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Saúde - 7 de dezembro de 2014

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Caderno F

MANAUS, DOMINGO, 7 DE DEZEMBRO DE 2014

saudeebemestar@emtempo.com.br

Pág. 4 e 5

(92) 3090-1017

Não consigo dizer

‘NÃO’! VERA LIMA Equipe EM TEMPO

N

ão saber dizer “não” não é uma doença, mas com o passar do tempo pode deixar o indivíduo doente. A declaração é da psicoterapeuta infantil e de adolescentes e neuropsicopedagoga Monica Pessanha. Segundo ela, é fato que algumas pessoas têm grande dificuldade para dizer não a alguém, ainda que isso signifique sacrifício pessoal, mas ela explica que o fato de não se impor não tem necessariamente nenhum fundo relacionado a uma doença. “A não ser que tracemos um perfil psicológico e diagnostiquemos um transtorno que tenha como sintoma a dificuldade de se impor”, completa. Mas, segundo a psicoterapeuta, o fato é que o resultado de tanto ceder pode advir pelo acúmulo de cansaço e estresse causado pelo excesso de

trabalho e desconforto emocional. “É comum ouvir relatos de pessoas se sentindo tristes, irritadas e de mau humor por não conseguirem dizer não”. Mônica complementa dizendo que a questão não está em ajudar os outros a dizer “não”, mas como fazemos isso. “Tudo ao extremo pode levar a um desequilíbrio e o desequilíbrio só faz mal à mente, ao corpo e aos sentimentos, seja de que espécie for”. Mas o que leva uma pessoa a sempre dizer “sim”, mesmo quando a questão é desagradável? Para Mônica Pessanha, a necessidade de agradar é instilada em nós desde a infância, quando aprendemos a sermos “bons” e sempre estarmos dispostos a ajudar. “Em si, esse não é um princípio ruim, já que devemos realmente ajudar as pessoas. Mas, na infância, recebemos a mensagem de que deveríamos agradar e nos submetermos às vontades dos outros”.

Porém, a especialista ressalta que no geral as pessoas dizem “sim” porque elas têm a falsa sensação de que vão diminuir o medo de desagradar, machucar e de não serem aceitas. “Neste último caso, é até mais complicado porque, claramente, há boas razões para entender melhor os efeitos de não ser aceito”.

Uma questão de autoestima De acordo com Mônica Pessanha, um fator que também contribui para esse caso relaciona-se com a culpa, “que é geralmente definida como uma emoção que experimentamos quando agimos contra os nossos próprios valores ou convicções”. Isso, segundo ela, pode trazer mais sofrimento dependendo de como é a autoestima do indivíduo, que por si só também é outro ponto que se relaciona com a dificuldade de dizer “não”. “Autoestima afeta diretamente tudo o que uma pes-

Dizer não a determinados pedidos, em certos momentos, pode ser difícil, mas dizer sempre sim, independente do caso, pode ser muito problemático

soa faz, compromete o trabalho, a vida social e os estudos. Pessoas com autoestima rebaixada se deixam levar pela vontade dos outros, pois a falta de amor-próprio pode demonstrar uma imagem de menosvalia”, assegura. Diante de tudo isso, fica a questão: como enfrentar essa dificuldade? Segundo Mônica, para enfrentar a dificuldade de dizer não é preciso ter consciência. “Consciência de quem você é de verdade, dos valores éticos, que geralmente aprendemos na infância e carregamos para a fase adulta. Ter consciência que as atitudes positivas podem mudar as relações pessoais, isso não significa dizer ‘sim’ o tempo todo, também não quer dizer ‘não’ a todo momento, mas usar o bom senso para definir prioridades pessoais e de ajuda ao próximo”.

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Como lidar com as emoções?


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João Bosco Botelho

DICAS DE SAÚDE

joaoboscobotelho@gmail.com / www.historiadamedicina.med.br

Influência da astrologia na medicina Na Mesopotâmia, nos anos 1700 a.C., existiu forte presença de práticas de adivinhação, descritas nas tábuas de argila, com escrita cuneiforme, e em várias passagens do Antigo Testamento. De modo geral, os adivinhos atuavam em duas vertentes: a astrologia e a hepatoscopia (aspecto do fígado) dos carneiros sacrificados. A astrologia mesopotâmica pretendeu estabelecer a relação entre os movimentos dos astros e as doenças. A aceitação coletiva gerou formidável exército de especialistas capazes de interpretar os movimentos dos astros como sinais de diagnóstico e prognóstico. É possível que a hepatoscopia estivesse atada às primitivas relações pré-históricas com o sangue. O fígado, como o mais sangüíneo dos órgãos, era identificado como o centro da vida. Assim, quem pudesse interpretar as mensagens contidas no fígado dos animais sacrificados, estaria mais próximo de saber onde, quando e como as doenças acometeriam as pessoas. Parece que o mais antigo deus protetor da medicina, na Mesopotâmia, foi representado pela Lua, com o nome de Sin. Essa divindade noturna governava o crescimento das ervas medicinais. Por esse motivo, não poderiam ser expos-

tas aos raios do sol. Entre os mais poderosos deuses do panteão mesopotâmico, protetores dos adivinhos e dos médicos, capazes de provocar doença e garantir a saúde se destacam: Marduk, o grande deus curador; Ninib, filho de Enlil, deus protetor; Nabu, deus das ciências e da arte de curar; Ninchursag, deus ligado a oito divindades, cada uma com poder de curar uma doença específica; Ninurta, deus dos médicos; Gula, mulher de Ninurta; Ningischzida, filho de Ninurta, representado pelas duas serpentes enroladas no bastão; Sachan, a deusa-serpente; Ishtar, a deusa da graça, da fecundação e criadora da libido no homem e na mulher. Além desses deuses e deusas, os demônios responsáveis pela dor e doenças: Nergal, da febre; Ashakku, do pulmão; Tiu, dor de cabeça; Namtaru, da boca, do nariz e das orelhas. Os adivinhos, valorizados e bem pagos, se construíram junto ao convencimento coletivo da capacidade de empurrarem os limites da morte. Por outro lado, a medicina mesopotâmica aderia à astrologia, onde a presença de deuses e demônios era entendida como fator importante à obtenção da cura. Alguns deuses, influenciados pelo movimento dos astros, poderiam se

postar a favor ou contra certa doença, dependendo do ato cometido pelo doente: Marduk e Gula são os principais exemplos. A relação da medicina mesopotâmica com a adivinhação tanto por meio da astrologia quanto pela hepatoscopia está descrita nas tábuas de argila, onde é possível identificar dois tipos de médicos: Ashipu, do diagnóstico quase sempre obtido com a ajuda dos deuses, e Asu, do tratamento com plantas medicinais usadas em determinadas confluências dos astros. Mantendo-se as obrigatórias margens históricas, sem pretender comparar, professores e alunos da Universidade Federal do Amazonas, entre 1982 e 1984, no trabalho de extensão, que eu tive a honra de coordenar, no município do Coari, nas comunidades ao longo do rio Copeá, comprovaram o quanto é forte a relação das pessoas com os astros e a crença coletiva de terem poder de causar doenças mortais. Em uma dessas pequenas comunidades, no alto Copeá, vimos os hansenianos com as imagens de São Lázaro atadas no pescoço e ouvimos a benzedeira explicar porque algumas plantas medicinais não curam: colhidas na má influência da lua ou do sol. E repetiu enfática: só cura quem conhece o céu!

João Bosco Botelho Membro Emérito do Colégio Brasileiro de Cirurgiões

A astrologia mesopotâmica pretendeu estabelecer a relação entre os movimentos dos astros e as doenças”

Amendoim pode ajudar a reduzir casos de Alzheimer O amendoim é um alimento comprovadamente saudável, mas o que muitos não sabem é que sua ingestão moderada pode trazer uma série de benefícios a quem o consome. Ele é rico em fitoesteróis, que possui efeito anticancerígeno e atua no organismo em diferentes frentes: inibe a proliferação celular, estimula a morte de tumores e modifica alguns dos hormônios que levam ao crescimento destes. Além disso, evidências apontam para a redução de casos de Mal de Azheimer e doenças cardiovasculares, e prevenção de Diabetes tipo 2. Os fitoesteróis são um tipo de gordura com estrutura semelhante ao colesterol.

Humberto Figliuolo hfigliuolo@hotmail.com

Sua alimentação sem risco Mitos e verdades sobre como os alimentos interferem (ou não) na piora ou no aparecimento de problemas do aparelho gastrointestinal. A má alimentação, os hábitos comuns à rotina atual e o estresse são cada vez mais comuns entre as pessoas, mas o que muitos não sabem é que essa rotina desordenada pode ocasionar diversos problemas fisiológicos. A má digestão começa pela boca, pela má mastigação, por falta de salivação, e a partir daí as causas são as mais variadas possíveis. Todo mundo conhece alguém que reclama desse problema, queixa frequente entre a população que come em qualquer lugar. Também é muito comum e variável a definição de sensação e sintomas: “Comi um churrasco na rua, mas parece que comi um boi”, diarreia, cólica, dor, vômito, muita gases, sensação de evacuação. Ou ainda estômago estupefato, intestino cheio e às vezes dificuldades para evacuar. Quando a alteração intestinal costuma ser frequente, ela passa a ser relacionada à Síndrome do Intestino Irritável. É uma alteração da mobilidade (movimentação) do tubo digestivo caracterizada clinicamente por anormalidade do hábito intestinal (constipação e/ou diarreia) e dor abdominal, na ausência de doença orgânica demonstrável. Não se

sabe o que dispara a disfunção, podendo ser uma combinação de fatores, incluindo estresse, flutuações hormonais, perturbações bioquímicas e, possivelmente, sensibilidade a certos alimentos, como também a falta de higiene na preparação e na redução da qualidade dos alimentos. O problema pode ser muito simples, ligado momentaneamente à perca de capacidade de absorção intestinal ou à absorção inadequada de algum alimento, provocando diversos transtornos. Uma das causas pode ser intolerância à lactose ou ao glúten. Todo sistema digestivo è muito sensível e sujeito a alterações emocionais. Os problemas mais frequentes do aparelho digestivo, em geral, são os funcionais. Nesse tipo de alteração, o aparelho digestivo é mais sensível aos estímulos e funciona como órgão de choque das emoções ou da agressão alimentar. Um exemplo típico de problemas funcionais é uma pessoa ficar com diarreias quando enfrenta uma situação de estresse. O fator emocional funciona como acelerador do transtorno intestinal. Os problemas funcionais podem comprometer sintomaticamente um ou mais órgãos do aparelho digestivo.

A gastrite é uma queixa muito frequente, mas, muitas vezes, ela pode ser confundida com a dispepsia funcional. Gastrite é um processo inflamatório do estomago provocado por uma bactéria de nome Helicobacter Pylori. Boa parte dos pacientes não tem sintoma, outros sentem mais comumente queimação no estomago e azia. Dispepsia é distúrbio comum a pessoas que apresentam intestino muito mais sensível as agressões do meio externo, emocionais ou alimentares. A dispepsia é uma sensação de peso no estomago após as refeições. A úlcera é uma doença que depende do ácido clorídrico e de uma enzima. O ácido se transforma em pepsina e digere a mucosa local. No entanto, a maior parte das úlceras de esôfago de estômago e de duodeno tem como fator importante a presença da bactéria Helicobater Pylori, que altera a fisiologia normal. Ele passa a produzir mais ácido e, com isso, agride ainda mais a mucosa. Estima-se que no Brasil, de 70 a 80% da população estejam infectadas pela bactéria. A contaminação de mananciais e as más condições de higiene são as maiores causas dessa situação. Somente o médico especializado pode ensinar o tratamento ao seu paciente.

Humberto Figliuolo farmacêutico

A má alimentação, os hábitos comuns à rotina atual e o estresse são cada vez mais comuns entre as pessoas”

Duas taças de vinho por dia ajudam a sua pele Os vinhos, sobretudo os tintos, são ricos em polifenóis, que são potentes antioxidantes, ou seja, “varredores” de radicais livres. São eles os principais responsáveis pela ação anti-idade dos vinhos. Por isso, é fácil entender porque as pessoas com mais de 60 anos que têm o hábito regular de beber até duas taças de vinho durante as refeições envelhecem com melhor qualidade de vida. O colágeno e a elastina são substâncias que dão consistência e elasticidade à pele; a colagenase e a elastase são enzimas que destroem o colágeno e a elastina, respectivamente, fazendo com que a mesma fique menos elástica. Os polifenóis do vinho melhoram a microcirculação e a hidratação.

Expediente Editora Vera Lima weralima@yahoo.com.br

Diagramação Adyel Vieira

Repórter Mellanie Hasimoto

Revisão Gracicleide Drummond e João Alves

www.emtempo.com.br


Saúde

Tratamento das T

lombalgias Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 85% da população mundial apresentará pelo menos uma crise de dor lombar durante a vida, e 70% desses pacientes sofrerão nova crise após um ano

Um dos principais fatores para a dor lombar é a instabilidade segmentar

endo como principal objetivo reduzir recaídas em longo prazo, a Estabilização Segmentar Vertebral (ESV) é um método que consiste no retreinamento do Sistema Muscular por meio de controle motor, para a musculatura estabilizadora da coluna, é o que explica o mestre em engenharia biomédica, Alisson Braz, que realizou neste fim de semana, em Manaus, o treinamento na sede da Bio Cursos sobre a técnica voltada para ortopedia e traumatologia. De acordo com o especialista, a lombalgia é considerada uma das causas de incapacidade temporária ou definitiva do trabalho. “Um dos principais fatores para a dor lombar é a instabilidade segmentar, e para manter a estabilidade é necessário a integração de três subsistemas: coluna vertebral (passivo), músculos da coluna vertebral (ativo) e controle neural” explica e acrescenta que o programa de exercício de estabilização segmentar vertebral promove contração da muscula-

tura profunda (músculo multifídio lombar e transverso do abdômen) atuam diretamente no alívio da dor e comparados com tratamentos tradicionais apresentam menores índices de recidivas. Braz salienta que a técnica fortalece a musculatura profunda, que ajuda a dar estabilidade e boa postura, trazendo ao paciente a própria redução ou resolução da dor. “Para bons resultados relacionados à dor, em uma sessão já podemos observar a eficácia. No entanto, nos casos voltados à postura e à prevenção temos resultados positivos gradativos, dependendo do caso de cada um, sendo que o paciente melhora semanalmente, até que ele consiga absorver para si a maneira correta de padrão de contração muscular para

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executar as suas atividades de vida diária (AVDs) e atividades físicas, passando para um momento posterior apenas de correções e manutenção”, explica. Outro benefício para o uso da técnica, segundo Braz, é que não existe limitação para quais tipos de pacientes. “É possível trabalhar com idosos e crianças, mulheres e homens, gestantes e pós-parto, sedentários ou atletas, pacientes ortopédicos ou neurológicos. Enfim, para se trabalhar com esse método, basta ter um olhar clínico voltado para as necessidades e possibilidades”, empolga-se. Há 3 anos, a funcionária pública Jaqueline Macedo, 38, sofre com fortes dores na lombar e há dois meses faz exercícios de segmentação para atenuar o problema. “Abandonei os remédios pelos os exercícios de segmentação e isso possibilitou uma mudança de vida na minha rotina de trabalho. As dores são menos frequentes e aos poucos estou conseguindo avançar no fortalecimento da minha coluna vertebral”, salienta e adianta que a atividade exige persistência e os resultados são imediatos.

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s a d o l u c í e v O s a d a m o s a e responsáveis os m so os m es m s nó e Entender qu s e assumir a õe aç e s to en im nt se os por noss rio, é ciência té is m é o nã e ad lid bi sa respon

ssário desenações cotidianas é nece s os veículos do volver igualmente to ipalmente o inc de manifestação, pr o corpo das e o tic o energé rp s co õe o oç ss no em as ar rm fo omo trans er a sentir menias. “Devemos aprend próprias desequilibradas em senti ão ide as ss no lhar as ba tra aç a rel e a al Qu ? ros tos madu ergias mais ias? ergias, pois com as en pensar e entre emoções e energ l en os uim as, conseg ad cia ibr so uil o eq çã ula nip ma e nos sobrepor Como se dá a al? Quais as raciocinar melhor através do apelo emocion al? Como às emoções. A ideia aqui não é nos ocion mas bases da maturidade em s pessoais insensíveis, mo go ar pe rn sa to de é e qu o e o oções lidar com o apeg nsformar as nossas em enbe tra sa cê sim vo , dia sa e ad sadio? E afetivid o etc) em sentim tras questões (raiva, ódio, paixã o que é isso? Essas e ou e equilibrados”. pela cabeça tos mais elevados fundamuitas vezes nos passam e vivemos se chegar a es ponto é ra Pa rqu po s sta po em busca de res squisa que permite ões contínuas, mental a autope verem um mundo de relaç r como funcionamos de de ten en . as lex mp mos constantes e co ompreender porque fica e “C M. . J. o de da mã ale r to cri es o Como já dizia rque deixamos qu a ilha, e assim chateados ou po mental Simmel, ninguém é um - alguém nos chateie é funda era int te en an rm pe em ais os sendo, estamos processo. Entender qu das o, tã e ss En s. ne nte lha me se os tão por trás ção com os noss e fluidos que mecanismos que es nessa troca de energias dia, como nossas manifestações, se são originaa constituem o nosso dia ntimentos dos nessa vida ou se de repente são se e s õe oç e hoje lidar com as em - herança de vidas passadas qu de e a tei a lex mp co sa tação. que formam es uência na nossa manifes ? infl to en tem am ort mp co o ss e somos terminam o no ia Entender que nós mesmos é qu nc ciê ia og iol nc cie menPara a cons , responsáveis pelos nossos senti ilicê vo , (eu ia nc ciê ns co que estuda a sumir a responsab ções de manei- tos e ações e as nicas self...) e suas manifesta r essas ações. Existem téc se us po se de os da s do to o nd ra ide ra integral, cons ra alcançarmos es o - nós não nos e metodologias pa veículos de manifestaçã nata. Re ico, possuímos objetivo”, afirma resumimos ao corpo fís r exemplo, o outros corpos, como po s emoções), o psicossoma (ou corpo da O autoconhecimento ossoma) e o ecimento corpo das energias (energ ma). ra Renata, esse autoconh Pa lso ta en (m ias um todo corpo das ide o- é fundamental e faz parte de em s da rpo co o é a e a forma “O psicossom co- que envolve emoções, energia do s ha lin s ita mu minam ções, que em ito como elas nos afetam e deter pír es de do na mi no de nhecimento é ento. ta Schmidt, do nosso comportam nifestamos, nos ou alma”, explica Rena ma “Quando nos Projeciologia Instituto Internacional de gundo ela, manifestamos com nossos pensa. Se e Conscienciologia (IIPC) em vigília mentos, sentimentos e energias. Ou to an qu en , mos uma durante o dia en- seja, toda vez que expressa -se am ntr co en s rpo co que penfísica, estes os, ideia, junto expressamos o am ax rel do an qu , ite no mo nos caixados e à s. samos sobre essa ideia, co rpo co s ste de e aix nc se e autoacontece o de ra- sentimos com relação à ela ergia pa o en ôm fen um é e aix Esse desenc mos uma en acontece com maticamente gera não respeita fisiológico normal e que gia er s- relacionada. En po as uc po rém po s, oa aga livretodas as pess o nem espaço. Se prop o. mp en te ôm fen ao to an qu z iados pesuem lucide lhar mente. Então somos influenc ba tra ra pa e, qu ca sta ressalta. Renata de nas las energias 24h por dia”, io íbr uil eq r te e s õe bem as emoç VERA LIMA Equipe EM TEMPO

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hecimento Para Renata Schmidt o autocon todo que um é fundamental e faz parte de rgia envolve emoções e ene


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alheios Respeito aos limites etividade af o a Contaminaçã O caminho para um r ca fi nti ide o tud de você cotes em an está “Precisamos , sadia, segundo ela, sso no é o nã e e saber qu o tro e ou o que é nosso nhecer as limitações do rramentas os pri pró s sso no os fe er e ou seja, conhec tem condições para poder en- se você tro a superar essas pensamentos e energias ias para ajudar o ou erg en e to en am ns pe o -se tranquilo caso tender quando in- limitação e manter e o nd na mi nta co s no eira . “Precisamos dos outros estão s”, a pessoa não qu õe taç es nif ma s ssa no ções dos outros. fluenciando as e respeitar as limita qu lta sa res m bé tam miração-disEla explica Renata. Esse é o princípio da ad dá se s ze ve s ita mu l cia so ec pr isa deixar de a manipulação s cordância. Você não mo de “Po al. ion oc em elo rar alguém mesmo por meio do ap ias gostar ou de admi erg en s ssa no m co as m determinadas seduzir as pesso s sem concordar co ssa no o nd po im da na ar ssoa. Precisamos sem precisar fal e atitudes dessa pe tud ati a um é o nã o iss postos a abrir mão energias. Porém s e sempre estar dis mo na mi do o nã s nó Se e especialmente de cosmoética*. ias, de estar certos erg en as pri pró s ssa no s pessoas. Não sigconhecemos smo cobrar as outra me s, nó r po s -la ná mi tenhamos de nos alguém irá do ias. nifica que não erg en as s mo ba rce pe ir de acordo com que nós não os posicionar e de ag ípios e valores, rm se de ia nc rtâ po im Por isso a próprios princ rias energias nossos do de íntimos das nossas próp r com elas mas precisamos respeitar o mo lha ba a. tra irm a af os e aprenderm ir dos outros”, volvidos por ser e ag ela diz que as bases da , para evitar sermos en fim Por a e emocional incluem vid energias sedutoras. ad rid dar matu aju , ra ios pa cíc e er qu ex ca , pli ão ntaç Renata ex nos saudável, alime o eir im er pr en s io mo íbr isa uil ec eq os outros pr nhecimento, autoconheci- autoco assistência. ajudar. “Precisamos de o maioria das gétic e mento, autopesquisa. Na desejo de ,o situações temos, porém emos que ec qu es e s tro mudar os ou e de mudar ad cid pa ca a m ninguém te mos o ninguém. Todos nós te nosso próprio livre ar s mo isa ec bítrio e pr respeitar a decisão dos outros.

SERVIÇO IIPC Rua Michel Fokner, 456 sala 6A (antiga rua 8) Conjunto Shangrilá IV – Parque 10 de Novembro Horário de Atendimento Segunda a sexta: das 18h às 21h30 Sábados: das 14 às 20h Palestras gratuitas: quintas-feiras às 20h

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Depressão de final de ano

Para algumas pessoas ela é praticamente inevitável, mas é bom saber que existem alguns recursos

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inal de ano chegando e, com ele, as festas de Natal e Réveillon. Embora o período seja festivo é comum algumas pessoas se sentirem tristes e melancólicas neste período. Falecimento ou ausência de pessoas queridas, solidão e fracasso de alguma meta

são as principais razões que levam às pessoas à depressão nesta época do ano. Segundo a psicoterapeuta holística Myriam Durante, presidente do Ipom (Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente), o período induz para uma reflexão mais profunda, levando algumas pessoas a pensar no que perderam ou não realizaram durante o ano. “Em vez de pensarem em agradecer e ver o que deu certo, deixam fluir os pensamentos negativos, que vão contaminando a alma”, explica a especialista. Embora não seja fácil, é possível evitar entrar nesse quadro depressivo, de acordo com a psicoterapeuta. “Independente da causa dessa melancolia profunda, o primeiro passo é se propor a

ter um final de ano diferente, enfrentando a situação de frente. Ninguém fica triste porque quer, mas é fato que a pessoa se acostuma a ser triste e muitas vezes se acomoda nessa situação, não buscando uma solução”. Segundo a psicoterapeuta, é possível adotar algumas técnicas de autoconhecimento e treinar alguns bloqueios mentais para não entrar em um quadro depressivo. “Aconselho meus pacientes a não se conformarem com a ideia de um final de ano cheio de tristeza. No entanto, eles precisam desejar encontrar a alegria e fazer as pazes com o Natal e Réveillon. Romper com o passado e adotar uma postura de agradecimento perante a vida é um bom começo”, sugere Myriam.

Tem gente que fica deprimida apenas com a proximidade do Natal e do Ano-Novo

Dicas para lidar com o problema: 1- Treine sua mente para mudar a visão negativa que você tem das festas de final de ano. Cada vez que tiver um pensamento negativo, se obrigue a pensar em dois positivos; 2- Para cada empecilho que surgir na sua cabeça para não participar das festividades, descubra uma solução prática e viável; 3- Use as experiências desagradáveis do passado para aprender com elas e não repetir os mesmos erros; 4- Busque a companhia de pessoas queridas. Evite passar as comemora-

ções sozinho; 5- Se envolva com os preparativos das festas. Tente descobrir coisas que lhe dão prazer, como preparar um doce especial, decorar a mesa, contribuir com donativos para uma creche ou asilo etc.; 6- Lembre-se das pessoa que já não estão mais nesse plano com carinho e não com tristeza; 7- Mesmo com a correria de final de ano não abra mão dos exercícios físicos. Não deixe de se exercitar. O exercício físico atua em neurotransmissores que aumentam a disposição física e mental;

8- Se no balanço geral do ano você achar que não atingiu a meta que tinha se proposto, pense em dois fatores: aquilo de fato era importante para você ou você priorizou coisas mais relevantes? O que faltou para que você chegasse lá? Aprenda com o erro e vá em frente; 9- Considere que você é o principal responsável pela sua felicidade. Não delegue essa responsabilidade a ninguém; 10- Aproveite o clima de confraternização e marque encontros com pessoas que são especiais. Sair, conversar, rir e se divertir são um santo remédio.

Personal Fitness Club Exercícios físicos contra o câncer A prática de atividade física regularmente é benéfica e está associada à prevenção de diferentes doenças como as cardiovasculares, diabetes, hipertensão entre outras tantas. No entanto, pesquisas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) e da Associação Americana do Câncer (ACS – American Cancer Society) mostram que a prática de exercícios também auxilia no tratamento e na prevenção do câncer. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), em parceria com o Fundo Mundial de Pesquisa contra o Câncer (WCRF), concluiu que evitar a obesidade por meio de exercícios físicos e alimentação saudável pode prevenir 19% dos casos de câncer (quando tratamos dos canceres em geral). E, segundo a ACS, os exercícios físicos previnem a incidência do câncer de próstata, por exemplo, em até 40%. “Estamos muito próximos

de concluir o real benefício dos exercícios no tratamento e na prevenção do câncer, principalmente no câncer de próstata”, afirma o doutor Otávio Martucci, oncologista da clínica Oncocamp de Campinas. Doutor Martucci explica que um estudo da Harvard nos Estados Unidos analisou a prática de atividades físicas em 2.686 pacientes e, de acordo com os primeiros resultados, as pessoas que caminhavam mais de quatro horas por semana apresentaram redução de 23% do risco de morte em relação aos que fizeram somente 20 minutos. E, no caso de exercícios mais intensos, a redução pode chegar a 35%. “Durante o tratamento, com a liberação do oncologista claro, o paciente pode e deve praticar atividades. A quimioterapia leva à fadiga e à perda de massa óssea e os exercícios ajudam a melhorar essas con-

dições”, explica Tiago Martinelli, fisioterapeuta e educador físico da Oncocamp. De acordo com Martinelli, a perda de massa magra, o aumento de gordura corporal, a diminuição de força e da densidade mineral óssea são comuns durante o tratamento de câncer, o que aumenta o risco de doenças cardiovasculares e a chamada síndrome metabólica. “Os exercícios auxiliam a minimizar os efeitos colaterais do tratamento de câncer, isso traz uma qualidade de vida melhor para o paciente”, define o fisioterapeuta. Doutor Martucci também salienta que a prática de exercícios é importante para o paciente de câncer durante o tratamento e para a prevenção do câncer, uma vez que a obesidade é um dos fatores de risco, mas a maneira mais eficaz de se prevenir a doença ainda é realizar os exames preventivos regularmente.

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Prática de exercícios físicos é boa para manter a saúde do corpo e da mente em todas as idades

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Mulheres realizam mais exames para detecção da Estudo aponta que as jovens de 25 a 35 anos são as que mais realizam exames para diagnosticar a enfermidade

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omprovadamente as mulheres são muito mais preocupadas com a saúde que os homens e são elas que procuram realizar os exames periódicos para prevenir ou detectar possíveis doenças, entre elas a Aids. O número de mulheres na faixa etária de 25 a 35 anos representa a maioria absoluta, correspondendo a quatro vezes mais que o número de homens. “Isso não significa que as mulheres estejam mais vulneráveis do que os homens a contraírem o vírus. O que ocorre é que as mulheres costumam ter uma rotina mais frequente de consultas médicas, desde a primeira menstruação”, aponta o doutor Alberto Chebabo, infectologista. O levantamento considerou os exames realizados nos anos de 2013 e 2014, este último até o final do mês de outubro. Desde que foi descoberta, na década de 80, a Aids tem sido uma das doenças crônicas mais temidas. Antigamente, o vírus condenava o paciente à morte; hoje, porém, ele já pode ser controlado. O Dia Mundial de Luta Contra a Aids, comemorado no dia 1º de dezembro, levou

Aids

a uma maior reflexão sobre o assunto, para desmistificar os mitos sobre o HIV e incentivar a realização do exame de sorologia para o diagnóstico da doença. “Hoje, só morre de Aids quem descobre tarde demais ou não acompanha a doença adequadamente. Quem faz o diagnóstico precoce e utiliza as medicações adequadamente, tem grande chance de sobrevida semelhante a das pessoas não infectadas”, salienta doutor Chebabo. “O HIV ataca o sistema imunológico, que é responsável por defender o organismo de doenças. Dessa forma, o portador não tem condições de se proteger de infecções”, explica o médico. Os sintomas iniciais podem ser confundidos com mal-estar corriqueiro, desencadeando febre constante, calafrios, dores de cabeça, dores de garganta, dores musculares e aumento de gânglios no pescoço, que surgem de duas a quatro semanas após o indivíduo contrair o vírus. Em alguns casos, não há nenhum sintoma nesta fase. Segundo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado em julho

Desde que foi descoberta, na década de 80, a Aids tem sido uma das doenças mais temidas

deste ano, as mortes relacionadas ao vírus da Aids registraram queda de mais de um terço na última década. Em 2013, 1,5 milhão de pessoas morreram vítimas da Aids no mundo, uma queda de 11,8% em comparação com 2012. No Brasil, no entanto,o número de infecções pelo HIV aumentou 11% entre 2005 e 2013. No ano passado, o país registrou 47% de todos os novos casos

contabilizados na América Latina. As principais formas de transmissão do vírus envolvem as relações sexuais sem proteção e o compartilhamento de agulhas contaminadas.

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A higiene íntima e a escolha da

calcinha É

inegável a quantidade de afazeres que preocupam a mente feminina na atualidade. Com a conquista de sua participação no mercado de trabalho, as mulheres acumulam cada vez mais atividades, ficando com pouco tempo para cuidar de si mesmas. A higiene íntima, contudo, deve ser encarada como item essencial no dia a dia delas que, por meio de cuidados específicos, podem ajudar a evitar problemas ginecológicos recorrentes. Segundo o doutor Paulo Giraldo, ginecologista e obstetra, especialista em higiene íntima, há diversos mitos relacionados à higiene íntima. “O fato é que atitudes simples – como usar o sabonete adequado, higienizar corretamente a região íntima, não usar roupas muito justas e não abafar o local – ajudam a manter equilibrado o pH natural da região íntima por mais tempo, ajudando a prevenir possíveis odores”. E, pensando no tipo de calcinha usada, o médico refor-

ça que, após a lavagem, a roupa íntima deve ser enxaguada exaustivamente para a retirada de resíduos químicos. Também é importante o uso de peças em tecidos não sintéticos, que favoreçam a ventilação local, e, quando possível, dormir sem calcinha ou com roupas largas para aumentar a ventilação da região. “A roupa íntima apertada pode dificultar a chegada de sangue oxigenado na pele da vulva, o que dificulta também a drenagem venosa e linfática”, acrescenta Giraldo. Nesse cenário, o cuidado com a escolha da calcinha é extremamente importante, mas nem sempre é um ponto levado em consideração. Uma pesquisa, sobre hábitos das mulheres ao dormir, demonstrou que 70,8% das entrevistadas prezam o conforto na hora de comprar lingerie, enquanto apenas 18,5% se preocupam com a saúde da região íntima. Além disso, estar atenta à periodicidade de limpeza é essencial. A higienização correta deve ser feita pelo menos uma

vez ao dia em climas mais amenos e de uma a três vezes ao dia em temperaturas mais quentes. O uso dos sabonetes íntimos deve se restringir à higiene da parte externa da região genital. Esses sabonetes não devem ser utilizados para duchas vaginais nem para tratar infecções ou inflamações genitais. Os lenços umedecidos são úteis para a higiene fora de casa. Sua aplicação deve ser suave e o uso não deve ser abusivo, para não remover a camada protetora da pele. Os lenços hipoalérgicos com pH ácido, especiais para a região íntima, são os mais recomendados.

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O cuidado com os dois temas pode evitar transtornos no cotidiano das mulheres, por isso, é bom ficar atenta para pequenos detalhes


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Saúde - 7 de dezembro de 2014 by Amazonas Em Tempo - Issuu