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REVISTA

ISSN 0103•572X

REVISTA ABIGRAF 289 MAIO/JUNHO 2017

A R T E & I N D Ú S T R I A G R Á F I C A • A N O X L I I • M A I O / J U N H O 2 0 1 7 • Nº 2 8 9

ELCIO DE SOUZA FALA SOBRE OS PLANOS DAS ESCOLAS SENAI

CONHEÇA OS LANÇAMENTOS E NOVIDADES DOS EXPOSITORES DA SERIGRAFIA SIGN

REALIDADE AUMENTADA INTERAÇÃO ENTRE O CONTEÚDO IMPRESSO E O DIGITAL


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30/06/16

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Criado em 2005 pela ABIGRAF-SP e pelo SINDIGRAF-SP, o Projeto Bibliotecas inaugurou 22 bibliotecas em todo o Estado desde então. O projeto é realizado em parceria com as Prefeituras Municipais, que cedem espaços para serem equipados com computadores e uma extensa variedade de livros, selecionados pela Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo. Chegamos à marca de mais de 20 mil livros doados, sempre com o apoio das Seccionais Ribeirão Preto e Bauru da ABIGRAF-SP, fundamental para a escolha dos espaços que recebem as novas bibliotecas. A iniciativa ainda contribui para a disseminação da Campanha de Valorização do Papel e da Comunicação Impressa, difundindo informações corretas sobre o uso do papel e seus benefícios junto ao meio ambiente. Incentivar a educação. É assim que a Indústria Gráfica Paulista investe no futuro.


ISSN 0103-572X Publicação bimestral Órgão oficial do empresariado gráfico, editado pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica/Regional do Estado de São Paulo, com autorização da Abigraf Nacional Rua do Paraíso, 533 (Paraíso) 04103-000 São Paulo SP Tel. (11) 3232-4500 Fax (11) 3232-4550 E-mail: abigraf@abigraf.org.br Home page: www.abigraf.org.br Presidente da Abigraf Nacional: Levi Ceregato Presidente da Abigraf Regional SP: Sidney Anversa Victor Gerente Geral: Wagner J. Silva Conselho Editorial: Denise Monteiro, Eduardo Franco, Fábio Gabriel, Felipe Salles Ferreira, Igor Archipovas, Ismael Guarnelli, João Scortecci, Plinio Gramani Filho, Tânia Galluzzi e Wagner J. Silva Elaboração: Gramani Editora Eireli Av. São Gabriel, 201, 3º andar, conj. 305 01435-001 São Paulo SP Administração, Redação e Publicidade: Tel. (11) 3159-3010 E-mail: editoracg@gmail.com Diretor Responsável: Plinio Gramani Filho Redação: Tânia Galluzzi (MTb 26.897), Denise Góes e Ricardo Viveiros Colaboradores: Dieter Brandt e Hamilton Terni Costa Edição de Arte: Cesar Mangiacavalli Produção: Otávio Augusto Torres Editoração Eletrônica: Studio52 Impressão e acabamento: Nywgraf Capa: laminação, reserva de verniz e hot stamping com relevo (fitas MP do Brasil): Greenpacking Assinatura anual (6 edições): R$ 60,00 Exemplar avulso: R$ 12,00 (11) 3159-3010 editoracg@gmail.com

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Sertão, xilogravura, 48 × 66 cm, 1994

REVISTA ABIGRAF

J. Borges, poeta e gravurista do cordel

Aclamado no Brasil e no exterior, J. Borges deu vida à literatura de cordel e encantou o mundo. Sua arte tem força, qualidade e encantamento. Seus textos são a realidade e o sonho do povo.

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Realizada há 27 anos, a feira ocupará dois pavilhões do Expo Center Norte. O evento deve receber 30 mil visitantes, que poderão conferir as novidades e produtos de 600 marcas.

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Momento de responsabilidade

Zeina Latif, economista-chefe da XP Investimentos, frisa o papel fundamental da reforma da Previdência na estabilização das contas públicas para a recuperação da economia.

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Apoio Institucional

Associação dos Agentes de Fornecedores de Equipamentos e Insumos para a Indústria Gráfica

#Scortecci35 4

FUNDADA EM 1965

Membro fundador da Confederação Latino-Americana da Indústria Gráfica (Conlatingraf)

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maio /junho 2017

Grupo editorial criado por João Scortecci comemora 35 anos de atuação lançando duas plataformas que objetivam facilitar o trabalho de escritores, editoras e distribuidoras.


Theobaldo de Nigris renovada

Em entrevista à Revista Abigraf, Elcio de Sousa fala sobre a integração das quatro escolas gráficas de São Paulo e das mudanças, estruturais e curriculares, em curso na Theobaldo de Nigris.

O analógico é pop

A partir da análise do livro A Revanche do Analógico, o consultor Hamilton Costa encoraja o setor a combinar o melhor dos dois mundos, investindo em aplicações, incorporando o digital em sua oferta de serviços.

As oportunidades da Realidade Aumentada

Tecnologia baseada em códigos bidimensionais amplia as possibilidades de sinergia do mundo impresso com o virtual e vem sendo usada nos segmentos editorial, promocional e de embalagem.

Gráfico, homem de vendas e empresário

Antonio Dalama conta sua trajetória de 49 anos dedicados à indústria de impressão e como trouxe e construiu, ao lado da família, a marca Rotatek no Brasil.

A São Paulo de cada um

O ato de caminhar é o mote. Ou seria o apego pela capital paulista a origem de tudo? Não importa. O que interessa é o olhar fotográfico de Inês Bonduki para uma cidade que poucos conhecem verdadeiramente.

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ARTE & INDÚS TRIA GRÁFICA • ANO XLII • MA IO/JUNHO

ELCIO DE SOUZA FALA SOBRE OS PLANO DAS ESCOLAS SENAI S

CONHEÇA OS LANÇA E NOVIDADES DOS MENTOS EXPOSITORES DA SERIGRAFIA SIGN

2 0 1 7 • Nº 2 8 9

REALIDADE AUME INTERAÇÃO ENTRE NTADA O CONTEÚDO IMPRESSO E O DIGITAL

Capa: Os Boladeiros, xilogravura, 48 × 66 cm, 1999 Autor: J. Borges

Editorial/Levi Ceregato........................................6

Interpack 2018 ................................................48

Rotativa .............................................................8

Sustentabilidade/Braskem ................................50

Feira ExpoPrint 2018........................................24

Arconvert/Fedrigoni ..........................................52

Pesquisa Fipe ..................................................36

Sistema Abigraf ...............................................64

Bobst/Competence Center ................................42

Há 30 anos ......................................................65

Congresso Internacional de Tecnologia Gráfica ...44

Mensagem/Ricardo Coube................................66 maio /junho 2017

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EDITORIAL

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Força motriz

Mais uma vez nos encontramos aqui, caro leitor. Minha estamos assistindo ao nascedouro de novos parâmetros posição neste espaço é um tanto solitária. Falo para na política nacional. Temos de sair do fatalismo e um interlocutor que não sei da autocomiseração, unindo exatamente quem é. Tenho flexibilidade e perseverança para minhas ideias. Imagino que atravessar da melhor forma essa você seja um empresário fase. Vivemos um momento de Vivemos um momento ou empresária que luta oportunidades para superação de oportunidades das adversidades políticas, diariamente pela sobrevivência para superação das econômicas e sociais. Para isso de sua empresa, ou mesmo adversidades políticas, é necessário que tenhamos uma um executivo cheio de metas econômicas e sociais. super ação em nossas empresas. a cumprir. Talvez um homem Para isso é necessário que Os problemas econômicos de vendas de algum de nossos serão superados, e sinais muitos fornecedores. Pode tenhamos uma super ação tênues de que isso começa a ser uma vendedora de uma em nossas empresas. acontecer surgem aqui e acolá. gráfica, quem sabe um gerente O que não podemos é deixar industrial. Muitas faces de um escapar a chance de emergirmos mesmo segmento industrial melhor desse oceano de turbulências. que eu como dirigente setorial luto para ver pujante. E por isso quero ocupar esse espaço chamando-o à lceregato@abigraf.org.br responsabilidade. Esta edição traz um ótimo artigo da Zeina Latif, economista-chefe da XP Investimentos e consultora do Departamento de Estudos Econômicos da Abigraf. Ela expõe a própria dificuldade em fazer previsões no momento atual, em que respiramos aos sobressaltos, surpreendidos diariamente por novas e, via de regra, desagradáveis descobertas. Zeina pontua que o momento é de responsabilidade. Para ela, e compartilho de tal sentimento, será um erro histórico se a sociedade não construir o cenário para que as reformas aconteçam. “A reforma da Previdência é a espinha dorsal do ajuste fiscal”, escreve a economista. Nosso poder de ação é limitado, eu sei, mas temos Presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica de acreditar que mudanças são possíveis. Vivemo-las (Abigraf Nacional) e do Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo (Sindigraf-SP) todos os dias em nosso mercado. É preciso crer que

Levi Ceregato

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HPE – High Power Equipment instala-se no Brasil

Fabricante de transformadores

Resenhas literárias ganham revista impressa Começou a circular em maio,

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com tiragem inicial de 35 mil exemplares, a revista Quatro Cinco Um, publicação de 40 pá­ ginas editada por Paulo Wer­ neck e Fernanda Dia mant, voltada especialmente para re­ senhas e indicações de livros. Segundo os editores, ela foi pensada nos moldes das in­ fluentes London Review of Books e The New York Review of Books. A revista chega num momen­ to importante, em que tanto se fala na redução do interesse pela leitura, para preencher um vazio na mídia impressa nacio­ nal. Além de divulgar e incen­ tivar o hábito da convivência com a literatura, a ideia é tra­ zer os debates relevantes para a sociedade, mas sempre atra­ vés do livro. Pensando também naqueles que têm que ser cul­ tivados e atraídos para a lei­ tura. “Como dizermos para as crianças que ler é importante, REVISTA ABIGR AF

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se o ambiente em torno da lei­ tura se deteriora? Por isso, pro­ curamos fazer uma revista que trate bem quem já é leitor. Por­ que é ele que forma os futuros leitores”, explica Werneck. O título chama a atenção e desperta curiosidade. Ele é uma referência a Fahrenheit 451, ro­ mance de Ray Bradbury, em cuja trama livros são incinerados por serem considerados elementos de desarmonia social. Durante os seis primeiros meses a publicação está sendo distribuída, encartada, aos as­ sinantes da revista Piauí, e tam­ bém é vendida em bancas sele­ cionadas e livrarias. O exemplar avulso custa R$ 17 e a assinatu­ ra anual, R$ 136. Para menores de 26 anos, o valor é de R$ 100. Há ainda uma modalidade es­ pecial, de “assinante entusiasta”, ao custo de R$ 250. http://piaui.folha.uol.com.br/ quatrocincoum/

eletrônicos, ballast e converso­ res para lâmpadas UV, com sede em Calco, província de Lecco (Itá­ lia), a HPE instalou sua divisão HPE Brasil UV/Led Engineering no se­ gundo semestre do ano passado em Curitiba (PR), para atender o mercado brasileiro. Líder mundial na gestão de lâmpadas ultravio­ leta, a empresa oferece uma pro­ posta para aumentar a eficiência nos processos industriais que uti­ lizam a radiação UV nas mais di­ versas aplicações, seja para a cura de super fícies na indústria gráfica e moveleira, como também em processos de desinfecção de ar e água. São produtos concebidos para operar em condições extre­ mas e em ambientes agressivos,

assegurando ní­ veis elevados de resiliência e re­ sistência. A utilização de alimen­ tadores eletrônicos de lâmpadas UV HPE possibilitam um controle e confiabilidade do processo mais aprimorado frente aos atuais ali­ mentadores utilizados na indús­ tria, como também pelo seu fa­ tor de potência constante, o que garante uma redução significati­ va no consumo de energia e do custo operacional das máquinas que utilizam radiação UV. A em­ presa investe em pesquisa e de­ senvolvimento no campo da física de plasmas e de design eletrôni­ co de alta potência e dispositivos de alta tensão. www.hpe-power.it/pt

Adecol lança linha de metaloceno para embalagens Nova linha de adesivos à base de polímeros de metaloceno foi lan­ çada pela Adecol para atender a crescente demanda da indústria de embalagens por soluções de qualidade que resolvam suas ne­ cessidades de colagem a um cus­ to competitivo. Os adesivos me­ taloceno com coloração branca CQ ­400 e CQ ­4162 prometem alto rendimento na aplicação e resis­ tência à oxidação, com um custo até 10% menor que as opções de metaloceno existentes no merca­ do. “O grande atrativo destes dois produtos é sem dúvida o custo re­ duzido para as propriedades que oferecem. Ambos cumprem per­ feitamente o objetivo de cola­ gem de embalagens, sejam cai­ xas, cartuchos duplex e tríplex, com ou sem tratamento”, revela Alexandre Kiss Segundo, diretor comercial da Adecol.

Os adesivos CQ ­4400 e CQ ­4162 podem estimular empresas que utilizam a tecnologia de resinas como a espuma vinílica acetinada (EVA) a experimentarem os bene­ fícios do metaloceno. “Os adesi­ vos à base de polímeros de me­ taloceno oferecem densidades menores que os adesivos EVA e por isso geram um ganho de cer­ ca de 15% em seu volume em relação ao peso quando com­ parados aos adesivos EVA . Ago­ ra, além disso e da capacidade de colagem, temos um estímulo de preço, já que temos um pro­ duto su pe rior com custo mais acessível”, ressalta Kiss. A nova linha de metaloce­ no da Adecol para embalagens será comercializada em sacarias de 10 e 25 kg e está disponível para exportação. www.adecol.com.br


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Agfa apresenta nova chapa livre de produtos químicos Desde que a Agfa Graphics lan­ çou em 2011 a chapa offset vio­ le­ta livre de produtos químicos N94‑VCF houve um crescente in­ teresse por parte de seus clien­ tes do setor de jornais e hoje 70% deles a utilizam. Agora, ele­ vando a tecnologia de chapas sem produtos químicos a um outro patamar, a fabricante in­ troduz a N95 ‑VCF, uma “chapa universal” que dará aos impres­ sores de jornais a flexibilidade e

Cooperação entre Basf e HP Indigo E

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stá sendo praticado um pro­ jeto de colaboração estratégi­ ca entre a Basf e a HP Indigo vi­ sando ao desenvolvimento de soluções em adesivos à base de água para embalagens flexíveis. REVISTA ABIGR AF  maio /junho 2017

a simplicidade ne­ces­sá­rias para superar os de­s a­fios atuais. As novas chapas N95‑VCF possibili­ tam tiragens muito maiores, até 300 mil folhas, dependendo das condições da impressora; e su­ porte à impressão com tintas UV, que permite maior flexibilida­ de na sala de impressão em tra­ balhos (semi) comerciais e em aplicações específicas. www.agfagraphics.com/ global/pt_br.html

A expansão da impressão digi­ tal da HP Indigo para embala­ gens flexíveis exigiu, dentro des­ se acordo, a validação de vá­rios adesivos da Basf adequados ao sistema HP Indigo Electroink, um processo de impressão digital rá­ pido e flexível. Para tanto, a Basf desenvolveu vá­rias soluções de laminação específicas para im­ pressão digital, incluindo adesi­ vos para laminação seca destina­ dos a embalagens de alimentos. “Recentemente, desenvolvemos

IDC Brasil confirma liderança da Konica Minolta

evantamento rea­li­za­do pela IDC Brasil (In­ter­na­tio­nal Data Cor­po­ra­ tion Pesquisa de Mercado e Con­ sultoria), válido para o ano de 2016, apontou a Konica Minolta Business So­lu­tions do Brasil como líder de mercado no segmento de impressão digital de produ­ ção (pro­duc­tion print). De acor­ do com o estudo IDC Brazil Pro­ duc­tion HCP Tracker 2016 Q4, a empresa deteve a liderança em unidades co­mer­cia­li­za­das no seg­ mento no pe­río­d o, e também em aplicações de produção com equipamentos coloridos. Mesmo enfrentando o pe­río­ do de instabilidade econômica no País, a Konica Minolta regis­ trou um crescimento de 9% no mercado de pro­duc­tion print, ex­ pandindo sua participação de adesivos inovadores à base de água, com alta performance para tintas digitais: o Epotal DP3820X e o Basonat LR9056 . Em com­ binação com o HP Indigo Pack ­R eady Coa­t ing, estes adesivos permitem a produção de em­ balagens de sachês com melhor qualidade de laminação”, explica Axel Weiss, gerente de mar­ke­ ting de dispersões para adesivos industriais da Basf na Europa. Para a laminação de embala­ gens flexíveis, os sistemas Epotal

27% em 2015, para 36% em 2016. No segmento “cor” do mesmo mercado, a empresa manteve-​­se à frente dos demais fabricantes pelo segundo ano consecutivo, aumentando a sua participação para 46%, um salto de 15 pontos percentuais de 2015 para 2016. Em março deste ano, durante a ExpoPrint Digital, a Konica Minolta ampliou sua linha de equipamen­ tos de impressão digital colorida no País com o lançamento da Ac­ cu­rioP­ress C2700P, que conta com velocidade de 71 páginas/minuto e resolução de 1.200 × 1.200 dpi. No mesmo evento, apresentou o espectrodensitômetro FD -​­5BT, que oferece suporte ao modo de ilu­ minação M1 (D50), recomendado pela ISO 13655. www.konicaminolta.com.br

de adesivos à base de água da Basf representam uma alternati­ va am­bien­tal­men­te compatível e economicamente vantajosa com relação aos adesivos convencio­ nais à base de solventes e sem solventes. Segundo a fabricante, além de uma menor pegada de carbono, os sistemas de lamina­ ção Epotal pro­por­cio­nam maior flexibilidade e etapas de produ­ ção mais rápidas devido ao seu design exclusivo de polímero. www.basf.com.br


Cigraf recebe Abro e Abiea Desde o início do ano o condomínio Cigraf, sede da Abigraf Nacional e Regional São Paulo, bem como do Sindigraf-SP, abriga duas entidades diretamente ligadas à indústria gráfica. No prédio da Rua do Paraíso funcionam agora também a Abro, Associação Brasileira de Empresas com Rotativa Offset, e a Abiea, Associação Brasileira das Indústrias de Etiquetas Adesivas. “Buscamos mais sinergia e efetividade nas ações da Abro naquilo que é convergente e complementar aos interesses dos associados da Abigraf. Como boa parte de nossos associados paulistas é também da Abigraf-SP e do Sindigraf-SP, há muitos assuntos comuns que podem ser discu-

Carlos Jacomine, Abro

Umberto Giannobile, Abiea

tidos em diversos fóruns, incluindo a Abigraf Nacional”, afirmou Carlos Jacomine, presidente da Abro. A mudança favorece igual-

mente as atividades do Grupo Empresarial de Rotativas Offset, criado no âmbito da Abigraf-SP, do qual Jacomine é coordenador.

“Também temos como objetivo reforçar a participação da Abro nas discussões que envolvem interesses nacionais, políticos e jurídicos, cujas discussões ocorrem no âmbito da Abigraf Nacional”, completou o executivo. Na mesma linha, Umberto Giannobile, presidente da Abiea, afirmou em carta enviada aos associados que a transferência para o Cigraf fortalece a aliança junto às entidades representativas da indústria gráfica paulista e nacional. “Com isso passaremos a atuar mais fortemente junto às esferas governamentais, instituições ligadas à indústria, entidades setoriais e sociedade, ampliando de forma significativa nossa interlocução com diversos públicos.”

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Troca de conhecimento entre gerações na Henkel

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Plataforma integrada para marketing e embalagens P

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rocesso totalmente integra­ do de ge ren ciamento de tra­ balhos de marketing e de em­ balagem foi lançado em junho, em todo o mundo, inclusive no Brasil, pela Esko e Media Bea­ con. A solução possibilita que as marcas e os profissionais de marketing entreguem conteú­ dos digitais e sociais e atendam as necessidades dos consumi­ dores em relação às embala­ gens. A nova plataforma ajuda os brand owners no complexo processo de cria ção, aprova­ ção e implementação entre os vários departamentos e locais. “Para garantir experiências po­ sitivas com a marca, os brand owners precisam simplificar os processos e garantir transparên­ cia e credibilidade para todos os departamentos. Hoje as marcas REVISTA ABIGR AF

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querem entregar um conteúdo consistente nos canais de conta­ to, físico e digital, com o consu­ midor”, afirma o presidente da Esko, Udo Panenka. Esta nova solução para as in­ dústrias de bens de consumo, varejo, vestuário, mídia e entre­ tenimento, setor público e ser­ viços financeiros, foi desenvolvi­ da graças à aquisição da Media Beacon pela Esko há dois anos. Para os idealizado res do software, o grande di fe ren cial da plataforma é a integração de um sistema superior de gerencia­ mento digital, com um projeto poderoso e um sistema de ge­ renciamento de fluxo de traba­ lho, assegurando total suporte à área de embalagem. www.esko.com www.mediabeacon.com

rograma intitulado “Mento­ ria Reversa” foi implementado pela Henkel em 17 países onde a multinacional alemã atua, in­ clusive o Brasil, para incentivar a troca de conhecimento en­ tre gerações. A ação conta com 380 colaboradores e proporcio­ na ao profissional experiente, que normalmente exerce o pa­ pel de mentor habituado a pas­ sar orientações aos mais novos, assumir um papel inverso e re­ ceber conselhos de jovens ta­ lentos sobre tecnologia. O obje­ tivo é familiarizar os executivos com as novas ferramentas digi­ tais, utilizando­ as e desenvol­ vendo ideias inovadoras dentro

do meio corporativo. O progra­ ma rompe barreiras hierárqui­ cas e estimula a interação entre gerações, proporcionando uma rica troca de experiências e co­ nhecimentos. “Essa interação é muito positiva para a compa­ nhia. Além de promover o co­ nhecimento em ferramentas di­ gitais tão essenciais hoje em dia, a iniciativa aproxima as lideran­ ças de profissionais em início de carreira de uma forma dife­ rente, sem hierarquias, aprovei­ tando o que cada geração tem de melhor”, comenta Valeria Gladsztein, diretora de recursos humanos da Henkel. www.henkel.com

Fusão entre Dow Chemical e DuPont aprovada pelo Cade

Sob a exigência de acordo para

que ambas as partes promovam uma série de desinvestimentos em várias partes do mundo, ne­ gociados com órgãos de defesa da concorrência de diversos paí­ ses e do Brasil, o Conselho Admi­ nistrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou no dia 17 de maio a fusão global entre a Dow Chemi­ cal e a DuPont. No início de maio, a Superintendência Geral do Cade já havia se manifestado favoravel­ mente à fusão, relacionando na ocasião os desinvestimentos que

deveriam ser cumpridos. Um de­ les, no Brasil, diz respeito aos ati­ vos na área de sementes de milho da Dow Agros cien ces, preven­ do a transferência de cotas em banco de germoplasma e cen­ tros de pesquisa. Outro, relacio­ na­ se aos ativos globais da Du­ Pont em defensivos agrícolas, incluindo linhas de produtos e propriedade intelectual. A previsão é de que a fusão entre as duas gigantes mundiais esteja totalmente concluída até o início de setembro.


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ENTREVISTA Texto e fotos: Tânia Galluzzi

Elcio de Sousa

“Queremos ser um centro de tecnologia”

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m setembro do ano passado, a direção do principal organismo de formação na área gráfica do País, a Escola Senai Theobaldo De Nigris, mudou de mãos. Ma noel Manteigas de Oliveira, que dirigiu a escola nos últimos 20 anos, aposentou-se, e para o seu lugar foi escolhido Elcio de Sousa. Formado na Theobaldo em 1983, Elcio começou sua carreira na escola em 1988 como instrutor. Foi

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responsável pelos projetos das escolas Senai em Bauru e Barueri, sendo que desta última assumiu a direção desde o início das operações, em 2009. Nesta entrevista, Elcio fala da integração das quatro escolas gráficas do Estado de São Paulo — Theobaldo De Nigris e Fundação Zerrenner, ambas na capital paulista, João Martins Coube, em Bauru, e José Ephim Mindlin, em Barueri — e dos projetos para a Theobaldo De Nigris.


Qual é a previsão para o término das obras na Escola Theobaldo De Nigris? As obras começaram em 2008 e sofreram um atraso significativo principalmente por falta de continuidade das construtoras. Para aquela que está finalizando o trabalho agora o prazo de conclusão foi estipulado em 28 de maio, com três meses de acréscimo em função do atraso na liberação de modificações solicitadas pelo próprio Senai.

reforma especial por conta do incêndio de 2013, que já foi concluída. Estamos também negociando com a EFI para que a empresa ocupe o mesmo espaço da Esko, agregando a impressão em grande formato à grade do novo curso de Comunicação Visual. O aluno poderá elaborar o projeto de uma embalagem, imprimir o trabalho e fazer os cortes nas plotters. A serigrafia fará igualmente parte desse núcleo.

Algum outro projeto está sendo implementado Acreditamos que as necessidades da escola nesses aproveitando o fato de o senhor ser o diretor de nove anos mudaram. O que foi alterado? duas escolas? Essa prorrogação de três meses faz parte da re- Estamos procurando nos aproximar mais das visão que foi promovida depois que eu assumi. indústrias, inclusive para que as ações futuFiz um rear ranjo na pré-impressão e estamos ras sejam mais assertivas. Essa aproximação preparando o espaço para vem a calhar com a eso novo curso, Técnico em tratégia de descentraliComu n ic aç ão V i su a l. zação da formação com Como ele será abrangena criação do Núcleo GráESTAMOS PREPARANDO O te, envolvendo não só a fico São Paulo, unindo as ESPAÇO PARA O NOVO CURSO, mídia impressa, exigindo quatro escolas, permitinTÉCNICO EM COMUNICAÇÃO estrutura para filmagem, do ampliar o contato com VISUAL. COMO ELE SERÁ fotografia e web, o curso outras regiões e estados. ABRANGENTE, ENVOLVENDO ficará incorporado à área A integração visa também de pré- impressão. Ima otimizar a comunicação NÃO SÓ A MÍDIA IMPRESSA, plantaremos também em das ações comuns. PosEXIGINDO ESTRUTURA PARA 2018 o novo curso Técniso, por exemplo, divulgar FILMAGEM, FOTOGRAFIA E co em Processos Gráficos, um determinado curso e WEB, FICARÁ INCORPORADO que dará uma formação dar ao interessado a opÀ ÁREA DE PRÉ-IMPRESSÃO global e maior flexibilição de escolher onde desedade de atuação dentro ja fazê-lo. Outro objetivo da indústria. Além disso, é discutir conjuntamente a reforma está preparannovos conteúdos, o que já do a escola para acomodar os novos centros de está acontecendo com o curso de Comunicação treinamento da Canon, na área de impressão Visual. Para esse projeto estamos convidando digital, e da Esko, para projetos de embalagem. empresas, sindicatos, associações e instrutores das demais escolas, possibilitando que o treiComo será a integração desses centros de treina- namento seja aplicado em qualquer escola da mento com os alunos da TDN? nossa rede. Em 2018 as grades das quatro escoTodas as parcerias sempre visam a complemen- las estarão alinhadas. Outra possibilidade é a tar e agregar valor à grade curricular dos cursos oferta dos cursos de pós-graduação nas demais de aprendizagem, técnicos e superior. O objeti- unidades conforme a demanda regional. vo é o aluno ter contato com as novas tecnologias. Os espaços serão usado pelas equipes da Como a aproximação com a indústria está Canon e da Esko em conjunto com a do Senai. sendo articulada? Estamos intensificando a atuação do nosso E a parceria com a Heidelberg, continua? coordenador de relacionamento com o mercaNo segundo semestre voltaremos a receber do, ampliando as visitas às empresas. As visitas equipamentos. O  espaço Heidelberg, onde estão sendo feitas também pela equipe de técfuncionava a Print Media Academy, teve uma nicos e instrutores. A meta é entender as atuais

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demandas e permitir que o instrutor visua lize o que está acontecendo de novo nas empresas e incorpore as novidades às suas aulas.

próximos anos inclui ainda a inter naciona lização das nossas faculdades. A Escola Senai Horácio Augusto da Silveira, na Barra Funda, voltada para a área de alimentos, é a primeira a particiQuantos anos alunos estão par desse projeto em confrequentando os cursos na junto com a Universidaárea gráfica na Theobalde de Haia, na Holanda. do De Nigris e nas demais Esse projeto-piloto vai se ESTAMOS PROCURANDO escolas neste ano? estender e estamos estuNOS APROXIMAR MAIS DAS dando qual será a nossa Contamos com 1.286 aluINDÚSTRIAS, INCLUSIVE parceria na área gráfica. nos matriculados em curPARA QUE AS AÇÕES FUTURAS O objetivo é a troca de exsos de aprendizagem, SEJAM MAIS ASSERTIVAS. periência entre as facultécnico, graduação e pósdades, o que nos ajudará graduação, sendo 300 em ESSA APROXIMAÇÃO VEM A também na implantação Barueri, 133 em Bauru, 115 CALHAR COM A ESTRATÉGIA de uma estrutura mais na Fundação Zerrener e DE DESCENTRALIZAÇÃO complexa de laboratórios 738 alunos na Theobaldo. DA FORMAÇÃO COM A para certificação e incenCRIAÇÃO DO NÚCLEO tivo à pesquisa, aumenHá outros projetos a médio GRÁFICO SÃO PAULO, UNINDO tando o leque de produe longo prazos? tos das escolas. Na área Fomos escolhidos pela adAS QUATRO ESCOLAS, gráfica poderemos, por ministração central do SePERMITINDO AMPLIAR O exemplo, ampliar os ennai para implantar a pósCONTATO COM OUTRAS saios em papéis e tintas, graduação na modalidade REGIÕES E ESTADOS permitindo às empresas de ensino a distância, utilizarem a escola em EAD. O curso, chamado suas pesquisas. Que reInovação e Competitividade Industrial, está em fase de aprovação pelo mos ser enxergados não só como formadores de mão de obra básica, mas também como um MEC e devemos começar a oferecê-lo em fevereiro de 2018. O projeto do Senai- SP para os centro de tecnologia na área gráfica.

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ARTE

J. Borges

Muito além do simples cordel

O

romanceiro popular chegou ao Brasil no século XVI, trazido por imigrantes portugueses e es­pa­nhóis. Seja prosa ou poe­sia, cantada ao som da vio­la ou em gravura impressa, o que conhecemos por “literatura de cordel” nasce de um desafio entre pes­soas simples, com pouca educação formal. Gente que demonstra inteligência, cria­t i­v i­d a­de, talento para, com invulgar habilidade e presença 2 de espírito, contar his­tó­r ias que misturam rea ­l i­d a­de e ficção. Em Portugal, o cordel se chama “folhas volantes”. Na Espanha, “plie­gos suel­tos”. No Brasil, o nome deve-​­se ao fato de que, depois de impressas de maneira rudimentar, as folhas de papel eram penduradas para secar em uma espécie de varal. Com isso, passaram a ser vendidas ali mesmo. Nos demais paí­s es da América Latina, o nome mais comum encontrado para esse fenômeno, quando apenas musical, é “corrido”. Mas, seja aon­de for, com qualquer nome, a verdade está no sucesso que alcançam esses folhetins. O cordel registra fatos históricos, políticos, tra­gé­d ias populares, atos de he­roís­mo, lendas

urbanas e rurais, enaltece ou destrói personagens reais e fic­tí­cios, aborda o fantástico e o re­ li­g io­so. Sua temática trata com linguagem simples e direta os três tempos da vida (passado, presente e futuro) e propõe refletir de modo divertido. Há casos, até mesmo, de grandes romances recontados pela literatura de cordel. Autores clássicos como Antônio José da Silva e Gil Vicente, tiveram algumas de suas obras editadas assim. Como também outros escritores, no caminho inverso, buscaram inspiração nessa literatura popular: João Cabral de Melo Neto, Guimarães Rosa, José Lins do Rêgo. A Re­g ião Nordeste do Brasil criou seu próprio estilo de literatura de cordel, po­si­cio­nan­do-​­se como grande fonte de excelência no gênero. Produzidos em prensas caseiras em Pernambuco, Cea­rá, Pa­raí­ba e Bahia, mais tarde na Re­g ião Sudeste, para atender à presença maciça de migrantes nordestinos surgiram edições sofisticadas, feitas em gráficas com tecnologia de ponta. A co­mer­c ia ­l i­z a­ç ão dos livretos é feita em feiras, praças, mercados, bancas de jornais e, hoje em dia, também em li­v ra­r ias e lojas de artesanato.

Os leitores vão conhecer / uma história exemplar, / nela é fácil de entender / em como se transformar / de vítima do sofrer / em mestre do xilografar. Ricardo Viveiros (ABCA-AICA) 3

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1 ( página ao lado) O Cordelista na Feira, 48 × 66 cm, 2001 2 L ampião e Maria Bonita, 48 × 66 cm, 1980 3 Paisagem do Agreste, 48 × 66 cm, 2009 4 A Vida no Sertão, 48 × 66 cm, 1997

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ENTRE A FOICE E O FORMÃO

5 A Farinhada, 48 × 66 cm, 1978 6 Briga da Onça com a Serpente, 48 × 66 cm, 1986 7 Sertão, 48 × 66 cm, 1994

A técnica mais praticada é a da xilogravura, pela facilidade em se encontrar madeira adequada como, por exemplo, a casca de cajá, o cedro ou o pinheiro, que permitem entalhar com um simples canivete, faca ou formão. Há quem escreva e desenhe, ou duplas formadas para tanto. É uma fusão perfeita entre texto e imagem. Entre centenas de escritores e artistas do cordel e da gravura no Brasil, destaca-​­se José Francisco Borges. Conhecido como J. Borges, nascido em 20 de dezembro de 1935, em Bezerros (PE). Desde bem menino trabalhou como agricultor ao lado dos pais, Joaquim e Maria. “Com

medo de limpar cana nos engenhos, porque corta e arde de noite, é que aprendi a fazer arte”, conta. Foi assim que, aos 12 anos, depois de sofrer no cultivo canavieiro desde os oito anos, J.Borges começou a fazer cestos e balaios para vender. Estudou apenas alguns meses, aprendeu a ler, a escrever e a fazer as quatro operações matemáticas. Sempre que podia buscava literatura de cordel, encantou-​­se com “Pavão Mis­ te­r io­so” — lia e relia, lia e relia sem cansar-​­se. Trabalhou também como pedreiro, carpinteiro, oleiro e pintor. Fez brinquedos de madeira e vendeu. Comprou folhetins e vendeu. Até jogo do bicho ele também vendeu. E foi sem aprender com ninguém, sem nunca ter visto fazer uma só xilogravura que J. Borges pegou uma folha de madeira bem plana, lixou, riscou, entalhou e imprimiu. E fez sucesso. Dai em dian­te, tornou-​­se um artista que trabalha feliz, divertindo-​­se com o que faz para viver. 6

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MESTRE DA XILOGRAVURA

J. Borges mereceu elo­g ios e incentivos que con­ tri­buí­ram para a evolução de sua carreira. Entre os quais do poe­ta Antônio Ferreira da Silva; do dramaturgo Aria­no Suas­su­na, que o apontou como o “melhor gravurista do Brasil”; do marchand, desenhista e pintor ita­lia­no Giuseppe Baccaro; do suí­ço Pablo Stahli-​­Couto, que o levou a Europa, em 1972, para a primeira exposição in­ter­na­cio­nal em Zurique (Suí­ça); e dos jornais Le Monde (França) e The New York Times (EUA). Assim tornou-​­se o xilogravurista brasileiro mais conhecido e respeitado em todo o mundo. Fez capas de discos e livros, sua arte ilustrou a abertura da telenovela “Roque Santeiro”, de Dias Gomes, apresentada pela TV Globo. 

20 REVISTA ABIGR AF  maio /junho 2017


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Expôs em vá­r ios paí­ses da Europa e das Américas. A Editora da Universidade de Brasília (UnB) lançou, em 2006, o livro “J. Borges por J. Borges – Gravura e Cordel do Brasil”, obra re­fe­ren­cial sobre o mestre pernambucano. Condecorado pelo governo do Brasil (MinC) e pela Unesco, foi escolhido, com mais 12 artistas de todo o mundo, para ilustrar o calendário ­anual da ONU (2002). Em sua cidade natal, foi cria­do o Me­mo­r ial J. Borges — uma espécie de museu que reú­ne objetos ­pessoais, documentos, fotos e boa parte de sua obra. Este ano, no Centro Cultural da Caixa Econômica Federal (CEF), em São Paulo, aconteceu a exposição que comemorou os 80 anos do artista, “J. Borges – Patrimônio Vivo de Pernambuco”. São centenas de

 8 A Vida na Floresta, 48 × 66 cm, 2001  9 O Monstro do Sertão, 48 × 66 cm, 1981 10 A Noite do Sarau, 48 × 66 cm, 2011

As imagens reproduzidas nesta edição da Revista Abigraf fazem parte do acervo do Memorial J. Borges & Museu de Xilogravura de Bezerros

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J.BORGES jborgesbrasil.blogspot.com.br/

REVISTA ISSN 010 3•572

A GRÁFIC A • ANO X LII • MAIO /JUN

X

HO 2017 • Nº 2 8 9

REVISTA ABIGRA F

289 MAIO/J UNHO

2017

ARTE & IN DÚSTRI

ELCIO DE SOUZ A FALA SOBR E OS DAS ESCOLAS PLANOS SENAI

CONHEÇA OS E NOVIDADES LANÇAMENTOS DA SERIGRAF DOS EXPOSITORES IA SIGN

REALIDAD E AUMENTA DA INTERAÇÃO ENTRE O CONT IMPRESSO EÚDO E O DIGITAL

Capa

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Os Boiadeiros, 48 × 66 cm, 1999 REVISTA ABIGR AF  maio /junho 2017

matrizes gravadas e milhares de exemplares impressos em uma longa carreira. Sua arte, na qual se fazem presentes alguns personagens mais constantes, como mulheres (“não há arte sem elas”, afirma), de­mô­nios e cobras, tem força, qualidade e encantamento. Seus textos são a rea­li­d a­de e o sonho do povo. Por isso, pela mais absoluta simplicidade, passam emoção e encantam a todos.


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FEIRA

ExpoPrint 2018 deve receber entre 45 e 50 mil visitantes A maior feira da indústria da impressão na América Latina será realizada em março de 2018 englobando toda a cadeia de produção do impresso nos mais variados segmentos. utomação de processos, webto-print, impressão digital e soluções além do papel. Esses deverão ser os destaques tecnológicos da ExpoPrint Latin America 2018 na opinião de Eduardo Sousa, presidente da entidade promotora da feira, a Afeigraf. A mostra, que será rea lizada em São Paulo de 20 a 24 de março de 2018, já está com 70% de seu espaço ocupado, considerando também a área da ConverExpo, evento do setor de conversão de rótulos e embalagens promovido pela Abflexo/FTA-Brasil, que pela primeira vez acontecerá paralelamente à ExpoPrint.

Em sua quarta edição, a mostra, considerada a maior da América Latina e uma das mais importantes do mundo, enfrentará o desafio de ter como pano de fundo a pior crise econômica vivida pelo País. Em 2014 os jornais já estampavam o desaquecimento da atividade econômica e mesmo assim a ExpoPrint acumulou resultados positivos, com um movimento 37% superior à edição anterior, gerando negócios da ordem de US$ 400 milhões. E Eduardo Sousa aposta em crescimento do PIB em 2018. “Estamos otimistas. Há uma demanda reprimida pela crise e enxergamos que a feira será realizada em um momento favorável para uma retomada dos investimentos em bens de capital e tecnologia.” A expectativa é receber um público similar ao de 2014, entre 45 e 50 mil profissionais, com elevação de visitantes internacionais. Naquele ano, 48.866 pessoas estiveram no Expo Center Norte, em São Paulo, dos quais 4.082 estrangeiros. O número de expositores, 300, também deve se repetir.

Apesar do fácil acesso à informação sobre produtos e novas tecnologias proporcionado pela internet, o executivo ressalta os benefícios de estar presente em eventos como a ExpoPrint. Para os visitantes, visua li zar tendências e identificar oportunidades, conhecer as novas soluções e negociar condições especiais para aquisição de equipamentos. Para os expositores, encontrar em um curto espaço de tempo os principais tomadores de decisão e fechar pedidos no ato, apresentar novos produtos e serviços, criar um ambiente propício para revendedores e representantes, além de reforçar a imagem da marca ou estabelecer uma nova imagem. “Uma feira de negócios ajuda a fortalecer o mercado e a aumentar a lucratividade, sem falar no incremento nos relacionamentos.” Até a mostra, a Afeigraf e a APS Feiras & Eventos, responsável pela organização e promoção da ExpoPrint 2018, devem intensificar a divulgação, marcando presença na mídia do setor e nas redes socais e por meio da participação nos eventos da indústria de impressão pela América Latina. EXPOPRINT LATIN AMERICA 2018 / CONVEREXPO LATIN AMERICA 2018 20 a 24 de março de 2018 Expo Center Norte – Pavilhões Azul e Branco Terça a sexta, das 13h às 20h – Sábado, das 10h às 17h Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme São Paulo, SP www.expoprint.com.br

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COMUNICAÇÃO VISUAL

Oportunidade para diversificar

Entre os dias 12 e 15 de julho será realizada no Expo Center Norte, em São Paulo, a 27ª edição da Serigrafia Sign FutureTextil. O evento reunirá 600 marcas.

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lém do público que já atua na área de serigrafia e comunicação visual, a expectativa para este ano é atrair um contingente maior de empresários gráficos em busca de diversificação, caminho já trilhado pela Flink Print, de Curitiba: “Começamos a direcionar o nosso trabalho para a comunicação visual há quatro anos porque acreditamos que é um setor que tem futuro. A procura tem crescido 5% ao ano e já notamos que a concorrência está aumentando também”, afirma Graça Santos, diretora comercial. Segundo Eduardo Franco, coordenador do Grupo Empresarial de Comunicação Visual da Abigraf, GE -Sign, a palavra de ordem é a resi liência. “Temos de nos adaptar ao mercado em constante evolução, pois o cenário muda a cada instante com novas demandas e exigências por parte de clientes e consumidores. ” Ele ressalta que a entidade sempre incentivou a participação dos associados em feiras como um diferencial competitivo. “É importante destacar que a Serigrafia Sign tem apresentado de forma consistente os rumos do segmento e as oportunidades de mercado”. Com 27 anos de tradição, a feira é organizada pela Informa Exhibitions e ocupará dois pavilhões do Expo Center Norte, REVISTA ABIGR AF

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totalizando mais de 25 mil m². O evento deve receber 30 mil visitantes, que poderão conferir novidades e produtos de 600 marcas. Além da exposição, vários eventos paralelos estão programados. Nos quatro dias será rea li za do o Fórum Serigrafia Sign FutureTextil 2017, com debates, palestras e casos práticos sobre impressão digital e comunicação visual. Complementando a discussão sobre o setor, a Arena Técnica terá palestras de cunho tecnológico. Na área dedicada ao Future Têxtil 2017 será montado um circuito de impressão digital têxtil, mostrando as principais etapas do processo, e no Decor Express serão evidenciadas as possibilidades que a comunicação visual oferece à decoração. Integram

o cardápio opções como a oficina criativa Serigrafia em Ação, a Arena do Conhecimento by Sid, focada no mundo do envelopamento, a Sala de Crédito Fiesp/Abigraf/ Sindigraf e o Sebrae Móvel. SERIGRAFIA SIGN FUTURETEXTIL 2017 Site da feira: www.serigrafiasign.com.br Data: de 12 a 15 de julho de 2017 Horário: de 12 a 14, das 13h às 20h. Dia 15 – das 10h às 17h Local: Expo Center Norte – São Paulo/SP Contato: serigrafia@informa.com Apoio: Abigraf, ABTG, Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico (Indac), Sebrae, Guia de Brindes e Associação Pró-Cor do Brasil

Veja nas próximas páginas informações sobre expositores do evento.


Apresentamos aqui os principais produtos e lançamentos que o visitante verá durante o evento. Todas as empresas expositoras com participação confirmada até o dia 6 de junho foram contatadas pela redação e constam desta lista as que enviaram as informações até a data de fechamento da publicação. celular, têxteis, cartonagens, entre outros) • Prensas térmicas • Filme de recorte • Transfer serigráfico. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Papel transfer premium.

AGABÊ Agabê Tecnologia Ind. e Com. Estande A-19 Rua Madre de Deus, 719 Mooca 03119-​­0 001  São Paulo  SP (11) 2813-​­4 600 www.agabe.com agabe@agabe.com

AMPLA IMPRESSORAS DIGITAIS Ampla Produtos de Comunicação Visual Estande H-59 Av. Maringá, 691, Emiliano Perneta 83324-​­4 32  Pinhais  PR (41) 3525 9300 www.ampladigital.com.br ampla@ampladigital.com.br

PRINCIPAIS PRODUTOS

PRINCIPAIS PRODUTOS

Emulsões, químicos ecologicamente corretos para limpeza e reaproveitamento de matrizes serigráficas, fabricados em parceria com a Remco. Tecidos de nylon e po­liés­ter com elevada qualidade e desempenho e aces­só­rios de todos os tipos. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Novas emulsões e produtos sustentáveis para preparação e limpeza de matrizes. Serão também expostas as máquinas Grünig e SignTronic para preparação de telas e tintas à base de água da Cresa. AKAD Akad Computação Gráfica Estande F-30 Av. Francisco Matarazzo, 404, 1º andar, cj 101, Água Branca 05001-​­0 00  São Paulo  SP (11) 3829-​­7700 www.akad.com.br info@akad.com.br

Cromax: linha pro­fis­sio­nal ecossolvente 1,60 m • Elite: linha semi-​­in­dus­trial solvente e LED UV 3,20 m • New Targa XT: linha in­dus­trial solvente e LED UV 1,80 m e 3,20 m. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Impressora pro­fis­sio­nal ecossolvente Cromax, i­deal para ini­ciar um negócio de comunicação vi­sual ou expandir a atua­ ção no mercado • Impressora in­dus­trial New Samba XT RR 3216 LED UV, projetada para trabalhar com grandes volumes de produção em mí­dias flexíveis e materiais rígidos leves. ANTALIS BRASIL Antalis do Brasil Produtos para a Indústria Gráfica Estande D-1 Av. João Paulo Ablas, 777, Jd da Glória 06711-​­250  Cotia  SP (11) 4617-​­8600 www.antalis.com.br mar­ke­ting@antalisbrasil.com.br

APLASTEC Aplastec Plásticos Técnicos Estande C-106 Rua Joaquim Nabuco 150, Santo Antônio 09530-​­120  São Caetano do Sul  SP (11) 4221-​­6887 www.aplastec.com.br jorge@aplastec.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

Fitas dupla face para acm • Fitas banana para placas de sinalização • Rolos de fitas dupla face picotados • Fitas adesivas industriais • espumas de vedação. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Carretel de fita dupla face para melhorar a produção. ARCLAD ARclad do Brasil Estande H-73 Rua Engenheiro Albert Leimer, 300 07140-​­020  Guarulhos  SP (11) 3589-​­6557 www.arclad.com brasil@arclad.com Flexíveis: vinil autoadesivo econômico (ARplus), vinil autoadesivo in­ter­ me­diá­rio (ARdprint), vinil autoadesivo de alta performance (ARdigital), lonas convencionais (ARplus), lonas especiais (FlatBan). Rígidos: PVCc expandido (ARplus), ACM (ARplus). Lonas especiais FlatBan (sem trama, totalmente plana) e vinil autoadesivo ARdigital (alta performance com custo competitivo).

Impressoras Novajet ecossolvente, solvente, sublimática, UV, CAD e têxteis • Plotters de recorte e equipamentos de corte e gravação a laser Novacut • Tintas e suprimentos. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Impressora UV Novajet TFB 1610GH com cabeças Ricoh GH2220, alimentação de base plana (cama plana), tamanho máximo de impressão 1,60 m por 1,00 m. Durante o lançamento, na primeira quinzena de junho de 2017, será possível adquirir na configuração básica com 4 cabeças a partir de R$ 98.000,00.

Impressão de grandes formatos: lona, lona flat ban, vinil, papel, tecido, filme, display, PVC expandido, foam. Além de pa­péis, insumos gráficos e insumos para embalagens.

ART HOT TRANSFER Art Hot Transfer Estande B-105 Rua Fortunato Ferraz, 840, Vila Anastácio 05093-​­0 00  São Paulo  SP (11) 3831-​­8568 www.arthot.com.br atendimento@arthot.com.br

PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

PRINCIPAIS PRODUTOS

PRINCIPAIS PRODUTOS

Lona Coa­la Flat Ban: ma­te­rial sem trama possibilitando ótimo efeito vi­sual • Tecidos: va­rie­da­de de opções com aplicação para solvente e látex.

PRINCIPAIS PRODUTOS

Letras caixa e letras bloco em diversos materiais: galvanizadas, em aço inox, aço carbono, aço corten, latão, acrílico, MDF, PVC, mármore, granito, vidro. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Letras em diversos formatos. AUTOMATISA LASER SOLUTIONS Automatisa Sistemas Estande H-97 Paulino Pedro Hermes, 2628 88110-​­694  São José  SC (48) 3034-​­9500 www.automatisa.com.br mar­ke­ting@automatisa.com.br

PRINCIPAIS PRODUTOS

PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

PRINCIPAIS PRODUTOS

ARTE NOBRE LETRAS Arte Nobre Ind. Comércio e Serviços de Comunicação Visual Estande H-30 Estrada São Marcos, 669, Jd São Marcos 06814-​­010  Embu das Artes  SP (11) ​­47834-865 artenobre.com valdecialencar@artenobre.com

Pa­péis transfer para diversos tecidos, compatíveis com a maioria das impressoras • Produtos para personalização por sublimação (canecas, capas

PRINCIPAIS PRODUTOS

Máquinas Linha Plotter: Dua 100w-​ ­260w e Acrila 100w-​­300w • Linha Fiber 20w-​­70w: ID laser Eco Fiber, ID laser OEM, Mira e ID laser Fiber • Linha CO² 30w-​­150w – ID laser CO², ID laser OEM CO² e Mira CO ² e Mira Graph CO ² • Peças • Laser de vidro e de metal, servomotores, po­lias, lentes, espelhos, fontes. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Dua Startup, equipamento com a tecnologia laser Automatisa para produção de materiais em diversos nichos de mercado, possuindo baixo custo e alta capacidade de produção. BG SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS BG Soluções Tecnológicas Estande H-40 Rua Lopes Teixeira, 179, Jd. Itu Sabará 91380-​­420  Porto Alegre  RS (51) 3013-​­7272 www.bgsolucoes.com.br bg@bginfo.com.br maio /junho 2017  REVISTA ABIGR AF

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PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Pré-lançamento da impressora SureColor F9300.

PRINCIPAIS PRODUTOS

Mesa de corte Zünd modelo S3, G3 e D3. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Mesa de Corte Zünd D3.

CALDERA Caldera Graphics Estande I-65 1 Rue Des Freres Lumiere 67201 Eckbolsheim França +33 (0) 3 88 21 00 00 www.caldera.com pedro.sousa@caldera.com PRINCIPAIS PRODUTOS

Grandrip: soft ware de impressão para grandes volumes e para impressão industrial • Visualrip: software de impressão para a indústria gráfica • Textilepro: software de impressão destinado para o setor têxtil • Streamlive: ferramenta online para o rastreamento da produção. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Caldera RIP soft ware V11.1: nova capacidade para usar o tamanho e o tipo de mídia carregada na impressora. Novas tabelas para melhorar a precisão da linearização da tinta, novos recursos para canvas, módulo de economia de tinta melhorado. Funcionalidades melhoradas para o setor têxtil. CLEAR Clear Indústria de Papéis Estande I-79 Rua dos Lírios, 210, Chácara Boa Vista 32150-230 Contagem MG (31) 3368-4000 www.clear.ind.br fabiola@clear.ind.br

FREMPLAST TINTAS FS Guarú Indústria de Tintas Serigráficas Estande D-59 Rua Eduardo Froner, 460, Bonsucesso 07243-590 Guarulhos SP (11) 2489- 6960 www.fremplast.com.br fremplast@fremplast.com.br

fabricação de painéis com tecido impresso • Strato: sistema de sinalização arquitetônica autopersonalizável • i-Sign display: sistema de molduras de alumínio para fabricação de backlights • Displays: porta-cartazes de alumínio, cavaletes e porta-banners.

PRINCIPAIS PRODUTOS

PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Sistema de molduras de alumínio para fabricação de painéis com tecido impresso, com ou sem iluminação. Seja como um painel na parede, suspenso ou como totem, a linha textile frame é a indicada para lojas varejistas, showrooms, estandes de feiras etc. CUTMAKER P&H Machine Estande C-95 Rua Conselheiro Benevides, 160, Mooca 03110- 050 São Paulo SP (11) 2693-7206 www.cutmaker.com.br comercial@cutmaker.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

Máquinas de corte e gravação a laser CO ² • Máquinas de corte e gravação a laser fibra • Fresadoras CNC Router • Dosadoras automáticas de resina • Peças e aces sórios para máquinas de corte e gravação. DEMAK SOUTH AMERICA Demak South America Tecnologia para Resinas Estande E-105 Av. Antônio Gazzola, 1001, sala 3B, 7º andar 13301-916 Itu SP (11) 4013- 0335 demakgroup.com sales@demaksouthamerica.com

DEVITOR MÁQUINAS J. J. da Silva Máquinas Estande A-38 Rua O Constitucional 177, Jardim Santa Lúcia 13060-504 Campinas SP (19) 3381-7601 www.devitormaquinas.com.br jailsonjota@hotmail.com PRINCIPAIS PRODUTOS

Máquina solda banner DV 1 m 10 mm 220V também no tamanho de 1,5 m 10mm 220v solda polietileno, lonas à base de PVC, e dobra chapas acrílicas. Possui uma abertura lateral. Painel em cima evita que a lona o cubra. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Máquina aplicadora de ilhós DV zero, semiautomática, pneumática, fura e aplica o ilhós ao mesmo tempo. Dispõe de carregador com capacidade para 300 ilhoses, mesa com regulagem de altura e regulador de distância entre os ilhoses. Vai com duas ferramentas margarida que a tornam totalmente automática. ECNC Inovus Indústria de Máquinas Automáticas Estande G-88 Av. Dr. Labieno da Costa Machado, 5030, Distrito Industrial 17400- 000 Garça SP (14) 3471-2019 www.ecnc.com.br edmar@inovus.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

Máquinas de corte e gravação a laser e router CNC.

Tinta serigráfica base água, solvente, UV, químicos, emulsões • Tinta digital sublimática • Tinta digital solvente • Impressora digital sublimática. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Impressora digital têxtil CS- 1802 para sublimação, tem 2 cabeças de impressão Micropiezo Epson Printhead 5113 e imprime até 80 m² por hora com tintas Subli-Eco Cromajet na resolução de até 3.200 dpi. Possui múltiplas resoluções de impressão e pode ser configurada conforme o tipo de trabalho. GN AUTOMAÇÃO GN Automação Comércio Importação e Exportação Estande A-56 Av. Joaquina Ramalho, 1738, Vila Guilherme 02249- 030 São Paulo SP (11) 3774-9230 www.gnautomacao.com.br contato@gnautomacao.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

Máquinas tampográficas pneumaticas, area de impressão 6 × 6 mm / 8 × 8 mm / 130 × 130 mm. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Máquina tampográfica elétrica 6 × 6 mm / 88 × 8 mm. GUERPLAS Guerplas Artigos Plásticos Estande H-103 Rua Dois de Dezembro, 10, Jardim Cleide 08220-520 São Paulo SP (11) 2079-5729 www.guerplas.com.br guerplas@globo.com

PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Lançamento da linha de router CNC. PRINCIPAIS PRODUTOS

Papel A4 • Bobina térmica • Kraft • Papel monolúcido • Papel sulfite • Papel tratado • Papel digital • Lona • Vinil • Tintas • Stretch • Granadine • Glassine. COSIGN BRASIL Brazil Displays Estande J-13 Av. Campos Sales, 667, Sala 1, Centro 64000-300 Teresina PI (11) 2528-9200 www.cosignbrasil.com atendimento@cosignbrasil.com

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PRINCIPAIS PRODUTOS

Textile frame: sistema de moldura para REVISTA ABIGR AF

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PRINCIPAIS PRODUTOS

A Demak Group é uma empresa multinacional, que atua no mercado há mais de 40 anos, oferecendo produtos (máquinas e resinas) para os segmentos automotivo, eletroeletrônico, linha branca, industrial, entre outros. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Duas máquinas dosadoras de resinas, um forno de cura de resinas e um elevador automático para disposição de peças já resinadas, estarão simulando as operações de produção no estande. Além das últimas novidades sobre a tecnologia Kromex.

EPSON Epson Rio de Janeiro Importadora e Exportadora Estande F-59 Rod Pres Dutra, s/nº, km 298, Via C, Armazém 5, Portão 8, Pólo Industrial 1 27540- 002 Resende RJ (11) 3956- 6859 www.epson.com.br evelin.wanke@epson.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

A Epson irá expor os produtos das linhas: • Série F (têxtil) • Série S (comunicação visual) • ColorWorks (embalagens e rótulos) • Série T (cartazes) • Série P (fotografia).

PRINCIPAIS PRODUTOS

Fabricação de tubos e perfis plásticos, destinados ao mercado de acabamento para comunicação visual: perfil C para banner, baguete para perfil C (substitui a madeira), gota, Peg Doc, Fixa Plac, cantoneiras, perfil quadrado, tubo redondo e outros. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Perfis direcionados para precificação em mercados e hipermercados • Conjunto porta-preço • Trilho wire-o • Perfil trilho • Perfil J • Perfil H • Perfil U • Fixa Plac • Gota. 


o ã ç a z i l a u t a s i a m

s a d a t n a l p s a t s e r o l f s i ma Você sabia que as empresas brasileiras produtoras de papel obtêm 100% da celulose a partir de florestas plantadas?* A área de florestas plantadas no Brasil equivale a 2.2 milhões de campos de futebol.* Leia este informativo tranquilamente, pois o papel utilizado nele é feito de madeira natural e renovável.

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Two Sides é uma iniciativa que promove o uso responsável da comunicação impressa e do papel como uma escolha natural e reciclável para comunicações poderosas e sustentáveis. *Ibá - Indústria Brasileira de Árvores 2016/2017


HD INK HD Ink Comércio de Produtos de Informática Estande D-30 Rua 1822, nº 593, Ipiranga 04216-​­0 00  São Paulo  SP (11) 3456-​­3205 hdink.com.br vendas@hdink.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

Tintas para impressão desktop (pequenos formatos): corantes, pigmentadas, sublimáticas e UV. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Tintas para impressão sublimática, ecosolvente e UV para grandes formatos (plotter). HP BRASIL HP Brasil Indústria e Comércio de Equipamentos Eletrônicos Estande I-89 Alameda Xingu, 350, 8º andar, Itower, Alphaville 06455-​­030  Barueri  SP (11) 3064-​­5000 www.hp.com.br contato@showroomhp.ocom.br

JINDAL Jindal Specialty Textile Estande E-125 V.P.O. Jugiana, G.T. Road 141017 Ludhiana, Punjab India (11) 98264-​­1112 www.jindalspecialty.com wallacy.daldegan@jindalspecialty.com PRINCIPAIS PRODUTOS

Lonas de PVC, produzidas na Índia com tecnologia de laminação quente co­rea­ na. Produtos já adaptados ao mercado brasileiro, embalagens especiais, produto opaco e de alta resolução. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Com tradição em fabricação de fios de po­liés­ter e tecidos para confecção, a empresa desenvolve uma linha de tecidos para sublimação e impressão digital. MATBRINDES Matbrindes Comércio de Brindes Estande A-84 Rua Carneiro Leão, 180, Brás 03040-​­0 00  São Paulo  SP (11) 3227-​­1253 www.matbrindes.com.br vendas1@matbrindes.com.br

(21) 3649-​­4200 www.microjetprinter.com.br emerson@microjetprinter.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

A MicroJet In­dus­trial Printer, empresa es­pe­cia­li­za­da em impressoras industriais, importa equipamentos de impressão, incluindo impressoras de 1,30 m, 1,60 m, 1,90 m, 2,50 m, 3,20 m e 5,00 metros. Da QREX Flex (Índia) vem a linha de lonas para impressão digital QSol nos modelos de 380 g e 440 g. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Impressoras MicroJet EP1301i, sucesso na Europa e na Ásia, e as versões com as novas cabeças Fujifilm Star­Fire da impressora Viper de 3,20 metros de largura. MIZINK Mito-​­Inktec Importação e Exportação de Tintas Estande A-105 Rua Correia de Melo, 192, sala 66, Bom Retiro 01123-​­020  São Paulo  SP (11) 3313-​­2958 www.mitecbrasil.com.br venda@mitecbrasil.com.br

PRINCIPAIS PRODUTOS

Máquinas de tampografia • Insumos para tampografia • Tampões de linha e especiais • Tintas fabricadas ISO 9000 • Clichês medidas especiais • Máquina para gravar clichê nylon. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Máquina para impressão simultânea em 3 cores. PAINÉIS TRIEDRO CONTORNO GIMENEZ Gimenez & Gimenez Estande I-59 Rua Jose Gabriel, 1322, Distrito Industrial 98700-​­0 00  Ijuí  RS (55) 3332-​­7418 www.indcontorno.com.br contato@indcontorno.com.br

PRINCIPAIS PRODUTOS

Completo port­fó­lio de impressoras de grandes formatos para design, comunicação vi­sual e decoração – linha HP DesignJet, HP Látex, HP Page Wide XL e HP Scitex (com tintas UV). PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Solução de impressão e recorte HP Látex e as impressoras/multifuncionais HP PageWide XL que oferecem a impressão mais rápida do mercado para grandes formatos em cores e monocromática, para co­pia­do­ras e re­pro­gra­fias. J-​­TECK GLOBAL J-​­Teck Global Tintas Digitais Estande C-59 Rua Panamá, 333, Nações 88338-​­185  Balneário Camboriú  SC (47) 3267-​­8 400 www.j-​­teck3.com.br vendas@j-​­teck3.com.br

PRINCIPAIS PRODUTOS

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Tintas sublimáticas digitais ita­lia­nas J-​ ­Teck • Plotters • Papel tratado e monolúcido • Toa­lhas e tecidos brancos • Chips e cartuchos para sublimação digital. REVISTA ABIGR AF  maio /junho 2017

PRINCIPAIS PRODUTOS

Chaveiros em metal • Mosquetões • Argolas • Elo • Etiqueta resinada • Copos • Canecas • Sacolas e insumos em geral para sublimação.

PRINCIPAIS PRODUTOS

PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Chaveiro formato piz­za abridor de garrafa • Capa de mala para sublimação. METALNOX Metalnox Indústria Metalúrgica Estande J-80 Rua José Theodoro Ribeiro, 3571, Ilha da Figueira 89258-​­0 01  Jaraguá Do Sul  SC (47) 2107-​­4959 www.metalnoxmaquinas.com.br metalnox@metalnoxmaquinas.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

Prensas térmicas de pequeno, médio e grande formato, em modelos manuais, semi-​­automáticos e automáticos • Calandras têxteis para sublimação peça a peça, peça a rolo, e rolo a rolo • Fu­sio­ na­do­ras • Polimerizadeiras elétricas e a gas • Etiquetadoras • Dobradeiras • Impressoras digitais para sublimação. MICROJET PRINTER Microjet Industrial Printer Estande J-39 Rua Cardoso de Morais, 436, Ramos 21032-​­025  Rio de Janeiro  RJ

Tintas à base d’agua e tinta à base de solvente • Tintas corante, pigmentada, sublimática e ecossolvente. Tintas sublimáticas Mizink Plus em embalagem de 100 ml, com embalagem original de fábrica, pro­por­cio­nan­do maior garantia ao consumidor. NOVA SILK Promex Comércio de Importação e Exportação Estande G-47 Rua Atilio Piffer, 745, Casa Verde 02516-​­0 00  São Paulo  SP (11) 2171-​­0163 www.novasilk.com.br fabiana.silva@novasilk.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

Tintas • LED • Refletivo • Papel de parede • 3D Systems • Mí­dias OSCAR FLUES Oscar Flues Ind. e Com. Estande B-29 Av. Guarapiranga, 4787, Parque Alves de Lima 04902-​­015  São Paulo  SP (11) 5514-​­6900 www.oscarflues.com.br marciacompras@oscarflues.com.br

PRINCIPAIS PRODUTOS

Fabricação de painéis trie­dro em escala in­dus­trial. PAPÉIS HAVIR José Havir Filho & Cia. Estande E-73 Av. Engenheiro Caetano Álvares, 6410 02413-​­200  São Paulo  SP (11 2976 -5233 www.havir.com.br mar­ke­ting@havir.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

Pa­péis tratados para: sublimação, transfer, decalque, tattoo, siliconados, autoadesivos. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Bopp digital para a impressão de etiquetas e rótulos adesivados. PAPEX DO BRASIL Comercial Sul Brasil Estande I-47 Rua Mombaça, 70, São Gabriel 31980-​­6 60  Belo Horizonte  MG (31) 3493-​­2629 www.papexdobrasil.com.br comercial@papexdobrasil.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

Papel sublimático • Papel para outdoor


• Bobina de papel • Papel A4 75 g • Papel kraft • Papéis especiais • Papelão • Plástico bolha • Papel couché • Adesivo • Lona. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Papel sublimático para pequeno e grande formato, permitindo uma vasta gama de aplicações em diversos materiais. Ideal para área têxtil e sublimática como cortinas, decoração, camisetas, almofadas, além de canecas, mouse pad, brindes, capa de celular e outros. PIONEER FLEX Pioneer Polyleathers Estande C-105 B-46, Hosiery Complex, Phase-2 UP-201305 Noida[EN}India +91 8586981749 www.pioneerflex.in sks@pioneerflex.in

PROPAGA REPRESENTAÇÕES Prop. Representações e Asssessoria Comercial Estande E-95 Rua Curitiba, 231, Ouro Fino 83015- 060 São José dos Pinhais PR (41) 3398-8273 www.propagarepresentacoes.com.br contato@propagarepresentacoes. com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

Lonas • Vinil importado • Vinil nacional • Tinta para impressão digital • ACM • PVC • Acrílico • Policarbonato • Acessó rios para banners • Tecidos para impressão e outros. RECOR INK Recor Ind. e Com. Imp. e Exp. de Produtos para Impressão Estande E-49 Av. New Jersey, 1030, Centro Industrial 07411- 670 Arujá SP (11) 4652-7803 debiasi@grupposrs.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

Tintas serigráficas UV e solvente • Flexografia UV • Offset UV e convencional • Litografia • Tintas para embalagens plásticas e vidro solvente e UV • Tampografia • Linha têxtil plastisol. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Verojet E- First e Verojet K, nova linha digital para sublimação.

PRINCIPAIS PRODUTOS

PVC flex banner (lona) • Folha de espuma de PVC • Vinil autoadesivo. POLLIBOX Pollibox Indústria de Adesivos Estande G-98 Rua Guia Lopes, 1250, Rondônia 93425- 000 Novo Hamburgo RS (51) 3587-3502 www.pollibox.com.br pollibox@pollibox.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

Adesivos termorreativos em forma de filme para PVC, TPU, tecidos e não tecidos. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

PVC com adesivo para os segmentos de calçados, confecções e bonés. POLYFLY Polyfly Comércio de Banners Plásticos e Lonas Estande D-119 Rua Vargem Grande 38A, Vila Gomes Cardim 03316020 São Paulo SP (11) 2219-3045 www.poly-fly.com.br vendas01@aticolog.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

Backlight film • Banner • Banner rotativo • Chapas de PVC • Damper padrão • Laminadora a frio • Porta-banner • PVC • PVC expandido.

RIO DIGITAL 3L Produto de Comunicação Visual Estande E-133 Av. Padre Roser, 1121 Loja A, Irajá 21220-560 Rio de Janeiro RJ (21) 3042-4321 www.riodigitall.com.br contato@riodigitall.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

A Rio Digital representa a Ampla Digital, Triangle, máquinas corte a laser e é fabricante dos módulos UV Evolution.

SANSUY Sansuy S.A. Indústria de Plásticos Estande I-39 Rod. Régis Bittencourt, km 280, Tingidor 06830-900 Embu das Artes SP (11) 2139-2888 www.sansuy.com.br comercial@sansuy.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

A linha Sanlux possui uma variedade de materiais desenvolvidos para aplicação na comunicação visual em painéis, outdoors e banners. Leves e resistentes, com várias opções de largura e acabamento, permitem boa impressão em qualquer sistema, tais como digital, serigrafia UV, silk-screen e vinil adesivo. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Sanlux FIT, último lançamento da linha de lonas Sanlux para comunicação visual. É um laminado de PVC reforçado com tecido de poliéster, leve e flexível. Ideal para banners e faixas, é compatível com diversos tipos de tintas à base de solvente, látex, cura UV e adesivos. SERILON Serilon Brasil Estandes G73 e I-7 Av. Rio Branco, 722, Nossa Senhora do Desterro 86070- 690 Londrina PR (43) 4009- 0800 www.serilon.com.br equipamentos@serilon.com.br

PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Equipamentos de solvente transformados em UV (ultravioleta).

Comemorando 25 anos, a SAi apresenta soluções RIP para impressoras digitais (látex, UV, ecossolvente e têxtil) • Soft wares de recorte para o mercado de comunicação visual e CNC 2D/3D para a redução de tempo e desperdícios na produção. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Novas versões e ferramentas de produtividade incluídas nos soft wares das famílias FlexiPrint Power, FlexiTextile Pro, FlexiSign, DisplayGenie, PixelBlaster e EnRoute 6.

PRINCIPAIS PRODUTOS

Chapas acrílicas especiais • Colas especiais para acrílicos e plásticos • Pigmentos para fabricação de chapas acrílicas. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Nova linha de chapas acrílicas translúcidas para iluminação LED. SOLUXLED Lux Maior Comercial Estande F-111 Rua Saguairu, 612, Casa Verde 02514- 000 São Paulo SP (11) 2495-4643 www.soluxled.com.br adriano@soluxled.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

Módulos de LED de alta durabilidade • Fontes blindadas para LEDs • Refletor de LED de alta durabilidade. PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

Lâmpada tubular LED IP67 à prova d’água. SUN SPECIAL Sun Special Com. de Representação Estande B-35 Rua da Graça, 577, Bom Retiro 01125- 001 São Paulo SP (11) 3334-8800 www.sunspecial.net.br contato@sunspecial.net.br PRINCIPAIS PRODUTOS

SA INTERNATIONAL SA International Europe Estande G-29 Rua José Osvaldo, 349, Vila Gustavo 02250010 São Paulo SP (11) 2951- 6228 www.thinksai.com marceloc@thinksai.com PRINCIPAIS PRODUTOS

SINTEGLAS Sinteglas Ind. e Com. de Resinas e Plásticos Estande I-15 Rua Olaria, 77, Cidade Industrial 07223-260 Guarulhos SP (11) 2412-4490 sinteglas.com.br vendas@sinteglas.com.br

Máquinas de costura industriais e domésticas • Máquinas de corte, laser e bordados • Impressoras plotters • Tintas digitais • Peças.

PRINCIPAIS PRODUTOS

CJV 150 160 • SWJ320 • UJF-6042 MK II • TS300O-1800 • HP Látex 335 print and cut solution • HP Látex 570 PRINCIPAIS LANÇAMENTOS

HP látex 335 print and cut solution • Termo transfer PoliFlex Dimension • Lona mesh dupla face • Lona 5S Longest • Lona Snow Light • Adesivo transparente ultra clear • Adesivos para revestimento paredes (WCA) • Filme reverse vision • PET banner (lona sem trama) • PP Print (polipropileno corrugado) • Chapa RPB – Rigid Paper Board • Papéis especias.

TECNO PAINT HB Tintas e Vernizes Estande C-15 Av. Alexandrina das Chagas Moreira, 540 12412-800 Pindamonhangaba SP (12) 3644-1550 www.tecnopaint.com.br vendas@tecnopaint.com.br PRINCIPAIS PRODUTOS

Tintas serigráficas, offset UV, flexo UV, industrial e impressão digital • Tintas para impressão de materiais plásticos, papel e vidros; rígidos e flexíveis, em setores como: cosmético, higiene/limpeza, automotivo, farmacêutico, bancos, bebidas, entre outros. maio /junho 2017

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ECONOMIA

É hora de mostrar quem somos

Zeina Latif

E

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conomista não tem bola de cristal. Construí mos ce ná rios e avalia mos ao longo do tempo se suas premissas básicas se confirmam ou não. Uma importante premissa adotada no último ano era a de que Michel Temer teria o apoio do Congresso e do setor produtivo, neste último caso para promover a necessária reorientação na agenda econômica. Conseguiria terminar seu mandato, a despeito dos riscos, pois o Judiciário exerceria um papel estabilizador que ajudaria na travessia até 2018. Pois é, essa premissa caducou. Os sinais, por ora, são de que o apoio político a Temer se esvai. E sem governabilidade ou força para tocar as reformas, o setor produtivo passa a não apoiar mais o presidente. Apesar de se vislumbrar mais uma transição política, desta vez não há razões para mudanças na política econômica. Pelo contrário. Afinal ela está no caminho certo. Tanto é assim que a confiança de empresá rios e consumidores aos poucos se recuperou, a inflação cai e o Banco Central corta os juros. Certamente, o tumulto político prejudicará a velocidade de recuperação da economia, pelas suas consequências sobre os preços de ativos (bolsa, juros, câmbio), com contágio financeiro no setor produtivo, e sobre a confiança. O mercado de crédito poderá ser afetado. Não é possível, no entanto, dimensionar a extensão do contágio diante de tantas incertezas. É necessário senso de urgência para que o período de volatilidade e incertezas seja curto. Não só pela economia, mas também pela política. Um processo lento de acomodação da política tornará o quadro mais suscetível a acidentes de percurso e

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à reação das ruas. As crises se rea limentariam. A classe política sabe disso. Fácil falar, difícil fazer. Na ausência de lideranças que consigam produzir a convergência das forças políticas, ajudando a superar a atual polarização, será difícil costurar um acordo político tempestivo que permita uma transição política segura. O consenso terá que ser construído, e com o engajamento do Judiciário. Será necessário encontrar uma alternativa de poder que consiga minimamente reconciliar a política e que passe no teste das ruas.

O DEBATE ECONÔMICO NO BRASIL AVANÇOU BASTANTE. DIFERENTE DO PASSADO, HOJE HÁ COMPREENSÃO MAIS DIFUNDIDA NA CLASSE POLÍTICA E NO SETOR PRODUTIVO DE QUE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA É A ESPINHA DORSAL DO AJUSTE FISCAL.

Até se ter uma ideia do novo equilíbrio da política, a agenda legislativa pouco avançará. Para piorar, o quadro atual alimenta um viés populista no Congresso, dificultando agendas impopulares, ainda que essenciais, como a reforma da Previdência.

Brasil avançou bastante. Diferente do passado, hoje há compreensão mais difundida na classe política e no setor produtivo de que a reforma da Previdência é a espinha dorsal do ajuste fiscal. Sem ela, as contas públicas colapsam, com prejuízo das políticas públicas, e a inflação dispara. Era o cenário crescentemente esperado sob a gestão de Dilma. Por essa perspectiva, o possível novo presidente teria que ser necessa ria mente alguém comprometido com a continuidade das reformas. E com força política, pois a reforma da Previdência tem prazo para ser aprovada, por conta do calendário eleitoral. Se demorar, corre o risco de não sair. Esse cenário de compromisso político com a reforma da Previdência, que poderá ganhar corpo, mas não sem soluços, implica uma taxa de câmbio volátil, mas sem tendência de alta contínua. Isso ajudaria a conter o repasse inflacionário da alta do dólar e permitiria a continuidade da estratégia do BC de reduzir a taxa Selic. Se garantida a reforma da Previdência, o instrumento monetário teria seu papel anticíclico preservado. Neste caso, seria possível a recuperação da economia ao longo do tempo. Sem a reforma, o dólar dispara e o BC não consegue cortar os juros. O momento é de responsabilidade. Não construir o cenário benigno acima seria um erro histórico. O Brasil não é a Venezuela. Quanto antes isso ficar claro, maior a chance de essa premissa não caducar.

ESPINHA DORSAL.

Texto publicado no jornal O Estado de S. Paulo de 25 de maio de 2017

Atrasos ocorrerão e a proposta de reforma da Previdência poderá ser desidratada. Seria, no entanto, precipitado afirmar que nada sairá este ano. O debate econômico no

Zeina Latif é consultora do Departamento de Estudos Econômicos da Abigraf e economista-chefe da XP Investimentos


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EDITORA

Grupo Scortecci 35 anos A Scortecci está comemorando 35 anos. Três décadas e meia de busca incessante pelo equilíbrio entre o desejo dos escritores em ver seus textos publicados e a real demanda pelo produto que têm a oferecer. E a Scortecci chega a esta marca lançando novas plataformas que prometem facilitar ainda mais a vida de autores, editoras e distribuidoras de livros. Texto: Tânia Galluzzi

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I

nquietação, seu nome é João Scortecci. O fundador da editora que agora comple­ ta 35 anos está sempre matutando sobre novas formas de incrementar seu negócio, de alavancar o mercado editorial e de encur­ tar o caminho entre o autor e o livro impresso. As novidades agora são duas: a plataforma de autopublicação Fábrica de Livros e o serviço de impressão de livros sob demanda para editoras e distribuidoras Print on Demand. Os serviços completam a cesta de produ­ tos oferecidos pela editora, que desde 1982 tra­ balha para o fomento do hábito da leitura, de­ dicando­se à publicação de livros, organização e apoio a concursos e prê mios lite rá rios e à formação de novos escritores. Lançados em maio em parceria com a Ca­ non do Brasil, que está com a Scor tecci desde 2008, os serviços têm públicos distintos. O foco da Fábrica de Livros está em pessoas que dese­ jam publicar seus escritos com rapidez e tira­ gens entre 10 e 50 exemplares. O autor entra

João Scortecci, diretor e fundador

no site, solicita o orçamento, envia os arquivos e recebe o livro em até 10 dias úteis sem nenhu­ ma interferência da equipe da Scor tecci. Tudo é feito online. No Print on Demand o alvo é for­ mado por editoras e distribuidoras que querem


AMOR PELA LITERATURA

A editora nasceu do amor de Scor­tec­ci pela li­ teratura e da constatação de quão improdu­ tivo é produzir e sobretudo armazenar obras que não serão vendidas. A semente da Scor­tec­ ci João plantou ainda na faculdade. Ao lado de colegas criou a Poe­co, que chegou a publicar 40 títulos, e já naquela época insistia que era pre­ ciso calcular com exatidão quantas unidades de cada obra era preciso imprimir. “Estudei Con­ tabilidade e Economia e trabalhei por oito anos em uma empresa do mercado de equipamentos para escritório. Foi lá que tomei conhecimento das novas tecnologias de cópias. Meu chefe di­ zia que a economia de escala seria contestada no futuro e que o adequado era produzir só o necessário, aquilo que fosse real­men­te consu­ mido. Eu via total sentido no que ele falava e levei esse conceito para a Poe­co e depois para a Scortecci.” A ideia enfrentou muita resistência, tanto conceitual quanto técnica. No esforço de

Fotos: Divulgação

atender pedidos de obras esgotadas, conheci­ do com fundo de catálogo. O volume aqui vai de 10 a 100 exemplares. “Não se trata de um serviço inédito, mas estamos agregando a cre­ dibilidade da marca Scor­tec­c i a esse pacote”, afirma João Scor­tec­ci. As plataformas inauguram na editora o que Scor­tec­ci chama de microtiragem. Para tanto, a empresa recebeu uma nova impressora digital e sistemas de acabamento, incrementando o par­ que gráfico que já imprimiu perto de oito mi­ lhões de exemplares. Hoje a Scor­tec­ci roda cer­ ca de 60 títulos por mês, dos quais cinco ou seis de outras editoras. As tiragens mé­d ias va­r iam entre 100 e 500 exemplares.

via­bi­li­zar os baixos volumes, a Scor­tec­ci passou por vá­rios processos, desde as pequenas impres­ soras offset Rotaprint, passando pelas dupli­ cadoras Riso, Gestetner e Standart, até fechar a parceria com a Canon. Mas a vocação da Scor­tec­ci vai muito além da ­união entre pequenas tiragens e impressão sob demanda. O apoio aos novos autores está em seu DNA , traduzido em ini­cia­ti­vas perma­ nentes como o portal Amigos do Livro e o Portal e Blog do Escritor, voltados para o estudo e a di­ vulgação do livro e do hábito da leitura, e a Escola do Escritor, com seus cursos e oficinas li­te­ rá­r ias. Isso sem falar na livraria Asabeça, cria­da em 1999, o selo infantil Pingo de Letra, lançado em 2011 e com mais de 300 livros publicados, e mais recentemente a Scor­tec­ci Qua­dri­nhos. Todas as ações formam, ao lado da Scor­tec­ci Editora e da Gráfica Scor­tec­ci, o Grupo Edi­to­r ial Scor­ tec­ci, concentrado em três endereços no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

(página ao lado) Nos seus 35 anos de atividades, o Grupo Scortecci publicou mais de 8.700 títulos em primeira edição. Hoje imprime cerca de 60 títulos por mês, com tiragens médias entre 100 e 500 exemplares (acima) A TV Livro é uma das ações da Scortecci, tendo canal no YouTube com book trailers, novidades da editora e vídeos institucionais (abaixo) Na Escola do Escritor são apresentados cursos e oficinas literárias para autores e profissionais do mercado editorial aprimorarem seus conhecimentos

GRUPO SCOR­TEC­CI www.Scor­tec­ci.com.br maio /junho 2017  REVISTA ABIGR AF

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LIVROS

Pesquisa Fipe revela queda de 5,2% no mercado editorial em 2016 Segmento continua a sofrer os efeitos da crise. Os livros técnicos foram os mais afetados, enquanto os didáticos apresentaram crescimento.

N

o dia  de maio foi divulgada a pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, tendo 2016 como ano-base. Rea lizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) a pedido da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e do Sindicato Nacional dos Editores de Livro (Snel), a análise apontou crescimento nominal de 0,74% no ano passado, percentual que significa um decréscimo real de 5,2%, considerada a variação do IPCA de 6,3% no período. Apesar de menor que no ano anterior, quando alcançou a marca dos 12,6% negativos, essa nova queda tem consequências expressivas para a indústria do livro, que vai acumulando, em dois anos, uma redução de mais de 17% em termos reais. Mais uma vez, o fator que mais pesou foi o comportamento

do segmento mercado, com resultado nominal negativo de 3,3% (enquanto o segmento governo apresentou um crescimento nominal positivo de 13,8%). Esse número significa uma pesada redução em termos reais: considerado apenas o segmento mercado, a queda real acumulada no período 2015– 2016 passa dos 20%. O subsetor mais afetado pela crise em 2016 foi o de livros científicos, técnicos e profissionais (CTP), que apresentou uma queda nominal de 10,5% (real de 15,8%), com menos 4,5 milhões de exemplares vendidos. Na contramão dos índices negativos, aparece o subsetor de didáticos, que ascendeu 3,7% (nominal) em faturamento, indo para R$ 1,4 bilhão. No total foram produzidos 427,2 milhões de exemplares — o que representa queda de 4,4% em relação ao período anterior — e vendidos 385,1 milhões, o que gerou faturamento de R$ 5,27 bilhões para as editoras. Quanto à tiragem de obras lançadas, houve redução de 8,57% em 2016 (80.026.152 novos exemplares produzidos). Os subsetores de obras gerais e CTP foram os mais

contidos na produção total de exemplares (novos ISBN + reimpressões) no ano passado, reduzindo suas tiragens em 9,6% e 7,6%, respectivamente, em comparação a 2015. A pesquisa indica, ainda, que foram editados 51,8 mil títulos em 2016, dos quais 17,37 mil são novos. DOMÍNIO DAS OBRAS DIDÁTICAS

Entre as 24 áreas temáticas que o estudo abrange, estão em primeiro lugar as obras classificadas como didáticas, com participação de 48,48% no total de exemplares produzidos em 2016. Na sequência, vêm os exemplares de religião (20,79%), literatura adulta (7,71%), autoajuda (4,78%), literatura infantil (3,89%) e literatura juvenil (2,39%). Pela primeira vez desde 2014, quando passaram a integrar a pesquisa, os dados referentes à produção de conteúdo digital das editoras não entraram na edição. Os números da produção de e-books no país ganham em 2017 um diag nóstico exclusivo, o Censo do Livro Digital, que deve ser apresentado em agosto.

NÚMEROS DO MERCADO BRASILEIRO DE LIVROS – 2015/2016 FATURAMENTO (R$) 2015

2016

Didáticos

1.386.064.754,90

1.436.755.942,45

Obras Gerais

1.076.053.793,87

1.023.569.104,47

Religiosos

558.902.652,71

CTP

982.161.061,98 4.003.182.263,47

EXEMPLARES VENDIDOS VAR. % 2015/2016

2015

2016

VAR. % 2015/2016

3,66

50.772.492

47.962.585

– 5,53

– 4,88

109.104.528

97.096.535

– 11,01

533.054.724,82

– 4,62

68.416.938

59.710.648

– 12,73

879.130.774,62

– 10,49

26.386.144

21.851.765

– 17,18

3.872.510.546,37

– 3,26

254.680.102

226.621.534

– 11,02

132.171.274

147.980.793

11,96

MERCADO

Total Mercado

GOVERNO

PNLD

1.156.447.920,29

PNBE

-

Total Governo Federal Outros Órgãos do Governo Total Governo

1.295.299.814,92 24.445.220,05

12,01 —

1.156.447.920,29

1.319.745.034,97

14,12

132.171.274

152.581.752

4.600.959

15,44

71.766.239,67

77.717.552,64

8,29

2.423.120

4.213.165

73,87

1.228.214.159,96

1.397.462.587,61

13,78

134.594.394

156.794.917

16,49

389.274.495

385.095.807

– 1,07

MERCADO + GOVERNO

36

Total Mercado + Governo

5.231.396.423,43

Fonte: Sindicato Nacional dos Editores de Livro

REVISTA ABIGR AF

maio /junho 2017

5.269.973.133,98

0,74


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GESTÃO

Hamilton Terni Costa

Na revanche do analógico a hora é de

mudar e avançar

D

izem que leitores contumazes não procuram livros, os livros os procuram. Pois em uma mensa­ gem de um amigo me deparei no ffim im do ano passado com o lançamento feito no Estados Unidos de um livro que, posterior men­ te, foi considerado um dos 10 mais de 2016 pelo Times. Só consegui um exemplar em New York Times fevereiro, pois as edições iniciais — todas im­ pressas — se esgotaram rapidamente. Um li­ vro imperdível porque ele toca diretamente o setor, embora não se restrinja a ele, e ao meu interesse de leitura, claro. Me refiro ao The Revenge of Analog (A Re­ vanche do Analógico), de David Sax, um es­ critor que criou a obra motivado pelo cres­ cimento do interesse das pessoas pelas coisas e ideias tangíveis — por aquilo que pode ser tocado, sentido —, e que foram execradas e dadas como totalmente superadas pelos gurus das tecnologias digitais, como fil­ me fotográfico, cadernos de anotações, livros impressos, discos de vinil, entre outras coisas. Sax foi atrás de empreendedores, pequenos ne­ gócios e mesmo grandes corporações como a

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maio /junho 2017

Google, que estão crescendo, alguns fortemen­ te, em mercados onde não se vendem apps ou so­ luções virtuais, mas, sim, coisas reais, tangíveis. O livro, dividido em duas partes, a revan­ che das coisas e a revanche das ideias, é em seu todo uma excelente leitura, mas destaco, por motivos óbvios, dois capítulos: a revanche do papel, na parte das coisas, e a revanche da impressão, na parte das ideias. Na revanche do papel, ele conta a história da criação e desen­ volvimento do caderno Moleskine, um ícone que apesar de imitado e de ter até mesmo mo­ delos com conexão digital, segue um campeão de vendas e arrebatador de fãs. Na revanche da impressão, temos sua me­ lhor parte. Sax vasculha e mostra um crescen­ te número de editores de revistas e até mesmo jornais de nicho com números crescentes de lei­ tores e adeptos. Em novos modelos de edição e vendas, compartilhamentos e interesses, nos quais, acima de tudo, prevalece o artigo físico, palpável, tangível. Mais interessante é a obser­ vação de que essa busca pelo elemento real se dá exatamente pelo sucesso do digital. Em um mundo cada vez mais integrado por celulares e


redes virtuais, onde a comunicação flui e o digi­ tal é, sem dúvida, um sucesso, mais se começa a perceber as vantagens comparativas do ma­ te­r ial impresso em suas aplicações adequadas. Se o ime­d ia­tis­mo da comunicação e da notícia beneficia o digital, a com­preen­são dos deta­ lhes, o aprimoramento das ideias e a lógica do ra­cio­cí­nio são extremamente valorizados em materiais impressos e tangíveis. Um dos fenômenos que atrai jovens leito­ res que estão redescobrindo jornais e revistas, mostra Sax, é o da “finishibility” ou, em tradu­ ção direta, a “terminalidade” da leitura. Ou seja, a possibilidade de se ler um artigo ou um en­ saio do começo ao fim, sem se deixar distrair por links ou cliques que nos levam para outros complementos ou suplementos e que, em mui­ tos casos, não nos permitem chegar ao ponto final e concluir a leitura ini­cial. Parece óbvio para quem está acostumado à leitura de revistas e jornais, mas não tão óbvio para milleniuns e outros jovens cada vez mais leitores de linhas, manchetes e códigos, todos em alta velocidade em aparatos digitais. Isso explica em parte a diminuição do crescimento e a estabilização em patamares aquém do es­ perado de e-​­­books, ou mesmo a preferência da leitura em ma­te­r ial impresso de muitos jovens em universidades nos Estados Unidos e Euro­ pa. Como também explica o ressurgimento e o crescimento das li­v ra­r ias de menor porte, mais es­pe­cia­li­za­das, mais de acordo com o gosto e in­ teresse do seu público local, cativo, interessado, em detrimento das mega stores, essas sim afeta­ das pelas vendas online da Amazon e que tais. ­A liás, a matéria de capa da última edi­ ção da revista Print Power, da Two Sides, res­ salta algo nesse sentido do interesse da leitu­ ra analógica ao mostrar pesquisas ressaltando os “notáveis be­ne­f í­cios neurológicos da leitura em ma­te­r ial impresso” como alardeia sua cha­ mada e enfatizando no artigo que o texto im­ presso “melhora a absorção e o entendimento do conhecimento e força uma conexão mais profunda com o leitor”. Seja dito. Pois bem. Como ressaltamos no ano passa­ do em nossas conclusões sobre a Drupa, não há dúvida que o ma­te­r ial impresso vive um pe­r ío­ do de revalorização e, entendendo melhor ago­ ra, também em função do sucesso do mundo di­ gital, como ressaltou Sax em seu livro. Como o digital fun­cio­na podemos ver com mais clareza

onde e como ele fun­cio­na melhor e pior que ou­ tras mí­d ias. Daí que o ressalvar das qualidades comparativas do impresso se dá em um am­ bien­te menos ma­ni­queís­ta, menos ten­den­cio­so. O que não podemos, no entanto, é nos fiar­ mos em que somente essa constatação dará so­ brevida e continuidade aos nossos ne­gó­cios na área gráfica. Ao contrário, a maior sobrevida do negócio virá não só do aproveitamento das oportunidades geradas pelas novas tec­no­lo­ gias e o atendimento das novas demandas dos clien­tes, assim como pela incorporação e a in­ tegração do digital na oferta de serviços a es­ ses mesmos clien­tes. Melhor dizendo, de apli­ cações que se aproveitem do melhor dos dois mundos na construção de uma oferta de servi­ ços que so­lu­cio­ne problemas enfrenta­ dos pelos clien­tes, já um jargão do que pregamos há tempo, mas que, infeliz­ SE O IMEDIATISMO DA mente, ainda é pouco absorvida pela mé­ COMUNICAÇÃO E DA dia das empresas gráficas. Um exemplo NOTÍCIA BENEFICIA O dessas aplicações é a de mar­ke­ting dire­ DIGITAL, A COMPREENSÃO to integrado entre o digital e o ma­te­r ial DOS DETALHES, O físico. Um imenso mundo a ser melhor APRIMORAMENTO DAS IDEIAS ou totalmente explorado pelas gráficas. Já que falamos anteriormente da E A LÓGICA DO RACIOCÍNIO Two Sides, são inúmeros os cases levanta­ SÃO EXTREMAMENTE dos por eles com essas aplicações e que, VALORIZADOS EM MATERIAIS no Brasil, foram quase totalmente re­ IMPRESSOS E TANGÍVEIS. legados a agên­cias de mar­ke­ting direto que, por sua vez, prio­r i­zam o digital em detrimento do impresso. Há uma imen­ sa oportunidade nesse campo, onde o impresso tem uma parte importante no ciclo dessa comu­ nicação: seja no engajamento ini­cial do clien­te, levando-​­o ao mundo digital, seja no comple­ mento de informações customizadas, seja no uso de recursos como códigos QR ou mesmo de rea­li­da­de aumentada como forma de integração e reforço de mensagem ou seja, principalmente, pelo incremento do ROI das campanhas. São es­ tra­té­g ias de mar­ke­ting hoje chamadas de omnichannel, ou multicanais, que mais do que propa­ ganda se preo­cu­pam em levar e assegurar que o consumidor tenha ex­pe­r iên­cias positivas atra­ vés da interação com as marcas. São multica­ nais, por usarem mensagens impressas, online, em mí­d ias sociais, e-​­mails e outras. Já dedicamos artigos inteiros a isso, even­ tos e até mesmo um livro: Transpromo – oportunidades de mar­k e­t ing através de documentos transacionais. Por que então voltar a isso? maio /junho 2017  REVISTA ABIGR AF

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Hamilton Terni Costa (hterni@ anconsulting.com.br) é diretor geral da AN Consulting (www. anconsulting.com.br) e diretor para a América Latina da NPES. REVISTA ABIGR AF

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Exatamente pelo que foi argumentado antes. Está na hora de movermos mais empresas grá­ ficas para enfrentar os desafios crescentes que o mundo digital impõe e transformar esses de­ safios em oportunidades. Aproveitar as vanta­ gens comparativas da impressão — que não vai morrer — e potencia lizá­la, integrando­a com o digital e criando soluções que agreguem mais valor ao faturamento. Só imprimir não basta, ainda que muitos possam continuar sobrevi­ vendo com a simples reprodução de originais, uma forma comoditizada de seguir no negó­ cio. É preciso fazer mais. E há inúmeras opor­ tunidades, como nunca houve antes. Há muitos exemplos de gráficas estrangeiras que fizeram essa transição, mas poucos exemplos no Brasil, especialmente nessa área de marketing. Falando em digital e em mudanças, faço também outra constatação, a de que muitas grá­ ficas ainda relutam, incrivelmente, sobre a firme adoção da impressão digital em suas operações. Lembro que há alguns anos trouxemos para o Brasil e cria mos um movimento em torno da PODi — grupo de impressão digital especializado na coleta e divulgação de cases —, com o supor­ te da HP, Xerox, GMC e Alphagraphics. Era um trabalho que visava, essencialmente, mostrar as oportunidades e os caminhos futuros através da adoção das inúmeras aplicações da impres­ são digital. Os eventos mensais, os congressos anuais e as publicações em torno procuravam orientar as empresas e seus clientes na obtenção de melhores resultados com novas tecnologias. Pois bem, não deveria, ainda hoje, haver mais resistência a essas tecnologias, mas mui­ tos ainda a tem. Por desconhecimento, claro. O mais importante nesse caso, é destacar que as grandes oportunidades do setor vêm e segui­ rão vindo através da utilização da impressão di­ gital, aliada a plataformas digitais de operação com a gestão de soft wares específicos de acor­ do com nosso mercado ou clientes­alvo. Mais do que discutir sua adoção, a dúvida hoje de­ veria estar em se saber se já é hora de pensar em impressoras inkjets ao invés das de toner, os fluxos digitais de produção que maximizem a operação e coisas do gênero. O irônico é que, para manter a relevância da impressão, será cada vez mais necessária a ab­ sorção dessas plataformas e de sistemas de pro­ dução que permitam maior flexibilidade na exe­ cução de quantidades variáveis, muitas delas

personalizadas e com prazos mínimos de pro­ dução. Aliadas a sistemas que permitam redu­ zir custos de processos de clientes. Como gran­ des estoques de livros em editoras, por exemplo. Qual a necessidade, hoje em dia, de se ter altos estoques de livros se podemos produzi­ los a tempo, no seu consumo ou muito perto deles? Qual a oportunidade que se gera a uma edito­ ra de livros didáticos, por exemplo, para poder produzir com custos adequados livros especí­ ficos para escolas específicas? Qual a oportu­ nidade de se poder permitir a uma editora ge­ renciar seu conteúdo através de plataformas digitais fornecidas pelas gráficas e que lhe per­ mitam dar a saída para a mídia mais adequada: desktop, e-book, livro impresso um a um ou em pequenas, médias e grandes tiragens? Ou não será ainda uma imensa oportunidade permitir a tais editoras essa flexibilização? E atender a nichos? Não há dúvidas que a gráfica tem diante de si todo um novo mundo de expressão de ideias, utilidades e formas de uti­ lização de materiais impressos, com muitos de­ les em nichos ainda pouco explorados. Como a impressão de materiais decorativos de todas as formas, ou mesmo a impressão de mobi liários, pisos e azulejos. A impressão de toda uma casa, de uma loja, de um bar. Sem falar na impressão de tecidos, que é um mundo à parte e um mer­ cado com altíssimo potencial de crescimento. A comunicação visual em tecidos, outro nicho, além de ecológica, tem um visual mais atrati­ vo. O mundo e o mercado de imagens é outro em pleno crescimento. Basta ver as ofertas de photobooks, fotozines e outros produtos com fo­ tos e imagens geradas pelo cliente. E por aí vai. Parece conversa passada mas, na rea lidade, as coisas estão acontecendo agora e creio que é preciso retomar muitas dessas ideias para co­ locá­las em prática. A conversa é muito atual e mais do que nunca é preciso uma arrancada das empresas nessa direção. Romper as barreiras do “sempre fizemos assim” e entender que o mundo mudou, o mercado mudou e que até a impressão está, ironicamente, se revalorizando, mas exi­ gindo novos modelos de negócio e novas cons­ truções de oferta, que hoje a tecnologia permite. A revanche do analógico é real. A valorização do impresso em suas vantagens comparativas também. Resta saber aproveitar isso da manei­ ra mais adequada adaptando o negócio a essas sensibilidades dos clientes e dos mercados.


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EMBALAGENS

Bobst inaugura centro de competência em Itatiba O espaço será usado para apresentação de produtos, treinamento e testes de desempenho e aplicação.

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Texto e fotos: Tânia Galluzzi

erca de  pessoas, entre clientes e parceiros, participaram no dia 25 de maio da inauguração do Competence Center, o novo showroom da Bobst instalado na fábrica da empresa em Itatiba, a 90 quilômetros da capital paulista. Mais do que a apresentação de sistemas, a área será destinada ao treinamento e capacitação dos usuá rios, incluindo desenvolvimento de novas aplicações e análises de desempenho. Durante o evento, foram demonstradas três linhas de acabamento para embalagem. A máquina de corte-vinco Novacut 106 ER , com separação de cartuchos em linha e velocidade aumentada para 8.000 caixas/hora; a dobradeira- coladeira, Expertfold 80 A-1, equipada com os sistemas Accubraille GT, capaz de aplicar até oito linhas Braille, e o Cartonpack GT, que processa embalagens em cartão compacto com velocidade de até 200 mil caixas/hora; e a dobradeira-coladeira para micro-ondulado Lila 145 II, totalmente fabricada no Brasil. Noberto Wiederkehr Junior, que preside a Bobst Latinoamérica do Sul desde outubro de 2015, aproveitou o evento para anunciar a ênfase na área de serviços. A empresa está dobrando o número de técnicos de campo e implantando o Costumer Care. A estrutura será composta por quatro unidades-satélite em pontos estratégicos do continente (Itatiba, Buenos Aires, Santiago e Bogotá), agilizando o atendimento aos clientes da região. Os polos de assistência técnica serão abastecidos pelo centro de distribuição de peças instalado em Miami, nos Estados Unidos, e pela planta de Itatiba. Em entrevista à Revista Abigraf, o executivo afirmou que neste momento é fundamental estar próximo REVISTA ABIGR AF

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ao cliente, entendendo suas necessidades. “A empresa que compra um equipamento Bobst pela primeira vez está investindo na confiabi lidade da marca. Quando adquire um segundo sistema, compra em função da qualidade da assistência técnica.” EFEITO DO CUSTO BRASIL

A inauguração do Competence Center representa também o término do período de ajustes que a Bobst Brasil viveu a partir de 2014 com a decisão do Bobst Group em função da elevação do chamado custo Brasil. O grupo optou por restringir a venda dos sistemas fabricados em Itatiba apenas à América Latina (do Panamá à Argentina), sendo que até então a unidade era plataforma de exportação para todo o mundo. “Havia a expectativa de reversão dessa estratégia, mas com o agravamento da crise no final de 2015 decidimos adequar a fábrica para o break

Noberto Wiederkehr Junior, CEO da Bobst Latinoamérica do Sul

even de 18 máquinas ao ano”, afirmou Norberto. Apesar dos ajustes, o mercado não reagiu e no ano passado a unidade entregou 16 sistemas. “A demanda estagnou entre o final de 2016 e o primeiro quadrimestre deste ano. Esperamos pela recuperação que tradicionalmente acontece no segundo semestre”, disse o presidente. “A questão é que todas as empresas fizeram a lição de casa, buscaram ganhos de produtividade, o que acaba retardando a necessidade de novos investimentos.” Atualmente a região atendida pela Bobst Brasil conta com uma base instalada de duas mil máquinas. BOBST www.bobst.com


CONGRESSO

ABTG anuncia Congresso Internacional de Tecnologia Gráfica A palestra de abertura será ministrada pelo alemão Andreas Weber, um dos maiores especia listas do setor, que abordará a inovação tecnológica e de marketing. Clóvis Pires Castanho, diretor de operações da Arizona, falará sobre crossmedia, pré-mídia e convergência de tecnologias, enquanto o consultor alemão Rainer Wagner discutirá as tendências tecnológicas até 2020. O também consultor Hamilton Terni Costa tratará da gestão da tecnologia na proposição de valor reconhecida pelo cliente. Veja a seguir a grade completa das palestras.

PROGRAMAÇÃO

Encontro voltado para empresários gráficos abordará em agosto a gestão da tecnologia atrelada à estratégia de marketing.

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calendário da indústria gráfica ganhou um novo evento no segundo semestre. No dia 24 de agosto será rea lizado em São Paulo o Congresso Inter nacional de Tecnologia Gráfica. Rea lizado pela ABTG, com organização da APS Feiras & Eventos, o encontro objetiva reunir os profissionais do setor em torno da discussão sobre a inovação tecnológica. O congresso foi oficialmente apresentado em um café da manhã no dia 30 de maio, contando com a presença de Francisco Veloso Filho, presidente executivo da ABTG, Bruno Cia lone, presidente do Conselho Diretivo da entidade, Ma noel Manteigas de Oliveira, diretor técnico da associação e Claudinei Pereira, responsável pelo relacionamento com o mercado. Falou também Alexandre Keese, diretor da APS Feiras. De acordo com Francisco Veloso, o congresso será de fundamental importância e REVISTA ABIGR AF

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acontecerá num momento dos mais adequados. “As gráficas precisam estar preparadas para o reaquecimento da atividade econômica para aproveitar as oportunidades que certamente voltarão a aparecer.” E para isso o empresário precisa estar informado, conhecer novos conceitos de gestão e compreender as tendências tecnológicas, como destacou Ma noel Manteigas. “A gestão da tecnologia deve estar atrelada à estratégia de marketing e ter como meta a transformação das inovações em valor a ser percebido pelos clientes. Para mostrar um panorama consistente dessas tendências, estamos chamando um time de excelentes profissionais para discutir temas atuais.” O Congresso Inter nacional de Tecnologia Gráfica reunirá palestrantes nacionais e internacionais. “A  ABTG promoveu uma cuidadosa curadoria de conteúdo, focando em temas que são de fato relevantes no cenário atual para que o participante adquira conhecimentos de gestão e de tecnologia, entendendo como otimizar e transformar processos dentro de suas empresas, buscando uma produção mais eficiente, sustentável e lucrativa, tendo como suporte as ferramentas tecnológicas disponíveis”, afirmou o presidente executivo da ABTG.

9h às 9h15 – Abertura 9h15 às 10h15 – Inovação tecnológica e inovação de marketing – Gestão da tecnologia para responder às tendências de mercado – Andreas Weber 10h15 às 11h15 – Crossmedia, pré-mídia e convergência de tecnologias – Clóvis Pires Castanho 11h15 às 12h15 – Tendências tecnológicas até 2020 – Rainer Wagner 12h15 às 13h45 – Intervalo 13h45 às 14h45 – Gestão da tecnologia na proposição de valor reconhecida pelo cliente – Hamilton Terni Costa 14h45 às 15h45 – Impressão funcional e industrial – soluções, tendências e oportunidades – Alexandre Keese 15h45 às 16h15 – Coffee break 16h15 às 17h15 – Tendências tecnológicas no segmento de embalagens – A definir 17h15 às 18h15 – Alternativas para produção de rótulos e etiquetas de alta qualidade – Sandro Cardoch 18h15 às 19h15 – Mesa redonda

CONGRESSO INTERNACIONAL DE TECNOLOGIA GRÁFICA Data: 24 de agosto, das 9h às 19h15 Local: Millenium Centro de Convenções, Rua Dr. Bacelar, 1043 (Vila Mariana), São Paulo, SP Realização e organização: ABTG e APS Feiras & Eventos Apoio: Abiea, Abflexo, ABTCP, Abro, Afeigraf, ABPO, Revista Abigraf, Revista Tecnologia Gráfica, Revista Embanews, Publish, Escola Senai Theobaldo De Nigris, Revista Inforflexo, ExpoPrint Latin America, Fespa Brasil, ProjetoPack, ConverExpo e Two Sides Informações e inscrições em: www.apsfeiras.com.br/ congressoabtg


CONTEÚDO VIRTUAL

A Realidade Aumentada nasceu no seio da indústria da impressão, com o desenvolvimento dos códigos bidimensionais (QR Codes). Esses códigos, capazes de armazenar uma infinidade de informações, possibilitam a projeção de objetos virtuais no mundo real, abrindo as portas para uma nova tecnologia que está proporcionando parcerias promissoras entre o mundo gráfico e o digital. Texto: Denise Góes

ealidade Aumentada é a tecnologia que possibilita combinar objetos do mundo real a elementos virtuais tridimensionais, criados em computador. Ao inserir tais conteúdos em materiais físicos, como revistas e embalagens, a Rea lidade Aumentada, ou apenas RA , dá vida ao papel, permitindo agregar interatividade à ex periência do leitor ou do consumidor final. Para tanto, basta um smartphone e um aplicativo. Ao apontar o celular ou dispositivo móvel para uma página de revista, por exemplo, o leitor pode acessar vídeos, áudios, jogos em 3D e diversos outros recursos, abrindo um imenso leque de opções editoriais e comerciais. “Além de tudo o que está impresso, existem diversas possibilidades de inserir conteúdos virtuais ao material”, explica Henry Assef, executivo de Rea lidade Aumentada e Vir tual da Massfar, empresa que desenvolve conteúdos virtuais para RA .

ANO 27

ÃO 324 | EDIÇ

ÇO 2017

| MAR

DIRETO ISTA ENTREV NEWS GEM EMBALA NA LEVAR PARA IRA LANCHE P.08

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NIGRO, PAULO NTE DO PRESIDE ACHÉ P.22

TO AO PON

DESIGN NA THINKING LA COCA-CO P.32

Foto: Tabata Barbosa

O impresso abraça o virtual

Mario Faria, fundador e CEO da Massfar

Assef conta que desde o final de 2009, Mario Faria, CEO da empresa, investe em estudos e pesquisas sobre RA . Em 2013, a empresa lançou uma revista interativa, e neste mesmo ano firmou parceria com a plataforma Zappar, um


EXPERIÊNCIA VIRTUAL

Segundo Mario Faria, ao aplicar a tecnologia no material impresso é muito importante considerar três aspectos: contexto, conteúdo e comunicação. “É preciso que haja um contexto adequado, um conteúdo interessante e uma boa comunicação para a tecnologia trazer os resultados almejados. É fundamental comunicar

Foto: Tabata Barbosa

aplicativo leve e simples de usar que possibilita a leitura do conteúdo em Rea lidade Aumentada. Desde então, a Massfar vem trabalhando em sintonia com o mercado gráfico, atendendo a demanda de vários segmentos como o de embalagens, o editorial e o promocional. O processo é simples. Todo o conteúdo virtual é criado pelas equipes da Massfar, a partir da definição da ação pelo cliente e do envio do material visual da marca. Em um trabalho conjunto é feito um roteiro do que será transformado em rea lidade aumentada, considerando o público-alvo e os objetivos. “Primeiro é importante definir o conteúdo vir tual. Com um briefing detalhado, a Massfar desenvolve o projeto, que contempla o orçamento e um piloto da experiência”, relata o CEO . A aplicação da Rea lidade Aumentada não exige qualquer alteração na parte gráfica, pois não interfere nos processos tradicionais. Ela é feita por meio de códigos que são inseridos nos programas que, depois do material impresso, serão lidos pelo aplicativo. A única diferença é a presença de um símbolo que sinaliza a existência de conteúdo extra.

bem a presença da tecnologia no material impresso, para evitar que o leitor passe por ele sem perceber que ali existe uma ex periência virtual.” A tecnologia tem custo zero para o leitor, uma vez que os aplicativos são gratuitos. Para as companhias que desejam veicular sua mensagem, esse custo vai depender de cada projeto, mas de modo geral eles são viáveis para empresas de todos os portes e segmentos. Por se tratar de uma tecnologia relativamente nova no Brasil — despontou por aqui em meados dos anos 2000 —, ainda existe algum desconhecimento e desconfiança por parte do empresariado. Contudo, estimativas mundiais indicam que até 2020 mais de 100 milhões de consumidores estarão comprando no varejo por meio da Realidade Aumentada. Por isso, a tecnologia é alvo de investimentos pesados por empresas como Apple, Google, Facebook e Microsoft. De acordo com o CEO da Massfar, em termos de tecnologia, o Brasil já está muito próximo do que é produzido em qualquer país do mundo.

Henry Assef, executivo de Realidade Aumentada e Virtual da Massfar

Exemplos bem brasileiros A

Massfar trabalha em sintonia com o mercado gráfico. No segmento de embalagens para alimentos e bebidas, por exemplo, desenvolve uma parceria muito bem-sucedida com a SIG Combibloc, uma das líderes mundiais em embalagens longa vida. “Quando percebi a infinidade de aplicações de marketing e comunicação, como vídeos, jogos, áudios e imagens, em um mundo em que a conectividade ganha cada vez mais espaço, não tive dúvida que seria uma grande oportunidade estabelecer uma parceria para usar a solução nas embalagens da SIG ”, conta Luciana Galvão, diretora de marketing da empresa. Para ela, a tecnologia é uma forma eficiente de criar e manter o envolvimento do consumidor final com o produto e a marca por meio da criação de diferentes conceitos de animações para públicos distintos, como jogos infantis para crianças e receitas para adultos. Na indústria gráfica, vale destacar as ações da Gráfica Coronário (Brasília, DF ), que aplica a tecnologia da RA em seu portfólio de produtos há cerca de três anos. Livros, revistas, apostilas, cartazes, folhetos e diversos outros materiais impressos da Coronário utilizam

a Realidade Aumentada como diferencial competitivo. Para João Paulo Verano, diretor comercial da gráfica, a possibilidade de usar a interatividade no material impresso traz grandes benefícios. “É sempre bom ter algo mais para oferecer.” A RA veio para ficar, mas Verano faz um alerta: como em toda nova tecnologia é preciso insistir em sua aplicação. “Não podemos parar de usar até que os clientes sintam a necessidade de ter essa tecnologia em seu material e compreender as vantagens para o produto final.” De acordo com Ricardo Hiraishi, editor da revista Embanews, a aplicação da RA cria interação entre o conteúdo impresso e o digital, além de permitir o compartilhamento nas redes sociais. Ele conta que a tecnologia já foi utilizada na capa da revista, em anúncios e matérias, e mais recentemente em uma embalagem promocional do Prêmio Embanews em parceria com a Massfar. “No nosso caso, por se tratar de uma revista, acredito ser o que faltava para o conteúdo impresso, a sinergia com o digital. Isso propiciará um maior engajamento pelos leitores, principalmente os das novas gerações”, acredita Hiraishi. maio /junho 2017

REVISTA ABIGR AF

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EMBALAGEM

Entre os dias 4 e 10 de maio, 170.500 profissionais foram a Düsseldorf, na Alemanha, para participar da Interpack 2017, a grande feira mundial do segmento de embalagem. Desse contingente, 74% eram de outros países.

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presença de empresários, executivos e técnicos de 168 países agradou em cheio os 2.865 expositores da Interpack 2017. Eles relataram a geração de negócios na faixa dos sete dígitos, de pedidos concretizados a contatos promissores. Entre os visitantes o clima também foi positivo. Aproximadamente 98% declararam-se satisfeitos ou muito satisfeitos com a visita na pesquisa oficial. Vários foram os focos de interesse, mas a embalagem como mídia foi o destaque. Uma das principais tendências apontadas pela feira foi a digitalização nos processos produtivos, sinalizando a evolução do setor no sentido da indústria 4.0. A integração entre as linhas de produção torna possível a fabricação eficiente e rastreável de embalagens personalizadas. Além disso, o design modular dos equipamentos e conceitos operacionais otimizados desempenham papel fundamental na redução da complexidade das etapas de fabricação das embalagens, incluindo maior flexibilidade na mudança do volume dos lotes ou nas versões do produto. Algumas empresas chegam a investir em aplicações de rea lidade vir tual, permitindo que o gerencia mento dos equipamentos seja experimentado de forma holística, bem como utilizá-las no treinamento e na operação das máquinas. O tema sustentabilidade também manteve-se onipresente na Interpack 2017. Os fornecedores apresentaram insumos mais eficientes, viabi li zando espessuras cada vez menores nas embalagens, REVISTA ABIGR AF

maio /junho 2017

Fotos: Constanze Tillmann

Interpack 2017 tem recorde de visitantes estrangeiros

CONGRESSO SAVE FOOD

além de abrirem mais espaço para materiais alternativos. Não só os expositores apresentaram inovações em direção à indústria 4.0. Um espaço organizado em parceria com a federação alemã de engenharia, VDMA (Verband Deutscher Maschinenund Anlagenbau e.V.), também mostrou ideias e abordagens inovadoras, sendo muito bem recebida pelos visitantes. Uma das principais atrações foi a demonstração do smart4i, que produziu e embalou baterias portáteis personalizadas. Aqui, não só todo o fluxo de trabalho era digital, desde os pedidos online até o rastreamento dos produtos, mas a própria máquina também foi instalada em tempo recorde graças a um gêmeo digital1 e ao planejamento em rede integrando várias universidades.

Outra ação paralela foi o congresso do projeto Save Food, lançado há seis anos a partir da aliança de mais de 850 membros internacionais da indústria, entre associações, ONGs e institutos de pesquisa. Em sua terceira edição, o congresso, rea lizado no dia 4 de maio, foi elogiado pela ampla cobertura temática. O encontro optou por uma abordagem multidimensional da questão da perda e do desperdício de alimentos. Entre os participantes estavam políticos de alto escalão como Vytenis Andriukaitis, comissário responsável pela Saúde e Segurança Alimentar da União Europeia, assim como ativistas e executivos. A próxima Interpack está programada para maio de 2020 no centro de exposições de Düsseldorf, que estará então com a entrada Sul completamente renovada e um novo Hall 1. As datas exatas serão divulgadas posterior mente.

1 Cópia vir tual de processos reais.

Fonte: Messe Düsseldorf


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REVISTA

A R T E & I N D Ú S T R I A G R Á F I C A • A N O X L I I • M A I O / J U N H O 2 0 1 7 • Nº 2 8 9

A R T E & I N D Ú S T R I A G R Á F I C A • A N O X L • M A I O / J U N H O 2 0 1 6 • Nº 2 8 3

ELCIO DE SOUZA FALA SOBRE OS PLANOS DAS ESCOLAS SENAI

CONHEÇA OS LANÇAMENTOS E NOVIDADES DOS EXPOSITORES DA SERIGRAFIA SIGN

DAS ESCOLAS SENAI FALA SOBRE OS PLANOS ELCIO DE SOUZA

DA SERIGRAFIA SIGN E NOVIDADES DOS EXPOSITORES CONHEÇA OS LANÇAMENTOS

REVISTA ABIGRAF 282 MAIO/JUNHO 2016

REVISTA ABIGRAF 284 JULHO/AGOSTO 2016

REVISTA ABIGRAF 289 MAIO/JUNHO 2017

a r t e & i n d ú s t r i a g r á f i c a • a n o x x x V • s e t / o u t 2 0 1 0 • nº 2 4 9

REVISTA ABIGRAF 278 JULHO/AGOSTO 2015

ISSN 0103•572X

A R T E & I N D Ú S T R I A G R Á F I C A • A N O X L • J U L H O / A G O S T O 2 0 1 6 • Nº 2 8 4

A R T E & I N D Ú S T R I A G R Á F I C A • A N O X L • J U L H O / A G O S T O 2 0 1 5 • Nº 2 7 8

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IMPRESSO E O DIGITAL INTERAÇÃO ENTRE O CONTEÚDO REALIDADE AUMENTADA

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SUSTENTABILIDADE André Giglio, responsável pela área de Desenvolvimento de Mercado-PP na Braskem

A Braskem quer o seu balde Maior produtora de resinas termoplásticas nas Américas lança programa gratuito de coleta e reciclagem de baldes de tinta pós-uso.

Guilherme Brammer, fundador e diretor executivo da Boomera

Braskem, em parceria com a na gráfica com relação aos baldes”, afirBoomera, es pecia li zada em loma Guilherme Brammer, diretor exegística reversa e engenharia cutivo da Boomera. Ela se encarrega de circular 1 , está oferecendo ao segmento fazer a coleta dos baldes, a higienização das embalagens, o tratamento correto ao gráfico um programa de destinação adeTânia Galluzzi resíduo (borra da tinta) e a reciclagem dos quada de baldes plásticos de tinta pós-uso. baldes por meio de processamento mecânico. Sem custo para a empresa que aderir ao projeto, Os baldes são moídos, aglutinados e transformados o programa oferece o serviço de coleta e destinação em resina plástica em formato de péletes. O produto é enadequada do resíduo. sacado e retorna para a Braskem, que o comercia lizará no De acordo com André Giglio, responsável pela área de mercado transformador de plástico. “Nosso grande objeDesenvolvimento de Mercado PP na Braskem, o projeto cotivo é estender o uso da embalagem plástica. A meta é enmeçou a ser delineado no ano passado, em sintonia com a contrar, em nossa rede de clientes, empresas que consigam estratégia da empresa de valorização do resíduo plástico desenvolver novas aplicações para a resina pós-consumo e desenvolvimento de produtos pós-consumo. A primeira gerada a partir da reciclagem dos baldes.” Para que isso etapa foi o mapeamento do mercado, identificando a releseja possível é preciso garantir qualidade e frequência de vância do balde de tinta tanto para o fabricante do insufornecimento do plástico pós-consumo. mo quanto para o usuário, além de outras questões como o tamanho desse mercado. “Percebemos que havia sim esDuas empresas já aderiram ao programa, Koretech e paço para nossa atuação, que muitas gráficas não sabiam a Rizzo Embalagens. Outras 10 estão em processo de adesão, destinação exata dos baldes, e partimos para o desenvolvitodas no Estado de São Paulo. Num primeiro momento o mento do programa.” Segundo André Giglio, as duas prinfoco está nas regiões Sul e Sudeste, mas a intenção é atingir cipais vantagens para as gráficas são a redução dos custos todo o Brasil. O objetivo da Braskem, considerando apenas com gestão de resíduos e a garantia de que as embalagens o mercado de tintas gráficas, é chegar a 20 toneladas por estão sendo destinadas corretamente. “Ao participar do promês de resina pós-consumo no próximo ano e meio, o que grama as gráficas podem revisar seus contratos com emcorresponde a 30 mil baldes por mês. “É uma meta desafiapresas gerenciadoras de resíduos, cortando o item balde dora e por isso estamos concentrando esforços agora na diplástico, que passa a ser retirado de graça.” vulgação do projeto.” A ideia é que com a evolução seja possível desenvolver, a partir da reciclagem dos baldes, artefatos que possam ser usados pelas próprias gráficas. “A formulaCOLETA DE BALDES ção da resina já está definida e tem se mostrado de excePara participar basta entrar em contato com a Boomelente qualidade, podendo ser transformada em vários oura. Uma equipe vai até a empresa, identifica as necessidatros produtos. É o que chamamos de engenharia circular”, des, verifica o volume gerado e combina a periodicidade complementa o diretor da Boomera. da coleta. “Procuramos respeitar a dinâmica já existente

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1 Desenvolvimento e ope ra ciona li za ção de novos produtos a partir da reciclagem.

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AUTOADESIVOS

Arconvert amplia portfólio

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esde que o Grupo Fedrigoni adquiriu, em 2014, a totalidade das cotas de participação na Arconvert Brasil, o grupo de origem ita liana vem fomentando o investimento na unidade brasileira de autoadesivos e acelerando o processo de diversificação de sua linha de produtos, apostando em itens de maior valor agregado. No último ano esse movimento tornou-se ainda mais evidente. Hoje a empresa oferece ao mercado brasileiro e latino- americano 177 produtos. Só para a área de embalagens premium são 43 referências e a meta é dobrar esse número até 2018, visando principalmente as demandas dos segmentos de rotulagem em vidro e comunicação visual. Como afirma Roque Fernando Talzi, diretor comercial, a meta é consolidar aqui a posição de ponta que a Arconvert detém no mercado europeu. “A Arconvert é líder no fornecimento de autoadesivos para o mercado de enologia na Europa, sendo que, além da qualidade dos nossos produtos, outro fator-chave é a diversidade de opções, cobrindo as exigências técnicas e de apelo visual de cada aplicação.” Na Europa a empresa trabalha com mais de 200 referências somente para o segmento premium. “Com a aquisição de 100% da Arconvert Brasil, abriu- se a oportunidade de replicar esse modelo adaptado às características de consumo no Brasil e América Latina, onde há uma demanda emergente para cervejas artesanais, licores e cachaças, para o segmento gourmet em geral e outros mercados de luxo que exijam barreira à gordura como os de azeite e cosméticos. Para essas aplicações dispomos das tec nologias Ultra WS e Grea seproof, que garantem as características físicas dos materiais mesmo quando expostos à umidade, condensação ou gordura, bem como o adesivo SH6020 Plus, reconhecido pela alta performance nesse tipo de produto.” REVISTA ABIGR AF

maio /junho 2017

Frente importante tem sido a exportação, sobretudo para a Argentina, que disputa com o Chile o posto de maior produtor de vinho na América Latina. Dos 100 milhões de m2 de autoadesivos produzidos anualmente pela fábrica da Arconvert em Jundiaí, interior de São Paulo, cerca de 20% seguem para os países latino-americanos. Roque Fernando Talzi, diretor comercial

COMUNICAÇÃO VISUAL

A impressão de grandes formatos é outro foco de atenção para a Arconvert em 2017. Para o segmento, a empresa vem com uma linha de filmes monoméricos e poliméricos, voltados para produtos de decoração e sinalização interna. De acordo com Roque Talzi, o objetivo é atingir 5% de market share até o final do ano, e 10% a 15% em 2018. Para

Fotos: Divulgação

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O objetivo é responder às necessidades dos setores de rótulos em vidro e sinalização.

tanto a empresa está investindo na formação de uma malha de distribuição capaz de tornar o produto acessível ao cliente. “Até o momento os resultados estão sendo muito satisfatórios, contudo a busca em deixar o produto ainda mais ao alcance do mercado é contínua.” Hoje, 15 distribuidores atuam com produtos da Arconvert dentro do mercado de sinalização e 10 para os demais setores. Completa o tripé estratégico na ampliação da atuação a linha de filmes de polipropileno para a impressão de rótulos para a indústria cosmética e alimentícia. Olhando para o mercado de autoadesivos como um todo (papel e filmes plásticos), segundo o diretor comercial, a participação da Arconvert gira em torno de 18%. Há cinco anos o faturamento da empresa vem crescendo na casa dos dois dígitos. ARCONVERT www.arconvert.com.br

A Arconvert oferece ao mercado brasileiro e latino-americano 177 produtos


Qualidade • Credibilidade • Eficiência REVISTA ISSN 0103•5 72X

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REVIS TA ABIG RAF 289 MAIO /JUN HO 2017

O mais importante veículo do setor gráfico brasileiro

ELCIO DE SOU ZA FALA SOBRE OS PLA DAS ESCOLAS SEN NOS AI

CONHEÇA OS LAN ÇAMENTOS E NOVIDADES DOS EXPOSITORES DA SERIGRAFI A SIGN

2 0 1 7 • Nº 2 8 9

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HISTÓRIA VIVA Texto: Tânia Galluzzi

“Um homem sensato criará para a sua vida mais oportunidades do que a vida lhe proporcionará.”

Foto: Tânia Galluzzi

Antonio Dalama

Francis Bacon

Que venham os desafios

N 54

ão é preciso conhecer Antonio Dalama profundamente para perceber que a sensatez é uma de suas características. A qualidade ficou evidente na primeira vez que o entrevistamos em uma feira no início da década de 1990. Ele temperou com visão crítica de mercado seu entu siasmo pelas novas tec nologias, quando o setor gráfico nacional encantava-se com o CtP. E confirmando a afirmação do filósofo inglês do século XVI, Antonio Dalama soube, em seus 49 anos de trajetória profissional, não só aproveitar situações favoráveis, como semear o campo para colher os frutos na hora precisa.

Aos 65 anos, o gráfico, homem de vendas e empresário continua à frente da Rotatek Brasil. Ao seu lado Márcia, companheira há 43 anos, e Kátia, a filha mais velha. Juntos eles vêm enfrentando com garra os efeitos da crise econômica na indústria da impressão e, mais especificamente, nos fabricantes nacionais de equipamentos, procurando criar oportunidades com a oferta diversificada de sistemas. Antonio Dalama aprendeu com o pai a não temer desafios. O patriarca chegou ao Brasil em 1952, deixando para trás uma Espanha oprimida pelo general Francisco Franco. Mas Antonio só conheceria o pai sete anos depois, quando


atravessou o oceano no navio Cabo da Boa Esperança com a mãe e os irmãos. O pai tocava um ferro-velho em Santos e um ano depois todos se mudaram para São Paulo. O caçula começou a trabalhar aos 16 anos na Mecanálise, tipografia que produzia cartões perfurados para controles administrativos. Com a desativação da empresa em 1976, Antonio uniu-se a Leonel Francisco Pecini para montar a System Print, oferecendo aos ex-clientes da Mecanálise um sistema de endereçamento que usava papel carbono hectográfico. O negócio prosperou e transformou-se em uma gráfica, a Tecnopress, desativada em 1979 com a saída de Leonel. Nascia a ADL Indústria Gráfica. “Queríamos continuar fugindo dos impressos convencionais e a Márcia montou tipos de madeira para imprimir números que eram usados pelo Detran na identificação de veícu los.” O produto foi rentável até 1984, inviabi lizado pela disseminação das copiadoras. Mas nessa época outro item já caminhava bem, o vale-refeição. O produto chegou à ADL em 1981 por encomenda de Abram Szajman, fundador da Vale Refeição. “Com o aumento na demanda pelos tíquetes, em 1984 começamos a pensar em investir em máquinas rotativas e fui para a Print, em Chicago, com essa missão.” Em suas andanças pela feira encontrou Erich Herbolzheimer, que

havia fundado a Rotatek na Espanha poucos anos antes, figura decisiva na vida profissional de Antonio Dalama. “Conversamos muito sobre o mercado de for mu lários contínuos. Ele previa a obsolescência do produto, antevendo que as informações que ele guardava migra riam para outra plataforma, e na própria Print me ofereceu a representação da Rotatek.”

Sedes da Rotatek Brasil em 1998 (foto superior), no bairro da Vila Formosa, em São Paulo; e, em 2002, no município de Barueri, SP (Ao lado) Antonio Dalama, com os filhos Katia e Alexandre, dezembro 2002

DE GRÁFICO A FORNECEDOR

No ano seguinte, Erich veio ao Brasil trazendo o conceito de cassetes móveis para impressoras rotativas, despertando o interesse das gráficas e em Antonio a certeza de que era hora de ir para o outro lado da mesa. Juntos criaram a Rotatek Brasil para atender a América do Sul.

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REVISTA ABIGR AF


Antonio Dalama nas instalações da Vila Formosa, em julho de 1998. (Abaixo) Antonio com a esposa, Márcia, e a filha, Katia, em foto atual

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orgulho. A afinidade entre o casal está em todos os campos. Juntos formaram- se em Letras e depois em Literatura, alimentando o sonho de montar uma escola. O desejo ficou para trás, mas o amor aos livros se mantém firme. Assim como a crença de ambos na capacidade da indústria de impressão superar mais esse período de turbulência.

Foto: Tânia Galluzzi

“A gente não vendia. O mercado comprava”, lembra o empresário, referindo-se à demanda por impressoras de banda média. Conferindo à empresa a seriedade e o profissiona lismo que marcam sua carreira, Antonio — com Márcia e os filhos ao seu lado (Alexandre e André atua ram por mais de uma década na empresa, sendo que Alexandre ainda atende alguns clientes) —, viu a Rotatek Brasil prosperar e começar a fabricar máquinas localmente, como a impressora Ecoflex. O vigor da empresa possibilitou até que atravessasse sem sobressaltos o pedido de concordata da matriz em 1993 e mesmo a saída de Erich do comando, em 1995. Em 2011 a unidade brasileira desligou-se da Rotatek espanhola. Os negócios conti nua ram prosperando e Antonio soube acompanhar as necessidades dos clientes, sobretudo apostando em equipamentos híbridos, combinando diferentes processos de impressão e acabamento. A adaptação à tecnologia digital, trazida pelos anos 2000, exigiu dos Dalama um esforço extra. Hoje ela está presente tanto nas máquinas híbridas quanto na linha de impressoras da Kodak que a Rotatek comercia liza. “Mudanças fazem parte do negócio. Agora é a vez do digital”, comenta o empresário. Com a mesma serenidade enfrentou, em 2016, o problema de saúde vivido por Márcia. No ano passado ela descobriu o câncer de mama em um exame de rotina. Com apoio incondicional da família e companheirismo especial do marido, que chegou a raspar a cabeça para encorajá-la, Márcia concluiu o tratamento em dezembro. “Ela só não vinha trabalhar nos dias da quimioterapia”, conta Antonio com


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SINDIGRAF_BOLETIM_AN 21x28.pdf

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02/02/16

17:26

A HISTÓRIA DA

INDÚSTRIA GRÁFICA. TODO ACERVO A UM CLIQUE DE DISTÂNCIA.

INDÚSTRIA

DA

DO SINDICATO ÔRG ÀO OFICIAL AS R IA S GRA FIC DAS IN D U S T ÔRGÁODEOFICIA SÀO L PAU DO LO SINDICATO DO ESTA NO N ÚM ERO 2

DAS IN DU STRIA S G RÁFIC E D 1.oAS SÃO PA U LO , NO ESTAD O DE SÁO PAULO ÔR

GRÁFICA

or S. FERR AZ, diret D E 1949 D EZEM BRO

ANO I

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ssas» GA O OF ICIAL DO *s SIN CA DA S S ÁIN sg >:g O DPU AS TO U LTO , 1 5 D E D EDI ZEM B R IA S G R Á F IC R O D E 1 9 4 9 ANO I ES TA DO AS DE SÀ O PA U LO NÚMERO 4_______ ________ ___ SÃO PAULO, Inúmeras são as cartas 1.° DE JA que têm sido diri NE poderão se pelos problemas e assunt gidas ao presidente DE 1950 ondeIRO a força" — faz de os gráfico nosso união s. .__E__temos Sindica "A é o centro de to, cato — sr. . Éste ________ ardoMaldo Francis iosas a satisfa co broc Cruz sindi ção O velho um rãoarserquevitor _____ANO a verific nado, e felicit class ando-o pela das, dificilmen tedepode nosso o propásito de uma nto I idéia da pame visem isola foi compreendid public que, ação dêste s que açõe tivas lação ao agru o, BO realiz LETIM . São car morme nte pelas tôdas as inicia o.utilíssimas nca para as tas de iar associ eraçã alava irrad a firmas coop se or, sua a tar, melh adas sugest ou riais gráfi proje Deve õesdá que e ,mo indust fòrça com nos foram -sê oEstde apoio s um agmesma indústria lhe pont pelas cos,cato endere o sôbre é çadas, as essar quais as radecim ad e inter essa silenci não O sindi do o, qu poderi quais catoitadas quan amos serão ao sindi stria, aprove ento e ve ar, indú iar-se uma no assoc m mesmo tod decorr de er do desen registesta: conc entam especial melhoramentoporque repres lesmente an volvimoento o?os Simp de nosso à Improgra eloelas cooperaçãeit giosos estímulodoe o ap essa por compr pre nsama. are eensão seria Dedenossa São parte, via , prica F qual mais ento dê das.estaDa iniciativaexpe didos a não cim ncipa gráfi poupar emos lm s. Como dasteindú do nosso de nos esforç BOstria Sindica açõeto. ento ssoraçam LEosT IMpara agasalente do suassorealiz res cong jánadissem no mi o no que . os seem ito e as, qupri epeno õespeenviad nossa Mu ito har as interior de lm en pens enque o forsugest as pa meira edição, êste pois te a so assimlema no sso no s po preci mato e mais é lav , s tod cedo B O caso têm de ras LE est T IM os nosso é prob a de incen que con te a nos sva ne cid seq jornais derem ciativa a nossa ospala men os vra Em ver uente de fé no muito que ini sèria atingid tiv ar o que pens o cs plenam e de faltam fal se ente ríam de poderá a finalid no ta denos mais órg pode jornalístic as mãos er com , sso a nos têm s que a Sindic de os, espaçprol cooperação de stodos facili mo, nossorealiza ãos dade nas publica sido en se daria ção, que têm , codesta aquele ssitam em o, de deixa neceato s que se dentro s co mo era queassam dicaç interes mos de seu de quenos industriai nossolas reivinmesmo deão leg cas uer mo s feitio gráfi qualq ag no nst modes sab rad ear ag ssa los, to. rad esco ra de ce r ecimentosforça para erã se opleit o sua sim int solucionáenção onha nos descu prop nos afligem: nas sim bó na se . . riais, pa quem lic E En mate tia lpa r po tendido tam m ntram o de o da Confr por ma r assim que não béenco que são en viamo is s rn quanto à importaçã co retize generaliza os m problemaate ização s nosso do "m et em ncmuit Universa tôdas as abraço da ier" da indústria e l, acom co rdeiala metademente lhes realizaç quas já com de incitamento. pa nhaad enviarm õe de a tôd Paulo cont nte, talvez porA falta o de não a Im pre ojeSão os tadas Jndúslria Gráfica Estadso pr cas no Isso nossoés basta nsa, ne pa ra . Gráfi iados 'Bras strias sin ileira . assoc Indú o ste dia an o novo. ro de ros votos icato das OÀSind representante celegal o em seu quad o porque êle é seu S Jnd pa ra qu do úSiri aSEstad gráficas Corr ir tôdaS e se em a nossa? s, mesm das indústrias é reunclala o conseguiremos N Ú M ERO 3

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O Boletim da Indústria Gráfica (BIG), teve sua primeira edição em 1949 e, tinha como objetivo divulgar informações pertinentes ao setor gráfico como dados econômicos, cursos, palestras, eventos e anúncios. E agora, a história da Indústria Gráfica contada através desse acervo, está disponível on-line para consulta.

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Inês Bonduki 3

60 REVISTA ABIGR AF  maio /junho 2017

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F OTOG R A F I A

com a metrópole

origem do envolvimento de Inês Bonduki com a fotografia e com a capital paulista está na arqui‑ tetura. Formada pela Faculda‑ de de Arquitetura e Urbanis‑ mo, FAU‑USP, em 2010, logo no início do curso comprou uma câmera analógica, ini­cian­do suas conversas com o caos urbano. “Cheguei a es­ ta­g iar em escritório de arquitetura, mas des‑ cobri que preferia estar na rua e experimen‑ tar a arquitetura da cidade a ficar projetando e pensando sobre ela.” A opção foi lançar-​­se ao mercado, atuan­do como assistente de fotografia. Depois de uma passagem de um ano no estúdio de Gal Oppi‑ do, também cria da FAU, trabalhou primeiro como assistente de edição e depois como edi‑ tora de fotografia da Revista sãopaulo, da Folha. Deixou o jornal para dedicar-​­se a sua veia auto‑ ral, canalizada pelo mestrado que resultaria no livro Linha Vermelha. Impressa pela Ipsis e lan‑ çada em maio pela Editora Tempo d’Imagem, a obra é fruto de dois anos dedicados a incontá‑ veis via­gens na Linha Vermelha do Metrô em seus ho­rá­r ios de pico, a mais longa das linhas na malha me­tro­v iá­r ia da cidade, que liga a pe‑ riferia às re­g iões mais centrais. Com um celu‑ lar na mão, Inês procurou “vi­ven­ciar e tentar 5

fotografar a intensidade corporal e emo­cio­nal dessa ex ­pe­r iên­cia co­ti­d ia­na de três milhões de paulistanos”. Nesse ínterim, fotografou por 10 dias um grupo de dança que usa a técnica de contato e improvisação, na qual a interação cor‑ poral se dá de forma expansiva. “Tinha a intui‑ ção de que com a dança conseguiria aprofun‑ dar o discurso que estava construindo na Linha Vermelha, mas levou meses para que isso acon‑ tecesse. Quan­do uni os registros percebi que eles eram muito próximos, como se tivessem sido feitos no mesmo am­bien­te.” Vencedor da segunda edição do Prêmio Foto em Pauta, o livro ma­te­r ia­l i­za outro foco de in‑ teresse de Inês. Em 2015, a fotógrafa passou uma temporada no Vi­sual Stu­d ies Workshop, em Nova York, pesquisando sobre sequência vi­sual no suporte livro, que nada mais é que a edição. “A edição é a construção do discurso. Se você não domina essa etapa, não domina o discurso que quer passar para o outro. Mas, com a disseminação da cultura do livro na fo‑ tografia, está ficando claro para os fotógrafos que a edição é parte da linguagem. Com a cap‑ tura digital e a altíssima profusão de imagens, o fotógrafo tem o papel não só de produzir imagens, mas de saber olhar para sua produção e pensá-​­la criticamente.”

Foto: Bel Ruas

Diálogos

Inês Bonduki é uma caminhante. Em suas primeiras experiências com a fotografia, esquadrinhar São Paulo foi a forma encontrada para aprofundar sua prática na captação das imagens. A intensidade do retorno provocou o desejo de não mais parar, levando-​ a­ a incorporar o pedestrianismo como mote de seu trabalho e meio de apropriação da cidade. Tânia Galluzzi

1 a 5 Fotografias do livro Linha Vermelha

61 maio /junho 2017  REVISTA ABIGR AF


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6 Foto da série São Paulo Corpo‑a‑Corpo, projeto autoral produzido em 2009/10 7 Retrato do artista João Indio no Paço das Artes, para a revista sãopaulo (Folha de S. Paulo) – fevereiro 2016 8 Foto de divulgação do CD Algorritmos da Banda Filarmônica de Pasárgada – julho 2016 9 Sede da Associação Brasileira de Restauro Ferroviário, para matéria da revista sãopaulo (Folha de S. Paulo) – novembro 2014

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QUESTIONAMENTO

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INÊS BONDUKI www.inesbonduki.com REVISTA ABIGR AF  maio /junho 2017

O interesse de Inês sobre São Paulo permanece. A fotógrafa dá agora continuidade a um projeto ini­cia­do antes do Linha Vermelha, denominado Catadores. “Comecei a acompanhar a longa lo‑ comoção de pes­soas que moravam em re­g iões

distantes na volta do trabalho para casa. Eu dor‑ mia na casa dessas pes­soas e no dia seguinte vol‑ tava caminhando. Acabei estabelecendo uma relação com os bairros da periferia e a perceber como eram vá­r ias cidades dentro da mesma.” A fotógrafa acabou se juntando ao grupo de ca‑ minhada Arquipélagos Urbanos, cria­do pelo ar‑ tista Renato Hofer. Ao lado dele e da também artista Edith Derdyk, em fevereiro deste ano percorreu 220 km ao redor da cidade em 15 dias. “É uma ex­pe­r iên­cia que ultrapassa a fotografia. Sentimos na pele o que é essa cidade, que não é feita para o pedestre e sim pensada a partir da lógica dos carros. O caminhar virou quase um ato político, de estarmos na cidade com o nos‑ so corpo, questionando por que ela não é feita para nós.” Entre outras ações, o resultado desse exercício certamente caberá em um livro.


SISTEMA ABIGRAF NOTÍCIAS

Abigraf realizou 53ª Assembleia em ­Goiás

N

o dia 28 de abril foi rea­li­za­da a 53ª Assembleia Geral Ordinária da Abigraf Na­cio­nal, organizada pela Re­gio­nal ­Goiás, nas instalações da Federação das In­dús­trias do Estado de ­G oiás (Fieg), em Goiâ­nia. Na oportunidade ocorreu a eleição da nova diretoria que comandará a Abigraf Na­cio­nal na gestão 2017/ 2020. Levi Ceregato foi reeleito presidente da diretoria executiva, tendo Carlos Augusto Di Gior­gio Sobrinho como 1º vice-​­presidente e Rodrigo Velloso de Almeida na 2ª vice-​­presidência.

GRUPOS EMPRESARIAIS

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stamos às vésperas de mais um evento do qual o segmento de comunicação vi­sual será protagonista. É a segunda exposição da área gráfica neste ano e a expectativa é de que a feira Serigrafia Sign FutureTextil reú­na 30 mil visitantes em quatro dias. Sem dúvida é uma demonstração de força e só o fato de estarmos falando dela aqui reforça a importância crescente dessa fatia do universo da impressão. ­Aliás, a própria rea­ti­v a­ç ão do Grupo Em­p re­s a­ rial de Comunicação Vi­sual dentro da Abigraf é um sinal claro do interesse das gráficas tradicionais pelo mercado de sinalização. Não se trata de uma área nova. A Serigrafia Sign, por exemplo, está em sua 27ª edição. O que mudou, então? A tecnologia certamente está no topo da lista de agentes im­pul­sio­na­ do­res. A impressão digital em grandes formatos deu um salto nos últimos 15 anos, aumentando ex­p o­n en­cial­m en­te o leque de aplicações, a qualidade final

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No conselho diretivo, Ju­lião Flaves Gaú­na segue como presidente, com Cidnei Luiz Barozzi na vice-​­presidência. “O objetivo de se fazer esta reu­nião na sede da federação é demonstrar que a indústria gráfica brasileira mantém suas convicções de ser coe­ sa, seguindo forte e unida, neste momento de dificuldades que o País está atravessando”, afirmou o an­fi­trião Antonio de Sousa Almeida, presidente da Abigraf‑GO. A abertura da assembleia contou com a presença do presidente da

Fieg, Pedro Alves de Oliveira, e do vice-​­presidente da Confederação Na­cio­nal da Indústria (CNI), Paulo Afonso Ferreira. Temas relevantes foram apresentados e debatidos durante a assembleia, como: balanço da gestão 2014/2017;

terceirização e reforma trabalhista; Conselho Temático da Micro e Pequena Empresa (Compem, da CNI); Projeto Web-​­to-Print – Printaki; Prêmio Fernando Pini 2017; e projetos de lei de interesse da indústria gráfica brasileira.

Expansão e atratividade dos produtos e, questão-​­chave, a rentabilidade de seus proponentes. Am­plia­das as possibilidades, tanto para mí­dias internas quanto externas, a impressão em grande formato esparramou-​­se para muito além da sinalização, invadindo os segmentos têxtil e decorativo, transformando objetos e aguçando a cria­ti­vi­da­de de designers e profissionais de cria­ção, cada vez mais presentes nas feiras do setor. Os cria­t i­vos vêm valorizando esse leque de possibilidades e transformando-​­o em produtos destinados a atrair o consumidor, sobretudo nos pontos de venda. As redes de varejo, de fast­ food, as grandes marcas, querem mais, buscam incessantemente por novidades, precisam agarrar o freguês no primeiro olhar. E dá-​­lhe faixas de gôndola, displays, adesivos de piso, wobblers, só para citar alguns. A assistir essa corrida temos as gráficas dos segmentos edi­ to­rial, pro­mo­cio­nal e co­mer­cial,

lutando para se manter saudáveis enquanto observam suas margens rolarem ladeira abaixo empurradas pela queda na demanda. Não há como não serem atraí­das pelo canto da comunicação vi­sual. Passar de observador para agente não simples, como não o é em qualquer mercado novo. As exi­gên­cias dos clien­tes, os prazos, a logística, tudo muda, além, é claro, da própria tecnologia envolvida. Mudam os suportes, os recursos de acabamento, alteram-​­se as variáveis do processo, e na esteira das mudanças devem caminhar também os colaboradores. O Grupo Em­pre­sa­rial de Comunicação Vi­sual está aqui para fazer essa ponte. Para ajudar as empresas que enxergam na impressão em grandes formatos uma chance real para a conquista de novos clien­tes e, igualmente, para contribuir com as que já ­atuam nesse nicho, levantando suas bandeiras, discutindo suas lacunas, trabalhando para

o desenvolvimento e incremento do mercado. Um passo significativo nesse sentido está sendo dado pela Escola Senai Theo­bal­do De Nigris. A instituição está integrando a área de comunicação vi­ sual à grade de seus cursos, tanto do ponto de vista teó­ri­ co quanto prático. Trata-​­se de uma medida fundamental para o setor, totalmente carente de um polo de formação de mão de obra. Que­re­mos mais, podemos mais, e precisamos estar juntos para isso. Eu estarei na Serigrafia Sign. E você? Eduardo Franco Diretor setorial do Grupo Empresarial de Comunicação Visual


Nova diretoria na Abraform Osmar Roncolato Pinho, da Gráfica Bradesco, foi eleito presidente da Associação Brasileira de Formulários Contínuos, para a gestão 1987/1989. Na nova diretoria figuram, entre outros, Hamilton Terni Costa (Socipress), como secretário; Ricardo Marques Coube (Tiliform), tesoureiro; e Carlos Alberto Rangel Proença (Alterosa), 2º tesoureiro. O segmento emprega 10 mil funcionários e consome aproximadamente 150 mil toneladas/ano de papel, com um faturamento anual de 250 milhões de dólares. Os empresários da área revelam preocupação quanto ao comportamento futuro do mercado, ao fornecimento de matéria-prima e em relação à situação econômica do País.

Constituinte versus Editores O presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Sérgio Lacerda, solicitou na Subcomissão de Educação, Cultura e Esporte da Constituinte, que os parlamentares assegurem dispositivo na Constituição concedendo imunidade fiscal e tributária à importação de papel. Segundo Lacerda, o governo não pode dar à importação de insumos para a indústria editorial o mesmo tratamento dado à importação dos outros produtos. Para o editor, “qualquer medida que venha a restringir ou condicionar essa proteção cons titucional significaria a democracia relativa, a liberdade relativa e o caminho aberto ao atentado à liberdade dos autores, dos editores e dos leitores”.

Jornal do Commercio completa 160 anos

Notícias publicadas na Revista Abigraf nº– 111, de maio/junho de 1987

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No dia 1º de outubro de 1827 começava a circular no Rio de Janeiro o Jornal do Commercio, lançado pelo editor parisiense Pier re Plancher, recémchegado ao Brasil. A publicação nascia para divulgar preços correntes, notícias marítimas e movimento de importação e exportação. Nos anos seguintes, o jornal mais antigo do Rio de Janeiro e um dos mais antigos do mundo, em circulação, passaria a acompanhar de perto todas as transformações políticas, sociais e econômicas do País. No final dos anos 1800 e início do século XX, o jornal possuía tanta notoriedade e influência que um editorial seu era capaz de derrubar todo um ministério. Pela sua redação passaram nomes como Rui Barbosa, Barão do Rio Branco, Euclydes da Cunha, José de Alencar, Felix Pacheco, entre outros.

Após várias etapas de modernização no seu parque gráfico, ao completar 160 anos, o Jornal do Commercio entra com força total na era da informática. Das 23 imensas máquinas de composição a quente, responsáveis pela impressão do jornal há vários anos, restam apenas cinco em fun cio na mento. O barulho das linotipos cede lugar ao som suave e futurista dos teclados das novas máquinas de fotocomposição.

erca de 400 pessoas reuniram-se de 15 a 19 de maio no Hotel Carimã, em Foz do Iguaçu (PR), durante a realização do 7º Congresso Brasileiro da Indústria Gráfica. Além das lideranças gráficas de todo o Brasil, o congresso teve a presença dos deputados constituintes Maurício Nasser (PMDB-PR), Antonio da Cunha Bueno (PDS-SP), Airton Cordeiro e Rafael Grecca (ambos do PDT- PR). Um dos pontos altos do evento foi o “Painel da Constituinte”, destacando temas como a desestatização na indústria gráfica, a pesquisa na universidade, a participação do gráfico na política, os salários dos deputados, a criação de um tribunal constituinte, a recessão, a ini ciati va privada, o regime presidencialista, entre outros temas. Na abertura, Max Schrappe, presidente da Abigraf Nacional, afirmou: “Vivemos hoje no Brasil tempos de muitas mudanças no plano político e econômico, e essas mudanças nos colocam diante de constantes incertezas sobre qual o caminho mais adequado e qual a ação mais segura na concretização de nossos objetivos”. maio /junho 2017

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MENSAGEM

O

a li sí ra B m e o ã n e l, si ra B o n Focar

e, o foco de enfrentar, competitivament ra pa s mo ter tura a limpo, em rentes. Conclui-se que a cul cor con s O Brasil está sendo passado seu ios a, e nós empresár ônima de resultado. de valores, conceitos, cultur empresarial moderna é sin e so ces pro realidade brasileira, e est m disso, convivemos com a Alé precisamos ajudar a liderar tema financeiro, do construído. a, não temos o apoio do sis sej este novo país que está sen ou ito ele sil Bra o é uma enorme /mídia os o excesso de burocracia, tam O País que sai na imprensa ren enf cas áti ocr dem lete as escolhas ta de capacitação por nós, leg ítimo, e que ref insegurança jurídica e a fal lá. ão est e qu tes an ent oradores. Além de uma das urnas. São nossos repres profissional de nossos colab so ces pro e precária. um de rte a faz pa infraestrutura extremament Portanto, melhorar Brasíli idades ent as sciência, Diante deste cenário, gradativo e depende da con lha ba m para vo que possa de classe como a nossa, tra educação e cultura de um po empresários entantes. dar assistência e apoiar os Não se pode mais eleger melhor os seus repres o para coisas e suas empresas, contribuind er nd co Sou otimista, e creio que es cas ídi na escolha tapete. fornecer informaçõesecijurmentos,nos do o melhoraremos a qualidade ix ba em ição. tecnológ icas e esclar cia de nossos políticos a cada ele ên ar sp an tr A teúdos és rav At so. processos burocráticos; con Somos parte deste proces um a á ar lev conseg uem s o nã no os sas podem esses que as empre da informação qualificada de on , l. al rea s, por meio mundo re acompanhar em tempo colaborar com as mudança os além de Enfim, temos grandes desafi o conteúdo e a dos livros, jornais e revistas, os. dade e a a serem enfrentados e vencid verdade sempre promover o ensino de quali des, ida e. ent s ent da lm pa Com união e apoio ecer. al ev pr o quebra de paradigmas, princi irã mais a da r ain lha traba poderemos enfrentá-los A tecnolog ia também pode ent as idades mos explorar fortalecidos. Interagir com favor da sociedade, se souber o correto informações ajudá-las a encontrar o foc de ma for a a quantidade e qualidade de um é ica instantânea, pela dinâm andas existentes no precisas, trazidas de forma para atender as diversas dem e sso ace e nd a nossa Abigraf. tão gra do. É o que esperamos para rca do mundo online. Diante de me ixo ba em sas coi is esconder de nossa Tenham proveitosa leitura flexibilidade, não se pode ma real, o nd mu um a ará lev s ainda no -la do tapete. A transparência revista e ajudem-nos a torná r. ece val pre o irã pre alvo. sem is atraente para seu públicoonde o conteúdo e a verdade ma era na os am est ial, Focando no mundo empresar se conectando, vai o tud de m.br da Indústria 4.0, aon ricardocoube@tiliform.co de ida tiv era int o globalizando e demandand ainda é muito baixa dig ital. Nossa produtividade engolidos pelas e se não evoluirmos seremos presas globais, mais novas tecnolog ias e por em as que as nossas. preparadas e mais competitiv um grande desafio, Liderar nossas empresas é e de informações e variáveis em função da complexidad ineiramente. Temos que que precisamos dominar rot , e externo, custos, processos lidar com o público interno as e ações. Diante governança, metas, estratégi e as exigências atuais disso, é fácil entender porqu plexas e sof isticadas. tornam-se cada vez mais com foco na Gráfica O empresário que não tiver ção Bra sileira da Indústria 1º- Vice-Presidente da Associa de — ida tiv efe e ia ) các f-SP efi a, igra nci (Ab lo escala, eficiê Regional São Pau estará preparado vejam quantos “es” — não

R icardo M arques C oube

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A Agfa reinventa a forma de imprimir um futuro ainda mais sustentável. Lucratividade, confiabilidade e sustentabilidade, nunca andaram tão juntas. A Família :Azura, pioneira e líder mundial de mercado, cresceu e os benefícios das mais avançadas chapas offset da indústria gráfica são ainda maiores.

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