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Saúde - 15 de junho de 2014

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Caderno F

MANAUS, DOMINGO, 15 DE JUNHO DE 2014

DIVULGAÇÃO

Saúde

e bem-estar

saudeebemestar@emtempo.com.br

(92) 3090-1017

Qualidade do sono muda com a idade Saúde e bem-estar F6

‘Brasileirinhos’ não vão ao dentista como deveriam ir País concentra grande parte dos dentistas do mundo, mas o acesso a estes profissionais ainda é restrito e desigual

A

pesar de o Brasil concentrar 19% dos dentistas do mundo, uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde traz dados alarmantes sobre a fragilidade do quadro da saúde bucal de crianças e adolescentes do país. Aos 12 anos de idade, 60,8% dos indivíduos do Brasil relataram necessidade de tratamento dentário. O mesmo foi observado na faixa etária entre 15 e 19 anos, com o percentual de 65,1%. Os dados são da última Pesquisa Nacional de Saúde Bucal (2010). Os indicadores relevam um cenário ainda mais preocupante se notarmos que, mesmo o país possuindo a maioria dos profissionais de odontologia do mundo (são 219.575), 18% das crianças brasileiras com 12 anos nunca foram ao dentista. A idade é usada como parâmetro já que é neste período que a criança costuma alcançar sua dentição permanente. A carência da assistência odontológica de qualidade gera impactos reais na vida diária das crianças e adolescentes, os quais serão prolongados até a vida adulta. Dificuldade para comer, incômodo para escovar os dentes, apresentar-se irritado ou nervoso e vergonha para sorrir são as consequências mais prevalentes de acordo com a Pesquisa. Aos 12 anos de idade, 34,8% dos jovens apresentaram alguma dessas dificuldades. Nos adultos, esse impacto foi apresentado em mais da metade da população. Desigual Um grande impasse é a desigualdade observada entre as re-

giões do Brasil quando são analisados fatores da saúde bucal da população. A Região Sudeste tem 55,3% dos dentistas do Brasil, sendo que só o Estado de São Paulo concentra 30,3% deles. Além disso, a taxa de CPO (dentes obturados, cariados e perdidos) relativa à Região Norte (3,16) é 84% maior que a apresentada no Sudeste (1,72), indicando que o maior ataque dos problemas bucais combina-se com menor acesso aos serviços odontológicos. Comparativamente ao observado na primeira versão da pesquisa nacional (2003), esse padrão de desigualdades regionais se mantém. Por outro lado, a saúde bucal no Brasil deu alguns sinais de melhora nos últimos anos. Isso se deu a partir de uma melhor inserção da odontologia nas ações de políticas públicas. Hoje, estamos entre os países com baixa incidência de cárie, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Porém, além da má distribuição dos profissionais, ainda há muitas barreiras a serem enfrentadas. O que está sendo feito No início do milênio, quando o governo federal teve a iniciativa de criar um projeto de atenção à assistência odontológica do Brasil, a situação da saúde bucal era muito mais grave em todas as faixas etárias. A partir de março de 2004, foi instalado o programa Brasil Sorridente, que tem como principais linhas de ação a reorganização da atenção básica em saúde bucal, a ampliação e qualificação da atenção especializada e a viabilização da adição de flúor nas estações de tratamento de águas de abastecimento público. Junto à Política Nacional de Saúde Bucal, outras iniciativas não governamentais passaram a buscar a transformação do cenário brasileiro. É o caso do programa Adotei um Sorriso, da Fundação Abrinq – Save the Children, que desde 1997 mobiliza profissionais de saúde, entre eles dentistas, pediatras, oſtalmologistas, nutricionistas, psicólogos e fonoaudiólogos para atender voluntariamente crianças e adolescentes, seja em organizações sociais ou em seus próprios consultórios.


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João Bosco Botelho

DICAS DE SAÚDE

joaoboscobotelho@gmail.com

Historicidade da deontologia médica Na tese de doutorado do professor Derrien, defendida na Universidade de Paris, em 1955, intitulada “A ética médica”, firmou relações conceituais da ética médica voltada ao benefício do homem e da mulher. O entendimento do eminente professor, ligado à virtude kantiana, as práticas médicas obrigatoriamente estariam atadas ao “bem”, ao “bom”, estreitando os vínculos das ações médicas, de modo geral, ao controle da dor e adiando os limites da vida. Dessa forma, é inadmissível pensar a medicina como especialidade social para provocar a dor ou a morte. Essa vertente ligando a ética médica aos resultados entendidos como “boas práticas”, gerando bem-estar ao doente, está presente na maior parte das abordagens teóricas referenciais. Nesse sentido, é possível resgatar relações do conhecimento historicamente

acumulado que ligam a ética médica à boa prática, entendidos pelo senso comum como bons resultados atados às ações que sempre devem trazem melhorias à vida pessoal e coletiva. Esse conjunto normativo entre ética e moral culminou, na Grécia, com o aparecimento do conceito de deontologia (do gr. déontos, “o que é obrigatório, necessário” + logia), que evoluiu para “o estudo dos princípios, fundamentos e sistemas de moral”. A palavra deontologia ligada à prática médica, em torno da ética e da moral, apareceu pela primeira vez, em 1845, no Congresso Médico de Paris, no trabalho do médico M. Simon intitulado “Deontologia médica ou dever e direitos dos médicos no estado atual da civilização”. De modo geral, os códigos de deontologia médica comportam três fundamentos estruturantes: respeito à vida e dignidade do doente; liberdade do médico para

exercer a profissão, doente deve manter a liberdade de escolher o médico para dirigir o tratamento. Essa plena liberdade dos médicos e dos doentes, aderida ao conjunto de explicações por meio dos “termos de consentimentos livres e esclarecidos”, devem ser entregues aos doentes, para maior conhecimento da doença e tratamento proposto; - O médico é responsável pelos seus atos entendidos como valores de competência amparada na ciência. Algumas das maiores dificuldades conceituais da deontologia médica têm sido estabelecer parâmetros para separar a má prática dos maus resultados, muitos secundários aos incontáveis vetores de incertezas e variáveis que regem o funcionamento do corpo. Sob essa ótima, os conceitos e julgamentos das más práticas e maus resultados variam nos tempos e nas sociedades.

João Bosco Botelho Doutor Honoris Causa na França

A palavra deontologia ligada à prática médica, em torno da ética e da moral, apareceu pela primeira vez, em 1845, no Congresso Médico de Paris”

Melão engorda e deve ser evitado por diabéticos Um melão docinho parece só trazer benefícios para o corpo, já que tem muita água em sua composição. De fato, ele tem um alto poder hidratante. Contudo, não é essa maravilha toda: ele pode engordar, aumentar os níveis de insulina no sangue, piorando a diabetes, e ainda – surpreendentemente – estimular a candidíase em mulheres. Ele é digerido rapidamente e isso faz com que a glicose entre muito rápido no sangue, gerando um pico de glicemia. Esse processo também vai exigir altas quantidades de insulina para colocar essa glicose na célula e isso vai engordar. A candidíase pode aumentar graças aos fungos presentes na fruta que tem muito fungo – é aquela partezinha mais branca que fica por cima das sementes – e uma mulher que já sofra com a doença pode ter o problema aumentado.

Humberto Figliuolo hfigliuolo@hotmail.com

Evitar doenças na gravidez Ficar atento à saúde é recomendação básica para qualquer ser humano, mas, para a mulher gestante a atenção deve ser redobrada. Nesse caso, o pré-natal é a melhor atitude preventiva que um casal pode adotar ao descobrir que a família vai ficar maior. O acompanhamento pré-natal é uma forma eficaz de se fazer o diagnóstico precoce de qualquer possível alteração tanto da mãe quanto do feto e deve começar assim que a gravidez for confirmada. Até o sétimo mês de gestação, a futura mamãe de vê retornar ao consultório do obstetra uma vez por mês. A gestação é uma época muito especial para a mulher. Os preparativos para a chegada do bebê são inúmeros, e os cuidados com a saúde também, para se evitar doenças no futuro. Durante os nove meses de gravidez, é preciso ter atenção redobrada com a alimentação para garantir a boa saúde do bebê na infância e na fase adulta. Muitas dúvidas surgem nesse momento, mas não existe uma fórmula mágica chamada “alimentação para a gestante”. Existem sim muitas dicas preciosas para uma alimentação saudável durante toda a gravidez que é uma das melhores maneiras de preservar a saúde. É um período

em que normalmente a gestante come mais, por isso, é fundamental que ela compreenda que gordura não é sinônimo de saúde e que o aumento excessivo de peso pode comprometer o bem estar do bebê. É verdade que todos os nutrientes da alimentação da mãe vão para o feto, mas dobrar a quantidade de comida não é o ideal, ela tem que ser equilibrada para não aumentar o peso do corpo em excesso. O ideal é consumir alimentos que forneçam nutrientes importantes, como carboidratos, de preferência integrais, proteínas, vitaminas e sais minerais. É importante respeitar o fracionamento da dieta e evitar o jejum prolongado, alimentando-se com intervalos regulares de no máximo três horas. A gestante deve beber água para manter uma boa hidratação, não esquecer as frutas e legumes. Dependendo do caso, o médico prescreverá micronutriente como ferro, flúor e vitaminas. No período de formação do bebê, o corpo da mãe utiliza uma parte de líquidos e energia oriundos da alimentação, que ajudam no crescimento e na manutenção dos artifícios que protegem o feto, como a placenta e o líquido amniótico. A outra parte de energia fica retida em

forma de gordura, localizandose no abdômen, costas e coxas, sendo utilizada no decorrer da gravidez e do aleitamento. A deficiência de nutrientes prejudica todo o período de gestação. Pode haver um menor desenvolvimento do feto em termos de tamanho, e potencialmente haver órgãos não tão bem formados. A mãe pode ficar anêmica e ter dificuldades para amamentar. Uma alimentação balanceada durante esse período evita o excesso de peso e problemas como a hipertensão e o diabetes gestacional, além de desconfortos como enjoos, cansaço e prisão de ventre. A prática de exercícios, com certos cuidados, traz benefícios físicos e emocionais tanto para a grávida quanto para o bebê. O fator alimentação também gera reflexos na amamentação. É preciso considerar que o leite materno é o único alimento do bebê nos seis primeiros meses de vida. Se a mãe tiver certos cuidados com o que comer a incidência das dolorosas e incomodas cólicas na criança também será menor. Não restam dúvidas de que o período provoca intensas transformações no corpo e na alma. Gravidez tranquila também é questão de atitude.

Geleia eleia real é rica em vitaminas do complexo B Humberto Figliuolo Farmacêutico

Acompanhamento pré-natal é uma forma eficaz de fazer o diagnóstico precoce de qualquer possível alteração tanto da mãe quanto do feto e deve começar assim que a gravidez for confirmada”

Rica em vitaminas do complexo B, a geleia real aumenta o funcionamento do metabolismo celular, ação que gera energia para as células e combate a fadiga e o cansaço excessivo melhorando a disposição mental e física. Além disso, suas substâncias são capazes de combater o estresse diário. Com ácido fólico em sua composição, o alimento da abelha-rainha aumenta a absorção do ferro no organismo humano, ação que, aliada a uma alimentação adequada, combate a anemia. Mas ela vai além, não é novidade que alimentos ricos em antioxidantes combatem a ação dos radicais livres prevenindo o envelhecimento precoce das células e consequentemente previnem o câncer. Porém, a geleia real é rica em inositol, um nutriente antioxidante que também protege o coração.

Expediente Editora Vera Lima weralima@yahoo.com.br

Diagramação Kleuton Silva

Repórter Mellanie Hasimoto

Revisão Gracycleide Drumond Lorena Lima

www.emtempo.com.br


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Perda de memória nem sempre significa Alzheimer Depressão, distúrbio do sono, sequelas de acidentes e traumas também podem resultar na perda de memória. O problema atinge pessoas jovens também

O

s problemas relacionados à memória têm sido cada vez mais constantes, devido ao envelhecimento da população brasileira. O coordenador do Centro de Atenção à Memória do Núcleo de Neurologia do hospital Samaritano de São Paulo, Renato Anghinah destaca que nem sempre a perda da memória significa doença de Alzheimer, como geralmente é associado, e ressalta a importância de contar com um diagnóstico diferencial. São diversas as alterações neurológicas que comprometem a memória. Os diagnósticos possíveis em distúrbios de memória podem ter causas primárias, como – sim - a doença de Alzheimer, demência por corpos de Lewy, demência fronto-temporal e causas secundárias, como causas vasculares, endócrinas, hematoma subdural, metabólica, tóxica, infecciosa, hidrocefalia de pressão normal, depressão e distúrbio do sono. “Mas, os distúrbios de memória não atingem somente as pessoas idosas. Eles podem se manifestar também em adultos jovens e jovens, incluindo sequelas em pessoas que sofreram algum acidente ou trauma. Tam-

bém, com a vida agitada, muitos jovens apresentam problemas na memória por conta de estresse, depressão, problemas metabólicos, sem contar o histórico genético. Quanto antes for detectada qualquer alteração, maiores são as chances de interagir com a equipe médica e otimizar os resultados das ações e tratamentos propostos”, explica o neurologista. De acordo com o especialista, há diversas formas de manifestação dos distúrbios da memória e, por isso, é extremamente importante a

Quanto antes o Alzheimer for detectado, mais eficaz é o tratamento e maiores são as chances de otimizar os resultados

Quando prestar atenção

JOVENS

Os distúrbios de memória não atingem apenas pessoas idosas. Esses distúrbios podem se manifestar também em adultos jovens e jovens, e em pessoas que sofreram algum acidente ou trauma grave investigação e a realização de exames clínicos e de imagem, para um diagnóstico preciso, que garantirá melhores resultados no tratamento que for aplicado.

O neurologista Renato Anghinah destaca alguns sinais de falha de memória que merecem atenção. Os sinais moderados e maiores justificam a procura de auxílio médico. Sinais de pouco alerta: • lapsos de memória esporádicos; • falhas de memória em vigência de quadros como: gripes e resfriados, cansaço justificado (noite mal-dormida, jet lag), estresse pontual

e passageiro, sobrecarga de trabalho eventual. Sinais de alerta moderado: • lapsos de memória frequentes; • falhas de memória que afetam compromissos; • demora para recordar onde colocou algum objeto; • cansaço aparentemente não justificado (sono diurno); • situação de estresse frequente;

• limiar baixo para o estresse; • ansiedade frequente; • falta de concentração; • dificuldade para memorizar conteúdo de textos lidos ou programas assistidos; • dificuldade para aprender/estudar. Sinais de alerta maior: • lapsos de memória muito frequentes; • falhas de memória que afetam a vida diária (esquece

compromissos, perde objetos, esquece de pagar contas); • cansaço e falta de vontade/motivação (sono diurno sem controle); • situação de estresse permanente; • limiar baixo para o estresse com irritabilidade; • ansiedade permanente; • quadros confusos, alterações de memória e outras funções cognitivas (cálculo, linguagem, dificuldade para realizar tarefas e/ou tomar decisões).

PESQUISAS

Quatro frutas que eliminam gordura Uma pesquisa do Instituto de Medicina Social da Universidade do Rio Janeiro publicada no “Journal of Nutrition”, uma das mais respeitadas revistas americanas sobre nutrição, mostrou que as mulheres que comeram três peras por dia durante 12 semanas consumiram menos calorias e perderam mais peso do que as que não ingeriram nenhuma fruta. O estudo foi feito com 411 voluntárias entre 30 e 50 anos. A pera concentra, em média, três gramas de fibras totais por 100 gramas - quase o dobro da maçã, que fornece 1,6 grama, afirma a nutricionista Tânia Rodrigues, diretora da RGNutri Consultoria Nutricional, de São Paulo. Além disso, o consumo de

uma unidade representa 12% da necessidade diária de fibras. Ela também é grande fonte de fibras insolúveis, que estão relacionadas à prevenção de prisão de ventre e de doenças como diverticulite e câncer de cólon, completa Tânia. Outra fruta que apresentou resultados impressionantes foi grapefruit. Ingerir metade de uma grapefruit ou tomar seu suco antes de cada refeição pode ajudar na perda de até meio quilo por semana, mesmo que você não mude absolutamente nada na sua dieta. Foi essa a conclusão dos pesquisadores da Scripps Clinic, na Califórnia, uma rede de serviços de saúde sem fins lucrativos e que investe pesado em estudos. Eles acompanharam 100 obesos por 12 semanas. Passado esse período, descobriram que componentes da fruta ajudam a regular a produção de insulina, um hormônio que está intimamente ligado ao estoque de gordura. Níveis baixos de insulina também con-

tribuem para afastar o apetite por mais tempo, já que o hormônio estimula o hipotálamo, região do cérebro que, entre outras funções, regula a fome. Caso seja difícil encontrar gra-

BENEFÍCIOS

Pera, grapefruit, bananaverde e amêndoas foram apresentadas, conforme estudos, como frutas que podem auxiliar na perda de peso e na manutenção da qualidade de vida. Mas é preciso ficar atento à quantidade pefruit na sua cidade, aposte em duas outras variedades: a laranja-pera e a laranja-baía. A sugestão é de Vanderlí Marchiori, nutricionista e fitoterapeuta, de São Paulo. Elas contêm os mesmos compostos e atuam da mesma forma no emagrecimento, garante. A ba-

nana-verde é outra fruta que faz a diferença na balança, tudo graças a um amido resistente que ainda marca presença no macarrão integral, no feijão branco, na lentilha, na cevada e no pão com grãos integrais, que tem alto poder de saciedade. Esse efeito ficou mais do que comprovado em uma pesquisa realizada pela Universidade do Estado de Louisiana e publicada no “Journal of Obesity”. De acordo com o estudo, esse amido estimula hormônios que fazem o organismo se sentir satisfeito e sinalizam que é hora de parar de comer. O amido resistente também promove um aumento do peristaltismo intestinal, que pode diminuir a absorção de nutrientes e, consequentemente, de calorias, afirma a nutricionista Luci Uzelin, coordenadora de nutrição do hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Outro dado: um pequeno estudo da Universidade do Colorado revelou que a queima de gordura foi 23% maior entre os pacientes que incluíram alimentos ricos nesse amido.

Punhado por dia é o suficiente Uma outra dica importante no processo de perda de peso é a amêndoa. Um farto punhado de amêndoas é capaz de reduzir o peso e a barriga também! Isso é o que mostra um estudo realizado no City of Hope National Medical Center in Duarte, Califórnia. Em seis meses, os pacientes que adotaram diariamente 84 gramas da fruta oleaginosa (cerca de 70 unidades) reduziram 18% do peso e 14% da medida na cintura. O colesterol ruim (LDL) também diminuiu 15% e os triglicérides, 29%. O grupo que se consumiu amêndoas perdeu também 56% a mais

A grapefruit pode ser substituída por laranja-pera ou laranjabaía, que possuem os mesmos compostos de emagrecimento

de gordura corporal em comparação com o que ingeriu o mesmo número de calorias na forma de carboidratos complexos, que estão nos cereais integrais, arroz, pães, massas e batatas. Além das fibras, que afastam a fome por mais tempo, a amêndoa contém ômega-3, gordura do bem que ajuda a estimular os hormônios da saciedade. Também é riquíssima em vitamina E, que regula os hormônios sexuais tanto no homem como na mulher. Nas mulheres, o amido resistente evita o estoque das células gordurosas. Ou seja, o peso despenca.


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Câncer de esôfago tem

incidência em países ocid

O câncer esofágico é um tumor maligno do esôfago, o tubo muscular que movimenta o alimento da boca para o estômago

S

e você é de um país ocidental, há uma chance de 10-20% que você sofra de sintomas clássicos de refluxo gastroesofágico: azia crônica e/ou regurgitação. E mesmo sem apresentar esses sintomas clássicos, você ainda pode ter ácido voltando do estômago para o esôfago, uma condição chamada de Doença do Refluxo Gastro-Esofágico (DRGE). Ao longo da última década, as pesquisas vêm mostrando que o refluxo ácido pode causar sintomas atípicos, como tosse, rouquidão, dor de garganta, asma e até mesmo a sinusite crônica. A DRGE também pode causar dor no peito, especialmente se o ácido faz com que o músculo do esôfago entre em espasmo. “Durante anos, observamos pacientes que sofreram por muito tempo com os sintomas atípicos da DRGE melhorarem com o tratamento. Embora geralmente sejam prescritos medicamentos para a redução do ácido estomacal, procuramos evitar uma abordagem que se baseia exclusivamente em ‘uma vida melhor por meio da química’, pois esses medicamentos podem causar outros problemas de saúde”, explica o médico gastroenterologista Silvio Gabor. O especialista ressalta que, na verdade, o ideal é tratar os sintomas com ajustes de estilo de vida por si só, quando possível. Tabagismo e obesidade, fatores que aumentam o refluxo ácido precisam ser tratados também. “Recomendamos aos pacientes a limitação de álcool, cafeína, chocolate, menta e alimentos gordurosos. Sugerimos a criação de um diário alimentar para tentar identificar ‘os culpados’, tais como produtos à base de tomate ou

de certos alimentos picantes. Se os sintomas desaparecerem, então eles podem tentar reintroduzir as coisas que mais sentem falta posteriormente. Elevar a cabeceira da cama, por vezes, também pode ajudar”, afirma Gabor. Riscos A consequência mais grave do refluxo ácido crônico é o câncer de esôfago. Cerca de 10% dos pacientes com refluxo presente há muito tempo desenvolvem alterações no esôfago que aumentam o risco de desenvolvimento de adenocarcinoma, um câncer mortal com uma taxa de sobrevida de cinco anos, ao redor de 15%. “Com o tempo, as células da camada interna do esôfago sofrem modificações na sua forma. Essa condição é chamada de Esôfago de Barrett, uma doença considerada pré-maligna. Felizmente, apenas 1 em cada 200 pacientes com esôfago de Barrett desenvolve câncer a cada ano. E nos últimos anos, um tratamento chamado de ablação por radiofrequência tem se mostrado extremamente eficaz no tratamento do Esôfago de Barrett, diminuindo sua possibilidade de se transformar em câncer”, explica o médico. Estima-se que cerca de 15 mil norte-americanos irão morrer de câncer de esôfago neste ano. No Brasil, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), no ano de 2014, esperam-se 8.010 casos novos de câncer de esôfago em homens e 2.770 em mulheres. Esses valores correspondem a um risco estimado de 8,18 casos novos a cada 100 mil homens e 2,70 a cada 100 mil mulheres.

Consumo de bebeidas álcoolicas e a má alimentação são alguns dos fatores que influenciam para o aparecimento da doença


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maior

entais

O uso contínuo de cigarro é outro fator de risco para o surgimento do câncer de esôfago, sobretudo, entre os homens

Histórico Até 50 anos atrás, mais de 95% dos casos de câncer de esôfago eram causados por “células escamosas”. O carcinoma epidermoide escamoso é causado pelo tabagismo e pelo uso de álcool em excesso. Como o tabagismo tem diminuído, a incidência de carcinoma de células escamosas caiu também. Mas, por razões que não são claras, a adenocarcinoma do esôfago, o tipo relacionado ao refluxo ácido (e ao tabagismo) tem aumentado dramaticamente ao longo dos últimos 40 anos e já responde por cerca de metade dos casos de câncer de esôfago. De 1975 a

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2001, houve um aumento de 600% dos casos de adenocarcinoma de esôfago nos Estados Unidos. O Inca também apresenta registros de aumento nessa modalidade de câncer de esôfago. A epidemia de obesidade pode muito bem estar desempenhando um papel relevante no aumento do número de adultos com refluxo ácido. “Os gastroenterologistas podem diagnosticar o refluxo ácido deslizando um instrumento fino e flexível - o endoscópio - através da boca e do esôfago. Durante a endoscopia digestiva alta, os pacientes geralmente são sedados e não há

nenhum problema de respiração porque o endoscópio não obstrui o tubo de respiração, a traqueia. As biópsias podem ser tomadas a partir da última parte do esôfago para procurar evidências microscópicas de Barrett e inflamação (esofagite) causada pelo refluxo ácido”, explica Silvio Gabor. Segundo o médico, atualmente, existe uma controvérsia sobre se a endoscopia deve procurar evidências de Esôfago de Barrett porque apenas uma fração dos milhões de pacientes com refluxo crônico vai desenvolver Barrett. E muitos pacientes com Barrett não apre-

sentam nenhum sintoma. Em um estudo realizado na Suécia, 1,6% da população tinha Barrett, mas apenas cerca de 40% tinham azia. E apenas cerca de metade dos casos de adenocarcinoma de esôfago estão relacionados ao refluxo. O Colégio Americano de Gastroenterologia recomenda a triagem de toda a população, mas diz que o exame pode ser mais apropriado para certas populações em maior risco, como caucasianos do sexo masculino com mais de 50 anos e com azia de longa data.

Segundo o Consenso Brasileiro da Doença do Refluxo Gastroesofágico, em relação à realização de biópsia de esôfago, tal procedimento pode ser indicado nos casos de: • Pacientes com úlcera e/ou estenose; • Reepitelização com mucosa colunar, circunferencial ou não, de extensão igual ou maior que 2 centímetros, acima do limite das pregas gástricas, na qual o diagnóstico endoscópico deve ser enunciado como “sugestivo de Esôfago de Barrett”; • Reepitelização com mucosa colunar de extensão inferior a 2 centímetros. O diagnóstico endoscópico deve ser enunciado como “sugestivo de epitelização colunar do esôfago distal”.


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Sono naturalmente muda com o envelhecimento D

ormir é um ato vital para o ser humano. Por meio do sono, o corpo renova as energias, regula o metabolismo, realiza a troca e a regeneração celular e libera hormônios essenciais para a manutenção da saúde do corpo e da mente, principalmente nas fases mais profundas do sono como, por exemplo, o Hormônio do Crescimento (GH), e a serotonina, responsável pela sensação de prazer. Mas, assim como outras características do corpo, o sono também tende a mudar conforme o indivíduo vai envelhecendo. A vontade de dormir tende a chegar mais cedo, a duração do sono diminui e, geralmente, acorda-se com mais frequência durante a noite, tornando-se motivo de preocupações entre adultos e idosos. Segundo a Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi não há porque se afligir, afinal, a mudança do sono com a idade é normal e faz parte de um desenvolvimento biológico. “Isso acontece porque a melatonina, hormônio responsável pela regularização do sono, tem o seu pico máximo de produção no ser humano aos três anos de idade

e, com o envelhecimento, a sua formação vai diminuindo. Uma pessoa de 60 anos possui a metade de melatonina de um indivíduo com 20 anos”, explica. Já aos 70 anos, os níveis são bem mais baixos, chegando, inclusive, a serem nulos em alguns casos. É por esta razão que a cada fase a quantidade de sono muda. Um recém-nascido, por exemplo, chega a dormir até 18 horas por dia, passando para até 10 horas quando se tornam crianças. Já os adultos, o recomendável é dormir por cerca de 8 horas, enquanto que, os idosos chegam a ter entre 5 e 7 horas de sono por dia. “Essa diferença no sono também é importante para o desenvolvimento de cada fase. Um recém-nascido precisa dormir mais, porque nessas horas também são consolidadas as funções orgânicas fundamentais para o seu pleno desenvolvimento. Já o sono para o adolescente é essencial para o seu crescimento, a sua formação neurológica e a maturação de outros hormônios. Quando envelhecemos, a sua importância não diminui, mas já não se tem a mesma quantidade de horas que antes”, acrescenta Renata.

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Com a idade, a vontade de dormir chega mais cedo, a duração do sono diminui e acorda-se com mais frequência a noite A mudança do sono com a idade é normal e faz parte de um desenvolvimento biológico,que altera com o passar do tempo

Quantidade x qualidade Apesar da apreensão que idosos e adultos podem sentir quando percebem que sua rotina de sono está se alterando, a consultora ressalta que o principal não é a quantidade de horas dormidas, mas sim, a qualidade. “Muitas pessoas acreditam que, porque dormem menos, estão dormindo mal, mas nem sempre uma coisa está relacionada à outra. Algumas pessoas chegam a ter as oito horas diárias de sono que necessitam, mas ainda assim se sentem cansadas quando acordam, mau humoradas ou com dores no corpo”, esclarece.

MALDORMIDA

O estresse do dia a dia, os transtornos da vida moderna e os hábitos inadequados são alguns dos responsáveis pelas noites maldormidas entre jovens e dos adultos jovens, aponta pesquisa Em uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, mais de mil adultos foram entrevistados sobre distúrbios do sono e o cansaço diário. Depois de analisados os dados, os pesquisadores

constataram que o maior número de reclamações era feito por pessoas com idades entre 18 e 24 anos. Já aqueles que tinham 80 anos ou mais foram os que apresentaram menos problemas na hora de dormir. A pesquisa concluiu que os jovens e adultos estão dormindo mal por conta da correria do dia a dia, estresse da vida urbana, transtornos e hábitos inadequados. “Já está mais do que comprovado que problemas de saúde, como a depressão, a falta de rotina e uma vida atribulada são causadores da má qualidade do sono”, destaca Renata.

Há pessoas que dormem oito horas e acordam se sentindo cansadas. Descanso depende de mais qualidade que quantidade


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Hábitos que podem prevenir e combater as varizes Elas são temidas pelas mulheres porque arrasam a estética das pernas e causam dores, mas podem ser evitadas

A

s varizes são um problema muito comum e que atinge até 70% das pessoas com até 70 anos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O principal desencadeador é a predisposição familiar, ou seja, a doença é passada de geração em geração. As mulheres são as maiores vítimas isso porque os hormônios femininos diminuem a força das paredes das veias, deixando os vasos mais fracos. Durante a gravidez, as chances também crescem e aumentam a cada nova gestação. O problema começa a surgir na puberd a d e

MULHERES

O problema ocorre com maior incidência entre as mulheres, tendo em vista que recebem maior carga de hormônios. Sedentarismo e hábitos incorretos tendem a agravar ainda mais as varizes quando as mulheres recebem uma carga maior de hormônios. Mas com o avanço da idade, o colágeno das veias tende a diminuir e por isso as varizes dilatam facilmente. Segundo o cirurgião vascular Fernando Bacalhau, obesidade, sedentarismo e hábitos incorretos podem agravar ainda mais as varizes. “Pessoas que pas-

sam muito tempo em pé ou sentado, cigarro, idade são outros fatores que podem contribuir para a dilatação das veias”, afirma. Vida saudável Os membros inferiores (pés, pernas e coxas) e, dependendo do grau de comprometimento da parede das veias, podem ser de pequeno, médio e/ou de grande calibres. “A melhor maneira de prevenir as varizes é adotar um estilo de vida saudável. Manter uma alimentação balanceada é essencial para evitar a síndrome do intestino preguiçoso – a pessoa passa a fazer força para evacuar o que acaba pressionando as veias nas pernas, aumentando as chances das varizes aparecerem”, ressalta o médico.

Para afastar os problemas com varizes e vasinhos, o cirurgião vascular revela quais são os hábitos que podem prevenir o surgimento das varizes, veja quais são: 1) Faça caminhadas - caminhar é muito benéfico para quem sofre de varizes. Suba escadas, ande pelo escritório e em casa. Evite ficar muito tempo sentado ou em pé para evitar dor e inchaço. 2) De pernas para o ar - depois de um dia todo andando pra lá e pra cá, relaxe as pernas! Adquira aquele velho hábito de elevar as pernas por um período de 20 a 30 minutos. Dessa forma, o sangue pode fluir com mais facilidades para os membros. 3) Mantenha o peso - uma alimentação saudável não altera os ponteiros da balança e ainda ajuda amenizar os sintomas como inchaço das pernas. 4) Cuidado com o salto alto - por causa do salto alto, o sangue pode ficar preso na região da panturrilha pela dificuldade que a posição da “batata” da perna permanece.

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Livre-se desse mal No entanto, o pé reto também exige mais esforço dos músculos para bombearem o sangue de volta ao coração. A dica é usar saltinho pequeno, com um ou dois centímetros, para que a perna fique em posição confortável. 5) Pegue leve na academia levantar muito peso durante os exercícios feitos em academia pode prejudicar o funcionamento da válvula que controla o sangue nos vasos. A consequência pode ser varizes. 6) Mude de posição - não permaneça o dia inteiro na mesma posição. Caso trabalhe somente em uma posição, faça um intervalo e levante e ande, isso irá ajudar a liberar e estimular a circulação sanguínea. 7) Anticoncepcional - se você já tem problemas com as varizes, antes de começar um tratamento com pílula anticoncepcional, consulte um médico e peça maiores explicações. 8) Não fume - o cigarro é prejudicial a sua saúde e combinado com outros hábitos não saudáveis podem ocasionar as varizes.

Livrar-se da síndrome do intestino preguiçoso, que também é responsável pelas varizes, é importante para evitá-las

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Dez minutos de exercícios são suficientes para manter a saúde

Corpo ativo é garantia de mais saúde Uma pesquisa realizada na Universidade de Boston com mais de 2 mil pessoas, entre homens e mulheres, com idade média de 47 anos comprovou que mexer o corpo, nem que seja por apenas 10 minutos, já confere benefícios à saúde, da mesma maneira que sessões de quatro horas de malhação. Detalhe: mais da metade dos entrevistados para o estudo tinha sobrepeso. Os voluntários usaram um aparelho que monitorava todos os movimentos feitos ao longo do dia. Na comparação entre os que se mexiam muito pouco e os que praticavam algum tipo de atividade física, registrouse menor peso, menor índice de massa corporal e níveis mais baixos de colesterol no sangue no segundo grupo. Segundo os cientistas, os exercícios moderados têm mais impacto na saúde cardiovascular das mulheres do que nos homens. E eles apontam que as

atividades não precisam ser feitas necessariamente numa academia. Entram na lista movimentos feitos para fazer faxina, jogar golfe ou mesmo caminhar para chegar a algum lugar ou pegar o ônibus, por exemplo. A descoberta vem contribuir para reduzir os altos índices de sedentarismo e prova que para mexer o corpo e ganhar mais saúde pode-se fazer qualquer coisa, desde subir as escadas a andar até o ponto do ônibus. Se o percurso até a academia pode ser feito a pé ou de bicicleta, pontos adicionais para você. O mal do sedentarismo A tecnologia tem avançando com velocidade impressionante nas últimas décadas e esse avanço permite viver uma vida de conforto, mas com poucas horas dedicadas à prática de atividade física e lazer. Este quadro, quando associado ao estresse e hábitos alimentares

inadequados, provoca uma séria ameaça à saúde, bem-estar e qualidade de vida. Diversos estudos comprovam que a inatividade física é um fator de risco para o aparecimento de uma série de doenças, estando no mesmo nível de fatores como o fumo, obesidade, pressão arterial e colesterol elevados. É inegável que a atividade física está diretamente ligada com a saúde, além de ser comprovado que combate o estresse e proporciona mais bem-estar no dia a dia. Um programa de exercícios voltado para melhora da qualidade de vida não deve se restringir apenas a prática de atividades físicas, mas incentivar a mudança do estilo de vida de seus participantes quanto aos hábitos alimentares. Os benefícios fisiológicos e psicológicos do programa auxiliarão também seus participantes a alcançar um balanço físico e

mental ideal para o desempenho das demais atividades. • As pessoas ativas tem vida mais intensa, apresentam mais vigor, resistem mais as doenças e permanecem em forma. São mais autoconfiantes, menos deprimidas e estressadas. • Uma pessoa ativa, tem tendência a ter o seu peso dentro da faixa normal e mantê-lo com mais facilidade e por mais tempo do que a sedentária.

SERVIÇO SUA MELHOR ACADEMIA Local: Rua Acre, 66, Nossa Senhora das Graças Informações: 3584-0317 e 3584-2115


F8

Saúde

e bem-estar

MANAUS, DOMINGO, 18 DE MAIO DE 2014


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Saúde - 15 de junho de 2014 by Amazonas Em Tempo - Issuu