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Nº 130 - Ano 13 - Maio 2016 • Distribuição gratuita • ISSN 1647–7022

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CARGA ESTRADA Maio 2016


A SEGURA A SEGURA Maio 2016


Giancarlo Terrassan - Jornal Strada

EDIT

| Giancarlo Terrassan

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giancarlo.terrassan@jornalstrada.com

É impossível falar em segurança sem ir à base do problema. Hoje em dia, a carta de condução é um bem indispensável e para a obter são necessários os seguintes requisitos: dedicação, esforço, aprendizagem e, claramente, tempo e dinheiro — estamos a falar de uma carta profissional para pesados. Com destreza, dedicação e empenho, o primeiro passo é relativamente fácil de dar e após um par de meses, possuímos a tão desejada “B”. O segundo passo, para chegar à “C”, é mais complicado. São necessários 21 anos de idade (18 anos para quem já obteve o CAM - Certificado de Aptidão para Motorista), a “B”, o atestado médico e o certificado “psicotécnico”, para poder finalmente iniciar o processo de aprendizagem numa escola de condução e, claramente, concluir com sucesso os exames teórico e prático. 3

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Director: Giancarlo Terrassan e giancarlo.terrassan@jornalstrada.com - Directora adjunta: Ana Bela Nogueira e ana.bela.no - Giancarlo Terrassan, Carlos Jorge Mateus, Patrick Dreux, Nuno Almeida - Design e Layout: Ameise Editora, Lda. - Paginação comercial@jornalstrada.com - Propriedade e edição: Ameise Editora, Lda. - Rua da Cabreira, 83 R/C Dto - S. Bernardo - 3810-0 nalstrada.com - URL: www.jornalstrada.com - Cons. Reg. Com. de Aveiro N° 5940/040317 - NIF: 506 821 315 - Cap. Social - ISSN: 1647–7022. - Toda a reprodução, seja por fotocópia ou por qualquer outro processo, sem prévia autorização do edito mesmos; a Ameise Editora, Lda. declina qualquer responsabilidade em caso de acção judicial.


3 Todavia, para poder exercer a profissão, é imprescindível possuir a CQM (Carta de Qualificação de Motorista), obtida após ter frequentado com êxito a formação CAM (280 horas na forma comum ou 140 na forma acelerada). Para a obtenção da “E”, serão necessários mais alguns de escola de condução e, novamente, concluir com sucesso o exame. Finalmente, passados cerca de dois anos (para os que começaram aos 18) e ter gasto muito dinheiro, podemos começar a conduzir todos os veículos pesados de mercadoria e trabalhar no sector dos transportes. Este último passo, aparenta ser o definitivo, mas não é! Em prol da segurança rodoviária, todos os 5 anos temos que ser novamente avaliados para a obtenção do “psicotécnico” e renovar o CAM, através de uma formação de 35 horas. Logicamente, isto comporta novamente um investimento de tempo e dinheiro. Poderemos simplificar, dizendo que: a “validade” como motorista numa empresa de transporte é limitada aos 5 anos... o tempo da duração da “C+E”. 3

ogueira@jornalstrada.com - Redação: e editor@jornalstrada.com - Colaboradores: Marlene Mesquita da Silva, Tavares Ribeiro, João Cerqueira, Nuno Almeida - Reportagem fotográfica: e editor@jornalstrada.com o: e editor@jornalstrada.com - Ameise Editora, Lda. - Directora Comercial: Marisa Nogueira de Sousa - Marketing e Publicidade: t +351 234 197 770 - f +351 234 197 770 m +351 968 708 537 - e 71 Aveiro - Portugal - Contactos: t +351 234 197 770 - f +351 234 197 770 m +351 916 834 742 - m +351 913 466 142 - m +351 968 708 537 - e ameise.editora@netvisao.pt - e giancarlo.terrassan@jorl: E 50.000,00 - Fundado: Dezembro de 2003 - Periodicidade: Mensal - Divulgação: Distribuição gratuita Depósito Legal: 203764/03 - Registo N° 124492 ERC - Entidade Reguladora para a Comunicação Social or, é ilícita e passível de processo judicial. - Todos os textos enviados pelos leitores e publicados no Strada ou em qualquer outro produto de propriedade da Ameise Editora, Lda., são de inteira responsabilidade dos

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Krone

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3 Contudo, esta “reciclagem” de 35 horas, que visa refrescar as obrigações do motorista, mas também actualizar os conhecimentos, nunca é suficiente para evitar acidentes. Num mercado cada vez mais exigente com regras mais apertadas, o risco de perder a carta é uma realidade cada vez maior. É a nossa atitude que determina se amanhã teremos um lugar de trabalho ou não. Como já referi, a partir do momento em que entramos num camião e começamos a conduzir, a responsabilidade que assumimos é verdadeiramente enorme: conduzir em segurança e ecologicamente, zelando pela viabilidade do lugar de trabalho, pela integridade e durabilidade do veículo, bem como da mercadoria transportada, ambos de grandíssimo valor financeiro. É exactamente nesta última referência que tudo tem inicio. Toda a segurança e responsabilidade começa pela forma como distribuímos e fixamos a carga ao veículo. 3

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Giancarlo Terrassan - Jornal Strada

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3 Existem uma série de normas que estão a ser exigidas em prol da segurança rodoviária. Muitas empresas exigem o cumprimento destas normas para o transporte das suas mercadorias, recusando transportadoras que não as implementem e/ou as respeitem, além do facto que, em caso de danos causados ao veículo, à mercadoria ou contra terceiros, devido a uma negligente distribuição e/ou fixação da carga, as companhias de seguro podem contestar as obrigações contractuais, colocando o empresário e o motorista numa posição de extrema fragilidade e vulnerabilidade, metendo em risco a existência da própria empresa transportadora e dos seus lugares de trabalho. É importante frisar também, que em alguns países europeus, em caso de danos físicos contra terceiros, o motorista pode incorrer em sanções pesadíssimas, as quais podem passar também pelo foro criminal e o cumprimento de uma pena prisional. Actualmente, existem formações específicas que visam reforçar as competências nesta área, formações que permitem tornar o transporte mais seguro e mais rentável — o conceito do TCO é muito abrangente, se consideramos também as sanções e as penalizações. 0

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| Guillermo Errezil (físico teórico) Guretruck

Que os programas informáticos estejam dotados de inteligência artificial é um tema que apaixona o ser humano a décadas! Porquê este tema é tão apaixonante para o ser humano? Basicamente pela possibilidade de que um programa dotado de inteligência artificial possa converter-se num autónomo e comece a não obedecer ao seu criador: inteligência humana. Esta possibilidade e as suas mais dramáticas consequências, foram amplamente exploradas pelos melhores cineastas nos melhores filmes que se conhecem de ficção científica. Em 1968 Stanley Kubrick, no seu monumental filme “2001 Odisseia no Espaço”, descreve o computador (programa) HAL 9000. Este não tinha aparência humana mas encarregavase de controlar toda a nave Discovery 1 na sua viagem a Júpiter. A comunicação e ordens entre o HAL-9000 e a tripulação eram por voz o que levava a largos diálogos. 3

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3 O problema surge quando o HAL-9000 descobre que o querem desligar e então começa a assassinar todos os membros da tripulação. No filme de Ridley Scott, Blade runner (1984), os humanóides tipo Nexus 6 com aparência totalmente humana, descobrem que são maquinas e as suas memórias da juventude são simplesmente software. Descobrem que estão desenhados para viver muitos poucos anos, e não duvidam em matar o seu criador para tentar conseguir viver mais. Finalmente no filme “Ex Machina” (Alex Garland), a empresa Bluebook cria um andróide de aparência humana chamado Ava, onde a inteligência artificial se baseia em motores de busca disponíveis na Internet. O filme tem como base o teste de Turing (desenvolvido por Alan Turing), no qual a inteligência humana tenta descobrir se o que está a sua frente e humano ou andróide. No final de um longo dialogo e interacção, este acaba com Ava a fugir do seu cativeiro e a matar o seu criador e experimentador. E se esta visão tão apocalíptica não fosse no futuro? E se esta já estiver a ocorrer agora? Temos já provas que quando os condutores são multados com dezenas de milhares de

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3 Euros na estrada ou em inspecções as empresas por parte da Policia, quando se lhes tira as cartas de condução durante anos, em muitos casos, quase na maioria, a policia não tem o controlo. O controlo esta nas mãos de programas informáticos de analise do Regulamento (CE) 561/2006 e Regulamento (EU) 165/2014. Isto temos documentado, palavra por palavra, pelo menos num documento emitido pela policia austríaca, em que reconhecem que os mesmos não tem este controlo. Porquê este controlo está nas mãos de programas e não das policias? O que aconteceria se estes programas se revelassem contra os seus criadores e se dotassem de autonomia para multar os condutores sem nenhum controlo por parte das autoridades e sem cumprir as leis, como o HAL-9000, mas nas estradas em 2016? É muito provável que isto já esteja a acontecer e as consequências são devastadoras para os condutores e para as empresas de transportes. Em 12 de março de 2016 detectámos em Champigneulles (França), como dois camiões de uma empresa eram multados com 33.675 Euros no total,

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Cambusinesssolutions

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porque o programa OCTET (programa de controlo utilizado pelas autoridades francesas) interpretava que a disponibilidade em equipe não interrompia a condução continua. Estamos convencidos que foi uma nova versão do programa OCTET, programado especialmente para realizar isto, mas nenhum outro pais da Europa o aceitava. Posteriormente temos detectado e controlado mais de 200.000 Euros em multas pela mesma razão. Finalmente em 26 de abril de 2014 e vendo o cariz que os acontecimentos tomavam, a Comissão Europeia, através da Directora de Generale Move, convocou uma reunião para analisar o caso. Nesta reunião e em frente a um restrito e selecto auditório, o representante francês disse que “a França não tinha mudado a interpretação de condução continua” e responsabilizou estas multas a agentes solitários. Se isto for verdade e não temos razões para o por em dúvida, significa que o OCTET tomou o controlo do sistema. Que as multas não são aplicadas segundo a lei, nem segundo a interpretação francesa, quem as aplica é o OCTET, porque tomou controlo do sistema e começou a “matar” por sua conta. 3

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3 Não temos duvidas que o comportamento do OCTET é este e o temos amplamente documentado e disponível para as autoridades que o desejem ver. Isto pode estar a suceder, dissimuladamente, em todos os países da Europa que controlam o Regulamento (CE) 561/2006. Pode não! Sabemos que se está a passar em toda a Europa. Temos provas! Mas o que não nos contaram, nem ao Stanley Kubrick no “2001 Odisseia no Espaço”, nem ao Ridley Scott no “Blade Runner”, nem ao Alex Garlan no “Ex Machina”, é que a inteligência artificial pode ser controlada teoricamente. Sim pode! Mediante a teoria chamada verificação formal do software. Teoricamente seria possível controlar com esta técnica o software de inteligência artificial, mas matematicamente é tão complexo que por agora nem todo e possível. Mas para o nosso caso, para o software de controlo do Regulamento (CE) 561/2006 e Regulamento (EU) 165/2014 (referimo-nos ao software que controla o funcionamento do tacógrafo), existe já um modelo matemático formal de verificação, que impede que qualquer programa ou engenheiro “brilhante” realize o que queira. A Comissão Europeia já

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3 sabe e isto significaria uma pequena revolução tecnológica. Agora pensem no vosso camião, que vocês baptizaram de Discovery 1 e o poem rumo a uma descarga numa fabrica em Júpiter. Esse camião esta equipado com um tacógrafo da marca HAL e a versão desse software é o 9000. No caminho, o tacógrafo começa a falar consigo docemente dizendo que já vais a exceder o tempo de condução continua e você deve parar. Você sabe que e mentira, mas…? Vai obedecer ao HAL-9000? Vai contradizer quem esta a dirigir a sua viagem a Júpiter? E quando o Hall-9000 lhe começar a dizer que não descarregou o cartão de condutor nos últimos 30 dias e que o deveria fazer? Que vai fazer com o arquivo do condutor descarregado no dia anterior? E quando lhe indicar que você viajou até ao futuro, até ao Km 16.777.777 com a data de 2016/02/07, 06:28.15? É decisão da EU defender os seus cidadãos ou não, contra as máquinas?

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NEWS Renault Trucks

A Galius, empresa do grupo Nors que representa a Renault Trucks em Portugal, participou na Logística Cargo, que se realizou nos dias 5, 6 e 7 de maio, na FIL, em Lisboa. Esta foi a primeira participação da Galius neste evento, que contou com a exposição, no Pavilhão 3 da FIL, de duas viaturas Renault Trucks, ambas Euro 6: - Tractor T 480 HIGHCAB T 4X2 E6 Euro 6 DTi13; - Tractor D 320 WIDE P 6X2 Euro 6 DTi8. Ricardo Gomes, Diretor Executivo da Galius, declarou «a nossa participação neste evento é mais um momento de consolidação e ativação da marca, assim como, de proximidade com os clientes, para a Galius e para a Renault Trucks em Portugal». A Galius integra operações de venda e após-venda da Renault Trucks num total de 9 pontos, sendo 2 de venda e após-venda e os restantes de após-venda, dos quais dois são instalações próprias da marca, em Castanheira do Ribatejo e em Vila do Conde. 0 Strada/RT

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NEWS Scania

CROWN Em 2016, a Scania comemora o seu 125º aniversário e a sua trajetória desde 1891, desde quando era ainda um fabricante de vagões até aos atuais veículos ligados. Para comemorar, a Scania lança esta edição especial com um equipamento de alto nível e pacotes de serviços em condições especiais. Este veículo original inclui, entre outras especificações, a mais recente tecnologia de iluminação com faróis de xénon, luzes traseiras LED e faróis integrados no parachoques; painel de instrumentos Color Plus com ecrã de 6,5” ou o sistema mais avançado de controlo de ar condicionado Scania. Para festejar o seu 125º aniversário, a Scania oferece aos seus clientes, por apenas mais 125 Euros acima do preço do camião, uma série de serviços associados. Deste modo, o cliente pode contar com uma extensão do apoio ao produto

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da cadeia cinemática, durante 4 anos, ou uma extensão total durante 3 anos; e FMS (Fleet Management System), o sistema de gestão de frotas Scania e Formação em Condução Eficiente. Para cobrir as necessidades de todos os tipos de clientes, a Scania também oferece condições vantajosas, no âmbito desta edição especial, em particular no que se refere à contratação de outro tipo de serviços, tais como Contratos de Reparação e Manutenção ou o seu serviço Ecolution by Scania, que maximiza a rentabilidade através da análise de dados, coaching de condutores e otimização do veículo. Com esta edição especial, a Scania pretende partilhar com os seus clientes um ano de comemoração, com o melhor camião que já produziu até à data. 0 Strada/SV


EDITION

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EVENTS Daimler

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GHWAY NNECT

No passado dia 4 de abril, três camiões Mercedes-Benz Actros, com sistema de condução autónomo e conectados via wifi, com o novo sistema Highway Pilot Connect, lançaram-se à estrada para uma viagem de 2 dias que teve inicio em Stuttgart, na Alemanha, rumando a Rotterdam, na Holanda. Fazendo parte da iniciativa European Truck Platooning Challenge 2016, este trajeto teve como objetivo mostrar que o novo sistema tecnológico pode optimizar o transporte de mercadorias, ao passo que permite a diminuição do consumo de combustível e as emissões de CO2. Uma condução mais eficiente, sustentável e segura Como parceira nesta iniciativa, a Daimler Trucks – fabricante líder mundial de veículos pesados – esteve representada pelo responsável do Conselho de Administração, Dr. Wolfgang Bernhard, no dia da partida, em Stuttgart, que muito elogiou esta nova forma de condução «consideramos o comboio conectado como uma parte importante da abordagem integrada em que todos os intervenientes do transporte rodoviário contribuirão para reduzir o consumo de combustível e as

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3 emissões de CO2» e, ainda, «conduzir num comboio é, um dos inúmeros exemplos, para melhorar o transporte de mercadorias com camiões conectados. Atualmente, 365 mil veículos comerciais da Daimler estão conectados. Estamos a impulsionar este desenvolvimento», o que, por consequência, traduz-se numa condução mais eficiente, sustentável e segura. A grande novidade: Sistema Highway Pilot Connect Em termos práticos e reais, o comboio de 3 camiões conectados com o Sistema Highway Pilot Connect (uma versão mais avançada do Highway Pilot) ocupam apenas 80 m de comprimento com uma distância mínima entre veículos de 15 m. Por sua vez, três camiões que não estejam ligados via Wifi necessitam de um total de 150 m de comprimento numa distância mínima, entre veículos, de 50 m. Esta distância consideravelmente menor produz uma redução significativa na resistência aerodinâmica – comparável ao slipstream (termo do ciclismo). Desta forma, um comboio de três camiões pode alcançar uma economia de combustível de até 10%, reduzindo, consequentemente, as emissões de CO2. De acordo com a Mercedes, conduzir com este sistema de conexão entre

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3 veículos, proporciona uma condução muito mais segura: enquanto um ser humano, ao volante, tem um tempo de reação de 1,4 segundos, o Sistema Highway Pilot Connect transmite sinais de travagem para os veículos atrás, em menos de 0,1 segundos. Este tempo de resposta, consideravelmente reduzido, pode fazer uma grande contribuição para diminuir colisões traseiras. No entanto, apesar de todos os sistemas de assistência, o motorista continua no controlo do camião. A chave para o Crescimento Económico O transporte mundial de mercadorias é um pré-requisito para o crescimento económico. Transportar mais mercadorias no futuro exige soluções inovadoras como os comboios de camiões, e os veículos pesados da Daimler tem o potencial de fazer, particularmente, o transporte de mercadorias mais eficiente, mais sustentável e mais seguro nos próximos anos. A solução é a conexão do camião com outros veículos e demais participantes de logística. Após a estreia mundial do seu sistema Highway Pilot Connect, a Daimler Trucks demonstra mais uma vez a sua liderança em tecnologia. 0 Strada/D

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EVENTS

INST REN

MAN Truck & Bus

PORTO

A MAN Truck & Bus Portugal renovou e ampliou as suas instalaçoẽ s no Porto a pensar na melhoria das condiçoẽ s oferecidas aos clientes, facilitação dos trabalhos de oficina e no conforto dos colaboradores. A festa de inauguraçao ̃ teve lugar no passado dia 21 de

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Maio, e contou com a presença de mais de duas centenas de convidados, entre os quais vá­rios clientes, parceiros de negócios e os colaboradores da MAN Truck & Bus e respectivas famílias. Para a oficializaçao ̃ de abertura das novas instalaçoẽ s foi realizada a tradicional

cerimó­nia do corte da fita, que teve a ajuda de alguns representantes da MAN Truck & Bus Portugal, dos concessionários MAN de Portugal, parceiros de negócio e de representantes dos clientes. Nesta celebraçao ̃ ao estilo alemão, país de origem da MAN Truck & Bus, não falta-


TALAÇÕES NOVADAS

ram os típicos Bratwurst, Brezel e Apfelstrudel, bem como a inevitável Weizenbier. Além do convívio, os clientes puderam conhecer as novas instalaçoẽ s, com sala de espera para clientes renovada, uma oficina maior e novos escritórios e ainda ver diversos modelos de veí-

culos de mercadorias e passageiros da marca em exposiçao ̃. Em destaque encontrava-se o mais recente MAN TGX EfficientLine 2, em versões de 440 cv e 480 cv, com a mais inovadora tecnologia e sistemas de segurança ainda mais eficazes para uma maior eficiência, um

MAN TGM e um TGL, um chassis de autocarro EfficientLine e ainda vários autocarros com chassis MAN e carroçarias nacionais, nomeadamente um MAN Irizar i6, um MAN Atomic Midi3 e um MAN Atomic MK8. 0 Strada/MTB

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NEWS Nuno Almeida

Os pneus topo de gama da Continental não só possibilitam elevada quilometragem e travagens fiáveis – também são verdadeiros economizadores de combustível. Isto é demonstrado pela competição "Beat the Best", que terminou recentemente, e na qual os participantes podiam testar a eficiência em termos de poupança da 3ª geração de pneus Continental em comparação com outras marcas premium. Os resultados falam por si: durante um período de 6 meses, o vencedor poupou 3,85 l de combustível em 100 km. Durante o mesmo período, o 1º classificado da República Checa alcançou poupanças de 2.55 l. 40 empresas de transportes de 3 países europeus tiveram a oportunidade de testar a eficiência de combustível dos pneus premium da Continental nas suas próprias frotas. O objetivo da competição bianual "Beat the Best" é alcançar a melhor poupança de combustível possível usando os pneus Continental de nova geração.

ECONOMIA C

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Na Alemanha, a empresa de transportes Franz-Peter Vendel GmbH & Co. KG é a atual campeã da competição, com o seu condutor Johannes Jeub a poupar 3,85 l de combustível em 100 km com os pneus da Continental. Em 2º lugar está Thomas Moser da empresa de transportes Gotthold Haller Spedition, que alcançou poupanças de combustível de 2,30 l. O condutor classificado em 3º lugar, Thomas Stohrer, também da empresa Haller, alcançando poupanças de combustível de 2,16 l em 100 km. O vencedor na região República Checa/Eslováquia é Petr Ně­meček, condutor da empresa de transportes checa Zlíntrans, que poupou 2,55 l de combustível em 100 km usando pneus Continental. Muito perto de Němeček ficou o 2º classificado, Zdenek Lousek da empresa de transportes checa Roline, que poupou 2,42 l de combustível. Em 3º lugar ficou Jozef Molobicky, condutor da empresa de transportes eslovaca Comextrans, que poupou 2,30 l de combustível em 100 km. 3

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Conti

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3 Os primeiros classificados receberam vouchers de combustível no valor de 600 Euros. As empresas de transportes em segundo lugar receberam um voucher de combustível no valor de 400 Euros e um voucher de 200 Euros foi entregue aos terceiros classificados. A competição de poupança de combustível "Beat the Best" foi lançada pela Continental em 2008 e envolve várias etapas. Primeiro, o gestor de frota da empresa de transportes participante documenta o consumo de combustível durante um período de 6 meses, usando os pneus já instalados no veículo. Depois de os pneus terem sido substituídos pelos novos pneus Continental de 3ª geração, a empresa monitoriza o consumo de combustível durante mais 6 meses e os números são comparados com os anteriormente registados. Com 2,55 e 3,85 l de gasóleo poupados durante 100 km e uma distância anual percorrida de 120.000 km, as empresas de transportes vencedoras alcançaram poupanças entre 3.000 e 5.000 Euros por reboque de camião. A base para este cálculo é o preço do gasóleo durante o período da competição, que é de cerca de 0,92 Euros na República Checa e de 1,10 Euros na Alemanha. 0 Strada/CT

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NEWS Giancarlo Terrassan - Jornal Strada

NOVO ARMAZÉM

AUTOEU O negócio que, há cinco anos, o Grupo Garland, empresa líder de Transportes, Logística e Navegação, tem vindo a conquistar e a incrementar no ramo automóvel, sobretudo na Autoeuropa, conduziu à abertura de um escritório no Parque do grupo alemão, em Palmela. A Garland, que este ano está a comemorar 240 anos, prevê, com esta nova localização, aumentar o volume de negócios dos serviços que presta às indústrias do ramo automóvel e do sul do país. «Como é sabido a indústria automóvel é um setor verdadeiramente estratégico para Portugal. É também um setor que requer grande especialização e serviços just in time, porque uma hora de paragem numa linha de produção custa milhares de Euros. Ora, ao longo dos anos, a Garland tem dado apoio a várias empresas fornecedoras da Autoeuropa, o que nos tem permitido crescer, daí

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abrirmos este espaço de maior proximidade, com o qual prevemos ampliar a nossa representatividade no ramo», explica Bruce Dawson, presidente do conselho de administração do Grupo Garland. Com presença em Portugal – Grande Lisboa (Abóboda, Cascais), Grande Porto (Maia), Aveiro, Marinha Grande e Portimão –, Espanha (Barcelona e Valência) e Marrocos (Casablanca), o Grupo Garland vê também nas novas instalações de Palmela uma oportunidade de fazer crescer o negócio a sul do Tejo. Representando 1% do PIB português e 4% das nossas exportações, um volume de negócios que, em 2015, foi de 2 mil milhões de Euros, e com 3.580 colaboradores, a Autoeuropa, que iniciou a sua produção em série em 1995, tem requisitado os serviços da Garland para transporte terrestre rodoviário, aéreo e marítimo da Europa

para outros países. Para além destas, a Garland tem oferecido soluções no transporte urgente com carrinhas dedicadas Express. «Temos conseguido oferecer aos fornecedores da Volkswagen serviços de just in time e, assim, colmatar os efeitos de potenciais atrasos de produção, alterações nas linhas de montagem ou demoras causadas por feriados, o que tem permitido fazer chegar ao destino os seus produtos nos prazos estipulados”, explica Bruce Dawson. Operações complexas, geridas com flexibilidade e rapidez, a que, segundo o presidente do Grupo Garland, só é possível responder com «avançada tecnologia IT, especialização e soluções integradas para todos os serviços solicitados, dentro dos padrões de qualidade exigidos». 0 Strada/GRL


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NAS DO HOJE!

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EVENTS ANECRA

No contexto da ExpoMecânica, decorreu no dia 16 de abril de 2016, no Auditório da AEP, em Matosinhos, o XII Encontro Nacional da Reparaçao ̃ Automó­ vel, subordinado ao tema “As Oficinas do Futuro, Hoje!”, que contou com a presença ativa de mais de 200 participantes. O Encontro Nacional da Reparaçao ̃ Automóvel, que é promovido pela ANECRA desde há 12 anos, iniciou-se com a apresentação do estado do sector, tomando por base os resultados do Inquérito de Conjuntura de 2015, lançado pela Associaçao ̃ junto do universo dos seus associados.

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Neste contexto, ressalta a constataçao ̃ de que a Reparaçao ̃ Clandestina continua a ser o principal constrangimento com que se confrontam tanto as oficinas de marca, como as oficinas multimarca, o que tem determinado a continuada estrateg ́ ia definida pela Direcçao ̃ da Associaçao ̃ de procura das soluçoẽ s consideradas mais adequadas para reverter esta situaçao ̃. De seguida, foi analisada a problemática relativa às Obrigações Ambientais que impendem sobre as empresas da reparação e manutenção automov́ el, o que suscitou uma por-

menorizada exposição sobre o que éque precisam de saber e fazer para a satisfaçao ̃ e respeito por essas exigências legais e regulamentares. Intervieram nesta acção Marco Candeias, Inspetor-Chefe da IGAMAOT e Vítor Serra Ferreira, Inspetor-Diretor da ASAE, que apresentaram as suas perspetivas no âmbito das competências de inspeção e fiscalização nestas matérias, o que permitiu um debate muito participado e esclarecedor sobre a forma como têm levado a cabo a sua ação em prol do combate à Economia Paralela na reparação e manutenção automóvel.


A este propósito, foi evidenciado o papel que a ANECRA tem desempenhado na luta contra as oficinas clandestinas, ao nível do combate àconcorrência desleal e àevasão fiscal que originam, materializado através da apresentaçao ̃ ao Governo e àAssembleia da Republica de um conjunto de medidas legislativas inseridas no seu “Memorando da ANECRA em Defesa do Setor Automóvel”, de que se destacam, pelo seu caráter preventivo, as Propostas relativas à «Obrigatoriedade de registo do número fiscal de identificação do consumidor, na emissão da factura/recibo

referente àaquisiçao ̃ de peças, acessórios ou consumíveis respeitantes ao automóvel» e «Exigência de apresentaçao ̃ , na Inspeçao ̃ Periódica, da factura da revisão dos respectivo veículo, comprovativa do cumprimento do plano de manutençao ̃ definido pelo fabricante». Com pleno enquadramento na temática adotada para este encontro, “As Oficinas do Futuro – Hoje!”, António Nogueira da Costa, questionou como vencer o desafio da passagem de testemunho entre geraçoẽ s, quando a empresa familiar é confrontada com a chegada da hora da sucessão. Assim, con-

siderou que a continuidade do negócio estácondicionada pela antecipaçao ̃ dessa passagem de testemunho quer em termos de cultura da empresa, quer no que respeita àsua permanente capacidade de renovaçao ̃ . Para tal, mais referiu, que as novas geraçoẽ s de empresários terão de se reposicionar e apostar cada vez mais na especializaçao ̃ e na procura de novas soluçoẽ s e oportunidades de negócio. De seguida, o novo Presidente da Direcção da ANECRA, Alexandre Ferreira, abordou as vá­rias iniciativas em curso na Associação tendentes a gerar

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mais negócio nas oficinas suas associadas, considerando ser fundamental promover a qualificação das empresas da reparação e manutenção automó­vel tendo em vista não sóestabelecer a confiança dos clientes na hora da tomada de decisões, como também para assegurar a sua fidelização, promover o espírito de equipa e permitir a adoção e implementação de metodologias adequadas à otimização dos re-

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cursos e ao bom funcionamento das empresas. Nesta prespetiva, Alexandre Ferreira, acrescentou que, aumentar a confiança dos clientes, dependeráessencialmente de dois factores, a certificaçao ̃ das oficinas e dos respectivos colaboradores bem como a permissão e incentivo àpartilha da opinião dos clientes. A certificação permitiráàempresa apresentar-se como um prestador de serviços de qua-

lidade, reconhecida perante tudo e todos, devendo tomar na devida conta a mudança verificada no perfil dos clientes, no contexto das novas gerações nascidas na época do digital, em que as escolhas são feitas com base em maiores exigências e melhor informação. Para além de justificar a parceria existente entre a ANECRA e a SGS que permitiu a criação da especificação técni-


ca OFICINA + ANECRA, evidenciou a importância de que se reveste esta certificação como fator diferenciação positiva das empresas aderentes. Finalmente, o Presidente da ANECRA evidenciou a existência de dois projetos de referência e inovadores, dos quais a Associação se orgulha, por aquilo que contribuem para o ê­xito das oficinas suas associadas. O primeiro, considerado jáuma referência no setor au-

tomóvel, o Portal do Automóvel acolhe atualmente mais de mil visitantes diários e permite às empresas tornarem-se visíveis aos clientes que usam a internet como fonte de procura de boas oportunidades de negócio na reparação e manutenção automóvel. O segundo, o Cedirsa, éum projeto de encaminhamento que se encontra numa fase piloto, e que brevemente estará à disposição de todos aqueles que pos-

sam e queiram aderir. O encontro terminou concluindo que as viaturas comunicantes e a sua evoluçao ̃ para viaturas autónomas, constituirão seguramente, os maiores desafios do futuro do negócio automóv­ el, sendo que, as novas tecnologias associadas a essa tendência condicionarão os mais radicais modelos de negócio, que se focam mais no cliente e, menos, no produto. 0 Strada/AA

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