MANAUS, DOMINGO, 1º DE DEZEMBRO DE 2013
(92) 3090-1017
Comprei, mas não recebi. E agora? Em caso de atrasos na entrega de imóveis, o consumidor pode recorrer à Justiça para reaver os prejuízos
A
assinatura de um contrato de compra de um imóvel é o primeiro passo para o abandono do aluguel. Pagamento de parcelas, entrega de documentos e o acompanhamento da obra são algumas etapas subsequentes a essa adesão. Mas o que fazer quando a construtora não entrega o empreendimento no prazo previsto em contrato? O EM TEMPO buscou informações jurídicas sobre o direito do consumidor nos casos em que ele é prejudicado por ações insatisfatórias. Segundo a advogada Cristiane Botelho, após o prazo de entrega estipulado em contrato, a empresa ainda tem um limite de 180 dias para concluir os serviços. Porém, quando essa
cláusula não é obedecida, o cliente pode recorrer aos meios judiciais. Ela informa que neste caso o consumidor deverá ser rescindido por danos morais e materiais, além dos juros relacionados ao período em que deveria ter recebido o imóvel. “O primeiro passo, para o cliente, é solicitar alguma informação à empresa, por meios eletrônicos, como e-mail, ou até mesmo por correspondência. Isso é uma forma de notificá-los. Caso o documento não seja respondido, a pessoa deverá procurar a Justiça, com o auxílio de um advogado”, explica. Outra alternativa, de acordo com Cristiane, é dar início a uma ação junto ao Órgão de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon). Mas essa etapa não exclui a abertura
O primeiro passo, para o cliente, é solicitar alguma informação à empresa, por meios eletrônicos ou, até mesmo, por correspondência Cristina Botelho, advogada
de um processo judicial, que pode tramitar no juizado especial (que atende situações que envolvem até 40 salários mínimos); ou em uma das varas cíveis existentes na cidade. “Na tentativa de justificar o descumprimento a empresa
pode alegar o mau tempo (ocorrências de chuvas constantes) ou ainda uma crise financeira grave”, revela. A tramitação de um processo não tem um período determinado para ser concluído, mas a advogada afirma que atualmente essas causas têm sido finalizadas em menos tempo. O consumidor ainda tem a oportunidade de solicitar a entrega do imóvel para, paralelamente, dar andamento nos trâmites legais. “O cliente também pode rescindir o contrato e reaver o valor do bem ou ainda pedir o abatimento do valor total do imóvel”, comenta. Cristiane também disse que durante a audiência o juiz pode avaliar a situação de diversas formas. Uma delas, é que o
consumidor poderia estar usufruindo do valor do imóvel por meio de aluguel. Neste caso, o magistrado pode determinar o pagamento de uma indenização correspondente ao período do atraso na entrega. “É como se o imóvel estivesse alugado durante todo o período. Além disso, o proprietário ainda tem direito a multas por danos moral e material”, exemplifica. Atraso A relações públicas Thaianne Rebelo, 25, passou por um momento de estresse por não receber o seu apartamento na data prevista pela empresa. Ela assinou um contrato junto à uma construtora local em 2010. O documento afirmava que o imóvel seria entregue em novembro de 2012, o que
não aconteceu. O prazo de 180 dias encerrou em maio deste ano, porém, o apartamento só foi entregue em julho, dois meses depois. Thaianne afirma que já procurou um advogado e que vai ingressar com uma ação na Justiça. Ela está morando no apartamento há uma semana e reclama que o local já apresenta problemas nas instalações hidráulicas e elétricas. “Já solicitei reparos à construtora, que veio e consertou os problemas. Fotografei tudo porque vai servir como comprovação nas audiências. O condomínio foi entregue sem vistoria hidráulica e elétrica, somente a estrutura foi fiscalizada. Isso aconteceu pela pressa na entrega do residencial”, conta.
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Déficit habitacional teve redução nos últimos anos públicas mais adequadas à situação habitacional brasileira. A pesquisa divulgada aponta redução – também em termos absolutos e relativos – do déficit de habitações precárias (termo usado pela pesquisa para referir-se a domicílios improvisados); de coabitações familiares (imóveis que abrigam mais de uma família); e do adensamento excessivo de domicílios (imóveis alugados, com uma ocupação superior a três habitantes por cômodo). Elevação Entre os componentes do déficit, o único que apresentou elevação no mesmo período foi o relativo ao peso que o pagamento de aluguel tem em relação à renda domiciliar. O estudo considera nesta situação domicílios cujo aluguel corresponde a pelo menos 30% da renda domiciliar. O número de domicílios cujo valor do aluguel se enquadrava nesta situação subiu de 1,75 milhão em 2007 para 2,29 milhões em 2012. “Este foi um dos aspectos que mais chamaram a nossa atenção”, disse Lima. Nesse quesito, a fatia da população mais afetada se enquadra na renda de até três salários mínimos – que
passou de 70,7% do déficit total em 2007, para 73,6% em 2012. “O alto valor dos aluguéis tornam maiores as dificuldades para uma baixa ainda maior do déficit habitacional no país”, acrescentou Cleandro Krause, outro pesquisador responsável pelo estudo. De acordo com o Ipea, ainda não é possível isolar o efeito que o programa Minha Casa, Minha Vida teve para a situação atual. “Acreditamos que ele deverá melhorar os indicadores no futuro, mas ainda é difícil mensurar o efeito causado por ele”, disse Lima. O Estado que apresentou situação mais preocupante, segundo os pesquisadores, foi o Maranhão, onde o déficit habitacional é de praticamente 400 mil domicílios, o que corresponde, em termos relativos, a 21,1% do total. Em termos absolutos, a unidade federativa que tem maior déficit é São Paulo, que em 2012 registrou um déficit de 1,11 milhão de moradias. Em 2007, o déficit era 1,10 milhão de residências. Nesse Estado, apesar do aumento de 0,6%, houve uma redução do déficit relativo, que passou de 8,8% em 2007, para 7,9% em 2012.
A pesquisa foi realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e divulgada dia 25
NACIONAL
Esgotos e coletas em pauta O diretor de gestão da Agência Nacional de Águas (ANA), Paulo Lopes Varella Neto, admitiu que a falta de tratamento de esgoto é um dos principais problemas do Brasil no que se refere ao acesso aos recursos hídricos no país. Varella Neto participou de debate sobre o assunto na Comissão de Infraestrutura do Senado e disse que quase 40% da população ainda não têm acesso a coleta e tratamento de esgoto, o que traz problemas não só de saúde pública como também de contaminação da água que é consumida. O diretor da ANA apontou dados que mostram que
11% da água consumida no Brasil têm qualidade regular, 6% são de qualidade ruim e 1% de péssima qualidade, sendo que os locais onde a qualidade melhorou são os que tiveram investimentos na rede de esgoto. Para o presidente do Instituto Internacional de Ecologia de São Carlos, José Galizia Tundisi, que participou da audiência com Varella, a falta de investimentos em coleta e tratamento de esgoto se traduz em empecilho para o desenvolvimento do país. Ele alertou para a necessidade de as autoridades promoverem obras e educação da população como forma,
inclusive, de prevenir problemas de saúde pública como a diarreia, que mata mais as crianças. “Educação e mobilização da população sobre saneamento são imprescindíveis”, disse Tundisi. Apesar disso, Varela Neto apontou que 90% da população têm acesso à água encanada e um dos maiores problemas na gestão dos recursos hídricos do país é abastecer a agricultura. Em 2010, 72% da água consumida foram destinadas à produção agrícola, cuja área deverá aumentar até seis vezes nas próximas décadas. Da Agência Brasil REPRODUÇÃO
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déficit habitacional no Brasil caiu, em termos absolutos, 6,2% entre 2007 e 2012. Em termos relativos, cálculo que considera a proporção do déficit em relação ao total de domicílios existentes, a queda foi maior, chegando a 14,7%. É o que informa estudo divulgado na última segunda-feira, dia 25, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). De acordo com o órgão, o país registrava déficit de 5,59 milhões de habitações em 2007. O número correspondia a 10% do total de habitações no país à época. Em 2012, o déficit total caiu para 5,24 milhões de habitações (8,53% do total). “Isso significa que, em termos absolutos, houve uma queda de 6,2% do déficit total habitacional. Em termos relativos (proporção do déficit em relação ao total de domicílios no país), a queda foi 14,7%”, disse o pesquisador Vicente Correia Lima, um dos responsáveis pelo estudo. Déficit habitacional é um indicador que ajuda sociedade e gestores públicos a identificar a necessidade de reposição do estoque de moradias existentes. A partir disso, é possível o desenvolvimento de políticas
REPRODUÇÃO
A pesquisa é um indicador que ajuda sociedade e gestores a identificar a necessidade de reposição do estoque de moradias
Tratamento de esgoto é um dos principais problemas do país, segundo Paulo Varella
EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri
FOTOS Alberto César Araújo
TRATAMENTO DE FOTOS Pablo Filard
REPORTAGEM Bruno Mazieri Luiz Otávio Martins Priscila Caldas
DIAGRAMAÇÃO Mario Henrique Silva
REVISÃO Gracycleide Drumond Leomir Góes
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Residenciais no Tarumã ainda dispõem de lotes
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ocalizados na área da Ponta Negra, Zona Oeste da cidade, dois condomínios de luxo já entregues ainda dispõem de lotes para venda: o Alphaville Manaus 3 e o residencial Praia dos Passarinhos. No Alphaville Manaus 3, dos 245 lotes que foram colocados à venda quando o empreendimento foi lançado, no ano de 2011, apenas três ainda estão disponíveis para comercialização, atualmente. Os dois primeiros condomínios construídos pela empresa urbanizadora na cidade já estão com seus terrenos 100% vendidos. Em média, o metro quadrado do lote no Alphaville 3 custa R$ 500. Sua área total é de 258.268 metros quadrado. De acordo com a assessoria de imprensa da Alphaville, o interesse pelo mais recente empreendimento da empresa na capital amazonense correspondeu às expectativas. “Por se tratar do terceiro empreendimento da Alphaville na cidade de Manaus, as vendas foram dentro da expectativa, fato que reforça o sucesso do produto e
a força da marca”. Embora a área total do Alphaville 3 seja menor do que a dos dois primeiros condomínios em Manaus, e ofereça também um número reduzido de lotes, a assessoria destaca que esse residencial mantém a qualidade na proporção de áreas verdes e
VALOR
Segundo assessoria de imprensa da Alphaville correspondeu as expectativas. O metro quadrado do lote do Alphaville 3 R$ 500. Sua área total é de 258.268 metros quadrados de ofertas de lazer para os seus moradores do mesmo modo que ocorre com os dois primeiros empreendimentos em Manaus e nos demais projetos da empresa pelo Brasil. Um dos fatores que chamam a atenção quanto à construção de um condomínio como
o Alphaville é um possível impacto ambiental, daí a adoção de medidas voltadas para a preservação ambiental da área onde o residencial é implantado. “A preservação ambiental, bem como a qualidade urbanística dos empreendimentos Alphaville, é resultado de projetos cuidadosamente elaborados por uma equipe de engenharia de ponta. As obras de infraestrutura são submetidas a um rigoroso controle de qualidade, realizado por empresas de monitoramento técnico e ambiental contratadas pela companhia”, informa a assessoria. A busca de novos materiais e tecnologias construtivas para encontrar soluções adequadas às características físicas de cada terreno onde os seus empreendimentos são lançados também é uma preocupação da empresa. “Todas as áreas de preservação, como manque e restinga serão recuperadas. Além disso, o transporte e o recolhimento do entulho são fiscalizados constantemente”. Entre os atrativos do Alpha-
ville Manaus 3 para o público está um clube com uma área de 15.343 metro quadrado, que inclui uma piscina para adultos e outra para crianças, quadra poliesportiva e de tênis e bar com churrasqueira. A sede social abriga um salão de festas com bar, aberto para as piscinas. O residencial Praia dos Passarinhos é um empreendimento imobiliário da Civilcorp e, de acordo com informações do site da empresa, esse condomínio fechado possui 323 lotes a partir de 800 metros quadrado. A estrutura do lugar abriga atrativos como píer, piscinas, parque, american bar, salão de festas, fitness center, sauna seca e à vapor, playground, quadra de tênis, quadra de areia, anfiteatro e orquidário. Para informações sobre vendas do Alphaville Manaus 3, o telefone é o 0800-600-6904. O site da urbanizadora é o www.alphaville.com.br. Já o contato do escritório de vendas da Civilcorp é (92) 36426350/6355 e o site da empresa é www.civilcorp.com.br.
RICARDO OLIVEIRA
FOTOS: DIVULGAÇÃO
Condomínios de luxo em Manaus, o Alphaville 3 e o residencial Praia dos Passarinhos continuam com terrenos à venda
O residencial Praia dos Passarinhos conta com 323 lotes
A área total do Alphaville 3 possui 258.268 metros quadrados
LOCAL
Construtoras aceleram obras
As obras no prédio de luxo Terezina 275 estão a todo vapor segundo a construtora Engeco
Com a chegada do fim de ano, as construtoras de Manaus aceleram ainda mais suas obras. Alguns dos empreendimentos já estão prontos e esperando apenas documentação, outros em fase final de acabamento, para garantir que sejam entregues ainda em 2013. A exemplo dessa aceleração nas obras está a empresa Patrimônio Manaú, que entregará mais de 450 unidades habitacionais antes do final de ano. Com duas entregas planejadas para 2013, o Smille de Flores e o Mundi Resort, a construtora comemora os bons resultados. “Quem não quer passar o Natal na sua casa nova? Por isso estamos emprenhados em entregar os apartamentos com a maior celeridade
possível”, afirmou o diretor executivo da Patrimônio Manaú, Marco Bolognese. De acordo com ele, na segunda fase do Smille de Flores serão entregues um total de quatro torres, totalizando 248 unidades. Já no Mundi, serão cinco torres e um total de 204 unidades habitacionais. “Além destes, obras de empreendimentos como o Concept, que já está com 98% da fundação e 92% da estrutura concluídos, e o Smille Cidade Nova, que tem 100% de sua estrutura pronta, também estão sendo aceleradas”, disse Bolognese. Outra construtora que acelera o andamento das obras de seus empreendimentos é a Engeco. “Temos produtos para 2014 e 2015 que estão com um bom
andamento. Aumentando o ritmo, garantimos as entregas nos prazos prometidos aos clientes”, afirmou a diretora de marketing e novos projetos da Engeco, Jória Said Guerreiro. Entre as principais apostas da empresa estão o residencial Vitta Club, um dos empreendimentos mais adiantados, com previsão de entrega de suas 204 unidades em outubro de 2015. E o Smart, que está previsto para novembro de 2014, com um total de 210 unidades. Além destes, a empresa ainda iniciou obras de importantes empreendimentos este ano, como o Piazza Di Fiori e o Terezina 275. Este último, considerado o projeto mais luxuoso de Manaus, já está em fase de fundações.
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Puff
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como elemento decorativo Em diversos formatos e matériasprimas, o objeto agrega conforto e elegância aos mais diversos ambientes sem perder a funcionalidade
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equenos, grandes, redondos, quadrados. Essas são apenas algumas das diversas opções de uso de uma peça que, além de ser decorativa, também é funcional: o puff. Recorrente em projetos de interiores, o objeto ainda garante charme, elegância e criatividade a qualquer ambiente. A arquiteta Anete Perrone explica que o puff é considerado como uma peça coringa, além de ser um item de composição de uma mobília. O elemento pode ser usado de diversas formas: assento, mesa lateral ou de centro ou, ainda, como um item incluso na decoração. “Ele é indicado tanto para espaços pequenos como para locais mais amplos. A facilidade no manuseio o torna prático”, indica. Outra opção, para quem
não quer expor o pequeno utensílio, é escondê-lo dentro de um outro móvel. Ele pode ser exposto na ocasião que o proprietário julgar melhor. Anete lembra que antes de utilizar o objeto em determinado compartimento da casa, o morador deve estar atento a duas questões que são: a proporção e o estilo do ambiente. “Seja qual for a forma a ser utilizada, ele não pode estar desproporcional com relação aos demais itens da residência. Isso também vale para os apartamentos”, frisa. “O projeto de um layout definitivo vai definir a inserção desse móvel junto aos demais”, completa.
FOTOS: ALEXANDRE FONSECA
Variedade nos modelos Entre a vasta lista de materiais que compõem os puffs estão: estofado, tecido, couro, palha, fibra sintética ou natural, entre outros. Os modelos também entram na categoria da diversidade ao serem confeccionados nos formatos: retangular, quadrado, redondo, etc. Dependendo do produto utilizado como base para a confecção do objeto, Anete Perrone adianta que após algum tempo (mínimo de 1 ano) o artigo vai necessitar de manutenção. “O tecido, o couro e a palha são os materiais mais resistentes. O cuidado com esse utensílio vai garantir o bom estado da peça”, cita. A decoradora Sihame Cruz define o puff como um artigo que compõe as funções estéticas dos ambientes sem deixar de lado a funcionalidade. Ela destaca que apesar de o modelo mais conhecido ser o de tamanho pequeno, que
normalmente é quadrado ou redondo, hoje, o público pode ter acesso a esse utensílio nos mais diversos estilos que passam por revestimento de peles de animais, pelos, entre outros. Outra novidade, segundo ela, são as imitações a objetos. “Um dos modelos mais diferentes que já vi aqui em Manaus foi o de uma caixa de fósforo. Os puffs coloridos proporcionam alegria a qualquer lugar”, comenta. Disposição Sihame avalia que não há um lugar especifico para a disposição de um puff e que o proprietário pode brincar com o uso desse objeto. “Ele permite o uso da criatividade. A pessoa pode brincar com o lugar onde ele vai ser posto. Tanto serve como um banco como a composição de vários puffs seria interessante como um centro de mesa”, sugere.
Designers conquistam empresária A empresária Daniele Corrêa conta que sempre gostou da ideia de utilizar puffs, mas que ao conhecer os novos designers, apresentados pela arquiteta Anete Perrone decidiu, definitivamente, incluir o objeto como parte da decoração de sua sala. O projeto concentra dois puffs confeccionados em madeira
próximos a um home, o que segundo ela, garante um toque diferenciado ao ambiente. “Quem chega tem uma visão diferenciada do local. Os móveis escolhidos pela arquiteta deram vida, charme e elegância ao espaço”, disse. A empresária adianta que pensa em utilizar o objeto em outros espaços.
Os puffs podem ser encontrados nos mais variados modelos e também em diversos tecidos Diversos modelos podem ser encontrados na loja T. Gallery
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Construtora comemora êxito de programa local N
os últimos dois meses, a Capital Rossi apostou em mais uma modalidade para informar os manauenses sobre os seus produtos. No período, a construtora realizou o “Momento Capital Rossi”, programa veiculado diariamente por uma rede de TV local apresentado pelo jornalista Elia Júnior e que estreitou os laços entre a empresa e o público. De acordo com o gerente comercial da Capital Rossi, Rodrigo Oliveira, a campanha, encerrada no último dia 30 de novembro e que tinha duração de um minuto diariamente no horário nobre, levou aos manauenses informações sobre os imóveis, campanhas e ações de vendas realizadas pela construtora na cidade. “Somadas a esses bônus que o programa trouxe para a empresa, a marca Capital Rossi ganhou ainda mais visibilidade ao “entrar” diariamente na casa do amazonense”, avalia o executivo, ao frisar que a incorporadora estabeleceu um link direto com público por meio de uma emissora de TV. O gerente também salientou que o “Momento Capital Rossi” refletiu no desempenho comercial da empresa, pois os atrativos para se adquirir
REPRODUÇÃO
A Capital Rossi foi a primeira empresa do segmento a investir em um informativo para levar informações ao consumidor um imóvel da marca foram reforçados na mídia. “No programa foram divulgadas ações de descontos de até R$ 50 mil, parcelas fixas durante as obras dos empreendimentos da construtora e o valor da entrada para se adquirir um bem valia o dobro. Essas foram apenas uma das iniciativas que chegaram aos nossos clientes durante o programa”, relata Oliveira. “Nem mesmo as campanhas e lançamentos das concorrentes nos intimidaram por conta do programa”, assegura. Pioneira A Capital Rossi foi a primeira empresa do segmento da construção a investir em um programa próprio para levar informações de imóveis ao público. A empreitada surgiu da própria diretoria nacional de vendas da empresa, que não mede esforços para atrair o consumidor para os seus estandes de vendas. O responsável pela apresentação do “Momento Capital Rossi” foi o jornalista Elia Júnior. Ele classificou o programa uma “grande sacada” da empresa e considerou a ação um trabalho inovador, pois foi uma forma de chegar ao público por meio da TV para divulgar seus empreendimentos.
O jornalista Elia Júnior é o responsável por levar todas as informações da Capital Rossi no programa televisivo diário
Parceria com bons resultados e números Fruto da parceria entre a Construtora Capital, líder do segmento na região Amazonense, e a Rossi, uma das principais incorporadoras e construtoras do País, a joint venture Capital Rossi se consolidou em dezembro de
CONSTRUÇÃO REPRODUÇÃO
A contratação de profissionais ligados a construção ficou mais cara em novembro
Mão de obra influencia custos A contratação de pedreiros e outros profissionais da construção civil ficou mais cara em novembro depois da estabilidade registrada em outubro pela pesquisa que calcula o Índice Nacional de Custo da Construção. A variação no mês foi 0,27%, ante 0,33% em outubro. Os dados revelam que a pressão sobre os custos dos empreendimentos imobiliários foram contidas pela redução no ritmo de reajuste dos materiais. O cálculo feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) indica que desde janeiro a taxa acumula alta de 7,82% e, nos últimos 12 meses, 8,12%. Em novembro, os materiais, equipamentos e serviços subiram em média 0,29%. No mês anterior, a
taxa havia sido 0,68%. Já o índice referente à mão de obra variou 0,25%, o que representa ligeira elevação sobre outubro, quando esse
TAXAS
O cálculo foi feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundanção Getúlio Varhas (FGV) indica que desde janeiro a taxa acumula alta de 7,82% e, nos últimos 12 meses, de 8,12% componente não variou. Entre os fatores que influenciaram o resultado está o dissídio coletivo ocorrido em Recife. No acumulado do ano, o custo
da mão de obra subiu 9,81%, acima da média do INCC-M. No caso dos materiais, equipamentos e serviços, o que segurou o avanço mais expressivo de preços foi o item estrutura com alta de 0,34% ante 0,95% e também o segmento de serviços com queda de 0,03% ante variação de 0,17%. O valor do aluguel de máquinas e equipamentos caiu 0,26%. Das sete capitais pesquisadas, cinco registraram decréscimo no índice médio: Salvador (de 0,28% para 0,09%); Brasília (de 0,26% para 0,12%); Rio de Janeiro (de 0,33% para 0,23%); Porto Alegre (de 0,42% para 0,09%) e São Paulo (de 0,37% para 0,12%). Da Agência Brasil
2009. Os números comprovam o grande potencial da joint venture, que já apresentou ao mercado de Manaus 23 projetos e possui mais de oito mil unidades vendidas na região desde o início da parceria até março de 2013.
Em dezembro do ano passado, a Capital Rossi foi eleita, no segmento de Construtoras, como a marca mais lembrada dos consumidores manauenses. A joint venture venceu na categoria Top of Mind do Prêmio Amazonense de Pro-
paganda e Marketing. Siga a Capital Rossi nas redes sociais: Facebook (facebook.com/capitalrossioficial), Twitter (@capitalrossi), Instagram (@capitalrossi) e Youtube (youtube. com/capitalrossioficial).
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Manaus adota empreendimentos sustentáveis Preocupados com o meio ambiente, construtoras investem em recursos que reduzem impactos ecológicos
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preservação do meio ambiente é um tema abordado por todo o mundo diariamente. Como parte deste processo sustentável, construtoras também desenvolvem ações que visam o benefício dos recursos naturais. O reaproveitamento da água e a redução do consumo de energia compõem a lista de medidas. De acordo com o engenheiro da SKN Incorporadora, Rinaldo da Silva, a empresa deu início a um programa sustentável há aproximadamente 1 ano. Ele informa que o primeiro empreendimento que adota as novas ações é o Soberane, lançado na capital há cerca de 1 mês, no bairro Adrianópolis. O projeto inicial prevê a redução do consumo de energia por meio da utilização do vidro insulado. “Esse material reduz a absorção do calor, com isso, os equipamentos ganham em eficiência com menos gastos”, informa. Silva afirma que até o próximo ano a construtora deve apresentar um novo empreendimento com a inserção da segunda ação ambiental. Nesta etapa, o cliente vai utilizar o sistema de reaproveitamento de água pluvial e ainda do líquido resultante do funcionamento dos aparelhos de ar condicionado. “Esse recurso será depositado em um tanque, onde vai passar por um tratamento e logo após, será reutilizado para regar os jardins e os vasos de plantas. Não teremos água potável como resultado”, esclarece. O engenheiro conta que ao se preocupar com o planejamento de obras que beneficiem o meio ambiente, a construtora tem maiores custos. Porém, ele destaca esses cuidados como um dever de cada cidadão. “Esse tipo de edificação demanda estruturas especiais. Porém, precisamos estar conscientes de que a natureza nos oferece benefícios e que precisamos
consumir menos. Então, vemos os gastos como investimentos”, garante. “Acredito que esses fatores são decisivos para a compra de um imóvel, no caso de clientes esclarecidos quanto a essa questão”, completa. Reserva Inglesa Outro empreendimento que adota medidas de preservação ambiental é o Reserva Inglesa, assinado pela construtora Capital Rossi. Três dos oito lotes que compõem o residencial já foram lançados e apresentam diferenciais como: destinação da água oriunda do tratamento de esgoto para a irrigação do paisagem, louças sanitárias com baixo consumo de água (tanto em apartamentos como nas áreas comuns), iluminação com sensor de presença no ambiente externo, espaço destinado a coleta seletiva em todo o residencial e fachadas em cores claras para a reflexo da iluminação solar. A supervisora de incorporação da construtora, Rafaela Vilela, afirma que a empresa atua com este direcionamento há cerca de 2 anos. Segundo ela, as medidas ambientais estão presentes, sempre de alguma maneira em todos os projetos da Capital. Porém, o Reserva Inglesa é o mais completo. “Sempre investimos de alguma maneira, seja em economia de água ou de energia. Mas nesse resolvemos criar um residencial completo. O nosso intuito é que os próximos apresentem mais diferenciais”, anuncia. Conscientização Apesar de ainda não apresentar edifícios sustentáveis, a construtora Unipar atua em benefício do meio ambiente de forma preventiva. Há aproximadamente 1 ano a empresa desenvolve um plano de ação que tem o objetivo de conscientizar os colaboradores quanto a redução de gastos de energia e de água.
O Soberane contará com um vidro insulado que prevê a redução do consumo de energia por meio de isolamento térmico
Metas estão implantadas em programa A técnica em segurança do trabalho da Unipar, Maria Risonara, explica que o programa consiste na definição e no cumprimento de metas. “Temos uma estimativa que é baseada na quantidade de funcionários existentes em cada setor. No final do mês fazemos o fechamento dos indicadores e se constatarmos que houve mais consumo do que o esperado, iniciamos um plano de ação em cima dessa não conformidade”, comenta Além do controle de energia elétrica, a instituição também adota o uso de vidros que impedem a absorção da claridade e do calor fornecido pela energia solar. O Soberane será o primeiro empreendimento da SKN que usará de meios de sustentabilidade