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Editorial 10 de abril, dia do Agrupamento

Este ano celebrámos do Dia do Agrupamento em 10 de abril. Dia importante para nós, não há dúvida! Por isso, caro leitor, venho aqui dizer-lhe porquê. O nosso Projeto Educativo define como uma das suas linhas orientadoras a coesão e a identidade do Agrupamento. Não é, para nós, uma narrativa sem sentido, mais uma frase feita. Antes pelo contrário! Sabemos que a identidade e a coesão do Agrupamento são importantes para o percurso escolar e educativo das nossas crianças e jovens, pois facilitam a partilha de objetivos, a construção de projetos coerentes promotores de mais e melhores aprendizagens pelos nossos alunos. Coisa de grande importância para uma instituição que pretende ter a qualidade da prestação de serviço público de educação como a sua marca identitária. Por isso, engalanámos a nossa EBS Jaime Magalhães Lima, construímos atividades de Ciências, de Matemática, de História, de Geografia, de Teatro, de Artes, de Espanhol, de Francês, de Química, de Magia, de Música, de Desporto, de Comércio, de Informática, de Filosofia, de educação ambiental e trouxemos os nossos mais novos para usufruírem em conjunto com os mais velhos todas essas atividades.

Não faltaram jornalistas! E não foram apenas os do Diário da nossa cidade! Foram os de palmo e meio que hão-de dar corpo ao nosso Jornal das Seis! Munidos de bloco de notas e de máquina fotográfica, correram todas as atividades. Dia cheio de aprendizagens, de novas experiências, de convívio, de festa, na Escola, na nossa Escola. Sim, todos vivemos aquele dia e aquele espaço como nosso. Foi o dia em que todas as escolas, do mais pequeno jardim de infância à escola grande deram corpo à nossa realidade – Agrupamento de Escolas de Esgueira. Todos, fomos cerca de 2000! Mas, caro leitor, há ainda mais razões para que o nosso Dia tenha para nós grande significado O nosso Projeto Educativo valoriza a relação do Agrupamento com a comunidade. E, se todos os dias, procuramos fortalecer estas relações, no nosso dia não nos esquecemos dos parceiros. Estiveram connosco, associações de pais, Câmara Municipal, Junta de Freguesia de Esgueira, empresas, Universidade, Escolas, Administração Educativa e tantos outras instituições. Por fim, a terceira razão que me leva, caro leitor, a demonstrar-lhe o quão importante foi, para nós, o Dia do Agrupamento.

Porque no nosso Projeto Educativo elegemos como linha orientadora prioritária o desenvolvimento de uma cultura de exigência, prestámos homenagem aos nossos melhores alunos: aqueles que, em 2014, se distinguiram não só pelo sucesso académico, mas também pelo seu envolvimento cívico, desportivo e cultural. São o nosso orgulho! Foi um momento alto, cheio de significado. E não faltou uma ex-aluna, a Mariana Geraldes, que veio dizer aos jovens alunos de hoje o quão importante foram as aprendizagens feitas nas escolas do Agrupamento para todo o seu percurso académico e profissional. E ainda porque temos memória e não esquecemos aqueles que dedicaram uma carreira dedicada à educação, homenageámos aqueles que em 2014 terminaram as suas carreiras connosco. Foi uma noite e tanto! Famílias dos alunos, convidados, discursos, prémios, agradecimentos e performances de um grupo de talentosos alunos contribuíram para que chegássemos ao fim do dia 10 de abril e nos sentíssemos mais Agrupamento de Escolas de Esgueira. A Diretora, Helena Libório

E lá vieram eles, os de Alumieira e da Quinta do Simão, de autocarro, e os da EB de Esgueira, em filinha, a percorrer a escassa distância até à escola sede. Todos cheios de curiosidade e motivação para as surpresas que os aguardavam. Dia cheio! Corrupio de meninos e de meninas de atividade em atividade, sempre acompanhados de um padrinho ou madrinha (aluno do ensino secundário voluntário). E os mais velhos, foi vê-los envolvidos em tantas atividades para partilharem com os mais pequenos e ao rubro quando o polivalente se encheu de talentos e nos encheu a nós, os professores, a Diretora, de esperança no futuro. Jornal das 6

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500 anos do Foral de Esgueira Em 2015 comemoram-se 500 anos da atribuição do Foral a Esgueira, por D.Manuel I. O Agrupamento vai participar nas atividades, em colaboração com a Autarquia

Foral, carta foral ou carta de foro – é um documento jurídico autêntico, outorgado por autoridade legítima, e que se destina a regular a vida coletiva de qualquer povoação, nova ou já existente, formada por homens livres ou que ele reveste dessa condição. É uma lei escrita (carta firmada, testemunhada e confirmada); orgânica, isto é, orientadora ou sistematizadora, como norma, da população de determinado aglomerado social local, quer dizer, instalada dentro de limites territoriais definidos; relativa às relações recíprocas, económico-sociais, internas de uns habitantes com outros e com a entidade outorgante. Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura, Editorial Verbo, Lisboa/são Paulo, Edição Século XXI

O foral está encadernado em carneira de cor castanha escura, com três nervos de lombada; tem em cada uma das pastas 5 pregos de latão e dois fechos do mesmo metal; as pastas são de madeira de carvalho. Servem de folhas custodes duas folhas de pergaminho, escritas em duas colunas e, na vertical contém fragmentos dum texto jurídico; as folhas medem 265X183, a mancha gráfica, 170X114. É composto por 4 cadernos (17 folhas ou 34 páginas numeradas em numeração “romano-lusitana”). Tem o escudo das armas reais, sobrepujado de coroa aberta. Está bem conservado, embora tenha picos de traça na pasta da frente e falta-lhe o selo pendente, de chumbo. Na página final diz o seguinte: “Monta setecentos e cinquenta e nove Reaes, preço ou emolumentos do foral”. Venâncio, José Gonçalves. “Esgueira, aldeia medieva – suas raízes e origens”. Esgueira: Junta de Freguesia, 1998

O Foral de Esgueira foi outorgado por El-Rei D. Manuel I à vila de Esgueira no dia 8 de Junho de 1515. Este foral foi antecedido pelo Foral que o Conde D. Henrique concedeu a Esgueira, em 1110, confirmado pelo rei D. Afonso IV, depois de o ter ampliado em 1347. O Foral manuelino é um precioso documento histórico e está guardado no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, na sala B. Estante 54. Este exemplar é o que pertence ao mosteiro de Lorvão, então donatário da vila de Esgueira, sendo um dos mais originais. O outro, o da “Câmara do lugar desgueyra” está na posse da Câmara Municipal de Aveiro. Ibidem

Ó Esgueira, deves à tua laguna e ao teu salgado teres o homem a teu lado! És tão velhinha: tuas raízes vêm, não se sabe de quando – mais de mil anos – mas com certeza, antes de Henrique e Teresa! O homem primevo chegou ao oásico outeiro, mirou a laguna, e a soberba paisagem encantou-o: ficou estático! Havia pescado, mar e planície p`ra desbravar! Ele ficou e povoou; e no século onze, já doavam salinas a mosteiros. Ó grandes marnotos incansáveis obreiros do suado sal salgado e amargurado! Esgueira! Teu nome vem de longe: de lendas e tradições doutros povos invasores, mas sempre ligado ao mar, farinha p`ra teu pão. Tuas raízes, num barco envergado têm uma meta sem destino, que o venturoso rei premiou dando-te p`ra teu farol, o valioso e famoso Foral Manuelino! E nós, este poema com amor Ibidem Jornal das 6

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25 de abril Em 25 de Abril de 1974 o Movimento das Forças Armadas pôs fim ao regime político que vigorava em Portugal desde 28 de Maio de 1926. Dava-se, assim, início ao desmantelar de um sistema repressivo em que nem sequer existia a liberdade de expressão que permitisse mostrar de qualquer forma (escrita, falada ou por imagem desenhada, fotografada ou filmada) uma opinião diferente da oficialmente estabelecida pelos Governos de então. Durante a guerra colonial, para a qual eram mobilizados milhares de jovens através do serviço militar obrigatório, todas as notícias sobre acontecimentos que pudessem ser interpretados como pouco favoráveis à manutenção de um clima de orgulho e de coragem em relação a uma guerra considerada patriótica pelo regime, eram sistematicamente cortadas por um sistema permanente de Censura. Durante os longos 48 anos que durou o Estado Novo, um grande número de mulheres e homens foram perseguidos e presos (alguns assassinados) por uma polícia política (PVDE, PIDE, DGS) que tinha por missão calar à força qualquer opinião contrária, qualquer tentativa de oposição ao regime instituído. Tarrafal, Peniche, Caxias, são prisões que ficarão na nossa História como exemplos da realidade dessa repressão, que contou sempre com o apoio de uma Justiça especialmente criada para confirmação dos considerados “crimes políticos”, em julgamentos fictícios, realizados nos chamados Tribunais Plenários presididos por juízes especializados em contribuir sistematicamente para o reforço dos Governos de Oliveira Salazar e de Marcelo Caetano.

Com o 25 de Abril de 1974 os responsáveis pela ditadura foram afastados, acabou a guerra e a censura e iniciouse o caminho para a construção de uma Democracia em que passou a ser possível a liberdade de qualquer português exprimir as suas opiniões, a criação de movimentos e partidos políticos, a realização de eleições livres para Presidência da República, Assembleia da República e Órgãos do chamado Poder Local. O Ensino alargou-se, nos seus diversos graus, a todas as crianças e jovens, procurando dar a todos iguais oportunidades de estudar e, assim, poderem aspirar a um futuro melhor. Foi também criado um Serviço Nacional de Saúde que, apesar de muitas insuficiências, aproximou médicos, enfermeiros e outros profissionais das populações de muitos lugares isolados, com os necessários cuidados de defender a saúde e combater a doença. Portugal evoluiu. Abriu-se à Europa. Deixámos de estar, finalmente, “orgulhosamente sós”.

25 de abril O Agrupamento não esqueceu e nas várias escolas os alunos recordaram, através de várias artes.

Muito mais se poderia dizer sobre a importância desta data cuja comemoração todos os anos se justifica. Para que se sublinhe a possibilidade que nos trouxe de participarmos ativamente (cada um à sua maneira e de acordo com as suas ideias) na construção de um País que, com o aprofundamento da democracia e da liberdade, se transforme na Pátria de todos nós. Professora Edite Silva

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Vivemos o Carnaval… Vivemos preocupados com o trabalho, com as contas, com os filhos, com a segurança, com a saúde… Na maior parte do ano corremos atrás de alguma coisa e o nosso lado racional é valorizado por nos auxiliar com a clareza e objetividade necessária aos desafios quotidianos. Mas existem alguns períodos em que a situação se inverte e o Carnaval é a representação mais clara desse momento. A racionalidade fica em segundo plano e a brincadeira, a vontade, a sensualidade e a alegria tomam conta do país e muitos rendem-se à magia. Com a individualidade protegida das críticas e julgamentos, a fantasia liberta-nos e permite-nos interagir de forma livre e despreocupada. É um momento que todos aproveitam e interagem. O carnaval é como um jogo de faz-deconta, no qual as crianças começam a identificar-se com as personagens que escolhem, inventando papéis, imitando situações e reproduzindo comportamentos. O objetivo desta atividade, na educação, é estimular a criatividade das crianças.

JI Esgueira– Turma A

Dia de S. Valentim O mês de fevereiro tem sido o mês para celebrar o amor desde a Idade Média, embora certos países tenham escolhido datas diferentes, como por exemplo o Brasil que comemora o Dia de São Valentim no dia 12 de junho por ser véspera do dia 13 de junho, dia de Sto. António, Santo português com tradição de santo casamenteiro.

O Dia dos Namorados A história do Dia de São Valentim que deu nome ao Dia dos Namorados refere-se a um Bispo chamado Valentim, residente na Roma antiga. Uma versão da história conta que o Imperador Romano Claudius II não permitiu que fossem concebidos mais casamentos, pois achava que os homens solteiros podiam ir para a guerra. Valentim teve pena desses soldados que não se podiam casar ou ver suas amadas e decidiu fazer casamentos às escondidas, mas foi descoberto, preso e condenado à morte.

Os símbolos comuns e atuais do Dia dos Namorados são cupidos com arcos e flechas, corações, rosas, ursos de pelúcia e palavras de adoração. O Cupido era filho de Vênus, a deusa do amor. O tiro da flecha atingiria a pessoa desejada, fazendo com que ela se apaixonasse. Este dia é o mais romântico do ano! Os casais trocam mensagens, cartas, presentes de forma a mostrar o amor que sentem um pelo outro. Em “A Criança em Ruínas” José Luís Peixoto escreve “ o amor é saber que existe uma parte de nós que deixou de nos pertencer. o amor é saber que vamos perdoar tudo a essa parte de nós que não é nossa. O amor é sermos fracos. O amor é ter medo e querer morrer.” Mariana Simões e Sara Sá, 5ºE

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Outra versão da história do Dia de São Valentim diz que Valentim enquanto esteve preso se apaixonou pela filha de um carcereiro. Pouco antes de sua morte, ele enviou-lhe um bilhete e assinou "de seu Valentim". Aqueles que sabiam da história espalharam o conto. O Bispo Valentim tornou-se São Valentim, e a sua fama espalhou-se à Inglaterra e França e mais tarde aos Estados Unidos. A partir daí comemora-se o Dia de São Valentim, desde 14 de fevereiro data da morte do sacerdote Valentim.

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Carnaval

Diz Não à Violência no Desporto O aluno do 12º, Xavier Abreu fez a sua Prova de Aptidão Profissional sob o tema da Violência no Desporto.

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Os alunos que participaram deram asas à sua imaginação e deixaram o s e u c o r a ç ã o f a l a r . As quadras mais originais, selecionadas pela equipa das BEs, foram premiadas. Parabéns a todos os participantes e, em particular, aos vencedores! 1º prémio Letícia de Sousa Bastos, 2º E 2º prémio Beatriz Silva Pereira, 3º E 3º prémio Maria Costa Néri Correia, 3º E Menções honrosas Pré A - J.I. de Esgueira Mariana Duarte Francisco, 2º C Inês Gomes Alves, 3º E Mariana Queirós Simões, 5º E Maria Francisca Martins, 6º E Natacha Sousa Albuquerque, 6º E Bruna Cristina Santos, 7º D ________________________________

PES No âmbito da Promoção e Educação para a Saúde e dos projetos de educação sexual em meio escolar, a Enfermeira Ana Lúcia Oliveira, da Unidade de Saúde Pública dinamizou sessões de informação sobre Adolescência e Métodos Contracetivos para as turmas de 8º Ano.

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Para comemorar o Dia dos Namorados, as Bibliotecas Escolares lançaram um desafio romântico: o concurso "Quadras de Amor"

O Jardim de infância de Esgueira (Pré A) participou no concurso «Quadras de Amor» promovido pela Biblioteca Escolar. Fizemos um um poema intitulado «A Amizade» e recebemos a menção Honrosa.

A Amizade No mês de fevereiro A Pré de Esgueira O Dia da Amizade vai festejar E todos os meninos vão adorar Gostamos de pintar, jogar e desenhar Dançar e brincar no recreio, Partilhar as brincadeiras com um amigo E assim passamos os dias em cheio! Isso é coisa já sabida Os pais, irmãos e avós Amamos do coração E todos juntos podemos cantar uma bela canção

JI Esgueira– sala A

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Concurso "Quadras de Amor"

Páscoa A Páscoa na nossa escola

Gostámos da época da Páscoa, é a altura da festa de Mataduços, que é a festa da Sra da Alumieira, com festa rija, por mais de uma semana. Este ano voltámos a fazer um postal para enviar à nossa família. Para tal, tivemos de aprender a fazer a dobragem do coelhinho, de pensar e escrever uma mensagem e de escrever a informação no envelope para este chegar à nossa família. Outra das atividades que voltámos a fazer, foi aprender a fazer folares.

O pai do Emanuel, Sr. Miguel, padeiro em Mataduços veio à nossa escola fazer folares para nós vermos o processo. Nós e a turma do primeiro ano fomos os primeiros a ver. Estivemos com muita atenção a todas as fases, para depois sabermos contar na avaliação da atividade e aos pais, o que vimos. Depois dos folares cozidos, foram partidos às fatias para o nosso lanche coletivo na escola.

Estavam muito saborosos, tanto, tanto, que não sobrou nem um bocadinho. Muito obrigado, Sr. Miguel, pela sua disponibilidade em vir escola ensinar como se fazem folares. JI da Alumieira

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A Páscoa é tempo de amêndoas e outras guloseimas. Todos quiseram participar na confeção e decoração dos bolos que fizeram a delícia de todas as crianças num lanche que…

…depois de muitos jogos e uma “caça ao tesouro” muito participada e disputada, foi muito apreciado por todos. Foi um final de período muito divertido e docinho. Quinta do Simão

Desporto Escolar Xadrez

Com uma boa dose de raciocínio e muita motivação, foram apurados cinco alunos para a fase final, que se realizou no dia 10 de abril, na EB de Eixo. Nesse torneio, o aluno António Martins teve um desempenho excelente tendo sido classificado como Campeão Distrital no escalão de Iniciados. Muitos Parabéns!

A segunda concentração de Xadrez teve lugar no dia 19 de março de 2015, no Estabelecimento de Ensino Santa Joana e contou com a presença de 9 alunos do Agrupamento de Escolas de Esgueira. Neste Encontro participaram também alunos de mais três escolas: EB João Afonso, Est. Ens. Santa Joana e Colégio D. José I. Da nossa escola destacaram-se, com uma pontuação brilhante, o António Martins e o João Melo, no Escalão de Iniciados, e nos Juvenis: João Valente, Henrique Martins, Ângelo Mostardinha, Diogo Casal, André Tavares, Bruno Pereira e André Carvalho.

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Ciência Viva Neste segundo período realizámos duas visitas de estudo em Aveiro: fomos ao IPJ ver o teatro: "A menina do mar", fomos à fábrica da ciência e fizemos duas atividades durante a parte da manhã. Na barriga do caracol ouvimos uma história: na tacinha das natas e aprendemos a fazer manteiga. Na segunda atividade aprendemos como se faz o pão. JI de Cabo Luís

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Páscoa

Eco-Escolas Realizou-se mais um encontro do Conselho Eco-escolas. Bom trabalho!

A Equipa dinamizou ainda uma atividade de recolha de equipamentos elétricos e eletrónicos

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Dia do Pai

As Bibliotecas Escolares, para celebrar o Dia do Pai, promoveram um concurso de mensagens para os pais. Os alunos receberam o molde de uma gravata, em cartolina, onde deveriam escrever uma mensagem original para o Dia do Pai. No final do concurso foram selecionadas, por ciclos, as melhores gravatas e entregues os prémios e diplomas de menção honrosa. Parabéns a todos os participantes!

1os Prémios 1º Ciclo Diogo Rafael Santos, 3º B

2º Ciclo Rita Maria Guimarães Sá, 5º E

3º Ciclo Constança Filipa Miranda - 7º F

Menções Honrosas Maria Miguel de Oliveira Naia, 5º E Clara Raquel Soares Lemos - 7º D

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Mensagens originais para o Dia do Pai

Em Portugal, o Dia do Pai é comemorado a 19 de março, seguindo a tradição da Igreja Católica, que neste dia celebra São José. O Dia do Pai é comemorado em diferentes datas mas ao todo são 58 países a celebrar este dia. A tradição manda que seja entregue uma prenda ao pai para o homenagear. As crianças costumam oferecer prendas simbólicas como trabalhos manuais, músicas e poemas que fazem na escola.

Existem duas histórias sobre a origem do Dia do Pai: uma é que há mais de 4 mil anos, na Babilónia, um rapaz chamado Elmesu moldou em argila o primeiro cartão onde desejava sorte, saúde e longa vida para o pai. A segunda história é que o Dia do Pai teve origem nos Estados Unidos da América, em 1909. Sonora Luise, filha de um militar resolveu criar o Dia do Pai motivada pela admiração que sentia pelo seu pai, William Jackson Smart. Em 1972, o presidente americano Richard Nixon oficializou o Dia do Pai.

A família costuma reunir-se, muitas vezes com os pais, tios e avós presentes, de forma a homenagear os pais da família. Neste dia costumam-se fazer atividades em família. Este Dia é muito especial, pois Pai é aquele que cuida, ama, protege e ensina muitas coisas aos seus filhos, tal como se pode ler no poema de Florbela Espanca: “ Ter um Pai! Um coração Que apenas amor encerra, É ver Deus, no mundo vil, É ter os céus cá na terra!”.

João Nuno da Silva Luís, 6º E

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Dia do Pai No dia 19 de março foi o dia do pai. Fizemos um calendário para oferecer ao pai e o embrulho foi feito com caixas de leite vazias que decorámos ao nosso gosto. Desenhámos o pai, escrevemos o seu nome e a palavra PAI.

J.I. de Cabo Luís

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Dia do Pai

É que apesar de sabermos que o email é mais rápido e barato, nós gostamos de fazer postais e enviar em envelopes... é uma prenda fixe... dá muito trabalho, mas sabe bem o beijinho e o abraço do pai, quando recebe. Este ano, como temos andando a observar quadros de vários pintores (retratos, paisagens..) decidimos também fazer um quadro para o nosso pai... e o papel de embrulho para o embrulhar. Ficou muito giro... muito engraçado, pessoal e barato... Alguns pais penduraram o quadro na parede... JI de Alumieira

E como estamos na primavera fomos cuidar do nosso jardim, tiramos as ervas daninhas dos morangueiros e semeamos sementes de tomate, pepino, salsa, alface e pimento. JI de Cabo Luís ____________________________

Comunidade na sala O projeto “ A comunidade na sala”, desenvolvido no jardim de infância da Alumieira ao longo dos últimos anos, tem se revelado uma importante forma de participação familiar e comunitária, que visa nomeadamente a dinamização/participação em atividades socioculturais, dentro ou fora da sala, como forma de ampliar o nível de experiências sociais de cada criança, de forma contextualizada nas diferentes áreas de conteúdo. Este envolvimento familiar e comunitário insere-se na valorização das pessoas da comunidade e deste grupo de crianças, nomeadamente como reforço de identidade e auto-estima, promovendo o orgulho nas suas raízes, nas suas tradições e competências. Aproveitamos aqui para agradecer a generosidade e a disponibilidade dos pais, família e amigos das famílias que têm participado nestas atividades e proporcionam às crianças experiências inesquecíveis. Educadora Adelaide

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Ouvimos histórias sobre os pais; pesquisámos canções do pai na internet, e aprendemos a cantar uma – o meu pai é grande, quase chega ao céu, tem a força de 1 gigante, o meu pai é só meu; fizemos um postal com formas geométricas, escrevemos o texto individualmente e enviámos num envelope.

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Relembramos aqui que vivenciar o dia do pai ou da mãe favorece a construção dos conceitos associados, reconstruindo e aprofundando as relações vivenciadas no interior de uma família, entrelaçando o que se vive, com o que se descobre. O que se exprime por simples que seja, é apreciado e aprofunda afetos. Assim, sendo o adulto em articulação com grupo do crianças, decidiu como iriam trabalhar este assunto. Primeiro planificámos tudo o que tínhamos de fazer, para estar tudo pronto a tempo.. porque somos muitas crianças...

Primavera

Conhecimento do Mundo No dia 8 de abril iniciámos uma nova etapa na área do conhecimento do mundo. sabemos que as plantas precisam de 3 fatores para se desenvolverem. São eles: terra, sol e água. Numa garrafa de plástico cortada que assinalámos com o nº 1 colocámos estas três condições necessárias para que os feijões possam germinar e crescer: terra, sol e água. E foi colocada a questão, mas então e se retirarmos um dos fatores? Várias hipóteses se levantaram e registamos as nossas ideias prévias: que o feijão não vai crescer, vai crescer o nº1. Vamos experimentar e registar a experiência numa tabela de dupla entrada:

Na garrafa nº2: feijões, terra e água, retiramos o sol e colocamos a garrafa na sombra. Na garrafa nº3: feijões, sol (junto à janela da sala) e terra. Retiramos a água. Na garrafa nº4: feijões, sol e água. Retiramos a terra. Agora vamos esperar para ver o que acontece e registarmos as conclusões da experiência.

JI de Cabo Luís

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JI Quinta do Simão

No dia da paz falámos sobre o seu significado e deixámos mensagens escritas em caixas com as nossas mãos. JI Cabo Luís

Painel elaborado pelos meninos da turma A do JI de Esgueira, com a colaboração das famílias.

Como surgiu o dia da mãe?

Dia da Mãe

Mãe Mãe é protetora, Mãe é inesquecível, Mãe é beleza, Mãe é mesmo incrível. Mãe é uma amiga, Mãe é uma heroína, Mãe é uma estrela, Mãe é uma bela menina. Mãe é a alegria, Mãe é a felicidade, Mãe é a coragem, Mãe é a bondade. Beatriz Bandeira, 5ºA, ___________________________

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O dia da paz e não-violência na escola, foi celebrado no JI de Quinta do Simão, com atividades diversas, culminando com a elaboração de um painel onde foram registadas as intenções de cada um em contribuir para que haja harmonia na escola.

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Dia da Paz

A comemoração mais antiga do dia da mãe é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses. O próximo registo está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães Inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga. Era chamado de "Mothering Day". Mas foi uma americana, Ann Jarvis, que iniciou a campanha para instituir o dia da Mãe em 1858, fundou os Mothers Days Works Clubs. Jarvis organizou, em 1865, o Mother's Friendship Days para melhorar as condições dos feridos na Guerra Civil que abalou os Estados Unidos. Em 1905, Ann perdeu a sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com este sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de fazer uma festa a homenagear a mãe de Ann. Ela quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem as suas mães. A primeira celebração oficial aconteceu em 9 de maio de 1914, quando o presidente dos Estados Unidos, Thomas Woodrow Wilson incorporou o dia da mãe no calendário de datas comemorativas do país, estabelecendo que este deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. Em Portugal, o dia da mãe chegou a ser celebrado a 8 de dezembro, mas passou a ser celebrado no 1º domingo de maio, em homenagem à Virgem Maria. Neste dia, os filhos costumam oferecer presentes às suas mães, de forma a mostrarem o quanto gostam delas e para reforçar e demonstrar o amor dos filhos por elas. Também Fernando Pessoa o demonstrou nestes versos “ Á minha querida mamã! - Eis-me nas terras de Portugal - Nas terras onde eu nasci - Por muito que goste delas - Ainda gosto mais de ti.” Maria Nizhynets e João Luís, do 6 E

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(continuação do trabalho desenvolvido no período anterior)

2º Projeto: Conhecer António Vivaldi António Vivaldi nasceu em Veneza a 4 de Março de 1678. O seu pai, um barbeiro, mas também um talentoso violinista, ajudou-o a iniciar uma carreira no mundo da música e foi responsável pela sua admissão na orquestra da Basílica de S. Marcos em Veneza, onde se tornou o maior violinista do seu tempo.

1º etapa: Ouvimos o excerto “ A Primavera” “ As quatro estações “. 2º etapa: Vimos no youtube um vídeo com imagens da primavera associadas à música que Vivaldi compôs para esta estação. 3º etapa: Ao som da música da primavera fizemos um desenho. A Primavera Algumas das nossas produções:

Dedicou-se ao ensino da música às crianças. Vivaldi compôs para elas a maioria dos seus concertos, cantatas e músicas sagradas. Vivaldi foi um dos maiores compositores e violinistas do período barroco da história da música.

JI de Esgueira– Turma A

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A Arte no Jardim de Infância

Finalistas do 9º ano O Jantar dos finalistas do 9º ano ocorrerá dia 4 de junho. Felicidades no secundário!

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Cantar os Reis

Uma das atividades que anualmente é concretizada na nossa sala, é cantar os Reis para as crianças e idosos do Centro Social de Santo André – o JI e todas as turmas da escola – e para as nossas famílias, a quem enviámos um convite individual e que recebemos com toda a alegria e entusiasmo na nossa sala. JI da Alumieira

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Prevenção de consumos e comportamentos aditivos (álcool, droga e tabaco)

A Escola Básica e Secundária Dr. Jaime Magalhães Lima , viu aprovada a sua candidatura ao Programa “Cuida-te” do Instituto Português do Desporto e da Juventude. Este programa tem por objetivo trabalhar na área da saúde juvenil e na promoção de estilos de vida saudáveis, estimulando a reflexão e o debate. Assim, esteve na escola, no dia 20 de março a unidade Móvel , aberta a todos os alunos que quiserem aconselhamento, esclarecer dúvidas ou colher informação útil, sobre a temática “Prevenção de Consumos e Comportamentos Aditivos”.

Nesse dia várias turmas do secundário participaram numa atividade dinamizada pela psicóloga Adelaide Costa, do Projeto Alternativas.

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P.E.S.

Empreendedorismo Depois de preparar a terra, semear, regar e cuidar, os meninos da Pré de Esgueira colheram o fruto do seu trabalho. Muito Bem!

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Projeto SOBE Em fevereiro, no âmbito do Projeto “SOBE”, tivemos a visita da professora Brígida que nos trouxe a história, “O menino que detestava escovas de dentes”: uma maneira divertida de sensibilizar as crianças para a necessidade da escovagem frequente dos dentes. (JI Quinta do Simão)

Em março, foi a vez dos meninos do 1º ciclo da Quinta do Simão que tiveram a oportunidade de ouvir a história ”O menino que detestava escovas de dentes”. Ouvimos, ilustramos e aprendemos que é fundamental lavar os nossos dentes para termos um bonito sorriso!

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O mês de abril foi marcado pelas datas do 25 de abril e do Dia da Mãe, não esquecendo todas as outras atividades e dinâmicas que já acontecem diariamente neste espaço. De forma a assinalar o 25 de abril foi construído pelos jovens um pequeno placar, que se afixou na sala do Espaço Aluno. Neste placar, onde não podiam deixar de estar também os cravos vermelhos, cada um foi deixando uma palavra que no seu entender representasse esta data. Assim, de uma maneira simbólica, trabalhou-se o tema da revolução dos cravos como complemento às abordagens que já haviam sido feitas em contexto de aula. Um outro projeto que envolveu estes participantes foi a elaboração de uma prenda para o Dia da Mãe. Começouse por um debate de ideias sobre o que poderia ser realizado e após a respetiva decisão iniciou-se a planificação, de acordo com o material disponível e atendendo ao tempo existente, e consequente execução. O resultado final foram porta-lápis construídos com rolos de papel higiénico e cartão decorados a gosto. Foram assim realizados estes projetos no Espaço Aluno, que envolveram os participantes e promoveram mais competências em cada um, sem esquecer que em simultâneo continuaram a decorrer as restantes atividades, como é o pingue-pongue e de outros jogos de tabuleiro. Psicóloga Catarina Gilo

Diga “Não” à falta de Civismo! Ação dirigida aos 3ºanos e 4ºanos.

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Acontece… pelo Espaço Aluno

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Projeto EntreSendas

Conectando Mundos No âmbito do projeto "Conectando Mundos", (Educação para a Cidadania), o 7ºC , fez um trabalho sobre instituições e organizações que defendem os direitos sociais. Entre as entidades pesquisadas consta a "Orbis- Cooperação e Desenvolvimento", ONG sediada em Aveiro.A ex professora Laura Vaz veio à Escola Jaime Magalhães Lima falar da sua experiência como voluntária por um ano em Moçambique, respondendo às questões que os alunos previamente prepararam.

CPCJ Abril—Mês da prevenção dos maus tratos

A História do laço azul

EntreSendas na Quinta do Simão

A Campanha do Laço Azul iniciou-se em 1989, na Virgínia, E.U.A., quando uma avó, Bonnie W. Finney, amarrou uma fita azul à antena do seu carro “para fazer com que as pessoas se questionassem”. A história que Bonnie Finney contou aos elementos da comunidade que se revelaram “curiosos” foi trágica e sobre os maus-tratos à sua neta, os quais já tinham morto o seu neto de forma brutal. E porquê azul? Porque apesar do azul ser uma cor bonita, Bonnie Finney não queria esquecer os corpos batidos e cheios de nódoas negras dos seus dois netos. O azul servir-lhe-ia como um lembrete constante para a sua luta na proteção das crianças contra os maus-tratos. Jornal das 6

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Os Serviços de Psicologia e Orientação do agrupamento organizaram a Feira Vocacional Teve como objetivo promover a pesquisa e recolha de informação acerca das ofertas educativas, formativas e profissionais. Neste sentido pretendeu-se que os alunos do 9º, 10º, 11º e 12º ano de escolaridade ficassem mais esclarecidos em relação às várias alternativas escolares relacionadas com as diversas profissões, cursos, currículos, saídas profissionais, estágios e provas de ingresso, para poderem tomar decisões mais corretas.

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Feira Vocacional

SUMA

No dia 9 de fevereiro, a SUMA visitou a nossa escola e fez a sensibilização “Disposto a tolerar”. Percebemos que o que é de todos tem de ser cuidado por todos! Quinta do Simão

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Cicloturismo Vai-se realizar dia 5 de junho mais um Cicloturismo do Agrupamento. Com organização dos professores e alunos de Desporto, ligará Esgueira à Costa Nova

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Olimpíadas da Biologia

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Conhecimento do Mundo: conhecer, compreender para respeitar e preservar “A área do Conhecimento do Mundo enraíza-se na curiosidade natural da criança e no seu desejo de saber e compreender porquê. Curiosidade que é fomentada e alargada na educação pré-escolar através de oportunidades de contactar com novas situações simultaneamente ocasiões de descoberta e de exploração do mundo.” (Orientações Curriculares, 1997, pág. 79)

No 1º período, foram feitas algumas experiências que permitiram o desabrochar destas competências. Logo no Outono, com a questão porque mudam de cor as folhas, porque a terra do nosso recreio se dissolveu na água da chuva dando origem à lama e a germinação In Vitro e na terra foram algumas das experiências vivenciadas.

A Horta

O bom tempo já se faz sentir e com a chegada da primavera é hora “pôr as mãos na terra” e começar a cultivar a horta.

A Galinha Ruiva, A Viagem da Sementinha, e NHAM NHAM, foram algumas das histórias que deram o pontapé de saída para o nosso estudo/projeto da germinação. Neste projeto, as Áreas de conteúdo da Formação Pessoal e Social, do Conhecimento do Mundo, Expressão e Comunicação, da Linguagem e Abordagem à escrita, da Matemática foram tratadas de forma integrada e interdisciplinar.

Despertar a curiosidade, o interesse, o espírito crítico são alguns dos objetivos gerais da área de conteúdo do Conhecimento do Mundo. A sensibilização às ciências deve partir dos interesses da criança, do seu desejo de saber mais: interrogação sobre a realidade, o colocar problemas e procurar soluções (base do Método Científico).

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Conhecimento do Mundo

Este projeto possibilitou o contato com um mundo de conhecimento no qual a criança pode intervir plantando/semeando, observando, cuidando, acompanhando o desenvolvimento das sementeiras, descobrindo através do dia a dia o processo da germinação e apropriando-se do conhecimento de forma significativa. Perceber que a semente dá origem a uma planta, conhecer diferentes tipos de sementes e estabelecer comparações quanto a forma, tamanho e quantidade, compreender que os vegetais são seres vivos que nascem, crescem e morrem, que necessitam de água, ar, luz, calor e solo para se desenvolverem, valorizar e respeitar as plantas e a natureza, percebendo que dependemos dela para sobreviver, foram algumas das

Com muita vontade e determinação, todos colaboraram na pantação de tomate, pepinos, pimentos, alface e couves; já a sementeira foi de feijão e ervilhas. Fizemos também experiências de sementeira de azevém dentro de meias finas. JI Quinta do Simão

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Contamos colher os “frutos” do nosso trabalho e fazer novas sementeiras, desta vez de Primavera, de forma a explicar às crianças a importância da rotação das culturas e aprender a gostar deste o bem maior – a TERRA.

Educadora Cristina Cação

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Zen Day Show No dia 29 de março, nos jardins do Cais da Fonte Nova realizou-se o Zen Day Show, evento aberto ao público e de participação gratuita. O evento foi organizado pelo nosso aluno do curso profissional de Técnico de Apoio à Gestão Desportiva, Tiago Magalhães. Simultaneamente promoveu-se um peddy-paper pelo centro histórico da cidade sob o tema "Aveiro a Pé", com a colaboração do autor do blogue "Meia Bota, Bota e Meia", experiente nos Caminhos de Santiago e outros desta vida. Um momento de convívio, diversão, meditação em movimento...

Educação Especial No dia 4 de março realizou-se no auditório Aires Barbosa uma ação de sensibilização, no âmbito das Perturbações do Espetro do Autismo (PEA).

A referida ação foi dinamizada pelas docentes que exercem funções na Unidade de Ensino Estruturado para alunos com Perturbações do Espetro do Autismo, no Agrupamento, e teve como objetivos sensibilizar e capacitar os professores para esta problemática. A ação priorizou os aspetos relativos ao enquadramento teórico das PEA e à m e t o d o lo gi a T EA C C H (Tratamento e Educação de Crianças com Autismo e problemas de Comunicação associados). Os participantes expressaram a importância da ação considerando que esta permitiu uma melhor compreensão das competências e problemáticas dos alunos e contribui para uma melhor adequação das respostas/estratégias educativas. As docentes dinamizadoras organizaram um conjunto de estratégias a aplicar em contexto de sala de aula que, posteriormente, enviaram a todos os participantes. Professoras Ana Vera Almeida, Anabela Silva, Maria de Jesus Pinheiro, Carmen Ucha, Elza Lobo

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Os meninos de Cabo Luís já sabem de onde vem a seda!

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Bichos da seda

Visita ao JI No dia 23 de março, a turma dos meninos mais velhos, da creche do Centro Social e Paroquial de Santo André veio fazer uma visita ao Jardim de Infância da Alumieira para conhecer as crianças, o espaço e os adultos. Alguns deles são familiares de crianças do JI (irmãos, primos). Como o ano letivo está a chegar ao fim, vieram conhecer a “escola” para onde alguns deles podem vir... Foi muito interessante, já que apesar da diferença de idades, houve uma boa articulação entre os grupos que se deram a conhecer mutuamente, participaram numa atividade comum, partilharam um lanche coletivo – com alimentos que ambos os grupos fizeram e trouxeram ...

Da próxima vez que nos encontrarmos, somos nós que vamos ser recebidos na creche pelos meninos que vieram ao nosso jardim. É já no dia 22 de maio. Na vinda à nossa sala, nós oferecemos-lhes um CD com uma história cantada que gostamos muito, a história da Carochinha, e a professora emprestou o livro para eles poderem ver melhor a história na sala deles. Até breve amigos. Em maio lá estaremos! JI Alumieira

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No dia 3 de março o Jardim de Infância de Esgueira realizou uma visita de estudo ao Centro de ciência viva- Exploratório em Coimbra. Primeiramente visitámos o planetário onde visualizamos as estrelas, a lua, os planetas e constelações. Seguidamente participamos em várias experiências no exploratório.

Fizemos um piquenique junto à margem do Rio Mondego e finalmente brincamos no parque. Esta visita de estudo foi uma experiência muito enriquecedora, foram exploradas noções de astronomia e realizadas muitas experiências relacionadas com os cinco sentidos. ________________________________

SUMA

No dia 9 de fevereiro, tivemos mais uma visita da simpática Ângela Vieira, técnica da SUMA, que desta vez nos presenteou com uma história em PowerPoint e um jogo sensorial, que nos remeteu para a sensibilização da limpeza das nossas ruas. No final houve um presentinho para todas as crianças e que foi muito apreciado. Quinta do Simão

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Exploratório

Educação Moral e Religiosa V Encontro Nacional de Alunos de EMRC do Ensino Secundário. Uma explosão de cores invadiu a cidade de Leiria nos dias 10 e 11 de abril. Foi num ambiente de festa e alegria que se realizou o V encontro Nacional de Alunos de EMRC do Ensino Secundário subordinado ao tema (Des)Abrigo-me Contigo. Foram cerca de 1300 alunos e 120 professores que aceitaram o desafio desta aventura radical, oriundos de 70 escolas representativas de todas as regiões do país.

Da Escola Básica e Secundária Dr. Jaime Magalhães Lima estiveram 2 alunos do 10º B e 1 do 11º C que com a professora, participaram com entusiasmo nas atividades diversificadas, umas mais sérias que levaram à reflexão: simulação de entrada num campo de refugiados, testemunho de uma jornalista que tem percorrido vários campos de refugiados no mundo, construção de um logo humano com a palavra Paz, lançamento de luzes da vida sob a forma de balões iluminados em ambiente de profundo silêncio, envio; outras mais lúdicas: jogos, dança, música, caminhada, convívio. No final realizou-se na Sé uma cerimónia de envio marcada pelo som estridente das campainhas do tradicional ”compasso” anunciando a ressurreição e pela luz, símbolo da Luz de Cristo ressuscitado para os Cristãos. “Foi uma atividade bastante educativa onde experimentamos momentos sérios de reflexão e momentos de diversão.” Maria Inês Almeida-10º B

“Foi bastante estimulante, com momentos de espiritualidade e amizade” Ricardo Reis-10ºB __________________________________________________________________

Casa do Ambiente Porque somos Eco-escolas, os nossos alunos visitaram a Casa do Ambiente da ERSUC, onde aprenderam um pouco mais sobre circuito dos resíduos urbanos recicláveis e a melhor forma de os separar e depositar nos Ecopontos. Jornal das 6

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Desporto

Este evento, esgotou o Auditório da Aires Barbosa com a presença de seis turmas do ensino secundário,

profissional e regular e ainda de vários professores e auxiliares de ação educativa. Todos seguiram a ação com grande interesse, reconhecendo a importância do tema e a necessidade de aprofundar os conhecimentos nesta área. A qualquer momento podemos ter a necessidade de socorrer um aluno, um amigo ou, até um familiar, cujas

vidas podem depender da nossa imediata intervenção. O Agrupamento de Escolas de Esgueira agradece o envolvimento e esforço dos Bombeiros Velhos de Aveiro e da aluna Carina Gomes, que permitiram o sucesso deste Workshop. Professor António Barata

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Com organização da aluna do 12º Ano, Carina Gomes, no âmbito da sua PAP do Curso Profissional de Técnico de Apoio à Gestão Desportiva e inserida na Semana do Desporto, realizou-se um Workshop de Socorrismo e Suporte Básico de Vida dinamizado por dois elementos dos Bombeiros Velhos de Aveiro.

Convívio Desportivo

No âmbito da Prova de Aptidão Profissional, como aluno da turma H do 12º ano do Curso Profissional Técnico de Apoio à Gestão Desportiva, procurou-se desenvolver uma atividade na área do desporto para deficientes. Dedicada ao tema “Convívio Desportivo com Pessoas Deficientes”, o mesmo foi desenvolvido no sentido de proporcionar às pessoas com deficiência, a prática desportiva organizada na inserção. A sua elaboração do programa e desenvolvimento, assentou na apresentação ao orientador do projeto, Aguinaldo Melo, com realização prática no Pavilhão Gimnodesportivo da Escola Básica e Secundária Dr. Jaime Magalhães Lima, em Esgueira, onde leciona econtou com a colaboração da CERCIAG (Águeda) e o seu mestre de Judo, Pedro Lima.

As áreas escolhidas na prática desportiva, foram precisamente o Judo, o Boccia e o Badmínton. Idealizada e calendarizada para efeitos da PAP, a atividade desenvolveu-se eficientemente e a bom ritmo, sendo notória, a satisfação pelo decurso do trabalho, quer pelos participantes, quer pelos colaboradores e assistência presentes. Segundo opiniões recolhidas no local, pudemos notar que no seu conjunto, a atividade foi bastante bem conseguida, com muito interesse temático. Satisfazer e agradar a este tipo de atletas é importante, pelo que ficámos muito satisfeitos, por sentirmos que valeu a pena e foi bem conseguido. André João Dias

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Workshop de Socorrismo

Visita do Centro de Saúde Em março tivemos a visita do enfermeiro Mário ao nosso JI. Trouxe um filme dos Nutri Ventures para vermos e refletirmos sobre os malefícios do açúcar, que se encontra disfarçado em alguns alimentos. Veio também fazer o rastreio sobre a qualidade da nossa dentição. Gostámos muito de ver o filme e trocámos muita informação sobre as características de uma alimentação saudável e de como ela é importante para o nosso corpo em geral e para os nossos dentes em particular. O Enfermeiro Mário observou os dentes de cada criança e registou a sua qualidade. Esta análise serviu de base para trocarmos informações sobre os cuidados de higiene oral, que devemos observar, para termos uns dentes fortes e saudáveis até sermos velhinhos.

E como todos os pais/encarregados de educação tomaram conhecimento e assinaram a autorização para integrarmos o projeto “é sempre a sorrir”, do programa nacional de promoção da saúde oral, levámos para casa um Kit de higiene oral. O Kit trouxe uma escova fixe, uma pasta com a parte de dentro verde, um copo com tampa e uma ampulheta para cumprirmos o tempo adequado (2m), que precisamos para lavar bem os dentes... foi o máximo. Ficámos de todos os dias registar na escola, quem lavou os dentes no dia anterior.

JI de Alumieira Jornal das 6

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500 anos do Foral de Esgueira “À DESCOBERTA DO TEMPO DOS REIS” A PEDAGOGIA DE PROJETO é bastante enriquecedora para crianças e adultos pois promove, a pesquisa e investigação, a resolução de problemas, o trabalho cooperativo, a autonomia e auto-estima. Muitos autores se têm debruçado sobre este tipo de metodologia Kilpatrick, 2006 diz-nos que “ […] inerente ao termo projeto está presente um articulado de ações, planeadas e executadas em função de uma intencionalidade real e contextualizadas no meio onde se realizam”

Como nos dizem as Orientações Curriculares, 1997:17 importa que […] se criem as condições necessárias para que as crianças continuem a aprender, e […] aprendam a aprender). Envolvemo-nos… e da pesquisa, em livros e em sites, à visualização de um flime, à construção de artefactos, às danças, fomos entrando pelo Conhecimento do Mundo e conhecendo o Ambiente Natural e Social, fomos entrando pela matemática com a Geometria e Medida e Organização e Tratamento de Dados, pela Expressão Artística com as danças que onde pudemos experimentar a criação de movimentos e danças o que permitiu o DESENVOLVIMENTO DA CRIATIVIDADE.

- Podíamos criar uma história! E na minha mente fez-se luz! Tal como Paula Rego, pintora de referência para mim, porque não pegar num tema, em algumas personagens e … porque, como diz o ditado … Quem nunca se aventurou, não perdeu, mas não ganhou! Havia que potencializar….Acreditando, decidi envolver a voluntária de leitura no projeto que de imediato o aceitou. E assim, do elenco das personagens co/ construído: o rei, a rainha, 3 princesas, 2 príncipes, 3 Soldados, 1 Cavaleiro, 1 Sábio, 1 Alfaiate do castelo, 1 Espelho mágico, 1 Tartaruga, 1 Sapo, 1 gato, 1 Pato gigante, 1 Dragão, 1 Coelho, todos escolhidos, caracterizados e realizados pelas crianças, ora com poderes ora com gostos! Esta será a nossa base para criarmos a nossa história!

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De acordo com o autor o projeto percorre quatro etapas: “perspetivar, planificar, executar e avaliar”. E foi isso mesmo que as crianças fizeram perspetivaram o que queriam saber/fazer; planificaram como o iam fazer, executaram-no e partilharam as informações e aprendizagens feitas e avaliaram-no. A cooperação esteve sempre presente como podem retratar as fotos, assim como a documentação quer através dos livros quer de flimes, danças e documentários. Foi um projeto que inicialmente contava com 4 crianças, mas que rapidamente se alastrou ao grupo, tendo neste momento todo o grupo implicado.

À medida que fomos explorando o tema “ À descoberta do tempo dos reis” as crianças criaram personagens soltas do que íamos falando/ descobrindo acerca do tempo dos reis. Objetos e personagens foram-se acumulando até que foi lançado o repto sobre o que íamos fazer com as nossas criações, ao que uma criança prontamente respondeu:

Educadora Cristina Cação

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Concurso Literário O Concurso Literário do Agrupamento foi criado com a convicção de que se torna cada vez mais necessário valorizar e fomentar a criação e a fruição de valores estéticos, particularmente literários. Também pelo desejo de estimular e desenvolver a livre expressão pessoal dos alunos e contribuir para criar sentidos e finalidades para as suas produções escritas. Os vencedores desta edição foram: 1º CICLO 1º Prémio Narrativa - Alexandre Andrade, 4ºB 1º Prémio Poesia - Beatriz Campos, 3ºA

2º CICLO 1º Prémio Poesia - Filipe Miranda, 5ºE 2º Prémio Poesia - Beatriz Bandeira, 5ºA

Nesta edição do Jornal das 6 publicamos o trabalho do vencedor do 1º prémio do 2º ciclo, Filipe Miranda, do 5ºE (Continua na pag seguinte) Jornal das 6

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Todos ficamos entusiasmados e até convidámos os meninos das outras salas da escola para a demonstração. Vieram dois professores, trouxeram uma passadeira vermelha, patins, sticks e bolas, joalheiras e caneleiras... o mais fixe de tudo, foi mesmo experimentar andar de patins e jogar com o stick... muitos de nós nunca tínhamos calçado uns patins e muito menos jogado com um stick... E a boa surpresa, foi que quem quisesse podia ir experimentar jogar num campo a sério ... aos sábados, durante o mês. JI Alumieira

Boccia No dia 17 de Março realizou-se o torneio final de Boccia, onde estiveram as equipas que se classificaram em 1º e 2º lugar de cada série. Este torneio realizou-se na Escola Básica Dr. Acácio de Azevedo em Oliveira do Bairro. Estivemos representados por 2 equipas: 1A e 2 A. A equipa 2 A ficou em 4º lugar depois de 3 jogos renhidos. Num dos jogos, a equipa 2A ganhou por muitos pontos de avanço, nos outros 2 jogos perderam no desempate, por um ponto. A equipa 1 A também deu muita luta, ficando em 5º lugar. Os alunos, como sempre, tiveram um comportamento muito correto. Os alunos do 6º A que compõem as duas equipas foram determinantes no sucesso dos encontros. Sabem jogar, arbitrar, apoiar colegas com mais necessidades e apoiar os professores. Para eles um voto de profundo reconhecimento. Agora vamos ter o torneio de encerramento no dia 4 de maio em Bustos.

Lá estaremos. Professora Graça Magalhães

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O Henrique e mãe resolveram propor aos meninos do JI, a vinda do professor de hóquei do H e n r i q u e e d o A l e xa n d r e (irmão), para este falar sobre este desporto e até fazer uma demonstração.

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Hóquei

Realizou-se a terceira concentração de Boccia, no Agrupamento de Escolas de Esgueira com a, já esperada, participação da Escola Básica de Eixo e da Escola Profissional de Aveiro. O Boccia é um jogo que requer muita atenção, pontaria e espírito de equipa, características bem patentes nos alunos das quatro equipas que representaram a nossa escola. Esta modalidade desportiva continua a ser uma fonte de benefícios a nível da estimulação intelectual e da coordenação motora. Além disso, a sua prática tem vindo a revelar o favorecimento da autoconfiança e da motivação dos nossos alunos.

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Concurso Literário

A menina Mariana Por exemplo o Manuel

Tratam-na por Xana

Que passa a vida a comer mel

O MUNDO DAS LETRAS

Que nem uma letra escreve no papel.

Que ainda não percebeu como se chama.

No mundo das letras

Já o João

A Maria Inês

Para muitos são tretas

É um resmungão

Que mal sabe português

Porque só querem brincar e fazer caretas.

Que ainda não sabe como escrever João .

Quer aprender chinês.

(continuação da pag anterior)

Filipe Miranda, 5ºE Jornal das 6

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O nosso Agrupamento esteve muito bem representado pelos alunos:

3º Ciclo do Ensino Básico Eduardo Ataíde Jardim,7º G Ana Filipa Bastos Pinho, 7º G Clara Raquel Soares Lemos, 7º D Ensino Secundário Andreia Catarina Nogueira, 10º E Ana Luís Cruz de Sousa, 10º C

Parabéns e que continuem a ser grandes leitores! _____________________________ O Aluno João Fernandes, no decorrer da sua PAP. Boa sorte!

Visita de estudo Nós, os alunos do segundo ano da Escola Básica de Esgueira, na sextafeira, dia treze de março, fomos visitar o Museu do Pão e o Museu do Brinquedo a Seia. Fomos de autocarro e quando lá chegámos lanchámos. A seguir, apanhámos o comboio turístico que nos levou até ao Museu do Pão. Esta pequena viagem pela localidade foi muito divertida.

No Museu do Pão pudemos observar a sala do ciclo do pão onde, no final, fizemos uma pequena lembrança com massa de pão. Depois de visitarmos as restantes salas, fomos conhecer a mercearia, na qual provámos alguns tipos de pão produzidos neste museu. Em seguida, almoçamos num parque onde nos divertimos bastante.

À tarde, visitámos o Museu do Brinquedo, onde vimos muitos brinquedos antigos de vários países e outros que foram doados por pessoas que quiseram colaborar com o museu. Neste local, também brincámos bastante com os carrinhos de madeira antigos. Este dia foi muito agradável para todos nós! 2º ano EB Esgueira

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A 9ª edição do Concurso Nacional de Leitura 2014/2015, Albergaria-aVelha recebeu, no dia 16 de abril, 254 alunos para as provas da 2ª Fase Distrital.

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Concurso Nacional de Leitura

Condução Segura e Prevenção de Consumos No âmbito da Promoção e Educação para a Saúde, a PSP e o Centro de Saúde dinamizaram nos dias 2, 3 e 6 de março sessões de sensibilização e debate sobre Condução Segura e Prevenção de Consumos para as turmas de 12º Ano. Consideramos a temática muito pertinente para esta faixa etária tendo em conta que muitos alunos se preparam para tirar carta de condução ou já tiraram, e os dados nacionais apontam para uma elevada percentagem de sinistralidade dos jovens muitas devido a consumos de álcool e de outras substâncias psicotrópicas, assim como certos comportamentos excessivos e condução pouco responsável.

Os alunos foram confrontados com casos concretos de situações dramáticas ocorridas recentemente com jovens na nossa cidade. As sessões foram dinâmicas e participadas.

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Dia da Cidade 12 de maio

Dia de Santa Joana Princesa

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O cientista Na cidade há um laboratório no laboratório há um cientista estudando Neptuno no observatório.

O cientista observa no seu computador as imagens do exterior;

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Pequenos poetas

Dia da Dança

são imagens bonitas.

ca de Esgueira, quando estudaram o tema “As profissões” na

São estrelas são planetas

disciplina de Estudo do Meio,

são astronautas, são sonhadores

trabalharam a poesia “O jardinei-

são cientistas a trabalhar nos laboratórios, nos computadores. José, 2º B

ro” de Luísa Ducla Soares, na aula de Português. Baseados na sua estrutura, elaboraram poemas individualmente, dos quais se destacaram os seguintes:

A Professora

O agricultor No quintal há uma horta e na horta um agricultor as alfaces e as couves planta com muito amor.

Na escola há uma sala com muitos olhos a brilhar estão atentos, curiosos ao que a professora vai ensinar.

Nada falta no quintal, animais e muita flor, mas nada disto havia Se não fosse o agricultor.

Entre risos e caras sérias, há trabalho para fazer, uma professora que ensina e meninos a aprender.

Com pele enrugada e a cara a escorrer suor, mantém bonita a horta o simpático agricultor.

Descobrem um mundo novo nas letras que já sabem ler e por trás das conquistas fica quem lhes deu o saber.

Mariana, 2º B Rita Ferreira, 2º B

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são cometas, são planetas

______________________________ Os alunos do 2.ºB, da escola Bási-

O Dia Mundial da Dança, comemorado no dia 29 de abril, foi instituído pelo Comitê Internacional da Dança da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) no ano de 1982. No Agrupamento, grandes e pequenos deram “um pezinho de dança”

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Literacia Financeira No Agrupamento de Escolas de Esgueira, algumas turmas do 5º e 6º anos de escolaridade participaram em sessões / debate sobre “Literacia Financeira”, dinamizadas pela Caixa Crédito Agrícola do Baixo Vouga. Foi uma forma de promover junto dos alunos o exercício de uma cidadania ativa, dotando-os de conceitos básicos financeiros que lhes permitirão realizar escolhas conscientes. Professores Amílcar Pinho e Ana Frias

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No dia 8 de março a turma do 10º B apresentou à comunidade as propostas de trabalho desenvolvidas no âmbito do projeto " Maket it Possible". Os alunos pretendem com as suas propostas criar uma loja social no agrupamento, de modo a contribuir para a luta contra a fome. O outro grupo de trabalho tem como proposta a criação de sacos de cartão/papel de modo a que estes substituam os de plástico, contribuindo assim para um ambiente mais saudável. As pessoas abordadas gostaram das propostas e incentivaram os alunos a continuar com as suas ações para um mundo melhor. Professora Marlene Cura

Projeto “Make it Possible” No âmbito do projeto, o Agrupamento acolheu duas estudantes universitárias (Chinesa e Egípcia), que trabalharam com os nossos alunos os Objetivos do Milénio.

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7 Dias com os Media Decorreu a 3ª edição da semana “7 Dias com os Media”, da Direção Geral de Educação. O Jornal das 6 respondeu ao apelo e desafiou os Professores Isaque Tomé e Henrique Teixeira, que dinamizaram uma palestra sobre as virtudes e limites da Internet. A iniciativa foi divulgada no site dos Jornais Escolares e recebemos um selo de participação.

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Projeto “Make it Possible”

Supertmatik Realizou-se no dia 20 de março, com a participação dos alunos do 2º ciclo, o campeonato escolar inter-turmas, do IX Campeonato SuperTmatik cálculo Mental. Estas eliminatórias disputaram-se entre campeões e vicecampeões de turma pertencentes ao mesmo escalão do 5º e do 6º ano. Apuraram-se como campeão e vicecampeão do 5º ano (nível 3) os alunos do 5ºA Hugo Guilherme Queirós Ferreira e Lucas Gabriel Santos Rocha, no 6ºano (nível 4) como campeão o aluno do 6ºA Ricardo Jorge B. Júnior e, vice-campeão o aluno do 6ºB Gustavo Miguel Pereira da Silva. Este campeonato organizado pelo grupo de professores do 2º ciclo realiza-se a nível nacional e internacional e tem como objetivos: *Fomentar o interesse pela prática do cálculo mental; *Desenvolver destrezas numéricas e de cálculo; *Reforçar a componente lúdica na aprendizagem da matemática; *Detetar e divulgar talentos na área do cálculo mental; *Promover o convívio entre alunos, professores e restante comunidade escolar. A fase final da competição decorreu no dia 24 de abril em que os alunos finalistas competirão na Grande Final online. O melhor resultado de cada aluno será contabilizado para efeitos de posicionamento no ranking superTmatik 2015. Agradecemos aos alunos participantes e parabéns aos finalistas. Professora Elsa Jorge

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A SUMA, no enquadramento das suas campanhas de sensibilização ambiental, no âmbito das regras para a sustentabilidade, no que aos resíduos diz respeito e ao dever de todos protegermos o ambiente ( não estragar, não sujar...), veio à nossa sala fazer uma sessão. Neste contexto a técnica da SUMA, Ângela Vieira trouxe um jogo sensorial - uma máscara que nos tapou os olhos - e uma história em power point que abordou vários conceitos. Conceitos estes, relacionados nomeadamente com a triagem, acondicionamento e deposição de resíduos; mas também com a importância do cumprimento de regras simples de cidadania, como estarmos atentos à vandalização do espaço urbano (ruas, jardins, mobiliário urbano ...) que é de todos.

E foi o que fizemos, juntámos uma “montanha” de lixo na sala e fomos descobrir de que eram feitas as embalagens e ler os rótulos, para sabermos o que colocar em cada ecoponto...não foi fácil, mas foi muito engraçado...escolher, identificar o material e associar ao ecoponto adequado... parecíamos que trabalhávamos na ERSUC. JI Alumieira

A visita da Quinta Pedagógica. A visita da Quinta Pedagógica à sala, trouxe-nos a dramatização de uma peça sobre a vida dos animais numa quinta. Nesta dramatização, que envolveu a construção de um cenário e a interação com 4 animais reais – 1 patinho, uma coelha, um porquinho da Índia e uma cabrinha anã - as crianças puderam familiarizaremse com os animais, aprendendo o seu nome, pegando-lhe ao colo ou fazendo-lhe festinhas, dando-lhe comida na boca, enquanto foram aprendendo, desenvolvendo ou sistematizando conhecimentos sobre uma quinta e sobre os animais que lá vivem (características, curiosidades, habitat, funções...). Por outro lado, as crianças quise-

ram partilhar com a animadora, canções sobre animais da quinta, o que muito animou a sessão. JI da Alumieira

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Relembrámos que é importante a aquisição/desenvolvimento de hábitos e de atitudes que apoiem uma prática diária de cidadania ativa na preservação do ambiente, quer no âmbito da dos resíduos, quer no âmbito da proteção do ambiente urbano, a começar pela nossa rua. Na avaliação em grande grupo da ação de sensibilização da SUMA, decidimos observar o lixo que produzimos diariamente na escola e em casa, para sabermos como fazer a triagem – que materiais devemos por em cada ecoponto – porque temos muitos meninos novos que vieram este ano pela primeira vez para a nossa sala. Na nossa escola também temos um compostor no recreio, onde colocamos os restos de comida, com as cascas da fruta. As minhocas comem estes restos e transforma-nos em adubo para as plantinhas.

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Visita da SUMA

Os Ring Necks Os Ring Necks, são os passarinhos de estimação da nossa Carolina que combinou com o pai trazê-los à nossa sala, para nos mostrar as suas características e habilidades. Foi muito engraçado, porque não tivemos medo e pudemos fazer festinhas com cuidado para não os assustar... eles davam beijinhos e diziam “Olá”. JI da Alumieira

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Semana da Leitura (16 a 20 de março) ______________________________________________________

Visita da Escritora Maria João Amaral e do Ilustrador Fábio Araújo

Durante a Semana da Leitura, a Professora Bibliotecária Maria José Silva convidou a escritora Maria João Amaral e o ilustrador Fábio Araújo.

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Na semana da leitura, que decorreu de 16 a 20 de março, as turmas do 3º e 4º anos foram à Biblioteca Escolar Aires Barbosa ouvir a fábula "A raposa e a cegonha" de Maria Alberta Menéres. Após a audição da fábula os alunos foram convidados a realizar "O jogo da glória" com perguntas relacionadas com a fábula.

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Encontro com a Poesia

Esta atividade tem sido apanágio do grupo de professores de português, desde há alguns anos. Os professores sempre acharam que era uma forma de motivar os alunos para o gosto pela poesia, dando a conhecer um tipo de texto em que os autores portugueses se destacam pela sua qualidade, o que poderá incentivar os jovens a desenvolvê-lo. Assim ,este ano, algumas turmas estiveram envolvidas, com a ajuda dos professores, nesta atividade, espalhando poemas pelos jardins, como frutos maduros e suculentos, prontos a deleitarem todos os quiseram apreciá-los. Esperamos que as nossas árvores continuem a dar frutos como estes e agradecemos a todos os que colaboraram na atividade. Professora Hélia Castro

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Todos os meses a professora Brígida, bibliotecária da escola Jaime Magalhães Lima, vem à nossa escola, trazer um baú de livros para nós termos novidades para requisitarmos e levarmos para ler em família. Mas também costuma dinamizar uma história surpresa para nós. A professora Brígida, sabe que nós gostamos muito de

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A Biblioteca vem ao Jardim de Infância

A história "A raposa e a cegonha"

Semana do Desporto A tradicional Semana do Desporto teve lugar de 07 a 10 de abril, com um conjunto de atividades organizadas no âmbito das Provas de Aptidão Profissional (PAP) dos alunos do 12º ano do Curso Profissional de Técnico de Apoio à Gestão Desportiva,.

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Declamação de poesia com música ao vivo A Semana da Leitura realizou -se no Agrupamento de Escolas de Esgueira na semana de 16 a 20 de março e as turmas do 5ºE e 6º E, no dia 19 de março, foram até ao Auditório do Edifício Aires Barbosa com o objetivo de comemorarem o Dia Mundial da Poesia e divulgarem uma à outra os seus trabalhos escritos. A acompanhá-los estiveram as professoras Brígida Varanda, Celeste Cruz, Celeste Caleiro e Fátima Teixeira. A turma do 5ºE iniciou a atividade com um breve discurso que pretendeu definir e exemplificar o significado da palavra poesia, a que se seguiu a apresentação de um breve powerpoint também sobre poesia.

A sessão poética continuou com a declamação de poemas realizados pelos alunos de ambas as turmas, à mistura com outros poemas de autores sobejamente conhecidos, como por exemplo, José Jorge Letria, José Fanha, Fernando Pessoa, Manuel Alegre, António Gedeão, António Torrado, Natércia Freire, e outros.

Alguns alunos do 6º E participaram neste evento de poesia, interpretando três peças musicais com acompanhamento instrumental e flauta de bisel, que muito enriqueceu o espetáculo poético. Alguns pais e encarregados de educação destes alunos aceitaram o desafio e também declamaram poesia. A professora Celeste Caleiro também declamou poesia e o aluno Ricardo Outerelo, do 5º E, aceitou o desafio de declamar o poema “Inverno” da autoria da sua professora de Português. A música proporcionou um ambiente agradável e descontraído, propício a momentos de partilha.

Em simultâneo decorreu na Biblioteca Escolar Aires Barbosa e na Biblioteca Escolar Jaime Magalhães Lima a projeção de todos os poemas declamados no Auditório, divulgando-se, deste modo, a atividade e os trabalhos dos alunos. Professora Celeste Cruz

______________________________________________________________ O “Jornal das 6” pertence família dos Jornais Escolares

à

grande

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Semana da Leitura

Concurso Intermunicipal de Leitura Na II edição do Concurso Intermunicipal de Leitura, promovido pela Rede de Bibliotecas da Comunidade Intermunicipal de Aveiro, ficaram apurados na fase de escola os alunos:

1º ciclo Alexandre Filipe Andrade, 4º B Inês Filipa Aires Martins, 4º B, Beatriz Silva Faria, 4º A 2º ciclo Catarina Nunes Tde Almeida, 5º F Mariana Queirós Simões, 5º E André Tavares Marques, 6º E Secundário Andreia Catarina Nogueira, 10º E

Na 2ª fase do CIL, onde participaram os alunos apurados dos agrupamentos do concelho de Aveiro, teve entre outros vencedores as alunas Mariana Queirós Simões, 5º E Andreia Catarina Nogueira, 10º E

Passaram à 3ª e última fase os alunos

Alexandre Filipe Andrade (1º ciclo) Mariana Queirós Simões (2º ciclo) Andreia Catarina Nogueira (Sec) A final decorrerá a 30 de maio no Centro Cultural de Ílhavo.

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Não sei se me engana Nuno,

Poesia

se Ricardo, se Manuel Não sei qual deles me engana.

paródias e originais no contexto da lírica camoniana

Não sei se me engana Helena,

Não sei se me engana Romão,

se Maria, se Joana,

se Pedro, se João,

não sei qual delas me engana.

não sei qual deles me engana.

Üa diz que me quer bem,

Um diz que me quer,

outra jura que me quer;

outro jura que me ama;

mas, em jura de mulher

mas, em jura de homem

quem crerá, se elas não crêem?

quem crerá, se nem eles creem?

Não posso não crer a Helena,

Não posso não crer a Romão,

Se Nuno, se Ricardo, se Manuel,

a Maria, nem Joana,

a Pedro, nem João,

não sei qual deles me engana.

mas não sei qual delas me engana.

questiono-me qual deles quererá a minha mão.

Beatriz e Catarina Renca,10º A

Üa faz-me juramentos

Manuel é alto e divertido, diz que me ama, mas cheira a perfume de outra dama. Nuno, um amante experiente, diz que me ama mas só me mente. Ricardo, dizendo quadras e juramentos, cá para mim só quer os meus testamentos.

que só meu amor estima; a outra diz que se fina; Joana, que bebe os ventos. Se cuido que mente Helena, também mentirá Joana; mas quem mente, não me engana. Não sei se vou escolher Helena,

Um faz-me juramentos envia-me sms's e testamentos; o outro diz que me identifica; João, quer, quer, mas não fica. Se cuido que mente Romão, também fará o Pedro engatatão; mas quem mente, não levará meu coração. Ana Rita Antunes e Bruna Mannarino 10ºA

se Joana, se Maria, Não sei qual delas o meu coração escolheria.

Nem Helena, nem Maria,

Não sei se me engana Joaquim,

mulher é bipolar,

Se Floriano, se Mariano,

não sei se amanhã

Não sei qual deles me engana

ainda vou gostar.

Quanto à Joana,

Joaquim diz que me ama a mim

finge-se desinteressada,

Mas é só mais uma erva ruim no meu jardim

Às vezes é malcriada,

Floriano lembra-me a flor

mas a mim não me engana.

Mas nada agradável é o seu odor Mariano lembra-me o mar

Se escolher pela beleza

Onde só eu o quero afogar

Colherei malcriadeza

Não seu qual deles me engana

O melhor é ficar solteiro

Não sei quem eu amo ou quem me ama.

Ao menos poupo dinheiro. Eduardo, 10ºA

Anastasia e Marta, 10º A

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Visita a Taizé Mais um dia nasce. Mais um raio de sol espreita no horizonte.

Contudo, aqui, a brisa da manhã é diferente. O frio é suave e consegue motivar os mais adormecidos a saírem à rua. Vê-se um mar de gente a caminhar, uns apressados outros nem tanto, enquanto ao longe tocam os sinos que dão início à oração matinal. Sente-se uma onda de calma e serenidade mal começa a oração. Mas o melhor está para vir. Quando a primeira canção começa, ouve-se um uníssono de vozes que ninguém se importa se estão afinadas. A oração decorre sem ninguém olhar para o relógio, talvez por a hora não interessar ou talvez por ali se perder a noção do tempo. No momento em que os irmãos se levantam, a vontade é ficar ali, a pensar ou apenas a acalmar o stress do outro mundo. Mas a fome fala mais alto e todos correm para chegarem à fila do tão esperado pequeno-almoço. Aqui, uma bebida quente de manhã é necessária para melhorar o dia de qualquer um. O chá local é dos produtos mais simples de se fazer. Mas vem carregado de ternura, união, integração e amizade que lhe confere um sabor especial, único. Este mais um pão com manteiga ou chocolate (às vezes os dois) são o início de um dia cheio de partilha, conhecimento e brincadeira. Ninguém quer sair deste ambiente, mas os trabalhos e reflexões esperam e Taizé precisa do nosso empenho e contribuição.

Os mais novos dirigem-se para as suas reflexões enquanto que os mais velhos vão para o pica-boi. Há variados trabalhos que são essenciais para o bom funcionamento da comunidade e todos sabem que a ajuda que dão é preciosa para manter a chama de Taizé viva. Quer sejam novos ou sábios, todos têm oração do meio-dia. Não é igual à anterior, se é isso que estão a pensar. Todas as orações têm o seu je ne sais quois. Têm magia no ar. Têm descoberta nas palavras. Têm explicação nas músicas. Não se sai de nenhuma oração sem uma nova resposta para qualquer pergunta.

Esta é das alturas do dia em que os habitantes por uma semana da comunidade convivem mais. As salas estão sempre cheias de gente à conversa, a tentarem conhecer pessoas de outras cidades ou até países. Por outro lado, há aqueles que não gostaram do almoço e vão assaltar as suas malas da comida para ver se aconchegam mais o estômago.

No entanto, a pergunta que todos fazem à uma hora da tarde é: “O que será o almoço hoje?” Não é que seja uma pergunta que tenha sempre uma resposta feliz visto que a comida aqui é bastante peculiar. Uns apostam em cuscuz, outros em puré ou ainda lentilhas mas todos sabem de certeza que a refeição vem acompanhada de queijo, bolachas e fruta, para completar o prato principal. Quem não come estes componentes extras, coloca-os de lado quando for entregar o tabuleiro porque, se estiverem em condições, são redistribuídos à comunidade.

Mas como o que é bom dura pouco, às três horas da tarde a diversão tem de dar lugar a outro tipo de convívio, as reuniões da tarde. É aqui que se faz a troca. Os que trabalharam de manhã, refletem à tarde e vice-versa. É necessária esta troca para que a experiência de Taizé seja o mais completa possível. Os mais velhos reúnem-se então com o irmão Steven para uma reflexão mais alargada em primeiro lugar, para depois fazerem uma reflexão mais concreta em pequenos grupos. Muitos destes grupos, no fim da sua reflexão, aproveitam para passear na comunidade: ir ao lago do silêncio, visitar as aldeias vizinhas ou ir ao Oyak.

O sol já vai no alto quando se acaba a 1ª refeição de colher do dia. No espaço entre o início dos trabalhos e reflexões, todos se divertem de uma maneira ou de outra: uns cantam, outros dançam, há quem vá ao Oyak comer uns crepes (deliciosos, diga-se de passagem).

Com passeios ou sem eles, o jantar é para todos e é às sete. É a única refeição que é antes da oração. Como aconteceu com o almoço, poucos sabem o que vai ser a comida mas também não se importam porque não viemos para um hotel de 5 estrelas com comida gourmet. Todos percebem que a comida de aqui é cheia de proteínas mas que é feita para muita gente e por isso não pode ser de grande qualidade. Já está escuro mas isto não impede que todos cantem na fila e que não haja alegria no ar. (Continua na pag seguinte)

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A oração da noite, para mim, é a mais tranquilizante. Depois de um dia agitado cheio de atividades e brincadeiras, sabe bem acalmar um pouco, refletir sobre o dia vivido, agradecer todas as conversas, todos os risos, todas as reflexões e o facto de podermos estar aqui e só aqui. Depois da última oração do dia até à hora de recolher, cada um é livre para escolher como quer ocupar o seu tempo. Uns tomam uma banhoca para poderem dormir mais um pouco de manhã, outros vão ao Oyak participar nas rodas gigantes tão conhecidas em Taizé. Ainda há aqueles que ficam no refúgio e privacidade dos seus quartos, mas que mesmo assim se divertem à grande e à francesa. Estive até agora a descrever-vos um dia em Taizé e até pode parecer-vos uma experiência boa mas acreditem que ainda não vos falei de tudo. O melhor de Taizé só é descoberto por quem vive Taizé. Aqui não importa a raça, a idade, o género, o sítio de onde vieste. Só importa o que nos trouxe aqui, o que nos atraiu até este pequeno pedaço de céu. O objetivo é o mesmo, independentemente do resto. Queremos todos conhecer melhor Deus e esclarecer dúvidas que não podem ser respondidas nas nossas casas. Vamos todos com uma expetativa que depois é sempre alcançada e ultrapassada. Nunca sabemos o que vamos encontrar, quem vamos encontrar. E aí é que está a magia. Quer sejas francês, português, inglês, alemão, coreano, espanhol, americano, japonês ou de outra nacionalidade, tens uma vivência de Taizé completamente única, sem restrições, sem guerras, sem complicações. A comunidade de Taizé alberga todos os que nela procuram uma semana de paz. E porque? Porque o sol quando nasce, nasce para todos. Teresa Gonçalves -12º A

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(Continuação da pág anterior)

Taizé 2015 Nós, caloiros deste ano da viagem a Taizé, estamos aqui hoje para partilhar a nossa experiência convosco, e, quem sabe, trazer alguns de vocês connosco no próximo ano. Neste ano de 2015, fomos 10 alunos de EMRC do secundário, com a imprescindível presença da nossa professora e de dois alunos externos que não puderam resistir a mais um ano em Taizé. Em pleno mês de fevereiro, bem fresquinho para os amadores de França, lá fomos nós abdicar das portuguesas temperaturas positivas. Apesar disso, como sempre, a semana valeu todo o esforço e não desiludiu ninguém. Todos andávamos a precisar de uma inexplicavelmente harmoniosa e tranquila semana como esta que muda a vida a qualquer um. Pensamos que é impossível não sair de Taizé uma pessoa diferente, todo o ambiente que se cria, a empatia entre todos, é algo impossível de ignorar.

Não foi preciso definir crenças, como toda a gente supõe. Taizé não é apenas uma comunidade religiosa onde a experiência de oração é profunda mas é também um lugar para reflectir, pensar, descansar a mente, melhorar, exprimir crenças se assim achares necessário, se nos fizer falta. Claro que anda tudo em torno de uma religião mas, não é só isso que é trabalhado em Taizé, é uma hipótese de cada um chegar ao seu eu mais interior, tantas vezes esquecido. Uma hipótese de cada um chegar a si próprio. Deixamos assim o mínimo que se pode dizer de Taizé. Esta experiência que recomendamos vivamente está ao alcance de todos os alunos, começa com a inscrição em EMRC. Alunas de EMRC 10º ano Mariana Santos, Ana Sofia Elisário e Inês Pimentel

_________________________________________________________________ A E.B/S Dr. Jaime Magalhães Lima participou em mais uma sessão das Escolíadas.

Escolíadas

Vocês são liiindooooss!!

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Fazemos História Passaram 15 anos desde que deixei a Escola Sec. Dr. Jaime Magalhães Lima e na verdade parece que foi ontem. Trago as memórias desses anos tão vivas como as do meu último verão: sei de cor cada centímetro da escola, aposto que a consigo atravessar de uma ponta à outra de olhos fechados (não juro lembrar-me dos nomes de todas as funcionárias, mas das caras não me esqueço!). São anos que recordo com saudade e carinho apesar do muito tempo e das muitas coisas que já vivi entretanto. Nestes últimos 15 anos vivi ou trabalhei numa dezena de países em 4 continentes diferentes. De Aveiro fui para Lisboa, tirar o curso de Gestão na Universidade Católica. Foi também aí que comecei a trabalhar em consultoria, 5 anos depois, na The Boston Consulting Group (BCG). Durante os anos em que estive em Lisboa, fiz projetos muito diversos com clientes em Madrid, Londres e Porto. Foi uma experiência fantástica mas sentia que podia arriscar mais. Sempre tive o bichinho da carreira internacional e em 2007 candidatei-me a um programa interno de mobilidade. Em pouco mais de um mês fui transferida para o escritório de Miami e a minha vida mudou mais do que eu podia imaginar.

Cheguei aos Estados Unidos cheia de preconceitos em relação aos Americanos e voltei rendida à sua eficácia, informalidade e produtividade. Fiz muitas horas de avião todas as semanas, com projetos em Nova Iorque, Raleigh e Chicago mas valeu muito a pena. Foi um ano de crescimento pessoal e profissional inigualável. Nunca me senti tão fora da minha zona de conforto como no dia em que aterrei pela primeira vez nos EUA, sozinha, com a vida numa mala de 20kgs e instruções para apanhar o computador e telemóvel no escritório e seguir para o cliente na manhã seguinte. Tinha 25 anos, algum medo, mas uma vontade enorme de mostrar que era capaz. Depois dos Estados Unidos, tirei uma licença sem vencimento para ir fazer consultoria pro-bono com ONGs na Argentina e na Colômbia. Foram meses duros mas muito compensadores. No início de 2009 rumei a Singapura para fazer o MBA. Foi uma nova fase de descoberta pessoal, social e profissional. Foi aprender a viver num país novo, ter amigos de 60 nacionalidades diferentes, trabalhar em grupo com um Americano Judeu de Brooklin, um Francês magnata de jogos de computador, um Sul Coreano que quase não falava inglês, uma Tailandesa que geria o império de cosmética da família e um Argelino engenheiro de pontes na Índia. O ano do INSEAD foi sem dúvida especial: ao recordar esses tempos, sinto que vivi um ano numa realidade privilegiada, num mini-mundo, num contexto de constante aprendizagem, de questionamento e de espanto

Voltei a Lisboa e à BCG em 2010 e aqui tenho trabalhado nos últimos 5 anos. Contino a ter alguns projetos fora do país (Brasil, Angola, Reino Unido) mas maioritariamente dou apoio a empresas portuguesas no sector financeiro e da grande distribuição. Dos anos da Jaime Magalhaes Lima só tenho boas memórias! Nesta escola aprendi muito e construí as bases da minha vida profissional. Olho para trás e sinto que estes anos foram decisivos na minha formação: aqui encontrei professores de excelência (dentro e fora da sala de aula), um corpo diretivo empenhado na melhoria contínua da escola e envolvido em projetos inovadores e um grupo de funcionários sempre atento e que nos conheciam pelo nome. Olho para trás e tenho a certeza: nesta escola cresci e fui feliz!

Raquel Seabra

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Dias com História Os meninos do 1º ciclo do Agrupamento aprenderam um pouco mais sobre a história da padroeira da nossa cidade—Santa Joana Princesa

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Fazemos História Como mandam as boas regras da educação, vou começar por me apresentar: chamo-me João Gaspar de Gonçalves e estudei na Escola Secundária Dr. Jaime Magalhães Lima, do 7º ao 12º ano. Por entre aqueles edifícios com azulejos coloridos, espaços verdes e o famoso lago, vivi das maiores experiências da minha trajetória e conheci pessoas que guardo até hoje, na vida e no coração. Na vida tenho como lema aprender com o mau, viver com o bom e sonhar com o excelente. Os anos passados numa escola nem sempre são perfeitos, posso adiantar que de perfeitos têm muito pouco. Mas lá aprendi sobretudo três coisas: acreditar, sonhar e esperar. A adolescência é um período por si só conturbado, mas foi de e com sonhos que me guiei. Sonhos esses alimentados pelo palco e pelas peças de teatro que apresentávamos no final de cada ano letivo. Ainda hoje guardo nas memórias o cheiro do anfiteatro, as gargalhadas das aulas de teatro com a professora Conceição Limas e as gentes. Numa escola aprendem-se conhecimentos e valores. E trago comigo dos maiores ensinamentos que recebi de duas professoras que guardo até hoje no coração: Paula Pinto (espanhol) e Edite Silva. Ensinaram-me a importância da verdade e da luta pelos nossos ideais. Não me posso esquecer do olhar doce e sempre atento da professora Ana Roda, e a paixão do professor André Renca a lecionar Antropologia. O amor com que se entregavam à dura arte de ensinar.

E os amigos da escola, alguns deles a vida tornou-os irmãos. A Rute Sousa, a Susana Morais, a Diana Rocha e tantos outros com quem dividi diabruras e os maiores dramas da adolescência. Acima de tudo fui feliz. Para escrever este testemunho dei por mim a viajar pelos meus cadernos, nos papelinhos trocados nas aulas, na surdina, às escondidas do professor, e sorri. E se sorrimos é porque valeu a pena. Nessa deambular pelas memórias, também encontrei vários exercícios de futurismo sobre como seríamos na fase adulta. E em todos eu insistia no mesmo: fazer televisão. E como faço da vida um caminho para sonhar, lá fui eu em direção à minha meta. Licenciei-me em Ciências da Comunicação, com 17 valores, na Universidade da Beira Interior. Recebi menções honrosas e prémios de melhor aluno. E segui para uma PósGraduação na FCSH, da Universidade Nova de Lisboa. E como a monotonia também me persegue nas notas, voltei a terminar com 17 valores e com êxito académico. Agora vejo-me entre pilhas de papel, a lutar contra o cansaço e a correr para terminar a Tese de Mestrado. Profissionalmente tive na SIC o meu primeiro local de trabalho enquanto repórter. Na coordenação dos jornais de fim-de-semana aprendo com os melhores e faço o que mais gosto: comunicar. Sou um apaixonado pela caixinha mágica e agora estou lá dentro.

Mas não podia ficar por aqui. Nunca podemos ficar. A vida é um processo contínuo de transformação e enriquecimento, e resolvi apostar nas minhas outras paixões: a escrita e a moda. Neste momento estou prestes a lançar o blogue “B-Lux” by João Gaspar de Gonçalves. No blogue, como na vida, há espaço para tudo e principalmente para sentir. E no meu cantinho vou partilhar reportagens com histórias de vida inspiradoras, dicas de moda e beleza, saúde e bem-estar.

A escola marca-nos para a vida. É nela que fica eternamente guardada uma verdade e pureza que a vida nos obriga a deixar por convenções sociais. Mas esta escola é diferente, porque quem a faz é especial. Como em tudo, há bons e maus profissionais. Mas com os bons aprendi aquilo que é mais importante, o respeito por nós mesmos, a luta pelos nossos ideais e a capacidade de acreditar. Obrigado a todos quantos me ajudaram a crescer!

João Gonçalves

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Dia do Agrupamento A chegada à Escola Sede

Reciclagem Reciclagem

Os Pais e os Jogos Matemáticos

A escola grande JI Alumieira

A estratégia para os Guias está montada

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Dia do Agrupamento

Desporto

Experiências

Aprendemos a fazer origamis qua até é uma coisa complicada mas foi a minha atividade preferida. Fiquei a saber que o lápis é um bom condutor de corrente elétrica.

Na experiência das cores aprendi que uma cor misturada com água dá origem a outras cores. Das experiências todas, aquela que eu mais gostei foi a do vulcão porque parecia mesmo real, usamos dois tipos de materiais que os cientistas usam, acrescentámos fogo, desligámos as luzes e vimos efeitos que pareciam reais!

Diogo Rafael, 3ª B

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Foi muito divertido e interessante, porque uma parte deste dia foi dedicada a fazer experiências que é algo que eu adoro. Mas não fizemos só experiências, ensinaram-nos o que fazer se nos encontrarmos numa situação de incêndio ou tremor de terra.

Hora do lanche

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Dia do Agrupamento

Alguns laborat贸rios vieram para a rua

Feira tradicional

Oficina de Origami

Dia do Agrupamento JI Alumieira

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Dia do Agrupamento A História e as questões da tolerância

Simulacro de incêndio Jogos Matemáticos

Experiências de Biologia

O dia do nosso Agrupamento foi um dia especial para as crianças do JI de Quinta do Simão; tiveram oportunidade de participar em atividades na “escola dos meninos grandes”. Apreciaram o espaço, a feirinha, e o terem privado com meninos de outras escolas.

Quinta do Simão Jornal das 6

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Dia do Agrupamento Os jornalistas do Jornal das 6

Técnicas para teatro

Feira de pedras

Trabalhos da Educação Especial

Lan Party

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Dia do Agrupamento

Dança no Polivalente. “Apanhámos” o Diário de Aveiro

Concurso de talentos

E se fossemos invisuais?

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Dia do Agrupamento 25 de abril

Laboratórios de Física e a Química

Espanhol Palestra sobre sexualidade PES

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Dia do Agrupamento Tea Party

Formação em Fisioterapia

Biblioteca

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Dia do Agrupamento Leitura com poesia

JI Alumieira

Separar é ganhar

No dia 10 de Abril, as crianças do JI

para dentro de arco, fazer jogos de

As famílias demonstraram, à seme-

da Alumieira, foram visitar a Escola

equilíbrio., etc

lhança do ano letivo anterior, terem

sede, a escola Jaime Magalhães Lima,

Para além das atividades, o que mais

ficado

onde estudam crianças e jovens, como

impressionou positivamente as crian-

“cerimónia” especialmente dedicada a

os irmãos, primos e vizinhos das nos-

ças deste grupo, foi o tamanho da

todos os alunos e em especial aos

sas crianças.

“escola grande”, nomeadamente o nú-

seus filhos.

A turma C, aderiu facilmente às ativi-

mero de salas, de professores, mas

Foi sem dúvida uma experiência ex-

dades propostas, participando com

também a afabilidade e delicadeza dos

traordinária para todas as crianças,

muito agrado no Workshop na Bibli-

alunos “mais velhos” para com eles,

nomeadamente para as das escolas

oteca, no Teatro e no atelier dos jo-

que lhes disseram que eles se porta-

visitantes, por serem muito bem aco-

gos divertidos.

vam muito bem e eram muito fofinhos.

lhidas.

Na avaliação pós atividade, as crianças

Muitos crianças desta turma, manifes-

Parabéns a quem organizou, com

manifestaram contudo, terem gostado

taram vontade de irem para a escola

tanta eficiência, pois foi muito bem

mais da dramatização da história dos

grande, quando fossem mais velhos.

conseguido.

“animais zangados” na biblioteca (1º )e

Agradecemos à nossa guia Joana que

dos diversos jogos propostos (2º) –

foi muito simpática.

satisfeitas

com

esta

J.I. Alumieira

salto em comprimento, atirar as bolas Jornal das 6

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Dia do Agrupamento

Francês

Palestra sobre olfato

Atelier Tecnológico

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Dia do Agrupamento

Enfeitar árvores com poesias

Karaoke Jogos Tradicionais

No dia 10 de abril foi o dia do agrupamento e na nossa sala em grupo fez-se o registo das nossas opiniões e todos nós gostamos do dia do Agrupamento: de atirar sacos para os círculos no chão, de correr e atirar bolas aos meninos. do futebol do jogo dos arcos do salto em comprimento Histórias com a Marta

de saltar na areia de ver os peixinhos de jogar à bola das histórias de jogar basquete de lançar a bola de atirar bolas à baliza.

Parabéns a todos e queremos voltar para o ano. JI Cabo Luís Jornal das 6

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No passado dia 10 de abril, no Agrupamento de Escolas de Esgueira, comemorou-se, pela segunda vez, o Dia do Agrupamento.

Dia do Agrupamento

Nesta comemoração, estiveram presentes todas as escolas pertencentes ao nosso agrupamento, nomeadamente a Escola Básica e Secundária Dr Jaime Magalhães de Lima e as Escolas do 1º Ciclo.

Jogar é divertido

Cada turma tinha um guia que acompanhou os alunos em todas as atividades. O 6º D começou por participar no simulacro de um incêndio no qual, quando ouvíssemos a campainha, tínhamos que ir para o ponto de encontro. De seguida, fomos ao Eco-Jogos onde tínhamos que responder às perguntas que nos eram colocadas sobre o tema “poupar” e, se acertássemos, davam-nos uma bola e tínhamos que acertar nas latas. No final do jogo, davam-nos um crachá a dizer “eu sou eco”. Depois fomos ao auditório ler e ouvir poemas. Seguidamente, deslocámo-nos à escola sede para assistir a uma pequena aula de Francês onde falámos um pouco Francês e fizemos jogos também em Francês. Por último, participámos numa aula de Espanhol onde falámos Espanhol e ouvimos músicas também Espanholas.

Sarau

À noite, os alunos que estavam no quadro de honra e de excelência tiveram uma cerimónia na escola sede para serem premiados com diplomas e prémios pelo seu bom desempenho escolar no ano letivo anterior. Para animar a festa, vários alunos cantaram e dançaram. Foram um dia e uma noite bem passados. Catarina Castro 6º D

Até para o ano! Jornal das 6

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