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Salão imobiliário - 11 de maio de 2014

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MANAUS, DOMINGO, 11 DE MAIO DE 2014

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Muitas ofertas, pouca procura Para alguns especialistas, a Copa do Mundo supervalorizou os imóveis no último ano e prejudicou a venda de empreendimentos

A

escolha de Manaus como uma das sedes dos jogos da Copa do Mundo 2014 criou um clima diferente no mercado imobiliário da cidade. Se por um lado muitos acreditaram que o mundial poderia aumentar os negócios, por outro há quem diga que ele causou uma supervalorização dos imóveis ofertados, elevando os preços e prejudicando as vendas. “Houve uma especulação por conta desse evento e muitos proprietários tiveram a ilusão de que poderiam comercializar agora o que não conseguiram nos outros meses. Isso fez com que os valores das casas e apartamentos aumentassem, assustando quem pretende comprar ou, até mesmo, alugar um imóvel”, afirma o corretor de imóveis Ênio Cruz. O corretor cita o exemplo de um imóvel para aluguel em um condomínio no bairro Dom Pedro que atualmente está custando R$ 4.600. Já o valor de um apartamento com 100 metros quadrados ao lado da Arena Amazônia está custando em média R$ 800 mil para venda. “As pessoas acreditaram que a Copa iria ser a “galinha dos ovos de ouro” e é uma realidade não só de Manaus, mas de todo o Brasil”, diz. Ao contrário dos apartamentos, as casas no Dom Pedro continuam com o mesmo preço. “Esses imóveis variam entre R$ 250 mil a R$ 300 mil. Elas são mais baratas porque estão em conjunto. Hoje em dia, a alta procura mesmo é por condomínio fechado, o que eleva os preços”, observa Cruz. Cruz acredita que depois do evento os valores podem diminuir. “Eles já estão parados há algum tempo, já está difícil vender. As pessoas colocaram patamares invendáveis, têm que esperar. Quem precisa de dinheiro, tem que baixar o preço, ou não vende mesmo”, avalia. Mercado Para o corretor de imóveis depois da bonança da última década, o mercado imobiliário ainda não decolou em 2014. Esse esfriamento se deve não exclusivamente ao evento esportivo, mas a

alta inflação, insegurança dos consumidores e instabilidade econômica. Segundo Cruz, para quem busca comprar um imóvel, a palavra da vez é cautela. “As pessoas estão receosas em entrar em um financiamento e por isso estão mais exigentes e cautelosas. O mercado está parado, quem tem dinheiro está segurando, esperando a mudança de governo acontecer para ver no que vai dar”, ressalta. O presidente do Sindicato da Construção Civil no Amazonas (Sinduscon-AM), Eduardo Lopes, discorda que o mercado tenha estagnado. Segundo ele, o problema é que muitas incorporadoras acabaram construindo mais empreendimentos do que o necessário. “No começo de 2007 muitas empresas vieram para Manaus, elas realizaram estudos de mercado e cada uma com suas informações lançaram os produtos, mas acabaram errando na do-

sagem e só agora ficou claro que foi lançado mais do que deveria”, explica. Lopes diz que esse é o principal motivo para a baixa nas vendas. “Em 2013, foram 17 mil imóveis ofertados, um número muito grande. As construtoras estão sofrendo um pouco para vender. A procura foi boa, mas a oferta de demanda foi maior do que o necessário. Agora o mercado vai ter que encontrar o equilíbrio para que isso não ocorra mais”, observa. O presidente ressalta

ainda que essa situação não tem relação nenhum com a Copa. “Não houve lançamentos específicos por conta do evento, inclusive no entorno do estádio. Todos os novos empreendimentos foram feitos muito antes do evento” diz.


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Empreendimento reunirá versatilidade no Centro de hotel em casa, uma vez que o Smart vai dispor de serviços de lavanderia, limpeza de apartamento, salão de beleza em domicílio, massagem, refeições congeladas, fornecimento de água mineral, manutenção elétrica e civil, reparos no computador e, até mesmo, pet care e concierge, que é o profissional responsá-

ÁREAS

O empreendimento da Engeco contará com salas de reunião, fitness, espaço gourmet, salão de festa, sauna, churrasqueira, brinquedoteca, spa, lan house e piscinas adulto e infantil vel por assistir os moradores em qualquer pedido. O Smart contará, ainda, com salas de reunião, fitness, espaço gourmet, salão de festa, churrasqueira, brinquedoteca, sauna, spa, lan house, piscinas adulto e infantil. O projeto é do arquiteto Roberto Moita e a decoração interna é da Lindemberg Arquitetura de Paulo e Manuela Lindemberg.

O Smart Residence Downtown, localizado no Centro de Manaus, ocupará uma área de 5 mil metros quadrados em uma torre

SÃO PAULO REPRODUÇÃO

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ançado com a proposta de valorizar o Centro de Manaus, o Smart Residence Downtown, localizado na avenida Joaquim Nabuco está com suas obras em ritmo acelerado. A cinco minutos do coração do centro histórico da cidade e das opções mais modernas que o local oferece, o empreendimento envolve uma área de 5 mil metros quadrados em uma única torre com 15 andares e 210 apartamentos. O conceito é tão diversificado que as unidades oferecidas são montadas pelo próprio cliente – ou seja, pode ser de um, dois ou três quartos, que vão de 54 a 107 metros quadrados. Para a gerente de marketing da Engeco, Jória Said Guerreiro, o Smart prima pela variedade e flexibilidade nas plantas oferecidas, além de todo o charme do Centro. “O que mais chama atenção é isso. Temos a localização privilegiada de estar em pleno centro urbano vivo de Manaus e em um empreendimento com serviços únicos que você encontra somente em hotéis”, destaca. Isso porque os condôminos vão poder desfrutar de serviço

DIVULGAÇÃO

O Smart Residence Downtown vai dispor de serviços de lavanderia, limpeza de apartamento, massagem, entre outros

A maior parte dos entrevistados culpa o governo de São Paulo pela escassez hídrica

Pobres sofrem com falta de água Uma pesquisa divulgada na última semana pelo instituto Data Popular revelou que os paulistas mais afetados pela falta de água no Estado são os mais pobres. De acordo com o estudo feito por telefone com 18.534 pessoas em 70 cidades do Estado, 25% das pessoas que recebem até um salário mínimo por mês relataram falta de

água nos últimos três meses em casa ou no trabalho. Por outro lado, apenas 12% das pessoas que ganham acima de dez salários, esse número cai para 12%. A maior parte dos entrevistados culpa o governo do Estado pela maior escassez hídrica dos últimos 84 anos. Segundo a pesquisa, 41% dos paulistas culpam a ges-

tão Geraldo Alckmin (PSDB) pela falta de água, enquanto outros 29% apontam falha da Sabesp, outros 9% o governo federal e apenas 7% a falta de chuvas. A falta d’água afetou 23% dos paulistas , de acordo com o levantamento. O índice sobe para 35% na região metropolitana, contra 30% na capital e 14% no interior. Por Agência Brasil

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri

FOTOS Ricardo Oliveira

REPORTAGEM Bruno Mazieri Mariane Barroco

REVISÃO Gracycleide Drumond

DIAGRAMAÇÃO Mario Henrique Silva TRATAMENTO DE FOTOS Pablo Filard


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Imóveis sem regularização afetam mercado da cidade

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uem já possui uma casa ou quem quer comprar um novo imóvel, muitas vezes não se preocupa com o que parece ser uma burocracia limitada às grandes construtoras: a regularização junto ao Cartório de Registro de Imóveis e prefeitura local. Para muitos, a documentação só faz falta na hora que o proprietário decide se desfazer e quando o futuro comprador recorre ao financiamento imobiliário e, para que o empréstimo seja concedido, o imóvel precisa estar regular, caso contrário, não há a liberação. A falta de regularização é um dos maiores entraves ao negócio imobiliário, depreciando o valor da área. “Atualmente somente cerca de 40% dos imóveis de Manaus são regularizados. A maioria das pessoas alega que não regularizam por causa do alto custo que inclui pagamento do Imposto de Transição de Bens e Imóveis (ITBI), taxas cartorárias, no caso de imóveis construídos ainda tem o INSS. Muitos constroem e não pagam nada”, afirma a corretora de imóveis Márcia Cohen. A falta de registro de escrituras é a principal irregularidade, que inclui também a inexatidão da qualificação do proprietário (estado civil alterado ou número de documento de identidade equivocado), falta de certidão negativa de débitos de IPTU, no caso de imóvel em con-

domínio, falta da quitação de débito, além da ausência da certidão narrativa atualizada do imóvel. Para sanar essas irregularidades é necessário um certo tempo, o qual geralmente é maior do que o da negociação, dada a burocracia e conhecimento técnico necessário para regularizá-las. “É preciso buscar orientação com um profissional que pode ser um corretor especialista em documentação imobiliária. Esse profissional vai

IMPORTÂNCIA

A auxiliar de cartório do 2º ofício de notas Maria Pompeia diz que a maioria das pessoas que procuram o cartório ainda prefere fazer o contrato de compra e venda, o chamado “contrato de gaveta” verificar as vias legais para fazer isso”, diz Márcia. O empresário Igor Nery há 6 anos comprou um imóvel sem documentação, mas somente há 1 ano buscou ajuda de um corretor para resolver o problema. “Minha corretora ainda esta cuidando do processo de regularização que é burocrático. Comprei o imóvel no contrato de compra e venda e agora ela esta solicitando o titulo definitivo. Tem que ter paciência”, diz.

Segurança A regularidade do imóvel também traz segurança jurídica ao proprietário, pois tudo aquilo que estiver na matrícula representa a realidade do imóvel e eventual questionamento quanto à propriedade pode ser mais facilmente resolvido. “Por isso é importante para aqueles que têm propriedade imobiliária as mantê-las devidamente registradas e regularizadas, tanto para sua própria segurança jurídica quanto para eventual negociação do bem a fim de ver resguardados todos os seus direitos e ainda manter uma posição privilegiada quando da negociação do imóvel” explica Cohen. Demanda A auxiliar de cartório do 2º ofício de notas Maria Pompéia diz que a maioria das pessoas que procuram o cartório ainda prefere fazer o contrato de compra e venda, o chamado “contrato de gaveta”. “A demanda é realmente grande. Em Manaus temos muitos imóveis irregulares, principalmente, nas zonas Norte e Leste. Como nosso cartório fica no bairro da Cidade Nova onde tem muitas áreas de invasão, acabamos atendendo clientes nessa situação”, explica. Segundo Maria, muitos acreditam que o “contrato de gaveta” é o documento definitivo e acabam não regularizando seu imóvel por falta de conhecimen-

to, além disso, existem também aqueles que não regularizam por questões financeiras. “Os custos no cartório dependem da avaliação da prefeitura, que estipula os valores dependendo do bairro. Vamos tomar como exemplo, um imóvel na Cidade Nova avaliado em R$ 100 mil, o proprietário precisa pagar o ITBI municipal, as custas do cartório com base na tabela do tribunal de justiça o que já daria R$ 884, 60. Feito isso é preciso pagar para fazer o registro da escritura que também vai custar R$ 884,60, além das certidões que precisam ser tiradas que custam em média R$ 117”, observa. Os tramites necessários para registrar um imóvel variam de acordo com cada caso. “Áreas pertencentes ao Estado ou Município deve – se primeiro entrar com requerimento no órgão competente para solicitar o titulo definitivo e depois levar para o cartório de registro de imóveis. Se for propriedade particular sem registro é preciso saber de quem é a terra, caso more no local há mais de 5 anos e não encontre o dono, pode entrar com o “uso capião”, atendendo é claro os requisitos do Código Civil. Se for uma área de invasão, por exemplo, é necessário procurar um cartório levando um comprovante que diga a quantos anos a pessoa mora naquele local e também apresentar testemunhas. O importante é não deixar de regularizar”, alerta.

REPRODUÇÃO

CHICO BATATA/REPRODUÇÃO

Na hora da compra e venda, os interessados acabam encontrando um entrave devido a falta de documentação para transição


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Redução de emprego na área da construção civil D

epois de se manter em alta nos meses de janeiro e fevereiro, o nível de emprego no setor da construção civil diminuiu 0,10%, em março sobre fevereiro, segundo a pesquisa do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP ) e da Fundação Getulio Vargas (FGV). Das cinco regiões do país, apenas o Sul indicou elevação, empregando 0,39% mais pessoas do que em fevereiro, com a abertura de 1.958 vagas. A redução do índice foi considerada atípica para o período. “Na construção civil, a queda do emprego em um mês como março não é usual. Entretanto, é cedo para dizer que isso será uma tendência para os próximos meses”, disse, por meio de nota, o presidente do Sinduscon-SP, Sergio Watanabe. Na comparação com março do ano passado, porém, houve crescimento de 1,27%, e no acumulado do trimestre, alta de 1,65%, com a criação de 57,1 mil postos de trabalho. O número de pessoas empregadas somou 3,5 milhões. Watanabe observou que, enquanto alguns estados eliminaram vagas, outros ampliaram as contratações, como foi o caso

de São Paulo, ao que ele atribuiu à finalização das obras por conta da Copa do Mundo e também aos empreendimentos residenciais. São Paulo teve expansão de 0,14% sobre fevereiro, com 1.192 empregos, e, no trimestre, alta de 1,76%, com um saldo de 15,1 mil trabalhadores entre demissões e contratações. Das dez regiões paulistas pesquisadas, cinco apresentaram queda no período (Campinas, Ribeirão Preto, Santos, São José dos Campos e Bauru). Já nas regiões do país, o Norte reduziu as oferta em 0,15%, eliminando 321 postos de trabalho; o Nordeste teve queda de 0,48%, com o corte de 3.639 empregos; o Sudeste diminuiu 0,06%, com 1.055 vagas suprimidas; e, no Centro-Oeste, houve recuo de 0,18%, equivalente a 542 contratações a menos do que em fevereiro. O Sinduscon-SP também divulgou na última semana a pesquisa conjunta com a FGV de torno do Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil, que teve elevação de 0,15% em abril sobre março e um avanço acumulado no quadrimestre de 0,51%, com o valor do metro quadrado em R$ 1.105,20. Por Agência Brasil

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Segundo dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo, houve uma queda de 0,10% em março

Sergio Watanabe, presidente do Sinduscon-SP afirma que em determinadas capitais eliminaram vagas e em outras hove ampliação

Carlos Célio carlos@investimento.net.br

Casa própria, um sonho para poucos Ter a casa própria hoje é um sonho de grande parte dos brasileiros e de todas as pessoas que pagam aluguel. Com a estabilização da economia e o aumento do poder aquisitivo da população, alguns brasileiros já estão realizando a compra da tão sonhada casa própria. Hoje em dia, é fácil realizar esse sonho, desde que tenha renda familiar comprovada acima de R$ 3 mil, nome limpo na praça e uma pequena quantia de dinheiro para o investimento inicial, com esse perfil você poderá ter um imóvel no valor de aproximadamente R$ 100 mil, pois em uma parceria do governo federal com a Caixa Econômica, os financiamentos de casas e apartamentos estão com condições super facilitadas. Consulte um corretor de imóveis de sua confiança sobre as opções disponíveis no mercado, ele lhe fornecerá uma consultoria para encontrar o produto adequado à sua realidade. Porém, se você tem pouco tempo disponível e quer conhecer várias opções de empreendimentos, a dica é visitar a décima edição do Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal nos dias 16, 17 e 18 de maio. Serão ofertados imóveis novos e usados com financiamentos em até 35 anos a juros muito mais baixos a partir de 4,5% a.a e preços muito mais acessíveis ao comprador. No feirão, visite vários estandes com a esposa (o), com o pai ou mãe, até mesmo com um amigo, mais se possível não leve as crianças. Certifique-se da localização, tipo de construção e, principalmente, as promoções

que as incorporadoras estão oferecendo. Agora, se você estiver decidido a realizar mais essa conquista e tem viabilidade financeira para tal, tenha em mãos: RG, CPF, certidão de nascimento, declaração de IR, os três últimos contracheques, comprovante de residência atualizado, se for casado (a) a certidão de casamento, bem como os documentos acima do cônjuge, caso for utilizar o FGTS leve a carteira de trabalho e o extrato do FGTS, normalmente a entrada é paga com cheque ou boleto. De posse dessa documentação, analise as opções com muito cuidado, guarde os panfletos, propostas e toda e qualquer informação do imóvel escolhido, leia atentamente o contrato e se tiver dúvidas, consulte um advogado ou alguém com bons conhecimento no assunto. Você deve evitar entrar em um financiamento sem saber o que está fazendo, é preciso estar ciente que terá sua renda familiar afetada por décadas, por isso faça antes as contas e um bom planejamento financeiro de hoje e amanhã. Tomadas todas as precauções, feche negócio e seja feliz no seu futuro lar. Talvez alguns estejam pensando, e eu? Quando irei realizar esse sonho? A fim de assegurar seu futuro, você deve se tornar financeiramente educado hoje. A maioria das pessoas não começa a poupar até que seja muito tarde. Na realidade é que quanto mais tempo você deixar para economizar, maior será o seu risco e necessidades. Gaste menos do que você ganha. Construa o seu futuro. Tome uma decisão hoje. Pense nisso! O seu futuro agradece.

Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador

Consulte um corretor de imóveis de sua confiança sobre as opções disponíveis no mercado, ele lhe forncerá uma consultoria para encontrar o produto adequado a sua realidade”


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Funcionalidade das áreas comuns ganha destaque FOTOS: DIVULGAÇÃO

O título define a proposta criada pela arquiteta paulista Carolina Ouro para esses espaços que prezam pela qualidade de vida

“A

visão de que um apartamento bom é aquele apenas para morar já não existe mais. Hoje as pessoas buscam agregar valores aos locais onde residem. Eles querem segurança, qualidade de vida e praticidade”, quem afirma é a arquiteta paulista Carolina Ouro, que assina projetos em todo Brasil, inclusive em Manaus, dentre os quais o do Reserva Inglesa Condomínio Parque. Atualmente, as áreas de convivência não se limitam a uma praça ou a um playground. Essas áreas comuns ganharam ambientes personalizados, como, espaço gourmet, fitness, pet care, teen, kids entre outros. São itens colocados à disposição nos condomínios residenciais que pesam em qualquer negociação de compra e venda de empreendimentos. Partindo deste conceito, a arquiteta “deposita” toda criatividade na montagem desses espaços com serviços que possam garantir benefícios ao comprador. Para ela, as áreas comuns devem ser planejadas de maneira ampla, arejada e com um bom aproveitamento da ventilação. No projeto do Reserva Inglesa Condomínio Parque, Carolina aposta também no conceito da qualidade de vida aliada à praticidade e sofisticação. “Esta é a principal proposta para o projeto das áreas comuns do Reserva Inglesa que é unir lazer, conforto e beleza. O salão de festas adulto e espaço gourmet foram projetados para receber um tratamento único e sofisticado. O uso da madeira e cores sóbrias deixou os espaços acolhedores”, comenta a arquiteta. O projeto desenvolvido por ela traz uma ousada marca de modernidade sem perder o con-

forto. “Harmonia e o conforto são pontos que estarão presentes por meio de um cuidado especial com as cores, materiais e iluminação de forma que os ambientes transmitissem tranquilidade. Para a criançada o projeto se caracterizou um pouco mais na área temática e lúdica. A brinquedoteca ficou bem temática proporcionando estímulos visuais e sensoriais, pois nada melhor que ver crianças pulando esbanjando alegria”, explicou Carolina. Cupcakes “O salão de festas infantil foi representado de uma forma neutra para que cada aniversariante adote o tema de sua festa, mas, ao mesmo

QUEM É?

Carolina Ouro dirige o escritório atuante no mercado de arquitetura e interiores desde quando se formou na Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Ela já desenvolveu centenas de projetos

Os espaços foram projetados cheios de detalhes pela arquiteta

Melhor potencial das atividades As áreas comuns tiveram um papel fundamental no projeto

tempo, com um toque infantil e diferenciado através do tratamento do piso, das cores das cadeiras e da imagem de cupcakes que atualmente é um doce de presença garantida nas festas das crianças”, disse a arquiteta. E ela acrescenta: “Já o espaço teen foi planejado para atender as expectativas do jovem: um ambiente colorido, despojado e prático para se enturmar, se divertir. É um espaço para unir os adolescentes, pois reúne interesses comuns para esta faixa etária”.

Família merece cuidados A ideia é que todos estejam confortavelmente alojados para a sessão filme mais pipoca. E Carolina Ouro apostou no básico ao fazer um home cinema concebido para toda família. O ambiente tem o conforto e o aconchego do lar, mas conta com espaço para reunir um

grupo maior e ainda assim oferece um equipamento de qualidade para deixar o programa ainda mais agradável. “O ambiente foi tratado com uma decoração neutra e aconchegante, para oferecer espaços de convivência dispostos a reunir amigos e familiares”, informa.

“O fitness é um espaço que oferece ao morador a possibilidade de se exercitar com a mesma qualidade de uma academia. É um ambiente iluminado, ventilado e bonito que dispõe de equipamentos diversificados oferecendo todos os tipos de treinos aos seus usuários. Ainda nos espaços que tratam o corpo e a mente o SPA é um ambiente que foi desenvolvido para proporcionar tranquilidade e paz. Sua decoração acolhedora é o lugar ideal para relaxar após um dia de trabalho”,

acrescenta a arquiteta. E para finalizar, a arquiteta foi enfática ao definir as áreas comuns do Condomínio Reserva Inglesa: “Cada ambiente foi explorado ao máximo para transmitir o melhor potencial de cada atividade. Dessa maneira, a decoração buscou envolver e acolher os moradores de todas as idades. O resultado final é um projeto que reserva ao usuário um espaço exclusivo e sofisticado proporcionando momentos de descanso e descontração”, conclui Carolina Ouro.


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Ponta Negra recebe novo empreendimento este ano P

rojetado para quem busca conforto, segurança e lazer, o Ilha Bella Condomínio Club é o mais novo empreendimento de alto padrão da cidade, que será entregue ainda nesse primeiro semestre de 2014, pela SKN Incorporadora. Localizado em uma área privilegiada de Manaus, a Ponta Negra, o condomínio possui 18 andares e 36 apartamentos de 149 a 306 metros quadrados, que contam com até três suítes, três garagens e varanda gourmet. As unidades custam a partir de R$ 996 mil. “O valor de venda é excelente em relação ao padrão e ao mercado porque hoje os concorrentes estão vendendo empreendimentos com esse mesmo valor para entregar somente daqui a 3 anos. O nosso, você compra agora e já pode morar”, destaca o gerente comercial da SKN Janderson Ferreira. O grande diferencial do empreendimento são os espaços de lazer. O residencial possui uma única torre em uma área de oito mil metros quadrados com salão de festas, piscinas adulto

e infantil, hidromassagem com cascata, salão de jogos, sala de ginástica, quadras poliesportiva e de tênis, áreas de descanso, entre outros espaços. “Como o próprio nome diz, é um clube que vai dispor de vários serviços e opções de lazer. A ideia é a exclusividade de ter uma área maior para a família toda aproveitar”, explica Ferreira. Outro destaque é a escolha da localização, o Ilha Bela está cercado de uma área verde preservada e contempla uma bela vista do Rio Negro. “É um condomínio mais afastado da avenida principal, mais próximo da natureza e com mais tranquilidade, mas sem perder o glamour da Ponta Negra”, ressalta o gerente. Segundo Ferreira 30% das unidades ainda está disponível. Para os interessados em conhecer um pouco mais do espaço, é possível visitar o estande de vendas no local com apartamento decorado. “Vale a pena ir conhecer e vê de perto a qualidade do padrão de acabamento com que nós fizemos esse empreendimento. Trabalhamos com

porcelanato polido medindo 80x80, a cozinha revestida de parede cerâmica, as janelas já vem com venezianas, além de um amplo depósito para cada morador”, ressalta. Esse é o terceiro empreendimento da construtora que está há 10 anos no mercado. “Nosso diferencial é que lançamos, construímos e só depois que entregamos uma obra é que lançamos a próxima. Temos uma padrão diferenciado de construção, um novo conceito de mercado”, explica. Segunda etapa A SKN Incorporadora prevê para o segundo semestre o lançamento da segunda etapa do Ilha Bella Condomínio Club, que será o prédio mais alto da Ponta Negra. “Ficará ao lado desse primeiro, mas em condomínio independente, já usando o novo plano diretor que permite que ele tenha mais de 18 andares. Vai vir com bastante novidades na mesma linha. Mas ainda estamos na fase de estudos e não podemos adiantar muita coisa. A previsão é que comece a ser construído somente no próximo ano”, diz o gerente comercial.

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O condomínio da SKN é constituído por uma única torre com 18 andares, sendo dois apartamentos por andar


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Crianças em casa D

izem que quando os filhos nascem tudo muda na vida de um casal e na maioria das vezes, essas transformações começam pela própria casa. São necessárias algumas adaptações para evitar acidentes com as crianças. “É necessário fazer algumas modificações para adequar a casa aos pequenos, mas é possível continuar tendo uma casa bonita, confortável e bem decorada mesmo com todas as limitações” diz a decoradora Sihame Cruz. As quedas são um dos acidentes mais comuns dentro de casa e podem causar graves lesões. A decoradora explica que o cuidado mais importante para quem tem crianças de até os 8 anos de idade, é a instalação de uma rede de proteção em cômodos mais altos, jane-

las e varandas. “Para quem mora em apartamentos ou casas com mais de um pavimento, essa é uma medida fundamental e é necessário que procure fazer isso com empresas especializadas e que garantam segurança, é importante ficar atento para os prazos de troca e manutenção”, ressalta. A cozinha é um cômodo que merece muita atenção por concentrar vários perigos em um só lugar – panelas quentes, fogo, objetos cortantes e, muitas vezes, produtos de limpeza. Por tudo isso, o melhor é restringir o acesso das crianças. “É preciso sempre guardar materiais de limpeza e objetos perigosos em lugares altos, por isso é importante projetar armários para essa

finalidade. Além disso, é bom trancar esses móveis com chaves”, aconselha Sihame. Nos quartos e salas, a principal preocupação é proteger as quinas dos móveis. Elas costumam ficar na altura da cabeça dos bebês que estão aprendendo a andar e podem machucá-los. “Dê preferência aos móveis que tenham cantos arredondados, mas se não for possível, hoje o mercado oferece produtos como um tipo de silicone que pode ser colocado nas beiradas pontiagudas”, ensina. Quanto ao uso de cristais e vidros a profissional alerta. “Se puder evite usar objetos de decoração feitos com esses materiais, mas se não tiver outra opção, coloque-os longe do alcance das crianças. Hoje temos materiais como o acrílico e a resina que quando quebram não machucam. No caso dos vidros dê preferência para os temperados, pois na hora que quebram eles não estilhaçam”, explica. Não colocar berços, trocadores e outros móveis próximos a janelas ou em locais que facilitem o acesso a elas também

FOTOS: REPRODUÇÃO

Pequenas adaptações podem deixar os ambientes mais seguros para os pequenos, evitando maiores problemas com móveis e outros objetos. Entre as soluções estão tampas para tomadas e caixas para guardar brinquedos espalhados é importante. Para tirar os brinquedos do meio do caminho e diminuir o risco de acidentes, a decoradora dá a dica: caixas decorativas. É preciso também ter cuidado com os tapetes escorregadios. “Procure não usar muitos tapetes pequenos, pois a criança escorrega com mais facilidade e quando usar, principalmente em banheiros, escolha os antiderrapantes”, diz. Alguns cuidados se aplicam a todas as dependências da casa. Um deles é evitar que as crianças mexam nas tomadas. “Isso pode ser feito com plugues de plástico, mas o mais importante é que troque as tomadas antigas pelos novos modelos com três entradas onde as crianças não conseguem colocar o dedo”, observa Sihame. Outro perigo são as escadas que devem ser protegidas com portõezinhos no topo e na entrada. “Hoje existem cancelas removíveis que podem ser colocadas nas escadas e não atrapalham de forma alguma a passagem de outros moradores da casa ou visitantes”, esclarece.

Portões no início e no final de escadas são uma boa solução para os pequenos


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Empreendimentos à venda A 10ª edição do Feirão da Caixa Econômica reunirá 13 construtoras e vai disponibilizar 4,3 mil imóveis em Manaus. As linhas de financiamento atendem a todas as faixas de renda familiar, com prazo de pagamento de até 35 anos

E

ntre os dias 16 e 18 de maio a Caixa Econômica Federal realiza o 10ª Feirão Caixa da Casa Própria no auditório do Canaã, localizado na avenida General Rodrigo Otávio, Japiim. O evento ofertará mais de 4,3 mil imóveis entre novos, usados e na planta. “O feirão vai reunir

no mesmo local vários imóveis, o cliente terá a opção de escolher o melhor local para morar e valor. Além disso, a vantagem dos feirões da Caixa é que os produtos ofertados já passaram por vistorias e foram aprovados para comercialização”, ressalta o gerente regional da Caixa Econômica Wellington Lopes.

O feirão reunirá 13 construtoras, quatro imobiliárias, além de especialistas em habitação da Caixa que prestarão atendimento ao público, informando sobre linhas de crédito, simulação do valor de financiamento, dentre outros serviços. Com taxas de juros de 4,5% e imóveis a partir de R$ 119 mil, o cliente poderá

realizar o sonho da casa própria. “Aqueles clientes que fecharem contrato durante o feirão poderão pagar a primeira prestação somente em janeiro de 2015”, enfatiza Lopes. As linhas de financiamento atendem a todas as faixas de renda familiar, com prazo de pagamento de até 35 anos.

Uma das opções para adquirir um imóvel no Feirão é por intermédio do consórcio. “O Consórcio Caixa é ideal para quem não tem pressa de mudar para o novo endereço. É possível contratar cartas de crédito de R$ 30 mil a R$ 700 mil, com prazos até 200 meses”, explica o gerente regional.

A cada ano o número de negócios realizados por meio do feirão se supera. “Em 2013, mais de 25 mil pessoas visitaram o Feirão em Manaus, onde foram assinados encaminhados 2.111 negócios, o equivalente a mais de R$ 380 milhões e a expectativa para esse ano é ainda maior”, destaca.

Documentos necessários para o feirão Para requerer o crédito no feirão, basta apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de renda. Os interessados também podem obter informações em todas as agências da Caixa e pelo Serviço de Atendimento ao Cliente do banco (0800-7260101), disponível 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana. No site oficial do Feirão da Casa Própria Caixa, o www.feirao.caixa.gov. br, os visitantes têm o passo a passo para acessar as ofertas de imóveis, dicas e ainda saber o que é necessário para conseguir crédito imobiliário e a documentão exigida para contrato.

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Setor impulsiona crédito Os financiamentos concedidos pelo Banco do Brasil (BB) para negócios imobiliários quase que dobraram em 1 ano, atingindo cerca de R$ 27 bilhões no encerramento do primeiro trimestre deste ano. Do total, R$ 6,6 bilhões referem-se aos desembolsos para empresas, cuja demanda aumentou 122,6%, e R$ 20,3 bilhões ao crédito destinado às pessoas físicas, que registrou alta de 79%. Esse tipo de empréstimo foi o que mais avançou na carteira de crédito ampliada da instituição que atingiu R$ 699,3 bilhões, 18% acima do valor de igual período do ano passado. A segunda maior operação do gênero ocorreu no setor do agronegócio, com expansão de 35,7%. Já o saldo relativo ao crédito para as empresas atingiu R$ 324,5 bilhões, 16,9% maior em 12 meses e 0,4% na comparação com o trimestre anterior. Desse total, 71,9% foram para capital de giro. As operações para as micro e pequenas empresas tiveram crescimento de 12,2%,. O menor crescimento ocorreu nas linhas voltadas para as pessoas físicas com montante, de R$ 137 bilhões e alta de 14,6% em um ano e 2% sobre o quarto trimestre de 2013. A maioria desses financiamentos (75,3%) refere-se a contratos considerados de menor risco (crédito consignado, CDC Salário, financiamento de veículos e crédito imobiliário).


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Salão imobiliário - 11 de maio de 2014 by Amazonas Em Tempo - Issuu