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SALVADOR QUARTA-FEIRA 9/11/2011

Marcos Hermes / Divulgação

MÚSICA A cantora lança o CD e DVD Seguir Cantando, para marcar 10 anos de carreira

Momentos de intimismo e de descontração com Luiza Possi GABRIEL SERRAVALLE

Desde que Luiza Possi chamou a atenção quando se apresentou ao lado da mãe, no Programa do Jô, na TV Globo, já se passaram 10 anos. Agora, que completou a primeira década da carreira, a cantora lança no mercado o CD e DVD Seguir Cantando, gravado ao vivo no Citibank Hall, em São Paulo. Trata-se de uma apresentação que mescla momentos intimistas com outros mais dançantes e descontraídos. “Eu queria um show de muita energia e emoção. Ou a galera dançava comigo ou sentávamos para chorar juntos”, explica Luiza. Para alcançar esse resultado a cantora escolheu para o show algumas composições próprias, como Minha Lua e Dias Com Mais Horas, e outras de nomes como Chico Buarque, Rita Lee, Djavan e Roberto Carlos. “Muitas músicas já faziam parte do meu repertório, mas nunca tinha gravado”, acrescenta. Para ganhar um ar ainda mais especial, o show contou com a participação de alguns convidados. Na canção Cacos de Amor a cantora Zizi Possi é chamada pela filha para, juntas, protagonizarem o momento mais emocionante do show. De mãos dadas com a mãe, Luiza canta ao mesmo tempo em que derrama

LGK MUSIC / CD, R$ 19,90 / DVD, R$ 29,90 / WWW.LUIZAPOSSI.COM.BR

O show contou com convidados como Zizi Possi, Ivete Sangalo e Tiaguinho, do Exaltasamba

momento mais agitado do show, e encerram com Azul, de Djavan. Nos extras do DVD, Luiza recebe no estúdio o cantor Tiaguinho, do Exaltasamba, para um dueto nas músicas Ainda é Tudo Seu e Tá Vendo Aquela Lua. A cantora encara com normalidade o encontro de estilos musicais. “São músicas [as do Exal-

tasamba] que eu ouço no rádio do carro e gosto. Sou muito eclética. Na música pode ter de tudo”, justifica. Além de mostrar os dotes como cantora e compositora, Luiza Possi aproveita o show para explorar uma outra faceta artística. Logo na primeira aparição no palco, ela assume a guitarra. No decorrer do espetáculo a

EXPOSIÇÃO

O amor nos tempos dos dólares Sérgio Cerviño Rivero Arquiteto e doutor em Comunicação sergiorivero2007@gmail.com

“Dinheiro não traz felicidade, manda buscar”. Este é o mais vigoroso provérbio da atualidade. E a novela Fina Estampa é sua ostensiva vitrine. Perigo em um país onde novela – a “literatura” de muita gente – é um dos poucos acessos à cultura. É o que tem acontecido com Griselda. Griselda que ficou rica... e virou mulher!! Até então era uma “mala” honesta, bigoduda e feia, que bradava que o crime não compensa e que o trabalho dignifica. Tudo mentira, Griseldinha... Com 50 milhões no bolso, agora mulher, você escolhe: René ou Guaracy, o casebre de praia ou a mansão em frente à da Tereza Cristina, trabalhar em qualquer coisa chique ou não fazer nada. Tudo pode ser mudado. A começar daquele seu macacão nauseabundo. Ouça, não há nada, nada que um bom

banho de loja não resolva! Puxa, estou arrasado. Fico pensando, como estarão se sentindo os periféricos deste país, que tinham no Pereirão um alívio moral para suas atribuladas vidas cotidianas? A pobre da lavadeira pobre, moradora do Bairro da Paz, que tem uma vez mais frustradas suas esperanças de, em pelo menos mais seis reencarnações, vir a reconhecer-se, nua e mulher, no espelho do guarda-roupa. Outro dia reclamaram do quadro bolinador de metrô em Zorra Total, reclamaram também que um stand up comediant falou mal de mulheres estupradas. Agora, por favor, reclamem com urgência, pois mulher pobre, no Brasil, não é mulher. Os pobres e as pobres deste país vivem um estigma: pela pobreza que a novela reafirma e atinge o gênero; pela generosidade dos apresentadores de TV; pelo BBB e pela casa lotérica mais próxima. Dizem-nos que felicidade só com muito dinheiro. A única ponte possível. O resto é conversa para boi dormir e roncar.

E a gente passa a acreditar nisto, okay? Não, leitor, o amor é financiado em suaves prestações. Tem crédito na praça? Em Fina Estampa o amor vai mal Quer dizer então que o que resta a Griselda é se espelhar no mundo de Tereza Cristina? Talvez Aguinaldo Silva venha emendar o soneto e nos dizer que não, pois o duo Griselda + Dinheiro vai se refletir nas ricaças, dos tipos de Vitória Drumond ou Bete Gouveia, das novelices anteriores. Ambas baluartes insuportáveis na sua magnânima postura, naquilo que a Globo sabe muito bem defender: que muito, muito di-

nheiro, traz sabedoria, o que, no final das contas, serve é para que se faça uma leitura do mundo circundante sob o foco de uma naturalização aterradora. Por favor, Aguinaldo, melhor que desloque a comédia pastelão, das 19 horas, para o horário nobre e ponha as duas vizinhas novas ricas (Tereza Cristina é nova rica, sim!) em uma daquelas batalhas campais, comuns em filmes americanos bobos (redundante isso), que destroem tudo pela frente, mas terminam com todo o elenco se amando, fraternalmente, no gramado ali em frente. O amor venceu. E a gente passa a acreditar nisto, okay? Não, leitor, o amor é financiado em suaves prestações. Tem crédito na praça? Em Fina Estampa o amor vai mal. Antenor, notório mau caráter, ama Patrícia de verdade; Teodora é piriguetona, faz chantagem com a guarda do filho Quinzinho, mas sai descabelada e chorando por sua desnatureza cavalar; Amália é a ingênua apaixonada pelo bandidinho Rafael, que a pede em casamen-

to de olho na mãe milionária, e ninguém saca isso; Letícia, a professora de literatura, ao que parecem dizer, por isso mesmo, outra assexuada da novela, deseja, entre amores e ódios, o playboy maduro da varanda em frente; o casal Paulo e Esther, congestionado de felicidade, se degladia por uma gravidez de meia idade; a médica Danielle luta pelo amor do sobrinho, mas parece que “fica” com a paciente Esther... Só mesmo outra mulher para entender os desejos maternais de uma mulher... Eu gosto é de personagem prismático. É mais humano, verossímil como Tereza Cristina, por exemplo, que explode e deprime, mas resta saber se a ponte da lógica, que permeia qualquer história, consegue se manter de pé, ali, onde não há amor que vingue sem dinheiro que o sustente. E, se com dinheiro, as questões são demasiado frugais, sem dinheiro elas sequer existiriam... Mas lutar pela sobrevivência, decididamente, não dá ibope. Então...

Exibição de obras de Leonardo Da Vinci provoca frenesi em Londres MIKE COLLETT-WHITE Reuters, Londres

George Clooney ficou para trás e Lady Gaga é coisa do passado. A nova celebridade da cidade é o artista renascentista Leonardo da Vinci, objeto de uma grande exposição na National Gallery, em Londres, que provocou o mesmo frenesi de um filme campeão de bilheteria de Hollywood. Críticos vêm revezando superlativos para descrever a mostra Leonardo Da Vinci: Pintor na Corte de Milão, que reúne nove dos apenas 15 ou 16 quadros conhecidos do mestre. Não estão na exposição os mais famosos de todos – a Mona Lisa, que fica no Louvre, em Paris, e o mural A Última Ceia, exibido em Milão, que não podem ser movidos para outras localizações. A exibição vai de 9 de novembro a 5 de fevereiro de 2012 e deve ser um sucesso de público.

CURTAS Meia-Noite em Paris é lançado em DVD Na próxima semana, Meia-Noite em Paris, o mais recente filme de Woody Allen, chega às locadoras. A narrativa gira em torno de Gil (Owen Wilson), um escritor infeliz com o seu trabalho como roteirista de Hollywood, que é noivo de Inez (Rachel McAdams), uma mulher esnobe, de família rica. O casal viaja a Paris para encontrar os pais da moça, John (Kurt Fuller) e Helen (Mimi Kennedy). Chegando lá, certa noite, após um jantar desconfortável com um casal de amigos da noiva, Gil decide passear pelas ruas de Paris. Misteriosamente, um

carro antigo cruza o seu caminho e lhe dá uma carona para o ano 1920. Lá, ele conhece os maiores artistas da época.

Com um orçamento estimado em US$ 30 milhões, o longa arrecadou US$ 125 milhões em bilheteria

Divulgação

Pedro Fernandes pfernandes@grupoatarde.com.br

multi-instrumentista ainda passa pelo violão e teclado. O fã que quiser conhecer a artista fora do glamour do palco vai encontrar um material diferenciado no DVD. Nele, além das 21 músicas (no CD são 15) e das três faixas extras, há uma série de inserções de imagens do cotidiano da cantora em momentos bem descontraídos, tudo isso entre uma música e outra durante o show. O projeto Seguir Cantando, mais do que um novo CD e DVD, é para Luiza algo mais íntimo e especial. Ele marcou algumas mudanças na vida pessoal dela. “Foi um momento em que eu voltei a morar em São Paulo e minha vida passava por algumas mudanças. Se tem uma palavra que pode resumir bem este trabalho é coragem”, afirma a cantora. A turnê do novo disco já está na estrada com agenda pelo Sudeste. Na Bahia a cantora só deve se apresentar no meio de 2012, já que no início fará alguns shows no exterior. Mas garante que vem pelo menos um dia de Carnaval para dar uma palinha, como fez neste ano, ao lado de Ivete Sangalo. A única dúvida para o próximo ano é quanto ao programa Ídolos, da Rede Record. A cantora não decidiu se será jurada novamente.

Patrícia perde o bebê em Fina Estampa Depois de descobrir as armações do namorado, Antenor (Caio Castro), de apanhar da mãe, Tereza Cristina (Christiane Torloni), e de não ter o apoio dos dois ao anunciar sua gravidez, Patrícia (Adriana Birolli) vai perder o bebê no capítulo que deve ir ao ar dia 17, em um acidente envolvendo Rafael (Marco Pigossi), em Fina Estampa. Se a gravidez causou brigas, o acidente vai unir até Griselda e Tereza Cristina, que, preocupadas, se juntarão para rezar por Patrícia enquanto ela se recupera do ocorrido.

João Cotta / TV Globo

Personagem de Adriana Birolli sofre mais um revés na novela

Rei Momo vencedor ganhará R$ 15 mil Um prêmio de R$ 15 mil será entregue ao vencedor do concurso para o Rei Momo do Carnaval de 2012, cujas inscrições foram prorrogadas até o dia 13 de dezembro. Para se inscrever, o candidato deverá solicitar através de e-mail (reimomo 2012@gmail.com) a ficha de inscrição ou se informar pelo telefone (71) 3341-1408, das 14 às 17 horas. Na segunda fase, será feita a seleção de 10 candidatos pelo voto popular, através da internet. O vencedor será conhecido em grande festa no dia 21 de janeiro.

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Tarântula conta história de loucura e vingança que inspirou o filme A Pele que Habito Repórter do 2+

LUIZA POSSI / SEGUIR CANTANDO

lágrimas. “Foi um momento muito mágico e diferente para mim. A minha mãe ficou oito meses no hospital e eu queria muito a participação dela no show. Foi emocionante”, conta. Ivete Sangalo é outra que dá o ar da graça e se junta à anfitriã da festa. No palco, as duas cantam Circo Pega Fogo, em um

Luiza mostra versatilidade no DVD, tocando teclados e outros instrumentos

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SALVADOR QUARTA-FEIRA 9/11/2011

Por ocasião do lançamento do filme A Pele Que Habito, do espanhol Pedro Almodóvar, a editora Record resolveu lançar no Brasil o livro que o inspirou, Tarântula, do francês Thierry Jonquet (1955-2009), lançado originalmente em 1993. Trata-se de um romance curtinho, ou um conto um pouco longo, que traz a história de vingança que enreda o cirurgião plástico Richard Lafargue, os delinquentes Alex e Vincent e a bela Ève. O livro intercala presente e passado, em dois estilos narrativos distintos. O primeiro, mais seco, direto, é escrito em terceira pessoa e dá conta de fatos e ações. O segundo, escrito em segunda pessoa, também relata fatos, mas tenta se aprofundar um pouco mais na mente dos personagens, relatando seus estados psicológicos.

vai melhorando a condição de sua vítima, lhe dá roupas, móveis, comida boa, um piano e injeções misteriosas. Sabe-se que Vincent merece punição, mas os atos de vingança de Lafargue, por serem tão extremados e sistemáticos, tão próximos da monstruosidade, não permitem simpatia à sua causa. Como uma paciente bruxa de história infantil, ele examina e verifica se a vítima já está pronta para o abate. Como uma aranha, tece um casulo em torno na presa e a reserva para o futuro. Mas, como acontece frequentemente com quem tece teias muito intricadas, ele acaba por se ver enredado em seu próprio plano e os papéis começam a se confundir. Como é frequente nesse tipo de história, após tanto tempo de dedicação integral de um ao outro, vítima e algoz percebem que já não têm nada mais a não ser um ao outro.

TARÂNTULA (MYGALE) / THIERRY JONQUET

Vingança

O mote do filme é exatamente o mesmo do livro, porém este é menos determinista na construção dos personagens, e na justificativa da loucura que os acomete. Almodóvar atribui suas perversões a um fator genético. Já Thierry Jonquet, põe a loucura como consequência dos seus atos. O diretor quis construir uma trama mais próxima do gênero terror, e talvez não haja nada mais assustador que a inexorabilidade dos genes. São eles que, em muitas obras de ficção atuais, fazem o papel que era atribuído aos deuses e oráculos nas antigas tragédias gregas. Mais próximo de um thriller psicológico que de uma tragédia propriamente dita, o autor de

Editora Record / 160 páginas/ R$ 29,90 / record.com.br

No filme, o personagem Vicente se vê preso ao plano de vingança posto em prática pelo médico interpretado por Antônio Banderas

O mote do filme é o mesmo do livro, porém este é menos determinista na construção dos personagens

Tarântula opta por entregar à psicologia a responsabilidade pelo destino dos seus personagens. Ele joga com os papéis do sádico e do masoquista e os inverte em determinados momentos.

Teia

Desejo de vingança é sempre um bom começo para um final

trágico. Dos gregos à Shakespeare. Porém, tanto na Grécia Antiga, quanto na Era Elizabetana, síndrome de Estocolmo ainda não era um termo em voga e muito menos vaginoplastia. Na trama, Tarântula é o apelido que Vincent dá ao seu captor, Richard Lafargue, que o mantém preso e humilhado em

um porão. O rapaz teria estuprado a filha do médico, Vivianne, que se encontra em um sanatório, por conta do trauma. Já Alex, após o desaparecimento de Vincent, se envolve em um assalto a banco e vê em Lafargue e em uma cirurgia plástica sua possível salvação. Alheio aos planos do assaltante, o médico sequestrador Mariana Ayana / Divulgação

ARTE

Expressão da cultura sertaneja em foco EDUARDA UZÊDA

Música, teatro, cordel, fotografias e relatos pessoais integram a programação do Encontros: Cantos e Falas Sertanejos, que, na sua primeira edição movimenta a Universidade Estadual da Bahia – Uneb, do Cabula, amanhã e sexta-feira. As atividades acontecem em espaço denominado Lonas do Agito. A iniciativa da organização do evento é de Roberto Dantas, professor de História da Bahia e documentarista, que há 15 anos se debruça nas pesquisas sobre a Guerra de Canudos.

Dantas, autor de quatro livros e quatro documentários, destaca que o evento “ vai mostrar a pluralidade da rica cultura sertaneja e dar visibilidade aos artistas que não estão tendo espaço na mídia”.

Programação

O educador diz que a universidade o tem apoiado em suas pesquisas no sertão, “mas desta vez eu vou trazer o sertão para dentro da universidade”. “A programação abraça as mais genuínas expressões da cultura popular sertaneja”, acrescenta o professor. Amanhã, o evento

será aberto às 15 horas, com a exibição do documentário Paixão e Guerra nos Sertões de Canudos, de Antônio Olavo, seguida de debates. As 17 horas, o professor e cordelista, Antonio Barreto, apresenta o Cordelizando a Palavra: Cantando e Recitando, relatos do cordel. Já às 18 horas, o artista Jan Bolinha traz a produção teatral contemporânea de Euclides da Cunha à cena com a apresentação da Teatral Farrapo Cia de Teatro. Neste dia, o evento termina com Show de Bião de Canudos e Trio do Forró, também de Canudos.

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Sexta-feira, às 15 horas, o compositor Zé Calu e o artista plástico e compositor Gildemar Sena apresentam relatos sobre a produção cultural contemporênea de Uauá. A partir das 17 horas, Gereba é destaque, além de Pardal Jaguaripe e Davi Nubes e Bule-Bule. O evento encerra com show de Rennan Mendes e Claudio Barris. CANTOS E FALAS SERTANEJOS/ SEX (11) , A PARTIR DAS 15H E SÁB ( 12), A PARTIR DAS 17H / LONAS DO AGITO - UNIVERSIDADE ESTADUAL DA BAHIA - UNEB / (3117-2200) RUA SILVEIRA MARTINS, 2555 - CABULA /

Antônio Olavo, fotógrafo e documentárista é destaque no evento

ENTRADA FRANCA

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Tarantula conta história de loucura e vingança que inspirou o filme A Pele Que Habito  

Resenha do livro Tarântula, de Thierry Jonquet