Especial
Eleições 2014 MANAUS, QUARTA-FEIRA, 27 DE AGOSTO DE 2014
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PRIMEIRO DEBATE
THIAGO BERNARDES/FRAME
Candidatos partem para o enfrentamento
Candidatos à Presidência da República se enfrentaram em primeiro debate promovido pela TV Bandeirantes. Dilma, Aécio e Marina foram os principais alvos dos questionamentos
O Aécio Neves
Dilma Rousseff
Marina Silva
s candidatos à Presidência da República mais bem colocados nas pesquisas eleitorais, Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) partiram para o enfrentamento direto no segundo bloco do debate entre os presidenciáveis que aconteceu na noite de ontem (26), na TV Bandeirantes. O candidato tucano direcionou sua pergunta à pessebista, que pela primeira vez aparece à frente de sua candidatura em uma pesquisa eleitoral. Aécio perguntou qual seria a “nova política” pregada por Marina, e se não lhe faltava coerência, na medida em que a candidata critica os partidos “tradicionais”, mas seu partido forma alianças com essas siglas em diversos Estados. Marina Silva respondeu que “combater a velha política é sobretudo combater as velhas alianças. Essa polaridade entre PT e PSDB já deu o que tinha que dar no Brasil”. A pessebista disse também que mantém sua coerência, na medida em que não vai utilizar os palanques estaduais das alianças de seu partido com PSDB ou PT. Pactos pós-protestos Ao fazer a sua pergunta, a candidata do PSB indagou Dilma Rousseff sobre como a presidente explica o fato de ter proposto cinco grandes pactos de mudança para o país após os protestos de junho de 2013, e não ter cumprido nenhum. A petista, então, respondeu dizendo que está, sim, implantando as mudanças prometidas. Nas áreas de educação e saúde, está atrelando os ganhos do royalties do petróleo do Pré-Sal aos recursos dessas pastas, além de ter implantado o programa Mais Médicos. Além disso, disse a presidente-candidata, seu governo teria
controlado a inflação e mantido a estabilidade da economia. “E tentamos implantar a reforma política, enviamos um projeto ao Congresso, mas não passou”. Em sua réplica, Marina Silva afirmou que é necessário reconhecer a existência dos problemas. “Quando nem se reconhece que os problemas existem, não resta esperança para a população de que serão resolvidos. Este Brasil quase cinematográfico não existe na vida das pessoas”. Dilma cobra PSDB Já a presidente Dilma Rousseff direcionou sua pergunta a Aécio Neves, com uma pitada de ironia. “O Brasil tem hoje as menores taxas de desemprego, mesmo com a crise internacional. Quando Fernando Henrique Cardoso era presidente, o desemprego era mais que o dobro do atual. O senhor falou que tomaria medidas impopulares. Além de acabar com a política de valorização do salário mínimo e reduzir os empregos, quais outras medidas serão tomadas?”. O tucano respondeu no mesmo tom, se dizendo lisonjeado ao perceber que a presidente “me olha e enxerga o presidente Fernando Henrique”, mas que “quem olha para trás não tem nada para apresentar para o futuro”. Segundo o candidato tucano, seu governo estará preparado para fazer o país voltar a crescer e criar empregos de qualidade. “Mais de 1,2 milhões de empregos foram embora durante seu governo, a indústria foi sucateada”.
Eduardo Jorge
Luciana Genro
Pastor Everaldo
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MANAUS, QUARTA-FEIRA, 27 DE AGOSTO DE 2014
Coligação de José Melo faz caminhada na cidade entusiasmo a cada popular que ele ouve nas ruas. “Ouvir a população nos permite saber e desenhar os projetos que vou desenvolver no Senado, se eleito”, falou. A comitiva de Melo e Omar seguiu acompanhada de postulantes ao parlamento federal e estadual, percorrendo diversas ruas do bairro. Candidato a vice-governador, o deputado federal Henrique Oliveira fez caminhadas nos bairros Monte Sinai e Mutirão, seguindo a estratégia de atuar
DEMANDAS
Durante caminhada no bairro Parque das Nações, o candidato a governo José Melo, acompanhado do seu candidato a vice-governador, Henrique Oliveira, ouviu demanda da população Durante caminhada, o candidato ao governo recebeu o carinho da população e ouviu as demandas e reivindicações dos moradores
em várias frentes para ampliar o alcance da campanha. No início da tarde, José Melo, ao lado da presidente municipal do PSD, Nejmi Aziz, fez a campanha corpo a corpo com a população na feira itinerante do bairro da Aparecida, na rua Alexandre Amorim. O candidato visitou as 250 barracas e foi recebido com entusiasmo pelos permissionários.
Corpo a corpo na feira do bairro Aparecida Feirante há três decadas, Paulo Roberto, 49, foi um dos comerciantes que cumprimentou o governador. Para ele, a habitação e a segurança foram as áreas de maior avanço na gestão
Omar Aziz / José Melo. “Teve reforma de hospitais, o novo pronto-socorro da Zona Norte, o Ronda no Bairro e as casas populares. Isso é muito importante porque muitas famílias não
tinham onde morar e agora têm”, disse. Para a presidente municipal do PSD, Nejmi Aziz, a visita à feira já faz parte da rotina dela de cidadã que vive em Manaus. “A feira da
Aparecida é um dos locais que sempre gostei de visitar. Vir aqui para apresentar as propostas de governo do Omar e do Melo é tarefa fácil com todas essas guloseimas, feirantes e família”, disse.
IONE MORENO
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agenda política da coligação do governador José Melo (Pros), candidato à reeleição, foi intensa nesta terça-feira, dia 26. Melo e o candidato a vicegovernador Henrique Oliveira (SD) e o ex-governador e candidato ao Senado Omar Aziz (PSD) tiveram mobilizações em três bairros da capital, com caminhadas, panfletagens e bandeiradas. No final da tarde, José Melo e Omar Aziz fizeram caminhada no bairro Parque das Nações. A concentração foi na avenida Argentina com a Venezuela, onde os candidatos conversaram com os moradores sobre necessidades da região nas áreas de saúde e educação. A dona de casa Jaqueline da Silva, 26 anos, reuniu os vizinhos para falar com Melo. “Conheci o José Melo junto com o governador Omar. Eles estão fazendo um bom trabalho com as escolas de tempo integral e, por isso, nós pedimos uma para o nosso bairro”, disse. A recepção calorosa dos populares por onde a “Caravana do 90” tem passado estimula cada vez mais o candidato à reeleição, José Melo. “O carinho das pessoas e a alegria com que eu estou sendo recebido nos bairros que visito renova minhas energias e me motiva cada vez mais a continuar lutando por esse povo”, declarou Melo, reforçando que as caminhadas da coligação Fazendo Mais Por Nossa Gente continuarão diariamente. O candidato ao Senado, Omar Aziz, também declarou
DIVULGAÇÃO
Ao lado do candidato a vice-governador, Henrique Oliveira, e do candidato ao Senado, Omar Aziz, grupo visitou três bairros
CDLM
Braga apresenta programa de governo aos lojistas JOELMA MUNIZ Equipe EM TEMPO
Encerrando o ciclo de reuniões realizado pela Câmara dos Dirigentes Lojistas de Manaus (CDLM), o senador e candidato ao governo do Estado, Eduardo Braga (PMDB), apresentou na tarde de ontem as propostas trabalhadas durante sua campanha. Ao lado de sua vice, a deputada federal Rebecca Garcia (PP), e do deputado federal Francisco Praciano (PT), ele defendeu a necessidade de desburocratização no sistema econômico amazonense. “Quero desburocratizar, levando a zero a nossa burocracia. Se Deus e o povo do Amazonas quiserem, na segunda quinzena de janeiro vamos começar um plano de ação imediata contra a burocracia”, disse. “Não conseguiremos ser competitivos na atual conjuntura se não zerarmos a burocracia”, falou. De acordo com Braga, caso seja eleito, uma comissão mista será formada para acompanhar as necessidades do setor no Amazonas. “Na segunda quinzena de janeiro, esta-
remos trabalhando para formar esse grupo e começar a dar um choque de gestão no que se refere às dificuldades do comércio amazonense”, ressaltou. Entre as críticas apontadas ao atual governo, Eduardo Braga lembrou da redução de tributos da cesta básica apresentada como
Quero desburocratizar, levando a zero a nossa burocracia. Se Deus e o povo do Amazonas permitir, vamos fazer um plano de ação imediata Eduardo Braga, candidato ao governo
uma medida que beneficia o comércio. “É preciso entender que o tributo tem função social. Não adianta arrecadar umas moedas a mais de tributos e sacrificar o povo que mais precisa. Queremos desonerar a cesta básica, incluindo o óleo diesel para o pescador”, afirmou.
Eduardo Braga apresentou, durante um almoço com membros da Câmara de Dirigentes e Lojistas, suas propostas de governo
Criação de regime tributário diferenciado A reativação das campanhas de liquidação nas entressafras do comércio, a exemplo do “Liquida Manaus”, que não foi realizado este ano, também está nos planos de Eduardo Braga
para beneficiar o setor, bem como aderir ao Simples Nacional, um regime tributário diferenciado e simplificado. A implantação de uma linha de crédito e financiamento para o
comércio por intermédio da Agência de Fomento do Estado do Amazonas (AEAM) também foi uma medida anunciada pelo candidato. Eduardo Braga falou, ainda, em melhorar a lo-
gística e reduzir os custos para beneficiar o comércio no interior. “É possível fazer muito mais pelo nosso Estado. O Amazonas está pronto para um novo desafio”, concluiu.
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MANAUS, DOMINGO, 24 DE AGOSTO DE 2014
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Eduardo BRAGA
Um GOVERNO de EXPERIÊNCIA IONE MORENO
JOELMA MUNIZ Equipe EM TEMPO
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enador da República, governador do Amazonas por dois mandatos, prefeito de Manaus por quatro anos. Eduardo Braga (PMDB) volta ao palanque em busca da terceira eleição ao cargo de chefe do Executivo estadual, com críticas severas aos seus sucessores. Braga se diz confiante no apoio popular para mais uma conquista. Em um bate-papo com a reportagem do EM TEMPO, ele falou de suas propostas e de como pretende governar o Estado caso saia vitorioso das urnas no dia 5 de outubro. Leia e fique por dentro das propostas do candidato do PMDB.
...quero governar o Amazonas novamente pela experiência. Meus dois mandatos de governador, um mandato de prefeito e agora de senador da República me fizeram conhecer como funciona Brasília de uma maneira muito mais próxima do que eu tinha experimentado até então...”
EM TEMPO - Mesmo carregando um mandato de senador da República e figurando como líder do governo federal no Congresso, o senhor pleiteia o cargo de governador do Estado do Amazonas. Quais os motivos que lhe levam a desejar o comando do Executivo estadual pela terceira vez? Eduardo Braga - Primeiro, quero governar o Amazonas novamente pela experiência. Meus dois mandatos de governador, um mandato de prefeito e agora de senador da República me fizeram conhecer como funciona Brasília de uma maneira muito mais próxima do que eu tinha experimentado até então. Creio que no Amazonas estamos precisando de uma gestão que faça com que as coisas possam andar mais rápido. Não é que o Estado esteja parado, o Estado está andando, mas de maneira muito devagar. EM TEMPO - Como o senhor descreve essa estagnação? Eduardo Braga - A ponte sobre o Rio Negro, que é uma obra de grande envergadura, nós conseguimos executar, entre projeto, licitação e financiamento, em 5 anos. No entanto, a duplicação da AM-070, que é a duplicação de Manaus/Manacapuru, mesmo tendo dinheiro desde 2010, mesmo tendo projeto, está andando muito devagar. A cidade universitária, que foi lançada com tanta pirotecnia, não tem nenhuma obra de universidade ali. O que existe até agora é apenas o arruamento e uma estrada de acesso. Portanto, as obras vão muito devagar. A avenida das Torres, ou das Flores, que por sinal não tem flor nenhuma, era para estar pronta há um ano. Enquanto isso, a cidade está sem mobilidade urbana, com um transporte urbano lento e o povo sofrendo. A lentidão também abrange as questões ligadas à saúde. Nós tínhamos praticamente acabado com as filas e agora isso tudo
voltou. As pessoas estão indo de madrugada para as policlínicas. Quando eu construí os Serviços de Pronto Atendimento (SPAs), acabaram as filas. Nós criamos uma central de regulação, fazíamos a hora marcada e as pessoas tinham um tratamento mais humanizado, criei os Amigos da Saúde. Os coloquei dentro das unidades e isso tudo acabou. EM TEMPO - Em seu plano de governo, o senhor destaca bastante os projetos voltados para a segurança pública, que é considerada serviço essencial. Algumas declarações repercutiram de forma negativa dentro dos quartéis, onde em boa parte estão os policiais ligados ao programa Ronda no Bairro, instituído pelo seu sucessor Omar Aziz. Como o senhor enxerga o atual momento da segurança pública do Amazonas? Nesse contexto, o Ronda no Bairro tem espaço na sua administração, caso eleito? Eduardo Braga - Nós tivemos a maior fuga de todos os tempos dos nossos presídios, 170 presos fugiram de uma vez. O que para mim é uma vergonha. O Ronda no Bairro é um bom projeto, e agora estamos tomando conhecimento de estupros dentro das viaturas, de violência policial, isso tudo é gestão. Eu nunca acabo com o que é uma boa ideia, procuro fazê-la funcionar bem. Eu quando sucedi o Amazonino, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) era uma boa ideia e não estava consolidada e eu consolidei a universidade. Chego ao governo do Estado, se for da vontade de Deus e do povo, com o compromisso de fazer segurança pública. Mas, para mim, fazer segurança não é acabar com o Ronda. Ao contrário, quero fazê-lo funcionar bem. Quero que a população possa se identificar com uma polícia que é cidadã, que respeita o povo e que, ao mesmo tempo, combata o crime sem se transformar em criminosa. As cenas que temos visto revoltam qualquer um. Ao mesmo tempo, existem várias denuncias relativas à conivência com o tráfico. O que quero é acabar com isso. Queremos premiar o bom policial e tirar de circulação o mal profissional, não quero comandantes envolvidos com o crime dentro da polícia. Não dá para gastar milhões e milhões com aluguel de carro com uma Delta, nacionalmente envolvida em escândalos, e enquanto isso o nosso policial não é bem treinado, não é reconhecido. Então, quero dar melhores condições para esses policiais. O contrato com a Delta termina em dezembro, e se eu chegar ao governo realizarei uma nova licitação. Uma licitação que não seja nem tanto e nem tão pouco.
EM TEMPO - Seu concorrente mais forte é o atual governador José Melo, que tem nas mãos a máquina pública. Como o senhor se vê nesta disputa? Eduardo Braga - Nossa candidatura tem recebido um favoritismo nas pesquisas e temos visto isso com muita humildade. Porque o povo vê a necessidade de termos uma gestão de uma forma mais eficiente, isso me deixa bastante confiante na vitória. EM TEMPO - O senhor, durante seus mandatos, realizou ações conjuntas com a prefeitura municipal. Caso seja eleito em outubro, ações como essas devem ter destaque durante os quatro anos de mandato? Sua relação com o prefeito Arthur Neto permite cooperação? Eduardo Braga - Já fui prefeito e quando prefeito fui o primeiro a fazer a famosa aliança, que no fim se chamou ação conjunta. Na época, Amazonino Mendes governador e eu prefeito, isso ficou marcado na cabeça das pessoas, porque foi a primeira grande parceria entre Estado e prefeitura. Quando fui governador, ofereci a parceria a prefeitos de diversas matizes políticas. Ofereci ao Alfredo Nascimento, Luiz Alberto Carijó, Serafim Corrêa e ao próprio Amazonino. Em algumas vezes conseguimos fazer parcerias, está aí o programa Águas para Manaus (Proama). O Serafim entendeu que era importante liberar o Estado para que nós pudéssemos fazer o Proama. Eu fiz o projeto, depois não queriam botá-lo para funcionar sabe lá Deus por que. Alguns diziam até que a solução não era o Proama. Agora está aí, ele entrou em funcionamento, passou seis meses estava resolvendo o problema da água. Houve um acidente e todo mundo reconheceu que ele faz falta. Portanto, eu vou procurar o prefeito, vou ter um diálogo institucional com ele, vou propor parceria para que possamos atuar. Quero conversar com o Arthur em alto nível, tive meus problemas com ele há um tempo, mas tenho conversado com ele depois disso. Ele também teve seus problemas comigo, mas também ficou para trás. Eu tenho respeito pela história política dele e tenho certeza que ele pela minha. EM TEMPO - No seu plano de governo, o senhor voltou a defender o projeto do monotrilho, visando à melhoria da mobilidade urbana de Manaus. A tentativa fracassada do seu governo de construir o monotrilho, vez ou outra é lembrada por
seus opositores, como o senhor defende essa ideia? Eduardo Braga - Defendo o monotrilho porque na época que fomos fazer o projeto para a Copa do Mundo, contratamos as duas maiores empresas de consultoria do mundo, que nos apresentaram vários modais. Mas, os moldais estavam entorno de uma espinha dorsal central, que era o anel viário do monotrilho recebendo contribuições de diversos modais, até do BRT, para que nós pudéssemos aliviar o engarrafamento. Melhorar a qualidade do transporte urbano, sem que nós tivéssemos problemas de desapropriação, que é muito cara em Manaus, especialmente nos corredores viários e ao mesmo tempo sem atrapalhar o trânsito que já é caótico. A grande vantagem do monotrilho é que você trabalha com vigas e pilares pré-moldados. Feita a fundação que se faz no canteiro central, o resto é trabalho aéreo que pode ser feito durante a noite. Nós começaríamos o nosso monotrilho junto com o de São Paulo, o deles está quase pronto e o nosso nem começou. Não falta dinheiro, porque ele está ai. Falta vontade política. EM TEMPO - Alguns políticos amazonenses reclamam de demora na liberação de verbas federais para o Amazonas. O senhor concorda com esse tipo de descontentamento? Eduardo Braga - Em época de política tem conversa para tudo e tudo aparece. A verdade dos fatos é que o governo da presidente colocou muitos recursos no Amazonas, antes do governo da presidente não tinha creche no país. Para Manaus, a Dilma deu dinheiro para a construção de 55 unidades e o dinheiro está aí. Escolas de tempo integral, eu fui governador, construí escolas desse modelo pela primeira vez. A Dilma deu dinheiro para o Estado construir escolas de tempo integral e isso nunca tinha acontecido. Mas, isso é um tipo de coisa que não se fala para o povo. O hospital do sangue, há três anos o dinheiro está depositado na conta da Secretaria Estadual de Saúde (Susam), o hospital de Manacapuru, há dois anos o dinheiro está depositado na conta do governo e a obra não começa. O hospital da Polícia Militar, há um ano o dinheiro está depositado na conta do governo e nada de acontecer obra. O anel viário que liga o Distrito Industrial ao aeroporto, dois anos o dinheiro à disposição do Estado. A avenida das Torres, a segunda e terceira etapa é 100% financiada com dinheiro do governo federal, ou da Caixa Econômica, ou a Fundo Perdido do Orçamento Geral da União.
Não dá para gastar milhões e milhões com aluguel de carro com uma Delta, nacionalmente envolvida em escândalos, e enquanto isso o nosso policial não é bem treinado”
Nossa candidatura tem recebido um favoritismo nas pesquisas e temos visto isso com muita humildade. Porque o povo vê a necessidade de termos uma gestão de uma forma mais eficiente”
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Marcelo Ramos discute o desequilíbrio fiscal do AM
Cláudio Humberto COM ANA PAULA LEITÃO E TERESA BARROS
www.claudiohumberto.com.br
Nossa pesquisa não mostra isso”
Marina perde em Minas, mas supera Aécio em BH A pesquisa do Ibope confirmou levantamentos preliminares noticiados nesta coluna, mostrando virada espetacular na campanha presidencial de outubro. Marina (PSB) acumula 20 pontos percentuais a mais que os 9 pontos atribuídos a Eduardo Campos, na pesquisa anterior, e vence Aécio (PSDB) e até Dilma (PT) em estados como São Paulo, Rio DF e Paraná. Perde em Minas, mas aparece à frente na capital, BH. Tá feia a coisa PSDB e PT atribuem os números de Marina no Ibope à comoção pela morte de Eduardo Campos. Mas sabem que não é só isso. Números de sempre Marina ainda não era vice de Eduardo, há um ano, e as pesquisas registravam desempenho dela sempre situado entre 25 e 30 pontos. Pastor 1% Com Marina, Dilma e Aécio perderam 4 pontos percentuais cada, indica o Ibope. Pastor Everaldo (PSC) perdeu mais: dois terços dos seus 3%. Prazo fatal O Ibope abalou o PSDB. Tucanos dizem que Aécio fixou prazo de 20 dias para voltar ao 2º lugar. Ou seu projeto estará a caminho do brejo. Dilma demite por corrupção 13% mais que Lula O governo Dilma Rousseff demitiu até agora exatos 1.896 funcionários públicos, a maioria “bagrinhos” enrolados em maracutaias. O levantamento vai de janeiro de 2011, quando começou seu governo, a julho deste ano. Isso representa 13% mais que todo o pri-
meiro governo Lula, quando ocorreu o escândalo de suborno a parlamentares conhecido por mensalão. Só em 2014 foram demitidos 329 servidores. São corruptos Desde 2003, “atos relacionados à corrupção” correspondem a 67% das fundamentações para a demissão na esfera da administração pública. A rodo No governo Dilma 1.290 funcionários foram demitidos, cassados ou destituídos por “ato relacionado à corrupção”. Na origem Os ministérios da Previdência Social e da Justiça se destacam: desde 2003, quase 6% dos demitidos são oriundos dessas pastas. Os critérios de Janot O procurador-geral Rodrigo Janot poderia explicar por que foi favorável à prisão domiciliar de José Genoino, apesar de dois laudos da UnB afirmarem que poderia cumprir pena na Papuda, e contrário a Roberto Jefferson, cujo câncer retirou-lhe 75% do estômago e 50% do intestino. ‘Eu não disse?’ Lula disparou gritos de pânico ao telefone, ontem, para os marqueteiros do PT, especialmente João Santana e o ex-jornalista Franklin Martins. Ele sempre advertiu que Marina era a adversária a temer, e não Aécio. Mal me quer, bem... O Ibope detectou algo constrangedor para a presidenta Dilma: sua rejeição de 36% (percentual de eleitores que dizem não votar nela de jeito nenhum) é maior que os 34% de intenção de votos.
Jornalista
Somente no primeiro mês de janeiro, deputado declarou que o Estado já acumulava uma dívida de R$ 983 milhões
ALEAM
RUI FALCÃO, PRESIDENTE DO PT, preferindo negar a disparada de Marina no Ibope
MANAUS, QUARTA-FEIRA, 27 DE AGOSTO DE 2014
Marina, o alvo Além do PSDB, que vai criticar a inexperiência de Marina Silva em gestão pública, o PT avalia como falar mal da candidata do PSB no horário eleitoral e nas redes sociais. Gaúchos na Cabeça Dos cinco parlamentares presentes nas 21 edições da revista “Cabeças do Congresso”, os gaúchos Paulo Paim e Pedro Simon podem ser os únicos na 22ª. Os outros são Eduardo Suplicy (PT-SP), que pode não ser reeleito, e José Sarney e Inocêncio Oliveira, que se aposentam. Do ABC ao STF São Bernardo (SP), reduto político de Lula, volta ao poder com a posse, dia 10, do ministro Ricardo Lewandowski na presidência do Supremo Tribunal Federal. Apesar de nascido no Rio de Janeiro, o ministro se formou na cidade e fez por ali toda sua carreira jurídica. Patrimônio No DF, o candidato do PSOL ao Senado, Aldemario Castro, procurador da Fazenda Nacional, ficou espantado com a evolução patrimonial dos rivais. A dele é bem mais modesta: foi de R$ 580 mil para R$ 736 mil. Propaganda A lei proíbe governos federal e estaduais gastando em propaganda, mas no Ceará prefeituras ligadas ao governador Cid Gomes, incluindo Fortaleza, fazem a farra. Cega, a Justiça Eleitoral ainda não percebeu. Pergunta na repartição Se Dilma explicou que “tem que dar conta de tudo” na Presidência, de obra, aeroporto, rodovia, Bolsa Família etc, para que 39 ministérios?
Deputado disse que essa situação significa estar no fundo do poço do ponto de vista financeiro
O
desequilíbrio das contas públicas do Estado foi o tema do discurso do deputado estadual Marcelo Ramos (PSB), na manhã desta terça-feira, 26, no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), quando relembrou que o Estado gastou em 2013, R$ 983 milhões a mais do que pagou. “No primeiro dia de janeiro de 2014, sem fazer nada, o Amazonas já tinha uma dívida de R$ 983 milhões acima do que pagou. Ou seja, o governo passou cheque de um dinheiro que não existia”, afirmou, completando que as informações divulgadas estão no site de transparência do governo estadual. Ramos disse ainda que além de gastar mais do que arrecada, o Estado gasta mal os recursos governamentais e recordou que em 2013, o governo contraiu empréstimo para pagar despesas de cus-
teio. Ele compara a situação com o dono de uma casa, que para pagar as contas de água ou energia elétrica, por exemplo, pede empréstimos. “Isso significa estar no fundo do poço do ponto de vista do equilíbrio de suas contas. A
JUROS
O candidato ao governo do Estado, Marcelo Ramos, destacou que em 2016 e 2017, o Amazonas estará pagando os juros das dívidas dos empréstimos destinados a construção da ponte cada número que vejo, aumenta minha preocupação com as contas do Estado”, frisou. O socialista enfatizou que em 2016 e 2017, o Amazonas estará pagando os juros das dívidas dos emprés-
timos, principalmente de recursos destinados à ponte Rio Negro, Arena Amazônia, Prosamim e também para pagar as despesas de custeio. O deputado também citou que o governo utilizou recursos do Fundo do Desenvolvimento do Interior Turismo e Infraestrutura (FTI) e do Fundo da Micro e Pequena Empresa e Assistência Social (FMPS) para outras finalidades, contrariando o objetivo real para que são destinados. “No Fundo de Desenvolvimento do Turismo, por exemplo, foi direcionado para pagar viagens”, criticou. Ramos adiantou que vai ao Ministério Público Estadual (MPE) para solicitar que sejam tomadas providências sobre o desvio dos recursos dos fundos para outras finalidades.
CAMPANHA ASSESSORIA CANDIDATO
PODER SEM PUDOR
Coragem e coerência O coronel Adauto Rocha (UDN) disputava a eleição contra outro coronel, João Lúcio (PSD), em Guaianinha (RN). A disputa era acirrada e o deputado Fernando Marinho resolveu ajudar o tio, João Lúcio. No palanque, Marinho não mediu as palavras: - Esse coronel Rocha é ladrão! Adauto Rocha ouviu o insulto, subiu no palanque de revólver em punho, aproximou-se do orador e sussurrou, na maior calma: - Estou gostando do seu discurso. Mas é o contrário. Corrija, senão morre. Reza a lenda voluntarioso deputado não se fez de rogado: - Amigos, Adauto Rocha é um homem bom! Meu tio é que não presta!
CAMPANHA
TRE realiza reunião com juízes A Justiça Federal realiza hoje uma reunião de Juízes Eleitorais do Estado do Amazonas. A solenidade de abertura, que será presidida pela desembargadora Socorro Guedes, contará com diversas outras autoridades, A reunião tem por finali-
dade apresentar, aos magistrados que conduzirão as eleições deste ano, as medidas adotadas pelo Gabinete de Gestão Integrada referentes à segurança do pleito, a atuação do Ministério Público Eleitoral, no apoio aos magistrados, sobretudo naquilo que visa coibir os cri-
mes eleitorais, além das providências já adotadas pela administração no referente à execução do planejamento logístico de distribuição de urnas, pessoal e recursos para a transmissão remota de resultados. A reunião será realizada das 10h às 17h.
Ao lado de Pauderney Avelino, Omar Aziz conversou com os trabalhadores do Distrito
Omar faz visita à fábrica do DI O ex-governador e candidato ao Senado, Omar Aziz (PSD), junto e candidato a reeleição, José Melo (pros), visitou a empresa Moto Honda da Amazônia, no Distrito Industrial, onde almoçou e conversou com os colaboradores e diretores da empresa. Omar afirmou que o polo de duas rodas implantado no Modelo Zona Franca de Manaus (ZFM), que responde
por mais de 23 mil empregos diretos, será uma de suas bandeiras de atuação no Senado. “Precisamos exportar essas motos. O governo precisa ter uma política de exportação específica para o setor de duas rodas. E como senador vou buscar esse diálogo para abrir o mercado dos países mais próximos e que possuam boa relação comercial com o Brasil, em especial o Mer-
cosul”, defendeu Omar. Foi no governo de Omar Aziz que o modelo ZFM recebeu garantias de que a presidenta Dilma Rousseff prorrogaria por mais 50 anos. “Foi uma grande conquista do povo amazonense. Sem dúvidas a atuação firme de Omar no governo em garantir o acordo pela prorrogação é mostra suficiente de que no Senado ele será uma voz ativa”,disse Melo.
Eleições 2014
MANAUS, QUARTA-FEIRA, 27 DE AGOSTO DE 2014
HOJE
TCE julga 57 processos O pleno do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) realiza hoje (27), às 10h, a sua 30ª sessão ordinária de 2014. Ao todo, serão julgados 57 processos, entre eles sete prestações de contas e seis recursos, além de consultas, representações, auditorias e contratos. Os processos apreciados incluem contas do ex-presidente da Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (FHemoam), Nelson Fraiji; do ex-chefe do Gabinete Militar, Otávio Cabral Jr.; do ex-prefeito de Careiro, Joel Lobo; do ex-ordenador de despesas do Fundo Estadual do Meio Ambiente, José Alves; do ex-ordenador de despesas do Programa Nacional de Administração da Fazenda Municipal, Alfredo Paes; e da Gestora do Fundo Municipal Antidrogas, Goreth Garcia. A pauta de amanhã conta com oito representações e três consultas. A 30ª pauta ordinária acontecerá no plenário do TCE, no 2º andar do prédio anexo.
SÁBADO
Fiscalização do TRE faz blitz na orla A Comissão de Propaganda Eleitoral do TRE fará uma fiscalização no sábado (30) na Orla de Manaus. A equipe contará, além do coordenador da Comissão Fued Semem Filho e do juiz Henrique Veiga, com a presença da presidente do colegiado, desembargadora Maria do Perpétuo Socorro Guedes. Segundo informações obtidas pela reportagem do EM TEMPO a saída será do porto da Ceasa, às 9 horas e terá duas embarcações, uma para a equipe e uma para a imprensa que quiser e puder fazer o acompanhamento da fiscalização da propaganda. A equipe de fiscalização da propaganda, segundo informou o coordenador Fued Filho, estuda estender as fiscalizações em locais onde acontecem eventos públicos, como festivais de bairros, entre outros. ‘Fuxico’ Na tarde da terça-feira (25) a fiscalização aprrendeu na Zona Leste cinco placas irregulares. Na rua Itaúba, no bairro Armando Mendes, três placas de candidatos estavam afixadas em comércio, o que não é permitido pela legislação eleitoral. Na avenida Brigadeiro Hilário Gurjão, conhecida popularmente como “Rua do Fuxico”, foram encontradas duas placas também afixadas em comércio. A comissão conversou com os comerciantes e falou que a legislação não permitia que placas sejam afixadas em comércios.
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Veículos abandonados nas ruas geram debate na CMM
Vereadora protestou contra o veto ao projeto que previa a retirada de veículos abandonados nas ruas
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Câmara Municipal de Manaus (CMM) decidiu vetar, ontem (26), o projeto de lei 225/2013, de autoria da vereadora Rosi Matos (PT), que previa a apreensão de veículos abandonados nas ruas por mais de 30 dias. O texto já havia sido vetado pelo Executivo municipal. No veto número 007/2014, o Executivo municipal aponta inconstitucionalidade, uma vez que o projeto de lei cria uma norma de competência da União. O Executivo argumenta que, apesar de haver uma lei complementar que poderia autorizar os estados a legislar sobre essa questão, ainda não houve edição de uma lei neste sentido. Com o veto, o projeto de lei retorna para a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal. A vereadora Rosi, que protestou contra o veto dos colegas, disse que há contradições nas justificativas do Executivo municipal. Segundo ela, a retirada de veículos abandonados nas ruas é questão de saúde pública, pois impede o acúmulo de lixo e água parada, evitando a transmissão de doenças. “O veto total do projeto de lei pode representar uma grave omissão da Câmara Muni-
TIAGO CORREA/CMM
cipal diante de uma demanda que compete o direito dos outros cidadãos, que cumprem a lei e não abandonam ros velhos em pública”, disse.
carvia
Outros Projetos A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal de Manaus aprovou, ontem, um projeto de lei que cria a “Frente Parlamentar em Defesa da Mobilidade Urbana”, com o objetivo de desenvolver um fórum de discussão sobre mobilidade urbana, social e humana, além de auxiliar o Poder Executivo na implementação de políticas de mobilidade integrada às políticas de desenvolvimento urbano e de proteção ambiental. Ao todo dez projetos foram analisados, sendo que destes quatro foram enviados para analise da procuradoria, dois foram rejeitados e um retirado de pauta por haver lei similar. Estavam presentes na reunião Professora Jacqueline e Professor Samuel (PPS), Mário Frota (PSDB) e Alonso Oliveira (PTC).
A vereadora Rosi Matos afirmou na CMM que veículos abandonados é questão de saúde pública
ALBERTO CÉSAR ARAUJO
CANDIDATURA
Wilson Lisboa continua com registro negado em tribunal O deputado estadual Wilson Lisboa (PCdoB), teve os embargos de declaração rejeitados pela corte do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE), o qual manteve a decisão anterior pelo indeferimento do pedido de registro de candidatura de Lisboa. Divergindo do voto do relator, juiz Affimar Cabo Verde Filho, que votou pelo colhimento dos embargos, o juiz Marco Antonio Pinto da Costa que em conjunto com o juiz Ricardo Augusto de Salles pediu vista do processo, votou pelo indeferimento do registro de candidatura do parlamentar que pretende concorrer a reeleição ao cargo de deputado estadual. Em sua justificativa, o juiz Marco Antonio alegou que o candidato não atendeu a solicitação do órgão para apresentação de certidões de objeto em pé, relativas às anotações das certidões criminais da Comarca de Manaus, onde há anotações relativas a processos criminais envolvendo o embargante. “Diante do exposto, acompanho parcialmente o voto do relator pelo acolhimento dos embargos de declaração, sem os efeitos modificativos, penas para esclarecer que o indeferimento do registro de candidatura do embargante se deu pela não apresentação das certidões de objeto em pé. É como voto”, disse o juiz. Os demais membros
acompanharam o voto divergente e indeferiram o registro de candidatura do deputado estadual. Embargo a Melo Na mesma sessão, o pleno também rejeitou os embargos de declaração do candidato José Melo, que tentava reverter a decisão do pleno, quanto a redução do valor da multa de R$ 5 mil aplicada por propaganda eleitoral an-
REJEITADO
Lisboa teve os embargos de declaração rejeitados pela corte do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE), o qual manteve a decisão anterior pelo indeferimento do pedido de registro tecipada pelo candidato da coligação Fazendo Mais Por Nossa Gente. Além de negar os embargos, o pleno ainda julgou como protelatório (perde o direito de recorrer). Segundo o advogado Daniel Nogueira, é considerado recurso protelatório, quando não há fundamento, e é somente para atrasar o processo. “Neste caso, não cabe recurso sobre a multa, cabe recurso para discutir se o recurso é protelatório ou não”, explicou o advogado Daniel Nogueira.
Deputado Wilson Lisboa permanece com embargos do TRE à candidatura para estas eleições
Pedidos de forças federais no AM De 15 pedidos de forças federais, já foram julgados pelo TRE, deste apenas dois foram negados para Iranduba e para Tefé, este último julgado na sessão de ontem pelo pleno. De acordo com o relator, juiz Marco Antonio Pinto da Costa, o contingente de policiais militares é suficiente para preservar a segurança e ordem pública ao município de Tefé, que tem pouco mais de 37 mil eleitores para 29 locais de votação. E apesar de o município de Uarini está sob jurisdição eleitoral de Tefé, o número de policias é suficiente para
manter a ordem. “Segundo informações do comandante do Batalhão lotado no município, para o serviço de polícia ostensiva e preventiva, bastam 90 policiais militares e o município estará com um total de 286 no período eleitoral, os quais distribuídos em 29 locais de votação perfazem 6 praças para cada local de votação, que em caso de necessidade poderão ser socorridos pelos 90 policias em ronda rotineiro”, justificou. O termo eleitoral de Uarini contará com 19 policiais exclusivos, já com reforço con-
forme planilha do comando geral da PM. Cautela A presidente do TRE, desembargadora Maria do Perpétuo Socorro, concordou em parte com o juiz, ao analisar que quando há um pedido de forças federais do juiz da comarca, é necessário ter muita cautela para julgar o pedido, mas concordou que o dia da eleição é a festa da democracia sim. Ao final, os membros acompanharam o relator e indeferiram o pedido de forças federais ao município de Tefé.
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Eleições 2014
MANAUS, QUARTA-FEIRA, 27 DE AGOSTO DE 2014
CPI da Pedofilia apresenta novos extratos bancários DIVULGAÇÃO/ALEAM
Suspeita era que crime de pedofilia em Coari era financiado com dinheiro público. Materiais de três bancos são analisados
Presidente da comissão da CPI da Pedofilia, Abdala Fraxe, acompanhado dos deputados Conceição Sampaio e Luiz Castro, apresentou o segundo malote de extratos bancários de Coari
O
o trabalho da comissão e não garante a transparência das informações enviadas. Segundo o presidente, a CPI oficiou novamente a instituição e solicitou o reenvio do material, de forma clara e organizada. “Nós devolvemos o material recebido ao Bradesco e pedimos que a instituição nos envie o que realmente foi solicitado pela CPI, sob pena do banco ser o primeiro a ser indicado ao Ministério Público como investigado”, enfatizou o presidente, ao afirmar que aguarda o reenvio dos documentos da instituição para a próxima semana e da Caixa Econômica até o dia 11 do
próximo mês. Conforme Fraxe, por meio dos extratos bancários dos últimos três anos, a CPI investiga se o crime de pedofilia foi financiado com o dinheiro público, no município de Coari. “Com esses documentos também vamos ampliar o leque de investigações, saber se há mais pessoas envolvidas nesse crime e assim poder denunciá-las”, acrescentou. PCCR da Defensoria Depois de se reunir com representantes dos defensores públicos estaduais, o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam),
RAIMUNDO VALETIM
presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, deputado Abdala Fraxe, apresentou, ontem, mais dois volumes de extratos bancários da Prefeitura de Coari, enviados pelo Banco do Brasil. A CPI ainda aguarda os documentos da Caixa Econômica e do banco Bradesco. O deputado informou que, ao começar a análise do material enviado inicialmente pelo Bradesco, a CPI constatou que a instituição apresentou apenas comprovantes de transações, sem ordem cronológica e sem os extratos, o que inviabiliza
Candidato a deputado estadual, Niró defende a mudança
deputado Josué Neto (PSD), conduziu a votação, nesta terça-feira (26), do Projeto de Lei que institui o quadro de servidores auxiliares e o Plano de Cargos Carreiras e Remuneração (PCCR) dos servidores da Defensoria Pública do Estado (DPE-AM). O PL, encaminhado pela própria Defensoria, foi aprovado por unanimidade dos deputados presentes. O subdefensor geral da DPE, Rafael Monteiro Barbosa, considerou a aprovação do projeto uma conquista importante para o órgão. Como a Defensoria não tinha um quadro próprio de
servidores, que eram regidos pela lei nº 1.762, muitos deles estavam com defasagem de salários. Atualmente são 250 servidores, entre efetivos e comissionados, dos quais 110 defensores públicos, que serão contemplados com a medida. De acordo com Rafael Barbosa, o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos servidores cria uma nova carreira de servidores dentro da Defensoria Pública com melhores condições de trabalho e remuneração substancial por conta do enquadramento a ser feito nos próximos 30 dias. “Tudo isso para melhor
atender o assistido”, disse. Segundo Barbosa, com a aprovação do PL a Defensoria tem condições de programar um concurso para contratação de servidores públicos – antes feito apenas para defensores –, o que deve acontecer em 2015. “Deverão ser oferecidas entre 50 e 100 vagas, entre assessor jurídico, engenheiro, pessoal para área de saúde, etc”, mencionou.
NIRÓ KOHASHI
‘Vou valorizar o homem da terra’ Candidato a deputado estadual pelo PSL, o vereador Noró Kohashi, do municípío de Rio Preto da Eva (a 78 quilômetros de Manaus), quer dar prioridade aos valores do homem da terra, caso consiga uma cadeira na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). Pela primeira vez na disputado do cargo, Niró destacou que seu interesse em disputar o pleito estadual é porque almeja fazer mais pelo Estado, e com as limitações de vereador não tem possibilidades de colocar seus projetos de para
o Amazonas em prática. A principal bandeira de proposta do deputado está na questão da valorização da matéria-prima produziada no Amazonas. Segundo Niró, a ideia é criar nichos que possibilitem um maior investimento neste segmento e fazer com que a venda dessas produções sejam comercializadas dentro do próprio Estado. “Somos grandes produtores de farinha, carne charque, além de diversos outros produtos alimentícios, e não entendo a necessidade de termos que fazer impor-
tação desse tipo de mercadoria, desvalorizando nossa produção local. Quero criar incentivos para que esse setor primário tenha crescimento de investimentos”, declarou. Para o candidato, além dos incentivos fiscais é preciso também se criar uma sobretaxa para os produtos de outros Estados, pois isso incentivaria a compra da matéria-prima local. “Se fizermos incentivos no nosso setor, as mercadorias serão melhor produzidas, e, com isso, estarão em plenas condições de disputar
espaço no mercado. Quero também instalar uma sobretaxa para produtos externos, incentivando o empresário a adquirir os produtos locais”, destacou. Segundo um levantamento feito pelo candidato, o próprio Estado tem estrutura física para adquirir esse material de consumo. “Temos que aproveitar os produtos produzidos na terra, como farinha de Tefé, alface do Rio Petro da Eva e produção bovina de Manicoré e Itacoatiara. Isso tudo tem grande consumo aqui no Amazonas”, disse.
Eleições 2014
MANAUS, QUARTA-FEIRA, 27 DE AGOSTO DE 2014
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Marina avança sobre Aécio e venceria Dilma no 2º turno DIVULGAÇÃO
Candidata do PSB aparece em segundo lugar na corrida presidencial e vence Dilma em eventual segundo turno, indica Ibope ELEIÇÕES 2014 - 1º TURNO
Campanha de Marina Silva dá um salto de 10 pontos sobre Aécio Neves e, em eventual 2º turno, bateria Dilma Rousseff
P
sa Datafolha divulgada em 18 de agosto. No levantamento da semana passada, Marina já aparecia numericamente à frente de Aécio, com 21% contra 20%, mas havia empate
RESULTADOS
É a primeira pesquisa que o instituto faz depois da morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos e da definição de Marina como candidata a presidente pelo partido
técnico entre os dois, levando em consideração a margem de erro. Agora, a ex-senadora está com vantagem de dez pontos percentuais sobre Aécio e somente cinco pontos
abaixo de Dilma. Na pesquisa Ibope divulgada ontem, o pastor E ve r a l d o Pereira, candidato pelo PSC, e Luciana Genro, do Psol, estão com 1%. Somados, os outros candidatos têm 1%. A proporção de eleitores dispostos a votar em branco ou anular é de 7%. Os indecisos representam 8%. Na última pesquisa Ibope, divulgada em 7 de agosto, Dilma aparecia com 38%, Aécio tinha 23% e Eduardo Campos, então candidato do PSB, estava com 9%. O resultado de ontem indica que a eleição deve ir para o segundo turno, já que Dilma não tem mais do que a soma dos demais candidatos.
Aeronáutica ainda estuda os motivos que levaram à queda de jato com Eduardo Campos
ELEIÇÕES 2014 - 2º TURNO
Em 2º turno, Marina abre nove pontos O Ibope testou dois cenários de segundo turno. Em uma eventual disputa entre Dilma e Marina, a candidata do PSB aparece à frente, com 45%, contra 36% da petista. Neste cenário, são 11% de indecisos e 9% de eleitores dispostos a votar em branco ou nulo. No outro cenário, Dilma lidera com 41% contra 35% de Aécio, 12% de votos nulos ou brancos e 11% de indecisos.
DIVULGAÇÃO
esquisa Ibope divulgada ontem (26) mostra a ex-senadora Marina Silva (PSB) em segundo lugar na corrida presidencial, com 29% das intenções de voto. É a primeira pesquisa que o instituto faz depois da morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos e da definição de Marina como candidata a presidente pelo partido. Também é o primeiro levantamento feito após o início do horário eleitoral gratuito na TV e no rádio. A presidente Dilma Rousseff (PT), que busca a reeleição, lidera a disputa, com 34%. O senador Aécio Neves (MG), candidato pelo PSDB, caiu do segundo para o terceiro lugar e tem 19%. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O resultado reforça a tendência verificada pela pesqui-
JUSTIFICATIVA/PSB
Jato era para Campos fazer campanha O PSB divulgou nota ontem (26) para abordar pela primeira vez oficialmente a polêmica do jato usado por Eduardo Campos no dia do acidente ocorrido em 13 de agosto. Segundo o partido, os empresários João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira, amigos pessoais do ex-governador de Pernambuco, emprestaram a aeronave para uso durante toda a campanha. O partido diz que iria contabilizar e declarar à Justiça Eleitoral o empréstimo após o término da campanha, na prestação de contas final. “Nos termos facultados pela legislação eleitoral, e considerando o pressuposto óbvio de que seu uso teria continuidade até o final da campanha, pretendia-se proceder à contabilização ao término da campanha
eleitoral, quando, conhecida a soma das horas voadas, seria emitido o recibo eleitoral, total e final”, diz o texto. A legenda diz ainda que o acidente impôs
PRESTAÇÃO
O partido afirmou que iria contabilizar e declarar os gastos à Justiça Eleitoral sobre o empréstimo da aeronave para o uso do PSB após o término da campanha, na prestação de contas final “conhecidas alterações tanto na direção partidária quanto na estrutura e comando da campanha”, o que explicaria “as dificuldade enfrentadas no
levantamento” das informações relativas ao jato. Investigação A candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, havia prometido explicações do partido sobre o assunto para. A exsenadora ressaltou que, além dos esclarecimentos legais, há a preocupação com “as causas do acidente” que matou seu ex-companheiro de chapa. A nota do PSB, no entanto, não esclarece a identidade dos verdadeiros proprietários do avião utilizado por Campos. A Polícia Federal investiga o uso da aeronave, que não aparecia na primeira prestação de contas da campanha de Campos ao TSE. O negócio pode estar em um limbo jurídico, já que o jato havia sido vendido pelo grupo AF Andrade.
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MANAUS, QUARTA-FEIRA, 27 DE AGOSTO DE 2014
Dilma: uso de ficha da época da ditadura não é autêntica A própria presidente Dilma Rousseff afirmou que uso de ficha criminal apresentada horário eleitoral não é verdadeira
A
campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição usou em sua propaganda eleitoral na televisão imagens de uma ficha criminal que a própria presidente disse no passado que não é autêntica. O documento, reproduzido no programa de estreia e em anúncios, lista ações armadas das quais Dilma teria participado durante a ditadura militar (1964-85). A ficha aparece ao final do programa da presidente, por poucos segundos, quando a campanha reforçava a luta da petista contra o regime militar que comandou o país. Nos anos 70, Dilma integrou organizações de oposição aos governos militares, entre as quais a VAR-Palmares, um dos principais grupos da luta armada. A presidente foi presa e torturada. A campanha confirmou o
FOTOS: REPRODUÇÃO
uso da imagem, mas disse que ela foi usada como recurso “meramente ilustrativo e metafórico, sem qualquer referência a seu
DITADURA
A ficha criminal de Dilma aparece ao final do programa da presidente, por poucos segundos, quando a campanha reforçava a luta da petista contra o regime militar que comandou o país conteúdo e sem tratá-lo como documento”. A ficha havia sido divulgada pela Folha em 2009. Na ocasião, Dilma disse, com laudos, que o documento continha “manipulações tipográficas” e “fabricação digital”.
A presidente não participou das ações descritas na ficha. “Nunca fiz uma ação armada”, disse em entrevista concedida em abril de 2009. Em texto publicado após a divulgação da ficha, o jornal escreveu ter cometido dois erros durante a publicação da reportagem sobre o documento, que circulava em sites na internet. O primeiro foi afirmar na Primeira Página que a origem da ficha era o arquivo do Dops. Na verdade, o jornal recebeu a imagem por email. O segundo foi tratar como autêntica uma ficha cuja autenticidade, pelas informações disponíveis na época, não poderia ser assegurada, nem descartada.
Nos anos 70, presidente Dilma Rousseff integrou organizações de oposição aos governos militares
Consulta sobre a reforma política
Ficha criminal da presidente Dilma foi utilizada erroneamente em programa eleitoral do PT
A candidata à reeleição à Presidência da República Dilma Rousseff (PT) defendeu ontem a realização de uma consulta popular para tratar da reforma política, que inclui temas como o financiamento público de campanha e maior moralidade nos processos eleitorais e de governo. “É oportuno que se faça isso [a reforma política] para ter mais transparência e mais ética nas relações político-eleitorais e também uma discussão muito clara sobre
a questão do financiamento público de campanha”, disse a candidata, durante entrevista a jornalistas no Palácio da Alvorada. Dilma abordou o tema após ter recebido dom Raymundo Damasceno, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no Palácio do Planalto, antes de conceder a entrevista. Os dois conversaram sobre um projeto de lei de iniciativa popular sobre a reforma po-
lítica escrito pela CNBB, a Ordem dos Advogados do Brasil e várias outras entidades. “Acredito que o que nós temos que fazer é mobilizar toda a sociedade para que apresente suas propostas e submeter depois isso [as propostas] a uma forma de organizá-las e discutir ou em um processo de plebiscito, mas certamente com consulta popular, porque senão ninguém terá força para aprovar uma reforma política”, completou.
DIVULGAÇÃO
AÉCIO
Bolsa para jovens retomarem estudos O candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) apresentou na tarde de ontem (26) uma proposta para incentivar jovens entre 18 e 29 anos, que tenham deixado os estudos no ensino fundamental ou médio, a retomar as salas de aula. Segundo números da campanha de Aécio, há no país cerca de 20 milhões de pessoas nesta situação. Pelo projeto, integrado ao programa de governo do tucano como “Mutirão de Oportunidades”, os jovens terão à disposição uma bolsa para retomar os estudos. O auxílio terá de seis meses a um ano de duração, com o pagamento de um salário mínimo por mês. O candidato afirma que este projeto, voltado a quem deixou os estudos, é complementar a outro já implantado em Minas Gerais: o Poupança Jovem, que busca manter os jovens na escola. Como prêmio aos que persistem, o governo mineiro abre uma poupança de R$ 3.000 para
aqueles que concluem o ensino médio, se cumpridos alguns requisitos. Em Minas, porém, essa experiência foi levada a apenas 1% dos municípios, conforme mostrou reportagem da “Folha de S.Paulo” nesta segunda. “O programa não busca universalizar o atendimento a jovens em todos os municípios do Estado, ao contrário, nós buscamos atender aos jovens nas regiões de maior vulnerabilidade social. A meta é que esse programa alcance 10% dos alunos do ensino médio até o ano que vem, no final de 2015”, explicou o candidato. Oportunidades No Mutirão de Oportunidades, de acordo com Aécio, a origem dos recursos será do Plano Nacional de Educação, que terá de aplicar 10% do PIB em educação até 2014 e 7% até 2019. O propósito é possibilitar a qualificação em um sistema similar ao existente para mestrado e doutorado.
“O país remunera com bolsas quem faz mestrado e doutorado porque reconhece a importância disso. Mas no caso de jovens, eles têm muitas vezes de trabalhar de dia e estudar à noite. Ficam sobrecarregados e não conseguem avançar. Por que não dar uma bolsa para que eles possam se dedicar de verdade a estudar”, assinala o tucano. Vantagem de Marina Aécio conversou com a imprensa ontem, no comitê carioca do Leblon, na Zona Sul do Rio, em sua única atividade externa do dia. Ele está apostando na campanha na cidade nos últimos dias: desde a sexta-feira ele vem realizando atividades na capital fluminense, intercaladas com viagens. Ontem à tarde, o tucano viajará para São Paulo, para participar de um debate. Confrontado com os rumores de que Marina Silva (PSB) ampliou a vantagem sobre ele nas pesquisas de intenção de voto, disse seguir confiante de que
estará no segundo turno. “É preciso mudar e apontar em que direção nós queremos esta mudança. Eu tenho absoluta convicção de que quanto mais claras ficarem as propostas, mais claro ficará que a nossa é aquela que poderá levar o Brasil para o resgate de sua credibilidade, impacta nos investimentos, na recuperação dos empregos. As nossas políticas públicas tem a capacidade de buscar a superação e não só a administração da pobreza. Vou dizer com absoluta sinceridade, cada vez acredito mais na nossa vitória”. Na segunda-feira (25), Aécio havia comparado a candidatura de Marina a uma “onda”. “Houve uma reviravolta no quadro eleitoral, ao menos circunstancialmente. Politica e eleições funcionam muitas vezes como o mar, as ondas vêm. No início do ano, ninguém no campo governista achava que ia ter segundo turno. Depois veio o nosso avanço e depois o episódio Marina”, disse.
Aécio promete maior incentivo ao retorno dos jovens aos estudos
EXPEDIENTE EDIÇÃO Isabella Siqueira de Castro e Costa e Náis Campos
REPORTAGEM Moara Cabral, Joelma Muniz e Raphael Lobato e Assessorias
REVISÃO Dernando Monteiro João Alves
DIAGRAMAÇÃO Mário Henrique Silva e Leonardo Cruz
TRATAMENTO DE FOTOS Klinger Santiago