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Salão imobiliário - 29 de junho de 2014

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MANAUS, DOMINGO, 29 DE JUNHO DE 2014

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Financiamento e os imprevistos Cuidados com restrições e outros quesitos devem ser tomados por ambas as partes integrantes do processo de negociação para não haver inviabilização na hora do financiamento

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facilidade de financiamento imobiliário oferecida pelas instituições bancárias, aumentou a procura pela compra de imóveis e isso leva muita gente a se endividar por anos. Alguns imprevistos que impedem o comprador de honrar com o pagamento das parcelas podem aparecer e uma alternativa de se livrar da dívida é passar o imóvel a frente, mesmo que esteja financiado. Segundo dados deste ano da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), em 2013 foram financiados em todo o Brasil, 529,8 mil imóveis, 17% a mais do que em 2012, ano em que foram negociados 453,2 mil empreendimentos imobiliários. Segundo o gerente de empreendimentos da Kizen

Imóveis, Nathanael Maia, devido ao financiamento ser realizado em parcelas que podem durar 10 anos ou mais, com o passar do tempo muita coisa pode acontecer para inviabilizar o comprador de continuar pagamento a dívida. “Muitos acabam optando em vender o imóvel mesmo que ainda possua saldo devedor e é legalmente possível”, afirma. No entanto é preciso cautela e uma série de cuidados que devem ser observados tanto pelo vendedor quanto pelo comprador, como por exemplo, verificar se o contrato contém restrições de transferência do imóvel a terceiros. Se não tiver, pode seguir em frente. Estar com todos os documentos pessoais atualizados, o CPF de ambas as partes não podem ter restrições

financeiras, as parcelas do imóvel devem estar impreterivelmente em dia e o pagamento das custas administrativas, das taxas da prefeitura e do cartório que são de responsabilidade do comprador devem ser realizadas. “O cartório possui uma tabela de preços que varia de acordo com o valor do imóvel”, informa. Outro ponto a ser levado em consideração é atentar para o valor inicial do imóvel e o valor atual de mercado. São valores bem diferentes e é obrigatório tê-lo para dar continuidade ao processo. “Uma vistoria é realizada no imóvel com objetivo de avaliá-lo para estipular o valor atual dele”, explica Maia. Em seguida é expedido um laudo técnico por um profissional e deve ser enviado ao banco juntamente com todos os

outros documentos solicitados pela instituição. De acordo com o gerente, é realizada uma varredura nos dados do comprador e do vendedor para que vá em frente porque o agente financeiro é quem vai autorizar o negócio, pois o imóvel é de propriedade do banco e o imóvel fica como garantia. “Caso as parcelas não sejam pagas, o comprador deverá entregar as chaves do imóvel para o banco”, ressalta o gerente. Deve-se entender que será feito um novo contrato, ou seja, um novo financiamento e não um refinanciamento ou transferência de dívida. A bancária, Isabela Porto, comprou um apartamento, já financiado, pelo valor de R$ 125 mil e achou o processo tranquilo, pois ambas as partes atenderam

a lista de exigências do banco e ela dá a dica .“O melhor é pesquisar tudo, tanto o imóvel quanto o banco. É comparar taxas, vantagens, exigências e depois é só seguir com o negócio”, explica. Contrato de gaveta Usado no caso de o comprador possuir alguma restrição junto aos órgãos de proteção financeira, pois, isso impede qualquer tipo de negócio junto aos bancos. No entanto é preciso estar atento, o fato de o imóvel continuar no nome do proprietário até que a dívida seja quitado é perigoso, pois no caso de morte dele, por exemplo, os herdeiros do imóvel podem requerer os direitos sobre ele, na Justiça.

Para que o comprador tenha segurança, é necessário ser assinada uma procuração específica. “Nesse caso, um advogado deve ser consultado. Ele vai elaborar o documento para que tudo fique amarrado e seguro para o comprador”, diz Maia. Bancos diferentes É mais burocrático, porém possível. O processo de financiamento é o mesmo, só que é incluída mais uma etapa. Uma instituição entra em contato com a outra para dar seguimento ao negócio. O banco escolhido paga a dívida, em seguida é expedida uma carta de quitação para ser levada ao cartório para desalienar o imóvel, ou seja, dar baixa na hipoteca.


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Economia de energia por meio de novos produtos custo de aquisição vem registrando queda acentuada ano a ano. Por esses fatores, a Santil, atenta ao mercado, oferece diversas opções de lâmpadas e luminárias de LED, além de outros itens que favorecem a racionalização energética, como dimers, sensores de presença, minuteiras, produtos para automação, entre outros. “Sabemos que os gastos com iluminação tem um peso importante nos custos com energia e que varia de acordo com o uso de cada consumidor e dos dispositivos utilizados seja em residências, imóveis comerciais ou industriais. No entanto, a simples instalação de algum destes produtos já pode proporcionar uma economia significativa, além de praticidade e conforto no uso”, destaca. Atenta às novidades O mercado de LED é crescente em todo o mundo. Estima-se que até 2020 cerca de 80% do mercado mundial será iluminado apenas com equipamentos e lâmpadas de LED. Um aspecto importante é que o mercado nacional tem sido abastecido por inúmeras opções de produtos, que atendem às mais diferentes necessidades, ampliando o interesse do consumidor e

tornando a tecnologia cada vez mais acessível. Com rigoroso controle de seleção dos produtos comercializados, a Santil tem diversificado o portfólio de produtos economizadores e comercializa diversos itens com a tecnologia LED, incluindo refletores, spots, luminárias e diversos tipos de lâmpadas (AR, PAR, Dicroicas, Tubulares, Halopin, etc). Os modelos mais modernos, disponíveis na Santil, são compatíveis com bases E27 e GU10, os tipos mais comuns de entrada para lâmpadas, o que amplia as possibilidades de aplicação. Recentemente, foram introduzidos no portfólio as lâmpadas compactas LED para substituição das compactas não integradas e que conta com recurso de eixo rotativo para facilitar a instalação. Outra novidade é a lâmpada tubular HO para novas instalações ou substituição das fluorescentes convencionais. “Em nossa loja virtual (www.santil.com.br) existe até uma seção específica de LED, dada a importância e a variedade de itens desta categoria”, observa a diretora da Santil. Todos os produtos possuem descrição técnica e informações sobre a eficiência energética que proporcionam.

Todos os produtos contam com descrição técnica e informações sobre eficiência energética

COLETÂNEA

Normas reunidas em duas publicações A Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto (BlocoBrasil) lança duas coletâneas contendo a íntegra de todas as normas da ABNT relativas a blocos e pisos intertravados de concreto, por meio de acordo com a associação brasileira de normas. As normas de pisos intertravados de concreto são as NBRs 9781/2013 - Peças de concreto para pavimentação - Especificação e métodos de ensaio e 15953/2011 - Pavimento intertravado com peças de

concreto - Execução. Já as normas relativas a blocos de concreto são as NBRs: 6136/2014 - Blocos vazados de concreto simples para alvenaria - Requisitos; 8949/1985 - Paredes de alvenaria estrutural -Ensaio à compressão simples; 12118/2013 - Blocos vazados de concreto simples para alvenaria - Métodos de ensaio; 14321/1999 - Paredes de alvenaria estrutural - Determinação da resistência ao cisalhamento; 14322/1999 Paredes de alvenaria estrutural - Verificação da resistência

à flexão simples ou à flexocompressão; 15873/2010 - Coordenação modular para edificações; 15961-1/2011 Alvenaria estrutural - Blocos de concreto Parte 1: Projeto; 15961-2/2011 - Alvenaria estrutural - Blocos de concreto Parte 2: Execução e controle de obras. Assim, as empresas associadas à BlocoBrasil podem ter acesso a todas as normas setoriais, em vigor e atualizadas, em apenas duas publicações, o que facilita consultas e resolução de dúvidas. REPRODUÇÃO

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ada vez mais iniciativas são tomadas para a redução do consumo de energia. Profissionais e consumidores finais buscam por produtos e tecnologias que contribuam para baixar a conta de energia elétrica. Atenta às atuais demandas, a Santil, uma das principais distribuidoras de material elétrico do país, vem investindo na oferta de novidades, ampliando em seu portfólio de produtos o número de itens economizadores de energia. O mercado tem, nos últimos anos, desenvolvido diversas soluções voltadas à eficiência energética, especialmente no setor de iluminação, com destaque para os produtos com LED (Light Emitting Diode, ou Diodo Emissor de Luz), tecnologia que vem ganhando força na Santil. “Percebemos a evolução do LED tanto em termos técnicos como mercadológicos. Com os benefícios proporcionados pelo produto, o aumento da demanda é constante”, afirma a diretora financeira da Santil, Karina Jorge Bassani. A elevada durabilidade das lâmpadas de LED - cerca de 50 mil horas - e a economia de mais de 80% no consumo de energia fazem da tecnologia uma realidade viável, cujo

DIVULGAÇÃO

Empresa incrementa o mix com atenção aos itens com tecnologia LED, cuja demanda apresenta crescimento constante

O lançamento das publicações partiu da Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri

FOTOS Alberto César Araújo

DIAGRAMAÇÃO Mario Henrique Silva

REPORTAGEM Bruno Mazieri Lineize Leal

REVISÃO Dernando Monteiro Gracycleide Drumond Lorena Lima

TRATAMENTO DE FOTOS Kleuton Silva


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Mercado de luxo cresce na capital do Amazonas M

anaus é uma cidade em plena expansão e a cada mês é visível o surgimento de novos empreendimentos imobiliários voltados para todas as classes sociais, inclusive a de alto poder aquisitivo. Pensado nisso, construtoras e incorporadoras estão investindo em produtos para atender a esse público que exige luxo e detalhes impecáveis. As áreas nobres de Manaus estão concentradas em zonas como a Centro-Sul, onde estão localizados os bairros Aleixo, Adrianópolis, Parque 10 e Vieiralves, por exemplo, e conjuntos como o Vila Municipal e Morada do Sol. Outros locais próximos a Ponta Negra como o Tarumã, onde existem vários condomínios de luxo e de frente para o rio também fazem parte deste hall, no entanto, o bairro Ponta Negra é o mais cobiçado pela elite e possui o metro quadrado mais caro da cidade, R$ 6,5 mil, em média. Segundo a diretora da empresa Visão Imobiliária, Tayana Caldas, a Ponta Negra sempre foi área nobre e ainda está em crescente evolução. “O que os moradores mais reclamavam era a inexistência de escolas, restaurantes, mercados e, hoje, isso tudo funciona lá, além da revitalização da praia que valorizou ainda mais o local”, declara a empresária ao apontar que uma outra área muito procurada pelas empresas para construir é a Vila Municipal, pois ainda possui terrenos grandes, porém, com valores altíssimos.

REPRODUÇÃO/PANORAMIO.COM

A quantidade de ricos, em Manaus, faz com que as empresas de construção invistam cada vez mais em áreas nobres A empresária explica que várias características formam o perfil dos empreendimentos de alto padrão e não só a localização do imóvel: um ou dois apartamentos por andar, fino acabamento, materiais empregados de alta qualidade, área de lazer ampla e de luxo. “Esse público quer conforto, qualidade de vida e menos problemas

RENDA

A renda de quem almeja um imóvel de alto padrão precisa estar acima de R$ 30 mil por mês para poder arcar com o empreendimento e outras despesas fixas que o imóvel acaba impondo

O Iranduba e a praia de Açutuba contarão, em breve, com casas e condomínios de alto padrão, afirma diretora de imobiliária

com os vizinhos”, e afirma que em Manaus existe uma linha crescente de emergentes, de pessoas que estão crescendo financeiramente e de investidores que estão obtendo retorno financeiro. A renda de quem almeja um imóvel desse nível precisa estar acima de R$ 30 mil por mês para poder arcar com o empreendimento e outras despesas fixas. Ela aponta que ao adquiri-lo tem que ser levado em consideração outros benefícios do empreendimento como segurança 24 horas, áreas externas de lazer. “Não é só a área de lazer que a pessoa vai usufruir, pois, alguns empreendimentos, são verdadeiros clubes e tudo o que está lá é dela”.

Altura do empreendimento influencia no preço aquele céu azul cobrindo o rio Negro e admirar o pôr do sol que é único”, diz a moradora que usufruiu de toda a infraestrutura e programação oferecida na praia como o calçadão, as festas e eventos esportivos. Iranduba Um “filão” que está chamando a atenção dos empresários e investidores interessados em alto padrão é a região de praias do município de Iranduba, distante 27 quilômetros de Manaus. “De acordo com Tayana, Iranduba vai ter uma concentração grande de milionários por causa dos empreendimentos que serão construídos ao longo da orla do rio Negro. “Os próximos anos prometem”, revela.

ARQUIVO EM TEMPO

Quanto mais alto for o andar do apartamento, mais caro é o valor dele. Uma cobertura com quatro suítes e demais dependências, todo avarandado, com banheira jacuzzi, home, lavabo e deck pode chegar a valer R$ 2,3 milhões em um prédio de luxo na Ponta Negra. As casas ou mansões nos condomínios fechados do mesmo bairro com área de 600 a 800 metros quadrados variam de R$ 1 a R$ 5 milhões. A empresária Moisa Guerreiro mora no local há 18 anos e é apaixonada pela região, um dos cartões-postais da cidade. “A distância não me incomoda, adoro acordar e ver


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FOTOS: DIVULGAÇÃO

As áreas de convivência chamam a atenção do empreendimento

Life da Villa com 98% das obras concluídas

O imóvel pode ser adquirido por meio da campanha “A Casa é Sua”, que oferece descontos de até R$ 100 mil. O empreendimento leva a assinatura construtora local Capital Rossi e conta com uma diversificada área de lazer

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m fase de finalização, o Life da Villa reúne ótima localização e todas as vantagens que o morador necessita para garantir a qualidade de vida. O empre-

endimento da Capital Rossi fica localizado no bairro de São Francisco, Zona Sul de Manaus e está com 98% das obras concluídas. Com opções de apartamentos de dois e três dor-

mitórios com até 79 metros quadrados, suíte e até duas vagas da garagem, o Life da Villa possui também diversas opções de área de lazer. O imóvel conta com churrasqueira, piscina, es-

paço fitness, playground, brinquedoteca, amplo salão de festas adulto, SPA, lan house, jardins e etc. De acordo com a gerente de marketing da construtora, Taisa Pi Avelino, os ambientes foram

projetados pensando no conforto e comodidade do morador. “A exemplo disso, no Life da Villa terá ainda o espaço mulher, espaço zen, sala de repouso, praça e pet space”, enumera. Outra vantagem de se mo-

rar no empreendimento da Capital Rossi no bairro São Francisco é a localização do imóvel, já que fica próximo a diversas agências bancárias, shopping, escolas, hospitais, bares e restaurantes.

Carlos Célio carlos@investimento.net.br

O estágio faz de conta Para exercer a profissão de corretor de imóveis, é necessário ser possuidor do título de técnico em transações imobiliárias, e para tal é obrigatório o estágio. A lei nº 11.788/2008 é bem clara na sua definição do significado da palavra “estágio”, como segue: art. 1º “Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos”. A resolução-Cofeci n° 1.127/2009 dá nova regulamentação ao registro de estágio nos Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis. Além de ser uma etapa obrigatória, o estágio é fundamental para que o futuro corretor tenha contato, na prática, com o dia a dia desta profissão. Eu chamo a atenção para o art. 8°: “ao estudante estagiário fica proibido anunciar, intermediar interesses ou abrir escritório em seu próprio nome, para realização de negócios imobiliários”. O que vemos na prática, é o estágio faz de conta e uma total infração do art. 8°. O estagiário do curso TTI atua prospectando e intermediando negócios imobiliários livremente e sem acompanhamento do responsável técnico. É o único estágio, que a remuneração é a mesma de um corretor habilitado. O Creci deve ser mais rigoroso combatendo essa prática tão

comum no mercado e na minha opinião o Cofeci precisa normatizar com mais propriedade essa matéria. Na ânsia de atender as incorporadoras, disponibilizando corretores para os estandes de vendas e para aumentar suas receitas, as imobiliárias pressionam os gerentes de equipes para aumentar os números de corretores, sendo comum convidar profissionais de venda para ingressar no mercado imobiliário de forma irregular. Isso só ocorre pela ausência de fiscalização e pela conivência de alguns corretores. Temos ainda na resoluçãoCofeci n° 1.127/2009 no art. 12: “o concedente do estágio, assim como seu responsável técnico, se pessoa jurídica, e o supervisor do estágio, se houver, respondem solidariamente, nos termos da lei e do Código de Ética dos Corretores de Imóveis, por qualquer infração praticada pelo estudante estagiário, no exercício do estágio”. Logo, o agente imobiliário que utilizar o estagiário em desacordo com as normas, fica sujeito a autuação disciplinar, além de enquadramento pela Justiça do Trabalho por desvio de finalidade e utilização irregular de mão de obra. O estágio é uma experiência muito importante para o desenvolvimento da carreira de todo profissional. Ele traz para os estudantes o conhecimento, competências e experiências práticas daquilo que estudam teoricamente. Comece certo, não pule etapas e não caia na cilada do exercício ilegal da profissão. O mais importante nesta fase é o aprendizado. Pense nisso! Seu futuro agradece.

Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador

O estágio é uma experiência muito importante para o desenvolvimento da carreira de todo profissional. Ele traz o conhecimento, competências e experiências práticas daquilo que estudam”


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Segurança em primeiro lugar Empresa especializada oferece produtos para diversos níveis de necessidade dos moradores, colocando a segurança residencial como um dos fatores essenciais quando se está construindo ou comprando um novo empreendimento

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tilizadas em portas ou portões, as fechaduras de segurança passaram a ser itens requisitados por clientes com alto nível de exigência em segurança. Projetadas de forma customizada, de acordo com a demanda do cliente, as fechaduras possuem um modelo adequado para cada tipo de aplicação, além de serem de fácil instalação. A Vault, empresa especializada em barreiras físicas de alta segurança (equipamentos blindados, bollards e projetos especiais) e sistemas integrados de segurança (controle de acesso, CFTV e alarmes), possui uma série de produtos específicos para cada ocasião. Dentre elas estão as fechaduras de segurança eletromagnéticas, ideais para qualquer projeto de controle de acesso. Elas funcionam por meio de um forte campo eletromagnético entre duas partes principais: uma placa chamada armadura, composta por um metal de alta ferrosidade e outra placa de metal envolta por um condutor em forma de bobina. Quando a corrente passa pelo condutor, a placa de metal fica magnetizada e atrai fortemente a armadura, trancando a porta. Por usarem a força magnética, estas fechaduras não requerem um trinco mecâ-

nico para trancar a porta. Por isso, elas são as mais adequadas para saídas de emergência e incêndio. Em caso de emergência, as fechaduras eletromagnéticas liberam automaticamente as portas ao corte de energia. Não há preocupação que a porta não possa ser aberta devido à falha mecânica. Outra opção são as fechaduras de segurança eletromecânicas tipo solenoides. De alta resistência mecânica, são ideais para aplicações que exigem extrema segurança. As fechaduras eletromecânicas são a melhor solução para aliar estética à segurança. Seu projeto permite uma instalação discreta, embutida no batente ou na porta e em total harmonia com o ambiente. Além disso, elas possuem diversos suportes para portas comuns ou de vidro. São projetadas especialmente para uso em portas de dupla ação. Elas também podem ser instaladas em portas que abrem apenas para dentro ou em portas que abrem apenas para fora. Já as fechaduras de segurança eletromecânicas tipo latch, possuem um pino tipo latch de design especial que, automaticamente, trava quando a porta é fechada, provendo segurança e conveniência. Com o auxílio de

um cilindro opcional, a fechadura proporciona uma alternativa à abertura eletrônica, em caso de emergência. As fechaduras elétricas combinam qualidade, segurança e custo-benefício. A chapa frontal em inox garante a durabilidade e a resistência. As fechaduras, desenhadas especialmente para batentes metálicos em alumínio ou aço, possuem baixo consumo de energia e versões de embutir e sobrepor. Sobre a empresa A Vault é líder na integração de soluções de segurança, com atuação em duas divisões de negócios: controle de acesso e vídeo monitoramento, e barreiras físicas e equipamentos blindados. Há quase duas décadas fabricando, distribuindo e implementando soluções integradas de segurança, a empresa conta com representação internacional e 400 canais como parceiros que agregam valor na revenda dos equipamentos, de acordo com as necessidades dos clientes. No Brasil, é representante exclusiva da NUUO,especializada em Hardware e Software de CFTV, cuja parceria possibilitou a oferta de uma linha completa de NVRs e de sistemas de Vídeo Monitoramento.

A Vault é líder na integração de soluções de segurança, com atuação em duas divisões de negócios: acesso e monitoramento


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REPRODUÇÃO

Movimento ocupa bancos As ações ocorreram na última semana e 18 agências foram invadidas por manifestantes. Eles dizem que foram excluídos no Minha Casa, Minha Vida 2

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A ocupação ocorreu na última quinta-feira em Goiás e Bahia

Movimento Camponês Popular ocupou na última quintafeira 18 agências bancárias no interior de Goiás. As ações ocorrem em agências da Caixa – nos municípios goianos de Caldas Novas, Catalão, Crixás, Ipameri, Santa Terezinha, Orizona, Posse e Vianópolis – e

do Banco do Brasil (Cidade de Goiás, em Itapuranga, Jaraguá e Rubiataba). Ocorrem ocupações também nos estados da Bahia e do Piauí. O movimento diz que foi excluído da meta de contratação do Minha Casa, Minha Vida 2. “As famílias camponesas lutam por uma vida digna e não aceitam esperar mais

tempo pela reforma, ampliação e construção de moradias. Esperar mais significa ampliar o êxodo rural e os problemas da vida no campo”, informa em nota. A reportagem ouviu Wander Ferreira, um dos líderes do movimento. Segundo ele, o número de contrações para o programa acabou não aten-

dendo todos os movimentos sociais. “São famílias que estavam com os documentos prontos com os agentes financeiros. Por isso, ocupamos as agências para tentar que nossas reivindicações sejam aceitas, pois as famílias se organizaram e arrumaram todo a documentação. Criouse uma expectativa.” Movimento Wender Ferreira informou ainda que 10 mil pessoas estão ligadas ao movimento em Goiás, na Bahia e no Piauí. Ele não soube informar, porém, em quais cidades baianas e piauieneses o grupo promove ocupações. De acordo com o movimento, o Programa Nacional de Habitação Rural é uma conquista das famílias camponesas organizadas, mas, nos últimos meses, tem sofrido ajustes do governo Federal, com redução de recursos e, consequentemente, diminuição da meta de contratação de moradias. Esclarecimento O Banco do Brasil sugeriu à reportagem que procurasse o Ministério das Cidades para comentar o assunto. O Ministério das Cidades orientou que fosse acionada a Secretaria-Geral da Presidência da República, com a qual não foi obtido contato. Até a publicação da matéria, não foi possível também falar com a Caixa. Por Agência Brasil

NACIONAL

Retração no setor da construção A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou na última semana que o indicador de nível de atividade da construção ficou em 45,8 pontos em maio, abaixo da linha de 50 pontos, o que confirma a retração da atividade no setor. O nível de atividade, em relação ao mesmo período de 2013, ficou em 43,1 pontos e o de número de empregados, em 45,7 pontos. Os indicadores variam de 0 a 100. Abaixo de 50 revelam queda. Os números fazem parte da Sondagem Indústria da Construção, feita entre 2 e 11 de junho, com 559 empresas, das quais 179 de pequeno porte, 243 médias e 137 grandes. A CNI informou também que a utilização da capacidade de operação das empresas do setor subiu, de 69% em abril para 70% em maio. O levantamento mostra que os empresários estão menos otimistas, segundo a confederação. A expectativa em junho para os próximos seis meses sobre o número de empregados ficou em 50,1 pontos, sobre a linha divisória dos 50 pontos, o que indica tendência de manutenção do quadro de empregados. Por Agência Brasil


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Mixed used está na ‘mira’ dos investidores nacionais N

os últimos meses a Grande São Paulo apresentou um relevante crescimento de produtos comerciais estilo “mixed use”. Em pesquisa recente da Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado, feita com 450 investidores, notou-se que os produtos com mais de uma função mais procurados pelo investidor são aqueles que possuem uma bandeira hoteleira. “Isso nos identifica um novo perfil de investidores que buscam oportunidades seguras para aplicar seu dinheiro” explica Ligia Mello, sócia da Hibou e coordenadora da pesquisa. Os investidores levam em consideração alguns atributos na hora de uma aquisição de empreendimentos. “Ao questionarmos esses atributos vimos que o acesso ganha força quando associado a localização, ou seja, está nítido que só a localidade hoje não corresponde mais aos anseios do investidor”, comenta Ligia. “Nos chamou atenção também o aparecimento da marca da construtora como atributo relevante no momento da escolha”, complementa. Quarenta e cinco por cento dos entrevistados priorizam localização/acesso, 24% consideram os custos,

11% a valorização do imóvel, 6% infra estrutura da região, 5% a marca da construtora e 9% responderam “outros”. Fator O projeto com 36% das respostas foi o principal decisório no momento de uma assinatura de aquisição para investimento, neste momento, na Grande São Paulo. “No entanto, observamos que a bandeira hoteleira ganha bastante relevância entre os interessados” diz Ligia. Vinte e quatro por cento dos entrevistados levam em consideração a valorização da região, 19% consideram o fato de o imóvel ter hotel, 8% a localização, 7% a construtora e 6% o custo. Perfil Para entender as vontades e aquisições de um investidor é necessário primeiro conhecer o perfil dele. Nesta pesquisa, a grande maioria dos investidores é casado (69%), sendo 23% solteiros e 8% entre viúvos ou divorciados. Já 69% destes viajam ao exterior frequentemente (mínimo 2x ao ano) e possuem idade média de 43,3 anos. Destes, 22% comprou algum imóvel nos últimos 06 meses para investir. “A área de atuação profissional dos

entrevistados nos demonstrou uma variação de carteira onde mesmo com um volume alto de empresários/sócios , as demais possuem uma variedade maior que habitualmente o mercado estava acostumado”, diz Ligia. A internet (84%) é a grande detentora da atenção deste público. Além dos sites de buscas e portais, as redes sociais (56%) são locais de busca de conteúdo e opiniões sobre marcas e produtos, seguidos de TV a cabo (51%). Dentro das mídias OOH, temos as TVs corporativas (bares e restaurantes) com 62%, seguido das TVs em aeroportos com 50% (porém possuem uma frequência menor pela oportunidade), e TV em elevadores com 42%. Sobre Hibou A Hibou é uma empresa especializada em pesquisa de mercado e monitoramento. Da palavra francesa “coruja”, a Hibou traz o significado do olhar além dos 180°C. A empresa tem como principal diferencial a inserção dos resultados das pesquisas dentro do dia a dia do consumidor, propondo muito além do resultado objetivo, sugestões de desdobramentos e abordagens.

O tipo de empreendimento tem crescido em São Paulo

REPRODUÇÃO

Pesquisa realizada pela Hibou aponta perfil dos brasileiros e revela quais são os fatores decisivos na hora da compra


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