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Saúde - 8 de fevereiro de 2015

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Caderno F

MANAUS, DOMINGO, 8 DE FEVEREIRO DE 2015

DIVULGAÇÃO

Saúde Sa

e bem-estar

saudeebemestar@emtempo.com.br

Para reduzir o inchaço

(92) 3090-1017

Páginas 4 e 5

Vacinar, um gesto de amor Segundo a OMS, o VSR é responsável por cerca de 60 milhões de infecções, com 160 mil mortes anuais em todo o mundo

MELLANIE HASIMOTO Equipe EM TEMPO

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vacinação é uma das maiores conquistas da saúde pública do século passado e a principal contribuição para o controle das doenças transmissíveis e de mortes causadas por elas. As vacinas, de maneira simples, foram criadas para ensinar o sistema imunológico a reconhecer agentes agressores que podem provocar doenças, assim como para ensiná-lo a reagir produzindo anticorpos capazes de combatê-los. E é por conta disso que a Sociedade Brasileira de Imunização recomenda a vacinação para bebês contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), a principal causa de doenças respiratórias e hospitalização de prematuros e crianças com cardiopatia congênita ou displasia broncopulmonar.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o VSR é responsável por cerca de 60 milhões de infecções, com 160 mil mortes anuais em todo o mundo. Em pessoas e crianças com condições normais de saúde, a infecção por VSR pode se apresentar apenas como sintomas de um resfriado forte. Porém, em bebês prematuros, com cardiopatia congênita ou com broncodisplasia pulmonar, pode ser fatal. Hoje, estima-se que 9,2% dos nascimentos no Brasil ocorrem antes do período considerado normal (a partir de 37 semanas) – porcentagem que cresce a cada ano. Os bebês prematuros têm maior risco de serem hospitalizados em decorrência do VSR do que um bebê nascido a termo. “Para os bebês prematuros, a infecção pelo VSR é um problema sério e de saúde pública”, afirma o

médico Renato Kfouri, da Sociedade Brasileira de Imunizações. “De todos os bebês infectados pelo vírus, 30% terão problemas por longo prazo, como crises de chiado repetidas e asma. Os problemas causados pelo vírus sincicial respiratório podem ser prevenidos e é importante que os médicos orientem as famílias sobre isso”. Na Região Norte O VSR é de caráter sazonal e sua circulação pode variar de região para região no país. Dados oficiais do sistema de vigilância epidemiológica para influenza demonstram picos de circulação do VSR entre os meses de janeiro a junho, com maior circulação desse vírus nos meses de abril a maio nas regiões

Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. No Sul, o pico de VSR ocorre mais tardiamente, entre junho e julho. Na Região Norte, o VSR circula especialmente no primeiro semestre, no período de chuva intensa na região, com pico de ocorrência no mês de abril. Para crianças acima de dois anos de idade ou adultos com condições normais de saúde, a infecção por VSR pode ser confundida com um simples resfriado. Mas em crianças prematuras ou portadoras de doenças cardíacas congênitas e displasia broncopulmonar (DBP), o vírus pode dobrar o tempo de hospitalização da criança, ou sua permanência em unidades de tratamento intensivo, devido a problemas respiratórios.


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João Bosco Botelho

DICAS DE SAÚDE

joaoboscobotelho@gmail.com / www.historiadamedicina.med.br

Mumificação, esperança da vida após a morte Não existem registros precisos do início do embalsamamento. No período pré-histórico, as populações sedentárias nas margens do Nilo enterraram os mortos sem preparações na conservação dos corpos. A especial qualidade do terreno desértico, quente e seco, conservou intactos alguns corpos. Não é improvável que essa comprovação, incluindo os corpos exumados muitos anos após o óbito, tenha contribuído no aperfeiçoamento das técnicas do embalsamamento com o objetivo de alcançar melhores resultados. Por outro lado, esse indicativo pode estar relacionado à crença no renascimento após a morte. Restam questões, absolutamente sem respostas, em especial quanto ao processo que consolidou o convencimento coletivo, nos milênios seguintes, entre os egípcios de ser possível renascer após o enterramento ritual dos mortos. Os mais antigos registros de mumificação datam de 3.400 a. C. Trata-se de Hetep-Heres, mãe de Keops e mostram os membros desarticulados antes de terem sido envoltas com as bandagens. Modificações importantes ocorreram nos procedimentos para embalsamar os mortos, no Egito antigo, antes de existir a codificação, elaborada no Novo Império.

A partir dessa época, o trato do cadáver obedecia normas de acordo com a riqueza e a importância social do morto. Em alguns casos, os embalsamamentos duravam sessenta dias: corpo era transportado à casa dos deuses; cérebro liquefeito e retirado através das fossas nasais; evisceração abdominal por meio de incisão no flanco esquerda para a retirada dos órgãos; coração permanecia no lugar; as vísceras recebiam cuidados e eram depositadas em recipientes adequados (canopos); corpo desidratado, lavado com óleos e essências e envolto com tiras de pano. As fontes contidas nos papiros são claras no sentido de não haver correlação entre o extraordinário progresso alcançado na técnica de mumificação e o conhecimento da anatomia humana. Sob a perspectiva atual, considerando o incontável número de múmias, produzidas em mais de dois milênios de história do povo egípcio antigo, seria natural esperar-se um soberbo conhecimento anatômico humano. Mas, não foi isso o que aconteceu. A descrição dos órgãos estava quase sempre identificada com ferimentos abertos pelo trauma da guerra ou eram de animais. Esse fato reforça as suposições no sentido de: mumifi-

cadores não mantiveram relação especial com a Medicina. Os registros também apontam no sentido de que os componentes da teogonia e teofania egípcias, principalmente, o ka, que valorizava o conservação do corpo, na esperança do renascimento, contribuíram para que não fosse atribuída importância ao estudo da anatomia. O modo como os embalsamadores tratavam o corpo morto com o objetivo de mumificá-lo, evitando determinar deformidades, também indica a importância dada à inviolabilidade religiosa do corpo morto, sem relação com o aprendizado. Como não é possível ensinar e aprender sobre o escondido atrás da pele sem esmiuçar os órgãos, apesar do notável avanço na medicina egípcia do Novo Império, a construção teórica para compreender e tratar as doenças se consolidou distante do estudo da anatomia humana. Essa guarda religiosa dos corpos mortos, no politeísmo egípcio, se repetiu nos monoteísmos judaico, islâmico e cristão, punindo com a morte os que ousavam desobedecer, no Ocidente cristianizado, dificultou muito o estudo da anatomia humana. A ruptura dessa ordem impositiva só se consolidou no Renascimento europeu.

João Bosco Botelho Membro Emérito do Colégio Brasileiro de Cirurgiões

Modificações importantes ocorreram nos procedimentos para embalsamar os mortos no Egito antigo”.

Alho negro contribui para alimentação saudável Alguns pratos comuns do dia a dia podem se tornar saudáveis apenas com a adição de alguns ingredientes. O alho negro tem se mostrado um grande coringa para quem quer ganhar em saúde, mas não quer perder em sabor. O processo de fermentação produz um elevado nível de antioxidantes, que dá ao alho negro benefícios ainda mais potente, além da sua capacidade altíssima de diminuir o colesterol ruim. Outra boa notícia é que o alho negro ajuda no processo de perda de gordura. Uma das principais características dele é o aumento da temperatura corporal, estimulando o sistema nervoso, que acelera o metabolismo basal.

Humberto Figliuolo hfigliuolo@hotmail.com

A espera da saúde Resplandece um novo ano, e novas esperanças surgem, mas é nítido o descaso do governo em relação à saúde com o passar dos tempos. As unidades de saúde sentem os problemas físicos e a carência de medicamentos e produtos para a saúde são inevitáveis. Sofrem ainda mais com a baixa qualificação do atendimento por parte dos profissionais desta área. Assim, soa preocupante que, no orçamento da saúde em 2015, os recursos para os investimentos nesses aspectos, por óbvio, são insuficientes mesmo sendo básica a condição para melhora da saúde tanto na capital quanto no interior. A situação de saúde da população apresenta desafios crescentes aos gestores. Um Estado com extrema heterogeneidade estrutural e com uma superpopulação impõe à organização da assistência médico/ hospitalar, problemas complexos para gestão do cuidado ofertado nos serviços de saúde. Todos sabem que a saúde de grande parte da população vai mal. E sabemos também que, quando precisamos dos serviços de saúde, eles não funcionam bem e não oferecem condições adequadas para o seu pleno funcionamento.

E por que os serviços de saúde não funcionam bem? Para citar alguns; pela falta de empenho e dedicação dos profissionais de saúde, pela falta de recursos, equipamentos quebrados ou funcionando mal, faltam medicamentos e produtos para a saúde, funcionários insuficientes e, em sua maioria mal preparados, além dos salários irrisórios. Por tudo isso, o sistema de saúde tem sido extremamente ineficiente, pois desperdiça os poucos recursos com duplicações de ações, centralizando as decisões a nível estadual, o que impede que a autonomia financeira para o município desenvolva os cuidados primários de saúde, entendidos com o primeiro contato dos indivíduos, famílias e comunidades. O SUS propõe uma mudança profunda nesse modo de organizar as ações e serviços de saúde. O principio da integridade se assenta na compreensão de que as pessoas têm o direito de serem atendidas no conjunto de suas necessidades e que os serviços de saúde devem estar organizados de modo a oferecer todas as ações requeridas por essa atenção integral. Dessa forma o SUS deve desenvolver ações sobre o ambiente e sobre os indivíduos destinados à promoção,

prestação e recuperação da saúde, e também a reabilitação. Isto não quer dizer que todas as unidades devem oferecer todos os tipos de ações, mas sim, que cada uma delas deve estar comprometida com esse objetivo e integrada a uma rede de serviços que assegura o acesso, por meio de um sistema de referencia eficiente, que permita a cada unidade encaminhar sua clientela a outros estabelecimentos para os atendimentos que precisar. A concepção de gestão publica do SUS é essencialmente democrático. Nenhum gestor é senhor absoluto da decisão. Ele deve ouvir a população e submeter suas ações ao controle da sociedade. Nenhum gestor, em qualquer nível de governo, pode-se pensar a constituir esses foros, pois estaria desrespeitando a Lei 8.142. Sem qualquer dúvida, de todo o exposto se evidencia que falta mais participação do governo em relação ao maior desempenho financeiro e maior exercício de participação nas ações de saúde. Quanto ao povo organizado é o garantidor, por excelência dos seus direitos e, em especial, do direito à saúde. O caminho é a regionalização?

Humberto Figliuolo farmacêutico

Sabemos também que, quando precisamos dos serviços de saúde, eles não funcionam bem e não oferecem condições”.

Jabuticaba reduz produção de células cancerígenas Gosta de jabuticaba? Então saiba que a fruta possui vitaminas do complexo B e vitamina C, é rica em sais minerais, como o cálcio, fósforo e ferro e ainda possui a antocianina, um antioxidante poderoso que ajuda a combater o envelhecimento. Como é rica em sais minerais e na poderosa antocianina, jabuticaba favorece a eliminação de moléculas instáveis de radicais livres, que são as responsáveis pelo envelhecimento precoce das células e pelo estresse. Um estudo recente realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) comprovou a eficácia da jabuticaba na prevenção e tratamento de algumas enfermidades, como o câncer de próstata e a leucemia.

Expediente Editora Vera Lima weralima@yahoo.com.br Repórter Mellanie Hasimoto

Revisão Dernando Monteiro João Alves Diagramação Adyel Vieira

www.emtempo.com.br


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Fitoterápicos têm seu valor Nutricionista explica como fitoterápicos proporcionam melhor funcionamento dos órgãos. Certos desconfortos, como a má digestão, podem ser aliviados com o uso de fitoterápicos. Conheça as principais ervas para este tipo de problema seiras, que são baseadas apenas no conhecimento popular, os fitoterápicos obedecem às rigorosas normas de aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) da mesma forma que um medicamento tradicional. Além disso, sua prática e eficácia são validadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) desde 1998. Certos desconfortos, como a má di-

gestão, podem ser aliviados com o uso de fitoterápicos. A nutricionista Vanderlí Marchiori explica a função das principais ervas para este tipo de problema. Boldo – Devido às suas propriedades farmacológicas e ao seu princípio ativo - boldina, um alcalóide responsável pelas suas propriedades hepáticas e gastrointestinais -, o boldo é indicado para

diversos males de saúde. A erva contribui para a proteção do fígado e estimula a vesícula biliar. Além disso, ela melhora as funções digestivas, auxilia no tratamento da prisão de ventre e é considerado um diurético. Ruibarbo – O ruibarbo (Rheum palmatum L.), originário de montanhas asiáticas, é uma planta comestível, largamente utilizada como fitoterápico graças às suas

propriedades medicinais cientificamente comprovadas. Ele ajuda na digestão e tem ainda ação laxativa e adstringente. Alivia a azia e o enjoo. Cáscara sagrada - É uma planta originária dos Estados Unidos, mas que, muito bem adaptada no Brasil, pode ser encontrada em todas as regiões do nosso país. A erva tem propriedades digestivas, diuréticas e laxativas. Ela auxilia no combate

a problemas de prisão de ventre facilitando a eliminação das fezes. Portanto, contribui para a finalização do processo digestivo. A nutricionista explica a diferença entre os fitoterápicos e medicamentos sintéticos. “Os medicamentos fitoterápicos são obtidos com emprego exclusivo de matérias-primas ativas vegetais, diferente do que ocorre com os medicamentos sintéticos [feitos a partir da síntese química em laboratório]”.

Existem os medicamentos fitoterápicos, comercializados para todos os casos

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final, quem nunca fez a pergunta sobre o que é fitoterapia? A resposta é simples e animadora. Trata-se de uma ciência que usa, exclusivamente, matérias-primas vegetais para tratamento e prevenção de doenças. Dentro do universo da fitoterapia, existem os medicamentos fitoterápicos, comercializados na maioria das vezes em diferentes formas farmacêuticas, como óleos, cápsulas e extratos concentrados. Diferente das receitas ca-


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Retenção de

líquidos O inchaço, muito comum em climas quentes como o nosso, é o resultado de um acúmulo de fluidos que afeta principalmente as pernas, mãos, pés, tornozelos e barriga, causando grande desconforto

MELLANIE HASIMOTO Equipe EM TEMPO

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ivemos em uma cidade que o clima “maluco” não perdoa: uma hora chuva torrencial, em outra, sol escaldante. E é durante esse calor intenso que muita gente sofre com a retenção de líquidos. A transpiração causada por dias mais quentes é um dos agravantes dos problemas de circulação, principalmente a retenção de líquido. O inchaço, como também é co-

nhecido, é o resultado de um acúmulo de fluidos que afeta principalmente as pernas, mãos, pés, tornozelos e barriga, causando grande desconforto. Isso acontece porque, no calor, acontece a vasodilatação, que é o aumento do volume dos vasos sanguíneos. Esse processo faz com que o corpo acumule mais líquido e necessite de ajuda para eliminar esses excessos. Para identificar a retenção de líquidos, a nutricionista Cintya Bassi ensina. “É preciso prestar atenção nos sinais do seu corpo. Em geral, os membros inferiores, principalmente os tornozelos, são os que demonstram primeiro esta condição, e as consequências são cansaço e fraqueza nas pernas, além das câimbras. Outra maneira simples de notar a retenção é quando percebemos a pressão das meias ou sapatos, e ao retirá-los deixam marcas na pele”, explica a nutricionista Cintya. Para alí-

vio quase imediato, a receita é colocar as pernas para cima! A nutricionista diz, ainda, que existem alimentos que podem causar ou agravar o problema. “Principalmente os que são fontes de sódio. Quando o nível desse mineral no organismo está elevado, alguns mecanismos são ativados com o objetivo de aumentar a quantidade de água e normalizar a situação. Nesse caso, evite alimentos enlatados, congelados, queijos amarelos, embutidos como presuntos, salsichas e demais alimentos industrializados. Até o sal de cozinha deve ser diminuído. Lembrando que bebidas alcoólicas também devem ser evitadas, pois contêm teor de sódio considerável, favorecendo a desidratação e inchaço”, indica. Água: inimiga do inchaço Não adianta, a água continua sendo a inimiga número um da retenção de líquido! Só ela é capaz de proteger da desidratação e regular a temperatura do corpo ao longo do dia, combatendo o tal efeito rebote que faz as pernas, braços, bumbum e até o rosto incharem. Os especialistas indicam que se beba dois litros de água por dia, mas é possível fazer um cálculo individual: o

ideal é beber 35 ml de água para cada quilo. Então, se a pessoa pesa 60 quilos, deve beber 2,1 litro de água por dia. Sucos e água de coco estão liberados, mas é importante prestar atenção à quantidade de calorias. Aliás, existem frutas com poder diurético que possuem em comum uma boa quantidade de nutrientes que facilitam a eliminação de líquidos. “Melancia, melão, abacaxi e a pêra são exemplos. Seus nutrientes, potássio, magnésio, vitaminas do complexo B e água, juntos aumentam o fluxo de urina e ajudam a eliminar toxinas com a renovação de líquidos corporais”, diz a nutricionista Cintya Bassi. Diuréticos só com recomendação médica Sempre tem aquela amiga que indica aquela receitinha certeira, um diurético milagroso. Calma! Não se iluda com os diuréticos, medicamentos que aumentam o volume e o grau do fluxo urinário. Eles podem até ajudar no desinchaço, mas dão a falsa informação ao corpo de que o rim não está funcionando corretamente. “Esse tipo de remédio deve ser usado apenas sob prescrição médica”, explica Cintya. Outra dica da profissional é resistir aos refrigerantes, inclusive as versões “zero”. Isso porque, na hora do desespero (e do calor!), procuramos pela praticidade de nos refrescar com um refrigerante geladinho, que acaba virando praticamente um salva-vidas na hora que o calor aperta. Mas é preciso ter limite, como relata a nutricionista. “O sódio desse tipo de bebida, incluindo as versões ‘zero’, contribuem para o aumento da retenção de líquido. Por isso, o melhor é evitar”, afirma. Evite sal, gorduras e frituras.


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Suco diurético Ingredientes ¼ prato de sobremesa de couve manteiga, higienizada e picada 1 fatia grossa de melão 250 ml de água de coco 1 colher de sopa de hortelã, higienizado e picado ¼ de colher de sopa de suco de limão ¼ de maçã Cubos de gelo Preparo Bata todos os ingredientes no liquidificador, até que a mistura fique homogênea. Acrescente adoçante a gosto e beba em seguida.

Propriedades naturais Diferente dos remédios, que precisam ser receitados por especialistas, algumas frutas têm propriedades naturais e nutrientes necessários para o corpo e que colaboram para a diminuição do inchaço. A nutricionista Cintya Bassi explica as propriedades das frutas diuréticas mais conhecidas. Melancia – Essa fruta é conhecida pelo alto teor de água, o que a torna aliada da hidratação. Além do poder diurético, possui licopeno, uma substância que auxilia na prevenção contra o câncer, especialmente de próstata e mama. Melão – Esta também é uma fruta diurética, que possui ainda propriedades antioxidantes que combatem os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento do corpo. Pelo alto teor de potássio, possui também ação cardioprotetora, ajudando a equilibrar os níveis de pressão arterial e fibras que auxiliam na regulação do intestino, melhorando também o desconforto causado pela constipação. Abacaxi – Rica nos nutrientes que auxiliam no combate à retenção de líquidos, essa fruta ainda é rica em fibras que melhoram o funcionamento intestinal, diminuindo o inchaço abdominal, e possui também uma enzima chamada bromelina, que auxilia na digestão. Pera – Além de auxiliar na elimina-

ção de líquidos do organismo, possui pectina, uma fibra também relacionada ao melhor funcionamento intestinal e que está envolvida no controle glicêmico e do colesterol. Maçã - É uma fruta diurética natural, graças à quantidade de potássio e vitamina B6 e assim como a pera possui pectina. Limão - Também é rico em potássio, fibras, manganês e é conhecido por reforçar o sistema imunológico graças à quantidade de vitamina C.

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A regra é muito simples, se alimentar de três em três horas evitando comer demais depois

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Você faz dieta e não consegue emagrecer? Preste atenção nessas dicas, talvez você esteja cometendo pequenos erros

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urante o processo de emagrecimento você pode cometer alguns deslizes como pular refeições, comer muito rápido ou beliscar em demasia. Cometer esses erros no dia a dia pode fazer com que você ganhe peso ao invés de emagrecer. O nutrólogo André Veinert, listou os principais erros que podem comprometer a sua dieta. Confira: Pular os intervalos da alimentação A regra é muito simples, se alimentar de três em três horas evitando comer demais nas próximas refeições. É recomendado fazer

cinco a seis refeições ao dia com intervalos regulares. Excluir o carboidrato da dieta A maioria das pessoas acredita que cortar carboidrato durante a noite contribui para perda de peso mais rápido. Entretanto, quando você corta o carboidrato o organismo passa a gastar a energia reserva. Além disso, é possível sentir os efeitos da falta do carboidrato, geralmente a pessoa se queixa de cansaço constante, indisposição e dificuldade para dormir. Efeito sanfona Quem faz dietas restritivas pode até conseguir perder peso de for-

ma rápida, porém, ela corre um risco maior de ganhar peso facilmente desencadeando o efeito sanfona. Comer muito rápido Mastigar pouco e consumir os alimentos de forma rápida pode prejudicar a digestão. Além disso, os nutrientes do alimento que são importantes para a saúde não absorvidos pelo organismo. Alimentos saudáveis que engordam Cuidado ao consumir azeites, queijo branco, granola, se forem consumidos em grandes quantidades eles podem contribuir para o ganho de peso.

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A gestação é um período muito especial para a mulher e vem sempre acompanhada de medo, dúvidas e anseios, afinal, nesta fase da vida a futura mamãe vive situações únicas e que jamais serão esquecidas. Até chegar o momento do parto, tudo pode ser novidade, e mesmo diante de tantos conselhos e recomendações, algumas dúvidas acabam sendo inevitáveis. Um dos questionamentos mais comuns das futuras mamães é quanto aos exercícios físicos durante a gestação. A atividade física na gravidez não é só bem-vinda, mas também importantíssima, garante o ginecologista especialista em reprodução humana da Criogênesis Dr. Renato de Oliveira. “O corpo em movimento libera endorfina que traz sensação de bem-estar. Os benefícios da atividade física durante a gestação vão muito além do controle de peso, podendo aliviar tensões, melhorar a circulação sanguínea, o condicionamento cardiorrespiratório e a postura, fortalecer a musculatura abdominal, diminuir as dores lombares, facilitar a recuperação pósparto, além da possibilidade em prevenir o diabetes gestacional ou permitir um controle ade-

quado para quem já o possui”, explica. Vale ressaltar que antes de iniciar qualquer atividade física é preciso realizar uma avaliação médica para que seja obtida a liberação. A prática de exercícios pode ser realizada até o parto, porém é necessário reduzir a intensidade gradualmente. “As mulheres que já praticavam exercícios antes da gestação podem continuar as atividades, porém, sempre com a supervisão de um profissional, que poderá dizer a necessidade de diminuir o ritmo. Para as sedentárias, a hidroginástica e a caminhada são boas alternativas para se iniciar atividade física”, orienta o especialista. Mas será que todas as gestantes podem praticar exercícios? Dr. Renato esclarece: “As atividades físicas não são recomendadas para mulheres que possuem, por exemplo, risco de trabalho de parto prematuro, possuam doenças cardíacas ou pulmonares com importante restrição de movimentação, possuam insuficiência istmo cervical, ou seja, o colo do útero tenha limitações para manter uma gestação ou que possuam sangramento via vaginal ativo. Caso contrário, as gestantes devem ser in-

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Exercícios durante a gestação centivadas para a prática de exercícios”, complementa. Os exercícios indicados na gravidez: Caminhada – recomendase para todas gestantes, pois trata-se de uma atividade simples, que não requer um nível de aptidão elevado. Hidroginástica – Excelente atividade física, principalmente por reduzir os riscos de quedas. Os movimentos da modalidade relaxam e diminuem o estresse, além de melhorarem a circulação. Bicicleta Ergométrica – A melhor forma de pedalar durante a gestação é na bicicleta ergométrica. O ideal é fazer os exercícios em um aparelho com encosto para não sobrecarregar a região lombar e manter o tronco na posição ereta. Alongamento – Se praticado com cuidado e orientação adequada, proporciona maior agilidade e elasticidade ao corpo, ajudando a prevenir lesões. Ioga – A prática favorece a circulação sanguínea, diminuindo inchaços e dormências. Também contribui para o alívio e prevenção de dores nas costas.

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Um dos questionamentos mais comuns das futuras mamães é quanto aos exercícios


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A natureza a seu favor Fibras ajudam a emagrecer, chá de hibisco reduz o inchaço corporal, folhas de amora contribuem para repor os hormônios. Que tal saber um pouco mais?

VERA LIMA Equipe EM TEMPO

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hás que emagrecem, que acabam com a retenção de líquidos e que repõem hormônios. Suplementos alimentares que prometem reduzir a barriga, acabar com a prisão de ventre e os efeitos dramáticos do diabetes e colesterol alto. Quem não quer produtos naturais que não têm conservantes e nem aditivos químicos de espécie alguma e que podem lhe devolver a saúde prejudicada ou manter sua energia e pique lá em cima? A julgar pelo sucesso de vendas da proprietária da Complevida, Graça Santos, que fabrica mais de cinco mil potes por mês dos seus produtos naturais, a mania de saúde é geral e veio para ficar. Fabricante e consumidora de seus produtos, que incluem entre outras coisas, multimisturas, energéticos e complementos alimentares, Graça revela que entre muitos outros benefícios pode ser a porta-voz de sua empresa porque seu maior ganho foi a saúde, que conseguiu recuperar sem medicamentos a não ser os de sua própria fabricação. “Sofria com colesterol alto, intestino preso e tive uma crise fortíssima de depressão e já havia recorrido a inúmeros médicos sem grandes resultados, até que tive uma intuição e decidi fazer uma mistura, que denominei maná mix, foi com ele que recuperei minha saúde e nunca mais sofri nenhum desses problemas”, ressalta a empresária. A linha Complevida é composta por produtos feitos a base de matéria prima regional como castanha do Brasil, gergelim e sementes de girassol, complementados por linhaça e soja. O Complevida, por exemplo, é um alimento natural que age principalmente contra a obesidade, triglicerídos, colesterol,

reumatismo, intestino preso, entre outros. Tem como componentes: gergelim preto, granola, aveia, castanha-do-Brasil, linhaça, extrato de soja, fibra de maracujá, semente de girassol, gérmen de trigo e farinha da berinjela. “As pessoas que querem enagrecer procuram esses produtos porque eles atuam como reguladores do apetite e das funções orgânicas”, explica Graça. Esse é o caso de Beatriz Amorim, 56, que comprou o Seca-Barriga para perder excesso de peso e principalmente gordura localizada na área abdominal. “Me senti melhor com a ingestão do produto que é uma base de fibras que reduz o apetite quando consumido antes das refeições e normalizou o meu intestino logo após a primeira semana”, relatou a cliente. Para reduzir o inchaço corporal, provocado por retenção de líquidos, ela toma, também com a recomendação de Graça Santos, chás de hibisco e de folhas de amora. “Me sinto muito bem com o hibisco e vou continuar tomando, além de tudo, o sabor é agradável e sei que ele faz muito bem ao organismo”, assinala. Os produtos da Complevida são produzidos na incubadora de empresas da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e hoje já são exportados para outros Estados brasileiros. “Meus produtos têm qualidade e posso garantir que não têm aditivos químicos, são 100% naturais e por isso são tão saudáveis”, garante a empresária que já concorreu até a um prêmio nacional de produtos inovadores. Defensora ardorosa das fibras, Graça recomenda a ingestão dos produtos a todas as mulheres que querem conservar a saúde e bem-estar. “As fibras promovem uma espécie de faxina no organismo e ajudam a combater uma série de doenças”, explica.

O que é e para que serve Isoflavona Composto de gérmen de trigo, semente de girassol, linhaça, farinha de aveia, farinha de maracujá, gergelim preto. Auxilia em reposição hormonal; ameniza os sintomas da menopausa. Folha de amora O tratamento com folha de amora é uma infusão natural que ajuda no combate a diabetes, obesidade, problemas urinários, colesterol, pressão alta, pedra nos rins, regulação hormonal, sintomas da menopausa: ressecamento da vagina, irritação, ansiedade, nervosismo, memória. Farinha de berinjela Associada a uma dieta pobre em calorias favorece a queima de gordura. Além disso reduz os níveis de colesterol, melhora o trânsito intestinal, reduz o apetite, Tem ação diurética, auxilia no tratamento de artrite e reumatismo.

A empresária Graça Santos é a principal consumidora de seus produtos naturais

Farinha de soja preta A soja preta pode ser encontrada em grãos e em farinha. Cada 100 gramas do grão contém 40 gramas de proteínas, o que representa 57% das necessidades diárias que uma pessoa saudável tem do nutriente. A farinha de soja preta tira fome, aumenta a disposição, evita doenças, combate a TPM. Farinha de banana Melhora o funcionamento do trânsito intestinal e fornece maior sensação de saciedade. Vale lembrar ainda que o amido resistente retarda a absorção de glicose e de gorduras. Linhaça Rica em Omega 3. Diminui o risco de doenças cardiovasculares como infarto e trombose. Protege contra osteoporose, câncer de mama, diabete, trata a depressão, controla TPM e é excelente antiinflamatório.


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ma noite mal dormida ou passar horas em uma posição ruim contribui para o surgimento de uma dor intensa na região do pescoço conhecida como torcicolo. A dor pode limitar o movimento do pescoço e causar tensão na região cervical que pode se espalhar para a musculatura dorsal. O problema não possui uma causa totalmente esclarecida. Mas, pode estar associada a um traumatismo na coluna cervical ou nos músculos do pescoço. Ou também pode ser consequência de infecções na área da cabeça ou no pescoço como tumores, infecções no sistema nervoso, hipertiroidismo. O torcicolo pode acometer qualquer pessoa de faixas etárias diferentes. Geralmente, ele é mais comum em pessoas entre 30 e 60 anos e que apresentam um histórico familiar. Os sintomas do torcicolo não são difíceis de serem identificados, podemos destacar: dor de cabeça, dor no pescoço,

um ombro mais alto que o outro e rigidez dos músculos do pescoço. No caso congênito, o indivíduo pode sentir inchaço dos músculos do pescoço. Tem tratamento? “Para aliviar a dor e recuperar a amplitude dos movimentos, a primeira medida pode ser medicamentosa. Mas, se você sente dores na região do pescoço com frequência é recomendado buscar tratamentos alternativos.”, explica a massoterapeuta Regina Santos. Entre os métodos indicados para se livrar do problema é a acupuntura. A prática terapêutica é chinesa e criada há mais de dois milênios. O procedimento consiste na estimulação de locais anatômicos sobre os pontos de acupuntura por meio de agulhas. Mas, dependendo do caso o profissional pode utilizar a técnica de acupressão que é feita com os dedos. Após um diagnóstico minucioso, o acupunturista irá aplicar as agulhas. As agulhas permanecem no local entre 30 a 40 minutos e após a sessão o

paciente já pode sentir o alívio e o músculo mais relaxado.

Prevenção - Mantenha uma boa postura no dia a dia; - Se você trabalha com computador procure manter a tela na altura dos olhos evitando uma tensão na região cervical; - Evite dormir de bruços ou no sofá.

A dor pode limitar o movimento do pescoço e causar tensão na região cervical com muito incômodo

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Para aliviar a dor e recuperar os movimentos, a primeira medida pode ser medicamentosa


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