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ARQUIVO EM TEMPO
MANAUS, DOMINGO, 2 DE FEVEREIRO DE 2014
O bairro Adrianópolis possui um dos metros quadrados mais caros de Manaus
e econômicos
E
m Manaus, atualmente, o valor do metro quadrado mais caro varia entre R$ 7 mil e R$ 8 mil, e o mais barato apresenta uma média de R$ 3 mil a R$ 3,5 mil. As áreas que abrigam o metro quadrado mais valorizado são o Adrianópolis (Zona Centro-Sul) e a Ponta Negra (Zona Oeste). Já os terrenos mais econômicos podem ser encontrados em bairros como o Santa Etelvina (Zona Norte). “O Adrianópolis sempre foi uma das áreas mais cobiçadas. E a Ponta Negra, com a inauguração dessa nova urbanização, acredito que ficará em pé de igualdade com o Adrianópolis”, analisa Eduardo Lopes, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM). Lopes comenta que a infraestrutura que existe há anos no bairro da Zona Centro-Sul – de shopping e supermercado, por exemplo – agora já faz parte da Ponta Negra e das adjacências. Entre os pontos negativos ele cita hospitais e escolas distantes. “O Adrianópolis fica mais perto de todas as escolas principais da cidade. A infraestrutura nesse bairro ainda é superior a da Ponta Negra, mas acho que as duas áreas vão acabar se equivalendo a partir de agora”, analisa. Os imóveis nessas regiões são mais caros porque a metragem quadrada é muito alta, explica o presidente do Sinduscon. Como exemplo, ele cita o residencial Terezina 275, localizado na rua Teresina. “É um imóvel muito grande, em torno de 500 metros quadrados, então, tem um valor muito alto. Mas, poderíamos ter um padrão de 100 metros quadrados por um valor final não tão alto quanto esse”, observa. Ele cita também
ALBERTO CÉSAR ARAÚJO
O metro quadrado mais caro de Manaus pode chegar a até R$ 8 mil e o valor mais barato, uma média de R$ 3 mil o Ônix Cristal Park, na Umberto Calderaro Filho, cujos números aproximam-se do Terezina. “Essas áreas são as mais privilegiadas e as mais caras. Então, obviamente, esses apartamentos serão muito mais requintados e também mais caros”, diz. A urbanização de áreas como as avenidas Mário Ypiranga Monteiro (antiga rua Recife) e Umberto Calderaro Filho (antiga Paraíba), também coopera para que os empreendimentos imobiliários conquistem uma valorização maior no mercado. “É nisso que os empreendedores certamente estão apostando”. Econômicos Em relação aos empreendimentos considerados mais baratos, normalmente localizados nas zonas periféricas da capital, Eduardo Lopes observa que o metro quadrado para imóveis da classe D está com uma média de R$ 3 mil a R$ 3,5 mil. E enfatiza que um caso à parte dentro dessa análise é o programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. “É um programa subsidiado. Não dá para levarmos em consideração porque o terreno é subsidiado, a infraestrutura é subsidiada. O valor da unidade habitacional de dois quartos é em torno de R$ 62 mil. Esse terreno tem um valor, o Estado ou o município pagam por esse terreno e têm que dividir pelo número de unidades”, analisa o presidente do Sinduscon. O valor do metro quadrado nesse caso, da faixa 1 do programa (em relação à renda mensal), fica abaixo de R$ 3 mil, em torno de R$ 2,5 mil. “Já o metro quadrado das faixas 2 e 3 do Minha Casa, Minha Vida gira em torno de R$ 3 mil a R$ 3,5 mil.
O condomínio Ephigênio Salles é outro local considerado de luxo por contar com grandes casas e inúmeros benefícios
Variações em diversas zonas de Manaus O consultor imobiliário Liandro Melo cita como local mais caro para se morar em Manaus o residencial Terezina 275, em Adrianópolis. São 18 andares, dois apartamentos por andar e metragem a partir de 535 metros quadrados. Os valores dos imóveis variam entre R$ 4,1 milhões até R$ 4,7 milhões. “Quando foi lançado custava cerca de R$ 2,5 milhões. A diferença por andar é de R$ 100 mil a R$ 200 mil e só existem sete unidades para venda, nos primeiros andares. O mercado amazonense tem potencial”, comenta. Entre as áreas mais baratas, Liandro lista apartamentos de condomínios antigos como Tocantins e Jornalistas,
VALOR
A corretora Soraya Velasque afirma que o Jardim das Américas continua sendo um local muito valorizado. Lá, existem imóveis cujo valor mais barato pode ser R$ 3 milhões na avenida Constantino Nery, avaliados a partir de R$ 130 mil até R$ 200 mil. Também é possível encontrar imóveis mais baratos em localidades na avenida Torquato Tapajós, próximas à barreira, em condomínios fechados, com
preços que variam de R$ 80 mil a R$ 90 mil. Soraya Velasque afirma que o Jardim das Américas continua sendo um local muito valorizado na cidade. Lá, existem imóveis cujo valor mais barato pode custar R$ 3 milhões e o mais caro pode variar de R$ 8,5 milhões a R$ 10 milhões. “Continua sendo uma área top de linha na cidade. E construir um imóvel lá com menos de R$ 3 milhões é inviável”, comenta a consultora imobiliária. Em segundo lugar, ela lista o condomínio Ephigênio Sales, com imóveis avaliados entre R$ 2,5 milhões e R$ 6 milhões. “São casas construídas em dois ou três lotes”, observa. Na avaliação da consultora
imobiliária Jaqueline Andrade, a área mais valorizada para se morar atualmente em Manaus é no Adrianópolis, seguida da Ponta Negra. “No Adrianópolis só têm sido construídos imóveis de alto padrão. Já na Ponta Negra é possível encontrar também de médio padrão”, afirma, frisando que o valor desse médio padrão fica entre R$ 490 mil a R$ 500 mil. “A diferença do valor do metro quadrado em relação ao médio e ao alto padrão é pouca, o que diferencia é o tamanho do imóvel”, diz. “Em Manaus, o metro quadrado padrão econômico custa R$ 3,2 mil. O médio fica entre 4 e 5 mil e o alto custa de 7 a 8 mil”.
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Crédito imobiliário da Caixa é recorde em 2013 R$ 20,47 bilhões com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial. As demais fontes somaram R$ 11,57 bilhões. Os financiamentos para aquisição ou construção de imóveis individuais corresponderam a R$ 79,12 bilhões e os financiamentos para a produção de imóveis – quando o crédito é tomado por construtoras – atingiram R$ 55,83 bilhões. Segundo a Caixa, o financiamento direto à produção vem apresentando crescimento significativo nos últimos anos, saindo de 14% do total do crédito imobiliário do banco, em 2007, para 41% do total aplicado em 2013. A participação da Caixa no mercado de financiamento de imóveis ficou em 69% ao final de 2013. Com relação à idade dos mutuários, mais de 35% dos financiamentos foram concedidos a clientes com menos de 30 anos. Já a faixa etária de 31 a 45 anos correspondeu a 45% dos contratos do crédito imobiliário no último ano. A inadimplência dos financiamentos imobiliários manteve-se baixa, com índice de 1,47%, inferior ao índice de 1,54% registrado no fechamento do primeiro semestre.
Os financiamentos corresponderam a R$ 79,12 bilhões
Por Agência Brasil
NACIONAL
Reajuste muda custo da construção O Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) subiu 0,7%, em janeiro. Essa taxa é bem superior à alta registrada, em dezembro, quando o índice havia atingido 0,22%. O resultado acumulado em 12 meses indica aumento de 8,39%, puxado, principalmente, pela mão de obra que ficou 10,37% mais cara. O custo de materiais, equipamentos e serviços, nesse período, foi corrigido em 6,3%. O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) abrange o Indice Nacional de Custo da Construção (INCC), um dos
três itens que compõem o Índice Geral de Preços (IGP), representando 10% do índice. Como nos demais componentes do IGP, também é apresentada a versão do INCC para o mercado (INCCM), que é calculado entre os dias 21 do mês anterior ao dia 20 do mês de referência. O INCC-M informa que, em janeiro, a maior pressão foi exercida pelo resultado do acordo coletivo dos trabalhadores em Belo Horizonte. Mas também reflete o impacto das antecipações salariais em Porto Alegre e do novo valor do salário mínimo nas demais capitais. O índice relativo a mão de obra passou
de 0,21% para 1%, enquanto o de materiais, equipamentos e serviços oscilou em 0,37% ante 0,23%. Das sete capitais onde é feita a pesquisa, seis apresentaram variações abaixo de 1%. A exceção foi a capital mineira com alta de 4,21% ante 0,04%. Em Salvador, o índice teve alta de 0,54% ante 0,28%; em Brasília passou de -0,05% para 0,12%; em Recife, de 2,29% para 0,22%; no Rio de Janeiro, de 0,21% para 0,18%; em Porto Alegre. de 0,03% para 0,49% e, em São Paulo, de 0,11% para 0,19%. Por Agência Brasil BRENO FREITAS/DIVULGAÇÃO
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o ano de 2013, a Caixa Econômica Federal atingiu R$ 134,9 bilhões em contratações do crédito imobiliário. O volume ultrapassou a previsão do banco de R$ 130 bilhões. No ano passado foram feitos mais de 1,9 milhão de contratos, enquanto em 2012, foram firmados 1,2 milhão. Nos últimos 3 anos, foram mais de R$ 300 bilhões em crédito para aquisição da casa própria. Para 2014, a previsão é de que o crédito imobiliário siga em alta, devendo ficar entre 10% e 20% acima do que o registrado do que no ano passado. O Minha Casa, Minha Vida encerrou o ano com 3,240 milhões de unidades contratadas, desde o lançamento do programa. Somente em 2013, foram 900 mil unidades. Do montante aplicado no último ano, 65% foi destinado à aquisição de imóveis novos e 35% para imóveis usados. No total, foram R$ 61,64 bilhões em aplicações com recursos da poupança, mais de 50% de tudo o que foi negociado no mercado. Outros R$ 41,22 bilhões foram concedidos por meio de linhas que utilizam recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e
ALFREDO FERNANDES/AGECOM
Nos últimos 3 anos, foram mais de R$ 300 bilhões em crédito para os brasileiros adquirirem a sonhada casa própria
O resultado acumulado em 12 meses indica aumento de 8,39% pela mão de obra
EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri
FOTOS DIego Janatã Alberto César Araújo
REPORTAGEM Bruno Mazieri Luiz Otávio Martins
REVISÃO Gracycleide Drumond Saaramar Lahan
DIAGRAMAÇÃO Mario Henrique Silva TRATAMENTO DE FOTOS Klinger Santiago
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Lotes horizontais mais
escassos em Manaus ALFREDO FERNANDES/AGECOM
Diversas áreas da cidade estão sendo procuradas por moradias verticais o que dificulta quem deseja morar em casas Segundo corretor, é cultura do próprio manauense morar em casas e não em apartamentos
I
O Ephigênio Salles é um dos mais recentes condomínios criados em Manaus
O Parque das Laranjeiras ainda abriga condomínios destinados somente a moradias horizontais
nvestir em uma casa ou em um apartamento? Eis a questão que um público culturalmente acostumado a morar em casa precisa resolver em meio a um mercado imobiliário que tem mudado nos últimos anos. E o prazer do manauense de habitar moradias horizontais, especialmente em áreas mais centrais da capital, tem esbarrado em questões sociais relevantes como a segurança. O corretor de imóveis Jorge Ayub observa que faz parte da cultura do manauense morar em casa ao invés de apartamento. No entanto, algumas transformações enfrentadas pela cidade têm feito com que muitos mudem essa mentalidade e até que seja estimulado um novo pensamento nas novas gerações. “A ideia dos condomínios horizontais é muito boa por essa intenção do manauense na compra. Só que estão cada vez mais raros porque quando se pensa em fazer um condomínio desses, por trás tem o dono do terreno. Se você fosse dono de um terreno de 10 mil metros quadrados, você pensaria em fazer várias casinhas ou várias torres? Várias torres porque vai gerar um lucro maior. A ideia geralmente é essa: se edificar e colocar quatro ou cinco torres, é melhor do que eu fazer 15 casas. Em prédio vou ter vários clientes para vender”, exemplifica o corretor. Assim, a concepção de condomínios de casas se torna menos comum, como acontece em outras capitais brasileiras. “Eu não conheço há muitos anos um condomínio de casas em São Paulo. Se tem um ter-
reno, o interessado vai edificar, não vai construir casa. E aqui, a gente está caminhando para isso”, analisa Ayub. O corretor lembra que já recebeu a visita de incorporadoras interessadas em terrenos na capital para loteamentos que procuram preços baixos, de R$ 60 mil a R$ 70 mil o metro quadrado. Mas, terrenos com esses valores não são possíveis especificamente em Manaus. “Não existe mais terreno de R$ 100 mil o metro quadrado na cidade. É possível conseguir isso no km 6 da AM-010 ou na
MUDANÇAS
O corretor de imóveis Jorge Ayub afirma que faz parte da cultura do manauense morar em casa ao invés de apartamento. Porém, muitas mudanças estão sendo realizadas ao longo dos anos AM-070, em Iranduba. Aí sim, a gente encontra, como está acontecendo. Há loteamentos para lá, porque ainda dá para fazer isso”, diz. “Os loteamentos horizontais estão cada vez menores em Manaus. Entende-se que as pessoas estão querendo morar em casa, mas cada vez está mais difícil e com isso os preços crescem. Porque se você tem uma procura grande com oferta pequena, o preço eleva”. Segurança Tony Bitar, diretor de Empreendimentos da C & Castro
Imóveis, observa que esses empreendimentos de loteamento se tornaram mais escassos há cerca de oito anos. E cita a questão da segurança como estímulo para que os amazonenses passem a procurar condomínios fechados para morar. “Uma construtora local especializada em loteamentos vendia muito bem. Mas quando o fator segurança começou virar um problema social para locais como Dom Pedro, Vieiralves, Adrianópolis e Parque 10, encareceu o terreno e aí não fechou mais a conta”, recorda. Jorge Ayub lembra ainda do caso de um cliente que queria vender a casa onde vivia no Conjunto Vieiralves, por questões de segurança, para morar em outra casa. Entretanto, ele só conseguiria uma residência com o mesmo valor num condomínio como o Forest Hill, na avenida Torquato Tapajós. “Mas era muito longe do local de trabalho dele e da escola dos filhos”, observa o corretor. A opção, nesse caso, era se mudar para um apartamento. Há pessoas que não querem morar afastadas da área central da cidade, e acabam optando em morar num apartamento, mas não por escolha própria, e sim porque preferem não sair dessa área por comodidade. “Hoje, com um segundo problema, que é o do trânsito, para o morador comprar um loteamento muito longe, ele tem que ter uma vida mais tranquila, não pode ter uma atividade comercial diária. Ele opta em comprar o apartamento a contragosto, por não conseguir uma casa em condomínio fechado”, analisa Bitar.
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Mercado local ganha loja especializada em banheiras FOTOS: DIVULGAÇÃO
Riolax, empresa paulista, chega a cidade no segundo semestre para agregar valor, requinte e bem-estar aos espaços
Com 24 modelos distintos, a marca oferece dezenas de combinações diferenciadas
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equinte, sofisticação e bem-estar são algumas das propostas que a Riolax traz a Manaus com sua linha de produtos de hidromassagem, ofurôs e spas. Com 24 modelos distintos, a marca oferece dezenas de combinações que podem transformar a hora do banho em algo ainda mais prazeroso e relaxante. Trazida à cidade pelas mãos do empresário Charles Garcia, a Riolax é oriunda do interior de São Paulo, especificamente de Campinas, mas possui franquias em várias cidades do país. Em Manaus, a marca promete revolucionar o segmento de banheiras. Com investimentos na ordem de R$ 350 mil, a loja será inaugurada em 25 de fevereiro, na rua João Valério, Vieiralves, disponibilizará modelos entre R$ 3 mil a R$ 35 mil, além de mais de 80 combinações, que podem incluir frigobar, cromoterapia, jatos, airblower, entre outros. De acordo com o proprietário da marca Riolax, Jorge Scander os produtos tem algumas características muito positivas e que proporcionam qualidades únicas, tal como a motobomba da hidromassagem que é a mais silenciosa do mercado, além de ser autodrenante, o que garante a eliminação total da água do banho anterior. “Toda a tubulação é em curva, em PVC rígido, não existem cotovelos, isso permite um funcionamento dos jatos
de forma precisa e muito mais eficiente. Temos garantia total em todos os itens,temos acionador eletrônico de nível e nossa espessura de casco é uma das melhores do mercado. Nossos produtos são fabricados no Brasil, fazemos a distribuição, vendemos e damos assistência técnica. Não tenho dúvidas que a Riolax possui o melhor custo benefício, opina. A marca possui três áreas distintas de atuação: a Riolax indústria, onde os produtos são fabricados, testados e posteriormente distribuídos; a Riolax
DESIGN
A Riolax, que será inagurada no dia 25 de fevereiro, contará com banheiras de diversos modelos que variam entre R$ 3 mil a R$ 35 mil, dependendo da necessidade de cada cliente Franchising, que é a mantenedora da comercialização das franquias no Brasil; e por fim a Riolax Loja, onde é possível encontrar um showroom com todos os produtos fabricados pela marca. Conforme o empresário Charles Garcia embora existam em Manaus várias empresas dedicadas à venda de banheiras, a Riolax se diferencia das demais devido a qualidade dos produtos empregados na fabricação de
banheiras de hidromassagem, ofurôs e spas e ainda por agregar valores ao bem-estar e a qualidade de vida. “A Riolax agrega itens pensados a fim de promover a satisfação do cliente, com produtos que possuem conforto, praticidade, beleza, modernidade e durabilidade. Os produtos foram pensados para abranger saúde, bemestar, relaxamento, para ser antiestresse e para proporcionar qualidade de vida. O cliente pode solicitar o incremento de itens como frigobar, cromoterapia, jatos e airblower nos produtos saídos da indústria. São mais de 20 modelos, formatos e tamanhos. Suas combinações podem ultrapassar a mais de 80 combinações”, explica. O entendimento de Garcia é corroborado por Scander, que acrescenta dizendo que a Riolax é a única empresa no país a se dedicar exclusivamente à venda de banheiras de hidromassagens, o que a gabarita a tratar o tema com propriedade. “Somos os únicos a vender exclusivamente hidromassagens, entendemos muito disso. O que nos torna únicos é que cada detalhe foi pensado, testado e aprovado para este produto, somos especialistas no mercado em todo o Brasil. A Riolax é hoje uma referência em qualidade, bom gosto e atendimento. Tenho certeza que em Manaus possui empresas com bons produtos, mas posso garantir que nada é parecido com o nosso conceito”, sentencia.
Produtos com diversas funções Os produtos que estarão à disposição dos clientes vão muito além da função de banheira, eles apresentam opções terapêuticas ótimas para qualquer pessoa. A cromoterapia, por exemplo, utiliza iluminação subaquática na banheira spa, harmonizando corpo e mente e valorizando o ambiente com luzes multicoloridas. Outro diferencial disponí-
vel nos produtos Riolax é a ozonização da água, que transforma a água em um antioxidante poderoso para tratamento estético. Além das banheiras, a marca também é responsável pela produção de ofurôs e spas, que permitem que até cinco pessoas desfrutem ao mesmo tempo dos benefícios de um banho refrescante e diferenciado. A
Riolax possui seis modelos distintos de ofurôs e outros quatros de spas. “Os spas e os ofurôs são uma maravilha. Permitem toda a satisfação, benefícios e qualidade de uma boa hidromassagem para até cinco pessoas de uma única vez com o mesmo conforto, segurança, praticidade e beleza de uma hidromassagem para uma pessoa”, finaliza Garcia.
Além de banheiras, a marca cria ofurôs e spas que permitem até cinco pessoas dentro
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Dilma divulga resultados de programa de moradia A
presidenta Dilma Rousseff disse na última semana que mais de 1,5 milhão de famílias brasileiras foram beneficiadas pelo programa “Minha Casa, Minha Vida”. Além das moradias já entregues, segundo ela, 1,7 milhão de casas e apartamentos estão em construção em todo o país. No programa semanal “Café com a Presidenta”, Dilma destacou que, desde o início de seu mandato, o governo contratou 2,24 milhões de moradias. Até o final deste ano, a previsão é que outras 510 mil sejam contratadas, atingindo a meta de 2,75 milhões. “O principal disso tudo é que, por trás desses números, estão milhões de pessoas, milhões de famílias que nunca conseguiram comprar a casa própria. Agora, elas estão tendo a oportunidade de fazer um financiamento, com uma prestação que cabe no bolso. Isso é uma grande conquista.” A presidenta ressaltou que os números se referem, sobretudo, a famílias de baixa renda que tinham dificuldade para comprar uma imóvel, já que a renda não permitia suportar o valor de mercado das casas e apartamentos. Com o “Minha
REPRODUÇÃO
Até o final deste ano, a previsão é que outras 510 mil moradias sejam contratadas, atingindo a meta de 2,75 milhões Casa, Minha Vida”, segundo ela, essas famílias estão recebendo um subsídio do governo que banca uma parte importante do valor da moradia. Financiamento Dilma lembrou que o programa financia casas e apartamentos para famílias com renda até R$ 5 mil por mês. As condições do financiamento variam de acordo com a renda da família. Para famílias com renda até R$ 1.600, a prestação é 5% da renda. Para famílias que ganham até R$ 3.275, o “Minha Casa, Minha Vida” dá um subsídio que pode chegar a R$ 25 mil. Para as famílias com renda entre R$ 3.275 e R$ 5 mil, o programa oferece uma taxa de juros mais baixa. “É para isso que já investimos cerca de R$ 200 bilhões no “Minha Casa, Minha Vida”. Esse é um investimento que estimula a economia, movimenta a construção civil e gera mais empregos, além, é claro, de garantir para os brasileiros e as brasileiras mais pobres uma vida muito digna. Mas vale a pena, sobretudo porque é um investimento para o bem-estar de todas as famílias do Brasil que precisam”. Por Agência Brasil
Os dados do projeto federal “Minha Casa, Minha Vida” foram revelados durante o programa “Café com a Presidenta”
DIEGO JANATÃ
BRASIL
A alta registrada no final de 2013 e divulgada está semana pelo sindicato foi de 1%
Emprego registra alta discreta O nível de emprego no país, no setor da construção civil, encerrou 2013 com alta acumulada de 1,54%, ou seja, foram criadas 52 mil vagas. O setor empregou, no total, 3,426 milhões de trabalhadores até o final de dezembro. Na comparação com 2012, houve alta de 1%. Os dados foram divulgados na última semana pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP). Em dezembro foram fechados 89 mil postos de trabalho, queda de 2,53% em relação a novembro. De acordo com a entidade, essa foi uma queda sazonal, que se revelou menos acentuada do que em dezembro de 2012, quando
o saldo entre demissões e
CRESCIMENTO
O setor empregou, no total, 3,426 milhões de trabalhadores até o final de dezembro. Na comparação com 2012, houve uma discreta alta de 1%, segundo o sindicato da construção de SP contratações ficou negativo em 101,7 mil vagas. Já no estado de São Paulo, os dados do SindusCon revelam que, em 2013, o saldo entre demissões e contratações nas empresas de construção civil
ficou positivo em 11.892 trabalhadores - alta de 1,37%. Ao final de dezembro, São Paulo empregava 878,6 mil pessoas com carteira assinada. Na comparação com 2012, houve acréscimo de 1,14%. No mês de dezembro, o índice em todo o estado de São Paulo, teve declínio de 2,2% em relação a novembro, com o fechamento de 19,8 mil postos de trabalho. No período, o nível de emprego caiu nas 10 sub-regiões do Estado pesquisadas pelo SindusCon. O presidente do sindicato, Sergio Watanabe, considerou que 2013 foi um ano negativo para o setor, devido ao baixo crescimento da atividade na construção civil. Por Agência Brasil
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Leilão promove resgate artístico no Amazonas Os organizadores têm interesse em obras de artistas locais, dentre eles Jair Jaqmont
No momento, está sendo feito o levantamento de peças que serão exibidas no leilão. Anette revela que 40 objetos já estão confirmados por meio dessa seleção, mas os organizadores esperam alcançar até 200 ou 300 itens. Ela adianta também que trabalha em parceria com um leiloeiro e um antiquarista do Rio de Janeiro para encontrar obras interessantes na capital carioca e em São Paulo. “Vamos reunir ainda peças de amigos e conhecidos nossos, além de objetos que Anette e eu temos que pertencem às nossas famílias”, completa Paulo. Ele avisa que joias não vão fazer parte do evento, e enfatiza que a ideia maior do Garage Sale é estimular na cidade uma grande feira de antiguidades, ao estilo de um mercado de pulgas. Catalogação Nesta semana, os organizadores pretendem se encontrar com um grupo de artistas da cidade para verificar o que eles possuem em seus acervos e que
podem servir para o leilão. O Garage Sale Manaus será limitado para cerca de cem pessoas e um leiloeiro convidado do Rio de Janeiro ou de São Paulo é quem vai comandar o evento. De acordo com Anette Brito, a intenção é realizar uma nova edição a cada 60 dias. Paulo Sachs explica que o leilão está sendo concebido nos moldes de eventos do gênero que são realizados em cidades como Rio e São Paulo e até Buenos Aires, na Argentina. “A ideia é inspirada nesses leilões. Queremos fazer algo que realmente seja agregado à cultura de Manaus”, diz o diretor de marketing. Um blog com a catalogação definitiva das peças que vão compor o leilão será lançado no dia 15 de fevereiro, na internet. E, quem estiver disposto a colocar pinturas, móveis e outros objetos antigos para a apreciação dos organizadores do Garage Sale Manaus, pode entrar em contato por meio do telefone (92) 8156-7449. FOTOS: REPRODUÇÃO
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óveis antigos, porcelana, objetos variados como relógios e louças e muitas obras de arte de nomes locais e nacionais vão compor a primeira edição do Garage Sale Manaus, um leilão de peças vintage e contemporâneas, marcado para os dias 26 e 27 de março. A iniciativa é do diretor de marketing do Grupo Vitor Souza, Paulo Ricardo Sachs, da marchand Anette Brito e do colunista social Pedrinho Aguiar. O evento deverá ser realizado no Les Artistes Café-Teatro (avenida 7 de Setembro, 377, Centro), das 18h às 22h. “Queremos que o leilão aconteça lá porque é um lugar que tem tudo a ver com as artes”, comenta Paulo Sachs. No dia 25, o leilão será aberto à visitação. O diretor de marketing conta que a ideia do Garage Sale Manaus surgiu durante um batepapo entre ele, Anette Brito e Pedrinho Aguiar. “Nós falamos sobre a ausência de um evento desses na cidade e do acervo bacana de peças que muitas pessoas devem ter guardadas em casa”, lembra. A marchand afirma ainda que há 15 anos tenta realizar um leilão desse tipo na capital. “Existem muitos objetos bons que podem ser leiloados. A nossa arte não tem muita divulgação e o foco principal do evento é o trabalho de artistas da região”, explica. Anette diz que pretende incluir pinturas de nomes como os amazonenses Hahnemann Bacelar, Rita Loureiro, Jair Jacqmont e Moacir Andrade, entre outros. “Quero reunir 50 telas de várias épocas de nossos artistas, catalogar e fazer um resgate de seus trabalhos”, afirma. Ela comenta que, entre os objetos já confirmados para o leilão, estão três relógios italianos de parede que datam de 1945.
Cadeiras, relógios e peças em porcelana farão parte do leilão que será realizado entre os dias 26 e 27 de março, no Les Artistes Café-Teatro, Centro
KOINOV ROUMEN/DIVULGAÇÃO
Além de obras de artistas plásticos, o 1º Garage Sale Manaus incluirá também peças antigas como louças e móveis