, onde o papel de Lennon é tão fundamental quanto o de Paul. Isso quer dizer que não há nada de Girl, A Day in the Life, Norwegian Wood, In My Life, Being for the Benefit of Mr. Kite!, Happiness is a Warm Gun, Drive My Car, Nowhere Man ou Lucy in the Sky with Diamonds. Em seu lugar, surgem faixas mais populares (às vezes nem tanto), mas menos inspiradas. Assim, Lennon surge aos novos ouvidos como um maluco (Come Together) pacifista (All You Need is Love) casado com uma japonesa (The Ballad of John & Yoko) e só. Não há nada aqui que mostre o Lennon político, psicodélico, introspectivo. Aí entramos em outro porém. Muitos compactos dos Beatles eram assinalados como “duplo lado A”, sem modéstia mesmo (pra quê, né?), explicando pros disc-jóqueis tocarem o que quisessem. E é aí que Paul McCartney se revela mais nojento. A forma que a coletânea é editada distorce a história com requintes maoístas. Por quê? Porque tira Rain e deixa Eleanor Rigby ou Yellow Submarine. Tira Don’t Let Me Down e Revolution em favor de Get Back e Hey Jude. Permite Hello Goodbye, mas veta I Am the Walrus. Mas a ausência mais sentida é Strawberry Fields Forever. Qualquer beatlemaníaco sabe que a dobradinha Strawberry Fields/Penny Lane é o compacto mais importante da história do grupo e qualquer ouvinte consegue perceber que não é por causa de Penny Lane. Tudo bem, Paul vendo os bombeiros e barbeiros quando era criança é engraçadinho, mas não se compara à descida vertiginosa e psicodramática que John nos faz à infância da razão, nesta que ocasionalmente divide o título de melhor música de todos os tempos com Good Vibrations ou God Only Knows. 1, então, ganha com isso quatro estrelas e meia - uma mancha, num céu acostumado às cinco. "

Só me resta concluir: o Paul realmente é um babaca.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 20:54:00 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

19 de Junho Just a gigolo Sonhos... porque não tê-los? Por algum motivo que eu não lembro, provisoriamente, tinha alugado o apartamento numero 5 do prédio da Mari. A Mari que me faz depilação. O apartamento era igualzinho ao dela mas ali onde existe uma mesa (perto da porta de saída) tinha um corredor. A principio eu achei que o apê era maior, mas na verdade aquele corredor dava num puteiro. Eu entrei e várias mulheres que estavam em quartos ao longo do corredor vieram em minha direção achando que eu era a mais nova puta da área. Viram pela minha cara (apesar da minha curiosidade e afã por novidades) que eu não era do meio e exatamente por isso elas se mobilizaram para me corromper o mais rápido possivel: "dá um tranquilizante pra ela" elas diziam. "É. Pega ela, deixa ela grogue que ela dá." Em nenhuma momento eu via aquilo como ameaçador, pelo contrário, achava meio divertido. Apesar disso, e de estar ali por vontade própria, achei que era momento de me desvencilhar delas. Só que percebo que já tinha me envolvido o suficiente para que o cafetão achasse que eu lhe devia dinheiro. Fui portanto falar com o cafetão que era um cara grisalho de cabelos fartos e camisão larga laranja que estava na calçada do lado de fora do prédio. Eu ia lá falar com ele, mas em nenhum momento tive medo de não conseguir. Tinha certeza que era só questão de ir lá e fazer contato. Conversei com ele, explicando que compreendia a minha responsabilidade: eu sabia que não se tem esse tipo de curiosidade sem um preço, mas eu estava disposta a bancar o meu para sair logo dessa. Deixei claro que o dinheiro que ele esperava que eu faturasse eu bancaria para ficarmos quites e eu sair dali. Ele era muito simpatico e agradável, me pareceu um negociante honesto, diferente do que se vê normalmente por ai. Quando ele me disse o valor,

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What now, What next, Where to? - UOL Blog algo em torno de R$4.999,00, me assustei, mas logo cai em mim de que esse valor era o faturamento de todas as meninas. Ele também percebeu. Estava realmente interessado em me ajudar. De fazer eu sair dessa. Refizemos as contas e agora era algo em torno de R$ 400,00. Me senti bem por ter desfeito o mal entendido sem ter fugido da responsabilidade e sem ter tido medo. Só que eu e o gigolo começanmos a conversar. Comecei a falar de mim, um pouco também para fazer mais clara a minha impossibilidade de fazer parte daquele meio. Fui prestando atenção nele e vendo que era uma pessoa interessante. Não consegui perceber se ele se interessou por mim o mesmo tanto que eu por ele, mas no momento seguinte nos envolvemos. Eu não estava muito preocupada em pensar em nada: o momento era verdadeiro. Era bom. Era unico. Isso que importava. Me senti livre e adulta.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 01:28:50 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

05 de Junho Um dia eu descubro... ...de onde vem tanto "gostar" assim.... Mas, enquanto isso....

... you gave me a mountain this time....

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 17:56:36 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

04 de Junho Momento Pierre Alexander ou Como os cravos me deixaram deprimida... _NenÊÊÊÊÊ....? (ele chega perto, arisco como sempre. Pára na beirada na cama) _Fala... (abracei as pernas dele. Ele olha pra minha cara, mas percebi já aquele jeito de olhar de virginiano - virginiano que ele não é) _Nenê, se eu um dia não tiver mais cravos, vc vai continuar a olhar pra mim? (ele sorri e faz menção de espremer muitos cravos... eu continuo com

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os braços em volta da cintura dele. Olhando) _Hoje lá nos meus país, minha mãe quis me fazer uma limpeza de pele. (Ele continua olhando: já sabe o que eu quero dizer e sorri) _Não deixei. Fiquei com medo. Já pensou?!?! meu relacionamento?!?!?!?"

"Deixa meus cravos aí, mãe!!! Tá querendo acabar com

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 23:16:46 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

02 de Junho A vontade e a vida

“Juro-vos, senhores, que uma consciência muito perspicaz é uma doença, uma doença autentica, completa.” memórias do subsolo, pag.18 ... “Pensai no seguinte: a razão, meus senhores, é coisa boa, não há dúvida, mas razão é só razão e satisfaz apenas a capacidade racional do homem, enquanto que o ato de querer constitui a manifestação de toda a vida, isto é, de toda a vida humana, com a razão e com todo o coçar-se”.memórias do subsolo, pag.41 ... “Pensai no seguinte: se, em lugar do palácio, existir um galinheiro, e se começar a chover, talvez eu trepe no galinheiro, a fim de não me molhar; mas, assim mesmo, não tomarei o galinheiro por um palácio, por gratidão, pelo fato de me ter protegido da chuva. Estais rindo, dizeis até que, nesse caso, galinheiro e palácio são a mesma coisa. Sim, respondo, se fosse preciso viver unicamente para não me molhar.” memórias do subsolo, pag.49 ... “Eu, por exemplo, quero viver muito naturalmente, para satisfazer toda a minha capacidade vital, e não apenas a minha capacidade racional, isto é, algo como a vigésima parte da minha capacidade de viver. Que sabe a razão? Somente aquilo que teve tempo de conhecer (algo, provavelmente, nunca chegará a saber; embora isso não constitua consolo, porque não expressá-lo?), enquanto a natureza humana age em sua totalidade, com tudo o que nela existe de consciente e inconsciente, e, embora minta, continua vivendo.” memórias do subsolo, pag.41 Leio, me identifico e não consigo deixar de pensar (como uma telespectadora que tem a televisão desligada no momento final de um filme importante) : Será que Dostoievski conseguiu? Será que esgotou a sua "capacidade vital"? Uma árvore que cai na floresta isolada do mundo sem que ninguém tenha visto (nem a sua existência, nem a sua queda) terá mesmo existido? “Voltou a São Petersburgo em 1859 e nos vinte anos seguintes escreveu seis longos romances, entre os quais suas obrasprimas: ´Crime e castigo´ (1866), ´O idiota´ (1869) e ´Os irmãos Karamazov´ (1879). Seu segundo casamento, com Anna Snitkina (1867), ocorreu três anos depois da morte de Marya. Logo depois marido e mulher tiveram de fugir dos credores para a Alemanha. Viveram também na Suíça e na Itália. De volta à Rússia, Dostoievski estava transformado num conservador, capaz de ser o editor de um periódico reacionário. Morreu em São Petersburgo, a 9 de fevereiro de 1881.--por Marcelo Cid”

Felizmente, tenho a impressão de que ele conseguiu. Fico aliviada.

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E não posso deixar de lembrar do final da "Insustentável Leveza do Ser" Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:42:58 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

25 de Maio Mais triste que a enchente... ...é a maneira tendenciosa com que trabalham as imagens e as noticias... Não tenho parâmetros para dizer se o governo realmente está ou não fazendo alguma coisa boa nesse sentido, mas uma coisa é certa pelo que foi noticiado: choveu nesses ultimos dois dias tudo que deveria ter chovido durante o mês de maio inteiro. Sabe? Uma situação anormal? Pois é. Foi isso. Nunca chove desse jeito em maio. Mas na cabeça do paparazzi dai debaixo, a culpa é do governo:

Se realmente faz três anos que não tem enchente no Tietê, a gente não sabe, porque não se noticiam exitos... Mas o que dá pra perceber é que é com essa noção de responsabilidade que as vezes boas intenções são taxadas e desacreditadas. Que nascem boatos e fatos sensacionalistas... Que se vendem mais revistas e jornais. Que se faz o nome. Portanto aí vamos nós, a massa, seguindo sem ser cobrada a pensar por conta própria, repetindo os bordões que nos induzem a repetir. Tenho um certo nojinho disso...

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:43:23 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

24 de Maio Conversa sem nexo Tem sensações que a gente tem que as vezes superam o que a

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gente deveria pensar a respeito. O sonho de hoje por exemplo, onde aconteciam coisas boas e ruins. Eu fiquei meio sugestionada pela imagem final da luz da "divisão dos dias", com a viagem, com o clima entre os companheiros de viagem... Mas não sei, tenho a impressão que essa "euforia" camuflou alguma coisa ruizinha que ficou em segundo plano e que eu não consigo lembrar. Eu sinto que se fosse analisar, iria encontrar coisas importantes nos reveses do sonho, mas a euforia da luz do céu foi mais forte. Conversando com a Andrea sobre o encontro de ex-alunos, ela me contou de uma pessoa improvável da epoca do colegial que não lembrou de quase ninguém da turma dele, mas de repente quando falaram de mim, ele na hora falou algo do gênero: "Ah, da Ana Paula Caruso eu lembro. Eu lembro porque ela era fanzoca do Elvis" A sensação foi ambigua como a do sonho: "Poxa! que legal, as pessoas lembram-se de mim. Depois de quase 17 anos um cara com quem eu quase nunca conversei lembrou-se de mim com todas as letras... Pombas que legal..." Me senti legal. Eufórica. Como as cores do céu... Só que depois veio uma certa sensação de vazio... Quer dizer que o que eu disse no dia 8 de janeiro talvez seja verdade: não existe ana paula sem elvis presley? ufff! Pesado isso! De qualquer forma, tava exagerando um pouquinho... Aquela era outra época. Outro contexto. Outra vida. Uma vida indistinta onde todas as cores se juntavam formando um cinza muito denso e sem forma. Agora sinto que as cores se misturam criando novas cores... Cada vez mais fortes. Sei lá. Só sei que agora eu tenho que aprender a relaxar. Essa é a minha primeira lição nas aulas de piano que acho que vou começar a ter. "o peso dos braços tem que ir pra pontas dos dedos..." Sei lá.. tá tudo meio fora de lugar... mas eu to bem.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 18:04:27 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

19 de Maio ... Acho que definitivamente o meu inferno astral ascendente passou. Ufa! Na segunda feira eu tava péssima. Irritadissima. Na verdade (ou "na real", como diz o marceneiro aqui) foi uma sucessão de erros que começaram com o Conservatório Musical. A mulher não podia ter ido embora!!!! Me vi tendo que voltar pra casa em plena segunda feira, sem aula, sem terapia e o pior, às 20:15hs!!!! Sem contar a tremenda frustração. eu normalmente não me permito sentir frustração, mas segunda-feira eu me vi pequena com beicinho.... Tinha tanta coisa prevista e NADA deu certo. Surtei por conta disso. Na terça-feira, era ressaca desse mal humor todo. Mas acho que a terapia me fez bem, porque quarta feira e hoje o meu humor estava otimo. "Estava" porque eu tenho que tomar muito cuidado com o entusiasmo patológico! Estou começando a sentir cheiros e me entusiasmar por coisas que normalmente significam energia mal colocada! Morro de vontade de ir pra Valinhos!!!! Mas morro mesmo. Ir sozinha. Ouvir as árvores dançando ao sabor do vento sob o cèu negro salpicado de estrelas... Isso tem cara de "Morning has broken" pra mim.... È claro que como uma adolescente apaixonada eu gostaria de ter alguma coisa especial acontecendo lá, mas tudo sempre foi tão poeticamente árido na minha vida, que

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What now, What next, Where to? - UOL Blog acho que já me acostumei a isso. Tenho muita vontade de ficar sozinha. Mas muita mesmo. Eu estava me apaixonando por mim de uma forma legal.... Quando vc se apaixona por alguem vc gosta de fazer tudo para que esse alguém cresça. Tome viço. Frutifique. Eu estava nesse processo gostoso comigo mesma enquanto estava sozinha. Agora sinto falta. Falar e relatar essas ideias me deixam mais confortável. Realmenteparece que eu estou entupida de informações, e vazia de registros emocionais profundos. Proxima estação: ...Sei lá... Só sei que preciso entrar no trem.

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14 de Maio Estava eu lendo uns trecos aqui sobre confecção de webpages (ainda quero transformar os 4 blogs em um só) quando dei de cara com esse texto: "... recorde apenas que, segundo newton, DOIS CORPOS NÃO OCUPAM O MESMO LUGAR NO ESPAÇO. Na web essa lei é uma piada. Porque não existem dimensões fisicas humanas a serem transpostas. Você pode estar em uma sala de bate-papo ao mesmo tempo com o João, com a Maria, com a Rita e todos mais que conseguir imaginar. A web é o unico lugar onde, também, é possivel estar em dois lugares ao mesmo tempo. Esse espaço é conhecido com HIPERESPAÇO, e sabe o que significa?" Bom, eu sei o que significa. Significa que aqui, eu me sinto em casa. Aqui eu posso ser do jeito que eu quiser. Aqui eu planejo como vai ser minha vida. Aqui eu me permito muito mais. Uma vez o Vitorio Gassman disse que queria ter duas vidas, uma para ensaiar e outra pra interpretar. Ás vezes eu sinto que isso é o que acontece comigo aqui na net. É um espaço experimental. Espaço de pura expansão. Eu gosto daqui. Me sinto como um peixe n'água. E sinto que isso está me levando a algum lugar.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Bom, o Joseph Campbell dizia que precisavamos de novos mitos...

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06 de Maio Auto Descoberta II - Segunda Tentativa Nunca pensei que uma camera digital e a ausência prolongada do Sérgio pudessem ser tão importantes para mim com tem sido nesses ultimos dias. Eu, Eu mesma e a Camera. Aos poucos eu tô tendo coragem de olhar para mim sem medo e aos poucos também estou procurando no meio de tudo o que é fantasia e o que seu eu de fato. É, tá bem curioso. Ontem no trabalho, estava comentando sobre mulheres... Apesar de achar a Helena Ranaldi "divinamaravilhosabsolutavitaminda", se eu tivesse que escolher quem eu seria se pudesse simplesmente ser alguém seria a Cristiane Torloni. Nova, ela não tinha muita graça, mas cara! como a idade caiu bem pra ela (claro que sempre a meu ver). Magnifica, Sacana, Glamurosa, Estruturada, Bem composta... Olha tudo com aquele ar de "eu sei como se faz"... Poxa. Eu poderia ficar horas aqui dizendo tudo que a presença dela me passa. Se tivesse que ser alguém, seria ela.

Procurando saber que diabo de mulher eu sou.

Bom, mas devanaios a parte, sigo procurando o que há de bom em mim.

Porque eu sou uma, não sei se você sabe....

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 07:47:30 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

27 de Abril For you blue É incrivel: toda a vez que eu chego no escritório antes do horário, com aquela calma e silêncio dignos de começo de expediente, principalmente se estou com alguma calça de bolso faca, me pego cantarolando "for you blue". Sabe? Como no "Let it Be", quando eles estão chegando à gravadora? E apesar de não gostar do Paul McCartney a imagem mais forte que me vem é a do olhar dele antes de entrar no prédio: mão no bolso da calça, um olhar de todo poderoso que muito me agrada. Olhar de quem olha o mundo de cima. Esnobe de tudo. Bom, ele naquela epoca realmente podia olhar o mundo de cima. A minha fita do filme "Let it Be" sumiu, (não a fita, mas a integridade embolorada dela) mas a imagem* ficou. E toda vez que eu chego em algum lugar, como no escritorio pela manhã, é essa a trilha sonora da minha entrada. Nada de Also Sprach Zaratustra, nada cheio de holofotes, simplesmente "For you Blue".

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What now, What next, Where to? - UOL Blog "because you're sweet and lovely, girl...."

*mesmo que não seja exatamente isso que apareça no filme, foi essa a imagem que ficou. Um dia vou tentar vencer o bolor e assistir de novo. Só pra matar saudade.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 13:35:33 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

18 de Abril E aí, vai encarar!? Depois de um surto de insanidade noturna que foi devidamente eliminado, como se neutraliza um levante, a Super Cloud Nine, pegou suas moedas virtuais e pediu um conselho.

Às vezes se tem que lidar com inimigos ocultos, influências impalpáveis que se ocultam nos mais obscuros recantos. De seu esconderijo, procuram sugestionar as pessoas. Nestes casos, é necessário persegui-los até os seus esconderijos mais secretos, para que se possa, então, identificar a natureza das influências em questão. Essa é a tarefa dos sacerdotes. Eliminá-las é o encargo dos magos. O caráter anônimo dessa conspiração exige um empenho especialmente vigoroso e incansável que, porém, encontrará ampla recompensa. Pois uma vez trazidas à luz e identificadas, essas influências furtivas perdem seu poder sobre as pessoas. E Super Cloud Nine pensou: "desliga o modo coitadinha e liga o modo foda-se. " E aí? Alguém vai querer encarar?

É bom que não!

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 01:34:43 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

16 de Abril "esse Orkut tá te fazendo mal".... Tá não. As vezes é bom exercitar o cérebro e botar algumas coisas a limpo. Eu participo de uma comunidade sobre o Elvis no Orkut, que nesses últimos dias tem me tirado do sério. Não tem jeito: Elvis mexe com alguma coisa em mim que eu realmente não sei explicar o que é. Vamos colocar nesses termos: detesto ver todo mundo ouvindo "it's now or never" quando existe "how the web was woven"... Quem conhece sabe do que eu estou falando. De qualquer forma rolou um climão lá na comunidade e o que foi dito lá (tirando as grosserias gratuitas) me deixou pensando muito. Muito mesmo. E enquanto eu não esgotasse as possibilidades eu não ia sossegar, portanto, segue abaixo o meu alívio. O texto é imenso, eu sei. Mas eu gostei do que eu escrevi. Acho que pelo alívio que eu senti depois que escrevi eu cheguei bem próximo do que eu queria dizer. Espero poder agora colocar uma pedra no assunto. Zhuang Zi dizia que a controvérsia é a prova clara de que não se vê com clareza. Mas eu não sou nenhuma sábia chinesa, então: foda-se. Taí o que eu acho. Sobre Beatles, Elvis Atitudes do Rei e Afins... 16/4/2005 15:41

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Olá Carlo,

Quando vejo os seus comentários, não posso deixar de ver a mim mesma há alguns anos, na época em que eu comecei a “pensar sozinha”, lá pelos 15/16, falando: “Puta que pariu, o cara tinha tudo. Como pode deixar as coisas acontecerem daquela maneira!!! Ele era um fraco!!!! Que merda!” Eu sentia um misto de tristeza e raiva: tristeza de não ter mais o Elvis por aqui, e raiva por saber que ele tinha, de certa forma, provocado isso. Daí, tinha raiva da Priscilla, porque achava que ela era tremendamente egoísta e foi embora na pior fase, quando deveria ter ficado lá para ajudar... Dos caras que estavam em volta dele... Sabe, coisas que a gente pensa quando tá de fora. De fora, entende? Você queria uma discussão construtiva? Vamos então, tentar de novo. Não vamos falar de discos de ouro, nem de paradas e nem só da qualidade musical de uns e outros, ok? É isso que eu tento dizer para você desde o primeiro post, mas tenho a impressão de que não está ainda muito familiarizado com a vida e como ela, ás vezes, simplesmente é. Concordo com você quando bate boca com o pessoal dizendo que discos vendidos e paradas musicais não dão a verdadeira dimensão do artista. Muitos dos argumentos lá também não me convencem... A gente sabe que para o ponto que nos incomoda, esse tipo de dado não serve pra nada, mas vc varia do ambito artistico pro pessoal do artista de acordo com a sua conveniência e eu percebo que está sendo um fã cego ao contrário. Mind Games, saca? Ás vezes a gente tem que ter responsabilidade no que diz, porque a vida não é feita só de ideologia e ser quem se deve ser ás vezes pode ser uma tarefa muito difícil. Assim como dizer a coisa certa da forma errada pode ser tão devastador quanto uma guerra. O John foi o exemplo vivo disso. Talvez se ele tivesse sido menos contundente (como você está tentando ser) ao dizer as verdades que ele via, não tivesse existido Mark Chapman.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 22:32:00 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Repetir “the dream is over” como se isso fosse apenas uma frase de efeito seria correspondente à frase que diz “quando o sábio aponta às estrelas, o idiota mira o dedo”. Algumas pessoas nasceram com mais resposabilidades que outras e analisar a vida do Elvis sob o prisma de uma pessoa “normal”, que pode ir ao supermercado ou ao cinema a hora que quiser sem ter ninguém berrando ou passando mal atras de você, é uma incoerência. Os próprios Beatles reconheceram isso quando resolveram se retirar dos shows ao vivo em 66: “era uma loucura, a gente não conseguia ouvir o que a gente tava tocando!!!” Retiraram-se. E resolveu? Não resolveu, tanto que quatro anos depois eles romperam. Ninguém aguenta essa pressão e eles, enquanto grupo, não aguentaram. Os “Beatles” rompendo, puderam rachar a popularidade e puderam ter vida pessoal em paralelo com a vida artística, porque não eram mais os “Beatles” e sim, as partes dele. Elvis não podia fazer isso, porque ele sozinho era tudo que o público queria. Assim que é a vida. É isso que eles tentaram dizer para as pessoas que ficaram enfeitiçadas com a magia dos anos 60. E que o Elvis tentou mostrar com o sofrimento dos ultimos anos em musicas com Unchained Melody, Hurt, You gave me a Mountain ou mesmo Help me. Vamos fazer um paralelo entre os dois ícones: Entenda Magical Mistery Tour como o correspondente à fase “imbecil” açucarada dos filmes de 60: pura farra (mesmo assim vc encontra coisas boas); Abbey Road como o 68 Comeback Special: uma fase intensa marcante e muito fértil; Let it be, o canto do cisne, como as turnes finais dos anos 70: onde se encontram coisas

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What now, What next, Where to? - UOL Blog maravilhosas mas ao mesmo tempo se começa a sentir as falências pessoais. Com o rompimento em abril de 1970, James Paul McCartney, John Wiston Lennon, Richard Starkey e Geroge Harrison conseguiram tirar a instituição “Beatles” das costas e puderam continuar suas vidas. Mas e o Elvis? Como vc acha que ele conseguiria fazer isso? Diferente dos Beatles, Elvis não tinha como se desvencilhar de ser Elvis. Quando morre a instituição “Elvis” morre também a pessoa. E pelo que percebo é isso que te incomoda. Mas é assim que é a vida. Dizer que outros artistas foram melhores ou piores que Elvis nesse sentido, eu não sei dizer, porque musicalmente falando o Elvis tem muuuuita coisa boa em todas as fases, até na babaca dos filmes você encontra uma “Almost in Love” (bossa nova maravilhosa feita pelo Luis Bonfa e gravada por ele num fio de voz digna de João Gilberto, que eu espero um dia seja descoberta como descobriram a “Little Less Conversation”) entre outras. Mas posso dizer com segurança que todos os que você apregoa como “exemplos para a juventude” de diferentes maneiras, também cometeram os mesmos erros fatais que você só associa ao Elvis: Renato Russo não deveria ter tido nada de idelógico quando se tornou soropositivo, infelizmente. E ultimamente a mídia se encarregou de divulgar musicas gravadas que, ele quando vivo, teve o bom senso de não divulgar. Tanto que, agora, pelo menos para minha geração (sou de 73), que acompanhava e respeitava o ídolo, ficou apenas a imagem de um cara brilhante, mas muito carente emocionalmente, que não conseguiu encontrar um chão depois de tudo. Pra mim ficou muito marcada a declaração da mãe do Renato, dizendo que num determinado momento, ele disse que simplesmente não queria mais viver. E assim morreu. Como o Elvis. O Cazuza. Poxa, que imbecilidade um rapaz brilhante como aquele ter feito tanta cagada na vida. Por que, quando ele ficou doente, ele não parou para se tratar? Porque ele continuou fazendo shows e se expondo daquele jeito, mais ou menos como a gente costuma dizer do Elvis? Não sei, talvez eles tenham um chip de fabrica que nós, pessoas comuns, não conhecemos. Todos eles, em algum momento da carreira, próximo do fim, (tirando o Lennon que estava feliz na ultima fase da vida pessoal, mas morreu em consequência do que pregou talvez da maneira errada no passado) mostravam a sua desilusão com a realidade que cantaram no começo de suas carreiras. Você nunca reparou, (tirando o babaca pop do Paul McCartney que se bobear vende terra do túmulo da mulher pra divulgar a 832º homenagem a sua morte, e consequentemente seu ultimo disco), na melancolia das últimas musicas do George Harrison por exemplo? Horse to the water? Já ouviu? “you can take your horse to the water, but you can’t make it drink”? Ou “Brainwashed”? Ou ainda “Looking for my life”? Ele tá falando para as pessoas exatamente isso. Não adianta dizer que a vida não é um sonho: vai ter sempre um babaca achando que é. Vai ter sempre um babaca olhando pro teu dedo. Sabe? Aquele dedo que eu disse que tava apontando as estrelas?

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 22:25:17 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

... Espero não estar perdendo o meu tempo, e que você realmente esteja sendo sincero nos comentários. Que não seja simplesmente um babaca querendo criar bagunça. Vou desconsiderar essa possibilidade. Vou considerar que você é como eu. Uma pessoa que está se sentindo incomodada em ver uma faceta tão “desagradável” num cara que gosta. Exatamente por isso, desculpa a sinceridade, mas enquanto você ficar nessa de especular a vida dos mortos em busca de exemplos, analisando dessa maneira infantil e “anódina”, como disse uma das pessoas que comentaram seu post muito apropriadamente, eu vou chegar a conclusão de que você não fica nem um pouco atras de um fã cego. Só que ao contrário: daqueles que ficam tentando encontrar um modelo pra seguir. Que não tem sintonia com a SUA vida forte o bastante e fica buscando nos outros, MODELOS. ELES NÃO ERAM E NEM PRETENDIAM SER MODELOS: Nem Elvis com seus excessos, nem o John com sua violência encubada (lembra do chute no Stu Sucliff, ou dos paus com a Yoko?), nem o Macca com suas musicas açucaradas, nem o Geroge com sua discrição e melancolia, nem o Renato Russo e o Cazuza, com sua carência emocional mal resolvida em sexualidade. Nem o Cat Stevens virando muçulmano e sendo barrado no aeroporto nos Estados Unidos, nem o Ronald Reagan virando presidente e acabando com a Guerra Fria, nem o Karol Wojtyla com todo seu carisma de ator. Bob Dylan uma vez disse que não queria ser Deus, como as pessoas queriam deixar claro. Ele queria, no máximo, ser Elvis. Porque ele é humano. E o próprio, por sua vez, na sua simplicidade de cara do interior, numa coletiva onde um jornalista especulava a mesma coisa que vc tenta especular nesse forum, respondeu singelamente: “the public image is one thing and the human being is another” – e pra finalizar – “it’s very hard to live up your image put in that way”.

ENTENDE, CARA? ELE ERA HUMANO. Enquanto vc procurar modelos fora da sua vida inspirado pela musica que vc tanto gosta, vai ser nada mais que mais um fã cego, que em vez de discutir a Billboard vai estar julgando modos de vida, e o pior, sem base nenhuma para isso. Como um sapo querendo ser psicólogo. E acredite-me, sem ofensa: estou falando com vc como gostaria que tivessem falado comigo há uns anos atras, quando eu pensava exatamente como você."

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 22:24:25 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

11 de Abril O contrário de Sansão

"Ah, a decepção!!!!! Perdoem-nos, Senhor, eles não sabem o que fazem!!!!!! Ok, ok, eu sei que a questão do cabelo tem um forte fundo psicológico, mas que vc ia ficar mais charmosa com o cabelo comprido, isto não tenho dúvidas. Eu, falar mais????? Eu acho que você devia falar mais se desse, como eu não tenho a menor idéia do que quer dizer cada parada, dá um pusta medo. Medo do desconhecido, medo do que quer dizer a parada e em que trip vc está. eu perdi o fio da meada, adoraria estar entendo as coisas como no começo do Virtuosa, e ver que vc esta num caminho legal! Agora eu não sei....e se vc estivesse.....porque cortar o cabelo?" É. Definitivamente isso é uma coisa que o Luiz nunca vai entender. Mas eu entendo. Claro como água. Só entendo depois que corto. E não tô falando de beleza. Tem sim, um fundo psicológico. Confesso que depois que cortei o cabelo pensei: "Minha mãe vai ficar triste..." "Eu não pareço mais a irmã falecida do meu pai..." "Não foi a toa que destrui a minha identidade feminina...." Mas não destrui. Fortaleci, isso sim. Quando fico assim, não preciso de maquiagem, de secador, de nada. Simplesmente sou eu. Claro, pode ser que um dia desses tenha saudade dos tempos e do visual do ultimo post, mas vou sentir saudade da mesma forma que sinto saudade do Roberto: aquela saudade "de fora", de uma época e duma vida que não é mais a minha. No mais, fico eu agora essa semana como fiquei no findi: sozinha, feliz, com o Elvis e meus livros. Esperando o Sérgio chegar. Comme d'habitude.

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07 de Abril Recuerdos de um dia feliz

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 01:21:28 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

02 de Abril a benção, joão de deus....

Bom, acho que se não falar sobre isso agora vou ficar entalada. O aniversário do Wagner que espere! O Papa. Pois é. Graças a Deus ele foi. Fiquei revoltadíssima com a capa de uma dessas revista "sérias" que está nas bancas. Aquela foto me impressionou. Parece que os putos da imprensa gostam de causar essas reações nas pessoas. Tinha visto essa imagem de relance na televisão um dia desses e fiquei impressionada com o sofrimento dele. Daí os putos colocam a porra da foto na capa com um puta destaque. Que que eles ganham com isso? Assim como o que que eles ganham colocando as fotos das pessoas mortas na chacina sei lá da onde na primeira pagina dos jornais? A foto da religiosa morta, caída lá naquela terra de ninguém do norte, que a gente aqui teima em não cuidar e não deixar que cuidem? Atenção das pessoas? Não existe o sentimento de dignidade? Isso foi pro lixo junto com a ética e o bom senso? Acho que sim. Urubus que exploram a natureza curiosa do ser humano. Não sei quem é mais puto, se quem aproveita disso pra vender ou nós, na nossa curiosidade mórbida natural. NÃO ACREDITO NA IGREJA CATÓLICA. Na verdade nem me vejo católica. Como já disse várias vezes, estudei em colégio de freiras a vida inteira e depois que entrei na faculdade vi a bobagem que isso sempre foi. Não concordo com os preceitos, então, peguei o meu chapeuzinho e agora sou uma "atoa". Digo isso pra ninguém insultar o pouco de inteligencia que tento cultivar a duras penas dizendo que estou envolvida na comoção geral que normalmente envolve a morte de um pessoa pública. Inda mais como ele. Andei lendo uma reportagem da Der Spiegel, muito interessante por sinal, falando dos pontos positivos e negativos do período João Paulo II. Queria ter base para não me deixar levar pelo que a mídia geral estava dizendo e sabe a que conclusão que eu cheguei? Que ninguém sabe o que quer da vida. Não vou me estender muito até porque não tenho paciência de ler e nem de escrever textos muito compridos: Alguém já viu algum judeu criticando um rabino porque acha que no mundo de hoje a exigência da comida kosher, por exemplo, é um disparate? Ou porque ele quer trabalhar no sábado, afinal ficar o dia inteiro sem ganhar dinheiro é ridiculo nos dias de hoje? Eles simplesmente seguem ou não seguem, mas continuam respeitando os preceitos do jeito que sempre foram. Isso vale para os muçulmanos, budistas e todos outros mais. Ora Diabos, porque então querem que a Igreja Catolica Apostolica Romana faça essas concessões? Heim? Porque? Foi-se o tempo que a igreja tinha tanto poder politico assim. Agora religião é uma coisa muito mais pessoal que social. "Ah, o papa é reacionário. Ele não concorda com o controle de natalidade", por exemplo. É claro que existem interesses políticos e econômicos nesses assuntos, eu sei. Não sou nenhuma tonta. Como em todas as outras religiões. Mas existe um fundo de verdade religiosa nisso. O ser humano não é um bicho que quando fica no cio, tem que trepar. Agora vai me dizer que a culpa da explosão demografica é por conta do papa? Ah sim. Claro. Vc é um filho da puta que tá afins de trepar e quer que a igreja concorde. Vc quer que a instituição religiosa se modifique para que as sua vontade seja justificada, claro... só isso que vc quer, seu puto!? Tentar sublimar tua natureza animal nem pensar, né? Filho da puta!

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Quer saber o que eu penso? O Papa está certíssimo em manter a posição dele. Porque se for pra reformar a IC, ela vai virar outra coisa, e não IC. Os fiéis é que devem respeitar ou não. Até porque todas essas dissidências evangélicas, ortodoxas, cristãs-do-brasil e sei lá mais o que, têm "leis" até mais rígidas (como aquele papo de não doar sangue em alguns casos) e as pessoas aderem por livre e espontânea vontade. Ou alguém encosta uma arma na cabeça de um evangélico e diz: Vai dar o dízimo ai ô babaca? "Ah, a igreja deveria sim aceitar as dissidências, Reconhecê-las". Claro! E acontecer como o império romano e sucumbiu diante do próprio tamanho e diante de infiltrações bárbaras.... As pessoas não sabem o que querem e ficam repetindo a qualquer bobagem que escutam sem pensar. Reformistas...Báh! Alguém acha justo reformar o Coliseu? Ora tá faltando um pedaço lá, pombas, porque ninguém vai lá e reforma: bota um porcelanatozinho básico e completa o que falta?!?!? Um vidrinhos espelhado? Hein?!?!?! Será que dá pra entender do que eu falo? Quem já esteve lá e chegou perto do Coliseu hoje, sabe que ele não serve mais para o que ele servia há sei lá quantos mil anos atras, mas a sua carga historia é a sua ligação com o eterno. A IC é a mesma coisa. O Papa está, ou melhor, esteve, certíssimo. Lutou pelo que acreditava: que a Igreja Catolica tem seus preceitos, que devem ser respeitados. O problema é encarar a religião de forma política. Esse é o grande erro. Mas o Papa, bom, Vá com Deus Karol. Você fez a sua parte. E eu fico aqui lembrando da musiquinha que o pessoal cantava quando vc vinha pra cá....

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 17:10:56 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

adensamento da consciência... Não sei o que acontece hoje, mas estou em fúria. Logo pela manhã fui pro Mercado Municipal. Todo restaurado. Piso de granito, mezzanino, MAS PORRA!!!! FEIRA É FEIRA!!!! Não entendo e nunca entendi as pessoas que dizem que gostam de feira!!!!!!! Eu tenho nojo!!!! NOJO!!!!!! "ah, as frutinhas todas ali fresquinhas, as verduras...uma festa de cores e pessoas" Quem pensa assim deve ter exagerado no Acido Lisérgico. Na verdade deve estar próximo a uma overdose. Tudo que eu vejo nesses lugares são comidas e pessoas entulhadas, empilhadas, espalhadas com caras de nada, um cheiro horrivel, (ou vai me dizer que cheiro de queijo, peixe e gordura é agradável?) e muitas, mas muitas moscas mesmo. As caras e bocas das pessoas comendo (credo) as coisas mais insolitas ali mesmo, no meio do corredor, como se aquilo fosse normal!!!!!!!!

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Isso é coisa de gente louca!!! Tá ouvindo?!?!?! Louca!!!!!!!!!!!!! Posta de bacalhau, queijos, porcos pendurados, gente feia, (mesmo as que são bonitas ficam feias, com atitudes feias, lá dentro), donas de casa com cara de "se não sair da frente eu passo em cima", entregadores que passam com o carrinho sem dó nem peidade em cima do seu pé. Bichos. São esses lugares que me fazem ter a dimensão animal do ser humano. Você é tratado com o mesmo cuidado que os produtos, macetado, pendurado e fedorento.... Eu não tenho palavras suficientes para descrever nem o Mercado Municipal, nem as redondezas daquele horror cheio de gente mediocre (existem pessoas mediocres e pessoas humildes, e posso garantir que pelo cheiro e aspecto delas e do seu habitat natural ela com certeza são medíocres), assim como feiras em geral. E eu sei que vou ser cruelissima agora, mas preciso falar: e essa gente que empinha as ruas vendendo coisas tão sebentas quanto elas proprias? Vai me dizer que elas tem alguma função dentro da sociedade??!?!?!?!?! Olhe para elas e pense comigo: elas tão ali pra garantir o seu sustento. O sustendo dela e da familia que ela não deveria ter criado, mas criou porque não pensa. Sim, e portanto tem a função de continuar existindo, e como não tem espaço para elas, nos obrigam a tolerá-las impondo sua presença escrota e inutil!!!!!! Eu odeio comércio! E ainda tem gente que acha que eu sou espiritualizada!!!! HAHAHAHAHAHA. HOJE EU TIVE CERTEZA DE QUE NÃO SOU E QUER SABER? NUNCA SEREI* Sol, suor e gente feia. Se Deus quiser, vai demorar muito tempo para que eu volte pra lá de novo!!!!!!!!! Ah! a propósito, o Papa, morreu! Eu tenho algumas coisinhas pra dizer a esse respeito também, mas vou deixar pro próximo post. Bom final de sábado pra quer ler. Porque o meu eu não tenho certeza. ARGH! * Amigo Wanderley, vc me perdoe, mas eu não consigo sentir de outra forma apesar de tudo que já conversamos.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 16:38:59 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

30 de Março Lirios e Tulipas

“A Insustentável Leveza do Ser”. Ou, como queiram “The Unbearable Lightness of Been”. Em inglês parece bem mais significativo. O “bear” dá muito mais a idéia de “agüentar”, “tolerar”... No português, “sustentar” não dá a idéia que eu entendo como correta. Sei lá. Também não sei se é porque o título do livro já tá tão batido, que a gente nem abstrai mais do sentido das palavras... A primeira vez que eu assisti a esse filme foi, se não me engano, em 1994. Minha amiga Patrícia, já tinha assistido durante o colegial. Grande garota. A Leandra, minha amiga que tem a alma do leste europeu, também assistiu, acho que antes de entrar na faculdade. Grande garota. Mas não. Eu assisti em 1994. E essa diferença de datas faz uma tremenda diferença. Eu se tivesse assistido no colegial, não teria entendido nada. Só ia me ligar nas cenas de sexo, e olhe lá. Iria achar a Teresa “do bem” e a Sabina, um ser irreconhecível “do mal”, totalmente fora da minha realidade. Talvez até pela similaridade entre pessoas como ela e pessoas como a amante do meu pai na época. E no final ia ficar com a sensação de que tudo correu como deveria: a mocinha boazinha, amorosa e dedicada ficou com o mocinho que, de sem-vergonha, virou um bom rapaz. E de que o ser estranho, do mal, ficava sozinho... A morte do final seria apenas um detalhe. Ah, Deus, como seria fácil se fosse só isso. COMO A VIDA SERIA BEM MAIS FACIL ASSIM!

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Nessa Páscoa criei coragem e comprei, junto com o presente dos meus pais, o DVD do filme. E agora pela manhã, peguei para ver uns trechos enquanto me arrumava...

Ana Paula. Ou seria conveniente dizer Sabina Teresa. Começo a entender como se comporta a “adolescente”. Aquela que a gente “tem gravada na nossa memória emocional”. É ela: Teresa. Alguém como Teresa. Normalmente eu não respeito uma mulher frágil e dedicada como aquela. Mas com ela é diferente. Ela tem coragem de ser o que é, enquanto eu me disfarço. Me disfarço de Sabina. Ela toca a campainha: ele abre. Ela dá todos os sinais com a inocência de uma criança. “Eu nunca demonstraria NADA disso”, eu digo sozinha em casa enquanto arrumo a cama de casal. Nunca. Se dependesse de mim, o filme acabaria no chaveiro do quarto 6. Não haveria visita no apartamento, não haveria mãos dadas pela manhã, não haveria uma cachorra Karenin, não haveria nada. Não haveria czarda final e novo quarto 6. Mas o meu filme estranhamente continuou. E temos as cenas. Mas ridiculamente, eu não estou lá. A Teresa está tentando ainda ser a Sabina. Ou seja, é outro filme. E o Tomas está pacientemente esperando essa afetação passar. Ela continua dizendo “take me to them. To the other women, I wash them up and bring them to you. Take me to them, But don’t leave me here alone!!!!” Até quando será assim, eu, sinceramente não sei. Eu sempre me identifiquei muito com essa polaridade, a novidade agora é... Bom, é nenhuma, eu só to voltando a sentir a mesma coisa, depois de todos esses anos. Ah, sim, a novidade é que a Teresa agora tem certeza que não vai poder ser Sabina. Assim como lírios não serão tulipas. Vai ser difícil acostumar-se com essa idéia. Mas talvez o grande passo seja admitir.

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22 de Março E os sonhos... Que ansiedade. Eu queria muito que isso passasse, mas não passa. Como eu disse pra Ancilla, tem ainda muita coisa pra "sair" antes de chegar na essência a ser trabalhada. Muita mesmo. E hoje essa ansiedade vem de um monte de coisas sem nome que estão ensebando a minha alma. Entrou o outono e isso é muuuuuuito agradável pra mim, mas exatamente por isso abrem-se as portas da percepção... A Ana Paula fica tremendamente receptiva e (EU ODEIO FALAR ISSO, MAS DEPOIS DA SESSÃO DE ONTEM ESSA É A UNICA PALAVRA QUE ME VEM NA CABEÇA) romântica. Credo! Detesto essa palavra, mas no domingo aquele pagem de copas quis dizer muita coisa. E se for isso mesmo? E se lá dentro ainda existe uma adolescente, uma tontinha romântica que ainda precisa amadurecer muito? Que ficou lá espremida entre demandas de vários tipos..?. Agora essa adolescentezinha está deixando a timidez de lado e falando "Me de atenção agora, por bem, antes que eu me enfeze e resolva fazê-lo por mal, sua vaca autoritária metida a

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What now, What next, Where to? - UOL Blog espiritualizada!!!!" Mas como levar uma adolescente a sério? Ela tem que amadurecer. Viver. Tirar o atraso que a separa de todo o resto. Sei lá... Mas eu não gosto de expô-la. Porque não a levo a sério. Como não fui muito levada quando era cronologicamente adolescente. O ponto nevráugico foi o momento da "renúncia". O momento onde eu disse: "Eu me abstenho de viver isso. Vou dar a volta pelo outro lado". Só que a volta me deixou bem longe de onde eu deveria estar para estar inteira.

Sei que acabei de voltar do Chope Escuro. E sinto uma tremenda melancolia... Uma vontade de que me peguem no colo... Uma vontade de....de novo virar adolescente: ter meus 15/16 anos estar "namorando", me "arrumando", esperando o namorado chegar... Me metendo em cantos escuros par dar uns amassos... Na porta da escola...

"mas é bom ter feito essas loucuras, porque pelo menos a gente tem alguma coisa pra contar agora. Senão a vida fica sem graça,..." É rapaz, você está certo. Eu é que estive errada esse tempo todo. Ah, outono....

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28 de Fevereiro Tô atrasado, tô atrasado....

Ontem, não sei se sugestionada pelo fato de estar com algumas coisas do serviço atrasadas, eu me peguei novamente tendo "aqueles pensamentos". Aquela sensação aterradora que eu tinha quando pequena antes de dormir que nem com a minha mãe do lado se acalmava. Parece que ordem certa é: sensação depois pensamento e não pensamento depois sensação. O pensamento que se seguiu a isso foi de novo com relação à minha idade. Acho que dessa vez eu não precisei sonhar para sentir um peso de 16 toneladas como nos filmes do Monty python caindo na minha cabeça. Foi passando as camisas do sérgio ontem a noite: "Vou fazer 32 anos. Olha só, minha mãe em 28 de fevereiro de 1973, tinha a mesma idade que eu e estava gravida de mim.!!!!" Meu deus! O tempo está passando e eu tô atrasada!!!!!! EU TÔ ATRASADA! Logo depois eu pensei (olha o lado racional tentando por panos quentes), "mas qual é a pressa" ??? De qualquer forma, a sensação não foi embora.A gravidez da minha mãe, na idade em que isso aconteceu, é uma referencia tardia para mim. Jesus, eu definitivamente não sou mais adolecente! Nem jovem. Eu já sou adulta!!!! É assustador. Cada vez mais assustador. E o pior é a sensação de que eu deixei um monte de ocisas acumuladas que não sei se vai dar tempo de fazer. Como na vida em que eu vou acumulando as coisas de forma que quando chega a hora de resolver, tem tanta coisa que eu penso em desisitir. Só que meu corpo rejeita a apatia hoje em dia. Não consigo simplesmente esquecer. É realmente assustador. O que me espera esse ano??? Quais serão os desafios? E os baldes de agua fria? Je ne sais pas, ou jenésio pas para os intimos. Alguém tem uma "Holly Hand Granade of Antioch" para me emprestar? Preciso contar até 5. Oops, 3. BUUUUUUUUUUUUUUUM

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BY THE WAY, SONHOS.... As duas camas de solteiro em L unidas pela cabeça voltaram a aparecer nos meus sonhos. Desta vez tão reais que eu cheguei a comentar: Eu não disse que isso não era só papo de sonho, que podia dar certo. Com as camas assim, sobra mais espaço no quarto. Era tudo muito branco. Dessa época também era o sonho dos brincos azuis. Só que tinha um detalhe: quando o livro do sonho foi aberto, cairam também um par de brincos ovais verdes. Eles agora estão em minha orelha. Achei iguais na Liberdade no domingo. E sabe aquelas sandalias que eu comprei para o ano novo e não tirei mais do pé? Aquelas que representam a nova Ana elegante? Sonhei que tinha quebrado o salto. O pé esquerdo, se não me engano, estava sem salto. Totalmente sem salto. E eu pensava, justo esse que é o mais feminino e delicado...

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21 de Fevereiro bobagens...

Bom, estou aqui pra falar do que rolou nesses dias. Ansiedade, introspecção, perplexidade... Tudo ao mesmo tempo.

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Nostalgia da época de colegial. Perplexidade com as agruras da vida. Ansiedade, ansiedade, ela sempre me acompanha.... Mas o que mais me incomoda é a sensação de vazio. Realmente inspiração é uma coisa engraçadíssima. Agora que me acostumei a esse combustível não sei se quero ficar sem ele. Com paixão, mesmo que seja platônica ou teórica, a vida pode ser muito mais bonita. Mais poética. Mudando de assunto, antes eu admirava o lado porra louca do Jim Morrison. Hoje, acho que começo a entender a sua fúria literária. Escrever realmente é importante. Você nunca está sozinho quando escreve disse o Drauzio Varella um dia desses e é verdade. Mas ele disse também que vc só é bem sucedido quando é verdadeiro consigo mesmo. É dessa verdade que eu falo quando digo que sinto falta de paixão. Sinto falta desse combustivel que acende a tocha. A tocha que ilumina a minha verdade. Sinto falta disso agora. Mas, o que há de se fazer além de estar aberta e esperar? Nada, só torcer para não encontrar a inspiração errada. Tentar encontrar algo que acrescente, nem que indiretamente, é fundamental. Voltei a ler Carl Jung depois de muito tempo. Já havia lido "memorias sonhos e reflexões" (que adorei por sinal) e "o homem e seus simbolos", mas ambos são bem para leigos como eu. Livros mais especializados não me prendem por muito tempo. De qualquer forma vou me permitir uma bobagem referente a datas. Quem me conhece sabe a importancia de Joseph Campbell e Carl Jung na minha vida. Pois bem, olha só: Joseph Campbell nasceu dia 26 de março. Carl Jung nasceu dia 26 de julho. Achei muita coincidência as datas serem as mesmas do Wagner (março) e do Luis (julho)... Bobagem pra maioria, pra mim não. Gosto de observar essas datas...O mais engraçado é que o Jung era Leão com ascendente em Aquario como o Luis. Do Joseph eu não tenho essa informação. Mas por si só é uma tremenda coincidencia considerando a influencia desses dois distintos rapazes na minha vida... Bobagens a parte, andei tendo uns sonhos estranhos, mas dessa vez estou realmente com preguiça de contar. Quem sabe amanhã. P.S.: by the way, tanto Campbell quanto Jung quando novos não eram de se jogar fora...hahahahaha

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04 de Fevereiro Fragmentos de Sonhos 2

Sonhos são engraçados. Eis aqui mais um deles. Fragmento #1 - Cozinha Velha Estávamos, eu e Sérgio, num apartamento antigo e escuro. Não tenho certeza se morávamos nesse apartamento, e o Sérgio estava querendo dar um "tapinha na cozinha". Mas a casa era muito escura e velha. Era um apartamento de primeiro andar que tinha quintal como o dos meus pais. Eu olhava para aquilo que ele queria

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fazer e pensava " mas deve haver uma forma de fazer esse apartamento ficar charmoso". Saí para o que seria o quintal. E via muitas paredes e muitas telhas de aminato. Espaços externos que eram ambientes, tipo depositos, mas estavam desativados. Quando olhei aquilo, pensei, já que não serão mais usados a gente bem que poderia derrubá-los para desobstruir tudo e fazerm com que ficasse mais arejado. Olhei pelo lado de fora as paredes da casa e imaginei janelões que pudessem captar a luz do sol... Entrei animada e contei a idéia pro Sérgio. Ele gostou e concordou. Só que nesse momento vi dois detalhes que me deixaram um pouco decepcionada. A principal janela que eu queria abrir ficava em uma parede onde existia a pia, ou seja, não seria possível abrí-la da maneira que eu queria. E mesmo sendo possivel, olhando para o lado de fora, eu via o sol do final da tarde passando pela fresta entre dois prédios. Mesmo fazendo a reforma a casa nunca teria um sol intenso e saudável. Fragmento #2 - Elevador-Bonde Azul Por algum motivo o Sérgio estava ausente e eu tinha que ir até a empresa para passar pro pessoal a senha do computador dele. E acho que por efeito do mal atendimento de uma das trainees na sexta-feira, no sonho eu hostilizava todo mundo. Deixava claro que não gostava deles e era realmente muito agressiva. Partia do principio de que se nem o Sérgio nem a Lu estavam lá, ninguém mais merecia meu respeito. Lembro vagamente também da Cris, que reclamava com ela do mal atendimento da funcionária dela. Outro detalhe era que na hora de ir embora de lá, eu tinha que descer por um elevador que parecia um bonde, que quando parava no andar, estava desalinhado e era mais estreito que o poço. Quando se punha os pés, ele balançava e a fenda que se abria entre o patamar e o nivel do andar era tão grande que havia o perigo de ser cair. Eu via uma família(marido, mulher e duas crianças de colo) tentando entrar e se arriscando muito. Essa espécie de bonde-elevador não descia verticalmente e sim, horizontalmente como um bondinho. Eu achei muito arriscado, não queria pegar esse bonde azul e falei que iria descer pela escada. Daí, parece que o segurança me barrava e me colocava numa sala, porque as pessoas não poderiam descer assim com facilidade pela escada por livre e espontânea vontade. Mas depois de liberada eu desci e na rua via que eu estava no Centro. Fisicamente não parecia o Centro, mas eu sabia que agora a sede da empresa ficava na Conselheiro Crispiniano de vez. A última coisa que lembro desse fragmento é que as ruas eram perigosas e eu tinha que ter cuidado. Fragmento #3

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Vício Eu descobri que o Sérgio tinha voltado a fumar e estava consumindo cocaína também. Lembro que peguei um saquinho transparente com um pó negro granulado que no meu sonho era cocaína e gritava para ele: "Sérgio, eu não acredito que você está fazendo isso" - E jogava (até porque sabia qual seria a reação dele) "Deixe isso por mim, pelo menos alguma coisa para eu saber que você me considera importante". Ele estava atrás da bancada da cozinha e me olhava com pouco caso. Pensei comigo: "Tudo que ele faz, faz compulsivamente. Vai ser um viciado sem volta". Quando percebi que ele não ia abrir mão da sua nova escolha joguei o saquinho contra ele e disse "Ok, vc já fez a sua escolha" e fui arrumar a mala achando que ele poderia fazer alguma coisa para me impedir, mas não fez. No momento seguinte já me vi na rua com a mala, meio sem rumo pensando: "Bom, o Wagner estava querendo dividir apartamento. Vou conversar com ele." De repente estava com ele, a Leandra e a Dania. Estava muito triste, brava e mal humorada. Não entrava nas brincadeiras costumeiras deles. Só lembro estar numa cidade meio como Caxias do Sul com ruinhas estreitas e bonitinhas, e me sentia vazia. Depois disso só lembro de um corredor com restaurantes em que entramos mas não conseguimos comer e quando quisemos voltar tivemos a impressão de que o carro da Dania havia sido roubado.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 17:05:09 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

30 de Janeiro Tá tudo tããããõ conturbado!!!! Estou me sentindo um ser estranho nesses dias. Não estava me sentindo bem na cama e resolvi levantar para escrever. Escrever o quê?!?!? O quê?!?!?!? Cáspita... Ás vezes dar um "retrofit" em casa me faz bem. E agora a noite eu fiz isso: Reformulei a posição da sala e da varanda. Olha tudo novinho me fez bem. Ou não. Porque de ansiedade eu não consigo mais dormir...heheheh. Anteontem eu encontrei a Dan, uma grande amiga que conheço desde o tempos de colégio. Ela não mudou nada. E brilha. É bom brilhar. É bom encontrar gente com as mesmas afinidades que você. Mas ando me sentindo sozinha. Gosto de lembrar da imagem que eu fiz na ultima sessão, isso explica algumas coisas.... "Sinto-me amarrada a uma parede. Vendo tudo que me espera, tudo o que eu sei que vou vver. Só que fico tão empolgada tentando sair correndo para

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viver tudo isso que esqueço que primeiro eu tenho que me soltar. Que deveria estar concentrando a minha empolgação em primeiro desatar os nós, depois viver." Acho que no ano passado eu me senti muito feliz de estar com as mãos desempedidas para me soltar no momento em que eu quisesse ( como na carta do Diabo). Mas passei boa parte do ano gastando força. Agora estou cansada, e tenho que me atentar, porque quando a empolgação vir de novo ela deve ser usada de outra forma.

Well, living and learning.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 03:31:07 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

08 de Janeiro Carta ao meu amigo invisível Meu querido amigo invisível: Bom, invisível não é bem o termo, pois eu te vejo, assim como milhões te viram e vêem. E verão. Quando você passou de carne pra imagem, eu tinha só 3 anos. E eu não tinha muito a pensar sobre isso nessa época. Mas lembro que desde que me conheço por gente já sabia de sua existência. O tempo foi passando. Eu ouvia falar de você mas nunca prestei muito atenção. Hoje eu olho o aparelho de som, velhinho, velhinho, que foi comprado no mesmo dia em que você entrou de vez na minha vida e tenho saudade. Ser filha unica as vezes é um porre, nem sempre tinha gente pra brincar comigo, quase nunca meu pai deixava eu sair para rua a andar de bicicleta, mas nada disso me incomodava mais. Daquele momento em diante, eu tinha vc, meu amigo invisivel, com sua presença que me acalmava, me tirava o medo, e me fazia companhia. Você me fez conpanhia e ainda me faz. E sempre fará. Você é parte da minha personalidade. Parte de mim. Sempre será.

Não existe Ana Paula sem Elvis Presley.

Elvis, Elvis, Elvis. 70 anos não é brincadeira hein? Coincidentemente esse ano eu estou de recaída de vc bem na época do seu aniversário, e quando eu fico assim, ninguém aguenta porque eu só falo, escuto e vejo Elvis. Mas esse ano

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What now, What next, Where to? - UOL Blog tem um gosto diferente. Pela primeira vez eu entendo a sua importancia na minha vida. Obrigado por tudo e vamos em frente por mais alguns anos. Porque eu seu que só viverei mais alguns. Você viverá para sempre.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 15:13:57 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

12 de Dezembro ...

Altas viagens durante esses dias. Me sinto meio estranha. Não sei dizer o que acontece, mas não deve ser totalmente bom, afinal, ando com uma tremenda queimação de estomago que tem me tirado a fome (aha, isso talvez não seja tão ruim assim...hehehe), um cansaço que não me deixa mais acordar cedo para fazer o que eu gosto de fazer, e uma sensação de "where do i go from here".... "If I knew the way I'd go back home But the countryside has changed so much I'd surely end up lost Half-remembered names and faces so far in the past On the other side of the bridges that were burned once they were crossed" Cara! Tá dificil de se achar ultimamente, então acho que por dentro eu resolvi dar um break. O saco disso tudo é que eu me sinto muito sem sal, mas do que eu já só quando me esforço em não ser. Além do mais, dezembro é um mês imbecil, e a cada ano eu acho isso bem mais obvio. E no natal que as falências familiares ficam mais flagrantes. Está ficando cada vez pior e no meu caso de filha unica, é pior ainda. E a musica não sai da minha cabeça. Estou especialmente sensivel ao lado melancolico do Elvis. na verdade estou particularmente sensivel a tudo do Elvis. Mais na verdade ainda, ESTOU COM UMA RECAIDA DE ELVIS DESGRAÇADA!!!!!! Mas estou resistindo bravamente a sair comprando coisas dele. Anyway, voltando ao papo de fim de ano, tudo que eu queria era ficar umas duas semanas fora, sozinha, como se eu não fosse eu mesma. Vivendo uma personalidade a parte, uma fernanda pessoinha. Mas escrever não substitui viver. Essa está http://enbaoli.zip.net/[11/06/2009 13:39:06]


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sendo a parte mais triste de tudo. Contudo (nossa, nunca usei esse termo em textos meus), ajudar a manter a sanidade. Sanidade. Será que eu quero mantê-la mesmo? Ahá!! Sei lá! Como disse no quinta feira - eu não sei, eu não sei, eu não sei!!!!! Saco!

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 20:07:28 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

23 de Novembro Fragmentos de Sonhos

Fragmento #1 - Gêmeos Eu estava bem como Sérgio, juntos, quando de repente, aparece outro Sérgio igualzinho. "Você nunca me disse que tinha um irmão gêmeo". "É, tenho". "Òtimo, então agora eu tenho dois Sérgios". E pensei comigo, poxa que legal. Vou ter dois Sérgios só pra mim.

Fragmento #2 - Cabelos Meus cabelos estavam compridos (diferente do ultimo sonho onde para ficar "linda" eu percebia que tinham cortado os meus cabelos bem curtos, e deixado-os pretos) mas podres e saiam aos pedaços na minha mão. Eram vermelhos e dum vermelho mais forte em alguns pontos (meio como os reflexos que eu queria fazer) mas estavam estragados. Totalmente estragados. Fragmento #3 - Sad Old Man Estava passando por um hotel e vi um senhorzinho todo arrumadinho. Cabelos bem branquinhos, curtos e olhinhos azuis. Ele estava

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muito ansioso e frustrado, parecia uma criança, porque a garota de programa que ele havia contratado para lhe fazer companhia não tinha vindo e não viria mais. Eu me ofereci para fazer o papel dela. Ele já havia sido alguém famoso e de posses. Fiquei curiosa pra ver como era tudo que ele havia preparado para ela. "Eu preparei o apartamento todo para tomarmos um vinho, e ficarmos juntos, está tudo tão bonito... Você faria isso por mim?" Pensei, "tadinho, tão solitário". E eu fiquei com vontade de participar daquele cenário, e ao mesmo tempo resolver o problema do velho. Era só ir lá e abrir as pernas. "Sim, porque não?" "Então vamos subir". Chegando lá, era tudo muito pobre, muito pobre e improvisado mesmo. Eu percebi nos olhinhos dele que ele era realmente sincero e estava se portanto no seu melhor estilo e fazendo o seu melhor. Mas infelizmente era tudo muito simplório. Me senti muito mal, porque já havia assumido o compromisso de fazerlhe companhia (e tudo mais que ele esperava com aqueles olhinhos doces) mas chegando lá aquela pobreza toda e aquele olhar de ansiedade senil e devoção me tiraram o tesão totalmente. Tive pena. Eu percebia que enquanto estávamos sentados no chão vendo tv, ele vinha se aproximando de mim e eu ia ficando agoniada, porque tudo ali era muito broxante. Eu merecia mais que aquilo. Trepar por dó? Ao mesmo tempo pensava: "Não era isso que vc queria? Passar por uma experiência? Você tem essa chance. Pobre, mas é uma chance. Converta-a. O que vc vai dizer se não fizer? Tampa o nariz e vai." Mas era impossível. Como comer peixe. Não é uma coisa que vc simplesmente não gosta, ela não desce... Eu era uma covarde - "era só abrir as pernas". Estava já me preparando para dizer que eu tinha amarelado, quando tive uma sensação estranha. Ele acariciava a palma da minha mão e como eu estava distraida me senti excitada. Mas logo caí em mim e percebi o ridiculo da situação. Cheguei até a pensar "se ele continuasse assim talvez até desse pra rolar alguma coisa", mas não sentia mais nada, só a sensação ridícula da situação. Nessa hora decidi que iria pedir para desistir de tudo. E acho que consegui. http://enbaoli.zip.net/[11/06/2009 13:39:06]


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Aconteceu mais alguma coisa, mas eu não lembro. Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 14:41:03 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Sonhos

Acho que não escrevia sobre meus sonhos. Mas diantes das últimas transformações internas que estão acontecendo, acho que devo relatálos, senão para fins terapêuticos, pea beleza dos símbolos. No primeiro, eu estava num voando e percebi que "meus temores se realizavam" quando uma turbulência diferente fez o avião cair. Foi no exato momento em que passei pelas mesmas nuvens que uma semana antes, na viagem para o Rio de Janeiro, me deixara apreensiva. "Meus temores se realizavam" porque toda vez que eu vôo, num determinado momento, penso naquele acidente do Fokker 100 da TAM, nas pessoas que estavam lá. Que não eram diferentes em nada, até aquele momento, de mim. Que aquele momento poderia se repetir. E que naquele momento, no meu sonho, repetia-se. Comigo. As nuvens não deixavam ver nada. Caimos vertiginosamente. Mas o avião não explodiu. Se partiu, mas não explodiu. Tínhamos como sair de lá. Parece que ninguém se feriu. Mas não sabíamos se o avião iria explodir ou não, portanto era bom que saíssemos rápido. Me via do lado de fora, mas desconfiava que, como das outras vezes (nos sonhos da casa incendiada e da igreja que desabava), eu não ia conseguir deixar o local do acidente. Que alguma coisa iria me prender lá. O que, de fato, aconteceu: tenho que esperar um rapazinho loiro que precisava buscar um saquinho de veludo carmim com gemas de diamantes lindíssimos que eram tudo o que restou da família dele. Ele não podia deixar para trás. E eu não iria entrar, mas teria que ficar lá enquanto ele não voltasse. Será que ele iria encontrar? Será que com o acidente, uma peça tão pequena não poderia ter se perdido lá dentro? Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:57:46 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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15 de Novembro VP ou PV?

Li muito pouco sobre Nietzsche. Muito pouco mesmo. Gostei do pouco que li, mas confesso que o conceito de "Vontade de Potência" não ficou muito claro. O próprio nome já acho meio estranho, mas foi através desse treco que eu cheguei a um conceito que acho que vai ser muito importante para mim: a "Potência da Vontade" A "Potencia da MINHA Vontade". Qual é afinal a potência da minha vontade? Percebi que ela é tremendamente baixa. Como se querer alguma coisa não fosse motivo suficiente para tê-la. Como se eu precisasse do feedback total dos outros. Só que por um momento eu percebi que isso não é verdade. Eu tenho que querer e pronto. Mas como eu tava falando pro Mauro agora, quando vc quer vc tem que dar a cara a bater. Em coisas menos importantes eu faço isso. Mas, nas que realmente importam, eu não arrisco. E tem também aquele detalhe que eu aprendi na palestra do Campbell: a gente tem que estar preparado. Sempre, pra não ficar com esse sono e essa queimação de estomago na primeira reação contrária. Aprender a fechar as portas na hora certa. O problema é que eu abro e depois esqueço de fechar. Isso demanda energia. E força. Eu ainda sou ridiculamente frágil. Essa é a conclusão. "Ainda". Se cai, até tem força, mas tem preguiça de levantar. Que absurdo! Escrever e falar me fazem bem. Ufa! Falar desopila, calar potencializa. Agora que eu descobri isso tenho que saber quando calar e quando falar. A arte de viver! Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 10:29:27 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

04 de Novembro

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What now, What next, Where to? - UOL Blog ê dor de corno!!!!!!!!!!!!!!

Don't look so sad, I know it's over But life goes on And this old world will keep on turning Let's just be glad, we had some time To spend together There's no need to watch the bridges That were burning. Lay your head upon my pillow Hold your warm and tender body close to mine Hear the whisper of the raindrops Blowing soft against the window Make believe you love me one more time For the good times. I get alone, you've found another And I'll be here if you should find You ever need me. Don't say a word About tomorrow or forever There'll be time enough For sadness when you leave me. Just lay your head upon my pillow Hold your warm and tender body close to mine Hear the whisper of the raindrops Blowing soft against the window Make believe you love me one more time For the good times. Eu tava pensando em escrever sobre as minhas últimas impressões, mas novamente, o Elvis começou a "whisper in my ear a tender song. The sadiest i ever knew". Então, eu achei que como ela traduz exatamente o que eu sinto agora, eu não sei se ainda preciso escrever alguma coisa a mais. É uma coisa estranha na boca do estômago, um misto de tristeza e curiosidade... E resignação. De alguma coisa que sempre esteve aí, mas que agora vista de outro ângulo... sei lá... parece que sempre foi claro mas que não era momento de encarar de frente. Agora, é como meu dente que deu canal.

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Sem quase dor nenhuma, pra falar a verdade eu nem sabia que estava morto. Bom, mas esse morto eu vou enterrar com o celular e algumas baterias extras. Quem sabe é só uma catalepsia? E como diz o Elvis, o Kenny Rogers, sei lá mais quem: "But life goes on And this old world will keep on turning"

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:48:21 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

28 de Outubro Pequenês

Eu falhei. Como deixar o orgulho de lado e fazer o que tem que ser feito. Como manter o sangue frio e tomar a atitude que transforma. Talvez meu papel naquele momento era trazer tudo aquilo para a realidade prática. "Eu tenho uma pergunta a fazer. Antes de tudo gostaria de avisar que parece que o som não está bom, o pessoal da fileira daqui de trás não está conseguindo escutar o que está sendo dito. Bom, a pergunta é a seguinte: Como fazer o ser humano "acordar" para essas grandes verdades, se ele se perde tanto com o trivial diario. Como que podemos fazer com que diante de verdades tão prementes, a humanidade não se perca em detalhes tão pequenos, com posturas tão arrogantes?" A oportunidade nasce da crise e o Joe sempre me mostra isso da forma menos teórica possível. Bitter-sweet facts. A

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maravilha e a brutalidade. Normalmente a brutalidade vem da pequenês da raça. Mas acho que falhei pelo nervoso e pelo orgulho. Era o gancho que eu precisava. Era, se* não tivesse ficado tão nervosa. Vô Joe, acho que eu entendi a sua lição: A maravilha e a brutalidade. Juntas. Aceitá-las. Mas nunca estar despreparada. Tenho muito o que aprender. * mas como diz a minha amiga Leandra, o "se" não existe. Portanto, definitivamente, eu falhei. Nove na primeira posição significa: As pegadas se entrecruzam. Se o homem se mantém sério, nenhuma culpa. Amanhece, e o trabalho se inicia. Após ter estado isolado do mundo exterior no sono, a alma começa a restabelecer suas relações com o mundo. As marcas das impressões se entrecruzam. Atividade e pressa imperam. Nesse momento, o importante é preservar o recolhimento interior e não se deixar levar pela agitação da vida. Se permanecer sério e concentrado, o homem alcançará a clareza necessária para a análise das numerosas impressões que lhe chegam. É precisamente no começo que esta séria concentração é importante, pois no início está a semente de tudo que se seguirá.

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23 de Outubro Ensaio sobre "participar da vida"

Nove na primeira posição significa: Conduta inocente traz boa fortuna!

Os impulsos primordiais do coração são sempre benéficos; pode-se segui-los confiante, seguro de que se terá boa fortuna, e os objetivos serão alcançados.

Pra chegar onde vc quer, às vezes vc tem que passar por caminhos sujos. Como não se sujar? Ou melhor, como se sujar por fora, mas ter certeza que um banho resolve. Que vc não é suja por dentro? Que não foi vc que criou toda essa sujera? Como delimitar espaços sem criar prisões?

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Talvez essa seja a questão.

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22 de Outubro Teoria

Se o sono não fosse bom, os homens não acordavam de pau duro. Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 10:06:03 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

19 de Outubro Amadora

Sou amadora. Tenho cada vez mais certeza disso. Só faço se amo. Por tesão e curiosidade. Nunca me senti a vontade com o termo "profissional". Me parece destituido de vida, de cor. Várias coisas me passam na cabeça durante o dia. Vários anseios (já percebi que gosto dessa palavra - é mais suave que desejo) me passam pela cabeça durante a vida. Resolvi da atenção a tudo isso. E ver no que é que dá. Me permitir transformar a vida em um treco excitante. Tirar o carro dos trilhos, pra botar a vida na linha. UAU! Sou uma mulher. Estou gostando disso.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 14:03:57 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

13 de Outubro ???

em que exato momento a gente deixa de ser mulher para virar caça? em que exato momento a gente deixa de ser transgressão para virar vulgaridade?

qual é o exato momento? eu realmente gostaria de saber. Hehehe - o Enbaoli costumava ser mais bem humorado... Costumava...

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 14:09:49 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Samsara

ás vezes penso em desistir. nunca pensei nisso antes. o azul toma conta. moddy blue. eu sinto que não estou tentando satisfazer mil desejos. estou na conquista de apenas um.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 06:36:11 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

10 de Outubro "Numa aula de português" ou "Mal sabia eu naquela época..."

"Instituto N. S. Auxiliadora. São Paulo, 13 de fevereiro de 1990. Beth Cury

Redação e Gramática - Criar o texto: Um aluno meio ao contrário na

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escola do contrário. "Era uma vez"... ou talvez duas, uma escola diferente. A primeira vista, não era uma escola diferente , parecia apenas um lugar de ensino intensivo. Nas salas, havia formulas, regras e sistemas em todas as paredes, acredito que para melhor fixação das idéias. Um dia, resolvi assisitir uma aula. Sabe, às vezes eu achava chato o meu sistema de aula, mas nunca vi algo como isto: todos os alunos altamente compenetrados, nenhum abria a boca, tudo muito certinho, totalmente contrário a qualquer escola que já conheci. Os professores, muito sérios, falavam o estritamente necessário, sem nem um esboço de sorriso ou amabilidade. Percebía-se uma certa infelicidade ou qualquer coisa nesse estilo entre alunos e professores. Isto parecia que aumentava nos intervalos e no recreio, onde ninguém parecia ficar a vontade. Todos pareciam gênios em aula, os problemas eram resolvidos, dos mais dificeis aos impossíveis, sem nenhuma dificuldade aparente. Mas apenas aparente. Em uma das aulas que eu pude assistir (mas não acompanhar porque o nivel era altíssimo), fiquei sabendo de uma das raras histórias desta escola: certa vez, há muito tempo, um aluno chegou a pegar faculdade. Acredito que foi o único, pois os meninos desta escola não prestavam vestibular para não ter que cortar os cabelos (totalmente egoístas, superficiais e vaidosos). Não que não tivessem nível. Uma gente estranha, infeliz. Eis que de repente, no meio de uma das aulas, entra na sala uma pessoa. Pinta de sábio, seus trinta e poucos anos, rosto simpatico, feições agradáveis, parecia iluminar aquele ambiente "dark", sombrio em sua essência. Dava pra sentir sua presença como uma luz no fundo de um poço. Esse homem veio decidido, entrou, olhou para todos com ar condoído. Imaginei perfeitamente o que deveria estar pensando - "pobres crianças!" - Ficou um bom tempo analisando e tentando captar o que tinha no ar daquela classe. A classe por sua vez, via o homem com um olhar de pouco caso, alguns nem tomavam conhecimento daquela presença de aparência tão boa, tão positiva. A voz daquele homem ecoava pela sala como de um martelinho quebrando de uma vez uma pedra de gelo. A medida que falava o que tinha para falar, os alunos se entreolhavam assustados e aos poucos iam, como se encontrassem algo de sobrenatural, desesperando-se. O homem retirou-se, convertendo aquela sala num quase inferno. Meu Deus! O desespero da sala começava a me assustar. Era como se tudo desestruturasse, despencasse e parecia que queria me levar junto! Tudo escurece.

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Abro os olhos, meio tonta, olho o relógio, levanto. Tenho que me arrumar para ir para a escola. Um dia normal até que vi um homem, de uns trinta e poucos anos, com feições mais ou menos conhecidas, sabe, do tipo "já vi este cara antes". Isso atiçou minha memória e aos poucos fui lembrando de cenas de uma escola, onde apenas uma frase ecoava "Meus filhos, ah, meus filhos. Vocês entendem o que fazem? Vocês sabem a razão de tudo que estão fazendo?" Chegando em casa, depois do almoço, tentei lembrar e entender o que aqueles lances de imagem queriam dizer. Ah, Deus! Será que era eu que não sabia o que estava fazendo? Será que era eu que estava agindo como automato, apenas desenvolvendo uma inteligência aparente? Seriam os alnos o meu consciente perturbado que bloqueava o meu verdadeiro eu?!?!?!? Tudo não passou de um alerta." Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 09:50:42 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

06 de Outubro O importante é ter estilo.

Não existe feiúra quando se tem estilo. E estilo não tem a ver com posição social, com dinheiro. Tem a ver com posicionamento, com atitude. Não tolero gente sem estilo. Estilo e carisma andam juntas. Mas carisma não é popularidade. Carisma e estilo são as ferramentas que fazem nossa alma ser visível. Como ela é. É preciso coragem para ter estilo.

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E as pessoas normalmente não têm.

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26 de Setembro A questão "Marte"

Um pouquinho de astrologia. É inquietante quando a natureza de algo é tolhida pelas circunstâncias. Marte é o planeta da ação, do impulso, da guerra. A conquista, a força. Da reta, do vigor. O caminho mais curto para a energia de marte com certeza é a reta, uma reta que rasga. Como uma arma de fogo. No meu caso, essa arma está voltada pra mim mesma, para dentro. Enquanto escrevo, me lembro de um filme com o Harrison Ford, que no momento me escapa o nome, onde no final uma mulher está toda amarrada e qualquer movimento em falso pode detonar um mecanismo explosivo que poe tudo a perder. Essa é a energia de marte na 12º casa. Uma arma virada pra você mesmo onde vc por mais que tente não está com o dedo no gatilho. Na minha vida, tem sido assim. Eu não posso disparar esse gatilho. Tenho que tomar muito cuidado, qualquer descuido pode ser letal. Já passei por isso uma vez. Não quero passar de novo. Ainda estou aprendendo a entender esse mecanismo para poder usá-lo da melhor forma possível. Dessa forma, pessoas que estão com suas "armas em seus devidos coldres, virados para baixo" podendo saca-las usá-las para fora no momento que quiserem, me assustam, me fascinam. Me sinto impotente. Ainda. Talvez eu esteja no caminho certo. Tomara.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 22:01:29 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

22 de Setembro

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vejo meio embaçado...

Tomei uma puta bronca do meu irmão por conta disso: Sábado foi um momento feliz, mas eu não registrei nada. Nem aqui nem em qualquer outro lugar. Engraçado, quando me lembro da festa de sábado, lembro de ter "passado" por ela. Sinto que realmente foi um momento feliz, onde o astral de todos estava bem up apesar de alguns estresses inevitáveis, mas que eu passei por ela. Não que eu não tenha aproveitado. Eu aproveitei, mas como quem olha de longe. Claro que espero fazer isso mais vezes - juntar todo mundo num domingo de manhã para jogarmos e almoçarmos - mas o que percebo é que o que rolou no sabado parece que não foi pra mim. Não me senti lá de fato. Luis, desculpa, mas não tem mais muito o que escrever. Sinto que sábado marcou a consolidação de uma etapa de mudanças decisivas na minha vida. E que, como eu disse no texto inaugural desse blog quando ainda era do ig, eu estou tranquila. Confesso que estou me estranhando, não tenho vontade de rir ultimamente.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 07:04:30 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

17 de Setembro Setembro, 18

tuuuuuuuuuuu, tuuuuuuuuuuuuuuu, tuuuuuuuuuuuuuuuu... "Alô!?"

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"Alô mãe?" "Oi Paula" "Para todos, setembro é associado a primavera, a manhãs azuis e sombras claras, ao desabrochar da vida. Mas sempre, na verdade quase invariavelmente, o meu dia, é nublado. O mês é da primavera, mas em 18, ainda é final do inverno! Eis que a natureza revela a minha essência. Uma pessoa sorridente de alma gris!" "Nossa, filha, é verdade. Nunca tinha pensado dessa forma!!!! É verdade." "Pois é mainha... A natureza é sabia. A gente tem que saber ler.... A propósito, PARABENS!!!!!!!" "Ah, é..." ""Ah, é" ou "brigado filha pela lembrança" ...? Trinteioito anos de casada não se faz sempre." "Ah, sim...O seu pai tá aqui...quer falar com ele?" Mais um dezoito de setembro. Costumo dizer que vc pode ter duas abordagens para se referir a essa data. A primeira delas é a de praxe: "Parabéns, vc está cada vez mais bonita, inteligente, experiente...Mais feliz!" A outra é: "Meus pesames, vc está um ano mais proxima da morte". Ambas são verdade. Qual você escolhe?

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 17:19:48 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

05 de Setembro Ah, setembro, setembro - o mês sete que é nove

Confesso que nos ultimos tempos eu andei meio sem vontade de escrever. Não que situações hilárias não tenham acontecido...Aconteceram, sim. Mas por outro lado fiquei meio assustada: "cuidado com o que vc deseja..." Na verdade, no meu caso ultimamente tem mais sentido o "cuidado com o que vc alimenta" . A planta pode ficar maior do que o vaso. E definitivamente eu sinto que o vaso está pequeno demais pro quanto essa planta pode crescer. Então resolvi dar uma brecada. É só uma trégua, para avaliar melhor os caminhos antes de sair arrebentando a calçada... Fiquei também meio intrigada com a quantidade de comentários tanto escritos quanto falados a respeito da minha amargura. Principalmente no Virtuosa. Uma das coisas que percebi também e até comentei com o Sérgio, foi que acho que sou uma pessoa triste. Uma pessoa triste que disfarça muito bem. Tive certeza disso olhando as fotos antigas que http://enbaoli.zip.net/[11/06/2009 13:39:06]


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organizei para minha mãe e reparando na minha atitude hoje na casa dos meus pais. Me anestesiei tanto da vida que acho que perdi o atalho de volta. Viver dói muito. E vc não precisa ser um mártir sofredor para sentir essa dor. Dor de ser rejeitado, dor de se sentir ridículo quando está vulnerável, dor da perda, de acompanhar o começo e o fim das coisas das quais vc gosta, a dor de olhar para trás e ver que um monte de coisa já não faz mais parte da sua vida e que foi tão importante. Acho que acabei me anestesiando tanto pra isso, que hoje só sobra o sorriso: um sorriso sardonico de quem diz por dentro - FODA-SE! ARREGANHA A CARA AI QUE NINGUÉM VAI PERCEBER NADA. "Ah, Paula, eu lembro de você como uma criança muito falante e sorridente". "Ah, Paulinha, pelo amor de Deus, não era isso também - eu realmente queria que vc tocasse caixa na fanfarra, mas eu nunca disse que vc era uma idiota só porque pegou o prato..." "Deus me livre, acho horrivel essas meninas fumando com a pele toda retalhada de tatuagem... Ainda bem que vc nunca pensou nesse tipo de coisa, Paula"... "Até porque, se sendo do jeito que eu sou vc já morre de desgosto, imagine só....!" "AI PAULA, PORQUE VC SEMPRE FALA ISSO... Não é assim, eu não penso assim. Da onde vc tirou isso?" "Uma coisa é o que vc pensa, outra coisa é como vc faz...." ha ha ha ha ha haha ha ha ha ha haha ha ha ha ha ha O que você pensa, o que vc faz, e como os outros te entendem....Isso dá papo pruma vida inteira. Milan Kundera passou a vida retratando esses problemas de comunicação... E como eles machucam. Mas ao contrário do que o texto mostra, eu não tô botando a culpa na minha mãe. Só tô querendo deixar claro que cada pessoa tem um filtro. E o meu, pelo jeito, é de pessoa triste. Pessoa triste que disfarça muito bem. ... Ontem sonhei com tuaregs, filomenas, psicologos, livros e brincos. Acordei, aposentei meus brincos de então e comprei brincos de pedra azul. Uns azuis como os do sonhos e outros vermelhos. Um anel de madeira vermelho também. Ah, Setembro, setembro....

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 23:03:13 [ (6) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

21 de Agosto Sensibilidade de Hipopótamo

Na minha forma de entender, as coisas funcionam mais ou menos como o mito de Zeus e Sêmele. "Apaixonado pela bela Sêmele, Zeus prometera atender a qualquer desejo seu. Quando ela estava grávida, instigada pela ciumenta Hera,

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disse ao imortal amante que desejava vê-lo em seu aspecto normal. Contristado, Zeus atendeu o pedido e, ao mostrar-se em todo seu esplendor divino, Sêmele morreu carbonizada pelos raios que dele emanavam. O pai dos deuses conseguiu, no entanto, salvar o filho e guardá-lo em sua própria coxa, onde ele completou seu desenvolvimento." Ou seja, não importa qual seja a grande verdade a ser dita, as pessoas (somos mortais, não?) têm o tempo certo para perceber algumas coisas. Afinal, não é todo mundo que tá afins de ser fulminado por uma verdade qualquer. Só pra ter a honra de dizer que participou da geração de Dionísio... Isso foi uma coisa que eu aprendi na época do tarô: existem verdades que precisam ser ditas, sim, mas com responsabilidade e cuidado. As pessoas não são feitas de pedra.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 21:20:29 [ (6) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Ser invadido

Que coisa mais louca. Estou a vários dias tentado escrever o que tenho percebido sobre "como funciona a cabeça dos homens, como sentem os homens". Tenho vários "laboratórios" que observo todo o dia. Já sinto a resposta, (infelizmente a resposta implica na solidão espiritual feminina) mas não conseguia articular um texto sobre isso. Coincidentemente, hoje entrei num blog. Nesse blog, escrevi um coment que me fez ter um insight.: " A sensibilidade nos homens é uma ferida que tem que ser aberta". Talvez nas mulheres, essa ferida exista sempre. A sensibilidade é invasiva. Os homens não gostam de ser invadidos, tanto física como emocionalmente. Sentem como se fosse uma coisa pouco digna se deixarem invadir. Seja pelo sentimento, pela dor, pelo dedo ou por qualquer outra coisa. Quando vc se deixa invadir, vc está indefeso, e os homens não gostam da dor. Não gostam porque não conhecem e nem querem conhecer. Estão satisfeitos com amores leves, companheirismo, cosquinhas na ponta do pau. É estranho. Claro que não escrevo isso porque acho que o mundo dever ser concavo. Não! É só uma constatação. A constatação de que os homens não se sentem a vontade com nada que os invada. Até porque essa não deve ser a função deles. Mas é engraçado visualizar isso. Se a mulherada percebesse logo, talvez

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tivesse menos expectativas quanto aos nossos companheiros de jornada.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 09:36:08 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

O Blog de Deus

Meus queridos, fiquei agradavelmente surpresa quando entrei no blog desse rapaz*. (não que a minha opinião valha muita merda, principalmente pra Gódi) Ele deixou um coment há uns tempos atrás e eu depois de muita relutância fui lá dar uma conferida. Relutância, porque quem me conhece sabe que a minha cota religiosa ficou junto com o colégio de freiras que eu fiz há 14 anos atrás. Fiquei com medo de que fosse algum blog meigo com mensagens cristãs. Se existe uma coisa que eu não respeito, ou melhor, não entendo muito, são os dogmas e a linguagem das religiões judaico-cristã. Mas esse blog valeu a pena. Tá indicado o link. A sessão de perguntas é deliciosa.: minha vida tá horrível. Minha vida tá horrível, perdi o emprego, minha namorada me chifrou com outro, e hoje, meu pai revelou que é gay? Onde estás Deus? que não me ajuda?

Resposta: Cara, tua vida tá uma merda mesmo, hein? faz o seguinte... esse papo vai ser longo, meta um balaço na cabeça e vem aqui falar comigo pessoalmente. Gódi blogdedeus@bol.com.br - Escrito Certo, por Linhas Tortas por: Deus às 02:09 AM [ (4) Dizimistas Fiéis] [ Pregue a Palavra ]

Enjoy yourself! *P.S.: É muita pretenção minha chamar Gódi de "rapaz", mas que que eu posso fazer, eu sou folgada mesmo, até com Ele.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 09:13:13 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

19 de Agosto Ana Paula na vida

"Nosso poder pessoal e nossa energia vêem da aceitação e integração dos nossos diferentes eus. Se há muito tempo está fora de sua casa, do seu interior, volte para ele o mais rápido possível." Runa Uruz

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Não poderia ser mais explícito. Só não consigo imaginar como juntar o En Baoli e o Virtuosa numa coisa só. Gosto deles cindidos. Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 13:15:46 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

18 de Agosto Ana Paula na cozinha

....Sé...? ....alô, Ana? Eu ainda tô aqui na loja! ...tá, tudo bem, eu sei, só quero te fazer uma pergunt... ...calma Ana, o Arnaldo já tá chegando, a gente já tá saindo... ...tá sérgio, eu só quero perguntar uma coi... ...já tamo saindo só falta pendurar uma plac... ...TÁ SÉRGIO, MELECA, ME ESCUTA: O QUE QUE ERA AQUELA COISA QUE TAVA NO FREEZER QUE PARECIA BATATA???? ...AH, aquilo era o que tinha sobrado do pudim, eu congelei para faz... ...tá, eu só quero saber se vc tinha alguma apego emocional com aquilo, porque eu acabei de refogar pensando que era batata. (pausa de processamento...) HAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAH ... com shoyo e tudo mais... ...mais aquilo é doce!!!!! ....é, agora eu sei.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 23:46:53 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Mario Lanza - Dicitencello vuie

Meu Deus!! Essa é a música para se ouvir dentro da orelha, rasgando.....

A voglio bene, A voglio bene assaie, dicitencello vuie, ca nun m'a scordo maie....

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 15:52:35 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

17 de Agosto

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Qual a sua cor?

É estranho. Escolho a cor de qualquer um com tranquilidade. Parece que o fato de associar uma cor a um aspecto (o aspecto que eu conheço) de cada um, me deixa confortável. Mas, é dificil escolher a sua. Pensei no vermelho, mas não te vejo vermelho, apesar de ser uma cor que aprendi a gosta por conta sua. O azul, bom, o azul é brando demais. Sonhador demais, delicado demais para sua personalidade precisa. O amarelo nem passou pela minha cabeça. Não sei porque. Talvez pela sua aversão aos holofotes, à atenção das pessoas...Então visto tuas letras com o mesmo verde terra que saíste hoje! Não é a cor mais bonita, mas a que me deixa um pouco mais a vontade: tão verde quanto eu, tão pratico e centrado quanto a terra. Por enquanto é assim que vou te mostrar. Não estou certa se esta cor muda, pode ser que mude em milhões de cores que eu não consigo perceber.... E não quero estar insensível a essa mudança... Me ensina a ver todas as suas cores???

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 08:48:42 [ (13) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Ê!!! agora tenho espelho em casa!!!!!

Bom, nem vale muito a pena contar a saga das persianas que me deram um tanto de trabalho no domingo...Tudo bem, a "periquita descontrol" passou... Agora "só" me resta trocar a que falta errada e instalar. Mas os espelhos já estão instalados!!!!! Tem um no banheiro e um atrás da porta do quarto...eeeeeeeeeeehhhhhh!!!! Mas por que eu sou mais bonita no espelho da Marisa? A vida é cheia de mistérios!!!! E o Sérgio tá qui me olhando com cara de pena:

"Coitada, como os virginianos sofrem....." Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 08:28:51 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

16 de Agosto 33-66-FF

Precisava deixar registrado aqui de alguma forma essa falta. Uma falta que não faço idéia de onde vem, mas que toca o fundo da minha alma. Uma falta que agora só você atenua. Por mais que seja transitório, (a vida é feita de escolhas felizes por mais que a gente não tenha consciencia no momento) você atenua. Fica perto. Só olha pra mim. É suficiente.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 13:32:05 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

15 de Agosto Buk

Como eu havia prometido estou linkando o "Notas de um velho Safado". E estou aproveitando para comentar que esse ano eu li pela primeira vez o Charles Bukowski. Pesaaaaaaado. Mas eu adorei. Sabe o tipo de leitura que te marca. Vira e mexe eu vejo alguma coisa que me lembra o espirito do livro ou as figuras de linguagem que ele usava. Sem contar que ele era leonino que nem meu pai e chegado numa manguacinha. Só espero que meu pai chegue aos 73. Pelo menos. Tem situações lá na empresa onde eu trabalhava que me fazem lembrar do "esmagador de culhões". Eu já falei pro Sérgio procurar, que em algum lugar daquela empresa deve ter alguma salinha fechada que a gente pensa que é deposito e na verdade é A sala. Eu prefiro pensar que as pessoas são submetidas contra a vontade ao esmagador de culhões para proferir pérolas como :"É, eu preciso do meu emprego não posso ficar reclamando assim de não terem terminado a obra na loja um dia antes da inauguração"... Que elas no estado normal não fariam um comentário como esse. Báh, anyway. Fica aqui registrada a minha simpatia ao Velho Safado. E desde de quando ser autêntico é ser safado? hein hein hein?

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 09:41:01 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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Virtuosa Realidade Ana - Pronde vão todos esses bits? Fahrenheit 952 Costume Vicioso Sóstenes Arruda Try to Scape! Coisas que acontecem

Dois de agosto de dois mil e oito. Faz alguns meses, na verdade sete meses. Nesse momento eu estou muito cansada, meus olhos ardem um tanto e minha alma está meio embotada. Gostaria de poder descansar. Movi céus e terras, mas o compromisso com a tal "não-virtualidade" exigiu bastante de mim. Eu tive que dar tudo que eu precisava pra mim e isso me esgotouo. Claro que eu já esperava, mas o desafio daqui era viver. Uma ocasião tive um sonho em que um sabio negro me dizia para colocar o dedo num prato quente de mingau de maisena de chocolate. Eu dizia a ele que entendia o significado da experiencia que ele me propunha e falava, falava, e falava, mas não colocava o dedo no mingal o que fez com que ele dissesse algo do tipo "vc não tem jeito mesmo. Dessa forma fica dificil fazer você viver as coisas". Hoje a tarde eu pude ver que o entendimento das coisas não faz passar a dor. E infelizmente, é essa dor que nos transforma. Tive sonhos, premonições, alertas, oraculos e principalmente discernimento para saber onde estava pisando, mas disse sim pra vida e pra dor que ela ia me causar. Espero que isso me faça crescer, que isso me liberte de alguma forma. Porque nesse momento, estou apenas muito, muito, muito cansada.

Blogui du Willxu Notas de um Velho Safado Diário (nem tanto assim) de um Físico A Sabedoria da Mentira

Escrito por Ana Caruso às 21:06:44 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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Já fiz muitas concessões na minha vida, sabe? Até porque eu não conseguia fazer diferente. Você só faz concessões quando se conhece. Se você não se conhece, tudo é válido para poder chegar num ponto onde se conhece quase que por completo. Depois, é natural que você se respeite mais e se torne mais duro com qualquer coisa que possa te fazer mal. As pessoas que aparecem na minha vida agora, presenciam um momento onde ainda falta alguma coisa, é claro, mas muito de mim já está no seu lugar. Desta forma fica um pouco melhor não fazer concessões. Continua não sendo fácil, mas pelo menos é coerente. A partir de agora fiz a opção pela não-virtualidade, mesmo que não a tenha assumido de forma explicita. Aprendi a entender minhas dores ou pelo menos ouvi-las com a atenção e o respeito que elas merecem quando doem. A dor que tem doído ultimamente foi muito confusa e sem-forma. Sem começo e sem fim. Mas, a medida que tudo foi correndo, as respostas foram caindo nos seus lugares como poeira em moveis seculares.

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O silêncio é o melhor remédio.


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What now, What next, Where to? 14 de Março if you're in a habit settin you in your old ways.... BRASIL, Mulher

Sempre existe uma musica, ou uma frase para cada situação. Quando conheci o Sérgio e estava prestes a começar a namorar, conheci melhor o George Harrison e fevereiro de 93 foi marcado por "love comes to everyone". Elvis sempre está tocando na minha vida desde 1983, mas nunca foi um trilha sonora especifica de nenhuma fase. Ele sempre foi trilha sonora de mim, e não tanto de fases específicas de minha vida. Mas isso tem mudado muito. i'm looking

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É, as mudanças sempre chegam. E a musica já tem sido outra há muito tempo. O título desse blog não me deixa mentir.

Virtuosa Realidade Ana - Pronde vão todos esses bits? Fahrenheit 952 Costume Vicioso

Quando comecei a escrever esse blog, em 2004 eu estava numa fase bem interessante. Era o começo da mudança, era o começo de uma fase mais autonoma, como meu dominio de verdade. Eu sei que existem coisas acontecendo na minha vida, (transformações de dentro pra fora), quando o sono não é uma fuga, quando acordo nesse horário como agora, 04:00, para escrever.

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É uma "bitter-sweet experience", principalmente considerando o novo estado das coisas. Mas o que eu sinto "dizerem" pra mim nesse momento é: "vá, tempere seu poder e conquiste o que é seu."

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É, vida é boa, vc só tem que saber como olhar...


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Esse clipe foi feito com muito carinho pelo meu amigo Dudo Hardy com o material que eu mando compulsivamente desde há muito... Eu sei que eu não estou cantando bem e tocando menos ainda, mas o que valeu foi o capricho com que ele fez e principalmente, como pega a essência do momento com todas minhas mudanças.

Escrito por Ann Burrows às 03:53:51 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 24 de Junho Let's Play Elvis 22/06/2007 - Parte I

BRASIL, Mulher

Uma musica, uma lembrança. Clara como água de nascente. Quando se arranca a grama, junto vem o torrão de terra. Cada vez que alguém arranca cada uma dessas musicas da minha memória, vem junto um torrão da minha vida...

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I Can Help - lembro da minha quinta série e da brincadeira da minha tia do "Tá quente socorro". Eu lembro disso porque eu sempre erro e escrevo "i can't help" porque lembro da minha tia Vera traduzindo como "Tá quente, socorro!". Eu lembro muito da segunda sala da casa dos meus pais. Ela ainda é escura e aidna tem a mesma vitrola. Just a Little Bit - lembro dos medleys que a Ana fazia com as musicas do Elvis...

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Fool - lembro da casa da Ana e da madrugada que fiquei acordada pra tentar assistir “Elvis e a Rainha da Beleza”. Suppose - lembro do clube. Janeiro de 85, e apesar de não ter sido esse o disco quebrado pelo meu pai naquele acesso de raiva, eu ouço "suppose" e lembro dessa época. O barato de ouvir esse disco era vê-lo morrer de rir no "are you lonesome tonight". Any day Now - Putz. Sérgio, Sérgio, Sérgio!!! Lembro de quando ele me deu o cd player com o cd dessa musica. Me vem o Martinelli na cabeça e os cursos de desenho que fiz junto com a Leandra em julho de 94. A historia se repete, estamos juntas fazendo dança do ventre e há tres anos convivendo todos os dias. We can make the Morning - 1986! Quando eu ficava a tarde inteira no clube esperando as aulas de balet no final do dia. Quando ficava assistindo as aulas de caratê... Lembro do meu aniversário de 13 anos que foi quando ganhei “Elvis now” da Tata... Meu primo ficou em casa naquela noite, jogamos Senha durante muito tempo. Lembro que dormi deitada do lado da vitrolinha ouvindo essa musica... Help me make it Throught the Night - 1986 também... Mas dessa eu lembro da escola. Eu estava na sétima série!!!

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It's Midnight - Meu Deus!!! Essa eu lembro das tardes chuvosas das ferias de 83 pra 84. Do Atari que so tinha na casa do Marcelo da Dalva... Lembro do chocolate "Surpresa" que tinha os bichos da mata Atlantica... Natal de 83. It's over - o Aloha foi o primeiro disco que a Ana me emprestou depois que falei pra ela que gostava do Elvis em agosto de 83. Ela me emprestou três: o "Serie Ouro" (porque eu queria conhecer “love me tender” e “all shook up” de tanto meu pai falar) o “Elvis for Children” (que eu adoro até hoje) e o "Aloha". Quando ouço “It’s over”, me lembro de quando fui viajar pra Santos em janeiro de 84 e não tinha levado o toca fitas. Passei a semana morrendo de saudade das musicas... Era dessa que eu sentia mais falta... Never again - o primeiro registro da crise em familia: 1988. Lembro de muita tristeza, e depois que entendi a letra entendi que ela "dizia mais de mim do que eu gostaria", mas exatamente por isso tenho saudade dessa época. Era uma época de muita reflexão. Triste, mas de solitude. Se tivesse que associar ao um arcano do tarô, acho que associaria à Torre. Welcome to my World - Acho que o Elvis gravou essa exatamente porque o show era via satelite. Essa fica meio vaga. É da mesma epoca do “It’s over”, mas não me lembra essa época. Estranhamente é uma das únicas que me faz lembrar do video. No Aloha ele não tá muito carismático. Mas eu lembro desse por conta das risadas do meio da musica

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What now, What next, Where to? - UOL Blog 01/02/2005 a 28/02/2005 01/01/2005 a 31/01/2005 01/12/2004 a 31/12/2004 01/11/2004 a 30/11/2004 01/10/2004 a 31/10/2004 01/09/2004 a 30/09/2004 01/08/2004 a 31/08/2004 01/07/2004 a 31/07/2004 01/06/2004 a 30/06/2004

Today, Tomorrow and Forever - uma das que eu gravava da televisão quando passava algum filme dele na sessão da tarde. A molecada de hoje não teve a oportunidade de acalentar suas tardes com filmes do Elvis. Apesar de eu não gostar dos filmes, acho que é uma grande perda pra criançada. Essa musica me faz lembrar também o Sérgio. Na verdade me lembra quando eu percebi que eu gostava dele em julho de 92 e o período de espera antes de começarmos a namorar em fevereiro de 93. Lembro da Giuliana em casa, da visita a Curitiba... Lembro de muita coisa daquelas férias de julho de 92. Eu aprendi a ler tarô nessa época.

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Escrito por Ann Burrows às 08:50:00 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Let's Play Elvis 22/06/2007 - Parte II

I was born about ten thousand years ago - apesar de ter no “Elvis Now” e ter marcado a época em que eu babava em toda a respiração dele que dava pra ouvir nessa faixa, a lembrança mais forte que eu tenho dessa musica foi de logo que entrei na faculdade e saímos para fazer trabalhos pela Pça Republica: eu, Wagner, Sergio Leandra, André Kunioshi, Julio Cesar Paulon, Angela Quintino... Passei na frente de uma loja de disco do centro, vi o vinil "Elvis Country" e quase infartei. Lembro muito do Sérgio nesse dia porque ele morava longe e demorou pra chegar. Tivemos que deixarum recado colado no pilar de estação pra ele. O que é isto? Leia este blog no seu celular

Too much monkey bussiness - essa versão me lembra uma fita que a Ana gravou com a trilha do "Elvis idolo imortal". Era Agosto de 1984 e eu lembro um pouco da epoca da morte da irmã Lazara. E também daquela vez que tive febre enquanto assistia "On tour" na sessão da tarde. Put your hand in the hand - Olha outra do "Elvis now" que eu ouvia até a exaustão em setembro de 1986... Clube, balé, turma da escola, 7º série, estudar, jogar volei... Nossa quanta coisa boa que essa musica traz!!!! Dixieland Rock - me lembro do Roberto quando escuto essa musica. Vagamente, não sei porquê. Meu pai adora essa a exemplo do Hard Headed Woman do começo. Ele viu esse filme - King Creole - no cinema... Isso é muito louco de se saber... Memphis Tennesse - dizem que essa versão do Elvis é a mais fraquinha das que existem. Bom eu posso dizer que eu lembro de 1988, mas dessa vez, lembro da mobilete e das aulas de datilografia... lembro das tardes que tentava ir na "Up and Down" lá na Pamplona... Era horrivel, não via hora de voltar pra casa... Lembro do meu violão velho, não sei porquê. My babe left me - Meu Deus! Essa me faz lembrar aquele medley enorme que a Ana fez numa fita antes de gravar o "in concert" em 15 de dezembro de 1984. Dirty Dirty Feeling - Lembro de quando o Luiz me ensinou a tocar violão. Apesar de ter o cd desde 94, so ouvi com mais frequencia em 98. Lembro da Fabiola que tirava tarô pra mim na faculdade, mas basicamente me lembro das aulas de violão nos sábados de manhã. Come what may - Essa eu lembro mais ou menos da mesma epoca do "today tomorrow and forever". Estranhamente lembro claramente de uma tarde que estava passando roupa e vendo Monty Python em 92... Didja Ever - Bom, Didja ever: Didjavoice. Sempre! Mas considerando também como ando na Marisa , a frase final vai me lembrar essa epoca lá. É a mais recente, conheci ela agora, mas ela é muito legal. I got Stung - Essa me lembra janeiro de 1985 quando fomos para o Guaruja. Foi a primeira vez que um garoto puxou assunto comigo na praia. Era um rapaz que tinha acabado de se machucar com a prancha de surf. Ele se chamava Fábio. Nessa epoca eu ficava com o pessoal da Nicolau Barreto. Era divertido excetuando aquele eterno problema de me sentir menos "menininha" que as menininhas com que andava. Long Tall Sally - Essa versão me lembra o Primeiro disco que tive do Elvis - Elvis Presley 20 hits.

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Little Sister/Get back - me lembra aquele programa de radio que passou em 84 que eu gravei e perdi a fita no hospital em 92 ... Walk a mile in my shoes - outra desse mesmo especial de 84. Foi o ano em que eu toquei piano na escola no fim do ano. Fiz aquela arvore de natal de revista pintada. Quando mudamos para o apartamento 12...O dia da mudança foi tão legal! Dormir pela primeria vez no meu proprio quarto, ter o meu espaço... Que coisa doida... Foi muito legal. Shake Rattle and Roll - outra do "Elvis 20 hits", meu primeiro disco. Morava no apartamento 31 e lembro da festa de aniversário de 9 pra 10 anos. Eu usava um conjunto de lã cinza com uma blusa rendada branca... Tinha feito permanente e tava com o cabelo meio curto. Meu pai tinha um voyage creme. Iamos á igreja toda o domingo. Foi o ano que fiz minha primeira eucaristia. Por sinal a primeira coisa que confessei pro padre quando faziamos os preparativos foi que achava que gostava mais de Elvis que de Deus. Não nesses termos, mas era mais ou menos isso. Doncha think its time – Got i got stung, lembro de 1986. Foi um ano feliz.

Escrito por Ann Burrows às 08:49:06 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

08 de Junho Um século!

"Eu tive um avozinho lindo chamado Luiz, que era pai da minha mãe e que era o protótipo do homem maravilhoso porque dançava muito bem, era super zelozo com os filhos e netos, adorava as suas plantas e "criações"... Ele perdeu a mãe muito cedo com tétano e era filho único. Acho que daí vem duas coisas da história dele que ficaram gravadas na minha lembrança: o cuidado com a família e os remédios danados de ardidos que ele fazia a gente passar no corpo quando se cortava. Acho que tinha medo do tétano de volta na familia. Muita coisa ele e o Sérgio tem em comum: os trocadilhos com palavras, a inteligência autodidata (ele aprendeu a ler sozinho, porque queria poder votar), a agilidade pra fazer contas de cabeça... Ele tinha o hábito de gostar das coisas, não falar muito delas - pelo menos não pra gente - e ficava assoviando pelos cantos da casa, ou às vezes ficava conversando

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com os passarinhos... Sempre que minha mãe precisava que alguém ficasse comigo pra ela ir á feira ou ao médico, toca meu avozinho pegar o ônibus e vir... Tenho saudade dele. O Sérgio chegou a tempo de conhecer minha avó (que morreu em 1994), mas não meu avô (que morreu em 17 de fevereiro de 1989 - coincidentemente no dia que o Sérgio fez 19 anos). Uma grande pena, porque eu tenho certeza que ambos gostariam muito um do outro. Tô contando isso porque me toquei que meu avô estaria fazendo 100 anos hoje. Como que uma data como essa pode passar batida? !?!?! Tenho que fazer alguma coisa por ele!!!! Já sei! Vou gravar isso na "eternidade virtual" do meu blog nº1, o enbaoli.zip.net. Acho que isso pode ser bom né? O que vc acha?" "Tem que fazer alguma coisa urgente. Se as pessoas que amamos revivem na hora em que lembramos delas, tem que registrar tudo isso que cê me falou e comemorar os 100 anos dele. Ele viveu 82, né? Pra quem faz 100 hoje, 82 foi muito pouco. Tenho medo de que essas pessoas e tudo que fizeram se juntem à terra, penso isso de minha mãe. Não deixa isso não, pega um punhadinho dele e pede o vento pra espalhar, dar um novo significado a Dust in the wind."

Olha Vô, isso é muito pouco perto do que vc merece, mas vou deixar sua presença registrada aqui, para que ela reviva um pouquinho em cada um que ler. Não é difcil gostar de você e vou querer compartilhar isso com todo mundo que passar por aqui. Que Saudade!

Escrito por Ann Burrows às 20:01:37 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 13 de Maio Noves fora! BRASIL, Mulher

Sábado foi dia de pós. Mas um dia pra me expor, em doses homeopáticas, às minhas calcificadas fragilidades.

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Mas eu acho que consegui entender uma coisa a respeito da minha natureza agora pela manhã. Sou um Grande Nove. O nove é um numero bem interessante se vc considerar que ele nao muda a natureza dos numeros a que se adiciona. Um nove impulsiona os numeros para frente, mas quando vc os reduz, eles mantem a sua essência. E o Nove, sobra, olhando de fora o que ajudou a produzir. Não adianta querer incluir um nove. um nove efetivamente não se mistura. Acho que um nove que se cobra isso será um nove neurótico, rs. Acho que começo a entender que uma das minhas principais cobranças a cerca de mim mesma começa a cair por terra: eu nao sou menos nem mais por não impor minha personalidade a ninguém: eu sou um espelho, quem apoia as pessoas a serem quem elas são, talvez melhoradas. Percebo isso no meu relacionamentos: sou quem as pessoas querem que eu seja, pra bem ou pra mal. Minha vontade inexiste nesse aspecto. Minha essência é fluida e fica só, no final. O nove é um numero solitário. Eu tenho que me acostumar com isso. Solitude... Isso deve ser bom. Bom ou ruim, é real.

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Escrito por Ann Burrows às 10:00:31 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 30 de Abril E mais um outono chega... BRASIL, Mulher

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Não adianta dizer o contrário.... o outono fode com a minha cabeça. Não so com a minha cabeça, mas também com as minhas emoções, sensações e conceitos de vida. Tava dando uma olhada no Orkut e me deparei com o clipe da Celine Dion com o Elvis no tal programa American Idol. Eu não consegui precisar muito a sensação que tive quando assisti então quando deixei o cometário no orkut, fiz um comentário meramente técnico.... Mas esses meus amigos que têm peixes forte no mapa são foda... O Derinho chorou a manhã inteira e o Marco nem conseguiu ver até o final... Daí, de posse das impressoes desses meus "radares" emocionais, eu assisti de novo. Realmente não é uma coisa boa de se ver. Elvis em 68 era "O Criativo" no sentido integral do hexagrama 01 do I ching: Um mar de possibilidades manifestando-se como um vulcão em erupção. Quando vc vê o Comeback Special te dá um misto de alegria e melancolia, considerando que so haviam mais nove anos entre o homem e a eternidade. Nove míseros anos em que o cara saiu daquele pico de felicidade profissional, pessoal pro mais completo fracasso emocional.

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Daí, 30 anos depois, vem um programa de televisão e "traz ele pra vida novamente". A minha primeira reação foi mais ou menos a mesma de quando vi o clipe da BBC Radio. Mas nesse algumas coisas se confundiram: os registros da minha cabeça neo-loira davam a entender que Elvis estava de fato lá com Celine Dion, e o melhor, na melhor fase da carreira dele... Então, peraí? Dá pra começar tudo de novo? O coronel já morreu? A filha dele ja tá crescida e ele como um novo Dorian Gray começando tudo de novo da sua fae mais perfeita! Tão atual, tão vigoroso, tão bonito.... Não sua neoloira desgraçada! Ele não está ali, nada começa de novo... Teu idolo tá morto. Vc não vai ter a sorte do teu irmão que pôde conhecer pessoalmente cada um de seus icones de infancia... Não minha querida, esquece. Tremendamente frustrante... É acho que a despeito do lance técnico que parece muito legal, eu definitivamente tenho que concordar com meus amigos "piscianos": o video faz estragos. E cá estou eu, falando de Elvis novamente. Na verdade eu tenho que concordar que começar a escrever muito é indicio de atividade emocional intensa. Novamente aquela ideia do passaro de olhos furados que canta melhor... Mas não quero ficar muito tempo assim.

+ veja mais Escrito por Ann Burrows às 21:42:45 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 25 de Fevereiro Seriam os Deuses Mafiosos??? BRASIL, Mulher

Às vezes eu tenho a impressão que "deus" deve ser algum tipo de mafioso.

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Sabe quando vc assiste um daqueles filmes de mafia em que os chefes querem mandar "recados" para detemindas pessoas, recados que vc tem certeza que seram dolorosa e horrivelmente entendidos? Pois é, na cabeça me vem agora o Kartoon do Godfather I, quando cortam a cabeça do pobre do cavalo para que o produtor dê o papel do filme para o ator protegido (que todo mundo diz que era o Frank Sinatra). Claro, ele havia sido persuadido anteriormente a fazê-lo de maneira "civilizada" (ou faz ou faz!)... Lembro do nariz do Jack Nicholson em Chinatown. Pra falar a verdade não lembro exatamente do motivo, eu só lembro que fizeram aquilo pra deixar uma marca que naõ deixasse o cara esquecer alguma coisa. Lembrei tb do Godfather II, quando aquele chefe da mafia italiana mata a mãe do mocinho quando ela vem pedir pra que ele seja condescendente com seu filho menor que não tem nada a ver com o entrevero entre ele o o falecido pai do garoto. Bom, se ficar aqui escrevendo posso citar milhões de cenas de filmes com "recadinhos" desse tipo. Recadinhos que funcionam pelo medo que causam... Isso me lembra um pouco o Javé do velho testamento, aquela coisa de "povoprometido-e-o-resto-eu-esmago", por mais que saiba que essa não é a realidade... Caramba, eu concordo que na vida a gente tem muitas lições pra aprender, mas eu, na minha finitude e curteza humana (perante a sabedoria divina), às vezes fico com a sensação, por mais que consiga entender racionalmente alguns desses "recados", que Vossa Senhoria Holly Thunder (como diz meu amigo Delcidério) carrega um tanto demais em algumas doses... Quando você vê o sofrimento de uma mãe que perde um filho, (nao importanto o quanto isso pudesse se afigurar como um possibilidade concreta desde o inicio), vc percebe que essa era um tática de "recado" que deveria ser usada somente em último caso. Porque, se não for dessa forma, começo a achar que vou fazer um altar na minha casa com santinho do Al Capone, Tomaso Buscheta, e cia ltda! Afinal consigo perceber neles o "modus operanti" divino ... Será que não existe, na sua infinita inteligência, uma outra maneira de ensinar sobre "apego" para as pessoas??? Eu não sei, porque não sou Deus, mas imagino que deve existir outra forma, sim! Enquanto isso, vamos juntando coragem e força para ajudar os feridos e tapar os rombos, de dimensões continentais, que Vossa Senhoria Holy Thunder faz o favor de abrir quando quer que alguma coisa seja aprendida na marra.

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Obrigado, viu, por fazer NEGRO o dia mais comprido do ano! Humpf! ... EM TEMPO: estava procurando uma imagem pra colocar nesse texto: a principio que fosse triste, depois que fosse de desagravo, mas de repente me lembrei das imagens de "deus" que apareciam nos filmes do Monty Python e achei que seria uma boa opção. Entrei em um link que mostrava o serviço funebre que o John Cleese havia escrito para a morte do Graham Chapman e eles finalizavam com aquela música... Sabe, aquela? Achei que ela era perfeita pra minha ironia...

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Escrito por Ann Burrows às 08:53:38 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 17 de Dezembro met a "big" honey... BRASIL, Mulher

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What now, What next, Where to? 06 de Agosto Quem mexeu no meu jardim? BRASIL, Mulher

Cara! Que sonho horrível!!

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Sonhei que acordei pela manhã e vi que alguém havia invadido minha varanda durante a noite e, por pura maldade, destruido todo meu jardim. Meus brincos de princesa tinham sido totalmente cortados, a ardisia, que minha mãe havia me dado e que eu consegui curar de uma praga violenta há alguns meses, havia sido pisoteada, as floreiras reviradas.. Eu olhava para o chão, e via que o agressor teve o requinte de crueldade de desfolhar cada galho cortado dos brincos de princesa, e amarrado em feixes que ficaram largados pelo chão. Lembro de ter feito o papel inverso: Eu liguei com voz de desespero para minha mãe, assustando-a, por um motivo que eu sabia ser horrivel pra mim e não pra ela. Quando no momento seguinte ela já estava comigo, eu desabafava o odio, e lembro que urrava "eu desejo a morte desse homem!!! EU QUERO VER A MORTE DELE! EU QUERO QUE ELE MORRA!!!" (eu tinha certeza que havia sido um homem que provavelmente teria escalado de uma distancia proxima, provavelmente o vizinho escroto do andar de cima) Num crescente de odio tão grande, que me levitava a cada frase, para desespero da minha mãe que pedia para eu não falar daquela forma Era inutil. Durante o sonho, por três vezes eu fechei os olhos e falei "não, isso é um sonho, eu vou olhar de novo pra minha varanda e nada disso realmente aconteceu", e nada. Continuava tudo lá destruido. Eu ligava pelo interfone e pedia para que alguém chamasse o chefe da segurança do predio porque minha varanda tinha sido invadida, mas o porteiro me enrolava e não chamava. (Lembro de ouvir o Sergio reclamar que nunca de fato havia concordado com esse sistema de segurança terceirizada) Lembro que alguns botões de azaleia tinham sobrado, mas haviam sido presos numa floreira abaixo da minha janela do quarto pelo lado de fora, de forma inacessivel. Nesse meio tempo, lembro de ver os funionários da manutenção donde trabalho (aqueles senhorezinhos simpaticos que cuidam da empresa como se ela fosse um grande jardim) vindo para me ajudar a colocar tudo no lugar. Eu fiquei furiosa, porque queria a força violenta dos chefes da segurança e tudo que eu consegui foram o Senhor Moura e companhia... Um deles se pendurou de maneira muito arriscada para trazer a floreirra da azaleia de volta, o que me deixou mais tensa ainda. Eles eram as unica imagens que transmitiam paz. No meio dessa bagunça, ainda com um odio absurdo no coração, eu me vi com um filhotinho bem pequeno de gato branco nas mãos. Nesse momento, temi que todo aquele odio que me fez levitar fosse pra lugar erradoa. Que a energia das minhas mãos estivesse contaminada com esse odio todo e pudesse prejudicar, ou até matar aquele gatinho tão indefeso. Ou pior, eu tinha quase

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certeza que por conta do meu odio a vida do gatinho, e talvez a dos meus pais, pudesse ser encurtada...

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Escrito por Ann Burrows às 08:49:54 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

03 de Agosto "Sem Titulo"

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"Sem titulo" poderia ser o titulo para qualquer coisa na minha vida nesse momento. O que por si so já seria uma ironia. Seria mais certo considerar que não existe o campo de "titulo" para minha vida nesse momento. Nem sei se existe "conteudo"... hahahah Mas com certeza titulo, titulo, não tem. Desliguei o modo "discriminativo", por isso não ando conseguindo escrever. Quando li esse trecho de um livro do Joseph Campbell, me identifiquei: "Agora olho para trás na minha vida e posso dizer que é maravilhosoo momento em que percebo que não estou me esforçandopara realizar mais nada. O que estou fazendo agora não é um meio de conseguir alguma coisa mais tarde. Depois de uma certa idade, não há futuro e, de uma hora para outra, o presente se torna rico e se transforma naquilo que você está vivenciando no momento" Ontem foi Sabbath de Imbolc, e fizemos uma Boneca de Brigith, eu, Wagner e Mamalê. Eu sempre fico meio tensa quando tem que preparar coisas para o Saba, principalmetne quando é durante a semana, mas o Sérgio me ajudou e tudo correu bem. A bonca da Lê mostrava a gestação dela, a do Wagner, a nova fase de descobertas emocionais e espirituais conjugadas com o tremendo potencial sensorial que ele sempre teve. A minha, bom, a minha era uma boneca bonita. Não consegui explicar muito ela ontem, so sei que gostei muito. Ela era branca e delicada. Queria fazer alguma cosia branca e delicada. Só hoje na hora do almoço é que pude perceber uma cosia simbolica bem interessante: o algodão

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What now, What next, Where to? - UOL Blog que era pra ser usado de enchimento acabou virando a propria boneca. O que era de dentro virou fora. E diferente do que a proposta pedia, eu sinto que a minha Brigith era uma anciã. Comecei a fazê-la pela perna esquerda, e o corpinho foi composto do que sobrou dum corte do xale da boneca da Lê. Assim como os desenhos, eu não tive controle de nada, não visualizei nada... Simplesmente fui seguindo o que a boneca pediu pra ser. Até a caminha dela eu fiz. Até o Bastão! (feito de um ramo de milefolio, de azaleia e uma flor de brinco de princesa, todas secas). Não consigo produzir nada que seja "artistico" intencionalmente: tudo tem que ter uma carater mistico, de auto exploração, de, de alguma forma, ser maior do que eu e minha vontade. Por isso talvez nunca consegui entender quem "desenha" ou "faz arte" por encomenda. E talvez por isso tenha me dado mal na faculdade... Puxa, até que consegui falar um puco mais agora... Esta noite sonhei com Valinhos. Pensava que não podia ficar longe daquele lugar a medida que andava por lá, que eu experientava uma felicidade completa e plena quando estava por lá.... Lembro de alguém tentando arrombar a porta de entrada do meu apezinho, e no fim do sonho, de novo em Valinhos, lembro que a imagem do Sérgio se mesclava à do meu pai. Tinha algum perigo lá em Valinhos, a Edilene tava junto e nós estávamos nos preparando para ir embora. Na verdade a casa lembrava a de São Vicente por dentro, mas a vista da janela era Valinhos.

Escrito por Ann Burrows às 13:22:50 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 24 de Maio "As convenções sociais e os valores morais são como uma bota ortopédica mal ajustada num pé sadio: só serve para deformar a verdadeira função do pé." BRASIL, Mulher

Tem umas coisas que acontecem, que se eu não estivesse já tão acostumada às sincronicidades da vida acharia que seriam coincidencias assustadoras.

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Sonhei, de sexta para sábado, que alguém me tatuava. Eu tinha escolhido a tatuagem de maneira muito leviana, parecia que não tinha consciencia de que uma vez feita, ela não sairia mais. Como sempre imaginei que faria uma tatuagem pequena e delicada, não prestei muita atenção ao trabalho do tatuador. Só fui perceber o tamanho do "estrago" quando vi que ele finalizava a tatoo no final da minha coluna, quase na minha bunda escrevendo Jesus. Nesse momento eu fiquei agitadíssima: eu não queria que escrevessem isso nas minha bunda porque de forma nenhuma isso tinha reflexo nas minhas reais convicções. E assim, quando olhei para o meu corpo, vi que havia uma enorme e grossa cobra colorida subindo pelo lado esquerdo, sinuosa até terminar com a cabeça no meu peito do lado direito... Pensava comigo que nunca mais poderia usar um decote porque essa cabeça de cobra imensa e colorida deixaria tudo muito vulgar. E o pior é que tatuagem não sai!!!! Eu pensava que teria algo mais elegante e discreto no meu corpo, mas que agora a coisa tinha saido do controle e me marcado demais. Já varias vezes eu havia sonhado com cobras, mas nos sonhos elas sempre estavam pelo chão de alguma forma me ameaçando. Sempre tentava achar alguém que as pudesse matar, mas as pessoas que punham as "mãos" nelas na verdade nunca as erradicavam de fato: apenas tomavam atitudes paliativas e pouco eficazes. Agora era diferente. Agora a cobra estava gravada no meu corpo, colorida e vulgar. E novamente a referência de lugar é da casa dos meus avós. Naquela mesma noite fui assistir Codigo da Vinci. Tinha uma certa expectativa acerca desse filme porque sabia que seria uma ficção envolvendo tudo que eu sempre gostei de ouvir o Joseph Capmbell dizer. Contudo, me decepcionei um pouquinho com o filme. Exceção feita apenas para o trecho em que o personagem do Ian McKellen explica as relações entre o paganismo e o cristianismo, bem como a supressão do feminino sagrado da cultura crista. A maneira como o feminino para ser sagrado deveria ser casto e "não-autentico". Como se a natureza primeira da mulher devesse ser sempre negada. Foi um dos momentos mais marcantes dos ultimos tempos. Como se algo muito poderoso dentro de mim dissesse "É ISSO!" Na noite do sábado, para matar um pouco o tempo, subi na cobertura do prédio e fiquei lá sentindo o vento norte da noite. Vendo a cidade de lá de cima, com aquele vento soprando livre e solto, pude sentir um pouco de "vida". Olhando as luzes, a cidade, já não conseguia achar tudo tão bonito quanto sempre achei. Apesar da beleza urbana da noite eu agora via, na verdade, um grande armazem de caixas com pessoas armazenadas. O concreto não tem vida e essa foi a vez em que eu senti isso mais forte: pessoas armazenadas em caixas frias e sem vida. Elas se guardam para o quê? Porque elas estão ali armazenadas? Essa imagem me fez lembrar um trecho do filme do Harry Potter onde ele entra na Loja do Olivaras para comprar a sua varinha (elemento mais importante para quem quer ser bruxo). Na loja, uma sucessão imensa de varinhas encaixotadas esperam o momento para "serem" alguma coisa. No momento em que eram escolhidas, elas saem de lá e seguem o seu destino. Olhando a cidade sabado a noite, via todas aquelas pessoas sem suas caixinhas, como numa imensa loja de Olivaras e pensava: em que momento essas varinhas das caixinhas iluminadas, são escolhidas para seguirem os seus reais destinos...? Me deu uma certa tristeza ver que algumas (muitas) varinhas ficarão guardadas nessas caixinhas até perderem sua essencia primeira. E o pior, sem nem sequer saber que tinha uma essencia muito maior que as suas "caixinhas iluminadas".... É isso.

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Escrito por Ann Burrows às 12:58:25 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 18 de Abril BRASIL, Mulher

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Eu tenho um amigo tão fluído quanto o signo de peixes, (signo dele por sinal). Quando o tempo aqui fica com cara de “Sul” eu sempre sinto a presença dele. Ironicamente, suas palavras me cutucaram nessa manhã... Por uns textos esquecidos em algum lugar da net, revi imagens que lembraram uma “Ana” que começou a se estruturar no ano que passou. Uma Ana genuína e completa mas que ainda deixa um rastro muita ansiedade por onde passa. Por isso, olhando meu reflexo no monitor, percebi que essa Ana não está visível nesse momento. Eu não sou mais a mesma: estou mais perto de mim mesma quanto poderia chegar, e isso é bom. Enquanto isso, o tempo vai me aconchegando. Obrigado por me lembrar disso, amigo.

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Tempo, tempo, mano velho...

A vida anda normal. Vindo de mim, esse comentário poderia ser considerado uma total anormalidade. Curioso. "Porra Ana, que letrinha minuscula!!!!" "Vc acha?" "Cara, muito pequena mesmo. Você é louca!" "São seiscentas e poucas paginas, vc acha que eu vou imprimir isso tudo?!?!?! Botei quatro por folha." "Ana, vc vai estragar a vista." "Vc acha?" "É claro, vc vai ficar com problemas na vista cedo." "Cedo Bruno?!?!?! Cê é louco?! Tô com trinta e dois anos e nunca precisei de oculos na vida. Se eu começar a ter problema agora com certeza não vai ser mais CEDO!!!!" Não vai ser mais CEDO. Ás vezes olho em volta, (principalmente agora que todas aquelas questões que sempre me encheram a cabeça e tomavam a minha atenção deram um certo sumiço) e penso que essa será uma época que vai deixar muita saudade. Sinto o tempo passando mas agora sinto uma "agradavel resignação". Acho que "agradável resignação" não existe. Deve ser então uma "serena aceitação". Isso, serena aceitação" é o que eu quero dizer: tenho trinta e dois anos e muita coisa ainda vai rolar. De qualquer forma, acho que a gravidez da Leandra me fez ter certeza que a frase "bemvindo ao mundo dos adultos" já ecoa bem longe do ponto em que estou agora... Já está bem pra trás. Well, só me toquei disso agora.

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Às vezes tenho esses lapsos, vejo as fotos da minha turma, penso no fim que cada um deles levou e reflito no fim que cada um ainda vai tomar. Quando vejo meu pai comentando de algum amigo falecido, automaticamente me imagino falando a mesma coisa daqui a alguns anos, ou ainda, imagino alguém falando isso de mim daqui a alguns anos. "Puxa, Patricia, vc viu quem morreu? A Ana, aquela que gostava do Elvis, lembra dela?" "Meu Deus, a gente estudou juntas... Parece que foi ontem que a gente se viu no dia da colação de grau!!!" "Pois é. Triste né?" Tão tragico quanto natural. Depois de toda a badalação, resolvi assitir Harry Potter. Gostei tanto que agora to lendo o 5º livro. E foi por isso que resolvi escrever. O gostoso de ler o livro é que vc sente o que o menino sente. E ele sente muita solidão. Vou deixar aqui um trechinho... " O coração de Harry meio que virou. Sua mãe e seu pai sorriam para ele, sentados lado a lado de um homem que tinha os olhos cheios de lágrimas, que Harry reconheceu de imediato como sendo Rabicho, aquele que havia traído seus pais, dizendo a Voldemort onde estavam escondidos e então ajudando em sua morte.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog ... Mas Harry, fechando a porta do seu quarto atrás de si dez minutos depois, não achava a Sra. Weasley tola. Ele podia ver seus parentes olhando para ele da velha e carcomida fotografia, inconscientes de suas vidas, como a maioria daqueles ao redor deles. A imagem do Bicho-Papão aparecendo como o corpo de cada membro da família da Sra. Weasley ainda aparecia na frente de seus olhos. Sem aviso, a cicatriz na sua testa queimou em dor e seu estômago doeu horrivelmente. - Pare com isso! - disse firmemente, esfregando sua cicatriz enquanto a dor sumia. - O primeiro sinal da loucura, falando para sua própria cabeça - disse uma voz astuta que vinha da moldura vazia na parede. Harry o ignorou. Ele se sentiu mais velho do que nunca se sentira antes e parecia extraordinário que apenas uma hora atrás estava preocupado com uma loja de logros e com quem tinha ganhado uma insígnia de monitor."

Escrito por Ann Burrows às 12:45:44 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 16 de Março Resposável?!?!?! Oras! BRASIL, Mulher

Adoro participar do orkut e de suas discussões. Dá pra ter discussões e informações bem legais lá!

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Desde que comecei a ter o meu jardim na varanda andei entrando em algumas comunidades sobre jardinagem e coisas do gênero. E como não pode deixar de ser, sempre tem alguma mensagem nos fazendo lembrar que a biodiversidade está ameaçada, que nós estamos acabando com o planeta.

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Vou deixar aqui o link para o texto original que gerou essa reflexão pra quem quiser dar uma olhada. mais uma vez, desculpem meu mal humor.

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O texto original do Tarcísio, muito bom e completo por sinal, está aqui:

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http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx? cmm=5307331&tid=2453369288238014906 Aí vai:

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Eu confesso que não li tudo. Vou ler com calma mais tarde, mas quando leio textos como esse que nos alertam sobre os malefícios da poluição e coisas do gênero, eu me pergunto: o que o cidadão comum (ou seja a grande maioria que normalmente faz a diferença) pode fazer a respeito? Deveríamos criar mecanismos que induzam o cidadão comum a participar, mesmo que involuntariamente, de alguma forma de preservação!!!! Porque, meus queridos, me desculpem a franqueza: meia dúzia de "conscientes" infelizmente nunca salvaram o mundo. Essa historia de passarinho no incêndio da floresta é bem figurativo. Ou se tem a participação de uma grande maioria ou não vai pra frente!!! Não dá pra conscientizar o "zé ninguém" a curto prazo. E é na mão de

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milhares desses “Zes Ninguém” que está o sucesso ou fracasso de cada programa. A única solução que eu vejo tem que vir tecnicamente de cima de maneira a induzir a preservação, mesmo que o principal interessado nem tenha consciencia disso!!! Ninguém vira pruma arvore e fala pra ela não emitir CO2, porque é tóxico. O meio se adaptou. Com essa "massa" é a mesma coisa. Mas isso, de alguma forma, não deve ser economicamente interessante... “Poluição não pontual ocorre quando poluentes são lançados indiretamente na água através de mudanças ambientais. Um exemplo deste tipo de poluição não pontual de água é quando um fertilizante é carregado até um rio pelas chuvas, afetando a vida aquática. Muitas causas de poluição, incluindo esgotos, e fertilizantes, contém nutrientes com nitratos e fosfatos, que em excesso, estimulam o crescimento de plantas aquáticas e algas. O crescimento excessivo destes tipos de organismos conseqüentemente obstrui os cursos de águas, diminuindo o oxigênio dissolvido nas mesmas, enquanto elas se decompõem, bloqueando a luz, impedindo-a de passar para águas mais profundas. Isto por sua vez é bastante prejudicial aos organismos aquáticos, pois afeta a capacidade respiratória dos peixes e dos invertebrados que vivem na água.” Vocês, assim como eu, talvez pudéssemos abrir mão desses confortos civilizados em função de um bem maior. Mas quem mais o faria? A maioria? Vcs sinceramente acham que a nossa civilização quer abrir mão de todo o “conforto” a que foi acostumada e que conquistou ao longo dos séculos? Abrir mão da produção em larga escala, por exemplo? É como querer frear um carro em alta velocidade!!!! Não conseguimos conscientizar nem o babaca que joga lixo pela janela do ônibus mesmo com uma lixeira a menos de 1 metro!!! Como o detalhe mórbido que normalmente são esses mesmos babacas que aparecem no noticiário chorando desesperados em dia de enchente porque perderam tudo... O bueiro que ele mesmo entupiu.... E não me venham com o papo de que eles não sabem porque agora a informação é de todos: todo mundo pode não ter nem casa, mas com certeza tem uma televisão.

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O que deveríamos fazer? Mudar pro meio do mato e criar uma sociedade auto suficiente??? Acho o conceito incrivel, mas quando todo mundo começar a fazer isso vai chegar um momento em que saturaremos tb esse recurso. Tem muita coisa que precisa ser repensada, o poluição e a devastação são apenas a ponta do iceberg de uma sociedade que se amplia como numa metástase. Um exemplo que sempre me ocorre nesse tipo de polemica é o dito carro movido a eletricidade. Será que é uma coisa tão absurda? Porque não rola? Não teriamos a tal dependência do petroleo, bem como não teriamos o tipo de poluição que é o mais malhado (e manchas de oléo no mar não mais existiriam). Porque então essa forma alternativa de energia não é uma realidade? E a energia solar? Acho que não é interessante economicamente. Nesse aspecto, posso dizer que estou fazendo a minha parte: não tenho carro (apesar de ter aprendido a dirigir com 15 anos) e optei em morar no centro de Sao Paulo para não ter que depender de um. Mais do que isso, a esse respeito, EU não posso fazer. Mas tenha certeza que se 80% da população fizesse o mesmo, teríamos uma tremenda dor de cabeça para muita gente. Desde empresas inteiras repensando seus conceitos (o que seria bom) até as pobres familias que ficariam fora do mercado de trabalho

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What now, What next, Where to? - UOL Blog (o que será péssimo). Portanto, o que fazer?!?!?!?! Desculpem o mal humor, mas essa é uma revolta que me acompanha há algum tempo. Não é uma critica ao texto em si (que me pareceu, até onde eu li, muito bom), mas na verdade é uma reflexão sobre ele: Não gosto de me sentir culpada pelo meu esgoto - O buraco é mais embaixo!!!

Escrito por Ann Burrows às 07:09:59 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 23 de Fevereiro Chicão! BRASIL, Mulher

Não me pergunte o porquê, mas essa é a musica do Chico Buarque que marcou mais a minha infância. E agora que comprei o CD do único disco dele que eu tinha, percebi que ainda A D O R O ela! Com vocês:

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Hoje eu sonhei contigo, tanta desdita, amor nem te digo Tanto castigo que eu tava aflita de te contar Foi um sonho medonho desses que às vezes a gente sonha E baba na fronha, e se urina toda e quer sufocar Meu amor vi chegando um trem de candango Formando um bando mas que era um bando de orangotango pra te pegar Vinha nego humilhado, vinha morto-vivo, vinha flagelado De tudo que é lado vinha um bom motivo pra te esfolar Quanto mais tu corria mais tu ficava, mais atolava Mais te sujava, amor, tu fedia, empesteava o ar Tu que foi tão valente chorou pra gente, pediu piedade E, olha que maldade, me deu vontade de gargalhar Ao pé da ribanceira acabou-se a liça e escarrei-te inteira A tua carniça e tinha justiça nesse escarrar Te rasgamo a carcaça, descendo a ripa, viramo as tripas Comendo os ovos, ai, e aquele povo pôs-se a cantar Foi um sonho medonho desses que às vezes a gente sonha E baba na fronha e se urina toda e já não tem paz Pois eu sonhei contigo e caí da cama Ai, amor, não briga, ai, não me castiga Ai, diz que me ama e eu não sonho mais

Escrito por Ann Burrows às 18:30:21 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 29 de Janeiro Bonsai de gente

BRASIL, Mulher

Meu Deus, como eu gostei dessa foto que descobri ontem com a minha mãe! Na verdade essa foto é do aniversário de um amiga, mas eu fiquei impressionada com a minha carinha de Ana. eu sempre tive carinha de criança Paula, mas nessa foto eu to com cara de Ana.... Um bonsai da Ana de hoje.

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Escrito por Ann Burrows às 19:48:13 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

28 de Janeiro Feliz Ano Novo

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XIN NIAN HEN KUAI LE!!!!!!!!!!


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Escrito por Ann Burrows às 00:37:56 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

06 de Janeiro Final de capitulo

Por um momento revi as minhas paixões, e desta forma pude entender as restrições como forjadoras da alma. Num outro momento senti que perdia a mão. Que talvez escrever não fosse fazer mais parte da minha vida. E desta forma compreendi o desapego como abertura para a vida. Agora estou mais madura, mais mulher. Somos veículos. E pra variar, a felicidade é um contexto, e não um fim.

Escrito por Ann Burrows às 12:21:47 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 19 de Dezembro Dias Felizes

BRASIL, Mulher

Falar de mais uma musica do Elvis chega a ser previsivel, eu sei. Mas um dia desses um amigo do Orkut, da comunidade Elvis Presley Brazil, me ofereceu "love song of the year" em um dos topicos. Poxa, esse rapaz sem querer reescreveu esse meu fim de ano. Sabe aquela musica que fica lá no cantinho da memoria e que vc não escuta há um puta tempo, não porque vc não goste, mas porque vc não tem uma vitrola pra ouvir aquele vinil velhão que vc ganhou anos e anos atras? Pois é. Agradeci a lembrança, e corri no Shareaza pra tentar ver se achava a musiquinha. Achei. i'm looking

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Sem parar pra entender a letra ela me trouxe a lembrança dos meus natais felizes. Pra variar, o cheiro de chuva... Quando eu dizia que o album "Promised Land" me lembrava os dezembros chuvosos, as tardes de bicicleta, a vida solitária mas feliz, com certeza me referia a essa musica. Ela tem um astral muito parecido com "Here comes de sun": ela é doce. Uma musica doce, com têmpera de ferida cicatrizada. De "daqui pra frente vou continuar a ser feliz".

Virtuosa Realidade

A cicatriz, ao inves de deformar, virou diferencial, virou charme...

Ana - Pronde vão todos esses bits?

Musica com cara de sorriso de final de tarde de sol depois da chuva de verão.

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Dai, depois de ouvir ela pela enésima vez, eu fui buscar a letra. E pra falar a verdade, é nessas horas que eu sinto como naquele sonho onde eu via o Elvis num telão, e mesmo sabendo que era so uma imagem, eu sentia que de alguma forma ele olhava pra mim... Essa manhã ele cantou pra mim, pra me lembrar que nenhum passo pra frente é pequeno demais. Bom, ai vai a letra.

Elvis Presley - Love Song of the Year

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I used to laugh when I should cry I used to let these feelings pass me by But now that I believe them I got no-one to leave them to me You see I traded love for what I thought must be free So I confess my loneliness And I guess I've lost the best of the year That I have lost it through my fingers like a golden breath of air If I cared I wouldn't be singing this love song of the year I know the time cannot erase the days Love is past and I've gone away From now on I'll make it very clear Cos' I don't want to write Another love song of the year It's a lonely song and not too clear But to me it's very dear I guess this song can only be My feelings went out in the sea of love To me this has got to be the love song of the year I know the time cannot erase the days Love is past and I've gone away From now on I'll make it very clear Cos' I don't want to write


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Another love song of the year I used to laugh I used to cry I used to laugh, these feelings passed me by From now on I'll make it very clear cos' I don't want to write anothe love song of the year...

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Escrito por Ann Burrows às 16:42:37 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 17 de Novembro 1 de 2 - Dia nublado, pensamento sombrio BRASIL, Mulher

..."Ana, escreví muito sobre o JD hoje, na minha comunidade e na do Elvis, aproveitando que hoje é aniversário de morte dele"... ..."que louco o cara morrer dias depois do aniversário... cola ai o que vc escreveu nego: não quero chegar em casa.. demora muito"...

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..."Homenagem 16/11/2005 11:13 Hoje, 16/11, faz 7 anos da morte do J.D. Sumner, que morreu dormindo, em uma excursão dos Stamps pela praia do Myrtle, na Carolina do Sul, no dia 16/11/1998. Seria legal se alguns de vocês escrevessem alguma coisa em sua homenagem. "Mr. Sumner, sua voz e pessoa ainda é lembrada com saudades por nós, nas músicas com o Elvis ou sem ele. Da mesma forma que você era um pai pra ele, também gostamos de você de uma maneira paternal, por nos envolvermos tanto com o Elvis." ... ..."que gracinha!"...

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Escrito por Ann Burrows às 08:14:52 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

2 de 2 - Dia nublado, pensamento sombrio "Morreu três dias antes Ana*

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Curiosidade 16/11/2005 10:38 Vejam um exemplo da importância do J.D. Sumner ao lado do Elvis. Sumner fez umas revelações a um repórter em 1980, vou destacar uma parte conhecida como "Elvis quis matar Mike Stone". Sumner falou da fúria que se apoderou de Elvis Presley, quando descobriu que sua esposa, Priscilla, o estava traindo com o instrutor de caratê Mike Stone. Sumner disse "Elvis queria mandar assassinar Mike Stone. Isso aconteceu às 4h30min da madrugada, num dia de 1973, no Hotel Hilton, de Las Vegas". E acrescentou: "Nessa noite eu estava num quarto do 28º andar, quando, em plena madrugada, o telefone tocou. Era Joe Esposito, um dos membros da chamada Máfia de Memphis, que me pedia para subir, com urgência, à suíte de Elvis, no 30º andar. Encontrei-o na cama, furioso, com a mão direita inchada e esfolada. Estivera dando murros na parede. Acabara de saber que sua esposa era amante de outro homem". Fui logo perguntando, "Mas o que é isso, Elvis? Que diabos aconteceu?" Ele disse: "Aquele

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filha de uma cadela, o Mike Stone, tomou a milha mulher...Eu tenho que matar aquele filho de uma cadela!" Sumner diz que nunca tinha visto Elvis Presley tão enfurecido e tão violento. Precisava pensar depressa. E lhe declarou: "Pois então me dê a sua pistola! Telefone ao piloto do seu avião para que ele me leve agora mesmo a Los Angeles, onde o tal Mike Stone se encontra. Eu sei onde ele vive e o encherei de balas..." Sumner disse que Elvis ficou tão desconcentrado com a rapidez de sua decisão e disse: "Não, não quero que você faça isso..." Era evidente que J.D. Sumner não tinha a menor intenção de matar o amante de Priscilla, apenas disse que o mataria. Summer explica: "Falei isso para Elvis na intenção da fazê-lo se convencer de que eu estava solidário com ele. Achei que, na ocasião, era o que de melhor lhe poderia dizer" E continua J.D. Sumner: "Naquela madrugada, resolvemos rezar. E disse a Elvis: Ouça, quando uma pessoa está numa situação dessas só ha uma pessoa que pode lhe dar alivio e consolo. Essa pessoa é Deus. Você quer me acompanhar numa oração?" E sua resposta foi sim. "Então chamei todos, inclusive Red e Sonny West, seus primos, que acabariam escrevendo um livro devastador contra ele anos mais tarde. Segurei uma das mãos de Elvis e rezamos. Depois dessa reza, ele se acalmou e foi dormir. O mais extraordinário foi o que aconteceu depois que ele acordou. O furor homicida da véspera havia desaparecido. E Elvis, arrependido, queria mandar de presente a Mike Stone um valioso colar. Eu lhe declarei que não fizesse isso e não o transformasse num dos nossos. Tão descabida quanto a reação anterior. Mas era perfeitamente explicável. Elvis começou a se analisar e a culpar a si mesmo pelo fracasso do seu casamento. O verdadeiro culpado era ele mesmo e não Mike Stone". Depois de tudo isso, J.D. Sumner comentou "Mas é preciso que se diga, foi o próprio Elvis quem lançou Priscilla nos braços do amante, exigindo que ela tomasse lições de caratê com ele. Eu nunca deixaria minha esposa numa cidade, tomando lições de caratê com outro homem, e ir cantar num cassino de Las Vegas, durante um mês inteiro. Alguma coisa poderia acontecer. E, na verdade, aconteceu!". Por vezes, Sumner tinha de ouvir durante seis horas a fio as confidências do cantor, ainda confuso com seu drama intimo. E, ao fim de tudo, Elvis perguntava: "Mas o que aconteceu com a minha vida conjugal? Que aconteceu comigo e Priscilla? Não posso falar com meu pai sobre essas coisas, prefiro falar com você". De uma coisa J.D. Sumner teve certeza: O fim do casamento com Priscilla marcou o começo da derrocada final de Elvis Presley. "... ..."Não consigo parar de ler e reler isso que vc me mandou. Principalmente o final. As vezes penso que cada um tem um desafio a lidar. O dele (assim como o meu) era tentar enxergar além das proprias necessidades. Enxergar que generosidade não é band-aid, e nem superbond. As vezes acho que foi tudo uma grande cagada do destino.(lembra? oops! esqueci de trocar a agua do peixinho). Meu Deus, qual era a grande lição? O dia que eu desvendar a dele, eu acho que desvendo a minha."... ... "Talvez não haja grande lição...

Se isso for verdade, tenho que estar preparada. ...não ha grande lição... Meu Deus. Isso é pesado!"

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Escrito por Ann Burrows às 08:14:18 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 21 de Outubro Detesto rimas. Meu cabelo tá meio sem corte,

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Minha vida tá meio sem norte. Eu vou pro sul, ... tem fogo INTEIRO por lá. i'm looking

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11 de Outubro Sábado tivemos um dos nossos raros momentos felizes. Apesar que "raros" é um pouco de exagero: Somos felizes, oras! De uma forma discreta, às vezes incompreensível, nós somos.

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"Olá Paula, Essa foi uma das melhores fotos..." Com certeza, foi. Estamos no caminho, entre peras e jacares, tentando chegar lá.


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What now, What next, Where to? 25 de Setembro Charmosa Safiri BRASIL, Mulher

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Como poderiam dois personagens estarem tão presentes dentro de mim dessa maneira. Existiam duas Anas:

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A que ansiava por ser salva, a eterna vitima, vulnerável, o corpo a ser recolhido, as donzela insconciente a mercê do seu salvador, e a moleca, que queria jogar taco na rua, futebol no quintal da avó, que adorava andar de bicicleta, adorava video game, que queria ter uma casa na árvore, que tinha meninos como melhores amigo: legais e descomplicados... Uma mescla estranha de Penelope Charmosa com Princesa Safiri! Nos meus sonhos de criança e pré-adolescente, a maternidade e as prendas domesticas nunca tiveram vez. Nunca. Adorava minhas Barbies e Susies, porque com elas e o unico Falcon que eu tinha (pra 3 Barbies e 2 Susies) eu encenava as aventuras mais libidinescas possiveis dentros dos limites do meu conhecimento da idade: donzelas em perigo sendo perseguidas e salvas... Uma vez, achei um disco entre as coisas do meu pai que tinha Bolero de Ravel do lado A e Aprendiz de feiticeiro do lado B. Lembro bem da sensação que tive quando falei que queria brincar de "bruxa" com aquela musica. Me fantasiei com uma roupa que tinha de fada, mas com um batom vermelho e uma cara de perversa, fechei as janelas e as cortinas da antiga sala e queria fazer um sacrificio com a coitada da Filomena - ou queria que ela fizesse comigo...sei lá. Mas ela não entrou no clima. Como nunca ninguém entrava. Todo mundo que eu provocava, podia ver nos olhos uma certa incredulidade de quem não associa nada tão demoniaco em uma criança tão doce (como eu sempre fui).

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Acho que por isso que eu gostava tanto da Princesa Saphire. Achava o máximo aquela dupla personalidade, porque eu mesma tinha aquilo muito cindido e latente. Principalmente na infancia. O engraçado é que até os 13 anos não tive absolutamente nenhuma curiosidade sobre sexo, como algumas amigas tinham desde os 8/9 anos... Mas eu tinha uma libido extremamente pronunciada dentro da linguagem que eu conhecia. E meus coleguinhas, esses me achavam uma moleca... Uma molecona. Tinha procurado umas fotos da princesa Safiri pra colocar aqui, mas achei essas da minha infancia mais simbolicas... Além de bonitas. nessa epoca eu tinha um sorriso mais espontaneo.

Escrito por Ann Burrows às 16:22:36 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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14 de Setembro Mingau de Maisena de Chocolate Eu tive um sonho estranho no sábado pro domingo. Não me lembro de muitos detalhes, mas o mais forte é de ver um instrutor negro (com cara de Norton Nascimento- negro com cara de sábio - acho que por conta do Alto da Compadecida) dando a entender que era muito dificil me fazer vivenciar verdades transcendentes porque eu era consciente demais. No momento em que ele me disse isso, eu me envaideci, mesmo sabendo que isso era prejudicial pro meu desenvolvimento como pessoa. Ele exemplificou pegando um prato de mingau de maisena de chocolate quente e uma pessoa comum, que no caso era uma moça que trabalha comigo. Me explicou algo do tipo: "se ela tem que passar por essa experiencia de colocar o dedo no prato de mingau quente, e portanto sentir o dedo queimar, o fato de ter "consciencia" do significado do "ritual" e tudo mais, não invalida que a experiencia tinha que ser vivida. A imagem que eu tinha era de me ver ponto o dedo dentro do

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What now, What next, Where to? - UOL Blog prato e quando começava a sentir queimar, eu rapidamente limpava o mingau na beirada fria do prato e explicando que já tinha "entendido" o sentido da experiencia.

Ele olhava pra mim, ria com paciencia, e dizia... Olha aí. Assim não dá.

Escrito por Ann Burrows às 12:05:07 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

05 de Setembro Medo Azularroxeado Lendo um pouco sobre Reiki, confirmei um lance que já tinham me dito no ano passado sobre minhas vigilias noturnas para escrever... Tinha alguma coisa se realinhando dentro de mim. Mas tenho a impressão que em um determinado momento essa coisa "esfriou" da pior forma: "Antes,a Alma ardia Agora,o estomago queima Nada mais dói 02/012/04" Subutilizada. Fui dormir pensando nisso. Meio tensa também com o Sérgio, que estava meio estranho, (não ele como pessoa, mas alguma coisa em torno dele) e sei lá mais o quê. De repente me vi com a minha mãe. Não lembro ao certo onde estávamos, mas via no seu jeito um certo ar de cobrança. Não sentia confiança nela. Ela me revelava que eu fiz bem de ter me contido a respeito da morte do meu primo (aquele meu primo preferido) de leucemia entre outras coisas. Que ela tinha escondido aquilo de mim e eu fiz bem de não ter perguntado nada, e que portanto, isso tinha ficado subentendido..... ela me tratava de um jeito meio traiçoeiro. A medida que ela me dizia isso, eu ia ficando puta porque ela tava colocando palavras na minha boca: eu nunca tinha nem desconfiado que o Ricardo tinha morrido, muito menos de leucemia. Sentia que todo mundo sabia disso menos eu. E quanto mais eu dizia que eu nem desconfiava, que ela tava errada de achar que eu sabia e não "esmiucei" o assunto, mas ela afiramva que ela sabia que eu sabia. Num determinado momento, mesmo sabendo

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What now, What next, Where to? - UOL Blog que eu podia dramatizar tudo isso dizendo"mas como!? meu primo morreu?!" e etc etc, eu olhei pra ela e falei friamente, conforme eu estava sentindo" tá, morreu, que mais? pagina virada." Acho que ela começou a me revelar outras coisas, mas todas elas tinham um tom de cobrança emocional. Ela falava como se me desse razão, mas era dúbio. Ela estava subliminarmente me cobrando: "vc fez bem em ter ABANDONADO x, y, z. Era isso que deveria ter sido feito mesmo... "E eu me sentindo cada vez mais desconfortável. Tudo que ela dizia tinha relação com a familia do lado dela. Num determindo momento, estávamos no quarto dela e do meu pai, o maior, em frente a janela. Mas ou menos na posição daquela foto "autumn time" do orkut. Só que na frente ou embutido no armário tinha um fogão. Enquanto falávamos, eu vi que ela desligava o gás girando um dos botões. No que ela girou, ela cortou o gás mas deixou o botão desalinhado. Eu lembrei da neura do meu pai com isso e fui tenar alinha-lo. Quando fiz isso o gás começou a vazar, vazar, vazar... e eu não conseguia mais controlá-lo. Daí, enquanto minha mãe ficava na frente do botão tentando fechá-lo novamente, eu corri pra fechar o botijão que ficava perto da porta do quarto. Virei todas as manivelas possiveis mas o gás não cortava. Já sentia minha garganta raspar. Quando senti a garganta raspar, corri pronde tava minha mãe: eu sabia que ela não iria ter força com aquele gás todo e ia tentar tirar ela dali. Quando cheguei perto dela, ela já tava meio mole e esse seu estado me fez lembrar de todos os meus medos de infância. Medo da fragilidade da minha mãe. Queria tiara ela dali, mas antes abri a janela pra dissipar um pouco o gás. Mas o medo da fragilidade da minha mãe era grande, de que aquilo fosse maior do que ela poderia aguentar. A unica certeza que tinha, é que se tinha alguém que deveria cheirar aquele gás era eu, e nâo ela. Acordei em panico, aquele tipo de panico que não passa, mesmo com os olhos bem abertos. Comecei a sentir que aquilo era real, que de repente meu pai, grogue de tudo sem a minima noção, poderia deixar o gás ligado e matar a todos, e coisas do gênero. Via claramente a fragilidade da minha mãe dentro daquele ambiente obscuro que aquela casa pode ter. Quando eu ainda estava lá, eu sentia que essa obscuridade parava em mim. Mas agora que eu não estou, sinto que ela pode não ter limites... Tive muito medo.. panico pra falar a verdade.

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Pensei em ligar, mas as vezes acho que se acordasse a todos poderia sim acabar causando algum probelma. A sensação que tenho é que está tudo mal colocado que que qualquer movimento brusco pode derrubar tudo. Só queria me esconder e esperar isso tudo passar. Daí me levantei. Sabia que não ia adiantar falar com o Sergio porque ele realmente está muito estranho. Espiritualmente estranho. E só pra confirmar novamente, fiz o teste da cor. Qual a cor do meu medo. Fechei os olhos e tentar ver alguma cor, como manda naquele teste. Sem duvida é azul celeste arroxeado. Essa é a cor do meu medo. A cor do amanhecer. Eu detesto o amanhecer. Ontem sonhei com o sacrificio do cachorro do Paulo. O meu amigo Paulo tinha um cachorro que já estava doente há algum tempo. Tinha já uma certa idade, mas estava sendo tratado de todos os choques espirituais que ele parecia filtrar. Eu sempre pensava comigo quando perguntava do Rachid "é, ele pode estar melhor, mas já tá velhinho, um dia ele se vai... será que o Paulo percebeu isso?" Toda vez eu perguntava e ele respondia "tá melhorando"... E eu me pegava pensando, meio melancolica. Outro dia perguntei e ele respondeu: "tá no céu!". Me senti aliviada pelo cachorro, mesmo sabendo da tristeza do meu amigo de perdê-lo bem no dia do seu aniversário. Então sonhei com o momento do sacrificio: o momento em que o Paulo percebeu que não valia mais a pena mantê-lo vivo, que já não existia nada que o prendensse aqui. Lembro dele aplicando algum tipo de injeção (nesse ponto me pareceu com a morte da karenin do "insustentável leveza do ser"). Lembro do seu ultimo suspiro e do jeito do Paulo depois, meio agitado tentado "falar para esquecer"... Bom esse foi meu fim-desemana. Teve coisas legais? Teve! Muito. A festa da sábado, o

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What now, What next, Where to? - UOL Blog papo da sexta-feira... Mas é estranho. Tem alguma coisa sombria rondando meu "lapso de cores". Talvez seja só a vida.... Talvez eu já esteja meio de saco cheio de sentir tanta energia autodestrutiva por perto... Existem energias autodestrutivas explosivas (como a da minha mãe) energia autodestrutivas frias (como a do meu pai e do sergio). Sei lá. E eu ali achando que quem tem estrutura pra "cheirar o gás" sou eu... Saco. Talvez, por hoje, sinto que preciso de cores! Ah, se alguém se interessou pelo papo da "cor do medo" clica nesse link http://somostodosum.ig.com.br/testes/cordomedo/

Escrito por Ann Burrows às 04:49:43 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

03 de Setembro Um Lapso de Cores II

...Tens um não sei que de paraíso E o corpo mais preciso Que o mais lindo dos mortais Tens uma beleza infinita E a boca mais bonita Que a minha já tocou...

Escrito por Ann Burrows às 09:21:26 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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Me lembro de ouvir a Gisele dizendo que não via a avó há quatro dias. Eu estava na segunda sala da casa dos meus pais e de alguma forma ficou subentendido que ela já havia sido procurada em sua própria casa, portanto não perguntei mais. Eu sabia que ela estava morta, mas

Nesse meio tempo, lembro de ver um aquario daqueles tradicionais redondos com três peixes dentro. Três peixes dourados. O aquario estava debaixo do vaso de flores de plastico antigo que a minha mãe sempre teve. Aquele que tem folhas verde escuras que parecem azevinho. A mesa de jantar estava perto da parede do banheiro. Tive uma sensação boa, de bem estar e felicidade em ver aquela agua cristalina, as pedrinhas brancas do fundo e o laranja forte dos peixes... Essa sensação parece ter sido tão evidente que deve ter contagiado um dos peixes que de tão feliz, saltou bem alto, chegando a fazer uma pirueta no ar. Mas quando caiu de volta dentro da agua do aquario, caiu fulminado. No começo fiquei olhando, esperando que ele reanimasse (lembrei de uma video instalação da ultima bienal onde um peixe passava por muitas experiencias desagradáveis e depois ele ficava baqueado antes de levar um choque final - cruelíssimo), que talvez aquele pulo pudesse ter sido extenuante, mas não fatal. Mas ele ficou lá deitado de lado no fundo. Eu sabia agora que ele estava morto, e senti uma coisa muito ruim. Olhei de novo pro aquario ainda tentando entender o que podia tê-lo matado. Pensei que ele podia ter enganchado o olho no azevinho de plástico. No fundo do aquario, realmente parecia que havia alguma coisa errada com o seu olho. Apesar de pensar: "tudo bem, morreu um mas ainda tem dois", eu sentia uma terrivel sensação de fatalidade. "A vida está se tornando perigosamente sem chão pra mim agora." Eu pensava, ou dizia... Não lembro. Lembro de questionar minha mãe novamente sobre a Dona Isaura (voltei a sentir toda a tristeza sombria que eu senti na epoca da sua morte em 2002), so que dessa vez eu verbalizei

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a pergunta para ter certeza que ela não iria ficar subentendida: "mãe, mas já procuraram na casa dela?" Ao mesmo tempo que perguntava, tinha a certeza que encontravam o corpo. Via a janela dela como se estivesse do meu quintal olhando pra cima e via a retirada e a mudança acontecendo na casa dela. Era tudo muito sombrio e tremendamente triste. Enquanto estava com a minha mãe, lembro que sentia muita tristeza mas apesar disso, so conseguia ralhar com ela da sua falta de atenção (assim como da familia toda da Isaura) de não ter procurado no lugar mais obvio. Acho que a retirada do corpo dela, somada a morte inexplicável do "peixe feliz" me derrubou. Nesse momento, meu pai chegou de terno (devia estar voltando pro almoço como nos velhos tempos em que eu ia correndo abraçá-lo quando ele chegava) E foi nesse momento que eu me permitir chorar a sensação das duas mortes. Corri pra ele e pulei no seu colo (devei ter voltado ao tamanho de criança) e chorei muito. Eu sabia que ele sentia a minha dor, e a ultima coisa que lembro do sonho é de ouvir ele dizer "Filha, não faz isso, assim eu não vou mais conseguir trabalhar"... Eu sabia que ele sofria junto comigo de me ver assim tão triste.

Escrito por Ann Burrows às 12:05:14 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

08 de Agosto O que é isto?

Change of habit

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Bom, desde que eu mudei o layout desse blog, ele não possibilita a visualização do titulo nem da descrição. É uma pena. To whom it may concern, agora ele chama "Ann Burrows - what you need/is a change of habit". Por tempo indeterminado. Elvis Presley - Change Of Habit If you're in old habits Set in your old ways Changes are a-comin' For these are changing days And if your head is in the sand While things are goin' on What you need, what you need, What you need is a change of habit Now if you're in the habit To let your temper fly When you talk with people

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Who don't see eye to eye And if you don't believe it There's a newer world ahead What you need, what you need, What you need is a change of habit A change of habit, a change of outlook A change of heart, you'll be all right The halls of darkness Have doors that open It's never too late To see the light So if you're in the habit Of putting people down Just because they're different From the wrong side of town Well, don't count on any medals son They're pinning none on you What you need, what you need, What you need is a change of habit

Escrito por Ann Burrows às 08:28:36 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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Eu podia escrever muitas coisas aqui sobre isso, mas o cara que escreveu esse texto disse tudo. O site é esse para o texto completo e até uma sugestão para um album justo: http://www.screamyell.com.br/musica/beatlesone.html

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"Beatles 1 por Alexandre Matias

Não confiem em 1. Apesar de estrategicamente eleita representante oficial da história do movimento cultural mais importante do século passado, a coletânea deturpa a imagem dos Beatles em detrimento de seu integrante mais perverso: o gênio (do mal) Paul McCartney. Aqui não é espaço, e talvez nem haja, para questionar a importância do beatle na história da música gravada (afinal, o cara é o Paul McCartney), mas todos sabemos que, na verdade, Paul é o Felipe Barreto da história. Sorridente, gente boa,


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ativista político, pagador de impostos, Paul é o genro que toda sogra queria ter. Mas, para usar um termo recorrente, não dá pra confiar num cara que usou um mullet daqueles por tanto tempo.

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E, você sabe, Michael Jackson, aquele jeito de falar gesticulando e fazendo onomatopéias, o curto luto por Linda, toda aquela grana, vegetarianismo... Paul McCartney é político até a medula, o título de Sir era uma obrigação que a Inglaterra lhe deveria conferir. E, na boa, um cara que consegue deixar o George Harrison com uma mágoa daquelas não deve ser flor que se cheire. Vamos lá, George Harrison: o cara que quebrou financeiramente pra bancar os filmes do Monty Python. Sacanear um cara desses é prova de falta de caráter. Taí o Eric Clapton que não me deixa mentir. Pois é, Paul McCartney transformou o único formato que os Beatles não haviam se aventurado oficialmente (a coletânea de hits em um único disco) e transformou-o em sua caneta da história. Como outros ditadores antes dele, Sir Macca reescreve sua trajetória moldando ocurso secular à sua vontade.

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Comecemos pelo critério escolhido para a compilação, de escolher apenas as faixas para compactos. Isso elimina a possibilidade de entrarem músicas dos álbuns Rubber Soul, Sgt. Pepper’s e do Álbum Branco, onde o papel de Lennon é tão fundamental quanto o de Paul. Isso quer dizer que não há nada de Girl, A Day in the Life, Norwegian Wood, In My Life, Being for the Benefit of Mr. Kite!, Happiness is a Warm Gun, Drive My Car, Nowhere Man ou Lucy in the Sky with Diamonds. Em seu lugar, surgem faixas mais populares (às vezes nem tanto), mas menos inspiradas. Assim, Lennon surge aos novos ouvidos como um maluco (Come Together) pacifista (All You Need is Love) casado com uma japonesa (The Ballad of John & Yoko) e só. Não há nada aqui que mostre o Lennon político, psicodélico, introspectivo. Aí entramos em outro porém. Muitos compactos dos Beatles eram assinalados como “duplo lado A”, sem modéstia mesmo (pra quê, né?), explicando pros disc-jóqueis tocarem o que quisessem. E é aí que Paul McCartney se revela mais nojento. A forma que a coletânea é editada distorce a história com requintes maoístas. Por quê? Porque tira Rain e deixa Eleanor Rigby ou Yellow Submarine. Tira Don’t Let Me Down e Revolution em favor de Get Back e Hey Jude. Permite Hello Goodbye, mas veta I Am the Walrus. Mas a ausência mais sentida é Strawberry Fields Forever. Qualquer beatlemaníaco sabe que a dobradinha Strawberry Fields/Penny Lane é o compacto mais importante da história do grupo e qualquer ouvinte consegue perceber que não é por causa de Penny Lane. Tudo bem, Paul vendo os bombeiros e barbeiros quando era criança é engraçadinho, mas não se compara à descida vertiginosa e psicodramática que John nos faz à infância da razão, nesta que ocasionalmente divide o título de melhor música de todos os tempos com Good Vibrations ou God Only Knows. 1, então, ganha com isso quatro estrelas e meia - uma mancha, num céu acostumado às cinco. "

Só me resta concluir: o Paul realmente é um babaca.

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19 de Junho

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Just a gigolo Sonhos... porque não tê-los? Por algum motivo que eu não lembro, provisoriamente, tinha alugado o apartamento numero 5 do prédio da Mari. A Mari que me faz depilação. O apartamento era igualzinho ao dela mas ali onde existe uma mesa (perto da porta de saída) tinha um corredor. A principio eu achei que o apê era maior, mas na verdade aquele corredor dava num puteiro. Eu entrei e várias mulheres que estavam em quartos ao longo do corredor vieram em minha direção achando que eu era a mais nova puta da área. Viram pela minha cara (apesar da minha curiosidade e afã por novidades) que eu não era do meio e exatamente por isso elas se mobilizaram para me corromper o mais rápido possivel: "dá um tranquilizante pra ela" elas diziam. "É. Pega ela, deixa ela grogue que ela dá." Em nenhuma momento eu via aquilo como ameaçador, pelo contrário, achava meio divertido. Apesar disso, e de estar ali por vontade própria, achei que era momento de me desvencilhar delas. Só que percebo que já tinha me envolvido o suficiente para que o cafetão achasse que eu lhe devia dinheiro. Fui portanto falar com o cafetão que era um cara grisalho de cabelos fartos e camisão larga laranja que estava na calçada do lado de fora do prédio. Eu ia lá falar com ele, mas em nenhum momento tive medo de não conseguir. Tinha certeza que era só questão de ir lá e fazer contato. Conversei com ele, explicando que compreendia a minha responsabilidade: eu sabia que não se tem esse tipo de curiosidade sem um preço, mas eu estava disposta a bancar o meu para sair logo dessa. Deixei claro que o dinheiro que ele esperava que eu faturasse eu bancaria para ficarmos quites e eu sair dali. Ele era muito simpatico e agradável, me pareceu um negociante honesto, diferente do que se vê normalmente por ai. Quando ele me disse o valor, algo em torno de R$4.999,00, me assustei, mas logo cai em mim de que esse valor era o faturamento de todas as meninas. Ele também percebeu. Estava realmente interessado em me ajudar. De fazer eu sair dessa. Refizemos as contas e agora era algo em torno de R$ 400,00. Me senti bem por ter desfeito o mal entendido sem ter fugido da responsabilidade e sem ter tido medo. Só que eu e o gigolo começanmos a conversar. Comecei a falar de mim, um pouco também para fazer mais clara a minha impossibilidade de fazer parte daquele meio. Fui prestando atenção nele e vendo que era uma pessoa interessante. Não consegui perceber se ele se interessou por mim o mesmo tanto que eu por ele, mas no momento seguinte nos envolvemos. Eu não estava muito preocupada em pensar em nada: o momento era verdadeiro. Era bom. Era unico. Isso que importava. Me senti livre e adulta.

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05 de Junho Um dia eu descubro... ...de onde vem tanto "gostar" assim.... Mas, enquanto isso....

... you gave me a mountain this time....

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04 de Junho Momento Pierre Alexander ou Como os cravos me deixaram deprimida... _NenÊÊÊÊÊ....? (ele chega perto, arisco como sempre. Pára na beirada na cama) _Fala... (abracei as pernas dele. Ele olha pra minha cara, mas percebi já aquele jeito de olhar de virginiano - virginiano que ele não é) _Nenê, se eu um dia não tiver mais cravos, vc vai continuar a olhar pra mim? (ele sorri e faz menção de espremer muitos cravos... eu continuo com os braços em volta da cintura dele. Olhando) _Hoje lá nos meus país, minha mãe quis me fazer uma limpeza de pele. (Ele continua olhando: já sabe o que eu quero dizer e sorri) _Não deixei. Fiquei com medo. Já pensou?!?! "Deixa meus cravos aí, mãe!!! Tá querendo acabar com meu relacionamento?!?!?!?"

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02 de Junho A vontade e a vida

“Juro-vos, senhores, que uma consciência muito perspicaz é uma doença, uma doença autentica, completa.” memórias do subsolo, pag.18 ... “Pensai no seguinte: a razão, meus senhores, é coisa boa, não há dúvida, mas razão é só razão e satisfaz apenas a capacidade racional do homem, enquanto que o ato de querer constitui a manifestação de toda a vida, isto é, de toda a vida humana, com a razão e com todo o coçar-se”.memórias do subsolo, pag.41 ... “Pensai no seguinte: se, em lugar do palácio, existir um galinheiro, e se começar a chover, talvez eu trepe no galinheiro, a fim de não me molhar; mas, assim mesmo, não tomarei o galinheiro por um palácio, por gratidão, pelo fato de me ter protegido da chuva. Estais rindo, dizeis até que, nesse caso, galinheiro e palácio são a mesma coisa. Sim, respondo, se fosse preciso viver unicamente para não me molhar.” memórias do subsolo, pag.49 ... “Eu, por exemplo, quero viver muito naturalmente, para satisfazer toda a minha capacidade vital, e não apenas a minha capacidade racional, isto é, algo como a vigésima parte da minha capacidade de viver. Que sabe a razão? Somente aquilo que teve tempo de conhecer (algo, provavelmente, nunca chegará a saber; embora isso não constitua consolo, porque não expressá-lo?), enquanto a natureza humana age em sua totalidade, com tudo o que nela existe de consciente e inconsciente, e, embora minta, continua vivendo.” memórias do subsolo, pag.41 Leio, me identifico e não consigo deixar de pensar (como uma telespectadora que tem a televisão desligada no momento final de um filme importante) : Será que Dostoievski conseguiu? Será que esgotou a sua "capacidade vital"? Uma árvore que cai na floresta isolada do mundo sem que ninguém tenha visto (nem a sua existência, nem a sua queda) terá mesmo existido? “Voltou a São Petersburgo em 1859 e nos vinte anos seguintes escreveu seis longos romances, entre os quais suas obras-primas: ´Crime e castigo´ (1866), ´O idiota´ (1869) e ´Os irmãos Karamazov´ (1879). Seu segundo casamento, com Anna Snitkina (1867), ocorreu três anos depois da morte de Marya. Logo depois marido e mulher tiveram de fugir dos credores para a Alemanha. Viveram também na Suíça e na Itália. De volta à Rússia, Dostoievski estava transformado num conservador, capaz de ser o editor de um periódico reacionário. Morreu em São Petersburgo, a 9 de fevereiro de 1881.--por Marcelo Cid”

Felizmente, tenho a impressão de que ele conseguiu. Fico aliviada.

E não posso deixar de lembrar do final da "Insustentável Leveza do Ser"

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What now, What next, Where to? 25 de Maio Mais triste que a enchente... BRASIL, Mulher

...é a maneira tendenciosa com que trabalham as imagens e as noticias...

i'm looking

through you...

Virtuosa Realidade

Não tenho parâmetros para dizer se o governo realmente está ou não fazendo alguma coisa boa nesse sentido, mas uma coisa é certa pelo que foi noticiado: choveu nesses ultimos dois dias tudo que deveria ter chovido durante o mês de maio inteiro. Sabe? Uma situação anormal? Pois é. Foi isso. Nunca chove desse jeito em maio. Mas na cabeça do paparazzi dai debaixo, a culpa é do governo:

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Se realmente faz três anos que não tem enchente no Tietê, a gente não sabe, porque não se noticiam exitos... Mas o que dá pra perceber é que é com essa noção de responsabilidade que as vezes boas intenções são taxadas e desacreditadas. Que nascem boatos e fatos sensacionalistas... Que se vendem mais revistas e jornais. Que se faz o nome. Portanto aí vamos nós, a massa, seguindo sem ser cobrada a pensar por conta própria, repetindo os bordões que nos induzem a repetir. Tenho um certo nojinho disso...

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What now, What next, Where to? - UOL Blog 01/12/2005 01/11/2005 01/10/2005 01/09/2005 01/08/2005 01/06/2005 01/05/2005 01/04/2005 01/03/2005 01/02/2005 01/01/2005 01/12/2004 01/11/2004 01/10/2004 01/09/2004 01/08/2004 01/07/2004 01/06/2004 01/05/2004 01/04/2004 01/03/2004

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:43:23 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

24 de Maio Conversa sem nexo Tem sensações que a gente tem que as vezes superam o que a gente deveria pensar a respeito. O sonho de hoje por exemplo, onde aconteciam coisas boas e ruins. Eu fiquei meio sugestionada pela imagem final da luz da "divisão dos dias", com a viagem, com o clima entre os companheiros de viagem... Mas não sei, tenho a impressão que essa "euforia" camuflou alguma coisa ruizinha que ficou em segundo plano e que eu não consigo lembrar. Eu sinto que se fosse analisar, iria encontrar coisas importantes nos reveses do sonho, mas a euforia da luz do céu foi mais forte.

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Conversando com a Andrea sobre o encontro de exalunos, ela me contou de uma pessoa improvável da epoca do colegial que não lembrou de quase ninguém da turma dele, mas de repente quando falaram de mim, ele na hora falou algo do gênero: "Ah, da Ana Paula Caruso eu lembro. Eu lembro porque ela era fanzoca do Elvis" A sensação foi ambigua como a do sonho: "Poxa! que legal, as pessoas lembram-se de mim. Depois de quase 17 anos um cara com quem eu quase nunca conversei lembrou-se de mim com todas as letras... Pombas que legal..." Me senti legal. Eufórica. Como as cores do céu... Só que depois veio uma certa sensação de vazio... Quer dizer que o que eu disse no dia 8 de janeiro talvez seja verdade: não existe ana paula sem elvis presley? ufff! Pesado isso! De qualquer forma, tava exagerando um pouquinho... Aquela era outra época. Outro contexto. Outra vida. Uma vida indistinta onde todas as cores se juntavam formando um cinza muito denso e sem forma.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Agora sinto que as cores se misturam criando novas cores... Cada vez mais fortes. Sei lá. Só sei que agora eu tenho que aprender a relaxar. Essa é a minha primeira lição nas aulas de piano que acho que vou começar a ter. "o peso dos braços tem que ir pra pontas dos dedos..." Sei lá.. tá tudo meio fora de lugar... mas eu to bem.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 18:04:27 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

19 de Maio ... Acho que definitivamente o meu inferno astral ascendente passou. Ufa! Na segunda feira eu tava péssima. Irritadissima. Na verdade (ou "na real", como diz o marceneiro aqui) foi uma sucessão de erros que começaram com o Conservatório Musical. A mulher não podia ter ido embora!!!! Me vi tendo que voltar pra casa em plena segunda feira, sem aula, sem terapia e o pior, às 20:15hs!!!! Sem contar a tremenda frustração. eu normalmente não me permito sentir frustração, mas segundafeira eu me vi pequena com beicinho.... Tinha tanta coisa prevista e NADA deu certo. Surtei por conta disso. Na terça-feira, era ressaca desse mal humor todo. Mas acho que a terapia me fez bem, porque quarta feira e hoje o meu humor estava otimo. "Estava" porque eu tenho que tomar muito cuidado com o entusiasmo patológico! Estou começando a sentir cheiros e me entusiasmar por coisas que normalmente significam energia mal colocada! Morro de vontade de ir pra Valinhos!!!! Mas morro mesmo. Ir sozinha. Ouvir as árvores dançando ao sabor do vento sob o cèu negro salpicado de estrelas... Isso tem cara de "Morning has broken" pra mim.... È claro que como uma adolescente apaixonada eu gostaria de ter alguma coisa especial acontecendo lá, mas tudo sempre foi tão poeticamente árido na minha vida, que acho que já me acostumei a isso. Tenho muita vontade de ficar sozinha. Mas muita mesmo. Eu estava me apaixonando por mim de uma forma legal.... Quando vc se apaixona por alguem vc gosta de fazer tudo para que esse alguém cresça. Tome viço. Frutifique. Eu estava nesse processo gostoso comigo mesma enquanto estava sozinha. Agora sinto falta. Falar e relatar essas ideias me deixam mais confortável. Realmenteparece que eu estou entupida de informações, e vazia de registros emocionais profundos. Proxima estação: ...Sei lá... Só sei que preciso entrar no trem.

http://enbaoli.zip.net/arch2005-05-01_2005-05-31.html[11/06/2009 13:54:41]


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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:32:25 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

14 de Maio Estava eu lendo uns trecos aqui sobre confecção de webpages (ainda quero transformar os 4 blogs em um só) quando dei de cara com esse texto: "... recorde apenas que, segundo newton, DOIS CORPOS NÃO OCUPAM O MESMO LUGAR NO ESPAÇO. Na web essa lei é uma piada. Porque não existem dimensões fisicas humanas a serem transpostas. Você pode estar em uma sala de bate-papo ao mesmo tempo com o João, com a Maria, com a Rita e todos mais que conseguir imaginar. A web é o unico lugar onde, também, é possivel estar em dois lugares ao mesmo tempo. Esse espaço é conhecido com HIPERESPAÇO, e sabe o que significa?" Bom, eu sei o que significa. Significa que aqui, eu me sinto em casa. Aqui eu posso ser do jeito que eu quiser. Aqui eu planejo como vai ser minha vida. Aqui eu me permito muito mais. Uma vez o Vitorio Gassman disse que queria ter duas vidas, uma para ensaiar e outra pra interpretar. Ás vezes eu sinto que isso é o que acontece comigo aqui na net. É um espaço experimental. Espaço de pura expansão. Eu gosto daqui. Me sinto como um peixe n'água. E sinto que isso está me levando a algum lugar.

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Bom, o Joseph Campbell dizia que precisavamos de novos mitos...

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 23:54:45 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

06 de Maio Auto Descoberta II - Segunda Tentativa Nunca pensei que uma camera digital e a ausência

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What now, What next, Where to? - UOL Blog prolongada do Sérgio pudessem ser tão importantes para mim com tem sido nesses ultimos dias. Eu, Eu mesma e a Camera. Aos poucos eu tô tendo coragem de olhar para mim sem medo e aos poucos também estou procurando no meio de tudo o que é fantasia e o que seu eu de fato. É, tá bem curioso. Ontem no trabalho, estava comentando sobre mulheres... Apesar de achar a Helena Ranaldi "divinamaravilhosabsolutavitaminda", se eu tivesse que escolher quem eu seria se pudesse simplesmente ser alguém seria a Cristiane Torloni. Nova, ela não tinha muita graça, mas cara! como a idade caiu bem pra ela (claro que sempre a meu ver). Magnifica, Sacana, Glamurosa, Estruturada, Bem composta... Olha tudo com aquele ar de "eu sei como se faz"... Poxa. Eu poderia ficar horas aqui dizendo tudo que a presença dela me passa. Se tivesse que ser alguém, seria ela. Bom, mas devanaios a parte, sigo procurando o que há de bom em mim. Procurando saber que diabo de mulher eu sou. Porque eu sou uma, não sei se você sabe....

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 07:47:30 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 27 de Abril For you blue

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É incrivel: toda a vez que eu chego no escritório antes do horário, com aquela calma e silêncio dignos de começo de expediente, principalmente se estou com alguma calça de bolso faca, me pego cantarolando "for you blue". Sabe? Como no "Let it Be", quando eles estão chegando à gravadora? E apesar de não gostar do Paul McCartney a imagem mais forte que me vem é a do olhar dele antes de entrar no prédio: mão no bolso da calça, um olhar de todo poderoso que muito me agrada. Olhar de quem olha o mundo de cima. Esnobe de tudo. Bom, ele naquela epoca realmente podia olhar o mundo de cima.

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A minha fita do filme "Let it Be" sumiu, (não a fita, mas a integridade embolorada dela) mas a imagem* ficou. E toda vez que eu chego em algum lugar, como no escritorio pela manhã, é essa a trilha sonora da minha entrada. Nada de Also Sprach Zaratustra, nada cheio de holofotes, simplesmente "For you Blue". "because you're sweet and lovely, girl...."

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*mesmo que não seja exatamente isso que apareça no filme, foi essa a imagem que ficou. Um dia vou tentar vencer o bolor e assistir de novo. Só pra matar saudade.

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 13:35:33 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

18 de Abril E aí, vai encarar!? Depois de um surto de insanidade noturna que foi devidamente eliminado, como se neutraliza um levante, a Super Cloud Nine, pegou suas moedas virtuais e pediu um conselho.

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Às vezes se tem que lidar com inimigos ocultos, influências impalpáveis que se ocultam nos mais obscuros recantos. De seu esconderijo, procuram sugestionar as pessoas. Nestes casos, é necessário persegui-los até os seus esconderijos mais secretos, para que se possa, então, identificar a natureza das influências em questão. Essa é a tarefa dos sacerdotes. Eliminá-las é o encargo dos magos. O caráter anônimo dessa conspiração exige um empenho especialmente vigoroso e incansável que, porém, encontrará ampla recompensa. Pois uma vez trazidas à luz e identificadas, essas influências furtivas perdem seu poder sobre as pessoas. E Super Cloud Nine pensou: "desliga o modo coitadinha e liga o modo foda-se. " E aí? Alguém vai querer encarar?


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É bom que não!

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 01:34:43 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

16 de Abril "esse Orkut tá te fazendo mal".... Tá não. As vezes é bom exercitar o cérebro e botar algumas coisas a limpo. Eu participo de uma comunidade sobre o Elvis no Orkut, que nesses últimos dias tem me tirado do sério. Não tem jeito: Elvis mexe com alguma coisa em mim que eu realmente não sei explicar o que é. Vamos colocar nesses termos: detesto ver todo mundo ouvindo "it's now or never" quando existe "how the web was woven"... Quem conhece sabe do que eu estou falando. De qualquer forma rolou um climão lá na comunidade e o que foi dito lá (tirando as grosserias gratuitas) me deixou pensando muito. Muito mesmo. E enquanto eu não esgotasse as possibilidades eu não ia sossegar, portanto, segue abaixo o meu alívio. O texto é imenso, eu sei. Mas eu gostei do que eu escrevi. Acho que pelo alívio que eu senti depois que escrevi eu cheguei bem próximo do que eu queria dizer. Espero poder agora colocar uma pedra no assunto. Zhuang Zi dizia que a controvérsia é a prova clara de que não se vê com clareza. Mas eu não sou nenhuma sábia chinesa, então: foda-se. Taí o que eu acho. Sobre Beatles, Elvis Atitudes do Rei e Afins... 16/4/2005 15:41 Olá Carlo,

Quando vejo os seus comentários, não posso deixar de ver a mim mesma há alguns anos, na época em que eu comecei a “pensar sozinha”, lá pelos 15/16, falando: “Puta que pariu, o cara tinha tudo. Como pode deixar as coisas acontecerem daquela maneira!!! Ele era um fraco!!!! Que merda!” Eu sentia um misto de tristeza e raiva: tristeza de não ter mais o Elvis por aqui, e raiva por saber que ele tinha, de certa forma, provocado isso. Daí, tinha raiva da Priscilla, porque achava que ela era tremendamente egoísta e foi embora na pior fase, quando deveria ter ficado lá para ajudar... Dos caras que estavam em volta dele... Sabe, coisas que a gente pensa quando tá de fora. De fora, entende? Você queria uma discussão construtiva? Vamos então, tentar de novo. Não vamos falar de discos de ouro, nem de paradas e nem só da qualidade musical de uns e outros, ok? É isso que eu tento dizer para você desde o primeiro post, mas tenho a impressão de que não está ainda muito familiarizado com a vida e como ela, ás vezes, simplesmente é. Concordo com você quando bate boca com o pessoal dizendo que discos vendidos e paradas musicais não dão a verdadeira dimensão do artista. Muitos dos argumentos lá também não me convencem... A gente sabe que para o ponto que nos incomoda, esse tipo de dado não serve pra nada, mas vc varia do ambito artistico pro pessoal do artista de acordo com a sua conveniência e eu percebo que está sendo um fã cego ao contrário. Mind Games, saca? Ás vezes a gente tem que ter responsabilidade no que diz, porque a vida não é feita só de ideologia e ser quem se deve ser ás vezes pode ser uma tarefa muito difícil. Assim como dizer a coisa certa da forma errada pode ser tão devastador quanto uma guerra. O John foi o exemplo vivo disso. Talvez se ele tivesse sido menos contundente (como você está tentando ser) ao dizer as verdades que ele via, não tivesse existido Mark Chapman.

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 22:32:00 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Repetir “the dream is over” como se isso fosse apenas uma frase de efeito seria correspondente à frase que diz “quando o sábio aponta às estrelas, o idiota mira o dedo”. Algumas pessoas nasceram com mais resposabilidades que outras e analisar a vida do Elvis sob o prisma de uma pessoa “normal”, que pode ir ao supermercado ou ao cinema a hora que quiser sem ter ninguém berrando ou passando mal atras de você, é uma incoerência. Os próprios Beatles reconheceram isso quando resolveram se retirar dos shows ao vivo em 66: “era uma loucura, a gente não conseguia ouvir o que a gente tava tocando!!!” Retiraram-se. E resolveu? Não resolveu, tanto que quatro anos depois eles romperam. Ninguém aguenta essa pressão e eles, enquanto grupo, não aguentaram. Os “Beatles” rompendo, puderam rachar a popularidade e puderam ter vida pessoal em paralelo com a vida artística, porque não eram mais os “Beatles” e sim, as partes dele. Elvis não podia fazer isso, porque ele sozinho era tudo que o público queria. Assim que é a vida. É isso que eles tentaram dizer para as pessoas que ficaram enfeitiçadas com a magia dos anos 60. E que o Elvis tentou mostrar com o sofrimento dos ultimos anos em musicas com Unchained Melody, Hurt, You gave me a Mountain ou mesmo Help me. Vamos fazer um paralelo entre os dois ícones: Entenda Magical Mistery Tour como o correspondente à fase “imbecil” açucarada dos filmes de 60: pura farra (mesmo assim vc encontra coisas boas); Abbey Road como o 68 Comeback Special: uma fase intensa marcante e muito fértil; Let it be, o canto do cisne, como as turnes finais dos anos 70: onde se encontram coisas maravilhosas mas ao mesmo tempo se começa a sentir as falências pessoais. Com o rompimento em abril de 1970, James Paul McCartney, John Wiston Lennon, Richard Starkey e Geroge Harrison conseguiram tirar a instituição “Beatles” das costas e puderam continuar suas vidas. Mas e o Elvis? Como vc acha que ele conseguiria fazer isso? Diferente dos Beatles, Elvis não tinha como se desvencilhar de ser Elvis. Quando morre a instituição “Elvis” morre também a pessoa. E pelo que percebo é isso que te incomoda. Mas é assim que é a vida. Dizer que outros artistas foram melhores ou piores que Elvis nesse sentido, eu não sei dizer, porque musicalmente falando o Elvis tem muuuuita coisa boa em todas as fases, até na babaca dos filmes você encontra uma “Almost in Love” (bossa nova maravilhosa feita pelo Luis Bonfa e gravada por ele num fio de voz digna de João Gilberto, que eu espero um dia seja descoberta como descobriram a “Little Less Conversation”) entre outras. Mas posso dizer com segurança que todos os que você apregoa como “exemplos para a juventude” de diferentes maneiras, também cometeram os mesmos erros fatais que você só associa ao Elvis: Renato Russo não deveria ter tido nada de idelógico quando se tornou soropositivo, infelizmente. E ultimamente a mídia se encarregou de divulgar musicas gravadas que, ele quando vivo, teve o bom senso de não divulgar. Tanto que, agora, pelo menos para minha geração (sou de 73), que acompanhava e respeitava o ídolo, ficou apenas a imagem de um cara brilhante, mas muito carente emocionalmente, que não conseguiu encontrar um chão depois de tudo. Pra mim ficou muito marcada a declaração da mãe do Renato, dizendo que num determinado momento, ele disse que simplesmente não queria mais viver. E assim morreu. Como o Elvis. O Cazuza. Poxa, que imbecilidade um rapaz brilhante como aquele ter feito tanta cagada na vida. Por que, quando ele ficou doente, ele não parou para se tratar? Porque ele continuou fazendo shows e se expondo daquele jeito, mais ou menos como a gente costuma dizer do Elvis? Não sei, talvez eles tenham um chip de fabrica que nós, pessoas comuns, não conhecemos. Todos eles, em algum momento da carreira, próximo do fim, (tirando o Lennon que estava feliz na ultima fase da vida pessoal, mas morreu em consequência do que pregou talvez da maneira errada no passado) mostravam a sua desilusão com

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What now, What next, Where to? - UOL Blog a realidade que cantaram no começo de suas carreiras. Você nunca reparou, (tirando o babaca pop do Paul McCartney que se bobear vende terra do túmulo da mulher pra divulgar a 832º homenagem a sua morte, e consequentemente seu ultimo disco), na melancolia das últimas musicas do George Harrison por exemplo? Horse to the water? Já ouviu? “you can take your horse to the water, but you can’t make it drink”? Ou “Brainwashed”? Ou ainda “Looking for my life”? Ele tá falando para as pessoas exatamente isso. Não adianta dizer que a vida não é um sonho: vai ter sempre um babaca achando que é. Vai ter sempre um babaca olhando pro teu dedo. Sabe? Aquele dedo que eu disse que tava apontando as estrelas?

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 22:25:17 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

... Espero não estar perdendo o meu tempo, e que você realmente esteja sendo sincero nos comentários. Que não seja simplesmente um babaca querendo criar bagunça. Vou desconsiderar essa possibilidade. Vou considerar que você é como eu. Uma pessoa que está se sentindo incomodada em ver uma faceta tão “desagradável” num cara que gosta. Exatamente por isso, desculpa a sinceridade, mas enquanto você ficar nessa de especular a vida dos mortos em busca de exemplos, analisando dessa maneira infantil e “anódina”, como disse uma das pessoas que comentaram seu post muito apropriadamente, eu vou chegar a conclusão de que você não fica nem um pouco atras de um fã cego. Só que ao contrário: daqueles que ficam tentando encontrar um modelo pra seguir. Que não tem sintonia com a SUA vida forte o bastante e fica buscando nos outros, MODELOS. ELES NÃO ERAM E NEM PRETENDIAM SER MODELOS: Nem Elvis com seus excessos, nem o John com sua violência encubada (lembra do chute no Stu Sucliff, ou dos paus com a Yoko?), nem o Macca com suas musicas açucaradas, nem o Geroge com sua discrição e melancolia, nem o Renato Russo e o Cazuza, com sua carência emocional mal resolvida em sexualidade. Nem o Cat Stevens virando muçulmano e sendo barrado no aeroporto nos Estados Unidos, nem o Ronald Reagan virando presidente e acabando com a Guerra Fria, nem o Karol Wojtyla com todo seu carisma de ator. Bob Dylan uma vez disse que não queria ser Deus, como as pessoas queriam deixar claro. Ele queria, no máximo, ser Elvis. Porque ele é humano. E o próprio, por sua vez, na sua simplicidade de cara do interior, numa coletiva onde um jornalista especulava a mesma coisa que vc tenta especular nesse forum, respondeu singelamente: “the public image is one thing and the human being is another” – e pra finalizar – “it’s very hard to live up your image put in that way”.

ENTENDE, CARA? ELE ERA HUMANO. Enquanto vc procurar modelos fora da sua vida inspirado pela musica que vc tanto gosta, vai ser nada mais que mais um fã cego, que em vez de discutir a Billboard vai estar julgando modos de vida, e o pior, sem base nenhuma para isso. Como um sapo querendo ser psicólogo. E acredite-me, sem ofensa: estou falando com vc como gostaria que tivessem falado comigo há uns anos atras, quando eu pensava exatamente como você."

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 22:24:25 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

11 de Abril O contrário de Sansão

"Ah, a decepção!!!!! Perdoem-nos, Senhor, eles não sabem o que fazem!!!!!! Ok, ok, eu sei que a questão do cabelo tem um forte fundo psicológico, mas que vc ia ficar mais charmosa com o cabelo comprido, isto não tenho dúvidas. Eu, falar mais????? Eu acho que você devia falar mais se desse, como eu não tenho a menor idéia do que quer dizer cada parada, dá um pusta medo. Medo do desconhecido, medo do que quer dizer a parada e em que trip vc está. eu perdi o fio da meada, adoraria estar entendo as coisas como no começo do Virtuosa, e ver que vc esta num caminho legal! Agora eu não sei....e se vc estivesse.....porque cortar o cabelo?" É. Definitivamente isso é uma coisa que o Luiz nunca vai entender. Mas eu entendo. Claro como água. Só entendo depois que corto. E não tô falando de beleza. Tem sim, um fundo psicológico. Confesso que depois que cortei o cabelo pensei: "Minha mãe vai ficar triste..." "Eu não pareço mais a irmã falecida do meu pai..." "Não foi a toa que destrui a minha identidade feminina...." Mas não destrui. Fortaleci, isso sim. Quando fico assim, não preciso de maquiagem, de secador, de nada. Simplesmente sou eu. Claro, pode ser que um dia desses tenha saudade dos tempos e do visual do ultimo post, mas vou sentir saudade da mesma forma que sinto saudade do Roberto: aquela saudade "de fora", de uma época e duma vida que não é mais a minha. No mais, fico eu agora essa semana como fiquei no findi: sozinha, feliz, com o Elvis e meus livros. Esperando o Sérgio chegar. Comme d'habitude.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:54:41 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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07 de Abril Recuerdos de um dia feliz

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 01:21:28 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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02 de Abril a benção, joão de deus....

Bom, acho que se não falar sobre isso agora vou ficar entalada. O aniversário do Wagner que espere! O Papa. Pois é. Graças a Deus ele foi. Fiquei revoltadíssima com a capa de uma dessas revista "sérias" que está nas bancas. Aquela foto me impressionou. Parece que os putos da imprensa gostam de causar essas reações nas pessoas. Tinha visto essa imagem de relance na televisão um dia desses e fiquei impressionada com o sofrimento dele. Daí os putos colocam a porra da foto na capa com um puta destaque. Que que eles ganham com isso? Assim como o que que eles ganham colocando as fotos das pessoas mortas na chacina sei lá da onde na primeira pagina dos jornais? A foto da religiosa morta, caída lá naquela terra de ninguém do norte, que a gente aqui teima em não cuidar e não deixar que cuidem? Atenção das pessoas? Não existe o sentimento de dignidade? Isso foi pro lixo junto com a ética e o bom senso? Acho que sim. Urubus que exploram a natureza curiosa do ser humano. Não sei quem é mais puto, se quem aproveita disso pra vender ou nós, na nossa curiosidade mórbida natural. NÃO ACREDITO NA IGREJA CATÓLICA. Na verdade nem me vejo católica. Como já disse várias vezes, estudei em colégio de freiras a vida inteira e depois que entrei na faculdade vi a bobagem que isso sempre foi. Não concordo com os preceitos, então, peguei o meu chapeuzinho e agora sou uma "atoa". Digo isso pra ninguém insultar o pouco de inteligencia que tento cultivar a duras penas dizendo que estou envolvida na comoção geral que normalmente envolve a morte de um pessoa pública. Inda mais como ele. Andei lendo uma reportagem da Der Spiegel, muito interessante por sinal, falando dos pontos positivos e negativos do período João Paulo II. Queria ter base para não me deixar levar pelo que a mídia geral estava dizendo e sabe a que conclusão que eu cheguei? Que ninguém sabe o que quer da vida. Não vou me estender muito até porque não tenho paciência de ler e nem de escrever textos muito compridos: Alguém já viu algum judeu criticando um rabino porque acha que no mundo de hoje a exigência da comida kosher, por exemplo, é um disparate? Ou porque ele quer trabalhar no sábado, afinal ficar o dia inteiro sem ganhar dinheiro é ridiculo nos dias de hoje? Eles simplesmente seguem ou não seguem, mas continuam respeitando os preceitos do jeito que sempre foram. Isso vale para os muçulmanos, budistas e todos outros mais. Ora Diabos, porque então querem que a Igreja Catolica Apostolica Romana faça essas concessões? Heim? Porque? Foi-se o tempo que a igreja tinha tanto poder politico assim. Agora religião é uma coisa muito mais pessoal que social. "Ah, o papa é reacionário. Ele não concorda com o controle de natalidade", por exemplo. É claro que existem interesses políticos e econômicos nesses assuntos, eu sei. Não sou nenhuma tonta. Como em todas as outras religiões. Mas existe um fundo de verdade religiosa nisso. O ser humano não é um bicho que quando fica no cio, tem que trepar. Agora vai me dizer que a culpa da explosão demografica é por conta do papa? Ah sim. Claro. Vc é um filho da puta que tá afins de trepar e quer que a igreja concorde. Vc quer que a instituição religiosa se modifique para que as sua vontade seja justificada, claro... só isso que vc quer, seu puto!? Tentar sublimar tua natureza animal nem pensar, né? Filho da puta! Quer saber o que eu penso? O Papa está certíssimo em manter a posição dele. Porque se for pra reformar a IC, ela vai virar outra coisa, e não IC. Os fiéis é que devem respeitar ou não. Até porque todas essas dissidências evangélicas, ortodoxas, cristãs-do-brasil e sei lá mais o que, têm "leis" até mais rígidas (como aquele papo de não doar sangue em alguns casos) e as pessoas aderem por livre e espontânea vontade. Ou alguém encosta uma arma na cabeça de um evangélico e diz: Vai dar o dízimo ai ô babaca? "Ah, a igreja deveria sim aceitar as dissidências, Reconhecê-las". Claro! E acontecer como o império romano e sucumbiu diante do próprio tamanho e diante de infiltrações bárbaras.... As pessoas não sabem o que querem e ficam repetindo a qualquer bobagem que escutam sem pensar. Reformistas...Báh! Alguém acha justo reformar o Coliseu? Ora tá faltando um pedaço lá, pombas, porque ninguém vai lá e reforma: bota um porcelanatozinho básico e completa o que falta?!?!? Um vidrinhos espelhado? Hein?!?!?! Será que dá pra entender do que eu falo? Quem já esteve lá e chegou perto do Coliseu hoje, sabe que ele não serve mais para o que ele servia há sei lá quantos mil anos atras, mas a sua carga historia é a sua ligação com o eterno. A IC é a mesma coisa. O Papa está, ou melhor, esteve, certíssimo. Lutou pelo que acreditava: que a Igreja Catolica tem seus preceitos, que devem ser respeitados. O problema é encarar a religião de forma política. Esse é o grande erro. Mas o Papa, bom, Vá com Deus Karol. Você fez a sua parte. E eu fico aqui lembrando da musiquinha que o pessoal cantava quando vc vinha pra cá....

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 17:10:56 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

adensamento da consciência... Não sei o que acontece hoje, mas estou em fúria. Logo pela manhã fui pro Mercado Municipal. Todo restaurado. Piso de granito, mezzanino, MAS PORRA!!!! FEIRA É FEIRA!!!! Não entendo e nunca entendi as pessoas que dizem que gostam de feira!!!!!!! Eu tenho nojo!!!! NOJO!!!!!! "ah, as frutinhas todas ali fresquinhas, as verduras...uma festa de cores e pessoas" Quem pensa assim deve ter exagerado no Acido Lisérgico. Na verdade deve estar próximo a uma overdose. Tudo que eu vejo nesses lugares são comidas e pessoas entulhadas, empilhadas, espalhadas com caras de nada, um cheiro horrivel, (ou vai me dizer que cheiro de queijo, peixe e gordura é agradável?) e muitas, mas muitas moscas mesmo. As caras e bocas das pessoas comendo (credo) as coisas mais insolitas ali mesmo, no meio do corredor, como se aquilo fosse normal!!!!!!!!

Isso é coisa de gente louca!!! Tá ouvindo?!?!?! Louca!!!!!!!!!!!!! Posta de bacalhau, queijos, porcos pendurados, gente feia, (mesmo as que são bonitas ficam feias, com atitudes feias, lá dentro), donas de casa com cara de "se não sair da frente eu passo em cima", entregadores que passam com o carrinho sem dó nem peidade em cima do seu pé. Bichos. São esses lugares que me fazem ter a dimensão animal do ser humano. Você é tratado com o mesmo cuidado que os produtos, macetado, pendurado e fedorento.... Eu não tenho palavras suficientes para descrever nem o Mercado Municipal, nem as redondezas daquele horror cheio de gente mediocre (existem pessoas mediocres e pessoas humildes, e posso garantir que pelo cheiro e aspecto delas e do seu habitat natural ela com certeza são medíocres), assim como feiras em geral. E eu sei que vou ser cruelissima agora, mas preciso falar: e essa gente que empinha as ruas vendendo coisas tão sebentas quanto elas proprias? Vai me dizer que elas tem alguma função dentro da sociedade??!?!?!?!?! Olhe para elas e pense comigo: elas tão ali pra garantir o seu sustento. O sustendo dela e da familia que ela não deveria ter criado, mas criou porque não pensa. Sim, e portanto tem a função de continuar existindo, e como não tem espaço para elas, nos obrigam a tolerá-las impondo sua presença escrota e inutil!!!!!! Eu odeio comércio! E ainda tem gente que acha que eu sou espiritualizada!!!! HAHAHAHAHAHA. HOJE EU TIVE CERTEZA DE QUE NÃO SOU E QUER SABER? NUNCA SEREI* Sol, suor e gente feia. Se Deus quiser, vai demorar muito tempo para que eu volte pra lá de novo!!!!!!!!! Ah! a propósito, o Papa, morreu! Eu tenho algumas coisinhas pra dizer a esse respeito também, mas vou deixar pro próximo post. Bom final de sábado pra quer ler. Porque o meu eu não tenho certeza. ARGH! * Amigo Wanderley, vc me perdoe, mas eu não consigo sentir de outra forma apesar de tudo que já conversamos.

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 16:38:59 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 30 de Março Lirios e Tulipas BRASIL, Mulher

“A Insustentável Leveza do Ser”. Ou, como queiram “The Unbearable Lightness of Been”.

i'm looking

Em inglês parece bem mais significativo. O “bear” dá muito mais a idéia de “agüentar”, “tolerar”... No português, “sustentar” não dá a idéia que eu entendo como correta. Sei lá. Também não sei se é porque o título do livro já tá tão batido, que a gente nem abstrai mais do sentido das palavras...

through you...

Virtuosa Realidade Ana - Pronde vão todos esses bits? Fahrenheit 952 Costume Vicioso Sóstenes Arruda Try to Scape!

A primeira vez que eu assisti a esse filme foi, se não me engano, em 1994. Minha amiga Patrícia, já tinha assistido durante o colegial. Grande garota. A Leandra, minha amiga que tem a alma do leste europeu, também assistiu, acho que antes de entrar na faculdade. Grande garota.

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01/03/2009 01/08/2008 01/03/2008 01/06/2007 01/05/2007 01/04/2007 01/02/2007 01/12/2006 01/08/2006 01/05/2006 01/04/2006 01/03/2006 01/02/2006 01/01/2006

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Mas não. Eu assisti em 1994. E essa diferença de datas faz uma tremenda diferença. Eu se tivesse assistido no colegial, não teria entendido nada. Só ia me ligar nas cenas de sexo, e olhe lá. Iria achar a Teresa “do bem” e a Sabina, um ser irreconhecível “do mal”, totalmente fora da minha realidade. Talvez até pela similaridade entre pessoas como ela e pessoas como a amante do meu pai na época. E no final ia ficar com a sensação de que tudo correu como deveria: a mocinha boazinha, amorosa e dedicada ficou com o mocinho que, de sem-vergonha, virou um bom rapaz. E de que o ser estranho, do mal, ficava sozinho... A morte do final seria apenas um detalhe. Ah, Deus, como seria fácil se fosse só isso. COMO A VIDA SERIA BEM MAIS FACIL ASSIM! Nessa Páscoa criei coragem e comprei, junto com o presente dos meus pais, o DVD do filme. E agora pela manhã, peguei para ver uns trechos enquanto me arrumava...

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Ana Paula. Ou seria conveniente dizer Sabina Teresa. Começo a entender como se comporta a “adolescente”. Aquela que a gente “tem gravada na nossa memória emocional”. É ela: Teresa. Alguém como Teresa. Normalmente eu não respeito uma mulher frágil e dedicada como aquela. Mas com ela é diferente. Ela tem coragem de ser o que é, enquanto eu me disfarço. Me disfarço de Sabina. Ela toca a campainha: ele abre. Ela dá todos os sinais com a inocência de uma criança. “Eu nunca demonstraria NADA disso”, eu digo sozinha em casa enquanto arrumo a cama de casal. Nunca. Se dependesse de mim, o filme acabaria no chaveiro do quarto 6. Não haveria visita no apartamento, não haveria mãos dadas pela manhã, não haveria uma cachorra Karenin, não haveria nada. Não haveria czarda final e novo quarto 6.

O que é isto? Leia este blog no seu celular

Mas o meu filme estranhamente continuou. E temos as cenas. Mas ridiculamente, eu não estou lá. A Teresa está tentando ainda ser a Sabina. Ou seja, é outro filme. E o Tomas está pacientemente esperando essa afetação passar. Ela continua dizendo “take me to them. To the other women, I wash them up and bring them to you. Take me to them, But don’t leave me here alone!!!!” Até quando será assim, eu, sinceramente não sei. Eu sempre me identifiquei muito com essa polaridade, a novidade agora é... Bom, é nenhuma, eu só to voltando a sentir a mesma coisa, depois de todos esses anos. Ah, sim, a novidade é que a Teresa agora tem certeza que não vai poder ser Sabina. Assim como lírios não serão tulipas. Vai ser difícil acostumar-se com essa idéia. Mas talvez o grande passo seja admitir.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:54:03 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

22 de Março

http://enbaoli.zip.net/arch2005-03-01_2005-03-31.html[11/06/2009 13:57:28]


What now, What next, Where to? - UOL Blog E os sonhos... Que ansiedade. Eu queria muito que isso passasse, mas não passa. Como eu disse pra Ancilla, tem ainda muita coisa pra "sair" antes de chegar na essência a ser trabalhada. Muita mesmo. E hoje essa ansiedade vem de um monte de coisas sem nome que estão ensebando a minha alma. Entrou o outono e isso é muuuuuuito agradável pra mim, mas exatamente por isso abrem-se as portas da percepção... A Ana Paula fica tremendamente receptiva e (EU ODEIO FALAR ISSO, MAS DEPOIS DA SESSÃO DE ONTEM ESSA É A UNICA PALAVRA QUE ME VEM NA CABEÇA) romântica. Credo! Detesto essa palavra, mas no domingo aquele pagem de copas quis dizer muita coisa. E se for isso mesmo? E se lá dentro ainda existe uma adolescente, uma tontinha romântica que ainda precisa amadurecer muito? Que ficou lá espremida entre demandas de vários tipos..?. Agora essa adolescentezinha está deixando a timidez de lado e falando "Me de atenção agora, por bem, antes que eu me enfeze e resolva fazê-lo por mal, sua vaca autoritária metida a espiritualizada!!!!"

adolescente.

Mas como levar uma adolescente a sério? Ela tem que amadurecer. Viver. Tirar o atraso que a separa de todo o resto. Sei lá... Mas eu não gosto de expô-la. Porque não a levo a sério. Como não fui muito levada quando era cronologicamente

O ponto nevráugico foi o momento da "renúncia". O momento onde eu disse: "Eu me abstenho de viver isso. Vou dar a volta pelo outro lado". Só que a volta me deixou bem longe de onde eu deveria estar para estar inteira.

Sei que acabei de voltar do Chope Escuro. E sinto uma tremenda melancolia... Uma vontade de que me peguem no colo... Uma vontade de....de novo virar adolescente: ter meus 15/16 anos estar "namorando", me "arrumando", esperando o namorado chegar... Me metendo em cantos escuros par dar uns amassos... Na porta da escola...

"mas é bom ter feito essas loucuras, porque pelo menos a gente tem alguma coisa pra contar agora. Senão a vida fica sem graça,..." É rapaz, você está certo. Eu é que estive errada esse tempo todo.

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Ah, outono....

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 15:56:18 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 28 de Fevereiro Tô atrasado, tô atrasado.... BRASIL, Mulher

Ontem, não sei se sugestionada pelo fato de estar com algumas coisas do serviço atrasadas, eu me peguei novamente tendo "aqueles pensamentos". Aquela sensação aterradora que eu tinha quando pequena antes de dormir que nem com a minha mãe do lado se acalmava. Parece que ordem certa é: sensação depois pensamento e não pensamento depois sensação.

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O pensamento que se seguiu a isso foi de novo com relação à minha idade. Acho que dessa vez eu não precisei sonhar para sentir um peso de 16 toneladas como nos filmes do Monty python caindo na minha cabeça. Foi passando as camisas do sérgio ontem a noite: "Vou fazer 32 anos. Olha só, minha mãe em 28 de fevereiro de 1973, tinha a mesma idade que eu e estava gravida de mim.!!!!" Meu deus! O tempo está passando e eu tô atrasada!!!!!! EU TÔ ATRASADA! Logo depois eu pensei (olha o lado racional tentando por panos quentes), "mas qual é a pressa" ??? De qualquer forma, a sensação não foi embora.A gravidez da minha mãe, na idade em que isso aconteceu, é uma referencia tardia para mim. Jesus, eu definitivamente não sou mais adolecente! Nem jovem. Eu já sou adulta!!!! É assustador. Cada vez mais assustador. E o pior é a sensação de que eu deixei um monte de ocisas acumuladas que não sei se vai dar tempo de fazer. Como na vida em que eu vou acumulando as coisas de forma que quando chega a hora de resolver, tem tanta coisa que eu penso em desisitir. Só que meu corpo rejeita a apatia hoje em dia. Não consigo simplesmente esquecer. É realmente assustador. O que me espera esse ano??? Quais serão os desafios? E os baldes de agua fria?

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Je ne sais pas, ou jenésio pas para os intimos. Alguém tem uma "Holly Hand Granade of Antioch" para me emprestar? Preciso contar até 5. Oops, 3.

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BUUUUUUUUUUUUUUUM


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BY THE WAY, SONHOS.... As duas camas de solteiro em L unidas pela cabeça voltaram a aparecer nos meus sonhos. Desta vez tão reais que eu cheguei a comentar: Eu não disse que isso não era só papo de sonho, que podia dar certo. Com as camas assim, sobra mais espaço no quarto. Era tudo muito branco. Dessa época também era o sonho dos brincos azuis. Só que tinha um detalhe: quando o livro do sonho foi aberto, cairam também um par de brincos ovais verdes. Eles agora estão em minha orelha. Achei iguais na Liberdade no domingo. E sabe aquelas sandalias que eu comprei para o ano novo e não tirei mais do pé? Aquelas que representam a nova Ana elegante? Sonhei que tinha quebrado o salto. O pé esquerdo, se não me engano, estava sem salto. Totalmente sem salto. E eu pensava, justo esse que é o mais feminino e delicado...

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21 de Fevereiro bobagens...

Bom, estou aqui pra falar do que rolou nesses dias. Ansiedade, introspecção, perplexidade... Tudo ao mesmo tempo. Nostalgia da época de colegial. Perplexidade com as agruras da vida. Ansiedade, ansiedade, ela sempre me acompanha.... Mas o que mais me incomoda é a sensação de vazio. Realmente inspiração é uma coisa engraçadíssima. Agora que me acostumei a esse combustível não sei se quero ficar sem ele. Com paixão, mesmo que seja platônica ou teórica, a vida pode ser muito mais bonita. Mais poética. Mudando de assunto, antes eu admirava o lado porra louca do Jim Morrison. Hoje, acho que começo a entender a sua fúria literária. Escrever realmente é importante. Você nunca está sozinho quando escreve disse o Drauzio Varella um dia desses e é verdade. Mas ele disse também que vc só é bem sucedido quando é verdadeiro consigo mesmo. É dessa verdade que eu falo quando digo que sinto falta de paixão. Sinto falta desse combustivel que acende a tocha. A tocha que ilumina a minha verdade. Sinto falta disso agora. Mas, o que há de se fazer além de estar aberta e esperar? Nada, só torcer para não encontrar a inspiração errada. Tentar encontrar algo que acrescente, nem que indiretamente, é fundamental. Voltei a ler Carl Jung depois de muito tempo. Já havia lido "memorias sonhos e reflexões" (que adorei por sinal) e "o homem e seus simbolos", mas ambos são bem para leigos como eu. Livros mais especializados não me prendem por muito tempo. De qualquer forma vou me permitir uma bobagem referente a datas. Quem me conhece sabe a importancia de Joseph Campbell e Carl Jung na minha vida. Pois bem, olha só: Joseph Campbell nasceu dia 26 de março. Carl Jung nasceu dia 26 de http://enbaoli.zip.net/arch2005-02-01_2005-02-28.html[11/06/2009 13:58:16]


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julho. Achei muita coincidência as datas serem as mesmas do Wagner (março) e do Luis (julho)... Bobagem pra maioria, pra mim não. Gosto de observar essas datas...O mais engraçado é que o Jung era Leão com ascendente em Aquario como o Luis. Do Joseph eu não tenho essa informação. Mas por si só é uma tremenda coincidencia considerando a influencia desses dois distintos rapazes na minha vida... Bobagens a parte, andei tendo uns sonhos estranhos, mas dessa vez estou realmente com preguiça de contar. Quem sabe amanhã. P.S.: by the way, tanto Campbell quanto Jung quando novos não eram de se jogar fora...hahahahaha

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04 de Fevereiro Fragmentos de Sonhos 2

Sonhos são engraçados. Eis aqui mais um deles. Fragmento #1 - Cozinha Velha Estávamos, eu e Sérgio, num apartamento antigo e escuro. Não tenho certeza se morávamos nesse apartamento, e o Sérgio estava querendo dar um "tapinha na cozinha". Mas a casa era muito escura e velha. Era um apartamento de primeiro andar que tinha quintal como o dos meus pais. Eu olhava para aquilo que ele queria fazer e pensava " mas

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deve haver uma forma de fazer esse apartamento ficar charmoso". Saí para o que seria o quintal. E via muitas paredes e muitas telhas de aminato. Espaços externos que eram ambientes, tipo depositos, mas estavam desativados. Quando olhei aquilo, pensei, já que não serão mais usados a gente bem que poderia derrubá-los para desobstruir tudo e fazerm com que ficasse mais arejado. Olhei pelo lado de fora as paredes da casa e imaginei janelões que pudessem captar a luz do sol... Entrei animada e contei a idéia pro Sérgio. Ele gostou e concordou. Só que nesse momento vi dois detalhes que me deixaram um pouco decepcionada. A principal janela que eu queria abrir ficava em uma parede onde existia a pia, ou seja, não seria possível abrí-la da maneira que eu queria. E mesmo sendo possivel, olhando para o lado de fora, eu via o sol do final da tarde passando pela fresta entre dois prédios. Mesmo fazendo a reforma a casa nunca teria um sol intenso e saudável. Fragmento #2 - Elevador-Bonde Azul Por algum motivo o Sérgio estava ausente e eu tinha que ir até a empresa para passar pro pessoal a senha do computador dele. E acho que por efeito do mal atendimento de uma das trainees na sexta-feira, no sonho eu hostilizava todo mundo. Deixava claro que não gostava deles e era realmente muito agressiva. Partia do principio de que se nem o Sérgio nem a Lu estavam lá, ninguém mais merecia meu respeito. Lembro vagamente também da Cris, que reclamava com ela do mal atendimento da funcionária dela. Outro detalhe era que na hora de ir embora de lá, eu tinha que descer por um elevador que parecia um bonde, que quando parava no andar, estava desalinhado e era mais estreito que o poço. Quando se punha os pés, ele balançava e a fenda que se abria entre o patamar e o nivel do andar era tão grande que havia o perigo de ser cair. Eu via uma família(marido, http://enbaoli.zip.net/arch2005-02-01_2005-02-28.html[11/06/2009 13:58:16]


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mulher e duas crianças de colo) tentando entrar e se arriscando muito. Essa espécie de bonde-elevador não descia verticalmente e sim, horizontalmente como um bondinho. Eu achei muito arriscado, não queria pegar esse bonde azul e falei que iria descer pela escada. Daí, parece que o segurança me barrava e me colocava numa sala, porque as pessoas não poderiam descer assim com facilidade pela escada por livre e espontânea vontade. Mas depois de liberada eu desci e na rua via que eu estava no Centro. Fisicamente não parecia o Centro, mas eu sabia que agora a sede da empresa ficava na Conselheiro Crispiniano de vez. A última coisa que lembro desse fragmento é que as ruas eram perigosas e eu tinha que ter cuidado. Fragmento #3 Vício Eu descobri que o Sérgio tinha voltado a fumar e estava consumindo cocaína também. Lembro que peguei um saquinho transparente com um pó negro granulado que no meu sonho era cocaína e gritava para ele: "Sérgio, eu não acredito que você está fazendo isso" - E jogava (até porque sabia qual seria a reação dele) "Deixe isso por mim, pelo menos alguma coisa para eu saber que você me considera importante". Ele estava atrás da bancada da cozinha e me olhava com pouco caso. Pensei comigo: "Tudo que ele faz, faz compulsivamente. Vai ser um viciado sem volta". Quando percebi que ele não ia abrir mão da sua nova escolha joguei o saquinho contra ele e disse "Ok, vc já fez a sua escolha" e fui arrumar a mala achando que ele poderia fazer alguma coisa para me impedir, mas não fez. No momento seguinte já me vi na rua com a mala, meio sem rumo http://enbaoli.zip.net/arch2005-02-01_2005-02-28.html[11/06/2009 13:58:16]


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pensando: "Bom, o Wagner estava querendo dividir apartamento. Vou conversar com ele." De repente estava com ele, a Leandra e a Dania. Estava muito triste, brava e mal humorada. Não entrava nas brincadeiras costumeiras deles. Só lembro estar numa cidade meio como Caxias do Sul com ruinhas estreitas e bonitinhas, e me sentia vazia. Depois disso só lembro de um corredor com restaurantes em que entramos mas não conseguimos comer e quando quisemos voltar tivemos a impressão de que o carro da Dania havia sido roubado.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 17:05:09 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 30 de Janeiro Tá tudo tããããõ conturbado!!!! BRASIL, Mulher

Estou me sentindo um ser estranho nesses dias.

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Não estava me sentindo bem na cama e resolvi levantar para escrever. Escrever o quê?!?!? O quê? !?!?!? Cáspita...

through you...

Ás vezes dar um "retrofit" em casa me faz bem. E agora a noite eu fiz isso: Reformulei a posição da sala e da varanda. Olha tudo novinho me fez bem. Ou não. Porque de ansiedade eu não consigo mais dormir...heheheh.

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Anteontem eu encontrei a Dan, uma grande amiga que conheço desde o tempos de colégio. Ela não mudou nada. E brilha. É bom brilhar. É bom encontrar gente com as mesmas afinidades que você. Mas ando me sentindo sozinha. Gosto de lembrar da imagem que eu fiz na ultima sessão, isso explica algumas coisas.... "Sinto-me amarrada a uma parede. Vendo tudo que me espera, tudo o que eu sei que vou vver. Só que fico tão empolgada tentando sair correndo para viver tudo isso que esqueço que primeiro eu tenho que me soltar. Que deveria estar concentrando a minha empolgação em primeiro desatar os nós, depois viver." Acho que no ano passado eu me senti muito feliz de estar com as mãos desempedidas para me soltar no momento

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em que eu quisesse ( como na carta do Diabo). Mas passei boa parte do ano gastando força. Agora estou cansada, e tenho que me atentar, porque quando a empolgação vir de novo ela deve ser usada de outra forma.

Well, living and learning.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 03:31:07 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

08 de Janeiro Carta ao meu amigo invisível

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Meu querido amigo invisível: Bom, invisível não é bem o termo, pois eu te vejo, assim como milhões te viram e vêem. E verão. Quando você passou de carne pra imagem, eu tinha só 3 anos. E eu não tinha muito a pensar sobre isso nessa época. Mas lembro que desde que me conheço por gente já sabia de sua existência. O tempo foi passando. Eu ouvia falar de você mas nunca prestei muito atenção.

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Hoje eu olho o aparelho de som, velhinho, velhinho, que foi comprado no mesmo dia em que você entrou de vez na minha vida e tenho saudade. Ser filha unica as vezes é um porre, nem sempre tinha gente pra brincar comigo, quase nunca meu pai deixava eu sair para rua a andar de bicicleta, mas nada disso me incomodava mais. Daquele momento em diante, eu tinha vc, meu amigo invisivel, com sua presença que me acalmava, me tirava o medo, e me fazia companhia. Você me fez conpanhia e ainda me faz. E sempre fará. Você é parte da minha personalidade. Parte de mim. Sempre será.

Não existe Ana Paula sem Elvis

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Presley. Elvis, Elvis, Elvis. 70 anos não é brincadeira hein? Coincidentemente esse ano eu estou de recaída de vc bem na época do seu aniversário, e quando eu fico assim, ninguém aguenta porque eu só falo, escuto e vejo Elvis. Mas esse ano tem um gosto diferente. Pela primeira vez eu entendo a sua importancia na minha vida. Obrigado por tudo e vamos em frente por mais alguns anos. Porque eu seu que só viverei mais alguns. Você viverá para sempre.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 15:13:57 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 22 de Março Dois de agosto de dois mil e oito. Faz alguns meses, na verdade sete meses. BRASIL, Mulher

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through you...

Nesse momento eu estou muito cansada, meus olhos ardem um tanto e minha alma está meio embotada. Gostaria de poder descansar. Movi céus e terras, mas o compromisso com a tal "não-virtualidade" exigiu bastante de mim. Eu tive que dar tudo que eu precisava pra mim e isso me esgotouo. Claro que eu já esperava, mas o desafio daqui era viver. Uma ocasião tive um sonho em que um sabio negro me dizia para colocar o dedo num prato quente de mingau de maisena de chocolate. Eu dizia a ele que entendia o significado da experiencia que ele me propunha e falava, falava, e falava, mas não colocava o dedo no mingal o que fez com que ele dissesse algo do tipo "vc não tem jeito mesmo. Dessa forma fica dificil fazer você viver as coisas". Hoje a tarde eu pude ver que o entendimento das coisas não faz passar a dor. E infelizmente, é essa dor que nos transforma. Tive sonhos, premonições, alertas, oraculos e principalmente discernimento para saber onde estava pisando, mas disse sim pra vida e pra dor que ela ia me causar. Espero que isso me faça crescer, que isso me liberte de alguma forma. Porque nesse momento, estou apenas muito, muito, muito cansada.

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Escrito por Ana Caruso às 21:06:44 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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02 de Agosto

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01/03/2009 a 31/03/2009 01/08/2008 a 31/08/2008 01/03/2008 a 31/03/2008 01/06/2007 a 30/06/2007 01/05/2007 a 31/05/2007 01/04/2007 a 30/04/2007 01/02/2007 a 28/02/2007

Time to aim your arrows to the sun

Já fiz muitas concessões na minha vida, sabe? Até porque eu não conseguia fazer diferente. Você só faz concessões quando se conhece. Se você não se conhece, tudo é válido para poder chegar num ponto onde se conhece quase que por completo. Depois, é natural que você se respeite mais e se torne mais duro com qualquer coisa que possa te fazer mal. As pessoas que aparecem na minha vida agora, presenciam um momento onde ainda falta alguma coisa, é claro, mas muito de mim já está no seu lugar. Desta forma fica um pouco melhor não fazer concessões. Continua não sendo fácil, mas pelo menos é coerente. A partir de agora fiz a opção pela não-virtualidade, mesmo que não a tenha assumido de forma explicita. Aprendi a entender minhas dores ou pelo menos ouvi-las com a atenção e o respeito que elas merecem quando doem.

01/12/2006 a 31/12/2006 01/08/2006 a 31/08/2006

A dor que tem doído ultimamente foi muito confusa e sem-forma. Sem começo e sem fim. Mas, a medida que tudo foi correndo, as respostas foram caindo nos seus lugares como poeira em moveis seculares.

01/05/2006 a 31/05/2006 01/04/2006 a 30/04/2006

O silêncio é o melhor remédio.

01/03/2006 a 31/03/2006 01/02/2006 a 28/02/2006 01/01/2006 a 31/01/2006 01/12/2005 a 31/12/2005 01/11/2005 a 30/11/2005 01/10/2005 a 31/10/2005 01/09/2005 a 30/09/2005 01/08/2005 a 31/08/2005 01/06/2005 a 30/06/2005 01/05/2005 a 31/05/2005 01/04/2005 a 30/04/2005 01/03/2005 a 31/03/2005 01/02/2005 a 28/02/2005 01/01/2005 a 31/01/2005 01/12/2004 a 31/12/2004 01/11/2004 a 30/11/2004 01/10/2004 a 31/10/2004 01/09/2004 a 30/09/2004 01/08/2004 a 31/08/2004 01/07/2004 a 31/07/2004 01/06/2004 a 30/06/2004 01/05/2004 a 31/05/2004 01/04/2004 a 30/04/2004 01/03/2004 a 31/03/2004 + veja mais

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Escrito por Ann Burrows às 18:41:58 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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14 de Março if you're in a habit settin you in your old ways....

Sempre existe uma musica, ou uma frase para cada situação. Quando conheci o Sérgio e estava prestes a começar a namorar, conheci melhor o George Harrison e fevereiro de 93 foi marcado por "love comes to everyone". Elvis sempre está tocando na minha vida desde 1983, mas nunca foi um trilha sonora especifica de nenhuma fase. Ele sempre foi trilha sonora de mim, e não tanto de fases específicas de minha vida. Mas isso tem mudado muito. É, as mudanças sempre chegam. E a musica já tem sido outra há muito tempo. O título desse blog não me deixa mentir. Quando comecei a escrever esse blog, em 2004 eu estava numa fase bem interessante. Era o começo da mudança, era o começo de uma fase mais autonoma, como meu dominio de verdade. Eu sei que existem coisas acontecendo na minha vida, (transformações de dentro pra fora), quando o sono não é uma fuga, quando acordo nesse horário como agora, 04:00, para escrever. É uma "bitter-sweet experience", principalmente considerando o novo estado das coisas. Mas o que eu sinto "dizerem" pra mim nesse momento é: "vá, tempere seu poder e conquiste o que é seu." É, vida é boa, vc só tem que saber como olhar...

Esse clipe foi feito com muito carinho pelo meu amigo Dudo Hardy com o material que eu mando compulsivamente desde há muito... Eu sei que

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What now, What next, Where to? - UOL Blog eu não estou cantando bem e tocando menos ainda, mas o que valeu foi o capricho com que ele fez e principalmente, como pega a essência do momento com todas minhas mudanças.

Escrito por Ann Burrows às 03:53:51 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

24 de Junho Let's Play Elvis 22/06/2007 - Parte I

Uma musica, uma lembrança. Clara como água de nascente. Quando se arranca a grama, junto vem o torrão de terra. Cada vez que alguém arranca cada uma dessas musicas da minha memória, vem junto um torrão da minha vida... I Can Help - lembro da minha quinta série e da brincadeira da minha tia do "Tá quente socorro". Eu lembro disso porque eu sempre erro e escrevo "i can't help" porque lembro da minha tia Vera traduzindo como "Tá quente, socorro!". Eu lembro muito da segunda sala da casa dos meus pais. Ela ainda é escura e aidna tem a mesma vitrola. Just a Little Bit - lembro dos medleys que a Ana fazia com as musicas do Elvis... Fool - lembro da casa da Ana e da madrugada que fiquei acordada pra tentar assistir “Elvis e a Rainha da Beleza”. Suppose - lembro do clube. Janeiro de 85, e apesar de não ter sido esse o disco quebrado pelo meu pai naquele acesso de raiva, eu ouço "suppose" e lembro dessa época. O barato de ouvir esse disco era vê-lo morrer de rir no "are you lonesome tonight". Any day Now - Putz. Sérgio, Sérgio, Sérgio!!! Lembro de quando ele me deu o cd player com o cd dessa musica. Me vem o Martinelli na cabeça e os cursos de desenho que fiz junto com a Leandra em julho de 94. A historia se repete, estamos juntas fazendo dança do ventre e há tres anos convivendo todos os dias. We can make the Morning - 1986! Quando eu ficava a tarde inteira no clube esperando as aulas de balet no final do dia. Quando ficava assistindo as aulas de caratê... Lembro do meu aniversário de 13 anos que foi quando ganhei “Elvis now” da Tata... Meu primo ficou em casa naquela noite, jogamos Senha durante muito tempo. Lembro que dormi deitada do lado da vitrolinha ouvindo essa musica... Help me make it Throught the Night - 1986 também... Mas dessa eu lembro da escola. Eu estava na sétima série!!! It's Midnight - Meu Deus!!! Essa eu lembro das tardes chuvosas das ferias de 83 pra 84. Do Atari que so tinha na casa do Marcelo da Dalva... Lembro do chocolate "Surpresa" que tinha os bichos da mata Atlantica... Natal de 83. It's over - o Aloha foi o primeiro disco que a Ana me emprestou depois que falei pra ela que gostava do Elvis em agosto de 83. Ela me emprestou três: o "Serie Ouro" (porque eu queria conhecer “love me tender” e “all shook up” de tanto meu pai falar) o “Elvis for Children” (que eu adoro até hoje) e o "Aloha". Quando ouço “It’s over”, me lembro de quando fui viajar pra Santos em janeiro de 84 e não tinha levado o toca fitas. Passei a semana morrendo de saudade das musicas... Era dessa que eu sentia mais falta... Never again - o primeiro registro da crise em familia: 1988. Lembro de muita tristeza, e depois que entendi a letra entendi que ela "dizia mais de mim do que eu gostaria", mas exatamente por isso tenho saudade dessa época. Era uma época de muita reflexão. Triste, mas de solitude. Se tivesse que associar ao um arcano do tarô, acho que associaria à Torre. Welcome to my World - Acho que o Elvis gravou essa exatamente porque o show era via satelite. Essa fica meio vaga. É da mesma epoca do “It’s over”, mas não me lembra essa época. Estranhamente é uma das únicas que me faz lembrar do video. No Aloha ele não tá muito carismático. Mas eu lembro desse por conta das risadas do meio da musica Today, Tomorrow and Forever - uma das que eu gravava da televisão quando passava algum filme dele na sessão da tarde. A molecada de hoje não teve a oportunidade de acalentar suas tardes com filmes do Elvis. Apesar de eu não gostar dos filmes, acho que é uma grande perda pra criançada. Essa musica me faz lembrar também o Sérgio. Na verdade me lembra quando eu percebi que eu gostava dele em julho de 92 e o período de espera antes de começarmos a namorar em fevereiro de 93. Lembro da Giuliana em casa, da visita a Curitiba... Lembro de muita coisa daquelas férias de julho de 92. Eu aprendi a ler tarô nessa época.

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Let's Play Elvis 22/06/2007 - Parte II

I was born about ten thousand years ago - apesar de ter no “Elvis Now” e ter marcado a época em que eu babava em toda a respiração dele que dava pra ouvir nessa faixa, a lembrança mais forte que eu tenho dessa musica foi de logo que entrei na faculdade e saímos para fazer trabalhos pela Pça Republica: eu, Wagner, Sergio Leandra, André Kunioshi, Julio Cesar Paulon, Angela Quintino... Passei na frente de uma loja de disco do centro, vi o vinil "Elvis Country" e quase infartei. Lembro muito do Sérgio nesse dia porque ele morava longe e demorou pra

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chegar. Tivemos que deixarum recado colado no pilar de estação pra ele. Too much monkey bussiness - essa versão me lembra uma fita que a Ana gravou com a trilha do "Elvis idolo imortal". Era Agosto de 1984 e eu lembro um pouco da epoca da morte da irmã Lazara. E também daquela vez que tive febre enquanto assistia "On tour" na sessão da tarde. Put your hand in the hand - Olha outra do "Elvis now" que eu ouvia até a exaustão em setembro de 1986... Clube, balé, turma da escola, 7º série, estudar, jogar volei... Nossa quanta coisa boa que essa musica traz!!!! Dixieland Rock - me lembro do Roberto quando escuto essa musica. Vagamente, não sei porquê. Meu pai adora essa a exemplo do Hard Headed Woman do começo. Ele viu esse filme - King Creole - no cinema... Isso é muito louco de se saber... Memphis Tennesse - dizem que essa versão do Elvis é a mais fraquinha das que existem. Bom eu posso dizer que eu lembro de 1988, mas dessa vez, lembro da mobilete e das aulas de datilografia... lembro das tardes que tentava ir na "Up and Down" lá na Pamplona... Era horrivel, não via hora de voltar pra casa... Lembro do meu violão velho, não sei porquê. My babe left me - Meu Deus! Essa me faz lembrar aquele medley enorme que a Ana fez numa fita antes de gravar o "in concert" em 15 de dezembro de 1984. Dirty Dirty Feeling - Lembro de quando o Luiz me ensinou a tocar violão. Apesar de ter o cd desde 94, so ouvi com mais frequencia em 98. Lembro da Fabiola que tirava tarô pra mim na faculdade, mas basicamente me lembro das aulas de violão nos sábados de manhã. Come what may - Essa eu lembro mais ou menos da mesma epoca do "today tomorrow and forever". Estranhamente lembro claramente de uma tarde que estava passando roupa e vendo Monty Python em 92... Didja Ever - Bom, Didja ever: Didjavoice. Sempre! Mas considerando também como ando na Marisa , a frase final vai me lembrar essa epoca lá. É a mais recente, conheci ela agora, mas ela é muito legal. I got Stung - Essa me lembra janeiro de 1985 quando fomos para o Guaruja. Foi a primeira vez que um garoto puxou assunto comigo na praia. Era um rapaz que tinha acabado de se machucar com a prancha de surf. Ele se chamava Fábio. Nessa epoca eu ficava com o pessoal da Nicolau Barreto. Era divertido excetuando aquele eterno problema de me sentir menos "menininha" que as menininhas com que andava. Long Tall Sally - Essa versão me lembra o Primeiro disco que tive do Elvis - Elvis Presley 20 hits. Little Sister/Get back - me lembra aquele programa de radio que passou em 84 que eu gravei e perdi a fita no hospital em 92 ... Walk a mile in my shoes - outra desse mesmo especial de 84. Foi o ano em que eu toquei piano na escola no fim do ano. Fiz aquela arvore de natal de revista pintada. Quando mudamos para o apartamento 12...O dia da mudança foi tão legal! Dormir pela primeria vez no meu proprio quarto, ter o meu espaço... Que coisa doida... Foi muito legal. Shake Rattle and Roll - outra do "Elvis 20 hits", meu primeiro disco. Morava no apartamento 31 e lembro da festa de aniversário de 9 pra 10 anos. Eu usava um conjunto de lã cinza com uma blusa rendada branca... Tinha feito permanente e tava com o cabelo meio curto. Meu pai tinha um voyage creme. Iamos á igreja toda o domingo. Foi o ano que fiz minha primeira eucaristia. Por sinal a primeira coisa que confessei pro padre quando faziamos os preparativos foi que achava que gostava mais de Elvis que de Deus. Não nesses termos, mas era mais ou menos isso. Doncha think its time – Got i got stung, lembro de 1986. Foi um ano feliz.

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08 de Junho Um século!

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"Eu tive um avozinho lindo chamado Luiz, que era pai da minha mãe e que era o protótipo do homem maravilhoso porque dançava muito bem, era super zelozo com os filhos e netos, adorava as suas plantas e "criações"... Ele perdeu a mãe muito cedo com tétano e era filho único. Acho que daí vem duas coisas da história dele que ficaram gravadas na minha lembrança: o cuidado com a família e os remédios danados de ardidos que ele fazia a gente passar no corpo quando se cortava. Acho que tinha medo do tétano de volta na familia. Muita coisa ele e o Sérgio tem em comum: os trocadilhos com palavras, a inteligência autodidata (ele aprendeu a ler sozinho, porque queria poder votar), a agilidade pra fazer contas de cabeça... Ele tinha o hábito de gostar das coisas, não falar muito delas - pelo menos não pra gente - e ficava assoviando pelos cantos da casa, ou às vezes ficava conversando com os passarinhos... Sempre que minha mãe precisava que alguém ficasse comigo pra ela ir á feira ou ao médico, toca meu avozinho pegar o ônibus e vir... Tenho saudade dele. O Sérgio chegou a tempo de conhecer minha avó (que morreu em 1994), mas não meu avô (que morreu em 17 de fevereiro de 1989 coincidentemente no dia que o Sérgio fez 19 anos). Uma grande pena, porque eu tenho certeza que ambos gostariam muito um do outro. Tô contando isso porque me toquei que meu avô estaria fazendo 100 anos hoje. Como que uma data como essa pode passar batida?!?!?! Tenho que fazer alguma coisa por ele!!!! Já sei! Vou gravar isso na "eternidade virtual" do meu blog nº1, o enbaoli.zip.net. Acho que isso pode ser bom né? O que vc acha?" "Tem que fazer alguma coisa urgente. Se as pessoas que amamos revivem na hora em que lembramos delas, tem que registrar tudo isso que cê me falou e comemorar os 100 anos dele. Ele viveu 82, né? Pra quem faz 100 hoje, 82 foi muito pouco. Tenho medo de que essas pessoas e tudo que fizeram se juntem à terra, penso isso de minha mãe. Não deixa isso não, pega um punhadinho dele e pede o vento pra espalhar, dar um novo significado a Dust in the wind."

Olha Vô, isso é muito pouco perto do que vc merece, mas vou deixar sua presença registrada aqui, para que ela reviva um pouquinho em cada um que ler. Não é difcil gostar de você e vou querer compartilhar isso com todo mundo que passar por aqui. Que Saudade!

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Escrito por Ann Burrows às 20:01:37 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

13 de Maio Noves fora!

Sábado foi dia de pós. Mas um dia pra me expor, em doses homeopáticas, às minhas calcificadas fragilidades. Mas eu acho que consegui entender uma coisa a respeito da minha natureza agora pela manhã. Sou um Grande Nove. O nove é um numero bem interessante se vc considerar que ele nao muda a natureza dos numeros a que se adiciona. Um nove impulsiona os numeros para frente, mas quando vc os reduz, eles mantem a sua essência. E o Nove, sobra, olhando de fora o que ajudou a produzir. Não adianta querer incluir um nove. um nove efetivamente não se mistura. Acho que um nove que se cobra isso será um nove neurótico, rs. Acho que começo a entender que uma das minhas principais cobranças a cerca de mim mesma começa a cair por terra: eu nao sou menos nem mais por não impor minha personalidade a ninguém: eu sou um espelho, quem apoia as pessoas a serem quem elas são, talvez melhoradas. Percebo isso no meu relacionamentos: sou quem as pessoas querem que eu seja, pra bem ou pra mal. Minha vontade inexiste nesse aspecto. Minha essência é fluida e fica só, no final. O nove é um numero solitário. Eu tenho que me acostumar com isso. Solitude... Isso deve ser bom. Bom ou ruim, é real.

Escrito por Ann Burrows às 10:00:31 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

30 de Abril E mais um outono chega...

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Não adianta dizer o contrário.... o outono fode com a minha cabeça. Não so com a minha cabeça, mas também com as minhas emoções, sensações e conceitos de vida. Tava dando uma olhada no Orkut e me deparei com o clipe da Celine Dion com o Elvis no tal programa American Idol. Eu não consegui precisar muito a sensação que tive quando assisti então quando deixei o cometário no orkut, fiz um comentário meramente técnico.... Mas esses meus amigos que têm peixes forte no mapa são foda... O Derinho chorou a manhã inteira e o Marco nem conseguiu ver até o final... Daí, de posse das impressoes desses meus "radares" emocionais, eu assisti de novo. Realmente não é uma coisa boa de se ver. Elvis em 68 era "O Criativo" no sentido integral do hexagrama 01 do I ching: Um mar de possibilidades manifestando-se como um vulcão em erupção. Quando vc vê o Comeback Special te dá um misto de alegria e melancolia, considerando que so haviam mais nove anos entre o homem e a eternidade. Nove míseros anos em que o cara saiu daquele pico de felicidade profissional, pessoal pro mais completo fracasso emocional. Daí, 30 anos depois, vem um programa de televisão e "traz ele pra vida novamente". A minha primeira reação foi mais ou menos a mesma de quando vi o clipe da BBC Radio. Mas nesse algumas coisas se confundiram: os registros da minha cabeça neo-loira davam a entender que Elvis estava de fato lá com Celine Dion, e o melhor, na melhor fase da carreira dele... Então, peraí? Dá pra começar tudo de novo? O coronel já morreu? A filha dele ja tá crescida e ele como um novo Dorian Gray começando tudo de novo da sua fae mais perfeita! Tão atual, tão vigoroso, tão bonito.... Não sua neoloira desgraçada! Ele não está ali, nada começa de novo... Teu idolo tá morto. Vc não vai ter a sorte do teu irmão que pôde conhecer pessoalmente cada um de seus icones de infancia... Não minha querida, esquece. Tremendamente frustrante... É acho que a despeito do lance técnico que parece muito legal, eu definitivamente tenho que concordar com meus amigos "piscianos": o video faz estragos. E cá estou eu, falando de Elvis novamente. Na verdade eu tenho que concordar que começar a escrever muito é indicio de atividade emocional intensa. Novamente aquela ideia do passaro de olhos furados que canta melhor... Mas não quero ficar muito tempo assim.

Escrito por Ann Burrows às 21:42:45 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

25 de Fevereiro Seriam os Deuses Mafiosos???

Às vezes eu tenho a impressão que "deus" deve ser algum tipo de mafioso. Sabe quando vc assiste um daqueles filmes de mafia em que os chefes querem mandar "recados" para detemindas pessoas, recados que vc tem certeza que seram dolorosa e horrivelmente entendidos? Pois é, na cabeça me vem agora o Kartoon do Godfather I, quando cortam a cabeça do pobre do cavalo para que o produtor dê o papel do filme para o ator protegido (que todo mundo diz que era o Frank Sinatra). Claro, ele havia sido persuadido anteriormente a fazê-lo de maneira "civilizada" (ou faz ou faz!)... Lembro do nariz do Jack Nicholson em Chinatown. Pra falar a verdade não lembro exatamente do motivo, eu só lembro que fizeram aquilo pra deixar uma marca que naõ deixasse o cara esquecer alguma coisa. Lembrei tb do Godfather II, quando aquele chefe da mafia italiana mata a mãe do mocinho quando ela vem pedir pra que ele seja condescendente com seu filho menor que não tem nada a ver com o entrevero entre ele o o falecido pai do garoto. Bom, se ficar aqui escrevendo posso citar milhões de cenas de filmes com "recadinhos" desse tipo. Recadinhos que funcionam pelo medo que causam... Isso me lembra um pouco o Javé do velho testamento, aquela coisa de "povo-prometido-e-o-resto-eu-esmago", por mais que saiba que essa não é a realidade... Caramba, eu concordo que na vida a gente tem muitas lições pra aprender, mas eu, na minha finitude e curteza humana (perante a sabedoria divina), às vezes fico com a sensação, por mais que consiga entender racionalmente alguns desses "recados", que Vossa Senhoria Holly Thunder (como diz meu amigo Delcidério) carrega um tanto demais em algumas doses... Quando você vê o sofrimento de uma mãe que perde um filho, (nao importanto o quanto isso pudesse se afigurar como um possibilidade concreta desde o inicio), vc percebe que essa era um tática de "recado" que deveria ser usada somente em último caso. Porque, se não for dessa forma, começo a achar que vou fazer um altar na minha casa com santinho do Al Capone, Tomaso Buscheta, e cia ltda! Afinal consigo perceber neles o "modus operanti" divino ... Será que não existe, na sua infinita inteligência, uma outra maneira de ensinar sobre "apego" para as pessoas??? Eu não sei, porque não sou Deus, mas imagino que deve existir outra forma, sim! Enquanto isso, vamos juntando coragem e força para ajudar os feridos e tapar os rombos,

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What now, What next, Where to? - UOL Blog de dimensões continentais, que Vossa Senhoria Holy Thunder faz o favor de abrir quando quer que alguma coisa seja aprendida na marra. Obrigado, viu, por fazer NEGRO o dia mais comprido do ano! Humpf! ... EM TEMPO: estava procurando uma imagem pra colocar nesse texto: a principio que fosse triste, depois que fosse de desagravo, mas de repente me lembrei das imagens de "deus" que apareciam nos filmes do Monty Python e achei que seria uma boa opção. Entrei em um link que mostrava o serviço funebre que o John Cleese havia escrito para a morte do Graham Chapman e eles finalizavam com aquela música... Sabe, aquela? Achei que ela era perfeita pra minha ironia...

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17 de Dezembro met a "big" honey...

Escrito por Ann Burrows às 23:17:36 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

13 de Dezembro

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Escrito por Ann Burrows às 21:22:26 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

06 de Agosto Quem mexeu no meu jardim?

Cara! Que sonho horrível!! Sonhei que acordei pela manhã e vi que alguém havia invadido minha varanda durante a noite e, por pura maldade, destruido todo meu jardim. Meus brincos de princesa tinham sido totalmente cortados, a ardisia, que minha mãe havia me dado e que eu consegui curar de uma praga violenta há alguns meses, havia sido pisoteada, as floreiras reviradas.. Eu olhava para o chão, e via que o agressor teve o requinte de crueldade de desfolhar cada galho cortado dos brincos de princesa, e amarrado em feixes que ficaram largados pelo chão. Lembro de ter feito o papel inverso: Eu liguei com voz de desespero para minha mãe, assustando-a, por um motivo que eu sabia ser horrivel pra mim e não pra ela. Quando no momento seguinte ela já estava comigo, eu desabafava o odio, e lembro que urrava "eu desejo a morte desse homem!!! EU QUERO VER A MORTE DELE! EU QUERO QUE ELE MORRA!!!" (eu tinha certeza que havia sido um homem que provavelmente teria escalado de uma distancia proxima, provavelmente o vizinho escroto do andar de cima) Num crescente de odio tão grande, que me levitava a cada frase, para desespero da minha mãe que pedia para eu não falar daquela forma Era inutil. Durante o sonho, por três vezes eu fechei os olhos e falei "não, isso é um sonho, eu vou olhar de novo pra minha varanda e nada disso realmente aconteceu", e nada. Continuava tudo lá destruido. Eu ligava pelo interfone e pedia para que alguém chamasse o chefe da segurança do predio porque minha varanda tinha sido invadida, mas o porteiro me enrolava e não chamava. (Lembro de ouvir o Sergio reclamar que nunca de fato havia concordado com esse sistema de segurança terceirizada) Lembro que alguns botões de azaleia tinham sobrado, mas haviam sido presos numa floreira abaixo da minha janela do quarto pelo lado de fora, de forma inacessivel. Nesse meio tempo, lembro de ver os funionários da manutenção donde trabalho (aqueles senhorezinhos simpaticos que cuidam da empresa como se ela fosse um grande jardim) vindo para me ajudar a colocar tudo no lugar. Eu fiquei furiosa, porque queria a força violenta dos chefes da segurança e tudo que eu consegui foram o Senhor Moura e companhia... Um deles se pendurou de maneira muito arriscada para trazer a floreirra da azaleia de volta, o que me deixou mais tensa ainda. Eles eram as unica imagens que transmitiam paz. No meio dessa bagunça, ainda com um odio absurdo no coração, eu me vi com um filhotinho bem pequeno de gato branco nas mãos. Nesse momento, temi que todo aquele odio que me fez levitar fosse pra lugar erradoa. Que a energia das minhas mãos estivesse contaminada com esse odio todo e pudesse prejudicar, ou até matar aquele gatinho tão indefeso. Ou pior, eu tinha quase certeza que por conta do meu odio a vida do gatinho, e talvez a dos meus pais, pudesse ser encurtada...

Escrito por Ann Burrows às 08:49:54 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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03 de Agosto "Sem Titulo"

"Sem titulo" poderia ser o titulo para qualquer coisa na minha vida nesse momento. O que por si so já seria uma ironia. Seria mais certo considerar que não existe o campo de "titulo" para minha vida nesse momento. Nem sei se existe "conteudo"... hahahah Mas com certeza titulo, titulo, não tem. Desliguei o modo "discriminativo", por isso não ando conseguindo escrever. Quando li esse trecho de um livro do Joseph Campbell, me identifiquei: "Agora olho para trás na minha vida e posso dizer que é maravilhosoo momento em que percebo que não estou me esforçandopara realizar mais nada. O que estou fazendo agora não é um meio de conseguir alguma coisa mais tarde. Depois de uma certa idade, não há futuro e, de uma hora para outra, o presente se torna rico e se transforma naquilo que você está vivenciando no momento" Ontem foi Sabbath de Imbolc, e fizemos uma Boneca de Brigith, eu, Wagner e Mamalê. Eu sempre fico meio tensa quando tem que preparar coisas para o Saba, principalmetne quando é durante a semana, mas o Sérgio me ajudou e tudo correu bem. A bonca da Lê mostrava a gestação dela, a do Wagner, a nova fase de descobertas emocionais e espirituais conjugadas com o tremendo potencial sensorial que ele sempre teve. A minha, bom, a minha era uma boneca bonita. Não consegui explicar muito ela ontem, so sei que gostei muito. Ela era branca e delicada. Queria fazer alguma cosia branca e delicada. Só hoje na hora do almoço é que pude perceber uma cosia simbolica bem interessante: o algodão que era pra ser usado de enchimento acabou virando a propria boneca. O que era de dentro virou fora. E diferente do que a proposta pedia, eu sinto que a minha Brigith era uma anciã. Comecei a fazê-la pela perna esquerda, e o corpinho foi composto do que sobrou dum corte do xale da boneca da Lê. Assim como os desenhos, eu não tive controle de nada, não visualizei nada... Simplesmente fui seguindo o que a boneca pediu pra ser. Até a caminha dela eu fiz. Até o Bastão! (feito de um ramo de milefolio, de azaleia e uma flor de brinco de princesa, todas secas). Não consigo produzir nada que seja "artistico" intencionalmente: tudo tem que ter uma carater mistico, de auto exploração, de, de alguma forma, ser maior do que eu e minha vontade. Por isso talvez nunca consegui entender quem "desenha" ou "faz arte" por encomenda. E talvez por isso tenha me dado mal na faculdade... Puxa, até que consegui falar um puco mais agora... Esta noite sonhei com Valinhos. Pensava que não podia ficar longe daquele lugar a medida que andava por lá, que eu experientava uma felicidade completa e plena quando estava por lá.... Lembro de alguém tentando arrombar a porta de entrada do meu apezinho, e no fim do sonho, de novo em Valinhos, lembro que a imagem do Sérgio se mesclava à do meu pai. Tinha algum perigo lá em Valinhos, a Edilene tava junto e nós estávamos nos preparando para ir embora. Na verdade a casa lembrava a de São Vicente por dentro, mas a vista da janela era Valinhos.

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24 de Maio "As convenções sociais e os valores morais são como uma bota ortopédica mal ajustada num pé sadio: só serve para deformar a verdadeira função do pé." Tem umas coisas que acontecem, que se eu não estivesse já tão acostumada às sincronicidades da vida acharia que seriam coincidencias assustadoras. Sonhei, de sexta para sábado, que alguém me tatuava. Eu tinha escolhido a tatuagem de maneira muito leviana, parecia que não tinha consciencia de que uma vez feita, ela não sairia mais. Como sempre imaginei que faria uma tatuagem pequena e delicada, não prestei muita atenção ao trabalho do tatuador. Só fui perceber o tamanho do "estrago" quando vi que ele finalizava a tatoo no final da minha coluna, quase na minha bunda escrevendo Jesus. Nesse momento eu fiquei agitadíssima: eu não queria que escrevessem isso nas minha bunda porque de forma nenhuma isso tinha reflexo nas minhas reais convicções. E assim, quando olhei para o meu corpo, vi que havia uma enorme e grossa cobra colorida subindo pelo lado esquerdo, sinuosa até terminar com a cabeça no meu peito do lado direito... Pensava comigo que nunca mais poderia usar um decote porque essa cabeça de cobra imensa e colorida deixaria tudo muito vulgar. E o pior é que tatuagem não sai!!!! Eu pensava que teria algo mais elegante e discreto no meu corpo, mas que agora a coisa tinha saido do controle e me marcado demais. Já varias vezes eu havia sonhado com cobras, mas nos sonhos elas sempre estavam pelo chão de alguma forma me ameaçando. Sempre tentava achar alguém que as pudesse matar, mas as pessoas que punham as "mãos" nelas na verdade nunca as erradicavam de fato: apenas tomavam atitudes paliativas e pouco eficazes. Agora era diferente. Agora a cobra estava gravada no meu corpo, colorida e vulgar. E novamente a referência de lugar é da casa dos meus avós. Naquela mesma noite fui assistir Codigo da Vinci. Tinha uma certa expectativa acerca desse filme porque sabia que seria uma ficção envolvendo tudo que eu sempre gostei de ouvir o Joseph Capmbell dizer. Contudo, me decepcionei um pouquinho com o filme. Exceção feita apenas para o trecho em que o personagem do Ian McKellen explica as relações entre o paganismo e o cristianismo, bem como a supressão do feminino sagrado da cultura crista. A maneira como o feminino para ser sagrado deveria ser casto e "não-autentico". Como se a natureza primeira da mulher devesse ser sempre negada. Foi um dos momentos mais marcantes dos ultimos tempos. Como se algo muito poderoso dentro de mim dissesse "É ISSO!" Na noite do sábado, para matar um pouco o tempo, subi na cobertura do prédio e fiquei lá sentindo o vento norte da noite. Vendo a cidade de lá de cima, com aquele vento soprando livre e solto, pude sentir um pouco de "vida". Olhando as luzes, a cidade, já não conseguia achar tudo tão bonito quanto sempre achei. Apesar da beleza urbana da noite eu agora via, na verdade, um grande armazem de caixas com pessoas armazenadas. O concreto não tem vida e essa foi a vez em que eu senti isso mais forte: pessoas armazenadas em caixas frias e sem vida. Elas se guardam para o quê? Porque elas estão ali armazenadas?

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Essa imagem me fez lembrar um trecho do filme do Harry Potter onde ele entra na Loja do Olivaras para comprar a sua varinha (elemento mais importante para quem quer ser bruxo). Na loja, uma sucessão imensa de varinhas encaixotadas esperam o momento para "serem" alguma coisa. No momento em que eram escolhidas, elas saem de lá e seguem o seu destino. Olhando a cidade sabado a noite, via todas aquelas pessoas sem suas caixinhas, como numa imensa loja de Olivaras e pensava: em que momento essas varinhas das caixinhas iluminadas, são escolhidas para seguirem os seus reais destinos...? Me deu uma certa tristeza ver que algumas (muitas) varinhas ficarão guardadas nessas caixinhas até perderem sua essencia primeira. E o pior, sem nem sequer saber que tinha uma essencia muito maior que as suas "caixinhas iluminadas".... É isso.

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18 de Abril

Eu tenho um amigo tão fluído quanto o signo de peixes, (signo dele por sinal). Quando o tempo aqui fica com cara de “Sul” eu sempre sinto a presença dele. Ironicamente, suas palavras me cutucaram nessa manhã... Por uns textos esquecidos em algum lugar da net, revi imagens que lembraram uma “Ana” que começou a se estruturar no ano que passou. Uma Ana genuína e completa mas que ainda deixa um rastro muita ansiedade por onde passa. Por isso, olhando meu reflexo no monitor, percebi que essa Ana não está visível nesse momento. Eu não sou mais a mesma: estou mais perto de mim mesma quanto poderia chegar, e isso é bom. Enquanto isso, o tempo vai me aconchegando. Obrigado por me lembrar disso, amigo.

Escrito por Ann Burrows às 11:36:16 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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06 de Abril Tempo, tempo, mano velho...

A vida anda normal. Vindo de mim, esse comentário poderia ser considerado uma total anormalidade. Curioso. "Porra Ana, que letrinha minuscula!!!!" "Vc acha?" "Cara, muito pequena mesmo. Você é louca!" "São seiscentas e poucas paginas, vc acha que eu vou imprimir isso tudo?!?!?! Botei quatro por folha." "Ana, vc vai estragar a vista." "Vc acha?" "É claro, vc vai ficar com problemas na vista cedo." "Cedo Bruno?!?!?! Cê é louco?! Tô com trinta e dois anos e nunca precisei de oculos na vida. Se eu começar a ter problema agora com certeza não vai ser mais CEDO!!!!" Não vai ser mais CEDO. Ás vezes olho em volta, (principalmente agora que todas aquelas questões que sempre me encheram a cabeça e tomavam a minha atenção deram um certo sumiço) e penso que essa será uma época que vai deixar muita saudade. Sinto o tempo passando mas agora sinto uma "agradavel resignação". Acho que "agradável resignação" não existe. Deve ser então uma "serena aceitação". Isso, serena aceitação" é o que eu quero dizer: tenho trinta e dois anos e muita coisa ainda vai rolar. De qualquer forma, acho que a gravidez da Leandra me fez ter certeza que a frase "bem-vindo ao mundo dos adultos" já ecoa bem longe do ponto em que estou agora... Já está bem pra trás. Well, só me toquei disso agora. Às vezes tenho esses lapsos, vejo as fotos da minha turma, penso no fim que cada um deles levou e reflito no fim que cada um ainda vai tomar. Quando vejo meu pai comentando de algum amigo falecido, automaticamente me imagino falando a mesma coisa daqui a alguns anos, ou ainda, imagino alguém falando isso de mim daqui a alguns anos. "Puxa, Patricia, vc viu quem morreu? A Ana, aquela que gostava do Elvis, lembra dela?" "Meu Deus, a gente estudou juntas... Parece que foi ontem que a gente se viu no dia da colação de grau!!!" "Pois é. Triste né?" Tão tragico quanto natural. Depois de toda a badalação, resolvi assitir Harry Potter. Gostei tanto que agora to lendo o 5º livro. E foi por isso que resolvi escrever. O gostoso de ler o livro é que vc sente o que o menino sente. E ele sente muita solidão. Vou deixar aqui um trechinho... " O coração de Harry meio que virou. Sua mãe e seu pai sorriam para ele, sentados lado a lado de um homem que tinha os olhos cheios de lágrimas, que Harry reconheceu de imediato como sendo Rabicho, aquele que havia traído seus pais, dizendo a Voldemort onde estavam escondidos e então ajudando em sua morte. ... Mas Harry, fechando a porta do seu quarto atrás de si dez minutos depois, não achava a Sra. Weasley tola. Ele podia ver seus parentes olhando para ele da velha e carcomida fotografia, inconscientes de suas vidas, como a maioria daqueles ao redor deles. A imagem do Bicho-Papão aparecendo como o corpo de cada membro da família da Sra. Weasley ainda aparecia na frente de seus olhos. Sem aviso, a cicatriz na sua testa queimou em dor e seu estômago doeu horrivelmente. - Pare com isso! - disse firmemente, esfregando sua cicatriz enquanto a dor sumia. - O primeiro sinal da loucura, falando para sua própria cabeça - disse uma voz astuta que vinha da moldura vazia na parede. Harry o ignorou. Ele se sentiu mais velho do que nunca se sentira antes e parecia extraordinário que apenas uma hora atrás estava preocupado com uma loja de logros e com quem tinha ganhado uma insígnia de monitor."

Escrito por Ann Burrows às 12:45:44

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16 de Março Resposável?!?!?! Oras!

Adoro participar do orkut e de suas discussões. Dá pra ter discussões e informações bem legais lá! Desde que comecei a ter o meu jardim na varanda andei entrando em algumas comunidades sobre jardinagem e coisas do gênero. E como não pode deixar de ser, sempre tem alguma mensagem nos fazendo lembrar que a biodiversidade está ameaçada, que nós estamos acabando com o planeta. Vou deixar aqui o link para o texto original que gerou essa reflexão pra quem quiser dar uma olhada. mais uma vez, desculpem meu mal humor. O texto original do Tarcísio, muito bom e completo por sinal, está aqui: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=5307331&tid=2453369288238014906 Aí vai: Eu confesso que não li tudo. Vou ler com calma mais tarde, mas quando leio textos como esse que nos alertam sobre os malefícios da poluição e coisas do gênero, eu me pergunto: o que o cidadão comum (ou seja a grande maioria que normalmente faz a diferença) pode fazer a respeito? Deveríamos criar mecanismos que induzam o cidadão comum a participar, mesmo que involuntariamente, de alguma forma de preservação!!!! Porque, meus queridos, me desculpem a franqueza: meia dúzia de "conscientes" infelizmente nunca salvaram o mundo. Essa historia de passarinho no incêndio da floresta é bem figurativo. Ou se tem a participação de uma grande maioria ou não vai pra frente!!! Não dá pra conscientizar o "zé ninguém" a curto prazo. E é na mão de milhares desses “Zes Ninguém” que está o sucesso ou fracasso de cada programa. A única solução que eu vejo tem que vir tecnicamente de cima de maneira a induzir a preservação, mesmo que o principal interessado nem tenha consciencia disso!!! Ninguém vira pruma arvore e fala pra ela não emitir CO2, porque é tóxico. O meio se adaptou. Com essa "massa" é a mesma coisa. Mas isso, de alguma forma, não deve ser economicamente interessante... “Poluição não pontual ocorre quando poluentes são lançados indiretamente na água através de mudanças ambientais. Um exemplo deste tipo de poluição não pontual de água é quando um fertilizante é carregado até um rio pelas chuvas, afetando a vida aquática. Muitas causas de poluição, incluindo esgotos, e fertilizantes, contém nutrientes com nitratos e fosfatos, que em excesso, estimulam o crescimento de plantas aquáticas e algas. O crescimento excessivo destes tipos de organismos conseqüentemente obstrui os cursos de águas, diminuindo o oxigênio dissolvido nas mesmas, enquanto elas se decompõem, bloqueando a luz, impedindo-a de passar para águas mais profundas. Isto por sua vez é bastante prejudicial aos organismos aquáticos, pois afeta a capacidade respiratória dos peixes e dos invertebrados que vivem na água.” Vocês, assim como eu, talvez pudéssemos abrir mão desses confortos civilizados em função de um bem maior. Mas quem mais o faria? A maioria? Vcs sinceramente acham que a nossa civilização quer abrir mão de todo o “conforto” a que foi acostumada e que conquistou ao longo dos séculos? Abrir mão da produção em larga escala, por exemplo? É como querer frear um carro em alta velocidade!!!! Não conseguimos conscientizar nem o babaca que joga lixo pela janela do ônibus mesmo com uma lixeira a menos de 1 metro!!! Como o detalhe mórbido que normalmente são esses mesmos babacas que aparecem no noticiário chorando desesperados em dia de enchente porque perderam tudo... O bueiro que ele mesmo entupiu.... E não me venham com o papo de que eles não sabem porque agora a informação é de todos: todo mundo pode não ter nem casa, mas com certeza tem uma televisão. O que deveríamos fazer? Mudar pro meio do mato e criar uma sociedade auto suficiente??? Acho o conceito incrivel, mas quando todo mundo começar a fazer isso vai chegar um momento em que saturaremos tb esse recurso. Tem muita coisa que precisa ser repensada, o poluição e a devastação são apenas a ponta do iceberg de uma sociedade que se amplia como numa metástase. Um exemplo que sempre me ocorre nesse tipo de polemica é o dito carro movido a eletricidade. Será que é uma coisa tão absurda? Porque não rola? Não teriamos a tal dependência do petroleo, bem como não teriamos o tipo de poluição que é o mais malhado (e manchas de oléo no mar não mais existiriam). Porque então essa forma alternativa de energia não é uma realidade? E a energia solar? Acho que não é interessante economicamente. Nesse aspecto, posso dizer que estou fazendo a minha parte: não tenho carro (apesar de ter aprendido a dirigir com 15 anos) e optei em morar no centro de Sao Paulo para não ter que depender de um. Mais do que isso, a esse respeito, EU não posso fazer. Mas tenha certeza que se 80% da população fizesse o mesmo, teríamos uma tremenda dor de cabeça para muita gente. Desde empresas inteiras repensando seus conceitos (o que seria bom) até as pobres familias que ficariam fora do mercado de trabalho (o que será péssimo). Portanto, o que fazer?!?!?!?! Desculpem o mal humor, mas essa é uma revolta que me acompanha há algum tempo. Não é uma critica ao texto em si (que me pareceu, até onde eu li, muito bom), mas na verdade é uma reflexão sobre ele: Não gosto de me sentir culpada pelo meu esgoto - O buraco é mais embaixo!!!

Escrito por Ann Burrows às 07:09:59 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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23 de Fevereiro Chicão!

Não me pergunte o porquê, mas essa é a musica do Chico Buarque que marcou mais a minha infância. E agora que comprei o CD do único disco dele que eu tinha, percebi que ainda A D O R O ela! Com vocês: Hoje eu sonhei contigo, tanta desdita, amor nem te digo Tanto castigo que eu tava aflita de te contar Foi um sonho medonho desses que às vezes a gente sonha E baba na fronha, e se urina toda e quer sufocar Meu amor vi chegando um trem de candango Formando um bando mas que era um bando de orangotango pra te pegar Vinha nego humilhado, vinha morto-vivo, vinha flagelado De tudo que é lado vinha um bom motivo pra te esfolar Quanto mais tu corria mais tu ficava, mais atolava Mais te sujava, amor, tu fedia, empesteava o ar Tu que foi tão valente chorou pra gente, pediu piedade E, olha que maldade, me deu vontade de gargalhar Ao pé da ribanceira acabou-se a liça e escarrei-te inteira A tua carniça e tinha justiça nesse escarrar Te rasgamo a carcaça, descendo a ripa, viramo as tripas Comendo os ovos, ai, e aquele povo pôs-se a cantar Foi um sonho medonho desses que às vezes a gente sonha E baba na fronha e se urina toda e já não tem paz Pois eu sonhei contigo e caí da cama Ai, amor, não briga, ai, não me castiga Ai, diz que me ama e eu não sonho mais

Escrito por Ann Burrows às 18:30:21 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

29 de Janeiro Bonsai de gente

Meu Deus, como eu gostei dessa foto que descobri ontem com a minha mãe! Na verdade essa foto é do aniversário de um amiga, mas eu fiquei impressionada com a minha carinha de Ana. eu sempre tive carinha de criança Paula, mas nessa foto eu to com cara de Ana.... Um bonsai da Ana de hoje.

Perfeita!

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Escrito por Ann Burrows às 19:48:13 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

28 de Janeiro Feliz Ano Novo

XIN NIAN HEN KUAI LE!!!!!!!!!!

Escrito por Ann Burrows às 00:37:56 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

06 de Janeiro Final de capitulo

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Por um momento revi as minhas paixões, e desta forma pude entender as restrições como forjadoras da alma. Num outro momento senti que perdia a mão. Que talvez escrever não fosse fazer mais parte da minha vida. E desta forma compreendi o desapego como abertura para a vida. Agora estou mais madura, mais mulher. Somos veículos. E pra variar, a felicidade é um contexto, e não um fim.

Escrito por Ann Burrows às 12:21:47 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

19 de Dezembro Dias Felizes

Falar de mais uma musica do Elvis chega a ser previsivel, eu sei. Mas um dia desses um amigo do Orkut, da comunidade Elvis Presley Brazil, me ofereceu "love song of the year" em um dos topicos. Poxa, esse rapaz sem querer reescreveu esse meu fim de ano. Sabe aquela musica que fica lá no cantinho da memoria e que vc não escuta há um puta tempo, não porque vc não goste, mas porque vc não tem uma vitrola pra ouvir aquele vinil velhão que vc ganhou anos e anos atras? Pois é. Agradeci a lembrança, e corri no Shareaza pra tentar ver se achava a musiquinha. Achei. Sem parar pra entender a letra ela me trouxe a lembrança dos meus natais felizes. Pra variar, o cheiro de chuva... Quando eu dizia que o album "Promised Land" me lembrava os dezembros chuvosos, as tardes de bicicleta, a vida solitária mas feliz, com certeza me referia a essa musica. Ela tem um astral muito parecido com "Here comes de sun": ela é doce. Uma musica doce, com têmpera de ferida cicatrizada. De "daqui pra frente vou continuar a ser feliz". A cicatriz, ao inves de deformar, virou diferencial, virou charme... Musica com cara de sorriso de final de tarde de sol depois da chuva de verão. Dai, depois de ouvir ela pela enésima vez, eu fui buscar a letra. E pra falar a verdade, é nessas horas que eu sinto como naquele sonho onde eu via o Elvis num telão, e mesmo sabendo que era so uma imagem, eu sentia que de alguma forma ele olhava pra mim... Essa manhã ele cantou pra mim, pra me lembrar que nenhum passo pra frente é pequeno demais. Bom, ai vai a letra.

Elvis Presley - Love Song of the Year I used to laugh when I should cry I used to let these feelings pass me by But now that I believe them I got no-one to leave them to me You see I traded love for what I thought must be free So I confess my loneliness And I guess I've lost the best of the year That I have lost it through my fingers like a golden breath of air If I cared I wouldn't be singing this love song of the year I know the time cannot erase the days Love is past and I've gone away From now on I'll make it very clear Cos' I don't want to write Another love song of the year It's a lonely song and not too clear But to me it's very dear I guess this song can only be My feelings went out in the sea of love To me this has got to be the love song of the year I know the time cannot erase the days Love is past and I've gone away From now on I'll make it very clear Cos' I don't want to write Another love song of the year I used to laugh I used to cry I used to laugh, these feelings passed me by

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What now, What next, Where to? - UOL Blog From now on I'll make it very clear cos' I don't want to write anothe love song of the year...

Escrito por Ann Burrows às 16:42:37 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

17 de Novembro 1 de 2 - Dia nublado, pensamento sombrio ..."Ana, escreví muito sobre o JD hoje, na minha comunidade e na do Elvis, aproveitando que hoje é aniversário de morte dele"... ..."que louco o cara morrer dias depois do aniversário... cola ai o que vc escreveu nego: não quero chegar em casa.. demora muito"... ..."Homenagem 16/11/2005 11:13 Hoje, 16/11, faz 7 anos da morte do J.D. Sumner, que morreu dormindo, em uma excursão dos Stamps pela praia do Myrtle, na Carolina do Sul, no dia 16/11/1998. Seria legal se alguns de vocês escrevessem alguma coisa em sua homenagem. "Mr. Sumner, sua voz e pessoa ainda é lembrada com saudades por nós, nas músicas com o Elvis ou sem ele. Da mesma forma que você era um pai pra ele, também gostamos de você de uma maneira paternal, por nos envolvermos tanto com o Elvis." ... ..."que gracinha!"...

Escrito por Ann Burrows às 08:14:52 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

2 de 2 - Dia nublado, pensamento sombrio "Morreu três dias antes Ana* Curiosidade 16/11/2005 10:38 Vejam um exemplo da importância do J.D. Sumner ao lado do Elvis. Sumner fez umas revelações a um repórter em 1980, vou destacar uma parte conhecida como "Elvis quis matar Mike Stone". Sumner falou da fúria que se apoderou de Elvis Presley, quando descobriu que sua esposa, Priscilla, o estava traindo com o instrutor de caratê Mike Stone. Sumner disse "Elvis queria mandar assassinar Mike Stone. Isso aconteceu às 4h30min da madrugada, num dia de 1973, no Hotel Hilton, de Las Vegas". E acrescentou: "Nessa noite eu estava num quarto do 28º andar, quando, em plena madrugada, o telefone tocou. Era Joe Esposito, um dos membros da chamada Máfia de Memphis, que me pedia para subir, com urgência, à suíte de Elvis, no 30º andar. Encontrei-o na cama, furioso, com a mão direita inchada e esfolada. Estivera dando murros na parede. Acabara de saber que sua esposa era amante de outro homem". Fui logo perguntando, "Mas o que é isso, Elvis? Que diabos aconteceu?" Ele disse: "Aquele filha de uma cadela, o Mike Stone, tomou a milha mulher...Eu tenho que matar aquele filho de uma cadela!" Sumner diz que nunca tinha visto Elvis Presley tão enfurecido e tão violento. Precisava pensar depressa. E lhe declarou: "Pois então me dê a sua pistola! Telefone ao piloto do seu avião para que ele me leve agora mesmo a Los Angeles, onde o tal Mike Stone se encontra. Eu sei onde ele vive e o encherei de balas..."

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Sumner disse que Elvis ficou tão desconcentrado com a rapidez de sua decisão e disse: "Não, não quero que você faça isso..." Era evidente que J.D. Sumner não tinha a menor intenção de matar o amante de Priscilla, apenas disse que o mataria. Summer explica: "Falei isso para Elvis na intenção da fazê-lo se convencer de que eu estava solidário com ele. Achei que, na ocasião, era o que de melhor lhe poderia dizer" E continua J.D. Sumner: "Naquela madrugada, resolvemos rezar. E disse a Elvis: Ouça, quando uma pessoa está numa situação dessas só ha uma pessoa que pode lhe dar alivio e consolo. Essa pessoa é Deus. Você quer me acompanhar numa oração?" E sua resposta foi sim. "Então chamei todos, inclusive Red e Sonny West, seus primos, que acabariam escrevendo um livro devastador contra ele anos mais tarde. Segurei uma das mãos de Elvis e rezamos. Depois dessa reza, ele se acalmou e foi dormir. O mais extraordinário foi o que aconteceu depois que ele acordou. O furor homicida da véspera havia desaparecido. E Elvis, arrependido, queria mandar de presente a Mike Stone um valioso colar. Eu lhe declarei que não fizesse isso e não o transformasse num dos nossos. Tão descabida quanto a reação anterior. Mas era perfeitamente explicável. Elvis começou a se analisar e a culpar a si mesmo pelo fracasso do seu casamento. O verdadeiro culpado era ele mesmo e não Mike Stone". Depois de tudo isso, J.D. Sumner comentou "Mas é preciso que se diga, foi o próprio Elvis quem lançou Priscilla nos braços do amante, exigindo que ela tomasse lições de caratê com ele. Eu nunca deixaria minha esposa numa cidade, tomando lições de caratê com outro homem, e ir cantar num cassino de Las Vegas, durante um mês inteiro. Alguma coisa poderia acontecer. E, na verdade, aconteceu!". Por vezes, Sumner tinha de ouvir durante seis horas a fio as confidências do cantor, ainda confuso com seu drama intimo. E, ao fim de tudo, Elvis perguntava: "Mas o que aconteceu com a minha vida conjugal? Que aconteceu comigo e Priscilla? Não posso falar com meu pai sobre essas coisas, prefiro falar com você". De uma coisa J.D. Sumner teve certeza: O fim do casamento com Priscilla marcou o começo da derrocada final de Elvis Presley. "... ..."Não consigo parar de ler e reler isso que vc me mandou. Principalmente o final. As vezes penso que cada um tem um desafio a lidar. O dele (assim como o meu) era tentar enxergar além das proprias necessidades. Enxergar que generosidade não é band-aid, e nem superbond. As vezes acho que foi tudo uma grande cagada do destino.(lembra? oops! esqueci de trocar a agua do peixinho). Meu Deus, qual era a grande lição? O dia que eu desvendar a dele, eu acho que desvendo a minha."... ... "Talvez não haja grande lição...

Se isso for verdade, tenho que estar preparada. ...não ha grande lição... Meu Deus. Isso é pesado!"

Escrito por Ann Burrows às 08:14:18 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

21 de Outubro Detesto rimas. Meu cabelo tá meio sem corte, Minha vida tá meio sem norte. Eu vou pro sul, ... tem fogo INTEIRO por lá.

Escrito por Ann Burrows às 11:04:00 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

11 de Outubro Sábado tivemos um dos nossos raros momentos felizes. Apesar que "raros" é um pouco de exagero: Somos felizes, oras! De uma forma discreta, às vezes incompreensível, nós somos. "Olá Paula, Essa foi uma das melhores fotos..." Com certeza, foi. Estamos no caminho, entre peras e jacares, tentando chegar lá.

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Escrito por Ann Burrows às 21:49:20 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

25 de Setembro Charmosa Safiri Como poderiam dois personagens estarem tão presentes dentro de mim dessa maneira. Existiam duas Anas: A que ansiava por ser salva, a eterna vitima, vulnerável, o corpo a ser recolhido, as donzela insconciente a mercê do seu salvador, e a moleca, que queria jogar taco na rua, futebol no quintal da avó, que adorava andar de bicicleta, adorava video game, que queria ter uma casa na árvore, que tinha meninos como melhores amigo: legais e descomplicados... Uma mescla estranha de Penelope Charmosa com Princesa Safiri!

perseguidas e salvas...

Nos meus sonhos de criança e pré-adolescente, a maternidade e as prendas domesticas nunca tiveram vez. Nunca. Adorava minhas Barbies e Susies, porque com elas e o unico Falcon que eu tinha (pra 3 Barbies e 2 Susies) eu encenava as aventuras mais libidinescas possiveis dentros dos limites do meu conhecimento da idade: donzelas em perigo sendo

Uma vez, achei um disco entre as coisas do meu pai que tinha Bolero de Ravel do lado A e Aprendiz de feiticeiro do lado B. Lembro bem da sensação que tive quando falei que queria brincar de "bruxa" com aquela musica. Me fantasiei com uma roupa que tinha de fada, mas com um batom vermelho e uma cara de perversa, fechei as janelas e as cortinas da antiga sala e queria fazer um sacrificio com a coitada da Filomena - ou queria que ela fizesse comigo...sei lá. Mas ela não entrou no clima. Como nunca ninguém entrava. Todo mundo que eu provocava, podia ver nos olhos uma certa incredulidade de quem não associa nada tão demoniaco em uma criança tão doce (como eu sempre fui). Acho que por isso que eu gostava tanto da Princesa Saphire. Achava o máximo aquela dupla personalidade, porque eu mesma tinha aquilo muito cindido e latente. Principalmente na infancia. O engraçado é que até os 13 anos não tive absolutamente nenhuma curiosidade sobre sexo, como algumas amigas tinham desde os 8/9 anos... Mas eu tinha uma libido extremamente pronunciada dentro da linguagem que eu conhecia. E meus coleguinhas, esses me achavam uma moleca... Uma molecona. Tinha procurado umas fotos da princesa Safiri pra colocar aqui, mas achei essas da minha infancia mais simbolicas... Além de bonitas. nessa epoca eu tinha um sorriso mais espontaneo.

Escrito por Ann Burrows às 16:22:36

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14 de Setembro Mingau de Maisena de Chocolate Eu tive um sonho estranho no sábado pro domingo. Não me lembro de muitos detalhes, mas o mais forte é de ver um instrutor negro (com cara de Norton Nascimentonegro com cara de sábio - acho que por conta do Alto da Compadecida) dando a entender que era muito dificil me fazer vivenciar verdades transcendentes porque eu era consciente demais. No momento em que ele me disse isso, eu me envaideci, mesmo sabendo que isso era prejudicial pro meu desenvolvimento como pessoa. Ele exemplificou pegando um prato de mingau de maisena de chocolate quente e uma pessoa comum, que no caso era uma moça que trabalha comigo. Me explicou algo do tipo: "se ela tem que passar por essa experiencia de colocar o dedo no prato de mingau quente, e portanto sentir o dedo queimar, o fato de ter "consciencia" do significado do "ritual" e tudo mais, não invalida que a experiencia tinha que ser vivida. A imagem que eu tinha era de me ver ponto o dedo dentro do prato e quando começava a sentir queimar, eu rapidamente limpava o mingau na beirada fria do prato e explicando que já tinha "entendido" o sentido da experiencia.

Ele olhava pra mim, ria com paciencia, e dizia... Olha aí. Assim não dá.

Escrito por Ann Burrows às 12:05:07 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

05 de Setembro Medo Azularroxeado Lendo um pouco sobre Reiki, confirmei um lance que já tinham me dito no ano passado sobre minhas vigilias noturnas para escrever... Tinha alguma coisa se realinhando dentro de mim. Mas tenho a impressão que em um determinado momento essa coisa "esfriou" da pior forma: "Antes,a Alma ardia Agora,o estomago queima Nada mais dói - 02/012/04" Subutilizada. Fui dormir pensando nisso. Meio tensa também com o Sérgio, que estava meio estranho, (não ele como pessoa, mas alguma coisa em torno dele) e sei lá mais o quê. De repente me vi com a minha mãe. Não lembro ao certo onde estávamos, mas via no seu jeito um certo ar de cobrança. Não sentia confiança nela. Ela me revelava que eu fiz bem de ter me contido a respeito da morte do meu primo (aquele meu primo preferido) de leucemia entre outras coisas. Que ela tinha escondido aquilo de mim e eu fiz bem de não ter perguntado nada, e que portanto, isso tinha ficado subentendido..... ela me tratava de um jeito meio traiçoeiro. A medida que ela me dizia isso, eu ia ficando puta porque ela tava colocando palavras na minha boca: eu nunca tinha nem desconfiado que o Ricardo tinha morrido, muito menos de leucemia. Sentia que todo mundo sabia disso menos eu. E quanto mais eu dizia que eu nem desconfiava, que ela tava errada de achar que eu sabia e não "esmiucei" o assunto, mas ela afiramva que ela sabia que eu sabia. Num determinado momento, mesmo sabendo que eu podia dramatizar tudo isso dizendo"mas como!? meu primo morreu?!" e etc etc, eu olhei pra ela e falei friamente, conforme eu estava sentindo" tá, morreu, que mais? pagina virada." Acho que ela começou a me revelar outras coisas, mas todas elas tinham um tom de cobrança emocional. Ela falava como se me desse razão, mas era dúbio. Ela estava subliminarmente me cobrando: "vc fez bem em ter ABANDONADO x, y, z. Era isso que deveria ter sido feito mesmo... "E eu me sentindo cada vez mais desconfortável. Tudo que ela dizia tinha relação com a familia do lado dela. Num determindo momento, estávamos no quarto dela e do meu pai, o maior, em frente a janela. Mas ou menos na posição daquela foto "autumn time" do orkut. S�� que na frente ou embutido no armário tinha um fogão. Enquanto falávamos, eu vi que ela desligava o gás girando um dos botões. No que ela girou, ela cortou o gás mas deixou o botão desalinhado. Eu lembrei da neura do meu pai com isso e fui tenar alinha-lo. Quando fiz isso o gás começou a vazar, vazar, vazar... e eu não conseguia mais controlá-lo. Daí, enquanto minha mãe ficava na frente do botão tentando fechá-lo novamente, eu corri pra fechar o botijão que ficava perto da porta do quarto. Virei todas as manivelas possiveis mas o gás não cortava. Já sentia minha garganta raspar. Quando senti a garganta raspar, corri pronde tava minha mãe: eu sabia que ela não iria ter força com aquele gás todo e ia tentar tirar ela dali. Quando cheguei perto dela, ela já tava meio mole e esse seu estado me fez lembrar de todos os meus medos de infância. Medo da fragilidade da minha mãe. Queria tiara ela dali,

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mas antes abri a janela pra dissipar um pouco o gás. Mas o medo da fragilidade da minha mãe era grande, de que aquilo fosse maior do que ela poderia aguentar. A unica certeza que tinha, é que se tinha alguém que deveria cheirar aquele gás era eu, e nâo ela. Acordei em panico, aquele tipo de panico que não passa, mesmo com os olhos bem abertos. Comecei a sentir que aquilo era real, que de repente meu pai, grogue de tudo sem a minima noção, poderia deixar o gás ligado e matar a todos, e coisas do gênero. Via claramente a fragilidade da minha mãe dentro daquele ambiente obscuro que aquela casa pode ter. Quando eu ainda estava lá, eu sentia que essa obscuridade parava em mim. Mas agora que eu não estou, sinto que ela pode não ter limites... Tive muito medo.. panico pra falar a verdade. Pensei em ligar, mas as vezes acho que se acordasse a todos poderia sim acabar causando algum probelma. A sensação que tenho é que está tudo mal colocado que que qualquer movimento brusco pode derrubar tudo. Só queria me esconder e esperar isso tudo passar. Daí me levantei. Sabia que não ia adiantar falar com o Sergio porque ele realmente está muito estranho. Espiritualmente estranho. E só pra confirmar novamente, fiz o teste da cor. Qual a cor do meu medo. Fechei os olhos e tentar ver alguma cor, como manda naquele teste. Sem duvida é azul celeste arroxeado. Essa é a cor do meu medo. A cor do amanhecer. Eu detesto o amanhecer. Ontem sonhei com o sacrificio do cachorro do Paulo. O meu amigo Paulo tinha um cachorro que já estava doente há algum tempo. Tinha já uma certa idade, mas estava sendo tratado de todos os choques espirituais que ele parecia filtrar. Eu sempre pensava comigo quando perguntava do Rachid "é, ele pode estar melhor, mas já tá velhinho, um dia ele se vai... será que o Paulo percebeu isso?" Toda vez eu perguntava e ele respondia "tá melhorando"... E eu me pegava pensando, meio melancolica. Outro dia perguntei e ele respondeu: "tá no céu!". Me senti aliviada pelo cachorro, mesmo sabendo da tristeza do meu amigo de perdê-lo bem no dia do seu aniversário. Então sonhei com o momento do sacrificio: o momento em que o Paulo percebeu que não valia mais a pena mantê-lo vivo, que já não existia nada que o prendensse aqui. Lembro dele aplicando algum tipo de injeção (nesse ponto me pareceu com a morte da karenin do "insustentável leveza do ser"). Lembro do seu ultimo suspiro e do jeito do Paulo depois, meio agitado tentado "falar para esquecer"... Bom esse foi meu fim-de-semana. Teve coisas legais? Teve! Muito. A festa da sábado, o papo da sexta-feira... Mas é estranho. Tem alguma coisa sombria rondando meu "lapso de cores". Talvez seja só a vida.... Talvez eu já esteja meio de saco cheio de sentir tanta energia autodestrutiva por perto... Existem energias autodestrutivas explosivas (como a da minha mãe) energia autodestrutivas frias (como a do meu pai e do sergio). Sei lá. E eu ali achando que quem tem estrutura pra "cheirar o gás" sou eu... Saco. Talvez, por hoje, sinto que preciso de cores! Ah, se alguém se interessou pelo papo da "cor do medo" clica nesse link http://somostodosum.ig.com.br/testes/cordomedo/

Escrito por Ann Burrows às 04:49:43 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

03 de Setembro Um Lapso de Cores II

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...Tens um não sei que de paraíso E o corpo mais preciso Que o mais lindo dos mortais Tens uma beleza infinita E a boca mais bonita Que a minha já tocou...

Escrito por Ann Burrows às 09:21:26 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

18 de Agosto SONHO TUMULTUADO: Me lembro de ouvir a Gisele dizendo que não via a avó há quatro dias. Eu estava na segunda sala da casa dos meus pais e de alguma forma ficou subentendido que ela já havia sido procurada em sua própria casa, portanto não perguntei mais. Eu sabia que ela estava morta, mas ninguém a encontrava. Nesse meio tempo, lembro de ver um aquario daqueles tradicionais redondos com três peixes dentro. Três peixes dourados. O aquario estava debaixo do vaso de flores de plastico antigo que a minha mãe sempre teve. Aquele que tem folhas verde escuras que parecem azevinho. A mesa de jantar estava perto da parede do banheiro. Tive uma sensação boa, de bem estar e felicidade em ver aquela agua cristalina, as pedrinhas brancas do fundo e o laranja forte dos peixes... Essa sensação parece ter sido tão evidente que deve ter contagiado um dos peixes que de tão feliz, saltou bem alto, chegando a fazer uma pirueta no ar. Mas quando caiu de volta dentro da agua do aquario, caiu fulminado. No começo fiquei olhando, esperando que ele reanimasse (lembrei de uma video instalação da ultima bienal onde um peixe passava por muitas experiencias desagradáveis e depois ele ficava baqueado antes de levar um choque final - cruelíssimo), que talvez aquele pulo pudesse ter sido extenuante, mas não fatal. Mas ele ficou lá deitado de lado no fundo. Eu sabia agora que ele estava morto, e senti uma coisa muito ruim. Olhei de novo pro aquario ainda tentando entender o que podia tê-lo matado. Pensei que ele podia ter enganchado o olho no azevinho de plástico. No fundo do aquario, realmente parecia que havia alguma coisa errada com o seu olho. Apesar de pensar: "tudo bem, morreu um mas ainda tem dois", eu sentia uma terrivel sensação de fatalidade. "A vida está se tornando perigosamente sem chão pra mim agora." Eu pensava, ou dizia... Não lembro. Lembro de questionar minha mãe novamente sobre a Dona Isaura (voltei a sentir toda a tristeza sombria que eu senti na epoca da sua morte em 2002), so que dessa vez eu verbalizei a pergunta para ter certeza que ela não iria ficar subentendida: "mãe, mas já procuraram na casa dela?" Ao mesmo tempo que perguntava, tinha a certeza que encontravam o corpo. Via a janela dela como se estivesse do meu quintal olhando pra cima e via a retirada e a mudança acontecendo na casa dela. Era tudo muito sombrio e tremendamente triste. Enquanto estava com a minha mãe, lembro que sentia muita tristeza mas apesar disso, so conseguia ralhar com ela da sua falta de atenção (assim como da familia toda da Isaura) de não ter procurado no lugar mais obvio. Acho que a retirada do corpo dela, somada a morte inexplicável do "peixe feliz" me derrubou. Nesse momento, meu pai chegou de terno (devia estar voltando pro almoço como nos velhos tempos em que eu ia correndo abraçá-lo quando ele chegava) E foi nesse momento que eu me permitir chorar a sensação das duas mortes. Corri pra ele e pulei no seu colo (devei ter voltado ao tamanho de criança) e chorei muito. Eu sabia que ele sentia a minha dor, e a ultima coisa que lembro do sonho é de ouvir ele dizer "Filha, não faz isso, assim eu não vou mais conseguir trabalhar"... Eu sabia que ele sofria junto comigo de me ver assim tão triste.

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Escrito por Ann Burrows às 12:05:14 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

08 de Agosto Change of habit

Bom, desde que eu mudei o layout desse blog, ele não possibilita a visualização do titulo nem da descrição. É uma pena. To whom it may concern, agora ele chama "Ann Burrows - what you need/is a change of habit". Por tempo indeterminado. Elvis Presley - Change Of Habit If you're in old habits Set in your old ways Changes are a-comin' For these are changing days And if your head is in the sand While things are goin' on What you need, what you need, What you need is a change of habit Now if you're in the habit To let your temper fly When you talk with people Who don't see eye to eye And if you don't believe it There's a newer world ahead What you need, what you need, What you need is a change of habit A change of habit, a change of outlook A change of heart, you'll be all right The halls of darkness Have doors that open It's never too late To see the light So if you're in the habit Of putting people down Just because they're different From the wrong side of town Well, don't count on any medals son They're pinning none on you What you need, what you need, What you need is a change of habit

Escrito por Ann Burrows às 08:28:36 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

28 de Junho http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1606340

Eu podia escrever muitas coisas aqui sobre isso, mas o cara que escreveu esse texto disse tudo. O site é esse para o texto completo e até uma sugestão para um album justo: http://www.screamyell.com.br/musica/beatlesone.html

"Beatles 1 por Alexandre Matias

Não confiem em 1. Apesar de estrategicamente eleita representante oficial

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da história do movimento cultural mais importante do século passado, a coletânea deturpa a imagem dos Beatles em detrimento de seu integrante mais perverso: o gênio (do mal) Paul McCartney. Aqui não é espaço, e talvez nem haja, para questionar a importância do beatle na história da música gravada (afinal, o cara é o Paul McCartney), mas todos sabemos que, na verdade, Paul é o Felipe Barreto da história. Sorridente, gente boa, ativista político, pagador de impostos, Paul é o genro que toda sogra queria ter. Mas, para usar um termo recorrente, não dá pra confiar num cara que usou um mullet daqueles por tanto tempo. E, você sabe, Michael Jackson, aquele jeito de falar gesticulando e fazendo onomatopéias, o curto luto por Linda, toda aquela grana, vegetarianismo... Paul McCartney é político até a medula, o título de Sir era uma obrigação que a Inglaterra lhe deveria conferir. E, na boa, um cara que consegue deixar o George Harrison com uma mágoa daquelas não deve ser flor que se cheire. Vamos lá, George Harrison: o cara que quebrou financeiramente pra bancar os filmes do Monty Python. Sacanear um cara desses é prova de falta de caráter. Taí o Eric Clapton que não me deixa mentir. Pois é, Paul McCartney transformou o único formato que os Beatles não haviam se aventurado oficialmente (a coletânea de hits em um único disco) e transformou-o em sua caneta da história. Como outros ditadores antes dele, Sir Macca reescreve sua trajetória moldando ocurso secular à sua vontade. Comecemos pelo critério escolhido para a compilação, de escolher apenas as faixas para compactos. Isso elimina a possibilidade de entrarem músicas dos álbuns Rubber Soul, Sgt. Pepper’s e do Álbum Branco, onde o papel de Lennon é tão fundamental quanto o de Paul. Isso quer dizer que não há nada de Girl, A Day in the Life, Norwegian Wood, In My Life, Being for the Benefit of Mr. Kite!, Happiness is a Warm Gun, Drive My Car, Nowhere Man ou Lucy in the Sky with Diamonds. Em seu lugar, surgem faixas mais populares (às vezes nem tanto), mas menos inspiradas. Assim, Lennon surge aos novos ouvidos como um maluco (Come Together) pacifista (All You Need is Love) casado com uma japonesa (The Ballad of John & Yoko) e só. Não há nada aqui que mostre o Lennon político, psicodélico, introspectivo. Aí entramos em outro porém. Muitos compactos dos Beatles eram assinalados como “duplo lado A”, sem modéstia mesmo (pra quê, né?), explicando pros disc-jóqueis tocarem o que quisessem. E é aí que Paul McCartney se revela mais nojento. A forma que a coletânea é editada distorce a história com requintes maoístas. Por quê? Porque tira Rain e deixa Eleanor Rigby ou Yellow Submarine. Tira Don’t Let Me Down e Revolution em favor de Get Back e Hey Jude. Permite Hello Goodbye, mas veta I Am the Walrus. Mas a ausência mais sentida é Strawberry Fields Forever. Qualquer beatlemaníaco sabe que a dobradinha Strawberry Fields/Penny Lane é o compacto mais importante da história do grupo e qualquer ouvinte consegue perceber que não é por causa de Penny Lane. Tudo bem, Paul vendo os bombeiros e barbeiros quando era criança é engraçadinho, mas não se compara à descida vertiginosa e psicodramática que John nos faz à infância da razão, nesta que ocasionalmente divide o título de melhor música de todos os tempos com Good Vibrations ou God Only Knows. 1, então, ganha com isso quatro estrelas e meia - uma mancha, num céu acostumado às cinco. "

Só me resta concluir: o Paul realmente é um babaca.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 20:54:00 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

19 de Junho Just a gigolo Sonhos... porque não tê-los? Por algum motivo que eu não lembro, provisoriamente, tinha alugado o apartamento numero 5 do prédio da Mari. A Mari que me faz depilação. O apartamento era igualzinho ao dela mas ali onde existe uma mesa (perto da porta de saída) tinha um corredor. A principio eu achei que o apê era maior, mas na verdade aquele corredor dava num puteiro. Eu entrei e várias mulheres que estavam em quartos ao longo do corredor vieram em minha direção achando que eu era a mais nova puta da área. Viram pela minha cara (apesar da minha curiosidade e afã por novidades) que eu não era do meio e exatamente por isso elas se mobilizaram para me corromper o mais rápido possivel: "dá um tranquilizante pra ela" elas diziam. "É. Pega ela, deixa ela grogue que ela dá." Em nenhuma momento eu via aquilo como ameaçador, pelo contrário, achava meio divertido. Apesar disso, e de estar ali por vontade própria, achei que era momento de me desvencilhar delas. Só que percebo que já tinha me envolvido o suficiente para que o cafetão achasse que eu lhe devia dinheiro. Fui portanto falar com o cafetão que era um cara grisalho de cabelos fartos e camisão larga laranja que estava na calçada do lado de fora do prédio.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Eu ia lá falar com ele, mas em nenhum momento tive medo de não conseguir. Tinha certeza que era só questão de ir lá e fazer contato. Conversei com ele, explicando que compreendia a minha responsabilidade: eu sabia que não se tem esse tipo de curiosidade sem um preço, mas eu estava disposta a bancar o meu para sair logo dessa. Deixei claro que o dinheiro que ele esperava que eu faturasse eu bancaria para ficarmos quites e eu sair dali. Ele era muito simpatico e agradável, me pareceu um negociante honesto, diferente do que se vê normalmente por ai. Quando ele me disse o valor, algo em torno de R$4.999,00, me assustei, mas logo cai em mim de que esse valor era o faturamento de todas as meninas. Ele também percebeu. Estava realmente interessado em me ajudar. De fazer eu sair dessa. Refizemos as contas e agora era algo em torno de R$ 400,00. Me senti bem por ter desfeito o mal entendido sem ter fugido da responsabilidade e sem ter tido medo. Só que eu e o gigolo começanmos a conversar. Comecei a falar de mim, um pouco também para fazer mais clara a minha impossibilidade de fazer parte daquele meio. Fui prestando atenção nele e vendo que era uma pessoa interessante. Não consegui perceber se ele se interessou por mim o mesmo tanto que eu por ele, mas no momento seguinte nos envolvemos. Eu não estava muito preocupada em pensar em nada: o momento era verdadeiro. Era bom. Era unico. Isso que importava. Me senti livre e adulta.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 01:28:50 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

05 de Junho Um dia eu descubro... ...de onde vem tanto "gostar" assim.... Mas, enquanto isso....

... you gave me a mountain this time....

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 17:56:36 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

04 de Junho Momento Pierre Alexander ou Como os cravos me deixaram deprimida... _NenÊÊÊÊÊ....? (ele chega perto, arisco como sempre. Pára na beirada na cama) _Fala... (abracei as pernas dele. Ele olha pra minha cara, mas percebi já aquele jeito de olhar de virginiano - virginiano que ele não é) _Nenê, se eu um dia não tiver mais cravos, vc vai continuar a olhar pra mim? (ele sorri e faz menção de espremer muitos cravos... eu continuo com os braços em volta da cintura dele. Olhando) _Hoje lá nos meus país, minha mãe quis me fazer uma limpeza de pele. (Ele continua olhando: já sabe o que eu quero dizer e sorri) _Não deixei. Fiquei com medo. Já pensou?!?!

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"Deixa meus cravos aí, mãe!!! Tá querendo acabar com meu relacionamento? !?!?!?"

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 23:16:46 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

02 de Junho A vontade e a vida

“Juro-vos, senhores, que uma consciência muito perspicaz é uma doença, uma doença autentica, completa.” memórias do subsolo, pag.18 ... “Pensai no seguinte: a razão, meus senhores, é coisa boa, não há dúvida, mas razão é só razão e satisfaz apenas a capacidade racional do homem, enquanto que o ato de querer constitui a manifestação de toda a vida, isto é, de toda a vida humana, com a razão e com todo o coçar-se”.memórias do subsolo, pag.41 ... “Pensai no seguinte: se, em lugar do palácio, existir um galinheiro, e se começar a chover, talvez eu trepe no galinheiro, a fim de não me molhar; mas, assim mesmo, não tomarei o galinheiro por um palácio, por gratidão, pelo fato de me ter protegido da chuva. Estais rindo, dizeis até que, nesse caso, galinheiro e palácio são a mesma coisa. Sim, respondo, se fosse preciso viver unicamente para não me molhar.” memórias do subsolo, pag.49 ... “Eu, por exemplo, quero viver muito naturalmente, para satisfazer toda a minha capacidade vital, e não apenas a minha capacidade racional, isto é, algo como a vigésima parte da minha capacidade de viver. Que sabe a razão? Somente aquilo que teve tempo de conhecer (algo, provavelmente, nunca chegará a saber; embora isso não constitua consolo, porque não expressá-lo?), enquanto a natureza humana age em sua totalidade, com tudo o que nela existe de consciente e inconsciente, e, embora minta, continua vivendo.” memórias do subsolo, pag.41 Leio, me identifico e não consigo deixar de pensar (como uma telespectadora que tem a televisão desligada no momento final de um filme importante) : Será que Dostoievski conseguiu? Será que esgotou a sua "capacidade vital"? Uma árvore que cai na floresta isolada do mundo sem que ninguém tenha visto (nem a sua existência, nem a sua queda) terá mesmo existido? “Voltou a São Petersburgo em 1859 e nos vinte anos seguintes escreveu seis longos romances, entre os quais suas obras-primas: ´Crime e castigo´ (1866), ´O idiota´ (1869) e ´Os irmãos Karamazov´ (1879). Seu segundo casamento, com Anna Snitkina (1867), ocorreu três anos depois da morte de Marya. Logo depois marido e mulher tiveram de fugir dos credores para a Alemanha. Viveram também na Suíça e na Itália. De volta à Rússia, Dostoievski estava transformado num conservador, capaz de ser o editor de um periódico reacionário. Morreu em São Petersburgo, a 9 de fevereiro de 1881.--por Marcelo Cid”

Felizmente, tenho a impressão de que ele conseguiu. Fico aliviada.

E não posso deixar de lembrar do final da "Insustentável Leveza do Ser" Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:42:58 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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25 de Maio Mais triste que a enchente... ...é a maneira tendenciosa com que trabalham as imagens e as noticias... Não tenho parâmetros para dizer se o governo realmente está ou não fazendo alguma coisa boa nesse sentido, mas uma coisa é certa pelo que foi noticiado: choveu nesses ultimos dois dias tudo que deveria ter chovido durante o mês de maio inteiro. Sabe? Uma situação anormal? Pois é. Foi isso. Nunca chove desse jeito em maio. Mas na cabeça do paparazzi dai debaixo, a culpa é do governo:

Se realmente faz três anos que não tem enchente no Tietê, a gente não sabe, porque não se noticiam exitos... Mas o que dá pra perceber é que é com essa noção de responsabilidade que as vezes boas intenções são taxadas e desacreditadas. Que nascem boatos e fatos sensacionalistas... Que se vendem mais revistas e jornais. Que se faz o nome. Portanto aí vamos nós, a massa, seguindo sem ser cobrada a pensar por conta própria, repetindo os bordões que nos induzem a repetir. Tenho um certo nojinho disso...

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:43:23 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

24 de Maio Conversa sem nexo Tem sensações que a gente tem que as vezes superam o que a gente deveria pensar a respeito. O sonho de hoje por exemplo, onde aconteciam coisas boas e ruins. Eu fiquei meio sugestionada pela imagem final da luz da "divisão dos dias", com a viagem, com o clima entre os companheiros de viagem... Mas não sei, tenho a impressão que essa "euforia" camuflou alguma coisa ruizinha que ficou em segundo plano e que eu não consigo lembrar. Eu sinto que se fosse analisar, iria encontrar coisas importantes nos reveses do sonho, mas a euforia da luz do céu foi mais forte. Conversando com a Andrea sobre o encontro de ex-alunos, ela me contou de uma pessoa improvável da epoca do colegial que não lembrou de quase ninguém da turma dele, mas de repente quando falaram de mim, ele na hora falou algo do gênero: "Ah, da Ana Paula Caruso eu lembro. Eu lembro porque ela era fanzoca do Elvis" A sensação foi ambigua como a do sonho: "Poxa! que legal, as pessoas lembram-se de mim. Depois de quase 17 anos um cara com quem eu quase nunca conversei lembrou-se de mim com todas as letras... Pombas que legal..." Me senti legal. Eufórica. Como as cores do céu... Só que depois veio uma certa sensação de vazio... Quer dizer que o que eu disse no dia 8 de janeiro talvez seja verdade: não existe ana paula sem elvis presley? ufff! Pesado isso! De qualquer forma, tava exagerando um pouquinho... Aquela era outra época. Outro contexto. Outra vida. Uma vida indistinta onde todas as cores se juntavam formando um cinza muito denso e sem forma. Agora sinto que as cores se misturam criando novas cores... Cada vez mais fortes. Sei lá. Só sei que agora eu tenho que aprender a relaxar. Essa é a minha primeira

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lição nas aulas de piano que acho que vou começar a ter. "o peso dos braços tem que ir pra pontas dos dedos..." Sei lá.. tá tudo meio fora de lugar... mas eu to bem.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 18:04:27 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

19 de Maio ... Acho que definitivamente o meu inferno astral ascendente passou. Ufa! Na segunda feira eu tava péssima. Irritadissima. Na verdade (ou "na real", como diz o marceneiro aqui) foi uma sucessão de erros que começaram com o Conservatório Musical. A mulher não podia ter ido embora!!!! Me vi tendo que voltar pra casa em plena segunda feira, sem aula, sem terapia e o pior, às 20:15hs!!!! Sem contar a tremenda frustração. eu normalmente não me permito sentir frustração, mas segunda-feira eu me vi pequena com beicinho.... Tinha tanta coisa prevista e NADA deu certo. Surtei por conta disso. Na terça-feira, era ressaca desse mal humor todo. Mas acho que a terapia me fez bem, porque quarta feira e hoje o meu humor estava otimo. "Estava" porque eu tenho que tomar muito cuidado com o entusiasmo patológico! Estou começando a sentir cheiros e me entusiasmar por coisas que normalmente significam energia mal colocada! Morro de vontade de ir pra Valinhos!!!! Mas morro mesmo. Ir sozinha. Ouvir as árvores dançando ao sabor do vento sob o cèu negro salpicado de estrelas... Isso tem cara de "Morning has broken" pra mim.... È claro que como uma adolescente apaixonada eu gostaria de ter alguma coisa especial acontecendo lá, mas tudo sempre foi tão poeticamente árido na minha vida, que acho que já me acostumei a isso. Tenho muita vontade de ficar sozinha. Mas muita mesmo. Eu estava me apaixonando por mim de uma forma legal.... Quando vc se apaixona por alguem vc gosta de fazer tudo para que esse alguém cresça. Tome viço. Frutifique. Eu estava nesse processo gostoso comigo mesma enquanto estava sozinha. Agora sinto falta. Falar e relatar essas ideias me deixam mais confortável. Realmenteparece que eu estou entupida de informações, e vazia de registros emocionais profundos. Proxima estação: ...Sei lá... Só sei que preciso entrar no trem.

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:32:25 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

14 de Maio Estava eu lendo uns trecos aqui sobre confecção de webpages (ainda quero transformar os 4 blogs em um só) quando dei de cara com esse texto: "... recorde apenas que, segundo newton, DOIS CORPOS NÃO OCUPAM O MESMO LUGAR NO ESPAÇO. Na web essa lei é uma piada. Porque não existem dimensões fisicas humanas a serem transpostas. Você pode estar em uma sala de bate-papo ao mesmo tempo com o João, com a Maria, com a Rita e todos mais que conseguir imaginar. A web é o unico lugar onde, também, é possivel estar em dois lugares ao mesmo tempo. Esse espaço é conhecido com HIPERESPAÇO, e sabe o que significa?" Bom, eu sei o que significa. Significa que aqui, eu me sinto em casa. Aqui eu posso ser do jeito que eu quiser. Aqui eu planejo como vai ser minha vida. Aqui eu me permito muito mais. Uma vez o Vitorio Gassman disse que queria ter duas vidas, uma para ensaiar e outra pra interpretar. Ás vezes eu sinto que isso é o que acontece comigo aqui na net. É um espaço experimental. Espaço de pura expansão. Eu gosto daqui. Me sinto como um peixe n'água. E sinto que isso está me levando a algum lugar.

Bom, o Joseph Campbell dizia que precisavamos de novos mitos...

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 23:54:45 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

06 de Maio Auto Descoberta II - Segunda Tentativa Nunca pensei que uma camera digital e a ausência prolongada do Sérgio pudessem ser tão importantes para mim com tem sido nesses ultimos dias. Eu, Eu mesma e a Camera. Aos poucos eu tô tendo coragem de olhar para mim sem medo e aos poucos também estou procurando no meio de tudo o que é fantasia e o que seu eu de fato. É, tá bem curioso. Ontem no trabalho, estava comentando sobre mulheres... Apesar de achar a Helena Ranaldi "divinamaravilhosabsolutavitaminda", se eu tivesse que escolher quem eu seria se pudesse simplesmente ser alguém seria a Cristiane Torloni. Nova, ela não tinha muita graça, mas cara! como a idade caiu bem pra ela (claro que sempre a meu ver). Magnifica, Sacana, Glamurosa, Estruturada, Bem composta... Olha tudo com aquele ar de "eu sei como se faz"... Poxa. Eu poderia ficar horas aqui dizendo tudo que a presença dela me passa. Se tivesse que ser alguém, seria ela. Bom, mas devanaios a parte, sigo procurando o que há de bom em mim. Procurando saber que diabo de mulher eu sou. Porque eu sou uma, não sei se você sabe....

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 07:47:30 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

27 de Abril For you blue É incrivel: toda a vez que eu chego no escritório antes do horário, com aquela calma e silêncio dignos de começo de expediente, principalmente se estou com alguma calça de bolso faca, me pego cantarolando "for you blue". Sabe? Como no "Let it Be", quando eles estão chegando à gravadora? E apesar de não gostar do Paul McCartney a imagem mais forte que me vem é a do olhar dele antes de entrar no prédio: mão no bolso da calça, um olhar de todo poderoso que muito me agrada. Olhar de quem olha o mundo de cima. Esnobe de tudo. Bom, ele naquela epoca realmente podia olhar o mundo de cima. A minha fita do filme "Let it Be" sumiu, (não a fita, mas a integridade embolorada dela) mas a imagem* ficou. E toda vez que eu chego em algum lugar, como no escritorio pela manhã, é essa a trilha sonora da minha entrada. Nada de Also Sprach Zaratustra, nada cheio de holofotes, simplesmente "For you Blue". "because you're sweet and lovely, girl...."

*mesmo que não seja exatamente isso que apareça no filme, foi essa a imagem que ficou. Um dia vou tentar vencer o bolor e assistir de novo. Só pra matar saudade.

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18 de Abril E aí, vai encarar!? Depois de um surto de insanidade noturna que foi devidamente eliminado, como se neutraliza um levante, a Super Cloud Nine, pegou suas moedas virtuais e pediu um conselho.

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Às vezes se tem que lidar com inimigos ocultos, influências impalpáveis que se ocultam nos mais obscuros recantos. De seu esconderijo, procuram sugestionar as pessoas. Nestes casos, é necessário persegui-los até os seus esconderijos mais secretos, para que se possa, então, identificar a natureza das influências em questão. Essa é a tarefa dos sacerdotes. Eliminá-las é o encargo dos magos. O caráter anônimo dessa conspiração exige um empenho especialmente vigoroso e incansável que, porém, encontrará ampla recompensa. Pois uma vez trazidas à luz e identificadas, essas influências furtivas perdem seu poder sobre as pessoas. E Super Cloud Nine pensou: "desliga o modo coitadinha e liga o modo foda-se. " E aí? Alguém vai querer encarar?

É bom que não!

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 01:34:43 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

16 de Abril "esse Orkut tá te fazendo mal".... Tá não. As vezes é bom exercitar o cérebro e botar algumas coisas a limpo. Eu participo de uma comunidade sobre o Elvis no Orkut, que nesses últimos dias tem me tirado do sério. Não tem jeito: Elvis mexe com alguma coisa em mim que eu realmente não sei explicar o que é. Vamos colocar nesses termos: detesto ver todo mundo ouvindo "it's now or never" quando existe "how the web was woven"... Quem conhece sabe do que eu estou falando. De qualquer forma rolou um climão lá na comunidade e o que foi dito lá (tirando as grosserias gratuitas) me deixou pensando muito. Muito mesmo. E enquanto eu não esgotasse as possibilidades eu não ia sossegar, portanto, segue abaixo o meu alívio. O texto é imenso, eu sei. Mas eu gostei do que eu escrevi. Acho que pelo alívio que eu senti depois que escrevi eu cheguei bem próximo do que eu queria dizer. Espero poder agora colocar uma pedra no assunto. Zhuang Zi dizia que a controvérsia é a prova clara de que não se vê com clareza. Mas eu não sou nenhuma sábia chinesa, então: foda-se. Taí o que eu acho. Sobre Beatles, Elvis Atitudes do Rei e Afins... 16/4/2005 15:41 Olá Carlo,

Quando vejo os seus comentários, não posso deixar de ver a mim mesma há alguns anos, na época em que eu comecei a “pensar sozinha”, lá pelos 15/16, falando: “Puta que pariu, o cara tinha tudo. Como pode deixar as coisas acontecerem daquela maneira!!! Ele era um fraco!!!! Que merda!” Eu sentia um misto de tristeza e raiva: tristeza de não ter mais o Elvis por aqui, e raiva por saber que ele tinha, de certa forma, provocado isso. Daí, tinha raiva da Priscilla, porque achava que ela era tremendamente egoísta e foi embora na pior fase, quando deveria ter ficado lá para ajudar... Dos caras que estavam em volta dele... Sabe, coisas que a gente pensa quando tá de fora. De fora, entende? Você queria uma discussão construtiva? Vamos então, tentar de novo. Não vamos falar de discos de ouro, nem de paradas e nem só da qualidade musical de uns e outros, ok? É isso que eu tento dizer para você desde o primeiro post, mas tenho a impressão de que não está ainda muito familiarizado com a vida e como ela, ás vezes, simplesmente é. Concordo com você quando bate boca com o pessoal dizendo que discos vendidos e paradas musicais não dão a verdadeira dimensão do artista. Muitos dos argumentos lá também não me convencem... A gente sabe que para o ponto que nos incomoda, esse tipo de dado não serve pra nada, mas vc varia do ambito artistico pro pessoal do artista de acordo com a sua conveniência e eu percebo que está sendo um fã cego ao contrário. Mind Games, saca? Ás vezes a gente tem que ter responsabilidade no que diz, porque a vida não é feita só de ideologia e ser quem se deve ser ás vezes pode ser uma tarefa muito difícil. Assim como dizer a coisa certa da forma errada pode ser tão devastador quanto uma guerra. O John foi o exemplo vivo disso. Talvez se ele tivesse sido menos contundente (como você está tentando ser) ao dizer as verdades que ele via, não tivesse existido Mark Chapman.

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 22:32:00 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Repetir “the dream is over” como se isso fosse apenas uma frase de efeito seria correspondente à frase que diz “quando o sábio aponta às estrelas, o idiota mira o dedo”. Algumas pessoas nasceram com mais resposabilidades que outras e analisar a vida do Elvis sob o prisma de uma pessoa “normal”, que pode ir ao supermercado ou ao cinema a hora que quiser sem ter ninguém berrando ou passando mal atras de você, é uma incoerência. Os próprios Beatles reconheceram isso quando resolveram se retirar dos shows ao vivo em 66: “era uma loucura, a gente não conseguia ouvir o que a gente tava tocando!!!” Retiraram-se. E resolveu? Não resolveu, tanto que quatro anos depois eles romperam. Ninguém aguenta essa pressão e eles, enquanto grupo, não aguentaram. Os “Beatles” rompendo, puderam rachar a popularidade e puderam ter vida pessoal em paralelo com a vida artística, porque não eram mais os “Beatles” e sim, as partes dele. Elvis não podia fazer isso, porque ele sozinho era tudo que o público queria. Assim que é a vida. É isso que eles tentaram dizer para as pessoas que ficaram enfeitiçadas com a magia dos anos 60. E que o Elvis tentou mostrar com o sofrimento dos ultimos anos em musicas com Unchained Melody, Hurt, You gave me a Mountain ou mesmo Help me. Vamos fazer um paralelo entre os dois ícones: Entenda Magical Mistery Tour como o correspondente à fase “imbecil” açucarada dos filmes de 60: pura farra (mesmo assim vc encontra coisas boas); Abbey Road como o 68 Comeback Special: uma fase intensa marcante e muito fértil; Let it be, o canto do cisne, como as turnes finais dos anos 70: onde se encontram coisas maravilhosas mas ao mesmo tempo se começa a sentir as falências pessoais. Com o rompimento em abril de 1970, James Paul McCartney, John Wiston Lennon, Richard Starkey e Geroge Harrison conseguiram tirar a instituição “Beatles” das costas e puderam continuar suas vidas. Mas e o Elvis? Como vc acha que ele conseguiria fazer isso? Diferente dos Beatles, Elvis não tinha como se desvencilhar de ser Elvis. Quando morre a instituição “Elvis” morre também a pessoa. E pelo que percebo é isso que te incomoda. Mas é assim que é a vida. Dizer que outros artistas foram melhores ou piores que Elvis nesse sentido, eu não sei dizer, porque musicalmente falando o Elvis tem muuuuita coisa boa em todas as fases, até na babaca dos filmes você encontra uma “Almost in Love” (bossa nova maravilhosa feita pelo Luis Bonfa e gravada por ele num fio de voz digna de João Gilberto, que eu espero um dia seja descoberta como descobriram a “Little Less Conversation”) entre outras. Mas posso dizer com segurança que todos os que você apregoa como “exemplos para a juventude” de diferentes maneiras, também cometeram os mesmos erros fatais que você só associa ao Elvis: Renato Russo não deveria ter tido nada de idelógico quando se tornou soropositivo, infelizmente. E ultimamente a mídia se encarregou de divulgar musicas gravadas que, ele quando vivo, teve o bom senso de não divulgar. Tanto que, agora, pelo menos para minha geração (sou de 73), que acompanhava e respeitava o ídolo, ficou apenas a imagem de um cara brilhante, mas muito carente emocionalmente, que não conseguiu encontrar um chão depois de tudo. Pra mim ficou muito marcada a declaração da mãe do Renato, dizendo que num determinado momento, ele disse que simplesmente não queria mais viver. E assim morreu. Como o Elvis. O Cazuza. Poxa, que imbecilidade um rapaz brilhante como aquele ter feito tanta cagada na vida. Por que, quando ele ficou doente, ele não parou para se tratar? Porque ele continuou fazendo shows e se expondo daquele jeito, mais ou menos como a gente costuma dizer do Elvis? Não sei, talvez eles tenham um chip de fabrica que nós, pessoas comuns, não conhecemos. Todos eles, em algum momento da carreira, próximo do fim, (tirando o Lennon que estava feliz na ultima fase da vida pessoal, mas morreu em consequência do que pregou talvez da maneira errada no passado) mostravam a sua desilusão com a realidade que cantaram no começo de suas carreiras. Você nunca reparou, (tirando o babaca pop do Paul McCartney que se bobear vende terra do túmulo da mulher pra divulgar a 832º homenagem a sua morte, e consequentemente seu ultimo disco), na melancolia das últimas musicas do George Harrison por exemplo? Horse to the water? Já ouviu? “you can take your horse to the water, but you can’t make it drink”? Ou “Brainwashed”? Ou ainda “Looking for my life”? Ele tá falando para as pessoas exatamente isso. Não adianta dizer que a vida não é um sonho: vai ter sempre um babaca achando que é. Vai ter sempre um babaca olhando pro teu dedo. Sabe? Aquele dedo que eu disse que tava

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 22:25:17 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

... Espero não estar perdendo o meu tempo, e que você realmente esteja sendo sincero nos comentários. Que não seja simplesmente um babaca querendo criar bagunça. Vou desconsiderar essa possibilidade. Vou considerar que você é como eu. Uma pessoa que está se sentindo incomodada em ver uma faceta tão “desagradável” num cara que gosta. Exatamente por isso, desculpa a sinceridade, mas enquanto você ficar nessa de especular a vida dos mortos em busca de exemplos, analisando dessa maneira infantil e “anódina”, como disse uma das pessoas que comentaram seu post muito apropriadamente, eu vou chegar a conclusão de que você não fica nem um pouco atras de um fã cego. Só que ao contrário: daqueles que ficam tentando encontrar um modelo pra seguir. Que não tem sintonia com a SUA vida forte o bastante e fica buscando nos outros, MODELOS. ELES NÃO ERAM E NEM PRETENDIAM SER MODELOS: Nem Elvis com seus excessos, nem o John com sua violência encubada (lembra do chute no Stu Sucliff, ou dos paus com a Yoko?), nem o Macca com suas musicas açucaradas, nem o Geroge com sua discrição e melancolia, nem o Renato Russo e o Cazuza, com sua carência emocional mal resolvida em sexualidade. Nem o Cat Stevens virando muçulmano e sendo barrado no aeroporto nos Estados Unidos, nem o Ronald Reagan virando presidente e acabando com a Guerra Fria, nem o Karol Wojtyla com todo seu carisma de ator. Bob Dylan uma vez disse que não queria ser Deus, como as pessoas queriam deixar claro. Ele queria, no máximo, ser Elvis. Porque ele é humano. E o próprio, por sua vez, na sua simplicidade de cara do interior, numa coletiva onde um jornalista especulava a mesma coisa que vc tenta especular nesse forum, respondeu singelamente: “the public image is one thing and the human being is another” – e pra finalizar – “it’s very hard to live up your image put in that way”.

ENTENDE, CARA? ELE ERA HUMANO. Enquanto vc procurar modelos fora da sua vida inspirado pela musica que vc tanto gosta, vai ser nada mais que mais um fã cego, que em vez de discutir a Billboard vai estar julgando modos de vida, e o pior, sem base nenhuma para isso. Como um sapo querendo ser psicólogo. E acredite-me, sem ofensa: estou falando com vc como gostaria que tivessem falado comigo há uns anos atras, quando eu pensava exatamente como você."

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 22:24:25 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

11 de Abril O contrário de Sansão

"Ah, a decepção!!!!! Perdoem-nos, Senhor, eles não sabem o que fazem!!!!!! Ok, ok, eu sei que a questão do cabelo tem um forte fundo psicológico, mas que vc ia ficar mais charmosa com o cabelo comprido, isto não tenho dúvidas. Eu, falar mais????? Eu acho que você devia falar mais se desse, como eu não tenho a menor idéia do que quer dizer cada parada, dá um pusta medo. Medo do desconhecido, medo do que quer dizer a parada e em que trip vc está. eu perdi o fio da meada, adoraria estar entendo as coisas como no começo do Virtuosa, e ver que vc esta num caminho legal! Agora eu não sei....e se vc estivesse.....porque cortar o cabelo?" É. Definitivamente isso é uma coisa que o Luiz nunca vai entender. Mas eu entendo. Claro como água. Só entendo depois que corto. E não tô falando de beleza. Tem sim, um fundo psicológico. Confesso que depois que cortei o cabelo pensei: "Minha mãe vai ficar triste..." "Eu não pareço mais a irmã falecida do meu pai..." "Não foi a toa que destrui a minha identidade feminina...." Mas não destrui. Fortaleci, isso sim. Quando fico assim, não preciso de maquiagem, de secador, de nada. Simplesmente sou eu. Claro, pode ser que um dia desses tenha saudade dos tempos e do visual do ultimo post, mas vou sentir saudade da mesma forma que sinto saudade do Roberto: aquela saudade "de fora", de uma época e duma vida que não é mais a minha. No mais, fico eu agora essa semana como fiquei no findi: sozinha, feliz, com o Elvis e meus livros. Esperando o Sérgio chegar. Comme d'habitude.

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:54:41 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

07 de Abril Recuerdos de um dia feliz

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02 de Abril a benção, joão de deus....

Bom, acho que se não falar sobre isso agora vou ficar entalada. O aniversário do Wagner que espere! O Papa. Pois é. Graças a Deus ele foi. Fiquei revoltadíssima com a capa de uma dessas revista "sérias" que está nas bancas. Aquela foto me impressionou. Parece que os putos da imprensa gostam de causar essas reações nas pessoas. Tinha visto essa imagem de relance na televisão um dia desses e fiquei impressionada com o sofrimento dele. Daí os putos colocam a porra da foto na capa com um puta destaque. Que que eles ganham com isso? Assim como o que que eles ganham colocando as fotos das pessoas mortas na chacina sei lá da onde na primeira pagina dos jornais? A foto da religiosa morta, caída lá naquela terra de ninguém do norte, que a gente aqui teima em não cuidar e não deixar que cuidem? Atenção das pessoas? Não existe o sentimento de dignidade? Isso foi pro lixo junto com a ética e o bom senso? Acho que sim. Urubus que exploram a natureza curiosa do ser humano. Não sei quem é mais puto, se quem aproveita disso pra vender ou nós, na nossa curiosidade mórbida natural. NÃO ACREDITO NA IGREJA CATÓLICA. Na verdade nem me vejo católica. Como já disse várias vezes, estudei em colégio de freiras a vida inteira e depois que entrei na faculdade vi a bobagem que isso sempre foi. Não concordo com os preceitos, então, peguei o meu chapeuzinho e agora sou uma "atoa". Digo isso pra ninguém insultar o pouco de inteligencia que tento cultivar a duras penas dizendo que estou envolvida na comoção geral que normalmente envolve a morte de um pessoa pública. Inda mais como ele. Andei lendo uma reportagem da Der Spiegel, muito interessante por sinal, falando dos pontos positivos e

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negativos do período João Paulo II. Queria ter base para não me deixar levar pelo que a mídia geral estava dizendo e sabe a que conclusão que eu cheguei? Que ninguém sabe o que quer da vida. Não vou me estender muito até porque não tenho paciência de ler e nem de escrever textos muito compridos: Alguém já viu algum judeu criticando um rabino porque acha que no mundo de hoje a exigência da comida kosher, por exemplo, é um disparate? Ou porque ele quer trabalhar no sábado, afinal ficar o dia inteiro sem ganhar dinheiro é ridiculo nos dias de hoje? Eles simplesmente seguem ou não seguem, mas continuam respeitando os preceitos do jeito que sempre foram. Isso vale para os muçulmanos, budistas e todos outros mais. Ora Diabos, porque então querem que a Igreja Catolica Apostolica Romana faça essas concessões? Heim? Porque? Foi-se o tempo que a igreja tinha tanto poder politico assim. Agora religião é uma coisa muito mais pessoal que social. "Ah, o papa é reacionário. Ele não concorda com o controle de natalidade", por exemplo. É claro que existem interesses políticos e econômicos nesses assuntos, eu sei. Não sou nenhuma tonta. Como em todas as outras religiões. Mas existe um fundo de verdade religiosa nisso. O ser humano não é um bicho que quando fica no cio, tem que trepar. Agora vai me dizer que a culpa da explosão demografica é por conta do papa? Ah sim. Claro. Vc é um filho da puta que tá afins de trepar e quer que a igreja concorde. Vc quer que a instituição religiosa se modifique para que as sua vontade seja justificada, claro... só isso que vc quer, seu puto!? Tentar sublimar tua natureza animal nem pensar, né? Filho da puta! Quer saber o que eu penso? O Papa está certíssimo em manter a posição dele. Porque se for pra reformar a IC, ela vai virar outra coisa, e não IC. Os fiéis é que devem respeitar ou não. Até porque todas essas dissidências evangélicas, ortodoxas, cristãs-do-brasil e sei lá mais o que, têm "leis" até mais rígidas (como aquele papo de não doar sangue em alguns casos) e as pessoas aderem por livre e espontânea vontade. Ou alguém encosta uma arma na cabeça de um evangélico e diz: Vai dar o dízimo ai ô babaca? "Ah, a igreja deveria sim aceitar as dissidências, Reconhecê-las". Claro! E acontecer como o império romano e sucumbiu diante do próprio tamanho e diante de infiltrações bárbaras.... As pessoas não sabem o que querem e ficam repetindo a qualquer bobagem que escutam sem pensar. Reformistas...Báh! Alguém acha justo reformar o Coliseu? Ora tá faltando um pedaço lá, pombas, porque ninguém vai lá e reforma: bota um porcelanatozinho básico e completa o que falta?!?!? Um vidrinhos espelhado? Hein?!?!?! Será que dá pra entender do que eu falo? Quem já esteve lá e chegou perto do Coliseu hoje, sabe que ele não serve mais para o que ele servia há sei lá quantos mil anos atras, mas a sua carga historia é a sua ligação com o eterno. A IC é a mesma coisa. O Papa está, ou melhor, esteve, certíssimo. Lutou pelo que acreditava: que a Igreja Catolica tem seus preceitos, que devem ser respeitados. O problema é encarar a religião de forma política. Esse é o grande erro. Mas o Papa, bom, Vá com Deus Karol. Você fez a sua parte. E eu fico aqui lembrando da musiquinha que o pessoal cantava quando vc vinha pra cá....

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 17:10:56 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

adensamento da consciência... Não sei o que acontece hoje, mas estou em fúria. Logo pela manhã fui pro Mercado Municipal. Todo restaurado. Piso de granito, mezzanino, MAS PORRA!!!! FEIRA É FEIRA!!!! Não entendo e nunca entendi as pessoas que dizem que gostam de feira!!!!!!! Eu tenho nojo!!!! NOJO!!!!!! "ah, as frutinhas todas ali fresquinhas, as verduras...uma festa de cores e pessoas" Quem pensa assim deve ter exagerado no Acido Lisérgico. Na verdade deve estar próximo a uma overdose. Tudo que eu vejo nesses lugares são comidas e pessoas entulhadas,

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empilhadas, espalhadas com caras de nada, um cheiro horrivel, (ou vai me dizer que cheiro de queijo, peixe e gordura é agradável?) e muitas, mas muitas moscas mesmo. As caras e bocas das pessoas comendo (credo) as coisas mais insolitas ali mesmo, no meio do corredor, como se aquilo fosse normal!!!!!!!!

Isso é coisa de gente louca!!! Tá ouvindo?!?!?! Louca!!!!!!!!!!!!! Posta de bacalhau, queijos, porcos pendurados, gente feia, (mesmo as que são bonitas ficam feias, com atitudes feias, lá dentro), donas de casa com cara de "se não sair da frente eu passo em cima", entregadores que passam com o carrinho sem dó nem peidade em cima do seu pé. Bichos. São esses lugares que me fazem ter a dimensão animal do ser humano. Você é tratado com o mesmo cuidado que os produtos, macetado, pendurado e fedorento.... Eu não tenho palavras suficientes para descrever nem o Mercado Municipal, nem as redondezas daquele horror cheio de gente mediocre (existem pessoas mediocres e pessoas humildes, e posso garantir que pelo cheiro e aspecto delas e do seu habitat natural ela com certeza são medíocres), assim como feiras em geral. E eu sei que vou ser cruelissima agora, mas preciso falar: e essa gente que empinha as ruas vendendo coisas tão sebentas quanto elas proprias? Vai me dizer que elas tem alguma função dentro da sociedade??!?!?!?!?! Olhe para elas e pense comigo: elas tão ali pra garantir o seu sustento. O sustendo dela e da familia que ela não deveria ter criado, mas criou porque não pensa. Sim, e portanto tem a função de continuar existindo, e como não tem espaço para elas, nos obrigam a tolerá-las impondo sua presença escrota e inutil!!!!!! Eu odeio comércio! E ainda tem gente que acha que eu sou espiritualizada!!!! HAHAHAHAHAHA. HOJE EU TIVE CERTEZA DE QUE NÃO SOU E QUER SABER? NUNCA SEREI* Sol, suor e gente feia. Se Deus quiser, vai demorar muito tempo para que eu volte pra lá de novo!!!!!!!!! Ah! a propósito, o Papa, morreu! Eu tenho algumas coisinhas pra dizer a esse respeito também, mas vou deixar pro próximo post. Bom final de sábado pra quer ler. Porque o meu eu não tenho certeza. ARGH! * Amigo Wanderley, vc me perdoe, mas eu não consigo sentir de outra forma apesar de tudo que já conversamos.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 16:38:59 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

30 de Março Lirios e Tulipas

“A Insustentável Leveza do Ser”. Ou, como queiram “The Unbearable Lightness of Been”. Em inglês parece bem mais significativo. O “bear” dá muito mais a idéia de “agüentar”, “tolerar”... No português, “sustentar” não dá a idéia que eu entendo como correta. Sei lá. Também não sei se é porque o título do livro já tá tão batido, que a gente nem abstrai mais do sentido das palavras... A primeira vez que eu assisti a esse filme foi, se não me engano, em 1994. Minha amiga Patrícia, já tinha assistido durante o colegial. Grande garota. A Leandra, minha amiga que tem a alma do leste europeu, também assistiu, acho que antes de entrar na faculdade. Grande garota. Mas não. Eu assisti em 1994. E essa diferença de datas faz uma tremenda diferença.

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Eu se tivesse assistido no colegial, não teria entendido nada. Só ia me ligar nas cenas de sexo, e olhe lá. Iria achar a Teresa “do bem” e a Sabina, um ser irreconhecível “do mal”, totalmente fora da minha realidade. Talvez até pela similaridade entre pessoas como ela e pessoas como a amante do meu pai na época. E no final ia ficar com a sensação de que tudo correu como deveria: a mocinha boazinha, amorosa e dedicada ficou com o mocinho que, de sem-vergonha, virou um bom rapaz. E de que o ser estranho, do mal, ficava sozinho... A morte do final seria apenas um detalhe. Ah, Deus, como seria fácil se fosse só isso. COMO A VIDA SERIA BEM MAIS FACIL ASSIM! Nessa Páscoa criei coragem e comprei, junto com o presente dos meus pais, o DVD do filme. E agora pela manhã, peguei para ver uns trechos enquanto me arrumava...

Ana Paula. Ou seria conveniente dizer Sabina Teresa. Começo a entender como se comporta a “adolescente”. Aquela que a gente “tem gravada na nossa memória emocional”. É ela: Teresa. Alguém como Teresa. Normalmente eu não respeito uma mulher frágil e dedicada como aquela. Mas com ela é diferente. Ela tem coragem de ser o que é, enquanto eu me disfarço. Me disfarço de Sabina. Ela toca a campainha: ele abre. Ela dá todos os sinais com a inocência de uma criança. “Eu nunca demonstraria NADA disso”, eu digo sozinha em casa enquanto arrumo a cama de casal. Nunca. Se dependesse de mim, o filme acabaria no chaveiro do quarto 6. Não haveria visita no apartamento, não haveria mãos dadas pela manhã, não haveria uma cachorra Karenin, não haveria nada. Não haveria czarda final e novo quarto 6. Mas o meu filme estranhamente continuou. E temos as cenas. Mas ridiculamente, eu não estou lá. A Teresa está tentando ainda ser a Sabina. Ou seja, é outro filme. E o Tomas está pacientemente esperando essa afetação passar. Ela continua dizendo “take me to them. To the other women, I wash them up and bring them to you. Take me to them, But don’t leave me here alone!!!!” Até quando será assim, eu, sinceramente não sei. Eu sempre me identifiquei muito com essa polaridade, a novidade agora é... Bom, é nenhuma, eu só to voltando a sentir a mesma coisa, depois de todos esses anos. Ah, sim, a novidade é que a Teresa agora tem certeza que não vai poder ser Sabina. Assim como lírios não serão tulipas. Vai ser difícil acostumar-se com essa idéia. Mas talvez o grande passo seja admitir.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:54:03 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

22 de Março E os sonhos... Que ansiedade. Eu queria muito que isso passasse, mas não passa. Como eu disse pra Ancilla, tem ainda muita coisa pra "sair" antes de chegar na essência a ser trabalhada. Muita mesmo. E hoje essa ansiedade vem de um monte de coisas sem nome que estão ensebando a minha alma. Entrou o outono e isso é muuuuuuito agradável pra mim, mas exatamente por isso abrem-se as portas da percepção... A Ana Paula fica tremendamente receptiva e (EU ODEIO FALAR ISSO, MAS DEPOIS DA SESSÃO DE ONTEM ESSA É A UNICA PALAVRA QUE ME VEM NA CABEÇA) romântica. Credo! Detesto essa palavra, mas no domingo aquele pagem de copas quis dizer muita coisa. E se for isso mesmo? E se lá dentro ainda existe uma adolescente, uma tontinha romântica que ainda precisa amadurecer muito? Que ficou lá espremida entre demandas de vários tipos..?. Agora essa adolescentezinha está deixando a timidez de lado e falando "Me de atenção agora, por bem, antes que eu me enfeze e resolva fazê-lo por mal, sua vaca autoritária metida a espiritualizada!!!!" Mas como levar uma adolescente a sério? Ela tem que amadurecer. Viver. Tirar o atraso que a separa de todo o resto. Sei lá... Mas eu não gosto de expô-la. Porque não a levo a sério. Como não fui muito levada quando era cronologicamente adolescente. O ponto nevráugico foi o momento da "renúncia". O momento onde eu disse: "Eu me abstenho de viver isso. Vou dar a volta pelo outro lado". Só que a volta me deixou bem longe de onde eu deveria estar para estar inteira.

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Sei que acabei de voltar do Chope Escuro. E sinto uma tremenda melancolia... Uma vontade de que me peguem no colo... Uma vontade de....de novo virar adolescente: ter meus 15/16 anos estar "namorando", me "arrumando", esperando o namorado chegar... Me metendo em cantos escuros par dar uns amassos... Na porta da escola...

"mas é bom ter feito essas loucuras, porque pelo menos a gente tem alguma coisa pra contar agora. Senão a vida fica sem graça,..." É rapaz, você está certo. Eu é que estive errada esse tempo todo. Ah, outono....

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 15:56:18 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

28 de Fevereiro Tô atrasado, tô atrasado....

Ontem, não sei se sugestionada pelo fato de estar com algumas coisas do serviço atrasadas, eu me peguei novamente tendo "aqueles pensamentos". Aquela sensação aterradora que eu tinha quando pequena antes de dormir que nem com a minha mãe do lado se acalmava. Parece que ordem certa é: sensação depois pensamento e não pensamento depois sensação. O pensamento que se seguiu a isso foi de novo com relação à minha idade. Acho que dessa vez eu não precisei sonhar para sentir um peso de 16 toneladas como nos filmes do Monty python caindo na minha cabeça. Foi passando as camisas do sérgio ontem a noite: "Vou fazer 32 anos. Olha só, minha mãe em 28 de fevereiro de 1973, tinha a mesma idade que eu e estava gravida de mim.!!!!" Meu deus! O tempo está passando e eu tô atrasada!!!!!! EU TÔ ATRASADA! Logo depois eu pensei (olha o lado racional tentando por panos quentes), "mas qual é a pressa" ??? De qualquer forma, a sensação não foi embora.A gravidez da minha mãe, na idade em que isso aconteceu, é uma referencia tardia para mim. Jesus, eu definitivamente não sou mais adolecente! Nem jovem. Eu já sou adulta!!!! É assustador. Cada vez mais assustador. E o pior é a sensação de que eu deixei um monte de ocisas acumuladas que não sei se vai dar tempo de fazer. Como na vida em que eu vou acumulando as coisas de forma que quando chega a hora de resolver, tem tanta coisa que eu penso em desisitir. Só que meu corpo rejeita a apatia hoje em dia. Não consigo simplesmente esquecer. É realmente assustador. O que me espera esse ano??? Quais serão os desafios? E os baldes de agua fria? Je ne sais pas, ou jenésio pas para os intimos. Alguém tem uma "Holly Hand Granade of Antioch" para me emprestar? Preciso contar até 5. Oops, 3. BUUUUUUUUUUUUUUUM

BY THE WAY, SONHOS.... As duas camas de solteiro em L unidas pela cabeça voltaram a aparecer nos meus sonhos. Desta vez tão reais que eu cheguei a comentar: Eu não disse que isso não era só papo de sonho, que podia dar certo. Com as camas assim, sobra mais espaço no quarto. Era tudo muito branco.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Dessa época também era o sonho dos brincos azuis. Só que tinha um detalhe: quando o livro do sonho foi aberto, cairam também um par de brincos ovais verdes. Eles agora estão em minha orelha. Achei iguais na Liberdade no domingo. E sabe aquelas sandalias que eu comprei para o ano novo e não tirei mais do pé? Aquelas que representam a nova Ana elegante? Sonhei que tinha quebrado o salto. O pé esquerdo, se não me engano, estava sem salto. Totalmente sem salto. E eu pensava, justo esse que é o mais feminino e delicado...

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21 de Fevereiro bobagens...

Bom, estou aqui pra falar do que rolou nesses dias. Ansiedade, introspecção, perplexidade... Tudo ao mesmo tempo. Nostalgia da época de colegial. Perplexidade com as agruras da vida. Ansiedade, ansiedade, ela sempre me acompanha.... Mas o que mais me incomoda é a sensação de vazio. Realmente inspiração é uma coisa engraçadíssima. Agora que me acostumei a esse combustível não sei se quero ficar sem ele. Com paixão, mesmo que seja platônica ou teórica, a vida pode ser muito mais bonita. Mais poética. Mudando de assunto, antes eu admirava o lado porra louca do Jim Morrison. Hoje, acho que começo a entender a sua fúria literária. Escrever realmente é importante. Você nunca está sozinho quando escreve disse o Drauzio Varella um dia desses e é verdade. Mas ele disse também que vc só é bem sucedido quando é verdadeiro consigo mesmo. É dessa verdade que eu falo quando digo que sinto falta de paixão. Sinto falta desse combustivel que acende a tocha. A tocha que ilumina a minha verdade. Sinto falta disso agora. Mas, o que há de se fazer além de estar aberta e esperar? Nada, só torcer para não encontrar a inspiração errada. Tentar encontrar algo que acrescente, nem que indiretamente, é fundamental. Voltei a ler Carl Jung depois de muito tempo. Já havia lido "memorias sonhos e reflexões" (que adorei por sinal) e "o homem e seus simbolos", mas ambos são bem para leigos como eu. Livros mais especializados não me prendem por muito tempo. De qualquer forma vou me permitir uma bobagem referente a datas. Quem me conhece sabe a importancia de Joseph Campbell e Carl Jung na minha vida. Pois bem, olha só: Joseph Campbell nasceu dia 26 de março. Carl Jung nasceu dia 26 de julho. Achei muita coincidência as datas serem as mesmas do Wagner (março) e do Luis (julho)... Bobagem pra maioria, pra mim não. Gosto de observar essas datas...O mais engraçado é que o Jung era Leão com ascendente em Aquario como o Luis. Do Joseph eu não tenho essa informação. Mas por si só é uma tremenda coincidencia considerando a influencia desses dois distintos rapazes na minha vida... Bobagens a parte, andei tendo uns sonhos estranhos, mas dessa vez estou realmente com preguiça de contar. Quem sabe amanhã. P.S.: by the way, tanto Campbell quanto Jung quando novos não eram de se jogar

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fora...hahahahaha

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04 de Fevereiro Fragmentos de Sonhos 2

Sonhos são engraçados. Eis aqui mais um deles. Fragmento #1 - Cozinha Velha Estávamos, eu e Sérgio, num apartamento antigo e escuro. Não tenho certeza se morávamos nesse apartamento, e o Sérgio estava querendo dar um "tapinha na cozinha". Mas a casa era muito escura e velha. Era um apartamento de primeiro andar que tinha quintal como o dos meus pais. Eu olhava para aquilo que ele queria fazer e pensava " mas deve haver uma forma de fazer esse apartamento ficar charmoso". Saí para o que seria o quintal. E via muitas paredes e muitas telhas de aminato. Espaços externos que eram ambientes, tipo depositos, mas estavam desativados. Quando olhei aquilo, pensei, já que não serão mais usados a gente bem que poderia derrubá-los para desobstruir tudo e fazerm com que ficasse mais arejado. Olhei pelo lado de fora as paredes da casa e imaginei janelões que pudessem captar a luz do sol... Entrei animada e contei a idéia pro Sérgio. Ele gostou e concordou. Só que nesse momento vi dois detalhes que me deixaram um pouco decepcionada. A principal janela que eu queria abrir ficava em uma parede onde existia a pia, ou seja, não seria possível abrí-la da maneira que eu queria. E mesmo sendo possivel, olhando para o lado de fora, eu via o sol do final da tarde passando pela fresta entre dois prédios. Mesmo fazendo a reforma a casa nunca teria um sol intenso e saudável. Fragmento #2 - Elevador-Bonde Azul Por algum motivo o Sérgio estava ausente e eu tinha que ir até a empresa para passar pro pessoal a senha do computador dele. E acho que por efeito do mal atendimento de uma das trainees na sexta-feira, no sonho eu hostilizava todo mundo. Deixava claro que não gostava deles e era realmente muito agressiva. Partia do principio de que se nem o Sérgio nem a Lu estavam lá, ninguém mais merecia meu respeito. Lembro vagamente também da Cris, que reclamava com ela do mal atendimento da funcionária dela. Outro detalhe era que na hora de ir embora de lá, eu tinha que descer por um elevador que parecia um bonde, que quando parava no andar, estava desalinhado e era mais estreito que o poço. Quando se punha os pés, ele balançava e a fenda que se abria entre o patamar e o nivel do andar era tão grande que havia o perigo de ser cair. Eu via uma família(marido, mulher e duas crianças de colo) tentando entrar e se arriscando muito. Essa espécie de bonde-elevador não descia verticalmente e sim, horizontalmente como um bondinho. Eu achei muito arriscado, não queria pegar esse bonde azul e falei que iria descer pela escada. Daí, parece que o segurança me barrava e me colocava numa sala, porque as pessoas não poderiam descer assim com facilidade pela escada por livre e espontânea vontade. Mas depois de liberada eu desci e na rua via que eu estava no Centro. Fisicamente não parecia o Centro, mas eu sabia que agora a sede da empresa ficava na Conselheiro Crispiniano de vez. A última coisa que lembro desse fragmento é que as ruas eram perigosas e eu tinha que ter cuidado. Fragmento #3 Vício Eu descobri que o Sérgio tinha voltado a fumar e estava consumindo cocaína também. Lembro que peguei um saquinho transparente com um pó negro granulado que no meu sonho era cocaína e gritava para ele: "Sérgio,

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eu não acredito que você está fazendo isso" - E jogava (até porque sabia qual seria a reação dele) "Deixe isso por mim, pelo menos alguma coisa para eu saber que você me considera importante". Ele estava atrás da bancada da cozinha e me olhava com pouco caso. Pensei comigo: "Tudo que ele faz, faz compulsivamente. Vai ser um viciado sem volta". Quando percebi que ele não ia abrir mão da sua nova escolha joguei o saquinho contra ele e disse "Ok, vc já fez a sua escolha" e fui arrumar a mala achando que ele poderia fazer alguma coisa para me impedir, mas não fez. No momento seguinte já me vi na rua com a mala, meio sem rumo pensando: "Bom, o Wagner estava querendo dividir apartamento. Vou conversar com ele." De repente estava com ele, a Leandra e a Dania. Estava muito triste, brava e mal humorada. Não entrava nas brincadeiras costumeiras deles. Só lembro estar numa cidade meio como Caxias do Sul com ruinhas estreitas e bonitinhas, e me sentia vazia. Depois disso só lembro de um corredor com restaurantes em que entramos mas não conseguimos comer e quando quisemos voltar tivemos a impressão de que o carro da Dania havia sido roubado.

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30 de Janeiro Tá tudo tããããõ conturbado!!!! Estou me sentindo um ser estranho nesses dias. Não estava me sentindo bem na cama e resolvi levantar para escrever. Escrever o quê?!?!? O quê?!?!?!? Cáspita... Ás vezes dar um "retrofit" em casa me faz bem. E agora a noite eu fiz isso: Reformulei a posição da sala e da varanda. Olha tudo novinho me fez bem. Ou não. Porque de ansiedade eu não consigo mais dormir...heheheh. Anteontem eu encontrei a Dan, uma grande amiga que conheço desde o tempos de colégio. Ela não mudou nada. E brilha. É bom brilhar. É bom encontrar gente com as mesmas afinidades que você. Mas ando me sentindo sozinha. Gosto de lembrar da imagem que eu fiz na ultima sessão, isso explica algumas coisas.... "Sinto-me amarrada a uma parede. Vendo tudo que me espera, tudo o que eu sei que vou vver. Só que fico tão empolgada tentando sair correndo para viver tudo isso que esqueço que primeiro eu tenho que me soltar. Que deveria estar concentrando a minha empolgação em primeiro desatar os nós, depois viver." Acho que no ano passado eu me senti muito feliz de estar com as mãos desempedidas para me soltar no momento em que eu quisesse ( como na carta do Diabo). Mas passei boa parte do ano gastando força. Agora estou cansada, e tenho que me atentar, porque quando a empolgação vir de novo ela deve ser usada de outra forma.

Well, living and learning.

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08 de Janeiro

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Carta ao meu amigo invisível Meu querido amigo invisível: Bom, invisível não é bem o termo, pois eu te vejo, assim como milhões te viram e vêem. E verão. Quando você passou de carne pra imagem, eu tinha só 3 anos. E eu não tinha muito a pensar sobre isso nessa época. Mas lembro que desde que me conheço por gente já sabia de sua existência. O tempo foi passando. Eu ouvia falar de você mas nunca prestei muito atenção. Hoje eu olho o aparelho de som, velhinho, velhinho, que foi comprado no mesmo dia em que você entrou de vez na minha vida e tenho saudade. Ser filha unica as vezes é um porre, nem sempre tinha gente pra brincar comigo, quase nunca meu pai deixava eu sair para rua a andar de bicicleta, mas nada disso me incomodava mais. Daquele momento em diante, eu tinha vc, meu amigo invisivel, com sua presença que me acalmava, me tirava o medo, e me fazia companhia. Você me fez conpanhia e ainda me faz. E sempre fará. Você é parte da minha personalidade. Parte de mim. Sempre será.

Não existe Ana Paula sem Elvis Presley.

Elvis, Elvis, Elvis. 70 anos não é brincadeira hein? Coincidentemente esse ano eu estou de recaída de vc bem na época do seu aniversário, e quando eu fico assim, ninguém aguenta porque eu só falo, escuto e vejo Elvis. Mas esse ano tem um gosto diferente. Pela primeira vez eu entendo a sua importancia na minha vida. Obrigado por tudo e vamos em frente por mais alguns anos. Porque eu seu que só viverei mais alguns. Você viverá para sempre.

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12 de Dezembro ...

Altas viagens durante esses dias. Me sinto meio estranha. Não sei dizer o que acontece, mas não deve ser totalmente bom, afinal, ando com uma tremenda queimação de estomago que tem me tirado a fome (aha, isso talvez não seja tão ruim assim...hehehe), um cansaço que não me deixa mais acordar cedo para fazer o que eu gosto de fazer, e uma sensação de "where do i go from here".... "If I knew the way I'd go back home But the countryside has changed so much I'd surely end up lost Half-remembered names and faces so far in the past On the other side of the bridges that were burned once they were crossed"

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Cara! Tá dificil de se achar ultimamente, então acho que por dentro eu resolvi dar um break. O saco disso tudo é que eu me sinto muito sem sal, mas do que eu já só quando me esforço em não ser. Além do mais, dezembro é um mês imbecil, e a cada ano eu acho isso bem mais obvio. E no natal que as falências familiares ficam mais flagrantes. Está ficando cada vez pior e no meu caso de filha unica, é pior ainda. E a musica não sai da minha cabeça. Estou especialmente sensivel ao lado melancolico do Elvis. na verdade estou particularmente sensivel a tudo do Elvis. Mais na verdade ainda, ESTOU COM UMA RECAIDA DE ELVIS DESGRAÇADA!!!!!! Mas estou resistindo bravamente a sair comprando coisas dele. Anyway, voltando ao papo de fim de ano, tudo que eu queria era ficar umas duas semanas fora, sozinha, como se eu não fosse eu mesma. Vivendo uma personalidade a parte, uma fernanda pessoinha. Mas escrever não substitui viver. Essa está sendo a parte mais triste de tudo. Contudo (nossa, nunca usei esse termo em textos meus), ajudar a manter a sanidade. Sanidade. Será que eu quero mantê-la mesmo? Ahá!! Sei lá! Como disse no quinta feira - eu não sei, eu não sei, eu não sei!!!!! Saco!

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23 de Novembro Fragmentos de Sonhos

Fragmento #1 - Gêmeos Eu estava bem como Sérgio, juntos, quando de repente, aparece outro Sérgio igualzinho. "Você nunca me disse que tinha um irmão gêmeo". "É, tenho". "Òtimo, então agora eu tenho dois Sérgios". E pensei comigo, poxa que legal. Vou ter dois Sérgios só pra mim.

Fragmento #2 - Cabelos Meus cabelos estavam compridos (diferente do ultimo sonho onde para ficar "linda" eu percebia que tinham cortado os meus cabelos bem curtos, e deixado-os pretos) mas podres e saiam aos pedaços na minha mão. Eram vermelhos e dum vermelho mais forte em alguns pontos (meio como os reflexos que eu queria fazer) mas estavam estragados. Totalmente estragados. Fragmento #3 - Sad Old Man

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Estava passando por um hotel e vi um senhorzinho todo arrumadinho. Cabelos bem branquinhos, curtos e olhinhos azuis. Ele estava muito ansioso e frustrado, parecia uma criança, porque a garota de programa que ele havia contratado para lhe fazer companhia não tinha vindo e não viria mais. Eu me ofereci para fazer o papel dela. Ele já havia sido alguém famoso e de posses. Fiquei curiosa pra ver como era tudo que ele havia preparado para ela. "Eu preparei o apartamento todo para tomarmos um vinho, e ficarmos juntos, está tudo tão bonito... Você faria isso por mim?" Pensei, "tadinho, tão solitário". E eu fiquei com vontade de participar daquele cenário, e ao mesmo tempo resolver o problema do velho. Era só ir lá e abrir as pernas. "Sim, porque não?" "Então vamos subir". Chegando lá, era tudo muito pobre, muito pobre e improvisado mesmo. Eu percebi nos olhinhos dele que ele era realmente sincero e estava se portanto no seu melhor estilo e fazendo o seu melhor. Mas infelizmente era tudo muito simplório. Me senti muito mal, porque já havia assumido o compromisso de fazer-lhe companhia (e tudo mais que ele esperava com aqueles olhinhos doces) mas chegando lá aquela pobreza toda e aquele olhar de ansiedade senil e devoção me tiraram o tesão totalmente. Tive pena. Eu percebia que enquanto estávamos sentados no chão vendo tv, ele vinha se aproximando de mim e eu ia ficando agoniada, porque tudo ali era muito broxante. Eu merecia mais que aquilo. Trepar por dó? Ao mesmo tempo pensava: "Não era isso que vc queria? Passar por uma experiência? Você tem essa chance. Pobre, mas é uma chance. Converta-a. O que vc vai dizer se não fizer? Tampa o nariz e vai." Mas era impossível. Como comer peixe. Não é uma coisa que vc simplesmente não gosta, ela não desce... Eu era uma covarde - "era só abrir as pernas". Estava já me preparando para dizer que eu tinha amarelado, quando tive uma sensação estranha. Ele acariciava a palma da minha mão e como eu estava distraida me senti excitada. Mas logo caí em mim e percebi o ridiculo da situação. Cheguei até a pensar "se ele continuasse assim talvez até desse pra rolar alguma coisa", mas não sentia mais nada, só a sensação ridícula da situação. Nessa hora decidi que iria pedir para desistir de tudo. E acho que consegui. Aconteceu mais alguma coisa, mas eu não lembro. Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 14:41:03 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Sonhos

Acho que não escrevia sobre meus sonhos. Mas diantes das últimas transformações internas que estão acontecendo, acho que devo relatá-los, senão para fins terapêuticos, pea beleza dos símbolos. No primeiro, eu estava num voando e percebi que "meus temores se realizavam" quando uma turbulência diferente fez o avião cair. Foi no exato momento em que passei pelas mesmas nuvens que uma semana antes, na viagem para o

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Rio de Janeiro, me deixara apreensiva. "Meus temores se realizavam" porque toda vez que eu vôo, num determinado momento, penso naquele acidente do Fokker 100 da TAM, nas pessoas que estavam lá. Que não eram diferentes em nada, até aquele momento, de mim. Que aquele momento poderia se repetir. E que naquele momento, no meu sonho, repetiase. Comigo. As nuvens não deixavam ver nada. Caimos vertiginosamente. Mas o avião não explodiu. Se partiu, mas não explodiu. Tínhamos como sair de lá. Parece que ninguém se feriu. Mas não sabíamos se o avião iria explodir ou não, portanto era bom que saíssemos rápido. Me via do lado de fora, mas desconfiava que, como das outras vezes (nos sonhos da casa incendiada e da igreja que desabava), eu não ia conseguir deixar o local do acidente. Que alguma coisa iria me prender lá. O que, de fato, aconteceu: tenho que esperar um rapazinho loiro que precisava buscar um saquinho de veludo carmim com gemas de diamantes lindíssimos que eram tudo o que restou da família dele. Ele não podia deixar para trás. E eu não iria entrar, mas teria que ficar lá enquanto ele não voltasse. Será que ele iria encontrar? Será que com o acidente, uma peça tão pequena não poderia ter se perdido lá dentro? Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:57:46 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

15 de Novembro VP ou PV?

Li muito pouco sobre Nietzsche. Muito pouco mesmo. Gostei do pouco que li, mas confesso que o conceito de "Vontade de Potência" não ficou muito claro. O próprio nome já acho meio estranho, mas foi através desse treco que eu cheguei a um conceito que acho que vai ser muito importante para mim: a "Potência da Vontade" A "Potencia da MINHA Vontade". Qual é afinal a potência da minha vontade? Percebi que ela é tremendamente baixa. Como se querer alguma coisa não fosse motivo suficiente para tê-la. Como se eu precisasse do feedback total dos outros. Só que por um momento eu percebi que isso não é verdade. Eu tenho que querer e pronto. Mas como eu tava falando pro Mauro agora, quando vc quer vc tem que dar a cara a bater. Em coisas menos importantes eu faço isso. Mas, nas que realmente importam, eu não arrisco. E tem também aquele detalhe que eu aprendi na palestra do Campbell: a gente tem que estar preparado. Sempre, pra não ficar com esse sono e essa queimação de estomago na primeira reação contrária. Aprender a fechar as portas na hora certa. O problema é

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que eu abro e depois esqueço de fechar. Isso demanda energia. E força. Eu ainda sou ridiculamente frágil. Essa é a conclusão. "Ainda". Se cai, até tem força, mas tem preguiça de levantar. Que absurdo! Escrever e falar me fazem bem. Ufa! Falar desopila, calar potencializa. Agora que eu descobri isso tenho que saber quando calar e quando falar. A arte de viver! Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 10:29:27 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

04 de Novembro ê dor de corno!!!!!!!!!!!!!!

Don't look so sad, I know it's over But life goes on And this old world will keep on turning Let's just be glad, we had some time To spend together There's no need to watch the bridges That were burning. Lay your head upon my pillow Hold your warm and tender body close to mine Hear the whisper of the raindrops Blowing soft against the window Make believe you love me one more time For the good times. I get alone, you've found another And I'll be here if you should find You ever need me. Don't say a word About tomorrow or forever There'll be time enough For sadness when you leave me. Just lay your head upon my pillow Hold your warm and tender body close to mine Hear the whisper of the raindrops Blowing soft against the window Make believe you love me one more time For the good times. Eu tava pensando em escrever sobre as minhas últimas impressões, mas novamente, o Elvis começou a "whisper in my ear a tender song. The sadiest i ever knew". Então, eu achei que como ela traduz exatamente o que eu sinto agora, eu não sei se ainda preciso escrever alguma coisa a mais.

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É uma coisa estranha na boca do estômago, um misto de tristeza e curiosidade... E resignação. De alguma coisa que sempre esteve aí, mas que agora vista de outro ângulo... sei lá... parece que sempre foi claro mas que não era momento de encarar de frente. Agora, é como meu dente que deu canal. Sem quase dor nenhuma, pra falar a verdade eu nem sabia que estava morto. Bom, mas esse morto eu vou enterrar com o celular e algumas baterias extras. Quem sabe é só uma catalepsia? E como diz o Elvis, o Kenny Rogers, sei lá mais quem: "But life goes on And this old world will keep on turning"

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:48:21 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

28 de Outubro Pequenês

Eu falhei. Como deixar o orgulho de lado e fazer o que tem que ser feito. Como manter o sangue frio e tomar a atitude que transforma. Talvez meu papel naquele momento era trazer tudo aquilo para a realidade prática. "Eu tenho uma pergunta a fazer. Antes de tudo gostaria de avisar que parece que o som não está bom, o pessoal da fileira daqui de trás não está conseguindo escutar o que está sendo dito. Bom, a pergunta é a seguinte: Como fazer o ser humano "acordar" para essas grandes verdades, se ele se perde tanto com o trivial diario. Como que podemos fazer com que diante de verdades tão prementes, a humanidade não se perca em detalhes tão pequenos, com posturas tão arrogantes?" A oportunidade nasce da crise e o Joe sempre me mostra isso da forma menos teórica possível. Bitter-sweet facts. A maravilha e a brutalidade. Normalmente a brutalidade vem da pequenês da raça. Mas acho que falhei pelo nervoso e pelo orgulho. Era o gancho que eu precisava. Era, se* não tivesse ficado tão nervosa. Vô Joe, acho que eu entendi a sua lição: A maravilha e a brutalidade. Juntas. Aceitá-las. Mas nunca estar despreparada. Tenho muito o que aprender. * mas como diz a minha amiga Leandra, o "se" não existe. Portanto, definitivamente, eu falhei. Nove na primeira posição significa: As pegadas se entrecruzam. Se o homem se mantém sério, nenhuma culpa.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Amanhece, e o trabalho se inicia. Após ter estado isolado do mundo exterior no sono, a alma começa a restabelecer suas relações com o mundo. As marcas das impressões se entrecruzam. Atividade e pressa imperam. Nesse momento, o importante é preservar o recolhimento interior e não se deixar levar pela agitação da vida. Se permanecer sério e concentrado, o homem alcançará a clareza necessária para a análise das numerosas impressões que lhe chegam. É precisamente no começo que esta séria concentração é importante, pois no início está a semente de tudo que se seguirá.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 07:36:50 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

23 de Outubro Ensaio sobre "participar da vida"

Nove na primeira posição significa: Conduta inocente traz boa fortuna!

Os impulsos primordiais do coração são sempre benéficos; pode-se segui-los confiante, seguro de que se terá boa fortuna, e os objetivos serão alcançados.

Pra chegar onde vc quer, às vezes vc tem que passar por caminhos sujos. Como não se sujar? Ou melhor, como se sujar por fora, mas ter certeza que um banho resolve. Que vc não é suja por dentro? Que não foi vc que criou toda essa sujera? Como delimitar espaços sem criar prisões?

Talvez essa seja a questão.

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22 de Outubro Teoria

Se o sono não fosse bom, os homens não acordavam de pau duro.

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19 de Outubro Amadora

Sou amadora. Tenho cada vez mais certeza disso. Só faço se amo. Por tesão e curiosidade. Nunca me senti a vontade com o termo "profissional". Me parece destituido de vida, de cor. Várias coisas me passam na cabeça durante o dia. Vários anseios (já percebi que gosto dessa palavra - é mais suave que desejo) me passam pela cabeça durante a vida. Resolvi da atenção a tudo isso. E ver no que é que dá. Me permitir transformar a vida em um treco excitante. Tirar o carro dos trilhos, pra botar a vida na linha. UAU! Sou uma mulher. Estou gostando disso.

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13 de Outubro ???

em que exato momento a gente deixa de ser mulher para virar caça? em que exato momento a gente deixa de ser transgressão para virar vulgaridade?

qual é o exato momento? eu realmente gostaria de saber. Hehehe - o Enbaoli costumava ser mais bem humorado... Costumava...

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Samsara

ás vezes penso em desistir. nunca pensei nisso antes. o azul toma conta. moddy blue. eu sinto que não estou tentando satisfazer mil desejos. estou na conquista de apenas um.

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10 de Outubro "Numa aula de português" ou "Mal sabia eu naquela época..."

"Instituto N. S. Auxiliadora. São Paulo, 13 de fevereiro de 1990. Beth Cury

Redação e Gramática - Criar o texto: Um aluno meio ao contrário na escola do contrário. "Era uma vez"... ou talvez duas, uma escola diferente. A primeira vista, não era uma escola diferente , parecia apenas um lugar de ensino intensivo. Nas salas, havia formulas, regras e sistemas em todas as paredes, acredito que para melhor fixação das idéias. Um dia, resolvi assisitir uma aula. Sabe, às vezes eu achava chato o meu sistema de aula, mas nunca vi algo como isto: todos os alunos altamente compenetrados, nenhum abria a boca, tudo muito certinho, totalmente contrário a qualquer escola que já conheci. Os professores, muito sérios, falavam o estritamente necessário, sem nem um esboço de sorriso ou amabilidade. Percebía-se uma certa infelicidade ou qualquer coisa nesse estilo entre alunos e professores. Isto parecia que aumentava nos intervalos e no recreio, onde ninguém parecia ficar a vontade. Todos pareciam gênios em aula, os problemas eram resolvidos, dos mais dificeis aos impossíveis, sem nenhuma dificuldade aparente. Mas apenas aparente. Em uma das aulas que eu pude assistir (mas não acompanhar porque o nivel era altíssimo), fiquei sabendo de uma das raras histórias desta escola: certa vez, há muito tempo, um aluno chegou a pegar faculdade. Acredito que foi o único, pois os meninos desta escola não prestavam vestibular para não ter que cortar os cabelos (totalmente egoístas, superficiais e vaidosos). Não que não tivessem nível. Uma gente estranha, infeliz. Eis que de repente, no meio de uma das aulas, entra na sala uma pessoa. Pinta de sábio, seus trinta e poucos anos, rosto simpatico, feições agradáveis, parecia iluminar aquele ambiente "dark", sombrio em sua essência. Dava pra sentir sua presença como uma luz no fundo de um poço. Esse homem veio decidido, entrou, olhou para todos com ar condoído. Imaginei perfeitamente o que deveria estar pensando - "pobres crianças!" Ficou um bom tempo analisando e tentando captar o que tinha no ar daquela classe. A classe por sua vez, via o homem com um olhar de pouco caso, alguns nem tomavam conhecimento daquela presença de aparência tão boa, tão positiva. A voz daquele homem ecoava pela sala como de um martelinho quebrando de uma vez uma pedra de gelo. A medida que falava o que tinha para falar, os alunos se entreolhavam assustados e aos poucos iam, como se encontrassem algo de sobrenatural, desesperando-se. O homem retirou-se, convertendo aquela sala num quase inferno. Meu Deus! O desespero da sala começava a me assustar. Era como se tudo desestruturasse, despencasse e parecia que queria me levar junto! Tudo escurece. Abro os olhos, meio tonta, olho o relógio, levanto. Tenho que me arrumar para ir para a escola. Um dia normal até que vi um homem, de uns trinta e poucos anos, com feições mais ou menos conhecidas, sabe, do tipo "já vi este cara antes". Isso atiçou minha memória e aos poucos fui lembrando de cenas de uma escola, onde apenas uma frase ecoava "Meus filhos, ah, meus filhos. Vocês entendem o que fazem? Vocês sabem a razão de tudo que estão

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fazendo?" Chegando em casa, depois do almoço, tentei lembrar e entender o que aqueles lances de imagem queriam dizer. Ah, Deus! Será que era eu que não sabia o que estava fazendo? Será que era eu que estava agindo como automato, apenas desenvolvendo uma inteligência aparente? Seriam os alnos o meu consciente perturbado que bloqueava o meu verdadeiro eu?!?!?!? Tudo não passou de um alerta."

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06 de Outubro O importante é ter estilo.

Não existe feiúra quando se tem estilo. E estilo não tem a ver com posição social, com dinheiro. Tem a ver com posicionamento, com atitude. Não tolero gente sem estilo. Estilo e carisma andam juntas. Mas carisma não é popularidade. Carisma e estilo são as ferramentas que fazem nossa alma ser visível. Como ela é. É preciso coragem para ter estilo.

E as pessoas normalmente não têm.

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26 de Setembro A questão "Marte"

Um pouquinho de astrologia. É inquietante quando a natureza de algo é tolhida pelas circunstâncias. Marte é o planeta da ação, do impulso, da guerra. A conquista, a força. Da reta, do

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vigor. O caminho mais curto para a energia de marte com certeza é a reta, uma reta que rasga. Como uma arma de fogo. No meu caso, essa arma está voltada pra mim mesma, para dentro. Enquanto escrevo, me lembro de um filme com o Harrison Ford, que no momento me escapa o nome, onde no final uma mulher está toda amarrada e qualquer movimento em falso pode detonar um mecanismo explosivo que poe tudo a perder. Essa é a energia de marte na 12º casa. Uma arma virada pra você mesmo onde vc por mais que tente não está com o dedo no gatilho. Na minha vida, tem sido assim. Eu não posso disparar esse gatilho. Tenho que tomar muito cuidado, qualquer descuido pode ser letal. Já passei por isso uma vez. Não quero passar de novo. Ainda estou aprendendo a entender esse mecanismo para poder usá-lo da melhor forma possível. Dessa forma, pessoas que estão com suas "armas em seus devidos coldres, virados para baixo" podendo saca-las usá-las para fora no momento que quiserem, me assustam, me fascinam. Me sinto impotente. Ainda. Talvez eu esteja no caminho certo. Tomara.

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22 de Setembro vejo meio embaçado...

Tomei uma puta bronca do meu irmão por conta disso: Sábado foi um momento feliz, mas eu não registrei nada. Nem aqui nem em qualquer outro lugar. Engraçado, quando me lembro da festa de sábado, lembro de ter "passado" por ela. Sinto que realmente foi um momento feliz, onde o astral de todos estava bem up apesar

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de alguns estresses inevitáveis, mas que eu passei por ela. Não que eu não tenha aproveitado. Eu aproveitei, mas como quem olha de longe. Claro que espero fazer isso mais vezes - juntar todo mundo num domingo de manhã para jogarmos e almoçarmos - mas o que percebo é que o que rolou no sabado parece que não foi pra mim. Não me senti lá de fato. Luis, desculpa, mas não tem mais muito o que escrever. Sinto que sábado marcou a consolidação de uma etapa de mudanças decisivas na minha vida. E que, como eu disse no texto inaugural desse blog quando ainda era do ig, eu estou tranquila. Confesso que estou me estranhando, não tenho vontade de rir ultimamente.

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17 de Setembro Setembro, 18

tuuuuuuuuuuu, tuuuuuuuuuuuuuuu, tuuuuuuuuuuuuuuuu... "Alô!?" "Alô mãe?" "Oi Paula" "Para todos, setembro é associado a primavera, a manhãs azuis e sombras claras, ao desabrochar da vida. Mas sempre, na verdade quase invariavelmente, o meu dia, é nublado. O mês é da primavera, mas em 18, ainda é final do inverno! Eis que a natureza revela a minha essência. Uma pessoa sorridente de alma gris!" "Nossa, filha, é verdade. Nunca tinha pensado dessa forma!!!! É verdade." "Pois é mainha... A natureza é sabia. A gente tem que saber ler.... A propósito, PARABENS!!!!!!!" "Ah, é..." ""Ah, é" ou "brigado filha pela lembrança" ...? Trinteioito anos de casada não se faz sempre." "Ah, sim...O seu pai tá aqui...quer falar com ele?" Mais um dezoito de setembro. Costumo dizer que vc pode ter duas abordagens para se referir a essa data. A primeira delas é a de praxe: "Parabéns, vc está cada vez mais bonita, inteligente, experiente...Mais feliz!" A outra é: "Meus pesames, vc está um ano mais proxima da morte". Ambas são verdade. Qual você escolhe?

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05 de Setembro Ah, setembro, setembro - o mês sete que é nove

Confesso que nos ultimos tempos eu andei meio sem vontade de escrever. Não que situações hilárias não tenham acontecido...Aconteceram, sim. Mas por outro lado fiquei meio assustada: "cuidado com o que vc deseja..." Na verdade, no meu caso ultimamente tem mais sentido o "cuidado com o que vc alimenta" . A

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planta pode ficar maior do que o vaso. E definitivamente eu sinto que o vaso está pequeno demais pro quanto essa planta pode crescer. Então resolvi dar uma brecada. É só uma trégua, para avaliar melhor os caminhos antes de sair arrebentando a calçada... Fiquei também meio intrigada com a quantidade de comentários tanto escritos quanto falados a respeito da minha amargura. Principalmente no Virtuosa. Uma das coisas que percebi também e até comentei com o Sérgio, foi que acho que sou uma pessoa triste. Uma pessoa triste que disfarça muito bem. Tive certeza disso olhando as fotos antigas que organizei para minha mãe e reparando na minha atitude hoje na casa dos meus pais. Me anestesiei tanto da vida que acho que perdi o atalho de volta. Viver dói muito. E vc não precisa ser um mártir sofredor para sentir essa dor. Dor de ser rejeitado, dor de se sentir ridículo quando está vulnerável, dor da perda, de acompanhar o começo e o fim das coisas das quais vc gosta, a dor de olhar para trás e ver que um monte de coisa já não faz mais parte da sua vida e que foi tão importante. Acho que acabei me anestesiando tanto pra isso, que hoje só sobra o sorriso: um sorriso sardonico de quem diz por dentro - FODA-SE! ARREGANHA A CARA AI QUE NINGUÉM VAI PERCEBER NADA. "Ah, Paula, eu lembro de você como uma criança muito falante e sorridente". "Ah, Paulinha, pelo amor de Deus, não era isso também - eu realmente queria que vc tocasse caixa na fanfarra, mas eu nunca disse que vc era uma idiota só porque pegou o prato..." "Deus me livre, acho horrivel essas meninas fumando com a pele toda retalhada de tatuagem... Ainda bem que vc nunca pensou nesse tipo de coisa, Paula"... "Até porque, se sendo do jeito que eu sou vc já morre de desgosto, imagine só....!" "AI PAULA, PORQUE VC SEMPRE FALA ISSO... Não é assim, eu não penso assim. Da onde vc tirou isso?" "Uma coisa é o que vc pensa, outra coisa é como vc faz...." ha ha ha ha ha haha ha ha ha ha haha ha ha ha ha ha O que você pensa, o que vc faz, e como os outros te entendem....Isso dá papo pruma vida inteira. Milan Kundera passou a vida retratando esses problemas de comunicação... E como eles machucam. Mas ao contrário do que o texto mostra, eu não tô botando a culpa na minha mãe. Só tô querendo deixar claro que cada pessoa tem um filtro. E o meu, pelo jeito, é de pessoa triste. Pessoa triste que disfarça muito bem. ... Ontem sonhei com tuaregs, filomenas, psicologos, livros e brincos. Acordei, aposentei meus brincos de então e comprei brincos de pedra azul. Uns azuis como os do sonhos e outros vermelhos. Um anel de madeira vermelho também. Ah, Setembro, setembro....

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21 de Agosto Sensibilidade de Hipopótamo

Na minha forma de entender, as coisas funcionam mais ou menos como o mito de Zeus e Sêmele. "Apaixonado pela bela Sêmele, Zeus prometera atender a qualquer desejo seu. Quando ela estava grávida, instigada pela ciumenta Hera, disse ao imortal amante que desejava vê-lo em seu aspecto normal. Contristado, Zeus atendeu o pedido e, ao mostrar-se em

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todo seu esplendor divino, Sêmele morreu carbonizada pelos raios que dele emanavam. O pai dos deuses conseguiu, no entanto, salvar o filho e guardá-lo em sua própria coxa, onde ele completou seu desenvolvimento." Ou seja, não importa qual seja a grande verdade a ser dita, as pessoas (somos mortais, não?) têm o tempo certo para perceber algumas coisas. Afinal, não é todo mundo que tá afins de ser fulminado por uma verdade qualquer. Só pra ter a honra de dizer que participou da geração de Dionísio... Isso foi uma coisa que eu aprendi na época do tarô: existem verdades que precisam ser ditas, sim, mas com responsabilidade e cuidado. As pessoas não são feitas de pedra.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 21:20:29 [ (6) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Ser invadido

Que coisa mais louca. Estou a vários dias tentado escrever o que tenho percebido sobre "como funciona a cabeça dos homens, como sentem os homens". Tenho vários "laboratórios" que observo todo o dia. Já sinto a resposta, (infelizmente a resposta implica na solidão espiritual feminina) mas não conseguia articular um texto sobre isso. Coincidentemente, hoje entrei num blog. Nesse blog, escrevi um coment que me fez ter um insight.: " A sensibilidade nos homens é uma ferida que tem que ser aberta". Talvez nas mulheres, essa ferida exista sempre. A sensibilidade é invasiva. Os homens não gostam de ser invadidos, tanto física como emocionalmente. Sentem como se fosse uma coisa pouco digna se deixarem invadir. Seja pelo sentimento, pela dor, pelo dedo ou por qualquer outra coisa. Quando vc se deixa invadir, vc está indefeso, e os homens não gostam da dor. Não gostam porque não conhecem e nem querem conhecer. Estão satisfeitos com amores leves, companheirismo, cosquinhas na ponta do pau. É estranho. Claro que não escrevo isso porque acho que o mundo dever ser concavo. Não! É só uma constatação. A constatação de que os homens não se sentem a vontade com nada que os invada. Até porque essa não deve ser a função deles. Mas é engraçado visualizar isso. Se a mulherada percebesse logo, talvez tivesse menos expectativas quanto aos nossos companheiros de jornada.

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O Blog de Deus

Meus queridos, fiquei agradavelmente surpresa quando entrei no blog desse rapaz*. (não que a minha opinião valha muita merda, principalmente pra Gódi) Ele deixou um coment há uns tempos atrás e eu depois de muita relutância fui lá dar uma conferida. Relutância, porque quem me conhece sabe que a minha cota religiosa ficou junto com o colégio de freiras que eu fiz há 14 anos atrás. Fiquei com medo de que fosse algum blog meigo com mensagens cristãs. Se existe uma coisa que eu não respeito, ou melhor, não entendo muito, são os dogmas e a linguagem das religiões judaico-cristã. Mas esse blog valeu a pena. Tá indicado o link. A sessão de perguntas é deliciosa.:

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What now, What next, Where to? - UOL Blog minha vida tá horrível. Minha vida tá horrível, perdi o emprego, minha namorada me chifrou com outro, e hoje, meu pai revelou que é gay? Onde estás Deus? que não me ajuda?

Resposta: Cara, tua vida tá uma merda mesmo, hein? faz o seguinte... esse papo vai ser longo, meta um balaço na cabeça e vem aqui falar comigo pessoalmente. Gódi blogdedeus@bol.com.br - Escrito Certo, por Linhas Tortas por: Deus às 02:09 AM [ (4) Dizimistas Fiéis] [ Pregue a Palavra ]

Enjoy yourself! *P.S.: É muita pretenção minha chamar Gódi de "rapaz", mas que que eu posso fazer, eu sou folgada mesmo, até com Ele.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 09:13:13 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

19 de Agosto Ana Paula na vida

"Nosso poder pessoal e nossa energia vêem da aceitação e integração dos nossos diferentes eus. Se há muito tempo está fora de sua casa, do seu interior, volte para ele o mais rápido possível." Runa Uruz Não poderia ser mais explícito. Só não consigo imaginar como juntar o En Baoli e o Virtuosa numa coisa só. Gosto deles cindidos. Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 13:15:46 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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18 de Agosto Ana Paula na cozinha

....Sé...? ....alô, Ana? Eu ainda tô aqui na loja! ...tá, tudo bem, eu sei, só quero te fazer uma pergunt... ...calma Ana, o Arnaldo já tá chegando, a gente já tá saindo... ...tá sérgio, eu só quero perguntar uma coi... ...já tamo saindo só falta pendurar uma plac... ...TÁ SÉRGIO, MELECA, ME ESCUTA: O QUE QUE ERA AQUELA COISA QUE TAVA NO FREEZER QUE PARECIA BATATA???? ...AH, aquilo era o que tinha sobrado do pudim, eu congelei para faz... ...tá, eu só quero saber se vc tinha alguma apego emocional com aquilo, porque eu acabei de refogar pensando que era batata. (pausa de processamento...) HAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAH ... com shoyo e tudo mais... ...mais aquilo é doce!!!!! ....é, agora eu sei.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 23:46:53 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Mario Lanza - Dicitencello vuie

Meu Deus!! Essa é a música para se ouvir dentro da orelha, rasgando.....

A voglio bene, A voglio bene assaie, dicitencello vuie, ca nun m'a scordo maie....

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 15:52:35 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

17 de Agosto Qual a sua cor?

É estranho. Escolho a cor de qualquer um com tranquilidade. Parece que o fato de associar uma cor a um aspecto (o aspecto que eu conheço) de cada um, me deixa confortável. Mas, é dificil escolher a sua. Pensei no vermelho, mas não te vejo vermelho, apesar de ser uma cor que aprendi a gosta por conta sua. O azul, bom, o azul é brando demais. Sonhador demais, delicado demais para sua personalidade precisa. O amarelo nem passou pela minha cabeça. Não sei porque. Talvez pela sua aversão aos holofotes, à atenção das pessoas...Então visto tuas letras com o mesmo verde terra que saíste hoje! Não é a cor mais bonita, mas a que me deixa um pouco mais a vontade: tão verde quanto eu, tão pratico e centrado quanto a terra. Por enquanto é assim que vou te mostrar. Não estou certa se esta cor muda, pode ser que mude em milhões de cores que eu não consigo perceber.... E não quero estar insensível a essa mudança... Me ensina a ver todas as suas cores???

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 08:48:42 [ (13) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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Ê!!! agora tenho espelho em casa!!!!!

Bom, nem vale muito a pena contar a saga das persianas que me deram um tanto de trabalho no domingo...Tudo bem, a "periquita descontrol" passou... Agora "só" me resta trocar a que falta errada e instalar. Mas os espelhos já estão instalados!!!!! Tem um no banheiro e um atrás da porta do quarto...eeeeeeeeeeehhhhhh!!!! Mas por que eu sou mais bonita no espelho da Marisa? A vida é cheia de mistérios!!!! E o Sérgio tá qui me olhando com cara de pena:

"Coitada, como os virginianos sofrem....." Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 08:28:51 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

16 de Agosto 33-66-FF

Precisava deixar registrado aqui de alguma forma essa falta. Uma falta que não faço idéia de onde vem, mas que toca o fundo da minha alma. Uma falta que agora só você atenua. Por mais que seja transitório, (a vida é feita de escolhas felizes por mais que a gente não tenha consciencia no momento) você atenua. Fica perto. Só olha pra mim. É suficiente.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 13:32:05 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

15 de Agosto Buk

Como eu havia prometido estou linkando o "Notas de um velho Safado". E estou aproveitando para comentar que esse ano eu li pela primeira vez o Charles Bukowski. Pesaaaaaaado. Mas eu adorei. Sabe o tipo de leitura que te marca. Vira e mexe eu vejo alguma coisa que me lembra o espirito do livro ou as figuras de linguagem que ele usava. Sem contar que ele era leonino que nem meu pai e chegado numa manguacinha. Só espero que meu pai chegue aos 73. Pelo menos. Tem situações lá na empresa onde eu trabalhava que me fazem lembrar do "esmagador de culhões". Eu já falei pro Sérgio procurar, que em algum lugar daquela empresa deve ter alguma salinha fechada que a gente pensa que é deposito e na verdade é A sala. Eu prefiro pensar que as pessoas são submetidas contra a vontade ao esmagador de culhões para proferir pérolas como :"É, eu preciso do meu emprego não posso ficar reclamando assim de não terem terminado a obra na loja um dia antes da inauguração"... Que elas no estado normal não fariam um comentário como esse. Báh, anyway. Fica aqui registrada a minha simpatia ao Velho Safado. E desde de quando ser autêntico é ser safado? hein hein hein?

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Altas viagens durante esses dias. Me sinto meio estranha. Não sei dizer o que acontece, mas não deve ser totalmente bom, afinal, ando com uma tremenda queimação de estomago que tem me tirado a fome (aha, isso talvez não seja tão ruim assim...hehehe), um cansaço que não me deixa mais acordar cedo para fazer o que eu gosto de fazer, e uma sensação de "where do i go from here".... "If I knew the way I'd go back home But the countryside has changed so much I'd surely end up lost Half-remembered names and faces so far in the past On the other side of the bridges that were burned once they were crossed" Cara! Tá dificil de se achar ultimamente, então acho que por dentro eu resolvi dar um break. O saco disso tudo é que eu me sinto muito sem sal, mas do que eu já só quando me esforço em não ser. Além do mais, dezembro é um mês imbecil, e a cada ano eu acho isso bem mais obvio. E no natal que as falências familiares ficam mais flagrantes. Está ficando cada vez pior e no meu caso de

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filha unica, é pior ainda. E a musica não sai da minha cabeça. Estou especialmente sensivel ao lado melancolico do Elvis. na verdade estou particularmente sensivel a tudo do Elvis. Mais na verdade ainda, ESTOU COM UMA RECAIDA DE ELVIS DESGRAÇADA!!!!!! Mas estou resistindo bravamente a sair comprando coisas dele. Anyway, voltando ao papo de fim de ano, tudo que eu queria era ficar umas duas semanas fora, sozinha, como se eu não fosse eu mesma. Vivendo uma personalidade a parte, uma fernanda pessoinha. Mas escrever não substitui viver. Essa está sendo a parte mais triste de tudo. Contudo (nossa, nunca usei esse termo em textos meus), ajudar a manter a sanidade. Sanidade. Será que eu quero mantê-la mesmo? Ahá!! Sei lá!

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Como disse no quinta feira - eu não sei, eu não sei, eu não sei!!!!! Saco!

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 20:07:28 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 23 de Novembro Fragmentos de Sonhos BRASIL, Mulher

Fragmento #1 - Gêmeos i'm looking

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Eu estava bem como Sérgio, juntos, quando de repente, aparece outro Sérgio igualzinho. "Você nunca me disse que tinha um irmão gêmeo". "É, tenho". "Òtimo, então agora eu tenho dois Sérgios". E pensei comigo, poxa que legal. Vou ter dois Sérgios só pra mim.

Diário (nem tanto assim) de um Físico A Sabedoria da Mentira

Fragmento #2 - Cabelos 01/03/2009 01/08/2008 01/03/2008 01/06/2007 01/05/2007 01/04/2007 01/02/2007 01/12/2006 01/08/2006 01/05/2006 01/04/2006 01/03/2006 01/02/2006 01/01/2006

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Meus cabelos estavam compridos (diferente do ultimo sonho onde para ficar "linda" eu percebia que tinham cortado os meus cabelos bem curtos, e deixado-os pretos) mas podres e saiam aos pedaços na minha mão. Eram vermelhos e dum

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What now, What next, Where to? - UOL Blog 01/12/2005 01/11/2005 01/10/2005 01/09/2005 01/08/2005 01/06/2005 01/05/2005 01/04/2005 01/03/2005 01/02/2005 01/01/2005 01/12/2004 01/11/2004 01/10/2004 01/09/2004 01/08/2004 01/07/2004 01/06/2004 01/05/2004 01/04/2004 01/03/2004

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vermelho mais forte em alguns pontos (meio como os reflexos que eu queria fazer) mas estavam estragados. Totalmente estragados. Fragmento #3 - Sad Old Man Estava passando por um hotel e vi um senhorzinho todo

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arrumadinho. Cabelos bem branquinhos, curtos e olhinhos azuis. Ele estava muito ansioso e frustrado, parecia uma criança, porque a garota de programa que ele havia contratado para lhe fazer companhia não tinha vindo e não viria mais. Eu me ofereci para fazer o papel dela. Ele já havia sido alguém famoso e de posses. Fiquei curiosa pra ver como era tudo que ele havia preparado para ela. "Eu preparei o apartamento todo para tomarmos um vinho, e ficarmos juntos, está tudo tão bonito... Você faria isso por mim?" Pensei, "tadinho, tão solitário". E eu fiquei com vontade de participar daquele cenário, e ao mesmo tempo resolver o problema do velho. Era só ir lá e abrir as pernas. "Sim, porque não?" "Então vamos subir". Chegando lá, era tudo muito pobre, muito pobre e improvisado mesmo. Eu percebi

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nos olhinhos dele que ele era realmente sincero e estava se portanto no seu melhor estilo e fazendo o seu melhor. Mas infelizmente era tudo muito simplório. Me senti muito mal, porque já havia assumido o compromisso de fazerlhe companhia (e tudo mais que ele esperava com aqueles olhinhos doces) mas chegando lá aquela pobreza toda e aquele olhar de ansiedade senil e devoção me tiraram o tesão totalmente. Tive pena. Eu percebia que enquanto estávamos sentados no chão vendo tv, ele vinha se aproximando de mim e eu ia ficando agoniada, porque tudo ali era muito broxante. Eu merecia mais que aquilo. Trepar por dó? Ao mesmo tempo pensava: "Não era isso que vc queria? Passar por uma experiência? Você tem essa chance. Pobre, mas é uma chance. Converta-a. O que vc vai dizer se não fizer? Tampa o nariz e vai." Mas era impossível. Como comer peixe. Não é uma coisa que vc simplesmente não gosta, ela não desce... Eu era uma covarde - "era só abrir as pernas". Estava já me preparando para dizer que eu tinha amarelado, quando tive uma sensação estranha. Ele acariciava a palma da minha mão e como eu estava distraida me senti excitada. Mas logo caí em mim e percebi o ridiculo da situação. Cheguei até a pensar "se ele continuasse assim talvez até desse pra rolar alguma coisa", mas não sentia mais nada, só a sensação ridícula da situação. Nessa hora decidi que iria pedir para desistir de tudo. E acho que consegui. Aconteceu mais alguma coisa, mas eu não lembro.

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 14:41:03 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Sonhos

Acho que não escrevia sobre meus sonhos. Mas diantes das últimas transformações internas que estão acontecendo, acho que devo relatá-los, senão para fins terapêuticos, pea beleza dos símbolos. No primeiro, eu estava num voando e percebi que "meus temores se realizavam" quando uma turbulência diferente fez o avião cair. Foi no exato momento em que passei pelas mesmas nuvens que uma semana antes, na viagem para o Rio de Janeiro, me deixara apreensiva. "Meus temores se realizavam" porque toda vez que eu vôo, num determinado momento, penso naquele acidente do Fokker 100 da TAM, nas pessoas que estavam lá. Que não eram diferentes em nada, até aquele momento, de mim. Que aquele momento poderia se repetir. E que naquele momento, no meu sonho, repetia-se. Comigo. As nuvens não deixavam ver nada. Caimos vertiginosamente. Mas o avião não explodiu. Se partiu, mas não explodiu. Tínhamos como sair de lá. Parece que ninguém se http://enbaoli.zip.net/arch2004-11-01_2004-11-30.html[11/06/2009 14:10:05]


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feriu. Mas não sabíamos se o avião iria explodir ou não, portanto era bom que saíssemos rápido. Me via do lado de fora, mas desconfiava que, como das outras vezes (nos sonhos da casa incendiada e da igreja que desabava), eu não ia conseguir deixar o local do acidente. Que alguma coisa iria me prender lá. O que, de fato, aconteceu: tenho que esperar um rapazinho loiro que precisava buscar um saquinho de veludo carmim com gemas de diamantes lindíssimos que eram tudo o que restou da família dele. Ele não podia deixar para trás. E eu não iria entrar, mas teria que ficar lá enquanto ele não voltasse. Será que ele iria encontrar? Será que com o acidente, uma peça tão pequena não poderia ter se perdido lá dentro? Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:57:46 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

15 de Novembro VP ou PV?

Li muito pouco sobre Nietzsche. Muito pouco mesmo. Gostei do pouco que li, mas confesso que o conceito de "Vontade de Potência" não ficou muito claro. O próprio

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nome já acho meio estranho, mas foi através desse treco que eu cheguei a um conceito que acho que vai ser muito importante para mim: a "Potência da Vontade" A "Potencia da MINHA Vontade". Qual é afinal a potência da minha vontade? Percebi que ela é tremendamente baixa. Como se querer alguma coisa não fosse motivo suficiente para tê-la. Como se eu precisasse do feedback total dos outros. Só que por um momento eu percebi que isso não é verdade. Eu tenho que querer e pronto. Mas como eu tava falando pro Mauro agora, quando vc quer vc tem que dar a cara a bater. Em coisas menos importantes eu faço isso. Mas, nas que realmente importam, eu não arrisco. E tem também aquele detalhe que eu aprendi na palestra do Campbell: a gente tem que estar preparado. Sempre, pra não ficar com esse sono e essa queimação de estomago na primeira reação contrária. Aprender a fechar as portas na hora certa. O problema é que eu abro e depois esqueço de fechar. Isso demanda energia. E força. Eu ainda sou ridiculamente frágil. Essa é a conclusão. "Ainda". http://enbaoli.zip.net/arch2004-11-01_2004-11-30.html[11/06/2009 14:10:05]


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Se cai, até tem força, mas tem preguiça de levantar. Que absurdo! Escrever e falar me fazem bem. Ufa! Falar desopila, calar potencializa. Agora que eu descobri isso tenho que saber quando calar e quando falar. A arte de viver! Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 10:29:27 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

04 de Novembro ê dor de corno!!!!!!!!!!!!!!

Don't look so sad, I know it's over But life goes on And this old world will keep on turning Let's just be glad, we had some time To spend together There's no need to watch the bridges That were burning. Lay your head upon my pillow Hold your warm and tender body close to mine Hear the whisper of the raindrops Blowing soft against the window Make believe you love me one more time For the good times. I get alone, you've found another And I'll be here if you should find You ever need me. Don't say a word About tomorrow or forever There'll be time enough

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For sadness when you leave me. Just lay your head upon my pillow Hold your warm and tender body close to mine Hear the whisper of the raindrops Blowing soft against the window Make believe you love me one more time For the good times. Eu tava pensando em escrever sobre as minhas últimas impressões, mas novamente, o Elvis começou a "whisper in my ear a tender song. The sadiest i ever knew". Então, eu achei que como ela traduz exatamente o que eu sinto agora, eu não sei se ainda preciso escrever alguma coisa a mais. É uma coisa estranha na boca do estômago, um misto de tristeza e curiosidade... E resignação. De alguma coisa que sempre esteve aí, mas que agora vista de outro ângulo... sei lá... parece que sempre foi claro mas que não era momento de encarar de frente. Agora, é como meu dente que deu canal. Sem quase dor nenhuma, pra falar a verdade eu nem sabia que estava morto. Bom, mas esse morto eu vou enterrar com o celular e algumas baterias extras. http://enbaoli.zip.net/arch2004-11-01_2004-11-30.html[11/06/2009 14:10:05]


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Quem sabe é só uma catalepsia? E como diz o Elvis, o Kenny Rogers, sei lá mais quem: "But life goes on And this old world will keep on turning"

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:48:21 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 28 de Outubro Pequenês BRASIL, Mulher

Eu falhei.

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Como deixar o orgulho de lado e fazer o que tem que ser feito. Como manter o sangue frio e tomar a atitude que transforma. Talvez meu papel naquele momento era trazer tudo aquilo para a realidade prática.

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Virtuosa Realidade Ana - Pronde vão todos esses bits? Fahrenheit 952 Costume Vicioso Sóstenes Arruda Try to Scape! Coisas que acontecem Blogui du Willxu Notas de um Velho Safado Diário (nem tanto assim) de um Físico A Sabedoria da Mentira

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"Eu tenho uma pergunta a fazer. Antes de tudo gostaria de avisar que parece que o som não está bom, o pessoal da fileira daqui de trás não está conseguindo escutar o que está sendo dito. Bom, a pergunta é a seguinte: Como fazer o ser humano "acordar" para essas grandes verdades, se ele se perde tanto com o trivial diario. Como que podemos fazer com que diante de verdades tão prementes, a humanidade não se perca em detalhes tão pequenos, com posturas tão arrogantes?" A oportunidade nasce da crise e o Joe

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sempre me mostra isso da forma menos teórica possível. Bitter-sweet facts. A maravilha e a brutalidade. Normalmente a brutalidade vem da pequenês da raça. Mas acho que falhei pelo nervoso e pelo orgulho. Era o gancho que eu precisava. Era, se* não tivesse ficado tão nervosa. Vô Joe, acho que eu entendi a sua lição: A maravilha e a brutalidade. Juntas. Aceitá-las. Mas nunca estar despreparada. Tenho muito o que aprender. * mas como diz a minha amiga Leandra, o "se" não existe. Portanto, definitivamente, eu falhei. Nove na primeira posição significa: As pegadas se entrecruzam. Se o homem se mantém sério, nenhuma culpa. Amanhece, e o trabalho se inicia. Após ter estado isolado do mundo exterior no sono, a alma começa a restabelecer suas relações com o mundo. As marcas das impressões se entrecruzam. Atividade e pressa imperam. Nesse momento, o importante é preservar o recolhimento interior e não se deixar levar pela agitação da vida. Se permanecer sério e concentrado, o homem alcançará a clareza necessária para a análise das numerosas impressões que lhe chegam. É precisamente no começo que esta séria concentração é importante, pois no início está a semente de tudo que se seguirá.

O que é isto? Leia este blog no seu celular

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 07:36:50 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

23 de Outubro Ensaio sobre "participar da vida"

Nove na primeira posição significa: Conduta inocente traz boa fortuna!

Os impulsos primordiais do coração são sempre benéficos; pode-se segui-los confiante, seguro de que se terá boa fortuna, e os objetivos serão alcançados.

Pra chegar onde vc quer, às vezes vc tem que http://enbaoli.zip.net/arch2004-10-01_2004-10-31.html[11/06/2009 14:10:41]


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passar por caminhos sujos. Como não se sujar? Ou melhor, como se sujar por fora, mas ter certeza que um banho resolve. Que vc não é suja por dentro? Que não foi vc que criou toda essa sujera? Como delimitar espaços sem criar prisões?

Talvez essa seja a questão.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 14:31:03 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

22 de Outubro Teoria

Se o sono não fosse bom, os homens não acordavam de pau duro. Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 10:06:03 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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19 de Outubro Amadora

Sou amadora. Tenho cada vez mais certeza disso. Só faço se amo. Por tesão e curiosidade. Nunca me senti a vontade com o termo "profissional". Me parece destituido de vida, de cor. Várias coisas me passam na cabeça durante o dia. Vários anseios (já percebi que gosto dessa palavra - é mais suave que desejo) me passam pela cabeça durante a vida. Resolvi da atenção a tudo isso. E ver no que é que dá. Me permitir transformar a vida em um treco excitante. Tirar o carro dos trilhos, pra botar a vida na linha. UAU! Sou uma mulher. Estou gostando disso.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 14:03:57 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

13 de Outubro ???

em que exato momento a gente deixa de ser mulher para virar caça? em que exato momento a gente deixa de ser transgressão para virar vulgaridade?

qual é o exato momento?

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eu realmente gostaria de saber. Hehehe - o Enbaoli costumava ser mais bem humorado... Costumava...

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 14:09:49 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Samsara

ás vezes penso em desistir. nunca pensei nisso antes. o azul toma conta. moddy blue. eu sinto que não estou tentando satisfazer mil desejos. estou na conquista de apenas um.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 06:36:11 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

10 de Outubro "Numa aula de português" ou "Mal sabia eu naquela época..."

"Instituto N. S. Auxiliadora. São Paulo, 13 de fevereiro de 1990. Beth Cury

Redação e Gramática - Criar o texto: Um aluno meio ao contrário na escola do contrário. "Era uma vez"... ou talvez duas, uma escola diferente. A primeira vista, não era uma escola

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diferente , parecia apenas um lugar de ensino intensivo. Nas salas, havia formulas, regras e sistemas em todas as paredes, acredito que para melhor fixação das idéias. Um dia, resolvi assisitir uma aula. Sabe, às vezes eu achava chato o meu sistema de aula, mas nunca vi algo como isto: todos os alunos altamente compenetrados, nenhum abria a boca, tudo muito certinho, totalmente contrário a qualquer escola que já conheci. Os professores, muito sérios, falavam o estritamente necessário, sem nem um esboço de sorriso ou amabilidade. Percebía-se uma certa infelicidade ou qualquer coisa nesse estilo entre alunos e professores. Isto parecia que aumentava nos intervalos e no recreio, onde ninguém parecia ficar a vontade. Todos pareciam gênios em aula, os problemas eram resolvidos, dos mais dificeis aos impossíveis, sem nenhuma dificuldade aparente. Mas apenas aparente. Em uma das aulas que eu pude assistir (mas não acompanhar porque o nivel era altíssimo), fiquei sabendo de uma das raras histórias desta escola: certa vez, há muito tempo, um aluno chegou a pegar faculdade. Acredito que foi o único, pois os meninos desta escola não prestavam vestibular para não ter que cortar os cabelos (totalmente egoístas, superficiais e vaidosos). Não que não tivessem nível. Uma gente estranha, infeliz. Eis que de repente, no meio de uma das aulas, entra na sala uma pessoa. Pinta de sábio, seus trinta e poucos anos, rosto simpatico, feições agradáveis, parecia iluminar aquele ambiente "dark", http://enbaoli.zip.net/arch2004-10-01_2004-10-31.html[11/06/2009 14:10:41]


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sombrio em sua essência. Dava pra sentir sua presença como uma luz no fundo de um poço. Esse homem veio decidido, entrou, olhou para todos com ar condoído. Imaginei perfeitamente o que deveria estar pensando - "pobres crianças!" - Ficou um bom tempo analisando e tentando captar o que tinha no ar daquela classe. A classe por sua vez, via o homem com um olhar de pouco caso, alguns nem tomavam conhecimento daquela presença de aparência tão boa, tão positiva. A voz daquele homem ecoava pela sala como de um martelinho quebrando de uma vez uma pedra de gelo. A medida que falava o que tinha para falar, os alunos se entreolhavam assustados e aos poucos iam, como se encontrassem algo de sobrenatural, desesperando-se. O homem retirou-se, convertendo aquela sala num quase inferno. Meu Deus! O desespero da sala começava a me assustar. Era como se tudo desestruturasse, despencasse e parecia que queria me levar junto! Tudo escurece. Abro os olhos, meio tonta, olho o relógio, levanto. Tenho que me arrumar para ir para a escola. Um dia normal até que vi um homem, de uns trinta e poucos anos, com feições mais ou menos conhecidas, sabe, do tipo "já vi este cara antes". Isso atiçou minha memória e aos poucos fui lembrando de cenas de uma escola, onde apenas uma frase ecoava "Meus filhos, ah, meus filhos. Vocês entendem o que fazem? Vocês sabem a razão de tudo que estão fazendo?" Chegando em casa, depois do http://enbaoli.zip.net/arch2004-10-01_2004-10-31.html[11/06/2009 14:10:41]


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almoço, tentei lembrar e entender o que aqueles lances de imagem queriam dizer. Ah, Deus! Será que era eu que não sabia o que estava fazendo? Será que era eu que estava agindo como automato, apenas desenvolvendo uma inteligência aparente? Seriam os alnos o meu consciente perturbado que bloqueava o meu verdadeiro eu?!?!?!? Tudo não passou de um alerta." Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 09:50:42 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

06 de Outubro O importante é ter estilo.

Não existe feiúra quando se tem estilo. E estilo não tem a ver com posição social, com dinheiro. Tem a ver com posicionamento, com atitude. Não tolero gente sem estilo. Estilo e carisma andam juntas. Mas carisma não é popularidade. Carisma e estilo são as ferramentas que fazem nossa alma ser visível. Como ela é. É preciso coragem para ter estilo.

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E as pessoas normalmente não têm.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 10:31:07 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 26 de Setembro A questão "Marte" BRASIL, Mulher

Um pouquinho de astrologia. É inquietante quando a natureza de algo é tolhida pelas circunstâncias.

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Marte é o planeta da ação, do impulso, da guerra. A conquista, a força. Da reta, do vigor. O caminho mais curto para a energia de marte com certeza é a reta, uma reta que rasga. Como uma arma de fogo. No meu caso, essa arma está voltada pra mim mesma, para dentro. Enquanto escrevo, me lembro de um filme com o Harrison Ford, que no momento me escapa o nome, onde no final uma mulher está toda amarrada e qualquer movimento em falso pode detonar um mecanismo explosivo que poe tudo a perder. Essa é a energia de marte na 12º casa. Uma arma virada pra você mesmo onde vc por mais que tente não está com o dedo no gatilho. Na minha vida, tem sido assim. Eu não posso disparar esse gatilho. Tenho que tomar muito cuidado, qualquer descuido pode ser letal. Já passei por isso uma vez. Não quero passar de novo. Ainda estou aprendendo a entender esse mecanismo para poder usá-lo da melhor forma possível. Dessa forma, pessoas que estão com suas "armas em seus devidos coldres, virados para baixo" podendo saca-las usá-las para fora no momento que quiserem, me assustam, me fascinam. Me sinto impotente. Ainda. Talvez eu esteja no caminho certo. Tomara.

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22 de Setembro vejo meio embaçado...

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Tomei uma puta bronca do meu irmão por conta disso: Sábado foi um momento feliz, mas eu não registrei nada. Nem aqui nem em qualquer outro lugar. Engraçado, quando me lembro da festa de sábado, lembro de ter "passado" por ela. Sinto que realmente foi um momento feliz, onde o http://enbaoli.zip.net/arch2004-09-01_2004-09-30.html[11/06/2009 14:12:22]


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astral de todos estava bem up apesar de alguns estresses inevitáveis, mas que eu passei por ela. Não que eu não tenha aproveitado. Eu aproveitei, mas como quem olha de longe. Claro que espero fazer isso mais vezes - juntar todo mundo num domingo de manhã para jogarmos e almoçarmos - mas o que percebo é que o que rolou no sabado parece que não foi pra mim. Não me senti lá de fato. Luis, desculpa, mas não tem mais muito o que escrever. Sinto que sábado marcou a consolidação de uma etapa de mudanças decisivas na minha vida. E que, como eu disse no texto inaugural desse blog quando ainda era do ig, eu estou tranquila. Confesso que estou me estranhando, não tenho vontade de rir ultimamente.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 07:04:30 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

17 de Setembro Setembro, 18

tuuuuuuuuuuu, tuuuuuuuuuuuuuuu, tuuuuuuuuuuuuuuuu... "Alô!?" "Alô mãe?" "Oi Paula" "Para todos, setembro é associado a primavera, a manhãs azuis e sombras claras, ao desabrochar da vida. Mas sempre, na verdade quase invariavelmente, o meu dia, é nublado. O mês é da primavera, mas em 18, ainda é final do inverno! Eis que a natureza revela a minha essência. Uma pessoa sorridente de alma gris!"

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"Nossa, filha, é verdade. Nunca tinha pensado dessa forma!!!! É verdade." "Pois é mainha... A natureza é sabia. A gente tem que saber ler.... A propósito, PARABENS!!!!!!!" "Ah, é..." ""Ah, é" ou "brigado filha pela lembrança" ...? Trinteioito anos de casada não se faz sempre." "Ah, sim...O seu pai tá aqui...quer falar com ele? " Mais um dezoito de setembro. Costumo dizer que vc pode ter duas abordagens para se referir a essa data. A primeira delas é a de praxe: "Parabéns, vc está cada vez mais bonita, inteligente, experiente...Mais feliz!" A outra é: "Meus pesames, vc está um ano mais proxima da morte". Ambas são verdade. Qual você escolhe?

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05 de Setembro Ah, setembro, setembro - o mês sete que é nove

Confesso que nos ultimos tempos eu andei meio sem vontade de escrever. Não que situações hilárias não tenham acontecido...Aconteceram, sim. Mas por outro lado fiquei meio assustada: "cuidado com o que vc deseja..." Na verdade, no meu caso ultimamente tem mais sentido o "cuidado com o que vc alimenta" . A planta pode ficar maior do que o vaso. E definitivamente eu sinto que o vaso está pequeno demais pro quanto essa planta pode crescer. Então resolvi dar uma brecada. É só uma trégua, para avaliar melhor

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os caminhos antes de sair arrebentando a calçada... Fiquei também meio intrigada com a quantidade de comentários tanto escritos quanto falados a respeito da minha amargura. Principalmente no Virtuosa. Uma das coisas que percebi também e até comentei com o Sérgio, foi que acho que sou uma pessoa triste. Uma pessoa triste que disfarça muito bem. Tive certeza disso olhando as fotos antigas que organizei para minha mãe e reparando na minha atitude hoje na casa dos meus pais. Me anestesiei tanto da vida que acho que perdi o atalho de volta. Viver dói muito. E vc não precisa ser um mártir sofredor para sentir essa dor. Dor de ser rejeitado, dor de se sentir ridículo quando está vulnerável, dor da perda, de acompanhar o começo e o fim das coisas das quais vc gosta, a dor de olhar para trás e ver que um monte de coisa já não faz mais parte da sua vida e que foi tão importante. Acho que acabei me anestesiando tanto pra isso, que hoje só sobra o sorriso: um sorriso sardonico de quem diz por dentro - FODA-SE! ARREGANHA A CARA AI QUE NINGUÉM VAI PERCEBER NADA. "Ah, Paula, eu lembro de você como uma criança muito falante e sorridente". "Ah, Paulinha, pelo amor de Deus, não era isso também - eu realmente queria que vc tocasse caixa na fanfarra, mas eu nunca disse que vc era uma idiota só porque pegou o prato..." "Deus me livre, acho horrivel essas meninas fumando com a pele toda retalhada de tatuagem... Ainda bem que vc nunca pensou nesse tipo de coisa, Paula"... "Até porque, se sendo do jeito que eu sou vc já morre de desgosto, imagine só....!" "AI PAULA, PORQUE VC SEMPRE FALA ISSO... Não é assim, eu não penso assim. Da onde vc tirou isso?" "Uma coisa é o que vc pensa, outra coisa é como vc faz...." ha ha ha ha ha haha ha ha ha ha haha ha ha ha ha ha O que você pensa, o que vc faz, e como os outros te entendem....Isso dá papo pruma vida inteira. Milan Kundera passou a vida retratando esses problemas de comunicação... E como eles http://enbaoli.zip.net/arch2004-09-01_2004-09-30.html[11/06/2009 14:12:22]


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machucam. Mas ao contrário do que o texto mostra, eu não tô botando a culpa na minha mãe. Só tô querendo deixar claro que cada pessoa tem um filtro. E o meu, pelo jeito, é de pessoa triste. Pessoa triste que disfarça muito bem. ... Ontem sonhei com tuaregs, filomenas, psicologos, livros e brincos. Acordei, aposentei meus brincos de então e comprei brincos de pedra azul. Uns azuis como os do sonhos e outros vermelhos. Um anel de madeira vermelho também. Ah, Setembro, setembro....

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 23:03:13 [ (6) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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Virtuosa Realidade Ana - Pronde vão todos esses bits? Fahrenheit 952 Costume Vicioso

Na minha forma de entender, as coisas funcionam mais ou menos como o mito de Zeus e Sêmele. "Apaixonado pela bela Sêmele, Zeus prometera atender a qualquer desejo seu. Quando ela estava grávida, instigada pela ciumenta Hera, disse ao imortal amante que desejava vê-lo em seu aspecto normal. Contristado, Zeus atendeu o pedido e, ao mostrar-se em todo seu esplendor divino, Sêmele morreu carbonizada pelos raios que dele emanavam. O pai dos deuses conseguiu, no entanto, salvar o filho e guardá-lo em sua própria coxa, onde ele completou seu desenvolvimento." Ou seja, não importa qual seja a grande verdade a ser dita, as pessoas (somos mortais, não?) têm o tempo certo para perceber algumas coisas. Afinal, não é todo mundo que tá afins de ser fulminado por uma verdade qualquer. Só pra ter a honra de dizer que participou da geração de Dionísio... Isso foi uma coisa que eu aprendi na época do tarô: existem verdades que precisam ser ditas, sim, mas com responsabilidade e cuidado. As pessoas não são feitas de pedra.

Sóstenes Arruda Try to Scape! Coisas que acontecem Blogui du Willxu Notas de um Velho Safado Diário (nem tanto assim) de um Físico A Sabedoria da Mentira

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 21:20:29 [ (6) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Ser invadido

Que coisa mais louca. Estou a vários dias tentado escrever o que tenho percebido sobre "como funciona a cabeça dos homens, como sentem os homens".

01/03/2009 a 31/03/2009 01/08/2008 a 31/08/2008 01/03/2008 a 31/03/2008 01/06/2007 a 30/06/2007 01/05/2007 a 31/05/2007 01/04/2007 a 30/04/2007 01/02/2007 a 28/02/2007

Tenho vários "laboratórios" que observo todo o dia. Já sinto a resposta, (infelizmente a resposta implica na solidão espiritual feminina) mas não conseguia articular um texto sobre isso.

01/12/2006 a 31/12/2006 01/08/2006 a 31/08/2006 01/05/2006 a 31/05/2006 01/04/2006 a 30/04/2006 01/03/2006 a 31/03/2006 01/02/2006 a 28/02/2006 01/01/2006 a 31/01/2006

01/09/2005 a 30/09/2005 01/08/2005 a 31/08/2005

Coincidentemente, hoje entrei num blog. Nesse blog, escrevi um coment que me fez ter um insight.: " A sensibilidade nos homens é uma ferida que tem que ser aberta". Talvez nas mulheres, essa ferida exista sempre.

01/06/2005 a 30/06/2005 01/05/2005 a 31/05/2005 01/04/2005 a 30/04/2005

A sensibilidade é invasiva. Os homens não gostam de ser invadidos, tanto física como emocionalmente.

01/03/2005 a 31/03/2005 01/02/2005 a 28/02/2005

Sentem como se fosse uma coisa pouco digna se deixarem invadir. Seja pelo sentimento, pela dor, pelo dedo ou por qualquer outra coisa. Quando vc se deixa invadir, vc está indefeso, e os homens não gostam da dor. Não gostam porque não conhecem e nem querem conhecer. Estão satisfeitos com amores leves, companheirismo, cosquinhas na ponta do pau. É estranho.

01/12/2005 a 31/12/2005 01/11/2005 a 30/11/2005 01/10/2005 a 31/10/2005

01/01/2005 a 31/01/2005 01/12/2004 a 31/12/2004 01/11/2004 a 30/11/2004 01/10/2004 a 31/10/2004 01/09/2004 a 30/09/2004 01/08/2004 a 31/08/2004 01/07/2004 a 31/07/2004 01/06/2004 a 30/06/2004 01/05/2004 a 31/05/2004 01/04/2004 a 30/04/2004 01/03/2004 a 31/03/2004 + veja mais

Claro que não escrevo isso porque acho que o mundo dever ser concavo. Não! É só uma constatação. A constatação de que os homens não se sentem a vontade com nada que os invada. Até porque essa não deve ser a função deles. Mas é engraçado visualizar isso. Se a mulherada percebesse logo, talvez tivesse menos expectativas quanto aos nossos companheiros de jornada.

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 09:36:08 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

O Blog de Deus

Meus queridos, fiquei agradavelmente surpresa quando entrei no blog desse rapaz*. (não que a minha opinião valha muita merda, principalmente pra Gódi)

O que é isto? Leia este blog no seu celular

Ele deixou um coment há uns tempos atrás e eu depois de muita relutância fui lá dar uma conferida. Relutância, porque quem me conhece sabe que a minha cota religiosa ficou junto com o colégio de freiras que eu fiz há 14 anos atrás. Fiquei com medo de que fosse algum blog meigo com mensagens cristãs. Se existe uma coisa que eu não respeito, ou melhor, não entendo muito, são os dogmas e a linguagem das religiões judaico-cristã. Mas esse blog valeu a pena. Tá indicado o link. A sessão de perguntas é deliciosa.: minha vida tá horrível. Minha vida tá horrível, perdi o emprego, minha namorada me chifrou com outro, e hoje, meu pai revelou que é gay? Onde estás Deus? que não me ajuda?

Resposta: Cara, tua vida tá uma merda mesmo, hein? faz o seguinte... esse papo vai ser longo, meta um balaço na cabeça e vem aqui falar comigo pessoalmente. Gódi blogdedeus@bol.com.br - Escrito Certo, por Linhas Tortas por: Deus às 02:09 AM [ (4) Dizimistas Fiéis] [ Pregue a Palavra ]

Enjoy yourself! *P.S.: É muita pretenção minha chamar Gódi de "rapaz", mas que que eu posso fazer, eu sou folgada mesmo, até com Ele.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 09:13:13 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

19 de Agosto

http://enbaoli.zip.net/arch2004-08-01_2004-08-31.html[11/06/2009 14:14:15]


What now, What next, Where to? - UOL Blog Ana Paula na vida

"Nosso poder pessoal e nossa energia vêem da aceitação e integração dos nossos diferentes eus. Se há muito tempo está fora de sua casa, do seu interior, volte para ele o mais rápido possível." Runa Uruz Não poderia ser mais explícito. Só não consigo imaginar como juntar o En Baoli e o Virtuosa numa coisa só. Gosto deles cindidos. Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 13:15:46 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

18 de Agosto Ana Paula na cozinha

....Sé...? ....alô, Ana? Eu ainda tô aqui na loja! ...tá, tudo bem, eu sei, só quero te fazer uma pergunt... ...calma Ana, o Arnaldo já tá chegando, a gente já tá saindo... ...tá sérgio, eu só quero perguntar uma coi... ...já tamo saindo só falta pendurar uma plac... ...TÁ SÉRGIO, MELECA, ME ESCUTA: O QUE QUE ERA AQUELA COISA QUE TAVA NO FREEZER QUE PARECIA BATATA???? ...AH, aquilo era o que tinha sobrado do pudim, eu congelei para faz... ...tá, eu só quero saber se vc tinha alguma apego emocional com aquilo, porque eu acabei de refogar pensando que era batata. (pausa de processamento...) HAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAH ... com shoyo e tudo mais... ...mais aquilo é doce!!!!! ....é, agora eu sei.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 23:46:53 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Mario Lanza - Dicitencello vuie

Meu Deus!! Essa é a música para se ouvir dentro da orelha, rasgando.....

A voglio bene, A voglio bene assaie, dicitencello vuie, ca nun m'a scordo maie....

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 15:52:35 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

17 de Agosto Qual a sua cor?

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É estranho. Escolho a cor de qualquer um com tranquilidade. Parece que o fato de associar uma cor a um aspecto (o aspecto que eu conheço) de cada um, me deixa confortável. Mas, é dificil escolher a sua. Pensei no vermelho, mas não te vejo vermelho, apesar de ser uma cor que aprendi a gosta por conta sua. O azul, bom, o azul é brando demais. Sonhador demais, delicado demais para sua personalidade precisa. O amarelo nem passou pela minha cabeça. Não sei porque. Talvez pela sua aversão aos holofotes, à atenção das pessoas...Então visto tuas letras com o mesmo verde terra que saíste hoje! Não é a cor mais bonita, mas a que me deixa um pouco mais a vontade: tão verde quanto eu, tão pratico e centrado quanto a terra. Por enquanto é assim que vou te mostrar. Não estou certa se esta cor muda, pode ser que mude em milhões de cores que eu não consigo perceber.... E não quero estar insensível a essa mudança... Me ensina a ver todas as suas cores???

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 08:48:42 [ (13) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Ê!!! agora tenho espelho em casa!!!!!

Bom, nem vale muito a pena contar a saga das persianas que me deram um tanto de trabalho no domingo...Tudo bem, a "periquita descontrol" passou... Agora "só" me resta trocar a que falta errada e instalar. Mas os espelhos já estão instalados!!!!! Tem um no banheiro e um atrás da porta do quarto...eeeeeeeeeeehhhhhh!!!! Mas por que eu sou mais bonita no espelho da Marisa? A vida é cheia de mistérios!!!! E o Sérgio tá qui me olhando com cara de pena:

"Coitada, como os virginianos sofrem....." Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 08:28:51 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

16 de Agosto 33-66-FF

Precisava deixar registrado aqui de alguma forma essa falta. Uma falta que não faço idéia de onde vem, mas que toca o fundo da minha alma. Uma falta que agora só você atenua. Por mais que seja transitório, (a vida é feita de escolhas felizes por mais que a gente não tenha consciencia no momento) você atenua. Fica perto. Só olha pra mim. É suficiente.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 13:32:05 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

15 de Agosto Buk

Como eu havia prometido estou linkando o "Notas de um velho Safado". E estou aproveitando para comentar que esse ano eu li pela primeira vez o Charles Bukowski. Pesaaaaaaado. Mas eu adorei. Sabe o tipo de leitura que te marca. Vira e mexe eu vejo alguma coisa que me lembra o espirito do livro ou as figuras de linguagem que ele usava. Sem contar que ele era leonino que nem meu pai e chegado numa manguacinha. Só espero que meu pai chegue aos 73. Pelo menos.

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Tem situações lá na empresa onde eu trabalhava que me fazem lembrar do "esmagador de culhões". Eu já falei pro Sérgio procurar, que em algum lugar daquela empresa deve ter alguma salinha fechada que a gente pensa que é deposito e na verdade é A sala. Eu prefiro pensar que as pessoas são submetidas contra a vontade ao esmagador de culhões para proferir pérolas como :"É, eu preciso do meu emprego não posso ficar reclamando assim de não terem terminado a obra na loja um dia antes da inauguração"... Que elas no estado normal não fariam um comentário como esse. Báh, anyway. Fica aqui registrada a minha simpatia ao Velho Safado. E desde de quando ser autêntico é ser safado? hein hein hein?

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 09:41:01 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

A respeito do dia dos pais...

Visitando o Comtexto, vi um post sobre o dia dos pais. Me fez pensar. Lembrar. E escrever um coment que eu resolvi passar para cá. "Ontem fui deitar ouvindo Mario Lanza. Meu pai inscreveu Mario Lanza na minha memória emocional, então as vezes eu preciso ouvi-lo. E chorei, chorei muito. Pensei na transitoriedade da vida, das coisas que vivemos e ficaram para trás. Lembrei da verruguinha que eu e ele temos embaixo do braço esquerdo. Mas minha está infeccionando e acho que vai cair. Achei isso tristemente simbolico. Foi bom vc tocar nesse assunto. Acho que vou publicar isso no En Baoli. Um beijo." E a vida vai. Passa. E nós ficamos. Até passarmos também. Triste, né? Eu não conheço outro jeito.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 08:27:50 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

14 de Agosto oops..

Voltando ao papo de Central do Brasil, (não imaginei que isso iria render tanto), sonhei que o Othon Bastos tinha morrido. Na miséria. Eu não entendia como nem porquê. Fiquei triste e melancólica no sonho por conta disso.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 09:24:29 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

12 de Agosto Dá-me dos!

“Leandra, fala assim ó: Io voglio il bacio fredo” “Io voglio...”

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“Io voglioooooo” “Il bacio fredo”

“um bacio fredooooo...” “EEEEEEEEEEEEEHHHHHH!!! Aí Lela!!!!!! “É, Eu também vou querer um!” “Também..” ... “Bom, eu vou querer um “Negrone”... (silêncio)

HAHAHAHAHAHAHAHAHHAHA AÊ WAGNER!!! Um Negrone!!!!! “Il Negrone per il Finocchio!”

“É...heheheh ...”

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH “...xi....eu até desisti de pedir o meu....”

“ÓTIMO, então me dá dois!!!!” HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHA

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 23:30:42 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

...deep thoughts... Sabe Central do Brasil? Pois é. Quer lembrar da pior, a cena mais dolorida do filme? A Fernanda Montenegro no banheiro passando baton enquanto o Othon Bastos vai embora.... Embora....

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Acho que encontrei a imagem perfeita para descrever o que eu sinto.... Estou sentada na beira da estrada.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 23:07:56 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

A Granada

"Todo homem deveria ter direito a uma granada. Uma só. Na vida toda. Pra poder usar onde quisesse. Eu colocaria na buceta da Whitney Houston." "Eu explodiria o Fonto Prio". "E enfiaria no cú do cara que ficou atraz da gente quando a gente foi ver Tróia." "Eu amarrava no pau do Woody Allen" "Ah, Ursula... Mas Radio Day’s é tão bonito...".

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 22:55:36 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

11 de Agosto

oops

"Lêla, a gente pode pegar e de hora em hora ir lá no fundo e fazer um alongamentozinho básico." "É só pra Lê, ou eu também posso?"

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"Não! É só pra Lêla porque ela é minha amiga. ( pausa dramática de quem acabou de falar ) E porque ela me oferece o que ela come. ( De novo) Porque ela não bebe. ( mais uma vez) E porque ela é casada. Ela é um exemplo. Você não é nada."

...(silêncio dramático de quem está processando toda esse informação )... HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAH "Não, Wawoss, essa é muito boa. Essa vai pro blog...." “É Ana essa tem que ir pro blog mesmo!!!!” "Ah! Wagner, e tem essa também: Ela também dá no seu saco." HAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA "Falou a voz de Saturno" "Na quarta casa...heheheh" O menino está aprendendo.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 00:04:35 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Dezembro 1983 Olha, hoje a noite eu vou levar um presente que a Ana Banana te mandou. Mas vc tem que se comportar. É pai? O que que é? Vc vai ver quando eu chegar. ... ... ... Olha, a Ana mandou pra você. Ela comprou e mandou te entregar. Vamos ouvir? Nossa!!! Um disco do Elvis! Agora então eu já tenho dois!!!! Nossa!!!!! Põe pai! Putz, só tem musica lenta. Ah não! Tem esse Promised Land aqui...como é que se fala isso em inglês, pai? É um roquinho. Legal! Pai, quando que você vai me levar pra conhecer a Ana, hein? Ela tem tanto disco do Elvis... Queria tanto ir lá. A gente vai filha, a gente vai um dia desses.... .... ... ... Estava em férias, dezembro de 1983. Lembro dos presentes que meu pai trazia dos clientes do banco. Ele vinha com o carro cheeeeio de petrecos de vários tipos. Nessa época ele trouxe uma caixa de chocolates Surpresa que tinha figurinhas e relevo de bichos da mata...Eu não gostava desses chocolates, mas comia do mesmo jeito. Lembro que perto do Natal, acho que em dezembro, passou Elvis Triunfal na sessão da tarde e fiquei na espera. Estar durante a tarde em casa já era uma coisa diferente porque aquele foi o último ano em que estudei a tarde. E o primeiro ano em que gostei do Elvis. Era tremendamente interessante: estar em casa a tarde, ser dezembro, estar em férias e ver o Elvis com a familia toda (o meu pai saia mais cedo do banco na véspera de Natal). Era a época de Atari, e essa época tem cheiro de casa da Dalva. Tem cheiro de "deixa eu jogar um pouquinho???" Agora acabei de lembrar, nesse ano eu pedi bonecas de natal...Que estranho! Não pedi Elvis. Na verdade nunca pedi nada dele de natal.

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Eu andava muito de bicicleta. Mas sempre na calçada e bem devagar, no mesmo quarteirão... Poxa, quantas lembranças uma foto trás.... Nessa foto ele está com a roupa da capa daquele disco. E na fase que eu gosto.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 13:57:34 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

10 de Agosto

fragmentos do dia...

“...Ana, o que quer dizer "o olho"...? “...Hum?..." “..."o olho", essa carta aqui, sua pinguça!" "...Bom, na verdade, é uma carta bem (hic)interessante...." “...Xiiii, a Ana tá bebada...." "..É, eu tô mesmo, mas eu sei o que o "olho" significa.... A Rosangela tirou essa carta outro dia...." “...Ah, deixa pra lá.. depois cê me diz.! Sua pinguça! Leandra, a Ana tá bêbada, hahahahahha...." ... ... ... ...

Wawosinho.... tó a caixinha... pega uma cartinha: "Dê uma passo a frente das ilusões que persegue. Dê uma passo à frente do drama que cria por não atingir seus objetivos. Dê um passo à frente de si mesmo e veja que há outra realidade além da sua." Oí, essa é a sintese do "olho" , aquela carta que eu não consegui falar no sábado, viu, nêgo. Antes tarde do que nunca." ... ... ... Não basta só não ser funcionário, enfiar a cadeira no buraco, ter uma goteira na cabeça: tem que ser mulher também, CARAIO!!!!! Eu só me fodoio aqui. (voz de baratinha ) CARAIO, QUE ÓDIO, QUE RAIVA, FUDEU CA MINHA VIDA! ... ... ... Pausa para o Expresso do Oriente:

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 15:43:13 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

sam SARA speaks:

....Ah, na boa. Fogo no rabo de virginiano é que nem "busca-pé": quando bota fogo, ele sai correndo!!! SÁBIAS PALAVRAS AMIGA SARA, SÁBIAS PALAVRAS! Que merda!!!! Eu tenho vênus em escorpíão...isso podia ser diferente!!!!

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 11:17:48 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

09 de Agosto short cuts of my day.

Definitivamente o Denorex é uma figura estranha. Pra falar a verdade estou me tornando uma preconceituosa ao contrário. Não gosto de diretoria... Não entendo porque eles acham que eles tem que se misturar com a gente se na verdade eles não são como a gente. Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 16:02:40 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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08 de Agosto Porre!

Este foi realmente O porre. Posso dizer que foi o terceiro maior que eu já tive: ainda perde do primeiro lugar que foi o de Absintho uns dias antes da Leandra entrar na Marisa, e o da Praia Grande junto com meu pai. Não consigo fazer idéia do que pode ter causado isso, afinal eu sempre tomei vinho e nunca fiquei tããããão zureta. Talvez tenha sido o estômago vazio, quando eu vou nessas reuniões eu não costumo estar nem aí para a comida. Mas sei que foi tremendamente divertido.

Eu me lembro bem até a metade dos slides. Adoro ver slides. Lembro que falamos muito e eu estava falando alto para cacete. Depois não lembro de mais muita coisa. Lembro também do pessoal tentando me convencer a ir com o Leo que ele me levava até em casa, o que eu achei que seria uma tremenda sacanagem com o cara. Resolvi ir pra casa dos meus pais. Lembro também de apontar a casa do Roberto e ele entender que tinha que parar. Só lembro de gritar "não, não essa é a casa do Roberto, eu só to mostrando". Lembro de puxar os pelos do Wagner e ficar com o cotovelo enfiado nas pernas dele.

"Ana! Pára de amacetar meu saco, porra!!!" Quando cheguei na casa da minha mãe, lembro que deitei no colo dela e falei umas duzentas vezes que "você não gosta de mim". No fundo é verdade. Eu sei que ela não gosta muito, que ela me acha muito esquisita. In Vino Veritas. O bom, é que como ela estava sóbria e eu bêbada, ela vai lembrar de tudo que eu falei, mas eu não lembro de nada que ela falou...hehehe. Até porque, é sempre a mesma coisa. Até perguntei pro Wagner e pra Leandra se eu dei algum fora. Eles disseram que não, que eu estava só muito engraçada. Tomara, porque acordei com a sensação terrivel de ter denegrido totalmente a minha imagem...

Báh! Anyway, eu estou agora com a sensação de que sou totalmente vazia e desinteressante. Como se de repente eu percebesse (não pensasse) que eu não sou nada. Parece que em algum momento eu saí de mim e olhei, e não vi nada. Não vi profundidade nenhuma. Como se eu fosse uma grande fachada de predio de cenário. Nada. Oops. Não gosto de sentir isso. Acho que tirei todo o glace e percebi que não tem nada de bolo. Mas a sensação que isso me dá é mais de "mão a obra, vamos reconstruir

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Ana", do que "meu mundo caiu". Tudo sensações...Só sensações. Estranho.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 19:14:33 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

06 de Agosto abcdefghijklmnopqrstuwvxyz

O nosso sistema de escrita ocidental é meio xôxo em alguns pontos. Eu vou ter que botar umas imagens, porque só os textos coloridos não animariam nem a mim mesma ler...

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 22:45:16 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Por que?

Claro que tirando alguns poucos que realmente estavam fudidos, eu queria saber: Porque quase todos os mendigos que eu conheço são GORDOS??????? Segundo o Sérgio pode ser verminose, mas que eu saiba, verminose deixa a barriga gorda e os que eu vejo são gordos por inteiro. Segundo o Sérgio tb, eles se movimentam pouco.... Sei lá. Mas é uma dúvida interessante.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 22:37:07 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

parole, parole, parole....

Lendo alguns textos agora a pouco, eu fiquei com uma idéia que me cutuca desde hoje de manhã: "Mind Games" são escudos. A gente se esconde da vida analisando ela. Pensar demais, filosofar demais, juntar letrinhas demais para explicar o que vc deveria estar vivendo e não está, é complicado. Me lembrei de um lance de infância: quando eu descobri que a chuva vinha da evaporação das águas do mares e rios através do calor, achei que poderia fazer o mesmo dentro de um copo d'agua. "bom, se o principio é esse, posso criar um mundinho só meu dentro desse copo." Eu deveria ter uns 8 ou 9 anos. Um lance meio Truman Show. Hoje percebo que estou ou estava, ainda não sei, dentro de um "copo" de conceitos, pensamento, palavras e valores... Hoje em dia eu percebo que é dificil para mim ver serventia em alguma coisa que tenta ser expressa com mais de três linhas. A essência não pode ser explicada e as palavras não tem efeito direto nesse sentindo. Elas devem induzir e não ditar.

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 19:57:59 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Afinal, o consumismo vem de marte, o bom senso vem de saturno

"...putz, não lembro de que produto, mas esse papo me lembrou aquela propaganda: sabe? aquela que sai um time de basquete ou coisa do gênero de dentro de um fusquinha, mas ninguém começa a festa porque falta o vovô chegar. Daí, (rs) o vovô a gente imagina ser um cara velhinho, estropiado e chega um vovô saradinho e gostosinho....Parece esse papo que vc contou ai da obra, sabe, do concurso para ver que peão tinha o pau maior e quem ganhou foi o mais velho da obra!

...(rs) é verdade! (rs) mas tem uma coisa: a gente não lembra qual é o produto! Sabe que normalmente as empresas gastam uma grana preta para fazer essas propagandas... Grandiosas enquanto filme, péssimas enquanto propaganda... Não é? Tava vendo uma antigas da frigidaire e da brastemp: meu! dá pra lembrar direitinho quais os papos lá da super brastemp 65 com porta imantada ou da Litrovantagem da frigidaire! Simples pobres, mas diziam tudo,.... “... pois é.. todo mundo acha as propagandas das "Casas Cabia" uma merda: eu gosto, pelo menos elas me dizem o que eu quero saber." ...Falou a voz de Saturno!

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 08:20:31 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

a sacada de hoje?

"...então amiga, sabe qual eu acho que é a grande sacada da nossa conversa de hoje? ...vc não está fazendo nada nada para eles, mas tb nada por você. No fundo, inconscientemente, está fazendo o mesmo sacrifício que fizeram e te cobraram. Não deixa isso acontecer. Você pode ajudar os outros, mas nunca se esqueça de ajudar primeiro a si mesma... Reconcilie-se com seu lado virginiano... Beijinho, amanhã a gente se fala..." Meu! Que puta sensação boa! Sensação de encontrar a ponta de um nó.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 08:02:18 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Veja o rodapé da Veja.

Quando eu vejo homens públicos, engravatados, de meia idade, eu me preocupo: é neles que vejo o embotamento da velhice. Parece que nesses caras a velhice funciona como o Retrato de Dorian Gray. Os homens com grandes bochechas, cabeças quadradas, boquinhas rasgadas e nenhuma vida no olhar. Quede vida? Porque estes homens não envelhecem como Niemeyer? Como o Paulo Autran? Eu já sei a resposta, mas mesmo assim quis perguntar. E nós normalmente, já tão acostumados que estamos em ver essa feiura, ainda votamos nesses tipos....Detesto cair nesse lugar comum, mas foi inevitável! Quer ver o que eu vi? Pagina 56/57 e tenta imaginar se o sindico do seu prédio fosse alguns daqueles: como é que vc se sentiria....Que cheiro vc sente quando olha praquilo? Eu sei que poderia colar a foto que inclusive dese de estar disponível no site, mas sinceramente? Não quero estragar a minha pagina.

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 07:55:46 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

05 de Agosto Curtas

Andei olhando o Blog da Lucy, do Eduardo e outros e cheguei a conclusão que se ficar tentando criar textos quilométricos para poder justificar a publicação no En_baoli, vai dar em nada. Achei que esse blog ia sumir, mas não, e depois que o meu amigo Edilson disse que gostava do jeito que eu falava de mim mesma aqui, achei que era um sinal (afinal qualquer coisa que alguém com capricornio ascentente fala para mim é lei)... Vou escrever sempre. Nem que seja um pouquinhinho... Posso começar pelo "pois": vc já percebeu como o "pois" denuncia quem não sabe escrever direito e tá tentando passar que sabe? Para mim, o "pois" é o engessador oficial de textos... Não existe coisa mais "não-espontânea" que enfiarem um grave "pois" no meio de qualquer coisa.... Agora eu vou falar da "Xolla": Xolla era o nome da cachorra do Wagner. Ele disse que ela dava pra todo mundo. Ele disse também que me processaria se eu dissesse que ela foi o primeiro amor da vida dele, que ela dava pra todo mundo por conta de um amor entre eles muito do mal resolvido. Que na verdade ela dava pra todo mundo menos pra ele, porque tinha sindrome de Lucíola. Portanto eu vou salvar meu blog e não vou dizer nada sobre isso... Pra falar a verdade achei que esse nome tem tudo a ver com a "perseguida", portanto a partir de agora, buceta virou Xolla, com dois "eles" para ficar uma Xolla chiquê. Mon Dieu! Mais uma gravida aqui! O pessoal anda soltando a xolla mesmo!!! Deus me ajude!

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 19:02:35 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

01 de Agosto Fait des bons rêves... Depois que o Sérgio foi pra Americana eu voltei a dormir e comecei, depois de um tempo, a ouvir barulho na cozinha. Vi que ele tinha voltado: "O tempo está nublado, olha só, com essa chuva o pessoal acabou furando" Clima perfeito para curtir o tempo - o tempo de um domingo que normalmente é cinza, um dia estéril. Me fez lembrar aquele primeiro de janeiro chuvoso em que fizemos as pazes e ficamos tentando ver a posse do metalurgico. Olhei para nossa casinha alugada: Escura, simples, pequena, mas nossa. Nosso canto. A casa realmente precisava de um trato apesar de parecer organizada - ela se organizou, mas continuava empoeirada. Mas com certeza eu não faria isso. Não hoje. "Será que ainda dá tempo de ligar para minha mãe e tentar cancelar a Lia?" Já é manhã! "A propósito Ana, tem uma senhora que trabalhava para minha familia e que pode ir durante a semana, é só você deixar a chave" . Nossa não imaginava que ele conhecesse alguém que fizesse esse serviço... De qualquer forma, oras! Já teve dias em que a Lia não veio, pode ser que dessa vez ela não possa também. Está chovendo e é domingo... "É Paula, ela ainda não veio não... Não sei..." Eu mesma passo um paninho aqui. Não pisa! O chão ainda está ensaboado... Ele me abraça, na porta do quintal escuro. Clima intimista: o mundo está lá fora, mas dentro dessa casa, na penumbra, somos só nós. Enfim estamos sós. Escuto os acordes de Long Black Limousine.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog there's a long line of mourneys... Estou com aquela blusa fina que comprei para usar para ele... driving down a little street... Ele me abraça e sorri. Olha nos meus olhos e sorri com os braços em volta da minha cintura, o tecido fino da blusa deixa tudo tão leve, feminino... Oh the curve you didn't see...Eu realmente não vi essa tua curva, menina, durante tanto tempo, you're ridding, in that long black limusine... triiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim. merda!

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 08:41:52 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 24 de Julho Para sempre Jimmy BRASIL, Mulher

Eu sempre disse que esse menino ia longe!!!! E tá indo longe demais na minha vida. Ele já está fazendo parte dela. Já virou metáfora... i'm looking

"Spotless mind". What a show! What a Film!

through you...

Desta vez vou ser obrigada a tirar "Man on the moon" do primeiro posto das minhas preferências Carreyanas: "Spotless" em primeiro, "On the moon" em segundo e "Cable Guy" em terceiro.

Virtuosa Realidade Ana - Pronde vão todos esses bits? Fahrenheit 952 Costume Vicioso

Diferente de "Cine Majestic", que até tinha um enredo simpático, "Spotless" parece que foi feito para ele. Não existia outro cara no mundo para fazer aquele papel.

Sóstenes Arruda Try to Scape! Coisas que acontecem Blogui du Willxu Notas de um Velho Safado Diário (nem tanto assim) de um Físico A Sabedoria da Mentira

01/03/2009 01/08/2008 01/03/2008 01/06/2007 01/05/2007 01/04/2007 01/02/2007 01/12/2006 01/08/2006 01/05/2006 01/04/2006 01/03/2006 01/02/2006 01/01/2006

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Como pode ser tão doce! Convincentemente doce.... Às vezes (para falar a verdade, na maioria das vezes, quer dizer, oras, no filme inteiro!) eu via o Sérgio com aquele temperamento reservado, que fala pouco e sente muito.... Perfeito!!! Perfeito!!!! Perfeito!!!! Bom já vou avisando que não sou adepta desse papo de "não contar o final", até porque eu sou do tipo que fica mais interessada em ver o filme se alguém me conta como acaba, portanto se vc é do tipo que brocha, não leia, porque eu vou falar dos trechos do filme que eu gostei : Uma delas por exemplo é a cena da ultima lembrança sendo apagada,

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01/12/2005 01/11/2005 01/10/2005 01/09/2005 01/08/2005 01/06/2005 01/05/2005 01/04/2005 01/03/2005 01/02/2005 01/01/2005 01/12/2004 01/11/2004 01/10/2004 01/09/2004 01/08/2004 01/07/2004 01/06/2004 01/05/2004 01/04/2004 01/03/2004

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com a casa desmoronando, e a água do mar entrando. O jeito dele naquela cena é tocantemente doce e envolvente... Só mesmo um capricorniano poderia viver aquele jeito contido tão convincentemente... Aquele "ok!" final é dito com tanta emoção que eu me desfiz em choro... Assim como quando ela pergunta sobre a vida dele, dizendo que a vida dela era um livro aberto e ela não sabia nada dele... "Falar o tempo todo não é ser um livro aberto" Ô meu Deus, somos nós, somos nós!!! E achei a sacada das fitas devolvidas muito legal, tirou o óbvio do filme. Ele poderia sustentar que "começando do zero tudo podia ser diferente". Mas não: "olha se rolar mesmo vcs vão caminhar para x. Tudo bem mesmo assim?"

O que é isto? Leia este blog no seu celular

Isso me fez lembrar uma das vezes que nós brigamos e que ficou muito claro para mim que eu podia perfeitamente viver sem ele, mas que eu não queria. E não quero. A questão é: digam o que quiserem - EU SAI DO CINEMA DE ALMA LAVADA! What a show! What a film!

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 00:33:11 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

23 de Julho Pensando bem...

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Às vezes acho que minha vida daria um filme americano meio óbvio. Na realidade seria assim: Se o final do filme fosse eu redescobrir o amor de uma forma diferente com o Sérgio e vice-versa, seria um filme americano com boa bilheteria. Se eu morresse de uma maneira brusca hoje, talvez fosse um do Dogma 95. Se eu virasse lésbica e artista plástica talvez fosse um do Almodovar. Só não consigo imaginar o final se fosse francês.... Ah! sim: talvez eu virasse uma escritora famosíssima, falando cada vez mais intensamente do universo feminino, fosse morar com o Wagner (ou com a minha mãe - o que em termos figurativos daria mais ou menos no mesmo) e adotasse uma menina. E ninguém (nem Deus) saberia exatamente se eu fui ou não feliz. Até porque isso não iria importar.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 08:28:57 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

19 de Julho My little friend Estou aqui no trabalho tentando terminar uma Interferência (planta de iluminação) e ouvindo aquele CD do Elvis - o que eu mais gosto e achei que nunca teria na minha vida ... Pois é: Estou ouvindo mais precisamente "My little friend". E tive saudade do Roberto agora... "...I wish the time machine could take me back again/to the wonder of my first love..." Eu volto a 1989 e lembro de como era encadora aquela época. Claro que eu gosto mais do que vivo hoje, mas aquela época tinha um frescor e um brilho diferente... E o meu relacionamento com ele foi muito gostoso: daquele tipo de coisa que vc gosta de lembrar a vida inteira. Nossos mundos eram muito diferentes. Ele era tão experiente, tão vivido, conhecia tão bem as malícias as quais eu nem fazia ideia que existiam, e mesmo assim tinha noção da criança travada com quem ele estava... Foi ele que me ensinou a dirigir. Acho simbolico o fato de eu nunca ter dirigido depois disso, de ter adotado um modo de vida que dispensa o carro, mas a verdade é que se eu sei, foi por ele. O estacionamento

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What now, What next, Where to? - UOL Blog do Carrefour da Vila Maria naquela época ficava aberto no domingo e era lá que treinávamos...Ele me contava cada história. Era desse companheirismo que eu gostava. "...that she knew so much of live in such so tender age..." A gente passou muita coisa juntos. E com esse tempo frio de julho, lembro de quando estava de férias do colégio e ficavamos na escada no prédio namoriscando, conversando descobrindo tanta coisa... Nosso mundos realmente eram muito diferentes e exatamente por isso era fascinante para mim e acho que para ele também. Era sempre uma descoberta.... Mesmos as brigas tinham um gosto dramático gostoso de de lembrar... Assim como no texto das tríades, eu poderia lembrar fatos, mas mas eles são tão pequenos perto do que eu sinto quando lembro da época. Me vêm musicas, sensações, cheiros.... Memória emocional pura... "...the thrill and disapointment fear and shame that first love brings/but oh how i thought i love my little friend..." As lembranças são agradáveis e isso ninguém pode tirar... Para complementar o texto eu vou colocar a letra da musica. Mais uma das desconhecidas-que-eu-adoro dele. 1969. Gravada em algum dia entre janeiro e fevereiro de 1969... Talvez dia 16 de janeiro, 20 anos antes da gente começar a namorar. My Little Friend (Shirl Milete)

My warped and worried mind resorted To wandering off to ponder things I never talk about A pretty girl I used to know but wouldn't know if we met face to face And defying every logic known I wish all the time machine could take me back again To the wonder of my first love, the old folks tease me 'bout Referring to her only as my little friend Somewhere far away and maybe not so far away The child has grown into a woman of the world I assume just knowing that she knew so much of life at such a tender age I learned from her the whispered things the big boys at the pool hall talk about The thrill and disappointment, fear and shame that first love brings But oh, how I thought I loved my little friend The fragrance of the green grass mingled with the scent of love and warming earth The moonlight night I kissed and cried and swore I'd never touch another girl But time moved fast and I moved on and I loved others time and time again

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What now, What next, Where to? - UOL Blog But with each time I thought of her and always gave a little more Assembled love and rememberance for my little friend

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 14:17:30 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

18 de Julho Metade do mês da metade do ano!!!!!!!1 Eu não gosto dessa sensação de pasmaceira....É chato isso porque vc nunca sabe se é "fechado para balanço" ou "fechado, falido de vez". Que chato. Eu estou agoniada com todas as possibilidades do começo do ano: quais estão realmente virando alguma coisa, quais ficaram pra trás por não me servirem e quais eu deixei pratrás por lapso. Nesse ultimo caso a pergunta é: Será que da tempo de pegar...? Não sei... estou me sentindo relapsa, gorda(no sentido relaxo do termo) e fraca... Só falta vir um urubu e vomitar (porque cagar seria muito obvio) na minha cabeça... O que eu estou fazendo de bom: Terapia Chinês (apesar que deixei meio de lado antes de começarem as férias) Retomando o Flash Retomando linguagem HTML Lendo Nietzsche (finalmente fomos oficialmente apresentados) O que ficou pra trás e dói: O francês O Kung Fu (previsão de volta setembro de 04) Academia (mas não tem graça sem o Sérgio) Cuidado com comida (isso tá acabando comigo) Qi Gong do ibirapuera (ia ficar bem feliz de saber onde diabos aqueles porras se escondem às 7:00hs da mnhã) Aquarela/Desenho/Pintura - tenho me expressado melhor escrevendo Piano - sem contários.... Acho que a média não está boa...eu preciso dar um jeito nisso....

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 18:17:11 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

12 de Julho Tríade do Dentinho - Parte I - Tentativa 2832

http://enbaoli.zip.net/arch2004-07-01_2004-07-31.html[11/06/2009 14:15:27]


What now, What next, Where to? - UOL Blog Vou aproveitar que consegui inserir "os quatro cabeludos que agora só são dois", ali do ladinho. E enquanto eles me lembram da época em que eu também "me sentia bem" (até porque quando vc é adolecente vc não tem muita coisa o que fazer mesmo), eu vou começar a tríade do Dentinho. "Dentinho de Leite" foi onde eu fiz o prézinho, ou seja, foi o meu primeiro contato com seres do mesmo tamanho que eu e crueldade infinitamente maior. Mas o Dentinho foi onde eu fiz o prézinho! Porque eu falo da adolecência? Simples: uma das pessoas a quem eu conheço-a-mais-tempona-vida, a Andréa, fez parte de duas fases diferentes. Na verdade três. Eu sei que no caso dela a fase que ela lembra com mais carinho é a do Dentinho, mas fico tranquila de me abster dessa parte porque já falei que não gostei nem um pouco da minha infância sonsa. Os desfiles de 7 de Setembro no Largo São José do Belém, as comemorações de fim de ano no Saldanha Marinho, a "manteiga derretida" que eu era porque chorava por qualquer coisa... Temos algumas coisas para lembrar. Principalmente o lance atrás do sofá do apartamento 31. Gosto de lembrar do quintalzão que ela tinha nos fundos com um jardim e um porão, que eu morria de curiosidade de descer, mas nunca o fiz. O meu dente quebrado de cair dando risada de tanta cócega... Ficamos sem nos falar direito por uma mancada minha de 1985 até mais ou menos 1989. Num período breve que nos falamos em 1987, iamos nas matinês da Contra-mão, tinha uns lances de Overnight tb. Era engraçado, porque todo mundo dançava e eu dormia. Detestava ir em danceteria mas nessa época achava que o problema era comigo. Teve o baile de debutande da Filomena onde ensaiamos, além da valsa de praxe, um roquinho básico: Acho que era Blue Suede Shoes (tinha que ser do Elvis pelo menos). A mobilete que eu emprestei no começo de 1988...Caramba, faz tempo isso... Em 89 começou a fase legal. Foi quando eu comecei a gostar dos Beatles. 2º colegial: tinha voltado a namorar com o Roberto e voltado também para a turma da Cesário Alvim. Ô maravilha. Tá certo que meus pais nunca me deixavam fazer porra nenhuma do que elas faziam, (isso incluia, ficar depois das nove da noite jogando volei na rua, ir para bailes e ficar depois da meianoite, ir para barzinhos e etc) mas o pouco que eu fazia era bem legal. Eu curtia. O Roberto na época tocava bateria e tinha uma bandinha formada pelos outros namorados da turma. Profetas do Amanhã.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Lembro de uma vez também em que ela cismou que queria traduzir aquela musica do Bon jovi, "i'll be there for you". E ficamos nós lá a tarde inteira, eu, ela e a Lu, dando play-stoprewind, para poder saber o o que gajo estava a dizer. Sempre que ouço essa musica lembro dela. Mas por falar em musica, é engraçado, porque apesar de

lembrar a primeira vez que o Roberto tocou "In my life" junto com a vitrolinha que ele tinha no quarto dos fundos da casa dos pais dele (o disco era a trilha sonora do filme Imagine que eu tinha dado para ele de Páscoa em 89), essa música, assim com todas as outras dos Beatles, ou me lembram uma outra tríade (a do Auxiliadora que acontecia na mesma época e era formada pela minha turma de classe - vou falar deles mais pra frente) ou me lembram a faculdade. Mais precisamente a Giu e o Luis.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 00:06:15 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Triade do Dentinho - Parte II - Tentativa 1543

Putz, o Luis. Outro do Dentinho de Leite, mas diferente da Andréa, dessa época eu não lembro de nada que diga respeito a ele. Só lembro dele como “um outro Luis”, que não era um que era meu amigo, enfiando o pé nas minhas

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costas no escorregador. Eu queria contar para professora, mais ela parecia não entender: "não tia Sybil, não foi o Luis José, foi o outro Luis...". Tenho a impressão de que ele nem levou bronca. O “outro Luis” que eu fui encontrar de novo a bordo do 702C nos idos de 1992 indo para o Mackenzie. Eu costumava pegar o ônibus na rua Cajuru esquina com a São Leopoldo e um dia reparei que na rua do Hipódromo subiu um cara com malinha de pedreiro, cabelo comprido e cara de "que que cê quer?". Achei que já conhecia e tive certeza quando vi que ele desceu no mesmo ponto da Consolação com a Piauí. "É. Realmente esse cara é do Mackenzie". Andando mais um pouco percebi: "É. Esse cara é do Mackenzie E da Arquitetura!". Mundo pequeno esse. Um bom tempo se passou até que surgisse a oportunidade para que eu perguntasse se ele era do bairro. E essa oportunidade surgiu em janeiro de 1993, no dia da matrícula. Me afastei da turma, e fui perguntar se ele era do bairro: "Ah, sou sim, acho que já te vi também no ônibus, mas vc pega antes de mim, não é?" "É. Eu pego ali na Cajuru" "Ah. Minha mãe trabalhou lá na Cajuru". "Onde? Na Fame?" "Não, no Dentinho de Leite" "Ah! é? Eu estudei no Dentinho." "Eu também..." "Peraí: Quantos http://enbaoli.zip.net/arch2004-07-01_2004-07-31.html[11/06/2009 14:15:27]


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anos vc tem?" "20, e vc?" "Ai ai ai. 20 também! Meu que louco! Acho que a gente estudou junto!!!!!". Bom, foi aí que começou uma irmandade que não tem hora pra acabar! E não parou por ai. Qual não foi minha surpresa (e acho que dele também porque como bom leonino que é não sabe disfarçar porra nenhuma) quando conversando numa sexta-feira, antes da minha aula de higiene das habitações (ou algo chato do gênero), descobrimos que além de sermos ambos filhos únicos, tínhamos passado a adolescência inteira nos sentindo esquisitos, deslocados e ouvindo Beatles, Elvis e outras velharias, além de ir pra São Vicente nas férias entre outras coisas. Lembro de uma vez no Dafam em que ele pegou um violão para tocar Beatles enquanto eu, a Lê e Giu, cantávamos. Nunca mais esqueço que eu era a única que sabia a letra de “i’ll be on my way” quando isso ainda era pirata e não tinha sido lançado. Ele havia me emprestado a fita uma semana antes e eu já sabia a letra de cor. Os nossos papos foram sempre infindáveis e eu sempre percebi a preocupação dele com meu bem-estar. Seja quando fiquei mal com uns lances do Sérgio, seja quando eu estava mal depois de uma comida que levei do Nardelli numa aula de projeto... Ele sempre tava lá para dar um empurrão no espírito letárgico e contemplativo dessa que vos fala. Entendam empurrão no sentindo mais "'trancoso" que se possa esperar de um leonino com ascendente em aquário. Eu tentava fazer alguma coisa em troca, mas ele sempre me pareceu tão “pratico-bemresolvido”, que às vezes eu realmente me sentia uma irmã mais nova que não tinha muito a acrescentar. Xi, se for tentar lembrar de tudo não paro mais de escrever e o texto vai começar a ficar chato: o dia chuvoso no Memorial, o show do Tom Jobim no Ibirapuera, os conselhos e os tarôs sobre a Érika quando eles ainda nem namoravam (acho que essa foi uma época em que eu não me senti tão “irmã mais nova”), as aulas de musica, os conselhos, o habito de escrever sobre si mesmo nas ultimas paginas http://enbaoli.zip.net/arch2004-07-01_2004-07-31.html[11/06/2009 14:15:27]


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dos cadernos de faculdade... Zilhões de coisas... É engraçado. Tivemos um período meio conturbado: ele nunca entendeu muito bem o porque eu não fui no casório dele e da Erika. Particularmente, até hoje, nem eu sei. E a gente não se arrepende do que a gente não entende completamente. Um dia talvez eu consiga explicar. Mas o que importa agora é que estamos aí novamente: e para marcar a “irmandade que não tem hora pra acabar”, está ai o Virtuosa Realidade que nasceu de uma conversa minha com dele, por e-mail, logo que eu fui trabalhar lá na Marisa. O “Virtuosa” é um mix do que vou viver. O En_baoli, é um mix do que eu já vivi. Claro que ele não concordou com o nome no início, mas agora está tudo bem. Sei que ele está gostando do que tudo está virando, principalmente (êh leão!) sabendo que tem dedo dele nisso. Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 00:02:19 [ (7) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

pois é. Estou a uns 4 dias tentando postar um texto sobre a tríade do Dentinho, principalmente depois de descobrir o quanto é importante a estrutura composta por três lados na minha psique (papo furado de quem faz terapia e acha o máximo)...Mas eu não estou conseguindo de forma nenhuma porque a porra do texto ficou grande para cacete. E nesse meio tempo, estou eu aqui, me sentindo mal para caramba do estômago, tentando dar um trato na casa antes de fazer um daqueles trabalhos urgentissimos pra "semana passada". Para me fazer companhia eu coloquei o MontyPython. O Sentido da Vida. Já devo ter falado que adoro esses caras, não é? E agora descobri que posso colocar a legenda em chinês e que não é chinês simplificado, é tradicional!!! Coisa de nerd. Pois é, o filme acaba com uma cena engraçada e uma fala que pela primeira vez eu percebo que é mais triste que engraçada. Meu! A cara do Michael Palin, vestido de mulher sentado no sofá, falando que vai colocar umas fotos de pênis totalmente gratuitas para irritar a audiência... Cara! Me deu uma tristeza... Aquela cara de: "infelizmente "you can take your horse to water, but you can't make it drink". A mediocridade impera e ninguém consegue mudar o mundo, nem brigando, nem rindo", acabou com meu dia....

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E pensei, porque será que as coisas que eu gosto já acabaram. Putz, fico lembrando e me sinto meio deslocada. Pensei: esse foi o ultimo filme que os caras fizeram. Eles fizeram tanta coisa, mas foi antes de eu nascer. O Elvis fez tanta coisa legal, mas também foi antes de eu nascer. O Beatles mudaram tudo, mas também foi antes de eu nascer...Que saco! Tá. Claro que estão acontecendo coisas super legais, que é só eu virar a minha anteninha pro lado certo, pra frente e não pra trás... Eu sei. Mas agora, eu tive essa sensação ruizinha de ter nascido na época errada.... Anyway, life goes on...

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 17:09:05 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

06 de Julho A ditadura da falsa intelectualidade. Antes das tríades, eu preciso falar.

É engraçado como as pessoas são estranhas. Ontem eu entrei num blog meio que por acidente, e nele existia uma lista das 100 melhores musicas do cinema dos últimos 100 anos (como se existisse mais do que 100 anos de cinema). Eu tenho que concordar com duas coisas: 1. a lei da causa e efeito, simples e pura, onde se vc tem um discurso cáustico vc em algum momento terá uma replica cáustica: ou seja, vc nunca sai ileso de fazer um comentário que possa vir a mexer com os brios das pessoas. 2. a cada dia eu tenho mais certeza de que não sei tudo e nunca poderei me portar como tal. Ás vezes me sobe o sangue ver como o mundo se prende a conceitos medíocres e protocolos que a muito já morreram na alma das pessoas. A cultura americana. Cultura estranha essa. Não posso dizer que sou uma antiamericana de forma nenhuma, gosto demais da lingua inglesa, desde pequena sou apaixonada pela musica negra americana, sem falar do próprio Elvis (quer icone maior da grandeza e da queda americana?),

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What now, What next, Where to? - UOL Blog respeito pacas a época de ouro do cinema entre outras coisas. Mas como em toda cultura de consumo, o que é descartável passa a ser o foco, e é isso que eu não gosto. A artificialidade das relações, a manipulação clara, a pieguisse. Aquela coisa de "começo, meio e coerente fim"... Talvez eu não possa me culpar de não conseguir mais ver graça em filmes puramente americanos. Não consigo mais. Mas posso me culpar de dizer aos quatro ventos que eles são medíocres. Porque uma vez que eu falo isso, por mais que seja o que eu sinto, não vão existir ouvintes, existiram combatentes. E combatentes que não vão medir esforços nem palavras para me fazer acreditar que a mediocre sou eu. É estranho. Fiquei decepcionada. Mas talvez a culpa tenha sido minha. Talvez eu tenha falado demais. Talvez eu devesse guardar para mim tudo que eu penso a esse respeito, afinal não sou eu que acha que tem gente demais dando palpites irrefletidos e manipulados no mundo...? Shame on me.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 14:23:55 [ (10) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

05 de Julho Sobre tríades. As Tríades da minha vida. Como eu havia prometido no post anterior, vou começar a falar das tríades. É engraçado começar a falar sobre isso, mas quando eu vi uma figurinha do "reco-reco, bolão e azeitona" eu pensei: "Acho que já é tempo". Tá certo que nesse caso eu não fazia parte, até porque o que existia na época da faculdade era "reco-reco, bolão e azeitona". A "Bozolina" além de não ornar, ficava olhando de longe, cheia de complexos, duvidas e encanações. Engraçado a quantidade de coisas que você deixa de viver por conta de encanações bestas. Quando entrei na faculdade, percebi que tinha finalmente encontrado minha tribo. Minha tribo. Aquela afinidade que eu via de longe na época da escola e achava que nunca ia acontecer comigo. Sabe? De amigos com quem vc reparte tudo! Daqueles que gostam realmente dos mesmos assuntos que você, que falam como você, que só de olhar vc já entende o que esta acontecendo... Conheci muita gente legal lá no Mack, mas também encontrei pessoas importantissimas, do tipo que eu sei que vou levar pela vida inteira. A primeira pessoa da tríade que eu conheci no dia 01/08/1991 foi o Wagner (AKA Mr.Doubt). Ele estava sentado na frente do

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What now, What next, Where to? - UOL Blog prédio, acho que com aquele cardigan horroroso marrom, aquele cabelo alto (eca!) e um livro da Clarisse Lispector debaixo do braço. Quando eu lembro dele naquela época e lembro dele agora, é engraçado, mas me vem na cabeça aquele sonho que eu tive, em que existiam dois "Wagners": um chamando o meu elevador para ir embora (que era com a cara de antes) e outro dentro do meu apartamento querendo sair (que tinha a cara de hoje). Eu lembro que dizia para ele "Deixa esse ir embora. Não vale a pena vcs dois se encontrarem". Coisas de sonho... De qualquer forma, ele foi a primeira pessoa que eu conheci. Achei muito engraçado o jeito dele de falar na época e lembro que voltamos juntos pelo caminho do metrô, eu ele e o Sérgio (o Sérgio não faz parte de nenhuma tríade: na verdade Sérgio e a Ana são a mesma pessoa, assim como o Claudio e o Kneese...hahahah). Falávamos sobre terçóis, porque na época eu estava "penando" com uma sucessão imensa deles. Nunca mais nos separamos desde então. Claro que em tempos de faculdade algumas rusgas acontecem, ("Esse negócio já começou errado!!!!!!!!"), e entre nós é obvio que aconteceram. Mas continuamos firmes e fortes. By the way, ele era responsável pelos apelidos mais engraçados - no meu caso variou entre loreta e bozolina - e as reações mais espontaneas - eu podia lembrar um monte, mas acho que posso citar uma que a Leandra acabou de me contar, que eu não vi, mas imagino que deva ter sido hilária. Já na segunda-feira seguinte, 05/08/1991, foi a vez da Leandra. Curioso é perceber que existem pessoas que vc não conhece, vc reconhece. Ás vezes eu tenho que forçar a memória para não confundir e achar que conheço a Lê a vida inteira. As mesmas fases de colégio, namorados parecidos na mesma época, mesmos interesses... Bom, foi junto com ela que eu descobri que realmente "existem mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia". Tarô, astrologia, psicologia.... Foi com ela que aprendi. E foi com ela também que desaprendi a desenhar. Essa peste tem a mão mais firme que eu poderia sequer sonhar em ter um dia. Ela é uma das poucas pessoas da faculdade que tem ainda algum registro da Ana Paula pré -Sérgio. Ela chegou a conhecer o Roberto, chegamos a conversar algumas vezes sobre isso. Lembro até hoje o dia que contei pra ela que estava afins do Sérgio. Estava no metrô Santa Cecilia e falei para ela"não dá risada, mas eu vou te contar uma coisa". Bom, ela riu. O Wagner riu tb. E continuamos rindo juntos de tudo até hoje. Ela é a pessoa mais engraçada e poetica - ao mesmo tempo - que eu conheço. Lembro também de quando o namoro entre ela e o Fofo acabou: "Lê, vc não tá triste, vc está com raiva!"... Entre o fim da faculdade e a época em que ela foi morar no predio dos meus pais ficamos só nos vendo em festas de aniversário. Ela, como bom ascendente em Capricornio, é uma ostra para contatos e telefones. Mas eu sou insistente e tudo acabou bem....heheheh E pra terminar, tem a Giu. Giu, Giu, Giu. Confesso que não fui muito com a cara dela no começo. Ela parecia ter o temperamento meio dificil. (magina, nem um pouquinho). Mas eu lembro direitinho do dia em que ela veio conversar comigo

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What now, What next, Where to? - UOL Blog por ter visto na minha pasta um 45rpm do Elvis. AH! ALGUÉM NESSE MUNDO TAMBÉM GOSTA DE ELVIS! DE MONTY PYTHON! DE CINEMA! WOW!!!!!!!! A nossa promoter preferida sempre agitou um monte de coisas na faculdade e é quem hoje faz o link com um pessoalzinho meio sumido mas de quem a gente gosta muito. E se for lembrar de coisas engraçadas a lista não termina nunca, desde o Acarajé "quente" em 1992 da instalação de TA I, o "só vô se fô cá ligia", " a velha a fiar...", o "mummie daddy"... Teve muita coisa. Teve uma ápoca, pré-Fred que foi particularmente próxima: a época de ouro do Sesi. Os eventos, as festas. Ela curtia demais fazer isso, isso deixava a alma dela mais leve e todos nós sentiamos isso. Fases. Elas passam. outras vêm e a gente se adapta. Morro de orgulho de ver tanta coisa que ela está fazendo agora, que ela está realmente alimentando o espirito absurdamente criativo com o que há de melhor. Sei que vou continuar sentindo orgulho de tê-la conhecido. Mas na época da faculdade, apesar de tudo, eu fiquei meio de fora, olhando essa tríade de longe, de forma que até hoje quando passo pelo Mackenzie fica um gosto meio amarguinho de "eu podia ter feito muito mais, me dado muito mais". Mas pensando bem, "Bem-vindo mundo novo. Bem-vinda nova tríade. Bem-vindos 30 anos". Tudo agora será bem melhor. A tríade da faculdade se confunde um pouco com a tríade da Marisa... Mas nessa ultima, bom, com certeza será tudo diferente!!!!! Só tenho que balancear um pouco o freio....heheheheh

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 09:06:35 [ (6) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

02 de Julho everybody seems to think i'm lazy.....

Eu tenho lua em gêmeos, mas tenho vênus em escorpião. É dificil para mim manter um perfil só de blog por muito tempo. Não consigo me expressar só de uma maneira. O leve e o passional não se integraram ainda, portanto, Graças a Deus, hoje eu resolvi escrever aqui.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog De certa forma acho que foi como acordar de um sonho. Ontem, acho que tive um insight muito interessante sobre o que rola com meu pai: percebi que se eu não tomar cuidado, provavelmente eu também acabaria sofrendo do mesmo buraco negro emocional dele. É incrível como existem estigmas contra os quais a gente luta desesperadamente. E a gente percebe depois, que quanto mais a gente se debate contra isso, mais atado fica. Ontem estava falando com uma outra amiga da época do prézinho - salve salve Dentinho de Leite - (e esse lance dessas tríades é bem legal de se lembrar: tem a tríade da faculdade, a tríade do trabalho, a tríade do PF, a triade do colégio, a tríade da Cesário e a triade do prezinho) e explicando um lance para ela acabei explicando o mesmo lance para mim: as vezes a gente fica escravizado tentando não cometer os mesmos erros dos pais e faz isso de uma maneira que nos coloca cada vez mais dentro da cova dos leões. A saída que eu enxergo nesse meu momento de miopia parcial (sim porque a meu ver, somos todos miopes, mais ou menos dependendo o grau de curiosidade sobre a vida que tivermos - quem tinha visão perfeita era sei lá, Buda, Cristo e cia ltda.) é que devemos tentar nos focar em nós mesmos. Nunca abrir mão de descobrir o que nos faz bem, quais as nossas verdadeiras vocações. Só desta maneira estaremos inteiros emocional e talvez até fisicamente aos 60 anos. A partir disso tudo que vier será complemento e não remendo - filhos, maridos, carreira e etc. Oh! parece que estou falando uma grande novidade.... Parece que estou chovendo no molhado? Pois então veja a sua volta quantas pessoas sabem realmente do fundo do coração o que elas realmente querem ou gostam. Eu não tenho vergonha de admitir que só começo a ter uma leve noção agora. E isso porque estou num meio em que me sinto a vontade de procurar. A questão é que percebi que não estou satisfeita com o standard que vendem por ai de casa comida e roupa lavada. E posso admitir sem sombra de dúvida que uma das coisas mais interessantes que existem é vc tentar olhar para você mesmo e dizer: Prazer em conhecer. Não sabia que vc era capaz de tanto. Poxa, vc é interessante. Tenho a impressão que depois desse encontro vem uma segunda etapa, mais dificl e acho que foi nessa que meu pai encalhou (como bom leonino com ascendente em peixes): a fase onde vc, depois de descobrir "the wonder of you" (heheheheh) vc tem que sair do transe, da euforia e botar os pés no chão. Essa pra mim está sendo uma fase engraçada de conhecer. A quantidade de informações, possibilidades e energias são tantas que vc pode ficar literalmente chapado. E se não souber como reconher isso, pode ficar viciado, não nas revelações, e sim na sensação de euforia que isso leva. E ficar a vida inteira tentando tapar o buraco emocional de tanta euforia junta. Pra mim isso tá sendo engraçado, porque se manifesta de uma maneira intensa e com picos emocionais às vezes incontroláveis: pra quem ficou tanto tempo se sentindo medíocre, se tocar que definitivamente não medíocre é um baque e tanto.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Acordei pela manhã com a sensação de ter finalmente pago um divida, e de mexer com muitas e muitas cores. Não lembro muito mais do que isso. As aulas de chinês entraram em recesso. Ás vezes me assusta o grande papel branco que é o fim de semana. Mas vamos com calma que tudo vai dar certo! Voltando ao assunto das Tríades. Acho que isso daria um capitulo a parte. Vou tentar consguir fotos de todos, e contar um pouco de cada uma delas e o que vivi. Sei que hoje acordei com a frase inicial de "in my life" - é gostoso se identificar com essas frases.... Lembrei da Cesário Alvim da minha adolecência, das musicas, da banda, das pessoas. Foi agradável.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 07:54:15 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 19 de Junho Curtas. Vamos ás brincadeiras "Curtas"

BRASIL, Mulher

Ola a todos (os poucos que ainda voltam aqui de vez em quando - eu sei a culpa é minha que nunca atualizo essa gororoba, eu sei), Hoje vou fazer um teste que espero que vocês (principalmente os bandalarguisticos) gostem. Basta clicar no link abaixo. Com certezas os frequentadores assíduos de cinemas desde de pelo menos 1993 já devem ter visto, mas acho que vale a pena rever: i'm looking

through you...

Virtuosa Realidade Ana - Pronde vão todos esses bits? Fahrenheit 952 Costume Vicioso

Alguém se lembra?

Sóstenes Arruda Try to Scape! Coisas que acontecem Blogui du Willxu Notas de um Velho Safado

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 11:32:11 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Diário (nem tanto assim) de um Físico A Sabedoria da Mentira

17 de Junho ...

01/03/2009 a 31/03/2009 01/08/2008 a 31/08/2008 01/03/2008 a 31/03/2008 01/06/2007 a 30/06/2007 01/05/2007 a 31/05/2007

...there's a temple on an island i think of all the Gods and what they feel you can only find then in deepest silence

01/04/2007 a 30/04/2007 01/02/2007 a 28/02/2007

i got to get off of this big wheel...

01/12/2006 a 31/12/2006 01/08/2006 a 31/08/2006 01/05/2006 a 31/05/2006 01/04/2006 a 30/04/2006 01/03/2006 a 31/03/2006

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 14:29:17 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

01/02/2006 a 28/02/2006 01/01/2006 a 31/01/2006 01/12/2005 a 31/12/2005 01/11/2005 a 30/11/2005 01/10/2005 a 31/10/2005 01/09/2005 a 30/09/2005

16 de Junho ...oh! the rising sun...

01/08/2005 a 31/08/2005 01/06/2005 a 30/06/2005 01/05/2005 a 31/05/2005

Um parêntese sobre a musica que está tocando: "O sol nascendo com gosto de fim de vida. Como é que ele

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What now, What next, Where to? - UOL Blog 01/04/2005 a 30/04/2005 01/03/2005 a 31/03/2005 01/02/2005 a 28/02/2005 01/01/2005 a 31/01/2005 01/12/2004 a 31/12/2004 01/11/2004 a 30/11/2004 01/10/2004 a 31/10/2004 01/09/2004 a 30/09/2004 01/08/2004 a 31/08/2004 01/07/2004 a 31/07/2004 01/06/2004 a 30/06/2004 01/05/2004 a 31/05/2004 01/04/2004 a 30/04/2004 01/03/2004 a 31/03/2004 + veja mais

consegue passar tão bem essa sensação? "Another rising sun", mas um "rising sun" triste, de outono...Será que só eu consigo sentir isso?" Com relação a essa manhã, uma tremenda confusão sonho-terapêutica: "Não consegui ver o lado caloroso da Ancilla no sonho. Vi o lado restritivo. Um monte de mudanças de horários e relatos truncados com celulares tocando e coisa e tal. Muito estranho. Eu estava com os horários complicados quis antecipar a minha ida lá. Fui, acho, no começo do dia e perguntei se poderia voltar a noite tamanha minha ansiedade. Ela me olhou séria e disse que se eu quisesse duas sessões teriam que ser duas horas seguidas, porque ela não trabalha de outra forma. Eu pensei que tudo bem, mas tinha receio de não ter tanto assunto. Não conseguia me concentrar, falar nada até o fim nem prender a atenção dela com o que eu dizia. Lembro de estar falando sobre algumas atitudes de alguém que me irritavam que por sinal eram atitudes que me restringiam exatamente como as do meu pai, e no meio disso a pessoa de quem eu falava ligou, como meu pai fez nas ultimas duas sessões. Lembro de fazer o mesmo comentário que fiz a sessão passada: "bom, falando dela...olha ela aí". Mas não estávamos sentadas estavamos andando pela sala, que era maior, fazendo alguma coisa. Sei lá... Sei que já no final da sessão quando queríamos sentar, invertemos a posição. Eu sentei onde ela normalmente senta e ela onde eu sento. Eu me senti meio incomodada com isso (acho que eu aprecio o ritual das sessões, os lugares, e etc) então resolvi perguntar se eu não iria usar o divã, porque como ela havia me dito que eu iria usá-lo essa semana achei que agora podia usar isso pra me livrar do incomodo da troca de posição, mas ela também não concordou, dizendo que só seria asssim se fosse a sessão de quintafeira. Nessa altura eu não sabia se eu estava na terça ou no sábado. Tudo muito confuso e estranho."

O que é isto? Leia este blog no seu celular

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 08:45:39 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

10 de Junho oops! será que eu sou uma vampira? É realmente estranho, mas andei percebendo (tendo certeza) de que realmente a luz do dia me faz muito mal. me irrita profundamente. O que será que pode ser isso? Se eu acordar por volta das 5:30hs eu fico bem (dia claro ou nublado) até no máximo às 09:30 hs da manhã. Daí só volto a me sentir bem (dia claro ou nublado) só depois da 16:30hs. Se o dia estiver claro de céu azul, o período critico (das 10:00hs até as 16:00hs) fica dez mil vezes pior.... O frio e o tempo nublado me fazem muuuuuuito bem. Acho que eu sou louca.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 23:00:17 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Por outro lado, o mar...

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What now, What next, Where to? - UOL Blog MAR E LUA Amaram um amor urgente As bocas salgadas pela maresia as costas lanhadas pela tempestade Naquela cidade distante do mar Amaram o amor serenado das noturnas praias levantavam as saias e se enluaravam de felicidade naquela cidade que não tem luar Amavam um amor proibido pois hoje é sabido Todo mundo conta que uma andava tonta grávida de lua e outra andava nua ávida de mar E foram ficando marcadas ouvindo risadas sentindo arrepios olhando pro rio tão cheio de lua e que continua correndo pro mar E foram correnteza abaixo rolando no leito engolindo água, boiando com as algas arrastando folhas, carregando flores e a se desmanchar E foram virando peixes, virando conchas virando seixos, virando areia prateada areia com lua cheia e à beira mar Com certeza posso dizer que essa é a musica do Chico que eu mais gosto. Ouvia esse disco desde de pequena (era o único do Chico que eu tinha), e a que eu mais gostava nessa época era a ultima do lado B. Mas na época da faculdade, prestei a atenção nessa. Eu me transporto pra onde ele quer, chego a sentir a espontaniedade, a simplicidade do amor e da entrega. O estranho é que eu nunca vi ninguém falar dessa musica, e ela é tão linda. "ALGUÉM TAMBÉM GOSTA DISSO!!!!". De qualquer forma, tomei um susto quando vi transcrita num blog. Escutei de novo. A mesma reação! Igualzinho. A memória emocional é cortante! Corta a nossa certeza em dois. A frieza faz em mil pedaços. Voltei e não voltei no tempo. Na verdade acho que naquela época eu sentia saudade do tempo que vivo hoje.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 10:32:22 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

08 de Junho You can take your horse to the water... You can take a horse to the water but you can't make him drink Oh no, oh no, oh no A friend of mine in so much misery Some people sail through life, He has struck a reef Said 'hey man let's go out and get some wisdom' First he turned on me, Then turned off his nervous system You take a horse to water but you can't make him drink Oh no, oh no, oh no

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You can have it all layed/staked out in front of you but it still don't make you think Oh no, oh no, oh no Someone I love gotta problem Some people thirst for truth, He would like a drink Say man this could turn out to be risky He said "Everything's ok" As he downed another bottle of whiskey A preacher out there warned me about Satan Could be that he knows him He acts like he's possessed I said 'Hey man let's hear about God realisation For a change' he said "We ain't got time for that First you must hear the evils of fornication"

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 00:25:57 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 26 de Maio n'oublie pas, ma belle

BRASIL, Mulher

Num combate tenaz do bem contra o mal há, porém, regras precisas que devem ser respeitadas para que se possa alcançar o sucesso: 1) A determinação deve basear-se numa união da força com a amabilidade. 2) Não é possível um compromisso com o mal; ele deve ser abertamente desacreditado, sejam quais forem as circunstâncias. Nem se deve procurar encobrir suas próprias faltas e paixões.

i'm looking

through you...

Virtuosa Realidade Ana - Pronde vão todos esses bits? Fahrenheit 952 Costume Vicioso

3) A luta não deve ser conduzida diretamente através da violência. Quando o mal é denunciado e acusado, tende a reagir recorrendo às armas. Se lhe fazemos o favor de responder golpe por golpe, ao final sairemos perdendo, pois seremos envolvidos por ódio e paixão. Por isso é necessário começarmos por nós mesmos, evitando cometer os erros que censuramos. Não encontrando adversário, as armas do mal perdem naturalmente seu caráter cortante. Do mesmo modo não devemos combater diretamente nossos próprios defeitos. Enquanto insistirmos em desafiá-los, permanecerão sempre vitoriosos. 4) A melhor maneira de combater o mal é procurar progredir com energia na direção do bem.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 08:34:38 [ (5) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Sóstenes Arruda Try to Scape! Coisas que acontecem Blogui du Willxu Notas de um Velho Safado Diário (nem tanto assim) de um Físico A Sabedoria da Mentira

25 de Maio 66,5 kg - cheguei ao fundo do poço

É Leandra, você está certa: o ser humano nasce, engorda

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e morre.


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Eu sei, "uglypeople" é foda, mas que que eu posso fazer se estou virando modelo do Botero

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 22:58:13 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

24 de Maio Sonho #13 - Womb

Esse eu lembrei por conta da cólica que eu tô sentindo agora, mas foi no mesmo dia do "Needles": O que é isto? Leia este blog no seu celular

Eu não me lembro direito como, mas eu estava no dentista, no Dr. Nelson, fazendo algum tratamento, deve inclusive ter a ver com o tratamento de canal que eu tenho que terminar já a muito tempo (o simbolismo desse dente é um troço a parte também). Mas através do tratamento desse dente ele chegou a conclusão que meu útero estava invertido. Em função disso eu descobri que as inversões hormonais é que me faziam ficar tão travada e insensível. Fiquei de certa forma aliviada por perceber que o troço era fisico e não psicologico.

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O Dr. Nelson queria me operar na hora, mas eu pensei: dentista operando útero? Não sei se quero que ele mexa nisso assim, agora, desse jeito... Ele me mostrou alguma outra pessoa que já tinha operado alguma outra coisa nesse gênero (alguma operação mais complicada) e acho que era o Wagner. Mas mesmo assim eu falei que não queria que ele mexesse nisso assim. Queria ir pra casa e procurar um médico de fato, para fazer essa operação. Acordei com a sensação de que havia feito a coisa certa.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:48:47 [ (5) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

23 de Maio Sonho #12A - Needles!! Quando eu era pequena meu pai tinha horror a alfinetes, ele achava que eram muito perigosos porque vc não enxerga direito onde eles ficam, e eu poderia me espetar neles. Ai vai o sonho de hoje: Dessa vez eu estava em um shopping na Espanha. Mas cá pra nós, pra variar, era o Frei Caneca. Num determinado momento, dentro desse shopping, eu passei por uma mendiga que fez menção de me atacar com alfinetes. Eu pulei para o lado com um certo estardalhaço e não tenho certeza se a mulher (parda, suja e gorda) havia me acertado. Só sei dizer que essa atitude de me esquivar do ataque dela contrariou a todos que estavam ali (principalmente os jovens) que a partir desse momento começaram a me atacar com dúzias de alfinetes. Isso estava me incomodando, porque alfinetes são pequenos e a gente nunca tem certeza de onde eles poderiam estar entrando. Tinha muito medo que alguns desses alfinetes me acertassem os olhos. O lugar onde eu me encontrava era bem parecido com aquele trecho da praça de alimentação do Frei Caneca, onde têm os Churros e a Comida Mineira. Eu estava muito nervosa sempre lembrando de ir arrancando dos braços e das costas das mãos os montes de alfinetes que os jovens jogavam em mim. Estava bem irritada porque não conseguia enxergar os alfinetes depois que eles saiam das mãos de quem arremessava. Depois eu só sentia as pinicadas. Não lembro se eu em algum momento pedia par parar, só me lembro da sensação aflitiva, de me sentir hostilizada sem um motivo claro aparente e de me sentir impotente, porque não dá pra desviar de algo que é tão pequeno e invisível. Num determinado momento me vi senhora da situação: no auge do nervoso, lembro de pegar uma garota (das que estavam me atacando) pelo pescoço. O pescoço dela era macio, até meio mole, e comecei a estrangulá-la, porque sabia que o namorado dela estava vendo. Lembro da menina começar a ficar sem ar – no estado de nervos que eu estava, chegava a sentir até um certo prazer na idéia de ter a vida de alguém se esvaindo assim na minha mão, principalmente alguém que era um dos responsáveis pela minha aflição - e eu gritando para o namorado dela: “Eu vou matar ela! Eu vou!!! Cê não vai fazer nada, seu palhaço? Ela vai morrer aqui na sua frente!!!!” E ao invés do rapaz fazer alguma coisa – agir como homem – ele simplesmente começou a chorar um choro de quem já considerava a namorada morta. Eu pensava – posso mata-la agora! – mas tenho que confessar que o choro desalentado do rapaz realmente me desestruturou. Não amoleci. Não foi pena dele o que eu senti. Eu senti o desalento dele vendo alguém importante morrer na sua frente e não conseguir fazer nada. É uma dor estranha. Nessa hora sentia que afrouxava um pouco as mãos para que ela continuasse viva mas sem ar o suficiente para continuar com medo. E mesmo assim os alfinetes continuavam vindo de todas as direções. No momento seguinte lembro de entrar numa porta de serviço do mall do shopping e dar de cara com o Renan. Engraçado que na verdade, o Renan, assim como o Luis, são os caras mais sério e corretos nesse sentido que eu conheço: nem cerveja eles bebem, mas no sonho, o Renan olhou para mim, com o garrote já amarrado no braço e me pediu para arranjar droga para ele. Na hora eu pensei, “o processo já começou, não adianta querer impedir agora: tenho que dar o que ele precisa e depois pensar no que fazer. Se é que tem o que se fazer.” Enquanto saia no corredor procurando a droga, continuava recebendo alfinetes por todos os lados. Mas já estava começando a me acostumar com eles, parecia que era um problema que não ia ter fim. No caminho vi uma jovem falando que eu não deveria dar droga para ele, e eu pensava: esse pessoalzinho politicamente correto é um saco!

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 23:55:32 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Sonho #12B - Needles!! Encontrei a droga em algum lugar, não me lembro de pegá-la nem de entregá-la ao Renan, mas sei que ele se dopou e ficou calmo. A sensação nessa hora foi como aquele dia em que eu ofereci comida para o Sérgio antes dele tomar guaraná em pó: ele disse que não podia comer antes de tomar porque ele iria se sentir mal. No sonho com o Renan era a mesma coisa, quando pensei que “o processo já tinha começado”. Ele já tinha feito alguma coisa que se ele não se drogasse seria pior. Bom, depois disso, lembro dele com a aparência mais calma e normal do mundo saindo e eu me sentindo cúmplice dele nesse segredo, como se eu fosse uma parte dele por conta disso. Nesse momento, lembro de ver feridas nas costas das minhas mãos. Eu tirava os alfinetes com uma certa apatia até, como se isso fosse uma coisa com a qual eu devesse me acostumar. Acho que não iriam acertar mais meus olhos, ou pelo menos eu já não me preocupava com isso. De novo eu estava perto do restaurante de comida mineira (que acabo de me lembrar, é o lugar onde meu pai sempre come no Frei Caneca quando ele vem pra cá) tirando as agulhas que já sangram as minhas mãos e falando para quem me ataca algo do tipo: “Tá, tudo bem, vocês querem continuar atirando, vcs devem ter algum motivo para isso que eu ainda não entendi, só sinto porque vocês em nenhum momento me deram tempo para que eu pudesse me defender, ou ao menos mostrar meu ponto de vista.” Eu não estava jogando, nem tentando comover ninguém, estava calma e falando totalmente resignada com o meu destino de “São Sebastião”. Foi ai que vi que um jovem gordo e de cabeça raspada (meio “pitbull”) parecia ter ouvido o que eu disse. Foi uma coisa que eu disse meio em termos de desabafo, mas parece que surtiu efeito e acordei com a sensação de que ele tinha ordenado que parassem de me lançar alfinetes.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 23:53:41 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

22 de Maio Super Sonho #11

Hoje o sonho foi legal: Primeiro me lembro de estar morando numa daquelas casinhas humildes de fundo de quintal que mora minha tia Ana. Teve bastante coisa acontecendo lá em sonho mas eu não me lembro muito bem. Só me lembro que lá deveria ser alugado e por isso eu não podia mudar nada de lugar, digo isso referente a arquitetura da casa. Queria mudar o acesso do banheiro e do quarto, mas isso faria com que os acessos ficasse num lugar meio estranho. Acho que quase como na entrada da casa. Pensava assim: ainda bem que não posso mudar, senão acho que isso não ficaria bom. No momento seguinte estávamos, eu e a Leandra, num lugar como a Vinte e cinco de Março, onde você vê coisas baratas e coloridas. Passamos na frente de um galpão de 3 pavimentos – térreo mais dois – e no térreo vimos que tinha um grande flea market (de novo – mas dessa vez estava no lugar certo). Estava na mesma calçada que o

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prédio e quando olhei no terceiro andar e um rapazinho estava colocando uma fantasia de Elvis nos anos 70 ( a fase que eu gosto e associo com meu pai). Apesar de detestar imitadores, achei que era um bom motivo para subir lá e ver o que tinha lá. Eu tinha certeza que não ia encontrar nada de Elvis lá, mas foi uma desculpa para subirmos. Acho que não chegamos a ir ao segundo andar, porque logo acima do térreo vimos uma grande feira mística acontecendo que me parecia com gente poderosa por trás da cara de circão. Tudo muito cigano. Pensei, “Oba, vamos tirar um tarôzinho básico”... Adoro ir nesses lugares para tirar tarô. Queria saber quanto era, mas não tive como perguntar. Na verdade parecia um grande salão com uma feira mística provisória. Era uma coisa meio cigana. Havia apenas uma barraca que era de um homem. Tinha uma agenciadora simpática que estava explicando para as pessoas como é que funcionava a feira. Era uma loirinha magrinha e eu queria pedir para ela o preço e não conseguia. Nesse interim ela me disse que ela direcionava as pessoas para o vidente/cartomante, que tinha mais a ver com a pessoa, e que ela fazia essa triagem pelos desenhos que as pessoas faziam num papel em branco que ela fornecia. Lembro que fiquei super animada porque achei que isso fazia com que a consulta fosse mais personalizada ainda. Mas o preço eu não conseguia perguntar para ninguém. A menina loira quis exemplificar como era uma consulta e virou algumas cartas para mim. Era um baralho cigano de laminas bem grandes. Ela virou três cartas bem ao acaso. Nas duas primeiras ela não me disse exatamente o que queria dizer, mas deu a entender que estava tudo correndo bem. Quando virou a terceira carta, essa era escura com um homem feio e uma estrutura negra que tinha o titulo “Pele”. A menina desconversou o que me fez achar que o significado dela poderia ser ruim, disse algo como vc não precisa saber disso agora. Eu guardei isso na cabeça e pensei: “foda-se eu depois em casa vou procurar na internet essas três palavras juntas(pele, baralho e cigano) e vou descobrir o que isso significa por conta própria.”. Nesse momento, a menina deu a entender que eu seria atendida pelo homem. Fiquei meio frustrada, porque olhei para a figurinha e era um loirinho nerd de cabelo espigado, parecia o guitarrista do filme do Doors. Lembrei da vez que fui na feirinha mistica do Tatuapé e fui atendida pelo Quiromante, que era homem e estava mais insegura que sei lá o que. Não me senti muito a vontade. Achei engraçado porque me direcionaram para esse cara sem avaliar meu desenho. Nem me pediram desenho na verdade. Acho que era o único que estava disponível. Nessa hora comecei a perceber uma movimentação estranha. Grupinhos com três ciganas iam se juntando nos cantos do salão e começavam a trepar, bom no que diz respeito a isso - mulher com mulher - não era bem trepar. Trepar é quando é homem com homem ou mulher com homem. Mulher com mulher tem mais a ver com “brincar”. Eram todas ciganas, de meia idade e com vestidos compridos e bem coloridos. Eu achei engraçado aquilo tudo acontecendo em pleno dia durante o horário de funcionamento, mas parecia ser tão natural que cheguei a pensar: “são os hábitos dessas mulheres”. Well, well, well...No momento seguinte, aquele grande salão estava vazio e escuro. Nesse momento estávamos eu e o Sérgio juntos. Meu Deus eu nunca me senti tão excitada na minha vida e eu só sentia o meu corpo inchando. Eu não lembro de nada que não fosse a tremenda excitação que eu sentia naquele momento. O Sérgio não me parecia diferente no sonho, mas lembrando agora, ele parecia muito mais objetivo e cafa do que é normalmente. Bom, se eu for descrever essa parte do sonho vou só falar de como eu estava sentindo tudo aquilo. Bom estava sendo o máximo, só que foi interropido. Lembro do Sérgio virando pra trás e xingando “Vai tomar no seu cu” e voltando a atenção para mim de novo com que delimita terreno "Essa Aqui é minha, não me atrapalhe" . Mas eu ouvi a porta do fundo batendo com toda força. Fiquei sabendo que o grande mistico (alguém meio com pinta de Alexey Crowley) só que italiano que vivia ou era responsável por todo aquele lugar não tinha gostado nem um pouco do que estava acontecendo entre nós no espaço dele. Estranhei, afinal e aquelas mulheres todas brincando? Bom, mas isso não havia me constrangido nem um pouco. Eu continuava arrebatada, mesmo sem continuar o ato em si. Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 07:38:16 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

19 de Maio

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Diálogo sobre sonhos - Sonhos #5, #6, #8 e #9

Alguns sonhos tem um conteúdo tão emocional, que a gente não consegue guardar imagens, só sensações. Portanto achei mais interessante falar desses como eles foram descritos hoje durante uma das conversas que eu tive com uma amiga de infancia, por e-mail, durante o expediente. Aí vai: "Eu não guento mais sonhar com morto" "Quem é o morto?"

"Vareia. No começo da semana era o Elvis e o George, mas eram meu pai e o Sérgio. Eu estava com os dois no aptº 31 (lembra, na sala onde vc fez cocô na calça) e sabia que eles iam morrer, o Elvis (meu pai) tava com 40 anos e eu pensava "ele vai morrer daqui dois anos", e o George (Sérgio) tava no sofá escuro que tinha na frente da janela, doente. Nos estávamos super bem, mas eu sabia que ele ia morrer, que ele tava doente. Dois dias depois, o sonhos tinha uns rituais e meu pai estava mostrando técnicas de enterro diferentes. Muito caixão, muita terra... e um corpo que parecia ser o do Sérgio, mas não era, era de um rapaz que tinha morrido de asma. Dois dias depois, o sonho era com um amigo que perdeu o pai há uns dias. Eu ensinava ele a rezar de forma a afastar a alma do pai dele de perto dele. Nesse eu tive medo: era estranho ver o vulto do pai dele atrás dele. No sonho de hoje eu lembro de estar com a Daniela, o João descendo a rua Belém mas era o caminho do Sesc Pompeia, mas na verdade estávamos indo para um cemitério que é na periferia, um que eu sempre vejo em sonho. Como vc vê...Tá louco!" "O fato de sonhar com os mortos famosos que você tanto admira, não é nada. Pior é substituí-los pelos vivos nem tão famosos assim, que você tanto ama. Não consigo sequer imaginar o que estes sonhos querem dizer. Aliás, tudo que se refere à morte me apavora sempre. Isso é uma coisa que eu tenho que trabalhar com muita urgência! Pelo pouco que sei, morte pode simbolizar mudança, renovação, renascimento. No caso do seu amigo, talvez ele precise entender que a "presença" do pai dele simboliza proteção. Tem pessoas que se apavoram ao pensar nisso, né? A Daniela e o João poderão fazer parte, de alguma forma, de seus planos futuros em algum aspécto. Vai que, com eles, está a chave desse mistério... Seu pai e o Sérgio X os mortos-que-você-ama, acho que não deve ser nada assustador, afinal vc vive fazendo comparações entre eles, né?"

"Com certeza é. A Ancilla disse que na verdade num processo de matar meu pai interno, porque ele está ocupando o espaço que devria estar sendo ocupado por outras coisas... Uma Electra fodida." "Ana, pode me explicar isso melhor? Não entendi essa relação com seu pai e esta história de Electra..."

"Na mitologia grega tinha a história do Édipo que se casa com a mãe sem saber que ela era mãe. E tem a história da Electra que era apaixonada pelo pai. Mas ela sabia que era o seu pai.... (isso eu acabei de me tocar agora.)" "Ops! quer dizer que acabou de se tocar que é apaixonada pelo seu pai? De que maneira - pai e filha, homem e mulher ou tudo ao mesmo tempo agora desde sempre?????????"

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"Pelo que ela explica, é uma coisa tão forte que eu nem tinha consciencia. Quando os filhos crescem, aos poucos os pais dão um tipo de corte emocional: aos pouco os filhos percebem que pai, mae e filhos não três coisas diferentes. Que o pai as vezes quer ficar sozinho com a mãe, ou vice versa, ou os pais tem outros interesses que não os filhos. Mesmo quando os pais não "deixam" os filhos sairem ou sei lá o que seja, esse corte emocional é natural. Acontece com todo mundo. Mas não conteceu comigo. Os meus problemas com a minha mãe estão já numa fase bem adiantada, eu já consigo ter consciencia deles, falar sobre eles e aos poucos me desvencilhar deles. Mas as coisas relacionadas ao meu pai, são tão profundas que eu sempre achei que eram minhas. Eu me emociono com coisas e situações que eu não vivi, mas que meu pai viveu, entende? Como se fosse meu. Parece que eu me alimento da emoções dele. Se eu percebo que alguma coisa deixa ele feliz, ela automaticamente vai para minha memória emocional e é registrada como se fosse minha. Não é ser "apaixonada" pelo meu pai: na verdade, o corte emocional que deveria ter acontecido, não conteceu e ele não fez questão de dar. Ainda estamos colados. E esse espaço que ele está ocupando deveria estar sendo ocupado com outras coisas. Entendeu?" "Acho que isso tudo tem haver com "não descobrir que o seu pai não é perfeito". Ou porque você não quer enxergar o que ele realmente é, ou porque realmente não consegue ver o lado ruim que existe nele. Ninguém é todo bom nem todo ruim, certo? Quando conseguir atribuir os defeitos que seu pai tem, ele deixa de ser esse mito perfeito que está enraizado dentro de você a ponto de querer ser como ele e, às vezes, de se confundir com ele..." "Acho que tá um pouco além disso. Não tem a ver com os defeitos dele.Eu vejo muito os defeitos dele. Eu sei que ele não é perfeito, mas vamos colocar desta forma: Eu acho que a minha bunda é murcha. Ela não é perfeita, mas é minha bunda, certo? Ela é, de fato, uma parte de mim e não é perfeita. Meu pai é igual. Só que o detalhe é que, na verdade, ele não é uma parte de mim, entendeu?"

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 20:06:51 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

16 de Maio Sonho #7 - Who wanna play with me? Na verdade entre aquele sonho, o #4, e o de hoje, aconteceram mais dois, mas segundo a Ancilla, estão muito emocionais ainda, portanto não sei se vou conseguir transcrevê-los. De qualquer forma segue o de hoje que também fala de morte e da figura paterna: "Achei minha bola de volei. Era minha mas eu não tinha com quem jogar. Me toquei que ter aquela bola agora que eu tenho quasrta ia ser leal, mas continuava com a sensação de vazio que eu tinha na ´´epoca de não ter com quem jogar. Desci para a quadra do prédio para ver se batia um pouco de bola para matar saudade. Queria bater bola, mas era dificil porque o chão da quadra é de grama sintética e a bola não quicava. E eu também não tinha coragem de encher a bola totlamente com medo que ela estourasse. mas sei que fazia isso muitas vezes e ela nunca ficava totalemnte cheia. Na hora que eu tirava o caninho do bico vazava sempre um pouco de ar. quando ela ficava muito dura eu mesma tirava um pouco porque tinha receio de ela estourar afinal ela estav a tanto tempo sem ser usada: eu de fato tive uma bola de volei em 1986 ou 1987, não lembro, mas como sempre, na realidade nunca a usei. Queria ficar dando cortadas nas parede como a gente fazia na escola, mas a parede tinha muitos pilares embutidos e eu não poderia bater bola. Nessa hora

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What now, What next, Where to? - UOL Blog percebi que tinha um grupo de adolecentes esperando eu parar de andar pela quadra para poderem usá-la. Cheguei a pensar de ir na quadra de squash do lado da de futebol onde eu estava, mas achei que não deveria, porque lá era de squashe eu não poderia usar para outra coisa. Comecei a conversar com os adolecentes, tentei fazer amizade, também pensado que de repente eles poderia jogar comigo, mas isso não aconteceu. Além de que eu olhava para eles e apesar de me sentir bem entre eles eu me tocava de que eles eram muuuuuito mais novos que eu . Pensava: "será que eles percebem que eu tenho trinta?" Acho que não acho que eu até passo pela idade deles... Lembro que tentei encher a bola mais umas duas ou três vezes, mas agora ela enchia menos ainda e o medo dela estourar era bem maior. lembro do meu pai em algum lugar desse sonho. não lembro esatamente nem como nem onde, mas lembro da imagem dele, eu devia estar mostrando alguma coisa para ele, para ver o que ele achava, mas não lembro exatamente o quê. No momento seguinte a quadra eu me lembro de ter encontrado a mulher lá do 3º andar, aquela moreninha baixinha dos gatos, e fui conhecer o apartamento dela que era no mesmo bloco que o meu (e que é assim de fato). Mas a casa tinha um pouco de ar de "casa de tia". Ela mostrava o que ela tinha feito na arquitetura da casa, que ela tinha mudado algumas coisas. Nesse momento a casa não era dela, era como se fossa a minha da adolecência e não sei porque motivo a minha cama estava encostada numa parede que parecia bem solida, mas que apesar disso chovia nela. nessa hora lembro da minha mãe me recriminando do porque que eu quis mudar o quarto daquele jeito. Era escuro e tinha chão de taco. Acho que era nesse momento que o meu pai aparecia, mas não lembro muito bem, só sinto que ele estava no sonho. Lembro também que o Myashiro tava no sonho, mas não lembro porquê. Ela me mostrou o resto da casa, perguntou se eu já havia feito o armário da cozinha e do banheiro, qe eu poderia pegr algumas ideia do que ela tinha feito. Quando ela mostrou o quarto dela lembro de ter passado por dois comodos que eu havia entendido com sendo o quarto dela : eram duas salas escura com sofas antigos que ela dava a enteder que eram sofás -cama. E eu pensava, que coisa escura e confusa. Daí chegamos no que de fato seria o quarto dela. Tinha uma cama fofa e curta na frente de uma janela, que parecia dar num quintal como aquele de quem morava no apartamento 11. Tinha um edredon por cima mas os lençóis eram feitos de sacos de estopa e coisas de construção. Parecia de mendigo. Depois ela terminou de me mostrar a casa dela, que a principio eu achava que era de um dormitório mais era de dois, e era meio desajeitado, como eu acho que são os apartamentos de dois dormintórios do meu prédio. A toda hora eu pensava - o meu é bem mais interessante." O Sérgio sempre disse e isso e é verdade: a setorização do nosso apartamento e a melhor do prédio todo. Os de um dormitório são mais legais do que os de dois. Eu sempre achei isso e no sonho eu tinha certeza de que além da setorização ser mais interessante, a decoração também é bem legal. É engraçado, mas para mim é gratificandte estar numa fase em que eu não tenho duvidas de que o que eu tenho é melhor do que o dos outros, sendo que na maioria das vezes eu pensei o contrário. Um detalhe legal é que as mudanças que ela tinha feito na arquitetura se pareciam um pouco com as loucuras que eu sonhava em fazer onde eu morava, o mudar as coisa pra ver como fica, para ter a sensação de mudança. Dessa vez eu via toda essa mudança como uma grande bobagem, que o meu apartamento do jeito que era, era legal sem que eu precisasse ficar mudando. Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 11:44:06 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Sonho #8 - A pray for a dead man Bom, segunda parte do sonho. Nessa hora eu precisava comprar bobagens para comer e percebia que estava perto da padaria de um amigo meu. Resolvi ir até lá. Não lembro se não tinha dinheiro ou se era muito tarde da noite, sei que era uma circunstância meio diferente, acho que eu ia depender de um favor... Sei lá. Encontrei esse meu amigo numa sala grande trabalhando com aquela cara dele de "tudo bem". Esse meu amigo é uma das pessoas mais controladas que eu conheço, mas perdeu o pai recentemente e ficamos todos muito preocupados em saber como lidar com ele a esse respeito. Contam que quando ele teve a primeira noticia da morte do pai dele, ele desabou. Eu fiquei tentando imaginar isso, por isso acho que transferi isso para o sonho. Estava conversando com ele quando de repente percebi que ele arregalou os olhos meio que como sentindo alguma coisa. Quando olhei para trás dele, vi a imagem de um velho caminhando com muita dificuldade... a sala era grande eles estavam separados por uma boa distância, mas meu amigo, não sabendo que eu também podia ver o que estava acontecendo, disse que não era nada ou ficou em silêncio quando eu

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perguntei. Eu, apesar de não ter esse tipo de sentimento relacionado a pessoas mortas em sonho, desta vez, fiquei com muito medo. Uma voz me explicava que aquele senhor era o pai dele que não tinha aceitado que havia morrido e que estava tentando buscar conforto no filho que era o mais centrado. Só que o meu amigo estava extremamente assustado. Nessa hora eu pensei, "que triste deve ser para esse senhor tentar procurar apoio e não conseguir." Nesse momento a mesma voz falou para mim: "diga a ele que quando sentir isso, que reze muito e muito alto para passar conforto para o pai dele." Quando ouvi isso, nem pensei duas vezes: peguei ele pela mão e falei: confia em mim, vamos rezar alto. E rezávamos três orações: as duas primeiras eram as duas mais conhecidas"painossoavemaria", mas tinha que ter uma terceira e ai eu lembrei daquilo que minha mãe faz de terminar as orações falando alguma coisa que ela pensa. Quando nós terminamos percebemos que o pai dele havia sumido, e esse meu amigo chorava muito. Era muito estranho ver ele sucetível assim. Primeiro porque era sempre foi muito centrado e segundo, acho que ele tem uma casca muito "velha" para a idade que ele realmente tem. Meu! Ele tem a idade do Roberto! Só temos cinco anos de diferença e ele é tão adulto. É estranho. Eu sei que 35 anos não é tão novo assim, mas ele tem cara de menino e jeito de adulto. Achei que a dor do sonho o fez ficar mais "da idade que ele deve ter". Pensava na mulher dele e em toda a situação enquanto via ele choarar. Era estranho, porque esse ritual aconteceu mais umas duas ou três vezes. Eu estava meio insegura e com medo também. mas parecia que estava dando certo. Era paliativo mas resolvia. Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 11:36:04 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

11 de Maio Sonho #4 - Brazil - O filme De domingo para segunda-feira, o pouco que eu dormi foi suficiente para guardar uma imagem dos meus sonhos: "Por algum motivo eu me vi no escritório onde o Luiz trabalha. Eu já estive lá duas vezes, e o lugar onde eu estava no sonho definitivamente não pareceia nem de longe o lugar onde ele trabalha. Era tudo muito arido, branco, velho, cheio de gente cinza. Me lembrava mais uma repartição publica. Tinha uma espécie de mureta alta branca que não permitia que vissemos as pessoas completamente, só o topo da cabeça delas, sentadas. Uma grande claridade ao fundo me dava uma leve sensação de ofuscamento. Eu estava como que num atriumzinho de paviflex cinza separada dos departamentos, pessoas e da janela/claridade, pela mureta. Como já faz um dia que eu sonhei, fixaram algumas imagens, outras não tanto. Via muito papel, o que dava a entender uma trabalho muito mais burocrático do que qualquer outra coisa. Com certeza era um escritório de qualquer coisa, contábil, ou depachante, sei lá... Era buracratico, cinza e sem graça demais. A medida que eu ia ficando incomodada, eu ia percebendo que ficava incomodada porque sabia que tinha largado alguma outra coisa mais segura por aquilo. Num momento o Luiz, que não parecia nem um pouco incomodado com o ambiente, disse que ia me apresentar o pessoal, no que eu falei "não precisa, eu já conheço o Nei (lá da Marisa)", e mais um outro que eu acho que era da Marisa também, devia ser alguém lá do lado de VM. Ele estranhou o fato de eu já conhecê-los. Foi nesse momento que eu descobri, que o escritório onde o Luiz trabalhava (aquele que eu conhecia, o real) existia, e que esse lugar onde eu estava era o outro lado do prédio. Nesse momento eu visualizava a quadra e via que eu estava no prédio que dava de frente para a rua

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What now, What next, Where to? - UOL Blog principal. A parte legal do escritório que eu conhecia (na realidade) tinha o acesso pela rua lateral direita e era um anexo. Os dois escritórios faziam parte do mesmo prédio, mas esse pedaço brancão maior eu não conhecia. Não ficou muito clara a minha posição/função nesse lugar." Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 20:53:59 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

08 de Maio Sonho #3 - Hello Ma! Noite passada Orfeu deu o ar da graça, e o melhor, em homenagem ao dia das mães!!!! Ele não poderia ter feito homenagem pior para a Pobre Dna. Cida: "Depois de um "longo e tenebroso" inverno, estávamos eu e o Sérgio sozinhos. Parecia que faziam décadas que nós não trepávamos e ele parecia não estar muito afins. De qualquer forma eu não quis nem saber e comecei a forçar a barra. Só que no sonho eu estava tão "subindo pelas paredes" que assim que cheguei perto, minha respiração começou a ficar absurdamente ofegante. E a impressão que eu tive foi de que me vendo dessa forma, ele ficou excitadíssimo também. O corpo dele era meio estranho, meio de menino e a gente estava trepando. E parece que era bom o que fazíamos. Parecia que ele tinha realmente se entragdo ou melhor, que ele tava se entregando, mas na hora que ele iria gozar, lembro que a gente se afastou um pouco, a ponto de eu poder enxergar o quanto ele estava dentro de mim. Vi que ele estava com camisinha (coisa que normalmente a gente não faz), e ele era muito grande, branco e esquisito! Quando me toquei disso e quis continuar, me vi no quarto dos meus pais e o pior, tivemos que parar porque minha mãe estava chegando. e daí eu pensei: De novo? !?!?! Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 07:25:04 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

04 de Maio Sonho #2 - ...snake's eyes...snake's color.... Pois é meus amigos. Agora foram cobras.... Esta noite, eu sonhei com uma grande cobra bege claro. O sonho era meio comprido e acho que tinha uns lances numa loja do “falecido” Ponto Frio. Mas eu só lembro bem desse trecho. Eu deveria estar brigando com algum gerente burro ou coisa do gênero. Acho até, que era lá na loja da Alameda Lorena. Sei lá! A imagem que ficou forte do meu sonho foi a da cobra bege (quase idêntica a da foto que eu consegui no Tonystone) Lembro de filhotes de gato que entravam debaixo da minha cama. Os filhotes eram lindos mas essa cobra ficava em volta. Num momento eu percebi que um deles dormia numa caminha que era envolta por essa cobra, a ponto da cobra parecer um bercinho. A principio, como ninguém nunca tinha se livrado dela, eu achei que era poderia não ser perigosa, venenosa. Parece que ela já estava a algum tempo por ali. Só que de repente comecei a desconfiar. Me incomodava ter uma cobra como bicho para convivência, mesmo que aparentemente pacifica. Ela ficava pelo chão e isso me incomodava muito. Ninguém tinha dito que ela não era venenosa, e me incomodava ter uma cobra andando pela casa, e perto dos gatinhos. Parece que a medida que eu me permitia pensar que ela podia ser venosa, é que eu ia percebendo que de fato ninguém tinha dito que ela não era. Lembro que comecei então a pedir para que alguém pegasse essa cobra e eliminasse esse problema do caminho. Daí, todo mundo ficava meio receoso de pegar. Era dificil lidar com ela porque ninguém tinha certeza se ela era venenosa ou não. Num determinado momento, alguém conseguiu pegá-la pela cabeça de forma que ela não conseguiria picar ninguém, fiquei aliviada, mas logo percebi que ninguém se importava de matá-la. Meio como naquele hexagrama do i-ching, o 44, o encontro, que mostra quando poder obscuro é subestimado e negligenciada é também a sua capacidade de destruição. Lembro-me de num momento gritar, inconformada com a falta de objetividade de todos: “meu! Porque ninguém mata essa cobra?”

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Eu não queria por a mão naquilo, mais ou menos como quando a minha casa ta uma zona e eu desencano, esperando vir a faxineira. E além do mais não sabia lidar com cobras. Quando dei esse grito, o homem que estava com ela na mão resolveu tomar uma atitude, já que eu insistia tanto, e ao invés de matá-la, jogo-a pra fora da janela da casa onde estávamos. Nesse momento percebi que era uma casa. E percebi também que a porta estava aberta, ou seja, que a cobra – apesar de eu não ter visto – havia entrado de novo e estava debaixo de alguma cama, ou de algum móvel de quarto. Eu ficava inconformada com a falta de objetividade. ERA SÓ MATAR A PORRA DA COBRA, PORQUE NINGUÉM FAZ ISSO!!!! Ela está me incomodando!!! Um detalhe interessante era a cor dela. Ela tinha um beje muito claro, simpatico e bem anti natural para uma cobra, e exatamente pela cor dela e pelo caráter pouco comum, que ninguém tinha certeza se ela era venenosa ou não. Acho que esse lance da cor tem um puuuuta significado, mas nesse momento não me lembro de nenhuma associação interessante com o tom de bege que ela tinha.... Assim que eu lembrar eu escrevo. Só sei que como o sonho do shopping, de novo, o sonho acaba antes de se concluir alguma coisa. E a cobra ta lá em algum lugar do meu inconsciente: estamos em uma convivência pacifica . Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 22:38:24 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

02 de Maio Sonho #1 - Flea market

Vou começar a escrever aqui os sonhos que eu ando tendo, porque talvez dessa forma Orfeu se desinibe e resolva dar o ar da graça com aqueles sonhos maravilhosos e cheios de significado que eu tinha há uns 10 anos atrás: "Eu estava num shopping micado, tipo o frei caneca, que bota feirinha de petrecos para segurar as pontas das lojas já que elas nãoestão dando um bom retorno. Era um lugarzinho simpático, mas tinha esse espírito. Era bem coloridinho. Lembro-me de parar numa banca onde vendiam redes. Eu sempre gostei de redes e nunca tinha pensado em ter uma agora na minha nova casa. Elas eram coloridas. Lembro de algumas verdes e outras azuis, mas tinha de todas as cores. Me ocorreu que talvez eu não tivesse onde prender uma rede comum como as que eu via, por ser com dois pontos de fixação. A dona da banca me mostrou uma cadeira daquelas que pendem do teto que me parecia bem interessante. Era marrom com cinza, mas eram cores vibrantes mesmo assim. Seria perfeita. Ela fazia questão de dizer que em qualquer lugar aquilo seria caro para caramba, mas lá ela estava vendendo por quase 1/3 do preço. Quando ela falou isso eu comecei a desconfiar da qualidade desse produto. Lembrome que pus a mão nele e senti uma coisa muito frágil, bonita, mas ordinária. As redes eram de boa qualidade, a cadeira que me interessou, não. De qualquer forma, parei de pensar na compra daquele produto em específico (pensei em procurar um legítimo em outro lugar) quando ouvi algumas pessoas falando em chinês. Era algo como “shi zai nar”, “zai zhar”, como se que falasse estivesse perguntando pela localização ou indicando alguma coisa. Fui atrás de onde vinha o som, porque se eu tava conseguindo entender o que eles estavam falando, queria ouvir mais para ver como andava meu chinês (eu sempre faço isso na verdade). Só que o som veio de uma loja, que descrevendo agora o sonho me parecia como aquele canto onde tem a Filomena e a Yatchman no Freica. Só que era um lugar escuro e eu pude perceber que os chineses que haviam lá eram meio “fajutos”, tinha uma até com um cabelo mal tingido naquela cor que costumam ficar as descolorações em cabelos muito escuro. Era um lugar feio mas eu entrei mesmo assim, porque achei que pudesse ter algum objeto de decoração ou arte chinês lá dentro. Sim, era uma loja de artigos para decoração. Só que assim que eu entrei, alguém disse: “aqui só é permitida a entrada de arquitetos”. Quando ouvi isso, não tive a reação que costumaria ter, ou seja, virar para alguém e falar; Tudo bem eu sou arquiteta”, fiquei como se estivesse me fazendo de boba. Nesse momento não existiam mais chineses e sim, uma assistente de vendas magra e bem vestida e um gerente loira com cara de decoradora pedante decadente. Foi aí que eu percebi que o que eles tinham dentro daquela loja eram quinquilharias vagabundas. O objeto que me fez ter certeza disso foi uma pirâmide asteca revestida de papel camurça preto, perto de outras coisas (acho que um relógio de parede de plástico com imitação dourada). Tudo jogado num espaço que parecia um buraco de lareira alongado. Quando me toquei disso senti que a assistente magra e bem

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vestida (ela destoava um pouco do lugar que trabalhava) me pegou pelo braço de um jeito amistoso e foi conversando comigo até a porta. Percebi que ela estava fazendo isso porque era o jeito mais delicado que ela encontrou de me por pra fora da loja (conforme a loira tinha mandado), considerando que eles não sabiam que eu era arquiteta. Foi nessa hora que eu resolvi que seria agressiva. Resolvi. Não foi uma reação descontrolada, pelo contrário, eu sabia muito bem que podia ter essa reação porque era meu direito encrecar com eles, que, na verdade, tinha direito de ser violenta. Estava sendo vitima de preconceito e tinha o trunfo de ser arquiteta, o que me daria “salvo conduto” para fazer o que eu quisesse. Na verdade eu estava nem ai com a loja. Senti naquele momento que deveria marcar meu espaço. Criar encrenca só pra poder ser fudidaça. Aquela loja não me interessava, e apesar de sentir que a assistente tinha boas intenções, fui pra cima dela com violência e lembro que machuquei algumas pessoas. E falava com tom de bravata onde eu tinha trabalhado e onde eu trabalhava agora, sempre como arquiteta. Meio que como dizendo: Esse cargo não é importante para vocês? Pois é, eu tenho, meu currículo é bom, mas bela bosta, esfrego ele na vossa cara. Se isso é importante para vocês, com certeza não é pra mim.” Me atrapalhei um pouco na hora de falar isso me senti um pouco patética, mas saí agitada e meio impertigada. Já fora da loja, eu pensei que além de tudo eu deveria finalizar virando o jogo a meu favor, ou seja: se eu fosse até a administração do shopping me queixar de ter sido vitima de preconceito antes que alguém da loja chegasse me acusando de agressão eu conseguiria meu intuito. E foi o que eu fiz. Mas o sonho parou quando eu estava na recepção de algum lugar que eu não tinha certeza se era a recepção da administração do shopping. Nesse ponto ele mais parecia um shopping como o Aricanduva." Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 11:07:58 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

01 de Maio Desagravo

Nessas minhas andanças pelo mundo virtual, vi alguns blogs. Uma coisa que eu percebo é no que eles diferem de um simples site. Num site, é um monólogo. Vc sabe que as pessoas lêem, mas nem sempre vc sabe o que elas pensam. No blog é diferente. Quando vc faz um e publica, é natural que vc queira que te leiam. Se vc tem coisas para falar, vc precisa do feedback, ou de alguém que sente a mesma coisa, ou de alguém que discorda totalmente... Sei lá. È legal ter isso claro e bem resolvido. Se eu tô escrevendo e publicando na net e não num livro ou num simples (que pretensão) site, é porque preciso dessa interação. Mais ou menos como num e-mail que eu mandei à uns tempos atrás. Segue o trecho onde tive isso bem claro para mim: "Sabe amigo, eu penso que escrever mantém a nossa sanidade. E quanto mais eu escrevo ultimamente, mais eu me surpreendo. Acho que o blog é uma coisa legal exatamente por esse feedback. Pelo menos para mim esse feedback é o que me move. Quando eu lia tarô na faculdade, era através dos jogos dos outros que eu aprendia sobre mim. É gostoso sentir que as pessoas voltam para te ler. Quando vc diz que a dor vem do fato de não se ser feliz, eu sinto que quando eu escrevo, eu tenho a chance de transformar o que seria dor, numa coisa senão bonita, pelo menos interessante, e quando eu percebo o feedback, a dor dói menos. E a alegria alegra mais. Engraçado, né?"

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É por isso que quando eu entro num blog e deixo um comentário, eu gosto de perceber que ele foi lido. Essa proximidade virtual me deixa muito feliz também. Acho enriquecedor. De qualquer forma, isso me ajudou a ver melhor o que me incomoda em algumas situações.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 00:39:38 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 21 de Abril Não me odeiem BRASIL, Mulher

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Meus amigos!!! Não me odeiem. Vocês lembram que no ultimo post eu disse que era exatamente aquilo que estava acontecendo? Pois é. Acho que estou na fase de revestimento mesmo! Não tá sobrando energia pra mais quase nada. Pra falar a verdade estou me sentindo no meio de um intervalo, para começar daqui a pouco a segunda e mais interessante parte do filme....heheheh Não me esqueçam, enquanto isso

Virtuosa Realidade Ana - Pronde vão todos esses bits? Fahrenheit 952

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 09:27:17 [ (6) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Costume Vicioso Sóstenes Arruda Try to Scape! Coisas que acontecem Blogui du Willxu Notas de um Velho Safado Diário (nem tanto assim) de um Físico A Sabedoria da Mentira

13 de Abril Straightly from the well! Quando eu digo que meu sabio chinês é o máximo ninguém me acredita!!!! Olha só que bonitinho o que ele me disse hoje de manhã sobre tudo:

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O POÇO. Pode-se mudar uma cidade, mas não se pode mudar um poço. Este não diminui nem aumenta. Eles vão e vêm, recolhendo do poço. Quando se chega próximo ao nível da água, mas a corda não vai até o fundo ou o balde se quebra, isso traz infortúnio. É preciso ir aos fundamentos da vida. A mera ordenação superficial da vida, que deixa insatisfeitas as necessidades mais profundas e vitais, é, na verdade, inútil. É o mesmo que não realizar qualquer esforço de


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01/12/2005 01/11/2005 01/10/2005 01/09/2005 01/08/2005 01/06/2005 01/05/2005 01/04/2005 01/03/2005 01/02/2005 01/01/2005 01/12/2004 01/11/2004 01/10/2004 01/09/2004 01/08/2004 01/07/2004 01/06/2004 01/05/2004 01/04/2004 01/03/2004

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quebra _ é também desastrosa.

organização. A negligência _ em virtude da qual o cântaro se

Esse hexagrama também se aplica ao indivíduo. Apesar das diferenças em tendências e educação, os fundamentos da natureza humana são idênticos em todos os seres. E cada indivíduo, em sua formação, pode usufruir dessa fonte inesgotável, que é a centelha divina presente no interior da natureza humana. Mas aqui também dois perigos ameaçam. Primeiro o risco de, em sua educação, o homem não chegar às verdadeiras raízes da condição humana, ficando preso às convenções _ uma formação parcial como esta é tão nociva quanto nenhuma formação. Ou, em segundo lugar, ele pode sofrer um súbito colapso em sua educação, desistindo do autodesenvolvimento. Linhas: Nove na terceira posição significa: O poço foi limpo, mas não se bebe dele. Este é o pesar de meu coração, pois se poderia usufruir dele. Caso o rei fosse lúcido, se poderia compartilhar a boa fortuna. Existe aqui um homem capaz. Ele é semelhante a um poço que foi limpo, e de cujas águas se pode beber. No entanto não está sendo utilizado. Essa é a tristeza daqueles que o conhecem. Seria desejável que o príncipe fosse posto a par do que ocorre, pois isso traria boa fortuna a todos. Seis na quarta posição significa: O poço está sendo revestido. Nenhuma culpa. Não se pode utilizar um poço enquanto ele está sendo revestido. Este trabalho, no entanto, não é em vão; graças a ele a água permanece límpida. Na vida também há períodos em que o homem precisa se reorganizar. Durante este tempo ele não pode fazer nada pelos outros. Mesmo assim seu trabalho é valioso. Desenvolvendo suas forças e habilidades através do aprimoramento interno, ele poderá realizar muito mais no futuro.

O que é isto? Leia este blog no seu celular

Nove na quinta posição significa: No poço há uma nascente límpida e fresca da qual se pode beber. Um poço em cujo interior há uma fonte que verte a água da vida é, sem dúvida, um bom poço. Um homem que tenha virtudes semelhantes nasceu para ser salvador e líder da humanidade. Ele possui a água da vida. No entanto, o presságio "boa fortuna" é aqui omitido. O decisivo em relação a um poço é que sua água seja retirada. A melhor água permanece sendo apenas uma possibilidade de alívio para os seres humanos enquanto não for retirada. O mesmo ocorre em relação aos líderes da humanidade; o importante é que se bebe de sua fonte, e que suas palavras sejam aplicadas à vida.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog LIBERAÇÃO. O sudoeste é favorável. Quando não resta nada a que se deva ir, o regresso traz a boa fortuna. Se ainda há algo a que se deva ir, apressar-se traz boa fortuna.

Esta é uma época em que as tensões e as complicações começam a ceder. Em tais períodos é necessário retornar o quanto antes às condições normais _ este é o significado do sudoeste. Tais épocas de mudança repentina são muito importantes. Assim como a chuva provoca um alívio nas tensões atmosféricas e faz com que todos os brotos se entreabram, assim também o período da liberação traz um alívio ao que estava sendo oprimido, e um estímulo à vida. Mas uma coisa é muito importante: nessas épocas não se deve levar o triunfo a extremos. É conveniente não se procurar avançar mais do que o necessário. A boa fortuna aqui consiste em voltar à normalidade da vida assim que se alcança a liberação. Caso ainda restem resíduos por eliminar, é recomendável providenciá-lo o mais rapidamente possível, para que tudo seja esclarecido e encerrado sem demora.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 08:44:19 [ (8) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

09 de Abril It's all too much, for me to take... Quando eu fiz faculdade, o meu trabalho final foi sobre "tudo que enorme é feio". Ou como eu gosto de lembrar “As enormidades que entorpecem a mente”.

Sinto que esse é um assunto que vai me perseguir ainda por muito tempo. Não acabou naquele 7,0. Estou citando isso porque queria

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What now, What next, Where to? - UOL Blog concluir o que eu entendo como sendo o conceito de "paz" que eu comecei naquele post furioso de uns dias (de faxina) atrás. No final do trabalho, quis fazer um resumo do que eu queria dizer no texto todo com alguma expressão de arte. Ainda não sabia muito bem se citaria Joseph Campbell, alguma master piece ou coisa do gênero. A questão é que por acaso eu estava ouvindo a trilha sonora do Yellow Submarine pela trocentésima vez e prestei a atenção na letra da última musica do lado A (sim, era vinilzão que eu estava ouvindo, e daí? hehehe): It's all too much. Esse trecho resumia o que eu queria dizer e como eu via o mundo, pós-faculdade e todos os seus acontecimentos e nãoacontecimentos referentes a essa fase: It's all too much for me to take The love that's shining all around here All the world's a birthday cake, So take a piece but not too much

Gostei dos coments sobre o meu penultimo post. Muitos me fizeram pensar. Existem aspectos em que meu ponto de vista não muda, mas é bom lamber outras opiniões....heheheh. De qualquer forma vou colocar abaixo a letra toda. Só pra constar. E pra gostar. It's all too much, It's all too much When I look into your eyes, your love is there for me And the more I go inside, the more there is to see It's all too much for me to take The love that's shining all around you Everywhere, it's what you make For us to take, it's all too much Floating down the stream of time, of life to life with me Makes no difference where you are or where you'd like to be It's all too much for me to take The love that's shining all around here All the world's a birthday cake, So take a piece but not too much Set me on a silver sun, for I know that I'm free Show me that I'm everywhere, and get me home for tea It's all to much for me to see A love that's shining all around here The more I am, the less I know And what I do is all too much It's all too much for me to take The love that's shining all around you Everywhere, it's what you make For us to take, it's all too much It's too much.....It's too much

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Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 11:50:38 [ (8) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

06 de Abril Oráculos Engraçado, andei percebendo o padrão de respostas do i-ching para minhas perguntas. É interessante. No meu histórico, de todos os tipos de oráculos, o que deu as respostas mais diretas e objetivas para as questões importantes da minha vida foi meu querido sábio chinês. Só que ele é voluntarioso e quando começo a perguntar demais ele confunde as respostas. Ontem, eu percebi que não é bem "confunde a resposta". Ele conversa comigo, ele especula, porque ele sabe que nem sempre vc está tão de frente com a verdade quanto gostaria de estar, então ele vai te chamando, te chamando para que vc vá virando para a direção certa. Vamos dizer que ele responde quando a reposta está clara. Quando ela não está clara, ou seja, quando vc está ainda no meio do processo, ele lança conceitos para testar o seu nivel de sintonia com seu eu mais profundo. Tolo daquele que recebe a mensagem e não pensa (com o coração) na resposta. Nestes casos a resposta não é o hexagrama em si, nesse caso a resposta é a sua reação ao hexagrama que ele te propos. É fascinante. Bom, sobre si mesmo, com a palavra, meu sábio chinês: Uma extraordinária modéstia e um espírito consciencioso, sem dúvida, serão recompensados pelo sucesso. Todavia, para que o homem não se desperdice, é importante que essas qualidades não se transformem em formalismo vazio e subserviência, mas que sejam sempre acompanhadas por uma íntegra dignidade em seu comportamento pessoal. É necessário que se compreendam as exigências do momento para que se possa encontrar a adequada solução para as carências e danos que um tal período implica. De qualquer modo não se deve esperar grandes sucessos, pois falta a força necessária para tanto. Por isso é tão importante a mensagem de não alimentar aspirações muito altas e sim de limitar-se a metas humildes. Assim, também em épocas excepcionais é possível que haja um governante nato, predestinado a trazer ordem ao mundo, mas que se veja impossibilitado de realizar qualquer coisa e beneficiar seu povo por se encontrar só, sem dispor de auxiliares. Em tais épocas devem-se procurar companheiros com cuja ajuda se possam realizar os objetivos propostos. Mas é preciso humildemente procurar esses auxiliares nos esconderijos para os quais se retiraram. Não é a fama nem a reputação que são importantes, mas as suas efetivas realizações.

Com essa atitude modesta encontra-se o homem certo e se pode levar a cabo a extraordinária obra, apesar de todas as dificuldades. O peso do grande é demasiado. A carga é excessiva para a força dos apoios. A viga-mestra, sobre a qual todo o telhado se apoia, cede, porque as extremidades que visam à sustentação são muito fracas para suportar o peso. Medidas extraordinárias são necessárias, uma vez que esta é uma época e uma situação também excepcionais. Deve-se procurar o mais rapidamente possível uma saída e então agir. Isso promete sucesso. Pois apesar do forte pesar demais, está no meio, isto é, no centro de gravidade, de modo que não há motivo para se temer uma revolução. Nada se poderá conseguir com medidas violentas. O problema deve ser resolvido procurando-se chegar ao significado da situação de modo suave (como é sugerido pelo atributo do trigrama interno Sun, suave penetrar). Assim a transição a outras condições terá sucesso. Isso exige uma real superioridade, por isso a época da

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What now, What next, Where to? - UOL Blog PREPONDERÃNCIA DO GRANDE é uma época excepcional.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 07:04:18 [ (3) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

03 de Abril "always look on the bright side of life" parte II, o pesadelo. Ou "this is what the "faxina" does to people". Bom, eu estou aqui, dando um tapa em casa. Pra variar eu estou ouvindo a estação do George Harrison na Usina do Som. Ouvindo e pensando: Os beatles eram 4, certo? Certo! (não tô considerando o George Martin) Bom, desses 4, dois eram engajados pela paz, cada um da sua maneira, certo? Certo! Quais eram? O John Lennon daquele jeito "dream is over" dele, e o George Harrison daquele jeito "all things must pass" dele. Certo? Certo! Fiquei meio deprimida (e ainda não sei bem o porque ando tão incomodada com isso ultimamente) com um livro que vi na Nobel semana passada. Não lembro o titulo certinho, mas sei que era sobre grandes atentados. Of course tavam lá os dois: Uma tentantiva convertida (Johnny) e outra frustrada (George). No caso da frustrada não foi tanto, afinal o cara me fez o favor de morrer dois anos depois, claro que em decorrência também desse incidente. Parece que ele mesmo se tocou disso logo depois que aconteceu. Gosto de me questionar o significado simbólico das coisas. E sinceramente não consigo entender duas coisas, perdoando a sinceridade aí, quem tiver me lendo agora: 1º - Como duas pessoas que viveram tanta coisa, que me pareciam tão inteligentes, realmente acreditavam na idéia de paz na terra? Catzo, até onde eu percebi na minha vida que nem é assim tão excitante, será que não deu para todo mundo perceber que PAZ NO MUNDO não existe? Primeiro porque seria um saco, e segundo porque tb até onde eu sei, a gente aprende mais com a dor do que com o amor. Esse conceito bobo de PNM me soa mais como chavão politicamente correto do que qualquer outra coisa. Resposta de Miss. Não estou dizendo que sou a favor de guerras, conflitos e atentados, só tô constatando que a belicosidade é parte da natureza humana. Desde que o mundo é mundo. Que agora as coisas estão, sim, um tanto descontroladas, eu concordo e me preocupo, mas achar que um dia o mundo estará em paz, é coisa de gente tonta. Me admira muito um cara como o John Lennon que chega a uma conclusão brilhante como a de que do jeito que as coisas iam naquele tempo os icones pop (assim como eles proprios) teriam mais força que a religião, Cristo e tudo mais, poderia depois cair nessa cilada ideologica. Bom, mas caiu. E a maior prova para mim de que ele tava certo no que diz respeito a polêmica declaração "melhores que cristo" foi o assassinato dele. Alguém foi lá meteulhe 5 tiros nas costas como que dizendo "você estava certo, a sua legend foi tão importante que não me importo com mandamento cristão "não matarás" dane-se Deus, vou fazer o que eu acho que tenho que fazer." O George tb, um puta cara sensato que sempre fez comentários tão desapaixonados e interessantes sobre tanta coisa, cantava aos

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What now, What next, Where to? - UOL Blog quatro ventos "give me peace on earth".... Eu não entendo! 2º - Vamos considerar que eu não estou certa e que realmente essa possibilidade existe. Vai me dizer então que eles são mártires da causa da paz? Que os atentados, que coincidentemente aconteceram com justamente os dois pacificos do grupo, é um sinal da luta ferrenha que existe entre bem e o mal? Ha ha ha. Pela primeira vez na minha vida eu senti que na verdade alguém está tentando nos dizer que estamos no caminho errado. Que como o Brian (que por sinal foi um filme produzido pelo George Harrison, o que me dá a esperança de que esse papo de paz seja só fachada politicamente correta) do meu post anterior, ele está falando para que todos sejam diferentes e estamos nós gritando "SIM, SOMOS TODOS DIFERENTES". Acho que não existe o contrário de paz. Acho que o contrário de guerra é não-guerra. Não é paz. Vc não precisa lutar para conquistar a paz. Paz não se conquista. Ela simplesmente é. Como o Tao. Como a idéia universal de criador. Simplesmente é. Não tem contrário. Não existem mártires da paz. Paz não tem mártires. E talvez até, paz não exista.

P.S.: Enquanto isso o Paul McCartney tá fazendo dinheiro. Deus (ou seja lá o que for) nos ajude! Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 14:21:09 [ (10) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Momento "fúria do lar"

Mas que merda, todo fim de semana é a mesma coisa. Tem que arrumar a casa. Enrolo, enrolo e não faço porra nenhuma! Depois fico esperando o próximo fim de semana. Não adianta dizer que a culpa é de qualquer outra coisa porque não é, é só minha.... Se ao menos eu cagasse e andasse pra bagunça e fizesse tudo o que eu tenho vontade de fazer, tudo bem, vá lá. Mas não...Fico com a sensação de que nada vai ser legal se eu não arrumar tudo primeiro. PORRA DONA CIDA TU FIZESTE O TRABALHO MUITO BEM FEITO, VIU?!?!?!?! Não tô mais lá na Vinte e Um mas parece que vc ainda está aqui falando que eu tenho que "porórdi" em tudo por aqui. AAAAAAARGHHHHHHHHH!!!!! Saco, saco, saco, mil vezes saco!!!!!!!!!!! Vou lá limpar meu espírito, digo, minha casa.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 12:14:54 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? 28 de Março ...Always look on/ the bright side of life, fiu fiu, fiufiufiufiufiu.... BRASIL, Mulher

Tem coisas que acontecem que são irônicas.

i'm looking

through you...

Virtuosa Realidade Ana - Pronde vão todos esses bits? Fahrenheit 952 Costume Vicioso Sóstenes Arruda Try to Scape! Coisas que acontecem Blogui du Willxu Notas de um Velho Safado Diário (nem tanto assim) de um Físico A Sabedoria da Mentira

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Alguém já assistiu a "Vida de Brian"? A hora em que o Brian tinha que se misturar entre os pregadores para fugir do exército romano que estava atrás dele? Enquanto ele falava falava coisas sérias, ninguém dava atenção, mas, depois que o exercito passava e ele já não tinha mais interesse, todos começaram a cercá-lo? Pois é, foi assim que eu me senti no ultimo post. Sim, sete é um numero importante, muito, pelo que sei. Fiquei impressionada com a precisão da resposta do tarô para uma pergunta minha sobre trabalho. Tão impressionada que resolvi marcar isso citando no post. Confesso que fiquei meio frustrada quando vi o ibope desse post em detrimento ao que fiz para o Joseph Cambell. E me questionei exatamente sobre isso. Quantas e quantas vezes na vida a gente se prepara tanto, focando em alguma coisa enquanto o que acabada "rolando" é outra que vc não espera, ou que pelo menos até agora não despertou o minimo de sua atenção. Bom, vale a dica do filme. Não são muitos que eu conheço

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What now, What next, Where to? - UOL Blog 01/12/2005 01/11/2005 01/10/2005 01/09/2005 01/08/2005 01/06/2005 01/05/2005 01/04/2005 01/03/2005 01/02/2005 01/01/2005 01/12/2004 01/11/2004 01/10/2004 01/09/2004 01/08/2004 01/07/2004 01/06/2004 01/05/2004 01/04/2004 01/03/2004

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que curtem Monty Python, mas para quem curte e tem como assistir (que não é mais meu caso, afinal fiz o favor de emprestar em carater definitivo involuntário para um antigo diretor de onde trabalhei, TODOS OS MEUS FILMES DO MONTY PYTHON... TODOS! imperdoável. Acho que ainda vou criar coragem de ligar e pedir de volta.) assista. E ria. Eu detesto gente que assiste esse tipo de filme comigo e não dá muita risada.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 16:01:34 [ (16) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

21 de Março ... 7 anos ... 1997

"É o Ás mais importante do jogo, por ser a ultima tarefa do setênio completa. Por isto é uma carta que sempre aparece marcando situações muito significativas na vida da pessoa. A morte e o nascimento estão expressas nela, mostrando um momento onde você está rompendo com todo o passado e descobrindo canais que te permitem iniciar uma nova etapa. Laços estabelecidos nestes últimos sete anos vão ser cortados, porque eles já não trazem mais aprendizagem e estão impedindo o crescimento de outras partes que ainda não foram desenvolvidas.

O que é isto? Leia este blog no seu celular

Mudanças radicais. Rupturas de situações que existem a mais de sete anos. "

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 10:01:46 [ (16) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

20 de Março Joseph O meu avô materno era uma pessoa especial. Simples, do campo, mas com uma elegância e uma inteligência privilegiadas. Os pais ensinam sobre a vida, mas normalmente estão no meio do burburinho da luta junto com você, portanto cabe aos avós a tarefa de passar as experiências com um tom mais sereno, na voz passiva. É o que chamam de sabedoria. O meu avô paterno foi totalmente ausente na vida de meu pai

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What now, What next, Where to? - UOL Blog e portanto praticamente inexistente para mim. O bom de ter algum parente ausente é que vc pode adotar alguém que vc queira para o lugar. O começo de 1993 foi extremamente agradável. Foi nessa época que eu comecei a realmente me tocar de muitas das respostas às perguntas que eu sempre tive. Foi um momento importantíssimo. Tudo começou com o tarô, e continuou depois com um livro que havia comprado em 1989, mas que não havia aberto para olhar durante todo esse tempo. "The innerwork" foi uma boa iniciação. O tarô abriu algumas portas e a partir disso comecei a ter sonhos muito simbólicos, portanto seria interessante trabalhá-los para poder entender tudo que estava sendo "transmitido". A paz que eu sentia naquela época era uma paz absoluta. Era uma serenidade que achei que nunca iria acabar de tão perfeita. Tudo no mundo parecia fazer sentido. E o arremate disso veio na última semana de janeiro se não me engano. Meu pai, ou alguém de quem eu não lembro, avisou seria transmtida durante toda a semana a entrevista feita por Bill Moyers com Joseph Campbell, aquele do livro que o professor enigmático de Teoria da Arquitetura III havia indicado como bibliografia do sememstre. Eu assisti e gravei. Todos. Desde então minha vida pode ser dividida entre antes de Joseph e depois de Joseph. Literalmente. Ele personificou todas as respostas que estavam sendo mostradas para mim naquela época. Tudo. Tudo que veio depois, até hoje, complementou o que foi dito durante aquela semana. E eu tinha a sensação de que ele falava diretamente para mim. Era o resumo de uma vida inteira de estudos. Um homem que viu e viveu tanta coisa... E que agora me transmitia a essência de tudo isso, como se fosse um segredo, só entre nós: É tudo muito simples, criança, "follow your bliss" Estou indo vô. Estou indo....

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 22:29:32 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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16 de Março As palavras certas... Engraçadas são as restrições, ou melhor, o que vc acredita que lhe restringe. Tantas são as coisas que nos cerceiam. Hoje por exemplo, depois de algumas coisas que deram certo na Marisa, veio o pedido fatal: uma perspectiva a mão. Que sensação de frustração que me vem quando isso acontece! Desenhar sempre foi uma experiência mistica, um tipo de gozo para mim quando criança. Um dos motivos de ter entrado na arquitetura foi exatamente porque gostaria de desvendar o desenho. Não da forma que eu sempre conheci, e sim com todas aquelas técnicas, aquela firmeza, as proporções...tudo. Mas o que aconteceu foi uma grande decepção. Não só não aprendi quase nada, como nunca mais me permiti desenhar de novo como o prazer que eu sentia quando era pequena. É a restrição "rei de copas". Não confiar na própria sensibilidade mesmo com ela saltitando na sua frente com uma melancia pendurada no pescoço . Mas a principal de todas as restrições é o medo da mediocridade. Até que a idéia, o texto, o desenho, whatever, tome uma forma, eu não consigo enxergar com clareza o quão profundo ou superficial isso pode ser. Isso me restringe a partir do momento que me recuso a produzir e dizer coisas que considero medíocres. Disso surge a grande questão: O que é o "medíocre"? É o que os outros pensam ser ou o que eu sinto não ter identidade... Não sei explicar o que me faz ficar tão irritada nessas situações. Acho que é a mesma irritação que alguém sente quando não consegue encontrar as palavras certas para expressar alguma coisa muito importante. Eu sei que estou cutucando vespeiro, e que tudo que estou escrevendo agora está deveras confuso. Mas uma hora eu vou ter que "organizar esse quarto". Acho que o momento é agora. Eu não aguento mais essa frustração. Quero tudo e quero agora.

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 21:18:27 [ (9) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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13 de Março I'm Back!!!!

A todos os amigos, obrigado!!!! Fiquei muito feliz com os 32(!) post que recebi essa semana!!!!! MUUUUUUUUUUUUUUUUUUIto obrigado mesmo. Como havia dito a alguns, estive doente. Uma merda de uma virose que me deu depois da aula de kung fu na sexta-feira dia 05, que puta que pariu...Me abortou a semana toda. Uma merda! Mas tudo voltou ao normal. Já estou em outro emprego, meio que reavaliando o que realmente vale ou não vale a pena, e agora cuidando do Sérgio, que está com febre e com gripe (pelo menos é bem mais definido do que eu com a virose). O Outono chegou. Não tenho palavras. Amo essa época. Simplesmente amo. Mexe com alguma coisa dentro de mim que eu realmente não sei o que é. É o momento onde eu quero ser tudo e mais um pouco. Onde eu quero experimentar. O cinza da estação para mim é o cinza mais lindo do mundo. É um cinza 3D. Um cinza psicodélico. Tudo é elegância, tudo é reflexão. As coisas são maduras, são sábias nessa época! A magia está em perceber como o marrom e o cinza podem ser vivos .. como podem dizer tanta coisa lá dentro. Pelo menos de mim. Desculpa Camelinha, mas eu gosto tanto desse verde....

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 15:35:18 [ (7) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

O argonauta de virgem!

Nossa amiga! Como foi dificil me sintonizar com seu jogo. Benza Deus!

Não consegui tirar muitas cartas, parece que a situação é bem definida. O que está em jogo é a inabilidade de se lidar com os sentimentos próprios. É como se para os dois, toda a carga emocional fosse uma cilada. Para você, pela forma inocente que se entrega quando está realmente apaixonada e no caso dele, porque ainda não sabe temperar muito bem a praticidade

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típica do signo de virgem com tudo o que ele sente. Entende? É complexo. Na verdade, ambas são pessoas verdadeiras, mas, por não saberem lidar muito bem com os sentimentos, podem acabar se prejudicando, criando para o outro uma imagem totalmente distorcida de si mesmo. Isso sempre fica muito velado, vcs sabem mas não encaram. Principalmente você, Leiloquinha, porque nesse caso é você quem põe lentes alucinógenas quando se permite ficar apaixonada. Quando a paixão acontece, existe uma inversão de valores, é estranho. Realmente é uma experiência sórdido-imaculada alucinógena. Mas faz parte da natureza do signo de virgem principalmente virgem com peixes. O emocional de virgem é muuuuito interessante, muito complexo e o seu ainda mais porque combina a experiência serena, sensorial e inteligente de virgem-mulher com a sensibilidade SEMLIMITES de peixes. E isso é tremendamente poderoso. No fundo todas as mulheres de virgem querem a mesma coisa: companheirismo, amizade e amor. Só que no seu caso, o incauto viajante deverá atravessar o mar revolto de peixes para chegar nessa terra de paz que é a natureza de virgem. Acho que no fundo, ele percebe na natureza prática dele, que demonstrar o que ele sente pode acabar estragando tudo. Ele gosta sim de você, mas ele sabe que qualquer movimento nessa direção vai te gerar uma reação "alucinógena". Parece que ele te conhece melhor que vc mesma. Ele sente que ainda não tem a maturidade (!) necessária para poder te apoiar se vcs embarcarem nessa. Usando a metáfora acima, ele sabe que com a barquinha furreca que ele tem, ele não vai conseguir atravessar todo esse mar. Ele precisa de um barco maior e ainda não conseguiu um que seja seguro. Eu tentei tirar mais algumas para ver se já dá pra dar uma olhadinha no próximo capitulo. Mas as cartas estão enfáticas em dizer apenas isso que eu te transmiti. Então, amiga, acho que tu tens que meditar muito sobre como que tu és, antes de decidir qualquer coisa! Quando conversamos, falamos que às vezes é legal esgotar as possibilidades, porque se não der certo pelo menos parte-se para outra. Mas o que acontece aqui é que ele faz vc tocar em pontos da sua personalidade que outros não conseguiriam fazer. Portanto a vida e as circunstâncias não permitem que esse "esgotamento" aconteça. Normalmente nós virginianas sabemos a carga que existe nos pequenos rituais. Eu sempre gosto de sugerir algum que possa ajudar a entender simbolicamente a situação que está sendo

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retratada pelo tarô. No seu caso Leila, que mora no Rio, existe rutual mais verdadeiro do que ver o mar? Obeserve o mar e tente imaginar, se fosse você, como vc o atravessaria? Quais os cuidados que você tomaria, como vc se planejaria. Você teria medo? Vc seria imprudente? Ás vezes é legal se colocar no outro lado para poder entender o que acontece. Ok? Uff ... Acho que consegui dizer o que tinha que ser dito, amiga! Me liga, tá? Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 14:27:36 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

04 de Março Mais links da lista. Bom, eu atualizei o blog e republiquei os comentários sobre os links inseridos anteriormente. Coloquei alguns novos e gostaria de apresentá-los: "Costume Vicioso" é um blog bem gostoso de ler, com tiradas ótimas. Da última que eu li e achei ótima, trago um pedacinho: "PERGUNTINHA: Você que está tendo paciência de ler isso, pediria algo para o seu pai, com aquela autoriade toda que os crentes pedem a Jesus? Mas continuando...daí, em cima de toda aquela autoridade com Jesus que eles tem (pensam), chamam o novo crente (sempre ex-católico, claro) olham pra cima e gritam lá do picadeiro: - "Ô Jesus! Vem cá. Quero te apresentar uma pessoa! Eu estou determinando!" - e Jesus rapidinho (pque morre de medo e obedece às ordens deles) vem depressinha e o pastor faz as devidas apresentações. Pronto! O novo crente agora é amigo de Jesus e vocês católicos, não sã-ão...lálálálálá-lá!!!" Do "Pessoas Humanas" eu nem preciso dizer nada, afinal, os caras são super conhecidos e quase todos mundo que eu conheço já tem o link deles. No meu blog, o link está nos textos da flitárcia e as suas histórias que é uma mistura de bruxa de avalon, feminista dos anos 60 e fernanda montenegro...hehehe Mas ainda tem os textos do Paulo Magalhães e do Saulo Cachaça, que por sinal nessa semana está muito legal: "Diálogo de Lucius com o centurião da galé. Centurião, expulsando Lucius da galé debaixo de safanões: - Vai-te a messalina que te gerou! Pensa que escravo nasce em árvore?" "Absolutely Fabulous", é o máximo, escrachado e divertido, e pra quem conhece o seriado é um deleite. Foi indicação do meu amigo Wagner.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog "Eu mimei meeesmo esses meus filhos.O Vet disse que ela não quis a ração que ele estava dando. Perguntou qual eu dou e disse que dará tb.É a mais cara hahahaha. Sabe aqueles filézinhos ao molho? Eu compro de vez em quando. Uma frescura só, eu admito.E aquelas ervas do gato, hein? Pra deixar a gata doidona... Qq dia eu fumo aquilo pra ver se dá alguma coisa." "Coisas que Acontecem", é o blog do Zani. Já gostei do cara gostar de cinema oriental e europeu. Já andamos até conversando sobre Kieslowski... Até me inspirei em assistir Blanc de novo só pra matar saudade. Mas não é só isso não. Leia os textos. Tem um, sobre "Trono Manchado de Sangue" que cara! Tô rindo até agora... Só que o blog dele meio que pega no tranco. Você tem que clicar uma vez, daí vai dar como se estivesse fora do ar, mas vc vai tentando. Uma hora entra. Vale a pena! E nem tem que comer merda...(leiam o texto dele - Mentiras II - que vcs vão entender) "Mr. Doubt" é do meu amigo Wawoss e ele me contou em primeira mão, não virtualmente, que o blog dele vai falar muuuuuuuuuuuito de cinema. Então, pessoalzinho chegado no circuito Unibanco-Arteplex-Cine Sesc-Cine Arte, fique bem de olho nas dicas dele. Inclusive já tem algumas coisas sobre Dogville, Declinio do Império Americano e Invasões Bárbaras. E no meio de tudo tem algumas passagens da vida dele também... Acho que logo logo ele vai estar escrevendo curtas... "Sóstenes Arruda" é um cara bem humorado que em textos bem curtinhos fala sobre tudo. De tudo um pouco. Ele é de Goiania. Experimente. "Fim de Feira", bom, o próprio nome já tá dizendo... é sarcástico e inteligente: "O tema do desfiles das escolas de samba de São Paulo tinham, como tema obrigatório, uma homenagem aos 450 anos da cidade. Aí teve uma escola que criou um enredo em homenagem à Ana Maria Braga. Tudo bem que ela é velha, mas nem tanto assim..." E finalizando, tem o ótimo "A Dança do Tempo" da minha amiga Lyd. Eu não entendo absolutamente nada de Idade Média, Cavaleiros, Reis e coisa e tal. Pra falar a verdade o meu niíel de conhecimento desse assunto é mais ou menos como o dela da cultura oriental. hehehehe. O máximo que fiz foram alguns sabás nas épocas de Beltane e Samahain (por sinal eu mudei de casa bem no dia das fogueiras de Beltane) e ler Brumas de Avalon. Mas parou por aí. Então deixo o assunto com que entende. E ela entende. Pacas! Olha, então aí estão minhas sugestões. Divirtam-se!

Escrito por ¶÷ ±¦Àö às 19:43:32 [ (33) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Atualizando os links right now! Estão aparecendo os links que adicionei e também o meu

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What now, What next, Where to? - UOL Blog perfil na versão oriental! heheheheh Uma chinesa falsa e ruiva! Sobre os links tem: O "Divã de pobre" que eu achei bem legal e o "Try to scape" que na verdade chama-se "Crimsom Room", um site japonês bem legalzinho. Bom depois de uns dois dias eu consegui escapar. E para quem tentar, não adianta me perguntar que eu não digo como...Se alguém quiser dar uma passeada no site desses caras o link é: http://www.datacraft.co.jp/takagism/org.html Aproveitando que estou falando dos links, o "Fahrenheit 952" também é dez. As histórias são contadas dum jeito tão gostoso que eu não consegui parar de ler até chegar no final. E olha que eu não gosto de ler muito na internet.... A linguagem é divertida, e as impressões são tão vivas que vc consegue visualizar os cenários e até as pessoas... O "E la nave va" é bem legal para quem quer ficar antenado com o que acontece no mundo. Principalmente no cenário politico. Bom, como diz uma amiga, o bom não é saber e sim ter o "dianhua" de quem sabe, não é? Portanto como eu não manjo nada de politica, achei que com esse link estaria colocando o assunto em boas mãos. O caso do "Liberal Libertário Libertino", temos um aquariano orgulhoso de suas ideias. Por sinal ele fez trinta anos a pouco tempo e excetuando as disposições em contrário que são muitas e acham que ele é um suicida depressivo em potencial, o cara tem uma visão super natural dos ciclos da vida. Coisas que vc só vê em pessoas bem mais velhas e interessantes. Pena que ele nunca respondeu um post meu. heheheh. Ele tá ocupadíssimo tentando convecer seus "salvadores" que ele não quer se matar. Vale a pena a visita. Inclusive tem um romance para download bem legal que vale a leitura. Bom, é mais fácil que vcs confiram pessoalmente os outros, que realmente valem a pena. A medida que for vendo com mais calma os outros eu vou comentando P.S.: De qualquer forma conto com vocês que estão entrando no meu blog pela primeira vez para que não se intimidem e mandem as suas perguntinhas para o tarô...vocês precisam me ajudar afinal eu adorava ler tarô na faculdade e quero desenferrujar logo!

Escrito por 恩 宝丽 às 10:51:16 [ (22) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Vamos lá. Explicando de novo... Agora parece que troço deu certo. Já estsava ficando azeda com aquele papo de aparecer tão pouca mensagens no index! Infelizmente ainda não descobri um meio termo para o

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What now, What next, Where to? - UOL Blog tamanho das letras, mas assim que descobrir (aceito ajuda) vou mudando. O fato é que DETESTO letras grandes. Explicando de novo, os texto vão estar divididos dessa forma:

Verde - my own bussiness Amarelo - Tarô, conselhos e cia Azul Agua - Poesias e textos interessantes Branco - politica e afins (com certeza é a cor que vai ser menos encontrada aqui) Vermelho - Amigos participantes Ok?

Escrito por 恩 宝丽 às 10:48:22 [ (2) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Para Zani Nossa, viajei agora. Falamos um pouquinho no seu blog sobre aquela cena comum nos três filmes do Kieslowski, BleuBlanc-Rouge. Impossivel não lembrar. Como te falei, eu tenho o DVD do Blanc então peguei a imagem:

Lembrou? Acontece nos três filmes. Eles sempre aparecem, como na sua história do shopping.

Escrito por 恩 宝丽 às 10:24:14 [ (4) Uhuuuuuuu!!!Tá ficando bão! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Tranquilidade/Sampa Estar Tranquilo. A tranquilidade é interessante. Acho que até mais do que qualquer outro estado de espirito. Quando se está tranquilo se têm clareza para ver todas as possibilidades e como fazê-las acontecer. E quando estou em férias by my own, tudo fica tão tranquilo... Gosto de ficar sozinha. Preciso ficar sozinha.

I want to be alone...

Até onde eu sei, ela era também de 18 de setembro. Às 21:00hs. Como eu. Só que 70 anos antes. Mito. Mistério. Isso é interessante. Acho que ela estava certa. Eu não suportaria também a invasão. Sinto que a minha vital tranquilidade é fragil. Tênue. Tenho que protegê-la para que ela possa me reabastecer.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Tinha escrito um monte de outras coisas, mas uma total falta de habilidade no manuseio dessas novas tecnologias(estou falando como uma velha agora) me fez perder tudo. Diante desse fato tenho duas opções: Xingar até a primeira geração do infeliz que não deixou claro que quando vc muda de tela vc perde o que foi escrito, ou pensar que ali estavam escritas coisas que não deveriam aparecer ainda. Escolhi a segunda opção. Porque estou tranquila. Porque estou de férias, porque estou sozinha nos meus 35m² com vista pra Paulista, onde, até que outra coisa aconteça, é o que eu "meio-tenho" de mais precioso. (meio tenho é o correspondente aos 40% proporcionais que me cabem pagar nos proximos 18 anos...). Minha relação com a região da paulista é interessante. Sempre gostei daqui, desde de pequena. E apesar de ter vivido durante 28 anos no bairro tradicional do Brás/Belenzinho, eu nasci na Frei Caneca. Portanto, voltei às raizes. E daqui não pretendo sair nunca mais. Assim como meu pai com o Brás, esse eu meu lugar. Tenho orgulho de morar aqui. Perto dos puteiros, dos chineses, dos judeus, dos quatrocentões, dos executivos... E não ser puta, nem chinesa, nem judia, nem tradicional, nem workaholic... Ser eu mesma. E estar tranquila.

Escrito por 恩 宝丽 às 10:21:50 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Sobre homens. O Wawoss tem o hábito de me repassar e-mails com aqueles homens esculturais, molhados, belissimos, babantes... Bom, sempre achei isso um porre! De qualquer forma, como ele ficou na dúvida, de como alguém, ainda mais do sexo oposto, poderia não se entusiasmar com todas aquelas beldades, eu esclareço: NÃO TENHO SACO PRA HOMEM PERFEITO. REALMENTE ACHO UM PORRE! Coisa perfeita demais é muito óbvia. Gostoso é você olhar para alguém que não chama a atenção da maioria, e ir percebendo as nuances. O que ela pode ser. Bom, blablablas a parte, eu tinha prometido a ele mandar fotos de quem eu gostava, até para que ele não achasse que eu era uma bica enrustida que não gostava de homem. Gosto não se discute, o blog é meu e eu ponho foto de quem eu quiser. E aí de quem não concordar comigo!

Escrito por 恩 宝丽 às 10:21:19 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? - UOL Blog

Andréa, there goes your life... Só pra você não ficar frustradinha, eu vou colocar o seu post na pagina do blog, tá legal? [Andrea Rocha Rodrigues da Costa][dedeka73@hotmail.com][São Paulo SP Brasil][libra] Imaginei que meu comentário também fosse aparecer na sua página... burra! Quando tiver tempo e saco, me diga o que o tarot tem pra me dizer. Não consigo pensar em nada específico. Tenho planos de fazer uma regressão em breve. Sempre achei isso muito louco... depois te conto com detalhes!!! Bom, aguardo um alô, tá? Beijos, Dé 27/02/2004 19:24

Escrito por En Baoli - ¶÷ ±¦Àö às 18h10 Escrito por 恩 宝丽 às 10:19:41 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Parte I - O problema

Ser libriano é foda! E no seu caso, é phoda e meia porque existem duas forças enormes dentro de você indissolúveis mas diferentes como água e fogo. Uma faceta é extremamente ambiociosa, ativa e que passa feito um trator em cima do que não satisfaz as tuas aspirações. Outra é doce, romântica e apaixonada. Melada mesmo. Tua felicidade depende diretamente de como você administra a luta entre estas duas partes. Como o yin-yang. Nunca uma poderá anular totalmente a outra. Nunca mesmo! É essa tensão que cria o movimento que te impulsiona. Ao mesmo tempo em que você pode ser o cão-chupando-manga-na-cerca quando cisma de conseguir alguma coisa, você pode ser a pessoa mais doce do mundo. Tudo vai depender da forma que fará você chegar mais rapido aonde quer. A diplomacia libriana. Cultivar pessoas, lembra? Elas são úteis, você pode precisar delas... Neste campo não me parece que você tenha grandes problemas. Repare na sua vida e em tudo que você conseguiu fazer quando trabalhou bem essa polaridade e tire suas próprias conclusões. Entenda isso como um trunfo, um kit básico de acesso para tudo aquilo que quiser! O grande problema está no passado e o turbilhão de emoções boas e ruins que ele traz. Cara! A quantidade de cargas negativas que existem lá é uma coisa de louco! Só que muita coisa não existe só fora, mas dentro da tua cabeça.

O passado é importante, é tua referência, mas junto com as sensações boas, vem um grilhão enorme de cargas negativa. Não dá pra acessar um sem que venha o outro. Pelo menos não por enquanto. A diferença é que até agora você não sabia discernir de onde vinha exatamente tudo isso. Mas parece que agora vai saber. Encarar tudinho e bem de frente. (vai ver que é a regressão)

O lance é o seguinte: Muito tempo e muita energia gasta com coisas que na verdade talvez nem existam mais. Criou-se cicatrizes, padrões de

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What now, What next, Where to? - UOL Blog

comportamento compensatórios, mas nunca se conseguiu olhar a causa de frente! Num quarto escuro, qualquer coisa pode ser monstruosa. O caminho até o interruptor foi longo, mas agora, quando você acender a luz, vai ver direitinho a bagunça que se acumulou em todos esses anos. Com o “kit básico de acesso” que eu te falei agora pouco, você vai saber como arrumar tudo. Vai dar trabalho, mas o importante é que luz vai estar acesa. Got it? É óbvio que vai ser um processo lento. Muita reflexão e principalmente a quebra de muitas estruturas que você considerava como essenciais na sua vida e que agora, com a “luz acesa”, percebe que não eram nada além de trambolhos que serviram no passado mas agora apenas ocupam espaço. Você terá tempo para se acostumar com esse “bota-fora”... só vai entrar de cabeça nisso quando estiver realmente convencida que o que não presta está tomando espaço de coisas novas que estão a porta só esperando ter espaço pra poder entrar. Escrito por 恩 宝丽 às 10:19:16 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Parte II - Conclusão

Depois desse tempo, vai ser engraçdo. Você nunca se permitiu curtir a vida realmente. As coisas eram tão opressivas que qualquer tipo de “lazer” era uma forma de tentar fugir do quarto escuro. Era como se você ligasse o radio no ultimo volume para ver se conseguia esquecer que estava naquela escuridão. Mas quando a “musica” acabava voltava toda a agonia... As coisas simples da vida passavam meio desapercebidas ou quando não, eram apenas formas de se desapegar de toda aquela dorzinha incomoda... Agora me parece que com o quarto arrumado vai dar para “receber visita”, fazer festa, trazer pessoas para conhecer “dentro”. E isso vai ser muito bom. A partir dessa nova fase vai ser muito mais fácil se livrar do que não serve na sua vida. Sem manipulação e nem subterfúgio. Vai ter uma cestinha de lixo no cantinho mais visível do seu novo quarto arrumado, sempre a mão, para você usar quando precisar. Escrito por En Baoli - ¶÷ ±¦Àö às 18h06 Escrito por 恩 宝丽 às 10:18:33 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Parte III - Rituais

O que são rituais? Rituais s��o coisas simbólicas que fazemos para entrar em contato com as dinamicas do inconsciente. Gosto sempre de sugerir um ritualzinho que tenha a ver com o ponto principal do jogo. No seu caso além da luz que ajuda a enxergar as coisas, eu vejo também a capacidade de jogar o que não serve mais fora. Tire partido disso, eleja um canto iluminado da casa e compre uma latinha ou um cestinho que represente tudo isso que eu te falei. Coloque num lugar que seja simbolico para você e que possa te fazer lembrar desse monte de coisas que vc precisa jogar fora na sua vida. Fica bem, tá amiga! Beijos Ana

Escrito por En Baoli - ¶÷ ±¦Àö às 18h05 Escrito por 恩 宝丽 às 10:18:01 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Photograph - ou como começou minha recaída George Harrison... Eu ainda fico mal com essas coisas... Bobagem, mas é... Existem coisinhas bobas que deixam a gente meio mal. Meio, não. Muito mal. Acho que é porque se projeta alguma coisa lá de dentro... Sei lá. Só sei que hoje deu recaída de George Harrison. Gente sensata passa desapercebido... Às vezes até porque a sensatez não gosta de refletores. Sempre admirei a postura de Harrison diante todas as coisas que aconteceram. A discrição dele. E os comentários... Quando vc olha, nos documentários, era o mais sério, mais sereno. O que via tudo com aqueles olhos. A expressão daqueles olhos já contavam a postura dele diante do mundo. Costumo fazer um paralelo entre Elvis e Harrison na minha vida: duas coisas totalmente diferentes que só excepcionalmente se tocam, como quando o Elvis canta Something em algum show obscuro da decada de 70. É mágico, mas raro. O Elvis representa o nível mais básico. É a minha infância, meu pai. Me faz entrar em contato com coisas assustadoras e fascinantes. Arrebata! Vc não pensa, vc sente. Tanto o sex appeal quanto a decadência. Vc sente. O George representa a depuração. É a minha capacidade de pensar, discernir e ser. Me lembra o Sérgio e toda a transformação que aquela época de faculdade simbolizou. Você contempla, you realize.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Quando por algum motivo eu me toco de que o Harrison também morreu, eu me assusto. As músicas dele embalaram uma época na minha vida em que eu comecei descobrir a mim mesma. É impossivel não fazer a associação. A expressão dos olhos... A expressão dos olhos do Sérgio... Estão sempre ali. Sempre pra me lembrar a serenidade que permeia o mundo. E que no final, "all things must pass"... *

...and all i got is a photograph/ and i realize you don't come back anymore...

* "all things must pass" is definitivly not "the dream is over"!

Escrito por 恩 宝丽 às 10:17:31 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Ser mulher Revival da época que o meu blog era de papel - 15/02/02 "... Hoje as mulatas estão dando show na rua... Ser mulher é uma coisa mística. Nem toda mulher merece receber esse título. Por exemplo, aqui nesse ônibus, nesse momento nenhuma merece. Incluindo eu. Mulheres que merecem o título devem ser aquelas que inspiram qualquer tipo reação que não possa passar batido. Como a minha reação agora, por exemplo. Falo disso com a estranheza de quem deveria, mas nesse momento não faz parte desse grupo seleto. A feminilidade é uma magia. Uma magia que eu gostaria de encontrar dentro d mim, mas que sinceramente tenho medo de encontrar. Acho que temos que ter responsabilidade pelos nossos encantos. OH! ESTOU REDESCOBRINDO A RODA!!!! Olha só, já estou no meio do caminho e não vi nada que se assemelhasse a aura da mulata de preto da Marechal Deodoro. Simbolicamente, acho que ela não existe no consciente, e sim no inconsciente. Negra, linda e encantadora. Como nos sonhos do livro do Carl Jung. Básico como os instintos. O importante não é o que ela é, e sim a resposta que nosso íntimo dá ao que ela representa. Já estou na Lapa e nada igual apareceu. Mas a análise está feita e eu produzi na minha manhã. Apesar dessa porra de ônibus chacoalhar que nem a porra! Os homens não conseguem absorver essa essência mística

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What now, What next, Where to? - UOL Blog feminina, por isso tentam absorver o corpo. Simples, não?"

Escrito por 恩 宝丽 às 10:16:40 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Beltane Tupiniquim Hoje é carnaval. A humanidade sempre teve a necessidade de "libertinar" em alguma época do ano. Para nosotros tupiniquins isso acontece no final do verão; nada mal para finalizar a época de fartura que foi o verão. Estourar os últimos cartuchos. Que que é isso Ana Paula? Tu não gostas de carnaval!!! Que papo é esse? Realmente não gosto de carnaval. Nem um pouco. É de sangue esse negócio. Nem de pequena gostava. Mas adorava a fanstasia.... Mas a como disse acima, a humanidade toda, em todas as épocas tem necessidade de escape. Os Celtas tinham, os Chineses tinham, os Romanos tinham (toda hora por sinal)...A Libido é uma divindade! heheheh Então eu quero ficar bêbada! Vinho suave sangue de boi é a minha perdição!!!! Eu amo isso. Amo essa sensação de ficar tontinha e destravada. É carnaval e eu estou sozinha em casa. Não quero me juntar a nenhum cordão e a nenhuma bagunça. Só quero ficar aqui! Escrever e beber. Tenho esse direito. É carnaval! Eu vou fazer a minha festa!!! Sou filha única e desde sempre aprendi a me divertir muito mais quando estou sozinha. Ana Paula concentrada! Na veia! Caranaval! Ora bolas! A noite não vou estar sozinha. Escrito por En Baoli - ¶÷ ±¦Àö às 13h34

Escrito por 恩 宝丽 às 10:16:09 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Oi Mara, as mudanças ainda não terminaram... Bom, o ano começa com o seis de espadas, que para mim, sempre significou uma carta bem promissora. Mas assim: Você não sabe ainda muito bem o que vai encarar, mas já deu o primeiro passo consciente para tentar resolver um grande impasse que talvez venha de muito tempo. Acho que ainda existem muitas estruturas para despencar.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Pode-se dizer que o pior ainda não passou. Talvéz em março as coisas fiquem meio feias. Esse mês que estamos, vai servir para vc reavaliar sua coduta. Onde vc errou, o que vc poderia ter feito diferente. Vc assistiu ou leu o retrato de Dorian Gray? Pois é. Se não, posso te dizer bem a grosso modo que ele não envelhecia, e tudo de ruim que ele tinha ou fazia (e fazia muito) ia prum quadro com a imagem dele. Mas no final do romance ele tem que encarar o quadro com todas as "malignidades" estampadas na imagem. Vamos dizer que o mês de fevereiro para vc será isso. O confronto com o Seu retrato de Dorian Gray. Não é pra se assustar, tá? Encara com naturalidade, para que o quem vem depois seja menos dolorido. Bom, o processo é natural. Vendo os podres, é momento de romper com eles. E normalmente a torre é meio chatinha. Mas pensa que é o que falta para vc se livrar de todo impecilho psíquico que está te impedindo de fazer tudo o que vc tem capacidade de fazer. Acho que em abril tudo começa a melhorar. Acho. Diferente de muita gente que lê tarô, eu não sou boa com datas, mas acho que até agora está fazendo sentido. Abril será uma época de sair dando tiro pra todo o lado. Mas olha, cuidado para não ser fogo de palha. Seja responsável no que vc faz porque a tendência nesse momento é que tudo que for feito com leviandade será cobrado num futuro bem próximo. Portanto encare a sua fase de possibilidades entendendo e absorvendo tudo possível. Não faça como um amigo meu costuma dizer " ah! ela vive as coisas de forma tão "por cima", parece que é só pra jogar no banco de trás do carro, pra quando precisar". Vamos dizer que usando da mesma metáfora, o que vc estará jogando no banco de trás são bens perecíveis. Se não souber como usar vai apodrecer tudo e o cheiro vai ser insuportável. Portanto, não serviu, joga fora na hora, ok? Com relação a sua vida emocional, parece que também tem alguns ajustes para se fazer. Tem um relacionamento pra estourar mais pro meio do ano, mas como todo relacionamento, a gente entra cheia de ilusões, de imagens, de projeções...é incrível como a gente fica idealizando as coisas por mais práticas que sejamos. Mas uma vez que vc decida-se pelo relacionamento agarre isso até o fim. Aconteça o que acontecer. Acho que o friozinho vai ser uma época bem gostosa pra você. heheheh Mas agosto/setembro, mais ou menos, as coisas vão começar a ficar um pouco mais complicadas, afinal, as pessoas têm defeitos e basta um defeitinho fora de hora que o astral sai de orbita. Mas olha, mantenha sempre em mente que ninguém, nem você, é perfeito. E que aprender a lidar com os deifeitos de quem se ama é uma arte. As vezes até pôe a gente em sintonia com aspectos de nossa personalidade que em situações normais a gente nem saberia que existem. Pode ser que vc fique meio desiludida, mas vai passar e logo logo, de novo, vc vai poder perceber que nada do que acontece na vida é a toa, e que em algumas vezes a gente tem uma

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What now, What next, Where to? - UOL Blog parcelinha de culpa nos problemas. Encare-os e depois disso, caminho livre para reconquistar o que é seu. Parece que esse vai ser um ano de "passar muita coisa a limpo". Boa sorte, menina!

Escrito por En Baoli - ¶÷ ±¦Àö às 12h07 Escrito por 恩 宝丽 às 10:15:32 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Um pouco sobre a China Ontem fui ver um filme chinês. Confesso que ultimamente ando vendo muitos filme desse tipo mais para poder ver se consigo me acostumar com a sonoridade dessa lingua tão diferente! Mas de tabela a gente acaba aprendendo um pouco sobre as historias de lá. Foi triste. Tanto a pobreza do meu mandarim, quando a história em si. Digo história, porque me refiro a História Chinesa nas decadas de 40, 50, 60. Quantas vidas interrompidas, quanto sacrificio, quanta aridez. Segundo meu professor, realmente houve um retrocesso cultural, mas por outro lado a quantidade de pessoas que morriam literalmente de fome por lá deu uma boa diminuida. Mas o nivelamento foi por baixo. Eu sei muito pouco sobre a historia politica social da China no seculo XX. O que mais gosto é da cultura, da singeleza da cultura... Mas gostaria de aprender um pouco mais sobre a bagunça que foi o século XX. A medida que eu for aprendendo eu vou dando noticias. Apesar de estar me interessando pela China, tenho um pouco de medo de lá. Escrito por En Baoli - ¶÷ ±¦Àö às 12h47 Escrito por 恩 宝丽 às 10:15:03 [ (1) Tá fraco, mete bronca! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Alô, alô amigo Wawoss... Depois de tanta transformação interna, wawoss, é impossivel não ouvir o que a intuição berra! E ela está berrando agora. Tenho a impressão de que vc está certo, mas a coisa não me parece tão simples, porque agora, vc que sempre só lidou com ar e fogo, ou seja, conceitos e ação, que teoricamente não se prejudicam entre si, agora está tendo que lidar com agua e fogo, que se não forem habilmente manipulados, podem se anular.

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What now, What next, Where to? - UOL Blog Chegou o momento de "fazer alguma coisa" com o que sua intuição diz. Ou melhor, berra. E é ai que vc tem que mostrar seu valor. Não adianta só sentir que o cara tá afins. Tem que fazer alguma coisa. Tem que mostrar que que vc merece essa conquista. As vezes ele precisa sentir segurança da sua parte para poder realmente se sentir a vontade. Passe essa segurança. Conquiste, mostre o porque que vc sabe que é a pessoa indicada nessa situação. E não tenha medo da competição. Esse lance de lidar com fogo e agua, ou seja açao e intuição, me lembrou uns lances do i-ching. Vou colocar aqui embaixo o trechinho que eu acho que te ajuda a entender como as coisas podem ser estruturadas: "O céu e a terra estão em contato e combinam suas influências, propiciando uma época de florescimento e prosperidade geral. O governante dos homens deve regular essa corrente de energia. Isso se faz através da divisão. Assim, os homens dividem o fluxo uniforme do tempo em estações, de acordo com a seqüência dos fenômenos naturais, e dividem também em pontos cardeais o espaço que envolve todas as coisas. Desse modo, a natureza, em sua pujante profusão de fenômenos, é delimitada e controlada. Por outro lado, é necessário estimular a natureza em sua produtividade. Isso se consegue ajustando os produtos ao momento e lugar adequados, o que aumenta o rendimento natural. Assim, a natureza recompensa o homem que a controlou e estimulou. " Entende? Na verdade usando uma metafora bem bobinha, para lidar com agua e fogo vc precisa no minimo de uma panela. Metal - Ar, olha só que conicidencia. Só que a enfase é na agua e no fogo, mas vc percebe que a caracteristica do ar está presente mas como coadjuvante? Pois é. É isso. Sai pro abraço amigo. P.S.: Eu não sou tão chinesa assim!

Escrito por En Baoli - ¶÷ ±¦Àö às 07h59 Escrito por 恩 宝丽 às 10:13:57 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Hello. Eu aqui invadindo mais uma vez o blog de minha amiga En. Pois é, lembram-se daquele comentário meu sobre um ser que estava me enchendo o saco mandando torpedos no celular? Era o Jason mesmo. Depois eu percebi pelo jeito de escrever. Enfim...deixemos ele em seu mundinho... hehehe Comentei em meu blog o meu descontentamento nesta data tão chata que é o carnaval. E aí, alguém curte esta "comemoração"? Prefiro falar sobre a cultura chinesa. Bem, neste caso deixemos a palavra com nossa querida

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What now, What next, Where to? - UOL Blog "chinesinha" En Baoli. Fala aí, garota!

Escrito por Wagner às 01h26

Escrito por 恩 宝丽 às 10:13:03 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Mas a propósito... Não se deixem intimidar com o meu humor de cão! Isso passa. Vocês podem mandar as perguntinhas que fica tudo em paz. Tá legal? Nem que eu responda amanhã. Mas eu respondo! Até porque o tarô costumava me acalmar.... Bisou pour tout le monde! (bom, pelo menos foi um bom motivo para eu colocar outro emoticon)

Escrito por En Baoli - ¶÷ ±¦Àö às 21h44

Escrito por 恩 宝丽 às 10:12:42 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Existem coisas que sinceramente, je ne comprend pas!

... Uma delas por exemplo é porque existem tantas opções de humor quando eu só consigo ficar "insatisfeita" ou "carente". Será que é depressão pósFGTS? Ou depressão Pré-Menstrual? Olho aquela porrada de emoticons e só me identifico com essas duas porrinhas. Tão querendo me enfiar um Caran d'ache cu a dentro e eu tô satisfeita com o Faber Castel. De 6 cores. Que lixo. Que pobreza...Hoje eu não devia... Ahn! Sei lá o que eu não devia....Merda!

Escrito por En Baoli - ¶÷ ±¦Àö às 21h33 Escrito por 恩 宝丽 às 10:12:17 [ (0) Vamo lá! Tô esperando! ] [ envie esta mensagem ] [ link ]

Bem-vinda /Huan1 ying2

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What now, What next, Where to? - UOL Blog

Amiga, É uma tremenda responsabilidade falar alguma coisa a alguém que admite ser ou estar depressiva. Normalmente as pessoas quando estão assim são tremendamente mais sensíveis. A responsabilidade é muito grande, mas vamos lá. Espero poder te dar alguma diquinha do lugar certo onde vc guarda suas respostas. Sim, porque não sei se vc sabe que a depressão, a ansiedade e coisa e tal são estados de espirito que não nos deixam ver nossas respostas. Meu intuito e ajudar vc a onde procurar, ok? O engraçado é que o