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Centro Cultural e Congressos Caldas da Rainha

Programação Festival Caldas nice Jazz

2017 18.10 - 01.12

JACK BROADBENT � HAILEY TUCK CLUB DES BELUGAS & BRENDA BOYKIN PATRÍCIA LOPES � AARON GOLDBERG TRIO JACQUI NAYLOR & ART KHU � SARAH MCKENZIE AFONSO PAIS & RITA MARIA PATRÍCIA BARBER música � workshops � jazz na cidade � dixie bands � tertúlias www.caldasnicejazz.pt


CALDAS NICE JAZZ ‘17 18.10 // 05.11

FICHA TÉCNICA Director do Festival - Carlos A. Ribeiro Mota Produção - Dina Santos Comunicação - Catarina Alves Coordenação Equipa Técnica - José Ramalho Técnico de Som - João Nunes Técnico de Luz - Sandra Teixeira Apoio de Palco - Pedro Godinho Projecto Vídeo - Sérgio Roxo Projecto Gráfico - Patrícia Pinto Ilustração Gráfica - Ruben F. Costa e Silva Coordenação - Vanessa Gonçalves Apoio à Contabilidade - Clara Parente

Voluntariado – Carlos Xavier

Estamos conscientes de que um festival internacional como este, que apresentamos anualmente em Caldas da Rainha e agora, também “timidamente” partilhado com Óbidos, envolve uma série de fatores artísticos e organizativos capazes de proporcionar uma imagem de referência de uma cidade como a nossa. É bom valorizar o impacto cultural que um evento destes proporciona no território regional e na referência artística que proporciona em termos nacionais, extravasando meras iniciativas de espetacularidades imediatas. No nosso caso, associamos ao evento o critério da qualidade e da formação musical além, claro está, da promoção de uma urbanidade ímpar no panorama regional. Assumimos sem receios a experiência de um evento partilhado com parceiros locais e nacionais, sem os quais seria difícil ter a amplitude que pretendemos com o Jazz como ferramenta estratégica de promoção e valorização da cidade de Caldas da Rainha junto de públicos emancipados. O programa em 2017 mantém um conjunto distinto de estilos, que podíamos resumir como essenciais a uma percepção do universo de influências que o Jazz possui e proporciona. Os destaques vão para grupos de referência internacional como é o caso de Jack Broadbent - aclamado como “O novo mestre da slide guitar” pelo festival de Jazz de Montreux e de “The real thing” pelo lendário Bootsy Collins – e que tem vindo a deliciar o público internacional com a sua mistura única de slide guitar e uma voz blues proeminente e inspiradora. Também Hailey Tuck, nascida em Austin, Texas, e educada com uma dieta de jazz dos anos 30, vestidos vintage e filmes a preto e branco, cujo amor por tudo o que é old school a levou a mudar-se para França com apenas 18 anos à procura da la vie en rose e que, nos seus concertos, nos convida a entrar num mundo muito próprio, oferecendo-nos uma belle époque do século XXI. O Club des Belugas com Brenda Boykin é uma das principais bandas de Nujazz na Europa, talvez no mundo, combinando os estilos contemporâneos European Lounge & Nujazz com Brazilian Beats, Swing e American Black Soul dos anos cinquenta, sessenta e setenta, usando criatividade e intensidade únicas; começaram a carreira em 2002 com “Caviar at 3 a.m.” e têm até hoje lançados 8 álbuns, 6 singles / EPs, um CD duplo ao vivo e um DVD ao vivo. Patrícia Lopes, compositora e pianista brasileira, apresenta-se neste festival com um projecto constituído por voz, clarinete, piano e violoncelo, num trabalho em que revela interpretações de poesia “O Feminino em Fernando Pessoa”. A escolha do tema deve-se essencialmente à busca pela compreensão da alma feminina sobre a qual Fernando Pessoa se debruçou apaixonadamente e também a revelação que a compositora nos oferece sob a perspectiva da música brasileira e na convergência da sua própria história pessoal. Este projecto une leveza e sofisticação, partindo da voz delicada da cantora e atriz Paula Mirhan, à qual se soma a profunda elaboração musical composta por Patrícia Lopes e interpretada pelo seu quarteto, oferecendo-nos uma atmosfera em que os diálogos melódicos e harmónicos entrelaçam-se ao tecido poético de Fernando Pessoa. Aaron Goldberg aclamado pela revista “Down Beat” pelos seus "reflexos


harmónicos rápidos e inteligentes, pelo seu fluido comando de linha e pelo seu senso de lógica narrativa”, fez nome como um dos pianistas mais atraentes do jazz. É sua a expressão sobre a arte de tocar jazz: “não haverá duas apresentações iguais, porque a música é criada num plano dinâmico do presente”. Jacqui Naylor - a par de Diana Krall, é seguramente uma das vozes mais importantes do chamado Smooth Jazz. Com excelentes críticas e presença nas melhores salas e em quase todos os festivais, é com enorme prazer que anunciamos este regresso a Portugal para apresentação do seu novo disco Q & A. Conhecida pela sua voz aveludada, Jacqui recusa o purismo do Jazz e é na mistura de estilos que muitas vezes surpreende de forma única. No desfilar de canções intemporais bem conhecidas do universo poprock, a par dos seus originais, Jacqui Naylor constrói um espectáculo que ficará certamente na memória de todos os presentes. Com nove álbuns já gravados, e várias entradas na lista Top 10 para o USA Today, Jazziz e The Washington Post, os seus discos estão disponíveis na Ásia, América e Europa, onde actua regularmente. Há cerca de três anos, a cantora e pianista Sarah McKenzie participou na competição do Umbria Jazz Festival, tendo como resultado uma bolsa completa no prestigiado Berklee College of Music. Dezoito meses depois, Sarah foi abordada pela Universal Publishing France para a gravação de um disco pela famosa label Impulse! Brian Bacchus (Norah Jones, Gregory Porter) produziu o seu álbum de estreia, gravado no lendário Sear Sound Studios em Nova Iorque e que conta com vários originais de McKenzie, assim como clássicos de Cole Porter, Gershwin, Mancini, Ellington e Jerome Kern. Já tocou em alguns dos lugares mais emblemáticos do jazz, nos festivais de Monterey, Juan-les-Pins, Marciac e Perugia, Dizzy e Minton em Nova Iorque, bem como nos principais clubes de Paris, Londres, Viena, Munique e Sidney. Mas não podíamos deixar de apresentar, aliás como é tradição do festival, um grupo originário de Portugal, este ano Afonso Pais e Rita Maria. Afonso Pais, referência estabelecida na cena musical nacional, desenvolve desde o início da sua carreira artística um trabalho de composição exploratório das vertentes e possibilidades da música escrita e da improvisação. Viveu em Nova Iorque os primeiros cinco anos da sua vida profissional, período após o qual se estabeleceu em Lisboa. Apresenta agora uma parceria artística com a aclamada cantora Rita Maria, singular intérprete e improvisadora, com o projecto intitulado “Além das Horas”. Rita Maria, por seu lado, conta com um percurso musical eclético, fruto do contacto que teve com as mais variadas culturas musicais, as quais encontrou nas temporadas que a levaram aos Estados Unidos, Índia e Equador, estando agora de regresso a Portugal. Estas experiências foram apurando a sua personalidade musical e expressão artística através do instrumento que a acompanha desde sempre: a Voz. Mais do que uma combinação ou cruzamento de estilos musicais, o repertório reflete uma assimilação, usando o formato de canção, a expressão da palavra cantada em português, abrangendo a improvisação, a unidade e interação do grupo, sem compromissos de pertença a alguma tipologia musical pré-determinante ou predominante. Realçamos ainda o concerto de encerramento deste festival por uma grande senhora do Jazz mundial Patrícia Barber. De regresso a Portugal após um interregno de 9 anos, Patrícia Barber é um dos principais rostos do jazz, ao lado de outras talentosas intérpretes como Jane Monheit, Karrin Allyson ou Natalie Cole. No seu estilo muito próprio, desde cedo mostrou que não era uma cantora jazz limitada aos moldes convencionais, sendo

hoje uma personalidade respeitada no campo do jazz avant-garde de nível mundial. Apresentará um concerto que certamente surpreenderá os mais céticos amantes de jazz, num registo quase sublime. É uma das mais talentosas e inovadoras vocalistas e compositoras do jazz atual. Imperdível! Além deste fantástico programa internacional apresentaremos mais 12 concertos e duas after party de livre acesso (Concerto Club des Belugas com Fat&Slim - electroswing duet e Jazz na Toca - Dj Paulo Azevedo - jazz, swing, blues em Vinil) integrados no Jazz na Cidade, Óbidos e Foz do Arelho, proporcionando momentos de descoberta de jovens músicos e de novas sonoridades numa festa em que o Jazz é o protagonista... Cafés, restaurantes, escolas e hotéis abrirão suas portas, prevendo-se algumas inovações no decorrer do festival, nomeadamente na apresentação de uma ementa modelo “Drink e Food Jazz” criada no âmbito da parceria estabelecida com a Escola de Hotelaria e Turismo. O festival integra no seu corpo de acção a formação musical, dando uma vez mais destaque à organização do workshop Big Jazz III, este ano sob a direcção do maestro Pedro Moreira, e dos formadores, Daniel Bernardes, Rúben de Luz e Inês Sousa, sendo a coordenação do projecto da responsabilidade do Maestro Adelino Mota. Pela primeira vez haverá uma tertúlia à volta dos discos de Jazz e daremos espaço à apresentação de Jam Session’s no café concerto do CCC. No programa mantemos a cooperação com as filarmónicas locais e da região, convidando-as anualmente a apresentar um concerto de jazz, incorporando no seu historial novas áreas musicais que se oferecem ao público. Haverá seguramente muitas mais novidades neste festival: pode-se beber um café, ouvir uns discos de Jazz preferidos de alguns críticos e músicos, conversar à volta de uma mesa com amigos e provar bons vinhos da região apresentados por especialistas e produtores premiados, conviver com os músicos e ter oportunidade de comprar o cd ou vinil que faltava na coleção, nas bancas que vão estar dentro do CCC nos dias dos concertos. Interrompemos este ano o projecto Jazz vai às Escolas, para reestruturar o modus operandi da formação oferecida e preparar novo protocolo com o município, caso seja esse o anseio. Estamos em condições de afirmar que este projecto pode vir a dar mais valor a Caldas e Região Oeste e ter uma maior visibilidade nacional e internacional, se para isso os apoios forem menos modestos e os enquadramentos operacionais para a sua promoção forem mais robustos. Dificilmente vai deixar de querer estar presente e deixar-se absorver pelos sons que aqui se vão apresentar. Carlos Alberto Ribeiro Mota Diretor e Designer do Festival


CALDAS NICE JAZZ ‘17

www.caldasnicejazz.pt


27 Outubro . 21h30 . CCC

HAILEY TUCK

28 Outubro . 21h30 . CCC

CLUB DES BELUGAS & BRENDA BOYKIN

www.caldasnicejazz.pt

AARON GOLDBERG TRIO

03 Novembro . 21h30 . CCC

26 Outubro . 21h30 . CCC

JACK BROADBENT

02 Novembro . 21h30 . CCC

29 Outubro . 17h00 . CCC

JACQUI NAYLOR & ART KHU

04 Novembro . 21h30 . CCC

05 Novembro . 17h00 . CCC

AFONSO PAIS & RITA MARIA

01 Dezembro . 21h30 . CCC

PATRICIA BARBER Concerto Extra-Festival

PATRICIA LOPES

SARAH MCKENZIE


CALDAS NICE JAZZ ‘17 Concertos CCC

JACK BROADBENT

26 Outubro . 21h30 . CCC

Aclamado como “O novo mestre da slide guitar” pelo festival de Jazz de Montreux e de “The real thing” pelo lendário Bootsy Collins, Jack Broadbent passou o ano passado a deliciar o público internacional com a sua mistura única de slide guitar e uma voz blues proeminente e inspiradora. Nascido na Inglaterra rural numa família onde a música era uma presença constante, Jack Broadbent aponta as suas influências para John Lee Hooker, Peter Green, Jimi Hendrix, Robert Johnson e Crosby, Stills, Nash & Young. Com raízes firmemente plantadas num estilo de Blues mais puro, Jack Broadbent está a gerar uma onda de entusiasmo global como um Bluesman moderno e porventura o mais excitante do nosso tempo. Uma verdadeira ascensão meteórica deste artista que não irá querer perder a sua estreia no nosso país.

Jack Broadbent – Guitarra e voz Reuben Rogers - Baixo Eric Harland – Bateria Plateia: 17.50€ | Tribuna e Camarotes: 17.50€ | PROMOÇÃO - Pack 3 pessoas: 45€


CALDAS NICE JAZZ ‘17 Concertos CCC

HAILEY TUCK 27 Outubro . 21h30 . CCC

Nascida em Austin, Texas, e educada com uma dieta de jazz dos anos 30, vestidos vintage e filmes a preto e branco, o amor de Hailey por tudo o que é old school fê-la mudar-se para França com apenas 18 anos à procura da la vie en rose. Estabeleceu-se firmemente como uma das favoritas da cena parisiense com uma autenticidade que origina numa infância gasta sonhando ao som de Ella Fitzgerald e Billie Holiday, seguindo as façanhas de Judy Garland e as estrelas de cinema. Com o seu álbum de estreia, Hailey convida o ouvinte a entrar num mundo muito próprio, construindo uma belle époque do século XXI.

Hailey Tuck - Voz Rick Simpson - Piano Tim Thornton - Baixo Lloyd Haines – Bateria

Livre Trânsito* 105€ + Oferta CD CnJ Acesso a sete espetáculos do Festival Caldas nice Jazz'17: Hailey Tuck | Club des Belugas com Brenda Boykin | Patrícia Lopes | Aaron Goldberg Trio | Jacqui Naylor & Art Khu | Sarah McKenzie | Afonso Pais & Rita Maria Plateia: 20€ | Tribuna e Camarotes: 17.50€ | PROMOÇÃO - Pack Plateia 4 pessoas: 60€


CALDAS NICE JAZZ ‘17 Concertos CCC

CLUB DES BELUGAS & BRENDA BOYKIN

28 Outubro . 21h30 . CCC

Club des Belugas é uma das principais bandas de Nujazz na Europa, talvez no mundo. Combinam os estilos contemporâneos, European, Lounge & Nujazz com Brazilian Beats, Swing e American Black Soul dos anos cinquenta, sessenta e setenta usando criatividade e intensidade únicas. O Club des Belugas começaram a carreira em 2002 com o primeiro álbum “Caviar at 3 a.m.”. Com 5 cd’s editados, o Club des Belugas Orchestra fazem da sua música uma combinação perfeita de jazz-swing com pequenos efeitos electrónicos, misturados com o black soul americano dos anos 50, 60 e 70 e algumas batidas de samba jazz e bossa nova. Actuam com requintados vocalistas convidados como a Jazz Lady Brenda Boykin, a cantora sueca Anna

Luca, Iain Mackenzie, Anne Schnell (Alemanha), Lene Riebau (Dinamarca), Veronika Harcsa (Hungria), Feran Manseed (Reino Unido), Ester Rada (Israel), Hélène Vogelsinger (França), Jean Honeymoon (Escócia), Jen Kearney (EUA), Dean Bowman (EUA), e os trompetistas alemães Reiner Winterschladen (Nighthawks) e Thomas Siffling. Em 2010, a banda foi nomeada nos Spanish Jazz Awards em 2 categorias: “best live act” e pelo seu 5º álbum “Zoo Zizaro” como “melhor álbum de jazz. Entre junho e setembro de 2007, o Club des Belugas Quartet realizaram 89 espetáculos na China. Desde 2007, a banda já realizou mais de 280 fantásticos concertos ao vivo em todo o mundo.

Mickey Neher - Bateria Brenda Boykin - Voz Matze Bangert - Baixo Karlos Boes - Saxofone Roman Babik - Teclas Detlef Hoeller – Guitarra Livre Trânsito* 105€ + Oferta CD CnJ Acesso a sete espetáculos do Festival Caldas nice Jazz'17: Hailey Tuck | Club des Belugas com Brenda Boykin | Patrícia Lopes | Aaron Goldberg Trio | Jacqui Naylor & Art Khu | Sarah McKenzie | Afonso Pais & Rita Maria Plateia: 17.50€ | Tribuna e Camarotes: 15€


CALDAS NICE JAZZ ‘17 Concertos CCC

PATRICIA LOPES

29 Outubro . 17h00 . CCC

O Feminino em pessoa, por Patrícia Lopes. O feminino em Pessoa é um espetáculo musical com canções concebidas pela compositora e pianista brasileira Patrícia Lopes, inspirada pela obra do poeta português, Fernando Pessoa (1888-1935). Este trabalho revela interpretações da poesia do escritor sob a perspetiva da música brasileira e suas convergências com a história da própria compositora. É a partir das suas raízes que Patrícia Lopes flui de forma harmoniosa entre referências da música popular brasileira e da música clássica europeia. A escolha do tema deve-se essencialmente à busca pela compreensão da alma feminina sobre a qual Fernando Pessoa se debruçou apaixonadamente. Há também, na figura misteriosa do poeta, uma multiplicidade e uma versatilidade literária. E é justamente essa presença de vozes distintas em sua

obra que contribui para a composição de tantas imagens sonoras neste trabalho. Escritos para voz, clarinete, piano e violoncelo, o ciclo de canções “O feminino em Pessoa” une leveza e sofisticação. E a voz delicada da cantora e atriz Paula Mirhan soma-se à profunda elaboração musical composta por Patrícia Lopes e interpretada pelo seu quarteto, possibilitando assim uma atmosfera em que os diálogos melódicos e harmónicos entrelaçam-se ao tecido poético de Fernando Pessoa. Patrícia Lopes - Piano e voz Paula Mirhan - Vocais Hugo Azenha - Clarinete Ricardo Ferreira - Violoncelo

Livre Trânsito* 105€ + Oferta CD CnJ Acesso a sete espetáculos do Festival Caldas nice Jazz'17: Hailey Tuck | Club des Belugas com Brenda Boykin | Patrícia Lopes | Aaron Goldberg Trio | Jacqui Naylor & Art Khu | Sarah McKenzie | Afonso Pais & Rita Maria Plateia: 17.50€ | Tribuna e Camarotes: 15€


CALDAS NICE JAZZ ‘17 Concertos CCC

AARON GOLDBERG TRIO

música, onde se descobre a música, se pratica, toca-se um milhão de vezes e grava-se a versão definitiva. O jazz não funciona assim e eu senti que era a hora de lutar explicitamente com isso de alguma forma temática.“ Aaron Goldberg - Piano Yasushi Nakamura - Baixo Leon Parker – Bateria

02 Novembro . 21h30 . CCC

Aclamado pela revista Down Beat pelos seus “reflexos harmónicos rápidos e inteligentes, pelo seu fluido comando de linha e pelo seu senso de lógica narrativa”, Aaron Goldberg fez nome como um dos pianistas mais atraentes do jazz, tanto como líder de banda como com colaboração frequente com Joshua Redman, Wynton Marsalis, Kurt Rosenwinkel, Guillermo Klein e muitos mais. Aaron Goldberg nasceu em Boston e iniciou os seus estudos musicais com os mestres Bob Sinicrope, da Milton Academy, e Jerry Bergonzi, tendo depois estudado na New School for Jazz and Contemporray Music, em Nova Iorque, e no Harvard College. Em 1998, já um músico requisitado, integrou a formação de Joshua Redman, com quem gravou dois álbuns. “Um disco de jazz é literalmente um momento no tempo”, explica Goldberg. “Cada canção captura aqueles cinco minutos e não mais.

Isto é especialmente contraintuitivo quando se pensa em gravações icónicas de jazz como Kind of Blue, onde podemos cantar todos os solos. Este disco soaria totalmente diferente, estaríamos todos a cantar solos diferentes, se tivesse sido gravado cinco minutos depois ou até cinco segundos depois. É este aspeto do jazz que o torna mágico para mim. Eu acho que cada vez que se faz um álbum, contribui-se para essa ilusão de que o jazz opera como outras formas de

Livre Trânsito* 105€ + Oferta CD CnJ Acesso a sete espetáculos do Festival Caldas nice Jazz'17: Hailey Tuck | Club des Belugas com Brenda Boykin | Patrícia Lopes | Aaron Goldberg Trio | Jacqui Naylor & Art Khu | Sarah McKenzie | Afonso Pais & Rita Maria Plateia: 20€ | Tribuna e Camarotes: 17.50€ | PROMOÇÃO - Pack Plateia 4 pessoas: 60€


CALDAS NICE JAZZ ‘17 Concertos CCC

JACQUI NAYLOR & ART KHU 03 Novembro . 21h30 . CCC

A par de Diana Krall, Jacqui Naylor é seguramente uma das vozes mais importantes do chamado Smooth Jazz. Com as melhores criticas e com presença nas melhores salas e em quase todos os festivais, é com enorme prazer que anunciamos este regresso a Portugal para apresentação do seu novo disco Q & A. Conhecida pela sua voz aveludada, Jacqui recusa o purismo do Jazz e é na mistura de estilos que muitas vezes Jacqui Naylor surpreende de forma única. O desfilar de canções intemporais bem conhecidas do universo pop-rock, a par dos seus

originais, Jacqui Naylor constrói um espetáculo que ficará certamente na memória de todos os presentes. Com nove álbuns já gravados, e várias entradas na lista Top 10 para o USA Today, Jazziz e The Washington Post. Os seus discos estão disponíveis na Ásia, América e Europa, onde ela também atua regularmente, ora nas melhores salas, ora em Festivais. Uma das vozes mais influentes do Smooth Jazz, estará no nosso país acompanhada por Art Khu no piano/ guitarra. Entre as suas maiores influências incluem-se nomes como Nina Simone e Tracy Chapman. Jacqui Naylor - Voz Art Khu - Piano e guitarra

Livre Trânsito* 105€ + Oferta CD CnJ Acesso a sete espetáculos do Festival Caldas nice Jazz'17: Hailey Tuck | Club des Belugas com Brenda Boykin | Patrícia Lopes | Aaron Goldberg Trio | Jacqui Naylor & Art Khu | Sarah McKenzie | Afonso Pais & Rita Maria Plateia: 20€ | Tribuna e Camarotes: 17.50€ | PROMOÇÃO - Pack Plateia 4 pessoas: 60€


CALDAS NICE JAZZ ‘17 Concertos CCC

SARAH MCKENZIE

04 Novembro . 21h30 . CCC

Livre Trânsito* 105€ + Oferta CD CnJ Acesso a sete espetáculos do Festival Caldas nice Jazz'17: Hailey Tuck | Club des Belugas com Brenda Boykin | Patrícia Lopes | Aaron Goldberg Trio | Jacqui Naylor & Art Khu | Sarah McKenzie | Afonso Pais & Rita Maria Plateia: 22.50€ | Tribuna e Camarotes: 20€ | PROMOÇÃO - Pack Plateia 4 pessoas: 70€

Sarah McKenzie - Piano e voz

Há cerca de três anos a cantora e pianista Sarah McKenzie participou na competição do Umbria Jazz Festival tendo como resultado uma bolsa completa na prestigiada Berklee College of Music. Dezoito meses depois Sarah foi imediatamente abordada pela Universal Publishing France para a gravação de um disco pela famosa label Impulse! Brian Bacchus (Norah Jones, Gregory Porter) produziu o seu álbum de estreia gravado no lendário Sear Sound Studios em Nova Iorque e conta com vários originais de McKenzie assim como clássicos de Cole Porter, Gershwin, Mancini, Ellington e Jerome Kern. O lançamento do seu disco de estreia pela label Impulse! “We Could Be Lovers” foi em Setembro de 2015. Encontrando-se a artista de momento a promover o seu novíssimo álbum: “Paris in The Rain”. Sarah McKenzie já tocou em alguns dos lugares mais emblemáticos do jazz, nos festivais de Monterey, Juan-les- Pins, Marciac e Perugia, Dizzy e Minton em Nova Iorque, bem como nos principais clubes de Paris, Londres, Viena, Munique e Sydney.


CALDAS NICE JAZZ ‘17 Concertos CCC

AFONSO PAIS & RITA MARIA 05 Novembro . 17h00 . CCC

Afonso Pais, referência estabelecida na cena musical nacional, desenvolve desde o início da sua carreira artística um trabalho de composição exploratório das vertentes e possibilidades da música escrita e da improvisação. Viveu em Nova Iorque os primeiros cinco anos da sua vida profissional, período após o qual se estabeleceu em Lisboa. Tendo colaborado com cantautores como Edu Lobo, Ivan Lins, Rui Veloso ou JP Simões, partilhado o palco ou estúdio com cantores como Dee Dee Bridgewater, Camané e António Zambujo e gravado com nomes maiores da música instrumental como por exemplo Peter Bernstein, Perico Sambeat ou João Paulo Esteves da Silva, Afonso Pais apresenta agora a sua parceria artística com a aclamada cantora Rita Maria, singular intérprete e improvisadora, com o projeto intitulado “Além das Horas”. Rita Maria, por seu lado, conta com um

percurso musical eclético, fruto do contacto que teve com as mais variadas culturas musicais, as quais encontrou nas temporadas que a levaram aos Estados Unidos, Índia e Equador, estando agora de regresso a Portugal. Ao longo dos últimos anos tem trabalhado com Mário Laginha, Carlos Bica, Ziv Ravitz, Elias Meister ou Maria Tejada, para citar alguns nomes, apurando a sua personalidade musical e expressão artística através do instrumento que a acompanha desde sempre: a Voz. “Além das Horas” é publicado em disco em 2016 pela editora alemã ENJA Records. Nesta coleção de canções portuguesas, com e sem letra, pontualmente instrumentais, cada composição introduz o seu universo musical sem contudo o delimitar. A narrativa musical leva-nos através das canções, pela voz de Rita Maria segundo o imaginário de Afonso Pais, decorrendo da cumplicidade musical e parceria de longa data que consubstancia esta colaboração artística.

Afonso Pais - Composição e guitarra Rita Maria - Voz Albert Sanz - Piano António Quintino - Contrabaixo Luís Candeias – Bateria Livre Trânsito* 105€ + Oferta CD CnJ Acesso a sete espetáculos do Festival Caldas nice Jazz'17: Hailey Tuck | Club des Belugas com Brenda Boykin | Patrícia Lopes | Aaron Goldberg Trio | Jacqui Naylor & Art Khu | Sarah McKenzie | Afonso Pais & Rita Maria Plateia: 15€ | Tribuna e Camarotes: 12.50€


PATRÍCIA BARBER

CALDAS NICE JAZZ ‘17 Concertos CCC

Patricia Barber – Voz e Piano Patrick Mulcahy – Baixo Jon Deitemyer– Bateria

01 Dezembro . 21h30 . CCC Concerto Extra-Festival

De regresso a Portugal após um interregno de 9 anos, Patrícia Barber é um dos principais rostos do jazz, ao lado de outras talentosas intérpretes como Jane Monheit, Karrin Allyson ou Natalie Cole. O seu estilo muito próprio desde cedo mostrou que Patrícia Barber não era uma cantora jazz limitada aos moldes convencionais; aliás, o seu estilo bastante peculiar – onde uma voz gutural concilia o seu talento de vocalista com o de compositora e letrista – valeram-lhe de início a desconfiança e o escárnio da crítica na sua Chicago natal. A vitória num concurso do Gold Star Sardine Bar deu-lhe o empurrão decisivo para a carreira, servindo para afastar as críticas mais negativas. Com quatro álbuns em três editoras diferentes – “Split”, “A Distortion Of Love”, “Café Blue” e “Modern Love”, o primeiro pela Floyd, o segundo pela Verve

e os dois últimos pela Premonition. Em 1998, a conceituada editora Blue Note adquiriu a Premonition e Patrícia Barber viu o seu trabalho recompensado, com uma maior aposta na sua música, começando a ser encarada internacionalmente como uma personalidade respeitada no campo do jazz avant-garde, principalmente graças aos seus dois álbuns seguintes, “Modern Cool” e “Night Club”.

Plateia: 20.00€ | Tribuna e Camarotes: 20€ | PROMOÇÃO - Pack 2 pessoas: 35€


SARA PESTANA TRIO

23 Outubro . 21h30 - Caldas da Rainha

Cocos Beach Club

Casa Antero

ESCOLA DE JAZZ DO PORTO

QUARTO ESCURO

Praça da Criatividade

Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste

GROOVE’S CORPORATION

20 Outubro . 22h00 - Óbidos Tenda de Concertos

Caldas da Rainha, Óbidos e Foz do Arelho

24 Outubro . 22h00 - Óbidos

19 Outubro . 16h30 - Caldas da Rainha

VILOKO JAZZ TRIO

JAZZ NA CIDADE

JOANA RODRIGUES TRIO BONES TRIO

18 Outubro . 22h30 - Foz do Arelho

BANDA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA TOCA JAZZ

21 Outubro . 11h00 - Caldas da Rainha Rodoviária do Oeste

BEATRIZ PESSOA

22 Outubro . 22h00 - Óbidos Praça da Criatividade

25 Outubro . 21h30 - Caldas da Rainha

31 Outubro . 21h30 - Caldas da Rainha Restaurante Maratona

DANIEL BERNARDES & MÁRIO MARQUES

01 Novembro . 16h00 - Caldas da Rainha Hotel Sana Silver Coast

Restaurante Afinidades

JAZZ NA TOCA

AFTER PARTY CONCERTO

JAZZ, SWING, BLUES em VINYL

CLUB DES BELUGAS

FAT&SLIM electroswing Duet

28 Outubro . 23h00 - Caldas da Rainha Toca da Onça

RODRIGO CORREIA TRIO & JÚLIA VALENTIM

30 Outubro . 18h00 - Caldas da Rainha Restaurante Capristanos

DJ PAULO AZEVEDO

02 Novembro . 23h00 - Caldas da Rainha Toca da Onça

BJAZZ

03 Novembro . 23h00 Café-Concerto, Sons Tons e Sabores


CALDAS NICE JAZZ ‘17 Jazz na Cidade - Caldas da Rainha, Óbidos & Foz do Arelho

SARA PESTANA TRIO

18 Outubro . 22h30

Cocos Beach Club - Foz do Arelho Marco Santos, Piano Diogo Alexandre, Bateria Sara Pestana, Voz Sara Pestana inicia o seu percurso musical aos 8 anos, começando por estudar piano. Apesar de cantar desde tenra idade, a formação vocal vem mais tarde, por volta dos 14 anos, com a cantora lírica Conceição Galante. Aos 16 anos tem o primeiro contacto com o jazz. Ao longo da sua formação passa por instituições como a Academia de Música de Santa Cecília, a escola Interartes, a escola do Hot Clube de Portugal (representa ambas as escolas em diferentes edições da Festa do Jazz do São Luiz), a Universidade Nova de Lisboa (onde se licencia em Ciências Musicais) e a School of Music da Universidade de Cardiff. Atualmente, encontra-se a tirar a licenciatura de Voz Jazz da Escola Superior de Música de Lisboa. www.facebook.com/sara.pestana.311

ESCOLA DE JAZZ DO PORTO

19 Outubro . 16h30

Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste - Caldas da Rainha Inês Pereira, Voz Jorge Cruz, Guitarra elétrica Pedro Barreiros, Baixo elétrico Com mais de 30 anos de história. A Escola de Jazz do Porto nasce como um projeto liderado pelos irmãos Barreiros, que juntamente com alguns amigos, em 1985, decidem estimular/ divulgar o ensino e a promoção da música improvisada em Portugal. Coordenador Pedro Barreiros. O repertório será: “Improvisações coletivas sobre 12 temas musicais do séc. XX norteamericano” www.facebook.com/EscoladeJazzdoPorto


VILOKO JAZZ TRIO

20 Outubro . 22h00

Tenda de Concertos - Óbidos Marco Santos, Piano Leo Espinosa, Baixo Pepe Silva, Bateria “Viloko” Latin Jazz Trio nasce em Lisboa da fusão entre as culturas dos diferentes membros da banda: Portugal, Cuba e Espanha. Usando standards do Jazz Tradicional com arranjos a música latina, com influências de estilos como o Guaguancó, Salsa, Cha Cha ou Bolero, a banda conta com grandes influências musicais como Irakere, Caribean Jazz Project, Michel Camilo, entre outros. O objetivo da banda está muito direcionado a conectar com o público, utilizando a influência orgânica dos ritmos, sempre dando a sensação de vontade de dançar, tentando assim fazer um concerto único para os espectadores.

BANDA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA TOCA JAZZ

21 Outubro . 11h00

Rodoviária do Oeste - Caldas da Rainha Adelino Mota, Maestro A Banda Comércio e Indústria de Caldas da Rainha integra atualmente na sua composição 77 elementos, com idades compreendidas entre os 11 e os 58 anos. Os ensaios são realizados às sextas-feiras, na sede da mesma e orientados pelo Maestro Adelino Mota que é também o responsável pelo repertório nos CONCERTOS, FESTAS, DESFILES, PROCISSÕES E TOURADAS, que a Banda realiza. A Banda tem uma escola de música (gratuita) com 14 alunos que funciona às quartas e sextas-feiras à tarde. É orientada pelo Maestro e tem como colaboradores: Ana Cristina Matos e Margarida Louro. Esta escola tem como principais objetivos, ensinar e dar a formação musical e social necessária aos alunos de forma a prepará-los para a sua plena integração no grande grupo.

NOVOS TALENTOS FNAC, editada em Junho de 2017.“Disguise”, o segundo single, contou com um videoclip realizado pela fotógrafa Joana Linda, no ambiente cinematográfico do 1908 Lisboa Hotel. Licenciada em jazz na Escola Superior de Música de Lisboa, vertente canto, Beatriz Pessoa é uma compositora, cantora e instrumentista que tem no jazz um DNA perfeitamente reconhecível, mas também a pop igualmente assumida com influências como Lianne La Havas e Laura Mvula. www.arruada.com/pt/artistas/beatriz-pessoa

BEATRIZ PESSOA

22 Outubro . 22h00

Praça da Criatividade - Óbidos Beatriz Pessoa, Voz e teclado António Quintino, Baixo João Lopes Pereira, Bateria Margarida Campelo, Teclado Cantora e compositora de registo intimista, fresco e suave, BEATRIZ PESSOA tece os seus temas originais no universo da pop e do jazz. Disso é prova o seu primeiro EP, «Insects», gravado e produzido no estúdio HAUS e lançado no final de 2016, onde se faz acompanhar por um grupo de músicos talentosos que desde cedo fazem parte do seu percurso.“You Know”, tema de avanço do EP de estreia de Beatriz Pessoa, roda em rádios como TSF, Rádio Nova, Antena 3 e Marginal, sendo que o vídeo contou com a direção de João Pedro Moreira (Branko, Ana Moura, entre outros). O tema integra a coletânea

JOANA RODRIGUES TRIO

23 Outubro . 21h30

Casa Antero - Caldas da Rainha Joana Rodrigues, Voz Marco Santos, Piano André Ferreira, Contrabaixo Joana Rodrigues Trio apresenta um projeto intimista e uma viagem pelo jazz, bossa nova, soul e R&B numa abordagem bastante contemporânea e sofisticada. Joana Rodrigues, desde cedo demonstrou uma enorme vontade


de ser cantora, e os discos de jazz do pai despertaram o interesse em enveredar na música ainda muito nova. Aos 11 anos estreou-se com concertos de pop/rock. Em 2013, ingressou no curso profissional de instrumentista de jazz do Conservatório de Música de Coimbra. Em 2014, recebeu o prémio de “Melhor Voz” nas Escolíadas e representou o Conservatório de Música de Coimbra no Csiperó, Hungria. Nesse mesmo ano formou o seu quarteto, Groovin’ 4tet e envolveu-se em diversos projetos com formações distintas. Em 2016 participou na 14a Festa do Jazz do São Luiz, onde ganhou o prémio “Melhor Combo” e uma menção honrosa pela sua performance. No mesmo ano, atuou no 8º Festival das Artes, em Coimbra e do qual marcará novamente presença em 2017. Atualmente, estuda na Escola Superior de Música de Lisboa e tem vindo a colaborar com diversos músicos de renome do panorama de jazz nacional. www.facebook.com/Joanarodriguesmusic

QUARTO ESCURO

24 Outubro . 22h00

Praça da Criatividade Óbidos Miguel César, Saxofones Inês Pintassilgo, Guitarra Vanessa Benite, Teclado Hugo Wittmann, Bateria e percussão Quarto Escuro é um jogo de crianças. De crianças que crescem; E crescem com vontade de lá voltar. Quarteto, que passeia pelas sonoridades do jazz, rock e world music. Divirtam-se! Até que alguém acenda a luz. http://quartoescuro.pt/

GROOVE’S CORPORATION

25 Outubro . 21h30

Restaurante Afinidades Caldas da Rainha Fábio Rocha, Baixo elétrico João Costa, Bateria Hugo Barbosa, Saxofone Marco Santos, Teclados Projeto musical que nasce do intercâmbio musical de 4 amigos que se conheceram no Conservatório de Música da obra onde estudaram no curso de Jazz. Em comum têm o gosto pela música e a formação na área. Fábio Rocha, João Costa, Hugo Barbosa e Marco Santos, procuram com este projeto dar a conhecer ao público, a sua imensa criatividade, assim como o seu bom gosto musical. Aliando a sua técnica à atualidade sonora, que nasce no Jazz e viaja através do Funk, Rock, Soul, Hip-Hop, (...) este quarteto criativo, e arrojado, oferece uma fusão sonora interessante e inovadora com uma bela dose de improviso, que os preenche, e que é bastante agradável ao público.

RODRIGO CORREIA TRIO

& JÚLIA VALENTIM 30 Outubro . 18h00

Restaurante Capristanos Caldas da Rainha Rodrigo Correia, Contrabaixo Miguel Mateus, Piano João Almeida, Bateria Júlia Valentim, Voz Rodrigo Correia Trio é o resultado da paixão de 3 jovens músicos, ainda nos seus primeiros passos, pela música Jazz. Com Rodrigo Correia no Contrabaixo, Miguel Mateus no Piano e João Almeida na Bateria este “Trio clássico” promete apresentar uma nova abordagem aos “standards” que marcaram o Jazz, contando para isso com a presença em palco da já consagrada cantora Júlia Valentim. https://rodrigocorreiatrio.bandcamp.com https://m.soundcloud.com/julia-valentim


a sua Hybrid Jazz Machine. Desde então inúmeros foram os projetos e colaborações entre os dois músicos, desde o projeto multimédia - O Rondó da Carpideira, com raízes na música tradicional portuguesa, ao Daniel Bernardes Crossfade Ensemble, estreado na última edição do Caldas Nice Jazz. O duo associa-se ao Festival Internacional de Jazz de Caldas da Rainha e apresenta um concerto que mistura temas do Cancioneiro Jazz Norte-Americano com composições de autores incontornáveis do Jazz Português. Em suma e em jeito de graça, um concerto transatlântico!

BONES TRIO

31 Outubro . 21h30 Restaurante Maratona Caldas da Rainha

http://www.danielbernardes.com http://www.mariodinismarques.com/

Ziv Taubenfeld – Clarinete baixo Shay Hazan – Contrabaixo Nir Tom Sabag – Bateria As apresentações individuais dos três músicos são notáveis, às vezes até virtuosas, as suas forças combinadas transformam o trio num poderoso e magnífico aparelho de produção de música, que não leva prisioneiros. No geral, este é um esforço de estreia notável e um dos melhores lançamentos de Jazz Livre / Jazz Improvisado até ao momento. O seu lançamento de estreia para Leo Records, é um álbum convincente e coerente que pode passar facilmente do estimulante para modos de expressão mais abstratos. Apesar dessas oscilações, e apesar da sensação às vezes solta das composições, os membros sempre mantêm um amplo relacionamento uns com os outros. www.bonestrio.com

DANIEL BERNARDES & MÁRIO MARQUES

01 Novembro . 16h00

Hotel Sana Silver Coast Caldas da Rainha Daniel Bernardes, Piano Mário Marques, Saxofone A colaboração entre Daniel Bernardes e Mário Marques remonta a 2002, ano em que Mário Marques apresenta no Festival de Jazz do Valado dos Frades


JAZZ NA CIDADE

AFTER

Party

AFTER PARTY CONCERTO

CLUB DES BELUGAS

FAT&SLIM electroswing Duet 28 Outubro 23h00

Toca da Onça - Caldas da Rainha

FAT&SLIM é uma dupla de deejays composta por Mr.Heights e LBR que se apresentam agora num novo formato (djs+video) dedicado ao Electro-Swing: uma mistura da adrenalina do “punk dos anos 20” à electrónica de hoje. Desde 2011, que as viagens sonoras pelo swing têm sido uma constante, através de várias composições rítmicas, desde o big beat, à bossa nova, passando pelo jackin house e terminando num alucinante drum&bass! Nenhuma destas definições rítmicas esquece o swing, este que é o mood inspirador de FAT&SLIM. Esta dupla tem “swingado” vários espaços em Portugal e também em França, onde foram convidados pela dupla Bart&Baker para actuar como convidados no Moulin Rouge, Paris. Em Portugal, FAT&SLIM tem estado ao serviço do Electro-Swing como seus embaixadores, tendo já atuado no Musicbox Lisboa, Faktory Club, Sagrada Família, MUV, Santa Cruz Ocean Spirit, After Six, Bixo Mau, Parqe Club, Cais da Praia, Maratona, Festival Bango. Em algumas destas acuações os FAT&SLIM criaram dinâmicas com músicos em tempo real, dando origem a uma nova oferta musical, onde o dj+vj set é acompanhado por músicos (saxofone, trombone e trompete) em tempo real. Esta dupla ainda promove o WEST SIDE SWING CLUBE, um evento onde convidam Dj’s Internacionais, e no qual dão asas a sua imaginação, ao combinar workshops e concertos com bandas ligadas ao swing, divulgando e tornando mais abrangente o Electro-Swing em Portugal. FAT >> Rapaz alto e esguio, gosta de música de fio a pavio. Desde 2008 conhecido como Mr.Heights, faz rodar acid jazz, funk, breakbeat, bossa e

drum&bass que enche as pistas de bom ambiente e/ou paródia! SLIM >> Rapaz baixo e bem nutrido, cruzou-se com a música no ano de 1998 com um trombone-de-vara começando assim a cultivar o gosto pelos instrumentais “jazzísticos” o que resultou em 2009 na apresentação e LBR, um composto de electro-jazz & downtempo - música para descontrair.

JAZZ NA TOCA

DJJAZZ, SWING,PAULO AZEVEDO BLUES em VINYL 02 Novembro 23h00 Toca da Onça - Caldas da Rainha Paulo Azevedo é um curioso amante de música e colecionador de discos de vinil, muito focado no Jazz e Blues. Proveniente do Porto, encontramo-lo muitas vezes nos mercados de velharias, lojas de segunda mão e lojas de discos, sempre em busca de algo que não conheça. Como Deejay e grande impulsionador da cena Swing & Blues na cidade invicta, as suas descobertas já foram ouvidas e dançadas nos festivais internacionais Atlantic Blues e Porto Blues Exchange, mas também no Atlantic Swing Festival em Lisboa. Para ele, esta constante descoberta e partilha musical, particularmente de discos de vinil, “é uma maneira fascinante de entender os músicos e as pessoas

para quem tocavam, bem como a sociedade em que estavam incluídas. É uma máquina do tempo para uma outra era, um encapsulamento do que se vivia, arquivado na linguagem mais universal que existe”. É com este mote que lançamos o convite para uma noite ao som da agulha a tocar em discos de Jazz, Swing e Blues.

Organização Toca da Onça + Fat&Slim


DIXIE BANDS PELAS PRAIAS DA REGIÃO

O Jazz voltou a animar as praias da região do Oeste

O Caldas nice Jazz propõe anualmente integrado no seu festival a vertente musical das Dixieland. As Dixieland Jazz Band tiveram o seu aparecimento no início do sec. XX em New Orleans, tendo-se espalhado rapidamente até Chicago e Nova Iorque pelas New Orleans Bands ao longo da década de 1910. Ficaram tão populares que ao serem apresentados em Nova York pela mão do agente de teatro Max Hart, que reservou-os para o espectacular Reisenweber’s Cafe no Columbus Circle, o New York Times da época promoveu sua chegada como “a primeira novidade sensacional e musical de 1917. A banda de jazz é a última mania

que está varrendo a nação como uma tempestade musical, novas danças e uma nova emoção” é difícil imaginar uma época em que o jazz não tivesse feito parte da histórica experiência americana. A componente de rua é também uma afirmação usual na nossa cultura com um movimento musical (filarmónicas e orquestras) que tem habitualmente noutros géneros musicais um modelo desenvolvido e integrado que se apresenta regularmente nas festas em Portugal, e é nesse contexto de festa que propomos a experiência de apresentarmos propostas de Dixieland (nas ruas, praças, praias, etc.,) porque este tipo de música é considerado a maior parte das vezes como o verdadeiro tipo de jazz. Como é sabido foi por esta componente musical em que é definido o termo Jazz (antes de 1917 o termo utilizado era Jass). E é com esta musicalidade que temos tido grande receptividade junto das populações que assim acedem aos primeiros sons de Jazz e ao conhecimento do festival desta feita a festa foi apresentada pelos B Jazz. As Dixieland possuem um estilo próprio em que combinam o Ragtime e os Blues com a improvisação colectiva. Os Combos das Dixieland incluíam normalmente uma secção rítmica, baixo, trombone, trompete e clarinete. O som das Dixieland é criado pela improvisação simultânea do trompete, do trombone e do clarinete, e tem sido continuamente tocado desde o início do século XX. Enquanto muitos grupos Dixieland imitam conscientemente as gravações das bandas históricas, outros, continuam a recriar e inovar as suas performances com novas melodias dando uma renovada sonoridade festiva aos eventos em que se apresentam.

BJAZZ

03 Novembro . 23h00

Café-Concerto, Sons Tons e Sabores Caldas da Rainha Rafael Neves, Clarinete Hugo Santos, Trombone David Santos, Tuba João Ventura, Bateria Ana Leão, Voz

Os Bjazz são um grupo de amigos músicos da região de Óbidos, que juntaram a sua experiência musical para vos dar boa música e muita diversão. A irreverência destes músicos que dão uma nova roupagem aos grandes standards do jazz tradicional, dando largas à criatividade e improvisação. Um grupo que gosta de estar junto do público e do calor humano, tendo a versão itinerante apenas instrumental e a versão de concerto já com voz. Sempre dentro do estilo hapiness jazz, começando pelos standards do Dixieland dos anos 20 até ao atual Funky passando pelos incontornáveis Blues. http://www.bjazz.pt


mais de 80 anos, mas ainda tem a ‘corda toda’. Conheceu muito bem o Jazz que se ouvia em Portugal entre os anos 30 e 50 e vai ajudar-nos a recordar velhinhos discos dessa época.

TERTÚLIA

“OS MEUS DISCOS DE JAZZ PREFERIDOS” + JAM SESSION

04 Novembro 16h30

Café-Concerto, Sons Tons e Sabores

Caldas da Rainha

No Café Concerto do CCC, a tertúlia “Os meus discos de Jazz preferidos”, pretende juntar vários intervenientes do mundo do Jazz, músicos, críticos, jornalistas, produtores e descobrir um mundo de sensibilidades e de gostos que nos podem ajudar a compreender melhor o Jazz (ou não). Pedimos-lhes que nos apresentassem em sessão aberta ao público, temas de 3 discos que mais gostam no universo da música de Jazz, e que durante 15 minutos dissertem as suas considerações sobre as opções apresentadas. Haverá um sistema de som para ser utilizado pelos convidados. A sessão pode cruzar opiniões não só dos convidados mas também do público. Haverá no final deste encontro que começará às 16h30 uma Jam Session no café com os músicos presentes. Entrada livre!

JOAO MOREIRA DOS SANTOS

Cresci a ouvir o Jazz dito mainstream, isto é, a corrente principal do Jazz, bem alicerçada nas raízes e na tradição. A selecção de discos que quero partilhar convosco é, portanto, influenciada por essa preferência estética, embora o Jazz seja um género musical variado e com inúmeras fronteiras com outras músicas. Concebi esta sessão como uma introdução ao que considero ser o melhor do Jazz dos últimos 60 anos. Para os iniciados, pode servir como um género de roteiro breve pelo fascinante mundo do Jazz. Para os amadores de Jazz, servirá, sobretudo, para recordar discos que já devem ter ouvido incontáveis vezes. Proponho-vos vozes clássicas e outras mais ousadas, desde Sarah Vaughan e Ella Fitzgerald a Betty Carter. Quanto aos instrumentistas, trago-vos alguns dos verdadeiros ícones do Jazz, incluindo Miles Davis, John Coltrane, Charlie Parker, Count Basie e Duke Ellington. O Jazz feito em Portugal não foi esquecido. Como em 2017 se celebram os 60 anos da gravação do primeiro disco gravado por músicos portugueses, vamos ouvir precisamente essa ainda desconhecida obra. Foi seu autor o clarinetista e saxofonista Domingos Vilaça. E, se não se importam, convidei para a sessão uma ‘velha amiga’ que já soma

HUGO ANTUNES

Hugo Antunes, contrabaixista, improvisador. Do jazz ao rock, do avant-guarde ao free. Toca com Nastio Mosquito, Paul Lovens, ih8camera, John Butcher, Agustí Fernández, Roger Turner, etc. “Pulls strings like a young Charles Mingus” in Burning Ambulance.

ANTÓNIO CABRITA

Pianista e promotor de espetáculos – destacou-se com o disco “pictures” gravado em Londres com músicos portugueses e britânicos em 2004, bem como compositor da banda sonora para o filme – o homem da bicicleta de Ivo Ferreira. Atualmente é promotor de espetáculos na área do jazz e música contemporânea.


WORKSHOP

FORMADORES

BIG JAZZ III ‘de 07 a 22 Outubro’

Concerto de apresentação Final 22 Outubro 16h00 O jazz é, cada vez mais, uma linguagem de referência no estudo da música, devido à sua possibilidade de desenvolvimento coletivo e individual dos Jovens músicos! Estando a ganhar referência no panorama jazzístico, o Caldas Nice Jazz reabre aqui horizontes aos músicos locais, também na perspetiva de vir a ter público conhecedor através dos jovens e suas respetivas famílias! Neste Workshop trabalhar-se-á em formato de orquestra de jazz alargada, estilo Big Band, como base para a formação individual e sobretudo coletiva, estando previsto um concerto para apresentação pública do trabalho realizado, também como forma de estimular a comunidade a assistir e participar nas restantes atividades do Festival. Para esta edição foi convidado a liderar o coletivo o saxofonista, compositor, professor e maestro Pedro Moreira, com a sua experiência nestas formações será uma grande mais-valia para este projeto. Serão ainda convidados músicos/professores de Jazz de referência nacional, valorizando a participação dos intervenientes.

Público-alvo e Participantes Podem inscrever-se jovens músicos da região, dos 14 aos 30 anos, que tenham algum domínio técnico nos instrumentos para os quais se inscrevem e que tenham gosto e vontade de aperfeiçoar a sua linguagem musical no âmbito do jazz. Serão admitidas inscrições nos seguintes instrumentos e com as seguintes vagas: Flauta Transversal – 2, Clarinete – 2, Saxofones: Altos – 4, Tenores – 4, Barítono – 2, Trompetes – 8, Trombones – 8, Piano – 2, Guitarra Elétrica – 2, Contrabaixo – 2, Baixo Elétrico – 1, Bateria – 3, Cantores – 3. Todos os inscritos devem trazer o seu próprio instrumento, exceto os pianistas e bateristas.

O responsável pela formação e o orientador das atividades coletivas, será o Maestro Pedro Moreira. Durante algumas das Sessões da Calendarização serão convidados músicos/ professores de Jazz de referência nacional, de vários instrumentos para o melhor entendimento e desenvolvimento da linguagem jazzística e técnicas de improvisação, tais como: � Formação de acordes, estruturas e progressões harmónicas e improvisação, temas necessários a todos os músicos e não só aos pianistas. Trabalhar-se-á ainda com os pianistas sobre técnica de instrumento e com a secção rítmica em geral. � Construção de fraseado na improvisação e desenvolvimento de linguagem. Trabalho de fraseado com os sopros e específico sobre técnica com os saxofonistas e restantes madeiras. � Trabalhar-se-á com todos os instrumentistas sobre construção de fraseado na improvisação e desenvolvimento de linguagem. Fará também trabalho de fraseado com os sopros e específico sobre técnica com os metais. � Trabalhar-se-á nos aspetos rítmicos de todo o ensemble e estruturas de temas. Fará trabalho específico com os bateristas e restante secção rítmica. � Trabalho específico com as vozes, na escolha e aconselhamento dos temas e técnicas de canto e improvisação.

CONVIDADOS

Pedro Moreira (Madeiras e Big Band) Desenvolve a sua atividade como saxofonista, compositor, maestro, arranjador e docente. Para além de liderar o seu próprio grupo, colabora com várias outras formações, compõe em estilos como jazz, big band, música de câmara e orquestra, e colabora frequentemente como arranjador e diretor musical em várias áreas. Faz igualmente direção de orquestra em vários contextos, nas áreas de jazz e música erudita. Tem um Bachelor of Fine Arts em Jazz e música contemporânea, pela New School University e um Master of Music em composição, pelo Mannes College of Music, ambas de Nova Iorque, para além do curso de Formação

Musical do Conservatório Nacional de Lisboa. Estudou ainda em diversos seminários com os saxofonistas Dave Liebman, Paul Jeffrey, Bill Pierce e outros. Recebeu o prémio Down Beat Music Student Award, nas categorias de “Best Jazz Group” e “Outstanding Performance” nos seus tempos de estudante em Nova Iorque. Daniel Bernardes (Piano e Secção Rítmica), Mestrando em piano de jazz na Escola Superior de Música de Lisboa: Abordará vários temas harmónicos (formação de acordes, estruturas e progressões harmónicas e improvisação), temas necessários a todos os músicos e não só aos pianistas. Trabalhará ainda com os pianistas


sobre técnica de instrumento e com a secção rítmica em geral. Rúben da Luz (Trombone / Metais), Trombonista freelancer, vencedor do Prémio Jovens Músicos, com colaborações na Orquestra Gulbenkian, Metropolitana e Clássica da Madeira. Numa vertente pop e jazz, trabalhou com Lenine, Zeca Baleiro, Tito Paris, Waldemar Bastos, Jorge Palma, Ala dos Namorados, The Gift, Rui Veloso, Sérgio Godinho, Deolinda, Áurea, Orq. de jazz do Hot Clube, L.U.M.E, Orq. de Jazz de Matosinhos, Bob Stewart, John Ellis, Perico Sambeat, Nelson Cascais, Orq. Jazz de Leiria, Orq. Jazz da Nazaré, etc. Em estúdio, tem participações em mais de 60 discos premiados. Inês Sousa (Voz), Começou o seu percurso na música muito cedo, gravando um dueto num disco da cantora Isabel Silvestre e gravando coros para a Ala dos Namorados. Iniciou os estudos musicais na Escola de Jazz do Hot Clube, passando depois para a Escola Superior de Lisboa, onde se licenciou em 2011. Em paralelo teve aulas de canto particulares com a professora Lúcia Lemos. Colaborou com Músicos como Nuno Ferreira, Carlos Tê, Manuel Paulo, João Gil, André Fernandes, André Sousa Machado, Bruno Santos, entre outros. Atualmente é professora nas escolas Interartes e Conservatório das Caldas da Rainha e dá concertos regularmente por todo o país. Integra os grupos Maracangalha, Suzie’s Velvet e Julie and the Carjackers.

VINHOS DO FESTIVAL 2017 Adega de Alcobaça Em 1956, um grupo de pequenos e médios viticultores decide criar a Adega Cooperativa de Alcobaça, que começou por ficar sedeada nos armazéns da Junta Nacional do Vinho, onde hoje em dia está o Museu Nacional do Vinho. Esta solução durou até 1976, altura em que a área de vinificação foi mudada para uns terrenos contíguos ao original. A deslocação em definitivo da Adega Cooperativa dá-se em 1993, depois de ter sido adquirido o terreno ao Instituto Nacional de Investigação Agrária onde foi construído um armazém e a área administrativa. Nos tempos áureos da Viticultura no Concelho de Alcobaça, a Adega chegou a ter 3000 sócios, no entanto com

o abandono das vinhas em primazia da fruticultura, tem atualmente são 382 sócios. A colaboração estreita entre Associados, Adega e Enólogo, bem como a localização privilegiada das vinhas resulta na produção de vinhos de excelente qualidade com valorização Internacional, reconhecida pela distinção em concursos nacionais e internacionais (Medalha de Ouro no Concurso Mundial de Bruxelas 2016 para o vinho Montes Branco 2014; Medalha de Prata no Concurso Nacional de Vinhos 2016 para o vinho Montes Colheita Seleccionada Tinto 2013). A Adega de Alcobaça conta actualmente no seu portefólio com os seguintes marcas: Pé da Serra, Levadas dos Monges e Montes.

Quinta dos Capuchos As vinhas da Quinta Dos Capuchos situam-se no troço Sul do Vale do Alcoa, na zona da Beira  Serra dos Candeeiros,  em solos argilosos de calcário, pedregosos e difíceis, do Jurássico, num enquadramento climático particular, onde a influência Atlântica, já esbatida, contribui para excelentes


condições de maturação das uvas. Com uma área de vinha de 12 ha, dos quais um pouco mais de metade em produção com as castas tintas Touriga Nacional, Castelão, Syrah,  Aragonez e Cabernet Sauvignon, prosseguimos as plantações para vinhos brancos com  Arinto, Verdelho, Sauvignon Blanc e Chardonnay. Temos como missão produzir vinhos de alta qualidade - recuperando as tradições vitivinícolas de Alcobaça, explorando as particularidades edafoclimáticas da região – e contribuir para a diversificação dos produtos da terra. A nossa visão aponta para a obtenção de vinhos autênticos, com personalidade marcada, na perspectiva de encontrar a satisfação dos consumidores, ainda que num quadro de grande competitividade comercial. Perseguimos os valores da excelência na procura do melhor; da responsabilidade social e ambiental; da integridade, da honestidade e do rigor; da inovação e da tradição, percebendo o passado e antevendo o futuro. Actualmente a Quinta dos Capuchos possui no seu portefólio as seguintes referências: Vício, MonteCapucho e Memória.

Quinta da Várzea da Pedra A Várzea da Pedra é uma quinta familiar situada no Bombarral, região oeste de Portugal. Desde 1910 que a Pêra-Rocha a uva e o vinho são produzidos pela nossa família, que em tempos chegou a criar gado e a produzir leite de vaca. Em 2015, na nossa 4a geração, iniciámos uma requalificação deste património: requalificámos as vinhas, modernizámos a adega da Quinta e criámos marca própria para os nossos vinhos - Quinta Várzea da Pedra. As vinhas da Quinta Várzea da Pedra, de solo argilo-calcário, são influenciadas pelo mesoclima criado entre a brisa marítima do Oceano Atlântico e a Serra do Montejunto, que proporciona a grande sensação de frescura e mineralidade muito características dos vinhos DOC Óbidos. A adega da Várzea da Pedra é um livro aberto da história vinhateira. Os métodos antigos e tradicionais convivem aqui lado a lado com a tecnologia moderna, criando uma ligação onde tudo ainda funciona e que nos permite criar vinhos verdadeiros com emoção e criatividade. Na adega da quinta produzimos vinhos de acordo com a autencidade do que colhemos,

procurando intervir de forma cuidada e verdadeira sobre o que o nosso trabalho no terroir nos proporciona, o que nos permite obter vinhos que exprimem na sua essência as características desta região e dos vinhos DOC Óbidos. Com uma frescura intensa e uma agradável mineralidade aliadas a uma acidez vincada, os nossos vinhos possuem uma identidade forte, um perfil único no palato e uma prometedora capacidade de guarda.

Quinta da Boa Esperança O projecto Quinta da Boa Esperança nasce da vontade de criar um espaço que seja o reflexo de um modo de pensar e de viver. Acreditamos no respeito pela natureza e na sua feliz coexistência com homem. As terras da Zibreira fazem parte da região Oeste de Portugal, situada entre o Oceano atlântico e a Serra de Monte Junto. Pertencem ao distrito de Lisboa, que é uma das maiores regiões produtoras de vinho ao nível nacional e das mais extensas áreas vinícolas do país. Aqui nas nossas adegas o vinho é feito há mais de cem anos por gentes da terra que a conhecem e a quem querem bem.

A Quinta da Boa Esperança vive assim no embalo soalheiro destes vales e encostas recortados de vinhas e árvores de fruta. A Quinta da Boa Esperança disponibiliza actualmente aos seus clientes as seguintes marcas: Quinta da Boa Esperança Branco Colheita 2015, Quinta da Boa Esperança Arinto 2015, Quinta da Boa Esperança Fernão Pires 2015, Quinta da Boa Esperança Sauvignon Blanc 2015, Quinta da Boa Esperança Reserva Branco 2015.

PROVAS DOS VINHOS

dia 26: Quinta dos Capuchos dia 27: Boa Esperança dia 28: Varzea da Pedra dia 29 Adega de Alcobaça dia 2: Boa Esperança dia 3: Varzea da Pedra dia 4: Adega de Alcobaça dia 5: Quinta dos Capuchos


CALDAS NICE JAZZ ‘17 CD Caldas nice Jazz

CD

Caldas nice JAZZ 16’

Este disco tem uma vez mais um sabor muito especial para o Caldas nice Jazz, não sendo nós uma editora discográfica, proporcionamos que os grupos que por aqui passem deixem um registo que disponibilizamos gratuitamente aos melómanos . Acreditamos que os interessados na música Jazz procurarão possuir este tesouro que construímos anualmente com muito carinho e intencionalidade de registo factual e histórico, dando assim também à cidade um acervo áudio musical singular e que vai na quarta edição.

Este trabalho áudio que apresentamos anualmente afirma a caracterização do nosso festival junto do seu público alvo, sendo mais um canal de comunicação importante para a criação de uma memória que se ouve e partilha, que pode ser geradora de debate, de comparações e de gostos, de conceitos e de valores, além de ser capaz de proporcionar o reconhecimento dos músicos que por aqui passaram, que acreditamos possuírem estímulos artístico-culturais para a nossa comunidade musical.

CALDAS NICE JAZZ ‘17 Agradecimentos


INFORMAÇÕES ÚTEIS

* O CCC disponibiliza a atribuição de 3 bilhetes por sessão

Rua Dr. Leonel Sotto Mayor

auditório a famílias carenciadas.

Tel. 262 094 081 / 262 889 650

Sociais do Município de Caldas da Rainha.

www.ccc.com.pt

CONDIÇÕES DE ACESSO

www.facebook.com/CCCCaldas

Após o início de espectáculo não é permitida a entrada na

2500-227 Caldas da Rainha

no grande auditório e 1 bilhete por sessão no pequeno

* * Será necessário articular o pedido através dos serviços

E-mail: coordenacao@ccc.com.pt

www.facebook.com/CaldasNiceJazz/

HORÁRIOS POSTO DE INFORMAÇÕES | BILHETEIRA Segunda a Terça 10H00 / 13H00 - 14H00 / 19H00

sala (Nº5 do Art. 10º do Decreto-Lei nº 23/2014 de 14 de

Fevereiro), não havendo lugar ao reembolso do preço pago pelo bilhete.

O bilhete deverá ser conservado até ao final do espetáculo. É expressamente proibido filmar, fotografar ou gravar, assim como fumar, consumir alimentos ou bebidas.

À entrada, os espectadores devem desligar os telemóveis e

Quarta a Sexta 10H00 / 13H00 - 14H00 / 21H00

outras fontes de sinal sonoro.

Dias de Cinema | Espetáculo

MOBILIDADE REDUZIDA

Sábados e Feriados 15H00 / 18H00

Abre 2h antes e encerra após términus do mesmo.

SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS Segunda a Sexta 10H00 / 13H00 - 14H00 / 18H00

ESTACIONAMENTO SUBTERRÂNEO (CMCR) 3 Pisos com total de 350 lugares aberto 24h / 7 dias por semana

CAFÉ CONCERTO Domingo a Quinta 08H00 / 00H00 Sextas e Sábados 08H00 / 02H00

www.caldasnicejazz.pt Depósito Legal - 398990/15

(6) Lugares vocacionados

(6) Lugares para acompanhantes

Revista CALDAS NICE JAZZ 2017