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Índice

Índice 1.

INTRODUÇÃO .................................................................................................................................. 1

2.

METODOLOGIA ............................................................................................................................... 3

3.

DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO ..................................................................................................... 5 3.1.

CARACTERIZAÇÃO DO MEIO .............................................................................. 5

3.1.1. S. Pedro de Rates ................................................................................................. 5 3.1.2. Balasar ................................................................................................................ 7 3.1.3. Laúndos ............................................................................................................... 8 3.1.4. Macieira de Rates ............................................................................................... 10 3.2.

CARARCTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO ........................................................ 12

3.2.1. Escolas do 1º Ciclo e Jardins de Infância .............................................................. 13 3.2.2. Escola Básica de Rates ....................................................................................... 14 3.3.

CARACTERIZAÇÃO EDUCATIVA........................................................................ 19

3.4.

ANÁLISE SWOT ................................................................................................. 26

3.5.

ORGANOGRAMA ............................................................................................... 28

3.6.

PROJECTOS/PARCERIAS.................................................................................. 29

4.

FINALIDADES, VALORES E OBJECTIVOS PARTILHADOS ..................................................34

5.

PRIORIDADES, METAS E ÁREAS DE INTERVENÇÃO ..........................................................37 5.1.

PLANO DE ACÇÃO ............................................................................................ 37

5.2.

CRONOGRAMA ................................................................................................. 54

6.

FORMAS E MOMENTOS DE AVALIAÇÃO DO PROJECTO...................................................57

7.

CONCLUSÃO .................................................................................................................................58

8.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS.............................................................................................59

ANEXOS ..................................................................................................................................................61

ii Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Índice

Índice de Figuras Figura 1 - Freguesia de S. Pedro de Rates ............................................................................ 5 Figura 2 - Freguesia de Balasar ............................................................................................ 7 Figura 3 - Freguesia de Laúndos........................................................................................... 9 Figura 4 - Cronograma do Objectivo “Implementar a prática de metodologias conducentes ao sucesso” ........................................................................................................................... 54 Figura 5 - Cronograma do Objectivo “Fomentar a intervenção para a mudança” ..................... 55 Figura 6 - Cronograma do Objectivo “Promover uma escola de qualidade” ............................. 56 Índice de Quadros Quadro 1 - Estabelecimentos de Ensino do Agrupamento ..................................................... 12 Quadro 2 - Caracterização dos Espaços dos JI/ EB1º do Agrupamento .................................. 14 Quadro 3 - Caracterização da tipologia da Escola Básica de Rates ........................................ 16 Quadro 4 - Caracterização dos espaços da Escola Básica de Rates ...................................... 16 Quadro 5 - Nº de crianças dos Jardins de Infância ................................................................ 17 Quadro 6 - Nº de crianças das EB1 ..................................................................................... 17 Quadro 7 - Nº de alunos por ano de escolaridade da EB ....................................................... 17 Quadro 8 - Nº de alunos dos cursos EFA ............................................................................. 17 Quadro 9 - Nº de adultos do CNO ....................................................................................... 18 Quadro 10 - Nº de discentes do Agrupamento ...................................................................... 18 Quadro 11 - Nº de docentes e não docentes ........................................................................ 18 Quadro 12 - Análise SWOT ................................................................................................ 27 Quadro 13 - Objectivos gerais e específicos......................................................................... 35 Índice de Gráficos

Gráfico 1 - Organização e Gestão ....................................................................................... 20 Gráfico 2 - Cultura e clima de escola (Direcção Executiva) .................................................... 21 Gráfico 3 - Cultura e clima de escola (Departamento) ........................................................... 22 Gráfico 4 - Sucesso e insucesso escolar .............................................................................. 23 Gráfico 5 - Relação com a comunidade ............................................................................... 24 Gráfico 6 - Avaliação dos órgãos da escola.......................................................................... 25

iii Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Introdução

1. INTRODUÇÃO «O Projecto não é uma simples representação do futuro, mas um futuro para fazer, um futuro a construir, uma ideia a transformar em acto». BARBIER

O presente projecto educativo enquadra-se, num momento de mudança, na estrutura educativa nacional e do agrupamento. As alterações na carreira docente, a introdução de um novo processo de avaliação dos professores, a implementação de um novo modelo de gestão e de autonomia, bem como uma situação social decorrente dos novos enquadramentos sócio-económicos vêm justificar o aparecimento necessário de um novo conceito de escola, gerando-se assim um conjunto novo de desafios. Estas alterações coincidem com transformações internas, do órgão de gestão, do conselho geral e do conselho pedagógico do agrupamento. Desta forma há necessidade de proceder à revisão do nosso Projecto Educativo, não só para aí integrar todas as alterações decorrentes dos novos quadros legais entretanto publicados, como também para se estabelecerem novas metas para os três anos que se avizinham. A renovação das estruturas é importante quando essa renovação se orienta no sentido de as tornar mais eficazes, permitindo um melhor aproveitamento dos esforços de todos os intervenientes, na construção de uma nova geração de alunos que se querem mais dinâmicos, activos, conhecedores, autónomos, criativos e empreendedores. De acordo com o Decreto-Lei nº75/2008 de 22 de Abril, o Projecto Educativo deve explicitar “os princípios, os valores, as metas e as estratégias segundo as quais o agrupamento de escolas ou escola não agrupada se propõe cumprir a sua função educativa”. O Projecto Educativo deverá ser o cartão de identidade de uma escola, alicerçado em todo um processo em que esta aprende a conhecer-se na dinâmica da formulação dos seus objectivos, que mais não são do que a expressão de um conjunto de valores partilhados pela comunidade educativa, que os sente como próprios e que os quer partilhar com o meio que a rodeia. Tratase, pois, de um instrumento flexível e aberto, orientado para dar resposta às necessidades, problemas e expectativas da comunidade educativa e pronto a enriquecer-se com as sugestões que sejam propostas e que o possam valorizar. Por este motivo, deve ser periodicamente alvo de avaliação e reformulação: avaliação do grau de consecução das metas delineadas e reformulação dessas mesmas, numa perspectiva de contínuo progresso e aperfeiçoamento. 1 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Introdução

Este documento, de carácter pedagógico e interventivo, que se pretende objectivo e concretizável, deverá constituir uma orientação para a elaboração de outros documentos, nomeadamente: • Regulamento Interno; • Planos Anuais de Actividades da Escola (um por ano); • Outros projectos. O presente Projecto Educativo consiste numa proposta fundamentada de alteração de uma realidade presente diagnosticada, para uma realidade futura desejada, possível através de um Plano de Acção definido pela escola, concretizáveis através de um conjunto de acções desenvolvidas nos Planos Anuais de Actividades/Projecto Curricular de Escola/Projecto Curricular de Turma. Deverá este constituir um guia de trabalho que assegure coerência e coesão na actividade educativa, no sentido de promover o sucesso e a realização da Escola, de forma a criar um ambiente cada vez mais propício às aprendizagens, desenvolvendo competências e consolidando valores como a inter-ajuda, a responsabilidade e a cidadania. Pretende-se que seja encarado não como um produto acabado, mas sim como as linhas mestras de um processo para a mudança, um processo que se pretende vivo, dinâmico, aberto, operante e realizável.

2 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Metodologia

2. METODOLOGIA Reportando-se um Projecto Educativo à singularidade de cada escola, afigura-se essencial para a sua construção a análise do contexto interno, de modo a tornar bem explícita, não só a imagem que a comunidade educativa tem de si mesma, mas também as suas expectativas. Sempre que um projecto entra em fase de elaboração, é preciso fazer uma perspectivação do seu processo, rejeitar certos itinerários, para finalmente trilhar o caminho que no momento terá parecido o melhor, a fim de se alcançar um determinado objectivo. Foi exactamente o que aconteceu ao percurso efectuado para a elaboração do actual P.E.E. A metodologia utilizada foi o estudo de caso de carácter exploratório e de natureza quantitativa e qualitativa. Numa etapa preliminar, procedeu-se à análise documental do anterior Projecto Educativo e do Relatório de Avaliação Interna 2008/2009, indispensáveis para delimitar tópicos de análise para a construção do instrumento de recolha de dados para a avaliação do Projecto Educativo. No entanto, a comissão promotora do PEE foi de opinião que os indicadores deveriam ser aprofundados em alguns pontos, nomeadamente quanto à estrutura organizacional da escola. Assim, o primeiro procedimento metodológico consistiu na aplicação de inquéritos em conjunto com a Comissão de Avaliação Interna, aos alunos e encarregados de educação e a todo o corpo docente e não docente. Os itens utilizados na concepção dos inquéritos foram seleccionados, de modo a permitir:  Verificar o nível de satisfação/insatisfação e as expectativas da Comunidade Educativa, relativamente ao desempenho da Escola, em domínios diversificados;  Possibilitar a recolha de elementos de caracterização e outras informações específicas de cada sector inquirido;  Viabilizar um cruzamento da informação, proveniente dos vários sectores da Comunidade Educativa, de modo a possibilitar uma eventual identificação de áreas consensuais e não consensuais. Os inquéritos elaborados (em anexo) possuíam questões fechadas relativamente às quais seriam calculadas percentagens e os resultados explicitados em quadros ou gráficos. Possuíam ainda questões de carácter semi-estruturado, por se adequarem melhor à situação em causa, permitindo a expressão livre de opiniões sem os constrangimentos de uma excessiva dispersão e viabilizando a construção de itens correspondentes a distintas categorias de análise.

3 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Metodologia

Um estudo piloto precedeu o estudo empírico. Com esta pilotagem pretendia-se fundamentalmente testar, numa fase exploratória, a eficácia do modelo do guião do inquérito. Com esta finalidade o inquérito foi aplicado a 10% da amostra. Após a pilotagem do instrumento de análise procedeu-se à aplicação do inquérito a uma amostra de 90 professores, ao tratamento da informação através da análise de conteúdo das respostas semi-estruturadas e da interpretação das percentagens obtidas nas respostas fechadas. Com base nesta análise, em questões levantadas em Conselho Pedagógico, para discussão pelos vários intervenientes da comunidade educativa e reuniões com coordenadores de grupo/departamento, elaborou-se uma proposta de reformulação do anterior Projecto Educativo, nomeadamente no que se refere aos seus Princípios Orientadores. A informação assim obtida foi, ainda, complementada com a consulta de outros documentos, cujo contributo foi considerado pertinente para uma análise mais aprofundada da realidade escolar. No âmbito do tratamento da informação quantificaram-se, para cada item, as respostas dadas nos diferentes níveis da escala proposta, de modo a agrupá-las de acordo com os níveis de satisfação/insatisfação e frequência de comportamentos observados. Foram igualmente identificadas, para cada sector inquirido, as prioridades de acção, tendo esta informação sido, posteriormente, conjugada num quadro síntese, de forma a possibilitar a identificação das áreas de maior e menor consenso. Determinadas as áreas fortes da Escola e as mais problemáticas, enunciaram-se finalidades e valores educacionais, bem como objectivos gerais, os quais fundamentam toda a acção educativa e estão subjacentes ao plano de acção delineado, em consonância com a especificidade da escola. Assim, estabeleceram-se as prioridades de actuação, no sentido de intervir sobre os problemas detectados, sem, no entanto, descurar o reforço dos aspectos positivos já existentes. Neste propósito, para cada prioridade de actuação, definiram-se metas e linhas estratégias de acção, identificando-se os respectivos responsáveis. Após a conclusão do plano de acção, foi enviado para cada Departamento um exemplar para possíveis correcções/ajustes através de uma check list criada para o efeito. Cada departamento realizou uma reunião extraordinária para preenchimento da referida check list. Depois da recepção da check list dos respectivos departamentos com as devidas alterações/sugestões, estas foram submetidas à aprovação do Conselho Pedagógico. A presente proposta de plano de actuação foi aprovada no Conselho Pedagógico, resultando daí o documento final para aprovação do Conselho Geral. 4 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

3. DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO Um diagnóstico de qualidade é a primeira condição de um bom projecto, ao permitir determinar com precisão os problemas a resolver, os recursos disponíveis e os factores que serão determinantes no contexto.

3.1. CARACTERIZAÇÃO DO MEIO A caracterização da Escola e do meio envolvente são cruciais para diagnosticar as necessidades da Comunidade Educativa, de forma a poder implementar estratégias e actividades dinâmicas de ligação da escola à Comunidade Educativa, tendo sempre presente a realidade social, económica e cultural envolvente. O Agrupamento Vertical de Rates situa-se no concelho da Póvoa de Varzim, abrangendo as freguesias de Balasar, Laúndos e Rates, pertencentes ao mesmo concelho, recebendo também na sua Escola Básica de Rates, sede do agrupamento, alunos oriundos de Macieira de Rates, concelho de Barcelos, dada a sua proximidade geográfica. 3.1.1.

S. Pedro de Rates

“ É a maior freguesia do concelho da Póvoa de Varzim. Ocupa uma área de 13,9 Km² e é habitada por cerca de 2.539 pessoas. Confina, a norte com Laúndos (Póvoa de Varzim) e Paradela (Barcelos), a sul com Balasar (Póvoa de Varzim) e Arcos (Vila do Conde), a nascente

Figura 1 - Freguesia de S. Pedro de Rates

5 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

com Courel e Macieira de Rates (Barcelos), e a poente com Terroso (Póvoa de Varzim) e Rio Mau (Vila do Conde). S. Pedro de Rates beneficia, assim, de uma privilegiada situação de centralidade interconcelhia e de equidistância relativamente às cidades mais próximas: dista 11 Km da sede do concelho, 14 Km de Barcelos, 12 Km de Vila Nova de Famalicão e 12 Km de Vila do Conde. A freguesia de Rates é a maior produtora de leite de toda a região de Entre-Douro-e-Minho e a sua actividade agrícola é considerada uma das mais dinâmicas e desenvolvidas da zona. A indústria está também em constante progresso, nomeadamente ao nível da construção civil, metalomecânica, serração, vestuário e têxteis. O comércio tem também conhecido um desenvolvimento satisfatório. Apesar de ser uma freguesia rural, Rates apresenta um nível de vida económico satisfatório. S. Pedro de Rates é terra de história, de cultura, de tradições, de lendas, de coisas misteriosas e miraculosas – tem carácter próprio, vivo, e um forte sentido de liberdade, mercê dos privilégios que durante séculos lhe foram outorgados. Constituem pontos de atracção turística a Igreja Românica e o Centro Histórico, e ainda o Campo de Tiro. Relativamente ao artesanato, são típicas de Rates as produções artesanais em linho e merece ser apreciado o ciclo do pão e do vinho. A Igreja Matriz de Rates, construída no século XII, é considerada um dos melhores exemplares de arquitectura românica de todo o país, digna de ser visitada. A Capela do Senhor da Praça, construída nos séculos XVII e XVIII, em estilo barroco, e o Pelourinho, classificado como Monumento Nacional, constituem o património cultural e edificado desta freguesia. A população de Rates dispõe de várias colectividades: Associação de Amizade de S. Pedro de Rates, Centro Social de Bem-Estar de S. Pedro de Rates, Escola de Música, Rancho Folclórico de S. Pedro de Rates, Associação Casa-Escola Agrícola “Campo Verde”, Associação de Produtores de Leite e Carne de Entre-Douro-e-Minho – LEICAR, Casa do Povo e Clube de Caçadores de S. Pedro de Rates.” In Carta Educativa da Póvoa de Varzim

6 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

3.1.2. Balasar “ É uma freguesia extensa, ocupa a extremidade oriental do território concelhio.

Figura 2 - Freguesia de Balasar

Estendendo-se no sentido oeste - leste, acha-se delimitada pelos concelhos de Vila Nova de Famalicão (a nordeste e sudeste), Barcelos (a norte) e Vila do Conde (sudoeste e sul), partindo com a congénere Rates pelo noroeste. Está situada no extremo nascente do concelho, a 14 km da Póvoa de Varzim, ocupa uma área de 11,6 Km². Esta freguesia é referida nas Inquirições de D. Afonso II, em 1220, como Santa Eolália de Balasar, mas sabe-se que teve antes outras designações. Pertenceu ao concelho de Barcelos até à reforma administrativa de 1836, tendo sido então anexada à Póvoa de Varzim. Em 1853 passou a fazer parte de Vila Nova de Famalicão, mas dois anos depois voltou a integrar o concelho da Póvoa. Razoavelmente populosa, com cerca de 2 475 habitantes, esta freguesia conta com um elevado número de lugares, tais como: Além, Além de cima, Bouça Velha, Calvário, Caminho Largo, Casal, Cruz, Escariz, Faroleiro, Fontela, Gandra, Gestrins, Gresufes, Guardinhas, Guardinhos, Lousadelo, Martinho, Monte Tapado, Outeiro, Quinta, Telo, Terra Ruim, Vela, Vila Nova e Vila Pouca. A agricultura, a produção de leite, a indústria têxtil e a construção civil são as principais actividades económicas da freguesia. Constitui património cultural e edificado da freguesia a Igreja Paroquial, a Capela de Santa Cruz e o Solar dos Carneiros. 7 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

Balasar é o berço de Alexandrina Maria da Costa, falecida em 1955, com fama de santidade e conhecida em todo o país como “Santinha de Balasar”. De notável valor religioso, ali se dirigem milhares de peregrinos, oriundos dos vários cantos do mundo, para venerarem a “Irmã Alexandrina”. Em 1996 Alexandrina Maria da Costa foi declarada Venerável, sendo declarada Beata a 25 de Abril de 2004. Nascida em 30 de Março de 1904, aos 14 anos de idade, lançou-se de uma janela tentando escapar de uma potencial violação por um homem que tinha entrado na sua residência. Acabou por ficar paralisada a partir dos 19 anos. Nunca mais deixaria o leito e aos 30 anos principiou um jejum completo que duraria até a sua morte. Apenas se alimentando da “Hóstia Consagrada”. A beatificação permite a colocação da imagem de Alexandrina nos altares. O decreto foi aprovado graças ao milagre que terá beneficiado uma mulher com 58 anos, natural de Famalicão, que durante anos sofreu da doença de Parkinson e, em 1996, terá sido curada por “intercessão” de Alexandrina. Esta freguesia apresenta a Associação Desportiva e Cultural de Balasar e o Rancho folclórico e Infantil de Balasar como responsáveis pela sua dinâmica, bem como uma Associação de Solidariedade Social denominada “Associação de Solidariedade Social Santa Eulália de Balasar” no âmbito da cultura e do desporto. As freguesias de Rates e Balasar possuem também especial relevo, uma vez que 15% da população residente (354 activos) desenvolve actividades primárias, tendo, esta unidade, vindo a especializar-se na pecuária de leite. A dimensão média das explorações nesta unidade territorial de planeamento ultrapassa os 6 ha.” In Carta Educativa da Póvoa de Varzim

3.1.3.

Laúndos

“ São Miguel de Laúndos localiza-se na metade setentrional concelhia, distando cerca de 7,5 Km para nordeste da cidade da Póvoa de Varzim. Nas suas confrontações vai entestar já, a norte, com o vizinho concelho de Barcelos. Pelas restantes partes rodeiam-nas congéneres poveiras Rates (a nascente), Estela e Navais (a poente) e finalmente Terroso (a sul), ocupando uma área de 8,6 Km². Razoavelmente populosa, conta actualmente com cerca de 2.131 pessoas, habitando numa dezena e meia de lugares, tais como, Águas Férreas, Areínha, Igreja, Laúndos, Machuqueira, Macieira Brava, Magosa, Outeiro, Pé do Monte, Pedras Brancas, Rapejães, Recreio, Rial, e Senhora da Saúde.

8 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

Figura 3 - Freguesia de Laúndos

A agricultura, a construção civil e a transformação de mármores são as actividades com maior peso na economia local, embora a emigração tenha também um peso significativo. O artesanato de mantas e tapetes de farrapos é uma actividade económica entre a população. Nesta freguesia está situado um dos Parques Industriais do concelho da Póvoa de Varzim, onde as actividades industriais assumem a sua maior expressão, encontrando-se aí instaladas uma diversidade de indústrias transformadoras (confecções, fabricação de mobiliário, fabricação de produtos metálicos e não metálicos, fabricação de produtos químicos e sintéticos, etc.). A freguesia apresenta como principais pontos de atracção turística o Monte de S. Félix e os moinhos. O cume do Monte S. Félix é um dos mais belos miradouros do concelho, que permite desfrutar de uma vista sobre o concelho e onde se encontram alguns moinhos adaptados a residências de férias, uma unidade hoteleira e a capela de S. Félix. A Igreja Paroquial, a Capela da Senhora da Saúde e a Capela de S. Félix são aspectos representativos da arquitectura local e fazem parte do património cultural e edificado da freguesia. Em Laúndos, encontra-se a Associação Cultural e Desportiva “S. Miguel de Laúndos”. Esta associação assegura a dinâmica cultural e desportiva desta freguesia, havendo também a registar a existência da Associação dos Amigos de Laúndos - ASSAL. No que concerne ao artesanato, convém referir as mantas e os tapetes de farrapos, as mais famosas peças de artesanato produzidos nesta freguesia.” In Carta Educativa da Póvoa de Varzim 9 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

3.1.4.

Macieira de Rates

Macieira de Rates é uma das 89 freguesias que pertencem ao concelho de Barcelos, distrito de Braga. Situa-se no extremo Sul do mesmo donde dista cerca de 12km. É atravessada pela estrada municipal nº5 de Barcelos às Fontaínhas. É limitada por freguesias que pertencem ao mesmo concelho e outras que fazem parte do concelho da Póvoa de Varzim, por isso, a Norte faz fronteira com Courel e Gueral; a Sul com Rates e Balasar (Póvoa de Varzim); a Nascente por Chorente e Negreiros; a Poente também por Rates e Courel. Esta freguesia "aparece nas Inquirições de D. Afonso II, de 1220, com a designação de "Sancto Adriano de Mazieira", nas Terras de Faria. O rei tinha aqui alguns casais dos quais recebia foros. Diz-se que esta freguesia foi o solar dos Macieiras, família antiquíssima de Portugal, não havendo, porém, memória aqui do sítio onde terão vivido, ainda que exista o lugar do Paço e a Quinta da Torre, talvez a indicar que em alguns deles esteve a casa solar dessa família." Macieira de Rates fica situada numa planície, na bacia orográfica do rio Este, é banhada pelo rio Codade, que nasce na freguesia de Góios, e pelo riacho do Souto, que nasce no lugar de Araújos, na freguesia de Courel. Existem vários lugares, como o lugar do Rio; Outil; Penedo; Paço; Pinguelinha; Picoto; Talho; Outeiro; Outeirinho; Igreja; Urgueiras; Carreiro; Fareleira; Retorta; Modeste; Lobar; Gandarinha; Travassos; Rio do Souto; Cumieira; Minas; Paulinhos; Verdeal; Cerqueiral e Aldeia Nova. Abrange uma área aproximada de 8 Km². A freguesia possui considerável desenvolvimento sócio-económico, caracterizado pela existência de diversos serviços que servem a zona sul do concelho de Barcelos, designadamente Centro de Saúde, Farmácia, Cruz Vermelha Portuguesa, Creche, apoio domiciliário a idosos, Rede Telefónica e comércio diversificado. A sua indústria é composta nomeadamente por fábricas de confecções, de serrações de madeiras, carpintaria civil, transportes de mercadorias, serralharia civil e construção civil. Em síntese, podemos afirmar que, os níveis de formação académica e o grau de cultura dos agregados familiares das quatro freguesias, na maioria dos casos, tendem para o médio/baixo, salientando-se algumas famílias com formação cultural e académica mais elevada. As actividades da população são diversificadas. Subsiste uma forte componente rural (cultura do milho, do vinho e de produtos hortícolas em terrenos férteis, bem como a criação do gado bovino para a produção de leite e carne, suíno e aviário). 10 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

O comércio e indústria são pouco significativos, mas constituem já uma fonte de rendimento e, noutros casos, um recurso de subsistência. A indústria têxtil adquiriu uma expressão razoável. Nas povoações de Laúndos e Rates a população masculina, em número significativo, emigra para França e Suíça durante seis meses e no regresso dedica-se a trabalhos temporários ou fica, simplesmente, desocupada. A população feminina dedica-se muito à tecelagem e confecção. Estas freguesias, como todo o concelho da Póvoa, estão muito ligadas à cultura e religiosidade populares como é evidente pelas múltiplas construções de culto existentes, como Igrejas, Santuários, Capelas, Cruzeiros e Alminhas. Saliente-se, ainda, a igreja românica de Rates e a beata Alexandrina, em Balasar. Economicamente, a dimensão e a gravidade dos problemas não são alarmantes. Existem situações pontuais de pobreza, mas a generalidade tem condições de subsistência suficientes. Em termos culturais, designadamente no que tem a ver com os interesses, os níveis de literacia e a relação com os instrumentos de formação e informação de natureza intelectual, estão muito aquém dos mínimos legitimamente esperados e, em conformidade, torna-se necessário que o Agrupamento promova na Comunidade Educativa uma Formação Cultural e Ambiental. Deve esta formação possibilitar o desenvolvimento Pessoal e Social de todos, promovendo comportamentos que venham a facilitar e a garantir um desenvolvimento sustentável que permita aos vindouros um mundo mais equilibrado, saudável e feliz.

11 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

3.2. CARARCTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO O Agrupamento Vertical de Escolas de Rates foi constituído por despacho do Senhor Director Regional de Educação do Norte, proferido em 26 de Junho de 2003, tendo como suporte legal os seguintes diplomas:  Decreto-lei nº 115-A/98 de 4 de Maio – Regime de Autonomia, Administração e Gestão dos Estabelecimentos Públicos de Educação Pré-Escolar e dos Ensinos Básico e Secundário;  Lei nº 24/99 de 22 de Abril – Regime de Autonomia, Administração e Gestão dos Estabelecimentos Públicos de Educação Pré-Escolar e dos Ensinos Básico e Secundário e respectivos Agrupamentos;  Decreto Regulamentar n.º 12/2000 de 29 de Agosto – Requisitos necessários para a constituição e redimensionamento de Agrupamentos Públicos de Educação Pré-Escolar e do Ensino Básico. Procedimentos relativos à sua criação e funcionamento. O Agrupamento Vertical de Escolas de Rates é constituído por onze estabelecimentos de ensino, sendo quatro Jardins-de-infância, cinco Escolas do 1º Ciclo, uma EB1º/JI e a Escola Básica de Rates, sede do agrupamento. Agrega os estabelecimentos de ensino das freguesias de Rates (3), Laúndos (4) e Balasar (4). Quadro 1 - Estabelecimentos de Ensino do Agrupamento Agrupamento

Estabelecimento de Ensino

Escola Sede

Escola Básica Nª. Srª. da Saúde, Laúndos Escola Básica das Machuqueiras, Laúndos Escola Básica da Praça, Rates Escola Básica com Jardim de Infância da Granja, Rates Agrupamento Vertical de Escolas de Rates

Escola Básica da Quinta, Balasar Escola Básica das Fontainhas, Balasar

Escola Básica de Rates

Jardim de Infância de Laúndos Jardim de Infância Nª Sr.ª da Saúde, Laúndos Jardim de Infância da Cruz, Balasar Jardim de Infância das Fontainhas, Balasar

12 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

3.2.1.

Escolas do 1º Ciclo e Jardins de Infância

Freguesia de Laúndos O primeiro ciclo funciona nesta freguesia em dois edifícios e locais distintos, um deles, Escola de Nª. Sr.ª da Saúde, do tipo Plano Centenário no centro da mesma e a Escola das Machuqueiras, sem tipo, num dos extremos da freguesia. Os dois Jardins de Infância existentes funcionam um, Jardim de Infância de Laúndos, no extremo da freguesia numa antiga cantina escolar, e o outro, Jardim de Infância de Nª. Sr.ª da Saúde, no centro da freguesia em instalações recentemente construídas na sede da Junta.

Freguesia de Rates O primeiro ciclo funciona nesta freguesia, em duas escolas, a EB1 da Praça, uma Escola Sem Tipo, situada no Centro Histórico da Vila que sofreu alterações no r/c, uma vez que funcionou aí a sede do Agrupamento Horizontal da Granja, e a Escola EB com JI da Granja do tipo P.3, que está situada no extremo da freguesia.

Freguesia de Balasar Nesta freguesia temos duas Escolas EB1 e dois Jardins de Infância. Nas Fontaínhas, lugar da freguesia de Balasar, funciona uma Escola do 1ºCiclo e um Jardim de Infância. A Escola é sem tipo e o Jardim de Infância é do tipo Plano Centenário. A escola da Quinta Balasar, situada no cento de Balasar, tem dois edifícios, um do Tipo Plano Centenário e um outro edifício sem tipo, inaugurado no ano lectivo 2004/05 construído a ampliação de raiz. O Jardim de Infância da Cruz Balasar funciona no edifício da Junta de freguesia.

13 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

Quadro 2 - Caracterização dos Espaços dos JI/ EB1º do Agrupamento Freguesias

Laúndos

Níveis

Jardins

Balasar 1º Ciclo

Rates

Jardins

1º Ciclo

EB/JI

1º Ciclo

Designação Laúndos

Nª Srª da Saúde

Nª Srª da Saúde

Machuqueiras

Fontainhas

Cruz

Fontainhas

Quinta

Granja

Praça

1

2

1

2

1

1

2

1

2

2

Espaços Pisos Salas de aulas Salas dos Professores

1

Sala de Actividades

1

Sala de Prolongamento

1

2

4 1

1

1

1

1

2

1

1

1

4

4

3

4

1

1

1

1

1

Polivalente

1

Arrecadações

1

Refeitório / Cozinha

1

1 1

Logradouro Coberto

1

1

1

1

1

1

1

2

2

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

1

Logradouro Descoberto

1

Wc Alunos

2

4

5

2

2

1

2

1

3

2

Wc Professores

1

1

1

2

1

1

1

1

1

1

Campo de Jogos

3.2.2.

1

Escola Básica de Rates

A agora designada Escola Básica de Rates, foi criada em 5 de Janeiro de 1977 pelo Ministério das Finanças e da Educação e Investigação Cientifica com a designação de Escola Preparatória de Rates, através da seguinte portaria, “Considerando que dentro do esforço de expansão da escolaridade obrigatória se encontram preenchidas as condições de redes escolar julgadas necessárias à criação de escolas preparatórias…”1

A Escola Básica de Rates, sede de Agrupamento, tem a sua origem no ano lectivo 1976/1977, como Escola Preparatória que funcionou em instalações provisórias, junto à igreja românica até 1988, ano em que se transferiu para o edifício próprio em que se encontra. A transferência de instalações é coincidente com o alargamento dos níveis de ensino, passando, assim, a ser

1

Portaria nº 5/77 de 5 de Janeiro de 1977

14 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

leccionados o 2º e 3º ciclo de escolaridade. Com a Portaria nº 136/88 de 29 de Fevereiro, as Escolas Preparatórias passaram-se a designar, abreviadamente por C + S. “Considerando que a expansão do sistema educativo impõe um progressivo alargamento das estruturas físicas de acolhimento dos alunos; Considerando que, como resultante do Programa Especial de Execução de Escolas Preparatórias e Secundárias, criado pelo Decreto-Lei n.º 76/80, de 15 de Abril, vão entrar no parque escolar novos equipamentos que permitirão uma gestão mais equilibrada e uma melhor distribuição e alojamento dos alunos; Considerando que com a criação e entrada em funcionamento de novas escolas em localidades manifestamente carenciadas deixa de existir a necessidade de se manterem algumas secções de estabelecimentos de ensino; Considerando ainda que os quadros docentes se encontram, para além de dispersos por vários diplomas, desactualizados e desfasados da realidade actual; Considerando finalmente que o novo modelo de formação do pessoal e a pretendida e imprescindível estabilidade do corpo docente implicam um reajustamento dos mencionados quadros docentes…”2

As instalações são constituídas por quatro blocos, interligados por um pequeno espaço coberto e um pavilhão desportivo construído em 1997 através de contrato-programa celebrado entre a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim e Ministério da Educação. Dois dos blocos são destinados ao funcionamento regular dos tempos lectivos, sendo constituídos por 12 salas de aulas normais e 10 salas para aulas específicas das disciplinas de Física e Química, Ciências da Natureza/Naturais, Educação Visual, Educação Tecnológica, TIC, Ensino Especial, Educação Visual e Tecnológica. No bloco polivalente funcionam: sala de Educação Musical, o refeitório, a sala de convívio dos alunos, a sala de convívio do pessoal não docente, o bar de alunos e do pessoal docente e não docente e papelaria/reprografia. No terceiro bloco encontram-se os Serviços Administrativos, a sala de convívio dos professores, sala de trabalho do pessoal docente, sala de trabalho de Directores de Turma, a Direcção Executiva, a sala CNO, sala GAA, biblioteca/centro de recursos.

2

Portaria nº 136/88 de 29 de Fevereiro de 1988

15 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

Quadro 3 - Caracterização da tipologia da Escola Básica de Rates Tipo de Construção

Nº de Blocos

Pavilhão Desportivo

4

Civil

Bloco A 2

Nº de Pisos

Bloco B 2

Bloco C 2

Polivalente 1

2

Quadro 4 - Caracterização dos espaços da Escola Básica de Rates Designação

Bloco A

Sala de Professores/trabalho

2

Secretaria

1

Direcção executiva

1

PBX

1

WC

2

Gabinete Apoio ao Aluno

1

Sala de arrumações

1

Bloco B

Bloco C

Polivalente

2

2

2

1

1

2

Reprografia

1

SASE

1

Sala TIC

1

Biblioteca

1

Sala dos Directores de Turma

1

CNO

2

Salas de Aulas

11

11

Cozinha

1

Cantina

1

Bufete

1

Papelaria/reprografia

1

Sala de Música

1

Sala dos Alunos

1

Sala do Pessoal não Docente

1

Os quadros seguintes procuram retratar o perfil e a evolução da população escolar do Agrupamento. Os dados aí apresentados reportam-se ao início do ano lectivo de 2009/2010.

16 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

Quadro 5 - Nº de crianças dos Jardins de Infância Jardins de Infância

Nº de grupos

Crianças

Sr.ª da Saúde

1

25

Laúndos

1

23

Granja

1

25

Cruz

2

36

Fontainhas

1

25

Total

6

134

Quadro 6 - Nº de crianças das EB1 Escolas do 1º Ciclo

Nº de turmas

Nº de alunos

Sr.ª da Saúde

2

43

Machuqueiras

4

76

Granja

3

68

Praça

4

82

Fontainhas

3

55

Quinta

4

83

Total

20

407

Quadro 7 - Nº de alunos por ano de escolaridade da EB Ano de escolaridade

Nº de turmas

Nº de alunos

7

140

4

102

6

130

5

117

6

124

Total

28

613

Quadro 8 - Nº de alunos dos cursos EFA Ano de escolaridade Educação e Formação de Adultos Básico B3 Educação e Formação de Adultos Secundário

Nº de turmas

Nº de alunos

1

13

4

51

17 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

Quadro 9 - Nº de adultos do CNO Designação do curso

Nº de Inscritos

Nº de adultos

RVCC - Básico

44

30

RVCC - Secundário

38

40

Em Processo

88

55

Já Certificados

185

Quadro 10 - Nº de discentes do Agrupamento Nível

Pré-escolar

124

1º Ciclo

407

2º Ciclo

242

3º Ciclo

371

CEF

16

EFA

64

RVCC

70

Totais

1294

Quadro 11 - Nº de docentes e não docentes Nº Docentes

119

Não docentes

41

18 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

3.3. CARACTERIZAÇÃO EDUCATIVA

Na elaboração dos inquéritos tivemos em consideração quatro grandes vertentes (cultura e clima de escola, organização e gestão, sucesso escolar / estratégias e relação com a comunidade) sobre as quais consideramos essencial auscultar a opinião de todos os elementos da comunidade escolar, uma vez que serão agentes activos na implementação do Projecto.

Organização e Gestão A Organização e gestão escolar constituem um domínio em franco desenvolvimento, no qual têm vindo a registar-se progressos consideráveis. A complexidade de que se reveste a gestão de recursos humanos, por um lado, e a necessidade de se administrarem criteriosamente os recursos financeiros e materiais - sempre escassos -, por outro, contribuem decisivamente para que se verifique uma maior exigência ao nível destas valências. Ora a escola, como organização crucial do sistema educativo, necessita urgentemente de aferir as áreas mais carenciadas. Além de outras transformações verificadas no meio escolar - públicoalvo, conteúdos e metodologias de ensino-aprendizagem, também a própria gestão e organização escolar necessitam de actualização e modernização, com vista a adaptarem-se a novas realidades. Para o efeito, dispomos hoje de um novo enquadramento legal, através do qual se visa reforçar a participação das famílias e comunidades na direcção estratégica das escolas, as lideranças escolares e a autonomia dos estabelecimentos de ensino (Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de Abril).

19 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

Gráfico 1 - Organização e Gestão

20 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

Cultura e Clima de Escola A inclusão nos inquéritos da dimensão “cultura e clima de escola” teve como objectivo diagnosticar a relação indivíduo - organização, de forma a produzir dados que possibilitem uma gestão mais eficaz, além de fornecer indicadores que ofereçam uma possível ajuda na reformulação das condições existentes, que resultem em melhores índices de satisfação no trabalho, motivação e outros aspectos relativos à comunidade educativa. Ainda somos de opinião que os dados referentes ao diagnóstico “cultura e clima de escola”, por trazerem à tona um retrato actual e realista do cenário institucional existente, podem contribuir para o melhor desempenho e desenvolvimento da instituição.

Gráfico 2 - Cultura e clima de escola (Direcção Executiva)

21 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

Gráfico 3 - Cultura e clima de escola (Departamento)

22 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

Sucesso Escolar/ Estratégias A escola deve ter como objectivo primordial melhorar as aprendizagens dos alunos, reduzindo as taxas de retenção e aumentar a qualidade das aprendizagens e o nível de sucesso. Como em todas as outras vertentes, mas nesta de um modo muito especial, é fundamental o empenho e o envolvimento do corpo docente. Daí, o grupo de trabalho ter a preocupação de integrar no seu diagnóstico esta vertente, com o propósito de encontrar indicadores para a concepção e desenvolvimento de estratégias diferenciadas no combate ao insucesso e ao abandono escolares e ao aumento da qualidade do ensino.

Gráfico 4 - Sucesso e insucesso escolar

23 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

Relação com a comunidade Muitos dos normativos legais que enquadram a presença das famílias na vida escolar, enfatizam a importância da construção de uma comunidade educativa, por referência a um território e práticas culturais concretas, como condição de um ensino/educação de sucesso. Ouvir as famílias, compreender os seus trajectos pessoais e projectos de que são portadoras, escutar as crianças enquanto elementos activos de uma comunidade, mobilizar os recursos e potencialidades do meio, colaborar com os professores, autarcas, associações é hoje fundamental para termos uma escola de sucesso na formação de cidadãos competentes, activos e intervenientes.

Gráfico 5 - Relação com a comunidade

24 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

Avaliação dos órgãos da escola Pareceu-nos pertinente incluir nos inquéritos a vertente “avaliação dos órgãos de gestão” uma vez que para um bom funcionamento da escola é necessário que os seus órgãos sejam competentes e trabalhem num clima de bem-estar e harmonia. Ouvir os docentes e verificar se se encontram satisfeitos com os órgãos da escola que lhes estão directa ou indirectamente ligados, pode contribuir para o melhor desempenho e funcionalidade destes. Todos os órgãos avaliados obtêm uma classificação de Bom ou Muito Bom, acima dos oitenta por cento (note-se no caso do Conselho de Directores de Turma, do Conselho Pedagógico e do Conselho Geral, se considerarmos o universo dos docentes que têm opinião, a percentagem dos docentes que os classificam com Bom e Muito Bom continua a ser acima dos oitenta por cento), no entanto a maior percentagem de “Muito Bom” é atribuída ao Órgão de Gestão.

Gráfico 6 - Avaliação dos órgãos da escola

25 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

3.4. ANÁLISE SWOT Um

Projecto

Educativo

de

Escola

de

qualidade

deve

reunir

o

máximo

de

informações/particularidades que o tornem único e adequado à sua Comunidade Educativa. Deve resultar da análise/avaliação de pontos fortes e fracos existentes (Análise SWOT), de forma a criar as condições organizacionais de qualidade que ajudem e facilitem o trabalho de todos. Só dessa forma, uma escola disporá das condições necessárias que orientem para o sucesso. Só assim, os professores podem ver o seu trabalho enquadrado e facilitado. Após identificação dos principais indicadores e tendências verificadas na fase de diagnóstico, afigura-se como essencial realizar um exercício analítico transversal. Na verdade, uma vez realizado tal diagnóstico, aprofundado nas várias vertentes é oportuna a utilização de uma matriz SWOT (strenghts, weaknesses, opportunities e threats), instrumento utilizado em processos de planeamento estratégico. Recorde-se que a concepção de um qualquer plano estratégico obedece, normalmente, a três fases: análise estratégica, formulação de estratégias e implementação de estratégias. Segundo Vicente e Silva (2006:207), a análise estratégica permite “identificar a missão, finalidades e objectivos da intervenção e encontrar, a partir deles, os factores críticos que irão determinar as soluções a adoptar. Contudo, é igualmente importante reconhecer a situação em que se encontra a instituição, quer internamente (forças e fraquezas) quer em relação ao exterior (oportunidades e ameaças) ”. O quadro que se apresenta ilustra a convergência que deve existir entre os diferentes planos de análise. Esta análise deve levar em conta não somente as tendências que afectam a organização, mas também a probabilidade destas tendências se transformarem em realidades. Deve dar-se uma atenção especial às tendências com maior probabilidade de acontecer, para assim evitar as ameaças e explorar as oportunidades, da melhor maneira possível.

26 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

Quadro 12 - Análise SWOT

Forças

Relação do Director com as entidades locais e concelhia;

Sensibilidade e empenho do corpo docente para a implementação do projecto.

Oportunidades Estar a ser implementada a requalificação do parque escolar.

Fraquezas

Debilidade na estrutura física da escola;

Distância da generalidade das EB e JI da sede do Agrupamento.

Ameaças Contenção económica actual;

Aumento significativo da indisciplina.

27 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

3.5. ORGANOGRAMA

28 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

3.6. PROJECTOS/PARCERIAS As actividades elencadas no PAA devem decorrer, em parte, do cumprimento de projectos abraçados pelo Agrupamento, que se constituem numa mais-valia para a prossecução dos objectivos definidos, reforçando o desenvolvimento das competências traçadas para cada ano / ciclo de escolaridade e promovendo uma escola mais aberta e criativa. Plano Nacional de Leitura (PNL) Objectivo Central: Elevar os níveis de literacia dos portugueses – criar condições para que os portugueses possam alcançar níveis de leitura em que se sintam plenamente aptos a lidar com a palavra escrita, em qualquer circunstância da vida, possam interpretar a informação disponibilizada pela comunicação social, aceder aos conhecimentos da Ciência e desfrutar as grandes obras da Literatura. Objectivos:  Promover a leitura, assumindo-a como factor de desenvolvimento individual e de progresso nacional;  Criar um ambiente social favorável à leitura;  Inventariar e valorizar práticas pedagógicas e outras actividades que estimulem o prazer de ler entre crianças, jovens e adultos. Rede das Bibliotecas Escolares (RBE) “As Bibliotecas Escolares desempenham uma função indispensável, quer no contexto das actividades específicas desenvolvidas no âmbito das várias disciplinas, quer no de projectos de natureza interdisciplinar, quer ainda na ocupação dos tempos livres dos alunos”. A BE desempenha um papel fundamental nos domínios da leitura e da literacia e da formação global dos alunos, no favorecimento do sucesso escolar e no aprofundamento da cultura literária, científica e artística devendo, para o efeito, existir articulação da BE com as estruturas pedagógicas e os docentes, em geral. A BE constitui um recurso, por excelência, para o desenvolvimento do PNL, desempenhando um papel central no desenvolvimento das literacias, no suporte à aprendizagem, na aquisição de competências de informação e na formação de leitores.

29 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

É importante ainda referir que, além de integrar o plano de acção deste PE, como responsável em várias linhas estratégicas, esta como núcleo formativo de referência, possui um plano de acção próprio, incluindo estratégias de apoio e suporte às actividades lectivas e de enriquecimento curricular, como já foi referido anteriormente. Plano da Matemática (PM) 

Papel e função e o processo de ensino aprendizagem;

Gestão e desenvolvimento curricular;

Melhorar os resultados dos alunos na disciplina de Matemática;

Desenvolver a capacidade de usar a matemática como instrumento de interpretação e intervenção;

Promover o raciocínio lógico e abstracto;

Desenvolver capacidades de investigação, de análise, de aplicação e de síntese.

Programa de Educação para a Saúde (PES) Objectivos Gerais: 

Desenvolver modelos de educação e formação da saúde nas diversas áreas de intervenção;

Promover a socialização e “valorização das relações interpessoais”;

Desenvolver competências que permitam escolhas informadas e seguras;

Combater o efeito cumulativo de factores de risco;

Promover a Educação Sexual e dos Afectos.

30 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

Gabinete de Apoio do Aluno (GAA) É um projecto com o objectivo de ajudar os alunos, na procura de resolução dos seus problemas quotidianos, prevenir comportamentos de risco, combater o absentismo e o abandono escolar, estabelecer estratégias de intervenção de combate à exclusão social dos alunos No seguimento do trabalho desenvolvido, no âmbito do PES, surge o Gabinete do Aluno, espaço dedicado à partilha entre jovens e entre estes e os professores e/ou técnicos de saúde que, diariamente, se disponibilizam para os ouvir e os ajudar a encontrar a estabilidade necessária ao seu integral desenvolvimento. Objectivos Gerais: 

Apoio e acompanhamento ao aluno;

Fornecer informações e apoio à família;

Encaminhamento;

Trabalho conjunto com os professores;

Trabalho em parceria com agentes internos e externos;

Mediação de conflitos entre alunos, entre alunos e professores e alunos e assistente operacional;

Combate à falta de assiduidade;

Prevenção de comportamentos de risco.

Plano Tecnológico (PTE) A Escola deve ter um papel fundamental na redução das desigualdades de acesso às novas tecnologias. De igual modo, funcionará como pilar de inclusão digital dos alunos e, consequentemente, como difusor das TIC junto das suas famílias. O Projecto do Plano Tecnológico (PTE) procurará integrar as TIC nos processos de ensino e de aprendizagem e nos sistemas de gestão da escola de modo a construir a escola do futuro e promover o sucesso escolar. Para a concretização do PTE é criada uma equipa PTE para coordenar e acompanhar os diversos projectos ao nível dos estabelecimentos de ensino. O Plano Tecnológico apresenta 3 grandes eixos: Tecnologia, Conteúdos e Formação que são materializados num Plano de Acção Anual para as TIC (Plano TIC), com vista a promover a utilização das TIC nas actividades lectivas e não lectivas. 31 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

Desporto Escolar Transversal e interdisciplinar, em articulação com o Grupo Disciplinar de Educação Física, existe o Clube de Desporto Escolar com Grupos / Equipas nas modalidades de Ténis de Mesa, Badminton e Futsal. O projecto tem como objectivo contribuir para o combate ao insucesso e abandono escolar e promover a inclusão, a aquisição de hábitos de vida saudável e a formação integral dos jovens em idade escolar, através da prática de actividades físicas e desportivas. Clubes Clube das Artes Clube da Arqueologia Experimental Clube de História Clube do Teatro Privilegiando a abertura da Escola ao Meio, e tendo presente a imprescindibilidade de potenciar as capacidades de oferta das diversas instituições concelhias, o Agrupamento pretende reforçar a colaboração, através do estabelecimento de protocolos de cooperação, das seguintes entidades:  Câmara Municipal da Póvoa de Varzim – nos domínios da cultura, ambiente e desporto;  Centro de Saúde de S. Pedro de Rates – no domínio da saúde;  Escola Agrícola “ Campo Agrícola”;  LEICAR;  Comissão de Protecção de Crianças e Jovens – no domínio do combate ao absentismo e ao acompanhamento de crianças e jovens em risco. No entanto, temos consciência de que a multiplicidade de parcerias estabelecidas sem a colaboração do parceiro, que por excelência é a Escola, a Família não será suficiente para a prossecução dos objectivos traçados, pelo que é imperioso promover o envolvimento dos Pais, através das respectivas Associações, nas estruturas organizativas do Agrupamento. Só o estreitamento das relações Escola / Família poderá permitir o debate conducente à construção de uma verdadeira Comunidade Educativa, em que os restantes membros da 32 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Diagnóstico da Situação

Comunidade terão, também, um papel de relevada importância, contribuindo para a existência de uma Escola em que todos os actores se revejam.

33 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Finalidades, Valores e Objectivos Partilhados

4. FINALIDADES, VALORES E OBJECTIVOS PARTILHADOS “ Educação promove o desenvolvimento do espírito democrático e pluralista, respeitador dos outros e das suas ideias, aberto ao diálogo e à livre troca de opiniões, formando cidadãos capazes de julgarem com espírito crítico e criativo o meio social em que se integram e de se empenharem na sua transformação progressiva” (In nº 5 do artº 2º - Lei de Bases do Sistema Educativo)

O Projecto Educativo de uma Escola (PEE) surge, assim, como um elemento fundamental da Autonomia e um elemento estruturante da identidade da escola, enquanto comunidade educativa. Trata-se de um documento orientador de processos dinâmicos capazes de melhorar a eficiência e eficácia da Escola e capaz de gerar soluções inovadoras que permitam dar resposta à multiplicidade de desafios que a Escola enfrenta na actualidade. A qualidade da formação escolar passa pelo envolvimento das escolas e dos agentes educativos na configuração de acções adequadas às populações que as vão viver. Assim sendo, o PEE é um dos mais importantes instrumentos de orientação da acção educativa exigindo, por conseguinte, a mobilização de todos os intervenientes, comprometendo e vinculando todos os membros da comunidade educativa, visando um objectivo comum – (reduzir o insucesso e melhorar as aprendizagens) melhorar a qualidade da educação/ formação das crianças e jovens que frequentam a nossa escola. O PEE tem de ser encarado como um desígnio colectivo para implementar uma verdadeira cultura de participação, que vai cimentar a autonomia e identidade da escola e garantir que se cumpram todos os grandes objectivos da Educação, criando, na escola, condições que promovam nos nossos alunos a construção de um sistema de valores e aquisição dos conhecimentos, atitudes e capacidades necessárias à cidadania, numa sociedade democrática. O carácter institucional da escola implica o desenvolvimento de uma cultura, de um clima que reflecte normas e valores, uma história, uma herança cultural e social própria, ou seja, uma identidade. Nesse sentido, este PEE vincula-se a um conjunto de valores, em função dos quais se definiram os nossos princípios e objectivos estratégicos.

34 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Finalidades, Valores e Objectivos Partilhados

Princípios Orientadores - A autonomia; - A cidadania; - O respeito pela diferença; - A solidariedade e a cooperação; - A tolerância e a responsabilização; - A saúde e o bem-estar; - A integração no mundo do trabalho. Estando todos os agentes educativos conscientes de que a mudança implica uma intervenção activa na Escola, definem-se os OBJECTIVOS que presidem a este projecto Educativo: Quadro 13 - Objectivos gerais e específicos

Objectivos gerais

Objectivos Específicos    

Implementar a prática de metodologias conducentes ao  sucesso, no sentido de se melhorar os resultados relacionados com o  abandono e com o sucesso escolar e  de se criarem condições para o sucesso profissional de todos.       

Fomentar a intervenção para a mudança, a fim de se dar um salto  qualitativo no que diz respeito à  organização e funcionamento das diferentes estruturas educativas e de gestão, bem como a circulação mais  eficaz da informação.

Criar uma cultura de escola que valorize o direito à diferença e promova a educação para a cidadania. Promover uma atmosfera de convívio e de cooperação, viabilizadora do desenvolvimento das relações interpessoais. Fomentar uma atitude participativa, de envolvimento e responsabilização. Criar espaços de debate e reflexão, promotores da partilha de experiências e saberes. Reforçar a componente afectiva nas actividades desenvolvidas na escola, em geral, e na sala de aula, em particular. Desenvolver capacidades de aprendizagem autónoma. Propiciar o desenvolvimento de aptidões e a capacidade de adaptação a novas situações. Incentivar a criatividade. Valorizar a Língua e a Cultura Portuguesas. Promover a divulgação de outras culturas existentes na escola. Promover a dinamização de actividades culturais e desportivas. Viabilizar e incrementar o desenvolvimento de actividades promotoras de saúde. Incentivar a utilização dos meios disponíveis na Biblioteca Escolar. Fomentar o relacionamento inter-institucional e a articulação entre os diversos níveis de ensino. Preparar os alunos para uma boa integração na vida activa e/ou prosseguimento de estudos. Fomentar a participação em projectos desenvolvidos na escola. Motivar os alunos para uma participação mais activa e responsável na vida da escola. Propiciar a formação profissional de todos os intervenientes.

35 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Finalidades, Valores e Objectivos Partilhados

 Promover uma escola de qualidade, para que a nossa Escola seja a escolha de um maior número de alunos por ser considerada a melhor das várias opções.

 

Garantir à comunidade educativa boas condições de trabalho e de bem -estar, nomeadamente no que respeita à segurança na escola. Cumprir e fazer cumprir o Regulamento Interno, desenvolvendo o espírito de tolerância, respeito e aceitação das regras aí enunciadas. Desenvolver uma gestão cuidada e organizada, racionalizando os recursos humanos e materiais das diferentes estruturas, nomeadamente quanto à planificação, adequação e desenvolvimento curricular pelos Departamentos e Conselhos de Turma. Desenvolver uma consciência ecológica conducente à valorização e preservação do património natural e cultural.

Cientes dos objectivos enunciados e da importância da reformulação de um Projecto Educativo, é fundamental uma permanente reflexão de cada escola sobre o que deseja ser e o que pretende mudar. Procurou-se, assim, nortear a linha de acção deste projecto, conciliando o cumprimento dos referidos objectivos com as expectativas da comunidade educativa, estabelecendo-se prioridades de actuação e metas que se pretendem atingir.

36 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

5. PRIORIDADES, METAS E ÁREAS DE INTERVENÇÃO Nesta fase do Projecto Educativo pode-se evidenciar a capacidade ou capacidades de inovação nos processos de mudança e lideranças, tornando-se patentes as acções e operações que vão concretizar o plano de acção produzido. A identificação das áreas problemáticas pela comissão de avaliação interna facilitou a hierarquização das prioridades de intervenção e a definição das linhas estratégicas de acção. No entanto, achamos importante que as prioridades, as linhas estratégicas de acção e o sentido fundamental a dar à acção educativa fossem negociados, por toda a Comunidade Educativa. A apresentação do Plano de Acção aos órgãos formais da escola, para poder ser revisto, reformulado ou corrigido e, finalmente, assumido como documento norteador de toda a actividade educativa, foi uma das preocupações da equipa responsável pela sua construção, uma vez que uma das prioridades é o combate ao insucesso escolar, tendo em conta os interesses, motivações e estratégias dos actores activos que, neste caso, são toda a comunidade educativa. No decorrer de todo este processo contámos com a importância da gestão intermédia, das lideranças e das dinâmicas de grupo capazes de, em cada meta proposta e em função das acções reguladoras e respectivos responsáveis, proceder aos ajustamentos essenciais à correcção do rumo que o plano de acção previamente definiu.

5.1. PLANO DE ACÇÃO Uma vez definidas as prioridades, metas e áreas de intervenção chegamos a uma nova etapa do planeamento, que consiste na sua operacionalização. Esta etapa consiste na montagem do plano de acção com o respectivo desenho dos objectivos operacionais e das correspondentes acções.

37 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Implementar a prática de metodologias conducentes ao sucesso Acção nº

Prioridade

Metas

Linhas estratégicas de acção A.

Criação de Sala de Estudo, como forma de apoio aos alunos que manifestem essa necessidade e aos outros que queiram reforçar os seus resultados.

 Direcção Executiva

B.

Aferição de critérios e instrumentos de avaliação por grupos de nível em cada grupo disciplinar e departamento curricular.

 Departamentos e grupos

C. Diversificação da oferta formativa, de modo a proporcionar alternativas adequadas às expectativas dos alunos e seus Encarregados de Educação. I.

1

Sucesso escolar

Melhorar a média dos resultados em todas as disciplinas/áreas curriculares.

II.

Melhoria dos resultados de ano para ano.

III.

Maior percentagem de alunos a continuar os estudos.

Responsável

D. Variação das estratégias implementadas, optando, sempre que possível, por metodologias mais interactivas, práticas e que aproximem o estudo dos conteúdos curriculares de contextos da realidade. E.

F.

Preparação dos alunos para os instrumentos de avaliação a utilizar, para que não sejam surpreendidos com procedimentos com que não estão familiarizados. Avaliação sistémica e sistemática dos resultados escolares dos alunos, a fim de poderem ser delineadas estratégias de correcção e melhoria atempadamente, definindo-se o sucesso esperado.

G. Realização de encontros com Encarregados de Educação, com vista à articulação de estratégias e esforços para a melhoria do desempenho, das atitudes e dos comportamentos dos alunos. H. Realização de provas de aferição interna a meio do ano lectivo nas disciplinas não abrangidas pelas provas provenientes do GAVE.

 Direcção Executiva

 Departamentos

 Professores

 Conselho Pedagógico/CAI

 Conselho de DT/ Professores titular de turma (PTT) / Educadores de Infância / Enc.. de Educação  Conselho de Pedagógico

38 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Implementar a prática de metodologias conducentes ao sucesso Acção nº

Prioridade

Metas

Linhas estratégicas de acção I.

Apoio educativo individualizado aos alunos, enquadrado nos projectos curriculares de turma e coordenado por cada director de turma e titular de turma e grupo.

J.

Direccionar as aulas de Estudo Acompanhado para a descoberta de métodos e técnicas de estudo, sobretudo nos primeiros anos de escolaridade e ajudar cada aluno a encontrar um método de estudo personalizado.

K.

Instituição de práticas como criação de pares pedagógicos e desdobramento de turmas, com vista a um melhor acompanhamento do desempenho.

L.

Participar no Plano da Matemática, no Plano Nacional de Leitura, na realização de testes intermédios promovida pelo GAVE e em todas as iniciativas/projectos locais e nacionais que visem melhorar o desempenho escolar dos alunos.

Responsável  Departamentos e Conselho Pedagógico

 Professores

 Conselho Pedagógico/DE

 Professores envolvidos PM e PNL

M. Criação do laboratório da matemática como forma de desenvolver o gosto pela ciência, em geral, e pela matemática, em particular  DE I.

2

Abandono escolar e o absentismo

A meta para o abandono escolar no 1.º, 2.º e 3.º Ciclos, deve situar-se nos 0% e apenas deve ser considerada para os alunos que frequentam turmas do CEF ou que integram turmas cujos discentes sejam oriundos de famílias com evidentes problemas de integração social e de risco de abandono, em que se

A.

B.

Concertação ao nível do conselho de turma no sentido de diagnosticar as necessidades transversais das turmas a fim de delinear estratégias e percursos educativos comuns que vão ao seu encontro. Intensificação do acompanhamento dos alunos que apresentam, logo no início do ano lectivo, altos níveis de desinteresse e/ou falta de assiduidade.

 Directores de Turma, GAA, Docentes e Enc. de Educação, PTT e Ed. Inf

39 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Implementar a prática de metodologias conducentes ao sucesso Acção nº

Prioridade

Metas

Linhas estratégicas de acção

Responsável

admite um abandono até 25%. II.

I.

3

Disciplina

A meta para o Pré-Escolar deve apontar para que 90% das crianças matriculadas frequentem assiduamente o Jardim-deInfância.

Diminuir o disciplinares

conjunto

dos

ilícitos

II.

Aumentar a taxa de pontualidade

III.

Diminuir a taxa de faltas de material

IV.

Diminuir o participações.

V.

número

total

das

Aumentar a participação dos pais nos encontros individuais para tratar de assuntos disciplinares

C. Utilização do Desporto Escolar e Clubes como instrumento de inclusão. D. Criação de programas de tutoria para alunos em situação de risco, implementação de um processo formal de identificação e encaminhamento de alunos desenquadrados do ensino regular e com potencial vocação para cursos de educação e formação. A. Monitorização das ocorrências disciplinares.

 GAA

B.

 Conselho DT/Docentes

Acção junto dos Conselhos de Turma/Docentes e de Directores de Turma no sentido de incentivar a reflexão/acção sobre problemas, visando a uniformização de abordagens.

C. Sensibilização e dinamização da comunidade para a necessidade de desenvolver / aprofundar um clima de serenidade e disciplina.

 Comunidade Educativa/GAA

D. Divulgação das regras relativas a procedimentos a aplicar aos diferentes elementos da comunidade educativa.

 DE/ Conselho DT/Conselho de Docentes

E.

Prevenção dos problemas disciplinares através do acompanhamento dos possíveis casos problema, quer a nível individual, quer de turma.

F.

Intervenção determinante do Director na resolução de conflitos.

G. Uniformização de princípios e procedimentos de actuação com base na legislação vigente e nos documentos estruturantes da escola.

 GAA

 Director  DE/ Conselho DT/ Conselho de Docentes

H. Articulação das intervenções da escola, dos alunos e dos pais

40 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Implementar a prática de metodologias conducentes ao sucesso Acção nº

Prioridade

Metas

Linhas estratégicas de acção

Responsável

e Encarregados de Educação. I.

J.

4

5

Aquisição de competências à disciplina de Língua Portuguesa

Aquisição de competências à disciplina de Matemática

I.

I.

Melhorar competências no domínio da comunicação.

Melhorar o desempenho dos alunos na disciplina de Matemática.

Estabelecimento de contactos e eventuais protocolos com entidades prestadoras de serviços no âmbito da Psicologia e da Assistência Social. Potenciar a utilização do Gabinete de Apoio ao Aluno, como estrutura de audição de alunos e mediação de conflitos.

A.

Usar o domínio da Língua Portuguesa como estratégia transversal a todas as áreas do saber.

B.

Desenvolver actividades que promovam a Língua Portuguesa nas vertentes curricular e lúdica, através de acções promovidas.

A.

Para além do empenho dos professores e duma atitude colaborativa por parte dos alunos/pais/Encarregados de Educação, cumprir o proposto no Plano de Matemática, ou nas actividades/estratégias que resultarem da sua eventual reformulação.

B.

 DE/ Conselho DT/ Conselho de Docentes  GAA/DE

 DE/ Conselho DT/GAA  Professores  Departamento de Línguas/Conselho de Docentes/ Conselho de Préescolar

 Grupo de Matemática e Professores do 1º Ciclo.

Desenvolver actividades que promovam o uso da Matemática, combinada com outros saberes, na compreensão de situações da realidade e na resolução de problemas em contexto real, articuladas, nomeadamente, com o Plano de Matemática.

41 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Implementar a prática de metodologias conducentes ao sucesso Acção nº

6

Prioridade

Metas I.

Promover a sequencialidade coerente e estruturada entre a educação pré-escolar e o 1º, 2º e 3º ciclos do Ensino Básico.

II.

Desenvolver formas eficazes de articulação entre ciclos ao nível de programas, metodologias, experiências de aprendizagem e competências.

Articulação Curricular III.

7

Promover formas de cooperação entre departamentos, ao nível das metodologias, estratégias de aprendizagem, materiais e recursos.

I.

Restabelecer o funcionamento da Associação de Pais na sede do Agrupamento.

II.

Desenvolver condições para uma maior e melhor participação dos pais e Encarregados de Educação na vida da escola.

Relação escola/Encarregados de Educação III.

Melhorar o envolvimento dos Encarregados de Educação no desempenho escolar dos seus educandos.

Linhas estratégicas de acção A.

Reuniões entre professores, promotoras da partilha de experiências, de modo a diversificar estratégias, metodologias e experiências de aprendizagem que visem o desenvolvimento de competências.

B.

Planificação das actividades intra e inter anos/departamento.

C. Articulação mensal entre Coordenadores de ano. D. Discussão sobre uma reorganização de departamentos: criação de novas dinâmicas para as reuniões de departamento e de trabalho.

Responsável

 Conselho Pedagógico, Departamento

E.

Propostas de articulação de actividades entre as diferentes áreas disciplinares e não disciplinares, de acordo com a sua planificação anual.

A.

Reuniões de trabalho com pais e professores para tratar de assuntos da turma.

 DT / PTT/ Educadores de Infância

B.

Reuniões com Encarregados de Educação sobre temas que os preocupem e esclarecimentos relativos ao processo ensino/aprendizagem.

 Conselho DT, PTT e Educadores de Infância

C. Convite a especialistas para desenvolver acções.

 DE

D. Acções de envolvimento (dos pais), no plano de actividades: dinamização de acções e enriquecimento curricular

 Associação de Pais

E.

Envolver os Encarregados de Educação enquanto formandos das novas ofertas educativas.

 CNO

42 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Implementar a prática de metodologias conducentes ao sucesso Acção nº

Prioridade

Metas IV.

Ampliar o conhecimento dos pais sobre os vários serviços da Escola.

Linhas estratégicas de acção F.

Presença de pais na turma em actividades de carácter cultural e lúdico.

G. No início do ano lectivo, promoção de visitas e a interacção dos pais com os responsáveis dos vários sectores e locais na escola H. Facilitar o acesso dos pais à informação, nomeadamente, através da página online. I.

Assegurar a resolução de alguns processos administrativos via online.

Responsável  Conselho DT / PTT / Departamentos/ Educadores de Infância  DT, PTT e Ed. Inf

 PTE  PTE /Serviços Administrativos

J.

Contribuir para a adopção de mecanismos de colaboração e articulação entre as associações de pais e Encarregados de Educação do Agrupamento.

 DE / Associação de Pais

K.

Envolver a comunidade local (empresas) nas actividades e necessidades do Agrupamento através da criação de um Jornal do Agrupamento ou Newsletter a enviar por Email.

 Comunidade Educativa

43 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Fomentar a intervenção para a mudança Acção nº

1

2

3

Prioridade

Promoção dos valores do mérito e da excelência

Promover a motivação do pessoal não docente

Projectos

Metas

I.

I.

Reconhecimento público da excelência, acções meritórias e contributo para a escola, pela comunidade escolar.

Promoção do pessoal não docente como educador

I.

Envolvimento da escola em projectos Educativos.

II.

Envolvimento dos alunos em projectos de escola.

III.

Promover uma maior integração das disciplinas e áreas curriculares não disciplinares na abordagem de temáticas transversais: educação para a saúde e para a sexualidade, ambiente, cidadania, prevenção e segurança

Linhas estratégicas de acção A.

Criação de quadros de excelência/mérito/honra amplamente divulgado, que contribuam para a motivação dos alunos, no sentido de melhorarem os seus resultados.

B.

Instituição de mecanismos de reconhecimento de desempenho de turma.

Responsável

C. Organização de eventos formais para reconhecimento público.

 DE / Conselho Pedagógico / Conselho DT/ Conselho de Docentes /Associação de Pais

D. Reconhecimento e valorização do sucesso dos alunos, através do alargamento do Quadro de Excelência ao 4º ano de escolaridade. A. Implementação de uma política de rotatividade do pessoal de acção educativa, pelos diversos sectores, no sentido de os dotar das competências específicas em cada área.

 DE

B. A.

Negociação e contratualização de regras e procedimentos. Nomeação de uma comissão responsável pela prospecção e candidatura da escola a projectos de iniciativa externa.

 DE/ Coordenador de Projectos

B.

Desenvolvimento dos projectos em curso e implementação de novos.

 Coordenador de Projectos

C. Promoção da integração dos alunos em projectos de escola. D. Desenvolver a abordagem das temáticas transversais prioritárias no Projecto Curricular de Agrupamento e nos Projectos Curriculares de Turma: Educação para a Saúde e Sexualidade, Educação Ambiental, Educação Alimentar, Educação Cívica, Internet Segura, Prevenção e Segurança.

 Coordenador de Projectos  Coordenador de Projectos

44 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Fomentar a intervenção para a mudança Acção nº

Prioridade

Metas

I.     

4

Formação

II.

III.

Promover a formação do pessoal docente e não docente, em contexto: Crescimento pessoal e profissional; Definição de áreas prioritárias; Integração e formação dos docentes AECs Dar significado educativo à acção dos não docentes. Permitir uma identidade no respeito pela diversidade. Promover a valorização de todos os agentes educativos; bem como a formação e qualificação do pessoal docente e não docente. Intensificar a (in) formação do pessoal não docente, enfatizando a “Qualificação e Especialização” de funções, para os vários espaços escolares sempre que necessário

Linhas estratégicas de acção E. A.

Organizar o dia do Agrupamento Grupo de formação alargado: Dar continuidade ao trabalho de auto-avaliação interna.

B.

Grupo de formação restrito: Trabalho ao nível das necessidades detectadas na avaliação de desempenho docente.

Responsável  Comunidade Educativa  DE

 DE

C. Promover a formação específica dos docentes AECs.  DE D. Definir um plano de formação anual, enunciando áreas prioritárias. E.

Promover iniciativas que fomentem a partilha de saberes entre os elementos da comunidade educativa.

F.

Incentivar a auto-formação e actualização dos docentes. Colaborar com o Centro de Formação para concretização das prioridades de formação do Agrupamento.

G. Garantir a participação do Agrupamento nos programas de formação contínua de professores promovidos pelo Ministério da Educação em articulação com instituições de ensino superior (Programa de Formação Contínua de Matemática, Programa Nacional de Ensino do Português, Programa de Formação em Ensino Experimental das Ciências e outros que venham a ser criados). H. Dinamização de sessões específicas para pais e Encarregados de Educação sobre temáticas que careçam de ser abordadas para optimização de algum aspecto da comunidade educativa.

 DE/Conselho Geral/Conselho Pedagógico  Comunidade Educativa  DE

 DE/Conselho Pedagógico

 DE / Conselho Pedagógico / Conselho DT /Associação de Pais

45 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Fomentar a intervenção para a mudança Acção nº

5

Prioridade

Educação para a Saúde

Metas I.

Inclusão da educação sexual no currículo escolar

Linhas estratégicas de acção A.

Constituição de uma parceria com Centro de Saúde da área de influência do Agrupamento.

B.

Leccionação da temática no âmbito das Áreas Curriculares Não Disciplinares.

Responsável

 Coordenador para a Saúde

46 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Promover uma escola de qualidade Acção nº

Prioridade

Metas

I.

II.

1

Escola enquanto espaço físico

III.

IV.

Melhorar o aspecto exterior do edifício recorrendo a projectos de dinamização do espaço escolar. Melhoramento de infra-estruturas básicas (Saneamento, instalações sanitárias, pintura da Escola...) Criação e dinamização de espaços de convívio dos alunos, para o desenvolvimento de actividades/projectos. Apetrechamento de salas de aula e de outros espaços com mobiliário, material didáctico / pedagógico, meios informáticos e material de desgaste funcional.

Linhas estratégicas de acção A.

Preservação dos espaços, através do comprometimento de todos, criando projectos de embelezamento, manutenção, limpeza e rentabilização do espaço circundante.

B.

Desenvolver as diligências necessárias para reforçar, junto dos órgãos superiores, a necessidade de melhorar o espaço físico e equipamento escolar.

C. Fomentar a auto responsabilização dos discentes, no que respeita à conservação e preservação dos espaços físicos e recursos escolares D. Dar continuidade à aquisição de material didáctico para apoio curricular dentro e fora da sala de aula e à aquisição de equipamento informático e multimédia para melhorar as condições de trabalho. E.

Instalar sistema de segurança electrónica (vídeo vigilância e alarmes).

F.

Replantar árvores.

Responsável  Comunidade Educativa

 DE

 Restante Comunidade Educativa

 DE

G. Ajardinar espaços exteriores. H. Equipar os laboratórios de Ciências e as EB1 com materiais para desenvolver o Ensino Experimental das Ciências. I.

Dotar de telas/persianas as janelas das salas de aula sujeitas a excesso de luminosidade.

J.

Reconstruir a portaria principal.

 DE

47 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Promover uma escola de qualidade Acção nº

Prioridade

Metas

Linhas estratégicas de acção K.

Elaborar um estudo sobre aquecimento e arrefecimento das salas de aula.

L.

Renovar os quadros.

M. Melhorar as casas de banho.

Responsável  Comunidade Educativa

 DE

N. Eliminar barreiras arquitectónicas e adequar os espaços físicos aos alunos com necessidades educativas especiais. O. Garantir a manutenção das infra-estruturas dos Jardins-deinfância e Escolas do 1º Ciclo (da responsabilidade do Município). P.

Investir em infra-estruturas que permitam dar resposta ao reajustamento resultante da nova rede escolar (da responsabilidade do Município).

 DE

 DE

Q. Renovar e ampliar os recursos audiovisuais e informáticos. R.

 DE

Substituir as coberturas de amianto.

 DE  DE

2

Segurança

I.

Implementar um sistema de controlo e segurança interno.

A.

Controle da entrada e saída dos alunos, através de cartão electrónico.

II.

Aumentar as medidas de controlo e segurança dos alunos no espaço escolar

B.

Manutenção de um porteiro durante o período lectivo.

 DE

48 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Promover uma escola de qualidade Acção nº

Prioridade

Metas

Linhas estratégicas de acção

Responsável

C. Identificação obrigatória de todas as pessoas estranhas. D. Desenvolvimento de parcerias com Bombeiros, Centros de Saúde, Protecção Civil e Centro de Formação. E.

Realização anual de simulacros de evacuação.

F.

Cartão de escola do 1º Ciclo. Projecto educativo de escola (PEE) Análise abrangente da escola e da sua envolvente precedendo ao reajustamento do PEE.

A. B.

Abertura ao reajustamento dos objectivos de escola inscritos no PEE.

 Coordenador para a Segurança

 Equipa PEE

 Equipa PEE

Projecto curricular de escola (PCE) C. Coordenação do PCE com o PEE.

3

Gestão estratégica da escola

I.

Optimizar os instrumentos de gestão estratégica da escola.

D. Definição de temas para os diferentes anos de escolaridade no desenvolvimento do PCE. E.

F.

 Equipa PEE/ Conselho DT

Projecto curricular de turma (PCT) Definição clara dos objectivos do PCT, mantendo um formato flexível. Incorporação de competências transversais e comportamentais no PCT. Discussão e finalização do PCT em reunião de pais.

 Equipa PEE/PAA

G. Plano anual de actividades (PAA) e orçamento. Definição clara dos objectivos e processos do PAA, de modo articulado com o PEE e o PCE.

49 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Promover uma escola de qualidade Acção nº

Prioridade

Metas

Linhas estratégicas de acção

Responsável  Comunidade Educativa

H. Inclusão no PAA de actividades abrangentes a toda a comunidade educativa integração e articulação do PAA e do orçamento para novas actividades.  Equipa AI I.

Regulamento interno (RI) Utilização do regulamento interno como instrumento de concretização de objectivos específicos definidos no PEE.

J.

Divulgação e comunicação das regras da escola.

K.

Auto-avaliação, avaliação externa e autonomia Definição e análise de indicadores claros e estabelecimento de mecanismos de acompanhamento dos mesmos.

L.

Comparação de resultados obtidos internamente com os obtidos nos exames nacionais.

M. Acompanhamento do percurso escolar dos ex-alunos. N. Estabelecimento de práticas de comparação construtiva e partilha de boas práticas com outras escolas.

4

Gestão da actividade pedagógica

I.

Integração de novos alunos na escola.

II.

Acompanhamento regular de alunos.

III.

Alunos com fraco desempenho.

O. Recurso à avaliação externa. P. Recrutamento de professores para AECs A. Estabelecimento de processos de recolha e partilha de informação para caracterização da população discente a agrupar em turmas.

 DE/ Conselho DT

B.

 DE

Criar turmas do 1º ciclo de um só nível/ano, movimentando alunos se necessário.

50 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Promover uma escola de qualidade Acção nº

Prioridade

Metas

Linhas estratégicas de acção

IV.

Sinalização e acompanhamento dos alunos com insucesso escolar.

C. Definição e implementação de um processo de integração para os novos alunos.

 Equipa de Recepção/ PTT / Ed. Infância

V.

Gestão de conflitos.

D. Recurso às figuras de “padrinho/madrinha” como forma de integração.

 Equipa de Recepção/ PTT / Ed. Infância

VI.

Actividades de enriquecimento curricular. E.

Instituição de aulas de desenvolvimento adicional voluntárias para alunos com bom desempenho.

 DE/ Conselho DT

F.

Instituição de mecanismos de dinamização do acompanhamento dos alunos com recurso a plataformas informáticas.

 DE/ Conselho DT/PTE

G. Elaboração de planos de acção para correcção de eventuais desvios detectados na análise dos resultados obtidos em conselho de turma.

 DT

H. Manutenção do Gabinete de Apoio ao Aluno.

 DE

I.

5

Gestão orçamental

Responsável

I.

Orçamentação e controlo orçamental.

II.

Fontes de financiamento alternativas.

Definição de actividades de enriquecimento curricular tendo em atenção as valências do corpo docente e as características da escola.

J.

Divulgação dos trabalhos realizados pelos alunos nas actividades de enriquecimento curricular.

K. A.

Funcionamento AECs após componente lectiva. Definição, no orçamento, de critérios de afectação de receitas obtidas no âmbito do orçamento privativo.

B.

Elaboração e utilização de instrumentos de controlo para suporte à gestão do agrupamento, escola e departamentos.

 DE / Conselho Pedagógico  Professores Responsáveis  DE

 DE

51 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Promover uma escola de qualidade Acção nº

Prioridade

Metas

Linhas estratégicas de acção

Responsável

C. Dinamização da venda de material escolar na escola. D. Aluguer de espaços da escola fora do horário lectivo. E.

Angariação de patrocínios/mecenas junto dos empresários da região.

F.

Prestação de serviços.

G. Envolvimento da comunidade escolar na angariação de verbas. A. Reformulação do sítio da escola na Internet tendo em vista a afirmação de uma imagem da escola e das suas expectativas. I.

6

Comunicação

Responsabilização da comunidade escolar pela divulgação e pelo conhecimento de informação institucional.

II.

Melhorar os canais de divulgação/ circulação de informação

III.

Informatização global da escola.

IV.

Utilização das novas tecnologias de informação por toda a comunidade escolar.

B.

Consolidação e sistematização da nova metodologia de circulação da informação implementada em 2009/10, generalizando o recurso à plataforma e ao E-mail institucional.

C. Criação de um sistema de gestão da informação, que registe a sua origem, data e assunto. D. Construir, carregar e manter actualizada a página electrónica do Agrupamento, divulgando todas as iniciativas e actividades. E.

 PTE

 PTE

 DE/PTE  PTE

Proporcionar alguns procedimentos administrativos via on-line.  PTE

7

Desempenho Ambiental

I.

Incluir os conceitos de sustentabilidade e da eco-eficiência.

A.

Reduzir a intensidade do consumo de materiais em produtos e serviços.

II.

Racionalização dos gastos com a água,

B.

Reduzir a intensidade do consumo de energia em produtos e

 Comunidade Educativa

52 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Promover uma escola de qualidade Acção nº

Prioridade

Metas

Linhas estratégicas de acção

energia, papel e comunicações III.

Criação de rotinas de recolha selectiva dos lixos

Responsável

serviços. C. Reduzir a dispersão de compostos tóxicos. D. Promover a reciclagem.

 DE

E.

Maximizar o uso de recursos renováveis.

F.

Estender a durabilidade dos produtos e aumentar a intensidade do uso de produtos e serviços.

G. Envolvimento dos guardas-nocturnos, do pessoal docente e não docente, no sentido de desligarem os equipamentos, torneiras de água, especialmente no período pós lectivo. H. Rigoroso controlo de stocks nos Bufetes, Papelaria e Reprografia. A. Promover o processo de avaliação contínua no Agrupamento com divulgação dos resultados da autoavaliação à comunidade educativa. B.

8

Autoavaliação

I.

Promover o processo de autoavaliação do Agrupamento

Criar o hábito de uma autoavaliação sistemática.

C. Divulgar à comunidade o processo de autoavaliação, bem como o relatório preliminar.

 DE/ Equipa AI

D. Implementar uma matriz de autoavaliação. E.

Recolher dados, ao nível dos processos, dos resultados e do sentir da comunidade, procurando a triangulação dos mesmos, com destino a um processo de autoavaliação.

53 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

5.2. CRONOGRAMA

Figura 4 - Cronograma do Objectivo “Implementar a prática de metodologias conducentes ao sucesso”

54 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Figura 5 - Cronograma do Objectivo “Fomentar a intervenção para a mudança”

55 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Prioridades, Metas e Áreas de Intervenção

Figura 6 - Cronograma do Objectivo “Promover uma escola de qualidade”

56 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Formas e Momentos de Avaliação do Projecto

6. FORMAS E MOMENTOS DE AVALIAÇÃO DO PROJECTO Tendo o Projecto Educativo a duração de 3 anos, serão criados mecanismos de acompanhamento e avaliação do desenvolvimento do mesmo, de forma a permitir os reajustamentos decorrentes dos constrangimentos sentidos na sua operacionalização. Assim, e através da construção de instrumentos de registo, proceder-se-á, anualmente, à avaliação dos resultados alcançados, medidos através da auto avaliação dos actores e da avaliação interna do Agrupamento, o que deverá ocorrer no final de cada ano escolar. O acompanhamento do desenvolvimento do PE e a avaliação final são da responsabilidade do Conselho Geral do Agrupamento, o qual deverá criar, para o efeito, um observatório de monitorização. A avaliação final do cumprimento do Projecto Educativo resultará da análise e reflexão de todos os actores educativos, sobre os resultados do observatório, em sede do referido Conselho Geral. A publicitação das conclusões será feita através de documento interno, documento esse que será analisado em reunião das diversas estruturas intermédias em que têm assento os representantes dos Pais e da Comunidade.

57 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Referências Bibliográficas

7. CONCLUSÃO Todo o trabalho desta equipa foi norteado pelo princípio de que a construção e a avaliação são etapas de um processo e o resultado de uma atitude responsável e activa na planificação futura. Neste sentido salientamos a disponibilidade na colaboração de todos agentes educativos. Entendemos que este projecto não é perfeito, nem traduz toda a complexidade da sua organização. Cumpriu o seu objectivo essencial que foi fazer um diagnóstico fundamentado, identificando os aspectos mais frágeis e, a partir do conhecimento que deles teriam os diferentes agentes, possibilitar a adopção de estratégias de melhoria na planificação futura. Esteve sempre presente a ideia de que este projecto fosse um documento de trabalho numa futura análise mais restrita e mais próxima das práticas concretas. Julgamos que a monitorização e regulação devem ser inseridas no quotidiano de todas as práticas organizacionais, quer nas pedagógicas, quer em todos os órgãos que fazem a gestão da organização escolar. Não se pretende com este projecto apresentar receitas para o sucesso. As sugestões apresentadas são o resultado da reflexão feita, relativamente a aspectos mais genéricos e pretendem apenas sugerir algumas pistas para futuras ponderações. Com este projecto, pretende-se, entre outros aspectos, atenuar algumas das dificuldades sentidas pela Comunidade Educativa, a vários níveis, designadamente valorização do espaço exterior e interior, comunicação e circuitos de informação, sistema de controlo de qualidade na escola, parcerias e protocolos, Escola/Encarregados de Educação, redimensionamento da rede escolar (ofertas educativas), formação de pessoal docente e não docente e decréscimo do insucesso escolar. Deste modo, os objectivos enunciados neste Projecto Educativo apenas serão exequíveis, se todos os intervenientes no processo participarem de forma activa. Este documento pode trazer mais organização à escola, mas não resolve, seguramente, os seus problemas. Estes, mesmo depois de delineados e conhecidos, só poderão ser resolvidos pela comunidade educativa.

58 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Referências Bibliográficas

8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

BARBIER, J (1996). Elaboração de projectos de acção e planificação. Porto: Porto Editora CARVALHO, A e DIOGO, F (1994). Projecto Educativo. Porto: Edições Afrontamento. FONTOURA, M (2006). Do projecto educativo de escola aos curriculares: fundamentos, procesos e procedimentos. Porto: Porto editora ROCHA, A. (1996) Projecto Educativo de Escola: Administração Participada e Inovadora, Rio Tinto: Edições ASA. Carta Educativa da Póvoa de Varzim Decreto Regulamentar n.º 12/2000 de 29 de Agosto Decreto-lei nº 115-A/98 de 4 de Maio Decreto-Lei nº75/2008 de 22 de Abril Lei de Bases do Sistema Educativo Lei nº 24/99 de 22 de Abril Portaria nº 136/88 de 29 de Fevereiro Regulamento Interno do Agrupamento Vertical de Escolas de Rates Relatório de Avaliação Interna 2008/2009

59 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Documento elaborado por: Paula Sousa Ant贸nio Moura Flora Ram么a Filipa Milhazes Paulo Xavier Maria Jos茅 Ferreira

Aprovado no Conselho Geral de 15 de Julho de 2010

60 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Anexo A

ANEXOS Graficos referentes à “Organização e Gestão”

61 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


62 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


63 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Graficos referentes à “Cultura e Clima de Escola”

64 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


65 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


66 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Graficos referentes à “Sucesso Escolar/Estratégias”

67 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


68 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


69 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Graficos referentes à “Relação com a Comunidade”

70 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Graficos referentes à “Como avalia o funcionamento dos seguintes órgãos da escola?”

71 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


72 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


Anexo B Critérios para a formação das turmas A constituição de grupos/turmas é efectuada de acordo com o definido nos artigos 10.º e 11.º do Decreto - lei n.º 147/97 (pré-escolar) e no ponto 5.1 do despacho n.º 13170/2009 (1.º, 2º e 3.º CEB). Na constituição das turmas devem prevalecer critérios de natureza pedagógica, competindo ao Director aplicá-los no quadro de uma eficaz gestão e rentabilização de recursos humanos e materiais existentes. Desta forma, deve-se ter em conta os seguintes critérios pedagógicos: a) No Pré-Escolar  Dar continuidade aos grupos do ano lectivo anterior;  Grupos heterogéneos tendo em vista a composição etária;  Equilíbrio entre o número de rapazes e raparigas;  Distribuir equitativamente as crianças de três anos, mas, tanto quanto possível evitar que em cada grupo só haja uma criança desta idade. b) No 1.º Ciclo, todos os alunos devem acompanhar e integrar a turma até ao final do 4.º ano, independentemente da sua progressão. A colocação dos alunos retidos noutras turmas terá carácter excepcional, devendo-se ter em consideração:  O nível de aprendizagem do grupo em que o aluno está e o daquele onde vai ser inserido;  Os anos de escolaridade existentes nas duas turmas;  O número de alunos de ambas as turmas;  O parecer favorável e fundamentado do respectivo conselho de docentes;  Sempre que possível, formar turma de um só ano de escolaridade. c) No 2.º e 3.º Ciclos, a constituição de turmas deve respeitar:  As opções curriculares dos discentes;  A proveniência geográfica dos alunos;  A manutenção das turmas;  A integração dos alunos nas turmas;

73 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates


 O parecer favorável e fundamentado do conselho de turma, para a mudança de turma por dificuldades de integração do aluno.  No início de cada ciclo, diversificar a proveniência dos alunos, não dando continuidade à turma do ciclo anterior através de um estudo sociométrico.  Dar continuidade às turmas do(s) ano(s) anterior(es), nos anos de escolaridade intermédios;  Atender, no 7º e 9º anos, às opções indicadas pelos alunos na Área de Educação Artística e Tecnológica;  As turmas que integrem alunos com Necessidades Educativas Especiais de carácter permanente, e cujo programa educativo individual assim o determine, são constituídas por 20 alunos, no máximo, não podendo incluir mais de 2 alunos nestas condições.  No 9º ano de escolaridade, o número mínimo para a abertura de uma disciplina de opção no conjunto das disciplinas que integram as componentes curriculares artística e tecnológica é de 10 alunos.  Deve-se respeitar, em todos os anos, o equilíbrio numérico dos sexos.

74 Agrupamento Vertical de Escolas de Rates

Projeto Educativo  

Documento que contem as linhas diretivas para a organização do trabalho a realizar nos diferentes estabelicimentos de ensino do agrupemento.

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