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Salão Imobiliário - 27 de abril de 2014

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MANAUS, DOMINGO, 27 DE ABRIL DE 2014

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Hora de declarar! Com o prazo da declaração do IR chegando ao fim, ainda restam dúvidas do que é permitido ou não pela Receita Federal

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uem é proprietário ou inquilino de imóveis alugados deve ficar atento aos trâmites para declarálos no Imposto de Renda. O prazo para a entrega da declaração de rendimentos obtidos no ano base de 2013 se encerra no próximo dia 30 de abril e os procedimentos para declarar variam de acordo com cada caso. De acordo com o contador amazonense Jonathan Galdino, declarar imóveis alugados não é um procedimento complexo, mas é necessário que os declarantes, tanto o locador quanto o locatário, fiquem atentos às informações exigidas. “É preciso que ambos estejam certos de que as informações declaradas concordam, para o caso de qualquer fiscalização do sistema”, diz. Os aluguéis pagos devem ser declarados por todos os inquilinos que constem no contrato de locação como locatários. Os valores devem ser lançados no campo “Pagamentos Efetuados”, sempre com o nome e o CPF ou CNPJ do locador. “Os aluguéis pagos não são dedutíveis da base de cálculo do imposto de renda, mas devem ser declarados mesmo assim, inclusive por quem entrega o formulário simplificado”, explica Galdino. Neste campo, a pessoa vai detalhar a quem pagou e quanto pagou, isso serve tanto para o locatário de uma pessoa física, quanto jurídica. No entanto, neste último caso deve informar se houve retenção de imposto e qual o valor. O contador ressalta que na maior parte dos casos de aluguel de imóvel residencial, quem fica responsável por arcar com o IPTU e o condomínio é o inquilino. Essas despesas não devem ser informadas na declaração, nem abatidas de qualquer forma. “O valor que deve ser declarado a título de aluguel pago deve ser apenas aquele que se refere ao aluguel de fato pago ao locador, sem a inclusão de quaisquer outras taxas”, afirma. Locador O proprietário do imóvel também precisa declarar o aluguel que recebeu. Ele deve informar isso em “Rendimentos Tributáveis Recebido de Pessoa Física/Exterior ou de Pessoa Jurídica”. Quem recebe aluguel de imóvel locado para uma empresa tem o IR retido pela fonte pagadora. “A empresa paga para você o valor do aluguel, mas já desconta a parcela do imposto, e é ela a responsável pelo recolhimento do tributo retido à Receita Federal”, explica Galdino. Caso o inquilino seja uma

pessoa física, o locador deverá recolher mensalmente o imposto sobre o valor recebido pelo aluguel, por meio do famoso carnê leão, formulário para pagamento do imposto das pessoas físicas. “Trata-se de um Darf (Documento de Arrecadação da Receita Federal) recolhido sob o código 0190. Tem pessoas que preferem pagar esse valor na hora da declaração, mas vale lembrar que nesse momento você paga com multa, juros e correção da taxa selic”, ressalta. “Vale lembrar também que nos itens 6 e 7 do campo Imposto Pago ou Retido tem um espaço para informar o somatório do imposto que você pagou do carnê leão. Não esqueça de informar, caso contrário, você terá que pagar novamente”, afirma.

Transparência no IR é essencial e evita problemas Para evitar transtornos e, sobretudo, não cair na temida “malha fina” da Receita Federal, é importante não deixar esse compromisso para a última hora, seguir as orientações e não omitir qualquer informação. Pois, basicamente, quem paga aluguel não pode abater nenhuma despesa e quem recebe aluguel é obrigado a declarar todos esses ganhos à Receita Federal.

A representante comercial Marlete Pinheiro trabalha com sete inquilinos e conta com a ajuda de um contador para declarar seu IR. “Não tenho tempo de ficar fazendo isso e por isso nunca fiz sozinha. Meu contador cuida de tudo e nunca tive dor de cabeça. Acho mais seguro fazer desta forma”, afirma. Alem da contratação de um profissional de contabilidade,

outra opção para quem não quer ter trabalho é contratar os serviços de um administrador de imóveis, responsável por acompanhar o pagamento de todas as contas pagas pelo inquilino, entre elas o Imposto de Renda. “Eu costumo trabalhar da seguinte maneira. Na hora que fecho o aluguel de um cliente, gero um contrato com o valor bruto do aluguel e

quando emito o boleto para o inquilino, lá já consta a dedução do imposto. Mensalmente ele tem que me apresentar a guia de recolhimento do imposto e a cada 12 meses precisa emitir um informe de rendimentos e dedução na fonte, onde constará o valor a ser restituído. Meus clientes não precisam se preocupar com nada”, explica a corretora de imóveis Márcia Cohen.


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Engeco oferece isenção do ITBI e condomínio grátis zza Di Fiori, que se diferencia dos demais pela exclusividade de suas 144 unidades, disponibiliza duas vagas por apartamento, elevador – que é novidade nesse padrão – e acesso por duas vias. Ao todo nove torres, cada uma com o nome de uma flor, com apartamentos de 79,63 metros quadrados, três quartos sendo uma suíte. Outra novidade fica

IMPORTANTES

Entre os destaques da empresa estão o recém-inaugurado The Office e o lançamento Piazza Di Fiori. O primeiro está sendo considerado o melhor empreendimento no seu segmento por conta das unidades no térreo, com área privativa de 107,47 metros quadrados, também com três quartos sendo. A construtora também disponibiliza os benefícios em empreendimentos como o Vitta Club House, Garden Club Residence, SmartFamilly, Sollar da Villa, Castello da Villa, Golden Ville, Smart, Villa dos Pássaros e Terezina 275.

O The Office, que está sendo considerado o melhor empreendimento no seu segmento, é um dos focos da construtora Engeco

NACIONAL DIVULGAÇÃO

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té o final deste mês, a Construtora Engeco está isentado seus clientes do pagamento do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e está oferecendo ainda seis meses de condomínio grátis em seus empreendimentos prontos. A empresa oferece ainda 2% de desconto em todas as unidades e a gratuidade nos registros de cartório. “A empresa está oferecendo uma série de facilidades em todos os empreendimentos, tanto os prontos, quanto os em obras”, afirmou a gerente de marketing da empresa, Jória Said Guerreiro. Entre os destaques da empresa, estão o recém-inaugurado The Office e o lançamento Piazza Di Fiori. “Estes são atualmente nossos dois focos de vendas”, completou Jória. O The Office, considerado o melhor empreendimento da linha, já está pronto e entregue com suas últimas unidades para venda possui 22 pavimentos e está dividido em térreo, mezanino, pavimento de eventos e salas, mais 14 pavimentos com 21 salas cada, cobertura com 17 salas, 4 subsolos com 428 vagas de estacionamento que contarão com uma equipe vigilante 24h. Já o grande lançamento, o Pia-

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Até o final deste mês, a construtora está isentando seus clientes do pagamento do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis

Na Região Norte, a alta foi de 0,54%, seguido do Nordeste com 0,58% e pelo Sul com 0,50%

Sudeste puxa preços da construção A inflação da construção civil em março deste ano foi fortemente influenciada pela variação dos preços na Região Sudeste do país. O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) ficou em 0,62% e foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com alta de 0,78%, a Região Sudeste apresentou a maior variação do país. Os quatro Estados da região registraram alta entre fevereiro e março superior à

média nacional: Rio de Janeiro (1,14%); Espírito Santo (1,13%); São Paulo (0,68%); e Minas Gerais (0,63%). Com os números de março, o Estado com maior alta acumulada nos últimos 12 meses (a taxa anualizada) é o Espírito Santo (9,11%), seguido de São Paulo (9,02%), do Rio de Janeiro (8,64%) e de Minas Gerais (6,74%) - todos com altas superiores à média nacional (0,62%). Na Região Norte a alta foi de 0,54%, no Nordeste 0,58%, no

Sul 0,50%, e na Região CentroOeste 0,32% - todos com altas inferiores à média nacional. A Região Sudeste também ficou com a maior variação nos últimos 12 meses, atingindo 1,06%. No ano, porém, a Região Norte apresentou a maior taxa acumulada: 2,12%. Os custos regionais, por metro quadrado, ficaram em R$ 889,51 no Norte; R$ 818,23 no Nordeste; R$ 910,77 no Sudeste; R$ 883,09 no Sul e R$ 876,60 no Centro-Oeste. Por Agência Brasil

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri

FOTOS Diego Janatã

REPORTAGEM Bruno Mazieri Mariane Barroco

REVISÃO Dernando Monteiro Gracycleide Drumond

DIAGRAMAÇÃO Mario Henrique Silva TRATAMENTO DE FOTOS Pablo Filard


‘Apês’ reformados Planejamento, bons profissionais e bom senso são itens que não podem ser deixados de lado na hora de reformar

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oda obra demanda trabalho, mas os cuidados devem ser redobrados quando se trata de reforma em apartamento. Qualquer mudança na estrutura da planta original, como a retirada de uma parede, por exemplo, se não for feita da maneira correta, corre o risco de abalar a edificação. “É direito do proprietário realizar obras de reforma dentro de seu apartamento. Contudo, é preciso estar atento a certas regras para não abusar de sua prerrogativa em prejuízo dos demais moradores”, explica o engenheiro Leandro Moreira. Moreira ressalta, ainda, que antes de iniciar qualquer obra, seja de troca de piso até a colocação de armários, é necessário consultar o manual do proprietário, documento entregue pela construtora, onde consta a planta do imóvel a as instruções de manutenção. “É no manual que está o que pode e o que não pode ser alterado. Lá estão os projetos dos elementos estruturais, que são as vigas e pilares e também os projetos elétrico e hidráulico da unidade, os quais em princípio deverão ser mantidos conforme projeto original da construtora. É importante conhecer tudo isso, saber por onde passam as tubulações, pois a desatenção às instruções pode causar grandes dores de cabeça”, alerta. O morador se quiser transformar o lugar onde mora retirando todas as paredes internas sem abalar a construção, por exemplo, pode fazer, contanto que os elementos estruturais sejam preservados. Em edifícios novos, não são raros aqueles feitos de alvenaria estrutural, quando não há viga ou pilar e as paredes são as responsáveis pela sustentação. “O problema é que, para leigos, essas são iguais às de vedação, que podem ser tiradas. Mas é muito

importante saber, que nesses casos não pode mexer, tirar, quebrar nenhuma parede. Em apartamentos assim, podem ser feitas somente reformas de revestimentos e pinturas”, observa Moreira. Outra alerta que o engenheiro faz é sobre os cuidados na hora de trabalhar nas chamadas “áreas molhadas”, como banheiros e cozinha. “Nesses casos é importante ter cuidado com a remoção de piso. Ficar atento com as impermeabilizações de laje, porque se você ferir vai gerar infiltração para o vizinho de baixo”, ressalta. Lei O correto é que qualquer tipo de obra tenha o acompanhando de um responsável técnico

ALERTA

Um dos cuidados importantes é com relação as chamadas “áreas molhadas”, como banheiros e cozinhas. É necessário ficar atento com relação à remoção de pisos devido à impermeabilização credenciado pelo Crea, que pode ser um engenheiro ou arquiteto. “Existe uma cultura no Brasil que todo mundo sabe construir. Não é bem assim. O pedreiro saber fazer sim, mas não é ele que deve planejar. Às vezes, o pedreiro pede para comprar dez galões de tinta para pintar as paredes da casa e aí sobram cinco. É um prejuízo e quando leva pra ponta da caneta, a pessoa descobre que seria mais barato ter contratado um profissional especializado. Além disso, o profissional credenciado recolhe o ART (anotação de responsabilidade técnica). Esse é o documento que garante a responsabilidade do profissional

em relação à obra realizada”, explica o engenheiro. Vizinhança Na hora de realizar uma obra os condôminos também devem seguir algumas regras sobre manutenção dentro do prédio e assim evitar desavenças com vizinhos. As normas devem estar previstas na convenção e regimento interno. Entre as polêmicas mais comuns está a questão do barulho que deve ser tolerado dentro do horário estipulado. “No inicio não tínhamos muitos problemas com obras. Mas hoje as reclamações aumentaram, afinal as pessoas estão sempre correndo com as mudanças e aí acabam não obedecendo algumas regras”, diz a síndica de um condomínio Adriana Cidade. No condomínio em que Adriana mora as obras são permitidas em horário comercial, com intervalo de duas horas para o almoço durante a semana e aos sábados somente pela manhã. “A maioria dos moradores respeitam as normas, mas ainda tem aqueles que não. Já teve um morador que resolveu levar uma britadeira para trocar o piso, aí eu preciso ir no apartamento e alertar que é necessário parar”, lembra. A circulação de trabalhadores e material de construção é outro ponto que deve ser controlado. “Nós temos um sistema para cadastrar essas pessoas. Então se elas passam do horário que é estipulado para encerrar a obra, nós entramos em contato para saber o motivo”, explica a sindica. “Cabe ao síndico verificar e fiscalizar as obras realizadas nas unidades, mas é necessário bom senso dos moradores para não fazer mau uso da propriedade, as pessoas tem que ter consciência que não estão sozinhas e que tem que respeitar as normas”, finaliza.

Cuidados na hora da compra Para evitar o trabalho de reforma, Leandro Moreira aconselha os clientes a ficarem atentos a todas as opções oferecidas pelas construtoras na hora de comprar os imóveis. “Hoje em dia as construtoras oferecem várias possibilidades

para um mesmo modelo de apartamento. Ele pode ter uma cozinha ampliada ou não, por exemplo. A incorporadora também determina um deadline para alterar alguma coisa na obra, depois disso, a construtora não faz mais parte das mu-

danças. Para fazer o menor de reforma possível, faça os pedidos antes. Dependendo da construtora tudo é negociável. Às vezes, o cliente pode até comprar o material e a obra aplica. Tudo pode ser avaliado e discutido antes”, diz.

Com relação à remoção de paredes é necessário cuidado para não “abalar” a estrutura

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Conexão Miami-Manaus por meio da construção M

otivos para visitar Miami não faltam aos brasileiros. A cidade, além de possuir belas praias, também oferece ótimas opções de passeios, entretenimento e compras. Interessados em criar bases em território americano, um público mais restrito de alta renda tem investido fortemente no mercado imobiliário, comprando casas e apartamentos de valores que variam de US$ 100 mil a US$ 5 milhões. “As pessoas gostam muito de Miami por vários motivos, mas principalmente, pela qualidade de vida. Além disso, a distância entre Manaus e Miami é pequena. Quem tem condições de ter uma casa lá e viver melhor, o faz”, afirma o corretor de imóveis James Basílio. O crescimento de negócios para brasileiros é tão grande no destino mais badalado da Flórida que o corretor, que é amazonense e reside em Miami, esta vindo para Manaus para apresentar aos compradores locais unidades à venda do Marina Palms Yacht Club e Residences, empreendimento imobiliário de luxo lançado recentemente. A ideia é trazer o produto até o consumidor, que pode fechar negócios sem via-

jar. “A maioria dos meus clientes são brasileiros, amazonenses, principalmente, e eles mesmos sugeriram que eu trouxesse o Marina Palms. Por isso resolvi realizar um coquetel para apresentar o projeto para clientes e convidados”, diz James. Localizado na região do Biscayne Boulevard, próximos aos locais de entretenimento e

DIVERSIDADE

Um dos diferenciais do empreendimento é o iate clube. O morador poderá comprar espaço no ancoradouro ou desfrutar de lanchas que podem ser alugadas e, após o uso, devolvidas compras mais famosos do Sul da Flórida, o condomínio reúne duas torres com 468 apartamentos de 170 a 200 metros quadrados com vista para o mar, que variam entre US$ 700 mil e US$ 4 milhões. “Esperamos vender pelo menos 20 unidades nesse lançamento em Manaus”, aponta James. Segundo ele, a primeira torre já esta vendida, e em média, 40% dos comprado-

res são brasileiros. O edifício que tem atraído o público nacional oferece segurança 24 horas, sala de cinema, spa, lounge de negócios, além de uma marina exclusiva. “Esse é o grande diferencial. Nós amazonenses gostamos muito de água, então ter um serviço desse disponível é formidável”, observa Basílio. A marina vai dispor de 112 ancoradouros para iates, mestre da doca em tempo integral, serviço de concierge completo do iate clube, internet de alta velocidade e TV a cabo no cais. “Cada morador vai ter a opção de comprar uma vaga na marina, pagando mensalidades e terão disponíveis serviço de iate clube, podendo usar os barcos e lanchas a vontade, sem ter que comprar”, explica. A primeira torre do empreendimento já esta em construção e com previsão de entrega para 2015. A segunda torre somente em 2016. “É um empreendimento completo e com localização estratégica, próximo a bairros turísticos como Aventura e Bal Harbour, onde ficam os shoppings favoritos dos brasileiros, o Aventura Mall e o Bal Harbour, com serviços de classe internacional. Vale a pena o investimento”, ressalta James.

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Novo empreendimento criado nos Estados Unidos tem como alvo os brasileiros, mas especificamente os amazonenses

O empreendimento, que contará com duas torres, será lançado em Manaus nesta semana

Carlos Célio carlos@investimento.net.br

Passo a passo na hora da compra É com grande alegria que hoje estreamos a nossa coluna no caderno “Salão Imobiliario” do jornal EM TEMPO! Todos os domingos iremos ajudar você com informações e dicas importantes sobre o mercado imobiliário. Falaremos sobre as novas tendências, os lançamentos e, claro, vamos ensiná-lo a fazer um bom negócio. A compra da casa própria é um sonho para muitas pessoas. Por isso mesmo, deve ser feita com muita cautela e responsabilidade para que nada dê errado. Isso porque ninguém quer perder o dinheiro não é? E aí vai a primeira dica: consulte sempre um corretor devidamente inscrito no Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis), ele é o profissional qualificado para lhe ajudar. Seguindo os passos abaixo, você irá economizar tempo e dinheiro: ✓Defina suas necessidades com clareza: converse com cada membro da família para decidir o que é importante no imóvel, escolha entre um imóvel na planta ou usado: Adquirir um imóvel na planta é um negócio repleto de vantagens para quem tem condições de esperar pela finalização da obra, comprar um imóvel em construção pode significar uma economia de 20% a 30% do valor dos imóveis prontos. ✓Procure um corretor ou uma imobiliária de sua confiança: para economizar tempo, evitar problemas desnecessários e realizar um negócio seguro, esta é a melhor opção. ✓Visite um número razoável de imóveis: só faça negócio após visitar um número razoável de casas e apartamentos, entre três e cinco, com todas as pessoas que

têm poder de decisão na família. Nos imóveis na planta, cuidado com os apartamentos decorados, a decoração e modificações encantam, mas quase sempre não estão inclusos. O apartamento será entregue conforme o memorial descritivo, por isso analise com atenção. Já nos imóveis usados, certifique-se se o local possui variedade de serviços, comércios, meios de transporte, hospitais e escolas. Uma boa dica para conhecer um pouco mais sobre as proximidades é conversar com os futuros vizinhos. ✓Conheça bem os custos envolvidos na transação: Para evitar surpresas desagradáveis, pergunte ao corretor sobre os custos dos cartórios e imposto de transmissão de bens imobiliários (ITBI) e principalmente informações referente aos reajustes. ✓Tudo pode ser usado no tribunal: A prevenção é sempre uma ótima aliada para quem está adquirindo um imóvel. Guarde anúncios, vale até folhetos promocionais e e-mails trocados com os corretores. Tente fazer as perguntas sempre por escrito. Todo este material pode servir como prova caso haja algum abuso por parte da empresa. ✓Seguindo essas cincos dicas, muito provavelmente você evitará problemas futuros, e lembre-se que o empreendimento imobiliário, como qualquer outro negócio, implica comprar na baixa e vender na alta, para obter um bom lucro. Saber quando comprar – ou vender – não é tão fácil quanto pode parecer à primeira vista. Imóvel, em todas as épocas é um bom investimento. Pense nisso! O seu futuro agradece.

Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador

Falaremos sobre as novas tendências, os lançamentos e, claro, vamos ensiná-lo a fazer um bom negócio. A compra da casa própria é um sonho para muitas pessoas”


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Projeto une hospedagem e nova produção de vinhos T

radicionais na Europa, nos Estados Unidos e na Argentina, os condomínios vitivinícolas, para a produção de vinho, começam a ser desenvolvidos no Brasil. Apreciadores da bebida poderão agora ter na região do Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha, uma suíte de hotel de luxo ou uma casa de campo com vinhedos e produzir o seu próprio vinho, sem precisar investir milhões na construção de uma vinícola. Os dois primeiros projetos têm as presenças da Miolo e da Cave Geisse. Uma parceria entre a Lex Empreendimentos e a M. Stortti Consultoria, com o enólogo chileno Mario Geisse, resultou no projeto de um condomínio de 58 lotes de casas, de mil metros quadrados cada um, que produzirá espumantes. O preço inicial de cada lote é de R$ 450 mil. Cada condômino terá direito a 600 garrafas por ano e a uma cave no próprio condomínio, onde a bebida ficará armazenada durante o processo de envelhecimento. O vinhedo, que será um só para todos os proprietários, terá as variedades chardonnay e pinot noir, que começarão a ser plantadas neste ano. A primeira safra deve sair em 3 anos. A taxa de condomínio está estimada entre R$ 40 mil e R$ 50 mil ao ano. “O objetivo foi desenvolver algo que agregasse turismo e vinho no Vale dos Vinhedos, para atender às necessidades dos enófilos que já buscavam terras no Sul, mas que tinham dificuldades de alugar uma vinícola”, diz Ricardo Siviero, sócio-diretor da Lex. O vinho-base será igual para todos, o que vai diferenciar a bebida de cada condômino será a parte final. A fabricação ocorrerá na Cave Geisse e envelhecerá nas cavas do condomínio.

“O proprietário é que vai decidir quanto tempo o espumante ficará envelhecendo, se um, dois ou três anos. O produto dele será único”, diz Mario Geisse, diretorpresidente da vinícola. Inaugurado há 7 anos e com vinhedos “no quintal”, o hotel Spa do Vinho, no Vale dos Vinhedos, iniciou uma nova fase, em parceria com a vinícola Miolo, voltada aos que querem produzir o seu vinho tinto. Com investimentos a partir de R$ 350 mil, o condômino terá direito a usar uma suíte por quatro semanas no ano e a 60 garrafas do vinho autoral produzidas em comum no vinhedo ao redor do hotel. “Ter seu próprio vinho é um sonho para poucos, mas, nesse sistema, em que o custo é diluído, é acessível”, diz Deborah Villas-Bôas Dadalt, sócia-diretora. No local, estão plantadas uvas merlot que já produzem há dez safras o vinho VE, vendido exclusivamente no hotel. Caso os investidores queiram usar o hotel por mais semanas, terão de pagar uma taxa mensal de condomínio, de cerca de R$ 4 mil. “Os proprietários vão acompanhar todo o processo, da poda à colheita. Eles definirão a estrutura do vinho e o envelhecimento”, afirma Adriano Miolo, presidente-executivo da vinícola. Riscos Especialistas consideram que o mercado tem potencial de investimento, mas é preciso se cercar de cuidados. “Parcerias com grandes empresas reduzem o risco. E pesquisar o terroir é forma de garantir o investimento”, diz Filipe Albert, gestor da Cultinvest. Os proprietários também precisam se proteger contra riscos de geadas e pragas, segundo Geni Sato, do Instituto de Economia Agrícola do Estado de São Paulo.

FOTOS: REPRODUÇÃO

Parceria entre a Lex Empreendimentos e a M. Stortti, com o enólogo Mario Geisse, resultou em um condomínio

Esse tipo de empreendimento está sendo muito comum em países como o Estados Unidos e Argentina, por exemplo

Brasileiros são maioria na Argentina Em uma das vinícolas argentinas pioneiras no sistema de condomínios, a O. Fournier, em Mendoza, 80% dos investidores são brasileiros. “A paixão pelo vinho, a proximidade entre os países e os altos custos da bebida no Brasil são fatores que atraem os brasileiros”, diz José Manuel Ortega, presidente da vinícola, localizada no Valle de Uco, a 12 quilômetros da

Cordilheira dos Andes. A maioria dos investidores é de São Paulo, Campinas, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro. O projeto difere dos lançados no Brasil por colocar à venda a terra, ou seja, o lote do vinhedo. São 84 condomínios, de um a três hectares - 40% já foram comercializados. A vinícola oferece dois modelos de investimento. No primeiro,

é possível comprar um hectare ao custo de US$ 150 mil (cerca de R$ 340 mil). Estão incluídos a manutenção até a primeira safra, estadia num conjunto de casas dos sócios e desconto no hotel que será construído. O segundo, de três hectares, permite a construção de uma casa, ao custo de US$ 170 mil o hectare (cerca de R$ 380 mil). Outro diferencial é

o modo de produção. Na O. Fournier, os donos dos lotes decidem quantas garrafas serão produzidas. A taxa anual de condomínio, que inclui manutenção e gestão das vinhas, é de US$ 5 mil (R$ 11.200 mil) por hectare, que poderá ser paga com a venda das próprias uvas na vinícola. Por Alessandra Kianek

Na Argentina um empreendimento com investimento de 80% de brasileiros


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No site são oferecidas uma série de opções construídas e outras que ainda irão lançar de apartamentos disponíveis em Miami e também em outras cidades brasileiras como São Paulo, por exemplo

Internet facilita a compra de imóveis fora do Brasil Parceria entre Elite International Realty e Imóvelbid oferece informações detalhadas sobre empreendimentos novos

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uem procura informações sobre imóveis na internet geralmente fica com mais dúvidas do que certezas sobre os empreendimentos. É comum faltarem dados essenciais como a localização exata – o habitual é mencionar só a região –, a posição do sol para análise da temperatura e da luminosidade em cada estação, sem falar nas condições de financiamento. Toda essa falta de dados torna tudo ainda mais complicado quando o imóvel fica fora do Brasil, o que é natural em virtude da maior dificuldade de visitar e do menor conhecimento sobre os processos de aquisição. Agora, o interessado tem uma oportunidade única de acessar todas as informações essenciais para a escolha do imóvel sem a necessidade de viajar a Miami em um primeiro momento ou mesmo na hora de finalizar o negócio – e o melhor, em português. A ferramenta permite, inclusive, a simulação de compra e do financiamento e faz a conversão de reais para dólares de acordo com a cotação do dia. O serviço está disponível em virtude da parceria entre a Elite International Realty, consultoria imobiliária sediada em Miami, e a Imóvelbid, imobiliária virtual do grupo Superbid. Juntos, apresentam imóveis novos na mais brasileira das cidades norte-americanas. Segundo Leo Ickowicz, da Elite International Realty, há 23 anos no mercado norte-americano e um expert em imóveis

na Flórida, os imóveis que serão oferecidos são de diferentes regiões de Miami, incluindo lançamentos nas regiões de Aventura, Brickell e Sunny Isles Beach, em uma faixa de preço que vai de US$ 300 mil a US$ 5 milhões. De acordo com Tonico Dias, da Imóvelbid, outra vantagem do serviço é o detalhamento único sobre cada imóvel, como endereço completo, facilidades na região, posição do sol, o número de meses para mudar e um grande número de ima-

PARCERIA

O serviço está disponível em virtude da parceria entre a Elite International Reality, consultoria imobiliária sediada em Miami, e a Imóvelbid, imobiliária virtual do grupo Superbid

gens com legendas explicativas. “Além da transparência e da facilidade no autoatendimento, é possível comparar simulações entre dois imóveis e enviar para outra pessoa”, comenta. “Com a nossa forma de trabalho, queremos ser o último site consultado pelo potencial comprador, aquele em que ele pode se basear para sua tomada de decisão”, afirma Dias. Para saber mais sobre a parceria e usar a ferramenta, acesse www. imovelbid.com.br

Sobre a Elite International Realty Fundada em 1994 por um empreendedor brasileiro, a Elite International Realty é especialista em compra, venda e aluguel de imóveis comerciais e residenciais nas cidades de Orlando, Miami e Nova York, nos EUA. Para facilitar o contato dos clientes com a empresa na hora de buscar um investimento em imóveis, a imobiliária possui represen-

tantes em diversas capitais da América Latina, como: São Paulo, Rio de Janeiro, Caracas, Cidade do México, Bogotá, Cali e Lima. Atualmente, a empresa conta com profissionais experientes e bem equipados para atender clientes de alto padrão, garantindo os melhores resultados no serviço imobiliário. Mais informações: www. eliteinternational.com O interessado pode fazer uma visita on-line ao empreendimento e, juntamente com isso, realizar uma simulação de compra


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Cogeração de energia vem conquistado mais o mercado FOTOS: REPRODUÇÃO

Estudo mostra que as 14 principais áreas comerciais de São Paulo, como avenida Paulista e Itaim Bibi, consomem 1.265 MW

O bairro Itaim Bibi é um dos que mais consomem energia em SP

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mpulsionado por um cenário de crise no setor de energia elétrica do país, o mercado de cogeração começa a conquistar megaempreendimentos imobiliários em São Paulo. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Cogeração de Energia (Cogen), cerca de 90% dos novos condomínios multiuso - que agregam shopping centers, edifícios comerciais e residenciais já utilizam o sistema. Sérgio Silva, presidente da Cogen, afirma que o sistema elétrico, principalmente nos grandes centros comerciais, está sobrecarregado. Estudo da consultoria Cone mostra que as 14 principais áreas comerciais de São Paulo, como avenida Paulista, Itaim Bibi e Santo Amaro, consomem 1.265 MW - demanda correspondente a 20% da capacidade de geração de Itaipu. Para ajudar a suprir essa demanda, a Comgás (Companhia de Gás de São Paulo) tem trabalhado em projetos de cogeração paulistanos. Segundo Luis Henrique Guimarães, diretor da companhia, é uma alternativa para evitar que empresas deixem a capital para buscar segurança energética no interior do Estado, por exemplo. A AES Eletropaulo, distribuidora que abastece a Grande São Paulo, por seu lado, afirma possuir plena capacidade de suprir a energia demandada pelos novos empreendimentos na cidade. Sidney Simonaggio, vice-

presidente de Operações, diz que a AES Eletropaulo possui uma capacidade de transformação de 14.000 MW, enquanto o recorde de consumo na cidade, em fevereiro deste ano, foi de 8.600 MW. “Se há uma demanda nova em qualquer região, a Eletropaulo fará investimentos para atender as necessidades”. Segundo a consultoria Navigant Research, a capacidade industrial de cogeração deve aumentar 50% no mundo nos próximos 10 anos.

Luz que sobrar do consumo pode ser vendida Uma das maiores atrações da cogeração está na possibilidade de os empreendimentos venderem o volume excedente de energia às distribuidoras. No entanto, a legislação brasileira limita a venda a 1 megawatt-hora, o que representa menos de R$ 200 no

mercado cativo - o sistema representado pelas concessionárias e para o qual os empreendimentos cogeradores são obrigados a vender. Segundo Nelson Oliveira, presidente da empresa Ecogen, esse limite tem atrapalhado os projetos no país.

Isso porque, se o excesso for menor do 1 MW, é inviável economicamente, e mais do que isso não pode ser vendido. “Um megawatt é o mínimo e o máximo. Infelizmente, por falta de regulamentação, não podemos fazer projetos mais ambiciosos”, diz o executivo.

Sérgio Silva, da Cogen, diz que a associação tem mantido contatos tanto com a Aneel quanto com o Ministério de Minas e Energia para elevar esse volume. “Queremos elevar esse montante para 10 MW”. Por Machado da Costa

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Uma das maiores atrações da cogeração está na possibilidade de os empreendimentos venderem o volume excedente de energia às distribuidoras, mesmo havendo um limite de 1MW-hora Custos altos Para cada megawatt gerado, cerca de R$ 3 milhões precisam ser investidos, e somente em um prazo de 15 anos o custo do maquinário necessário para a conversão da energia é pago. “De pronto, há uma economia de 30% no preço da energia. Cerca de 25% desse valor é usado para amortizar o investimento. Depois de 15 anos, essa economia aumenta”, diz Nelson Oliveira, presidente da Ecogen.

A avenida Paulista está entre os locais de São Paulo que mais consomem energia, diariamente, somando 1.265 MW


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Tecnologia a favor do solo Andréa Rizzo, disse que é necessária uma intervenção, por meio da biorremediação que aproveita micro-organismos do local, quando ocorre a contaminação de solos em função de derrames acidentais de petróleo ou de derivados

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Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação inaugurou laboratório para o desenvolvimento de uma nova tecnologia destinada à recuperação de solos contaminados por combustíveis. Coordenado pelo Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), o Laboratório de

Bioprocessos para Ensaios de Biorremediação nas Escalas de Bancada e Piloto é resultado de parceria com a Petrobras. A pesquisadora do Cetem, Andréa Rizzo, disse que é necessária uma intervenção quando ocorre a contaminação de solos em função de derrames acidentais de petróleo ou de

derivados. A biorremediação é uma tecnologia que aproveita os microorganismos presentes no solo e que demonstram capacidade de combate aos produtos que contaminam. “Eles degradam e diminuem a concentração dos contaminantes no solo”, resumiu. A biorremediação é uma tec-

nologia adequada porque o consumo energético é reduzido e é possível recuperar as qualidades do solo. Andréa esclareceu que em outras tecnologias, o solo é queimado, incinerado. A biorremediação “tem um viés sustentável bem forte, além de custo reduzido”. O laboratório fica na sede do

Cetem, no campus da Universidade Federal do Rio. A unidade vai desenvolver projetos na área de biotecnologia e, de forma mais específica, na área da biorremediação de solos. Trata-se, segundo Andréa, de uma infraestrutura nova, que vai proporcionar o fortalecimento e o desenvolvimento de novas

parcerias com a Petrobras, com universidades e outras instituições de pesquisa. A Petrobras investiu R$ 800 mil no laboratório, que vai integrar equipes de pesquisadores do Cetem, da própria empresa, da universidade e da Fundação Instituto Oswaldo Cruz. Por Agência Brasil

BANCO

Caixa publica regras para migração A Caixa Econômica Federal publicou na última semana, no Diário Oficial da União, os critérios e procedimentos para a portabilidade de financiamentos imobiliários - transferência dos empréstimos de uma instituição financeira para outra que cobre juros menores - no segmento de baixa renda. Esse nicho envolve financiamentos habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, que contempla imóveis de até R$ 190 mil na região metropolitana de São Paulo, na cidade do Rio de Janeiro e no Distrito Federal, e até R$ 170 mil nas demais capitais. As regras publicadas já haviam sido aprovadas pelo Conselho Curador da Caixa, em março, mas era necessária a divulgação no Diário Oficial. Com as novas normas, ficam detalhados os trâmites que os bancos que financiam pelo Minha Casa, Minha Vida -basicamente, Caixa e Banco do Brasil - devem seguir caso o comprador deseje migrar de uma instituição para outra. Por Agência Brasil

IMÓVEIS

Vendas caem em São Paulo As vendas de imóveis residenciais novos, na capital paulista, tiveram o resultado mais baixo para o primeiro bimestre do ano desde 2004. Segundo balanço do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), em janeiro e fevereiro foram vendidas 2.011 unidades, 27,5% menos que as 2.775 residências comercializadas no mesmo período de 2013. Para o vice-presidente do Secovi-SP, Emílio Kallas, as empresas estão inseguras em relação à conjuntura econômica. Parte do fraco desempenho do setor, segundo ele, “pode ser atribuído às incertezas dos empreendedores em relação aos rumos da economia”. O aumento de preço dos terrenos na cidade e o aumento das exigências para construir também são fatores, que segundo Kallas, devem ter influenciado no desaquecimento do setor.


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Salão Imobiliário - 27 de abril de 2014 by Amazonas Em Tempo - Issuu