MANAUS, DOMINGO, 23 DE MARÇO DE 2014
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Evento imobiliário supera expectativas de mercado RICARDO OLIVEIRA
O crescimento de 140% sobre o volume de produtos deve-se ao interesse das construtoras de lançarem empreendimentos
em torno de R$ 8 mil. Durante o salão, o Banco do Brasil irá realizar análises de crédito para aquisição dos imóveis. Os correntistas do banco, por já terem os dados cadastrais no sistema assim como um histórico de movimentação financeira poderão já sair do evento com o crédito aprovado. Os visitantes que não forem clientes do Banco do Brasil poderão solicitar uma avaliação e receberão a
HORÁRIO
O salão funcionará no centro de convenções do Manaus Plaza Shopping e funcionará das 15h às 22h. O local dispõe de duas entradas independentes: pela Djalma Batista e pelo conjunto Vieiralves resposta posteriormente ao encerramento do evento. A expectativa dos organizadores é vender 500 das 1.200 unidades, que serão apresentadas, gerando um saldo, em fechamento de negócios, em torno de R$ 200 milhões. Estandes O primeiro evento do ano nesta linha concentrará em uma área de, aproximadamente, 3 mil m² cerca de 15 estandes de empresas do seg-
mento da construção civil ou de setores afins como lojas de móveis planejados, utilidades domésticas etc. Estarão presentes no salão as construtoras: Cristal, Engeco, Capital Rossi, Capital, Patrimônio, Tecnisa, Aliança/PDG, Sofios, Azulay, RD Engenharia e Unipar. As imobiliárias: Inovva e a C & Castro disponibilizarão corretores para orientar os visitantes no fechamento de negócios. Visitação O salão funcionará de 15h até às 22h, nos dias 29 e 30 de março, no Manaus Plaza Shopping. O local para a realização do evento foi escolhido por contar com facilidade de acesso. Dispõe de entradas independentes: uma pela Djalma Batista (uma das mais movimentadas vias da capital) e outra pelo conjunto Vieiralves, localizado no bairro Nossa Senhora das Graças, que concentra um grande número de residências e expressiva região comercial. Os visitantes conhecerão as grandes oportunidades de compra e fechamento de negócios num ambiente que concentrará o maior número de empreendimentos à venda neste início de ano. Além disso, poderão dispor das comodidades oferecidas pelo shopping como: amplo estacionamento, lanchonetes, restaurantes, lojas diversas e cinemas.
Facilidades oferecidas pelo banco O Banco do Brasil possui 74 mil correntistas pessoa física no Estado do Amazonas, destes, 10% já estão aptos a realizarem análise de crédito para compra de imóveis. O trabalho intensivo de divulgação do salão imobiliário nas agências bancárias deve estimular a visitação de um número significativo de clientes, que são potenciais compradores. O prazo mínimo para o
parcelamento do valor do imóvel é de 18 meses e, o máximo, pode chegar a 300 meses, dependendo do caso e da idade do proponente. As taxas de juros variam conforme a modalidade do financiamento. No Sistema Financeiro de Habitação (SFH), imóveis até R$ 650 mil pagam 8,3% aa, mais Taxa Referencial (TR) até 9,3% aa, acrescidos da TR. Na Carteira Hipote-
cária (CH), imóveis acima de R$ 650 mil pagam 9,5% ao ano, mais TR até 10,5% ao ano, somada à TR (passível de flexibilização). O correntista para fazer a consulta de crédito no Salão Imobiliário deve apenas estar com o cadastro atualizado. Já os não correntistas devem apresentar os respectivos documentos: RG, CPF, comprovante de renda e endereço.
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Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas, Sinduscon-AM e Banco do Brasil lançaram, no dia 25 de fevereiro, o “Salão Imobiliário do Banco do Brasil”, com projeção de negociar nos dias 29 e 30 de março, no Manaus Plaza Shopping, cerca de 500 imóveis. A aceitação do evento foi tão grande pelas construtoras que a organização já estima ofertar 1.200 imóveis. Segundo os organizadores, o crescimento de 140% sobre o volume de produtos a serem negociados deve-se ao interesse das construtoras de lançarem empreendimentos ou de dar maior visibilidade a novos projetos em espaço que atraia um grande público. As unidades habitacionais estão localizadas em todas as zonas da capital, sendo que a metade já pronta para morar e as demais se encontram na planta ou em construção. Os organizadores disponibilizarão as unidades habitacionais em fase de moradia para atender aos clientes que buscam imóveis para ocupação imediata. O público esperado de 20 mil pessoas é integrante, na maior parte, das camadas A e B da população. A estimativa foi elaborada com base no valor dos imóveis que variam de R$ 450 mil a R$ 2 milhões e, também, em decorrência da renda familiar exigida para o financiamento, que deve ficar
A população em geral poderá conferir as tendências do mercado e seus respectivos lançamentos
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Projeto prevê cidades mais urbanizadas e sustentáveis Humanos (Onu-Habitat) foi criado em 2009, durante a edição do Fórum Urbano Mundial realizada na China, para oferecer uma oportunidade para que jovens da faixa etária em questão – que é grande em países em desenvolvimento – coloquem em prática iniciativas que contribuam para um mundo mais sustentável. Os projetos inscritos precisam ter parcerias com organizações não governamentais que tenham jovens como protagonistas dos seus processos. O coordenador Juliano Diniz comenta que, após a aprovação de cerca de 30 projetos por um comitê de avaliação, o Onu-Habitat assina um acordo com as ONGs locais. Na edição deste ano do programa, pela primeira vez é dada uma ênfase na questão da igualdade de gêneros, pois o empoderamento de adolescentes e mulheres jovens é considerado essencial para a construção de cidades sustentáveis e prósperas em conformidade com as novas políticas urbanas. Torna-se necessário, então, o envolvimento de mulheres e homens jovens na promoção da igualdade de gênero para construir o futuro urbano desejado.
Cinco jovens brasileiros já tiveram seus projetos aprovados e, pela primeira vez, participarão os países Índia e Maurício
Avaliação positiva nas edições Entre os saldos positivos do Onu-Habitat ao longo de cinco edições, Juliano Diniz cita os mais de 150 projetos implementados e a importância de incluir essa parte da população na elaboração de processos de desenvolvimento. E como grande desafio do programa, ele aponta a questão do monitoramento dos projetos aprovados. Nesse caso, procura-se estabelecer uma parceria com pessoas que estão à frente de ONGs. “Quando a Onu possui um escritório em determinado país fica mais fácil realizar esse monitoramento”, diz o coordenador.
Depois que o projeto local é colocado em prática, após um ano de implementação é recomendável que os responsáveis busquem outros tipos de apoio, de governos, por exemplo, para que a iniciativa tenha continuidade. Juliano revela que a maioria dos projetos recebidos é voltado para a criação de empregos para jovens e de empreendedorismo para que montem seu próprio negócio. O Onu-Habitat abrange os seguintes programas: Programa de Melhores Práticas e Liderança Local, Aliança das Cidades, Observatório Urbano Global, Rede Global
de Ferramentas do Solo, Cidades Mais Seguras, Iniciativas em Cidades e Câmbio Climático, Água e Saneamento para as Cidades e Melhoramento de Assentamentos Precários. O mandato estabelecido para o Onu-Habitat pela Assembleia Geral das Nações Unidas é promover cidades social e ambientalmente sustentáveis para proporcionar moradia adequada para todos. Mais informações sobre a Onu-Habitat no Brasil pelo site www. onuhabitat.org, pela rede social www.facebook.com/ ONUHABITAT, pelo telefone (21) 3235-8550 e pelo email rolac@onuhabitat.org. REPRODUÇÃO
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s inscrições para a sexta edição do Fundo para Juventude Urbana do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (OnuHabitat) estão abertas até o dia 15 de abril. O programa foi criado para estimular projetos de jovens entre 15 e 32 anos para o desenvolvimento de cidades sustentáveis de países da África, Ásia, América Latina e Caribe. Os projetos – voltados para áreas como emprego, governança urbana e prevenção de catástrofes – podem receber doações de até US$ 25 mil. Até hoje, cinco iniciativas de brasileiros já conseguiram o benefício. Juliano Diniz, coordenador do programa de jovens da América Latina e Caribe, esclarece que, apesar de ter a palavra “habitat”, o fundo não diz respeito especificamente à construção de imóveis. “Nós lidamos com planejamento urbano e o programa está mais relacionado à maneira como a área urbana deve se desenvolver. Nesse sentido, possui um caráter mais social, de inclusão. Essa é a abordagem”, explica. O Fundo para Juventude Urbana do Programa das Nações Unidas para Assentamentos
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Programa Onu-Habitat está com inscrições abertas até 15 de abril para projetos de jovens entre 15 e 32 anos
Quando a Onu possui um escritório em um país facilita a implementação de projetos
EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri
FOTOS Ricardo Oliveira
REPORTAGEM Bruno Mazieri Luiz Otávio Martins
REVISÃO Dernando Monteiro
DIAGRAMAÇÃO Mario Henrique Silva TRATAMENTO DE FOTOS Pablo Filard
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The Office terá mall com diversidade de empresas P
a gerente de marketing da Engeco, Jória Said Guerreiro. Com altíssimo padrão, o empreendimento tem 22 pavimentos e está dividido em térreo, mezanino, pavimento de eventos e salas, mais 14 pavimentos com 21 salas cada, cobertura com 17 salas, 4 subsolos com 428 vagas de estacionamento que contarão com uma equipe vigilante 24hs. Com arquitetura neoclássica, o The Office terá como contraste tecnologias totalmente futuristas, oferecendo o que há de mais moderno em inteligência predial, garantindo segurança, conforto, praticidade e velocidade com
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Com estilo neoclássico, o empreendimento terá como contraste tecnologias totalmente futuristas, oferecendo o que há de mais moderno quando o assunto é inteligência predial
custos otimizados, sob uma arquitetura diferenciada. Para Jória, o The Office se destaca pela estrutura globalizada para negócios. “The Office é uma projeto único. O empreendimento vai oferecer entre diferenciais um complexo de serviços à disposição”.
Diversidade de marcas estará presente no empreendimento amazonense, que funciona voltado para o mundo dos negócios DIVULGAÇÃO
ão & Cia, Empório do Tacacá, Western & Union Cambio, Zero Grau Sorveteria e ótica Vision, são as primeiras marcas confirmadas para compor o mall de lojas do primeiro empreendimento do gênero Unique Concept de Manaus, o The Office, da Engeco. O business center, hoje considerado um dos melhores da região, que dispõe ainda de um acervo completo de serviços e estrutura globalizada para negócios. O empreendimento conta ainda com o serviço “payper-use” (pague pelo uso, em inglês), de terceirização de tarefas, como limpeza e motoboy, que está se tornando uma tendência. Além da presença do concierge, responsável por administrar o empreendimento, coordenar seguranças, recepcionistas, arrumadeiras etc. “O The Office conta também com serviço de elevador inteligente que levará o proprietário ao seu andar conforme cartão codificado na recepção, dispensando apertar botões. Este serviço também é válido para os clientes dando mais segurança e eficiência. Também contamos com o pédireito (altura) para receber ambulância e um elevador para maca ampliando o leque de atendimentos médicos. Contamos com os mais avançados sistemas de seguranças e serviços prediais”, afirmou
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O empreendimento conta ainda com o serviço “pay-per-use” (pague pelo uso, em inglês), de terceirização de tarefas diárias
Auditório para até 98 pessoas motos, sala de motorista, Vallet Park com manobrista, serviço de office boy, central de mensagens, serviço de manutenção, reparos, limpeza e conservação e forro removível nos halls de circulação, para colaborar com a manutenção e a instalação de equipamentos. Personalitté Diante de uma padrão
singular, o business center vai dispor ainda, por meio de uma consultoria especializada, uma linha diferenciada de acabamentos, por meio do serviço Personalitté que vai possibilitar ao cliente modificar a planta e o acabamento original de sua unidade. “Com isso, a Engeco inova mais uma vez e o resultado pode ser acompanhado pelos seus clientes”, diz Guerrreiro. DIVULGAÇÃO
Entre os serviços estão de salas de reunião equipadas à mall com lojas, restaurante, cafeteria, livraria, loja de conveniência, banco 24 horas, serviço de cópia e gelateria, além de auditório modulado com 98 lugares, 11 elevadores de alta performance, central de arcondicionado inteligente, estacionamento rotativo em quatro subsolos, estacionamento exclusivo para
O serviço Personalitté é um dos diferenciais do empreendimento amazonense The Office O elevador inteligente transporta o proprietário ao seu andar por meio de cartão codificado
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Brasil na 112ª posição em ranking sobre saneamento
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pesar de ser a sétima economia do mundo, o Brasil ocupava a 112ª posição em um conjunto de 200 países no quesito saneamento básico, em 2011, segundo aponta um estudo divulgado na última semana pelo Instituto Trata Brasil e pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, durante o fórum “Água: Gestão Estratégica no Setor Empresarial”. O objetivo do estudo foi apontar benefícios que poderiam ser obtidos com mais investimentos em saneamento básico, melhorando a qualidade de vida do brasileiro e elevando a economia do país. De acordo com esse trabalho, o Índice de Desenvolvimento do Saneamento atingiu 0,581, indicador que está abaixo não só do apurado em países ricos da América do Norte e da Europa como também de algumas nações do Norte da África, do Oriente Médio e da América Latina em que a renda média é inferior ao da população brasileira. Entre eles estão o Equador (0,707); o Chile (0,686) e a Argentina (0,667). O índice é mensurado com base no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). Na última década, o acesso de moradias à coleta de esgoto aumentou 4,1%, nível abaixo da média histórica (4,6%). Em 2010, 31,5 milhões de residências tinham coleta de esgoto. A região Norte foi a que apresentou a melhor evolução, apesar de ter as piores condições no país com 4,4 milhões de casas sem coleta. Somente o estado do Tocantins conseguiu ampliar o atendimento em quase 21%. No Nordeste, um universo
de 13,5 milhões não contavam com esses serviços e em mais de 6 milhões de lares não havia água tratada. O maior número de residências sem coleta foi registrado no estado da Bahia (3,3 milhões), seguido pelo Ceará (1,9 milhão). No Sul, mais 6,4 milhões de residências também não contavam com os serviços de coleta e os estados com os maiores déficits foram: Rio Grande do Sul (2,8 milhões) e Santa Catarina (1,9 milhão). Já no Sudeste, com os melhores índices de cobertura, ainda existiam 8,2 milhões de moradias sem coleta. Segundo advertem os or-
DADOS
Na última década, o acesso de moradias à coleta de esgoto aumentou 4,1%, nível abaixo da média histórica. Em 2010, 31,5 milhões de residências tinham coleta de esgosto ganizadores do estudo, “a situação do saneamento tem reflexos imediatos nos indicadores de saúde”. Eles citam que, em 2011, a taxa de mortalidade infantil no Brasil chegou a 12,9 mortes por 1.000 nascidos vivos, superando às registradas em Cuba (4,3%), no Chile (7,8%) e na Costa Rica (8,6%). Outro efeito direto da precariedade do saneamento, conforme destaca o estudo, refere-se à expectativa de vida da população (73,3 anos) em 2011, que ficou abaixo da média apurada na América Latina (74,4 anos). Na Argentina, a esperança de vida atingiu 75,8 anos e no Chile
79,3 anos. O estudo destacou ainda que, se houvesse cobertura ampla do saneamento básico, as internações por infecções gastrintestinais que, segundo dados do Ministério da Saúde atingem 340 mil brasileiros, baixariam para 266 mil. Além da melhoria na qualidade da saúde isso representaria redução de custo, já que as internações levaram a um gasto de R$ 121 milhões, em 2013. Pelos cálculos desse trabalho, a universalização traria uma economia das despesas públicas em torno de R$ 27,3 milhões ao ano e mais da metade (52,3%) no Nordeste. Outros 27,2% no Norte e o restante diluído nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Conforme os dados, em 2013, 2.135 vítimas de infecções gastrintestinais perderam a vida - número que poderia cair 15,5%. A universalização do saneamento também diminuiria os afastamentos do trabalho ou da escola em 23% , o que poderia implicar em queda de R$ 258 milhões por ano. Em 2008, 15,8 milhões de pessoas ou 8,3% da população brasileira faltaram ao serviço ou às aulas por pelo menos um dia, sendo que 6,1% ou 969 mil por problemas causados por diarreias. Deste total, 304,8 mil eram trabalhadores e 707,4 mil frequentavam escolas ou creches. Outro benefício apontado pelo estudo, seria a dinamização do turismo com a criação de quase 500 postos de trabalho e renda anual de R$ 7,2 bilhões em salários, além de incremento na formação do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma da riqueza gerada no país, da ordem de R$ 12 bilhões. Por Agência Brasil
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O Norte foi o que apresentou a melhor evolução, apesar de ter as piores condições com 4,4 milhões de casas sem coleta
Em 2008, 15,8 milhões de brasileiros faltaram ao trabalho e escolas por falta de saneamento