MANAUS, DOMINGO, 24 DE NOVEMBRO DE 2013
(92) 3090-1017
SÉRGIO OLIVEIRA/CMM
Elias EMANUEL
O PLANO DIRETOR É DA sociedade
ALBERTO CÉSAR ARAÚJO
O plano atual prevê prédios de quatro, oito e 18 andares. Agora isso mudou. Poderemos ter prédios de quatro, oito, 16 e 25 pavimentos. O incorporador poderá fazer 21 andares tipo, que são aqueles de uso comum e os embasamentos são para estacionamentos, mezanino etc”
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esde agosto deste ano, o Plano Diretor de Manaus – que está vigente desde 2002 - passa por uma série de modificações. Por se tratar do crescimento da cidade, a cartilha composto por 7 leis e diversas emendas, também foi de encontro a construção civil. Em entrevista ao EM TEMPO, o relator e vereador Elias Emanuel adiantou uma série de novidades que, segundo ele, deve entrar em vigor até o dia 31 de dezembro, dependendo da fase atual de discussão do relatório e a sanção do prefeito Arthur Neto. EM TEMPO – Quais foram as mais aparentes no setor da construção? Elias Emanuel – Nós conseguimos ver a questão do projeto Minha Casa, Minha Vida. Ele, atualmente, só tem a aprovação em Manaus para a construção de torres de quatro pavimentos. E o próprio movimento organizado da sociedade reivindicou a autorização para que tenhamos torres de cinco pavimentos, sem a obrigatoriedade do elevador. Ter uma torre de cinco pavimentos para esse projeto eleva o potencial construtivo em 25%. EM TEMPO – Além do Minha Casa, Minha Vida, qual foi outra mudança relevante dentro do Plano Diretor? EE – A subida do gabarito (marcação feita com fios nos limites da construção antes do início das obras). O plano atual prevê prédios de quatro, oito e 18 andares. Agora isso mudou. Poderemos ter prédios de quatro, oito, 16 e 25 pavimentos. Qual será a regra para o teto máximo com 25 pavimentos? Na verdade, é o limite das 25 lajes. O incorporador poderá fazer 21 andares tipo, que são aqueles de uso comum, ou seja, os apartamentos e os embasamentos são para estacionamento, mezanino, térreo, salão de convivência comum... Então, a priori, os prédios mais altos de Manaus estarão ganhando tão somente dois andares para valorizar mais. Porque hoje, a torre do flat do Millennium já tem 23 andares. Ela tem três andares de estacionamento, tem o térreo e tem um salão de festas na cobertura. Se, na
época, tivesse esse novo plano, talvez já fosse construído com 25 pavimentos. EM TEMPO – E onde poderão ser construídos esses prédios? EE – Só em três áreas da cidade: Ponta Negra, Adrianópolis e São Geraldo. EM TEMPO – Por quê? EE – Porque esses lugares possuem uma caixa viária de 20 metros. Ou seja, onde a rua tem 20 metros de largura, mas não é de sarjeta a sarjeta, não. É no limite de um lote para o outro. Por exemplo, no bairro da Cachoeirinha o gabarito vai ficar em 16 pavimentos. Sabemos que muitas ruas do bairro comportam caixa viária de 20 metros de largura, mas os terrenos da Cachoeirinha que, originalmente nasceu com caráter operário, são pequenos. E isso, afasta o empreendedor, porque ele terá que juntar vários pequenos lotes para ter um grande lote. A incorporadora só poderá construir um empreendimento de 25 pavimentos, se tiver um terreno de 4.300 metros quadrados. EM TEMPO – E por falar em Ponta Negra, quais foram as mudanças para a construção de edifícios naquela região? EE – A Ponta Negra vai continuar recebendo esses prédios de gabarito máximo de 25 andares, mas só até a avenida do Futuro. Passando daquele ponto, já entra no cone de aproximação da pista de aterrissagem do aeroporto internacional Eduardo Gomes. Então, os pavimentos vão baixando de 16, oito até quatro para não prejudicar a aproximação do aeroporto. Agora, a Ponta Negra padece de um problema gravíssimo. O novo Código Florestal estabeleceu a margem de proteção do rio Negro em 500 metros. Portanto, se esse código estivesse em vigor quando o último prédio foi inaugurado na Ponta Negra na vigência do seu regulamento, ele não seria erguido. Porque a maioria dos prédios estão a menos de 500 metros da margem do rio. E isso, não é cota de seca, não, é na cota 30. Ou seja, a maior enchente do rio.
EM TEMPO – E com relação à construção de casas? Quais as mudanças? EE – A maior mudança foi com a exigência da preservação de 15% do lote para taxa de permeabilidade. Porque hoje, pouco disso está sendo levado em consideração. E as pessoas pegam seus lotes e “metem” uma piscina, pavimentam tudo e quando chega na hora de uma grande chuva, a água do lote vai para a rua. Portanto, agora, todo o lote terá que reservar esse percentual para que não se faça nenhuma edificação. Coloca jardim ou alguma coisa do tipo para que haja essa absorção da água. EM TEMPO – Houve mudanças na questão de aprovação de projetos? EE – Na verdade, nós temos uma emenda que foi aprovada e que é de autoria do presidente da Câmara dos Vereadores, Bosco Saraiva, que fala da questão do Habite-se, que é a última certidão que a prefeitura dá quando a edificação está pronta para ser habitada. Então, nos criamos uma “brecha” flexibilizando aqueles imóveis que foram construídos até novembro do ano passado, mas que estejam pacificados quanto a documentação de propriedade, não somente a posse, mas a propriedade do lote e que nós tenhamos o projeto básico daquela casa com plantas e um responsável técnico. Garantindo a pessoa que tem todos esses requesitos um processo simplificado dentro do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb) para que ela receba o Habite-se. Um dos grandes problemas que se encontra em Manaus é com relação a esse documento. E sem o Habite-se, a pessoa não consegue usar a propriedade como aval para nenhuma negociação. As pessoas querem usar o dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a compra da casa própria. Escolhe o imóvel, mas na hora da compra percebe-se que falta o Habite-se e, automaticamente, a Caixa Econômica não financia, não aprova. EM TEMPO – E como estão os números do Habite-se atualmente?
EE – A última vez que tive acesso a esses dados ainda foi na gestão do Serafim (20052009). E, naquela época, 70% das residências em Manaus não possuíam o Habite-se. EM TEMPO – É feito um acompanhamento juntamente com os arquitetos e engenheiros para que se cumpram as novas emendas? EE – O Plano Diretor, esse conjunto de sete leis, é a cartilha de como a cidade deve crescer de maneira ordenada e com qualidade de vida para as pessoas. Então, a lei torna-se pública a partir da sanção do prefeito, que nós acreditamos será antes do dia 31 de dezembro, e a partir daí, engenheiros, arquitetos, construtores terão essa cartilha em mãos. EM TEMPO – Mas haverá uma fiscalização? EE – A prefeitura precisaria de uma secretaria com uma megaestrutura para essa fiscalização. Os últimos números que tive acesso é que eles possuem 25 fiscais da Implurb. Não adianta acreditarmos que o Plano Diretor será aprovado e a sociedade como um todo vai abraçar. Não! Cada um constrói a seu modo e, muita vezes, acreditando que a prefeitura terá obrigação de aprovar. EM TEMPO – De forma essa mudança do Plano Diretor beneficiará a cidade? EE – Manaus é uma cidade que cresceu consideravelmente na última década. Acredito que se não tivermos consciência de que o transporte coletivo deve ser priorizado e que, muitas vezes o transporte individual por meio de ciclovias, não fizer parte da nova Manaus, nós teremos uma cidade cada vez mais entulhada. O plano prioriza na abertura de novas estradas e ruas a implantação de ciclovias. Nós queremos consolidar isso quando chegar o Plano de Mobilidade Urbana dentro da Câmara Municipal que deve ocorrer nos próximos 2 anos. Espero que esse novo plano atenda as expectativas da sociedade.
A maior mudança na construção de casas foi a preservação de 15% do lote para taxa de permeabilidade. Ou seja, o projeto deverá conter espaço para absorção da água da chuva, por exemplo
O Plano Diretor, esse conjunto de sete leis, é a cartilha de como a cidade deve crescer de maneira ordenada e com qualidade de vida para as pessoas. A lei tornase pública a partir da sanção do prefeito”
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Vivendas do Rio Negro será entregue em 2014 LGAÇÃO FOTOS: DIVU
O empreendimento terá oito torres onde estão sendo construídos apartamentos com tamanhos de até 76 metros quadrados O Vivendas do Rio Negro será um dos poucos condomínios construídos na área da Compensa
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construção do residencial Vivendas do Rio Negro - Praças, na Compensa, está a todo vapor. O empreendimento que terá oito torres com apartamentos de 65 metros quadrados a 76 metros quadrados, está com as obras dentro do cronograma e será entregue no próximo ano, conforme projeção inicial da Capital Rossi, empresa responsável pelo projeto. “Realizamos visitas constantes para verificar os canteiros de obras dos empreendimentos da marca Capital Rossi e, diante
do que pudemos observar, o Vivendas do Rio Negro-Praças está com as obras aceleradas. A entrega dos apartamentos está mantida para 2014”, garante a gerente de marketing da construtora, Taisa Avelino Pi. A gerente diz que o empreendimento, que será um dos poucos condomínios de apartamentos do bairro da Compensa, é um dos “xodós” da Capital Rossi. “Será um residencial que oferecerá aos seus moradores uma estrutura completa e possui uma localização privilegiada por estar perto do rio Negro”, destaca Taisa, ao salientar que
quem adquirir um imóvel no condomínio também terá uma vista privilegiada do rio. Somado a vista privilegiada, a gerente lembra, ainda, que o Vivendas do Rio Negro-Praças também está localizado em um lugar estratégico para quem não quer se deslocar para as regiões centrais da cidade. “O residencial está localizado no bairro da Compensa, onde há uma atividade comercial forte, é “vizinho” de supermercados, do Shopping Ponta Negra e não está muito longe do Centro da cidade”, pontua.
Estrutura na área de convivência O Vivendas do Rio NegroPraças terá oito torres de sete andares mais térreo onde estão sendo construídos apartamentos com tamanhos de até 76 metros quadrados. Os imóveis, já disponíveis para venda, possuem dois ou três dormitórios, sendo um suíte. O condomínio terá também churrasqueira, piscinas adulto e infantil, quadra, playground, brinquedoteca e salão de festas. “São essas características que tornam o residencial algo diferenciado”, destaca a gerente, ao ressaltar que a Capital Rossi possui uma equipe de corretores para detalhar o empreendimento.
“Mais informações também podem ser obtidas por meio do nosso canal de venda pelo número (92)3212-3212”, finaliza a executiva. Empresa Fruto da parceria entre a Construtora Capital, líder do segmento na região Amazonense, e a Rossi, uma das principais incorporadoras e construtoras do País, a joint-venture Capital Rossi se consolidou em dezembro de 2009. Os números comprovam o grande potencial da joint venture, que já apresentou ao mercado de Manaus 23 projetos e possui mais de
oito mil unidades vendidas na região desde o início da parceria até março de 2013. Em dezembro do ano passado, a Capital Rossi foi eleita, no segmento de Construtoras, como a marca mais lembrada dos consumidores manauaras. A joint venture venceu na categoria Top of Mind do Prêmio Amazonense de Propaganda e Marketing. Siga a Capital Rossi nas redes sociais: Facebook (facebook. com/capitalrossioficial), Twitter (@capitalrossi), Instagram (@capitalrossi) e Youtube (youtube.com/ capitalrossioficial).
EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri
FOTOS Alberto César Araújo
TRATAMENTO DE FOTOS Pablo Filard
REPORTAGEM Bruno Mazieri Priscila Caldas
DIAGRAMAÇÃO Mario Henrique Silva
REVISÃO Dernando Monteiro
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ALBERTO CÉSAR ARAÚJO
Adrianópolis: um bairro acolhedor
Considerados uma das áreas mais nobres da cidade, o local é procurado tanto por amazonenses como por pessoas de outras regiões do país que estão de mudança para Manaus
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proximidade aos centros comerciais e a viabilidade de deslocamento a todas as zonas da cidade tornam o Adrianópolis um dos locais mais procurados para fixar residência em Manaus. O bairro, além de receber amazonenses, ainda conta com a demanda de pessoas de outras regiões do país que resolvem adotar a cidade como nova moradia. De acordo com o corretor da empresa 3WM Imobiliária, Vaner Neves, os clientes que mais procuram por imóveis no Adrianópolis são naturais de outros Estados do país. São profissionais que vem transferidos de outras empresas, ou ainda, decidem fazer a mudança para uma nova cidade por motivos pessoais. Um fator considerado pelo corretor como interessante é que esse público desembarca na capital ciente do local em que deseja procurar moradia. “Percebo que eles pesquisam sobre os bairros da cidade por meio da internet. Esses clientes já nos procuram sabendo o nome dos bairros e o que eles podem proporcionar como benefícios. Sabem até quais são considerados áreas nobres”, conta. Neves destaca que além do Adrianópolis, o bairro Parque 10 e conjunto Vieiralves também aparecem no ranking de demanda de imóveis, tanto por aluguel como por compra. “Esses bairros são bem estruturados e oferecem uma diversidade de serviços comerciais em suas redondezas”, disse. Segundo o corretor, a maior procura está relacionada a apartamentos. Enquanto o interesse por moradias em casas está em segundo lugar. “Quem deseja adquirir uma casa tem preferência por condomínios fechados, pela questão da segurança
e da comodidade”, salienta. Apesar dos benefícios comerciais, Neves considera o trânsito como um ponto negativo do local. Ele afirma que mesmo apresentando os residenciais disponíveis no bairro também aponta outras opções que podem ser localizadas em outros pontos da capital. “Durante boa parte do dia o fluxo de carros e ônibus é bem lento nas principais vias do local Isso pode desagradar o futuro inquilino, por isso, informo essas dificuldades”, comenta. O corretor informa que o valor do aluguel de uma casa com três dormitórios custa cerca de R$ 5 mil, enquanto uma residência que tenha dois quartos pode ser encontrada por R$ 2,5 mil. No caso de apartamentos que tenham três quartos esse preço pode chegar a R$ 3 mil. A compra de uma casa ou de um apartamento pode ser feita por um valor estimado em aproximadamente R$ 450 mil. Moradia Para o diretor da C&C Imobiliária, Jorge Ayub, o Adrianópolis é considerado um dos melhores bairros para se morar. Ele destaca o auto padrão de serviços oferecidos nas proximidades e, ainda, a boa localização da local. “Vemos que as construtoras têm investido fortemente nessa área. Isso permite ao futuro morador uma diversidade na hora da escolha pela sua casa ou apartamento. Esse bairro está no coração de Manaus, com tudo perto, desde colégios e comércios”, cita. Ayub afirma que geralmente seus clientes mostram interesse em adquirir ou, até mesmo, de comprar um apartamento. “A maior demanda está voltada aos apartamentos. Mas também recebemos clientes que têm interesse em adquirir casas usadas”, disse.
FOTOS: DIVULGAÇÃO
O local é bastante procurado pela quantidade de serviços que podem ser encontrados
Engeco investe em construções Com dois novos empreendimentos no bairro Adrianópolis, o edifício The Office e o residencial Terezina 275, a construtora Engeco é uma das empresas que mais investe nesta área da cidade. Inaugurado no final de outubro, o The Office é um prédio comercial que abriga 18 andares e 230 salas em uma área total de 4.280 metros quadrados. O assistente de marketing da Engeco, Bruno Vasconcelos, informa que após um mês da entrega do projeto somente 30% das salas estão disponíveis para negociações. “As salas têm metragem que variam entre 33 e 85 metros quadrados. O cliente ainda pode comprar mais de uma unidade
e fazer junções”, disse. As salas podem ser adquiridas por valores entre R$ 350 e R$ 600 mil. Já o Terezina 275 está em fase inicial das obras. A entrega está prevista para acontecer em maio de 2015. O residencial vai disponibilizar 36 unidades distribuídas em 18 andares. Os apartamentos, que são de luxo, terão metragem de 530 metros quadrados. Os apartamentos custam R$ 4 milhões. “O diferencial deste empreendimento está nos itens oferecidos na área comum. Além dos benefícios, o cliente terá acesso a piscina coberta e também a uma garagem box, onde vai poder guardar o seu carro sem risco algum”, disse o assistente.
O The Office (acima) e o Terezina 275 (abaixo) estão localizados no Adrianópolis
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Centro de compras dará apartamento da Capital Q
uem fizer compras no Shopping Ponta Negra entre os dias 20 de novembro e 25 de dezembro será um forte candidato a ganhar um presente de Natal inesquecível. O centro de compras se uniu a Capital Rossi para sortear, no dia 27 de dezembro, um apartamento no Life Ponta Negra, empreendimento da construtora localizado em frente ao shopping. Dado o “start” à campanha, cada R$ 200 gastos em presentes no shopping valerá um cupom para concorrer ao apartamento no Life Ponta Negra, residencial que está com as obras em ritmo acelerado. “Firmamos a parceria com o shopping nesta campanha, que é uma forma de presentear os consumidores que comprarem no Shopping Ponta Negra com um imóvel diferenciado da marca Capital Rossi”, diz a gerente de marketing da incorporadora, Taisa Avelino Pi. Sobre o empreendimento, a gerente informa que o Life Ponta Negra reserva uma área de lazer e infraestrutura completa, além de estar com 85% das obras concluídas. “Portanto, o “sortudo” contemplado na campanha tem previsão de se mudar para o imóvel ainda em 2014”, comenta a executiva. Assim como Taisa, o gerente de marketing do Shopping Ponta Negra, Rafael Fiedler, também está otimista com o “estreitamento de laços” entre o centro de compras e a Capital Rossi. “Esse será o primeiro Natal do Ponta Negra e um dos diferenciais será o sorteio de um apartamento, o que diferencia a campanha das demais ações de Natal anunciadas para o período. Além disso, firmamos parceria com a Capital Rossi por conhecermos o trabalho que a construtora vem realizando na cidade por meio de empreendimentos como o Reserva Inglesa e o próprio Life”, ressalta.
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O Ponta Negra, em parceria com a construtora, presenteará um de seus clientes com um imóvel no Life Ponta Negra O sorteado poderá se mudar para o novo apartamento no próximo ano
As obras realizadas no Life Ponta Negra estão aceleradas
Notas fiscais viram cupons Outra vantagem da ação, segundo o Shopping Ponta Negra, é que as trocas de notas ficais efetuadas entre segunda-feira e quintafeira valerão o dobro de
TROCA
A cada R$ 200 em notas fiscais, o consumidor terá direito a trocar por um cupom que deverá ser depositado em uma urna localizada dentro do próprio shopping cupons, ou seja, as compras que somarem R$ 200 valerão dois cupons. Maiores informações sobre a campanha poderão ser obtidas no site www.shoppingpontanegra.com.br.
EMPREENDIMENTO
Última fase do Mundi será entregue ainda neste mês A Patrimônio Manaú fará a entrega da terceira e última fase do Mundi Resort ainda durante este mês. Ao todo serão entregues cinco novas torres, com mais de 200 unidades, do primeiro empreendimento do tipo resort de Manaus. Além disso, contrariando o mercado imobiliário atual, onde o cliente paga pelo menos 20% do valor do imóvel no ato de entrada, a Patrimônio Manaú está realizando uma ação, onde interessados no Mundi, poderão adquirir uma de suas unidades pagando apenas 10% do valor total na entrada e já pode se mudar no começo de 2014. “O cliente que adquirir uma das unidades dará entrada de 10% e financiamento direto com a construtora, sem precisar recorrer ao banco.
Isso sem falar de poder se mudar imediatamente, já que os apartamentos estão prontos”, informou o diretor da empresa, Marco Bolognese. Mundi Com mais de 70 mil metros quadrados, o Mundi é composto por onze torres e mais de 90 itens de lazer. Os apartamentos possuem 96 metros quadrados, 106 metros quadrados e 128 metros quadrados com três e quatro quartos, sendo um suíte, além das coberturas de 165 metros quadrados e 180 metros quadrados. Com a decoração assinada por Paula Weberman e Kika Sartori, as áreas de lazer incluem academia, quadra poliesportiva, cinema, boate, garage band e piscina com mais de 600 metros quadrados.
O local contará com uma piscina de 600 metros quadrados
DIVULGAÇÃO
Fiedler também deu mais detalhes sobre a campanha e informa que o shopping oferecerá toda estrutura para os clientes participantes da ação. Ele alerta ainda que é fundamental que os clientes exijam as notas fiscais durante as compras, pois o documento validará a participação dos consumidores da iniciativa. “Os consumidores poderão acumular as notas até que as mesmas somem R$ 200 e possam ser trocadas por um cupom no posto de troca”, ressalta o gerente de Marketing. “Os valores que restarem, por exemplo, ficarão como saldo no sistema de cadastro da promoção”, completou o executivo, ao salientar que todas as lojas do shopping, inclusive as da praça de alimentação, participarão da campanha de Natal.
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Móveis usados na área externa pedem cuidados
Com a chegada do período chuvoso, o ideal é oferecer uma manutenção ou, até mesmo, retirar a parte acolchoada do móvel
O ideal é que na época das chuvas os móveis sejam retirados da área externa
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lém de uma temperatura climática mais amena, a chegada do período chuvoso traz uma certa preocupação: o cuidado com os móveis localizados na área externa da residência. Especialistas afirmam que apesar de o mercado disponibilizar produtos específicos para o contato com o calor e a umidade, a mobília não deve ficar isenta de manutenção. A arquiteta Adriana Alfaia, informa que a fibra sintética, o alumínio e a madeira naval são os principais materiais utilizados na confecção de móveis destinados às áreas de lazer. Porém, ela explica que apesar de o produto ser “especial” o contato constante com a água e a alta temperatura causam a deterioração dos objetos. Ela ainda frisa que os assentos revestidos, que ficam locados em áreas 100% descobertas, são os que mais merecem atenção. “O ideal é que ao chegar o tempo de chuva a pessoa retire esse móvel da área externa”, comenta. Quanto a limpeza, Adriana explica que independentemente do tipo de móvel, o único produto necessário para a limpeza da mobília é a água. Caso as almoAchilles Fernandes afirma que uma boa opção são móveis feitos a partir de madeira de reflorestamento
fadas dos móveis sejam permeáveis haverá maior necessidade de substituições. “Neste caso o nível de absorção de líquido é alto e logo vai apresentar péssimas condições. Consequentemente será necessário trocar o estofamento”, comenta. De acordo com o arquiteto, urbanista e designer de interiores Achilles Fernandes, além da fibra sintética e do alumínio, ainda é possível utilizar a madeira de reflorestamento, ou, sustentável, na produção desses móveis. Ele garante que nenhum desses materiais sofre corrosão e que a vida útil deles é de cerca de 5 anos. Fernandes informa que é necessário investir, no mínimo, em uma manutenção anual. Neste processo o móvel será lixado e logo após, submetido ao verniz, material que vai garantir a renovação e a durabilidade da cor. Outra etapa, também considerada como fundamental, no caso de móveis de fibras sintéticas, é a hidratação. “Sempre é bom seguir as recomendações dos fornecedores. A hidratação não permite a quebra das fibras. O proprietário também pode solicitar informações dos vendedores de onde pretende com-
prar essa mobília”, comenta. Além da atenção e preocupação com a limpeza, o arquiteto também alerta para os cuidados necessários quanto ao risco de ventanias, que podem oferecer danos aos produtos. “Isso vale para os móveis de alumínio, que são extremamente leves. É sempre bom colocar um peso em cima dessa cadeira ou mesa para impedir a ação do vento”, lembra. Cuidados A delegada Emília Ferraz, 38, conta que seus móveis foram confeccionados com madeira de lei. Mas mesmo assim, ela afirma que uma vez ao ano dá uma manutenção em sua mobília com lixas e depois pinturas. Diariamente o processo consiste em limpeza com um produto próprio para madeiras. O acolchoamento da mobília é impermeável, mas mesmo assim, Emília afirma que guarda as almofadas e no momento em que desejar, as devolve novamente ao local. “Sei que se tiverem contato com a chuva não vão absorver água. Mas sempre retiro para limpar e quando acho necessário, as devolvo aos móveis”, cita.
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