Caderno F
Saúde MANAUS, DOMINGO, 16 DE MARÇO DE 2014
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Dieta detox e os seus benefícios Saúde e bem-estar F5
A um passo da dependência química
O uso abusivo de medicações pode levar para a hipocondria ou para a dependência desses produtos MELLANIE HASIMOTO Equipe EM TEMPO
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odo mundo conhece alguém ansioso que sempre “coloca para dentro” um remedinho tranquilizante antes de entrar em um avião. Ou toma aquela pílula infalível para se livrar da dor de cabeça ou dor muscular. Essas situações podem até parecer corriqueiras, mas é preciso ficar alertar ao uso abusivo de medicações, já que elas pode levar para a hipocondria ou para a dependência de remédios. Dramin, Dorflex, Lexotan, Amoxicilina e alguns outros. Esse é o “kit de sobrevivência básico” do advogado Carlos Eduardo Andrade*, 27. “Tomo remédio para enjoo, que também serve para combater a ressaca, e também sempre que viajo. Tem também mais outros, que não são vendidos com receita. Antibiótico para dor de garganta e tranquilizante para os momentos de ansiedade”, diz. O tarja preta ele compra com amigos. “E, quando eles não têm, dou um jeito”, completa. A falta de seus remédios causa até preocupação para o advogado, porque ele sempre gosta de “ter um para casos de emergência”. Apesar disso, ele não considera que a medicação não prescrita que toma – ele nunca foi a um médico psiquiatra – não é essencial para o seu dia a dia. “Mas fico ansioso. Nunca viajo sem nada, fico logo preocupado”. Por sorte, ele nunca teve nenhuma intoxicação. Andrade acredita que hipocondria é apenas “tomar remédio sem precisar”, e ele não se considera um hipocondríaco, de acordo com a própria definição. “Tomo remédio quando sinto dor ou incômodo. Quando estou muito cansado e não consigo dormir, muito estressado, com dor de cabeça e/ou muscular”, justifica. A confusão com os termos, no entanto, é bastante comum. Diferenças O termo hipocondria é um estado psíquico em que a pessoa tem a crença infundada de que padece de uma doença grave. “A doença costuma vir associada a um medo irracional da morte a uma obsessão com sintomas ou defeitos físicos irrelevantes, preocupação e auto-observação constante do corpo e até, às vezes, para a descrença nos diagnósticos médicos. Já a dependência de medicamentos se dá principalmente em pessoas que abusam de medicações derivadas de anfetaminas (estimulantes) e de sedativos (calmantes, tranquilizantes). Esses medicamentos podem causar dependência física e/ou psicológica. Primeiro inicia-se o
uso, logo o abuso e em um terceiro estágio se produz a dependência”, explica a farmacêutica Aline Barros. Isso significa que, na hipocondria, a pessoa se imagina doente, percebe sinais que não existem, se identifica com sintomas descritos por outras pessoas e passam a considerar que também tem esta doença. “E, daí, muitas passam a tomar várias medicações e procuram o médico com constância sem motivo aparente. No entanto, se automedicar pode levar o hipocondríaco para a intoxicação”, completa. Dependência O organismo do dependente pode sofrer diversas reações, que variam de acordo com o tipo de substância que foi utilizada de forma abusiva. “A pessoa pode apresentar reações como tremores, alteração da pressão arterial, coração acelerado, suar demais, ficar ansiosa, inquieta, agitada, nervosa e pode, inclusive, alucinar e delirar pela falta da medicação”, aponta a profissional. Entre as que causam mais dependência, explica a farmacêutica, estão as medicações derivadas de anfetaminas (estimulantes) e de sedativos (calmantes, tranquilizantes). “Os analgésicos narcóticos (também conhecidos como opioides) como a morfina também causam dependência, porém são mais receitados em casos extremos, como para tipos de câncer mais dolorosos, portanto a dificuldade de acesso é maior”, explica Aline. O próprio mecanismo de ação dessas drogas, que agem no sistema nervoso central, pode explicar o motivo de causarem dependência no organismo, a depender da dose e tempo de uso. Por conta disso, a automedicação é potencialmente perigosa porque o paciente tende a utilizar medicamentos por conta própria para aliviar sinais e sintomas – o que pode trazer sérias consequências para sua saúde. “O uso de medicamentos de forma incorreta pode acarretar o agravamento de uma doença, uma vez que a utilização inadequada pode esconder determinados sintomas. Se o remédio for antibiótico, a atenção deve ser sempre redobrada. O uso abusivo destes produtos pode facilitar o aumento da resistência de microorganismos, o que compromete a eficácia dos tratamentos. Outra preocupação em relação ao uso do remédio refere-se à combinação inadequada. Neste caso, o uso de um medicamento pode anular ou potencializar o efeito do outro”, completa Aline. Para quem seguiu por esse caminho, mas quer ajuda, a
boa notícia: há tratamento para a dependência de remédios. “O primeiro passo do tratamento é a vontade do paciente, já que é fundamental que ele esteja disposto a se curar. A terapia psicosocial é indicada por ajudar a desenvolver o reconhecimento da dependência no paciente, pois a maioria deles ignora estar doente psicologicamente. É feita ainda, uma terapia que envolve médicos especialistas, psicólogos e terapia familiar, para que os entes o ajudem na recuperação”, finaliza. * nome fictício a pedido do entrevistado
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João Bosco Botelho
DICAS DE SAÚDE
joaoboscobotelho@gmail.com
Éticas e práticas de cultura interligadas na linguagem Algumas dificuldades conceituais da ética médica têm sido estabelecer parâmetros para separar a má prática dos maus resultados secundários aos incontáveis vetores de incertezas e variáveis que regem o funcionamento do corpo. Parece lógico pressupor que os conceitos que entendem e julgam as más práticas e os maus resultados variam nos tempos e nas sociedades. Os códigos que regulavam a profissão médica, desde o segundo milênio a.C., estão claramente ajustados às linguagens culturais. Dessa forma, a ética médica é um produto do processo histórico da medicina e do médico, ligada à ética e à moral, ao longo de mais de 2 anos, como novo componente teórico, de caráter pedagógico e fiscalizador, para manter o princípio fundamental que deve nortear as práticas médicas, sejam ou não de instrumental pesquisador: têm caráter libertador e devem estar acompanhar as mudanças sociais e tecnológicas na construção de um mundo melhor. Nesse sentido e sob essa compreensão é válido relembrar alguns aspectos históricos. Na Mesopotâmia e nas culturas que se desenvolveram mais intensamente, durante no segundo milênio a. C., no Oriente, as práticas médicas estavam
claramente dependentes das ideias e crenças religiosas por meio de muitos deusas e deuses taumaturgos. Não existia um processo teórico para explicar a saúde e a doença fora das ideias e crenças religiosas. Nesse conjunto complexo, sem dúvida o médico, nominalmente reconhecido, fazia parte dos especialistas sociais. Existem fortes indicativos de um início consistente quanto a preocupação dos médicos quanto: - Entender, dominar e modificar a multiplicidade dinâmica das formas e funções do corpo; - Estabelecer parâmetros do normal e patológico; - Vencer as limitações impostas pelo determinismo da dor e da morte fora de controles. Assim, é possível identificar curadores que conviviam simultaneamente em torno de ações específicas para controlar a dor e aumentar os limites da vida vinculados nas três medicinas, cujos limites eram imprecisos: - Medicina-divina: fortificada nos templos dedicados às muitas divindades, cujos agentes, sacerdotes e sacerdotisas, com forte destaque social, ofereciam a cura por meio de rezas e encantamentos sob a guarda dos deuses e deusas curadoras. Como uma facção muito forte, os adivi-
nhos floresceram. Alguns registros, nas tábuas de escrita cuneiforme, atestam que os agentes das curas, na Mesopotâmia, além de encantadores, eram reconhecidos como exímios adivinhos. Essa característica dos curadores, na Mesopotâmia, não passou despercebida aos que redigiram alguns livros do Antigo Testamento, no período do cativeiro mesopotâmico, que demonstram forte influência da adivinhação. - Medicina-empírica: nesse grupo, apesar de os agentes, homens e mulheres do povo, não exercerem as práticas nos templos, também com forte partilha com as ideias e crenças religiosas, estavam parteiras, erveiros, encantadores e benzedores. de tudo e todos interrompiam a caminhada para orientar, oferecer o tratamento. - Medicina-oficial: tanto na Mesopotâmia, quanto em outras culturas que se organizaram e prosperaram, no segundo milênio a.C., os processos dos aprendizados, amparados pelos poderes dominantes, na formação do médico, estavam dentro dos templos das divindades curadoras mais importantes. Também por essa razão, é possível justificar, historicamente, os estreitos laços da medicina-oficial com as ideias e crenças religiosas.
João Bosco Botelho Doutor Honoris Causa na França
Parece lógico pressupor que os conceitos que entendem e julgam as más práticas e os maus resultados variam nos tempos e nas sociedades”
Inhame e rabanete na sua salada de saúde O inhame é uma importante fonte de proteínas, potássio e fósforo, podendo ser usado para prevenir doenças como osteoporose, artrite e cálculos renais. Fonte de carboidratos e fibras pode ser uma opção para pães, massas, cereais e todos os tipos de tubérculos e raízes. Além disso, o consumo desses minerais ajuda a manter a memória funcionando mesmo depois da velhice. Já com relação ao rabanete, aquele legume simpático, rosa por fora e branquinho por dentro, é benéfico graças às suas propriedades medicinais. Ele estimula as funções digestivas, limpa as vias respiratórias e ainda dá uma força ao sistema imunológico. Isso acontece graças à grande quantidade de vitaminas e minerais, como cálcio, potássio, magnésio e fósforo.
Humberto Figliuolo hfigliuolo@hotmail.com
Esteatose hepática Infiltração gordurosa do fígado é uma das alterações hepatocelulares mais frequentes, constituindo-se achando comum em biopsias hepáticas. Sendo consequência do acúmulo de lipídios (gordura) nos hepatócidos (células do fígado), descolando núcleo da célula para a periferia. É uma das doenças de nosso tempo. Para a maioria das pessoas a doença não causa sinais ou sintomas, mas, sem tratamento, o quadro pode evoluir para uma hepatite. Esse acúmulo, é o modo mais comum que o fígado utiliza para responder a uma agressão ao seu funcionamento, existe a esteatose alcoólica, mas a forma mais comum, a gordurosa, é causada pela ingestão de gorduras acima da capacidade de processamento do fígado. Em países em que a obesidade tem se tornado um problema de saúde pública, como parece já ser o caso do Brasil, a esteatose hepática afeta aproximadamente 25% da população. Ela é muito frequente em pacientes com sobrepeso acima dos 30 anos de idade. O fígado é invadido por uma quantidade excessiva de gordura e o tecido hepático saudável é parcialmente substituído por áreas não sau-
dáveis de gordura. Proteja seu fígado. Evite substâncias que causem mais danos. Não abuse do álcool. Três em cada dez brasileiros sofrem de doenças do fígado. A incidência é espantosa. As causas endócrinas também podem contribuir para a esteatose, é o caso dos diabetes mellitus e do chamado fígado gorduroso da gravidez. Em ambas as circunstâncias, uma grande quantidade de gordura pode ser rapidamente depositada no fígado, ocasionando o aumento do volume do órgão e resultando em dor no lado superior direito do abdômen. Traiçoeiros, os males hepáticos evoluem lenta e silenciosamente. Na maioria dos casos, pela própria fisiologia do órgão, os primeiros sintomas só aparecem quando a doença já está avançada, e as chances de cura são muito reduzidas. Quando o paciente chega a esse estágio, e única esperança é o transplante. A doença normalmente é diagnosticada em exames de rotina que dosam as enzimas do fígado. Ultrassom hepático também pode apontar a presença de esteatose hepática. De qualquer forma, o diagnóstico precoce é sempre salutar: a esteatose pode ser considerada reversível até certo ponto,
removendo-se ou reduzindo-se os fatores agressores, sejam químicos ou nutricionais, e tratando qualquer causa endócrina. Os primeiros sintomas de uma doença hepática tendem a surgir quando 70% das células do fígado já estão prejudicadas. Só a partir desse momento, vêm o enjoo, a pele amarelada e a perda de peso sem explicação aparente. O tratamento é direcionado pela causa, o que envolve modificações de hábitos de vida, cruciais para a melhor resposta ao tratamento. Como você pode se ajudar? - Perder peso. Caso você esteja com sobrepeso ou obeso, reduza o numero de calorias ingeridas diariamente e aumente as atividades físicas para auxiliar nessa tarefa. Caso você já tenha tentado perder peso e não foi bem-sucedido, pode ser necessária a ajuda de um nutricionista para orientá-lo numa dieta rica em frutas e vegetais. Diminua a quantidade de gorduras e inclua alimentos integrais. - Exercite-se. Seja mais ativo, procure se exercitar pelo menos 30 minutos ao dia, pelo menos na maior parte dos dias da semana. Incorpore mais atividades físicas. Tente andar mais pelas escadas em vez de elevador, faça caminhadas regulares.
Nêspera e acelga protegem o fígado contra a gordura
Humberto Figliuolo Farmacêutico
É uma das doenças de nosso tempo. Para a maioria das pessoas a doença não causa sinais ou sintomas, mas, sem tratamento, o quadro pode evoluir para uma hepatite”
Popularmente chamada de ameixa-amarela, a nêspera é rica em vitamina C e sais minerais, como o cálcio e o fósforo. Outra propriedade da fruta é controlar os níveis de gordura no sangue e diminuir a resistência à insulina, atuando assim na prevenção contra diabetes. Estudos ainda indicam que a nêspera apresenta triterpenos, substâncias que modulam a formação de óxido nítrico, que age nas vias respiratórias e tem efeito que pode ser benéfico no controle de bronquite, além de auxiliar no tratamento de doenças alérgicas inflamatórias como asma, rinite e sinusite. Também conhecida como couve-chinesa, essa hortaliça além de proteger o fígado, auxilia no controle do diabetes, pois apresenta fibras e possui substâncias que causam regeneração das células do pâncreas, que é o local onde há a produção de insulina.
Expediente Editor Guto Oliveira guto@emtempo.com.br
Diagramação Kleuton Silva
Repórter Mellanie Hasimoto
Revisão Dernando Monteiro Gracycleide Drumond
www.emtempo.com.br
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Dieta pode evitar a degeneração macular Algumas mudanças na dieta podem ajudar a controlar a DMRI, doença que pode até causar cegueira na velhice
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erca de 80% dos brasileiros nunca ouviram falar em degeneração macular relacionada à idade (DMRI), de acordo com uma pesquisa realizada com mais de quatro mil pessoas, em cinco cidades do país, pela Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo (SBRV), apoiada pela Bayer. A doença é a primeira causa de cegueira em pacientes de 65 anos ou mais em países industrializados e afeta entre 25 e 30 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A DMRI está associada ao envelhecimento e prejudica a fixação e a nitidez das imagens, pois reduz gradualmente a visão central dos pacientes. A forma mais agressiva do problema é a DMRI úmida, identificada pelo crescimento anormal de vasos sanguíneos, extravasando sangue e fluído na mácula, região localizada no centro da retina e responsável pelo foco da visão. A OMS estima que cerca de três milhões de pessoas no mundo sejam acometidas por essa forma da doença, representando 8,7% de todos os casos de cegueira e 50% dos casos em países industrializados. Algumas mudanças na dieta podem ajudar a controlar a DMRI. Isso porque existem pigmentos como a luteína e a zeaxantina, que reduzem os riscos de piora de algumas doenças. “Eles estão presentes naturalmente na mácula e também em alimentos como vegetais amarelos, alaran-
jados, vermelhos e verdes; tais como nectarina, laranja, mamão, pêssego, brócolis, couve-de-bruxelas, repolho, couve-flor, ervilha, milho e rúcula, brócolis dentre outros, além de verduras de folha verde escura, como couve, espinafre, escarola”, explica o doutor Walter Takahashi, professor associado e chefe do Serviço de Retina e Vítreo do Departamento de Oſtalmologia da USP e presidente da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo. Há também os fatores desencadeantes da DMRI e um deles é a oxidação dos tecidos da retina, que nada mais
Medicamentos podem atenuar sintomas Além da dieta, a doença deve ser contida com tratamentos medicamentosos. É o caso do Eylia® (aflibercepte), uma injeção intravítrea que inibe o crescimento de novos vasos sanguíneos, provocando a diminuição de fluído e sangramentos, melhorando, desta forma, a visão de pacientes com
DMRI. “São medicações que reduzem os vasos anormais que se formam na fase úmida. Elas são realizadas por meio de infusões dentro do olho e, em pelo menos 90% dos casos, a visão fica estável ou melhora. Estima-se que em 40% dos casos, há uma melhora substancial da visão. Como qualquer do-
ença, quanto mais cedo é iniciado o tratamento, melhores são os resultados. Monitoramento Entretanto, por se tratar de doença degenerativa, não há cura definitiva. Dessa forma, o paciente deve ser monitorado continuamente, a cada 30, 60, 90 dias, de-
pendendo da agressividade da doença. Se o paciente se queixar de nova turvação da visão, assim como distorção de imagens e comprovado o retorno de inchaço da mácula, com exames como a tomografia da mácula, nova infusão intravítrea de aflibercepte deverá ser realizada”, explica o médico. FOTOS: DIVULGAÇÃO
ALIMENTAÇÃO
Alimentos indicados: vegetais amarelos, alaranjados, vermelhos e verdes; tais como nectarina, laranja, mamão, pêssego, brócolis, couve-de-bruxelas, repolho, couve-flor, ervilha, milho, rúcula e brócolis é do que o envelhecimento dos tecidos. “Dessa forma, os antioxidantes têm um papel importante na prevenção da doença, seja reduzindo os riscos de piora ou estabilizando a lesão. São substâncias como as vitaminas C e E, o betacaroteno e o zinco, presentes, por exemplo, no óleo de linhaça, azeite de oliva, brócolis, couve e pimentão”, esclarece Takahashi. DIVULGAÇÃO
A forma mais agressiva do problema é a DMRI úmida, identificada pelo crescimento anormal de vasos sanguíneos
SERVIÇO
Psicólogo on-line em todo Brasil
O serviço presta uma orientação em qualquer lugar e hora
Até pouco tempo atrás, a única maneira de conversar com um psicólogo era dentro de um consultório e presencialmente. A boa notícia é que o desenvolvimento tecnológico beneficia a área da psicologia. Com o lançamento do novo portal psicolink, disponível em: www.psicolink.com.br, agora é possível dentro e fora do Brasil realizar uma orientação psicológica de forma simples, em qualquer lugar e horário, com segurança e conforto.
De acordo com Milene Rosenthal, fundadora do psicolink: “Hoje as pessoas querem ganhar tempo, e com a correria e trânsito nas grandes cidades, receber um atendimento do psicólogo por meio da internet pode ser conveniente e prático”. O psicolink é aprovado pelo Conselho Federal de Psicologia, é um serviço único, desenvolvido com os sistemas mais modernos e seguros do mercado. Prioriza a segurança dos clientes e a qualidade dos atendimen-
tos, respeitando a ética e a sua legislação existente. Ampliação O psicolink surge para atender ao público exigente e que precisa de tempo, praticidade e rapidez. “O nosso objetivo é ampliar esse serviço no Brasil inovando na forma de atendimento com enfoque nos cuidados da saúde mental. É um serviço ágil, busca atender pessoas que precisam conversar com um psicólogo, mas que por al-
gum motivo não conseguem estar em um consultório. Por exemplo, pessoas que não têm psicólogos na sua cidade e até aquelas com dificuldade de locomoção. Estamos fazendo o possível para que o atendimento seja acessível em qualquer lugar, sem prejudicar a qualidade do atendimento por meio da web”, finaliza Milene Rosenthal. Em breve, o psicolink, pretende ampliar o alcance do portal para brasileiros que vivem fora do Brasil.
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Livre das toxinas e d Dizem que o ano só começa após o Carnaval, então, iniciando a segunda quinzena de março é hora de correr atrás do prejuízo e eliminar possíveis excessos cometidos nas férias e festas, adotando medidas que contribuem para a saúde
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epois de virar moda nos Estados Unidos e conquistar celebridades que ajudaram a propagar aos quatro ventos os seus poderes milagrosos, a dieta detox virou mania também no Brasil. Apesar de algumas vertentes radicais que permitem apenas ingerir água ou sucos por vários dias, a dieta também tem seu lado positivo, já que, comprovadamente emagrece e ajuda a desintoxicar o organismo. Segundo a nutricionista da Global Nutrição doutora Ana Huggler, além da sensação de estufamento e inchaço, os sintomas da intoxicação por
alimentos são: dores abdominais, diarreia, náuseas, vômitos, febre, calafrios, dores de cabeça e fraqueza. “A primeira medida a ser tomada é ingerir bastante água, pois ela ajuda a eliminar toxinas por meio da urina. Aliás, como por meio do suor perdemos muito líquido, afinal, é a forma que o corpo encontra para regular a temperatura do organismo, a água ajuda a hidratar e evitar o inchaço corporal”, explica. Aumentar o consumo de frutas vermelhas e cítricas é outra recomendação da especialista, pois os antioxidantes presentes nas mesmas têm ação hepatoprotetora e
RADICAIS LIVRES Aumentar o consumo de frutas vermelhas e cítricas é outra recomendação, pois os antioxidantes presentes nas mesmas têm ação hepatoprotetora e antiinflamatória que atuam fazendo uma limpeza anti-inflamatória que atuam fazendo uma limpeza no organismo e, desta forma, ajudam a eliminar de toxinas do corpo. “A melancia, por exemplo, tem função diurética que ajuda a
eliminar toxinas. Já a maçã ajuda a eliminar os radicais livres e ainda é antiácida, o que ajuda a ativar o fígado e dissolver o ácido úrico, responsável pela retenção de líquidos”, explica Huggler. Alguns nutricionistas garantem que o organismo é capaz de se livrar sozinho das impurezas. Outros defendem que o detox é importante para facilitar o processo de purificação. Principalmente se você costuma consumir fritura, alimentos com gordura trans, superindustrializados ou cultivados com agrotóxicos, fumar e se expor muito ao sol e à poluição. As fibras são respon-
sáveis pela faxina. Daí a importância de caprichar em hortaliças, castanhas e sementes, sem esquecer das frutas, especialmente do limão, que apesar do sabor ácido, tem ação alcalinizante, o que melhora o funcionamento do organismo como um todo. Além disso, é rico em terpeno substância que ajuda o fígado a eliminar as toxinas. Se o objetivo é seguir a dieta detox é bom saber que carne vermelha, açúcar, leite de vaca e
derivados e aditivos químicos ficam de fora. Durante o programa, é bom ainda evitar pães e biscoitos refinados. A boa notícia é que ela também pode ser baseada em alimentos funcionais, que além de nutritivos ainda deixam o corpo mais resistente às doenças e ao envelhecimento, ao contrário das dietas radicais, que enfraquecem o organismo e roubam energia.
Veja outras dicas para desintoxicar o organismo: - Evite alimentos ricos em gorduras saturadas e trans, sódio e açúcares que sobrecarregam o organismo fazendo com que o corpo retenha líquidos; - Evite os alimentos industrializados, pois devido à quantidade de conservantes e corantes presentes em suas composições provocam danos ao corpo e ajudam a intoxicar o corpo; - Aposte nos chás de cavalinha, capim-limão e o tradicional chá-verde que ajudam a desintoxicar o organismo; - Faça refeições leves e não exagere nos carboidratos; - Evite consumir alimentos na rua, pois em alguns casos não possuem um bom armazenamento
ou refrigeração; - Inclua na dieta alimentos que ajudam a eliminar toxinas como a castanha que é rica em ômega 3, cálcio, magnésio, zinco e selênio que auxilia na eliminação de metais pesados como mercúrio e arsênico, têm ação antioxidante e anti-inflamatória. É importante salientar que, segundo a nutricionista, é importante consultar um especialista para identificar qual o melhor tratamento para a intoxicação. “Para evitar uma intoxicação, não basta retirar do cardápio os alimentos industrializados, é necessário também encontrar os alimentos que atuam de forma benéfica ao organismo. Uma opção é investir na dieta do genó-
tipo”, sugere a especialista, a doutora Ana Hugler. Criada pelo médico naturopata Peter D’Adamo que por meio de pesquisas desenvolveu seis tipos de genótipos - caçador, professor, explorador, guerreiro, nômade e coletor – no qual cada tipo é aliado ao grupo sanguíneo (A, B, O e AB), medições corporais e histórico familiar de cada pessoa. “Por meio dessa dieta é possível identificar os nutrientes que atuam causando irritações estomacais ou até mesmo a intoxicação e assim silenciá-los. Desta forma, o funcionamento do corpo e ainda previne doenças como diabetes e colesterol alto”, finaliza a doutora Ana Huggler.
Alimentação rica em verduras, frutas e legumes ajudam a eliminar os quilos extras e limpam o organismo
Três passos fundamentais para o detox 1. Primeiro passo: suspenda o cafezinho. A cafeína dificulta a ação de uma enzima (citocromo P450) responsável por eliminar as toxinas acumuladas nas gordurinhas. Isso deixa o organismo inflamado e resistente para a perda de peso. 2. Segundo passo: coloque no prato mais verduras e frutas ricas em água. 3. Terceiro passo: comece a reduzir produtos refinados (doce, massa, biscoito e pão brancos), cremes e carnes gordurosas, além de alimentos com corantes e conservantes. E aumente o consumo de fibras (sementes, farelos, arroz integral).
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dos quilinhos extras Chás contra o inchaço Os chás são ótimos para aliviar a retenção de líquido e, consequentemente, o inchaço que deixa até as mulheres magras com a barriga saliente. Aposte nos que têm efeito diurético, como os chás-verdes, de cidreira, erva-doce, capim-limão, maçã com canela, camomila, hibisco, cavalinha, dente-de-leão e cabelo de milho. Sugestão: prepare uma boa quantidade da bebida e deixe na geladeira. Assim, você toma o chá geladinho, como se fosse refresco.
Giovana Antonelli é uma adepta da dieta detox para eliminar excessos
Mais água no dia seguinte Outra receita detox é tomar, ainda em jejum, um copo de água morna com o suco de um limão e raspas de gengibre. Segundo nutricionistas, esses são ingredientes capazes de aumentar a produção de enzimas, que facilitam o trabalho do fígado no processo de eliminação das toxinas. O limão ainda combate a fermentação no estômago e no intestino, evitando o acúmulo de gases.
Dieta leve Doce, comidas gordurosas e álcool estimulam a produção de toxinas. Consumidos em excesso, eles são capazes de alterar o pH do organismo, deixando-o muito ácido e, consequentemente, mais propenso a acumular gordurinhas. A resposta para finais de semana onde predomina um certo exagero é investir nos alimentos com ação alcalinizante - ou seja, que
Monte um cardápio variado que estimule o apetite e evite a monotonia da dieta
O que pode e o que não pode Sinal verde Melancia - ajuda a desintoxicar especialmente quando triturada com as sementes - ricas em fbras, elas limpam o estômago e o intestino. Essa parte da fruta ainda tem componentes diuréticos, facilitando a saída das toxinas na urina. Folhas verdes - ricas em fibras e clorofila (antioxidante que ameniza os efeitos nocivos dos radicais livres produzidos no próprio processo de desintoxicação) são especialmente eficazes. Quinoa e linhaça - têm fibras que varrem as toxinas para fora do organismo. Também melhoram o funcionamento do intestino.
Chás verde e de hibisco - concentram antioxidantes capazes de remover as toxinas das células e facilitam a chegada de nutrientes até elas, reduzindo acne e celulite. Abacaxi - carrega bromelina, enzima que favorece a digestão e reduz a infamação nas células. Limão - contém compostos que estimulam a produção da bile pelo fígado. Essa substância isola a gordura e facilita a absorção dos nutrientes. Maçã - oferece pectina, uma fibra que vira um tipo de gel capaz de impedir que parte da gordura dos alimentos seja absorvida. Já os favonoides, antioxidantes da fruta, protegem as células dos radicais livres.
Sinal vermelho Açúcar - doces em geral, assim como alimentos adoçados com xarope de milho ou adoçantes à base de ciclamato e sacarose, contribuem para o aumento de toxinas. Café - se você é fã da bebida, reduza a dose aos poucos para não sentir dor de cabeça. O ideal, no entanto, é suspendê-la da dieta por pelo menos dois dias. Glúten e lactose - proteína do trigo (pão, biscoito, macarrão) e açúcar do leite e derivados, respectivamente, são substâncias com ação infamatória. Devem ser evitadas nos dois primeiros dias da dieta. Carne vermelha.
Vitaminas de frutas diversas e sucos naturais são excelentes alternativas
deixam o pH do sangue e de outros líquidos corporais menos ácidos. Isso favorece o funcionamento do metabolismo, facilitando a perda e a manutenção do peso. Os principais são: aveia, alface, agrião, brócolis, couve, rúcula, rabanete, pepino, lentilha e melão. Apesar do sabor azedo, que dá ideia de acidez, as frutas cítricas como limão e laranja também têm ação alcalina.
Use esses alimentos no preparo de sucos e sopas, que, por ser facilmente digeridos, exigem pouco esforço do organismo. Além disso, evite carnes (inclusive frango e peixe), massa, pão e produtos industrializados. A dieta é ideal apenas por um dia ou dois, no terceiro, volte a consumir alimentos sólidos e saudáveis (carnes magras, ovos, verduras, legumes, frutas frescas).
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Importância da histeroscopia
para a saúde da mulher
É importante visitar periodicamente o ginecologista para que ele realize exames e identifique as condições do útero
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ma atitude muito corriqueira cometida por mulheres de diferentes idades é buscar auxílio de um médico somente quando são acometidas por alguma doença. No entanto, por mais que aparentemente a nossa saúde esteja em dia é importante visitar periodicamente o ginecologista para que ele realize exames, a fim de identificar as condições do útero e dos ovários e prevenir a respeito de doenças que podem ocorrer no aparelho genital feminino. Um exame fundamental para a saúde reprodutiva da mulher é a histeroscopia. “A infertilidade é um distúrbio do sistema reprodutivo feminino – podendo também acometer o sistema reprodutivo masculino – que impede o casal de conceber após um período de 12 a 18 meses de tentativas sem o uso de métodos anticonceptivos. Algumas causas da infertilidade podem ser tratadas por meio de procedimentos e técnicas como a inseminação artificial, a terapia hormonal ou pequenas cirurgias, como a laparoscopia e a histeroscopia”, esclarece o ginecologista Joji Ueno (CRM-48.486),
doutor em medicina pela Faculdade Medicina da USP, responsável pelo setor de Histeroscopia Ambulatorial do Hospital Sírio Libanês e Diretor na Clínica Gera. Esse exame é importante para identificar pólipo endometrial, miomas uterinos e câncer de endométrio. Considerado o tumor benigno mais comum do colo uterino, estima-se que entre 10 e 25% das mulheres tem chances de desenvolver o pólipo uterino. Já nas mulheres assintomáticas acima de 30 anos a probabilidade é de 10%. “Os pólipos são caracterizados por lesões ou por projeções da mucosa do endométrio, um tecido que reveste internamente o útero. Normalmente são mais frequentes em mulheres na faixa etária entre 30 e 50 anos”, explica o Dr. Ueno. Segundo o ginecologista, ele é nutrido por um eixo vascular e sensível ao estímulo do hormônio estrogênio, pode ser múltiplo, chegando a medir até 1,5 cm, e a lesão é assintomática, ou seja, não apresenta sintomas. O sangramento uterino anormal pode ser considerado um dos sintomas de pólipo uterino.
Exame deve ser agendado com o ginecologista para dias distantes das menstruações ou de uma possível gravidez
Como é realizado o exame A histeroscopia é um exame que permite a visualização da cavidade uterina através da endoscopia, além de observar o canal cervical e a vagina, permitindo o diagnóstico precoce de algumas alterações uterinas. “Deve ser agendada com o ginecologista para dias distantes das menstruações ou de possível gravidez, verificar o dia preferencial do ciclo menstrual no local onde fará o exame. Atualmente, nas pacientes inférteis, temos preferido realizar o exame por volta do décimo sétimo dia. Mas, sempre foi a preferência pela realização entre o 8 e 12 dia do ciclo menstrual. Ele é realizado em ambulatório sem a necessidade
de anestesia, internação ou outro preparo adicional, sendo que o exame tem a duração aproximada de 20 minutos, podendo ser um
PROCEDIMENTO
O exame é realizado em ambulatório sem a necessidade de anestesia, internação ou outro preparo adicional, sendo que o exame tem a duração aproximada de 20 minutos e pode causar dor pouco doloroso. Mas, há possibilidade de realizarse sob sedação”, descreve o dr. Joji.
De acordo com o especialista, a técnica é realizada por meio de um equipamento denominado histeroscópio. Consiste em um pequeno tubo, com 25 centímetros de comprimento por 2,0/4,0 milímetros de diâmetro, por onde passa um conjunto de lentes capaz de oferecer uma visão privilegiada do interior da cavidade uterina. Sendo que ele está acoplado numa câmera, razão pela qual o exame é também designado como vídeo-histeroscopia. “A retirada de um minúsculo fragmento do tecido uterino para a análise da natureza de suas alterações também pode ser necessária durante a realização da histeroscopia.”, finaliza o dr. Joji Ueno. DIVULGAÇÃO
Esse exame é importante para identificar pólipo endometrial, miomas uterinos e câncer
Saúde
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Alzheimer mata
tanto quanto o câncer Pesquisadores apontam que as mortes pela doença são muito mais frequentes em todo o mundo do que muita gente possa imaginar
M
uitas mortes pelo Mal de Alzheimer não são registradas nos Estados Unidos, revela um estudo divulgado essa semana na revista “Neurology”, acrescentando que a doença pode estar deixando tantas vítimas quanto o câncer, ou as afecções cardíacas. Hoje, o Alzheimer é a sexta causa de morte nos Estados Unidos, segundo dados dos centros federais para o controle e a prevenção de doenças (CDCs, na sigla em inglês). Essa lista é liderada pelas doenças cardíacas, seguidas pelo câncer. Os pesquisadores desse estudo acreditam, porém, que as mortes ligadas ao Alzheimer possam ser até seis vezes mais comuns do que se pensa. “O Mal de Alzheimer e outras demências são registrados de maneira deficiente nos atestados de óbito e nos boletins médicos”, disse o autor do estudo, Bryan James,
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do centro médico da Universidade Rush de Chicago. “Os atestados de óbito registram, normalmente, a causa da morte imediata, como a pneumonia, mas sem levar a demência em conta como uma
ticipantes desenvolveram Mal de Alzheimer durante a realização do estudo. O tempo médio entre o diagnóstico e a morte foi de quatro anos. As pessoas com entre 75 e 84 anos diagnosticadas com Alzheimer eram quatro vezes mais propensas a falecer do que aquelas que não tinham a doença. Um terço de todas as mortes das pessoas de mais de 75 anos foi atribuível ao Alzheimer, de acordo com o estudo. Ao fazer uma projeção sobre toda a população americana acima de 75 anos para 2010, James afirmou que esse número equivaleria a 503,4 mil mortes por Alzheimer. Esse total é seis vezes superior aos 83.494 casos relatados pelos CDCs, com base nos atestados de óbito. “Determinar os efeitos reais da demência nesse país é chave para aumentar a consciência do público e identificar prioridades de pesquisa relacionada a essa epidemia”, alertou James.
FREQUÊNCIA
Alzheimer é a sexta causa de morte nos Estados Unidos, segundo dados dos centros federais para o controle e a prevenção de doenças (CDCs, na sigla em inglês). A lista é liderada pelas doenças cardíacas causa subjacente”, frisou. Nesse estudo, foram observadas mais de 2,5 mil pessoas com mais de 65 anos de idade, examinadas anualmente para determinar se apresentavam demência. Ao todo, 559 par-
Pesquisadores acham que as mortes ligadas à doença possam ser até seis vezes mais comuns
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O mínimo recomendado é de três vezes por semana
Sedentarismo está entre os fatores de risco Sedentarismo mata. A frase é forte e pode até provocar reações contrárias, mas o propósito é exatamente desse, eliminar o sedentarismo e colocar o corpo para trabalhar. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a falta de atividades físicas está entre os principais problemas que mais enumeram vítimas em todo o mundo. Isso porque no top 10 desse ranking encontram-se nada menos do que sete quadros possíveis de serem prevenidos ou ao menos controlados por meio da atividade física. A revista científica The Journal of Physiology publicou um comentário sobre a hipótese de o sedentarismo ser, por si só,
encarado como uma doença. A boa notícia é que esse mal tem cura, bastam doses regulares de exercício físico pelo menos três vezes por semana para reduzir os males físicos e melhorar a qualidade de vida. Se o exercício é remédio, dosálo é primordial. Confira a seguir seus efeitos nas mais temidas doenças do mundo e saiba o que importa, em cada caso, para que ele seja um medicamento, e não um veneno. As principais causas de morte
Motivo / Milhões de mortes/ano 1 Infarto 7,25 2 AVC 6,15
3 Infecções pulmonares 3,46 4 DPOC 3,28 5 Diarreia 2,46 6 Aids 1,78 7 Câncer do trato respiratório 1,39 8 Tuberculose 1,34 9 Diabete 1,26 10 Acidentes de carro 1,21 Fatores de risco que mais matam 1 Alta pressão arterial 2 Tabagismo 3 Hiperglicemia 4 Inatividade física 5 Sobrepeso e obesidade 6 Altos índices de colesterol 7 Sexo inseguro
8 Consumo de álcool 9 Subnutrição infantil 10 Inalação interna de combustíveis sólidos
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Você sabe o que é aterapia cognitivo-comportamental? Hoje em dia essa terapia oferece ampla gama de procedimentos e descrições a respeito dos processos cognitivos FOTOS: DIVULGAÇÃO
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uitas pessoas podem nunca ter ouvido falar, mas esta abordagem psicoterápica já vem sendo desenvolvida ha mais de 40 anos. Tudo começou nos Estados Unidos principalmente com os trabalhos pioneiros de Aaron Beck. Esse movimento de Beck teve seu inicio marcado pelo estudo dos quadros depressivos, em que foram identificados alguns aspectos importantes sobre a estrutura e funcionamento da cognição. Acreditava-se que uma pessoa deprimida tinha suas cognições (pensamentos e crenças) e esquemas negativos, ou seja, sua autoavaliação, a avaliação sobre os outros e assim como a visão de futuro também eram negativa, formando um esquema disfuncional. Hoje em dia a terapia cognitivo - comportamental nos oferece ampla gama de procedimentos e descrições a respeito dos diversos processos cognitivos em diferentes problemas psicológicos e vários transtornos da personalidade. Além de ser um dos poucos sistemas unificados de psicoterapia empiricamente validados. Os profissionais da saúde
mental vem a cada dia mais se utilizando dessa abordagem para obter resultados positivos e satisfatórios, especialmente sobre a eficácia dos resultados e o tempo reduzido, outra característica da terapia. Esta abordagem tem acumulado cada vez mais adeptos por ser estruturada, de acessível manejo pelos profissionais e
QUALIFICACÃO
A terapia em questão oferece ampla gama de procedimentos e descrições a respeito dos diversos processos cognitivos em diferentes problemas psicológicos e vários transtornos da personalidade pacientes, direcionada a resolver problemas, e a modificar os pensamentos e os comportamentos disfuncionais que causam sofrimento. Em suma o trabalho a ser desenvolvido com os pacientes baseia-se na premissa que as emoções e comportamentos das pessoas são influenciados
por sua percepção pessoal de uma situação ou evento. Mas estas podem ser monitoradas e alteradas no curso da terapia e depois dela. A Faculdade Martha Falcão há quase 10 anos vem oferecendo este curso de Especialização em Terapia CognitivoComportamental na cidade, e conta com o Instituto de Terapia Cognitiva do Amazonas- ITCA que é um centro de atendimento psicológico especializado na área, realizando um trabalho pioneiro para a população em termos de atendimento e pesquisa. A faculdade, por meio do núcleo de pós-graduação, está com as inscrições abertas para seleção das últimas vagas para o curso de especialização em Terapia Cognitivo Comportamental. Coordenado pelo dr. Paulo Knapp, um dos principais precursores das TCCs no Brasil, assim como o corpo docente, integrado pelos doutores especialistas que são referências na área, entre eles; dr. Ricardo Wainer (RS), dr. Bernard Rangé (RJ), dr. Aritides V. Cordioli (RS), dra. Adriana Zanonato (RS), dr. Luis Augusto Rohde (RS).
Habilitação de profissionais O curso tem o objetivo de habilitar profissionais da saúde mental para utilizar o modelo e a terapia cognitivo-comportamental nas situações e transtornos nos quais ela é efetiva. Além de conhecer e compreender os fatores que
influenciam os comportamentos em relação à saúde e enfermidades. Destinado a médicos, psiquiatras e psicólogos, com uma carga horária de 600 horas, das quais 480 horas teórico-práticas e 120 horas de prática supervisionada.
O início do curso está programado para o dia 28 de março de 2014. Investimento e condições: 30 parcelas de R$ 716. Para os profissionais vinculados aos conselhos de medicina, psicologia e psiquiatria será concedido 5% de desconto.
O objetivo do curso é compreender os fatores que influenciam o comportamento