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Eles resolvem (quase) tudo
E
stá tudo escrito no regimento interno de um condomínio, o que um morador pode ou não fazer. Mesmo assim, é comum que algumas regras não sejam obedecidas e, para fazer valer tais determinações – inclusive a cobrança de taxas obrigatórias –, existe o síndico. No entanto, essa figura acaba sendo mais conhecida por ser convocada para resolver questões que não fazem parte da sua real função do que pelo que realmente foi eleito para exercer. E daí surgem os problemas de convivência tão comuns nessas áreas residenciais. O síndico é uma função dentro da parte administrativa de um condomínio que pode ser exercida por qualquer morador aprovado em assembleia ou alguém indicado por empresa administradora. O eleito exerce a função ao lado de um subsíndico e de um conselho. “Ele tem que administrar, fazer valer o regimento interno do condomínio, cuidar das demandas dos moradores, da manutenção física e jurídica do prédio. É uma espécie de prefeito dentro dessa
comunidade”, define o corretor Daniel Aragão, que é morador e proprietário de imóvel onde atua como síndico. O profissional conta que, em Manaus, um síndico é eleito por aclamação, e não por votação, em 80% das vezes, e quem escolhe esse cargo precisa conhecer todas as particularidades elétricas do prédio, das câmeras de segurança, o sistema de tratamento de água, como se realiza a limpeza de uma piscina, entre outros fatores. “Se acontecer uma pane, o síndico tem que saber que equipe chamar para resolver determinado problema”, afirma. Entretanto, ele percebe que não há uma vontade entre os moradores, atualmente, de exercer a função de síndico. Para o corretor, o maior desafio desse cargo é administrar pessoas. “Numa assembleia, por exemplo, onde são levadas várias questões relativas ao prédio, muitos moradores não participam. E a assembleia é soberana, o que for decidido, tem que ser acatado. O desafio maior é promover essa interação. A conciliação e a harmonia entre os moradores é a maior dificuldade”. E a administração geral bem-sucedida de um condomínio, acredita o síndico, é capaz de cooperar para uma maior valorização do imóvel. “Um prédio bem tratado tem mais valor de mercado”, enfatiza. Daniel observa que, hoje em dia, existe o síndico profissional, que pode receber uma remuneração que varia de R$ 2,5 mil a R$ 3 mil. Existem cursos profissionalizantes, mas não são obrigatórios para quem quer atuar nessa área. Em Manaus, não existe uma associação específica de síndicos, mas Daniel informa que está cadastrado num site de São Paulo, e já participou de capacitação online. “Não há nenhum curso técnico específico na cidade”, diz o corretor, que possui cursos de limpeza de piscina, de monitoramento, entre outros.
(92) 3090-1017
A função de síndico é associada a uma pessoa que resolve qualquer tipo de problema dentro de um condomínio, mas não é bem assim. A sua atribuição é colocar em prática o regimento interno do residencial
Reeleição O mandato de um síndico varia de acordo com o regimento interno de cada condomínio. O período mais usado é o de dois anos, mas também há casos de um ano e até de três anos. “Isso não quer dizer que a pessoa não possa ser reeleita várias vezes”, observa o funcionário público Adriano Carlos Antunes, que é síndico do prédio onde mora há um ano e oito meses. Adriano explica que se dispôs a ser síndico porque o prédio onde mora apresentou problemas logo em seus dois primeiros anos. Ele considera “boa” a experiência nessa função, mas revela que não a repetiria, embora tenha conseguido entregar o condomínio em condições melhores do que se encontrava. Obstáculos Assim como Daniel Aragão, Adriano Antunes destaca que a principal atribuição desse trabalho é aplicar as regras do regimento interno do condomínio, mas sempre há obstáculos. “Os moradores confundem as coisas e querem que o síndico resolva inclusive briga de vizinhos”, revela. Para Adriano, entre as principais dificuldades enfrentadas por quem exerce essa função nos condomínios estão a questão da inadimplência das taxas cobradas e a postura de moradores que ignoram as regras do regimento. “Para administrar você tem que contar com o bom senso das pessoas”, afirma. “Elas costumam atribuir ao síndico as responsabilidades de tudo o que acontece no condomínio. Até problemas estruturais da construtora são associados ao síndico, mas a atribuição principal é administrativa”. A empresária Adriana Cidade também se tornou síndica por necessidade e, mesmo com alguns obstáculos, gosta de
atuar nesse cargo. “É uma experiência supergratificante, apesar de ter que lidar com pessoas de ideias diferentes. O complicado é mostrar para alguns adultos o que podem ou não fazer. E todos têm o regimento interno”, observa. Adriana assumiu a função depois que o primeiro síndico do condomínio entregou o cargo. Ela conta que nunca chegou a participar de curso específico, mas recebeu orientações da própria administradora do prédio. Já o funcionário público Adriano Antunes fez curso pela internet e costuma acessar o site “SíndicoNet” como suporte para tirar dúvidas em relação à legislação, por exemplo. Responsabilidade Adriana Cidade acredita que, em muitos casos, questões realmente importantes que são atribuições de um síndico acabam sendo esquecidas pelos moradores. “A estação de tratamento de esgoto é uma estrutura que todos os condomínios têm que apresentar hoje, e temos que ter cuidado porque a Semmas (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade) fiscaliza”, explica. “Se acontece um vazamento no apartamento de alguém, a construtora é que deve ser chamada, mas acionam o síndico. Às vezes falta energia elétrica no quarteirão inteiro e as pessoas já me chamam para resolver o problema”, exemplifica, bem-humorada. A empresária conta que trabalha em equipe, com duas subsíndicas e um conselho, mas a responsabilidade de um problema não solucionado recai sobre ela. “Temos que ficar atentos a questões como gás, fiações, geradores”, cita, lembrando que, apesar das dificuldades, já conseguiu, por exemplo, a diminuição de algumas despesas no condomínio.
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DIVULGAÇÃO
Empresa constrói novo residencial diferenciado O empreendimento, que contará com duas torres, terá apartamentos que vão de 70 a 167 metros quadrados mentos, estão sendo disponibilizadas três “plantas” para os clientes. De acordo com a Capital Rossi, as opções são de duplex, dois e três dormitórios, que, dependendo da escola do cliente, pode chegar a 167 metros quadrados. “Os imóveis terão ainda opções de três suítes e direito a até três vagas na garagem”, ob-
As obras do Reserva Morada estão adiantadas e o residencial contará com infraestrutura completa para os seus moradores Taísa Avelino Pi, gerente de marketing
serva a Taisa, ao informar que maiores informações sobre o Reserva Morada podem ser obtidas no site www.capitalrossi.com.br. “Lá (no site) o público poderá conferir como ficará o residencial quando as obras forem finalizadas”, destaca a gerente de marketing, fazendo referência ao tour virtual do decorado
e o corretor online disponível no site da construtora. As informações do Reserva Morada, Aleixo, também podem ser obtidas por meio do canal de vendas da Capital Rossi pelo número (92) 3212-3212. Capital Fruto da parceria entre a Construtora Capital, líder do segmento na região Amazonense, e a Rossi, uma das principais incorporadoras e construtoras do País, a joint-venture Capital Rossi se consolidou em dezembro de 2009. Os números comprovam o grande potencial da joint venture, que já apresentou ao mercado de Manaus 23 projetos e possui mais de oito mil unidades vendidas na região desde o início da parceria até março de 2013. Em dezembro do ano passado, a Capital Rossi foi eleita, no segmento de Construtoras, como a marca mais lembrada dos consumidores manauaras. A joint venture venceu na categoria Top of Mind do Prêmio Amazonense de Propaganda e Marketing. Siga a Capital Rossi nas redes sociais: Facebook (facebook. com/capitalrossioficial), Twitter (@capitalrossi) e Instagram (@capitalrossi).
O empreendimento contará com street ball, fitness, playground, além de um salão de festas
CONSTRUÇÃO
Mês de novembro registra baixa A atividade da indústria da construção ficou estável em novembro e abaixo do tradicional para o mês. O nível de atividade ficou em 49,5 pontos contra 49 em outubro, em uma escala de 0 a 100. Outro indicador, que mede a atividade em relação ao que é considerado usual para o período, ficou em 45,4 pontos no mês passado. Os dados estão na pesquisa Sondagem Indústria da Construção, divulgada na última semana pela Confederação Nacional da Indústria. A entidade considera que acima de 50 pontos, há alta na atividade industrial, e
abaixo, há queda. Caiu também a utilização da capacidade de operação das empresas da construção, variável que mede o volume de recursos, mão de obra e maquinário utilizados no mês. Em novembro, o indicador atingiu 70% contra 71% em outubro, quando foi registrado o maior nível do ano. Emprego Também houve queda do emprego. De acordo com o levantamento da CNI, o número de empregados ficou em 46,3 pontos, contra 48 pontos em outubro. Por outro lado, há
expectativas de contratação para os próximos seis meses. As respostas dos empresários nesse quesito atingiram 54 pontos, acima da linha divisória dos 50 pontos. O estudo apontou ainda que a atividade na indústria da construção teve comportamento diferente dependendo do porte das empresas. Enquanto as empresas de grande porte registraram 51,4 pontos, as pequenas e médias mostraram-se desaquecidas, respectivamente com 45,9 e 48,6 pontos. Por Agência Brasil REPRODUÇÃO
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Capital Rossi está preparando um empreendimento diferenciado no bairro do Aleixo. Com as obras em ritmo acelerado, o Reserva Morada já demonstra parte do que o residencial promete aos seus moradores. O empreendimento, que contará com duas torres, terá apartamentos que vão de 70 metros quadrados a 167 metros quadrados. “As obras estão adiantadas e o residencial contará com infraestrutura completa para os seus moradores”, disse a gerente de marketing da Capital Rossi, Taisa Avelino Pi. Ela salienta ainda que serão oferecidos uma série de opções de lazer para quem garantir um apartamento no condomínio, localizado na parte mais alta da cidade. Ainda sobre as opções de lazer do Reserva Morada, Taisa informa que o residencial contará com piscinas adulto e infantil, spa de repouso, sala de jogos, playground, espaço gourmet, salão de festas, sauna, street ball, fitness e piscina. “Esses são apenas alguns dos atrativos que farão parte das opções que os futuros condôminos desfrutarão no empreendimento”, relata. Em relação aos aparta-
A pesquisa foi divulgada na última semana pela Confederação Nacional da Indústria
EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri REPORTAGEM Bruno Mazieri Luiz Otávio Martins Priscila Caldas
FOTOS Alberto César Araújo Ricardo Oliveira REVISÃO Dernando Monteiro
DIAGRAMAÇÃO Mario Henrique Silva TRATAMENTO DE FOTOS Pablo Filard
3 RICARDO OLIVEIRA
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Tradicional e valorizado O
Parque 10 de Novembro é um dos bairros de classe média mais populares e valorizados comercialmente de Manaus. Ocupa uma área de 832 hectares na Zona Centro-Sul da capital amazonense e faz fronteira com seis outros bairros: Flores, Cidade Nova, Aleixo, Adrianópolis, Nossa Senhora das Graças e Aleixo. A área também é conhecida pela localização privilegiada – próxima a serviços como agências bancárias e supermercados, faculdades, ao Centro e que abriga locais de preservação ambiental como o Parque Municipal do Mindu – e ainda por abrigar um mercado crescente de investimentos imobiliários. O corretor Ricardo Leão afirma que o Parque 10 continua sendo bastante procurado por quem deseja comprar um imóvel. “Além da tradição, é um bairro com uma boa localização, com pontos de saída para várias áreas de Manaus, além da proximidade a uma variedade de serviços”, diz. Ricardo observa que, ao levar em consideração a segurança da moradia, a procura dos clientes é maior por residências em condomínios fechados, principalmente de apartamentos. E, em relação aos prós e contras de se morar no bairro, o corretor de imóveis acredita que dependerá do que o morador busca. “O cliente vai observar se o ambiente em que ele convive está próximo do seu local de trabalho, ou da escola dos filhos, ou da casa de amigos ou parentes. Ele tem que procurar o que é cômodo e conveniente para ele”, explica o corretor. Em média, um apartamento de dois quartos com uma suíte no bairro custa R$ 290 mil. E Ricardo analisa que a região da avenida das Torres, construída
em paralelo ao Parque 10, está em desenvolvimento e ainda vai crescer bastante. “Criouse mais uma zona de escape naquela área, que futuramente vai abrigar um shopping center e, quando se lança um empreendimento desses, é mais um atrativo para o público comprador”, afirma. Uma das mais novas apostas do mercado imobiliário no Parque 10, próxima a avenida das Torres, foi o Condomínio Vila Gaia, atualmente em fase final da terceira etapa. Acqua, Flex Parque 10 e Agave também estão entre os empreendimentos mais recentes, e já existe previsão de um futuro lançamento da Patrimônio-
INVESTIMENTO
Um das mais novas apostas do mercado imobiliário no Parque 10 de Novembro, próxima a avenida das Torres, foi o Condomínio Vila Gaia, atualmente em fase final da terceira etapa Manaú, na área do Mindu. “Quando a procura é grande, as construtoras vão atrás de novos terrenos”, diz Ricardo. Vantagens Para a jornalista Mahira Maia, que mora no Parque 10 há 23 anos, a boa localização do bairro está entre as suas principais vantagens. “O Parque 10 fica perto dos principais serviços, relativamente próximo ao aeroporto e do conjunto Vieiralves, que possui várias opções de entretenimento”, afirma. Entre os pontos negativos, Mahira cita o trânsito intenso em determinados momentos do dia. “Moro perto do Bradesco e minha
ALBERTO CÉSAR ARAÚJO
Um dos bairros mais conhecidos de Manaus, o Parque 10 de Novembro possui um mercado imobiliário em contínuo crescimento, graças a fatores como a sua localização privilegiada e quantidade de serviços oferecidos em seu entorno mãe próximo ao Passeio do Mindu. Pela manhã eu posso levar até 40 minutos para chegar até a casa dela”, reclama a jornalista. A presença de flanelinhas e do estacionamento também são citadas como pontos negativos por Mahira. “O estacionamento é péssimo! Até hoje são abertos estabelecimentos e o proprietário não se preocupa em oferecer estacionamento aos seus clientes”, observa. Mesmo assim, os prós falam mais alto e Mahira diz que continua gostando de morar no bairro. “Se fosse comprar outro imóvel seria também no Parque Dez”, garante. Tranquilidade A comodidade é um dos atrativos do Parque 10 para a funcionária pública Sandra Froner. Ela reside no bairro desde 1985, já morou no conjunto Eldorado e hoje vive no Jardim Primavera. “Eu gosto daqui porque tem tudo que eu necessito. Tem agências bancárias, shoppings, supermercados e é possível ir caminhando para vários locais”, afirma. Para Sandra, o Parque 10 é um dos melhores lugares para morar na cidade. “Eu já disse que não saio desse bairro. Aqui todo mundo se conhece”. A funcionária pública considera o bairro tranquilo para morar. “Acredito que seja um dos lugares com menos violência em Manaus. Me identifico porque é muito familiar”. Assim como Mahira, Sandra reclama do movimento intenso do trânsito dentro do bairro e nas áreas próximas. “Eu acho que a avenida Perimetral deveria ter apenas uma via. Acredito que seria melhor para todo mundo”, sugere. “Sair do Parque 10 muitas vezes é complicado. O fluxo de veículos abriu para a avenida das Torres e para nós ficou difícil”.
Local é procurado não apenas pela localização privilegiada, mas também pelos serviços oferecidos
Um pouco de história do bairro O nome do bairro, criado em 1938, faz referência à data de 10 de novembro de 1937, quando o presidente Getúlio Vargas instalou o Estado Novo. Em contraste com a dureza do regime ditatorial, o bairro Parque 10 floresceu em meio a uma área verde banhada pelo igarapé do Mindu. Durante muito tempo, a região era conhecida e valorizada pelas suas áreas de lazer. Na década de 1960, com a mudança de regime político e a criação da Zona Franca de Manaus, surgiu o conjunto Castelo Branco, para atender a política habitacional do novo governo. Nos anos seguintes, o Parque 10 passou por
melhorias urbanas, ganhou o Centro Social Urbano (CSU) e passou a abrigar diversos conjuntos habitacionais, entre eles o Jardim Meridional, Parque Tropical, Pindorama, Jardim Yolanda, Jardim Amazonas, Samambaia, Itaoca, Consag, Vila da Barra, Murici I e II, Uirapuru, Mucuripe, Eldorado, Novo Horizonte, Juliana, Novo Mundo, Jauaperi, Jardim Primavera, Nova Friburgo, Sausalito, Malibu, Jardim Imperial, Verdes Mares I e II, Ipanema, Barra Bela, Vila do Rey, Arthur Reis, Encol, Real, Parque Shangri-lá I a VII, Califórnia e Itália. Esse crescimento e valorização residencial e comercial do bairro resultou
também no fim das áreas de lazer naturais banhadas pelo igarapé do Mindu, cujo leito foi inundado de esgotos das residências. Na década de 1990, como tentativa de preservar as áreas verdes do Parque 10, foi criado o Parque Municipal do Mindu, onde são desenvolvidas atividades culturais, turísticas e de consciência ambiental. Graças a uma estrutura que abrange serviços como bancos, escolas, restaurantes, feiras, várias linhas de transporte coletivo e a proximidade de shopping centers, o Parque 10 continua a atrair visitantes e investidores interessados em suas comodidades.
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Natal em casa
Uma das datas mais importantes do calendário merece toda uma decoração especial. Para isso, o EM TEMPO dá dicas e sugestões de elementos que podem fazer a diferença nos dias 24 e 25 de dezembro
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eceber os amigos e familiares em casa no dia do Natal é, sem dúvida, uma missão que merece ser bem-sucedida. Além das guloseimas tradicionais da época, existem outros detalhes que fazem a diferença. Dentre eles estão elementos decorativos para sala de jantar, cozinha, sala de estar e, acreditem ou não, até mesmo no banheiro. Pensando nisso, o EM TEMPO foi buscar opções para quem ainda não adquiriu a decoração certa. Confira!
Porta-guardana-
Jogo de saleiro e pimenteiro
Nada melhor do que ceiar com elementos diferentes e cheios de estilo. Neste caso, existem os porta-guardanapos feitos de cerâmica com os motivos natalinos. Apesar da diversidade, separamos três modelos: um em formato de árvore de Natal, outro com o rosto do Papai-Noel e mais um feito a partir de caixas de presentes. Os valores iniciam a partir de R$ 18,50. Vale ressaltar que o produto combinado com um guardanapo estampado é primordial.
E mais um elemento diferente! O jogo de saleiro e pimenteiro entra no clima. Com o desejo de Feliz Natal, a peça pode ser usada tanto no jantar do dia 24 como também no almoço do dia 25. De maneira informal, eles chamam a atenção pela criatividade. O produto custa R$ 24,50.
Saboneteiras E para quem acha que os artigos decorativos ficam restritos apenas ao jantar está enganado. O banheiro também pode receber um toque especial. Os mais variados estilos de saboneteiras – tanto para o líquido quanto para o de barra – é indispensável. Feita de cerâmica a peça faz sucesso entre as crianças. Os produtos custam a partir de R$ 16,50.
Vela Apesar de ter quem não abra mão da tradicional vela, uma das tendências é o produto feito de plástico com a chama em LED. Isso mesmo! A peça funciona com bateria e pode ser guardada para outra ocasião.
Sala de estar Quem gosta de almofadas, uma das pedidas é a peça com detalhes natalinos. Nessa caso, com a cara do Papai-Noel. É bom destacar que os produtos podem ser encontrados em outros formatos e cores diferentes.
SERVIÇO Jogo de banheiro O vaso sanitário fica mais “descolado” com a cara do Papai Noel. Em diversas cores, o produto vem acompanhado ainda com uma toalha para o chão. Vale ressaltar que ele fica preso a tampa do vaso por meio de um elástico. O valor inicia a partir de R$ 79,90.
BANDEIRÃO Onde Rua Pará, 76, Vieiralves Quando Segunda a sábado, das 8h às 18h e domingo, das 9h ao meio-dia Informações (92) 3234-8689 ou 3633-4145
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Peça decorativa indispensável FOTOS: DIVULGAÇÃO
Com ou sem moldura, telas de diversos tipos de pintura ainda são procuradas como itens para valorizar as paredes de casas ou apartamentos. Alguns cuidados devem ser observados para que a obra não polua visualmente os cômodos
Além de valorizar o cômodo, os quadros fazem toda a diferença na hora de finalizar uma decoração
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esmo com o passar dos anos e o surgimento de novas tendências de arquitetura e decoração, ao menos um item continua presente quando o assunto é incrementar visualmente uma casa ou um apartamento: o quadro. Quem quiser desembolsar um pouco mais além do preço das telas que são vendidas em lojas, pode negociar com artistas plásticos da região e ter em sua residência uma peça exclusiva. A decoradora Sihame Cruz diz que são muitos os clientes que ainda apostam em quadros nos seus lares. “Mas, os quadros têm que “conversar”, e não necessariamente, combinar com outros móveis, como o sofá, e com o papel de parede. Você tem que buscar fazer uma composição com os tamanhos e as formas desse objeto”, sugere. “Uma escada com o pé direito duplo, por exemplo, fica bem com um quadro maior”. Sihame revela que prefere trabalhar com quadros de pintura abstrata. “Eles são atemporais, a pessoa não enjoa. E cada um, quando o observa, percebe uma cor diferente”. A decoradora enfatiza ainda que a escolha desses objetos deve ser feita em conjunto com o cliente. “Eu jamais vou impor que quadro ele tem que comprar porque o cliente tem que estar satisfeito com a decoração da sua residência”. A profissional de decoração também afirma que não gosta de apostar em gravuras e prefere utilizar quadros autorais, inclusive de artistas plásticos da região. “É uma forma de você levar cultura para o seu lar. E
no Amazonas há artistas com obras maravilhosas, como o Buy Chaves, o Rui Machado e o Jandr Reis. Por que não colocar telas desses artistas?”, questiona. Cuidados Sihame Cruz enumera diversas sugestões e cuidados que o morador deve ter com os seus quadros. “Você pode dar uma nova roupagem apenas trocando a moldura, mas não é uma regra usá-la. E algumas telas pintadas à mão não precisam de moldura”, observa. Ela sugere também que o cliente opte por vidro antirreflexo e evite expor em paredes com infiltração. Alguns cuidados também devem ser obedecidos em relação à limpeza. “Se acumular no quadro uma sujeirinha preta e você passar um pano úmido, a pintura pode estragar”, previne. Quadros muito grandes não devem ser guardados encostados em alguma parede ou móvel, pois a moldura pode entortar. “E, na hora de colocá-los na parede, use fita dupla-face específica para fixar a moldura e evitar que ela voe ou saia do lugar”, sugere. Busca crescente Rui Machado conta que muitas pessoas o procuram para comprar suas telas para fins decorativos graças à divulgação de seu trabalho em exposições e meios de comunicação. E essa busca, desde que começou a atuar como artista plástico, tem sido crescente. Ele explica que prefere vender a dar seus quadros de presente. “Eu acredito que quando uma pessoa paga ela valoriza mais, põe no melhor lugar da casa. Eu não costumo
dar senão estarei desvalorizando meu próprio trabalho”, justifica. Em média, Rui vende suas obras a R$ 4 mil e procura não produzir telas muito grandes. “O maior tamanho que já fiz foi de 1mx80cm. Não faço maior porque fica difícil de transportar e de vender. E, geralmente, quem gosta de ter quadros em casa, também gosta de ter um acervo com vários artistas”, diz. O artista revela que a sua clientela é bastante variada. “Vendo telas para estrangeiros, mas o meu público maior é o daqui de Manaus”, afirma, lembrando que não costuma impor ao comprador como deve adequar uma obra sua numa residência, porém, se for solicitado, pode dar algumas dicas de como compor a tela em determinado ambiente. Mas, existem restrições. “Eu não pinto para combinar com o que a pessoa possui em casa. Não pinto para combinar minha tela com o sofá, por exemplo. Dificilmente os compradores me pedem para pintar determinado tema. Já aconteceu antes, mas hoje já sabem como é que eu trabalho”, diz Rui, que há mais de 10 anos deixou de usar tinta óleo, por motivos de saúde, e hoje só produz com acrílico sobre tela. Alguns cuidados em relação à disposição de quadros numa residência devem ser observados, segundo Rui Machado. “O quadro tem que estar na parede, tem que estar na altura dos olhos, evitar ficar próximo de janelas onde os raios de sol iluminem demais o ambiente. O resto é uma questão de bom gosto”.
Clientela seleta com visibilidade Também artista plástico, Jandr Reis afirma que o mercado da venda de obras de artistas locais para decorar residências ainda é difícil, mas ele garante que já possui uma visibilidade. “Os clientes estão começando a me procurar. É uma luta porque as pessoas preferem comprar as obras de nomes de outros Estados. É tipo uma febre de Romero Britto (pintor, escultor e serígrafo pernambucano). Todo mundo quer ter um
para ostentação. Virou um objeto comercial”, analisa. Jandr lembra que conseguiu entrar para esse mercado por meio do contato com alguns arquitetos conhecidos. Para ele, estar inserido nesse mercado é bom porque vender telas somente em exposições acaba sendo uma prática difícil. Negociação O artista não revela
quanto custa, em média, uma tela sua. “É tudo uma questão de negociar com o cliente. Mas, minha obras não são caras”, comenta. Uma vez vendido o quadro, o artista só fica preocupa que o comprador o coloque em algum local onde não estabeleça conflito com qualquer outro objeto, e não forme um ambiente visualmente poluído. “Minhas obras são alegres e cabem em qualquer tipo de ambiente”, garante.
O artista Rui Machado afirma que suas telas são bastante usadas com a finalidade decorativa
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Grafite como decoração A
grafitagem pode ser encontrada em ruas, logradouros, além de galerias artísticas. Mas, há pouco tempo, também passou a fazer parte da decoração de ambientes interiores de casas e comércios. Apesar de ainda ser uma novidade na capital, a tendência já começa a fazer parte dos elementos decorativos do manauense. Entre as primeiras mostras que apresentaram o grafite como parte integrante de um projeto decorativo está a Casa Cor, que aconteceu no segundo semestre do ano passado. O arquiteto Achilles Fernandes participou do evento, onde ele e o sócio André Sá, montaram um lavabo de festas. No espaço, foram distribuídas pinturas em paredes que homenageavam ídolos do pop e do R&B como Michael Jackson e Amy Winehouse. Fernandes conta que a ideia de utilizar o grafite como um recurso decorativo surgiu a partir da cenografia de uma novela global, que estava sendo exibida na época. Ele afirma que alguns cenários apresentavam quadros feitos com grafite. “Essa arte saiu do gueto para as casas. Ainda não é algo comum, mas deve receber mais adeptos com o passar do tempo”, comenta. De acordo com o arquiteto,
o grafite transmite características contemporâneas, por isso, não é indicado para uso em ambientes formais. Residências, bares, restaurantes ou, até mesmo, lanchonetes são os locais mais indicados, segundo Fernandes. “Por meio do grafite é possível ilustrar imagens artísticas ou de qualquer expressão que transmita um ar descolado e contemporâneo, característico do público jovem”, sugere. As pinturas foram feitas pelos grafiteiros da loja Point Paint Grafite. O proprietário, Rodrigo Pot, informa que o manauense já aderiu à ideia de agregar o grafite à decoração. Ele afirma que a demanda é alta e que o público solicita diversas ilustrações. “A maioria das pessoas que solicitam as pinturas são profissionais ou estudantes de arquitetura e designer. Os projetos são destinados a residências, escritórios e até fábricas”, afirma. Vivacidade Segundo Pot, o grafite transmite vida ao ambiente. “Ele valoriza o espaço e proporciona vida e emoção ao local, assim como todas as artes”, disse. “Vale lembrar que um grafite é mais barato do que a utilização de adesivos ou de papel de parede,
que com o tempo precisarão ser trocados”, completa. A loja funciona na avenida Constantino Nery, .1570, São Geraldo (em frente a Unimed). O telefone para contato é (92) 9130-3303. Para o arquiteto Luiz Yerén, a técnica foi inserida no contexto arquitetônico de forma espontânea. Ele afirma que os jovens são os que mais fogem das decorações tradicionais. “Geralmente, o jovem não se preocupa com questões estéticas, com a beleza do espaço, mas somente com o que remete a algo lúdico. O legal, para eles, é transformar o “cantinho” em algo divertido”, comenta. Casa O arquiteto Achilles Fernandes gostou tanto do novo projeto que decidiu produzir uma ilustração da memorável cantora britânica Amy Winehouse, de quem é fã, na sua própria casa. Ele informa que achou a técnica interessante e que resolveu unir a praticidade à vontade de homenagear a artista. A pintura foi feita em toda a extensão da parede que fica localizada na sala. “Sou apaixonado por ela e achei que uma foto que ficaria linda em grafite. Não me arrependo em momento algum. A decoração ficou ainda mais bonita”, disse.
REPRODUÇÃO
NACIONAL
A Defesa Civil orienta a população que se dirija a um local seguro e que fique atenta
Desabrigados no Espírito Santo A Defesa Civil do Espírito Santo informou que 294 pessoas estão desalojadas e 22 desabrigadas por causa das chuvas que atingem o Estado na última. Os municípios mais afetados são: Rio Bananal, Nova Venécia, Governador Lindenberg, Atílio Vivacqua, Baixo Guandu, Castelo, Cachoeiro de Itapemirim, Ecoporanga, Itarana, Laranja da Terra, Vargem Alta e Viana. A Secretaria Nacional de Defesa Civil, ligada ao Ministério da Integração Nacional, enviou avisos aos municípios sobre risco de inundação e deslizamento de terra. Os coordenadores da Defesa Civil dos municípios foram alertados sobre
os procedimentos de avaliação das áreas afetadas e de acordo com o risco, a desocupação emergencial desses lugares. Em nota, a Defesa Civil do Espírito Santo orienta a população sobre como se proteger, como dirigir-se para um local seguro, ficar atento a movimentação da terra. Outro alerta é que trincas no chão, inclinação de cercas, postes e árvores podem indicar o início de um deslizamento. Nesses casos, abandone imediatamente a casa e procure um local seguro. Se houver muita infiltração na casa e aparecerem rachaduras nas paredes ou escutar algum barulho estranho, o morador deve
DIVULGAÇÃO
Um arte que, por vezes, era típica das ruas, agora ganha as casas e, até mesmo, as escolas. A ideia é que esse tipo de pintura possa dar vida aos diversos cômodos de um empreendimento além de um ar mais descolado e moderno
deixar sua casa. É recomendado ter sempre em mãos os telefones da Defesa Civil municipal e, em caso de emergência, ligue para o Corpo de Bombeiros, no telefone 193. Evite áreas alagadas, terrenos acidentados, buracos e bueiros abertos, assim como fiação elétrica exposta, pois podem causar acidentes graves. Ao término da enchente, busque orientação da Defesa Civil sobre o retorno para a casa. É necessário limpar os locais atingidos pela água e lama. Se a casa ficar destruída durante a enchente, não volte a construir no mesmo lugar, porque pode ocorrer um novo desastre.
O recurso do grafite está sendo usado, até mesmo, em escolas para dar vivacidade ao local
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