MANAUS, DOMINGO, 25 DE MAIO DE 2014
(92) 3090-1017
Efeito Copa do
Mundo
Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis no Amazonas, 93% dos hotéis já estão com as vagas ocupadas, principalmente, durante os jogos entre Inglaterra x Itália e Portugal x Estados Unidos
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altando 23 dias para a Copa do Mundo, Manaus ainda tem 30% de vagas para hospedagem disponíveis, segundo informações da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis no Amazonas (Abih-AM). “Um grande evento sempre atrai muitas pessoas e em Manaus não é diferente, mas nossa realidade é um pouco mais complicada devido às dificuldades de acesso para se chegar aqui devido ao alto preço das passagens de avião. Então, temos uma boa expectativa, mas não tanto quanto em outros locais, onde a demanda é maior”, diz Roberto Bulbol, o presidente da Abih-AM. Segundo Bulbol, dos 56 hotéis associados, 93% já estão com as vagas que foram disponibilizadas ocupadas, principalmente durante os jogos entre Inglaterra e Itália, dia 14 de junho, e Portugal e Estados Unidos, dia 22 de junho. “Para os demais jogos, (Croácia x Camarões, 18 de junho, e Suíça x Honduras, 25 de junho), ainda temos disponibilidade. Além disso, temos que considerar as desistências que também vão abrindo mais vagas”, afirma. Dados da Empresa Estadual de Turismo (AmazonasTur) mostram que Manaus disponibilizou 23 mil leitos para receber os 80 mil turistas esperados para os dias de jogos. Dos 17 hotéis cadastrados pela Fifa, apenas quatro estão com 20% de vagas disponíveis. Ocupação A Rede Manaus Hotéis esgotou quase todas as vagas dos quatro hotéis para os dois principais jogos. O hotel Adrianópolis, que dispõe de 60 apartamentos, já está com 78% da sua capacidade lotada no período do dia 13 a 27, e não resta nenhuma vaga para os jogos que acontecem entre os dias 14, 18, 22 e 25. No Millenium (133 apartamentos) e Express Vieiralves (200 apartamentos), restam vagas apenas para o confronto entre Croácia x Camarões e Suiça x Honduras. “No Express é onde temos mais vagas disponíveis, temos cerca de 100 apartamentos livres”, diz Rafael Degelo, gerente de marketing da rede. O Saint Paul, com 66 apartamentos, é o único que está com 85% ocupação no período inteiro. “Faltam apenas entre dez e 15 apartamentos para esgotar todas as reservas”, afirma Degelo. O departamento de reservas do Sleep Inn Manaus (152 apartamentos) informou que já estão com 1400 reservas no sistema até o momento. “Esperávamos maior procura, mas de qualquer, o cenário é bem positivo nos dias de jogos em Manaus, mas os dias fora de jogos estão em baixa”, ressalta o executivo de contas do hotel Jairo Junior. Investimentos O Tropical Manaus Ecoresort possui 609 leitos, a maioria dos quartos está reservado para a Fifa, outra parte para as tripulações das companhias aéreas que mantém contrato com o hotel, além das vagas para turistas. Depois dos ajustes feitos pela Fifa no bloqueio inicial, o hotel ganhou algumas unidades que podem ser disponibilizadas no decorrer da competição. “Não é um número grande, mas temos apartamentos disponíveis. É bom lembrar que em algumas datas, entretanto, a lotação está completa, sem qualquer quarto disponível”, explica Antônio Maglione, gerente-geral do Tropical Hotel. O resort cinco estrelas realiza há 3 anos reforma nos apartamentos. Até o início da Copa terá cerca de 300
apartamentos completamente revitalizados com novo conceito de mobiliário e modernos equipamentos para dar ainda mais conforto aos hóspedes. “Além desses, teremos outros 300 apartamentos ainda no conceito antigo, mas com o mesmo conforto e equipamentos oferecidos pelos demais. Apenas o formato do mobiliário é mais tradicional. E ainda investimos na reforma dos salões de festa, das quadras de tênis, da piscina, dos restaurantes e na mobilidade de acesso das pessoas com necessidades especiais”, ressalta Maglione.
Opção de hospedagem alternativa Visando auxiliar a rede hoteleira de Manaus, durante a Copa do Mundo, a AmazonasTur, em parceria com o Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado do Amazonas (Sindimóveis), está com o projeto “Hospedagem Alternativa”, que visa cadastrar imóveis para receber turistas nacionais e internacionais, em casas, apartamentos, sítios e fazendas. “Temos mais de 400 imóveis cadastrados, desses 100 já estão aptos para aluguel. Estamos fazendo uma triagem de acordo
com o edital e com as exigências feitas pela Fifa”, explica Almir Taveira, presidente do Sindimóveis. O presidente do Sindimóveis afirma que o projeto vai atender, em caráter complementar, na falta de acomodações da rede hoteleira local. “Caso não consiga suportar a grande demanda, já temos essa solução. É uma forma segura para quem está alugando e para quem vai alugar”, diz. O projeto disponibiliza imóveis de um até dez quartos, incluindo os de alto padrão em várias zonas da cidade.
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Auxílio-moradia está sob investigação de procurador (compensar despesa gerada pelo trabalho), não é cobrado Imposto de Renda sobre a verba. Também permite receber acima do teto: R$ 29,4 mil, salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal. “Os gastos particulares de cada agente público, inclusive com moradia, são custeados pela remuneração. Somente diante dos pressupostos específicos é que se cogita auxílio”, disse o procurador Mario Bonsaglia em relatório no ano passado. Supremo Bonsaglia identificou abusos no pagamento do benefício em cinco Ministérios Públicos. A votação do relatório, contudo, foi suspensa. O órgão decidiu aguardar o julgamento no STF de três mandados de segurança sobre o tema. O mesmo fez o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) em relação aos TJs. Janot instaurou o procedimento para propor ações diretas de inconstitucionalidade contra as leis que instituíram o auxílio nos Estados. Enquanto a questão não é definida, alguns TJs e MPs tentam instituir o benefício: o Rio passou a fazer o pagamento para magistrados neste ano. Por Folhapress
O procurador Rodrigo Janot instaurou procedimento para analisar o pagamento do auxílio-moradia em todos os Ministérios Públicos
NACIONAL REPRODUÇÃO
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procurador-geral da República, Rodrigo Janot, instaurou procedimento para analisar o pagamento de auxílio-moradia em todos os Ministérios Públicos Estaduais e Tribunais de Justiça do país. O objetivo é identificar abuso na concessão do benefício. O gasto anual no país é de ao menos R$ 168 milhões. Levantamento da reportagem revela que dez promotorias e ao menos 12 tribunais pagam o benefício a seus membros. Para Janot, o auxílio só deve ser concedido para ressarcir quem tem gasto adicional por trabalhar em local distante de sua residência. Essa lógica não é seguida em ao menos três MPs e sete TJs, onde mais de 80% dos membros recebem a verba. Os órgãos se baseiam num trecho da lei que diz que o auxílio deve ser pago quando não houver “residência oficial” para o magistrado ou membro do Ministério Público. Como são raros os imóveis do tipo no país, consideram autorizado o pagamento universal do benefício. Para críticos da prática, o auxílio nesses casos é usado para aumentar artificialmente o salário de promotores, procuradores e magistrados. Por ter caráter indenizatório
REPRODUÇÃO
O objetivo é identificar abuso na concessão do benefício. O gasto anual no país é de ao menos R$ 168 milhões
O desempenho do segmento pode ser atribuído ao bom momento do mercado imobiliário
Setor cresceu 13,4% em franquias O setor de casa e construção cresceu 13,4% no mercado brasileiro de franquias em 2013, segundo balanço anual da Associação Brasileira de Franchising (ABF). O mercado de franchising como um todo apresentou alta de 11,9%. Somente no ano passado, o segmento voltado para imóveis fatu-
rou R$ 6,26 bilhões. O faturamento total das franquias foi de R$ 115 bilhões. O número de marcas do setor de decoração e construção aumentou 15,2%. O desempenho do segmento pode ser atribuído ao bom momento que o mercado imobiliário viveu em 2013. Na cidade de São
Paulo, as vendas de imóveis residenciais novos cresceram 23,6% no ano passado, conforme pesquisa do Secovi-SP (Sindicato do Mercado Imobiliário). De acordo com o instituto Data Popular, cerca de R$ 146 bilhões foram gastos em 2013 com reformas de imóveis. Por Folhapress
EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri
FOTOS Alberto César Araújo Ione Moreno
REPORTAGEM Bruno Mazieri Mariane Barroco
REVISÃO Dernando Monteiro Gracycleide Drumond
DIAGRAMAÇÃO Leonardo Cruz TRATAMENTO DE FOTOS Adriano Lima
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Novas construções com o apelo da sustentabilidade
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contêiner começa a ultrapassar a barreira de portos e assume papel de destaque na construção civil, trazendo um novo conceito de sustentabilidade e rapidez comparado ao tradicional sistema de alvenaria. Servindo como base de montagem para escritórios, alguns empresários amazonenses já apostam na nova ideia e o próximo passo deve ser no segmento habitacional. O arquiteto Roberto Moita, proprietário do Contêiner Mall, o primeiro empreendimento construído com contêineres em Manaus e localizado no Nossa Senhora das Graças, explica que foram necessários estudos para poder colocar em prática o projeto baseado em experiências internacionais. “Atentei ao fato de que temos na cidade muitos contêineres devido ao nosso transporte fluvial e comecei a estudar a possibilidade de utilizá-los para essa outra finalidade. Conheci empreendimentos de sucesso em outros países e resolvi executar o projeto”, diz. Com o auxílio de profissionais que trabalham com a conversão de contêineres marítimos, Moita construiu um espaço de 32 metros quadrados com lojas e salas comerciais. “Utilizamos 21 módulos e estudamos cuidadosamente o sistema de construção, como cortar o contêiner sem danificar a estrutura, atentamos para itens importantes como isolamento térmico e acústico, iluminação, pintura e vedação para que não ve-
nhamos ter problemas com infiltração. Foi tudo muito bem planejado”, afirma. Segundo o arquiteto esse tipo de construção é um produto industrial com tempo de vida útil. “O contêiner vem com uma pintura de fábrica de alta qualidade, porque são preparados para enfrentar o mar e ele é fabricado para durar cerca de 15 anos, mas na cidade como ele sofre menos danos, esse tempo aumenta mais uma década, sendo necessário a realização de manutenções”, explica. O arquiteto defende que en-
PRESENÇA
No Contêiner Mall, de propriedade do arquiteto Roberto Moita, estão instaladas uma sanduicheria e uma moderna loja de cervejas. Ele afirma que é um espaço mais para o público jovem tre as principais vantagens desse tipo de construção está a rapidez da obra. “É uma construção muito mais rápida que a convencional porque as peças já estão prontas. Nosso Mall, por exemplo, demorou cerca de 8 meses para ser finalizado”, ressalta. Construir uma obra como essa não sai muito mais barato que uma construção de alvenaria, segundo o empresário. A economia fica em torno de 10% a 15%, mas para ele o mais importante é o conceito que alia moderni-
REPRODUÇÃO
IONE MORENO
Um novo conceito em arquitetura sustentável, a utilização de contêineres na construção civil ganha adeptos em Manaus
dade com sustentabilidade. “Ficamos muito felizes por estar trazendo esse conceito novo, queremos que o público entenda a aplicação da arquitetura com objetos que foram criados para outras finalidades. Além disso, o Contêiner Mall tem uma relação forte com a natureza, é cercado de árvores preservadas e isso em uma paisagem urbana”, observa. Mercado No Contêiner Mall estão instaladas uma conceituada sanduicheria e uma moderna loja de cervejas. “É um espaço voltado para um público jovem que entende o conceito de sustentabilidade sem deixar de enxergar charme e atratividade, pessoas com mentes abertas, não é um espaço convencional”, afirma Moita. Como se trata de uma novidade, o número de profissionais ou empresas especializados no uso de contêiner para imóveis é escasso em Manaus. Para o corretor de imóveis Gustavo Teixeira, o projeto do Contêiner Mall veio para analisar a eficácia desse novo tipo de construção na região. “Tudo que é novo as pessoas aceitam ou não, e esse empreendimento teve uma excelente aceitação comercial. É um imóvel diferenciado que traz muitas novidades e as pessoas ficam curiosas para saber como funciona e tem mercado para isso, inclusive recebo sempre ligações de clientes de outras cidades vizinhas que querem comprar aqui os contêineres para montar seu negócio”, diz.
O conceito do projeto vem abrigar uma apelo sustentável por agredir menos o meio ambiente
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Dilma defende subsídios D
urante cerimônia de entrega de unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida, a presidente Dilma Rousseff voltou a defender a utilização de recursos públicos para o financiamento de programas governamentais. Ela pediu para que os beneficiados cuidem dos imóveis e “pechinchem” na hora de mobiliar a casa. Ao se referir a críticas contra a sua administração, segundo as quais o governo não pode distribuir subsídios indiscriminadamente, Dilma disse que o governo federal está usando dinheiro dos tributos pagos pelos brasileiros para beneficiar a parcela mais necessitada da população. “Esse país tem que ser um país para aqueles que mais precisam, de nada adianta o governo federal ajudar os que menos precisam”, discursou a presidente. Segundo Dilma, o Minha Casa, Minha Vida é bom não apenas para as famílias beneficiadas, mas para os trabalhadores da construção. Ela ressaltou que o programa tem um efeito multiplicador ao gerar renda para operários e empresas, pequenas, médias e grandes, que participam do programa. A presidente participou, em Parnaíba (PI), da entrega das chaves de 982 casas do programa habitacional. Segundo ela, os imóveis vão se valorizar em 10 anos, quando as prestações forem
DIEGO JANATÃ
Segundo a presidente, o Minha Casa, Minha Vida é bom não apenas para as famílias beneficiadas, mas para os trabalhadores da construção civil como um todo. Ela afirma que o programa tem efeito multiplicador ao gerar renda quitadas. “Essa casa, se cuidar bem cuidada, com o prefeito e o governador nos ajudando, vai estar num bairro bem cuidado. Tem rua, terá equipamentos sociais, tem saneamento, tem água, luz elétrica, escola para as crianças. Então vai ser um lugar bom para viver e que vai, além disso, valorizar”, acrescentou. Durante a cerimônia, o ministro das cidades, Gilberto Occhi, pediu que as pessoas não vendam nem aluguem as
MÓVEIS
As 982 famílias que receberam as chaves dos imóveis poderão pegar financiamento de até R$ 5 mil, com juros de 5% ao ano e prazo de pagamento de até 48 meses para comprar móveis casas nesse período de 10 anos. Dilma ressaltou a importância de os moradores administrarem a manutenção dos imóveis por meio de condomínios. Ela também pediu que os beneficiários do cartão Minha Casa Melhor, que dá crédito de R$ 5 mil para a compra de móveis, para as unidades habitacionais, os beneficiários podem pedir melhores condições de compra. Por Agência Brasil
Recentemente a presidente Dilma esteve em Manaus para entregar mais uma etapa do programa federal Minha Casa, Minha Vida
Carlos Célio carlos@investimento.net.br
Motivos para contratar um corretor Comprar, vender, alugar e ad- ele poderá dar a atenção neministrar imóveis não são tran- cessária nessa hora explicando sações simples de serem reali- sobre cada documento e tirando zadas. Segundo a lei n° 6.530, todas as dúvidas dos compraque disciplina o exercício da dores. Depois que o negócio é profissão, “compete ao corretor fechado as partes devem ser exercer a intermediação na com- consultadas e a documentação pra, venda, permuta e locação de providenciada junto aos órgãos imóveis, podendo, ainda, opinar competentes a fim de legalizar quanto à comercialização imo- o negócio. Como o corretor já biliária”. O corretor de imóveis tem experiência nesse trabalho é o profissional mais indicado todo o processo acontece com para avaliar corretamente o seu mais rapidez e segurança e você imóvel. Veja abaixo\\srv-aet01\Redacaoe$\Saalguns moti- não perde tempo nem passa por lão um corretor Imobiliário\DOMINGO_ vos para contratar aborrecimentos; 25.05\SALÃO_DEFESA_cred_ de imóveis: Responsabilidade Civil: de Avaliação do DIEGO imóvel:JANATÃ.jpg como acordo com o art. 723 do Códidissemos acima é o corretor o go Civil, “O corretor é obrigado responsável por fazer a avalia- a executar a mediação com a ção do imóvel e além de fazer diligência e prudência que o neessa avaliação ele elabora um gócio requer, prestando ao clienparecer que informa e justifica te, espontaneamente, todas as o valor atribuído ao bem; informações sobre o andamento Disponibilidade de tempo: o dos negócios; deve, ainda, sob corretor está disponível, ele pena de responder por perdas e atende os possíveis compra- danos, prestar ao cliente todos os dores a qualquer hora do dia, esclarecimentos que estiverem qualquer dia da semana e essa ao seu alcance, acerca da segudisposição dura o tempo que for rança ou risco do negócio, das necessário até que o seu imóvel alterações de valores e do mais seja vendido; que possa influir nos resultados Divulgação do imóvel: todos da incumbência”. sabem que a propaganda é a Graças ao bom desempenho dos “alma do negócio” e o corre- últimos anos do mercado mobilitor se encarrega justamente de ário, várias pessoas ingressaram anunciar a venda do seu bem nos nesse setor e, muitas delas, estão diversos tipos de mídia, assim as exercendo a profissão de forma irchances de vender o seu imóvel regular, causando sérios prejuízos. aumentam e o tempo de espera Para sua segurança só contrate os pela concretização do negócio serviços de um corretor devidadiminui. Além dos meios de co- mente inscrito no Creci (Conselho municação o corretor tem um Regional de Corretores de Imóveis). ótimo relacionamento com os Agora que você já sabe algumas outros colegas aumentando as- das vantagens de contratar um sim a possibilidade do negócio; corretor, procure um profissional Documentação: o seu corretor de sua confiança e tenha mais de imóveis conhece a documen- segurança e comodidade na hora tação e os processos necessários de vender o seu imóvel. Pense nisso! para realizar uma venda segura, O seu futuro agradece.
Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador
Como dissemos é o corretor o responsável por fazer a avaliação do imóvel e além de fazer essa avaliação ele elabora um parecer que informa e justifica o valor do bem”
5 ALBERTO CÉSAR ARAÚJO
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O crescimento foi de 11,6% referente ao ano passado
Distratos podem ser trunfo para grandes construtoras O cancelamento de contratos cresceram 11,6% no primeiro trimestre deste ano diante do mesmo período de 2013 ríodo de 2013. Eles passaram de R$ 1,20 bilhão para R$ 1,34 bilhão - trata-se da soma dos valores dos imóveis devolvidos às nove empresas que divulgaram essa informação nos balanços. Boa parte dos cancelamentos ocorre se o cliente não arca com a dívida durante a obra ou, principalmente, quando ele não consegue obter o financiamento bancário. Em regra, o cancelamento
não é bom para a companhia, que precisará revender a unidade. Por outro lado, pode representar a troca de um cliente inadimplente por outro bom pagador. A MRV, que atua no segmento econômico, foi a campeã em distratos, que somaram R$ 328 milhões no primeiro trimestre (alta de 41%). Porém os cancelamentos da empresa corresponderam a
21% das vendas nos primeiros trimestres de 2013 e 2014. Ou seja, distratos cresceram, mas as vendas subiram na mesma proporção. Rafael Menin, presidente da MRV, acrescenta que a empresa está “mais intolerante” com os clientes e “distrata rapidamente para revender por um preço mais alto”. Para Lenon Borges, analista da corretora Ativa, o maior rigor é positivo para as
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MERCADO
De acordo com os organizadores do evento, o feirão atraiu 35 mil pessoas durante o último final de semana, em Brasília
Feirão em Brasília negocia R$ 1,15 bi Pelo menos R$ 1,15 bilhão foram negociados no último final de semana em mais de 6 mil contratos de compra de imóveis encaminhados durante a décima edição do Feirão Caixa da Casa Própria, em Brasília. De acordo com os organizadores, o evento atraiu 35 mil pessoas. “A grande vantagem é que você tem, no mesmo ambiente, várias ofertas e a possibilidade de avaliação, simulação de financiamento e aprovação do crédito”, explicou Elício Lima, superintendente regional da Caixa, no Distrito Federal. “O que define a procura é a oportunidade e a necessidade das pessoas porque mesmo com o crescimento do crédito imo-
biliário no país ainda há uma parcela grande da população que ainda não tem imóvel e vive do aluguel”. Além da concentração de serviços em uma única área de 51 mil metros quadrados, no pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, outro atrativo usado pela instituição foi a prorrogação do vencimento da primeira parcela. “A primeira prestação do financiamento contratado durante o período do feirão, aqui ou em qualquer agência da Caixa, só será paga em janeiro do ano que vem. Essa é a segunda vez que fazemos isso e é uma grande vantagem para quem compra”, explicou. A medida foi determi-
nante para quem estava disposto a fechar negócio. No balcão de negociações, algumas pessoas já entregavam toda a documentação mesmo antes de visitar pessoalmente o imóvel. A analista de sistema Mirela Souza estava procurando, há dois meses, um apartamento em Águas Claras. “O pagamento em janeiro facilita porque podemos juntar o dinheiro para pagar as parcelas lá na frente e ainda conseguimos mobiliar a casa. Estou emocionada. É meu primeiro imóvel”, disse ela comemorando a aprovação do crédito nas margens que esperava. Nos corredores, a maior parte do público era formada por
casais jovens. Neder Lopes e Janara Matos namoram há 4 anos e só devem se casar em 2017, mas estavam em busca das informações para começar o investimento agora. “Viemos fazer a simulação primeiro e ver quanto vamos conseguir (em crédito). O que pega é a entrada de 10%”, explicou Janara. A entrada é uma exigência para a maior parte dos imóveis principalmente os enquadrados nas condições do programa Minha Casa, Minha Vida que representam a maior parte dos negócios no feirão. Mais da metade dos imóveis negociados custam em média R$ 180 milhões. Por Agência Estado
companhias a longo prazo. No caso da Rossi, por exemplo, metade das unidades foi revendida em um mês. Já a PDG afirma que a revenda traz um incremento médio de 14% nos preços. Menin afirma ainda que a Caixa e o Banco do Brasil ficaram “um pouquinho mais conservadores” na concessão do crédito, mas os bancos negam essa afirmação. Wesley Bernabé, da correto-
ra BB Investimentos, diz que os critérios de concessão são rígidos, mas se mantêm os mesmos. Em menor número, o distrato ocorre por desistência de investidores. “Há quem possa ter comprado achando que ia haver valorização a vida inteira”, diz o diretor-executivo da Abrainc (associação de incorporadoras), Renato Ventura. Por Folhapress
LOCAL
Hotel certificado como parceiro da natureza O Go Inn Manaus, localizado no Centro, foi o único hotel de Manaus a receber o certificado “Empresa Parceira da Natureza”, na 8ª Conferência Latino-Americana de Preservação ao Meio Ambiente, realizado no auditório da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), pelo Instituto Brasileiro de Defesa da Natureza. O certificado é destinado a todos os segmentos da cidade, entre instituições, projetos e profissionais, que se destacam nas atividades de preservação ambientais desenvolvidas dentro de suas áreas. O Go Inn é o único, em
Manaus, que tem se destacado a cumprir os quesitos que atende às normas ambientais com 90% de sua iluminação feita por LED, além de possuir captação de água da chuva, coleta seletiva de lixo, descarte de gordura, aquecimento solar e promover outras ações em respeito ao meio ambiente. “Estamos lisonjeados, pois é um trabalho muito forte de conscientização feito com nossos colaboradores. Usamos o mínimo de recursos possíveis, gerando uma corrente de trabalho com nossos funcionários e até clientes”, avalia o gerente do local, Arilson Freitas. DIVULGAÇÃO
A
queda nos lançamentos de imóveis residenciais nos principais mercados do país leva as incorporadoras a depender mais das unidades em estoque para gerar caixa. E o cancelamento de contratos de venda, chamados distratos, acentua esse processo. Os distratos cresceram 11,6% no primeiro trimestre deste ano diante do mesmo pe-
Hotel tem obtido destaque por cumprir normas ambientais
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Localização privilegiada Comodidade e funcionalidade estão entre os principais motivos para morar próximo ao centro comercial do Parque 10. Além disso, um dos diferenciais do Life, será a área de convivência construída para facilitar a vida do morador
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m Manaus já é possível viver em bairro independente. Quem optou por residir no Life Parque 10 confirma. Com excelente localização, na rua Tancredo Neves, a família estará a um passo de um excelente corredor gastronômico com bares
e restaurantes de ótima categoria, além de dois grandes supermercados, frigoríficos e o fervido centro comercial do famoso Parque 10. O empreendimento foi o primeiro da série construído pela Capital Rossi. O arquiteto Paulo Lindemberg buscou
as linhas retas da fachada inspirando-se na arquitetura moderna. O paisagismo ficou a cargo de Guilherme Takeda e a decoração das áreas comuns está por conta de Mariana Távora. “Oferecemos seis torres de apartamentos com dois e três dormitórios
de 63 e 79 metros quadrados e foi planejado para famílias que desejam moradias verticais com segurança, boa localização e área de lazer completa”, informa Taisa Avelino Pi, gerente de marketing da Capital Rossi. Além da excelente localiza-
ção, a Capital Rossi buscou, como sempre, que as áreas comuns fossem feitas de maneira o mais agradável possível para os seus moradores. Taisa acrescenta: “Além de todo o verde que circunda o empreendimento, tem uma área de convivência excelente,
playlot para jogos infantis, um espaço para minigolfe, sala de massagem, espaço zen para meditação, espaço gourmet com home theatre, praça de leitura e uma trilhafamília, ou seja, um caminho para fazer um passeio ao cair da tarde”.
Descontos até final deste mês Para quem não teve a oportunidade de visitar o estande da Capital Rossi no último final de semana, no Feirão da Caixa, que aconteceu no Centro de Convenções Canaã, a Capital Rossi dá mais uma oportunidade ao consumidor para adquirir a casa própria. Isso porque, até o dia 31 de maio, a construtora oferece descontos de até R$ 200 mil em empreendimentos em vários bairros da cidade. Alguns condomínios estão prontos para morar e outros com obras avançadas. “A Capital Rossi resolveu oportunizar a todos os amazonenses que não tiveram tempo de ir ao feirão e dar continuidade até o final do mês com excelente desconto. Colocamos em todos os nossos estandes corretores com disponibilidade para mostrar apartamentos, fazer simulações de planos de financiamento, enfim, realizar o sonho da casa própria”, finaliza Taisa Avelino Pi, gerente de marketing da Capital Rossi. Para saber onde ficam os estandes da Capital Rossi é só ligar para (92) 4003-0980.
PANORAMA
Preços da construção sobem O Índice Nacional da Construção Civil apresentou variação de 0,46% em abril, resultado 0,16 ponto percentual abaixo dos 0,62% de março. Com o resultado de abril, os preços na construção civil passaram a acumular nos primeiros quatro meses do ano uma inflação de 1,99%, contra 1,79% do período janeiro a abril do ano passado. Os índices são calculados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Caixa. Nos últimos últimos 12 meses, a alta foi 0,71%, abaixo dos 0,94% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em abril de 2013, o índice anualizado foi 0,69%. O IBGE informou que a taxa de inflação anualizada é baixa por decorrência da desoneração da folha de pagamento das empresas do setor, prevista na Lei 12.844, sancionada em 19 de julho de 2013. Por Agência Estado
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Preço dos imóveis tem uma leve baixa no Amazonas A
pós longo período de alta, o preço dos imóveis começa a apresentar desaceleração no Amazonas. De acordo com o índice mensal FipeZap Ampliado, de janeiro a abril, o metro quadrado dos imóveis ficou apenas 0,5% mais caro. Uma ótima oportunidade para quem quer comprar imóvel para morar. De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Cívil do Amazonas (Sinduscon – AM), Eduardo Lopes, depois do forte aumento dos últimos anos - de 13,7% em 2013 e também em 2012, além de quase o dobro (26%) em 2011 – o mercado já dá sinais de estagnação nos preços. “Já é notável a estabilidade nos preços dos imóveis. As alterações devem se manter discretas por todo este ano, com uma variação muito pequena por causa dos valores dos preços dos materiais de construção”, diz. mão de obra Ainda segundo ele, também existe uma pequena redução na quantidade de mão de obra contratada. “Os
lançamentos agora têm um periodicidade muito menor por causa do momento de mercado. Com isso, há uma redução em contratações, porém muito pequena, uma vez que muitas empresas, a exemplo da Engeco e da Patrimônio Manaú possuem empreendimentos em fase de construção”, comenta.
QUALIDADE
Eduardo Lopes, presidente do Sinduscon, acredita que com a eminente redução de mão de obra devido à diminuição de lançamentos, o fator de qualidade de produtos deverá aumentar Para Rodrigo Soares, gerente comercial da construtora Engeco, o momento de retração de preços é a oportunidade para as empresas apostarem no cliente que busca um imóvel para morar. “Com os valores sem grandes variações, os clientes buscarão por empreendimentos que possuam os melhores diferenciais, uma
vez que será uma compra para a vida toda”, afirma. Entre os destaques da Engeco estão o Terezina 275, considerado o prédio mais luxuoso de Manaus, e o lançamento Piazza Di Fiori. Já a Patrimônio Manaú destaca o Smile Mindu e Smile Parque das Flores e o já entregue Mundi Resort Residencial. Qualidade O presidente do Sinduscon – AM acredita, ainda, que com a eminente redução de mão de obra devido a diminuição de lançamentos, o fator de qualidade de produtos deverá aumentar. “As empresas deverão manter seus funcionários mais capacitados, uma vez que existirá uma pequena redução de pessoal, sendo assim, com pessoal mais qualificado nos canteiros”, adianta. Soares concorda com a posição do presidente do sindicato. “Aqui na empresa, a qualidade é sempre prioridade, isso pode ser visto em nossos empreendimentos prontos como o The Office ou nos que ainda estão em obras, como o Um dos destaques da Engeco é o empreendimento Terezina 275, localizado no Adrianópolis Vitta Club”, completa.
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Mesmo com a Copa do mundo, média de preços deve se manter estável em 2014 e 2015, pelo menos no Estado
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