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Nº 71 - Ano 7 - 30 Abril 2010 • Distribuição gratuita • Periodicidade: Mensal • ISSN 1647–7022

DAF LF45 EEV Test-Drive

Giancarlo Terrassan - Jornal Strada

www.jornalstrada.com


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MAN TGX EURO5. Uma vez mais, cumprimos. Uma vez mais colocamos o nosso produto à prova. Tudo para demonstrar um resultado excepcional, medido em condições reais, 30,67 l/100 km. Novamente utilizando o nosso MAN TGX 18.480 4x2 BLS, desta vez com tecnologia EURO5 SCR, percorremos a rota Madrid-Munique-Madrid sob condições metrológicas e de tráfego reais. Com um semi-reboque de lonas corrediças alugado à empresa Tip Trailer, carregado ao máximo. Como em anos anteriores, todo o teste foi acompanhado e verificado pela empresa INSIA (Instituto Universitário de Investigação Automóvel).

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Porque agora MAN também é Consequentemente Eficiente. Porque os nossos veículos proporcionam mais quilómetros por litro de diesel. Porque temos menores emissões de CO2 e gastamos menos energia por tonelada-quilometro. Porque assim oferecemos uma redução dos gastos totais de exploração. Porque o nosso objectivo é estar sempre do seu lado.

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Consequentemente Eficiente. 30,67 l/100 km.


Giancarlo Terrassan - Jornal Strada

A data do grande evento aproxima-se a passos largos

| Ana Bela Nogueira

O Jornal Strada vai realizar um Workshop sobre o tema “Segurança & Tecnologia”, no dia 15 de Maio de 2010, destinado aos profissionais do sector dos Transportes, nomeadamente às Empresas de Transportes e aos Motoristas Profissionais. O evento, com início por volta das 9.00 horas prolongar-se-à para além das 18.30 horas, contará com várias acções de divul-

gação, formação, exposição, demonstrações de camiões de corrida e actividades lúdicas. Em destaque, estarão presente como convidados, os pilotos Elisabete Jacinto com o seu camião MAN TGS e Avelino Reis com o seu Scania Série P racing-truck. Evento Único A realização deste evento, assinado pelo Jornal Strada e jamais feito em Portugal, pretende reforçar o posicionamento das empresas participantes, através da divulgação das suas actividades, soluções e produtos e também promover actividades paralelas, dinamizando o espaço e contribuindo para que a mensagem de segurança rodoviária e a importância da tecno-

CONTACTOS A inscrição para a conferência é gratuita para os profissionais e obrigatória em www.jornalstrada.com Para mais informações contactar: Ana Bela Nogueira Tel./ Fax: +351 234 197 770 - Mobile: +351 91 346 6142 Email: ana.bela.nogueira@jornalstrada.net

logia seja assimilada facilmente. Formação Durante todo o dia irá decorrer uma aula de formação com alguns participantes inscritos sobre tacógrafos digitais. Conferência Para fechar o evento irá decorrer uma Conferência onde ilustres oradores irão dar voz às realidades do sector, com temas diversos, onde os convidados poderão assistir a relatos de casos de sucesso. As novidades e a utilização de novas tecnologias no sector bem como a importância nas apostas de formação, segurança e tecnologia, serão temas de destaque nesta sessão. Entrega de Prémios Os participantes na conferência terão direito a um certificado de participação e serão convidados a preencher um pequeno inquérito de avaliação e satisfação do evento. Em síntese, a organização espera que o Workshop seja de todo o agrado e interesse para os visitantes e que vá ao encontro das expectativas dos profissionais do sector dos Transportes.

Abril 2010

EDITORIAL

Jornal Strada promove Workshop sobre Segurança e Tecnologia


Giancarlo Terrassan - Jornal Strada

Abril 2010

Scania

Daimler

Volvo-Trucks

MAN Nutzfahrzeuge

Scania

Giancarlo Terrassan - Jornal Strada

INDEX


ANTP avança com paralisação em Maio ..............6 BAUMA 2010 ....................................................8 Mercedes-Benz ganha o dia – três vezes.............10 Um relógio com coração de 730 CV..................12 480 cavalos Euro 5 de pura força sueca ............14 LF 45 EEV - A solução para a distribuição ..........20 Operação Resgate Fiscal II ................................28 10º aniversário de Trucknology Generation .........30 A MAN Latin America inaugura a linha de produção para camiões MAN............................32 MAN na INTERSCHUTZ ...................................34 ZF conquista prémio de qualidade “top performance” ............................................36 O Jornal Strada promove Workshop sobre Segurança e Tecnologia............................37 Volvo Trucks lança novo FM ...............................38 Volvo FMX - Volvo Trucks passa ao ataque ..........42 Novos semi-reboques basculantes com tara inferior a 5 toneladas ........................................46 A Renault Trucks e a EDF assinam acordo ...........50 Renault Trucks inaugura a primeira linha experimental de montagem de híbridos, energias alternativas e desenvolvimento ..............52 A Logística e os sistemas de medição de desempenho ................................................54 WTRANSNET lança a nova bolsa de porta-veículos ...............................................58 Iveco é o fornecedor oficial do MotoGP..............60 Elisabete tem novo navegador............................62 Elisabete Jacinto quer vencer prova da Taça do Mundo ...........................................63 Numofreita debate pela 7ª vez Segurança Rodoviária .......................................64

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INDEX

Editorial .............................................................3


NEWS

ANTP parali Giancarlo Terrassan - Jornal Strada

das SCUT’s, «vão mandar muita gente para a rua, porque as empresas vão ter valor acrescido no final do mês», conclui António Lóios. Para tornar maior a luta dos transportadores, a ANTP informou a todos os presentes na reunião que fez um convite à ANTRAM, Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias, «fizemos um convite formal à ANTRAM para com eles debater os problemas do sector e arranjarmos estratégias, formas e dinheiro para que possamos mostrar ao Governo que a classe

Abril 2010

«Não existem alternativas às SCUTs» «não houve por parte do Governo, a hombridade, a unicidade, a transparência de transmitir aos transportadores a decisão do Conselho de Ministros em relação às SCUT’s, sentimo-nos enganados sobre essa matéria», salientando ainda que «existe um total desrespeito pelos Portugueses, em geral, e pelos transportadores, em particular». A decisão tomada pelo Governo da introdução de portagens nas SCUT’s, leva António Lóios a expressar que «andam a gozar connosco, hoje é uma conversa, amanhã é outra conversa, é todos os dias outra conversa». Com a implementação

«Dentro da lei, iremos avançar para essa paralisação» Giancarlo Terrassan - Jornal Strada

Esgotado o prazo de um mês dado ao Governo para dar uma resposta às reivindicações dos transportadores, a ANTP reuniu-se com os seus associados e outros representantes, no dia 24 de Abril, em Rio Maior, para tomarem uma decisão. «Andam constantemente a adiar as nossas questões e reivindicações», é desta forma que António Lóios, Secretário-Geral da ANTP, exprime o seu descontentamento face à inércia do Governo. No entanto, continua a pedir a redução de oito cêntimos do preço do Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP) e a não tributação às ajudas de custo no sector, como prevê o Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC). Depois de ter visto ir por água abaixo o pedido da eliminação do pagamento nas portagens das SCUT’s, afirmando que


«Estamos num país surreal, nós falamos em alhos, as respostas são em bugalhos» momento, porque o Governo Espanhol toma conta da economia e do sector dos transportes, em Portugal isso não acontece». O Secretário-Geral da ANTP afirma ainda que, «o pagamento das SCUT’s não vem trazer nada de bom aos transportadores portugueses, porque não se trata de solidariedade, justiça ou equidade, (...) já estamos a pagar através da Lei nº 55/2007, o Plano Nacional Rodoviário, onde as SCUT’s estão incluídas». A contribuição de serviço rodoviário «(…) constitui uma fonte de financiamento da rede rodoviária nacional a cargo da EP – Estradas de Portugal,

Giancarlo Terrassan - Jornal Strada

está unida e merece mais respeito». A insatisfação dos transportadores pela indiferença que o Governo parece dar aos assuntos que àqueles diz respeito, leva-os a fazer uma paralisação em Maio, como confirma António Lóios, «a paralisação irá acontecer seguramente no mês de Maio e certamente será maior que a paralisação de 2008». Inicialmente falou-se numa união com entidades homólogas em Espanha para fazer uma paralisação ibérica de transportadores. Contudo, António Lóios, veio dizer que «em Espanha não haverá paralisação neste

E.P.E., no que respeita à respectiva concepção, projecto, construção, conservação, exploração, requalificação e alargamento. A exigência da contribuição de serviço rodoviário não prejudica a eventual aplicação de portagens em vias específicas ou o recurso pela EP – Estradas de Portugal, E.P.E., a outras formas de financiamento», como está escrito no Artº Nº 3 da Lei 55/2007 de 31 de Agosto. A ANTP tem recebido o apoio e solidariedade de muitos transportadores e quer fazer com que esse esteio seja forte para que unidos possam lutar junto do Governo, manifestando e reivindicando os seus pedidos. A dar vida a uma nova paralisação parece que a luta é para durar. | Ana Bela Nogueira

Abril 2010

NEWS

avança com isação em Maio


NEWS

BAUMA 2010

A 29ª edição da BAUMA, Feira Internacional do sector da Construção, que teve lugar nos dias 19 a 24 de Abril em Munique, juntou 3000 expositores provenientes de 48 países em mais de 5 hectares. Mesmo coincidindo com o cancelamento de voos causados pela nuvem de cinzas do vulcão Eyjafjallajokull, a adesão à feira só foi prejudicada nos primeiros dias. Devido à grave conjuntura económica mundial, o sector da Construção sofreu uma forte redução de vendas, diminuindo a sua produção causada pela falta de procura. Todavia, ainda foram muitas as inovações tecnológicas lançadas por ocasião desta feira que é realizada de três em três anos. Christof Kemman (presidente da VDMA – Associação de equipamentos de construção e maquinaria de materiais de construção da Alemanha) na conferência de imprensa que marcou a abertura da feira lembrou este momento de crise «A BAUMA 2010, expõe, como habitualmente, o melhor de tudo. Infelizmente, não se pode dizer o mesmo do ambiente económico nem da situação actual da nossa indústria», realçando ainda que o ano de 2009 foi o mais difícil de sempre da história da indústria.|

Ana Bela Nogueira

Abril 2010


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Subir montanhas não chega. Há que movê-las. O novo Actros de estaleiro. O novo Actros de estaleiro adequa-se a qualquer desafio na construção, com inovações inteligentes, tais como o degrau retráctil, as protecções em canelado dos espelhos exteriores e a nova caixa automatizada de 12 velocidades Mercedes PowerShift offroad com tempos de comutação muito reduzidos. Para realizar mesmo as tarefas mais duras sem sofrer danos, o Actros de estaleiro possui a protecção ideal com grelhas melhoradas, em aço, para faróis e luzes traseiras, e uma chapa em aço inoxidável para o radiador e o motor. Para tanta robustez damos tudo. www.mercedes-benz.pt/estaleiro A imagem e o texto podem conter equipamento opcional. Para mais informações sobre equipamento de série e opcionais contacte o seu Concessionário Oficial Mercedes-Benz.

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NEWS

Mercedes-Be ganha o dia

Vito e Sprinter ganharam três prémios “CEP Van of the Year 2010” e o Sprinter NGT recebeu o prémio especial “Alternative Drive Systems” A Mercedes-Benz apresentou um conjunto alargado de veículos na 20ª edição do “Auto Mobil International 2010”, em Leipzig. A marca com a estrela de três pontas deixou boa impressão na competição durante este Salão Automóvel, tendo recebido vários prémios pelo sucesso dos seus modelos Vito e Sprinter. Vito e Sprinter convencem nos

Abril 2010

sectores de distribuição (correio, entregas expresso e ser viço porta–a–porta (CEP – Courier, Express and Parcel Services) O evento para a eleição do “CEP Van of the Year 2010”, organizado pela ETM Verlag (Euro Transport Media publisher), teve lugar na feira AMI, pela décima vez. Um júri composto por 30 especialistas do sector avali-

ou os 18 veículos participantes e seleccionou os vencedores em cinco categorias. Pela primeira vez foi também concedido um prémio para a categoria de “Alternative Drive Systems”. Pelo envolvimento que os peritos têm nas suas tarefas diárias com frotas de veículos próprios, estes sabem exactamente quais as exigências que cada Veículo Comercial Ligeiro está


NEWS Daimler

enz – três vezes

sujeito. Os veículos presentes no evento foram testados em vários trajectos, em condições reais de utilização. Assim, a funcionalidade, o conforto de condução, as características de manobra, o design e, claro, a eficiência económica, foram incluídos entre os pontos avaliados em cada teste. Os examinadores percorreram um total de 7.000 km, em 540 test-drives perto de Leipzig. A Mercedes-Benz esteve representada nesta reconhecida competição com os modelos Sprinter e Vito. O Sprinter confirmou a supremacia que tinha mantido nos últimos quatro anos, alcan-

çando o primeiro lugar na categoria “Veículos Comerciais Ligeiros acima das 3,5 ton.”. O Vito também fez o jurado render-se, tornando-se vencedor, pela quinta vez, na classe “Veículos Comerciais Ligeiros até às 3 ton.”, tal como nos últimos quatro anos. Sprinter NGT vence o prémio especial “Gas Drive Systems” Para além dos prémios “CEP Van of the Year 2010” ganhos pelo Mercedes-Benz Sprinter e Vito, a tecnologia NGT (Natural Gas Technology), do modelo Sprinter, foi vencedora na categoria “Alternative Drive Systems”. Este foi o primeiro ano que os editores da ETM atribu-

íram este prémio especial. O Sprinter NGT com propulsão bivalente a gás natural e gasolina, especialmente concebido para aplicações urbanas, distingue-se não apenas pelas reduzidas emissões de gases de escape e baixo nível sonoro mas também pelos reduzidos custos operacionais. Os tanques de gás natural, dos modelos com esta tecnologia, são montados sob o piso do veículo, por forma a evitar a limitação do espaço no compartimento de carga, mantendo o espaço existente na motorização convencional.| Mercedes-Benz

Abril 2010


NEWS Scania

Um relógio com coraç Com os motores de 5 e 6 cilindros em linha, a marca sueca tinha iniciado o seu caminho em direcção à produção de motores baseados na construção modular. Com o novo propulsor V8 de 730 cv, completou o ciclo e chegou ao destino. Já era claro

Motores Com este novo propulsor, o cliente Scania poderá escolher entre as 4 diferentes motorizações V8 à disposição: - 500 cv/368 kW a 1.800 rpm, Euro 5 de 15,6 litros, com 2.500 Nm entre 1.000 e 1.350 rpm; - 560 cv/412 kW a 1.900 rpm, Euro 5 de 15,6 litros, com 2.700 Nm entre 1.000 e 1.400 rpm; - 620 cv/456 kW a 1.900 rpm, Euro 5 de 15,6 litros, com 3.000 Nm entre 1.000 e 1.400 rpm; - 730 cv/537 kW a 1.900 rpm, Euro 5 e EEV de 16,4 litros, com 3.500 Nm entre 1.000 e 1.350 rpm.

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que o motor V8 iria coroar esta técnica de construção e o seu sucesso é garantido. «Agora, a Scania tem todas as soluções técnicas, bem como a necessária plataforma de motores para conseguir cumprir a Norma Euro 6, que entrará em vigor a partir de 2013», foi assim que Jonas Hofstedt (vicepresident senior powertrain) definiu a posição da Scania, relativamente à sua vasta gama de motores, durante a conferência de imprensa para apresentação do novo motor de 730 cv V8 e da nova gama de camiões com motores V8. Graças à introdução do sistema

de construção modular, o diâmetro dos cilindros foi aumentado em 3 mm, passando assim para 130 mm e a corsa para 154 mm, dois factores que forçaram a um aumento de 0,8 litros na cilindrada, sendo agora de 16,4 litros. Ao todo, proporcionou o desenvolvimento de um motor com 730 cv (Euro 5 e EEV) com um- binário de 3.500 Nm, entre 1.000 e 1.350 rpm, utilizando o sistema SCR (Selective Catalytic Reduction). Outras características deste novo motor são: o bloco dos cilindros construído em CGI (Compacted Graphite Iron), o que lhe permite suportar pressões de

O mais potente camião do mun


ção de 730 CV combustão mais elevadas, sem prejudicar a tara; introdução do sistema de injecção commonrail Scania XPI, já em utilização desde 2007 nos motores de 5 e 6 cilindros em linha, com pressões operacionais de 1.800 bar, mas que pode atingir a pressão máxima de 2.400 bar; cabeças dos cilindros com jet cooling (arrefecimento a jacto); turbo de geometria variável Scania VGT (Variable Geometry Turbocharger). A caixa de velocidades Scania Opticrise é de 12 relações, mais 2 crawlers. Para um maior rendimento durante a condução, o binário máximo é disponível

nas 3 relações mais altas, enquanto nas baixas relações, para proteger toda a cadeia cinemática, há uma redução de potência entre 5% e 6%, mesmo assim, a potência máxima continua a ser a maior do mercado. A embraiagem é mono-disco e accionada pelo controlador electro-hidráulico. Para permitir uma maior eficiência e uma maximização na economia de combustível, o eixo traseiro é de redução simples. Nesta mesma ocasião, a Scania aproveitou para apresentar também o novo look da gama de veículos V8 - um aspecto nitidamente mais caracterizado

ndo volta a pertencer à Scania

da Série R versão 2 -, com frisos cromados nas tomadas de ar, insígnias V8 na grelha e nas saias laterais, grelha exclusiva em côr preto brilhante e rede com padrão especial, faróis xénon, tubo de escape com boca cromada. No interior: as insígnias V8 podem ser novamente encontradas no tablier, no friso anti-derrapante na entrada da cabina, nas portas, nos bancos, nos apoia-braços, entre outros; o volante de côr preta em madeira e pele; pedaleiras cromadas com protecção anti-derrapante.| Giancarlo Terrassan

Abril 2010

NEWS

Scania declara estar pronta para cumprir a norma Euro 6


TEST-DRIVE Giancarlo Terrassan - Jornal Strada

480 cavalo pura força

Mais rentabilidade Mais eficiĂŞncia Mais produtividade Abril 2010

Truck of the Year 20


Scania R 480 Euro 5 EGR

010

Abril 2010

TEST-DRIVE

os de sueca

Após ter testado o novo Série R versão 2010, com motorização V8, voltamos a ter a oportunidade de testar o mesmo modelo, mas com um motor de 6 cilindros em linha de 480 cavalos Euro 5 com cabina Topline – actualmente, o mais potente motor a utilizar a tecnologia EGR (Exaust Gás Recirculation). Como já explicamos, na Série R versão 2010, a principal alteração que mais se destaca é a nova grelha, que com uma imagem mais estilizada impõe um aspecto ainda mais atractivo, estando pronta para cativar novos clientes e enfrentar os desafios futuros. Este novo design aerodinâmico, com barras horizontais mais finas e distintas, permite um maior fluxo de ar para os radiadores e para o compartimento do motor, aumentando a capacidade de refrigeração. O Aspecto da cabina é em todo igual ao que já apresentamos na nossa edição número 70. Logotipo maior no topo da grelha. Novo e mais envolvente pára-choques, que desce ligeiramente aumentando a envolvência, com espaço específico para a localização do sensor do ACC (Adaptive Cruise Control). Deflectores superior e laterais aperfeiçoados, que permitem diminuir a resistência do ar e, consequentemente, baixar o consumo de combustível até 10%, dependendo do tipo de caixa ou semi-reboque. Sendo de realçar, que a correcção da posição, em vertical, de um deflector, permite economizar até 3% do combustível. As laterais da carroçaria foram também revistas, tendo sido equipadas com novas saias, mais envolventes e mais baixas, que além de tornar o aspecto mais elegante, proporcionam, por sua vez, uma redução nos consumos equivalente a 1%. No que concerne o sistema de iluminação, a nova geração da Série R foi melhorada tecnologicamente, sendo agora equipada com luzes LED no topo frontal da cabina, acima do pára-brisas e nos faróis, permitindo uma maior poupança de energia e garantindo mais durabilidade e menor manutenção. Para realçar a beleza da nova Série R, a Scania oferece aos seus clientes pinturas com cores metalizadas, branco diamante e azul carbono.


a utilização da tecnologia EGR (Exaust Gás Recirculation). A sua potência era de 480 cv/353 kW a 1900 rpm, com um binário máximo de 2.500 Nm atingível entre as 1.000 e as 1300 rpm. O sistema de injecção Scania XPI permite uma redução nas emissões de partículas recorrendo a pressões de injecção extremamente elevadas. O turbo compressor de geometria variável - Scania VGT, proporciona uma maior resposta do motor e melhorando o binário a baixas velocidades. O nosso veículo era equipado com uma caixa automatizada Scania GRS905R de 12+2 velocidades com retarder integrado e controlo electro-hidráulico da embraiagem. O Scania Opticruise proporciona uma ligação electrónica integrada entre muitas funções relativas ao motor, caixa de velocidades, retarder, travões de serviço e suspensão, proporciona ao motorista um melhor controlo sobre elas. Ou seja, permite que, em modo automático a selecção da mudança seja completamente automática, enquanto que em modo manual, o mo-

Scania

mesma. O espaço e localização das arrumações foi também aperfeiçoado de modo a fazer frente às exigência e necessidades do motorista actual. Abaixo da cama inferior, estão disponíveis 3 grandes espaços: ao centro para o compartimento frigorífico e aos lados, as grandes áreas de arrumação acessíveis também do exterior. O veículo que testámos era equipado com duas camas. A inferior, posicionada a uma altura optimizada, para permitir um acesso extremamente fácil e rápido. A superior, acessível através de uma escada retráctil (abaixo da mesma) em alumínio. Nas extremidades das camas, estão disponíveis 2 pontos de luz, ideais para a leituras e, no lado esquerdo da cabina, um telecomando para controlo da intensidade da luz, rádio, aquecimentos, entre outras funções. A preocupação da Scania, está firme no desenvolvimento de motores mais amigos do ambiente e mais económicos. O propulsor de 6 cilindros que equipava o nosso veículo de test, era um DC13 de 12,7 litros, respeitante a norma Euro 5, com a

Scania

TEST-DRIVE

Correspondendo ao topo de gama, a cabina Topline proporciona o máximo de conforto e segurança ao motorista e ao seu passageiro, sendo indicada para o serviço de longo curso. Por este motivo foram curados até ao mais pequeno pormenor. O tablier em forma curva, envolve completamente o motorista, oferecendo uma ergonomicidade extrema, de modo que o condutor possa aceder aos comandos sem se debruçar ou distrair, evitando assim que surjam factores de distracção, potenciais causas de acidentes rodoviários O posicionamento do volante, permite uma melhor regulação na inclinação e na altura. O volante multifuncional é equipado com uma grande quantidade de comandos, que incluem o sistema de som, telefone, cruise control, ACC (Adaptive Cruise Control), controlo de velocidade em descida, etc.. No lado direito do tablier, um grande monitor permite ao motorista a gestão do rádio, telefone, sistema de navegação (GPS), computador de bordo (Scania Interactor 500), entre outras funções. Nesta nova cabina Topline, a isolação térmica e acústica foram notavelmente melhoradas. O pavimento da cabina é praticamente plano, oferecendo uma maior mobilidade no interior da

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A nova Série R da Scania. SUBLIME EM CADA DETALHE. Seja porreiro. Ofereça aos seus motoristas o camiao dos seus sonhos. Relaxe e desfrute a recompensa: economia operacioneal fora de série, fiabilidade e vida útil imbatíveis. Dirigir um negócio de transportes pode ser o melhor trabalho do mundo. Basta olhar para a nova Série R da Scania. Sublime em cada detalhe.

As características da nova Scania Série R incluem o novo Scania Opticruise, agora disponível numa versão completamente automatizada, o Scania Driver Support, um sistema único que lhe permite poupar combustível, e ainda os novos depósitos de combustível com capacidade até 1500 litros. O novo e exclusivo interior apresenta novas opções de cores e materiais, um painel de instrumentos suave, novas opções em áudio e navegação, uma nova cama extensível e diversas soluções de arrumação inteligente.

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A cabina apresenta ainda um novo design da grelha, luzes LED e novas saias laterais. Saiba mais informações em www.scania.pt

Scania. Destinada a liderar. Scania Portugal, S.A. www.scania.pt


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Scania

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torista pode decidir quando e qual mudança quer engrenar. O modo automático é muito valioso para o motorista, permitindo-lhe uma maior concentração na condução e domínio do veículo. O novo Opticruise sincroniza a velocidade do motor com a velocidade da caixa de velocidades na perfeição, permitindo uma mudança mais suave, clara e rápida, ajudando a melhorar os níveis de consumo de combustível. O novo Opticruise interage com o cruise control e com o retarder (no nosso caso este estava instalado), proporcionando, nas subidas, as mudanças automáticas na caixa de velocidades, no momento exacto. O mesmo acontece em descidas, onde o novo Opticruise gere as passagens de mudanças mais certa. Nas descidas, quando se usa o retarder, entra automaticamente em função o brake blending em complemento ao retarder. Esta função permite que os travões sejam activados durante breves momentos, para compensar a perda de travagem do motor durante as mudanças de velocidade. O novo Scania Opticruise permite 6 tipos diferentes de gestão da caixa: automático ou manual normal com 12 velocidades; automático ou manual de força com 9 velocidades; modo manobra, que permite uma aproximação muito suave, sem sola-


Nesta nova série, todos os espaços disponíveis no chassis, foram completamente revistos e optimizados. As baterias foram deslocadas para a cauda do chassis e as botijas do ar na parte central, todo entre as longarinas. Graças a esta recolocação, existe, agora, espaço suficiente nas laterais do chassis para colocar 2 depósitos de combustível com capacidade até 1.500 litros.| Giancarlo Terrassan

que garante um constante controlo da pressão dos pneus, o que ajuda na diminuição do gasto dos mesmos; LDW (Lane Departure Warning), um dispositivo que avisa acusticamente o motorista, quando activado, em caso de saída involuntária da sua faixa de rodagem, este sistema torna-se muito útil para a prevenção de acidentes; ACC (Adaptive Cruise Control), um sistema de controlo automático de velocidade que trabalha em combinação com o Cruise Control e um radar (que mede a distância do camião para com o veículo que precede), juntamente ao sistema de travagem óptimo para evitar os mortais embates contra outros veículos. No eixo dianteiro a suspensão era garantida por molas parabólicas (2x32 mm, 7.500 Kg). No eixo traseiro, 4 foles pneumáticos (11.500 Kg) garantiam uma suspensão suave e uma condução mais confortável. O diferencial era um Scania R780 de redução simples. A distância entre eixos era de 3.700 mm. Giancarlo Terrassan - Jornal Strada

Conclusão A impressão que tivemos, ao longo de cerca de 250 quilómetros que percorremos, foi óptima. O conforto e o silêncio na cabina foram os pontos fortes deste veículo, para além do Opticruise, que nos permitiu desfrutar de uns bons momentos, destinados a poucos sortudos. À parte este prazer, o novo Série R mostrou poder proporcionar ao transportador um veículo confortável, fiável, seguro, mas sobretudo económico, em que tivemos um consumo de 36,7 litros (média). A grande novidade de extraordinária utilidade, agora disponível, é o SDS (Scania Driver Suport). O SDS é um sistema de monitorização da condução que permite ao motorista conseguir melhorar o seu modo de conduzir. Sem dúvida, que muito brevemente será um sistema insubstituível, pois, tem a capacidade de por-nos em competição com nós próprios. Sem nos aperceber, com o SDS, estaremos a melhorar constantemente a nossa condução. Giancarlo Terrassan

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Scania Scania

vancos aos cais; modo balanço, que permite efectuar um efeito baloiço (para frente e para trás), para permitir a saída do veículo da neve ou da lama em caso fique atascado. O sistema de travagem era completo, estando equipado com o retarder Scania, travão de escape, travões-disco controlados electronicamente, ESP (Electronic Stability Program). O retarder acoplado à caixa, uma peça importantíssima para evitar o uso frequente dos travões de serviço ou travão de escape, que poderão ser utilizados nos momentos de maior necessidade e emergência. Está totalmente integrado com os travões de serviço, travão de escape, Cruise Control e com o novo Opticruise. Numa descida, quando o sistema estiver seleccionado em modo automático, um toque rápido no pedal do travão activa imediatamente a descida controlada. Alguns dos melhores sistemas de segurança estavam também instalados: TPM (Tyre Pressure Monitor), um óptimo sistema


TEST-DRIVE Giancarlo Terrassan - Jornal Strada

A filosofia dos transportes em ambientes urbanos Após ter experimentado o CF75 EEV, em Novembro passado, chegou o momento de testar também outro veículo, com tecnologia EEV, para o serviço de transporte de mercadoria em ambientes urbanos. Esta, foi a vez do pequeno LF. Como é hábito da casa DAF e, sempre seguindo a filosofia de projecto e construção (driven by quality), a série LF oferece, também ela, inúmeras vantagens aos operadores, bem como aos motoristas, graças às melhorias efectuadas nos veículos, no que concerne a segurança, o conforto e a condução. Nunca é demais repetir quais serão as dificuldades que os transportadores e operadores logísticos terão de enfrentar cada vez mais, no próximo futuro, para poder entrar em zonas urbanas com os seus veículos, se estes não respeitarem as rígidas normas anti-poluição impostas pela Comunidade Europeia e pelas restrições de circulação colocadas pelos municípios. Perante este cenário, é claro que, para circular em zonas urbanas com veículos pesados, será possível somente para os que serão equipados com motores que respeitem as normas EEV (Enhanced Environmentally friendly Vehicles) ou ZEV (Zero Emission Vehicles). Também na última série LF, a

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LF

A para a dist


TEST-DRIVE

45 EEV Um óptimo citadino para o serviço de distribuição e serviços municipalizados

solução ribuição

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TEST-DRIVE

DAF

DAF

Com as versões EEV, a DAF está preparada para oferecer a solução amiga do ambiente, para o transporte comercial regional, local e urbano

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DAF oferece aos seus clientes uma vasta gama de veículos (todos eles Euro 5 e EEV) que lhes permitem enfrentar todos os tipos de missões. Um óptimo citadino para o serviço de distribuição e serviços municipalizados. A flexibilidade de empregabilidade da série LF é demonstrada pelos dois modelos, LF45 e LF55, que dispõem de: cabinas confortáveis, elegantes, espaçosas e com interiores ergonómicos; vários tipos de chassis, leves mas


TEST-DRIVE DAF

DAF

robustos ao mesmo tempo, com configurações de 2 e 3 eixos; robustos motores, económicos e amigos do ambiente, de 4,5 e 6,7 litros, que garantem potências que vão desde os 140 cv até aos 300 cv, todos com tecnologia SCR (Selective Catalytic Reduction). A gama completa Graças às suas grandes capacidades de carga, os LF podem ser

aplicados em variadíssimos tipos de missões, como por exemplo: serviço de distribuição citadina e com acessos relativamente reduzidos, típico nas zonas urbanas mais antigas, com ruas estreitas e com pouco espaço de manobra; serviços municipalizados; serviços de reboques; para o transporte de inertes e materiais para obras para empresas de construção que necessitem de

operar em zonas habitacionais; para empresas de jardinagem e manutenção ambiental; etc.. Os modelos LF45 estão equipados com jantes de 17,5” e disponíveis somente com chassis de 2 eixos, para pesos brutos de 7,5 toneladas até 12 toneladas (máximo 22 toneladas com reboque). A propulsão é garantida pelos: -PACCAR FR de 4 cilindros de

Abril 2010


DAF

TEST-DRIVE

24,5 toneladas com reboque e 28 toneladas para tractor). A propulsão é garantida pelos: -PACCAR FR de 4 cilindros de 4,5 litros EEV e com potências de 185 cv e 207 cv; -PACCAR GR de 6 cilindros de 6,7 litros Euro 5 e com potências de 224 cv, 250 cv, 286 cv e 300 cv. Para serviços mais exigentes, a DAF oferece também uma ver-

DAF LF 45.210 EEV Das várias configurações que a gama LF oferece, tivemos a possibilidade de testar uma unidade rígida DAF FA LF 45.210 EEV 4x2, equipada com rampa elevadora na traseira. Cabina A carroçaria aerodinâmica da cabina do LF, com o deflector no tejadilho e abas laterais, permiDAF

DAF

4,5 litros EEV e com potências de 140 cv, 160 cv, 185 cv e 207 cv; -PACCAR GR de 6 cilindros de 6,7 litros Euro 5 e com potências de 224 cv e 250 cv. Os modelos LF55, estão equipados com jantes de 19,5” e disponíveis com chassis de 2 e 3 eixos (rígido) e 2 eixos (tractor), para pesos brutos de 12 toneladas até 21 toneladas (máximo

são do LF55, com jantes de 22,5” e para pesos brutos de 18 toneladas até 19 toneladas (máximo 32 toneladas com reboque). A propulsão é garantida pelos: -PACCAR GR de 6 cilindros de 6,7 litros Euro 5 e com potências de 224 cv, 250 cv e 300 cv. Em função à sua necessidade, o cliente pode escolher entre duas cabinas: a Day Cab para o serviço local e regional e a Sleeper Cab para circuitos mais abrangentes. Seja numa como na outra, os materiais, o conforto e a ergonomia, proporcionam um agradável ambiente de trabalho. De facto, nesta gama somente o tamanho do veículo é inferior, porque o resto, mantém a mesma qualidade dedicada e existente nos irmãos das gamas CF e XF. A luta para a diminuição de acidentes é, para a DAF, uma prioridade e o combate passa através da utilização de vários sistemas de segurança e pelo conforto, sem negligenciar a qualidade do seu produto.

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TEST-DRIVE

DAF

equipados com suporte lombar regulável, facultando ao motorista um lugar extremamente confortável, o que contribui para a redução do cansaço. O volante multifunções incorpora múltiplos comandos integrados, permitindo ao motorista ter acesso aos principais equipamentos, como os comandos do telefone em alta-voz, o controlo

do Cruise Control, o controlo da caixa AS-Tronic e o comando do travão de motor. O volante é regulável em altura e em inclinação, proporcionando ao motorista uma posição ergonomicamente correcta durante a condução. O painel dos instrumentos é funcional e oferece todas as informações primárias através de u-

DAF

te que este veículo possa diminuir o consumo de combustível. Também neste pequeno LF, a acessibilidade à cabina é extremamente fácil e prática, factor especialmente importante para quem tem que entrar e sair constantemente do veículo: os degraus são anti-derrapantes; as portas são amplas e com um grande ângulo de abertura e as pegas bem colocadas, permitindo um fácil acesso ao interior da cabina. O enorme pára-brisas e as amplas janelas laterais, juntamente aos 6 espelhos externos (opcionalmente disponíveis com a mesma cor da carroçaria), permitem ao motorista ter uma óptima e mais abrangente visão do seu meio envolvente. Tudo em prol de uma maior segurança. O conforto e a segurança do motorista são factores muito importantes para a DAF. É suficiente entrar e sentar-se ao volante para reparar na qualidade do conforto que o interior oferece aos ocupantes. A combinação de tonalidades, baseadas em cores mais claras em sítios de pouco contacto é mais escura em sítios de maior utilização, permitem que o acabamento mantenha sempre um aspecto agradável e limpo. Os produtos utilizados, todavia, facilitam a tarefa da limpeza. Os bancos pneumáticos de estilo integral, com cinto de segurança incorporado e com tensor, são totalmente ajustáveis e

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TEST-DRIVE DAF

ma protecção de baixo reflexo: velocímetro; conta-rotações; indicadores da temperatura do refrigerante, da pressão do ar, do nível do depósito de combustível e do AdBlue. O LCD, de elevado contraste, fornece informações básicas e estritamente necessárias para o condutor, sobre a duração da viagem, consumos e velocidade média, indicador da pressão dos pneus, entre outras, sendo disponíveis em 32 diferentes idiomas. O sistema de aquecimento e ventilação é bastante potente e corresponde plenamente às exigências do motorista, podendo ser equipado com sistema de aquecimento de parque e climatização (no nosso caso). No tecto, está disponível uma escotilha no tejadilho de controlo eléctrico (opcional). A insonorização foi excelentemente curada, proporcionando um agradável ambiente de trabalho, graças ao baixo nível de ruído no interior da cabina. Nesta cabina Sleeper Cab estão disponíveis várias e espaçosas arrumações: sobre o pára-brisas estão disponíveis dois compartimentos, mais um terceiro preparado para a instalação de equipamentos electrónicos suplementares e uma série de interruptores suplementares (no nosso caso, continha o tacógrafo digital); por de baixo da cama estão disponíveis 3 compar-

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timentos com caixas amovíveis, com uma capacidade total de 85 litros; outras arrumações, podem ser encontradas na consola central e nas portas. A zona de descanso é assegurada por uma cama de qualidade superior, cujo colchão em peça única mede 2.050 mm de comprimento, 700 mm de largura e uma espessura de 120 mm. Os grupos ópticos infrangíveis com lentes Lexan são equipadas com lâmpadas halogéneas (opcionalmente, pode-se escolher as lâmpadas xénon). Os faróis de nevoeiro são integrados no pára-choques em aço. Motor e caixa O propulsor do veículo em teste é o novo PACCAR FR de 4 cilindros de 4,5 litros com uma potência de 210 cv. O sistema de injecção SMART (Self-Monitoring Analysis and Reporting Technology - tecnologia de auto-monitorização, análise e relatório) é respeitador da norma EEV (Enhanced Environmentally friendly Vehicles), utilizando a tecnologia SCR (Selective Catalitic Reduction - Redução Catalítica Selectiva). A caixa automatizada ZF ASTronic de 6 velocidades é encarregue da transmissão, utilizando um novo software que proporciona um melhor controlo da embraiagem e simultaneamente uma passagem das velocidades de forma mais suave. Chassis, eixos

e suspensão O robusto chassis em aço de elevada qualidade é simultaneamente leve e robusto com uma altura da longarina de 192 mm. A forma como foi projectado permite a instalação de inúmeros componentes e outros equipamentos suplementares, entre os quais destacamos o suporte da roda suplente e os depósitos de combustível e de AdBlue, com, respectivamente, 123 litros e 26 litros de capacidade. A distância entre eixos é de 4.300 mm. O eixo dianteiro F48 com uma capacidade de carga máxima admissível de 4,5 toneladas tem uma suspensão parabólica. O eixo de tracção SR820 de redução simples tem uma relação de 3.73:1, com uma capacidade de carga máxima admissível de 8,5 toneladas, com suspensão pneumática. Opcionalmente é ainda possível escolher entre as seguintes relações de redução nos cubos: 4.10, 4.56 e 5.13). Sistema de travagem e segurança Todas as rodas são dotadas de travões de disco cuja travagem é servo-assistida de duplo circuito totalmente pneumático, apoiada pelo ABS (Antiblockiersystem) e ASR (Anti Slip Reduction). O sistema de travagem inclui ainda o travão de escape com comando no volante.| Giancarlo Terrassan


Numa tentativa de simulação mais próxima do real, com 12 toneladas de peso bruto, percorremos zonas urbanas em Perafita, Matosinhos e Porto, bem como o trajecto Matosinhos - Póvoa do Varzim e vice-versa, utilizando a A28. Percorremos sensivelmente 100 quilómetros e obtivemos uma média de cerca 15 litros nos consumos. O acesso à cabina foi fácil, rápido e seguro, particular importante para um motorista que se dedica à distribuição. Sentado atrás do volante, a primeira impressão que tive foi de estar num camião de gama superior e não no pequeno LF. Sem dúvida, graças à enorme semelhança (no interior) com o CF. No meio do trânsito citadino, os 210 cavalos à disposição, em conjunto com a caixa automatizada AS-Tronic, que efectuava mudanças de relações muito equilibradas, proporcionavam arranques suaves e rápidos. O LF reagia perfeitamente e respondia rapidamente às necessidades solicitadas, elevando o nível de segurança durante a condução. As manobras em âmbito citadino, com rotundas e curvas apertadas, foram sempre muito facilitadas, graças à óptima brecagem, tornando o acto de conduzir no meio urbano uma tarefa fácil e agradável. No circuito de deslocação em auto-estrada, o veículo demonstrou ser também aqui, muito silencioso, ágil e económico. Em ambos os circuitos, foi realmente possível apreciar o conforto do lugar de condução e da cabina. Como já é hábito, estar ao volante de um DAF torna-se rapidamente um prazer. Giancarlo Terrassan

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TEST-DRIVE

Conclusão


Giancarlo Terrassan - Jornal Strada

| Carlos Marques

A Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) está a dar uma última oportunidade aos responsáveis das empresas que descontam o IRS aos seus trabalhadores e não o entregam nos cofres do Estado, para regularizarem a situação infractora, antes de passar à fase final de instrução dos processos de inquérito criminal. As dívidas dessas empresas ascendem a um valor total superior a 900 milhões de Euros, incluindo as situações de retenção na fonte de IRS e IRC, bem como do IVA recebidos dos clientes e não entregue ao Estado. Além da recuperação das receitas fiscais desviadas pelas empresas em questão, a DGCI vai responsabilizar efectivamente os seus administradores e gerentes, bem como outros partici-

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DGCI notifica empresas e administradores para entregarem impostos retidos e recebidos de terceiros

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Operação Res


nicações electrónicas a apelar, pela última vez, à regularização da situação criminal, aos seguintes destinatários: 3.578 empresas faltosas; e 2.483 administradores ou gerentes das empresas infractoras, por serem eles os responsáveis pela determinação da vontade criminal dessas empresas. A conduta das empresas infractoras e dos responsáveis referidos, que eventualmente tenham contribuído para a determinação da sua conduta criminal, reveste-se de elevada gravidade, não só porque causa um elevado prejuízo patrimonial ao Estado, como também porque causa danos muito gravosos aos contribuintes cumpridores e à economia em geral. Por essa razão, cumpre ao Estado levar a cabo uma acção firme de combate determinado e consistente a este tipo de prática, tendo em vista a sua tendencial eliminação. A Administração Fiscal, enquanto Órgão de Polícia Criminal, tem o dever de

instaurar processos de inquérito e de realizar os actos de investigação criminal tidos por convenientes. Concluídas as investigações relativas ao inquérito, os Serviços de Investigação Criminal da DGCI remetem os processos ao Ministério Público (artigo 42.º, n.º 3 do RGIT). A Administração Fiscal está subordinada aos princípios da prossecução do interesse e da igualdade tributária, devendo assegurar a recuperação das receitas públicas. Deste modo, os contribuintes que têm a sua situação tributária regularizada e que constituem a esmagadora maioria dos portugueses, têm o direito à eficácia fiscal, isto é, a que outros não se eximam ao cumprimento dos seus deveres fiscais, incumbindo à Administração Fiscal tudo fazer para que se alcancem progressos significativos no combate à criminalidade fiscal.|

departamento contabilidade da Gruvenol, lda. 139976 - Publicidade

pantes, por uma dupla via prevista na Lei: 1. A responsabilidade criminal cumulativa das empresas e dos respectivos administradores ou gerentes (Artos 6.º e 7.º do Regime Geral das Infracções Tributárias - RGIT), por configurarem estas condutas o crime de abuso de confiança fiscal punível com a pena de prisão até três anos (Artº 105.º, n.º 1 do RGIT); 2. A responsabilidade financeira e patrimonial não apenas das empresas mas igualmente, por reversão, dos seus gerentes ou administradores (Artos 23.º e 24.º da Lei Geral Tributária). Nesse âmbito, a lei impõe a adopção célere de medidas coercivas com vista à recuperação dos impostos não entregues nos cofres do Estado, como por exemplo a penhora, a venda, a publicitação na lista de devedores da Internet, o cancelamento de benefícios fiscais, entre outras. Antes de efectivar as medidas já referidas, a DGCI enviou comu-

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gate Fiscal II

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Trucknology G MAN Nutzfahrzeuge lança um tractor TGX para celebrar uma década da sua estratégia na divisão de camiões Dentro do objectivo do programa 13+, a MAN Nutzfahrzeuge acaba de apresentar em toda a Europa uma série limitada de tractores para celebrar o décimo aniversário do nascimento da sua Trucknology Generation®. Trata-se de um tractor TGX 18.440 4x2 BLS com cabine XLX de cor branca, que se pode também solicitar com a mesma configuração mas com um motor de 480 CV, em ambos os casos cumprindo com a Norma Euro 5. O equipamento desta série inclui, entre outras coisas, a caixa de velocidades TipMatic com Intarder, o ESP e o denominado ‘aeropaquete’, que é composto pelo spoiler e deflectores laterais.

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O tractor do 10º Aniversário sai para o mercado com condições económicas muito vantajosas, destacando-se a extensão da garantia de marca (Garantia de Cadeia Cinemática), durante 4 anos ou 600.000 Km. Outra das vantagens para o cliente é o Contrato de Manutenção MAN, o denominado Comfort, com uma duração de dois anos ou 300.000 Km, que está disponível a um preço especial. Este preço especial mantém-se sempre como base, no caso de se pretender contratar uma cobertura superior, por exemplo, o ComfortRepair, pagará apenas a diferença. Em 24 de Março de 2000 teve lugar a apresentação internacional da Trucknology Generation®.

Em muitos locais a nível mundial, entre os quais Lisboa e Porto, estiveram ligados via satélite para descobrir de forma simultânea o primeiro TGA da gama, o qual pôs final ao anterior F2000 e a vinda de um novo conceito de fabrico de camiões, com uma elevada componente electrónica. Desde então, a MAN tem vindo a incorporar em toda a sua gama de produtos a Trucknology Generation®. O TGL e o TGM no ano de 2005, deixando para trás os anteriores LE2000 e os actuais TGX e TGS desde a sua apresentação em 2008, ano no qual, além disso, a gama completa unificou o seu aspecto exterior.|

MAN Nutzfahrzeuge

MAN Nutzfahrzeuge

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10º aniversár


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rio de ®

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Generation

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NEWS MAN Nutzfahrzeuge

A MAN Latin Amer linha de produção O presidente do Grupo MAN, Dr. Georg Pachta-Reyhofen e o presidente da MAN Latin America, Roberto Cortes, visitaram as instalações da nova linha de montagem para camiões extrapesados da MAN: os modelos TGS e TGX. A capacidade de produção será de até 5 mil veículos por ano, graças a um investimento de R$ 150 milhões em desenvolvimento, formação de pessoal e lançamento dos produtos. Juntamente com os parceiros do Consórcio Modular, a MAN Latin America irá contratar 100 empregados ao longo do ano, que serão formados por profissionais alemães e brasileiros formados na Alemanha. A linha e áreas anexas, que têm 10 mil m2 de área construída, iniciaram testes de operação e assim funcionarão nos próximos quatro meses. Após esse período, o processo será acelerado para que, em 2011, os novos camiões da marca MAN passem a ser comercializados no Brasil. Gradualmente nacionalizados, os primeiros camiões MAN feitos no Brasil

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serão montados em sistema SKD, com conjuntos importados da Alemanha. Entre outros componentes, os futuros modelos também terão motores exclusivos MAN fabricados no Brasil, numa parceria com a MWM International. «Este é mais um passo para alavancarmos ainda mais o nosso crescimento no mercado de camiões. Até hoje, produzíamos camiões Volkswagen de 5,5 a 57 toneladas de peso bruto total. Por isso, o dia de hoje é um marco na história da MAN Latin America: estamos viabilizando a ampliação de nossa presença no segmento de veículos extra-pesados, oferecendo em breve ao consumidor os camiões MAN”, explica Roberto Cortes. Em Março passado, a MAN Latin America ampliou a sua capacidade de produção, com o funcionamento da fábrica em três turnos e a contratação de mais 700 colaboradores no Consórcio Modular. «Estamos optimistas com a economia e acreditamos que seguirá crescendo em 2010. Isso é uma

prova que o Brasil superou os efeitos da crise económica mundial», completa o executivo. Modelos TGS e TGX A linha TGS, conhecida pela sua robustez e economia, possui hoje na Alemanha veículos de 18 a 41 toneladas de Peso Bruto Total e é perfeita para aplicações severas na construção civil, como guindastes e betoneiras. A linha é também indicada para o transporte de cargas frigoríficas, bebidas, distribuição urbana e rodoviária, além dos camiões off-road para o transporte de madeira e cana-de-açúcar. “Caminhão do Ano” na Europa em 2008, a série TGX é a mais completa da MAN, com motores potentes de 400 até 680 CV. Os camiões foram projectados para o transporte pesado de longas distâncias e possuem três configurações de cabines, com uma largura de até 2,40 m e altura de até 1,90 m, o que torna num dos modelos mais confortáveis do mundo.| MAN Nutzfahrzeuge

O investimento resulta no emprego de mais de 100 trabalhadores, em Resende, Rio de Janeiro


MAN Nutzfahrzeuge

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rica inaugura a para camiĂľes MAN


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A MAN Nutzfahrzeuge irá apresentar as suas actuais gamas de camiões da Trucknology Generation®, na feira INTERSCHUTZ 2010, de 7 a 12 de Junho, em Leipzig. Com as suas séries TGL, TGM e TGS, bem como a TGX, a MAN oferece uma larga gama de veículos das 7,5 às 44 toneladas para as mais variadas tarefas de intervenção dos bombeiros e das organizações de socorro em situações de catástrofe. Os chassis MAN impõem padrões na concorrência quando se trata de fiabilidade, segurança, compatibilidade de montagem de carroçarias e conforto de condução. No seu stand, a MAN mostra pela primeira vez as séries TGL e TGM com a sua face familiar marcante. Para os diferentes tamanhos das equipas de intervenção – até 10 pessoas – a

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MAN fabrica as cabinas adquadas de origem, ou através do MAN Truck Modification Center da própria empresa. Outros veículos MAN, incluindo alguns da série TGS, a partir de um peso bruto de 18 toneladas, serão apresentados por diversos fabricantes de carroçarias, no recinto da feira. No centro da apresentação está a série MAN TGM, que é a base para a maioria dos veículos de intervenção, na classe de pesos das 12 às 18 toneladas. Isto não diz apenas respeito aos veículos de combate a incêndios, veículos tanque de combate a incêndios, plataformas elevatórias de socorro, veículos com equipamento técnico de apoio segundo as normas da EU e das normas DIN alemãs, mas também aos meios de intervenção dos bombeiros e das organizações de ajuda, em todo o mundo. Os motores que

propulsionam as séries TGL e TGM não necessitam de aditivos para reduzir as emissões de gases de escape. Isto significa mais carga útil e mais espaço no chassis para agregados ou escadas laterais para as cabines de equipas e espaços para acomodar equipamento; ambos aspectos muito importantes no design de carroçarias. Outros exemplos dos produtos da MAN orientados para estes sectores são a caixa de velocidades automatizada comprovada TipMatic®, bem como a tecnologia de tracção inovadora MAN HydroDrive® disponível para as séries TGS e TGX. A tracção temporária nas rodas dianteiras garante um apoio à tracção nas viagens em estradas com neve ou fora das estradas pavimentadas. Para o combate a incêndios nos aeroportos, a MAN Nutzfahrzeuge oferece o chassis

MAN na IN


MAN Nutzfahrzeuge

NTERSCHUTZ

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Os veículos comerciais da MAN ajudam os bombeiros e as organizações de socorro em situações de catástrofe a realizar a sua intervenção de forma fiável.

Interschutz

de três e quatro eixos da série para terreno difícil/montanha SX. As suas características são um chassis com elevada rigidez à torção, suspensão de molas helicoidais e motores potentes com até 1.000 CV. «Os bombeiros e as organizações de socorro em situações de catástrofe têm de prestar ajuda 24 horas, nas mais adversas condições e sem limites. Há décadas que a MAN é sinónimo de veículos de socorro sólidos e fiáveis, que facilitam o trabalho muitas vezes perigoso das forças de intervenção. Isto não significa apenas um veículo fácil de utilizar mas também uma gama abrangente de serviços para manter os veículos prontos para a intervenção, sem interrupções», explica Dr. Frank Hiller, Director de Marketing, Vendas & Serviços da MAN Nutzfahrzeuge. «Na INTERSCHUTZ 2010 e nosso stand MAN, no pavilhão 4, temos o prazer de convidar os visitantes da Alemanha e do estrangeiro a formarem a sua própria opinião sobre a força inovadora dos nossos engenheiros, orientada para estes sectores. Estou confiante na INTERSCHUTZ 2010, pois os veículos MAN provaram em todo o mundo que desempenham um trabalho excelente na ajuda ao ser humano e que também o irão poder continuar a fazer no futuro.»| MAN Nutzfahrzeuge

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ZF

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ZF conquista prémio de qualidade “top performance”

FICHA TÉCNICA A Divisão ZF Sistemas de Eixos de Transmissões Off-Road conquistou o Prémio “Top Performance” da AGCO como o melhor fornecedor de 2009. A certificação, entregue todos os anos pela fabricante de tractores e máquinas agrícolas, representa o principal galardão que um parceiro pode receber. Segundo António Carlos Garcia, Director da Divisão da ZF que produz eixos e transmissões para máquinas agrícolas e de construções, a conquista de-

monstra o elevado nível de excelência que a empresa atingiu no fornecimento à AGCO em qualidade, pontualidade e competitividade de custo. «Ao longo dos últimos anos, temos feito um incansável trabalho para superar todas as expectativas dos nossos clientes, sobretudo num segmento tão vital para o Brasil, como o agrícola. O prémio confirma esse esforço e a nossa contínua evolução”, destaca o executivo.| ZF 139978 - Publicidade

Director: Giancarlo Terrassan. Directora adjunta: Ana Bela Nogueira. Colaboradores: Maria Esteves, Marlene Mesquita da Silva, Tavares Ribeiro, João Cerqueira, Nuno Almeida. Reportagem fotográfica: Giancarlo Terrassan, Patrick Dreux, Nuno Almeida. Directora Comercial: Marisa Nogueira de Sousa. Publicidade e assinaturas: Norberto Neves. Propriedade e edição: Ameise Editora, Lda. - Rua da Cabreira, 83 R/C Dto - S. Bernardo - 3810-071 Aveiro - Portugal - Contactos: t +351 234 197 770 f +351 234 197 770 m +351 916 834 742 m +351 913 466 142 - m +351 968 708 537 e ameise.editora@netvisao.pt URL: www.jornalstrada.com Cons. Reg. Com. de Aveiro N° 5940/040317 NIF: 506 821 315 - Cap. Social: E 5.000,00 Fundado: Dezembro de 2003 Layout: Ameise Editora, Lda. - Periodicidade: Mensal Divulgação: Distribuição gratuita Depósito Legal: 203764/03 - Registo N° 124492 ERC - Entidade Reguladora para a Comunicação Social - ISSN: 1647–7022. Toda a reprodução, seja por fotocópia ou por qualquer outro processo, sem prévia autorização do editor, é ilícita e passível de processo judicial. Todos os textos enviados pelos leitores e publicados no Strada o em qualquer outro produto de propriedade da Ameise Editora, Lda., são de inteira responsabilidade dos mesmos; a Ameise Editora, Lda. declina qualquer responsabilidade em caso de acção judicial.

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O Jornal Strada vai realizar um Workshop sobre o tema “Segurança & Tecnologia”, no dia 15 de Maio de 2010, destinado aos profissionais do sector dos Transportes, nomeadamente às Empresas de Transportes e aos Motoristas Profissionais. Evento Único A realização deste evento, assinado pelo Jornal Strada e jamais feito em Portugal, pretende reforçar o posicionamento das empresas participantes, através da divulgação das suas actividades, soluções e produtos e também promover actividades paralelas, dinamizando o espaço e contribuindo para que a mensagem de segurança rodoviária e a importância da tecnologia seja assimilada facilmente. Os visitantes poderão, ainda, assistir a demonstrações de camiões de corrida e participar em diversas actividades realizadas no Estádio. Formação Com a colaboração de entidades formadoras serão promovidas acções práticas de sensibilização para as normas de segurança na condução de veículos, demonstrações e simulações, mostrando que a se-

gurança e tecnologia são temas indissociáveis e primordiais quando o tema é o sector dos Transportes. Conferência Na conferência, os oradores irão dar voz às realidades do sector, com temas diversos, onde os convidados poderão assistir a relatos de casos de sucesso, onde será, inclusive, abordado um “Case Study”. Os convidados tomarão a percepção das inovações no sector e a importância nas apostas de formação, segurança e tecnologia. Várias narrações de pessoas importantes para o sector que levarão a compreender e a interpretar o que se passa actualmente. Entrega de Prémios Os participantes na conferência terão direito a um certificado de participação e serão convidados a preencher um pequeno inquérito de avaliação e satisfação do evento. Em síntese, a organização espera que o Workshop seja de todo o agrado e interesse para os visitantes e que vá ao encontro das expectativas dos profissionais do sector dos Transportes.|

A inscrição para a conferência é gratuita para os profissionais e obrigatória em www.jornalstrada.com Para mais informações contactar: Ana Bela Nogueira Tel./Fax: +351 234 197 770 Mobile: +351 91 346 6142 Email: ana.bela.nogueira@jornalstrada.net Web: www.jornalstrada.com

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O Jornal Strada promove Workshop sobre Segurança e Tecnologia


NEWS Volvo-Trucks

Volvo Trucks lança novo FM

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A forte posição do Volvo FM no segmento de distribuição regional é reforçada com o lançamento da nova versão deste camião.


de de carga, proporcionando, em simultâneo, um desempenho elevado e uma grande eficiência ao nível do consumo de combustível. Os motores D13 e D11 estão também disponíveis em versões EEV.

novações anteriores do Volvo FM, incluindo a caixa de velocidades I-Shift recentemente actualizada e a nova gama de motores da Volvo recentemente introduzida, mais potentes e mais económicos. De acordo com a Volvo, o motor de 13 litros em combinação com a I-Shift reduz o consumo de combustível até 3% em comparação com a versão anterior, oferecendo níveis de potência até 500CV e um binário máximo de 2500 Nm. O motor de 11 litros oferece aos clientes uma elevada capacida-

A nova versão do Volvo FM também oferece mais opções aos clientes. Por exemplo, a Volvo está a introduzir uma gama completa de packs de cabina, de Premium até Basic. «Os novos packs de cabina oferecem aos clientes mais opções e possibilidades para optimizar o camião de acordo com as respectivas necessidades específicas em termos de conforto do motorista e de economia, a fim de proporcionar operações mais produtivas e rentáveis», afirma Claes Nilsson.

As novas cabinas oferecem Complementos conforto às recentes novidades do FM e economia personalizados A nova versão complementa i-

Volvo-Trucks

A mudança mais evidente é o novo design exterior, que inclui, por exemplo, uma grelha, faróis e entrada de ar novos, todos claramente inspirados no Volvo FH. Resumindo, este camião foi construído para parecer um líder - forte, moderno e eficiente. As novas características, tais como os degraus anti-derrapantes e os melhoramentos no acabamento interior aumentam ainda mais o conforto e a segurança de topo deste camião, transmitindo a imagem de um líder em constante evolução e de um camião de distribuição topo de gama. «É um camião completo, em todos os sentidos da palavra», afirma Claes Nilsson, Presidente da Divisão Europeia na Volvo Trucks. «Com o Volvo FM actualizado, pretendemos fortalecer ainda mais o contributo deste camião para o segmento e reforçar a sua posição como o

melhor camião de transporte regional na sua classe. Muito já estava incorporado no Volvo FM em termos de conforto, segurança e eficiência ao nível do consumo de combustível, por isso, tratou-se mais de aperfeiçoamentos baseados nas opiniões que recebemos dos clientes.»

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Forte, moderno e eficiente


Secção frontal As grelhas superior e inferior da secção frontal são inspiradas na forma e nas linhas do Volvo FH, ligeiramente modificadas para se adaptar às dimensões mais reduzidas da secção frontal do FM. Faróis O Volvo FM inclui agora os faróis actualizados e melhorados recentemente introduzidos no modelo FH. Os faróis passam a ser constituídos por dois módulos distintos; os faróis auxiliares e de nevoeiro integram agora um módulo separado, localizado por baixo do módulo principal. A lente exterior é fabricada em plástico, em vez de vidro, oferecendo maior resistência aos impactos de pedras. Módulo inferior Os faróis de nevoeiro e os faróis auxiliares ou, em alternativa, os faróis auxiliares de mudança de direcção, estão aqui integrados. Os faróis auxiliares de mudança de direcção têm como função a iluminação lateral da área para onde o veículo vai mudar de direcção. Novo indicador de mudança de direcção O novo indicador de mudança de direcção utiliza a moderna tecnologia LED para proporci-

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onar um funcionamento optimizado e uma vida útil mais longa. Luzes de trabalho Estão disponíveis como opção diversos tipos de luzes de trabalho ou, em alternativa, a possibilidade de pré-instalar de fábrica as ligações para estes equipamentos, assegurando tempos de entrega curtos e maior qualidade na finalização posterior da montagem. Entrada de ar A nova entrada de ar fornece ar mais limpo ao motor. A sua localização permite uma melhor visibilidade traseira através dos espelhos retrovisores ao efectuar manobras de marcha-atrás. Está agora disponível em todas as versões de cabina, incluindo a cabina curta. Instalação do ACC A instalação do ACC na grelha inferior foi modificada, proporcionando agora um funcionamento melhorado. Degraus dianteiros Os degraus dianteiros para limpeza do pára-brisas foram redesenhados, incorporando também o anterior conceito de extensão retráctil. A função anti-derrapante está integrada na estrutura em aço. Símbolo Volvo O símbolo Volvo é agora maior, transmitindo uma afirmação de orgulho e força. Depósitos de combustível Foram introduzidos como op-

ção novos depósitos de combustível de maiores dimensões em aço, que oferecem quase a mesma altura em relação ao solo que os depósitos actuais. Interior Novas cores para os estofos e cortinas na cabina, em consonância com a gama FH. Acessórios interiores Três novos acessórios interiores contribuem para um maior conforto do motorista: uma mesa com espaço dedicado para copos e canetas, incluindo um amplo espaço para arrumos no interior da mesa; uma prática caixa para arrumos com duas secções de arrumação para, por exemplo, capacete, termos, bloco de notas e luvas; um suporte de papel em tecido à prova de água, para instalação no cabide localizado atrás do banco do motorista.|

Volvo-Trucks

Volvo-Trucks

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Resumo das novas características


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Giancarlo Terrassan - Jornal Volvo-Trucks Strada

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| Staffan Jufors

A Volvo Trucks passa ao ataque, visando aumentar significativamente o sector da construção. O novo e robusto camião de construção, o Volvo FMX, é um sinal claro da ambição da Volvo e será um exemplo a seguir no futuro. Incluído na estratégia de produtos mais agressiva da história da empresa, com muitos produtos novos revelados nos últimos anos, a Volvo Trucks lança o novo e robusto Volvo FMX. Com este novo camião, a Volvo visa aumentar substancialmente a quota de mercado global no segmento da construção. «Actualmente, a Volvo Trucks tem uma posição de liderança nos transportes de longo curso. Queremos ter uma posição de liderança também no segmento da construção», diz Staffan Jufors, Presidente e CEO da Volvo Trucks.

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Volvo Trucks pa


A Volvo Trucks visa uma maior quota de mercado no segmento da construção

assa ao ataque

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Volvo FMX


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Volvo-Trucks

Inspirado pelos motoristas - o novo Volvo FMX A Volvo pegou no FM, um camião de construção com provas dadas e muito êxito por direito próprio, e desenvolveu-o para ser ainda melhor. A famosa linha motriz da actual plataforma do FM permanece intacta. As opiniões dos motoristas foram a inspiração para muitas das novas funcionalidades do novo Volvo FMX. A impressionante transformação inclui, por exemplo, um novo exterior robusto e uma atitude poderosa, novos faróis resistentes, uma nova cavilha para reboque central, novos degraus antiderrapantes, uma nova escada e pega, bem como um novo sensor de carga que envia informações sobre o peso da carga para a caixa de velocidades I-Shift optimizada, possibilitando uma sequência de mudanças suave.

Colaboração mais intensa com a Volvo Construction Equipment Volvo-Trucks

Quando se fala de ter operaçõ-

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es de fabrico de construção e camiões no mesmo local, o Grupo Volvo não tem igual. Nenhum outro fabricante tem este tipo de experiência. Esse facto coloca a Volvo Trucks numa posição forte, dado que a empresa visa alargar as suas operações bem implementadas no segmento da construção. «Juntamente com a Volvo Construction Equipment, temos a oferta de produtos mais completa do segmento da construção», diz Staffan Jufors. «Podemos fornecer uma solução completa para trabalhos de construção dentro e fora da estrada e temos uma vasta experiência em termos de dar resposta às necessidades dos nossos clientes. Queremos aproveitar esta vantagem para desenvolver o nos-


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Volvo-Trucks Volvo-Trucks

Volvo-Trucks

so negócio e reafirmar o nosso empenho em fornecer um suporte ainda melhor às operações dos nossos clientes. Vemos um enorme potencial.» Em determinados mercados de todo o mundo, os clientes já têm suporte e assistência da Volvo Trucks e da Volvo Construction Equipment nas mesmas oficinas. As duas empresas também colaboraram fortemente durante o desenvolvimento da Powertronic e do potente motor D13, por exemplo. «Temos uma posição muito forte no segmento da construção com o actual Volvo FM. Com o novo Volvo FMX feito à medida e o suporte optimizado a operações de construção, queremos aumentar significativamente a nossa quota neste segmento», diz Staffan Jufors.|

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Novos semi-rebo com tara inferior

Schmitz Cargobull

A Schmitz Cargobull apresentou no Salão Internaciona com peso optimizado e com uma tara inferior a 5 tone O Semi-reboque basculante S.KI LIGHT com caixa semi-redonda em aço de 24 m3 e com apenas 4.990 kg de tara é ideal para trajectos curtos e descargas frequentes de material abrasivo. Os basculantes para o transporte de materiais de construcção, estão constantemente a circular em distâncias curtas: carregar, circular, bascular, circular, voltar a carregar, circular e voltar a bascular. Devido ao elevado esforço, pelo peso da carga e frequência de descarga, os veículos ficam bastante sujeitos a um enorme desgaste. É por isso que necessitam de uma grande robustez e, um peso de tara reduzido, é muito importante. Para que o veículo mantenha uma tara inferior às 5 toneladas, até agora eram utilizados basculantes com caixas de alumínio. Contudo, o alumínio é mais caro que o aço e é menos resistente ao desgas-

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al BAUMA 2010, dois novos basculantes robustos, eladas para abranger diferentes necessidades te provocado pelas frequentes descargas basculantes. A reparação e os custos daí decorrentes são, por conseguinte, mais elevados do que com as caixas de aço. Para minimizar os custos do ciclo de vida, os constructores da SchmitzCargobull desenvolveram um semi-reboque basculante na “categoria aligeirada”. A nova caixa semi-redonda em aço, é um novo conceito de construcção que apresenta uma elevada resistência e tem um peso reduzido que, em conjunto com o chassis de aço aligeirado, consegue ter uma tara de apenas 4.990 kg. Apesar do seu baixo peso, o veículo é extremamente robusto, com uma manutenção reduzida e consegue obter uma vida útil mais prolongada, graças à utilização do aço altamente resistente ao desgaste. O semi-reboque basculante S.KI LIGHT com caixa basculante em

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ques basculantes a 5 toneladas


bauma

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Schmitz Cargobull

Schmitz Cargobull

alumínio de 24 m3 e com apenas 4.580 kg de tara, foi concebido para trajectos longos com algumas descargas de material a granel granulado. O sistema modular sofisticado da SchmitzCargobull oferece a solução ideal para viagens de longa distância, para o transporte de brita ou outro tipo de produtos de granulagem fina que não requer descargas fre-

quentes. Com este novo S.KI LIGHT, a SchmitzCargobull dá resposta a múltiplas solicitações dos clientes no que diz respeito a semi-reboques basculantes duradouros, com caixa basculante de alumínio e com um peso reduzido. Até ao momento, as caixas semi-redondas eram as únicas soluções na categoria de peso baixo de 4,5 toneladas. Contudo, graças à sua nova concepção, as caixas basculantes são consideravelmente mais duradouras que as semi-redondas. Pela primeira vez a SchmitzCargobull, conseguiu fazer uma combinação das duas características. O resultado é um semireboque com caixa basculante de alumínio com apenas 4.580 kg de peso. O veículo é especialmente resistente ao desgaste e, devido ao seu reduzido peso, consegue suportar uma carga mais pesada, o que tem impacto em termos de benefício para o transportador nos custos para a empresa por cada quilómetro

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percorrido. Ambos veículos «S.KI LIGHT» recentemente desenvolvidos pela SchmitzCargobull continuam a manter o seu robusto chassis em aço, com peso optimizado, com longa duração, útil e fácil de reparar. Este chassis tem sido continuamente melhorado tornando-o mais rentável do que as construções em alumínio. Os chassis em aço têm as barras transversais resistentes à torção e garantem a estabilidade da carga. Testado em condições reais e difíceis Antes do início da produção em série, todos os veículos e respectivos componentes são submetidos a ensaios de longa duração no Centro de Validação da SchmitzCargobull (o centro de provas da empresa e único no mercado). No simulador de estrada é possível, por exemplo, representar de forma prática um milhão de quilómetros percorridos em apenas seis semanas. No banco de provas de basculantes, é examinada a estabilidade das basculantes dos semi-reboques, quer em superfícies planas como lateralmente inclinadas. Todos os chassis recebem um acabamento com pintura UltraHigh-Solid com protecção, contra o impacto de gravilha e de agentes atmosféricos e abrasivos. Esta pintura oferece ao veículo uma mais valia, proporcio-


Quando se excede a inclinação normal, o conductor recebe um sinal de advertência. A parte traseira do semi-reboque basculante pode ser equipada de acordo com as necessidades individuais do cliente: desde a porta basculante, porta combinada, alçapão hidráulico traseiro e alçapão para cereais até às soluções adicionais de bloqueio. A proposta para este veículo completa-se com uma ampla oferta «One-Stop-Shopping»: desde o financiamento à medida, passando pelos contractos Full Service, rede de serviço técnico em toda a Europa e o rápido fornecimento de peças de substituição, até chegar ao sistema telemático para reboques, para uma gestão efectiva da frota.| SchmitzCargobull

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o Indicador de carga no eixo alerta o condutor quanto à possibilidade de haver excesso de carga; o sistema de travões permite imobilizar comodamente os veículos basculantes quando es-tão em trabalhar em pavimentações. Para evitar o deslizamento do veículo durante a operação, a pressão de travagem ajusta-se de modo individual consoante o declive. A função pode ser activada e desactivada manualmente, ou desactivada automaticamente ao exceder a velocidade de 10km/h; a função de advertência acústica “inclinação do veículo” evita o deslizamento do semi-reboque durante a descarga em obras de construcção, onde os basculantes estão em declives ou outras posições inclinadas.

2550

139979 - Publicidade

nando uma maior capacidade de resistência. Os semi-reboques basculantes utilizam o trem de rodagem ROTOS®, uma marca conceituada, com os eixos desenvolvidos pela Schmitz Cargobull. Com a utilização da suspensão pneumática MRH (Multi Ride Height) e os discos de travão de 19,5” com peso optimizado, foi possível obter uma redução de peso comparativamente com os travões de tambor, mantendo a mesma capacidade de travagem. Os veículos estão equipados com o novo sistema EBS para semi-reboques, que permite ao condutor visualizar o desgaste das pastilhas de travão. As demais funcionalidades do sistema, são ideais para facilitar a actividade diária nas obras:

os para Mande-n de jogo. o campo

Quantos golos devemos marcar para si? 18 colaboradores da equipa da Schmitz Cargobull

Para o seu sucesso lutamos com a máxima força: em reboques e em serviços! Pode confiar na sua equipa de sonho da Schmitz Cargobull. Porque para si colocamos toda a nossa energia na melhor

solução. Mande-nos para o campo de jogo. A sua equipa da Schmitz Cargobull marca golos para si. just more.

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NEWS Renault Trucks

A Renault Trucks e a EDF assinaram um acordo-base para desenvolver o uso dos veículos pesados e utilitários eléctricos. O objectivo da referida associação é partilhar experiências e análises com a finalidade de validar a solução eléctrica no transporte de curta distância e estudar o comportamento das baterias de iões de lítio neste tipo de uso. Esta colaboração concentra-se em primeiro lugar no Maxity eléctrico, um veículo utilitário que dispõe de uma carga útil de 2 toneladas. Os dois colaboradores deixam aberta a possibilidade de colaborar no futuro sobre outros veículos da gama Renault Trucks.

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Com o fim de dar sempre uma melhor resposta às expectativas da sociedade e dos seus clientes, no âmbito do meio ambiente, a Renault Trucks desenvolve soluções alternativas no uso dos motores térmicos. A tecnologia eléctrica é uma destas soluções, especialmente para os veículos das gamas Ligeira e Distribuição. Para acompanhar esta evolução, a fabricante une-se à EDF, que já possui há muitos anos aptidões reconhecidas na implementação de projectos no campo dos veículos eléctricos e a sua utilização no meio urbano. Para o Maxity eléctrico, o primeiro veículo envolvido nesta colaboração, o objectivo é validar os rendimentos do veí-

Renau EDF a


tipos deverão entrar em circulação em França em 2010, destinados a clientes-piloto, sendo a comercialização deste veículo prevista para 2011.|

Renault Trucks

co, com o fim de optimizar o rendimento do Maxity. Por último, a EDF e a Renault Trucks estudarão em conjunto diferentes modelos económicos de comercialização do veículo eléctrico, com o propósito de propôr a empresas, comunidades e administrações novas soluções eléctricas com altas prestações para o transporte urbano e periférico. A EDF dispõe de uma sólida experiência na exploração de veículos eléctricos e de terminais de carga, de um grande nível científico e tecnológico, tanto no âmbito das baterias, como no das infra-estruturas e de uma capacidade de produção de energia sem emissões carbónicas. O Grupo empreendeu uma política de colaborações activa e aberta sobre as diferentes soluções tecnológicas desenvolvidas pelos fabricantes. A Renault Trucks, fabricante de veículos pesados, desenvolveu, em associação com o seu colaborador PVI, uma versão eléctrica do seu veículo utilitário Maxity. Entre 10 e 30 veículos protó-

Renault Trucks Renault Trucks

culo e das baterias, em particular, nas instalações de clientes da Renault Trucks. O Maxity eléctrico é um veículo de “emissão zero”, que se conduz com uma licença tipo B. A sua velocidade máxima é de 90 km/h com um binário máximo desde o arranque e uma carga útil que pode chegar às 2 toneladas. A optimização do motor eléctrico, assim como a recuperação da energia na travagem para carregar as baterias, permite uma autonomia à volta de 100 km. A Renault Trucks e a EDF procederão ao intercâmbio de informação sobre os sistemas de armazenagem de energia (baterias e super condensadores) assim como os sistemas de carga (rápida e normal). A EDF contribuirá com as suas aptidões para a análise de rendimento das baterias utilizadas. Por outro lado, a EDF colocará à disposição os seus meios de registo e de análises para recolher os dados que permitirão caracterizar os diferentes perfis de missão do veículo em relação ao seu consumo eléctri-

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ult Trucks e ssinam acordo

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O presidente da Renault Trucks, Stefano Chmielewski, inaugurou a linha de montagem experimental “Híbridos, energias alternativas e desenvolvimento” nas instalações da Renault Trucks em Bourg-en-Bresse. Desenvolvida dentro de um projecto de colaboração com numerosos participantes, esta linha inovadora será a primeira do sector de veícu-

los pesados que permita o desenvolvimento e a industrialização dos futuros veículos industriais. O começo do ano 2013 implicará a entrada em vigor da nova norma anti-poluição Euro 6. Para fazer frente a este desafio tecnológico, a Renault Trucks associou-se a numerosos colaboradores para desenvolver um

novo conceito de linha de desenvolvimento e industrialização capaz de adaptar-se a tecnologias de diversos veículos, desde o Euro 6 para os motores Diesel inclusive, até, com soluções de energias alternativas. Trata-se da linha H&DL (Hybrid, Alternative Energy and Development Line). Iniciado em Janeiro de 2008, Renault Trucks

Renault Trucks

Renault Trucks inaugur experimental de mont energias alternativas e

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Renault Trucks

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ra a primeira linha tagem de híbridos, e desenvolvimento

este projecto permitiu a elaboração de uma linha reduzida que sirva de modelo e que se caracteriza pela sua flexibilidade e capacidade para exemplificar os processos de montagem das linhas em série adaptadas às restrições de fabrico, tanto das futuras gamas, como dos seus veículos com energias alternativas. A Renault Trucks aproveitou este projecto para melhorar o ren-

dimento energético do edifício que alberga a linha HD&L, integrando bombas de calor, painéis fotovoltaicos e um novo sistema de iluminação natural e inteligente. Durante os próximos meses, a Renault Trucks e os seus colaboradores (ANCI, A+ Tourtellier Systèmes, IFMA e ARTS) passarão por estas instalações para trabalhar em modelos de exploração, de organização e de eco-

concepção, antes da sua aprovação técnica final. Esta será realizada pela Renault Trucks, mediante veículos de demonstração, antecipando-se às novas gamas da fabricante. O projecto representa um investimento global de 10,5 milhões de Euros e conta com o apoio financeiro do Estado Francês e de outras instituições.|

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A Logística e o medição de des Com a constante competitividade existente no mercado global o maior desafio das organizações passa essencialmente pela redução dos custos e, principalmente, pelo aumento dos lucros que são necessários para que qualquer organização permaneça no mercado. Este constante desafio deve-se essencialmente à grande exigência do mercado consumidor na aquisição de produtos com qualidade a um preço mais económico. Atendendo a estas exigências, as organizações confrontam-se com a obrigação de investir em novos produtos e, principalmente, adquirir novas técnicas de gestão, produção e logística que proporcionem uma melhor satisfação do mercado. A logística aparece ligada a es-

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te processo de evolução decorrente da globalização e da sociedade de informação. Ao longo dos tempos tem sido apresentadas diferentes definições do conceito “logística”, definições essas que sofreram um processo de evolução, especialmente a partir dos anos cinquenta do século XX. Hesket et al (1964) definiram a logística como a gestão de todas as actividades que facilitem o movimento e coordenação de fornecimentos e solicitações considerando restrições de tempo e de espaço. Stone (1968) define a logística como a arte e a ciência de determinação de especificações, realização de aquisições, de efectivação da distribuição e, finalmente, da manutenção em

condições de operacionalidade para a vida útil do bem. Em 1977, Heskett (cit. in Leitão J. et al) introduziu uma nova visão do conceito de logística ao efectuar a sua ligação à estratégia empresarial, por considerar que esta ligação poderá marcar a diferença entre o sucesso e o fracasso das organizações. Anos mais tarde (1986), Bowersox (cit. in Leitão J. et al) alarga o conceito de logística ao englobar a responsabilidade da gestão do desenho e da administração do sistema de controlo de fluxos, das estratégias de armazenamento de matérias-primas e produtos finais com o intuito de proporcionar às empresas atingir o seu máximo benefício.


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os sistemas de sempenho A logística foi definida pelo Council of Logistics Management (1991) como o processo de planear, implementar e controlar a eficiência de fluxos de armazenamento de bens e ser viços e de fornecer informação desde o ponto de origem ao consumidor final com o objectivo de satisfazer as necessidades dos consumidores. Segundo Ballou (1998), a logística empresarial estuda como a administração pode melhorar o nível da rentabilidade nos serviços de distribuição aos clientes consumidores, através do planeamento, organização e controlo efectivo para as actividades de movimentação e armazenagem que visem facilitar o fluxo de produtos. Em 2003, Novaes (cit. in Filho

E.) comenta que a logística moderna procura coligar todos os elementos do processo – prazos, integração de sectores da empresa e formação de parcerias com fornecedores e clientes – para satisfazer as necessidades e preferências dos consumidores finais. Para Filho E. (2006), a logística deriva etimologicamente da palavra francesa “loger”, que significa habitar ou alojar. Apenas, durante o período da I Grande Guerra, no século XX, aparecem as primeiras teorias sobre o conceito de logística militar, cujo responsável foi um militar da marinha dos Estados Unidos – George Cyrus Thorpe – cujo estudo foi complementado mais tarde por Henry Eccles, que criou as bases do conceito

de logística pura, ou teórica. A medição do fracasso ou sucesso das organizações está dependente da implementação de medidas de avaliação. Torna-se, portanto, imprescindível a adopção de sistemas de medição de desempenho. Segundo Filho E. (2006) os indicadores de desempenho constituem um conjunto de métricas da organização aos níveis dos processos, actividades de modo a integrá-los como um sistema dentro da própria organização. Os indicadores de desempenho são importantes desde que funcionem como um sistema de medição do desempenho logístico e apresentam como objectivos a monitorização, o controlo e a direcção das operações logísticas (Bowersox, 2001).

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Os sistemas de medição de desempenho tiveram a sua origem na contabilidade de custos e nos indicadores financeiros, que, segundo Kaplan e Norton (1996), apresentam uma visão de curto prazo em detrimento de uma visão estrutural de longo prazo com um carácter dinâmico intrínseco. Vários são os modelos apresentados por distintos autores para caracterizar um sistema de medição de desempenho. Desta forma, irá proceder-se à apresentação de três modelos de sistemas de medição de desempenho a saber: Modelo de Performance Pyramid (1990); Modelo Balanced Scorecard

Figura 1 Objectivos

Mercado Satisfação consumidor

Qualidade

Efetividade externa

(1997); Modelo Performance Prism (2000). Modelo de Performance Pyramid O modelo de Performance Pyramid, também conhecido como modelo SMART (ver figura 1), foi concebido por Cross e Linch em 1990 e preconiza a melho-

Objectives Measures Targets Initiatives

Vision and Strategy

Learning and Growth

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“To satisfy our shareholders and customers, what business processes must we excel at?”

Objectives Measures Targets Initiatives

Internal Business Processes

Objectives Measures Targets Initiatives

Objectives Measures Targets Initiatives

Customer

Figura 2

Medidas Produtividade

Tempo

Perdas

Operações

“To succeed financially, how should we appear to our shareholders?”

“To achieve our vision, how will we sustain our ability to change and improve?”

Flexibilidade

Entrega

Financial

“To achieve our vision, how should we appear to our customers?”

Finanças

Eficiência interna

ria dos processos. Este modelo foi elaborado com base numa pirâmide, dividida em quatro níveis hierárquicos, onde os objectivos são traduzidos em metas a alcançar por cada um dos níveis hierárquicos da organização. Neste modelo, uma comunicação do tipo top-down permite difundir a visão estratégica através de toda a organização, na qual os indicadores de desempenho visam medir a eficiência interna (em termos financeiros e de operações) e a efectividade externa. Modelo Balanced Scorecard O Balance Scorecard (ver figura 2) é um sistema de medição do desempenho desenvolvido por Kaplan e Norton (1997) que utiliza indicadores financeiros e indicadores não financeiros em quatro perspectivas distintas, a-


Demanda

Entrega Satisfação Co

Estratégias Stakeholders

Capacidades

nt rib ui çã oS ta ke ho ld

Satisfação dos Stakeholders

er s

Direção Estratégica

Soluções Desenvolvidas

Processos

Figura 3

nização Para tal, Kaplan e Norton, conceberam o mapa estratégico do Balanced Scorecard que constitui um instrumento de comunicação interna da visão e estratégia da organização e, normalmente, corresponde a um processo de mudança, cujo sucesso depende do envolvimento de todos os elementos que a compõem. Modelo Performance Prism O modelo de Performance Prism (PP) (ver figura 3) foi concebido por Neely e Adams em 2000. É um modelo tridimensional que é caracterizado por cinco faces. Nas faces superior e inferior aparecem representadas a satisfação e contribuição dos stakeholders e, nas faces laterais, as capacidades, estratégias e processos da organização. Este modelo visa assegurar as aspirações dos stakeholders, através da definição de estratégias e da selecção dos processos adequados à sua concretização. Como conclusão, verifica-se que a logística está em constante progresso, progresso este ditado pela competitividade e sobrevivência nos mercados

globais. É fundamental a criação de indicadores de desempenho que possibilitem verificar a “rotina” dos processos assim como acompanhar as acções de melhoria, não como indicadores parciais, mas sim como indicadores que permitem avaliar os processos de uma forma integrada. Assim sendo estes indicadores devem considerar aspectos estratégicos e funcionais. Neste artigo foram referidos 3 modelos de sistemas de medição de desempenho. O modelo SMART que tem como foco a melhoria dos processos, integrando objectivos da organização com os indicadores operacionais. O BSC, definido como um sistema de medição complementar ao controlo financeiro tradicional, visa alcançar o equilíbrio entre os objectivos de curto prazo com os de longo prazo e o modelo PP, que se baseia na importância do cumprimento dos desejos dos stakeholder.| Adelaide Fátima Conceição Alves Cristina Nogueira Mónica Rosa Sílvia Pereira ESCE VALENÇA

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través dos quais é possível avaliar a organização como um todo. Estas perspectivas são: Dimensão Financeira: de que forma somos vistos pelos nossos accionistas? Dimensão Cliente: de que forma os clientes nos vêem? Dimensão Processos: em que temos de ser excelentes? Dimensão Aprendizagem e Inovação: como melhorar e criar valor? No balanced scorecard (BSC) é necessário efectuar a definição dos objectivos a atingir em cada uma das perspectivas apresentadas anteriormente, as medidas padrão e os indicadores de desempenho a utilizar, com o intuito de efectuar uma comparação entre os valores pretendidos e os efectivamente atingidos aos níveis da visão e da estratégia da orga-


NEWS bayernernst

WTRANSNET lan bolsa de porta-

Era esperada e a Wtransnet tornou-a possível: a Bolsa de Porta-veículos. O primeiro ponto de encontro para o sector do transporte de veículos, já está operativa a nível europeu. Por fim, os profissionais que trabalham nesta especialidade, contam com uma plataforma onde podem oferecer ou procurar cargas e camiões em tempo real e em qualquer ponto da Europa. Dirigida a Operadores Logísticos, Empresas de Transporte e Transportadores Autónomos, permite ao transportador oferecer os seus camiões livres e, por outro lado, a empresa que dispõe de veículos para transportar pode oferecer ou procuar camiões.Tudo, com uma tarifa plana sem limites por oferecer ou procurar. O sistema encontra rapidamente as empresas que se a-

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justam a cada procura e o utilisador recebe por e-mail, sms ou mensagem instantânea, os avisos que coincidem com a sua necessidade. Além disso, o utilisador tem acesso a uma base de dados completa e de fácil consulta, que contém as características e dados fiscais actualizados de todas as empresas registadas, podendo filtrar por país, região, rotas ou tipologia de camião. Seguindo a filosofia de trabalho da Wtransnet, todas as empresas que formam parte da Bolsa de Porta-veículos contam com referências dos seus próprios clientes, que justificam a qualidade do seu trabalho. A plataforma está disponível em 7 idiomas distintos para facilitar a comunicação entre empresas e o estabelecimento de novas colaborações. O ser -

viço telefónico de tradução por parte do pessoal de apoio ao cliente da Wtransnet pode ajudar a resolver situações de teor idiomático. A Wtransnet, não é intermediária e não intervém na negociação; somente fornece a plataforma e trabalha para criar uma comunidade de empresas deste sector, em que todas aceitarem normas de uso e comportamento antes de entrar. A apresentação oficial da Bolsa de Porta-veículos teve lugar durante o transcurso da última edição da SITL Paris, onde os grandes operadores logísticos europeus dedicados a esta especialidade, mostraram-se muito interessados em aderir a esta plataforma como um canal imprescindível para o impulso do seu negócio.| Wtransnet


NEWS 135004 Extra - Publicidade

nça a nova -veículos

Os principais operadores logisticos europeus já a utilizam. Unirse à Bolsa será gratuito até ao dia 30 de Abril.


SPORT

A Iveco decidiu reforçar a sua presença no motociclismo ao passar a ser o fornecedor oficial do MotoGP, o fantástico campeonato do mundo que atrai as atenções de cada vez mais adeptos. Segundo o acordo de dois anos firmado com a Dorna Sports, empresa que gere o MotoGP por cedência da Federação Internacional de Motociclismo (FIM), a Iveco irá fornecer 15 tractores Stralis e 4 furgões ECODaily. Assim sendo, será a Iveco a mover o mundo do MotoGP, transportando materiais, equipamento e pessoal ao longo da es-

trada que liga os circuitos onde se vão realizar as 18 corridas previstas no calendário 2010 espalhadas por 14 países. Este é um desporto que tem vindo a ganhar popularidade de forma gradual mas sustentada a nível internacional, principalmente desde que começaram as transmissões televisivas. Na verdade, as corridas de 2009 foram transmitidas em 207 países de cinco continentes com uma audiência média de 28 milhões de pessoas em cada prova. Além disso, graças a este acordo de apoio, a marca Iveco estará proeminente em vários cir-

cuitos e em particular no traçado de Philip Island, palco para a prova australiana onde a Iveco será o principal patrocinador passando a prova a denominar-se “Iveco Australian Motorcycle Grand Prix 2010”. «Além da nossa proximidade ao mundo do desporto, que representa um dos guias da nossa estratégia empresarial» referiu Franco Miniero, Vice-Presidente para as Vendas e Marketing da Iveco, «esta nossa iniciativa é uma enorme oportunidade para incrementarmos a nossa visibilidade em todo o Mundo, passando aos nossos IVECO

IVECO

Iveco é o forn oficial do Moto

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wikimedia.org

clientes a energia positiva associada a este desporto que é um símbolo de grande desenvolvimento tecnológico e fortes emoções.» O compromisso da Iveco com o motociclismo internacional é também expresso pelo papel de patrocinador oficial da equipa Fiat Yamaha Team, que junta assim o nome Iveco ao do grande campeão Valentino Rossi e do seu colega de equipa, Jorge Lorenzo. O envolvimento da Iveco no mundo do MotoGP é parte de uma mais ampla estratégia de comunicação da empresa que, em linha com a sua forte identi-

dade internacional e a contínua pesquisa de iniciativas que sejam a expressão de grande vitalidade e energia, está orientada para o mundo do desporto. Além disso, o MotoGP, como a Fórmula 1 no âmbito dos automóveis, é o pináculo do desenvolvimento e da inovação tecnológica. A mesma filosofia de inovação que inspira a Iveco no planeamento e na realização dos seus produtos e serviços oferecidos aos clientes. Esta parceria é uma nova evidência da vontade da Iveco em associar o seu nome a parceiros de excelência no desporto internacional. A importante ligação

IVECO

IVECO

SPORT

ecedor oGP

com os All Blacks, a equipa nacional de râguebi da Nova Zelândia e a posição de fornecedor oficial da Scuderia Ferrari, as duas equipas mais populares do Mundo nas respectivas áreas de acção, demonstra de forma inequívoca esse facto. Esta nova forma de comunicar, alinhando a sua imagem com personalidades de elevado nível e eventos do universo do desporto, joga com as emoções e paixões que giram em torno deste mundo e que inevitavelmente levará a um enorme impacto nos media a nível internacional.| IVECO

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AIFA

SPORT

O belga Charly Gotlib é o novo copiloto do Team Oleoban/MAN Portugal e irá navegar Elisabete Jacinto no seu próximo rali que se realizará na Tunísia de 1 a 7 de Maio. É o regresso a um lugar que já ocupou em 2003, na estreia da piloto portuguesa em camiões. Charly Gotlib foi o vencedor do Dakar em 2007 ao lado de Hans Stacey depois de ter sido 2º classificado em 2006, num MAN TGS. Na edição deste ano do Dakar navegou o holandês Jan Lammers, antigo piloto de Fórmula 1 e vencedor das 24 Horas de Le Mans. É considerado um dos mais experientes e conceituados navegadores de camião. Um reforço importante para a equipa portuguesa que vem ao encontro dos objectivos de Elisabete Jacinto. A piloto pretende continuar a sua evolução, de modo a poder discutir as primeiras posições nas corridas que irá disputar esta temporada, aos comandos do seu MAN TGS. «O Charly foi o meu primeiro co-piloto de camião numa altura em que não podia usufruir dos seus conhecimentos em virtude da minha pouca experiência de condução. Desde essa data muita coisa mudou e neste momento sinto que um navegador de topo é fundamental para que possa atingir o meu objectivo», salienta Elisabete Jacinto. Charly Gotlib já esteve em Portugal onde teve a oportunidade de acompanhar Elisabete Jacinto numa sessão de testes, tendo mostrado a sua admiração pelo elevado nível de preparação do MAN TGS, sobretudo ao nível da suspensão e, pela exímia condução da piloto, num percurso técnico e muito exigente.| A2 Comunicação

Elisabete tem novo navegador


AIFA

Elisabete Jacinto e o Team Oleoban/MAN Portugal já partiram para a Tunísia onde irão participar no Rallye Oilibya Tunisie 2010, segunda prova da Taça do Mundo de Todo-o-Terreno. A piloto portuguesa, aos comandos do MAN TGS, irá ser acompanhada nesta corrida pelo belga Charly Gotlib e por Marco Cochinho, apresentando-se muito motivada e com o objectivo de lutar pela vitória absoluta entre os camiões. «Estreei-me em África, de moto em 1997, na edição desse ano do Rali da Tunísia e tornei-me entusiasta das provas africanas. Esta é uma prova fantástica, muito variada e exigente em termos de técnica de condução. No ano passado não foi possível participarmos mas, desta vez, eu, o Charly e o Marco partimos com o claro objectivo de tirar partido da nossa experiência. Se não formos surpreendidos por nenhuma falha ao nível da evolução do nosso

MAN, creio que estaremos em condições de lutar pela vitória absoluta entre os camiões», salienta Elisabete Jacinto. O percurso de Elisabete Jacinto no rali da Tunísia começou em 1997 com um 2º lugar na Classe Maratona até 400 cc. No ano seguinte foi 1ª da Classe 250 cc, enquanto as participações de 1999 e 2000, então aos comandos de uma KTM Rally, contribuíram para os dois títulos mundiais alcançados na classificação de Senhoras. Em 2004 Elisabete Jacinto regressou à Tunísia, mas desta vez aos comandos de um camião onde, para além do 2º lugar absoluto, foi a primeira senhora a ganhar uma etapa em provas da Taça do Mundo, o que foi um feito histórico. Em 2007 e 2008, voltou a classificar-se na 2ª posição e juntou mais algumas vitórias em etapas ao seu palmarés. Agora, já só falta mesmo uma vitória absoluta.| A2 Comunicação

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SPORT

Elisabete Jacinto quer vencer prova da Taça do Mundo


NEWS

Numofreita debate pela 7ª vez Segurança Rodoviária distrital do IMTT e Artur Neves, Presidente da Câmara Municipal de Arouca. Dário Tomé introduziu o tema da segurança rodoviária destacando o papel primordial da criança na rodovia, os perigos e as preocupações, a necessidade de atenção redobrada por parte dos condutores e a noção dos reflexos diferenciada entre uma criança e um adulto. O primeiro orador, o Sargento Luís Martins desenvolveu as temáticas sobre a sinistralidade rodoviária, a regulamentação comunitária, o uso o rádio CV e a certificação de motorista. As vias degradadas e o automóvel não podem, por si só, serem interpretadas como as principais causas da sinistralidade rodoviária. Nas palavras do 1º Sargento «nos acidentes não podemos pôr sempre em causa a via ou o automóvel, porque quem tem o domínio efectivo do

automóvel é o homem e o homem é quem pode evitar este mal maior», da mesma forma que, «as estradas evoluíram, o automóvel evoluiu, o que não evoluiu foi o homem. Não evoluiu na condução, não evoluiu nos comportamentos e não evoluiu nas atitudes.» No que diz respeito às regulamentações comunitárias, Luís Martins explicou como funcionam os tempos de condução e os tempos de repouso diário, um tema que levantou muitas dúvidas entre a plateia. Quanto ao uso do rádio CV, este equivale a um aparelho rádiotelefónico, «todos os pesados têm este rádio e devem estar registados na Anacom», a Autoridade Nacional das Comunicações. Por último, o Sargento Luís Martins explicou como funcionará o Certificado de Motorista. O Decreto-Lei deverá ser introduzido 139978 - Publicidade

O Numofreita, Núcleo de Motoristas da Serra da Freita, concretizou mais uma acção de sensibilização sobre segurança rodoviária na cidade de Arouca. Durante uma semana elementos do núcleo associativo, com a colaboração dos Escuteiros de Arouca, percorreram a cidade levando a mensagem preventiva de acidentes e de boa conduta na estrada a todos os automobilistas que circulavam na região. A acção terminou com o debate de ideias e conselhos, no seu 7º Colóquio sobre Segurança Rodoviária realizado no dia 17 de Abril, em Arouca. O evento contou com a habitual presença de Dário Tomé, que tomou o lugar de moderador e dos oradores Luís Martins, 1º Sargento da G.N.R do Destacamento de Trânsito do Comando Territorial de Aveiro, Margarida Garrido, delegada

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Giancarlo Terrassan - Jornal Strada

rodoviária». O Presidente terminou o discurso enaltecendo o trabalho do núcleo, organizador do colóquio, «o trabalho que o Numofreita tem vindo a fazer assume um carácter de parceiro social que muitos nos honra».| Ana Bela Nogueira

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vista a diminuir para «3.900 até 2015 o número de vítimas mortais e feridos graves e isso só é possível com o contributo de todos nós». Para tal, todos devem estar consciencializados do seu dever cívico e contribuir para esta redução, nem que tenham de ser feitas novas introduções no código da estrada, como aplicar a “carta por pontos”, que já é aplicada nalguns países europeus, ou «mudar o código da estrada com vista a diminuir a taxa de alcoolemia», como equaciona a representante do IMTT. Paralelamente, uma outra prioridade é a «implementação de um sistema nacional automático de velocidade de fiscalização para aumentar o cumprimento dos riscos, com vantagens para a eficiência ecológica e económica», que conduz a um menor desgaste do combustível e do automóvel. Artur Neves, Presidente da Câmara Municipal de Arouca, encerrou o colóquio com a-gradecimentos a todos os convidados, incluindo uma plateia cheia de crianças e jovens que foram os principais receptores da mensagem que o colóquio conseguiu transmitir: «a prevenção é essencial para a segurança

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até Setembro de 2011 e aplicar-se-à às categorias C, C+E, C1, C1+E, D, D+E, D1, D1+E, concluindo que «todos os motoristas são obrigados a tirar o certificado». Margarida Garrido, delegada distrital do IMTT de Aveiro, abordou o tema da eco-condução e falou nos objectivos que contribuem para a redução da sinistralidade. Em Março de 2003 foi criado o Plano de Prevenção Rodoviária com o objectivo de reduzir em 50% as vítimas por sinistralidade até 2010. Segundo Margarida Garrido, «a maioria dos Portugueses entende que a principal causa da sinistralidade é a falta de civismo», ao passo que, «a alteração dos comportamentos permite aumentar a segurança». Nesse sentido, já em 2009 o objectivo do Plano de Prevenção Rodoviária estava cumprido, comprovando assim, que as pessoas parecem cada vez mais sensibilizadas e estão a alterar os seus comportamentos nas estradas. Actualmente, Portugal está posicionado no 13º lugar dentro dos 27 membros da União Europeia no que concerne as mortes por sinistralidade. Um dos objectivos estratégicos será colocar Portugal no 10º lugar, com

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«As estradas evoluíram, o automóvel evoluiu, o que não evoluiu foi o Homem. Não evoluiu na condução, não evoluiu nos comportamentos e não evoluiu nas atitudes».


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Strada Truck #071  

Strada Truck #071 2010-04-30

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