MANAUS, DOMINGO, 12 DE JANEIRO DE 2014
(92) 3090-1017
IONE MORENO
Comodidade e boa localização
Conhecido pelos seus conjuntos residenciais, o Dom Pedro está entre as áreas mais valorizadas de Manaus e apresenta atrativos como o bom trânsito e a quantidade de serviços próximos
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Dom Pedro está entre os bairros mais valorizados da cidade, graças à sua localização – na Zona Centro-Oeste – e à proximidade de serviços diversos como restaurantes, bancos, supermercados, drogarias, praça de alimentação, escolas e do estádio Arena da Amazônia, que vai abrigar jogos da Copa do Mundo da Fifa. “É um bairro excelente. Pena que não foi explorado para a construção de condomínios em prédios. Quando se fala no Dom Pedro, lembra-se logo dos conjuntos de casas”, observa o corretor de imóveis Ênio Cruz. Entre os conjuntos que a área abriga estão o Dom Pedro 1 e 2, Kíssia e Deborah. Mesmo sem muitos edifícios residenciais como o seu vizinho Parque 10 de Novembro, o Dom Pedro abriga empreendimentos bem valorizados, como o Ocean Park, da CiexLaghi, e o Thiago de Mello, da Cristal Engenharia. Apesar de ser tão visado comercialmente, a procura pela compra de imóveis no bairro também apresenta as consequências da atual situação do mercado imobiliário. Cruz comenta que, de uma maneira geral, esse mercado encontra-se estagnado. “Há bastante produtos, bastante ofertas e isso gera uma cautela nas pessoas para a compra de imóveis. Hoje existe mais movimentação nas locações, mas por parte de concursados que vêm de outros Estados para cá. O mercado imobiliário está acirrado”, analisa o corretor. Em média, um apartamen-
to de alto padrão no Dom Pedro pode custar de R$ 700 mil a R$ 800 mil. “Hoje, o metro quadrado em áreas como o Adrianópolis chega a R$ 10 mil. Antes, o metro quadrado em Manaus custava entre R$ 4 mil e R$ 6 mil”, observa Cruz. Na avaliação do corretor, o Dom Pedro sempre foi, logisticamente, um “ótimo bairro”. “Em um raio de 500 metros quadrados, por exemplo, o que valoriza essa área é a presença de supermercados, de hospital, de bancos e também da Arena da Amazônia. Como avaliador, procuro o que o bairro oferece a determinado imóvel e se oferece comodidade ao comprador”, explica. O próprio Cruz já morou
Opções diferenciadas para fluxo de veículos Outro atrativo dessa região apontado pelo corretor é a possibilidade de escoamento do trânsito de veículos. “Se um morador trabalha no Centro, mas as avenidas Constantino Nery e Pedro Teixeira estão congestionadas, então ele pode optar em ir até o local de trabalho pela avenida Brasil”, sugere. Moradora do conjunto Deborah, a funcionária pública Velta Cabral Marques também chama a atenção para o trânsito no bairro. “É um local excelente. Temos acesso em todos os sentidos e quem mora lá não depende apenas
de uma via para se locomover, pode utilizar várias. Existem muitas opções para entrar e sair do bairro”, diz. Velta, que vive no local há 34 anos, considera o Dom Pedro uma área “excelente” e também comenta a proximidade de diversos serviços. “É um local bem centralizado, fica perto da Vila Olímpica, do sambódromo, da Ponta Negra, de supermercados, de agências bancárias e agora da Arena da Amazônia”, enumera. Com a saída dos filhos de casa, Velta conta que, se fosse mudar de residência,
seria para um apartamento na mesma área, pois não pensa em sair do bairro. Segurança A boa localização do Dom Pedro está entre os atrativos citados pelo funcionário público Marcelo Mendes, morador há 40 anos. “É um bairro que fica próximo de tudo. Também destaco o aspecto ainda familiar e residencial do conjunto e uma relativa segurança comparada aos demais bairros de Manaus”, diz. A falta de mais segurança estimula Marcelo a incluíla entre os pontos desfa-
voráveis do bairro, ao lado do abandono das praças, a ocupação desordenada das calçadas e lugares públicos e a falta de mais linhas de transporte coletivo. “O conjunto abriga sedes das quatro forças policiais, federal, civil, polícia militar e guarda municipal, ou seja, aqui não deveria haver nenhuma ocorrência”. Mesmo com essas reclamações, o funcionário público considera que os pontos favoráveis falam mais alto e ele não pensa em se mudar dessa área. “O Dom Pedro todo é minha casa”, afirma. RICARDO OLIVEIRA
VALORIZAÇÃO
O Dom Pedro abriga, atualmente, empreendimentos valorizados como o Ocean Park, da CiexLaghi e o Thiago de Mello, da Cristal Engenharia. Questões como trânsito e serviços também são atrativos nessa área e destaca a quantidade de bons serviços. Mas, lembra ainda que, atualmente, muitos moradores têm trocado suas casas por uma melhor segurança em condomínios fechados. “Existem várias casas à venda porque hoje todo mundo quer mais segurança. Você paga mais caro, mas acaba trocando um molho de chaves por apenas uma”, afirma.
A proximidade da Vila Olímpica e também da Arena Amazônia Vivaldo Lima tem valorizado os empreedimentos residenciais
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Telhado verde pode reduzir calor dentro de residências O
uso do telhado verde pode ser um instrumento importante para reduzir os impactos de ilhas de calor formadas especialmente em grandes centros urbanos, indica estudo da Universidade de São Paulo (USP). Ao comparar dois prédios da capital paulista, um com área verde e outro com laje de concreto, o geógrafo Humberto Catuzzo verificou que a temperatura no topo do edifício com jardim ficou até 5,3 graus Celsius (°C) mais baixa. Também houve ganho de 15,7% em relação à umidade relativa do ar. “Se imaginarmos que está fazendo 25°C no prédio com telhado verde e, no de concreto, 30°C, isso faz uma grande diferença dentro daquele microclima”, disse o pesquisador e autor da tese de doutorado com esse tema. Catuzzo destacou que não é possível definir exatamente o impacto que a iniciativa teria, se fosse expandida, mas observou que as diferenças de temperatura e umidade constatadas na experiência foram muito significativas. “Poderia melhorar a questão climática ou ambiental daquela região central”, ressaltou. Os edifícios analisados foram o Conde Matarazzo, sede da
prefeitura de São Paulo, no Viaduto do Chá, e o Mercantil/ Finasa, na rua Líbero Badaró, cuja laje é de concreto. Os dois prédios, localizados na margem direita do Vale do Anhangabaú, foram escolhidos por estarem sujeitos a condições atmosféricas e de insolação semelhantes. No topo dos edifícios foram instalados sensores a 1,5 metros do chão (padrão internacional), que, durante um ano e 11 dias, mediram a temperatura e a umidade relativa do ar na área dos dois telhados. De acordo com Catuzzo, a ilha de calor existente no centro de São Paulo eleva em até 10°C a temperatura na região durante o verão. “O concreto, o pavimento, a grande circulação de veículos fazem com que essa área tenha um aquecimento maior em relação a outras”, disse. O uso de telhados ecológicos solucionaria também o problema da falta de espaços no centro que pudessem abrigar áreas verdes. No estudo, Catuzzo comparou os dados do prédio da prefeitura com as informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Nesse caso, o telhado verde, mesmo estando em área central, apresentou menor aquecimento e maior umidade relativa do ar.
FOTOS: REPRODUÇÃO
Comparação de geógrafo verificou que a temperatura no topo do edifício com jardim ficou até 5,3°C mais baixa
A experiência do geógrafo Humberto Catuzzo constatou que o ambiente que conta com o telhado verde teve baixa de até 5,3ºC
Absorção de luz em até 30% Segundo o pesquisador, essas áreas absorvem cerca de 30% da luz irradiada pelo sol. “Parte (da energia) é retida pelas plantas, até pela questão da fotossíntese, e uma menor quantidade de calor é emitida de novo para a atmosfera”, disse Catuzzo. Sem a vegetação, o concreto recebe a energia solar, fica aquecido e emite novamente calor. Além do ganho em termos climáticos, o telhado verde pode contribuir para a redução do uso de energia. “Aumenta-se o conforto térmico no interior dos edifícios e, consequentemente, reduz-se o uso do ar-condicionado”,
exemplificou Catuzzo. Também melhora o escoamento pluvial, que é fundamental especialmente para uma cidade que sofre com enchentes. Para o geógrafo, a expansão do uso desse tipo de telhado pode ajudar na formação de corredores ecológicos nas grandes cidades, interligando várias coberturas às áreas preservadas, como praças e parques. “No 14° andar de um prédio, existe vida. São pássaros, como sabiás e bemte-vis. Há todo um ecossistema, mesmo que reduzido, funcionando perfeitamente. Ver a cidade mais verde significaria ganho de qualidade
ambiental para a comunidade como um todo”. A instalação de um telhado verde, no entanto, não pode ser feita sem cálculos para verificação de qual o modelo mais adequado de acordo com as condições estruturais do prédio. “O da prefeitura, por exemplo, é um telhado verde intensivo, que tem um peso maior, com árvores de porte médio a alto”, explicou Catuzzo. Existem outros tipos de cobertura vegetal, como a extensiva, com o uso de grama; e a semi-intensiva, com plantas de porte arbustivo, além da grama. Por Agência Brasil
O telhado ajuda, ainda, no escoamento pluvial, fundamental para cidades com enchentes
EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri REPORTAGEM Bruno Mazieri Luiz Otávio Martins
FOTOS Ione Moreno REVISÃO Gracycleide Drumond Saaramar Lahan
DIAGRAMAÇÃO Mario Henrique Silva TRATAMENTO DE FOTOS Klinger Santiago
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Depósitos diferenciados são sensação no mercado FOTOS: DIVULGAÇÃO
Bastante comum no exterior, o aluguel de boxes para armazenamento de bens é realizado desde dezembro pela Para Guardar
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endência recente no mercado brasileiro, o aluguel de boxes de armazenamento chegou no dia 17 de dezembro a Manaus. A empresa que atua com esse serviço na capital é a Para Guardar Self Storage, do empresário amazonense José Benchimol. Trata-se de um serviço de aluguel de pequenos espaços para armazenamento temporário dos bens de empresas ou residências. Os boxes de armazenamento da Para Guardar ficam na avenida Torquato Tapajós, 3.282, próximo ao aeroporto Eduardo Gomes. O proprietário da Para Guardar observa que esse tipo de aluguel é bastante comum em países como os Estados Unidos, onde morou para cursar faculdade e mestrado, e ele mesmo chegou a ser usuário. “Eu passava nove meses lá e três meses no Brasil, então ao alugar o apartamento, utilizava o box de self-storage de lá quando estava aqui”, lembra. Esse tipo de aluguel também é recomendado para empresas que acumulam um volume muito grande de mercadorias em determinados períodos do ano (como o Natal, por exemplo) e acabam não tendo onde armazená-los. José Benchimol comenta que esse serviço está surgindo ainda de maneira tímida pelo Brasil, mas já existe em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife. “É um fenômeno recente no país”, diz. Segundo o empresário, a Para Guardar tem apresentado um bom retorno, apesar do pouco tempo de funcionamento.
“As pessoas demoram a entender como funciona um produto novo. O self-storage não é um processo em que você compra o produto numa loja e depois vai para casa. Mas, já tivemos muitos contatos por meio do nosso site, por telefone e pela página no Facebook”, afirma. E enfatiza que a procura por parte de empresas e residências tem sido equilibrada até o momento. Tamanhos O aluguel de um box da Para Guardar é mensal e os tamanhos variam de dois metros quadrados a 25 metros quadrados. Os aluguéis custam a partir de R$ 100 e só quem tem acesso à chave do espaço é o próprio cliente. No caso de empresas, podem ser armazenados documentos, mercadorias e equipamentos, e não é necessária a abertura de uma filial para utilizar o serviço de self-storage. Contrato social e comprovante de endereço são os documentos necessários para o aluguel. Para pessoa física, são pedidos RG, CPF e comprovante de residência, e o aluguel nesse caso é recomendado para famílias que estão realizando mudanças, que precisam de mais espaço em casa ou que estão investindo em reformas. Não é permitido o armazenamento de animais e plantas, nem de produtos como fogos de artifício, dinheiro, armas e produtos químicos. Sugestões Na página da empresa no Facebook estão várias dicas de como armazenar pertences diversos, entre eles ins-
trumentos musicais, bolsas e óculos, e até sugestões de decoração para aproveitar melhor os espaços de determinados ambientes. A Para Guardar também tem à disposição uma equipe treinada para auxiliar o cliente a decidir o espaço mais adequado às suas necessidades. Algumas dicas estão disponíveis no site da empresa. Por exemplo, para cada dez metros quadrados de residência, será necessário um metro quadrado de box, e é possível guardar 80 caixas de documentos em um metro quadrado de box, com altura de 2,5 metros. Os bens armazenados na empresa serão cobertos por uma apólice de seguro obrigatória. O serviço dispõe ainda de mecanismos de segurança como alarmes, câmeras, concertina no perímetro do imóvel, trincas especiais para as portas e senha de acesso aos boxes. A Para Guardar só não fornece transporte para os produtos, mas indica serviços de transportadoras e táxis-fretes.
SERVIÇO PARA GUARDAR SELF STORAGE Onde: Avenida Torquato Tapajós, 3.282, Tarumã Horário: De segunda a sexta, de 8h às 18h, e aos sábados, de 9h às 14h Informações: (92) 3088-9296 ou www.facebook. com/ParaGuardar
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Ambiente aconchegante e valorizado
As varandas fechadas com vidro oferecem vantagens na sua instalação como a climatização do ambiente e o isolamento de barulho
Os condomínios locais têm utilizado cada vez mais esse tipo de recurso
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ma boa opção para dar um clima mais aconchegante a um apartamento ou casa e ainda valorizar o imóvel é providenciar o fechamento de uma varanda com vidro. Esse tipo de ambiente – que pode ou não incluir uma churrasqueira, daí o termo “varanda gourmet” – acaba sendo uma espécie de extensão da sala de estar e oferece vantagens como segurança e a possibilidade de se controlar fatores como a entrada de poeira e vento. Em Manaus, a procura tem aumentado nos últimos anos, mas no caso de condomínios residenciais algumas regras precisam ser seguidas. Essas varandas fechadas podem ser instaladas em casas ou apartamentos. No caso de condomínios, precisam ser aprovadas em convenção para que seja escolhida a cor do vidro, por exemplo. “Depois que o padrão for aprovado, os moradores que quiserem ter esse tipo de varanda terão que seguir o que foi determinado na convenção”, explica Beto Pimenta, gerente comercial da loja dos Espelhos Blindex, que é a empresa fabricante autorizada dessa marca no Amazonas. Segundo Beto, em 2013 a procura por esse serviço na empresa aumentou 15% em relação aos anos anteriores. “Somos pioneiros em Manaus e começamos a dispor desse trabalho há cerca de 3 anos. Hoje, existem três ou quatro empresas na cidade que fornecem esse serviço”, comenta. A arquiteta Luciana Moreno conta que esse tipo de varanda tem sido uma tendência bastante forte há 5 anos, e no país teve início em cidades do Sul. “Lá a ideia era se proteger do frio, proteger a mobília e criar um espaço mais útil, no caso da gourmet”, diz. Luciana destaca que, no caso de Manaus, a adoção desse ambiente em residências tem mais a ver com a climatização por
As varandas com vidro dão uma valorizada ao empreendimento
causa dos períodos de calor ou chuva intensa da região. “Com o lançamento no mercado, muitos prédios já são entregues com o fechamento em vidro pronto. E para o nosso clima essas varandas são muito bem-vindas, além de também amenizar a questão da entrada de poeira”, afirma, lembrando que em casas as varandas gourmet também são bastante usadas. Rigor A loja dos Espelhos reserva um setor específico para tratar dessas varandas, e cuida desde a medição do espaço, a criação do projeto e a elaboração do orçamento até a produção. O gerente comercial enfatiza que é um processo bastante rigoroso porque as lâminas de vidro têm que ficar perfeitamente
CRESCIMENTO
Segundo Beto Pimenta, gerente comercial da loja dos Espelhos Blindex, empresa fabricante autorizada, em 2013 a procura por esse serviço aumentou 15% em relação aos anos anteriores encostadas umas nas outras para evitar que fiquem empenadas. “O projeto tem que sair da loja perfeito”, diz. As lâminas também não podem ter mais de 50 centímetros de largura, e os tipos de vidros utilizados são de oito e dez milímetros de espessura. A manutenção posterior é feita, basicamente, nas roldanas de deslizamento. O preço de uma varanda desse gênero varia bastante e depende de fatores como a espessura e a cor do vidro – que pode ser incolor, verde ou fumê –, além do tipo e do tamanho do ambiente onde será construída. Mas, o valor total pode chegar a R$ 8 mil ou R$ 10 mil, de acordo com Beto Pimenta.
Ele também revela que a procura por esse serviço tem sido feita principalmente por quem mora nos empreendimentos de médio e alto padrão. “A varanda valoriza muito o imóvel e climatiza a área onde é construída. Também evita a entrada de ruídos e de poeira e o cliente pode ainda controlar a ventilação”, afirma o gerente. Vantagens A relações públicas Manuela Dantas possui varanda fechada no seu apartamento, e cita vantagens como mais segurança para que seus filhos possam brincar nesse ambiente. Essa varanda já estava incluída no pacote da compra do seu imóvel e ela revela que, mesmo se a construtora não vendesse, ela pensaria em instalar. “É uma segurança a mais para os meus filhos, protege o ambiente da chuva e quando venta muito forte posso fechar o vidro”, observa. Atualmente, ela não vê nenhum tipo de desvantagem na varanda fechada. “Mas quando precisar de manutenção espero encontrar na cidade uma empresa que ofereça um bom serviço nesse sentido”, comenta. Quem também só lista vantagens para a varanda gourmet é a corretora de imóveis Rúbia Guimarães. Esse ambiente já fazia parte do layout original do apartamento e era um lugar que ela desejava ter na sua residência. “Tenho um espaço de varanda extremamente grande, como se fosse uma extensão da minha sala de estar, e é superaconchegante”, diz. Rúbia conta que costuma usar a varanda para reunir amigos para um churrasco aos finais de semana ou para jantar, e destaca que optou em deixar o ambiente natural, sem climatização. “Eu prefiro assim, mesmo com os períodos com clima mais quente. Para mim não tem problema”, garante.