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Salão imobiliário - 15 de dezembro de 2013

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MANAUS, DOMINGO, 15 DE DEZEMBRO DE 2013

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Imóveis em Miami atraem os olhares amazonenses Depois da crise de 2008, o mercado imobiliário dos Estados Unidos volta a ser valorizado e desperta o interesse local

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m dos principais destinos turísticos de brasileiros nos Estados Unidos, Miami, tem chamado a atenção nos últimos anos por outros atrativos, além de suas praias e centros de consumo. A cidade norte-americana, localizada na Flórida, tornou-se também um bom lugar para investimentos imobiliários e, de acordo com um dos diretores da C & Castro Imóveis, Jorge Ayub, a possibilidade de aumento da valorização desse mercado nos próximos anos é grande. A imobiliária atua no exterior há 3 anos em parceria com a empresa Elite International Realty, cujo foco é a América Latina, e Ayub explica que esse interesse pela cidade praiana surgiu por causa da baixa dos preços gerada pela crise que os Estados Unidos enfrentaram em 2008. “Quando iniciamos, o mercado americano vinha de uma crise avassaladora e realmente os imóveis, que tinham valores astronômicos, chegaram ao menor patamar possível”, conta. Mas, a partir de 2010, houve um aumento na valorização desse mercado, graças à retomada da economia. “Obviamente, as projeções para os próximos três ou cinco anos são de que o mercado imobiliário norteamericano vai ser realmente o melhor do planeta. Eles criaram a crise, resolveram a crise, e agora saem na frente de todo mundo. E, com isso, os preços

dos imóveis devem crescer”. A parceria da C & Castro com a Elite abrange vendas de residências em outras cidades dos Estados Unidos, mas Miami é a mais procurada pelos brasileiros. Se antes esse público buscava investir em imóveis em capitais como Rio de Janeiro e Fortaleza, hoje a cidade estrangeira atrai compradores por causa de facilidades como os voos diários que saem de Manaus e também por fatores como qualidade de vida, o clima quente, as praias e o fuso horário. “Muitos também compram para alugar e, além de estar sendo valorizado, o imóvel rende por mês com a locação”, observa Ayub. Áreas Em Miami estão disponíveis imóveis a partir de US$ 250 mil. Jorge Ayub conta que esse crescimento imobiliário na cidade é grande, principalmente em downtown (o centro da cidade), e uma das áreas na Flórida que o público se interessa muito é Aventura. “Fica mais ou menos no meio de Miami, próximo a Fort Lauderdale, próximo ao centro, à praia, ao

aeroporto. É bem centralizada. E, para quem quer gastar um pouco mais tem Miami Beach. Em regiões de praia paga-se duas ou três vezes mais”. Imóveis lançados por volta de setembro de 2012 já mostram, atualmente, uma boa valorização, de acordo com o diretor da C & Castro Imóveis, com acréscimos de 30 a 40%. “Esse índice você não conseguiria mais no mercado do Brasil. Aqui você compra um imóvel residencial e não tem uma valorização acima de 15%”, analisa. Ele revela que, nos últimos dois anos, foram comprados 8 mil imóveis por brasileiros em Miami, e cerca de 50 apartamentos pelo público de Manaus. O valor em média do metro quadrado por região em Miami custa a partir de R$ 4 mil. “É o preço hoje do metro quadrado no conjunto Dom Pedro. Claro que tem mais caro, de R$ 20 mil, que são aqueles apartamentos que chamamos de “pé na areia”, as áreas mais nobres. Mas, são infinitas vezes mais baratas do que, por exemplo, Ipanema ou Leblon, que têm o metro quadrado em torno de R$ 45 mil”.

Oferta de comodidade e facilidade

Em Miami estão disponíveis imóveis a partir de US$ 250 mil

Jorge Ayub lembra que a parceria que ele e seu sócio, Augusto Castro, mantêm com a Elite International Realty vai além da venda de imóveis em cidades dos Estados Unidos. “Nós oferecemos várias opções para o cliente se sentir mais à vontade em outro país. Então, dispomos de contador, advogado para abertura de empresa, oferecemos banco com gerente brasileiro. Até decoradora e encanador nós oferecemos como suporte, se for preciso”, afirma. Segundo Ayub, a parceria é muito sólida e recebe um bom apoio do sócio Daniel Jerusalmi. “O foco da empresa é a América Latina, e tem vários corretores que falam espanhol, português, e já possui bons parceiros em outras cidades do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre”, afirma.

O valor em média do metro quadrado por região em Miami custa a partir de R$ 4 mil


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Parintins terá seu primeiro edifício a partir de 2015 C

om um projeto orçado em R$ 5 milhões o empresário parintinense Leão Azulay se prepara para construir o primeiro edifício da cidade dos bumbás Caprichoso e Garantido. “É um desafio que topamos por amor à nossa terra e o desejo de vê-la crescendo”, afirmou ele, salientando que as obras vão durar 16 meses. “Inicia em janeiro próximo com a previsão de conclusão em junho de 2015. Esse período todo é o que leva em qualquer lugar do Brasil como em Manaus, Rio de Janeiro, Belém, enfim, qualquer lugar, para se construir um prédio de seis andares com 44 apartamentos”. Azulay informou que o Amazon Residence será composto de uma torre com seis andares, com elevador social e de serviços, sendo que nos cinco andares serão construídos oito apartamentos por andar e no sexto quatro coberturas, duas de frente para a avenida Amazonas, a principal da cidade, duas para a rua Wilson Cursino, antiga 31 de março,

e uma cobertura ficará de frente para o rio Amazonas. O valor dos apartamentos oscila entre R$ 160 a R$ 250 mil reais. Em média, as unidades terão 69 metros quadrados. O projeto é da arquiteta parintinense Dímitra Haidos e o engenheiro responsável é Odiney Faria. “Minha empresa está usando toda mão de obra de Parintins, a única coisa que foi feito o Cálculo Estrutural e a sondagem do solo”. Lançamento Azulay informou que o Amazonas Residence será lançado no próximo mês em Manaus e, consequentemente, em Parintins. “Vamos promover um coquetel com a presença de convidados e imprensa para anunciar o primeiro edifício de Parintins”, afirma. Ele disse, ainda, que a comercialização do apartamento inicia entre 15 e 20 de janeiro, mas faz uma ressalva: “Já estamos recebendo uma grande procura desde a divulgação do evento e hoje nós só estamos com quatro unidades disponíveis, o que esperamos vender até o fim do mês e fazer o lançamento com todas as unidades vendidas”.

O empreendimento Amazon Residence será lançado em janeiro do próximo ano em Manaus e, consequentemente, em Parintins

RIO DE JANEIRO

Três mil cariocas desalojados A forte chuva que atingiu a região metropolitana do Rio de Janeiro, na última semana, deixou cerca de 3 mil desalojados e 200 desabrigados na Baixada Fluminense. O número foi divulgado pelo secretário estadual de Defesa Civil, coronel Sérgio Simões, que participou de reunião com o governador Sérgio Cabral e dez prefeitos da região, no quartel do Corpo de Bombeiros de Nova Iguaçu. “Os municípios mais atingidos foram Nova Iguaçu e Queimados, mas Japeri, São João (de Meriti), Belford Roxo, Duque de Caxias, Mesquita e Nilópolis também foram afetados”, disse Simões.

O governador ouviu o relato dos prefeitos e disse que os trabalhos serão intensificados com a dragagem e a retirada de moradores de margens de rios. Segundo ele, 15 mil famílias já foram retiradas de áreas de risco e recebem aluguel social, em todo o estado, em decorrência de várias enchentes ocorridas no passado. “Com as famílias que estão em área de risco, vamos avançar para o [programa] Minha Casa, Minha Vida ou para a compra assistida, que é um método que já usamos na serra e na Baixada [Fluminense], em que se faz a compra de imóveis para

essas famílias onde não há condições de se construir (por meio do) Minha Casa, Minha Vida”, explica Cabral. O governador anunciou também a criação de um gabinete de crise, envolvendo todos os prefeitos da Baixada Fluminense, com objetivo de enfrentar as enchentes e as fortes chuvas que normalmente atingem o estado no verão. Ele comentou ainda a situação na Rodovia Presidente Dutra, que liga o Rio a São Paulo e que ficou interrompida pela água por várias horas, deixando os motoristas ilhados e a mercê de assaltantes. Por Agência Estado REPRODUÇÃO

PARINTINS (AM)

DIVULGAÇÃO

O Amazon Residence, como foi batizado o empreendimento, custará R$ 5 milhões e será financiado pelo Banco do Brasil

Medidas já foram tomadas para resolver a situação dos 3 mil cariocas desabrigados

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri REPORTAGEM Bruno Mazieri Luiz Otávio Martins Tadeu de Souza

Priscila Caldas FOTOS Alberto César Araújo DIAGRAMAÇÃO Mario Henrique Silva

TRATAMENTO DE FOTOS Pablo Filard REVISÃO Gracycleide Drumond Leomir Góes


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Anete PERRONE

‘Não podemos TER VERGONHA DAS nossas origens’

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nete Perrone é das profissionais que não tem medo de arriscar. Não apenas no quesito modernidade, mas também quando o assunto é o regionalismo. Ganhando cada vez mais o mercado local, a arquiteta já criou espaços para personalidades mundiais como o chef Alex Atala e o excêntrico Doctor Rey. Em entrevista ao EM TEMPO, ela fala da procura pelas casas inteligentes, elementos regionais na decoração, sua experiência com as celebridades e como imagina a capital do Estado daqui há 10 anos.

Para mim, as casas inteligentes são a grande tendência no momento. Não são cores, tipologias ou coisas do tipo. Até porque, cada um tem seu modo de viver e seu estilo de vida”

EM TEMPO – Quais os tipos de projeto que estão sendo procurados hoje me dia? Anete Perrone – Primeiramente o ponto crucial para um projeto, além do fato de funcionalidade e estética, que já é de obrigação do profissional propor isso; o foco maior hoje se chama automação, uma casa inteligente e que facilite o dia a dia. Isso acontece, em boa parte, devido a mudança de lei trabalhista para as empregadas domésticas, que está mudando o jeito de viver dos amazonenses e de algumas partes do país também. Então esse é o ponto principal. Conseguir deixar uma casa inteligente, funcional e que, diariamente, a pessoa precise menos ainda dessa profissional. E para mim, essas casas inteligentes são a grande tendência do momento. Não são cores, tipologias ou coisas do tipo. Até porque, cada um tem seu modo de viver. EM TEMPO – Juntamente com isso, vem a questão da sustentabilidade. Como está sendo a procura por meios sustentáveis? AP – Ainda é difícil de ter um cliente que chegue com alguma ideia sustentável. Falta um pouco de esclarecimento sobre o assunto, ainda é algo muito cru. Porém, vai da consciência de cada profissional sugerir o que fazer e quais materiais usar. Moramos em uma cidade que faz sol o ano inteiro, en-

ALBERTO CÉSAR ARAÚJO

tão é complicado aceitar que não se trabalhe com energia solar, por exemplo. E isso não apenas em uma casa, mas em um prédio todo. É preciso pensar que é uma questão de custo-benefício. O mundo está caminhando para isso e é necessário explicar o benefício de cada coisa. EM TEMPO – Você acha que o amazonense tem um problema sério de provar projetos mais modernos e arrojados? AP – Acho que algo que precisa ser trabalhado com o cliente. Na verdade, é preciso que ele entenda que, a partir do momento em que ele contrata um profissional, ele está adquirindo uma consultoria, ele está ali para ajudar, para mostrar o que pode ficar mais adequado dentro de um projeto. Acredito, ainda, que o amazonense tem uma mente muito aberta com relação a esse assunto, não somos tradicionais. É possível encontrar grandes obras de ótimos profissionais e que, muitas vezes, até me supreende com conceitos globalizados. EM TEMPO – Você sente dificuldade de usar elementos regionais nos interiores e ao que você atribui essa resistência dos amazonenses? AP – O Marcelo Rosenbaum foi participar da Feira de Milão e apresentou uma peça que era feita com umas tiras redondas e uma luz de LED fininha por dentro e foi premiada. Acho ele um ótimo profissional, mas usou elementos regionais. Acho que falta conhecimento de como usar esses materiais. Sinto essa dificuldade, mas sempre que possível tento convencer meus clientes. Somos caboclos de comer farinha, tucumã e açaí. Não temos que ter vergonha disso. Aprendi bastante coisa no projeto que fiz para o Alex Atala na Casa Cor do ano passado, pesquisando sobre o que ele gostava e seu cotidiano. Ele fala que só foi ser um homem

de sucesso quando parou de ter vergonha de suas origens, de onde veio. A partir disso, ele começou a pesquisar o Brasil, os temperos nacionais e veio parar no Amazonas. Depois disso, conquistou o sucesso que todos conhecem. Uma das pessoas que mais admiro quando falamos desse assunto é a minha irmã (Ana Paula Perrone). Antes mesmo do regionalismo se tornar “moda”, ela sempre prezou por isso. Tudo dela tem um cocar, uma cuia, uma mandala de escama de pirarucu. No projeto do Doctor Rey – também na extinta Casa Cor Amazonas – tem uma artista plástica de São Paulo que presta serviços para mim, no qual ela trabalhou uma pele de pirarucu tingindo de amarelo e que ficou em um quadro. Minha irmã quando viu, ficou apaixonada. Por isso que admiro o carioca! Pode abrir qualquer projeto que você encontra o Calçadão de Copacabana, o Cristo Redentor e não é cafona. Porque então não mostrar as palafitas, trabalhar uma tala de buriti, um tucumã? Porque as pessoas acham isso cafona? Então assim, é necessário que se entenda que fica charmoso e com um design bacana faz a diferença em um ambiente. EM TEMPO – E por falar em Doctor Rey, como foi a experiência de criar o ambiente dele? AP – Em 2011, a até então detentora da marca Casa Cor me convidou para fazer parte do projeto e disse que tinha uma celebridade máxima e me perguntou se eu topava criar um ambiente para ela. Em seguida fiquei sabendo que era o Doctor Rey e topei. Fui até São Paulo, fiz todo um trabalho de pesquisa sobre a vida dele antes de ir e já cheguei para entregar um projeto pronto. Entreguei, foi aprovado e quando veio para Manaus, acabamos ficando amigos como somos até hoje. Logo em seguida, como ele estava indo e vindo para o Brasil – na época ele residia nos Estados Unidos – acabou me contratando

para reformar o apartamento dele de São Paulo e já concluímos a obra. EM TEMPO – Você falou sobre a Feira de Milão. O que teve de diferencial neste ano? AP – Nossa, tudo foi muito diferente! Primeiro porque vi vários designers brasileiros fazendo a diferença lá fora. Segundo que agora chegou a nossa vez! Tudo era a cara do Brasil. Muita madeira bruta e de todos os tipos. Não tinha aqueles negócios de acrílico que a Europa usa muito. E assim, acabei me sentindo em casa com painéis de madeira. Ela já era nobre, mas na forma bruta e natural, fez muito sucesso. EM TEMPO – Voltando para Manaus, por qual área da cidade as pessoas estão apresentando mais interesses para construir suas casas atualmente? AP – Houve uma época que teve um “boom” de apartamentos na Ponta Negra e hoje, muitas pessoas que estão morando lá, devido essa grande procura, estão querendo voltar para uma local “mais perto da cidade” como Ephygênio Salles, por exemplo, para ficar mais perto do seu cotidiano, escolas, famílias... Então nessa área está se construindo muito, grandes prédios, principalmente, na Morada do Sol. E essa mudança da Ponta Negra para o Centro deve-se a dificuldade de mobilidade que se instala, atualmente, naquela área. Com a mudança do Plano Diretor creio que a prefeitura faça algumas mudanças. EM TEMPO – Como você imagina Manaus daqui há 10 anos? AP – Imagino que tenha uma arquitetura que tivesse mais respeito a cidade e com qualidade de vida. Quando se projeta algo, não é apenas para o cliente é para a cidade. Então estamos tendo essa cultura de transformar a capital do Estado em algo bonito e bom para se viver.

Admiro o carioca! Pode abrir qualquer projeto que você encontra o Calçadão de Copacabana, o Cristo Redentor e isso não é cafona. Porque então não mostrar as palafitas, trabalhar com tala de buriti, um tucumã?

A mudança da Ponta Negra para o Centro deve-se à dificuldade de mobilidade que se instala, atualmente, naquela área. Com a mudança do Plano Diretor, creio que a prefeitura faça mudanças”


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Capital Rossi divulga balanço

XAXAXAXA

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Segundo a empresa, entre os sete empreendimentos que já foram entregues aos manauenses, estão o residencial Azaleia, o residencial Orquídea e o residencial Lírio

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Capital Rossi vai fechar 2013 com “chave de ouro” no que diz respeito à entrega de residenciais e unidades habitacionais em Manaus. Na somatória do acumulado do ano, serão 2.512 apartamentos da marca que compõem sete condomínios nas mais diversas áreas da cidade. Segundo a empresa, entre os sete empreendimentos que já foram entregues aos manauenses estão a segunda fase do residencial Azaleia (576 apartamentos), as etapas 1, 2 e 3 do residencial Orquídea (464 apartamentos) e a primeira e segunda etapa do residencial Lírio, que são compostas por 416 unidades habitacionais. Também foram entregues pela Capital Rossi, até o momento, a primeira fase do Arboretto Praças Residenciais Aleixo (224 unidades), as etapas 1 e 2 do residencial Girassol (592 apartamentos) e a primeira fase do residencial Samambaia (240 apartamentos). “Esses foram empreendimentos cujas obras foram finalizadas neste ano e que as chaves já foram entregues aos nossos clientes. São residenciais que atenderam os mais diversos tipos de público, o que é um diferencial e uma preocupação da Capital Rossi” observa a gerente de relacionamento com o cliente, Maria José Santos. Na avaliação de Maria José, 2013 tem sido um ano produtivo para a Capital Rossi, que, segundo ela, conseguiu “driblar” problemas pontuais enfrentados pelo segmento da construção civil amazonense. “Mesmo diante das adversidades, como a escassez da mão de obra, a empresa tem conseguido cumprir os compromissos com os clientes que adquiriram um produto da marca. Essa é a prioridade da Capital Rossi”, pontua. Lançamento Além das entregas, em 2013

a Capital Rossi também direcionou o seu foco para empreendimentos comerciais. Há dois meses, a construtora lançou o Britania Park Offices, o primeiro condomínio comercial da Ponta Negra que está em fase de construção no Reserva Inglesa. De acordo com a Capital Rossi, o condomínio está estruturado da seguinte maneira: duas torres comerciais de 16 andares - a Chelsea e a Stamford -, duas torres comerciais de sete andares - Soho e Windsor -, cinco anexos comerciais e dois blocos, de 10 unidades cada, compondo o que chamamos de “vilas comerciais”. Ainda sobre o complexo, a empresa informa que o empreendimento contará com torres de 625 salas comerciais de

MERCADO

Na avaliação de Maria José, gerente de relacionamento com o cliente da empresa, 2013 tem sido um ano produtivo para a Capital Rossi que, segundo ela, conseguiu “driblar” problemas pontuais tamanhos que variam entre 31 metros quadrados e 620 metros quadrados. O complexo terá ainda o espaço Garden Square, que se trata de uma área de convívio conceitual, internet Wi-Fi, estacionamento para condôminos e visitantes, controle de acesso aos prédios, monitoramento de segurança 24 horas e inúmeros serviços pay-per-use como professor de línguas, chaveiro, diarista e lavagem de automóvel. “O Britannia é um empreendimento diferenciado e uma das principais apostas da Capital Rossi por oferecer ao público uma série de vantagens e localização privilegiada na área da Ponta Negra”, avalia a gerente de relacionamento com o cliente, Maria José Santos.

FOTOS: DIVULGAÇÃO

2013 Segundo a empresa, entre os sete empreendimentos que já foram entregues aos amazonenses está o residencial Azaleia

Conquistas no mercado da construção Fruto da parceria entre a Construtora Capital, líder do segmento na região Amazonense, e a Rossi, uma das principais incorporadoras e construtoras do País, a joint-venture Capital Rossi se consolidou em dezembro

de 2009. Os números comprovam o grande potencial da joint venture, que já apresentou ao mercado de Manaus 23 projetos e possui mais de oito mil unidades vendidas na região desde o início da parceria até março de 2013.

Em dezembro do ano passado, a Capital Rossi foi eleita, no segmento de Construtoras, como a marca mais lembrada dos consumidores manauaras. A joint venture venceu na categoria Top of Mind do Prêmio Amazonense

de Propaganda e Marketing. Siga a Capital Rossi nas redes sociais: Facebook (facebook.com/capitalrossioficial), Twitter (@capitalrossi), Instagram (@capitalrossi) e Youtube (youtube.com/capitalrossioficial).

O Britannia é um empreendimento diferenciado e uma das principais apostas da Capital Rossi por oferecer ao público vantagens


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Banheiros criados para os idosos merecem cuidados FOTOS: REPRODUÇÃO

Arquiteto explica que é preciso atenção na hora de projetar e que reservar espaços para adaptações é necessário

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uem tem uma criança ou um idoso em casa sabe que é necessário tomar alguns cuidados para preservar a saúde e o bem estar da família. Pisos antiderrapantes e barras para apoio nas paredes dos banheiros são os principais elementos utilizados em atenção ao público da terceira idade. Em uma conversa com o EM TEMPO o arquiteto Werner Albuquerque esclareceu dúvidas sobre o assunto e falou sobre as prevenções necessárias na hora de construir. Para Albuquerque, é importante que o setor da construção civil demonstre preocupação com os idosos. Ele ressalta que hoje é possível atender às necessidades desse público assim como aos deficientes físicos, também chamados de Portadores de Necessidades Especiais (PNE). “O mercado imobiliário trata cada metro quadrado de seus projetos com muita atenção. Eles sempre planejam salas, quartos e banheiros espaçosos. A legislação determina que um banheiro deve ter dimensão mínima de 2,80m x 1,20m, mas sempre que possível deixamos essa metragem em 1,30m”, afirma. “É uma preocupação justa porque a cada ano o idoso

apresenta dificuldades e pode vir a usar uma cadeira de rodas ou bengala. Cada cômodo da casa tem como obrigação atendê-lo”, completa. Segundo o arquiteto, é preciso ter cuidados redobrados ao pensar na compra e instalação dos azulejos que ficarão na área interna do banheiro. Ele informa que a cerâmica ideal para esse compartimento é a antiderrapante. “Como existe um contato contínuo com a água existe o alto índice de ocorrerem quedas. Por isso, é bom que o piso seja mais áspero”, justifica. Conceitos Albuquerque explica, ainda, que existe uma diferença entre o conceito de áreas molhada e molháveis. De acordo com ele, o primeiro termo está relacionado ao local que tem contato direto com a água, como é o caso do banheiro ou de uma área externa destinada à lavagem de roupas. Enquanto a segunda nomenclatura faz menção aos compartimentos que podem vir a ter contato com o líquido, como por exemplo, uma cozinha. “Atuamos com base em normas de desempenho que tratam sobre diversas questões, dentre elas, os pisos adequados para casa

localidade”, cita. De acordo com o arquiteto, ao iniciar o planejamento de uma edificação o construtor deve se preocupar em preparar os cômodos para futuras adaptações, caso haja necessidade. “Não sabemos do futuro. Pode ser que em algum momento a pessoa precise ter acessibilidade em sua casa ou empresa, por isso, é importante preparar um quarto e o banheiro no térreo com todas as especificações necessárias”, disse. “É uma solução preventiva que vai gerar menos despesas”, garante. Apesar da relevância da criação de um banheiro que atenda ao público da terceira idade, Albuquerque avalia que os problemas vão ainda mais além. Ele considera que também é necessário ter atenção durante o planejamento da área externa do imóvel como as escadas e as rampas de acesso. “Os idosos têm dificuldades para subirem rampas inclinadas e também escadas que apresentam degraus altos. As rampas dificultam o acesso até mesmo aos cadeirantes. A Associação Brasileira de Normas Técnicas define que a cada metro de rampa a pessoa deve um espaço de subir 8,33 cm”, explica.

Capital do Estado está atrasada Para a arquiteta Samara Lins, um banheiro apropriado para o uso de uma pessoa idosa deve apresentar portas com largura mínima de 90 centímetros e ainda as barras de segurança para que a pessoa possa se apoiar. Ela também destacou a importância do piso antiderrapante. “Outro fator que pode colaborar com a necessidade desse grupo é o espaço para o uso de um

andador. Mas vale ressaltar que esses elementos diferem de um banheiro utilizado por um deficiente físico, que precisa de mais espaço para locomoção”, comenta. De acordo com Samara, Manaus ainda está um pouco atrasada quanto ao implemento de novidades no setor da construção civil voltada a determinados grupos, como no caso, o da terceira idade. Ela conta que em São

Paulo é possível encontrar edificações projetadas especificamente para os anciões. “Nessa capital pude ver prédios que apresentam piscinas, equipamentos de ginástica e até mesmo a área interna do apartamento voltada a esse público. Eles têm até médicos e enfermeiros à disposição dos moradores. Infelizmente ainda não podemos falar o mesmo da capital amazonense”, frisa.

Barras para segurar e pisos diferenciados fazem a diferença no banheiro dos idosos Detalhes importantes que devem ser observados na hora de projetar o espaço para os idosos


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Cômodo e necessário

FOTOS: REPRODUÇÃO

Cada vez mais desejado por quem adquire imóveis, o closet pode ser adaptado a determinados ambientes para conferir ao cliente uma melhor visualização do que possui em seu guarda-roupa e, até mesmo, como forma de segurança

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ntigamente, um closet em casa ou apartamento podia ser considerado um artigo de luxo, graças às dimensões generosas que, normalmente, são exigidas para a construção desse ambiente. Hoje em dia, porém, já é possível adaptar espaços em imóveis para abrigar closets, mas ainda assim deve existir um tamanho mínimo para adequá-los em residências. A arquiteta Milena Mota, da ArrudaMota Arquitetura, explica que um projeto para closet deve ter, no mínimo, 60 cm de circulação (profundidade) para que seja possível uma boa visualização do seu conteúdo. Já a largura vai depender do que o cliente estiver precisando em termos de espaço. “Alguns precisam de um cômodo inteiro”, afirma Milena.

É o caso da administradora Luana Moreira, que optou em utilizar um dos quatro quartos do apartamento que ela e o marido compraram. “Pela quantidade de coisas que ele e eu temos, um armário para cada um não daria para guardar tudo”, revela. Luana solicitou para uma arquiteta a construção do closet quando o apartamento ainda passava pelas obras de acabamentos finais. A administradora justifica também a construção do ambiente pelo conforto de ter peças como roupas, sapatos, bolsas e outras por perto e de poder se arrumar num espaço com ar-condicionado. Além da necessidade e comodidade, Luana destaca a segurança que um closet pode oferecer. “Os objetos de maior valor nós deixamos trancados e fico mais tranquila”, diz.

O closet deve ser apropriado para o tamanho da residência

Em grandes casas o espaço é usado de forma inteligente

Visualização na hora de escolher E, ao contrário do que muitos possam imaginar, a presença de um closet em apartamentos ou casas não está ligada apenas ao desejo de ter mais comodidade para, por exemplo, experimentar peças de roupas. “Não adianta ter um closet se você não puder visualizar bem tudo que possui em termos de roupas, sapatos etc. Às vezes, a pessoa até esquece que tem determinadas roupas porque não visualiza tudo”, observa Milena Mota. A arquiteta explica que procura adaptar o espaço disponível de acordo com o que o cliente necessita, mas não vale a pena construir um closet com menos de 60 cm de profundidade. “Geralmente, as pessoas já procuram um imóvel que tenha closet. E, mesmo que Existem projetos que podem ser adaptados a qualquer metragem

não tenha cômodo para construir um, elas querem dar um jeito para ter”. O ideal para a construção de um closet é que exista uma interligação com um dos quartos, para conferir mais privacidade a quem vai utilizá-lo. “Mas, nem sempre é possível e acabamos projetando a entrada do closet por fora do cômodo”, diz a profissional. Milena lembra que o closet era muito usado no exterior e, no Brasil, está sendo incluído nos projetos de uns tempos pra cá. “O closet está mais divulgado agora. O mais comum era o guardaroupa convencional no quarto. Hoje em dia, os clientes preferem porque é mais organizado e acabam conseguindo um espaço maior para esse ambiente”.


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Empresas oferecem até R$ 100 mil de descontos E

ste final de ano pode ser um bom momento para quem já vinha procurando imóveis em Manaus. No mercado imobiliário, algumas construtoras estão oferecendo descontos, melhores condições de negociação e brindes neste período, de olho no maior poder de compra dos consumidores, que recebem o 13º salário para alcançar um bom fechamento anual. A Manaú Patrimônio, por exemplo, está oferecendo descontos de até R$ 100 mil em suas unidades. Estão entre as ofertas, imóveis prontos para morar, lançamentos ou em construção. Uma das opções é o Mundi Resort, que tem o valor médio de R$ 650 mil. Localizado no Adrianópolis, sua última fase acaba de ser entregue e abriga apartamentos de apartamentos de 106 metros quadrados e 128 metros quadrados, além de ser composto por mais de 90 itens de lazer. “Nossa campanha abrange todos os nossos produtos como Concept, Mundi e Smile Cidade Nova, Smile Parque de Flores e, é claro, o Sunny, que é nosso lançamento”, afirmou o diretor executivo da Manaú Patrimô-

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Uma das opções é o Mundi Resort, que tem o valor médio de R$ 650 mil e está localizado no bairro Adrianópolis nio Marco Bolognese. Outra oferta pronta para morar é o Smile Parque das Flores. O empreendimento possui oito torres, 496 apartamentos com tamanhos que variam de 59 metros quadrados e 75 metros quadrados, sendo quatro coberturas e valor médio de R$ 275 mil. Promoções A construtora Engeco também aposta em promoções neste final de ano. A empresa está oferecendo R$ 50 mil de desconto na aquisição de uma unidade do Garden Club Residence, no Parque 10 de Novembro, uma das localidades mais disputadas de Manaus. O empreendimento que tem valor médio de R$ 800 mil é composto por 204 apartamentos de três suítes – todos com armários modulados e ar condicionado – com área útil variando entre 119,84 metros quadrados a 123,82 metros quadrados. “O momento é propício e escolhemos um de nossos melhores produtos para realizar a promoção de final de ano com um desconto considerável para os consumidores”, afirmou a gerente de marketing da Engeco, Jória Said Guerreiro.

O Garden Club Residence, no Parque 10 de Novembro, tem valor médio de R$ 800 mil e é composto por 204 apartamentos

REPRODUÇÃO

NACIONAL

O movimento criticou o fato do prefeito Fernando Haddad nào ter recebido a comissão

Sem-teto protestam em São Paulo Após duas horas de caminhada e duas horas de espera, cerca de 3 mil manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), segundo estimativa da Polícia Militar, saíram da frente da sede da prefeitura de São Paulo, no Viaduto do Chá, e seguiram em direção ao prédio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), na rua Boa Vista, na última quarta-feira, dia 11. O movimento criticou o fato de o prefeito Fernando Haddad não ter recebido uma comissão para negociar. “Hoje não quiseram receber o povo, amanhã, depois, na virada do ano, (a cidade) vai amanhecer coberta de lona preta em todo terreno vazio”, disse Guilherme Boulos, integrante do MTST.

Procurada pela reportagem, a prefeitura de São Paulo informou que vem sempre mantendo um canal de diálogo com o movimento, mas que hoje não havia nenhuma reunião programada e, por isso, eles não foram recebidos. Diálogo Por meio de nota à imprensa, a Secretaria Municipal de Habitação informou que mantém um canal de diálogo aberto e permanente com os movimentos de moradia. “Em 12 meses, foram mais de 300 reuniões entre associações e lideranças de movimento”, diz a nota, acrescentendo que a secretaria vai entregar 55 mil unidades habitacionais até 2016. “Hoje, são 24 mil unidades em obras ou prestes a iniciar”, informou.

A secretaria também informou que atende provisoriamente cerca de 32 mil famílias. “Isso corresponde a cerca de R$ 70 milhões gastos por ano, o que possibilitaria a construção de mil unidades habitacionais. O objetivo é viabilizar o máximo de unidade e entregar as unidades para liberar os auxílios para outras famílias”, diz a nota. A Marcha por Moradia Digna e Contra os Despejos começou no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) às 8h da manhã. Por volta das 14h, os manifestantes saíram do Viaduto do Chá em direção ao prédio da CDHU. Uma comissão aguarda para ser recebida por representantes do órgão. Por Agência Estado


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