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Salão imobiliário - 16 de fevereiro de 2014

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MANAUS, DOMINGO, 16 DE FEVEREIRO DE 2014

(92) 3090-1017

Imóveis compactos ganham destaque no mercado local O metro quadrado desses apartamentos custa de R$ 2 mil a R$ 6,5 mil

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diminuição da metragem em apartamentos já é uma realidade em Manaus há alguns anos. Essa tendência do mercado imobiliário tem sido estimulada por fatores como uma adequação à renda – das classes C e D, por exemplo – e o perfil desse consumidor – geralmente solteiros, casais recém-casados sem filhos ou famílias com poucos filhos em busca do primeiro imóvel e ainda idosos. O tamanho desses imóveis compactos varia de 40 a 55 metros quadrados, que custam em média de R$ 2 mil a R$ 6,5 mil. Essa variação no custo do metro quadrado, em Manaus, depende da construtora, do padrão de construção e da localização do imóvel, de acordo com a gerente comercial Deborah Goulart, da Direcional Engenharia. Como fatores determinantes para essa tendência, Deborah cita a diminuição do tamanho das famílias, que hoje são menos numerosas do que no passado, e a relação entre renda e ampliação do crédito imobiliário. “Devido às facilidades de crédito imobiliário e aumento da renda individual nos últimos anos, hoje as pessoas conseguem sair de casa mais cedo, muitas vezes ainda solteiras”, analisa. A arquiteta Leila Barakat classifica esses imóveis compactos como “funcionais” e observa que, há 15 anos, não havia esse tipo de oferta em Manaus para esse público. “Antes, o jovem ou alugava um quarto ou continuava morando com os pais. Mas, houve uma evolução nesse sentido e, atualmente,

você percebe possibilidades”, comenta. Ela lembra ainda que, antes, só existiam na cidade imóveis pontuais em lugares como os conjuntos dos Jornalistas, Eldorado, Tocantins e o Parque dos Ingleses. Na opinião de Leila, esse mercado é muito interessante numa capital como Manaus, pois representa um benefício muito grande para a qualidade de vida de seus moradores. Deborah Goulart inclui ainda na lista de fatores determinantes a diminuição de custo da unidade. “Com a metragem reduzida, isso impacta significativamente no custo final do produto. Uma vez com o

Devido às facilidades de crédito imobiliário, hoje as pessoas conseguem sair de casa mais cedo, muitas vezes ainda solteiras Deborah Goulart, Direcional Engenharia

custo menor, isso é repassado ao cliente final. Quanto menor o custo, mais pessoas e famílias se enquadram financeiramente e ficam aptas a conseguirem comprar a sua casa própria”, explica. A gerente de marketing da Patrimônio Manaú, Elizabeth Carvalho, lista também a rotina do consumidor para determinar essa tendência. “As novas necessidades é que

direcionam a oferta de mercado. Atualmente, o consumidor busca simplificar a vida, com novas rotinas diárias, buscando soluções práticas com menos tempo”, diz. “É uma tendência de mercado, oferecendo produtos com mais conceitos e com isso reflete em uma redução no preço e metragem dos produtos”. Negócios Rodrigo Oliveira, representante comercial da Capital Rossi, considera crescente esse mercado de apartamentos menores e destaca o grande volume de negócios nas classes C e D. “Uma pressão forte de preços de insumos e mão de obra força um pouco a construção de imóveis mais compactos. Isso ocorre para conseguirmos preço de venda mais atraente às famílias das classes C e D”, afirma. Ainda a respeito do perfil do consumidor interessado nesse tipo de imóvel, Deborah Goulart comenta que, hoje, esse perfil é variado e muda de acordo com a classificação econômica do imóvel. A busca por imóveis de médio e alto padrão é feita, normalmente, por pessoas jovens solteiras, entre 23 e 40 anos, ou casal sem filhos. “São pessoas que têm uma vida mais dinâmica e ficam pouco em casa devido a compromissos sociais e de trabalho”, analisa a gerente comercial. “Já nos imóveis econômicos são famílias que estão conseguindo pela primeira vez adquirir sua casa própria com a ajuda do programa federal de incentivo, o ‘Minha casa, minha vida’”.

Futuros lançamentos em Manaus Nos empreendimentos da construtora Capital Rossi, a metragem mais comum de apartamentos compactos varia de 40 a 55 metros quadrados. Rodrigo Oliveira informa que já foram entregues pela empresa mais de 1,6 mil unidades e mais de 2 mil estão previstas para ser entregues nos próximos meses. “Estamos avaliando algumas oportunidades de terrenos que se encaixem

Rodrigo Oliveira, representante comercial da Capital, afirma que esse mercado é crescente e destaca o grande volume de negócios na classe C e D

nesse perfil para lançamento próximo”, revela. No caso da Patrimônio Manaú, Elizabeth Carvalho explica que a empresa ainda não tem nenhum empreendimento com essa característica, e a menor metragem comercializada é de 60 metros quadrados. “Mas estamos estudando e avaliando a possibilidade de um empreendimento nesse padrão e com esse

perfil”, adianta a gerente de marketing. Em média, o metro quadrado de apartamentos compactos da Direcional Engenharia varia de 40 a 54. “Dentro dessa tendência, trabalhamos com imóveis econômicos, onde podemos citar o Total Ville, em Santa Etelvina, e o Allegro, na avenida Torquato Tapajós, já entregues”, conta Deborah Goulart.

FOTOS: RICARDO OLIVEIRA

Construtoras têm investido em apartamentos que variam de 40 a 55 metros quadrados para atender adequação de renda


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REPRODUÇÃO

Comércio de imóveis

cresce em São Paulo

O movimento superou a expectativa do setor, que era de uma expansão entre 10% e 15%. Quase um terço, ou 28% das 33.319 unidades negociadas, refere-se a empreendimentos com um dormitório construído na capital paulista passando de 4.202 para 8.391 imóveis. Mas as unidades de dois dormitórios continuam liderando a expansão de procura, com 14.674 negócios e alta de 14,7%. De acordo com os dados divulgados na última semana pelo Sindicato da Habitação (Secovi), os negócios aumentaram em ritmo maior do que o de lançamentos, que teve alta de 16,4%, mas a procura ficou em sintonia com o

total de unidades lançadas no período (33.198). O volume financeiro teve expansão ainda mais significativa, de 30,2%, e movimentação de R$ 19,1 bilhões. Na avaliação do presidente do Secovi de São Paulo, Claudio Bernardes, o bom desempenho do setor ajudou a evitar que o país tivesse um Produto Interno Bruto (PIB) - soma dos bens e serviços produzidos no país - ainda

menor em 2013. Segundo defendeu o executivo, o aquecimento e os preços dos imóveis, com cotação média acima de R$ 8 mil por metro quadrado, não embutem a presença de especuladores. São resultados de aquisições do primeiro imóvel, feitas por jovens adultos na faixa de 35 anos, já que existe crédito e taxas de juros baixos. “A maioria das vendas no país é para pessoas de 35 anos e

70% dos financiamentos para os que estão adquirindo o primeiro imóvel, e com esse número tão grande, seguramente, não são investidores e nem especuladores com base em uma negociação futura imediata. Isso significa que não tem bolha imobiliária no Brasil”, ressaltou Bernardes. Com base em projeções do Secovi, ele prevê que neste ano haverá estabilidade nos negócios. O economista-chefe da en-

tidade, Celso Petrucci, esclareceu que as vendas deverão sofrer algum impacto em razão do ano atípico, com Copa do Mundo e eleições, antecipação de férias e períodos mais prolongados de inatividade dos negócios. “Estamos prevendo vendas e lançamentos de 33 mil unidades, e os financiamentos podem crescer 15%, já que temos estoques a serem ofertados”, disse ele. Por Agência Brasil

NACIONAL MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

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s vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo cresceram 23,6% no ano passado, comparado a 2012. O movimento superou a expectativa do setor que era de uma expansão entre 10 e 15%. Quase um terço, ou 28% das 33.319 unidades negociadas, refere-se a empreendimentos com um dormitório cuja comercialização, praticamente dobrou,

O evento nacional, realizado em Brasília, comemorou os 30 anos de criação do MST

Sem-terra em encontro nacional O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizou na última semana o 6º Congresso Nacional do Movimento, no Ginásio Nilson Nelson. O encontro seguiu até sexta-feira, dia 14. Com o tema “Lutar, Construir Reforma Agrária Popular”, 15 mil trabalhadores e trabalhadoras de 23 Estados irão participar do congresso, além de 250 convidados internacionais, segundo os organizadores. O evento marcou também os 30 anos de criação do MST. O principal objetivo do congresso foi discutir e fazer um balanço da atual situação do movimento, traçar novas formas de luta pela terra, reforma agrária e transformações

sociais, segundo Marina dos Santos, integrante da Direção Nacional do MST. Durante os quatro dias, foram debatidos os desafios de organização do movimento, o papel político dos assentamentos, a participação da mulher e dos jovens, ato político em defesa da reforma agrária e atividades culturais. Segundo Marina dos Santos, o congresso “também foi uma oportunidade de reafirmar um novo programa da reforma agrária para o país: a Reforma Agrária Popular, já que o modelo de reforma agrária anterior está esgotado e não produz os efeitos desejados pelo movimento”. Ela disse que atualmente

existem 350 mil famílias assentadas em 1,2 mil municípios, “mas também há 90 mil famílias não assentadas vivendo em barracas e lutando pela terra”. As delegações estiveram acampadas em barracas em frente ao ginásio. Simultaneamente ao congresso, ocorreu a Mostra Nacional da Cultura e Produção Camponesa para demonstração e venda dos alimentos produzidos pelos assentados, além de apresentações culturais. No mesmo espaço, ainda foram montadas 12 pequenas agroindústrias de beneficiamento, entre elas de ervamate, cachaça e farinha. Por Agência Brasil

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri

FOTOS Alberto César Araújo Ricardo Oliveira

REPORTAGEM Bruno Mazieri Luiz Otávio Martins

REVISÃO Dernando Monteiro

DIAGRAMAÇÃO Mario Henrique Silva TRATAMENTO DE FOTOS Klinger Santiago


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Pouco espaço, muita harmonia É possível aproveitar o espaço físico de casas ou apartamentos pequenos para construir um lugar funcional, prático e agradável. Entre as dicas estão o uso de cortinas com tecidos leves e semitransparentes, além de um mobiliário multifuncional

Espelhos são bem-vindos em uma sala de jantar, por exemplo, mas não é recomendável exagerar no seu uso, para não conferir a um cômodo uma estética de motel. “E jamais pensar em colocar espelhos no teto”, avisa Luiz. Circulação A organização é outro item que deve ser levado em consideração num imóvel pequeno. “O ambiente bem organizado também oferece uma sensa-

FRASE

“Cada ambiente tem um necessidade e nos espaços pequenos a necessidade de mobiliário dimunui de acordo com o tamanho” Luiz Yerén, arquiteto e urbanista

ção de amplitude. Uma dica pessoal é sempre deixar o espaço central do cômodo com mais circulação. Afinal, ninguém gosta de tropeçar num puff ou numa poltrona”, diz. A mesa de centro, item bastante comum em salas de estar, pode ser substituída por mesas laterais próximas do sofá. “Existem mesas que são colocadas uma em cima da outra e ficam elegantes”. Os corredores de residên-

cias pequenas costumam ser pequenos também, e Luiz Yerén avisa que é melhor evitar móveis nesse local, e uma boa iluminação deve ser instalada. “Costumo dizer para os meus alunos que um bom projeto de arquitetura e decoração pode ser estragado por uma má iluminação, assim como uma boa iluminação pode salvar um projeto de arquitetura não tão bom”, conta. Também pode fazer parte dessa lista de sugestões os móveis multifuncionais. “Uma mesa retrátil na cozinha pode ser transformada em um bonito armário. E embutir móveis nas paredes também é uma excelente maneira de aproveitar o pouco espaço”, recomenda. Conforto A tendência de projetos de casas e apartamentos cada vez menores acaba fazendo com que os profissionais de arquitetura e decoração se adaptem a esse mercado. “A tendência é trabalhar com espaços cada vez menores e temos que acompanhá-la e manter o conforto que havia quando esses espaços eram maiores”, analisa Luiz Yerén. O arquiteto revela que gosta de trabalhar nesses tipos de imóveis. “Em espaços pequenos os desafios são maiores e você se obriga a pensar mais e a encontrar uma maneira para resolver os problemas. Eu coloco em prática o que eu sei e, o que eu não sei, vou pesquisar”, conta. O profissional também destaca que em um espaço pequeno só cabe o que precisa caber, e não o que o cliente quer que caiba. “Já existe o limite do que pode ou não fazer parte desse tipo de ambiente”, observa.

O mobiliário menor e compacto ajuda bastante na hora de ganhar um melhor espaço

O uso de cortinas leves e semitransparentes são uma das dicas do arquiteto Luiz Yéren FOTOS: DIVULGAÇÃO

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tualmente, a tendência no mercado imobiliário é investir em projetos de residências cada vez menores. E o desafio para profissionais de arquitetura e decoração é tornar esses espaços funcionais, práticos e agradáveis para os seus clientes. O arquiteto e urbanista Luiz Yerén é especialista em design de interiores e iluminação, e conta que existem várias dicas para quem quer trabalhar melhor o pouco espaço físico no lugar onde mora. “Há diversas maneiras de se aproveitar espaço, pois cada ambiente tem a sua necessidade”, destaca. É importante evitar um mobiliário exagerado, com objetos que não ajudam na decoração da moradia e ainda podem atrapalhar o seu aspecto visual e funcional. “Cada ambiente tem uma necessidade específica, e nos espaços pequenos a necessidade de mobiliário diminui de acordo com o seu tamanho”, comenta Luiz. Entre as recomendações do profissional está o uso de cores suaves e claras nos cômodos. “Elas ajudam a evitar uma possível sensação de enclausuramento”, diz. A dica é adotar cores monocromáticas e fazer variações de seus tons. Outra maneira de otimizar espaço é por meio do uso de luz natural. “A luz natural oferece benefícios em relação à amplitude e à saúde, já que espaços pequenos tendem a acumular poeira”, explica Luiz, que sugere ainda o uso de cortinas com tecidos leves e semitransparentes. “Uma outra dica excelente é a utilização de espelhos, que passam uma sensação de amplitude”, diz o arquiteto.

Os móveis multifuncionais devem ser utilizados em ambientes menores


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Decorativas e sofisticadas FOTOS: DIVULGAÇÃO

Projetos de cozinhas americanas têm sido bastante procuradas por pessoas que querem integrar ambientes de sua casa ou apartamento para reunir amigos e familiares. A opção é uma tendência no mercado amazonense

Os ambientes integrados estão ganhando cada vez mais espaço

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onceito bastante adotado ultimamente na cidade para quem busca uma integração maior entre ambientes e ainda entre familiares e amigos, a cozinha americana difere da cozinha comum principalmente por não ser isolada de outros espaços por paredes ou portas. Em geral, uma meia parede é usada para separar a cozinha americana da sala de estar ou de jantar e, sobre essa meia parede, pode ser instalado também um balcão. Já o fogão, a geladeira, a pia e os armários para utensílios são comumente acomodados lado a lado, na mesma parede. A cozinha americana representa uma vantagem para quem mora em apartamento pequeno, já que pode conferir a impressão de um espaço uma pouco maior. E pode também fazer parte do “family room”, um conceito de ambientes integrados que é comum nos Estados Unidos e já vem sendo adotado por profissionais nacionais. O termo surgiu no livro “Tomorrow’s House” (Casa do Amanhã), de George Nelson e Henry Wright, lançado em 1945, e trata-se de uma sala de estar que integra as áreas social e recreativa da residência. A arquiteta Adria Braga conta que a adoção de cozinha americana está na moda, pelo menos em Manaus, porque há casais que preferem preparar as refeições para receber visitas, mas não querem deixar de participar da reunião que acontece na sala de estar. Ela observa que esse tipo de cozinha, quando executada em apartamentos pequenos, pode ajudar na ampliação do ambiente. As cozinhas americanas não deixam de ser uma espécie de ambiente mais decorativo dentro das residências,

na avaliação do arquiteto André Sá. “São projetadas para quem quer receber os amigos para degustar um vinho ou fazer um lanche. Por isso, estão cada vez mais sofisticadas”, diz. O principal cuidado que tem que ser observado em relação à cozinha americana diz respeito ao tipo de alimento que o anfitrião deve preparar, pois o cheiro de comida pode invadir outras partes do imóvel. Logo, Adria observa que essa estrutura deve ser adotada com bastante cautela. “Nesse caso, é preciso fazer um bom sistema de exaustão, inclusive para auxiliar no dia a dia da residência”, comenta a arquiteta.

Esse tipo de cozinha é projetado para quem quer receber amigos para degustar um vinho ou fazer um lanche. Por isso a sofisticação André Sá, arquiteto

André Sá e o decorador Edson Marques lembram que os hábitos alimentares da região diferem dos adotados em outros países, como os Estados Unidos, por exemplo. “Aqui em Manaus, as pessoas têm o hábito de comer frituras e isso gera cheiros. É diferente do costume norte-americano, em que a comida já é servida quase pronta. É necessário pensar nesses hábitos antes de integrar os ambientes”, previne Edson.

Espaço despojado com objetivo Além de cozinha americana, Adria também costuma projetar o chamado “family room”. “É uma sala de estar mais despojada. O que acontece muito hoje em dia é que as pessoas se servem e vão comer em cômodos da casa como os quartos. E tenho clientes que querem que a televisão fique na sala e fora dos quartos, para que as refeições sejam feitas em família”, explica a arquiteta. O decorador Edson Marques prefere o uso do termo

O hábito de comer frituras pode influenciar nesse tipo de cozinha por gerar cheiros

family room ao invés de cozinha americana. Ele lembra que a inspiração para esse tipo de ambiente em casas e apartamentos de hoje surgiu a partir dos loſts norte-americanos, que eram grandes galpões abandonados transformados em residências. O único ambiente separado do maior seria o banheiro. “A separação dos demais ambientes seria feita por meio de móveis, por exemplo”, observa o decorador. “O loſt vem dessa integração e

depois passou a influenciar a arquitetura”. Edson conta que mora em um apartamento onde cozinha e sala são integradas e, por esse imóvel ser pequeno, a integração acaba deixando-o um pouco maior. “De certa forma, você viabiliza mais espaço quando o imóvel não possui parede e o divide com móveis. Você cria um espaço mais integrado para receber seus amigos e dá uma sensação de amplidão maior”, comenta.

Praticidade na hora das refeições O arquiteto André Sá comenta que as cozinhas comuns, hoje em dia, acabam sendo utilizadas mais para refeições rápidas. E, quem tiver a opção de edícula em casa, pode instalar uma cozinha de apoio nesse ambiente para o preparo de refeições cotidianas, como frituras, feijão etc. “Acaba sendo um outro tipo de entretenimento, diferente de receber os amigos num espaço com cozinha americana”. Há três anos, André projetou, ao lado do arquiteto Achilles Fernandes, a cozinha americana da casa da dentista Luciane Teixeira, que possui duas cozinhas, uma no subsolo, utilizada para o preparo de refeições para o dia a dia, e a americana, em estilo gourmet, que está integrada à sala de jantar. Luciane observa que a adoção desse tipo de cozinha ajuda a não isolar a família em outros cômodos da casa, e cita a praticidade como uma de suas principais vantagens. “É bastante prática para quem tem criança e precisa fazer mais de uma refeição em casa”, diz.


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Construção em Manaus ganha nova tecnologia N

O aplicativo ajuda na hora do gerenciamento de custos e riscos

o cenário imobiliário atual, aumenta cada vez mais a necessidade das empresas do segmento adotarem medidas para reduzir os desperdícios, as falhas e o tempo de tomada de decisões. Para suprir essa necessidade, a Construtora Engeco tem apostado em tecnologia com a implantação do sistema “Mobuss Construção Civil”, uma plataforma móvel que pretende automatizar o controle das informações sobre produção, segurança, materiais e qualidade na construção de seus empreendimentos em Manaus. O “Mobuss Construção Civil” trata-se de um aplicativo que foi desenvolvido para recolher dados nos canteiros de obra em tempo real, que servirão para o gerenciamento de custos e riscos e controle da produtividade e das perdas, fornecendo subsídio para redução de custo, sustentabilidade ambiental e tomada de decisão através de informações de maior qualidade e agilidade. “Na Engeco, sempre houve uma preocupação com a otimização dos resultados, por isso a empresa está sempre antenada ao que existe de novo no mercado. Com a implantação do novo sistema, além dos custos meno-

res, os clientes poderão inclusive receber seus empreendimentos com antecedência”, avaliou a gerente de marketing da Engeco, Jória Said Guerreiro. Entre as funcionalidades do Mobuss estão a possibilidade de analisar rapidamente as perdas de matéria-prima ou produtividade que possam ocorrer, assim como avaliar as folgas de funcionários, as chuvas, os atrasos, os custos decorrentes e redefinir o planejamento com base nesses dados. Ele permite também fazer o registro dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), das imagens das reuniões de segurança e das assinaturas eletrônicas dos participantes dessas atividades. “Ainda não há data definida para a implantação total do sistema, mas assim que estiver completamente funcional, ele será utilizado em todas as obras da construtora. Obviamente toda a equipe responsável também receberá o treinamento necessário”, completou a gerente de marketing. As informações são repassadas on-line, por meio de uma conexão Wi-Fi, 2G ou 3G, ou off-line, em que os dados ficam salvos no portal do aplicativo até que seja localizado um sinal de internet.

FOTOS: DIVULGAÇÃO

O “Mobuss” trata-se de um aplicativo que foi desenvolvido para recolher dados nos canteiros de obra em tempo real

O “Mobuss” possibilita analisar as perdas de produtividade


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Lustres sofisticados e com exclusividade em Manaus FOTOS: ALBERTO CÉSAR ARAÚJO

As peças são opções de decoração em residências com dimensões que permitem uma exposição de forma adequada

SERVIÇO HITECH IMPORT

O showroom da loja é um projeto recente e leva assinatura de Fernando Collyer

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esde setembro do ano passado, lustres e plafons estão entre as peças que mais têm chamado a atenção do público interessado em objetos de decoração na loja Hitech Import. O designer de interiores Fernando Collyer foi quem montou um showroom na filial, localizada no Manauara Shopping. “É um espaço desenvolvido por mim e contempla uma série de mobílias para o enriquecimento de ambientes”, diz o profissional. “São produtos que atendem às necessidades de pessoas que são exigentes e têm bom gosto”. Estão disponíveis lustres de cristais, com grandes dimensões e designers diferenciados, disponíveis em quantidades limitadas e indicados para ambientes como salas de estar e de jantar. Os preços variam de R$ 400 a R$ 3 mil. Fernando conta que essas peças são fabricadas na China e foram compradas por ele próprio em viagens. O designer chegou inclusive a visitar casas de lustres diferenciadas em Florianópolis, Santa Catarina. E optou em não trazê-los em grandes quantidades. “Há lustres com cristais grandes, de 60 centímetros de diâmetro e iluminação em três fases”, explica. Foram adquiridos 15 lustres e há itens que ainda vão ser preparados por Fernando para exposição na loja. A aceitação até o momento tem sido muito boa. “Tudo o que foi exibido na vitrine da loja foi vendido rapidamente”, conta a analista de marketing Milena Tairoviche. O conceito do showroom, de acordo com ele, é atender as necessidades de clientes que moram em residências com espaços generosos. “Já aten-

Onde: Manauara Shopping Informações: (92) 3305-3500

demos clientes no Jardim das Américas com um aparador de 5x90 metros de comprimento. Temos também mesa de jantar para 16 lugares, mesa de centro que mede 2x10 metros e cortina com pé direito de oito metros”, revela. “São coisas que você não encontra em outras lojas do gênero”. Laboratório O showroom é um projeto recente e Fernando Collyer enfatiza que a sua aceitação pelo público ainda está sendo avaliada. “É uma espécie de laboratório”, define, completando que existe uma ideia para utilizar um mezanino da loja para abrigar o ambiente completo. “Existem peças que ainda não apresentei, como um espelho de camarim para uma penteadeira mais sofisticada ao estilo das que são utilizadas na Broadway. São necessárias 18 lâmpadas incandescentes de 40 watts, de bulbo branco redondo”, explica o designer de interiores. Esse tipo de iluminação elimina possíveis sombras e ajuda a fazer, por exemplo, uma maquiagem mais bem acabada. A analista de marketing Milena Tairoviche destaca que os lustres estão sendo comercializados somente na Hitech Import do Manauara Shopping. Segundo ela, a empresa atende todo tipo de público interessado em móveis, utensílios domésticos, produtos de informática, além de linha de som automotivo e itens para quem gosta de viajar ou acampar. “Temos um público fiel que gosta da exclusividade dos produtos que oferecemos”, afirma. “E o diferencial é que não colocamos à disposição somente produtos com o padrão no mercado”.


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Construtora disponibiliza serviço novo e facilitador ALBERTO CÉSAR ARAÚJO

A iniciativa “Rossi Fácil” tem como principal objetivo atuar na obtenção do financiamento imobiliário de forma rápida

Uma equipe capacitada presta suporte ao futuro comprador

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é realizado de forma presencial. “Na ocasião, solicitamos todos os documentos necessários para os dossiês que serão encaminhados e avaliados pelas instituições financeiras”, informa a executiva. Ela destaca também que o serviço atua ainda nas etapas de aprovação do crédito de financiamento, eventuais diferenças que possam existir entre os valores total do débito e o aprovado para a compra do produto e esclarecimento de taxas e impostos que deverão ser pagos pelos clientes ao adquirirem o bem. Em relação às vantagens garantidas aos clientes que procuram o Rossi Fácil, a gerente garante que os benefícios são vários. “Ao nos procurar, eles (clientes) poderão parcelar o valor da diferença de financiamento até a entrega da obra e garantimos o acompanhamento da assinatura do contrato com os bancos. Além disso, dispomos de uma equipe especializada para atuar no trâmite de registro do contrato dos mesmos junto aos cartórios de registro de imóveis”, frisa. Atendimento Conforme Eliana, o servi-

ço conta com 16 profissionais aptos para atender a demanda da clientela, que, após o contato com o cliente iniciamos o processo de aprovação de crédito para obtenção do financiamento imobiliário, “Nessa etapa convocamos os clientes e solicitamos as atualizações de documentos, assinaturas de formulários e concluímos o processo de financiamento junto aos bancos com a assinatura do contrato. Após todo esse trâmite, ele (cliente) é enviado ao setor de entrega de chaves da Capital Rossi”, observa. Procura Os que desejarem os suportes do Rossi Fácil precisam agendar o serviço por meio dos e-mails maniraoli veira@rossiresidencial.com. br ou alinessilva@rossiresid encial.com.br. O agendamento também pode ser feito por meio dos telefones (92) 3212-9872, (92)8414-9875, (92) 8416-4450, (92) 84172064, (92) 2415-0522, (92) 8415-1850 ou na sede do Rossi Fácil, localizada na rua Japurá, 380, Centro. DIVULGAÇÃO

acilitar a venda de imóveis na cidade está entre as prioridades da Capital Rossi. Além da realização constante de promoções, a construtora também dispõe de um serviço exclusivo de assessoria na obtenção do financiamento imobiliário dos seus clientes. Denominado “Rossi Fácil”, iniciativa visa estreitar os laços entre os seus clientes e instituições financeiras. Segundo a gerente de financiamento do Rossi Fácil, Eliana Guedes, o serviço tem como principal objetivo atuar na obtenção do financiamento imobiliário de forma rápida e sem gerar “dores de cabeça” aos manauenses. “Para que isso ocorra, dispomos de uma equipe capacitada na prestação de suporte aos nossos clientes para os que os mesmos consigam recursos de financiamento bancário o quanto antes”, observa a gerente, ao pontuar que o Rossi Fácil possui relacionamento com os bancos do Brasil, Santander, Caixa Econômica Federal, Bradesco e Itaú. Sobre como funciona o serviço Rossi Fácil, Eliana esclarece que o atendimento ao público

O site da empresa com uma infinidade de informações de diversos serviços prestados


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