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Saúde - 12 de outubro de 2014

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Caderno F

Saúde MANAUS, DOMINGO, 12 DE OUTUBRO DE 2014

e bem-estar

saudeebemestar@emtempo.com.br

(92) 3090-1017

Exercícios para todas as idades Saúde e bem-estar F4

Para os diabéticos o futuro é agora Uma nova droga de efeito prolongado contra o diabetes é lançada em São Paulo e traz mais esperança de qualidade de vida para mais de 13 milhões de brasileiros VERA LIMA Equipe EM TEMPO

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uando descobriu que estava com diabetes a primeira reação da cantora Paula Toller foi de absoluta incredulidade. Um misto de supresa, espanto e negação tomaram conta das emoções que dominaram a rotina de Paula pelo menos nos primeiros tempos após o diagnóstico. “Estava bem magra, o que achava ótimo, mas também urinava muito e sentia bastante cansaço. Foi quando o médico pediu uma bateria de exames e veio o resultado que eu não esperava. De início tentei minimizar o fato, achando que não era algo definitivo, demorei a aceitar”, complementa. A revelação foi feita com simplicidade diante de uma seleta plateia que prestigiou o lançamento, na sede da Unifesp, em São Paulo, da nova insulina de ação ultralonga que oferece maior flexibilidade para pacientes com diabetes e traz embutida a promessa de uma vida melhor. Aprovada em fevereiro desse ano pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a Tresiba é a única insulina diária capaz de proporcionar até 42 horas de duração. “Além disso, ela tem vantagens ex-

tras como um perfil de ação plano e estável que reduz em 25% o risco de hipoglicemia noturna em diabéticos do tipo 1 e 43% nos diabéticos tipo 2, quando comparados aos outros tratamentos disponíveis no mercado”, anunciou o doutor Antônio Roberto Chacra, chefe do Centro de Diabetes da Unifesp. A nova medicação representa um avanço para pacientes como Paula Toller, possibilitando expressiva melhora na qualidade de vida. Devido ao efeito ultralongo o paciente não é mais obrigado a fazer suas aplicações sempre na mesma hora do dia e pode ter uma agenda de atividades muito mais flexível. Em depoimento e entrevista, a popular cantora de rock revelou que sua rotina foi modificada após ter tomado conhecimento da doença e que hoje vive em função de horários determinados para tomar a insulina. “Mudei minha vida, minha rotina alimentar, não posso pular refeições e aprendi a contar carboidratos”, diz brincando, mas acrescenta que apesar das mudanças essenciais hoje se sente mais “saudável” – aspas dela – e que sua alimentação mudou para melhor. “O diabetes é uma doença, mas se você se cuidar pode viver quase nor-

mal”, acrescentou. É essa quase normalidade que almejam os pacientes do centro de diabetes, Raimundo Guilherme, 68, e Anselmo Luiz Lopes, 57, ambos sendo acompanhados no tratamento do diabetes após terem passado maus pedaços com a doença quando ainda faziam o tratamento de maneira incorreta. Para eles, a “normalidade” é uma conquista diária que exige esforço e dedicação depois de terem negligenciado a doença durante algum tempo. Anselmo é diabético há 11 anos, toma insulina diariamente, sofre com rinoplastia e hipoglicemia. No caso de Raimundo, diabético há 16 anos, o maior problema é a hipoglicemia. O paciente recebe insulina há oito anos e vê a nova medicação como uma promessa de mais qualidade de vida. Essa esperança toma conta de todos os portadores da doença que vivem com o “alarme” ligado para não esquecer a hora da insulina. “A minha história com o diabetes já dura cinco anos”, diz Paula, que descobriu a doença aos 47 anos e que é filha de pai também diabético, “mas pretendo viver muito mais, não sei se vou alcançar a cura, mas vou seguindo em frente”, explica. Paula Toller vive literalmente

ligada no alarme para tomar a medicação no horário e nos intervalos de shows e gravações, mas se esforça para ter uma vida saudável em outros aspectos. “Faço exercícios, caminhadas, pilates, controlo as refeições e tomo meu remédio na hora certa”, pontua. A nova insulina Desenvolvida pela Novo Nordisk, laboratório líder mundial no tratamento de diabetes e indicada para os tipos 1 e 2, a Tresiba (insulina degludeca) possibilita flexibilizar as aplicações, dando liberdade para os pacientes que antes tinham a rotina pautada pela doença. “A insulina é a substância que mais salvou vidas. Nenhuma medicação, com exceção dos antibióticos, salvou tantas vidas”, declarou o doutor Freddy Eliaschewitz, que explicou em detalhes o funcionamento e as vantagens da nova medicação. “A insulina degludeca é duas vezes mais prolongada que a insulina giargina e o mais importante de tudo é a estabilidade, que garante uma menor variabilidade de glicemia”, salientou, acrescentando que a maior dificuldade do paciente diabético é exatamente a hipoglicemia. “A tresiba é uma nova perspectiva na insulinoterapia”, completou.

O diabetes O diabetes ocorre quando o pâncreas perde a capacidade de produzir insulina ou a produz de forma insuficiente, ou ainda quando há alteração dessa insulina no organismo. Essas alterações na produção ou ação da insulina causam aumento

da glicemia (açúcar no sangue). A insulina é essencial para o bom funcionamento do organismo, já que é um hormônio que age transportando a glicose do sangue (absorvida na alimentação) para dentro da célula, servindo como fonte de energia.

Ela pode ser tipo 1, geralmente diagnosticada ainda na infância ou adolescência, mas pode surgir em outras faixas etárias; ou tipo 2, que ocorre em 90% dos casos e ocorre pela inexistência, insuficiência ou resistência à insulina. O problema é

que cerca de 50% dos portadores de diabetes tipo 2 não sabem de sua condição, justamente pelos poucos sintomas que apresentam no início da doença. * A jornalista viajou a convite da Novo Nordisk


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Saúde

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João Bosco Botelho

DICAS DE SAÚDE

joaoboscobotelho@gmail.com / www.historiadamedicina.med.br

O abstrato na arte rupestre As culturas podem ser compreendidas como processos que interligam o social, a natureza circundante, a História e a genética. Desta forma, não faz sentido pensar as expressões artísticas, na pré-história, como sendo arte primitiva, simples expressões da infância da humanidade ou ainda etapas da evolução humana. Esse pressuposto trouxe a arte rupestre para o confronto social, onde também expressa ligações às necessidades individuais e coletivas. Os nossos ancestrais ao aperfeiçoarem a organização social, mantiveram a busca incessante do significativo da vida e da morte. A crença no renascimento e a formidável fé no poder divino estão contidas no cerne das indagações que continuam afligindo o homem. A presença de fartos alimentos e utensílios enterrados junto ao morto, desde doze mil anos, traduz a esperança que ele continuará vivendo após a morte. A maioria dos corpos pré-históricos foram sepultados obedecendo determinadas regras: a cabeça voltada ao leste, definindo a clara intencionalidade com o curso do nascimento do sol. No abrigo rochoso La Marche, na França, os desenhos rupestres reproduzem temas humanos com mais detalhes. São cinquenta e

sete gravuras de cabeças humanas isoladas e outras tantas menos completas. Nessas figuras, os personagens masculinos são retratados com os cabelos curtos e cuidadosamente arrumados, alguns com barba e outros com bigodes. As mulheres identificadas quase uniformemente pelos quadris largos, menor estatura em relação aos homens. As representações femininas mais conhecidas, desse período, são as “Vênus”: estatuetas de mulheres muito obesas, grandes seios e ancas muito largas. Existem mais de cem encontradas em diferentes lugares da Europa e da Ásia. A Vênus mais conhecida é a de Willendorf, datando em torno de trinta mil anos. As esculturas de mulheres, do Pleistoceno superior e Neolítico, apresentam linhas tão uniformes pressupondo simbolismo do ideal, já que todas, independente do lugar aonde foram encontradas, algumas em sítios arqueológicos distando milhares de quilômetros de outros, possuem as mesmas características físicas e o mesmo tamanho, entre 20 e 30 centímetros de altura: Rassempoy (França), Sireuil (França), Grimaldi (Itália), Willenforf (Áustria), Catal hyuk ( Turquia), Tin-Hin (Síria) e Tylden-Farm ( Zimbabwe). As representações dos animais na arte rupestre parecem estar

relacionadas à sobrevivência coletiva, isto é, a escolha do animal pintado ou esculpido está de acordo com a natureza circundante. Em alguns casos, o urso ou o cavalo; em outras, o bisão ou a rena. O absolutamente extraordinário, expondo a construção do subjetivo ancestral e a escultura em osso, da mulher sem conseguir parir, com intenso edema vulvar, sob uma rena, com mamas túrgidas indicando parto recente. Não é impossível que o artista anônimo desejasse demonstrar a passagem da força do animal à mulher prenha, com o intuito de ajudar o nascimento da criança, no parto que se mostrava difícil. Igual raciocínio pode amparar a interpretação do simbolismo das pinturas neolíticas, do bruxo dançarino de Afvalingskop, na Ásia Central, e a do médico-feiticeiro, da gruta de Trois Frères, nos Pirineus franceses. Ambos, travestidos de animal em movimento de dança, fazendo supor a participação em algum tipo de ritual. Os dois personagens, pintados em lugares muito distantes, há 10.000 anos, assemelham-se muito ao pajé, no Norte dos Estados Unidos. Desse modo, é possível compreender a importância do sistema simbólico, no Paleolítico Superior, baseado nas fases lunares, na construção da subjetividade.

João Bosco Botelho Membro Emérito do Colégio Brasileiro de Cirurgiões

A presença de alimentos e utensílios enterrados junto ao morto, desde doze mil anos, traduz a esperança que ele continuará vivendo”.

Mix de frutas faz grandes milagres pela sua silhueta Além de serem boas fontes de hidratação e possuírem muitas vitaminas e minerais, os sucos de frutas naturais para perder barriga são também ótimas opções para quem quer perder peso e se alimentar corretamente no verão. O ideal é prepará-los com frutas que não são muito calóricas, evitando, por exemplo, abacate, banana e manga. Quem quer perder peso pode utilizar alimentos termogênicos, como gengibre, pimenta vermelha, chá verde e canela, que aceleram o metabolismo e auxiliam o emagrecimento. Pelo fato de um único suco reunir uma mistura de todos esses alimentos que auxiliam na redução de gordura abdominal, há uma potencialização dos efeitos e a pessoa percebe os resultados em poucos dias.

Humberto Figliuolo hfigliuolo@hotmail.com

Intolerância alimentar Os alimentos que fornecem proteínas, vitaminas e outros elementos indispensáveis à vida, podem atuar como sutis agressores do organismo. Uma das mais comuns formas de agressão da comida ao homem, e também uma das mais difíceis de detectar é a intolerância alimentar, um mal de que padecem muitas pessoas. Descoberta por pesquisadores americanos, a intolerância alimentar passou a ser mais bem conhecida em seus mecanismos nos últimos anos. Ela consiste em reações que as pessoas têm a determinados alimentos, que variam para cada indivíduo, e que se traduzem em sintomas como enxaqueca, infecções cutâneas, dores nas articulações, cansaço, sonolência, depressão e irritabilidade. Esses sintomas são provocados também por uma infinidade de outras causas, mas sempre que eles aparecem sem uma relação conhecida de causa e efeito, deve-se pensar na intolerância alimentar antes de acusar o paciente de hipocondria, como afirmam alguns especialistas em nutrição. Ao contrario da alergia, que se manifesta imediatamente após a ingestão de substancia a qual o individuo é sensível e

independe da quantidade ingerida, a intolerância alimentar é uma agressão vagarosa e cotidiana. Além disso, enquanto as manifestações alérgicas são sintomas bem definidas, na intolerância alimentar os sintomas variam conforme a suscetibilidade individual. A explicação mais aceita para a intolerância é a de que ela é causada pela ingestão rotineira do mesmo tipo de alimento. De acordo com essa teoria, o hábito de comer a mesma coisa quase todo dia leva a exaustão o sistema de processamento e absorção da comida pelo organismo. Esse sistema é formado por enzimas que decompõem cada alimento em substancias mais simples, os nutrientes, que são enviados ao sangue. Sem esse processamento, a comida seria altamente toxica para o homem, como uma injeção de suco de laranja na veia. Os alimentos que mais comumente provocam intolerância alimentar são o leite, carne, ovos, trigo, crustáceos, fermento de pão e má notícia para os bons de copo, lêvedo de cerveja. Não é fácil a dieta de quem tem intolerância grave a lactose. Não estamos falando apenas em leite in natura, mas de queijo branco, manteiga,

margarina, requeijão, iogurte, pudim, bolo, creme de leite, leite condensado, biscoito ao leite, pão de leite, pizza de mussarela e a maioria dos adoçantes em pó. Quem sofre de intolerância severa já se habituou a ler atentamente os rótulos dos alimentos nas prateleiras dos supermercados. Medicamentos também podem incluir lactose, por isso, veja a bula. O leite costuma ser chamado de alimento perfeito. Mas, para muita gente isso não é verdade, presumivelmente 40% da população brasileira sofrem algum nível de intolerância a lactose, doença que ocorre por deficiência ou ausência de enzima que quebra o leite. O problema pode ser congênito ou surge com o processo de envelhecimento. O tratamento começa com a eliminação dos alimentos identificados como causadoras do problema. Fica, porém, uma obrigação permanente: manter a rotatividade da dieta. O que se comem hoje seja o que for só será repetido novamente daqui a alguns dias. Variar os alimentos deve ser um hábito para qualquer pessoa. Essa, aliás, é a recomendação que os especialistas recomendam para prevenir a intolerância alimentar.

Humberto Figliuolo farmacêutico

A explicação mais aceita para a intolerância é a de que ela é causada pela ingestão rotineira do mesmo tipo de alimento”.

Você já conhece os benefícios da graviola? Os frutos, em estado verde são usados para combater a disenteria e úteis contra as aſtas das crianças (sapinhos). O óleo essencial extraído das folhas e dos frutos verdes tem cheiro pouco agradável, mas misturado ao óleo de amêndoas ou de amendoim, é indicado em fricções nos casos de nevralgias e reumatismo. Já as folhas contusas e misturadas com azeite quente servem para resolver os furúnculos e abcessos. A casca da raiz é indicada como tinguijante de peixes. Em levantamente etnobotânico realizado pela professora Maria Elisabet van den Berg, no Pará, a graviola foi indicada para o tratamento de diabetes, e como calmante e antiespasmódico.

Expediente Editora Vera Lima weralima@yahoo.com.br

Diagramação Kleuton Silva

Repórter Mellanie Hasimoto

Revisão Dernando Monteiro

www.emtempo.com.br


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Em que casos a cirurgia íntima é mais indicada? N

ão é de hoje que as cirurgias plásticas se tornaram um dos métodos mais procurados por mulheres, tanto para procedimentos de reparação, quanto para os estéticos. Mas a procura por cirurgias plásticas vão muito além das reparações do rosto, abdômen e aumento de seios. Isso porque, atualmente, um dos procedimentos que apresenta uma grande margem de procura é a cirurgia genital, principalmente para diminuir ou aumentar os grandes e pequenos lábios. A preocupação da estética na região íntima sempre existiu, porém, nunca houve tanta procura pelas cirurgias plásticas desta região. Isso se deve também a melhora das técnicas cirúrgicas e, principalmente, pela maior divulgação desses procedimentos. Um exemplo disso é a ninfoplastia, cirurgia plástica que tem por objetivo diminuir os pequenos lábios vaginais, estruturas que têm como principal função direcionar o jato de urina durante a micção e de proteger a vagina. A cirurgia

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Assunto é considerado tabu entre o público feminino, mas gera aumento por interesse nos procedimentos utilizados é feita, principalmente, em casos de incômodo estético ou até mesmo de dor durante a relação sexual. Quando indicado, a cirurgia íntima feminina também pode alterar o tamanho e formato dos grandes lábios. Somente para íntimos “Muitas pacientes me confidenciam que sempre se preocuparam e se sentem desconfortáveis com a estética genital, mas nunca souberam que poderiam melhorá-la e mesmo com um assunto ainda considerado tabu, essa descoberta fez com que a procura por esse método aumentasse na mesma intensidade em que as cirurgias são divulgadas” – revela o cirurgião Dr. Evando Lucena. A boa notícia é que a cirurgia íntima não possui contraindicações absolutas, no entanto, como em qualquer cirurgia, indivíduos com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e insuficiência cardíaca, descontroladas, devem evitar procedimentos cirúrgicos. Para saber mais sobre o Dr. Evando, acesse: http://cirurgiaplasticadrlucena.com.br/

A cirurgia íntima não possui contraindicações absolutas, no entanto, como em qualquer outro caso, é bom consultar um médico


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Equilíbrio, resistên FOTOS: DIEGO JANATÃ

A ordem da vez é não ficar parado. Pode ser caminhada, bike, pilates, natação ou até mesmo, para quem estava sedentário e prefere algo mais light, a hidroginástica, que traz uma série de benefícios ao corpo a despeito da idade

MELLANIE HASIMOTO Equipe EM TEMPO

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azer exercícios é bom em qualquer idade, mas para os idosos a atividade física é mais do que recomendada. Entretanto, alguns fatores restringem os tipos de exercício, como peso e mobilidade, entre outros. Por conta disso, a hidroginástica é a atividade ideal para quem está na melhor idade – além do mais, por ser de baixo impacto, pode ser praticada por muita gente querendo começar a se mexer, mas não sabe por onde. Aliás, não apenas os idosos, mas

pessoas de qualquer idade podem praticá-la. “Tenho alunos de 80 anos!”, celebra a educadora física Mary Jane Aryce Menta, da Jack Academia. Lá, Mary conta, já passaram centenas de pessoas ao longo dos 20 anos em que a piscina está em funcionamento. “Começamos a oferecer primeiro a atividade de hidroginástica, e há 15 anos existe a academia de musculação. Mas a atividade na piscina continua sendo o carro-chefe, porque as pessoas percebem os benefícios de imediato”, completa a professora. A professora Mary Jane

gosta mesmo é de desafios. Ela conta que, com a hidroginástica, os alunos conseguem melhora na qualidade de vida e, dessa forma, muitas doenças são eliminadas. “Não tenho medo de desafios. E é por isso que gosto mais até quando um aluno chega com alguma reclamação, algum problema. Tem gente que passa por diversos fisioterapeutas, mas que continua com dor, e acham na hidroginástica a solução para essas situações”, completa. Isso acontece porque a hidroginástica, de acordo com a especialista, trabalha o equilíbrio, a resistência, a fle-

xibilidade. “O nosso foco é a flexibilidade. Tem gente que perde o hábito de se alongar, e isso é essencial para qualquer atividade física, pois os alongamentos aumentam ou mantêm a flexibilidade dos músculos, preparando-os e ‘aquecendo-os’ antes da atividade física e eliminam a tensão, depois dos exercícios”, explica. Além de fazer bem para o corpo, a hidroginástica também é lúdica. E é por isso que muita gente com depressão e síndrome do pânico opta por essa atividade em paralelo ao tratamento clínico. “Por ser, geralmente, praticada em

grupo, com música agitada e, na maioria das vezes, um instrutor lidera a aula para não lhe deixar parada um só instante, a hidroginástica só traz benefícios”, ressalta Mary Jane. Acidente vascular cerebral, tendinites, dores nas costas, e muitos outros problemas podem ser tratados com a hidro, já que a atividade é um dos exercícios aquáticos mais seguros e equilibrados. “Tem gente que acha que ficar só dentro de casa traz algum benefício, mas não é assim. A gente tem que se mexer, alongar. Aliás, muitos que chegam aqui percebem que o que eles tinham não

era tão grave assim, mas que estavam atrofiados de ficar parados”, conta. Além da prática da hidroginástica, a professora Mary Jane Menta diz que o bem estar é uma combinação de fatores para que as atividades surtam efeito. “A boa alimentação é primordial. E também digo para os meus alunos que evitem o estresse, aquela agonia do dia a dia. Brinco com eles, dizendo que tem que pensar assim: primeiro eu, depois eu e em terceiro eu de novo, mais para a frente é que vem os outros. A gente precisa se cuidar para cuidar dos outros também”, finaliza.


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ncia e flexibilidade Cinco vantagens da hidroginástica 1. Como é realizada na água, praticamente não oferece impacto para os ossos e articulações ou riscos aos que a praticam. 2. É uma atividade aeróbia que ajuda no condicionamento físico, na parte respiratória e cardiovascular. Ou seja, colabora no corpo como um todo.

3. Apesar de ser apreciada por idosos e gestantes, a prática não é exclusiva para eles. Jovens também participam e já existem diversas modalidades que combinam atividades mais como bicicleta, corrida e até mesmo lutas. 4. É recomendada como prática física para determinadas patologias. As

principais indicações são: problemas nos joelhos e coluna. 5. Medo de água também não é desculpa para deixar de praticá-la. Nesses casos, as academias normalmente oferecem um profissional que acompanha essa pessoa mais de perto, até que ela consiga superar o seu receio.

Os exercícios ajudam a ganhar massa e força muscular, além de dar uma boa flexibilidade

Benefícios do alongamento No começo, principalmente se você é sedentário, alongar não é fácil, pois há uma grande dificuldade e dor durante os exercícios. Depois de um tempo, quando você estiver fazendo alongamentos de forma regular, os movimentos se tornarão mais fáceis e gostosos.

- Redução de tensões musculares; - Relaxamento; - Benefícios para a coordenação, pois os movimentos se tornam mais soltos e fáceis; - Aumento do arco de maleabilidade;

- Prevenção de lesões; - Facilita atividades de desgaste, como por exemplo corrida, tênis, natação, ciclismo etc; - Desenvolve a consciência corporal, à medida que a pessoa focaliza a

parte do corpo que esta sendo alongada; - Ativa a circulação; - Ajuda no aquecimento, à medida que eleva a temperatura do corpo; - Ajuda a liberar os movimentos bloqueados por tensões emocionais. Hidroginástica é uma excelente opção para a terceira idade, que ainda curte uma água morna

SERVIÇO ACADEMIA JACK Local: Rua Monteiro Lobato, 8 – Conj Petros, Aleixo (rua do Chateau Motel) Informações: 3644-2495

Os exercícios na água oferecem uma série de vantagens como alongamentos e relaxamento muscular e as crianças também podem se beneficiar


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As dores que mais afetam e prejudicam as mulheres

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Estudo aponta que 75% das mulheres deixam de cumprir obrigações e 58% de fazer algo que gostam quando estão com dor

Números mostram que 75% das mulheres são afetadas pela dor de cabeça e as mais jovens são as que mais a sentem

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s mulheres enfrentam diversos desafios para dar conta de todas as atividades do cotidiano e, muitas vezes, precisam ainda conviver com dores que acometem esse universo tão particular. Para entender o impacto desses males na vida feminina, o Grupo Sanofi encomendou ao Conectaí – empresa do Ibope Inteligência –, uma pesquisa1 em todas as regiões brasileiras. Como resultado, o levantamento indica que 76% das entrevistadas sofrem com a cólica menstrual, sendo que, para aquelas com idade entre 16 e 24 anos, o incômodo é maior, atingindo 84% delas. Já no caso da dor de cabeça, os números mostram que 75% são afetadas pelo mal e, novamente, as mais

jovens são as que mais a sentem, 78%. “As mudanças nos níveis hormonais, decorrentes do ciclo menstrual, geralmente, têm influência nos problemas que elas sentem e, em muitos casos, podem ocorrer ao mesmo tempo, como dores de cabeça, cólica menstrual, enxaqueca e dor nas costas. O ritmo de vida agitado, a alimentação desequilibrada, o sedentarismo e o estresse também podem piorar os sintomas”, explica a Dra. Maria Celeste Osorio Wender, professora de ginecologia e obstetrícia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS e presidente da Sociedade Brasileira de Climatério – Sobrac. A pesquisa também aponta que, para 59%, a cólica menstrual é acompanhada de dor

de cabeça e, para 46% delas, de dor nas costas. Embora concordem que esses dois distúrbios façam parte do universo feminino, 69% consideram que são males que devem ser combatidos. No entanto, 16% acham que é algo com que elas devem conviver normalmente. Ao mesmo tempo, 75% das pesquisadas deixam de cumprir obrigações porque estão sofrendo com a cólica menstrual ou dor de cabeça e 58% abrem mão de algo de que gostam de fazer pelo mesmo motivo. Adicionalmente, a pesquisa constatou que os prejuízos extrapolam o escopo físico. A qualidade de vida tanto profissional como pessoal também pode ficar bastante comprometida. Para a maioria das mulheres, 83%, des-

sas enfermidades afetam o humor, sendo que 42% delas estão frequentemente malhumoradas durante o período menstrual. Apenas 18% conseguem passar por essa

HORMÔNIOS

As mudanças nos níveis hormonais, decorrentes do ciclo menstrual, geralmente, têm influência nos problemas que elas sentem e, em muitos casos, podem ocorrer ao mesmo tempo, como dores de cabeça e cólica fase do mês sem alterações comportamentais. Ainda que essas sejam as principais reclamações do universo feminino, em uma

porcentagem menor, as entrevistadas também indicam sentir mal-estar no estômago, incômodos nas costas, na mama, em áreas tensionais, nas articulações, nas extremidades e nas pernas, além de dores por excesso de atividade física e enxaqueca. “As mulheres devem buscar o equilíbrio e melhorar o bem-estar, deixando de lado as indisposições que podem interferir nessa procura. Mesmo que alguns males façam parte do mundo feminino, as mulheres não devem sofrer desnecessariamente. Atualmente, há diversas opções que podem auxiliá-las nesse sentido. Procurar ajuda de um especialista é o melhor caminho”, explica Dra. Maria Celeste Osório Wender. Intensidade e frequência O estudo revela ainda um

aspecto preocupante para a saúde feminina. Para 66% das entrevistadas, a cólica menstrual é recorrente, mensal, sendo forte ou extremamente forte para 61% delas. Quando se trata de dor de cabeça, o cenário não muda muito: 56% a sentem pelo menos uma vez por semana, sendo forte ou extremamente forte para 49%. Tratamento Quanto à forma de aliviar os incômodos, o estudo informa que 71% das mulheres fazem uso de medicação específica quando sentem cólica menstrual e 73% quando têm dor de cabeça. Em ambos os casos, 86% buscam alívio imediato ao escolher o produto e 54% têm o hábito de carregar o medicamento de preferência consigo.

Personal Fitness Club DIVULGAÇÃO

www.personalfitnessclub.com.br

A dor muscular não deve impedir os treinos normais

Diferencie a dor de lesão da dor muscular Você pegou pesado na academia e agora está sentindo dores em todo o corpo? Pois é, e a vontade é de ficar em casa e esquecer a academia, pelo menos até se sentir mais disposto. Esqueça, segundo alguns estudos, que contrariam aquela velha noção de que não se deve treinar novamente um músculo que ainda está doendo devido a um esforço muscular do treino anterior, você pode sim treinar aquele músculo que ainda está doendo e não precisa ficar com um peso na consciência se vai trazer um problema para seu corpo. As pesquisas apontam que precisamos dar um descanso de 48 a 72 horas para que o músculo possa se recuperar totalmente só assim você poderá voltar a treinar este mesmo músculo,

independente da dor que você esteja sentindo. Por exemplo, é comum que você faça um treino pesado para as pernas e você sentir dor muscular (diferente de lesão) por quase uma semana. Mas se sua programação de treino pede para você treinar 2 vezes por semana a perna, basta você ter descansado de 2 a 3 dias para poder fazer este músculo se exercitar novamente. Este tempo é suficiente para a recuperação do músculo, passando este tempo, você pode continuar treinando independente se estiver sentindo dor ou não. Se você notar, esta dor “do dia seguinte” é diferente da queimação que você sente durante o treino, que é originária do ácido lático e também é diferente

de uma dor de lesão muscular. É importante com tempo você desenvolver a capacidade de diferenciar os diferentes tipos de dores, como a dor que ocorre um dia depois do treino, e a dor de lesões nas articulações e músculos. A dor muscular por mais forte que ela seja, ela não impede você de fazer outras atividades físicas e você consegue executar qualquer movimento com perfeição, diferente das dores de lesões, que causam muito incômodo ao movimentar as áreas afetadas e aparecem algumas horas depois do treino. Desaparece logo A dor do dia seguinte geralmente é mais forte em pessoas que nunca treinaram. E só lembrar da época que você começou a

treinar pela primeira vez e como ficou dolorido na primeira semana. Quanto mais o seu corpo se adapta ao treino, menos dor você sentirá. Se insistir por muito tempo em apenas um tipo de treinamento, você para de ver resultados e a dor desaparece.

SERVIÇO SUA MELHOR ACADEMIA Local: Rua Acre, 66, Nossa Senhora das Graças Informações: 3584-0317 e 3584-2115


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Tratamento da trombose com os anticoagulantes DIVULGAÇÃO

Esse problema acomete uma a cada mil pessoas em todo o mundo, causando a morte de cerca de 1 milhão de pessoas

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aus hábitos no dia a dia podem trazer sérios danos à nossa saúde e comprometer a nossa circulação sanguínea. O hábito de fumar, a obesidade e o sedentarismo são alguns dos fatores que podem contribuir para que ocorra uma coagulação do sangue fora do normal, provocando a trombose. Mais comum do que se imagina, a trombose venosa profunda (TVP), se dá quando um coágulo sanguíneo é formado em uma veia, sendo mais frequente nas pernas. Esse problema acomete uma a cada mil pessoas em todo o mundo, causando a morte de cerca de 1 milhão de pessoas todos os anos, sendo 300 mil nos Estados Unidos e 544 mil na Europa, segundo pesquisas. O médico angiologista Ary Elwing, especialista em cirurgia vascular periférica e tratamento a laser, explica a trombose pode ocorrer também após procedimentos cirúrgicos, durante o tratamento de tumores, histórico familiar de coágulos sanguíneos ou até mesmo por causa de longos

períodos de imobilidade dos membros inferiores, como em viagens longas de avião. Dessa forma, os coágulos se formam quando ocorre uma alteração do fluxo sanguíneo dentro das veias. “Sua incidência é mais comum nas veias grandes na parte inferior das pernas e coxas. Assim, quando o coágulo se forma ele acaba provocando uma barreira no fluxo sanguíneo, causando inchaço, dores e vermelhidão nas pernas”, informa Elwing. Outros fatores de risco • Depois de um cateter de marca-passo ter sido passado por meio da veia na virilha; • Repouso absoluto; • Fraturas na região da pélvis ou nas pernas • Parto nos últimos seis meses • Problemas de insuficiência cardíaca • Glóbulos sanguíneos em excesso sendo produzidos pela medula óssea (policitemia vera), que deixam o sangue mais denso e menos fluído do que o normal; • Se você possui sangue que tem propensão maior de coagu-

lar (hipercoagulabilidade); • Mulheres que fazem uso de estrogênios ou pílulas anticoncepcionais. Dá para prevenir e tratar De acordo com o angiologista, o coágulo pode se desprender e se movimentar pela corrente sanguínea e alcançar os pulmões, no cérebro, no coração ou em outra área, podendo provocar o seu entupimento, uma complicação mais grave que é chamada de embolia. “A embolia pulmonar é uma doença silenciosa que provoca uma barreira na corrente sanguínea e dificulta a oxigenação do organismo, podendo esta causar morte súbita de pacientes”, alerta Ary. Por este motivo, no surgimento de dores nas pernas, inchaço e vermelhidão é imprescindível buscar orientação de um especialista para que o mesmo avalie e indique o melhor tratamento. “O tratamento é realizado por meio de medicamentos de ação anticoagulantes. Eles irão atuar afinando o sangue para evitar que novos coágulos se formem e impedir que os antigos aumentem de tamanho”, esclarece o cirurgião vascular. Para prevenir a formação de

coágulos, veja as dicas do angiologista Ary Elwing: • Realize caminhadas, pois a contração da musculatura da panturrilha acelera o fluxo do sangue nas veias; • Se permanecer um longo período sentado, eleve a ponta dos pés em direção ao tornozelo a cada 30 minutos ou uma hora; • Utilize meias elásticas, pois elas melhoram o fluxo sanguíneo e diminuem a possibilidade de formação de coágulos; • Evite o tabagismo; • Antes de realizar longas viagens, verifique com o médico se é necessário o uso de injeções de heparina para prevenir os coágulos sanguíneos.

Mais comum do que se imagina, a trombose venosa profunda se dá quando um coágulo sanguíneo é formado em uma veia


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MANAUS, DOMINGO, 12 DE OUTUBRO DE 2014

Sapato errado também provoca dores nas costas Q

ue o uso contínuo de salto alto faz mal para a coluna não é novidade. Afinal, o peso do corpo não fica distribuído equilibradamente, o que gera uma sobrecarga na parte frontal dos pés, podendo causar um desgaste das articulações do joelho e prejudicar a angulação da coluna. Mas, você sabia que o uso de sapatos baixo também provocam dores na região lombar? Mesmo sendo famosas pelo conforto e praticidade no dia a dia feminino, as sapatilhas e sandálias rasteiras também têm as suas restrições. “Esses tipos de calçados não amortecem o impacto durante a caminhada, por isso a pessoa pode sofrer um desgaste nas cartilagens”, afirma o fisioterapeuta Dr. Helder Montenegro, especialista em coluna vertebral, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna – ABRColuna. O especialista, que é diretor do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral e criador da técnica reconstrução músculo-articular da coluna vertebral, explica que a fáscia plantar, uma estrutura fibrosa espessa que fica na sola do pé é a que mais sofre. “Esse

tecido pode sofrer com a fascite plantar, uma inflamação neste local que acontece por causa do uso excessivo da faixa de tecido denso da sola do pé, o que pode causar dor e dificuldade para caminhar”, indica Montenegro. Outro problema é que como eles são muito rentes ao chão, o impacto pode gerar consu-

PREJUÍZOS

Sandálias baixas ou sapatilhas são muito rentes ao chão e o impacto pode gerar consumo de cartilagem de quadril, joelho, coluna e tornozelo, porque ocorre uma sobrecarga nessa cartilagem mo de cartilagem de quadril, joelho, coluna e tornozelo, porque ocorre uma sobrecarga nessa cartilagem. “Os pés são responsáveis pelo suporte do peso do corpo e amortecimento de impactos aos demais membros do corpo, inclusive, com a coluna. Sendo assim, se a mulher precisa caminhar um longo trajeto em um sapato baixo, sem o devido amorteci-

mento, com certeza ela sentirá dores na região das costas”, alerta o especialista. Escolhendo o sapato ideal Para evitar incômodos na região lombar ou danos nas articulações e nos joelhos, o ideal é optar por sapatos com saltos até três centímetros. “Se você costuma andar muitas quadras até chegar ao seu trabalho, o ideal é que você utilize um tênis para a caminhada e, ao chegar no trabalho, coloque o sapato para usar na empresa”, sugere Helder acrescentando que é importante variar entre os modelos porque alguns provocam um esforço maior nos pés, como é o caso dos de bico fino que são estreitos na frente e podem provocar calos e joanetes. Outra dica é evitar o uso de sapatos apertados, pois podem causar inchaço nos membros inferiores, além de contribuir para o aparecimento de calosidade nos pés. “No final do dia, realize alongamentos para ativar a circulação sanguínea no local. Além disso, faça massagens nos pés com movimentos circulares de baixo para cima, pois diminui dores e ajuda a desinchar a região”, conclui Montenegro.

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Mesmo sendo famosas pelo conforto e praticidade, as sapatilhas e sandálias rasteiras também têm as suas restrições

A rasteirinha pode ser confortável, mas também não é o sapato mais adequado para o dia a dia


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Saúde - 12 de outubro de 2014 by Amazonas Em Tempo - Issuu