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Ifl r\ ANO II - NÚMERO 19

JUNHO 77

ASSOCIACAO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA

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ABIGRAF EM REVISTA Drgão oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de S. Paulo. Registrada no 2. 0 Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de São Paulo, República Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n.° 02 da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros Periódicos. Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n.° 1.517-P. 209/73. Redação e Administração: Rua Marquês de Itu, 70 - 12.° andar Telefones: 32-4694, 33-2762, 34-8269 e 35-8788 Telegr.: "ABIGRAF" - CP 7815 01223 - São Paulo, SP, Brasil Direção Administrativa: Rubens Amat Ferreira

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Neste número de junho de 77 temos: 7

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Joel Moreira Jr.

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Diretor Executivo

Relação entre original e impresso no processo de rotogravura

Publicidade: Propcenter - Centro de Propaganda S/C Ltda. Tel. 266-6087 Composição: Cooperadora Gráfica Ltda. Impressão: Laborgraf Artes Gráficas S.A.

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Diretor-Presidente

Direção Jornalística: Neide Ricosti Programação Visual: Tercio Gmeiner (MT57)

Corno analisar sua própria empresa

A inflação continua alta

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Atualidades ABIGRAF/SIGESP

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Setor jurídico

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ABIGRAF - Regionais e Delegados no Estado de São Paulo

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Guia da Indústria Gráfica

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Diretoria: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRÁFICA

EDITORIAL

Regional do Estado de São Paulo DIRETORIA Presidente: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente: Henrique Nathaniel Coube 2.. Vice-Presidente: Sidney Fernandes Secretario: Antonio Bolognesi Pereira 2.* Secretário: Drausio Basile Tesoureiro: Waldyr Priolli 2.. Tesoureiro: José Alder Filho Suplentes: Jose Bignardi Neto Wilson Siviero Osmar Matavelli Isaias Spina Arthur Andreotti Ayrton Perycles Conde Orestes Romitl Conselho Fiscal: Homero Villela de Andrade Vitto Jose Ciasca Jose Raphael Firmino TiaccI Suplentes: Basilio Artero Sanches Renato Foroni Manoel Galego Fornielis

SINDICATO DAS INDUSTRIAS GRÁFICAS DO ESTADO DE SAO PAULO DIRETORIA Presidente: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente: Henrique Nathaniel Coube Secretário: Sidney Fernandes 2.* Secretário: JoSé Aidar Filho Tesoureiro: I rineu Thomas Tesoureiro: Waldyr Priol II Diretor Relações Públicas: Pery Bomeisel Suplentes: Jose Bignardi Neto Isaias Spina Sylvio Fonseca Sergio BignardI João Anastácio Godoy Drausio Basile Widar Asbahr Conselho Fiscal: Jose Raphael Firmino Tiacci Francisco Inodoro Mendes Filho Vitto Jose Ciasca Suplentes: Irineu Francisco Rocco Ayrto Alberto Schvan Bernardo Sinatro Delegados representantes junto à FIESP: Theobaldo De Nigris Homero Villela de Andrade Suplentes: Jose Bignardi Neto Waldyr Priol I i Secretaria: das 8 às 11,30 e das 13 às 17 horas. sábados não há expediente. Aos Secretaria Geral: Dra. Rose Maria Priolli Distribuição de guias para recolhimento do imposto sindical , distribuição de publicações periódicas e informativas; orientação para pedidos de Isenção junto ao Setor Gráfico da CDI. Departamento Jurídico: Dr. Antonio Fakhany Júnior Dr. J. Moreira Jr. Defesa dos associados na Justiça do Trabalho: informações trabalhistas e fiscais, civeis e criminais

DISCUSSÃO FÉRTIL Há um ano, a ANAVE — Associação Nacional dos Homens de Venda em Celulose, Papel e Derivados — instalava seu primeiro Forum de Análise do Mercado de Celulose, Papel e Artes Gráficas, um titulo aparentemente ambicioso para uma série de palestras. Os fatos, todavia, desmentiram essa idéia, porque, ao invés de um simples desfilar de temas, assistiram-se a verdadeiras conferências., em que as entidades participantes — ligadas todas b atividade papeleira, seja como produtoras, consumidoras ou técnicas — expuseram com profundidade, e principalmente com sinceridade, seus problemas e as pro posituras para resolvê-los. Não obstante, o espírito geral do 1 Forum denotava ainda alguma incerteza, uma certa reserva das entidades, algo como o pudor que o novato em terapia de grupo sente ao ter que se abrir em público. Essa inibição foi completamente afastada no 11 Forum, realizado em fins deste passado mês de maio. O simpósio, em um ano apenas, amadureceu e assumiu plenamente seu objetivo de análise de mercado, de uma forma altamente cientifica e aberta, um espirito, diríamos, de terapia mercadológica de grupo. Não nos move aqui o desejo de lançar confetes do elogio fácil ao evento, até mesmo porque a ANAVE desdenharia a lisonja. Alegra-nos, isto sim, a constatação da dignidade com que todo o universo do papel se coloca no contexto econômico da Nação, autodiagnosticando-se, avaliando desempenhos, corrigindo distorções e, ano a ano, encaixando-se nas variações conjunturais. Mais do que falácias políticas, sobrepondo-se ao fluir e refluir das mares dos milagres e antimilagres, são estes encontros que podem dar aos condutores do País, em suas verdadeiras dimensões, as repercussões de políticas econômicas adotadas e oportunidade de corrigi-las ou confirmá-las, num clima isento de facciosismo, despido da paixão da autopromoção, visando apenas a meta prioritária do desenvolvimento econômico — lúcido, humano e realista. Deveria o Governo, pois, enviar observadores a este e a outros encontros dos diversos setores da economia porquanto, informais e espontâneos, trazem problemas e soluções à tona. Fiel b sua condição de análise de mercado, o Forum possibilita o posicionamento de cada segmento visto pelo ângulo de cada uma das entidades de classe participantes. Assim, os produtores de papel e celulose estudaram aspectos e programas através de trabalhos apresentados pelo Sindicato dos Fabricantes de Papel e Celulose, da Associação Brasileira das Empresas de Reflorestamento e da Associação Paulista dos Fabricantes de Papel e Celulose. Os pontos de vista dos consumidores firmaram-se nas teses defendidas pela AB1GRAF e pela Associação Brasileira de Papelão Ondulado. Os aspectos técnicos do produto e seus derivados foram arguidos pela Associação Brasileira de Técnicos Gráficos e pela Associação Técnica Brasileira de Celulose e Papel. Finalmente, a ANAVE dissecou os métodos e a importância das vendas. Se à anfitriã cabem os méritos da iniciativa, da promoção, da organização

e do clima de elevada critica do evento, aos demais participantes faça-se a justiça de reconhecer-lhes os esforços, coroados de pleno êxito, em transformar o Forum de Análise do Mercado de Celulose, Papel e Derivados num evento de altíssimo nível, uma prova da maturidade empresarial e técnica de que todo o setor pode rejubilar-se.

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COM.ANALISA 'SUA EMPRESA ..q;;;•,*. • "

"Howard Ellsworth Sommer" Publicado em "Small Business Administration: Management Aids n.0 46".

Tradução e adaptação de Basilio Artero Sanchez e Drausio Basile

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As grandes empresas, com muitos departamentos e especialistas, estão em condições de levar a cabo, simultaneamente, um grande número de programas de melhoramentos. Em uma empresa pequena, o problema de melhorias apresenta-se totalmente diverso, dado o reduzido número de alto executivos com que conta cada companhia para iniciar um trabalho desse tipo. Tais executivos, geralmente os próprios donos, quase sempre carecem da necessária assistência em seu quadro de pessoal, podendo manejar • apenas uns poucos programas de melhoria de cada vez.

possível melhorar a organização?

Parece difícil consegui-lo quando é forçoso, primeiro, manter em eficiente operação a empresa, frente a circunstâncias de alterações sociais e de política econômica, que, sendo externas A. organização, e fora de seu controle, alteram radicalmente seu desenvolvimento. Não obstante, a missão do empresário é salvaguardar a eficiência de sua organização; precisará extrapolar-se 6. conjuntura e dedicar 6, organização todos os esforços possíveis para aprimorá-la. Somente assim estará em condições de "captar" melhor crises atuais e futuras, mantendo as máquinas em funcionamento e a empresa pronta a enfrentar novos projetos.

Primeiro controlar a organização

Esta frase coloca em relevo um dos principais problemas da pequena empresa, que é a inexistência de uma estrutura organizacional sadia, que per-

mita à firma expandir-se e absorver novos melhoramentos. Se dirigida por um único homem, que seja apenas um "diretor" e não um "organizador" ou um "condutor", podem fracassar muitos programas de melhoramentos, devido à negligência forçada ou a mal-entendidos, ou ainda ao fato de que uma só pessoa tratará de incorporá-los b. sua rotina diária de trabalhos, já por si sobrecarregada. Para construir sobre bases sólidas os programas de desenvolvimento, uma pequena empresa deve, em primeiro lugar, resolver seus problemas organizacionais. Um dos métodos mais efetivos para fazê-lo, é revisar as estruturas existentes. Para tanto, elaboramos um questionário. Você próprio, executivo ou proprietário, deverá respondê-lo. As respostas o ajudarão a conhecer melhor as circunstâncias em que sua empresa se situa. Porém, se houver respostas negativas às perguntas, ainda que a umas poucas, você deverá estudar profundamente os problemas aqui ventilados, antes de abalançarse à implantação de novos programas.

O questionário: Hora da verdade

Há predisposição por parte dos altos executivos (principalmente de você mesmo) para delegar autoridade e responsabilidade, e para desenvolver as habilidades, capacidade e experiência dos demais? Os homens-chave (inclusive você mesmo) preocupamse principalmente em definir as políticas de sua empresa ou de outras atividades igualmente importantes, sem deixar-se absorver pela rotina diária? Os homens e setores-chave têm funções e responsabilidades claramente definidas; Cada funcionário sabe perfeitamente perante quem é responsável, e quais os subal-

ternos responsáveis perante ele, de maneira tal que as linhas de autoridade não estão misturadas e confusas? As funções básicas estão agrupadas com lógica, e existe a intenção de aproveitar a especialização? Existe um organograma ou descrição escrita da organização, perfeitamente definidos, e revistos recentemente? Uma vez que tenha conseguido organizar-se, a pequena empresa pode começar a concentrar seu esforço na produção, nas vendas, ou nos problemas de controle, seja qual for a área mais fraca. Se esta empresa for suficientemente grande para ter um homem exclusivamente para a produção, outro gerindo as vendas, e um terceiro encarregado das finanças e controles, pode-se iniciar simultaneamente mais de um projeto importante de desenvolvimento.

Utilização dos quesitos de análise

Apresentamos, nos quadros a seguir, quesitos de análise, que configuram as condições empresariais mais típicas: Satisfatória, Regular, ou Pobre. Leia cuidadosamente cada série de três situações e determine qual a que mais exatamente descreve a situação em sua empresa. Coloque a seguir um "x" na coluna correspondente, ao lado da condição que você escolheu. Seja o mais objetivo possível. Se você der uma "melhorada" nas respostas, para que a situação pareça melhor do que realmente 6, somente estará enganando a si mesmo. Uma vez marcadas as 45 series de quesitos, aparecerão naturalmente as áreas necessitadas de maior atenção e sobre as quais você deverá concentrar sua ação. Em síntese, você terá analisado a sua própria empresa, e diagnosticado seus males. 9


CONDIÇÃO SATISFATÓRIA

CONDIÇÃO REGULAR

CONDIÇÃO POBRE

I. GERAL Política da Empresa

As políticas e objetivos da companhia estão claramente definidas e são compreendidas por todos. Todos os fatores econômicos atuais e potenciais são levados em conta na planificação geral da empresa. Participação agressiva nas entidades de classe comerciais e empresariais.

As políticas gerais da empresa não estão claramente definidas ou entendidas.

Não há uma política geral, exceto para continuar a tradição da empresa.

Considerações esporádicas dos fatores econômicas potenciais na planificação da companhia. Interesse limitado em entidades de classe, comerciais e empresariais.

Planeja-se por impulso.

A companhia mantém-se diariamente informada sobre disposições legais federais, estaduais e municipais.

As relações com o Governo determinadas por assessoramentos jurídicos, mas não são transmitidas aos executivos da companhia.

As entidades de classe, comerciais e empresariais, são consideradas um mal necessário. Não existe uma política relacionada com assuntos oficiais. Os departamentos oficiais locais são consultados em caso de dúvida ou quando se apresentam problemas.

Relações Industriais

Ha um executivo com poder de decisão, que propõe políticas de relações industriais com o pessoal que, imediatamente após aprovadas pela Diretoria, são aplicadas, levando-se em conta as circunstâncias peculiares a cada empresa, dentro do contexto geral em que operam. Este executivo representa a empresa nas tratativas sindicalistas? Há uma política de comunicações conduzida de forma que todos os níveis hierárquicos estej am adequadamente informados, e — de alguma maneira — participem dos planos e decisões gerais da empresa. Existem programas definidos e acertados para a seleção, aproveitamento e treinamento do pessoal. Existem estruturas de remunerações equilibradas para todo o pessoal, baseadas numa avaliação de funções. Existe um plano a médio prazo de benefícios sociais, destinado a satisfazer as necessidades do pessoal, não cobertas pela previdência social oficial. 10

Reconhece-se o valor das Relações Industriais, mas a autoridade e a responsabilidade não estão claramente definidas. Copiam-se fórmulas ou impõem-se políticas personalistas.

A função de Relações Industriais se limita a aspectos administrativos e disciplinares. Não há normas escritas. Baseia-se em "usos e costumes", que, na maioria das vezes, representam as inquietações de quem as formula, uma vez de serem normas da empresa.

A comunicação limita-se a ser informativa e interrompe-se num determinado nível, sem abarcar o total da companhia.

Existem incerteza e desconcerto frente às decisões da empresa, desconhecendo-se-lhes os motivos, mesmo as decisões tomadas nos distintos níveis. A empresa é um ninho de rumores. Não existe um procedimento uniforme para a seleção, colocação e treinamento do pessoal. Prima o "sexto sentido". Os salários só se aumentam quando há pressões ou ameaças.

As formas de seleção e treinamento são ditadas pelo responsável de cada area. Diferem entre as da administração e da produção. Não há um programa de avaliação de funções. Apenas aumentam-se os salários por antiguidade e "confiança". Os benefícios são "favores" outorgados discriminadamente a determinadas pessoas, sem que haja um precedente lógico, e cada situação é manejada individualmente.

Não se respeitam os benefícios de lei, salvo para a alta direção.


CONDIÇÃO SATISFATÓRIA

HA uma política de relacionamento com o pessoal, que possibilita a crescimento da empresa sem perda do contato "cara a cara", próprio da pequena empresa. Há um programa de seguro industrial destinado a cobrir os acidentes pessoais. Há um executivo responsável pelas relações com o sindicato de empregados, e uma ativa participação das pessoas envolvidas segundo o assunto tratado. Há um clima de mútua confiança entre representantes sindicais e empresários; há um crédito de confiança. Ficha individual e registro da trajetória de cada empregado, atualizados constantemente.

CONDIÇÃO REGULAR

CONDIÇÃO POBRE

Ao desenvolver-se, a empresa pensa apenas em promover o pessoal mais capaz, desprezando ou não aproveitando o potencial disponível. O único interesse tecnológico. Apenas se corrigem as causas de acidentes depois que estes ocorreram. Não há um planejamento preventivo. Existem interferências da alta direção ou tratamento dos problemas sindicais. As vezes se negam soluções, para logo em seguida aplicá-las, como se fossem soluções pessoais da presidência.

Não existe planificação para o crescimento da empresa. Está baseado em "homens providenciais".

Existem alguns arquivos, mas estão incompletos.

Não há registro de empregados. Este só adotado depois de sucessivas inspeções oficiais.

Não há previsão de recursos de capital de giro ou de caixa. Os fundos nem sempre se obtêm ou são utilizados. Os efeitos inflacionários são considerados com base em critérios intuitivos ou pessoais. Contraem-se empréstimos em moeda estrangeira.

Capital de giro e caixa inadequados; política creditícia difusa. Não há planificação para o futuro.

Esforço de investigação esporádico. Objetivos não definidos.

Não há pesquisa. Desenho e engenharia de produtos inadequados.

As atividades de pesquisa e desenvolvimento não estão bem organizadas.

Não há pessoal qualificado para dirigir pesquisas e desenvolvimento de produto.

A empresa tem um programa para pesquisas, desenho e engenharia de

Ignora-se a necessidade da pesquisa e engenharia de produto.

Corrigem-se as instalações perigosas apenas ante reiteradas notificações dos organismos oficiais. Para conseguir um "interlocutor válido", os representantes sindicais precisam recorrer a medidas de form e somente então começam as conversações, estas visando-se manter o "status quo".

Finanças

Existe previsão de capital de giro e Fluxo de Caixa para atender ao volume de negócios e nível de lucros planificado. 0 planejamento financeiro considera os efeitos da inflação sobre a estrutura patrimonial da empresa. Recorre-se ao endividamento em moeda estrangeira após prévia consideração das perspectivas de financiamentos alternativos locais, risco de variação cambial, etc.

Não se pondera sobre os efeitos da inflação no planejamento dos recursos financeiros. Não se medem os riscos provenientes do endividamento em moeda estrangeira.

Pesquisa de Produto

Pesquisa continua para aprimoramento de produtos, equipamentos e métodos de fabricação; para o desenvolvimento de novos produtos e mercados. Esforços totalmente planificados e altamente organizados sob a supervisão ativa de pessoal qualificado. Estreita cooperação com comercialização e vendas, fabricação, engenharia de

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CONDIÇÃO SATISFATÓRIA

métodos e ferramentas, para

assegurar a aceitação no mercado. Instalações de produção adequadas e um custo de produção competitivo.

CONDIÇÃO REGULAR

CONDIÇÃO POBRE

produto, mas tais atividades não se realizam em

cooperação com outras divisões da empresa.

II. PRODUÇÃO Suprimentos

Compra de todos os materiais através de concorrências, de acordo com especificações, nas quantidades requeridas pelo Controle de Produção. Procedimentos com trâmite rápido.

Função de Compras geralmente bem operada. Carece de coordenação completa com Engenharia e Controle de Produção. Fluxo de papéis razoavelmente funcional.

As compras não estão completamente centralizadas. Coordenação pobre com Engenharia, Controle e Produção e outros departamentos. Procedimentos de trâmite deficientes.

Planificam-se as compras material local e importado, de forma a alcançar um estoque ótimo em termos de dificuldades com abastecimento, custo de compra, cobertura contra a inflação e custo da imobilização de estoques. Periodicamente efetuam-se estudos de análises de valores, visando a racionalizar os custos de produção.

Existe um programa de Compras, mas não se fazem as previsões correspondentes ao custo financeiro da manutenção de estoques.

Todas as compras são "urgentes" e devem fazer-se na forma que seja possível.

Não existe um programa de análise de "maior valia", embora haja urna clara

0 setor de compras periodicamente analisa possibilidades de novos sistemas de transporte, embalagens e depósitos das matérias-primas e dos produtos terminados. Há um comitê para decidir os novos sistemas.

Existe preocupação pelos conceitos distintos do "custo de compras" mas não há um mecanismo de revisão periódica estabelecido e coordenado.

Não existe consciência do custo. O que decide uma compra é, afinal, o critério técnico' de melhor rendimento ou mais fácil produção. As revisões de quantidades de estoques mínimos não se baseiam na otimização das quantidades, mas sim às inquietações individuais na área da responsabilidade de cada setor.

preocupação pelo "custo".

Controle e Programação de Produção 1.

A produção é inteiramente

planejada e programada

segundo previsões de venda ou pedidos, levando em conta facilidades de fabricação.

1. Produção planificada no que concerne aos artigos principais. Programação das necessidades de materiais e mão-de-obra a cargo dos chefes de departamentos.

1. Não existe um controle e programação de produção centralizado. Produção ditada, amiúde, pela necessidade de manter os operários ocupados, o que resulta em estoques desequilibrados e excessivos.

1. 0 "lay-out" da fábrica não decorre de um estudo econômico. A disposição da maquinaria não está bem relacionada com o fluxo de materiais. Manutenção e

1. Adequação das instalações determinada pelo espaço disponível. "Lay-out" das máquinas e equipamentos disposição levando pouco em conta o fluxo e utilização

"Lay-out" da Fábrica

1. "Lay-out" da fábrica

determinado por estudos de

provisionamento de materiais, mão-de-obra, adequação de mercados, sistemática de

incentivos de produção. 12


CONDIÇÃO SATISFATÓRIA

Instalações da fábrica dispostas de acordo com os métodos e processos de produção. Manutenção e reequipamento do parque industrial, equipamentos e instalações bem controlados.

CONDIÇÃO REGULAR

CONDIÇÃO POBRE

reequipamento da fábrica e equipamento pouco controlados.

econômica dos materiais. Não há programa de reequipamento de instalações, e o controle de manutenção é pobre.

1. Ferramental bem contruído, porém não desenhado para alcançar o maior baixo custo de fabricação de peças.

1. A engenharia de ferramental não está bem correlacionada com o processo de fabricação, para alcançar baixos custos de produção. Controle deficiente da manutenção e inventário do ferramental.

1. Departamentos de Métodos e de Padronização separados. Não se mantém uma coordenação total com os Departamentos de Fabricação, de Ferramental, e de Engenharia Geral.

1. Métodos elaborados por vários chefes de departamentos; melhoras lentas. Registros deficientes e pouco controle do processo de fabricação.

1. A função de Controle de qualidade não está centralizada. Realizam-se inspeções somente como uma necessidade de fabricação, exceto quando os clientes apresentam queixas sobre a qualidade.

1. Não há função separada de controle de qualidade, exceto quando as queixas obrigam a tomar medidas extras de precaução. Nesse caso, a inspeção é feita independentemente pelo encarregado de cada seção.

1. Necessário melhorar o fluxo de materiais. Maquinaria em ordem. Pagamento ocasional de incentivos b, mão-de-obra. Precisa-se melhorar os supervisores.

1. A fabricação não está bem planificada nem supervisionada. A maquinaria é velha, o fluxo de materiais é deficiente. Não há pagamento de incentivos, a supervisão é indiferente, a qualidade do produto é regular.

Engenharia de Ferramentas Gabaritos

1. Ferramental desenvolvido, desenhado e testado para alcançar o mais baixo custo possível de fabricação para cada produto. Gabaritos eficientemente mantidos e controlados.

Engenharia de Organização Métodos

1. Existe um responsável ou Encarregado de Engenharia de Organização e Método (0 & M) capaz de desenvolver, melhorar, estandardizar e simplificar processos de fabricação para reduzir custos, em cooperação com a Gerência de Produção e Engenharia. Controle de Qualidade

1. Controle de qualidade separado, como função específica. Programa de inspeção eficiente, planificado para cada produto e utilizado como auxiliar para Vendas e Fabricação.

Fabricação

1. Consegue-se alta qualidade baixo custo de produção para todos os produtos, mediante o uso de moderno parque de máquinas, bom "lay-out" e fluxo correto de materiais, com elevada eficiência de mão-de-obra, obtida mediante pagamento de incentivos e supervisão capaz.

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CONDIÇÃO SATISFATÓRIA

CONDIÇÃO REGULAR

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III. COMERCIALIZAÇÃO Bom programa de comercialização, fundamentado em políticas definidas e explícitas. Baseado no conhecimento das necessidades dos consumidores, em investigações e análises de mercado, apoiado por tun bom programa de promoção e vendas. Conhecimento da concorrência, sua participação no mercado, e estratégias de que se utiliza. Previsões de vendas classificadas por produtos, clientes, vendedores, zonas perfeitamente delimitadas e coordenadas com a política comercial. Correta fixação de pregos, baseada em custos que levam em consideração todos os fatores e oportunidades do mercado, objetivando uma política de preços previamente fixada. Lucros ou prejuízos analisados por vendedor, zona, cliente e/ou produtos; comparação com as previsões. Esforço seletivo de vendas, dirigido para as possibilidades máximas de lucros a longo prazo. Força de vendas treinada, inteligentemente dirigida e remunerada. Todos os registros e controles de vendas, mantidos em dia. A publicidade está planejada, coordenada e controlada em estreita concordância com a política de comercialização. Há um programa de pesquisa de mercado.

Programas de Comercialização baseados em experiências ocorridas com os clientes. Não se conhece a potencialidade do mercado.

Programa de comercialização incompleto. Conhecimento intuitivo do mercado.

Conhece-se a concorrência, mas não suas estratégias.

Conhecimento limitado e esporádico da concorrência.

Total de vendas estimado, mas não classificado por produtos, clientes e zonas.

Não há previsões de vendas.

Estrutura de preços rígida. Não se empregam custos exatos de produção para a fixação de pregos de venda. O preço é parcialmente regido pela concorrência.

Preços de venda baseados na concorrência ou no que suporta o mercado. A informação sobre custos não é utilizada para a fixação de pregos.

Não há intenção de analisar lucro bruto e líquido por vendedores, produtos e/ou clientes. 0 esforço de vendas não está dirigido para as melhores possibilidades de lucro.

Não há análise de vendas.

Os vendedores estão sob estrita supervisão, mas o programa de treinamento é inadequado. Os registros de vendas não são mantidos sempre em dia. Faz-se publicidade baseando-se em experiências.

Não há programa seletivo de vendas. A força de vendas não está bem treinada nem bem dirigida. A remuneração não é dos competidores. Os registros de vendas limitam-se aos pedidos recebidos e ao faturamento das vendas efetuadas. A publicidade se realiza baseada na intuição dos dirigentes da empresa e da agência de publicidade.

Fazem-se pesquisas de mercado ocasionalmente, respondendo a necessidades concretas.

Não se fazem pesquisas de mercado. Quando feitas, não são necessárias ou úteis.

1. Depósitos programados apenas para servir grandes

1. Depósitos mantidos no local de fabricação. Não se

Depósito e Canais de Distribuição 1. A programação dos depósitos está prevista para 14


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satisfazer aos pedidos de entrega dos clientes, e 6. determinado pelo estudo das condições competitivas do mercado. Atenta-se para os investimentos ern estoques. 2. Planificou-se uma estratégia de distribuição adequada h. política comercial utilizada. Controlam-se todos os segmentos de sua

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centros de venda já estabelecidos; não foram determinados pela análise de condições competivas de mercado.

tomam em consideração as condições competitivas de vendas e de mercados.

2. A ampliação ou melhora

2. Não se leva a cabo nenhuma ação com respeito A distribuição.

Contabilidade de custos razoavelmente correta, embora não organizada para apresentar informações imediatas de custos padrão. Registros e informes que são os mais adequados pra controlar custos e despesas.

Não há custos padrão. Os custos existentes são imprecisos e carentes de controle.

Mantêm-se muitos registros, informes e estatísticas, apenas ocasionalmente analisados, e que se duvida sejam úteis como instrumento de direção. Muitas informações duplicadas. Registros não relacionados com controles, sendo portanto de pouca ajuda.

Alguns dos registros e informes preparados carecem de utilidade prática.

dos canais de distribuição é feita ocasionalmente.

execução.

IV. CONTROLE Custo Padrão

Sistema de custos para refletir todas as variações entre o custo padrão e o real. As variações ocorridas no

padrão são regularmente informadas b. gerência para uma ação corretiva (diária ou semanal) , conforme necessária. Eliminaram-se os registros contábeis desnecessários.

As informações para controle gerencial são criadas segundo as necessidades. Todas as informações e controles de custos integram-se aos custos padrão. Todos os preços estimativos para produtos baseiam-se no custo padrão, eliminando-se a improvisação. Indica-se toda a variação de quantidades e de lucros. Conhece-se a qualquer momento o efeito que o equilíbrio entre as vendas e os preços de venda dos produtos causa sobre o quadro total de lucros da empresa, nos diferentes níveis operacionais. Determina-se facilmente o efeito de estoques adicionais sobre o custo e lucro. Determinam-se pontos de equilíbrio.

16

Custos previstos não comparados com custos reais.

A informação de custos, no geral, é estimada. Os balanços mensais de lucros e perdas são inexatos.

Não se mantêm os registros de produção requeridos para um adequado controle de custos. As estimativas se determinam por desempenho anterior.

Não se conhece o efeito do preço de um produto ou encomenda individual sobre os lucros totais da empresa.

Lucros e perdas mensalmente estimadas; verificadas e ajustadas anualmente segundo o Balanço. Não se conhece lucro e prejuízo de cada produto.

Não se determina facilmente o efeito do estoque adicional sobre o custo e lucro. Não se determinam pontos de equilíbrio e subestima-se-lhes o valor.

0 estoque adicional é autorizado geralmente para manter a fábrica ocupada, sem conhecimento do efeito sobre custo e não se conhece o equilíbrio de vendas nem o ponto de equilíbrio.


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Controle de Orçamentos

0 controle de orçamentos de todas as despesas baseia-se em padrões de desempenho flexíveis, determinados equitativamente pelos níveis operacionais.

Orçamentos de vendas por produtos, vendedores, clientes, zonas, baseados em análises de mercado. Conhecimento e controle do efeito de todas as mudanças do preço de vendas sobre o total líquido de lucros pressuposto.

Informes diários, semanais ou mensais sobre o desempenho de todos os departamentos, controlados mediante: a) desempenho padrão ou orçado; b) variação do desempenho padrão.

Os orçamentos computam a taxa de inflação prevista e são revistos periodicamente.

Estrutura de orçamentos rígida; verbas para despesas com vendas baseados em desempenhos anteriores e não em padrões predeterminados, mas flexíveis perante o desempenho efetivo. Orçamentos de vendas por produtos, vendedores, clientes e zonas, baseados apenas em desempenhos de vendas anteriores. Não há controle centralizado de preços de venda, delimitados pelo lucro predeterminado.

As informações contábeis departamentais mostram periodicamente: a) comparação do período atual com os passados; b) não há padrões; portanto, não se podem comparar os resultados reais com os previstos, e nem se podem analisar as causas das variações. As cifras do orçamento sofrem rápida desatualização e apenas se corrigem ao fim de um período prolongado.

Não há previsão ou prognóstico do desempenho.

Não há previsão de vendas. Não há "cotas" por vendedor. Não há programa. Não existe uma política de preços estabelecida. Ignoram-se as estimativas de custo quando se trata de quantidades consideráveis. Ao se reduzirem preços para adequar-se à concorrência, não são projetadas as repercussões sobre os lucros. Não há orçamento; não há planificação ampla a longo prazo. As políticas são vacilantes por não se basearem sobre uma informação comparativa completa e uma análise profunda.

Não há orçamentos ou prognósticos parciais.

Contabilidade

Sistemas, registros, impressos, informes, planejados com o objetivo de fornecer a informação requerida ao mais baixo custo. Dados contábeis fornecidos prontamente, na forma que melhor se adapte A, utilização da direção. Contabilidade modernamente mecanizada, com equipamento utilizado eficientemente na preparação da informação necessária. A informação contabilizada prevê os ajustes que a inflação causará sobre o patrimônio e os resultados.

A contabilidade é razoavelmente completa, precisa, rápida e bem dirigida. Algumas normas de trabalho determinadas por escrito. Os dados contábeis não são lançados pelo sistema de comparações, que é o adotado pela maioria dos conceitos modernos do controle por padrões. Empregam-se máquinas contábeis, mas estas não se adaptam aos métodos modernos.

A contabilidade mantém livros de registros, mas no geral é antiquada e incompleta.

Não se faz um trabalho sistemático de ajuste, embora se tenha presente a variável inflacionária ao se analisar as posições contábeis.

A contabilidade não leva em conta a variável inflação.

A contabilidade não considerada como um instrumento de direção.

Equipamento de contabilidade antiquado, vagaroso e antieconômico.

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Reluçuo entre original e imp] no processo de rotogravura Antes de enfrentar o problema relativo à análise da forma encavográfica, desejo entreterme um pouco sobre uma análise do longo e árduo percurso que une um original ao seu correspondente resultado impresso. A finalidade da impressão rotográfica (assim como das outras) é de reproduzir um determinado original em um número de cópias que mantenham o mais possível as mesmas características. Características essas que devem ser iguais (idealmente) ou pelo menos próximas do original. Esta igualdade se refere principalmente às características cromáticas do original. Os fatores que influem no resultado e no processo em si mesmo são: a) O original, que influi no

sobre todas estas considerações que se baseia uma análise "original impresso".

trabalho pelas suas próprias características. As operações que ligam o original à confecção do trabalho acabado. O suporte a ser impresso. A forma de impressão. A tinta que, com as suas próprias características, tenderá a uma determinada visu alização do original. A máquina impressora. Todas as variáveis citadas deverão ser tomadas em consideração para que o nosso trabalho alcance os resultados desejados. Todos estes fatores, porém, são ligados a quatro considerações básicas: Repetibilidade. Simplicidade. Velocidade. Economia.

partes estas não devidas ao acaso mas a uma estrutura, a um planejamento e a uma estandardização total do processo. Isto para justificar a primeira afirmação: repetibilidade. Torna-se necessária, afinal, uma organização que nos permita obtermos as mesmas características na hora desejada, sem necessidade de improvisações e perdas de tempo. Daqui a segunda afirmação: simplicidade. Devemos entender que toda complicação, toda e qualquer fragmentação do trabalho, toda repetição de operações, nociva e provoca um afastamento das condições ideais de reprodução do original. De fato, a cada passo a mais (su-

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Qual é o resultado ideal? Podemos dizer que um resultado ideal é aquele cuja representação gráfica sobre eixos cartesianos forma uma reta com um ângulo de quarenta e cinco graus. Isto só acontecerá quando a um valor de Do (densidade do original) , corresponder um valor igual de Di (densidade de impressão). Neste caso a cópia será perfeitamente igual ao original. No gráfico abaixo temos a representação de tal caso. Este resultado é fruto de uma união de partes bem sucedidas;

pérfluo) que tivermos que cumprir, nossas chances de conseguirmos uma cópia igual ao original irão diminuir. Este fator se liga não só à fase de trabalho, mas mesmo às maquinarias e aos instrumentos utilizados. Quanto mais precisos e menos complexos no seu funcionamento forem os nossos instrumentos, maiores chances teremos de alcançar a meta final. A terceira condição citada, a velocidade, depende em grande parte das duas anteriormente citadas. Qual a influência da velocidade?

A velocidade é um dos fatores que mais influenciam na hora da escolha de um processo e a

rotogravura tem, na sua fase de impressão, uma grande vantagem neste ponto devido à solidez do sistema de secagem. Surge agora uma dúvida: vamos exigir uma boa qualidade do nosso produto ou vamos trabalhar em função da quantidade? O ideal seria conseguirmos um compromisso. Este compromisso se origina porém das diretrizes de planejamento e estandardização citadas anteriormente. Teremos então um alto custo cle aparelhagens e de matérias-primas (papel e tinta) , mas estes gastos não deverão ser considerados antieconômicos, já que nos permitirão conseguir nossa meta no menor tempo possível e com


A impressão rotográfica tem como finalidade reproduzir um determinado original mantendo nas cópias as mesmas características. Mas nem sempre é isso que ocorre. Os fatores que influem e qualificam esse trabalho, é aqui explicado pelo professor Sergio Vay.

essao 0%0

um menor número de perdas de material (repetições de cilindros, paradas de máquina, quebras de papel etc.). Devemos ainda lembrar que estes gastos serão antieconômicos somente se forem mal administrados, isto é, se forem aplicados sabiamente no que se refere a: Tempo. Máquinas. C) Trabalho humano. d) Matérias-primas. Uma boa administração vai levar à utilização do tempo mínimo indispensável, ao maior aproveitamento possível das máquinas, ao menor número possível de operários e ao máximo aproveitamento das matérias-primas. Para finalizar a análise sobre o sistema rotográfico, irei agora mostrar o relacionamento en-

tre as quatro principais variantes do sistema: O cilindro. A máquina. A tinta. O papel. Estes quatro elementos (indispensáveis para se conseguir um impresso) são ligados intimamente entre si e a boa realização de um impresso depende da sua sincronização. Podemos, visando um ou outro resultado, modificar estes fatores, mas os nossos esforços deverão se concentrar sobre tinta e forma, já que a maleabilidade do papel é nula e a da máquina é limitada. De fato sabemos que, seja a tinta ou a forma, podem ser profundamente modificadas nas suas características,

Antes de enfrentar ma relativo à anális encavogrdfica, desej me um pouco sobre um se do longo e árduo que une um original correspondente resul press°. A finalidade da im rotogrdfica (assim c outras) é de reprodu

Antes de enfrentar ma relativo à análise encavográfica, desejo me um pouco sobre u 5e do longo e árduo lue ume um origim aorrespondente resu presso. A finalidade da rotográfica (assirn mit.rn,$)

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permitindo-nos anular quase que completamente os numerosos problemas. Uma análise completa do sistema rotográfico, pode ser apresentada graficamente como segue: onde: Dp densidade do positivo, função das densidades do original. p, profundidade de gravação, é função das densidades do positivo. Di densidade de impressão, é função da profundidade de gravaçãO. Di densidade de impressão, é ainda função do original. Estes itens, representam em cada curva, uma grande quantidade de passagens intermediárias seja no setor de fotografia, no de gravação e no de impressão.

Então, mantendo as características de estandardização citadas anteriormente, podemos fazer sim com que o nosso sistema consiga refletir as condições optimais ditas anteriormente. SERGIO VA Y, formado pelo Instituto Técnico Industrial Arti Grafiche e Foto grafiche de Turim (Itália), exerceu o cargo de técnico na Sociedade Nebiolo de Turim; depois foi responsável pelo ensino nas seções de tipografia, offset e rotogravura, no Instituto Técnico Industrial Arti Grafiche de Turim — (1954-1966). De 1966 a 1968 exerceu o cargo de diretor do Departamento Gráfico do Real Colégio de Artes em Riyadh (Arabia Saudita). Atualmente é responsável pelo setor de rotogravura e é professor de tecnologia gráfica na Escola Senai para Artes Gráficas "Theobaldo de Nigris". 19


À ESPERA DE

MEDIDAS GOVERNAMENTAIS A FIESP/CIESP, através de seu Departamento de Economia — DECON — efetuaram ligeiro estudo das medidas recentemente decretadas pelo presidente da República, General Ernesto Geisel, com vistas ao fortalecimento da empresa privada de capital eminentemente nacional. Pela sua importância, reproduzimos, na íntegra, o sucinto estudo das entidades representativas da indústria paulista, intitulado "0 Novo Pacote de Medidas para o Fortalecimento da Empresa Privada Nacional", assim redigido: "0 recente anúncio de um conjunto de medidas atingindo particularmente as empresas privadas nacionais, parece sugerir apenas o início de um processo deflagrado pelo Governo para o fortalecimento dessas empresas. Embora a maioria das medidas divulgadas vise, especificamente, o fortalecimento das empresas através de uma mais adequada forma de capitalização, o Governo, através de uma das resoluções, reiterou, mais uma vez, a intenção de dar apoio empresa nacional para a ocupação dos espaços vazios da economia. Como um passo inicial no sentido de atingir um objetivo ainda muito distante, não restam dúvidas de que se trata de um ótimo início. E, pois, dentro dessa perspectiva que o pacote de medidas deve ser entendido e analisado. 20

O reconhecimento das distorções ocasionadas pelo funcionamento do mercado financeiro e de capitais, e a disposição do Governo em transferir para o setor privado parcelas crescentes da poupança compulsória por ele arrecadadas é, talvez, de maior importância neste estágio, do que o próprio volume de recursos que serão inicialmente alocados às empresas privadas nacionais. De fato, qualquer comparação entre os recursos destinados agora A. capitalização das empresas nacionais, e o volume do endividamento dessas empresas, mostrará a reduzida importância dos montantes anunciados. Talvez, de maior significado do ponto de vista conceitual, seja a decisão de alimentar um Fundo de Participação Social com os recursos captados compulsoriamente ao setor privado através do PIS /PASEP, para aplicação de risco em subscrição de ações NOVAS de empresas privadas nacionais. Trata-se do retorno dessa poupança ao setor econômico responsável pela sua geração. Por outro lado, para tornar viável esse mecanismo, de forma a não introduzir riscos insuportáveis aos quotistas, o Governo decidiu incorporar, ao Fundo do PIS/PASEP, 5% das ações de suas companhias, tais como: Vale do Rio Doce, Banco do Brasil, Petrobrás, etc. Através de outros Decretoslei, criaram-se novos incenti-

vos A. capitalização das empresas. Nesse sentido, foram ampliadas as disponibilidades do PROCAP com a utilização de recursos derivados das Cadernetas de Poupança. Ao mesmo tempo, anunciou-se a volta da correção monetária limitada ao teto de 20% nos financiamentos a serem concedidos em 1977, no âmbito do PROCAP e a permissão para a concessão de empréstimos a acionistas de empresas privadas nacionais. Tais financiamentos, assim como as aplicações dos recursos do recém-criado Fundo de Participação Social, não serão concedidos sem qualquer restrição. Parece que o Governo, ao estabelecer que apenas as empresas que distribuam pelo menos 25% do lucro líquido, na forma de dividendos, poderão se candidatar aos recursos estabelecidos, está fixando sua posição e induzindo a empresa privada nacional a se enquadrar na nova lei das S/A. Finalmente, no intuito de incentivar es empresas a utilizarem recursos próprios para reforçar o processo de capitalização, decidiu-se financiar a venda de imóveis possuídos pelas empresas, e não ocupados em sua atividades precípuas, com isenção do Imposto de Renda. Como se pode notar, uma boa dose de imaginação foi utilizada na criação de mecanismos para o fortalecimento da empresa privada nacional. Aguardam-se novas medidas para fortalecer as pequenas e médias empresas, não contempladas com os incentivos agora anunciados.


TREINAMENTO DE TRABALHADORES Complementando Termo de Colaboração firmado em fins do ano passado, o SENAI — Departamento Regional de São Paulo e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Gráf cas de São Paulo assinaram, recentemente, 4 Termos Aditivos, visando ao Treinamento de Trabalhadores em Industrias Gráficas. Com conhecimentos teóricos e exercícios práticos esses Treinamentos abrangem as áreas de Impressão em Off-set (branco e preto) e Traçador e Montador de Fotolito (branco e preto) . O SENAI proporcionará assistência técnico pedagógica a esses Treinamentos e ressarcirá o Sindicato pelas despesas com o pagamento do instrutor, do material didático e de consumo e outros. Competirá ao Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Gráficas de São Paulo contratar um instrutor para cada uma destas 4 áreas de Treinamento e pagá-lo de acordo com a Tabela em vigor no SENAI, encaminhando para isso demonstrativo de despesas até 10 dias após o término do Treinamento.

namento e prestação de serviços do Centro Comercial dos

Estados Unidos (inaugurado em maio) esteve na FIESP, um grupo representativo do governo norte-americano, chefiado pelo Ministro Frank A. Weil, subsecretário do Comercio e Assistente para os Negócios Domésticos e Internacionais, do Departamento de Comércio dos Estados Unidos. O Ministro esclareceu que o Trade Center norte-americano em São Paulo objetiva, entre outras coisas, mostrar produtos que as empresas norte-americanas gostariam de oferecer aos brasileiros. O Trade Center terá atividade regional, sendo o único no gênero na America do Sul, o que contribuirá para a vinda, também, de empresários desses países ao Brasil. Os

COMITIVA AMERICANA NA FIESP Para explicar aos empresários paulistas, dos mais diversos setores, os objetivos, funcio-

Frank A. Well esclarecendo os objetivos do Trade Center para os empresários paulistas.

produtos a serem expostos no local, obedecerão a uma pesquisa feita por especialistas sobre aqueles que tenham maior aceitação em nosso mercado.

PROJETO DE APOSENTADORIA ENVIADO A PRESIDÊNCIA DO GOVERNO O Sr. Wilson de Souza Campos Batalha, diretor do Departamento Jurídico — DEJUR — da FIESP-CIESP, relatou, em uma das últimas sessões plenárias, os estudos elaborados pelas mesmas sobre a questão

gerada pela aposentadoria dos empregados mais bem remunerados nas empresas, encaminhados ao Ministério da Previdência Social. Referiu-se, ainda, ao fato de que várias instituições de natureza privada, baseadas em Parecer Normativo da Receita Federal, para coordenação do sistema de tributação, já vêm estabelecendo a dedutividade como despesa operacional das importâncias e pagas a título de complementação de aposentadoria, de acordo com o novo Regulamento do Imposto de Renda. — Todas essas medidas — ponderou o diretor — ainda se revelam bastante insuficientes para atender A. seriedade do problema como ele vem se apresentando ultimamente. Acredito que o nosso projeto constitui um grande passo para a solução de um problema de suma importância e pelo qual esta Federação já se interessou e já se manifestou a respeito. 21


A INFLAÇA0 CONTINUA ALTA

/

Em São Paulo, os resultados de março apontam que o índice do custo de vida subiu 4,8 no mês, contra 2,26% do ano passado. A maior pressão continua sendo dos produtos hortifrutigranjeiros. Entenda o porquê acompanhando no quadro o comportamento dos principais indicadores econômicos no mês de março

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que registrou igualmente a taxa de 13,07 em idêntico período. Esse índice, mais o índice de pregos por atacado e mais o índice de custo da construção no Rio de Janeiro, resultou numa taxa inflacionária da ordem de 4,2% no mês em apreço. A inflação acumulada no primeiro trimestre deste ano foi de 11,5%, praticamente idêntica A, do ano passado. Nos -animas doze meses já se atingiu 46,4%. A maior pressão continua sendo dos produtos hortifrutigranjeiros, pelo que se pretende o estabelecimento de medidas para eliminar a especulação e a interferência de intermediários através da fixação de pregos máximos de comercializagão no atacado para uma relação dos produtos dessa categoria. Na cidade de São Paulo, os resultados de março quase se equiparam aos verificados no Rio de Janeiro, segundo levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. O índice do custo de vida subiu 4,8% no mês, contra 2,26% do ano passado. Nos três primeiros meses do ano, a elevação foi de 12,9% contra 11,3% em igual período de 1976. Os itens que mais contribuíram para a elevação do índice foram: Alimentação (6,19% ) ; Despesas pessoais (7,42 % ) ; Transportes (9,55%) e Educação (6,66% ).

O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, introduziu, a partir de março, algumas modificações na metodologia do cálculo dos principais indices de preço. Assim, o índice de custo de vida (pregos ao consumidor) na cidade do Rio de Janeiro passou a ser obtido por uma fórmula que admite a substituição de produtos - no item alimentacão - cujos preços sobem acentuadamente no mercado, por outros de características parecidas, porém de menor prego. Outra modificação foi introduzida para o cálculo de índice de preços por atacado. Com base na justificativa de acidentalidade, que permite a exclusão dos efeitos de altas de pregos decorrentes de causas imprevistas, como excesso de chuvas, secas, geadas e outras, foi retirada dos preços da gasolina e do óleo diesel a parcela decorrente da cota de previdência a eles acrescentada em março. Esta parcela corresponde a Cr$ 0,30 por litro. Ela incidia antes sobre os serviços públicos, como luz, água, esgotos e outros. Embasado nessa nova sistemática, o custo de vida no Rio de Janeiro apresentou aumento de 4,2% em março, acumulando no trimestre o acréscimo de 13,0%, estabilizando-se ao mesmo nível do ano anterior

COMPORTAMENTO DOS PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICOS NO MS DE MARÇO DE 1977 (Base dezembro/1976 = 100) Número ESPECIFICAÇÃO

fnclice março!

Variação percentual no mês de novembro em relaç'ao ao mês an-

tenor

1977

Custo de Vida em S. Paulo Custo de Vida no R. Janeiro Indice geral de preços/disponibilidade interna (Inflação) Meio circulante (*) Concordatas deferidas

Falências decretadas

Consumo de energia elétrica, comercial e industrial, na Capital e ABC

112,93 112,96

1977

1976

4,80 4,2

2,26 3,27

Variação percentual acumulada até março

1977

1976

12,93 12,96

11,37 13,04

11,5 3,78 111,39 4,20 92,2 - 4,1 - 3,5 - 7,8 102,9 3,7 - 28,6 175,0 20,8 -18,7 64,5 -11,1 95,1

1,0

5,9

11,45 - 5,7 -30,6 - 7,1

1,8

FONTES: FIPE, FGV, ASSOCIAÇÃO COMERCIAL, LIGHT, APEC. (*) Dados sujeitos a retificação.

8,3

De acordo com o previsto foi possível em março, proceder a novos recolhimentos de papelmoeda (Cr$ 2.000 milhões) de maneira que o meio circulante situou-se em torno de Cr$ 47.050 milhões - 7,8% inferior ao saldo apresentado em dezembro de 1976 (Cr$ 51.050 milhões) . Basicamente repetiu-se no primeiro trimestre de 1977 a mesma tendência verificada no período janeiro/março de 1976, quando devido ao recolhi- . mento de Cr$ 1.200 milhões registrou-se um saldo líquido 5,7% menor que o mês base, dezembro/1975. A liquidez do sistema, já reduzida ao longo do ano passado, sofreu novo recuo e não se justifica separar qualquer mudança. Ate junho, o orçamento monetário programou uma expansão de 4,6% que, mesmo alcançada, representaria uma retração da ordem de 10% ou mais, em termos reais. Como indicadores das atividades do comércio e da indústria, o movimento de insolvência no primeiro trimestre do corrente exercício reflete tendências diversas. Assim, as concordatas deferidas no Estado de São Paulo acusam um aumento de mais de 100% em j aneiro/março de 1977, correspondente a 69 deferimentos, contra 34 de idêntico período do ano anterior. Já no que diz respeito às falências decretadas, o trimestre em análise vem se mostrando mais otimista, tendo sido registrado 135 decretos falimentares até março, ou seja, uma retração de 18,7% relativamente A. 1976, com 166 falências decretadas no trimestre. O comportamento da indústria e do comércio, medido através do consumo de energia elétrica, na região da Capital e ABC, revela uma expansão reduzida, principalmente se comparada com o ano passado. Em março de 1977, a taxa registrada foi de apenas 1,0% contra 5,9% de março de 1976. Numa visão de período, no primeiro trimestre do corrente exercício, o acréscimo foi de 1,8% bem menos relevante que 8,3% verificado em janeiro/março do ano passado. 23


NOVIDADES NA DRUPA 77 A Heidelberg expõe 40 máquinas em pleno funcionamento no Pavilhão n.° 1 cia DRUPA. A técnica mais moderna produzindo em conjunto com guilhotinas rápidas POLAR e máquinas de embalagem BELIMER. A BASF, por sua vez, amplia seu programa de chapas foto polimeras Nyloprint: tipografia - offset - jornais - flexografia.

24


A Heidelberger Druckmaschinen Aktiengesellschaft junto com a POLAR MOHR e a BELLMER KG, expõe no Pavilhão n.° 1, no Centro de Exposição DRUPA'77. Dos 4.500 m2 do Pavilhão, uns 2.600 m2 destinaram-se a exposição e estandes. Durante a mostra, as linhas de produção continua imprimir, cortar e embalar. Nos 14 dias de Exposição, estão sendo elaboradas várias centenas de toneladas de papel e cartão. E um total de 63 máquinas em plena produção, das quais 40, ORIGINAL HEIDELBERG: POLAR 72: a guilhotina para formatos pequenos

Somente uma lubrificação semanal, mediante revestimento especial das superfícies deslizantes. Segurança de sobrecarga como equipamento de série. Pino de segurança para o bloqueio da viga da faca. A POLAR 22 se apresentou pela primeira vez na DRUPA '72, na época como POLAR 21. Entretanto, a POLAR 22 temse vendido quase 5.000 vezes na versão Eltromat e Standard. POLAR 22: a guilhotina para formatos médios

Esquadros de comando integrados na lâmina frontal. Escala de medida mais visível. Pino de segurança para o bloqueio da viga da faca. Este modelo que segue o modelo POLAR 90, acreditado quase 10.000 vezes, será apresentado pela primeira vez na DRUPA'77. POLAR 155: a guilhotina para formatos maiores

Altura da pilha 165 mm. Escala de medidas clara e mais visível. Ajuste de medidas mais exato, por meio de uma medida fina, 100 vezes aumentada. Uma só lubrificação semanal mediante revestimento espe-

cial das superfícies deslizantes. Mais precisão de corte, mediante máxima exatidão no começo do programa. Esquadro de comando integrado na lâmina frontal. Ajuste rápido do esquadro para corte inferior e superior. Pino de segurança para o bloqueio da viga da faca. Esta POLAR 115 é o desenvolvimento avançado do modelo atual 115 que nos últimos anos também se acreditou quase 10.000 vezes. POLAR 155: a guilhotina para formatos grandes 155 cm de largura de corte e de profundidade. 165 mm de altura da pilha. Escala de medidas clara e mais visível. Ajuste de medidas mais preciso por meio de uma medida fina, 100 vezes aumentada. Uma só lubrificação semanal mediante revestimento especial das superfícies deslizantes. Mais precisão de corte mediante maxima precisão no começo do programa. Esquadro de comando na parede frontal. Ajuste rápido do esquadro para corte inferior e superior. Pino de segurança para o bloqueio da viga da faca. Este modelo, sucessor da POLAR 150 apresentado durante a DRUPA'72, ter á sua estréia internacional durante a DRUPA'77. Sistema de Transporte POLAR

Ajuda de trabalho para empresas avançadas, as quais querem trabalhar não somente com economia, mas também com facilidade. Elevar / Baixar — Elevador de pilha, fixos, independentes, móveis, com uma carga possível de 600 - 1300 kp. Vibrador — Mesas vibradoras para a correção com exatidão dos cantos papa papéis de todos os formatos. Possibilidade de mudança na colocação da direita à esquerda. Tra-

vas laterais compatíveis para a descarga à direita, â esquerda, bilateral e outras. Transportar — Mesas de transporte por ar, combinados em sistema de módulos, mesas vibradoras e elevadores de pilha independentes, permitem o transporte de formatos grandes sem problemas mediante um volume de ar comprimido. Elementos individuais também podem ser fornecidos sem colchão de ar, como mesas para empacotamento. Os elementos individuais têm sido ajustados aos novos tamanhos de guilhotinas. Carga — Mesa vibradora. Esquadro lateral ajustável (115/ 155) . Agora também à direita e bilateral (155) , sistema de colchão de ar. Carga automática — 9.1) POLAR-Transomat, tipo B. Desempilhagem automática (sem ângulo de introdução ou cunha de madeira) mediante rodinhas de arraste com cintas de transporte. O POLAR-Transomat B separa assim automaticamente cada altura de pilha desejada da pilha de material a cortar, impresso ou a imprimir, e transportar as pilhas para a guilhotina. 9.2) POLAR-Transomat, tipo 3BL. Pela primeira vez em guilhotinas: carga automática até sobre a mesa da máquina sem quaisquer interferências adicionais. Uma unidade de entrega transporta as resmas de material a cortar automaticamente sobre a mesa de guilhotina, através do esquadro lateral ajustável. Descarga — POLAR-Transomat, tipo E. — Produtos finais, ou somente meio terminados, ate o tamanho de um cartão postal, são empilhados com o POLAR-Transomat E sobre a plataforma, com exatidão nos cantos. O POLAR-Transomat, tipo B e E, são os resultados de um desenvolvimento de muitos anos com estreita relação A. prática e a realização de solicitações especiais da indústria 25


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fabricante de papel e cartão. P OL AR - Transomat foi apresentado pela primeira vez na IPEX'71 em Londres. Desde então, têm-se melhorado continuamente. A nova execução que sera demonstrada na DUPRA'77, representa a maior automatização possível atualmente na carga e descarga de guilhotinas. Os visitantes da DRUPA'77 podem se informar no pavilhão n.o 1 sobre detalhes referentes a cortar, adiantar mesas de corte e o transporte de material. Técnicos da POLAR, assim como da organização internacional de venda e serviço POLAR estão à sua disposição. contato de um visitante com certas pessoas pode estabelecer-se rapidamente mediante um sistema de comunicação próprio do pavilhão. Desta forma a POLAR ajuda os visitantes da DRUPA para que possam efetuar sua visita de forma concreta e sem perda de tempo. POLAR dá as boas vindas aos encadernadores, fabricantes de papel e impressos, de todo o mundo, para a DRUPA '77 no pavilhão n.o 1. HEIDELBERG SPEEDMASTER:

Debutando diante do público internacional da DRUPA, 3 modelos a duas cores, quatro modelos a quatro cores e um a cinco cores, da série SPEEDMASTER. Destes modelos da nova geração offset Heidelberg nos formatos 52 x 72 e 71 x 102 cm cambiáveis em impressão de frente-e-verso foram produzidas, vendidas e postas em funcionamento mais de 800 unidades impressoras desde seu lançamento há pouco mais de um ano. HEIDELBERG S OFFSET: -

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Também em exposição, com trabalhos em diversos graus de dificuldade, a série de máquinas Heidelberg-S offset a uma

e a duas cores, nos formatos de 48 x 65 até 71 x 102 cm. Até o final da DRUPA se atinge 10.000 unidades vendidas. 3. HEIDELBERG K OFFSET: -

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Os modelos K-offset, de excelente reputação e constantemente aperfeiçoadas, estão presentes pela quarta vez na Drupa. Até então, foram vendidas 33.000 máquinas dos formatos de 40 x 57 até 52 x 72 cm. HEIDELBERG GTO: -

Durante a exposição, as GTO demonstram também sua fama de máquinas de qualidade e aplicação universal no offset de formato pequeno. Para as gráficas que operam rapidamente e as gráficas que imprimem particularmente para grandes empresas, existe a possibilidade de comprar informações graças ao emprego das GTO com os sistemas diretos de chapas da KODAK, AGFA, KALLE e 3M nas cabinas de impressão rápida do estande Heidelberg. Até a Drupa, venderam-se mais de 10.000 máquinas GTO, no formato de 32 x 46 cm. Minervas e cilíndricas tipográficas "ORIGINAL HEIDELBERG" No setor tipográfico Heidelberg se expõe o sistema completo de minervas automáticas ORIGINAL HEIDELBERG para imprimir, dourar e estampar com películas. As cilíndricas tipográficas para imprimir numerando e dourando, completam a extensa linha Heidelberg na Exposição. No Pavilhão n.° 1 da Drupa, os visitantes podem obter detalhes sobre a confecção de impressos publicitários e embalagens de todo tipo. Peritos da Organização Internacional de Vendas de Heidelberg e Assistência Técnica, procedentes dos

5 continentes estão presentes para lhes assessorar. O Pavilhão n.° 1, perfeitamente equipado técnica e funcionalmente, graças a uma minuciosa planificação levada a cabo sem se deter em gastos, oferece numerosos "escritórios" para entrevistas, informações aos visitantes, "meeting-point", lugares suficientes e uma moderna rede de comunicações com teletipos, telefones e instalações de localização sem fio.

BASF e suas chapas fotopolimeras Nyloprint A BASF está apresentando durante a DRUPA'77 um programa ampliado de chapas-Nyloprint e sistema de aparelhos para o processamento das chapas para a impressão tipográfica e flexográfica. Além dos sistemas Nyloprint amplamente consagrados para os jornais, Nylomat 20, Nylomat 40, Nylomat 80 para chapas solid (prontas para o uso) e Nylomat L20, Nylomat L40 para chapas liquid (são preparadas no momento de exposição da chapa) , são apresentados os sistemas de registro NELA e WIBA para jornais e Nylospeed para gráficas. Além disto, a BASF apresenta a nova chapa Nyloprint flexográfica juntamente com toda a aparelhagem correspondente. O novo sistema Nyloprint-flexográfico permite também ao impressor de flexografia confeccionar sua chapa diretamente a partir do filme, e com isto economizar algumas passagens no processo de confecção com chapas. A BASF-Nyloprint tem seu estande na DRUPA'77 no pavilhão 4, stand 4047. A BASF-Nyloprint e a Heidelberg são representadas no Brasil pela GUTENBERG-Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., com sede em S. Paulo.

27


Teoria geral da administração Uma introdução Fernando C. Prestes Moita

Esta 5.a edição em apenas dois anos — revista e ampliada — torna este livro o maior "best-seller" de autor nacional da área de Administração — 30 mil volumes impressos — e diz bem da sua aceitação nos meios universitários e empresariais. O estudo da evolução de uma teoria e, de modo especial da Teoria da Administração é uma experiência fascinante. Teoria que tem recebido contribuições e influências, as mais diversas e variadas, não só da realidade, em mudança, mas igualmente dos demais campos de conhecimento: de importantes correntes do pensamento administrativo — Administração Científica, Relações Humanas, Behaviorismos Estruturalismo, Sistemas, etc.; de renomados cientistas sociais das mais diversas tendências, vindos da Sociologia, da Psicologia Social, da Economia, quando não da Filosofia no sentido lato, bem como de administradores profissionais propriamente ditos. Os critérios que nortearam o trabalho tiveram

TEORIA GERAL DA

UMA INTRODUÇÃO FERNANDO C. PRESTES MOITA

BIBLIORCA PIONEIRA DE AOMINISTRACAO E NEGOCIO! 59 Edição

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por base uma combinação de método, semelhança de idéias e de momento histórico visando uma apresentação sobretudo didática. Traz também uma visão ampla e autenticamente brasileira do que se vem fazendo nesse campo cada vez mais importante para o nosso desenvolvimento econômico e social. E uma publicação da Livraria Pioneira Editora e custa . . Cr$ 80,00.

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A nova era da administração Peter Drucker

Peter Drucker 6. o mais conhecido e prestigiado "médico" de empresas dos Estados Unidos. Seu ofício consiste em diagnosticar os males que afligem as indústrias de seu país — na qualidade de consultor em administração — e prescrever remédios necessários para curá-las, no caminho do desenvolvimento. E Drucker faz isso há várias décadas, acompanhando seu trabalho prático com a publicação de livros que se tornaram obrigatórios para executivos americanos. Drucker valorizou tanto a ciência da administração que hoje, aos 67 anos, está em condições de cobrar honorários altíssimos, que podem chegar até a 10 mil dólares por dia de trabalho. A


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Nova Era da Administração, publicação da Livraria Pioneira Editora, é uma coletânea de dez estudos, contendo a essência dos ensinamentos de Drucker sobre a teoria e a prática da Administração. "0 Administrador do Passado e do Futuro", "Dirigindo o Computador", "A Nova Economia", "As Novas Indústrias", "0 que significa Comunicação", "Organizando o Tempo do Executivo" e "Tomando as Decisões Eficazes" são alguns dos capítulos que compreendem esta obra, cujo tema central é a mudança que está se operando no papel do administrador. Além de recomendações sobre problemas específicos, Drucker aponta ao executivo seu novo papel num contexto mais amplo — como líder e inovador numa sociedade em mudança. A obra está a venda em todas as livrarias e custa Cr$ 80,00.

Orçamento Empresarial Glenn A. Welsch

Esta é uma edição nova e ampliada de um dos mais valiosos instrumentos de trabalho da literatura de Administração Financeira e de Contabilidade Gerencial. Apresenta os elementos essenciais de um programa amplo de planejamento e controle de lucros através de um tratamento exaustivo dos fundamentos conceituais, conjugado a uma riqueza de estudos detalhados em termos de aplicação prática. Fornece importantes informações e orientação para profissionais da administração em diversos campos, desde empresas privadas até órgãos públicos e empresas sem finalidades lucrativas. Este livro destacase por sua utilidade para a administração. Analisa os conceitos e técnicas atualmente em uso por empresas particularmente bem sucedidas. As técnicas e os conceitos são dissecados para que o leitor adquira um grau de conhecimento e domínio suficiente para per-

mitir a sua aplicação a problemas administrativos encontrados em organizações de grande ou pequeno porte. Um programa típico de planejamento e controle de lucros é desenvolvido e ilustrado ao longo do livro para proporcionar uma estrutura necessária à compreensão clara da inter-relação das diversas áreas, dos conceitos e das técnicas. Cada elemento da sequência do programa ilustrativo é complementado por uma série de casos concisos, retirados da prática profissional. Esses casos foram cuidadosamente selecionados para que o leitor se envolva na aplicação geral dos aspectos específicos do assunto apresentado. Esta edição (uma publicação Atlas) inclui setenta e dois quadros e sessenta e nove figuras, além de mais uma centena de casos ilustrativos. A obra custa, em todas as livrarias, Cr$ 220,00. GLENN A. WELSCH

Orçamento Empresarial PLANEJAMENTO e CONTROLE do LUCRO ATLAS

Compras, Principios e Aplicações Stuart F. Heinritz

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A abrangência do material apresentado nesta obra é deveras notável: nela se encontram os fundamentos científicos estabelecidos pelas mais renomadas autoridades no

assunto; discutem-se as técnicas mais modernas; focalizamse diretrizes básicas. O resultado é um livro ao mesmo tempo técnico e didático: serve para o estudante na aquisição de materiais; é imprescindível STUART F. HEARITZ PAUL V. FARRELL

CPRINCÍPIOS E APLICAÇOES'S kIHOMMIKie getrlirA mar»or WV:)41` flat

ATLAS para o profissional responsável pela eficiência do Departamento de Compras. A obra é iniciada com uma revisão das funções das compras, seguida de uma análise de inter-relação entre as compras e a administração, abordando, detalhadamente, a organização para as compras e o pessoal respectivo, do ponto de vista de suas atribuições, de suas qualificações e de seu treinamento. Ao falar sobre a importância da qualidade nas compras, ressalta-se, também, a padronização. Em concomitância, são tratados os aspectos da quantidade, principalmente do ponto e vista do controle dos almoxarifados, de determinação de preços da seleção da fonte adequada de fornecimento e da pesquisa nas compras. Há uma parte especial dedicada ao planejamento e As previsões, com as suas implicações dos orçamentos de materiais adquiridos, da análise de valores e das negociações. Após discutir as alternativas de fabricar ou comprar, é feita uma particularização da compra de equipamento de produção. O livro, uma publicação da Editora Atlas, custa Cr$ 130,00. 29


Prática da Prevenção de Acidentes

ÁLVARO ZOCCHIO

Prática da Provencal' de Rcidentes

Alvaro Zócchio Esta obra esclarece, de maneira simples e objetiva, as vantagens da prevenção sistemática dos acidentes e a maneira como conseguir essa prevenção, com a aplicação de medidas de segurança do trabalho, dentro da atual legislacão. Desde o início, o autor se preocupa com a conceituação correta dos pontos importantes da matéria, tais como do acidente do trabalho e outros, visando sempre A, melhor compreensão do assunto. A partir de conceituações, o assunto é desenvolvido para atingir o objetivo do livro, que é o de apresentar os aspectos fundamentais simples da organizacão e atividades de um serviço

ABC DA SEGURANÇA DO TRABALHO

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de segurança do trabalho. Como outros setores dentro das empresas, também a segurança deve ter suas atividades bem definidas. Para esse aspecto

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particular, o livro apresenta um programa modelo e um esquema de atribuições para todas as cotegorias de empregados. Os acidentes e suas causas são também detidamente analisados, principalmente na correlação destes com o homem e o ambiente de trabalho, e no que tange aos prejuízos sociais e econômicos que acarretam. Medidas preventivas e corretivas também são claramente expostas, tais como: a maneira correta de investigar acidentes e tirar proveito dessas investigações em benefício da segurança do trabalho; as várias modalidades de inspeções de segurança efetuadas com o objetivo de descobrir riscos e corrigi-los antes que deles resultem acidentes; exemplos de medidas que podem ser tomadas desde os projetos e instalações da empresa, até aqueles que corrigirão falhas reveladas por acidentes. Em 3.° edição, a obra é uma publicação da Editora Atlas. Custa CrS 45,00.

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DIFICULDADES PARA EXPORTAÇÃO DE CELULOSE Superoferta de celulose no mercado internacional, — pregos 30% inferiores aos brasileiros — e a falta de tradição da celulose de fibra curta produzida no País, são as principais dificuldades que as indústrias do setor de papel e celulose estão encontrando para cumprir as metas de exportação, segundo Horácio Cherkaaky, presidente do Sindicato empresarial do setor. Apesar da situação do mercado interno ser de relativa tranqüilidade, o setor já acumula excedentes de 150 mil toneladas de celulose que, originariamente, deveriam ser exportadas. Para conseguir colocar a matéria-prima no mercado mundial os industriais do setor só vêem uma saída: a adoção de mais incentivos por parte do Governo. MIN•

a janeiro desse ano, de 334%. Ou seja, 83% ao ano, ou ainda 7% ao mês.

PAPEL IMPRENSA A necessidade de se investir aproximadamente 40 bilhões de cruzeiros em cada projeto e de utilizar tecnologia desenvolvida por empresas estrangeiras, que a entregam somente se forem autorizadas a investir no Brasil, são segundo o empresário José Gerson Maysonave, diretor superintendente da Companhia Reflorestamento Paraná — os obstáculos que precisam ser vencidos para que o País alcance sua auto-suficiência na produção de papel imprensa.

USO ADEQUADO DE EMBALAGEM PODE ELIMINAR A FOME NO MUNDO

PAPEL UM BOM INVESTIMENTO Quem quiser ganhar dinheiro, esqueça o opens, os terrenos da Barra, os dólares, a Bolsa: o segredo é comprar e estocar papel de livro, que conheceu um aumento, de janeiro de 73

De acordo com cálculos estimados por órgãos do setor, a produção mundial de cereais, onde se incluem o milho, a soja, o arroz, o amendoim e, principalmente, o trigo, tem variado em torno de um bilhão

e 300 bilhões de toneladas anuais. Desse total, segundo Manuel Vieira, presidente da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE) , aproximadamente um terço se perde nas diversas fases de manipulação do produto, desde sua colheita até o consumo final. Para se ter uma idéia aproximada da quantidade perdida — cerca de 400 milhões de toneladas anuais — se fosse redistribuída a todos os povos, seria suficiente para atender a fome do mundo. E os principais responsáveis por essa alta taxa de alimentos perdidos, são: a não utilização de embalagem ou sua utilização inadequada. Desde a colheita, não só os cereais, mas todos os produtos agrícolas destinados à comercialização, passam por diversas etapas de transporte e armazenagem, começando no próprio campo de cultivo e depois na cidade etc. Não só as parcelas perdidas no transporte ou armazenamento — explica Manuel Vieira — contribuem para a perda total. Evidentemente, essa é a maior contribuição motivada principalmente por rombos ou furos em embalagens de transporte de resistência mecânica ineficiente ou, simplesmente, o transporte a granel. No armazenamento ensacado também se observa perdas significativas, pela ação de animais roedores. Os ratos, não encontrando a resistência, que as embalagens especialmente adequadas oferecem, tornam-se também grandes responsáveis pela diminuição dos estoques de alimentos, em todo o mundo.

RECURSOS 2i PARAIBA

O BNB deferiu financiamento de Cr$ 1,9 milhão para a Indústria de Celulose e Papel da Paraiba S/A (Ipelsa) com recursos do Programa de Crédito Industrial Suplementar. 31


vulgados. As taxas de inscrição serão de Cr$ 1.200,00 para sócios e de Cr$ 1.700,00 para não sócios. Para a apresentação de trabalho, o prazo 6. 31 de julho.

da

des •

II Congresso de Embalagens em Buenos Aires

Congresso anual da ABCP A Associação Técnica Brasileira de Celulose e Papel realizará seu X Congresso Anual — Semana do Papel no Centro de Convenções Anhembi ern São Paulo, de 21 a 25 de novembro de 1977. 0 evento marcará também a passagem de 10 anos de atividade da Associação, atividade esta onde os Congressos sempre foram o ponto de maior repercussão. No ano passado foram 900 participantes inscritos, todos eles diretamente ligados às áreas técnicas de celulose e papel, desde plantio da madeira, até conversão do papel acabado. Para esse ano a Associação espera poder contar com mais de 1200 inscrições, das quais cerca de 200 do exterior. Como em todos os anos, serão conferidos prêmios aos melhores trabalhos técnicos, os quais serão amplamente di-

Entre 19 e 23 de setembro será realizado em Buenos Aires, no Sheraton Hotel, o II Congresso de Embalagens. Simultaneamente haverá exposição dos mais recentes avanços das indústrias neste sentido. Haverá, ainda, um concurso, ern nível Latinoamericano, a fim de se demonstrar não só a qualidade e possibilidades industriais de cada pals, como também a originalidade no desenho e na utilização da matériaprima.

Sindicato com nova diretoria O Sindicato da Indústria de Artefatos de Papel, Papelão e Cortiça de São Paulo, em eleições realizadas nos dias 10 e 11 de março, elegeu sua nova diretoria. Agora, formada por Mario Amato, da Amorim & Coelho Cortiças e Decorações S. A.; Benito Espinosa Filho, Indústrias Mentende Cartonagem Ltda., Aldo Mazza, da Emescart - Embalagens Especiais e Serviços de Cartonagem Ltda.

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SETOR JURÍDICO

LEGISLAÇÃO PORTARIA N.° GD-14/77, que trata da regulamentação do recebimento do Cadastro das Empresas e Relações de Empregados.

O Delegado Regional do Trabalho no Estado de São Paulo, no uso das atribuições que lhe confere a Portaria ministerial n.° 41, de 17/02.48, publicada no D.O.U. de 21 do mesmo mês e ano, CONSIDERANDO a necessidade de simplificar e descentralizar o recebimento das relações de empregados e cadastro de empresas; RESOLVE expedir as instruções abaixo para apresentação e recebimento dos cadastros de empresas e relações de empregados, relativas ao ano de 1977. 1. As empresas, firmas individuais e entidades diversas que tenham ou não fins lucrativos, bem coma os autônomos e profissionais liberais, as autarquias, empresas públicas, sociedades de economia mista e demais órgãos da Administração direta ou indireta, estabelecidos no Estado de São Paulo, que tenham em seus quadros de pessoal, empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho, estejam ou não filiados a Sindicato, deverão fazer a entrega do Cadastro de Empresas e Relações de Empregados (vulgarmente conhecida como Lei dos 2/3) , referentes ao Exercício de 1977, no período de 2 de maio a 30 de junho, do corrente ano. 2. Os modelos de formulários são aqueles aprovados pela Portaria Ministerial n.o 3.198/72: CApapel DASTRO DAS EMPRESAS, apergaminhado branco, 28 KBB, em duas vias, nas dimensões: 21 x 28,7 (vinte e um centímetro de largura e vinte e nove centímetros

e sete milímetros de altura) ; RELAÇAO DE EMPREGADOS, nas mesmas dimensões acima, papel Super Bond, de 16 KBB, duas vias, nas cores branca e azul, respectivamente, original (1.a via) e cópia (2.a via) . 3. 0 recebimento dos referidos papéis será feito diretamente pelas entidades sindicais da categoria econômica nos seus respectivos endereços, onde os interessados poderão fazer suas entregas. 4. As referidas entidades poderão receber relações correspondentes às empresas, entidades ou pessoas não compreendidas na atividade ou na categoria que representam. 5. As empresas cujas atividades econômicas não se enquadrem naquelas representadas pelos Sindicatos, deverão fazer entrega das relações na sede da Federação correspondente à respectiva categoria econômica. 6. Recomenda-se às empresas sejam grampeadas as vias do formulário "CADASTRO DE EMPRESAS" às respectivas vias do impresso destinado às "RELAÇÕES DE EMPREGADOS" (quando for o caso) : BRANCA E AZUL, conforme instruções impressas em cada modelo, no espaço lateral direito reservados ao arquivo, mas nunca as duas vias juntas. 7. As entidades sindicais, entidades de classes, Divisões Regionais e Postos da DRT/SP e os Postos da Receita Federal (ex Coletorias Federais), na execução do serviço de que trata esta Portaria deverão observar as seguintes normas: a) — os formulários "Cadastros de Empresas" e "Relação de Empregados" serão apresentados em duas vias, na conformidade dos modelos e instruções baixadas com as Portarias Ministeriais números 3.197/72; 3.198/72 e 3. 208/72. b) — as firmas que não possuirem empregados registrados pela C. L. T. apresentarão exclusivamente o formulário "Cadastro de Empresas" em duas vias (sem grampear). C) — é obrigatória a utilização do carimbo de inscrição do Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Fazenda, o qual

será aposto à esquerda e no alto da folha do "Cadastro de Empresas", componente das citadas relações. As empresas legalmente isentas da referida inscrição deverão fazer constar no referido espaço a palavra "ISENTO" (Port. Ministerial número 3.856/ 70--GM/BSB). d) — no ato do recebimento será verificado se as duas vias das relações e os formulários de "Cadastro de Empresas" estão devidamente preenchidos, sendo recusados os que apresentarem lacunas; os que não forem assinados pelo responsável, os que não contiverem a indicação do CGC do Ministério da Fazenda e os que não estiverem classif cados por atividade, mediante um X(xis) no respectivo quadradinho. e) — a restituição ao empregador da 2.a via da Relação de Empregados (azul) e da correspondente via do formulário de "Cadastro de Empresas" (Certidão de Quitação) dar-se-á no ato da apresentação, uma vez verificada a exatidão do preenchimento dos modelos. f — será carimbada pelo funcionário encarregado do recebimento apenas a 2.a via do Cadastro de Empresas (Certidão). g) — dentre outros, o carimbo do recebimento deverá apresentar pelo menos os seguintes dizeres: Nome do órgão recebedor e Data da apresentação. h) — o carimbo deverá ser aposto na Certidão no local em que está impresso: "Assinatura do funcionário Encarregado do recebimento". i) — o interessado que posteriormente necessitar da certidão de quitação deverá comparecer ao Setor de Documentação e Informática, da Delegacia Regional do Trabalho ou nas -sedes das Divisões Regionais e Postos, munido do comprovante de pagamento da taxa estipulada (§ 1. 0 do art. 362 da C.L.T.) e da via carimbada em seu poder. Imediatamente, sem qualquer outra formalidade, o funcionário assinará no local destinado ao "visto da Autoridade", autenticando a certidão com o carimbo da DRT. 8. A Delegação de competência 33


SETOR JURÍDICO às entidades de classe para o recebimento das relações vigorará somente até o dia 30 de junho deste ano. Nas segundas-feiras dos meses de maio e junho as entidades de classe remeterão ao Setor de Documentação e Informática, desta Delegacia, todas as relações recebidas na semana anterior, mediante relação dos nomes que as entregaram. Os papéis recebidos no último dia do prazo legal, 30 de junho, serão entregues pelas entidade classe remeterão ao Setor de Documentação e Informática, impreterivelmente até its 16 horas do dia 01 de julho, relacionados os nomes dos que procederam à entrega naquelas entidades sindicais. 2 permitido o preenchimento das relações de empregados por processos mecanizados, em forma de listagem, desde que obedecidos o cabeçalho, gabarito de impressão e dimensões do qual (Item 2 desta Portaria) com o espacejamento duplo, utilizando-se o máximo de 10 (dez) empregados por folha. Vinicius Ferraz Torres Delegado Regional do Trabalho no Estado de Sao Paulo

Sobre os programas de alimentação do trabalhador A matéria referente às deduções sobre a Alimentação do Trabalhador volta novamente a estudo, através das Portarias do Ministério do Trabalho, n. 0s 652 e 653/76, e Portaria Interministerial n.° 147, de 17 de março de 1977. 1) EMPRESA COM ALIMENTAÇÃO PRÓPRIA A Portaria Ministerial n. 0 652/ 76 trata do assunto para aquelas empresas que irão fornecer, a seus próprios funcionários, as refeições. Determina que os Programas de Alimentação do Trabalhador serão obrigatoriamente compostos dos seguintes dados: identificação da empresa; identificação de recursos humano, sua qualificação e salário; área física destinada ao serviço de alimentação e número do alvará de funcionamento; descrição do equipamento utilizado para a execução do Programa de Alimentação, fontes de energia utilizadas e consumo anual; Programa de Alimentação, discriminando: quantidades, tipo, custo e teor nutritivo das refeições usuais ou previstas; 34

sistema de distribuição e número de trabalhadores a atender, por refeição; previsão financeira do serviço de alimentação própria ou contratado a terceiros, com anexação de credenciamento como fornecedor no Ministério do Trabalho; resumo das despesas totais e dedução pretendida no exercício base, para efeito do artigo 1. 0 da Lei n.° 6.321/76; identificação dos responsáveis pela execução do Programa, na empresa. As refeições a serem fornecidas, sejam elas o almoço, o jantar ou a ceia, deverão conter um mínimo de 1.400 Calorias e NDpCal% superior a 6. O desjejum ou merenda deverá conter um mínimo de 300 Calorias e NDpCal% superior a 6. Notar que os Programas de Alimentação do Trabalhador serão encaminhados à Comissão Especial, que os analisarão, através das Delegacias Regionais do Trabalho. 2) EMPRESAS QUE FORNECEM ALIMENTAÇÃO A TERCEIROS Conforme consta do Decreto n.° 78.676/76, as empresas poderão utilizar-se de serviços de terceiros, os quais obrigatoriamente serão registrados no Ministério do Trabalho. As normas para tais empresas foram regulamentadas pela Portaria Ministerial n.° 653/76. Tal Portaria determina que, para a obtenção do credenciamento, as empresas de preparo de alimentos deverão solicitá-lo diretamente à Subsecretária de Promoção Social do Ministério do Trabalho, em Brasília-DF, a qual está localizada no 5.° andar do mesmo Ministério, sala 523. Diz também que, para fins do Programa de Alimentação do Trabalhador, naquela Subsecretaria, o telefone é (0612) 25-9705, Ramal 141. Essas empresas, sejam elas sociedades civis, cociedades comerciais, sociedades cooperativas e outras, para obter o credenciamento junto Comissão Especial deverão, obrigatoriamente, apresentar um demonstrativo de sua capacidade teenica e financeira, comprovando: identificação e dados cadastrais; identificação dos dirigentes da empresa; patrimônio; capacidade financeira; capacidade técnica; equipamentos para a feitura das refeições bem como o espaço

físico; descrição da sistemática operacional; apresentação dos cardápios básicos, os quais serão em número de 10 (dez).

3) PRAZOS PARA O BENEFICIO Para obterem os benefícios citados em lei, bem como do Decreto n.0 78.676/76, as empresas devem observar a Portaria Interministerial n.° 147, de 17 de março de 1977, que circulou no DOU de 24 de margo de 1977. Tal portaria esclarece, em seu Inciso 1, que tal benefício de redução do IR já pode ser utilizado, pois fala no exercício financeiro de 1978, ou seja, ano base de 1977. Determina que, para o exercício financeiro de 1978, a base do incentivo fiscal não poderá englobar as despesas efetuadas antes de 01 de Janeiro de 1977. As empresas proponentes do incentivo são obrigadas a apresentarem seus programas de alimentação com a antecedência minima de 60 (sessenta) dias da data prevista para seu início. Para o ano em curso, os programas de alimentação poderão ser apresentados após o seu início, porem deverão ser protocolizados ate o dia 31 de maio de 1977, na repartição competente do Ministério do Trabalho. Cumpre-nos, finalmente, desejar que as empresas venham utilizar-se do benefício, pois, além do próprio incentivo fiscal para a Pessoa Jurídica, é de ampla aplicação na área social. Publicado em "Notícias Econômicas" — N.° 492 — O autor, Aderbal Rodrigues Louro, é Consultor Tributário do Mapa Fiscal.

JURISPRUDÊNCIA FISCAL LEI TRIBUTÁRIA — Tendo alei tributária observado as regras contidas na Constituição e no CTN,

irrelevante a publicação posterior do regulamento já no curso do exercício em que se operou o lançamento. Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: "Tenho como juridicamehte irrelevante a circunstância de ter sido o regulamento publicado em princí-


PIO de 1970 como, com acerto, assi-

nalou a decisão de primeira instância: "Pouco importa, assim, que o Dec. mun. 3.956, de 31-12-69, tenha sido publicado já no exercício de 1970, em órgão da imprensa local. O princípio da anualidade fora atendido com a publicação, em 26-12-69, da Lei mun. 1.848, dispondo sobre o CTM de Moji das Cruzes, é o decreto regulamentador nada mais fez do que cingir-se ao seu conteúdo, estabelecendo a forma de apuração do valor venal dos imóveis, para a aplicação das aliquotas fixadas na lei". Comentando o art. 99 do CNT, o ilustre Prof. Aliomar Baleeiro revela a doutrina dominante sobre a matéria, distinguindo o campo reservado it lei e a função ancilar do regulamento, assinaladando que, its vezes, a lei condiciona sua vigência, it data da publicação do regulamento e que mesmo que não o faça, ela só entrará em vigor com a expedição do regulamento, se este for imprescindível à sua aplicação. Esta passagem da lição do emin. mestre do direito tributário não pode ser interpretada como envolvendo o principio da anualidade, que somente s'e refere à lei tributária formal." Acórdão de 17-9-73, da ta Turma do STF, no RE 74.818, de S. Paulo (Thompson Flores, Pres.; Bilac Pinto, Rel.) . — RTJ 67, págs. 811/814.

TRABALHISTA PRESCRIÇÃO — A prescrição dos créditos previdenciários é de 30 anos, mesmo contra entidades de direito público. Em recurso, a que o Tribunal negou provimento, unanimemente, foi a seguinte a ementa: "Previdência Social — Contribuições — Cobrança — Prescrição. Proposta ação ordinária, por serem os bens da devedora — uma Municipalidade — impenhoráveis subsiste a presunção de liquidez e certeza, decorrente da certidão de inscrição de divida anexada. Não está o autor obrigado a juntar à inicial o processo administrativo, nem a provar a notificação do devedor na via administrativa; a este cabe demonstrar a Irregularidade acaso existente. A prescrição dos créditos previdenciários é de 30 anos, ainda contra entidades de direito público." Acórdão de 1. 0-10-76, da 1.a Turma do TFR, na Ap. 39.858, de São Paulo (Jorge Lafayette Guimarães, Rel.) — Ementa publicada no DJU de 24-2-77, pág. 954. QUITAÇÃO — Quitação que se estende a todos os direitos decorrentes do contrato de trabalho, judicialmente homologada, não pode

deixar de produzir os seus efeitos jurídicos. Em recursos, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Observa-se que o reclamante forneceu quitação it sua empregadora da indenização do anterior tempo de serviço, na base de 60%, gratificação natalina proporcional, férias simples, férias proporcionais e saldo de salários, nas importâncias discriminadas, tudo no total de Cr$. Consta, ainda, do recibo, que a quitação se refere às verbas pagas e seus respectivos valores, como também com relação ao contrato de trabalho. Não houve qualquer ressalva. A quitação foi homologada judicialmente, não podendo deixar de produzir os seus efeitos jurídicos. Entendo que no caso dos autos não se trata de carência de ação. Rejeita-se o pedido formulado na inicial com base na quitação fornecida pelo reclamante, judicialmente homologada, e cujos efeitos se estendem a todos os eventuais direitos decorrentes do contrato de trabalho." Diz a ementa: "Quitação que se estende a todos os direitos decorrentes do contrato de trabalho, judicialmente homologada, não pode deixar de produzir os seus efeitos jurídicos." Acórdão 11.324, de 27-9-76, da 2.a Região, no Proc. TRT/SP12.154/75, de Igarapava (Raul Duarte de Azevedo, Pres.; Roberto Barreto Prado, Rei.). HORAS EXTRAS — As horas extras habitualmente trabalhadas integram a remuneração do empregado para efeito de pagamento dos dias de repouso semanal e feriados. Em recurso, a que deu provimento, por maioria, decidiu o Tribunal: "As horas extras habitualmente trabalhadas integram a remuneração do empregado para efeito de pagamento dos dias de repouso semanal e dias feriados." Acórdão 1.054, de 15-9-76, da 2.a Turma do TST, no RR-4.477/75 (Reginaldo Medeiros( Rel.) . — DJU de 7-10-76, pág. 8.716. PAGAMENTO EM DOBRO — Tendo parte das férias sido gozada além do prazo de concessão, somente os dias que excederam o ano é que são devidos em dobro. Em recurso, a que deu provimento parcial, unanimemente, decidiu o Tribunal: "A dúvida em discussão é sobre se as férias de 13-4-74 a 12-4-75, gozadas de 29-3 a 22-4, são devidas de forma simples ou em dobro. Realmente em 12-4 expirou o prazo de gozo, dentro dos doze meses seguintes ao ano em que fez jus as férias. O gozo teve incio em 29-3 e durante 15 dias assim permaneceu, havendo os últimos 10 dias

sido gozados já fora do prazo, devendo portanto estes serem pagos em dobro. Dou pois provimento parcial ao recurso para mandar pagar a diferença de 10 dias de férias — singelamente — para perfazer esses dias em dobro." Diz a ementa: "Férias em dobro: Tendo parte das ferias sido gozadas além do prazo de concessão, somente os dias que excederam o ano é que são devidas em dobro." — Acórdão 13.341, de 13-12-76, da 3.a Turma do TRT da 2.' Região, no Proc. TRT/SP-9.754/76, de São Paulo (Helder Almeida de Carvalho, Pres.; Reginaldo Mauger Allen, Rel.) . FGTS — PRESCRIÇÃO — Gozando dos mesmos privilégios da legislação do INPS, prescreve em 30 anos o prazo de fiscalização e cobrança do FGTS. Em recurso, a que deu provimento parcial, por maioria, decidiu o Tribunal: "Dispõe o art. 20 da Lei 5.107/66 que para os efeitos de fiscalização e cobrança, os depósitos do FGTS gozarão dos mesmos privilégios das contribuições devidas previdência social. Certamente o INPS no uso das atribuições que lhe foram delegadas ficaria adstrito prescrição trintenária prevista no art. 144 da LOPS. Não parece justo nem razoável submeter o direito do empregado a prazo menor de perempção. Inaplicável à hipótese o disposto no art. 11 da CLT. Apenas um reparo merece a sentença recorrida. O empregado pleiteou diferenças dos depósitos do FGTS, desde a data de sua opção por esse regime (1-12-67) . Mais não se lhe pode deferir." Acórdão 11.439, de 18-10-76, da 2.a Turma do TRT da 2.° Região, no Proc. TRT/SP-5.946/76, de Santo Andre (Roberto Barretto Prado, Pres.; Raul Duarte de Azevedo,

Rei.). FALTAS POR DOENÇA — ATESTADO MEDICO — Por força do § 2.0 , do art. 6.0 , da Lei 605149, é válido o atestado médico passado pelo INPS, mesmo que a reclamada mantenha convênio com empresa para assistência médica a seus empregados. Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Por força do § 2.° do artigo 6.° da Lei n.° 605/49, é válido o atestado médico passado pelo INPS, mesmo que a reclamada mantenha convênio com empresa para assistência médica a seus empregados." Acórdão 1.155, de 15-9-76, da 1.a Turma do TST, no AI 393/76 (Barata Silva, Rei.). — DJU de 7-10-76, pág. 8.714. 35


Regionais ABIGRAF — Regional Bahia-Sergipe Presidente: Ulisses de Carvalho Graça Residência: Rua Pedro Lessa, 8 — 4.° and. — Fone: 7-6814 Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S/A. Avenida Frederico Pontes, 94 Fones: 2-3061 — 2-1650 — 2-1875 — 2-3101 (0712) CEP 40.000 — Salvador — BA

ABIGRAF — Regional Ceara Presidente: Luiz Esteves Neto Residência: Rua Jose Lourenço, 816 — Fone: 24-1426 Empresa: R. Esteves Gráfica Ltda. — Tipografia Progresso Rua Senador Pompeu, 754 Fones: 31-0364 — 31-1270 — 31-3927 e 31-3916 CEP 60.000 — Fortaleza — CE

ABIGRAF — Regional de Goias Presidente: Mário Scartezini Rua Quatro, n.° 341 — Fone: 16-3078 (0622) CEP 74.000 — Goiania — GO

ABIGRAF — Regional de Minas Gerais Rua Rio de Janeiro, 243 — s/701 — Fones: 222-6081 — 224-0402 (031) Presidente: Carlos A. Range! Proença Residência: Rua Agostinho Bretas, 554 — Fone: 335-1014 Belo Horizonte, MG Empresa: Editora Alterosa ' S/A. Rua Dez. 2700 — Fone: 333-3555 (031) CEP 32.000 — Contagem, MG

ABIGRAF — Regional da Paraiba Presidente: Lourenço Miranda Freire Residência: Av. Getúlio Vargas, 137 — 2-661 (0832) Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A Praça Antônio Rabelo, 12 — Fones: 4-355 — 4-144 (4-286 — Fábrica) CEP 58.000 — Joao Pessoa — PB

ABIGRAF — Regional do Paraná Av. Cândido de Abreu, 200 — 6.° — s/616 Fones: (0414) — 24-9414 — Ramal 005 e 23-3705 Presidente: Jorge Aloysio Weber Residência: Rua Carlos de Carvalho, 928 — apto. 19 Empresa: Telos S/A Equipamentos e Sistemas Rua Voluntários da Pátria, 41/43 — Fone: (0412) 23-5589 CEP 80.000 — Curitiba — PR

ABIGRAF — Regional de Pernambuco Avenida Cruz Cabuga, 84 — Presidente: Jose Maria Rodrigues da Silva Residência: Rua Jose Augusto da Silva Braga. 387 — Olinda — PE Empresa: Gráfica Olinda Ltda. Avenida Cruz Cabuga, 84 — Fones: (0812) 22-4298 — 22-3467 CEP 50.000 — Recife — PE

ABIGRAF — Regional do Rio Grande do Sul Presidente: Sr. Paulo Luiz Nora Residência: Ave: Julio de Castilho, 1195 — Apto. 4 — Fone: 21-4577 Caxias do Sul — AG Empresa: Gráfica Mari S/A. Av. Julio de Castilho, 1195 Caixa Postal 163 — Fones: 21-3646 e 21-1275 (0542) Caxias do Sul — RG ABIGRAF — Regional de Santa Catarina Presidente: Udo Wagner Residência: Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fone: (0473) 72-0118 Empresa: Gráfica Avenida Ltda. Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fones: (0473) 72-0772 e 72-0592 CEP 89.250 — Jaraguá do Sul — SC

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ABIGRAF — Regional do Rio de Janeiro Avenida Brasil, 15.671 — Lucas Fones: 230-4171 — 230-4747 — 391-1748 Presidente em exercício: Renato Pacheco Americano Residência: Rua Marechal Taumaturgo de Azevedo. 51 Apto. 101 — Fone: 258-3529 Empresa: IBGE (Gerente do Serviço Gráfico) Avenida Brasil, 15.671 — Lucas Rio de Janeiro — RJ

Delegados no Estado de Sao Paulo ADAMANTINA, SP I rmãos Brandini Av. Rio Branco, 94 Diretor: Valetim Brandini

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ARARAQUARA, SP Artes Gráficas Brasil Ltda. Rua São Bento, 1134/66 — Fones: 22-0252 — 22-4888 (0162) Diretor: Juvenil Rodrigues de Souza BRAGANÇA PAULISTA, SP Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1544 — Fones: 433-2919 — 433-0868 Diretor: Adarve Hernandes Acede

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CAMPINAS, SP Geraldo de Souza & Cia. Ltda. Rua Armando Salles de Oliveira, 650 — Fones: 51-7187 e 51-3887 (0192) Diretor: Antonio Carlos de Souza FRANCA, SP Ricardo Pucci S/A. Indústria e Comércio Rua Major Claudiano, 1814 — Fones: 22-3013 — 22-3553 (0167) Diretor: Elvio Pucci

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DAINDUSTR IAGR ÁF ICA

O 0 ASSO CIAÇÃOBRA SIL EIRA

ABIGRAF — Regional de São Paulo Rua Marquês de Itu, 70 — 12.° — CEP 01223 Fones: 32-4694 — 37-0724 — 34-8269 — 35-8788 Presidente: Rubens Amat Ferreira Residência: Rua Dr. Campos, 659 CEP 18520 — Cerquilho — SP Empresa: Deca Gráfica e Editora Rua Freire da Silva, 422 — CEP 01523 — Fone: 278-7331 São Paulo — SP

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Rua Gildo Guarnieri, 283 — Fones: 482-0789 — 482-111 Diretor: Gildo Guarnieri Filho JUNDIA1, SP Cia. Litográfica Araguaia Rua XV de Novembro, 320/344 — Fones: 6-3582 — 6-4963 Diretor: Rubens Robertoni LINS, SP Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 — Cx. Postal 153 — Fones: 2-650 — 3-344 Diretor: João Alves da Costa SAO JOSE DO RIO PRETO, SP Giovinazzo Tipografia e Papelaria Ltda. Rua Prudente de Moraes, 2951 — Fone: 2049 Diretor: Vicente Giovinazzo SANTOS, SP Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da República, 20 — Fone: 34-7417 (0132) Diretor: Afonso Franco SAO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S/A. Indústria Gráfica Rua Joaquim Nabuco, 351 — Fones: 443-3449 — 443-3444 Diretor: Mário de Camargo TAUBATE, SP Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 — Fone: 22-835 (0122) Diretor: José Augusto Querido

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Revista Abigraf 019  
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