Pódio - 28 de dezembro de 2015

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MERCADO

Proposta chinesa não atrai Lucas Lima

MANAUS, SEGUNDA FEIRA, 28 DE DEZEMBRO DE 2015

C1

3090-1075

esportes@emtempo.com.br IONE MORENO

Pódio

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Pódio C2

Pouco comum no cenário urbano, praticantes de rapel se reuniram na tarde de ontem para radicalizar num prédio abandonado de 40 metros STÊNIO URBANO

E

m busca de aventura e emoção, um grupo de 52 praticantes do rapel se reuniram ontem, na avenida Darcy Vargas, Zona Centro-Sul da capital, para desafiar os limites da gravidade, escalando um prédio abandonado de 12 andares. O esporte consiste em subir ou descer grandes alturas com o auxílio de uma corda, entre outros equipamentos de segurança. O grupo se reúne há quase 20 anos em Manaus e em cidades do interior do Estado, onde, segundo eles, existem condições propícias para a prática do esporte. De acordo com uma das coordenadoras do grupo, Renata Tupinambá, atualmente existe um clã de 15 pessoas que se reúnem pelo menos uma vez no mês, mas este número sempre aumenta, já que novos adeptos e admiradores se juntam aos aventureiros. “Começamos em 1998 com um grupo de amigos. Passamos um período de inatividade, mas em 2015 nos encontramos e desde então estamos organizando eventos”, afirma a praticante, que faz da modalidade sua diversão há mais de 20 anos. Conhecido como um dos Estados mais propícios para a pratica do esporte de aventura, lugares não faltam para os adeptos do rapel. “A modalidade pode ser feita em muitos locais, como paredões, cachoeiras, prédios abandonados, qualquer lugar que ofereça segurança para os praticantes. O município de Presidente Figueiredo é um dos melhores lugares por conta das cachoeiras”, afirma Renata. Para a administradora, é fundamental um bom planejamento para a escolha do local ideal, que precisa dispor de boas condições físicas e de segurança. “É importante também possuir equipamento adequado, bem como conhecê-lo e saber manuseá-lo”, disse Renata. Orientação De acordo com a desportista, é importante que os grupos praticantes de rapel sejam orientados por profissionais sobre a importância das normas de segurança e o uso adequado de equipamentos de proteção, como: capacetes, chaveiro, bouldrier (cadeirinha), luvas e mosquetão (equipamento feito com liga de titânio que prende à cadeirinha.

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Praticantes de rapel desafiaram a gravidade num prédio de 12 andares localizado na Zona Centro-Sul

Alan Kardec é apontado por pessoas de dentro do São Paulo como uma das lideranças do elenco para 2016

ALAN KARDEC

Lugano tem aval de ‘novo líder’ São Paulo (SP) - O inevitável aconteceu: com as despedidas de Rogério Ceni, Luis Fabiano e Alexandre Pato, o São Paulo encontrou em Alan Kardec um dos líderes para a temporada de reconstrução em 2016. A novidade é motivo de comemoração para o atacante, que não perdeu a chance de abrir as portas para o “xerife” Lugano. “Eu não digo só em relação a isso [desempenho em campo]. Você se torna um líder pelas suas atitudes diárias. A parte técnica em campo conta bastante, mas quem te conhece no dia a dia sabe do caráter. Temos pessoas com capacidade para serem líderes na nossa equipe. Se eu estou me enquadrando entre uma delas, fico feliz”, celebrou o jogador à uma emissora de rádio. Apesar do posicionamento evasivo da diretoria tricolor,

ainda há possibilidade para a contratação de Diego Lugano. Se o ídolo realmente retornar, Kardec não tem dúvidas do efeito positivo

ANÁLISE O São Paulo já tem em mãos o contrato do zagueiro uruguaio Diego Lugano com o Cerro Porteño, do Paraguai, e estuda se há viabilidade de contratá-lo sem precisar fazer grande investimento do uruguaio sobre o elenco. “Eu penso que, além de ser um jogador que conquistou muitos títulos com o São Paulo, ele pode agregar muito por sua personalidade e caráter. Todos

que o conhecem falam que ele é sensacional. A qualidade dele dentro de campo também pode nos ajudar”, destacou. A chegada de Lugano, porém, depende da aprovação do técnico Edgardo Bauza. Curiosamente, o argentino era o técnico do San Lorenzo na partida em que Kardec lesionou o joelho, e este parece ter sido todo o único contato do atacante com o novo comandante. De férias em Barra Mansa, no Rio de Janeiro, o atacante ainda não quer pensar nos dois confrontos diante do Cesar Vallejo, do Peru, pela etapa da pré-Libertadores. “É um adversário difícil, mas ainda não parei para pensar muito sobre isso. Se no meu período de descanso eu estiver pensando nisso, acaba que eu não tenho paz e também não estarei preparado”, finalizou.


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