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Salão imobiliário - 20 de abril de 2014

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MANAUS, DOMINGO, 20 DE ABRIL DE 2014

(92) 3090-1017

Creci pretende aumentar quantidade de corretores

ARQUIVO EM TEMPO

A grande demanda no Estado tem gerado novos procedimentos dentro da entidade para crescer o número de profissionais

dicos, advogados, dentistas, entre outras”, ressalta. Na avaliação de Viegas, um dos motivos para a alta procura é a forma com que a profissão vem sendo tratada ao longo desses poucos mais de 50 anos de existência do sistema Cofeci/Creci. “Nós viemos lutando para garantir os direitos do corretor de imóveis. Proporcionando assim, condições dignas de trabalho para os novos colegas ingressos na categoria”, diz. A entidade está sempre promovendo ações voltadas para o profissional e para sua capacitação. “Nós temos um programa de educação continuada do corretor de imóveis que vão desde cursos de avaliação mercadológicas até técnicas de marketing pessoal. Dessa forma ajudamos o corretor a se preparar melhor e, consequentemente, atender melhor a sociedade, bastando para isso, estar em dias com a suas obrigações financeiras junto ao Creci”, explica. O conselho regional é o responsável pela regulamentação e fiscalização da profissão, garantindo que falsos profissionais atuem no mercado. “Temos o departamento de fiscalização à disposição da sociedade, tanto para tirar dúvidas quanto para colher denúncias. Temos um departamento jurídico que junto com a fiscalização, dá celeridade aos processos emitindo pare-

ceres e auxiliando o trabalho das comissões julgadoras”. A entidade também possui uma comissão de ética e fiscalização profissional, que atua julgando condutas éticas dos profissionais antes dos processos irem pra julgamento e uma comissão de conciliação, que atua nos caos de litígio envolvendo os profissionais e os negócios imobiliários, colaborando assim com a redução de casos que seriam encaminhados direto ao judiciário. Contrato Não basta ser um corretor, estar filiado ao conselho da categoria também é muito importante e o cliente na hora de contratar, precisa verificar se o profissional possui inscrição no conselho regional. Em caso de dúvidas quanto a veracidade do documento de identificação do corretor, o cliente pode procurar o Creci e solicitar uma certidão do profissional em questão. “Lembramos que o exercício ilegal da profissão é crime, e o mesmo é combatido como tal. Deixamos as portas do conselho sempre abertas para a população que quiser tirar dúvidas em relação a determinado profissional e que quiser fazer denuncias. Lembrando que o Creci é o único órgão com poderes legais de atestar se um profissional esta ou não apto a exercer a profissão”, observa Viegas.

Crescimento do mercado imobiliário E ao que se refere ao crescimento do mercado imobiliário de Manaus, Rodrigo Viegas está otimista “Estamos em um ótimo momento, pois observamos o reaquecimento nas vendas no mercado de lançamentos, os preços

estão atrativos gerando um ótimo volume de negócios. Observamos que mesmo em áreas nobres da cidade onde o valor do metro quadrado é mais valorizado, os negócios estão acontecendo. Outro segmento que também esta

muito em alta, é o que chamamos de mercado de terceiros, que é a comercialização dos imóveis prontos, com o apoio das instituições financeiras viabilizando o acesso ao crédito e as transações imobiliárias”, observa. IONE MORENO

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m traço cultural muito forte no país, em especial na Região Norte, é evitar formalidades em negócios. Muitas pessoas ainda preferem comercializar imóveis por conta própria, acreditando que se contratarem um profissional especializado vão acabar gastando mais devido as comissões. Mas organizar uma papelada pode dar muita dor de cabeça e um corretor é peça fundamental nesse tipo de transação. “Ele checa a documentação, viabilidade do negócio, equaciona uma realidade de mercado, verifica as partes interessadas, observa a segurança jurídica seja para quem esta comprando, vendendo ou alugando”, explica o diretor do Conselho Regional de Corretores de Imóvel do Amazonas e Roraima (Creci) Rodrigo Viegas. Atualmente o Creci Amazonas possui 4.200 mil corretores de imóveis cadastrados. Segundo Viegas, o número ainda é insuficiente, levando em consideração toda a população que precisa ser atendida na cidade. “Entretanto, o número vem crescendo e observamos isso em cada entrega de carteiras profissionais que fazemos. Corretor de imóveis é uma profissão em ascensão, nós temos ingresso de pessoas advindas de outras profissões liberais como mé-

Rodrigo Viegas, diretor do Creci, diz que novos profissinais estarão em breve no mercado


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De olho em trincas, fissuras e rachaduras em residências DIVULGAÇÃO

É muito importante saber a diferença entre essas três situações que podem surgir em paredes e pilares de uma construção

No caso de uma rachadura horizontal é consequência do encontro do tijolo com o concreto, da argamassa com o concreto ou do cimento com o concreto

A

simples visualização de uma rachadura na parede de um imóvel desperta de imediato uma preocupação. A sensação de alerta não é à toa, mas é preciso saber diferenciar a rachadura de outras duas situações: a fissura e a trinca. Um profissional de arquitetura pode ser chamado para identificar o problema – normalmente associado a questões térmicas ou estruturais –, mas é recomendada também a consulta a um engenheiro. “A fissura pode medir somente um milímetro de espessura e não chega a ser um problema sério”, diz a arquiteta Luciana Moreno. “A trinca é um pouco maior, varia de um a três milímetros, e é consequência provavelmente de algum peso e de alguma carga que também pode sofrer com a questão climática. Então quando temos uma mudança de clima muito drástica, os materiais dilatam”, completa. O gesso, por exemplo, é um material que pode trincar, pois sofre com a mudança de clima. Já a rachadura possui acima de três milímetros e, dependendo do seu tamanho, pode ser uma situação preocupante que precisa ser avaliada por um engenheiro estrutural. Luciana explica que o surgimento da rachadura é mais comum no encontro do concreto com o tijolo e, muitas vezes, aparece nos andares mais altos de edifícios.

“Em construções novas essa situação é comum entre aspas. A edificação tem um período de acomodação no terreno. Então, quando você tem uma rachadura muito grande, já é um problema porque pode ser além de uma acomodação”, observa. Em construções mais antigas, porém, o aumento de uma rachadura pode ser consequência

PREOCUPAÇÃO

A rachadura possui acima de três milímetros e, dependendo do seu tamanho e profundidade, pode ser uma situação preocupante que precisa ser avaliada por engenheiro estrutural de sobrepeso e sobrecarga na estrutura, então, é necessário ter mais atenção, pois pode significar um problema mais sério. “Eu sempre falo para observar a partir da fissura, que se for miudinha, pode ser resolvida. E a rachadura começa na fissura”, avisa. A arquiteta afirma que é necessário identificar as três situações, fissura, trinca e rachadura. Esta última é a mais preocupante em função do tamanho que ela abre e da espessura”, avisa a arquiteta. Ela conta que há pessoas que chegam a ter o problema da rachadura resolvido, mas ele reaparece.

“Quando é uma questão de acomodação, a rachadura aparece e você faz um trabalho até de grampeamento. Com o tempo, ele trabalha mais um pouco, até o momento de parar e não ter mais problema nenhum”, diz. Geralmente, as rachaduras surgem na diagonal. Mas, no caso de acomodação e de encontro de materiais diferentes, cada um tem uma quantidade de dilatação e elas podem ser horizontais. “Dificilmente você vai ter uma rachadura assim, a não no encontro de dois pilares que têm um acabamento de material de uma argamassa, que é mais fraca do que o concreto, então pode haver uma rachadura no meio na vertical”, explica Luciana Moreno. No caso de uma rachadura horizontal, é consequência do encontro do tijolo com o concreto, da argamassa com o concreto ou do cimento com o concreto, por exemplo. “E quando você a observa na diagonal é uma situação onde você vê que tem não só acomodação, mas talvez algum problema. Por isso que o engenheiro é importante para fazer uma avaliação de peso, da sobrecarga e da fundação”, explica a arquiteta. Fissuras, trincas e rachaduras devem ser observadas porque podem ser sinais de futuros problemas. Portanto, é recomendável consultar um profissional de arquitetura que pode identificá-las e um engenheiro que tem condições de fazer uma avaliação de estrutura.

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri

FOTOS Diego Janatã

REPORTAGEM Mariane Barroco Luiz Otávio Martins

REVISÃO Dernando Monteiro

DIAGRAMAÇÃO Mario Henrique Silva TRATAMENTO DE FOTOS Pablo Filard


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Empreendimento no estilo ‘sítio’ entregue na capital O

nome Arboretto Praças Residenciais Aleixo, escolhido pela Capital Rossi para batizar o mais novo empreendimento entregue pela incorporadora, faz sentido. É uma homenagem ao sítio repleto de árvores frondosas e frutíferas que ornavam a área. “Tivemos todo o cuidado, no projeto, em preservar a maioria delas. O local é lindo e muito ventilado”, conta Taisa Pi, gerente de marketing da empresa. Entregue aos moradores no dia 16 de abril, quem vê de longe ou visita o local tem essa sensação, de estar residindo em uma deliciosa fazenda. O mais novo condomínio da Capital Rossi é constituído por 15 torres de seis andares (térreo e cinco pavimentos), em um total de 360 unidades, sendo apartamentos de 58 metros quadrados e 73 metros quadrados, este último, com suíte. “São apartamentos que abrigam confortavelmente famílias de dois e três filhos, pois os cômodos são espaçosos e com medidas equilibradas”, acrescenta Taisa Pi. Varanda gourmet Um dos hábitos do amazonense, nos finais de semana,

é reunir os familiares para um churrasco. Pois essa maneira de viver “casou com a nova tendência que está presente no Arboretto. “A varanda com churrasqueira é uma tendência da arquitetura moderna, por isso, também, resolvemos colocar nas sacadas dos apartamentos. Foi bem aceita pelos manauenses por proporcionar comodidade, conforto e privacidades aos moradores e convidados”, informa a arquiteta Taisa. A Capital Rossi não economizou em proporcionar lazer aos condôminos do Arboretto Praças Residenciais Aleixo. Daí mais um significado do nome. E Taisa Pi dá a explicação: “O morador e sua família terá à disposição nas áreas comuns quadra de esportes, salão de festas, espaço gourmet todo equipado e mobiliado, playground, piscina adulto, piscina infantil, solarium e praça com pergolado. Ou seja, é como se estivesse em um grande sítio desfrutando do conforto encontrado nos condomínios mais modernos do mundo”. O condomínio está localizado em área perto do Distrito Industrial. “Além disso, tem acesso fácil e variado aos demais bairros da cidade”, conclui.

FOTOS: DIVULGAÇÃO

O mais novo condomínio da Capital Rossi é constituído por 15 torres de seis andares, em um total de 360 unidades

O local conta com uma série de benefícios, dentre eles playgroud, piscina infantil e adulto, solarium e praça com pergolado

Outlet com descontos de até R$ 150 mil A Capital Rossi realiza um outlet até o dia 27 de abril, no hall do Shopping Ponta Negra, das 10h às 22h. A iniciativa dá a oportunidade ao cliente de comprar um apartamento com descontos de até R$ 150 mil. Os empreendimentos estão localizados em diversos bairros da cidade e os clientes

podem escolher de dois a quatro dormitórios com suítes. De acordo com a diretora de marketing da Capital Rossi, Taisa Pi, existem dois empreendimentos prontos para morar. “Tem o Life Centro, situado à rua Afonso Pena, a uma quadra do Boulevard Álvaro Maia. E o Arboretto Praças Re-

sidenciais, no Aleixo, em frente o Conjunto Tiradentes. Todos com excelente áreas comuns, acabamento dos apartamentos qualidade Capital Rossi. É só fazer a mudança imediata”, disse Taísa. A incorporadora também oferece os seguintes investimentos já com as obras avan-

çadas. São eles: Life Parque 10, Mais Passeio do Mindu, Autentic Recife, Vivendas do Aleixo, Life Flores, Terraço Vieiralves, Vivendas do Rio Negro, Reserva Inglesa London, Reserva Inglesa Liverpool, Reserva Morada, Life da Vila e o empreendimento comercial Forum Business Center.


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Concurso tem 64 inscritos As inscrições são provenientes de 11 Estados, das cinco regiões brasileiras, e a relação foi publicada no Diário Oficial da União, no último dia 16 deste mês. A seleção dos estudos preliminares se estenderá até o dia 13 de junho deste ano

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Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou na última semana a conclusão da etapa de inscrições para o concurso público de arquitetura para escolher o anteprojeto do prédio anexo da instituição. O edifício será erguido na avenida República do Paraguai, em área

próxima ao complexo do Morro Santo Antônio, no centro do Rio de Janeiro. Foram recebidas 64 propostas, provenientes de 11 estados, das cinco regiões brasileiras. A relação dos concorrentes foi publicada no Diário Oficial da União, no dia 16. A seleção dos estudos preliminares se estenderá até dia 13 de junho. Serão escolhidos

cinco estudos, cujos anteprojetos arquitetônicos deverão ser desenvolvidos no prazo de 60 dias. O concurso tem previsão de ser concluído em outubro deste ano. O projeto vencedor receberá prêmio bruto de R$ 1,2 milhão, cabendo aos quatro demais classificados valores de R$ 87,5 mil, R$ 75 mil, R$ 62,5 mil e R$

50 mil, respectivamente. O edifício anexo será interligado à sede da instituição e vai aproveitar vazios urbanos da área central da cidade, permitindo ao BNDES desocupar espaços hoje alugados. Com isso, o banco pretende reagrupar todos os seus empregados em um só conjunto de edifícios, o que irá gerar

economia para a instituição. O concurso teve o apoio institucional do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU-RJ) e, segundo o banco, foi formatado de maneira a conciliar “as melhores práticas da arquitetura com a Lei de Licitações e o atendimento pleno aos requisitos legais”. Na avaliação do presidente

do Instituto dos Arquitetos do Brasil, seção Rio de Janeiro (IAB-RJ), Pedro da Luz Moreira, a forma de organizar o concurso não está de acordo com as regras da União Internacional dos Arquitetos (UIA), órgão consultivo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Sem garantia para o vencedor Segundo o presidente do IAB-RJ, a principal questão, que mostra a fragilidade do concurso lançado pelo BNDES, é que “não há garantia de que o vencedor vai desenvolver o projeto posteriormente, até o final”. Moreira sustenta que um projeto de arquitetura não pode ser fracionado. Pedro da Luz Moreira argumentou que “essa interpretação errada do que é o projeto, como se ele fosse alguma coisa que pode ser fragmentada, está sendo apropriada pelo BNDES. E ela é uma interpretação muito perversa do que é um projeto de arquitetura, que tem autoria e a responsabilidade”. Por Agência Brasil

NACIONAL

Custo da construção sobe 0,18% Os custos da construção civil medidos pelo Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) fecharam o mês de março com alta de 0,62%, ficando 0,18 ponto percentual acima da taxa do mês de fevereiro, cuja alta chegou a 0,44%. Em março de 2013 o índice havia ficado em 0,18%. A inflação da construção civil é pesquisada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Caixa Econômica Federal e foi divulgado na última semana. Com o resultado de março, o índice dos últimos doze meses (a taxa anualizada) passou a acumular alta de 1,52% no primeiro trimestre do ano, contra 1,10% de igual período de 2013. Já o resultado acumulado nos últimos doze meses (a taxa anualizada) fechou março com alta de 0,94%. O IBGE esclareceu que a baixa variação acumulada na taxa anualizada deve-se “à desoneração da folha de pagamento de empresas do setor da construção civil prevista na Lei 12.844, sancionada em 19 de julho de 2013. Sem levar em conta a desoneração, o resultado acumulado no ano passa a ser 1,45% e a dos últimos doze meses 7,84%. Os dados da pesquisa indicam que o custo nacional da construção, por metro quadrado, que em fevereiro fechou em R$ 867,83, em março passou para R$ 873,20 de obra. Por Agência Brasil


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