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Financiamento ajuda no sonho da casa própria De janeiro a junho foram financiadas em todo o Brasil 256,1 mil unidades, número um pouco maior do que o de 2013
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esmo com a grande variedade de financiamentos imobiliários existentes no mercado, por meio de bancos e, até mesmo, algumas construtoras, muitas pessoas tem dúvidas sobre o processo. Pensando nisso, o EM TEMPO reuniu várias informações e dicas de como a modalidade funciona e quais as existentes no mercado. O seu perfil pode se encaixar em uma delas. De janeiro a junho deste ano foram financiadas em todo o Brasil 256,1 mil unidades, número um pouco maior do que o registrado no mesmo período de 2013 que ficou em 244,8 mil imóveis. O balanço é da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), divulgado na última quinta-feira (24). As entidades financeiras são as únicas capazes de realizar legalmente o processo, por isso, fique atento, é o meio mais seguro de deixar tudo preto no branco. Cada um deles possui taxas e juros com valores diferentes um do
outro e prazos para pagamento da dívida. O que eles tem em comum é a exigência de uma expressiva quantidade de documentos. Portanto, o primeiro passo é pesquisar o banco que melhor atenda suas necessidades.
e o valor das prestações não pode comprometer mais do que 30% da renda familiar do comprador. No caso de trabalhadores autônomos a declaração do IR pode servir como comprovante em alguns casos.
Documentação Depois de escolher a agência e conversar com o gerente sobre as vantagens, possíveis descontos e sanar todas as dúvidas, é hora de reunir toda a documentação necessária. Ambos os negociantes, tanto comprador quanto vendedor devem apresentar os comprovantes exigidos pela financeira e do imóvel em questão, seja ele novo, usado ou na planta. O RG, CPF, comprovante de renda e declaração do Imposto de Renda (IR) são os básicos da pessoa física e não deve em hipótese alguma ter restrição cadastral nos órgãos de proteção ao crédito (SPC e Serasa). O comprovante de renda (holerite ou contracheque) serve para provar a capacidade de pagamento da dívida
Valores Depois de fazer uma varredura cadastral, análise de crédito do futuro comprador, a solicitação ser aprovada e o pagamento da entrada ser realizado, o banco paga ao vendedor o valor negociado. Daí em diante o comprador vai dever a instituição financeira, pois, ela quitou a dívida com o antigo dono, portanto, o que houve foi um empréstimo. Na negociação, os bancos exigem uma parte do valor total do imóvel, a popular entrada, que varia entre 10% e 20%. O gerente de empreendimentos da Kizen Imóveis, Nathanael Maia, destaca que a melhor forma de evitar juros altos é pagar a entrada com maior valor possível. Ele indica que investir em um planejamento financei-
ro para obter um montante considerável é muito vantajoso. “Serve para amenizar os juros, não comprometer a renda do comprador, evitar futuras surpresas desagradáveis como o impedimento de honrar alguma parcela do contrato e ajuda a diminuir a quantidade de parcelas que as vezes podem ser divididas em décadas”, enumera. FGTS O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço é uma boa opção para ajudar a pagar o financiamento do imóvel. Ele faz parte do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), por isso, é totalmente legalizada a sua utilização. Esse recurso é muito usado na hora de dar a entrada no negócio. No entanto há regras para o seu uso como possuir três anos de trabalho sob esse regime; Não ser detentor de financiamento ativo no SFH firmado em qualquer parte do Brasil; Não ser proprietário, usufrutuário ou cessionário de outro imóvel residencial urbano, seja ele concluído ou em construção.
Modalidades facilitam o processo Além dos financiamentos oferecidos pelas construtoras, às vezes, negociados no próprio lugar onde o empreendimento está localizado, outras modalidades estão disponíveis no mercado, inclusive os bancos possuem suas linhas imobiliárias próprias. Opções Dentre as modalidades está o Sistema Brasileiro de Poupança e empréstimo (SBPE). Ele pode ser usado para aquisição de imóvel, lote urbanizado, residencial ou comercial e se destina a pessoas físicas, independente da faixa de renda. A Caixa Econômica financia entre 70% a 90% do valor, depende do perfil do comprador. A taxa de juros varia en-
tre 8,78% a 9% e o prazo de pagamento fica de 240 a 420 meses. Já o famoso programa Minha Casa, Minha Vida tem como alvo as famílias com renda bruta mensal até R$ 1,6 mil e que tiveram que ser realocadas ou reassentadas com renda no valor de até R$ 3.245. E existe, ainda, o Fundo de Desenvolvimento Social. Ele concede o financiamento às famílias cuja renda mensal é de até R$ 1,6 mil, sendo que o comprometimento dela não pode passar de 5% ou no mínimo R$ 25, a prestação. O proponente deve ser membro de entidade sem fins lucrativos e não possuir nenhum tipo de financiamento imobiliário e nem débitos junto a Receita Federal.
REPRODUÇÃO
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MANAUS, DOMINGO, 27 DE JULHO DE 2014
Mercado do Rio cresce 1% Dos 26 bairros cariocas onde ocorreram lançamentos, a Tijuca mostrou a maior alta: 204% Matos apontou que a implantação de unidades de Polícia Pacificadora (UPP) e a melhoria da mobilidade urbana viabilizaram os empreendimentos em várias regiões do Rio. “Tem uma série de empreendimentos que só foram possíveis porque as regiões estavam pacificadas. A Tijuca é um grande exemplo disso. Só se tornou um bairro desejado a partir do momento em que houve a pacificação”. Segundo ele, o Mundial de futebol não contribuiu para elevar os preços dos imóveis no Rio. “A Copa não tem essa capacidade de fazer subir o preço dos imóveis para venda. Para locação, até pode ser, porque houve uma demanda muito grande. Mas, para venda, não.” A Ademi trabalha com expectativa de expansão no ano de 5%. “A economia continua estabilizada. Apesar de a inflação ter subido um pouco, isso não se reflete no custo dos imóveis, nem no custo do financiamento imobiliário”, disse o presidente da entidade. Por Agência Brasil
INVESTIMENTO
Produto ultrapassa R$ 50 bilhões O Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) ultrapassou, no fim de junho, a marca de R$ 50 bilhões no estoque da Cetip, maior depositária de títulos privados de Renda Fixa da América Latina e maior câmara de ativos privados do país. O montante alcançou R$ 50,2 bilhões no período, com aumento de 49% em relação ao apurado em junho de 2013, e de 11% quando comparado ao
estoque verificado pela Cetip no fim de dezembro de 2013. Os CRIs são emitidos por companhias securitizadoras procuradas por participantes da cadeia imobiliária e funcionam como alternativa de financiamento para este setor, além de uma opção de investimento com ganhos isentos de imposto de renda para o investidor pessoa física. Outro instrumento financeiro vinculado a este mercado,
a Letra de Crédito Imobiliário também apresentou incremento significativo, de 59% quando comparado ao estoque verificado em junho de 2013, para R$ 119,9 bilhões em títulos registrados e depositados na Cetip. Em relação a dezembro de 2013, o crescimento foi de 24%. A LCI é um produto de captação de recursos para os bancos cujo rendimento é isento de imposto de renda para o investidor pessoa física. REPRODUÇÃO
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mercado imobiliário do Rio de Janeiro cresceu 1% no primeiro semestre do ano, em comparação ao mesmo período de 2013, de acordo com levantamento da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi). “Apesar de termos tido um semestre com muitos feriados e Copa do Mundo, com decréscimo de 1% no lançamento de imóveis residenciais, acho que o resultado foi bastante animador, superando o que a gente esperava”, avaliou na última semana, o presidente da Ademi, João Paulo Rio Tinto de Matos. Entre janeiro e junho deste ano, o número de lançamentos na capital fluminense chegou a 8.112. Dos 26 bairros cariocas onde ocorreram lançamentos de unidades habitacionais no primeiro semestre, a Tijuca, na zona norte da cidade, mostrou a maior alta: 204% em relação a igual semestre de 2013. Foram 255 unidades lançadas, contra 84 no acumulado de janeiro a junho do ano passado.
Os CRIs são emitidos por securitizadoras procuradas por participantes da cadeia imobiliária
EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri REPORTAGEM Bruno Mazieri Renata Félix
FOTOS Alberto César Araújo Ricardo Oliveira REVISÃO Gracycleide Drumond
DIAGRAMAÇÃO Mario Henrique Silva TRATAMENTO DE FOTOS Kleuton Silva
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MANAUS, DOMINGO, 27 DE JULHO DE 2014
Universo da moda casa e a influência no cotidiano A
Grafite Feiras e Promoções, empresa que se destaca como uma das principais promotoras nacionais de feiras profissionais, realizou no dia 22 de julho, no hotel Blue Tree Faria Lima, em São Paulo, encontro entre a imprensa nacional e os principais players do setor de artigos para casa: utilidades domésticas, decoração e têxtil moda casa – cama, mesa e banho. Compareceram no encontro executivos das empresas Atlântica Cama e Banho, Camesa, Copa & Cia, Cortbrás, Cristalerie Strauss, Cromus, Decorglass, Full Fit, Guaratinguetá, Lyor, Next Import, Prefeitura e Polo Têxtil de Inhumas, Porcelana Schmidt, Rojemac, Tapetes São Carlos e Tecelagem São Carlos, que são expositores da House & Giſt Fair ou da Têxtil House Fair, duas feiras produzidas pela mesma empresa. O debate gerou rica troca de informações entre os presentes, de maneira que tanto a imprensa pôde conhecer melhor o cenário do setor moda casa, quanto os próprios empresários puderam intercambiar suas experiências. O contato desses players com a imprensa também foi impor-
tante para as empresas presentes, pois puderam adquirir informações relevantes sob o olhar da mídia e de jornalistas especialistas na área. Investimento O proprietário da Cortbrás, empresa de almofadas, mantas, e outros produtos têxteis para casa, que está há 10 anos
DEBATE
A importância do design para o setor, brasilidade das peças produzidas no país, importação e exportação, tributação de investimentos e competitividade foram amplamente discutidos pelos empresários no mercado, Luis Carlos Felber, disse que para a empresa a feira é um investimento. Antes de expor no evento, o empreendimento alcançava apenas o Sul do País, e hoje a Cortbrás tem alcance nacional. “As feiras são as alavancas das indústrias. Todos nós do setor temos que aumentar nossa participação nesses eventos, porque é isso que nos dá visibilidade inclu-
sive aos que vêm de fora”, explica Felber. O diretor da Porcelana Schmidt, empresa catarinense que tem tradição de 70 anos no mercado de porcelana, Paulo Lara, ainda falou que a House & Giſt Fair é seu principal meio de divulgação. “Nós centralizamos a energia de todo o nosso trabalho para a feira, para que tenhamos condições de nos apresentarmos. Essa é a oportunidade que temos de aparecer no mercado. É nossa grande ferramenta”, afirma. Élena Bonora Bettega, diretora da Guaratinguetá, empresa paulista de Cama, Mesa e Banho que está há 100 anos no mercado, acrescentou ainda que a feira é uma grande oportunidade para que o público conheça a diferença dos materiais utilizados na confecção dos produtos. “Com o evento, os lojistas aprendem a diferençar as peças e distinguir um produto de qualidade”, explica. A importância do design para o setor, brasilidade das peças produzidas no país, importação e exportação, tributação de investimentos e competitividade foram amplamente discutidos pelos empresários do setor.
FOTOS: DIVULGAÇÃO
A importância dos segmentos de utilidades domésticas, decoração e têxtil moda casa no Brasil estiveram em debate
Responsável por realizar o evento, Tarso Jordão da empresa Grafite Feiras conduziu o debate
Carlos Célio carlos@investimento.net.br
Poupar é o caminho
O evento reuniu um expressivo número de empresários ligados ao ramo da decoração
E-commerce gerou debate Além desses assuntos, debateu-se sobre a importância do e-commerce, tema que também gerou controvérsias entre os players. Os executivos também mencionaram as plataformas que mais utilizam na divulgação de seus produtos e para o relacionamento com os clientes - dentre eles estavam o uso das mídias sociais e de assessoria de imprensa. Logística, investimento no Nordeste e em cidades do interior do Brasil, o investimento em peças para os eventos sazonais, comportamento do consu-
midor, a comunicação entre o setor de artigos para casa e o nicho moveleiro e a falta de mão de obra, o que os obriga a investir em tecnologias, são temas que também foram levantados durante o evento. Sobre a empresa No mercado desde 1980, fundada e comandada pelo empresário Tarso Jordão, a Grafite Feiras e Promoções é uma empresa de mídia e se destaca como a principal promotora nacional de feiras profissionais de arti-
gos para casa, entre outras. A empresa conta com um corpo efetivo de cerca de 60 profissionais comprometidos, que desenvolvem seu trabalho dentro das mais modernas ferramentas de administração e marketing. A Grafite Feiras e Promoções promove cinco feiras anuais e edita cinco títulos de revistas, com o objetivo de promover negócios, estimular e expandir a criatividade do mercado e, consequentemente, gerar lucros às cadeias produtivas dos setores em que atua.
Minha mãe Helenita me ensinou muito. Ela era professora e ainda assim conseguia economizar todo mês parte do seu salário de duas cadeiras, juntava com o décimo terceiro e partia para pesquisar os preços do material de construção. Com o pagamento à vista, sempre conseguia um bom desconto e com a economia, aplicava na poupança para pagar a mão de obra. Assim nossa casa era reformada todo ano. Essa é uma boa estratégia para você conseguir realizar o sonho da casa própria, o ideal é juntar dinheiro para comprar à vista. Afinal, quem tem os recursos na mão consegue bons descontos. Porém, como essa é uma realidade para poucos, optar pelo financiamento imobiliário passa a ser a única saída. Quem tem acesso ao Sistema Financeiro da Habitação (SFH), consegue taxas de juros de cerca de 8% ao ano. Se descontar a inflação, na prática, o comprador vai pagar 2% de juros ao ano para comprar a casa própria. E, se puder usar o FGTS, melhor ainda. Mesmo quem não tem acesso ao SFH e recorre à carteira hipotecária consegue um negócio vantajoso, os juros dessa carteira costumam girar por volta de 9% a 10% ao ano. Deduzindo a inflação, os juros ficariam em cerca de 3% a 4% ao ano, na prática. Mesmo sendo uma taxa de juros reduzida em relação a outras linhas de crédito, esse é um financiamento que irá durar um período muito longo e consumir parte importante da renda. Por isso, o ideal é juntar o máximo de dinheiro para dar entrada e assim diminuir o prazo do financiamento e, consequentemente, os juros. Procure se planejar financeiramente para a compra da casa
própria. Poupe até obter 20% do valor do imóvel. O primeiro passo é juntar dinheiro para dar a entrada no financiamento, já que a maioria das linhas de crédito permite financiar até 80% do valor do imóvel. O dinheiro deve ser guardado numa aplicação de pouco risco, como poupança ou fundos de renda fixa. Todo mês tenha como meta poupar 30% da sua renda. Dessa maneira, você já vai se acostumando a viver sem essa parcela de seu orçamento, que estará comprometida por até 30 anos. Morar alugado nem sempre é um mal negócio, financiar costuma ser mais caro que alugar. Quem aluga deve se preparar para pagar mais pela casa própria, a prestação típica de um financiamento de um imóvel costuma ser de 1% do valor da propriedade enquanto o aluguel custa, em média, 0,5% do valor do imóvel, ou seja, quem paga aluguel não vai trocar seis por meia dúzia no financiamento, mas seis por uma dúzia. Fique esperto e poupe dinheiro para as despesas de escrituração e taxas bancárias o comprador também terá de pagar o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), custos do cartório entre outros. Esses gastos costumam representar quase 5% do valor do imóvel. Afim de assegurar seu futuro, você deve se tornar financeiramente educado hoje. A maioria das pessoas não começa a poupar até que seja muito tarde. Na realidade é que quanto mais tempo você deixar para economizar, maior será o seu risco e necessidades. Pense nisso! O seu futuro agradece.
Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador
O primeiro passo é juntar dinheiro para dar a entrada no financiamento, já que a maioria das linhas de crédito permite financiar até 80% do valor do imóvel”
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MANAUS, DOMINGO, 27 DE JULHO DE 2014
Capital do Estado terá novo empreendimento O
Grupo Engeco e Braga fará mais um grande lançamento em Manaus este mês, o Residencial Atmosphere. O empreendimento de luxo, focado no público A, é composto por duas exclusivas torres de alto padrão, com metragens inexistentes em oferta no mercado. Com uma excelente localização, na avenida Mário Ypiranga Monteiro, no Adrianópolis, um grande diferencial do novo produto é a acesso também a avenida Jornalista Umberto Calderaro Filho. Estrutura O empreendimento possui 17 andares tipo e coberturas duplex exclusivas. A primeira torre possui apenas dois apartamentos por andar, com um total de 36 unidades, garantindo a exclusividade de seus moradores. Nela, todos os apartamentos são de 286 metros quadrados, com quatro suítes e quatro vagas na garagem. Há ainda a cobertura duplex 500 metros quadrados distribuídos em quatro suítes, incluindo uma master, e cinco vagas na garagem, sendo uma delas garage box. Especificações únicas em Manaus.
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O Atmosphere contará com duas torres e sua área de lazer possuirá itens para o descanso e também para prática de esportes Na segunda torre, serão quatro apartamentos por andar, cada um com 215 metros quadrados, quatro suítes e três vagas na garagem. A cobertura, também duplex, possuí 389 metros quadrados, com quatro suítes e quatro vagas na garagem, sendo uma delas no formato garage box. A proximidade com colégios,
EXCLUSIVIDADE O empreendimento possui 17 andares tipo e coberturas duplex exclusivas. A primeira torre possui apenas dois apartamentos por andar, com um total de 36 unidades, garantindo exclusivade ao morador hospitais e diversas opções de lazer, como o Manauara Shopping, praças e restaurantes, são alguns dos atrativos que garantem o alto padrão do empreendimento. Segundo a diretora de marketing da Engeco, Jória Said Guerreiro, essa é uma região movimentada, que apresenta diversas opções de entretenimento, compras e serviços.
As suítes são um atrativo a parte podendo variar de tamanho conforme o andar do apartamento
A vista privilegiada chama atenção pelo conforto que dará as moradores do Atmosphere
Sofisticação e qualidade de vida “Localizado no Adrianópolis e com acesso pelas avenidas Mário Ypiranga e Jornalista Umberto Calderaro Filho, o Atmosphere está situado em uma área que apresenta o melhor de dois mundos, ou seja, proporciona aos moradores variadas opções de entretenimento e garante, ao mesmo tempo, uma tranquilidade com serviços”, afirmou. A área de lazer do condomínio, que conta com itens exclusivos é outro ponto forte do empreendimento. Os espaços relacionados foram feitos de forma a servir tanto para o relaxamento como para a prática de exercícios e, claro, proporcionar divertimento para toda a família.
Atividade completa sete meses em queda O indicador de número de empregados também mostrou redução no quadro de trabalhadores, ao ficar em 45,3 pontos. A retração compromete a situação financeira das empresas
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indicador de nível de atividade da construção civil brasileira alcançou 44,5 pontos em junho, de acordo com a sondagem do setor, feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Esse foi o sétimo mês consecutivo em que o indicador ficou abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o que revela queda na atividade. O indicador de número de empregados também mostrou redução no quadro de trabalhadores, ao ficar em 45,3 pontos. Conforme a pesquisa, o indicador de evolução do nível de atividade em relação ao usual para o mês ficou em 41,7 pontos, o menor da série histórica iniciada em dezembro de 2009. A utilização da capacidade de operação caiu um ponto percentual em relação a maio e alcançou 69% em junho. A retração da atividade compromete a situação financeira das empresas. No segundo trimestre do ano, o indicador de margem de lucro operacional ficou em 41,4 pontos e o de situação
financeira recuou para 45,1 pontos, ambos abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o que demonstra a insatisfação dos empresários, de acordo com a CNI. O indicador de acesso ao crédito alcançou 37,9 pontos, abaixo da linha divisória dos 50 pontos, que separa a dificuldade da facilidade para obtenção de financiamentos. Para a CNI, a dificuldade de acesso ao crédito se disseminou pela indústria da construção. A pesquisa informa ainda que cresceram as dificuldades das empresas com a inadimplência dos clientes e com os juros elevados. Entre os principais problemas enfrentados pelo setor, as menções sobre a inadimplência dos clientes aumentou de 15,7% no primeiro trimestre para 21,4% em junho. As indicações sobre a elevada taxa de juros subiram de 18% para 22,5%. Mas o principal problema do setor, com 46,9% das respostas, continua sendo a elevada carga tributária, seguida da falta de trabalhador qualificado, com 34,2% das menções.
O indicador de expectativa sobre a evolução do nível de atividade para os próximos seis meses ficou em 51,2 pontos e o de expectativa em relação a novos empreendimentos, em 50,3 pontos. Os indicadores de compras de insumos e de matériasprimas e de evolução do número dos empregados ficaram levemente abaixo dos 50 pontos. Por Agência Brasil
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MANAUS, DOMINGO, 27 DE JULHO DE 2014
Segurança e economia
Quanto maior a potência, maior a capacidade de gasto de energia elétrica e quanto mais elevada a vazão, maior o consumo de água. Os cuidados iniciam no momento da instalação com o uso de fios e cabos de qualidade e que evitam gastos
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uem acredita que o chuveiro elétrico é somente usado em locais com o clima mais ameno está muito enganado. Em Manaus, o produto também é bastante consumido. No entanto, o seu uso diário tem influenciado e muito as contas de energia
no final do mês. Para aliar economia e, claro, segurança, a SIL, fabricante de fios e cabos elétricos de baixa tensão, dá algumas dicas para a correta escolha e utilização de chuveiros elétricos. O mercado dispõe de diversos modelos, com vazões, potências e capacidades para as mais
variadas necessidades. Quanto maior a potência, maior a capacidade de gasto de energia elétrica e quanto mais elevada a vazão, maior o consumo de água. Em tempos de estiagem, os banhos rápidos são ainda mais recomendáveis tanto no que se refere aos recursos hídricos, como energéticos.
Compatibilidade A escolha do aparelho, no entanto, precisa estar compatível com a instalação elétrica do imóvel. Todas as informações necessárias para a instalação e a correta utilização dos produtos são apresentadas nas embalagens ou manuais e devem ser seguidas por uma questão
de segurança e de economia. O gerente de engenharia de produto, Nelson Volyk, explica que uma das principais características a serem verificadas é a compatibilidade entre os condutores elétricos (fio ou cabo) do circuito que será utilizado e a potência do aparelho. “É preciso verificar a seção nominal
mínima do fio ou cabo a ser utilizado, do contrário pode ocorrer sobrecarga no circuito elétrico, degradando os condutores e elevando o consumo de energia”, afirma. Lembrando que, hoje em dia, um chuveiro chega a ter até 7.500 W de potência, valor bem superior quando comparado ao passado.
Instalação merece cuidado Para a instalação de chuveiros, o engenheiro da SIL recomenda que sejam seguidas as indicações da NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão, que determina o uso de disjuntor e de dispositivo diferencial residual (DR) nos circuitos onde haja utilização de água, como chuveiros, torneiras elétricas e banheiras. São itens de segurança que evitam riscos de choques e incêndios. Em 2014 a SIL comemora os 40 anos de fundação e de uma história vitoriosa, período em que se tornou uma das principais indústrias do Brasil na produção de fios e cabos destinados às instalações elétricas com tensões até 1 kV (baixa tensão), cabos de solda e para transmissão de áudio e de sinal de vídeo.
LOCAL
Redução de luz durante a Copa A Eletrobras Amazonas Energia divulgou o balanço do atendimento energético durante a realização do evento Copa do Mundo Fifa Brasil 2014, onde ocorreram jogos em Manaus nos dias 14, 18, 23 e 25 do último mês de junho. A Empresa registrou redução de 5% no consumo de energia nos dias de jogos realizados na capital do Amazonas e diminuição de 12% no consumo nos dias de jogos da seleção brasileira, o que significou considerável reserva técnica de atendimento. Segundo a concessionária, nos quatro dias de jogos, não houve grandes ocorrências nos sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica para a cidade de Manaus que foi uma das 12 capitais brasileiras a sediar o Mundial de futebol. Nos quatro jogos realizados no estádio Arena da Amazônia (antigo estádio Vivaldo Lima), o maior volume de energia consumida foi registrado no dia 25/06, com o pico máximo de 1.103 MWh durante a partida entre as seleções de Estados Unidos e Portugal. Já o menor índice de energia consumida foi de 974 MWh, registrado no dia do segundo jogo - 18/06, quando a seleção de Camarões enfrentou a Croácia.
MANAUS, DOMINGO, 27 DE JULHO DE 2014
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Cresce o número de ações por atraso de moradias A
dquirir um imóvel na planta é um sonho de uma vida inteira, mas que pode se tornar uma grande dor de cabeça caso os prazos e determinações em contrato não sejam cumpridos pelas construtoras e incorporadoras. Segundo levantamento no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), os conflitos judiciais envolvendo o atraso na entrega de imóveis aumentaram nos primeiros meses de 2014 em relação ao final do ano passado. Somente de janeiro até o início de junho desse ano, 150 casos sobre o tema foram julgados pelo tribunal paulista. Já nos últimos cinco meses de 2013, foram tomadas cerca de 120 decisões. Em geral, as sentenças são favoráveis aos compradores de imóveis. As indenizações concedidas variam de 0,5% a 0,75% sobre o valor do imóvel na maioria dos julgamentos a favor do consumidor. “O comprador de imóvel tem sido lesado e muitas vezes se assusta com a dor de cabeça provocada pelas grandes construtoras no momento de receber as chaves do seu imóvel. Em regra, a pessoa procura empresas de renome para ad-
quirir um novo bem, sem saber que a maior parte dos atrasos vem das grandes empresas”, afirma Rodrigo Karpat, advogado especialista em direito imobiliário. Para o advogado, a prática tem se tornado regra e não mais exceção, e o consumidor fica rendido se não estiver protegido pelo contrato. “Na maioria das vezes o contrato é de adesão, no qual o consumidor não tem a prerrogativa de alterar algo, ou aceita o estipulado ou não adquire a unidade. Outros problemas aparecem após a compra, pois as incorporadoras inserem cláusulas abusivas em que escolhem, por exemplo, a empresa administradora e o síndico do empreendimento que estejam de acordo com seus interesses, ao invés de proteger os moradores”, orienta. Seja qual o empreendimento a ser adquirido é certo que o consumidor deve ficar atento para alguns pontos. “No contrato deve constar o prazo de entrega da obra, cláusula garantindo que a empresa construtora será a mesma do início ao fim do empreendimento, se o mesmo será construído a preço fechado, entre outros”, finaliza o especialista.
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As indenizações concedidas chegam a 0,75% sobre o valor do imóvel e a maioria dos julgamentos são a favor do consumidor
O consumidor precisa ficar atento se no contrato consta o prazo de entrega do imóvel e se a construtora será a mesma do início ao fim
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Construtora entrega dois novos condomínios locais A
oportunidade de morar em um local privilegiado com conforto e qualidade de vida está bem mais próxima. Amanhã e terça-feira (29), a Capital Rossi irá fazer a entrega dos condomínios Vivendas Aleixo Praças e Ideal Torquato, respectivamente. Localizados em pontos estratégicos da cidade, os empreendimentos reúnem, entre muitas vantagens, uma completa área de lazer, segurança e a comodidade de quem escolhe morar em um condomínio fechado com toda estrutura necessária. Com apartamentos de três dormitórios (sendo uma suíte) com até 76 metros quadrados, o Vivendas Aleixo Praças possui cinco torres e fica localizado na alameda Cosme Ferreira, no Aleixo, próximo a grandes centros comerciais, hospitais e uma das áreas da cidade que mais cresceu nos últimos anos. Levando em conta a privacidade de cada cliente do Vivendas, o projeto do imóvel conta com uma churrasqueira instalada nas varandas de cada apartamento. O empreendimento concentra ainda uma ampla área de lazer com salão de festas, brinquedoteca,
FOTOS: REPRODUÇÃO
Um empreendimento está localizado no Aleixo e o outro na avenida Torquato Tapajós, ambos com unidades à venda playground, piscinas adulto e infantil, quadras de esporte e guarita, além de duas vagas na garagem. Completo Em outro ponto da cidade, na Zona Oeste, que também teve um dos maiores índices de expansão nos últimos anos, o Ideal Torquato é mais uma opção para quem preza pela qualidade de vida dentro de um condomínio planejado. O Ideal Torquato fica localizado na avenida Torquato Tapajós, bairro Tarumã, próximo ao aeroporto internacional Eduardo Gomes. O novo empreendimento conta com 56 torres, apartamentos de dois a três quatros com até 53 metros quadrados e uma vaga na garagem. A área de lazer possui jardins, piscina adulto e infantil, espaço fitness, vestiários feminino e masculino, quadra poliesportiva, churrasqueira, salão de festas, playground e brinquedoteca. Os empreendimentos com o selo de padrão e qualidade da Capital Rossi, ainda possuem unidades a venda. Mais informações podem ser adquiridas no site www. capitalrossi.com.br ou pelo telefone 3212-3200.
O Vivendas Aleixo será entregue nesta segunda-feira, dia 28
Já o Ideal Torquato será inagurado nesta terça-feira, dia 29
Ação no Reserva Inglesa continua hoje Outro empreendimento assinado pela Capital Rossi é o Reserva Inglesa. No último fim de semana, a construtora iniciou uma ação que carrega o slogan “Venha descobrir como serão as manhãs no Reserva Inglesa”. No evento, “Café da
Manhã nas Alturas’’, a Capital Rossi oferece aos clientes um delicioso café da manhã em uma das torres do Reserva Inglesa. Além disso, o cliente tem a oportunidade de visitar as obras do condomínio. Neste domingo (27), a
ação continua. Na ocasião os clientes poderão visitar as obras dos empreendimentos London e Liverpool, nos horários de 9h, 10h e 11h. O ponto de encontro é o estande de vendas do Reserva Inglesa, na avenida Coronel Teixeira,
6.225, ao lado do Shopping Ponta Negra. O cliente poderá levar um acompanhante, no entanto, deve entrar em contato no telefone 0800-7336000 e informar qual empreendimento e o horário da visita.