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amol magazine _ edição impressa

5,00 euros (portes incluídos - tamanho A5) Já podes ter a tua revista em versão impressa. Envia um mail para producao@snapbook.pt ou apoioaocliente@snapbook.pt com nome, morada e número de contribuinte - não te esqueças de dizer que pretendes a versão impressa da Amol magazine n.º 17 -, seguido do número de exemplares. Ao mesmo tempo, informa que efectuaste o pagamento por transferência bancária para o NIB 0032-0114-00200523873-56 com a data da transferência e o nome do teu banco emissor. Após confirmação, será feito o envio da revista. A revista é impressa semanalmente.

amol agency Exerces alguma actividade relacionada com fotografia? És modelo, fotógrafo/a, maquilhador/a, cabeleireiro/a, body painter ou retouch artist? Inscreve-te em: www.amolagency.net um site completamente gratuito onde todos os membros são VIP. Ficha técnica Direcção: Equipa Amol Responsável informático: Tiago Silva Design: Miguel Meira Relações Públicas: Maria João Lima Colaboradores editoriais: Cátia Fernandes, Daniela Reis, Luís Trigo, Maria João Lima, Miguel Meira, Nuno Pinheiro, Pedro Cabral e Rute Monteiro Fotógrafo: Pedro Cabral


sumário EDITORIAL 03 Editorial Cá estamos de novo! 04 Portfólio: Bruno Fumega

16 Música

18 Cinema

20 Arquitectura

22 Moda

26 Dança

Este mês, não podíamos deixar de fazer uma referência especial à nossa parceria com a mvmtv. Na mvm, poderão ver o making of da nossa capa e uma entrevista com a Karina May. Teremos, também, uma entrevista com o fotógrafo Bruno Fumega, cujo portfólio apresentamos nesta edição. Como já dissemos, a Amol magazine agora pode ser lida online e acompanhada na mvm, para já com dois programas mensais, mas com uma vontade enorme de crescer. Esperamos que continuem connosco, a ler-nos, a dar-nos o vosso feedback, as vossas sugestões e os vossos contributos para que possamos ser cada vez maiores, com uma revista de qualidade crescente e com cada vez mais leitores.

28 Capa: Karina May

38 Teatro: Entrevista com Isabel Maya 44 Música: Entrevista com Ana Bloom 48 Reportagem

52 Fotos dos nossos leitores

53 Vale a pena espreitar

55 New Faces/New Models

62 Espaço

A equipa Amol 01 Maio 2011

agora, a amol magazine também está na


portfólio

Bruno

Fumega Criatividade, Eficácia, Talento, Profissionalismo e Paixão são palavras que a sua ambição carrega.


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portfólio

Bruno Fumega

Olá, Bruno. Gostaríamos que começasses por dizer-nos quem é o Bruno Fumega. Nasci em Guimarães no ano de 1988 e iniciei a minha carreira como fotógrafo profissional de reportagens sociais em 2005. Por vezes, não é fácil descrever os motivos que nos levam a fotografar e a criar uma imagem. Estamos tão habituados a observar formas e cores muito antes do diafragma disparar... e a fotografia é um pouco isso. Mas, por outro lado, temos muitas vezes a necessidade de a criar, pois só assim é que conseguimos mostrar aos outros a nossa forma de vermos o mundo.


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portfólio

Bruno Fumega Como é que a Fotografia aparece na tua vida? Foi como uma gota vinda do céu. Por acreditar que todos nós temos um caminho e um destino traçado, penso que o meu era este. Quando acabei a escola básica, tive a oportunidade de trabalhar numa empresa de fotografia, onde hoje me orgulho de fazer parte de uma excelente equipa de profissionais e de seres humanos.

penso que este era o meu destino

O que te levou a abraçar a Fotografia como profissão? Desde cedo, na minha carreira como profissional, a ambição de dominar o Photoshop era, para mim, já algo de muita satisfação, mas abracei verdadeiramente a Fotografia quando comecei a fazer reportagens sociais. Para mim, um bom fotógrafo não é apenas aquele que faz boas fotos, mas sim quem tem a capacidade de coordenar e ambientar-se a uma variedade de condições a que está sujeito, sem esquecer, também, as suas capacidades interpessoais.


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Para além da profissão, sabemos que fazes ainda Fotografia de Moda quase como hobby e muito, muito, com uma modelo muito especial para ti. Queres falar-nos um pouco sobre isso? Sim, neste momento, a Fotografia de Moda é um hobby para mim, mas espero, no futuro, ser algo mais. Marisa Gonçalves é o seu nome e orgulhome de ser seu namorado já há 5 anos. É alguém que me ajuda com a sua disponibilidade, o seu talento e a sua paixão em ser fotografada. E, quando disse que acredito em destinos, é porque foi a Fotografia que veio até nós e nos uniu. O resultado não é apenas uma fotografia bonita, mas algo mais: uma história romântica em que a Fotografia é a chama da nossa vida.

Quais são as principais dificuldades que encontras na Fotografia? Foi o factor idade, pois com 16 anos nem toda a Sociedade acreditava na minha responsabilidade e competências. Digo isto com compreensão, mas também tristeza.

as rivalidades passam-me ao lado O que pensas da Fotografia em Portugal? Um país como qualquer outro, cheio de talentos por descobrir... Pena é serem sempre os mesmo a terem destaque.

Ao nível daqueles que fazem Fotografia, há uma convivência salutar ou notas algumas rivalidades? Infelizmente, há pessoas que gostam de fazer as rivalidades, mas passam-me ao lado. Não estou aqui para lhes agradar, mas sim para mostrar o que eu faço, como eu vejo, e como eu trabalho. Nunca disse que sou melhor que ninguém e que o que eu faço é o correcto, mas também não admito que mo digam, pois, quando olho para os trabalhos dos outros, respeito, gostando deles ou não, na esperança que respeitem os meus. Mas, nem sempre é assim...


portfólio

Bruno Fumega Quais são os temas que mais gostas de fotografar? Moda, paisagens e, claro, o meu próprio trabalho profissional: as reportagens sociais.

Onde encontras as tuas modelos? Para além das pessoas que me são mais chegadas, tenho o orgulho de dizer que são as modelos que me encontram e se disponibilizam para trabalhar comigo.

tenho o orgulho de dizer que são as modelos que me encontram

O que é que não gostas de fotografar? Não há nada que não goste de fotografar em concreto... Talvez tenha é mais preferências numas áreas do que outras, pois gosto de ter sempre experiências novas neste mundo da Fotografia.

Ao longo da tua vida na Fotografia, o que mais tem evoluído em ti? Para além da técnica, o método de trabalho e experiências em muitos temas na Fotografia. O principal é o reconhecimento do meu trabalho pelas pessoas e o indeterminado número de admiradores.


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Quais são as tuas referências fotográficas? Há fotógrafos que te inspiram?

Como te definirias enquanto fotógrafo?

Sim, inspiram... Não há nenhum fotógrafo específico que me inspire, mas sim várias fotos. Até mesmo aquelas fotos mais banais têm algo que me possa inspirar, transportadas sempre para a minha maneira de ver e de trabalhar... Porque antes de fazer as minhas fotos, tudo já existia, menos as minhas obras. No entanto, acompanho, já há alguns anos, trabalhos de Zack Arias, JoeyL, David Hobby e Joe Mcnally... Mas, a quem mais dou valor é aos fotógrafos de reportagem social, pois não é tarefa fácil.

Defino-me como um strobist, um fotógrafo que gosta de fotografar com luz artificial, dando efeitos de iluminação na captura, mas defendo uma pós-produção mais real e pura.

o principal é o reconhecimento do meu trabalho


portfólio

Bruno Fumega

Quem gostarias de fotografar? Onde? Sabendo eu da possibilidade de me tornar mais conhecido ao fotografar alguém com fama, digo com toda a sinceridade que não há ninguém que gostasse mesmo de fotografar. Gostava, sim, de fotografar ao lado de grandes fotógrafos como Zack Arias, JoeyL, David Hobby e Joe Mcnally.


gostava de fotografar ao lado de grandes fot贸grafos


portfólio

Bruno Fumega O que é que gostavas que te acontecesse na Fotografia...? Aquilo que te faria dizer “Vale a pena!”? Até à data, em 6 anos, nunca houve nada que me fizesse dizer que não valeu a pena, mas, certamente que me sinto muito feliz a cada dia que passa, por o meu trabalho ser reconhecido. Quem sabe, um dia, possa vir a ser uma inspiração para outras pessoas. É por acreditar nisso que digo que vale a pena continuar.

Mais trabalhos em: www.brunofumega.com

Certamente muito ficará por dizer… Mas, deixamos-te agora um pouco de espaço para, em discurso directo, nos falares um pouco mais de ti e nos mostrares um pouco mais do teu trabalho. Quero agradecer à equipa Amol e suas parcerias pelo convite e publicação dos meus trabalhos. Em segundo lugar, um agradecimento muito grande à equipa de trabalho Foto Fundador, colegas, modelos, família e admiradores que me têm apoiado ao longo da vida. Por ultimo, e porque é o mais importante, um agradecimento especial à minha modelo e namorada Marisa Gonçalves por tudo o que já fez por mim e continua a fazer, pois tenho o maior orgulho nela e desejo-lhe as melhores felicidades, tanto como modelo, como na sua vida pessoal. |a


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música

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ovimento é um projecto português apresentado por Gomo, Miguel Ângelo, Selma Uamusse e Marta Ren, quatro vozes que se juntaram a uma orquestra de músicos mais do que batida na cena nacional. Um elenco instrumentista de luxo, composto por nomes como Francisco Rebelo, João Gomes e João Cabrita (músicos de Cool Hipnoise, Cacique 97, Cais Sodré Funk Connection, etc.). O primeiro disco do Movimento recupera êxitos portugueses da década de 60 e 70, como: E depois do Adeus de Paulo de Carvalho; Fui ter com a madrugada da Tonicha ou A

festa da vida de Carlos Mendes e tem uma sonoridade ao estilo de Amy Winehouse ou Mayer Hawthorne. No fundo, trata-se de dar uma roupagem nova a músicas do passado, usando um estilo antigo, mas que, como está na moda, soa maravilhosamente. Fiz-me entender? Imaginei… Se vale a pena ouvir este recuperar de pérolas nacionais em disco, melhor é ouvi-los ao vivo! Vale pela presença de Gomo e Miguel Ângelo, pelas vozes fabulosas de Marta Ren e sobretudo Selma Uamusse e ainda… Vale por uma banda que impõe respeito e dói de tão bem que toca. |a Texto de Nuno Pinheiro


pub | oblivion


cinema Uma viagem ao mundo da animação Texto de Maria João Lima

Q

uando ouvimos a palavra animação, pensamos automaticamente em filmes para crianças, no Mickey Mouse, nos milhões de desenhos necessários para fazer um filme... Desde as últimas duas décadas que a animação deu um salto de Golias e ganhou cada vez mais adeptos adultos. A culpa deste salto é dos fantásticos criadores e contadores de histórias que escrevem argumentos cada vez mais cativantes e criam personagens divertidas e complexas que lidam com situações reais e familiares ao espectador. A Walt Disney foi - e sempre será - o grande nome do cinema de animação, criando filmes que até hoje nos fazem verter lágrimas como Bambi e o Rei Leão, e outros com argumentos poderosos como Wall-E e Up, ou ainda ensinando-nos a apreciar música clássica, como em Fantasia. Porém, não podemos esquecer o fantástico cinema feito na Ásia que, para além de ter criado quase todas as séries infantis da geração de 70 a 90, foi também responsável por filmes belíssimos com A Viagem de Chihiro e o Ghost in the Shell. Outro grande nome a surgir foi o filme francês Belleville Rendez-vous que ganhou, não só pela estética, como também pelas personagens e locais carismáticos, provando que na Europa também se faz bom cinema de animação. Para além da animação tradicional e o aparecimento do digital com a famosa PIXAR , não podemos esquecer a animação em stop-motion tão bem trabalhada em O Estranho Mundo de Jack pelas mãos do inconfundível Tim Burton. Um estilo de animação diferente, mas que não perde em nada as características e a magia deste estilo! A animação é um horizonte de possibilidades a descobrir! Aproveite um dia e mergulhe de cabeça na magia que este mundo oferece! |a


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a animação Ê um horizonte de possibilidades a descobrir!


arquitectura

Estação de Metro da Trindade, Porto

Sobre o Pritzker de Eduardo Souto Moura Texto de Miguel Meira Fotografia de Mariana Lambertini

A

ntes de mais, nada tenho contra Eduardo Souto de Moura. Não o conheço, a não ser pela sua obra que é reconhecidamente das melhores do nosso tempo, pela genialidade, rigor e clareza formal com que nos prenda em cada edifício seu (sou um admirador confesso). No passado mês, a arquitectura portuguesa esteve de parabéns e a arquitectura portuense ainda mais, visto que não é qualquer cidade que pode gabar-se de ter dois Pritzker no seu repertório de arquitectos (Souto Moura sucede a Siza)... Mas (e porque tinha de haver um mas), há uma outra face desta moeda. Face que eu gostaria de ver mais exposta por essas colunas de jornal e revistas de arquitectura fora.

Não me lembro de ler sobre o número de concursos que foram atropelados para que este Pritzker acontecesse. Pergunto: quantos arquitectos, neste Portugal, não mereceriam o mesmo Pritzker? Será necessário entregar 90% da obra pública portuguesa (e consequentemente uma significativa parte da privada) a meia-dúzia de gabinetes bem colocados junto do poder político para que o prémio venha para cá? Do mesmo modo, não me lembro de ler acerca de quantos recibos verdes contribuíram para este Pritzker. Nem vi parabenizarem os 200 euros que trabalharam para que este Pritzker fosse possível. Dir-me-ão que os próprios gabinetes de arquitectura também são actualmente mal pagos pelas


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Torre do Burgo, Porto

Estação de Metro da Trindade, Porto

encomendas… até pode ser verdade. No entanto, não deixa de ser igualmente verdadeiro que o maior prejudício dessas negociações recai quase sempre sobre o elemento mais fraco da equação. E daí tiram claros benefícios os premiados! Quando entrevistado, Souto Moura aconselhou os jovens arquitectos a emigrar, por não haver trabalho para eles em Portugal. É curioso, contando que beneficia do oligopólio a que está entregue esta actividade e que impede os tais jovens arquitectos de lhe acederem. Mais curioso se torna quando o próprio Souto Moura é parte activa na formação de centenas de novos arquitectos que todos os anos saem frescos para o mercado de (falta de) trabalho. O Pritkzer foi merecido, sem dúvida, e colocou Portugal momentaneamente na (boa) ribalta. No entanto, está longe de ser imaculado, o que é pena. Não tinha de ser assim. |a


moda A loja dos doces da área da saúde, beleza e bem-estar Texto de Daniela Reis Créditos de fotos: Daniela Reis e Mónica Samões

D

e 16 a 18 de Abril, decorreu na Exponor, no Porto, o Salão Internacional de Cosmética, Estética e Cabelo, que é como quem diz: EXPOCOSMÉTICA. Foi possível encontrar, no certame, as melhores marcas do sector, com stands, actividades, shows, desfiles e o melhor de tudo é que não era só aberta a profissionais da área: também para o público em geral e para os interessados nos produtos. A boa notícia é que estes produ-

tos podiam ser adquiridos lá por preços absolutamente inacreditáveis e com uma variedade que não existe em mais lado nenhum. Este ano, contaram ainda com a colaboração de Katty Xiomara, que expôs as suas criações no palco de desfiles presente no salão. Como é óbvio, a vossa colaboradora não perdeu a oportunidade e registou alguns dos pormenores que se puderam ver por lá para partilhar convosco.


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Imagens do desfile de Katty Xiomara (Sรกbado, dia 16)


moda

Cabeleiras, extens천es e cores para todos os gostos


Se queres consultar com frequência mais publicações de moda, além das que faço na Amol magazine, acompanha o meu blog em http://theclosetvoice.blogspot.com. Dúvidas e questões para daniela.reis@amolmagazine.net

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À entrada para o desfile, em exposição, de Katty Xiomara

Expocosmética

Pestanas falsas, extensões de pestanas, com ar natural, ou artístico

Se perderam a oportunidade de visitar este ano, fiquem tristes: só volta para o ano que vem! Se continuam curiosos sobre o evento, vejam mais detalhes em www.expocosmetica.exponor.pt Mas para o ano, não se esqueçam! |a Make up… para todos os gostos, texturas, cores, feitios e fins


dança

Morgana em Portugal

Este é, sem dúvida, o ano do Tribal Fusion! Desta vez, em pleno centro da Invicta e no aconchegante Arabesk Estúdio. Texto e fotografia de Maria João Lima

M

organa é um dos nomes mais sonantes do Tribal europeu! Com um começo nas Artes Marciais, onde aprendeu também a arte da espada e sabre, aos 15 anos enveredou pela Dança e, desde então, nunca mais parou. Possui formação em Funky, Ballet, Tango e Dança Moderna, entre outros. O seu estilo é conhecido pela fusão entre o estilo tribal e a interpretação e criação de personagens. A criatividade é o seu ponto mais

forte e o facto pelo qual nós gostamos tanto do seu trabalho. Durante os dois dias de formação, fomos transportadas para um mundo totalmente diferente! A técnica do Tribal Fusion é muito mais exigente, as músicas variam entre Black Eyed Peas e a banda sonora do filme Quem quer ser bilionário e as coreografias são cheias de energia e fluidez! Aprendemos passos africanos, giros indianos, Popping, Krump, numa mistura que


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até então julgava ser impossível! Terminamos o Domingo completamente derrotadas, mas com espírito alegre! É uma benção trabalhar com alguém que, para além de ser uma belíssima bailarina, é também uma óptima professora! E, como se não bastasse, tive a companhia da querida Regina (já nossa conhecida e que em breve irei trazer à Amol!), das suas alunas e de alguns membros das Mahtab que vieram de Lisboa para nos acompanhar no suor e dores musculares! E para quem acha que Dança do Ventre e Tribal Fusion são fáceis de aprender e dançar, aconselho a que venham fazer formações destas para verem o trabalho e a técnica por detrás de cada movimento! Um agradecimento especial à Regina, que me recebeu como se pertencesse à sua tribo, e às suas alunas que me fizeram sentir em casa! |a

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capa

Karina May

Karina May reside no Porto, ĂŠ cantora, actriz, professora de passerelle e produtora de moda. Uma jovem cheia de projectos de que nos vai falar ao longo desta entrevista. Fotografia: Pedro Cabral | Make Up: Marta Moreira | Hairstylist: Clarisse Fernandes | Apoio: Miss Sixty Store Foz, Porto


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Olá. Consegues dizer-nos quem é a Karina May? sou lutadora e muito profissional Sou lutadora e muito profissional. Há quem me conheça como cantora, manequim, actriz ou professora de passerelle.

Conhecemos-te enquanto actriz em Vamos à Revista, carago!. Podes falar-nos um pouco da tua experiência enquanto actriz, desde o teatro à tua passagem pelos Morangos com Açucar? Comecei nos Morangos. Foi um amigo que me aconselhou o casting, pois procuravam cantores que soubessem representar... Tentei a minha sorte e correu bem. Logo depois das gravações, procurei formação para ter mais conhecimentos sobre representação. Fiz um curso de teatro e, mais tarde, um de representação para TV com a Thais de Campos. Fiz o casting para a Revista e fui seleccionada.

Para além da actriz, temos a cantora. Como surge essa faceta na tua vida profissional? Sempre cantei desde que me conheço como gente, enquanto criança para a família e depois karaoke com amigos. Mais tarde, fizeram-me uma proposta para cantar profissionalmente House Music e foi assim que tudo começou... E já lá vão 4 anos de profissão.

Sabemos também que és formadora em escolas de moda. Que tipo de intervenção tens aí? Sou professora de passerelle já há quase 10 anos e, mais recentemente, tenho leccionado algumas aulas de introdução a técnicas de TV e casting.


capa Recentemente, encontramo-nos num evento de que eras responsável. Temos também uma Karina produtora de eventos?

Com toda esta multiplicidade, qual é a área que realmente te seduz?

Pois, parece que sim… Fui convidada para organizar uma das festas de aniversário da Sixty Store Foz. Já não foi a primeira vez que o fiz e talvez comece a apostar mais nesta área também.

Penso que cantar é aquilo que mais gosto de fazer. Adoro sentir a emoção do público quando o faço, quando cantam comigo e vibram de braços no ar. A parte da representação, digamos que descobri mais recentemente, mas também me preenche muito!

Qual é a tua formação de base?

É o que te dá mais mais gozo fazer?

Estudei Economia, na Universidade do Algarve, e tenho formação de Delegada de Informação Médica.

Sim, cantar é o que me faz mais feliz!


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Participaste nos Morangos com Açúcar, onde tinhas um papel de relevo, Nicole. Como explicas o êxito desta série entre os mais jovens? A minha personagem nos Morangos não tem nada de parecido comigo, mas mostrou como há pessoas autoritárias que se acham superiores aos outros. Esta série retrata vários casos que se passam com os jovens, hoje em dia, e alerta-os para algumas tentações que podem surgir. Todos os anos expõem situações diferentes como as drogas, sexualidade na adolescência, etc..

cantar é o que me faz mais feliz Considerando a tua multiplicidade profissional, qual seria o desafio que te deixaria encantada? Não sei muito bem... Em tudo que seja relacionado com a área artística, aceito todos os desafios. Seja música, representação ou moda. Mas gostaria muito de voltar a fazer televisão.

Há alguma coisa que faças porque tem de ser? O que é que não gostas de fazer? Passo, por vezes, horas na Internet a preparar trabalho e a tratar de contactos... Gosto mais de estar no terreno e fazer acontecer. Mas, no geral, posso dizer que gosto de tudo o que faço. Sou uma privilegiada.


capa


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Karina ay M


capa estou a gravar novas músicas que irão ser editadas em breve

A beleza é importante nas áreas em que trabalhas? Sim, claro. Diria quase fundamental. Todas as pessoas são bonitas, mas algumas talvez não saibam tirar partido da beleza que cada uma tem.

Obriga-te a sacrifícios? Nem por isso. Adoro comer, por exemplo, mas faço uma alimentação cuidada. São poucas as vezes que saio da linha. Trato do meu cabelo e pele, pois a idade vai passando e temos de atenuar a passagem do tempo... Mas, tenho sorte, pois tenho uma boa genética e não posso dizer que faça sacrifícios.

Quais são os teus projectos profissionais para um futuro próximo? Para além da agência, a Famous, estou a gravar novas músicas que irão ser editadas em breve.

E projectos pessoais, podemos perguntar? Estou a abrir, neste momento, uma agência de manequins. Vou fazer um tour pelo país para recrutar pessoas de todo o lado, porque, essencialmente, só há Porto e Lisboa e, quando há trabalhos no interior, têm os manequins de se deslocar das grandes cidades.


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capa

Para além do trabalho, como ocupas os teus tempos livres?

Finalmente a pergunta sacramental: foi difícil trabalhar connosco?

Adoro cinema, tanto no shopping, como em casa. Adoro séries e tudo relacionado. Gosto de teatro e concertos. Gosto muito de praia e jantaradas com os amigos e é tudo isso que faço quando tenho tempo livre.

Nada difícil, pelo contrário, foi óptimo! E até espero continuar a trabalhar convosco. Agradeço desde já o convite.

Amol magazine... Que pensas do projecto Amol?

Como podes ser contactada?

Penso que tem vindo a crescer bastante e cada vez tem mais seguidores, pois é um projecto que envolve várias áreas de cultura.

Através do meu agente: basta ir ao site da cool emotions ou então através de models@ mvmtv.net.

gosto muito de praia e jantaradas com os amigos

Karina, foi muito agradável ter-te connosco. Obrigado pela tua colaboração. Obrigada eu, foi um prazer! |a


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teatro

Isabel Maya

Hoje entrevisto a minha amiga Isabel Maya. Espero que gostem e, se precisarem de uma especialista da voz, contactem-na: vale a pena! Sobre Isabel Maya: Em 1989, concluiu o curso geral de canto e piano no Conservatório do Porto. Entre 1991 e 2009, concluiu uma série de cursos superiores e pós-graduações relacionados com Canto, Ensino e Pedagogia Musical e Musicoterapia, entre Madrid, Porto e Lisboa. Actualmente, é Doutoranda em Desenvolvimento e Perturbações da Linguagem. Realizou vários Cursos e Master Class relacionados com Canto, Ópera, Música de Câmara, Interpretação e Expressão Dramática. Tem interpretado várias Óperas e Concertos ao longo da sua carreira, em Portugal e Espanha, e já lançou um trabalho discográfico, Isabel Maya – Vox Honoris Causa. É professora de Canto e Técnica Vocal em várias instituições, nomeadamente no Conservatório de Música do Porto, na ESAP (no curso de Teatro – Interpretação e Encenação) e no VOCARE – Instituto Profissional da Voz e Comunicação, onde exerce também a função de directora. Leccionou uma série de outras formações relacionadas com estas áreas. Concebeu e produziu o trabalho discográfico Voz e Arte. Entrevista de Luís Trigo | Fotografias gentilmente cedidas por Isabel Maya.


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Quem é a Isabel Maya? Olá Luís! Obrigada pelo convite. A Isabel Maya é, em primeiro lugar, uma Artista! Iniciei os meus estudos de música muito cedo, com 5 anos, e o piano foi o eleito! Conclui os meus estudos de Piano e Canto no Conservatório de Música do Porto e, depois, foi a aventura de uma carreira como Cantora lírica, que entretanto me preenchia, e a Licenciatura em Pedagogia musical. Fui cedo para Madrid, onde vivi três anos e terminei lá a minha primeira licenciatura, a de Pedagogia. Já em Portugal, acabei por me licenciar também em Canto na Escola Superior de Música de Lisboa e, mais tarde, especializar-me em Voz Profissional na Faculdade Medicina da Universidade do Porto. Como tinha já alguma formação na Área da Ortofonia e me fascinava a Reeducação da Voz e a Terapia, acabei por decidir fazer mais um curso, que estou a frequentar em Terapia da Fala, e um Doutoramento na área que me encontro igualmente a frequentar, em Desenvolvimento e Perturbações da Linguagem. Esta é a Isabel Maya, uma pessoa sedenta de conhecimento, de vontade de se aperfeiçoar e que não consegue totalmente afastar de si mesma as duas vertentes que a dividem: a artística e a terapêutica!

A voz ainda tem mistérios por descobrir? Esta tua pergunta é difícil, se pensarmos que a voz é o mais íntimo de nós mesmos! É verdadeiramente reveladora na sua essência e, por isso mesmo, misteriosa. É quase impossível não nos revelarmos pela voz, mas um grande desafio poderá ser o contrário: que dela não transpareça senão o que realmente queremos... E isto é um desafio! No entanto, há características que tornam uma voz única, sublime mesmo, onde algo de indefinível nos enfeitiça e essas nem sempre são explicáveis.

Pode dizer-se que estas características se ligam directamente ao timbre, mas eu acredito num outro poder, de facto, para além da técnica, para além da cor... O Grão da Voz de que falava Roland Barthes.

Sente que há cada vez mais pessoas a querer cuidar da voz? Sim, sem dúvida! A Voz está na moda. Uma Voz bem tratada, pode ser mais que uma cara bonita! A voz é, de facto, a continuação do corpo e, embora se viva da imagem na sociedade actual, não podemos, de forma alguma, esquecer a importância do som enquanto agente de emoção. Se pensarmos em TV, por exemplo, não faz sentido um corpo esbelto, com uma má voz. A pouca qualidade e versatilidade da voz de um actor ou actriz, por exemplo, pode pôr fim a uma carreira, por muitos atributos que este/a possa ter. Somos, cada vez mais, procurados por profissionais a quererem rapidamente melhorar as características da sua voz e, inclusive, a aprender a cantar.

Uma voz limpa é uma boa ferramenta para uma entrevista de emprego, por exemplo? Sem dúvida. A Voz é um cartão de visita! Uma voz rouca, que até pode ser sensual em determinadas circunstâncias, pode ser catastrófica para um emprego, por exemplo, de vendas em call center. Pode, inclusive, denunciar maus hábitos, como o tabaco, pouco descanso... E, nem sempre, isso é vantajoso quando nos apresentamos numa entrevista com um potencial empregador! Um voz limpa é naturalmente mais clara, mais fresca. Se associada a uma boa dicção, poderá ser perfeita para quem emprega, principalmente se o objectivo é o atendimento ao público.


teatro Sei que já lançou um CD. Que tal a experiência?

A VOCARE é um filho que a orgulha?

Na realidade, gravei três CDs e produzi um, em 2010. Todos estes trabalhos são distintos em tudo e com consequências distintas também. Foram experiências incríveis, onde não posso deixar de falar do CD com o Fernando Pereira. Gosto muito de gravar e de produzir. Nem todos os Artistas gostam de gravar mas para mim é uma delícia, mesmo! Gravar é um momento íntimo entre a Voz e eu. Um momento onde posso, de facto, revelar-me e onde o Canto e a Palavra conseguem chegar a um êxtase para mim muito diferente daquele que atingimos quando diante do público.

Sim, um filho que nasceu de uma grande vontade e que - mesmo com o FMI - pretendo que cresça, vá para a Universidade e tenha muito sucesso no futuro! Arrisco, no entanto, a dizer que, provavelmente, é um filho que gostaria de ter tido em outro país, pela facilidade, pelo envolvimento cultural que tem este projecto. Mas amo profundamente o meu país e ainda acredito que o vai acolher, mais dia menos dia, de braços abertos, quando finalmente alguém que nos consiga governar perceber que é na Cultura e na Educação que está a chave para tanta desgraça económica.


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Sei que existem formações especiais nos próximos meses, quer falar delas? A VOCARE - Instituto Profissional da Voz e Comunicação é um Entidade Formadora por excelência. Assim, temos sempre várias formações a decorrer. Resolvemos apostar fortemente nos Seminários/Oficinas na área do Teatro. Este Ano, On Stage com... é o nome do projecto e já arrancou com muito sucesso com o Actor António Machado, com Voz, Imitação e Dobragem. Já nos dias 25 e 26 de Abril, contámos com a presença do Actor José Raposo, com Da Revista ao Teatro Musical. Seguese Do Guião à Novela, com Tozé Martinho; Lídia Franco com Da Emoção à sensualidade; e Eunice Muñoz num seminário muito especial! Isto até Setembro... De Setembro a Dezembro, teremos mais nomes fantásticos que virão à VOCARE para dar novos Cursos de Formação.

Sei que dá aulas de Voz. Qualquer um pode e deve ter aulas? Sim, na VOCARE, temos vários serviços: Técnica Vocal, Canto, Dicção, Terapêutica da Fala... Assim, dependendo do problema ou objectivo a atingir, o aluno será direccionado para uma das especialidades onde estaremos disponíveis a 100% para que cada um atinja os seus objectivos.

sou uma pessoa sedenta de conhecimento


teatro Especialista em Voz, sente que é pouco (re) conhecida, tendo em conta toda a formação que tem? Penso que há um público que sabe quem sou, onde trabalho, o que posso oferecer e que depois divulga. Esta é, no entanto, uma acção lenta e de grande persistência, numa profissão que não é fácil. A VOCARE é, ainda, uma empresa relativamente recente e, no Porto, estamos há meses. Tento dar o meu máximo sempre que tenho à minha frente um aluno, seja qual for o seu potencial. No entanto, aproveito para convidar todos aqueles que gostariam de trabalhar a Voz profissionalmente para que nos façam uma visita... Porque há profissões que dependem da Voz.

Depois de Paredes, a VOCARE está no Porto e pode ir para Lisboa. não se sente falta de apoios? Bom, estaremos já em Lisboa a todo o vapor a partir de Maio e com muita garra! Apoios, sinceramente, é algo que não procuro, porque simplesmente não há! Esta é uma actividade solitária onde a luta pelos nossos objectivos, enquanto empresa e enquanto empresa ligada também às artes performativas, inviabiliza uma série de apoios... Comunitários, por exemplo! Nunca conseguimos actividades que sejam elegíveis... É patético mas é assim. É, de facto, triste, no sentido em que, com algum suporte a este nível, poderíamos chegar a mais gente sedenta de formação e de uma forma mais acessível. Quanto a apoio logístico e de corpo docente, orgulho-me nos nossos profissionais: não poderíamos ter melhor!

uma voz bem tratada pode ser mais do que uma cara bonita

Ainda há sonhos a cumprir? Muitos... Muitos mesmo! Mais um disco para gravar. Espero entrar em estúdio ainda este ano... Estamos a apontar para Outubro; o arranque da VOCARE em Lisboa, com formação de topo na Área do Teatro e da Voz; e um projecto inovador... Esse não posso revelar, mas já falta pouco!

Teatro Musical fascina-a? Sempre gostei muito de Teatro! Muito mesmo. Curiosamente, nunca experimentei assim... a seco, sem ser com Música, melhor explicado (risos)! O Teatro Musical tem algo de fantástico porque é extremamente libertador. Mesmo considerando todas as exigências, o problema é que, na minha opinião, neste momento começa a banalizar-se e a não encontrar critérios sérios de exigência, salvo honrosas excepções... E isso pode ser o princípio do fim. No entanto, estou aberta a desafios e acho que aceitaria, com muito gosto, fazer direcção vocal para um Musical. Quem sabe, contigo?

Última pergunta: é feliz com o seu trabalho? Muito feliz! Adoro o que faço e, mesmo tendo plena consciência de que por vezes não tenho tempo para mim, tudo aquilo que me entrego é com profundo amor e com verdadeiro sentido de responsabilidade. Por amor à Voz e à Arte. Obrigada pelo convite! |a


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música

Ana Bloom

Ana Bloom nasceu em 1989, no Porto. Estuda Fotografia na Escola Artística Soares dos Reis, também no Porto, e é a música que a traz às páginas da Amol. Fotografia: Pedro Cabral | Entrevista: Pedro Cabral | Espaço: Livraria Lello & Irmão, lda.


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Olá Ana. É com imenso prazer que conversamos contigo neste local histórico da cidade do Porto, a Livraria Lello & Irmão. Quais são os teus primeiros passos na música?

Um dos teus primeiros êxitos Oh Baby! está também ligado aos Morangos com Açúcar. A minha dúvida é... afinal de quem é a voz que ouvimos – a tua ou a da Sara Matos?

Comecei a cantar com a minha irmã, Karina May, para um projecto do Paulo Saraiva, So waat, e mais tarde dei a minha voz para duas das músicas da série Morangos com Açúcar.

O Oh Baby! foi escrito para mim pelo Rodrigo, baterista dos Taxi, com produção do Pedro Saraiva. Na música de fundo, era a minha voz, mas foi cantada uma vez, num episódio, pela Sara Matos.

Quando começaste a sentir que podias encontrar na música uma carreira? A partir do momento em que descobri que é mesmo o que eu gosto, apesar de também querer continuar com a fotografia… Digamos que são duas paixões.

Temos um segundo hit: Ok D Jay. Como aparece? Foi criado para uma actuação no Morangos com Açúcar. Cantei-a num dos episódios do Verão de 2010.


música

Os teus fãs esperam um álbum... Para quando? Já esteve anunciado para 2010, mas desisti do projecto porque não me identificava com ele. Talvez haja novidades em breve...

Alguns críticos referem-se a ti como alguém com muito talento a experimentar movimentações no território do R&B e da Dance Pop. Como comentas estas afirmações? R&B é sem dúvida o estilo musical com que mais me identifico e prefiro cantar em Inglês do que em Português, porque parece-me uma língua que encaixa melhor no R&B e, também, por motivos de projecção internacional. Quais são os nomes do panorama musical internacional que te influenciam? Gosto muito da Lauryn Hill e da Whitney Houston.

E no panorama nacional? Gosto muito da Mariza - embora não seja o meu estilo enquanto cantora - e da Sara Tavares.

Com quem gostarias de estar, lado a lado, em palco? No panorama nacional, Sara Tavares. A nível internacional, Lauryn Hill.

http://www.youtube.com/watch?v=mJqMBbbNMt4 (Oh Baby) http://www.youtube.com/watch?v=hJkxPtYI2Pk (Ok D Jay)


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Quais são os teus projectos para um futuro próximo?

vou reaparecer com um estilo completamente diferente

Para além da música, és estudante de Fotografia... Uma mulher voltada para as artes. Porquê a Fotografia? Eu gosto de várias áreas no campo das artes. Fotografia? Talvez porque gosto de mostrar a beleza do corpo humano. A fotografia é um registo que perdura no tempo... Registar, hoje, a beleza de um corpo permite guardar essa memória.

Mostrar o que realmente consigo fazer na área da música. Muito em breve, haverá notícias relacionadas com um novo projecto e vocês serão dos primeiros a saber.

Que mensagem queres deixar aos teus fãs? Que estejam atentos, porque vou reaparecer com um estilo completamente diferente... Desde a música até ao visual.

Obrigado, Ana. Esperamos voltar a ver-te em breve, com novos projectos. |a

Livraria Lello & Irmão (Rua das Carmelitas, 144 - Porto) Deslumbrante. Divina. Rica. Acolhedora. Graciosa. Estas são apenas algumas das palavras que podem tentar conter a riqueza histórica da Livraria Lello & Irmão, lda., no Porto. Recentemente considerada a terceira livraria mais bela do mundo (!), a Lello – como os portuenses carinhosamente lhe chamam – conta já mais de cem anos de vida na sua localização actual. Em 1906, foi construída em plena Baixa do Porto, a livraria que hoje é paragem obrigatória do cada vez maior número de turistas que visita a cidade. O engenheiro Xavier Esteves foi o autor deste sublime edifício de carácter neogótico, cuja propriedade viria a manter-se na mão da mesma família até aos nossos dias. À entrada, somos recebidos pelas figuras de José Bielman representativas da Arte e da Ciência e pelos detalhados ornamentos que polvilham uma fachada luminosa, desde a base até aos rendilhados pináculos que a encimam. Esta minúcia decorativa acompanha-nos no interior restaurado pelo arquitecto Vasco Morais Soares: as galerias trabalhadas, a par das estantes repletas de milhares de livros – escritos em português e dobrados – levam-nos até à fascinante escadaria central que recebe a luz filtrada do vitral rectangular no tecto, onde pode ler-se a divisa da empresa, e que pauta o ambiente de todo o espaço interior. Pelo caminho, cruzamo-nos permanentemente com reputadas figuras da história literária portuguesa, eternizadas nos relevos dos pilares. O calor é a sensação dominante propiciada pela presença do gesso imitando madeira que reveste quase todas as superfícies da livraria, a par da luz controlada que vai surgindo ora suspensa nos candelabros ora justaposta aos pilares nervados. Mais do que um lugar onde podemos comprar ou folhear um livro, visitar a Lello é a possibilidade de fruir gratuitamente de um dos espaços mais carismáticos da Invicta.


reportagem

F

oi em finais de Fevereiro, dia 26, que o Campo Pequeno se encheu para receber Ar de Rock, num espectáculo cujas receitas reverterão para a Associação Novo Futuro. Já aqui tínhamos falado, na nossa edição n.º 14, de Fevereiro, sobre os Ar de Rock. Desta vez, trazemos uma reportagem fotográfica daquilo que foi o Campo Pequeno, nesta noite memorável. Não nos deteremos em muitas considerações, mas não podemos deixar de mencionar que, mais do que um concerto, pudemos assistir a um encontro de amigos que recordaram o Rock em Portugal desde os seus primeiros tempos até aos dias de hoje, pelas vozes de Fernando Cunha (Delfins), Paulo Costa (Ritual Tejo), Maria Leon (Ravel), Diogo Campos (Legal Evidence), Lara Afonso, Rui Veloso, Tim, Maria Bradshaw, Olavo Bilac, Miguel Gameiro, Flak (Radio Macau), Rui Pregal da Cunha e Zé Manel (ex-Fingertips). Aos quais se juntaram os músicos Emanuel Ramalho, Emanuel Andrade, Luiz Arantes, João Gomes e Miguel Magic.


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reportagem


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Temas como Não sou o Único, Sete Mares, Chiclete, Chico Fininho, Anzol, Só gosto de Ti, Foram cardos, foram prosas, Um lugar ao sol, Tudo o que eu te dou e Todo o tempo do mundo colocaram o público a cantar, aplaudir e dançar, numa recordação dos melhores temas da história da música portuguesa. Tratou-se de uma noite de homenagens a músicos, a letras, a bandas e, no momento

alto da noite, a Portugal, tendo Paulo Costa erguido a bandeira portuguesa, enquanto no Campo Pequeno se cantava o tema Bandeira. Uma noite para recordar. Uma noite para guardar na memória de miúdos e graúdos. Agora, é aguardarmos pelo CD dos Ar de Rock, o qual já se encontra em preparação e sairá em breve. |a


fotos dos nossos leitores FOTO DO MÊS!

Categoria: Retrato Título: XX Autor: Ânia Ferreira

Categoria: Nu Título: Andreia Autor: Fernando Branquinho

Categoria: Moda/glamour Título: The Blower’s Daughter Autor: Renato Ferro


vale a pena espreitar

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moda Moda urbana http://www.youtube.com/ watch?v=_ygFzD93tbM FTV - Warsaw | Ochnik Spring 2011 Runway @ SHOW Club, Poland http://www.youtube.com/ watch?v=zu0LBfBvLmk

beleza Combater gordura localizada e flacidez http://truquesdebeleza.blogspot. com/2007/11/combatendo-gordura-localizada-flacidez.html

Olá, chegamos a Maio!

Cuidar da pele do rosto com kiwi http://www.outramedicina.com/609/cuidarda-pele-do-rosto-com-kiwi

Trago novidades que são úteis!

saúde Dor após exercício físico http://truquesdebeleza.blogspot. com/2007/11/dor-fazer-exercicios-fisicos. html

Espero que gostem! Cátia Fernandes

A importância do cálcio http://www.outramedicina.com/635/aimportancia-do-calcio


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Marisa Gonรงalves maio


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ficha pessoal

Nome

Marisa Gonçalves Data de Nascimento:

16 de Março de 1991 Cidade de Residência:

Fafe

Olhos

Verdes Cabelo

Preto

Altura

156 cm Peso

48 Kg Peito

83 cm Cintura

32 cm Ancas

78 cm


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Marisa Gonรงalves


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Condições Trabalho pago. Poderá aceitar TPF se considerar relevante para o portfólio.

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Tipos de trabalho

Contactos http://www.amolagency.net/

Erótico Adulto

Marisa Gonçalves


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Tu também podes ser a próxima New Face! Envia-nos as tuas fotos + a autorização do fotógrafo ou envia-nos um mail e pede a marcação de uma sessão fotográfica!

amolmagazine@gmail.com A Moulin Rose (V. Nova de Gaia) oferece às New Faces um mês de frequência gratuita das aulas de dança do ventre ou de pole dance.



AMOL Magazine 17 - Maio 2011