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à laia de apresentação: o espetáculo sinopse ficha técnica condições técnicas e outras o nome e o grupo fotos promocionais contactos Julho’2013


o espetáculo «De Lés-a-Lés», 13ª produção de O Fantocheiro – grupo de teatro, é uma proposta de TEATRO DE RUA. Tal como o nome indicia, é um espetáculo de espectro largo com recurso à representação, ao uso variado de técnicas de expressão dramática, manipulação de marionetas, artes circenses e múltiplas abordagens que procuramos explorar. Está dividida em 3 partes de 30m cada. A saber:

A RAIZ POLPULAR – Recupera vários aspectos da cultura popular portuguesa como os caretos transmontanos, a dança dos pauliteiros, o fandango (de varapau), o cante alentejano e os zés-pereiras, cabeçudos e gigantones. É acompanhado com música ao vivo e recorre, ainda, à recriação de várias propostas musicais tradicionais. O CIRCO E A CIDADE – A partir da música de João Lóio, recria as artes circenses, às quais se procura novas abordagens, digamos, mais urbanas. Malabares, dança, manipulação de marionetas, contorcionismo, técnicas de equilíbrio, rolos, patins, monociclo,… são técnicas utilizadas, aqui tratadas nos limites da fronteira entre o circo e o teatro. ACTO PÚBLICO – tendo como fio condutor a ideia de interação público / atores, esta é uma proposta variada e multidisciplinar onde se recorre às diferentes técnicas de comunicação entre quem apresenta e assiste. Cumplicidade, desafio e interpelação são as palavras-chave deste último ato expressas em técnicas como a mímica, a pantomima, a expressão dramática não verbalizada, o cinema mudo, a manipulação de marionetas e a utilização do corpo como elemento de comunicação.


sinopse «De Lés-a-Lés», é um espetáculo de 90 minutos dividido em três partes e 30 minutos cada, constituído por diversos quadros cénicos. A RAIZ POLPULAR Acompanhado com música ao vivo (gaita-de-foles, flauta whistle, saxofone, paus, bombo e caixa) 1 – Entrada de 2 caretos transmontanos (que interagem com o público) 2 – Dança dos Pauliteiros de Miranda (llaço: “Repasseado”) 3 – Canção “Canção do Bombo” (versão da Brigada Victor Jara) 4 – Fandango do Varapau 5 – Canção “Vou-me embora, vou partir” (Vitorino) 6 – Dança dos pauliteiros (versão brasileira) 7 – Baile mandado (Algarve) 8 – Canção “Milho Verde” (José Afonso) 9 – Zés-pereiras acompanhados por 2 gigantones (que interagem com o público)

O CIRCO E A CIDADE (Música de João Lóio) 1 ~ Entrada, ao som da música de circo dos ‘artistas’ mostrando as suas especialidades 2 – Bailarina da caixa de música (dança, tema musical: “Eu queria ir ao circo”) 3 – Bolas na rua (malabares de bolas: tema musical: “Esquilo”) 4 – Para que quero eu rolos? (equilibrismo em tábuas sobre rolos, tema: “A cidade acorda”) 5 – Uma roda (equilibrismo em monociclo, tema musical: “Filme mudo com piano”) 6 – Duas rodas (equilibrismo sobre patins, tema musical: “Prelúdio a um romance”) 7 – Malabar autómato (malabares de bolas, arcos e massas, temas musicais; “Sax na rua” e “Valsa, valsinha”) 8 – Palhaço invertebrado (contorcionismo, tema musical: “Oh!, Circo…”) 9 – Daqui de cima (manipulação de marioneta gigante de 3 metros, tema: “Máscara”)


ACTO PÚBLICO 1. Mimos à solta (perseguição das pessoas que transitam no local com o objectivo de as convidar para assistir ao espectáculo) 2. Chegada à cidade (coreografia em torno das malas que irão servir de suporte ao espetáculo, tema musical “A fuego lento”, Quatro Vientos) 3. Receção de boas vindas (interação com o público através de palmas, tema musical: “Danúbio azul”, Johann Strauss II) 4. Óvulo ( “Salvé maravilha”, Banda do Casaco) 5. A mala vazia (expressão dramática) 6. Saudação de Rita (manipulação de marioneta em tamanho real, “Dança em sol maior”, João Lóio) 7. Conversas com luvas (“My endless love” Diana Ross e Lionel Richie) 8. As pulgas de Chaplin (“The entertainer”, Scott Joplin) 9. Entre fios (Banda sonora do filme “O fabuloso Destino de Amélie”) 10. 2 fitas e uma bola (manipulação de marioneta, “I feel good” James Brown e “Chico fininho” Rui Veloso) 11. Quando as máscaras mascaram (representação com máscaras brancas. Banda sonora de “2001 Odisseia no Espaço”) 12. D. Cristóvão aprende sax (manipulação de marioneta, “The Pink Panther”, ao vivo) 13. Dança comigo (expressão corporal, extratos de variadíssimas canções que têm de comum serem bastantes populares e ritmadas)

ficha técnica Um espectáculo de Rogério Ribeiro Interpretação – Ana Sofia, Anita Teixeira, Bruna Baltazar, Catarina Santos, Catarina Vaz, Inês Silva, Jorge Ramos, Letícia Pontes, Maria Ribeiro e Pedro Correia. Músicos (ao vivo e em cena) – Artur Castro, Fernando Ribeiro e Paulo Gouson Duração – 105 minutos 1. Raiz Popular (30m) 2. O Circo e a Cidade (30m) 3. Último Acto (45m) Colaboradores/agradecimentos: Bruno Pereira e Miguel Oliveira


condições técnicas e outras Tratando-se de teatro de RUA, a apresentação deste espetáculo requer algumas condições técnicas específicas. A saber: Desde logo, a existência de um ponto de energia eléctrica que poderá ser uma simples ligação a uma tomada existente na zona, uma linha dedicada ou um gerador de electricidade, pelo que, antes de mais será necessário acautelar esta necessidade. Outro aspeto importante é o piso. Claro que a peça está pensada para a RUA e, desta forma, adapta-se bem a qualquer piso. No entanto, aconselha-se um piso plano, liso e regular, pois alguns quadros cénicos só poderão ser apresentados nestas condições (p. ex.: o quadro cénico dos patins, p. ex., não é possível ser apresentado num piso arenoso ou de paralelo irregular). As soluções cénicas encontradas permitem que o espetáculo aconteça em recinto aberto ou fechado, durante o dia ou à noite, sendo que neste caso deverá ser estudada a possibilidade da iluminação. O Fantocheiro tem algum material luminotécnico, rudimentar, pelo que caso a caso se verá a melhor solução. Todo o material relativo ao som poderá ser garantido por nós. O espaço de apresentação deverá ter um mínimo de 30m2, dos quais, 4 m2 serão utlizados na montagem de uma estrutura tubular, da propriedade do grupo, que será um espaço reservado aos atores, numa espécie de canarim. A montagem ronda 1 hora e para a desmontagem chegam 30m. Como se percebe pela sinopse, este é um espectáculo que requer grande quantidade de adereços, o que coloca a questão do transporte dos mesmos. Acresce que a totalidade dos recursos humanos necessários para que o espetáculo aconteça é de 15 pessoas (10 atores, 3 músicos e 2 técnicos). Sediado no Porto, devem ser acauteladas, com as eventuais entidades promotoras do espetáculo, condições de deslocação uma vez que O Fantocheiro não possui meio de transporte próprio que possibilita tal deslocação. Depois há, naturalmente, a questão da alimentação.

o nome e o grupo Embora o grupo não tenha propriamente um nome assumido, tampouco registado, O FANTOCHEIRO tem sido a denominação informal que mais frequentemente é utilizada, pelo que, ano após ano, tem-se afirmado como sendo a designação para o trabalho desenvolvido por este grupo de crianças. Efectivamente, tudo surgiu em torno de uma barraca de fantoches adquirida no ano de 2002 e de um grupo de crianças que, ao sábado, tinham o hábito de se encontrarem. É por de mais conhecido o fascínio que uma barraca de fantoches exerce sobre crianças desde a mais tenra idade. São, igualmente, conhecidas as suas potencialidades, tanto pedagógicas como psicológicas. Ora, dada a larga aceitação e a centralidade que tal objecto adquiriu nas brincadeiras, foi ganhando corpo a ideia de se realizar pequenos espetáculos tendo como preocupação central desenvolver um trabalho centrado nas diversas vertentes do fantoche. Nos últimos anos, temos explorado a vertente da expressão corporal, a expressão musical, as diferentes técnicas de utilização da máscara, a poesia, a arte de dizer, a dança... Este ano resolvemos experimentar o teatro de RUA.


20 fotos promocionais (Maria Jacob)


contactos Rogério Ribeiro Telm.: 912302607 | Fax.: 226070595 / 6 (ao cuidado de Rogério Ribeiro) Mail.: rogerio.ribeiro@spn.pt http://fantocheiro.jimdo.com/


"De lés-a-lés" | Fantocheiro (teatro de rua) | 12 e 13 de outubro | Baixa do Porto