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Saúde - 6 de julho de 2014

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Caderno F

MANAUS, DOMINGO, 6 DE JULHO DE 2014

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uem não se incomoda em conversar com pessoas que tenham mau hálito? É complicado falar para o amigo que sua boca está com um cheiro não muito agradável. A halitose pode ocorrer por vários motivos, dentre eles a má escovação, ficar de jejum por um longo período, por problemas de gengivite ou até mesmo pela presença de cáries. “É um problema silencioso, apesar do trocadilho. Em alguns casos a presença da halitose pode ser decorrente a fatores do dia a dia, isto é, não precisa ter ligação com um problema bucal e sim com hábitos. Caso o paciente siga as recomendações e o problema ainda ocorrer é essencial que ele busque por um profissional”, diz o dentista Rogério Penna, especialista em periodontia e implantodontia, para se evitar a presença de mau hálito é preciso seguir algumas dicas.

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Cuidados Para combater o mau hálito é preciso limpar a língua sempre, pois ela produz uma camada branca na superfície, chamada de saburra lingual. É o acúmulo de resíduos e células mortas que geram gases e isso faz com que o mau hálito esteja presente. “Nesses casos é fundamental a utilização de um limpador de língua. Ele remove até 90% da saburra, o paciente deve colocá-lo até o fim da língua e arrastá-lo até a ponta, fazendo movimentos por pelo menos 10 vezes e sem muita força. Cuidado para não colocar muito próximo da garganta, pois podem ocorrer vômitos espontâneos”, explica Penna. Uma alimentação correta é essencial para combater o mau hálito. Ficar em jejum por muitas horas do dia, não faz bem para seu corpo. “Nosso organismo precisa funcionar corretamente, é como colocar gasolina no carro para fazer ele se locomover, assim é nosso corpo. É preciso se alimentar por pelo menos de três em três horas, ficar sem ingerir algum alimento causa no organismo uma liberação de ácidos graxos, que causam a halitose. Coma frutas, uma boa dica é a maçã, ela ajuda na limpar da garganta, facilitando o trabalho das cordas vocais”, ressalta. Dentes saudáveis Algumas pessoas seguem à risca que é precis o

(92) 3090-1017

escovar os dentes apenas três vezes ao dia. Engana-se quem pensa assim, é preciso lembrar que não fazemos apenas três refeições ao dia, mas caso não tenha tempo de escovar os dentes sempre após que de ingerir algo, faça com que essas vezes sejam bem feitas. “Coloque uma quantidade de pasta de dente na sua escova de acordo com o tamanho de um caroço de feijão. Com movimentos curtos e circulares comece escovando a parte da frente, da gengiva à ponta dos dentes, logo escove a face interna e, por último, a parte responsável pela mastigação. Não faça movimentos rápidos, você pode sem querer escorregar a ponta de cima da escova na sua gengiva, o que pode ocasionar em um ferimento superficial e logo esse pode virar uma aſta”, disse. O uso do fio dental também é essencial para prevenir doenças bucais, porém a utilização deve ser com mãos leves para não machucar sua gengiva. “É preciso alertar que o fio dental deve ser utilizado antes e após a escovação. Ele é fundamental para prevenir a gengivite. Como movimentos para cima e para baixo na base de cada dente e entre a linha de junção do dente com a gengiva, faça os movimentos leves e por pelo menos nas três vezes que escovam os dentes. Aconselho que se você não for escovar os dentes após uma refeição, faça o uso do fio

Mau hálito:

o inimigo da saúde bucal Algumas pessoas preferem chupar balas para manter um bom hálito, mas sem a higiene adequada, essa prática pode não ter efeito algum

Educação musical para crianças Saúde e bem-estar F4

dental ou como uma maçã, ela ajuda na limpeza da boca”, alerta o dentista. Acompanhamento Além das dicas a melhor prevenção é o acompanhamento de um especialista. Algumas vezes achamos que nossa boca está saudável, e que nossa higienização está perfeita. Caso ache que esteja com mau hálito, faça uma avaliação com seu dentista, evite que alguém fale do seu problema ou que converse longe. “Visitar regularmente um dentista para que ele possa analisar sua saúde bucal é o ideal. Faça isso por pelo menos a cada seis meses, sentindo necessidade, não espere, pois o problema pode se estender e prejudicar os dentes ou até mesmo causar uma bactéria no seu estômago”, diz o especialista.


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João Bosco Botelho

DICAS DE SAÚDE

joaoboscobotelho@gmail.com

Relações da medicina com ideias e crenças religiosas Fica impossível separar a história da medicina do conjunto dos saberes, desde os tempos mais distantes, das crenças e ideias religiosas que englobam as concepções míticas em torno da cura ou, na maior parte das vezes, somente a esperança de cura, como o permanente fio condutor para vencer a dor e empurrar os limites da vida. Sob essa perspectiva as técnicas da medicina compõem instrumentos também para desvendar os efeitos pessoais e coletivos causados pela dor ou, simplesmente, pela ameaça dolorosa. Assim, os recursos e as variantes simbólicas para enfrentar a dor e buscar o prazer, em qualquer cultura-linguagem, tanto no espaço sagrado quanto no profano das relações sociais, também compõem a história da medicina De igual modo, não há como separar a contínua e ancestral luta contra a dor presente nas ideias e crenças religiosas, já que em determinados momentos, não se sabe onde começa a medicina e terminam as religiões. Em última análise, essa condição ontogenética da luta contra a dor e a permanente busca do prazer possibilitou a sobrevivência e a reprodução da espécie humana, compondo a organização social prevalente no planeta. A saúde significa não dor e o

contrário também é verdadeiro: a doença está associada à dor ou à ameaça dolorosa e à morte prematura. Logo, o normal pode ser compreendido como um parâmetro da saúde onde o indivíduo vive sem dor ou sem a ameaça dolorosa e, assim, estaria livre a morte prematura. Essa sensação de segurança pessoal e coletiva contra à morte inevitável constitui um dos principais alicerces da organização social. As linguagens-culturas têm sido os principais instrumentos para consolidar essa característica comportamental humana. A linguagem, em si mesma, foi estruturada para dar realidade à expressão da dor e do prazer, respectivamente, concretizando a compreensão da doença e do normal. É por meio da linguagem que o normal e a doença se expõem pessoal e coletivamente. Por essas razões, os instrumentos biológicos da linguagem interagem e codificam a cooperação, a territorialidade e a sexualidade para vencer a dor e empurrar os limites da vida. A doença, sempre real para quem a sente, é verbalizado em torno da dor ou do medo da morte. A eliminação da dor e a substituição pelo prazer, interligando a cooperação, a sexualidade e a territorialidade, tornaram-se o determinismo genético garantindo a

sobrevivência da espécie. O reducionismo cientificista tem projetado a medicina, aquela oriunda das antigas escolas médicas, como a única responsável por esse processo de luta contra a dor. Contudo, repetindo, em muitos momentos, não é possível distinguir onde começa essa medicina e os conhecimentos historicamente acumulados e terminam as idéias e crenças religiosas. Os historiadores que desvendam os períodos ágrafos se esforçam para elaborar estruturas teóricas capazes de explicar como os nossos antepassados distantes entendiam e modelavam a saúde e a doença, a vida e a morte, de modo semelhante, durante os milhares de anos que antecederam o aparecimento da escrita. Muitos aspectos dessa construção estão contidos nos estudos dos fósseis, por meio da paleopatologia e os recursos da arqueologia, e constituem alternativas capazes de oferecer aspectos importantes para continuar elucidando as incontáveis dúvidas de como a espécie se relacionou com a dor e a morte: pinturas rupestres, vestígios do uso do fogo nas paredes das cavernas, as sepulturas rituais, os fragmentos ósseos pintados com ocra vermelha, ferramentas e utensílios de caça e pesca e vestígios fósseis da ação do homem sobre o homem.

João Bosco Botelho Doutor Honoris Causa na França

Técnicas da medicina compõem instrumentos também para desvendar os efeitos pessoais e coletivos causados pela dor”

Excesso de proteína é prejudicial à saúde Comer muito queijo e carne na meia-idade pode ser tão prejudicial quanto fumar, de acordo com uma nova pesquisa. O estudo, realizado com milhares de homens e mulheres com 50 anos ou mais, descobriu que aqueles que consumiam grandes quantidades de proteína animal apresentavam duas vezes mais riscos de morte prematura, do que os que ingeriam quantidades menores. Os integrantes do primeiro grupo também mostraram quatro vezes mais chances de se tornarem vítima fatais do câncer, cenário equivalente ao dos fumantes. As carnes brancas – peixe e frango – parecem ser muito mais saudáveis que a vermelha, segundo a pesquisa.

Humberto Figliuolo hfigliuolo@hotmail.com

Atenção básica à saúde Uma visão retrospectiva de assistência para a saúde nas últimas décadas mostra que determinados termos foram adquirindo prestígio para a seguir, serem substituídos por outros. Evidências deste fato podem ser demonstradas por meio de alguns termos largamente utilizados e depois mudados como: Posto de Saúde, Centro de Saúde, hoje UBS (Unidade Básica de Saúde), cuidados primários de saúde e, no momento, atenção básica, tendo em vista as transformações ocorridas nos sistemas sociais e de saúde. Uma das características mais relevantes da atenção básica à saúde é a de servir como primeiro ponto de contato entre os usuários e a rede assistencial. Sendo a porta de entrada usual, universalizando a saúde. Mas, as críticas se justificam porque não proporciona atendimento a toda a população. Temos um déficit de Unidades Básicas, quando o mínimo razoável seria uma UBS para cada 15 mil habitantes. Compreende-se que a máxima extensão de cobertura das ações de saúde será alcançada, quando for possível o município dispor de serviços básicos as necessidades de toda a população e que estejam localizados de forma acessível e que sejam aceitos pela população.

A formação e a utilização de recursos humanos continuem o ponto modal do desenvolvimento dos serviços básicos de saúde contribuindo para o aperfeiçoamento dos recursos que possibilitem a efetiva operacionalização do SUS (Sistema Único de Saúde), proporcionando um elenco de atividades mínimas, divididas em grandes áreas e voltadas para os problemas de saúde de maior prevalência na região, tais como: - Promoção da melhoria nutricional; - Saneamento básico; - Imunização contra as principais doenças infecciosas, prevenção e controle de doenças endêmicas; - Odontologia social; - Educação para a saúde tendo em vista os problemas prevalentes e os métodos para sua prevenção e controle; - Tratamento apropriado de doenças e lesões comuns. Além dessas características, outros altamente desejáveis que são a universalidade, integralidade e a acessibilidade, não só geográfica, no sentido de situar-se espacialmente o mais próximo possível dos locais de moradia e trabalho da clientela. Os perfis organizacionais predominantes apontam a presença de deficiência de estrutura e processo

em relação às diretrizes do SUS. O desenvolvimento de instrumentos de autoavaliação permite que as equipes se apropriem de forma critica, de seu trabalho, e possam elaborar novos arranjos tecnológicos para melhoria de qualidade. No momento, o ponto principal para o município é a consolidação da atenção básica, ou melhor, realizando integralmente a municipalização da saúde que até agora não ocorreu. Para tanto é indispensável uma preparação adequada para melhor organização dos serviços com a eficácia na aplicação dos recursos financeiros oriundos do Ministério da Saúde e do orçamento próprio. É imprescindível a participação da comunidade em todas as etapas do processo assistência por meio de formas organizativas e lideranças formais para melhor observação do que está acontecendo nas unidades de saúde, para que se entenda as reais necessidades da população. É certo que o conceito da atenção básica se inspira nos experimentos realizados em muitos países, mas não existe uma só maneira de desenvolvê-los. Todavia, muito se pode compreender por meio de um intercâmbio de informação sobre experiências presentes e futuras.

Proteínas da carne podem acelerar o envelhecimento Humberto Figliuolo Farmacêutico

“Uma das características mais relevantes da atenção básica à saúde é a de servir como primeiro ponto de contato entre os usuários e a rede assistencial”

Os pesquisadores acreditam que a proteína encontrada na carne, no queijo, nos ovos e em outros produtos de origem animal poderiam “alimentar” tumores e estimular o envelhecimento das células. Por isso, os especialistas recomendam que homens e mulheres com idade entre 50 e 60 anos reduzam o consumo de tais alimentos, substituindo-os por peixes e grãos. A boa notícia é que a restrição não precisa ser seguida para o resto da vida, já que o estudo mostra que a ingestão de proteína é benéfica para quem tem mais de 65 anos. Nesse caso, o ideal seria mesclar um pouco de vermelha e mais da branca.

Expediente Editora Vera Lima weralima@yahoo.com.br

Diagramação Kleuton Silva

Repórter Mellanie Hasimoto

Revisão Dernando Monteiro Gracycleide Drumond

www.emtempo.com.br


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Álcool e ciúme,

dobradinha

perigosa Evidências mostram que o álcool não é um bom indicativo para uma relação onde o ciúme é frequente

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feitos negativos do álcool são amplamente conhecidos e o que não faltam são as tradicionais recomendações sobre beber e dirigir, o que pouca gente ainda não havia percebido é que o álcool tem um efeito desastroso sobre os relacionamentos amorosos. Principalmente se a relação não estiver estabelecida em bases sólidas de confiança recíproca. Os aspectos negativos do ciúme (por exemplo: desconfiança de que o parceiro está interessado em outra pessoa e sentimentos maliciosos, como vingança, rancor ou amargura), estão de fato associados ao beber como “escape” e aos problemas relacionados ao consumo de álcool. O Centro de Informações Sobre Saúde e Álcool – Cisa, organização não governamental que se destaca como uma das principais fontes no país sobre o tema, divulgou um estudo que investiga a relação entre o ciúme e uso inapropriado do álcool, onde foi avaliado os aspectos relacionados ao ciúme que podem contribuir para que o indivíduo se exponha aos riscos pelo uso de bebidas alcoólicas. Evidências científicas mostram que o consumo de álcool é comumente utilizado como uma ferramenta para lidar com situações estressoras. No entanto, o estudo publicado é pioneiro para avaliar este uso inapropriado do álcool relacionado especificamente ao

ciúme. O objetivo da pesquisa foi examinar a associação entre aspectos do ciúme e o beber, e ainda, se o beber como escape, ou seja, para lidar com os problemas, atuaria como um mediador entre o ciúme e os problemas com uso de álcool. Relacionamentos Para tal, 657 calouros de uma faculdade norte-americana com idade média de 20 anos, foram submetidos a uma triagem, uma avaliação preliminar e quatro avaliações de 50 minutos, em intervalos de seis meses. Foram utilizados questionários específicos para cada item analisado (ciúme, consumo de álcool, beber como forma de lidar com problemas de relacionamentos). Os resultados mostram que os aspectos negativos do ciúme estão associados ao beber como “escape”. Em contrapartida, o ciúme também pode revelar aspectos positivos, que podem promover resultados saudáveis ao relacionamento (por exemplo: quando o ciúme é visto como um sinal de preocupação do parceiro ou comprometimento), e não parecem ter relação com o beber como escape nem com problemas relativos ao beber. Conclui-se que o ciúme, especialmente quando os aspectos negativos são predominantes, representa potencial vulnerabilidade para desenvolver uma relação problemática com o uso de álcool.

O álcool pode funcionar como uma válvula de escape para os problemas

Onde não há confiança, qualquer fator, como o álcool, pode gerar brigas

Coisa de Mulher weralima@yahoo.com.br

A culpa é das estrelas Esta semana voltei à tona após a tristeza da semana passada com a perda de uma pessoa jovem, linda e que se foi prematuramente. Deixou uma saudade imensa em quem compartilhou sua doce presença. Mas a vida é assim. Volto dessa vez para falar de amor. O amor imenso, lindo e terno que arrancou e continua arrancando lágrimas de milhares de pessoas que vão ao cinema desprevenidas para ver um filme água com acúcar, que mostra o amor adolescente, o primeiro em duas vidas tão curtas, e acabam se desmanchando em lágrimas com a simplicidade e a meiguice da história. Não sei se as estrelas têm alguma culpa no que acontece

na trama que se desenrola na telona em cerca de duas horas de filme, mas certamente elas servem de teto e de palco para uma história tão doce e ao mesmo tempo tão triste. Esperava ficar triste com o filme porque já tinham me avisado que ele fazia chorar. Mas não esperava chorar o que chorei e que havia muito tempo não chorava com um simples filme. Funguei mais que chorei, admito, mas também se tivesse liberado geral seria uma catástrofe, já que o nariz entupiu e eu fiquei igual um buldogue, respirando pela boca aberta porque o ar não entrava e nem saía pelas narinas congestionadas. Assoar com aquele monte de gente fungando e disfarçando a emoção estava simplesmente

Vera Lima Editora do Saúde

fora de cogitação. Por isso, segurei a emoção, o nó na garganta, e passei metade do filme fungando e secando lágrimas que insistiam em borrar a porcaria do rímel. Deveria ter usado um à prova d’água para não sair do cinema com cara de panda. Mas tudo bem, não fui a única a correr para o banheiro mais próximo para dar aquela aliviada nas vias áereas superiores. O sujeito do meu lado, no cinema, fungava e fingia que estava gripado simulando até uma falsa tosse. Por que homem tem vergonha de admitir que fica emocionado com um filme e chora? Ele estava chorando, eu juro. Mas o filme é lindo e eu recomendo. Não se trata

de nenhuma superprodução como aquelas que os diretores investem mihões e são cheios de efeitos especiais. Acho até que a beleza dele está simplesmente na ausência despretenciosa de parecer um superfilme. O segredo? Fala de amor. Da mais pura, simples e nobre forma de amar. Aquela que ama incondicionalmente, sem esperar nada, nem mesmo que seja eterno porque a morte é um fantasma quase palpável a rondar os protagonistas. Mas é tão lindo ver o amor em sua expressão mais pura que somente a sugestão de que aquele amor possa ter um fim nos enche de melancolia. Talvez porque nesse mundo tão materialista e tão louco

esteja faltando justamente isso: mais amor. E quem é que não quer ser amado? Quem não sonhou um dia encontrar a tal alma gêmea, que mesmo não sendo idêntica nos traga aquela sensação de que finalmente você está com a pessoa certa. Óbvio que nem todos têm essa sorte nesta vida. Algumas pessoas encontram parceiros com quem dividem suas vidas, dores e alegrias para o resto da vida. Outras não. Talvez a culpa seja das estrelas, talvez seja apenas falta de sorte nossa não termos acertado na escolha do parceiro ou parceira ideal. Quem vai saber? O fato é que o amor continua a emocionar e quem não quiser chorar pode ficar em casa e assistir ao Faustão.

Quem não quer ser amado? Quem não sonhou um dia encontrar a tal alma gêmea, que mesmo não sendo idêntica nos traga essa sensação boa?


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Música para crianças:

A educação musical vem sendo apontada por educadores como requisito fundamental para que uma criança desenvolva suas habilidades artísticas

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música é uma arte que encanta pessoas de várias gerações e apresenta opções das mais variadas para se curtir um bom som. Um público que vem crescendo como fãs desse entretenimento são as crianças, especialmente após a proposta da implantação de aulas de música em escolas. A educação musical vem sendo apontada por educadores como requisito fundamental para que uma criança desenvolva não só habilidades artísticas. Há comprovações de que o contato com notas musicais, sonoridades e ritmos colaboram para facilitar o processo de alfabetização, aguçar a sensibilidade, ajudar os tímidos a se comunicar melhor, desenvolver a coordenação motora e promover o trabalho em grupo. A obrigatoriedade do ensino de música nas escolas de educação básica foi aprova-

da no dia 18 de agosto de 2008, como a lei nº 11.769. Em Manaus, no Centro de Ensino Literatus (CEL), são oferecidas aulas de música do ensino infantil até o ensino

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Há comprovações de que o contato com notas musicais, sonoridades e ritmos colaboram para facilitar o processo de alfabetização, aguçar a sensibilidade e até ajudar os tímidos a se comunicarem melhor fundamental 1. O professor de música do CEL, Fabrício Rodrigues, explica que as atividades musicais ajudam as crianças a entender o som de todos os objetos e o mundo que as cerca. Os benefícios deste ensino são ressaltados por Fa-

brício. “As aulas de música ajudam a criança no desenvolvimento psicomotor, na concentração, nos aspectos psicológicos e, principalmente, na sociabilidade. A escola exerce várias atividades voltadas para o auxílio da música no social, como trabalhos em grupo e a formação das ‘bandinhas’”. Desenvolvimento Para o psicólogo do Hapvida, Moisés Vieira, não só a música, mas as artes em gerais ajudam no desenvolvimento neurológico de crianças. “As crianças expostas à música e artes em geral tem um desenvolvimento mais satisfatório. A música também é muito usada para o tratamento da depressão, ataques de pânico e ansiedade, tornando as pessoas mais relaxadas e à vontade para frequentar locais que inicialmente são de difícil perma-

nência, fato comprovado cientificamente”. Sobre a idade ideal para os pais matricularem seus filhos em aulas de música e canto, o professor Fabrício explica os níveis da instrumentalidade para as crianças. “Na questão musical a criança já pode e deve ter esse contato bem cedo, agora na questão dos instrumentos e no desenvolvimento motor podemos destacar que uma criança de 5 anos já pode iniciar com aulas de piano. Para aulas de violão é recomendado o início do aprendizado aos 7 ou 8 anos, para estimular a maturação da mão e dos dedos e a coordenação motora”, destaca Fabrício.


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uma realidade bem-vinda FOTOS: DIVULGAÇÃO

Tecnologia serve como reforço para aprender apren Segundo o psicólogo Moisés Vieira, esse contato das crianças com a música é essencial. “A música estimula o desenvolvimento neuro cognitivo das crianças. Se pegarmos uma criança que foi exposta desde muito cedo à música e contato com instrumentos e formos comparar com uma que não teve esse contato, podemos perceber que aquela que foi acompanhada por música na sua infância tem um desenvolvimento muito melhor”. A ideia de aulas de música nas escolas é uma iniciativa bastante elogiada por pesquisadores que ressaltam que a prática desta modalidade desenvolve a mente humana,

promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio. A tecnologia surge como um reforço para a educação musical. O contato com tablets, notebook e iPods pelo público infantil possibilita o acesso à música no dia a dia das crianças. Para os apaixonados por tablets, o universo musical é bastante amplo com diversos aplicativos de instrumentos que podem ser baixados e utilizados pelas crianças, estimulando cada vez mais o desenvolvimento motor, a concentração e até a memória dos pequenos.

As aulas de música ajudam o desenvolvimento da criança


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Quais as vantagens dos métodos contraceptivos

Mais práticos e muito mais vantajosos para a mulher moderna, os novos métodos estão aí para quem quiser experimentar

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os dias atuais a mulher tem o poder da escolha em relação a diversos assuntos, principalmente aos que se referem à maternidade. Com o acesso aos métodos contraceptivos ela consegue se planejar para uma futura gestação. No entanto, algumas mulheres têm dificuldade em tomar a pílula anticoncepcional que exige um controle regular, já que têm que tomar a pílula todos os dias no mesmo horário. Segundo a ginecologista e obstetra Erica Mantelli, apesar de a pílula anticoncepcional ser muito indicada ela não serve para todas as mulheres. “Algumas mulheres se queixam que sempre se esquecem de tomar a pílula todos os dias ou no mesmo horário e isso pode prejudicar a sua eficácia aumentando as chances de uma gravidez indesejada”, afirma. Nesse caso, o anticoncepcional não é o método contraceptivo mais indicado. “Existem outros métodos de contracepção a longo prazo que não necessitam de controle. Geralmente, eles são indicados para quem tem dificuldade em seguir a rotina do anticoncepcional”, explica a ginecologista. Tipos de contraceptivos Hoje o mercado oferece di-

versos métodos, entre eles: a pílula anticoncepcional, adesivos contraceptivos, preservativos, anel contraceptivo, diafragma, DIU (Dispositivo Intrauterino), espermicida, implante, injeção contraceptiva ou cirurgias de laqueadura. Uma pesquisa feita por estudiosos da Washington University School of Medicine, em Saint Louis, EUA e publicado no periódico

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Segundo a ginecologista e obstetra Erica Mantelli, apesar de a pílula anticoncepcional ser muito indicada ela não serve para todas as mulheres. Algumas se queixam que esquecem de tomar diariamente New Ingland Journal of Medicine, apontou que as mulheres que usam métodos como anel, adesivos e pílula apresentam 20 vezes mais chances de engravidar do que aquelas que utilizam o DIU ou implantes. As vantagens do DIU “O DIU e o implantes tem índices de falha muito pequeno

comparando com outros métodos. A pílula, por exemplo, esquecer-se de tomar um comprimido aumenta a possibilidade de uma gestação indesejada de 0,3 para 8 %”, alerta a Dra. Erica Mantelli. O risco de gravidez aumenta conforme o momento do ciclo em que ocorre o esquecimento. A boa notícia é que para as ‘esquecidas’ existem outros métodos contraceptivos a longo prazo e que garantem uma eficácia maior, entre eles estão o DIU e os implantes. Existem dois tipos de DIU: o de cobre e o medicado. O DIU de cobre tem duração por até 10 anos, já o medicado pode permanecer no corpo da mulher por cerca de cinco anos. “Geralmente, o DIU é instalado na cavidade uterina para dificultar a passagem do espermatozoide, além disso, ele impede a migração do óvulo pela tuba uterina”, ressalta a ginecologista.

Quem deseja evitar uma gravidez deve estar atenta para todos os métodos

Controle da TPM e das cólicas O DIU deve ser colocado dentro da vagina por um ginecologista. Depois de garantir que ele está na cavidade uterina, a mulher está protegida. “O DIU pode ser indicado para mulheres que já tiveram filhos, pois o útero é maior e facilita a entrada do dispositivo. No entanto, as mulheres que ainda não têm filhos também podem fazer o uso do método”, esclarece a Dra. Erica Mantelli. A sua principal vantagem é que não diminui o prazer e não ocasiona os efeitos colaterais dos hormônios.Com esse tipo de DIU sem hormônio a mulher irá menstruar regularmen-

te, porém, em alguns casos, há aumento do fluxo de sangue. Sua duração pode chegar a 10 anos. Existe um DIU que contém hormônio progesterona, e a maioria das mulheres ficam em amenorreia, ou seja, param de menstruar. Esse tipo tem validade de 5 anos e a vantagem é que é um método ótimo para controlar TPM e endometriose. Já o implante é um pequeno bastonete que é inserido embaixo da pele, geralmente no braço. O implante contém o hormônio progestágeno que é liberado em pequenas doses no organismo fazendo com que a mulher pare de ovular aumentando a vis-

cosidade do muco cervical inibindo a entrada dos espermatozoides. “O implante é indicado para mulheres que são indisciplinadas ou não podem usar substâncias que contenham o estrógeno”, frisa a especialista. A sua vantagem é que tem validade de três anos e reduz a tensão prémenstrual. Esse método pode causar em algumas mulheres dor nas mamas, tonturas, náuseas e diminuição da libido. Se você tem interesse em algum dos métodos, consulte um ginecologista para que ele avalie o seu caso e indique o melhor contraceptivo. DIVULGAÇÃO

Antes de escolher um método anticonceptivo é bom fazer uma avaliação com um médico


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Carne faz bem

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ou mal à saúde? Fonte de polêmica, principalmente para quem adota uma dieta vegetariana, a carne vermelha tem sido apontada como vilã em alguns casos, mas quem não consegue sobreviver sem um bom bife no prato deve conferir seus benefícios

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ngana-se quem pensa que a carne vermelha é inimiga da saúde. A carne é rica em proteínas e fornece ao organismo nutrientes essências ao organismo. Segundo o nutrólogo André Veinert, da Clínica Healthme Gerenciamento de Peso, não é indicado eliminar a carne do cardápio, sem antes consultar um nutrólogo. “A carne é fonte de proteína, portanto muito importante para o nosso corpo. Esse alimento não tem substituto e contém vitaminas que não são encontradas em nenhum outro alimento. Por isso, as pessoas devem consultar um médico antes de cortá-la da dieta”, explica. Uma alimentação saudável deve ser composta de vitaminas, minerais e macronutrientes como gorduras, proteínas e carboidratos. Excluir qualquer uma dessas fontes pode prejudicar o funcionamento do organismo. “Quando consumi-

da na medida certa, a carne vermelha contribui para o bom funcionamento do nosso corpo. Portanto, a alimentação balanceada deve conter grandes variedades de alimentos, incluindo carne branca, vermelha, peixe, laticínios, frutas, grãos e vegetais”, afirma o nutrólogo. “Entre os principais nutrientes da carne destacam-se as proteínas, vitamina B12, ferro e até as gorduras saturadas têm seus benefícios”, destaca o nutrólogo. A carne suína, aves, caprina entre outras podem apresentar características diferentes, mas todas têm grande valor nutricional. Atualmente, com o avanço tecnológico, inspeções de órgãos de vigilância e desenvolvimento de rações e outros alimentos mais equilibrados ofertados aos animais, transformaram a carne de hoje muito mais saudável que décadas atrás. Elas apresentam menor teor de gordura e co-

lesterol, maior teor de proteínas, além de maior segurança de higiene e transmissão de doenças pelo consumo de carnes contaminadas. Quanto devo comer? O segredo é moderar o consumo das carnes, sendo que sua quantidade pode variar de acordo com o peso e composição corporal do indivíduo, porém todos devem dar preferência às versões mais magras. “Quando for comprá-la, peça para que retire a gordura e faça assada, grelhada ou refogada para não aumentar o teor de gordura e o valor calórico da receita”, recomenda o nutrólogo. Lembrando que as pessoas que apresentam doenças renais ou possuem níveis sanguíneos de colesterol elevados devem consumir carnes com orientação médica ou de um nutricionista. Quanto às calorias, o nutrólogo diz que estão ligadas diretamente ao tipo de corte que

é consumido. “Se for fazer um churrasco, lembre-se que um filé mignon de 100 gramas possui cerca de 285 calorias. É um tipo de carne mais calórico que um bife de patinho, alcatra ou lagarto. Já em comparação ao frango, uma sobrecoxa contém 130 calorias”, exemplifica. Cuidado com os excessos Como qualquer alimento, é preciso manter alguns cuidados na hora de consumir a carne. Prefira preparos assados, cozidos ou grelhados. Evite a fritura em imersão, pois aumenta muito a gordura e calorias ingeridas. “A carne faz mal quando é consumida em excesso e quando os cortes são mais gordos, pois são ricos em gordura saturada e colesterol. Opte pelos cortes mais magros, como patinho ou lagarto, deixando os mais gordurosos, como a picanha e cupim, para as ocasiões especiais”, aconselha.

Como qualquer alimento, o ideal é não abusar da quantidade

Personal Fitness Club DIVULGAÇÃO

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O que você precisa saber sobre energéticos Energéticos são muito bem vindos nas atividades físicas e presentes nas academias durante os exercícios. Entretanto, existem diversos mitos que cercam a bebida e que carecem de fundamento científico. Então, antes de exagerar no consumo acreditando que está fazendo o melhor por sua saúde é melhor conferir o tira-teima abaixo.

Energéticos dão mais disposição para fazer os exercícios

A bebida ajuda a perder peso Falso. Não há evidência científica que associe o consumo de energéticos à perda de peso. Essas bebidas contêm substâncias como taurina, cafeína, glucoronolactona, inositol e vitaminas do complexo B, que podem causar um aumento de euforia, de energia e diminuição da sonolência e isso faz com que o indivíduo tenha mais disposição durante a atividade física e, consequentemente, acabe gastando um pouco mais de energia –

ocorrendo, assim, um possível emagrecimento. Não se deve misturá-la com álcool Verdadeiro. Há relatos e estudos científicos comprovando que a associação desses dois produtos faz com que os efeitos do álcool demorem mais a aparecer, retardando a sensação de embriaguez, e fazendo com que a pessoa consuma maior quantidade de bebida alcoólica. Dá mais disposição Verdadeiro. Os energéticos proporcionam mais disposição física graças aos efeitos das substâncias presentes na bebida. O sentimento de exaustão é retardado, e é provável que se tenha um melhor rendimento nos esportes. Pode ser consumida por todo mundo Falso. Nem todo mundo pode tomar, pessoas com problemas de coração,

pressão alta, que sofrem de insônia e hiperatividade não devem consumir energéticos, pois a bebida pode aumentar a frequência cardíaca e a pressão arterial. Provoca a perda do sono Verdadeiro. As substâncias presentes na bebida são estimulantes e energéticas, ou seja, ajudam a diminuir a sensação de sonolência e dão mais disposição. Porém, isso vai depender do metabolismo de cada indivíduo. É possível que uma pessoa consuma o produto e não tenha alterações no sono. É feita com componentes naturais; logo, é nutritiva Falso. É comum encontrar, nos energéticos, taurina, cafeína, glucoronolactona, inositol e vitaminas do complexo B, que são substâncias naturais quando encontradas nos alimentos. Entretanto, no caso desta bebida, esses componentes são adi-

cionados artificialmente, e em grandes concentrações. Assim se os energéticos forem consumidos em excesso, podem gerar problemas para a saúde. Faz bem para a memória Verdadeiro. Estudos científicos comprovam que a utilização deste tipo de bebida melhora o desempenho psicomotor, aumenta a concentração e a memória imediata.

SERVIÇO SUA MELHOR ACADEMIA Local: Rua Acre, 66, Nossa Senhora das Graças Informações: 3584-0317 e 3584-2115


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MANAUS, DOMINGO, 6 DE JULHO DE 2014

Cigarro é fator agravante para as doenças bucais A

Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta o tabagismo como a principal morte evitável do mundo e a com o maior crescimento, com cerca de 5 milhões de mortes por ano. Segundo estimativas da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), no ano de 2002 cerca de 200.000 mortes no Brasil foram resultados do tabagismo. Com medidas adotadas pelo governo, tanto legislativas quanto educativas, a intenção é que os números diminuam cada vez mais. O que pouca gente sabe é que os malefícios do cigarro não se restringem somente a enfisema ou ao câncer pulmonar. Há várias outras complicações resultantes do fumo da nicotina, como por exemplo, as doenças bucais. “O cigarro é uma violação ao corpo. Ele diminui as defesas do organismo, prejudicando a cicatrização e a osteo-integração de implantes. Além de causar mau hálito e diminuir o fluxo salivar, o tabaco destrói a proteção da carga dentária” explica a Dra. Cristiane Munhoz, odontóloga da Life Clínica. Entre os casos de pacientes que morrem de câncer bucal, 90% deles são fumantes. Na

boca as áreas que mais sofrem com a doença são a língua e o assoalho da boca, onde inicialmente aparecem pequenas lesões indolores ou manchas brancas e vermelhas. “O cigarro destrói as áreas por onde passa, então com a região bucal não seria diferente. Portanto, a região da boca não está isenta

Além de causar mau hálito e diminuir o fluxo salivar, o tabaco destrói a proteção da carga dentária

PATOLOGIAS

Entre os casos de pacientes que morrem de câncer bucal, 90% deles são fumantes. Na boca as áreas que mais sofrem com a doença são a língua e o assoalho da boca. O ideal é fazer exames frequentes das graves consequências do fumo” elucida Cristiane. A doença periodontal é causada por um acúmulo de placa bacteriana na região dos dentes que leva a uma inflamação da gengiva ou dos tecidos de suporte dos dentes e pode levar até à perda dos dentes. A gravidade varia com a quantidade de consumo das substâncias do tabaco.

Cuidados frequentes com a higiene bucal O maior e mais eficaz tratamento de combate às doenças causadas pelo tabaco é a desistência do fumo ou pelo menos a diminuição na quantidade. Ainda também,

fazer o acompanhamento com um dentista para sempre verificar e examinar a carga dentária, a gengiva e a mucosa bucal. É possível fazer alguns au-

toexames, como verificar feridas que não cicatrizam em pelo menos 15 dias, manchas ou placas esbranquiçadas ou vermelhas, lesões nodulares endurecidas e inchaços na

boca ou no pescoço. Mas é sempre importante possuir um acompanhamento profissional, uma alimentação saudável e manter uma higiene bucal.

DIVULGAÇÃO

O tabagismo pode levar ao câncer bucal, à doença periodontal e à halitose, além de outras complicações corriqueiras


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Saúde - 6 de julho de 2014 by Amazonas Em Tempo - Issuu