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1.ª AVENIDA RECEBE NOVO CICLO DE EXPOSIÇÕES DA 2.ª FASE DAS RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS No próximo sábado, dia 11, às 21:30, inaugura um novo ciclo de exposições que decorrem da 2.ª fase de Residências Artísticas que integraram o projeto 1.ª Avenida. Após 3 meses de residência artística, inaugura assim a Exposição Final que integra os projetos desenvolvidos pelos 17 residentes do 1ª Avenida no âmbito destas Residências Artísticas. Pintura, performance, instalação, som, curadoria e street art serão algumas das disciplinas presentes nesta exposição que estará patentes até à 1.ª semana de fevereiro no edifício AXA. Na mesma data, e a partir das 22h00, inaugura também a Exposição Coletiva “Figuras do Novo Império”, com curadoria do artista Horácio Frutuoso, também integrado nesta 2.ª fase de Residências Artísticas do 1ª Avenida, que abre ao público no Edifício Montepio, e integra obras de Catarina Oliveira, De Almeida e Silva, João Pedro Trindade e Tiago Alexandre. O projeto 1.ª Avenida, da responsabilidade da Câmara Municipal do Porto, através da PortoLazer, afirmou-se desde sempre na sua essência como um espaço de proximidade e contato entre criadores consagrados e emergentes; entre os diversos agentes das artes e o público. Um espaço de inclusão que convocou múltiplas visões do real. Um espaço de criação de realidades. Um espaço de partilha e um território de vivência comum. As residências artísticas do projeto representam a expressão máxima do 1.ª Avenida, e do Edifício AXA, enquanto espaço de formação e criação, produção e apresentação, sendo este momento de exposição um momento de balanço e de visibilidade, para o qual uma vez mais todos estão convocados! Aos Aliados!

EXPOSIÇÕES 1.ª AVENIDA 11 jan até 1.º semana fev I Edifício AXA e Edifício Montepio I Entrada Livre Promotor: CMP, a tra vés da Porto La zer e PortoVivo, cofinanciado pelo POVT, do QREN, a través do FEDER

Artistas residentes: António Amorim; Diana Carvalho; Horácio Frutuoso; Fábio Ramunni; Hugo Paquete; Jeremy Pajeanc; José Miguel Cardoso; Manuel Horta, Maria Trabulo; Mariana Echeverri; Patricia Bandeira; Reis Valdrez, Rodrigo Carvalho; Rebecca Moradalizadeh; Sara Rodrigues; Third ; Orlando Francisco EXPOSIÇÃO FINAL I RESIDÊNCIAS 1.ª AVENIDA I 2.ª FASE I EDIFÍCIO AXA Inauguração: 11 jan. 21:30

EXPOSIÇÃO COLETIVA I EDIFÍCIO MONTEPIO Inauguração: 11 jan. 22:00

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PROGRAMA EXPOSIÇÃO FINAL I RESIDÊNCIAS 1.ª AVENIDA I 2.ª FASE I EDIFÍCIO AXA Inauguração: 11 jan. 21:30 Piso 2 HORÁCIO FRUTUOSO The H is silent Categoria:instalação Sinopse: Si ga a s seguintes direções: NORTE; NORTE; SUL; ESTE; NORTE; SUL; SUL. O enfrentar de um labirinto, e o percurso que s e toma neste, é o ponto de partida para o projeto que s e des envolve numa sala no topo de um edifício, que poderia s er um posto de vi gi a s obre uma ci da de, ou uma ca bi ne de um a l to fa rol regi s ta ndo o terri tóri o a berto à na vega çã o. Aqui , como um nauta perdido num vasto território onde desenha e constrói um mapa, Horá ci o Frutuos o compõe os percurs os a s egui r, a ge ogra fi a , cons trói a toponími a e os a rtefa ctos dos l uga res . Dura nte a i dade média foram desenhados no pavimento de ca tedrais l abirintos onde os crentes podi a m s ubstituir os caminhos de peregrinação, construindo assim uma nova geografia dentro de um l uga r. Ta l como esses labirintos, neste tra ba l ho é propos ta es s a outra geogra fi a s ugeri da pel os ves tígi os da expl ora çã o e cons truçã o do l uga r. Pa ra l á chega r é s ó s egui r a s di recções .

Piso 2 REBECCA MORADALIZADEH (in)visible soundscapes Categoria: Desenho, Instalação, Instalação Sonora Sinopse: É fei to um mapeamento com pontos, s obre as paisagens urbanas que se encontram no exterior da s janelas. Diferentes elementos são observados como edifícios, carros, pessoas, árvores. Atra vés destas formas surgem desenhos, com pontos, linhas e manchas que permitem a criação de es tra tégias para a concepção de novos espaços e paisagens s onoras, no interior do edifício.

Piso 2 HUGO PAQUETE (USC) (Unpredictable systems and collapse) Categoria: Instalação / Performance Sinopse: (USC) pa rte de uma exploração que pode s er apresentada em contexto de instalação e performance de construção de uma plataforma digital assente nas característica i ntrínsecas do ambiente de tra balho do computador como extensão da realidade, formal e funcional. Do i nterface, s oftware ou hi per-instrumento performativo como meio de reflectir a rticulações a uto-referencias com a construção de novos modelos performativos, formais e relacionais. Potenciados por um processo de a cumulação, disfunção, noise, ou glitch. Evi denciar um s istema de ruptura a uto-referencial do código e meio onde se i ntegra e fundamenta. Vi s ta à construção de uma nova gramatologia conceptual e caótica de novas práticas metodológicas a s sentes em i nstabilidade e não l inearidade da era Pós-digital. Entenda-se por ca os: desarranjo; perturbação ou transtorno. Onde o uso deliberado de falhas, erros e disfunções do media de áudio e outros a rtefactos e dispositivos é toma do em consideração por manipulação de código ou exploração funcional do media e dispositivos. Imposição cognitiva perante a máxima performatividade do sistema i nformático e s ociais. Buscando por a cumulação entropia uma nova ontologia sonora, vi sual e do media software. Expl orada em (real time) i nteracções entre s om e i magem. Cons truindo tra nsformações por acumulação de pequenos detalhes, estruturas rítmicas e ruídos. Como um s istema multi-dinâmico que s e gera num ca os entrópico visual e cognitivo onde fragmentos de es truturas mediam uma experiência de espaço e modelação temporal num ambiente vi rtual.

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Piso 2 REIS VALDREZ À Porter Categoria: Instalação Sinopse: As á rvores morrem de pé, um infindável projeto á porter. Á Porter, e todo o processo envolvente, encontra-se na base de uma série de projetos, considerados ra mi ficações do objeto em causa, uma á rvore com sinais de enfermidade que vi ria a s er abatida. Um projeto que i nicia a jornada como um tributo à teoria da Evolução de Darwin e s e apresenta a gora como referência a Duchamp, e a sua Boîte en Valise, em sintonia com um contexto social que mundialmente assume uma disposição massificada para imigrar e que reflete a condição vi gente do a rti sta, como nómada. A porta bilidade e adaptabilidade das peças, das exposições e do próprio a rtista. Projetos revisitados em di versos formatos assumem mutações físicas, digitais e cosméticas que fazem justiça à expressão "um tra ba lho a rtístico nunca está terminado". Uma nova vida após a morte, o renascimento de uma natureza morta.

Piso 2 PATRICIA BANDEIRA Lebensraum Categoria: Instalação Sinopse: "Lebensraum" é um projeto que parte da noção de espaço vi tal para criar conexões entre as necessidades de interação espacial e a ordem s imbólica i nerente à elaboração de significação por parte do i ndivíduo, enquanto s ub-produto de uma construção social. A pa rti r deste conceito, foi criada uma instalação que conta com a performance de voluntários que i nteragem com a peça central da obra – uma caixa negra. No local, o i ndeterminismo a djacente à probl emática de Erwin Schrödinger é colocado em evidência, a través de um encerramento e de uma s eparação do real, o que pode ser i nterpretado como um aspecto de proteção i ndividual ou, ao i nvés, de s ufoco existencial.

Piso 2 MARIANA PORTELA ECHEVERRI The Great Out There Categoria: Instalação Sinopse: The Great Out There na sce da reflexão sobre a relação que existe entre deslocação, s entido de pertença e de proteção pessoal. Des envolve-se a partir da circulação geográfica, a gra nde e pequena escala, da exploração das estratégias de i ntegração e evasão, da estranheza do espaço - desconhecido ou familiar - e da procura do equilíbrio entre o desejo de ri sco e o de controlo. Des te processo nascem i nstalações, fotografias e textos que procuram re -imaginar espaços, estruturas e s i stemas flexíveis que s e adaptem às necessidades e vontades do vi ajante. http://mecheverri.com/

Piso 2 SARA RODRIGUES The Becoming - A Passagem Categoria: Instalação Sinopse: Di vi dido entre dois países, o trabalho desenvolve-se a partir da relação entre a a rtista e o seu pa i . Da pesquisa de pedras, material elementar, iniciada pelo pai, desenvolve -se um mundo de des cobertas entre o passado e o presente, duma realidade perdida do imaginário e de uma l igação que s e mos tra mais forte do que esperado.

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Tra ba lhando sobre a i deia duma ligação existencial com os elementos primários, a a rtista foca -se no limiar da á gua e da terra , numa tentativa de redescobrir a natureza humana. Estas margens, repetidamente a s sociadas com ideias do sagrado, de reverência, nascimento e morte, associam-se a o conceito do filósofo Ga s ton Bachelard de que s omos todos ‘materialistas’ na essência, dando início à reavaliação do quão i nti ma é a l igação entre a matéria e a mente. Assumindo a função do artista como pesquisador, o tra bal ho fa z referencia à a rqueologia, antropologia e à história da arte, dos primórdios a o modernismo, questionando a consciência humana e a criação a rtística, orquestrando diferentes formas de conhecimento e compreensão. Ao i nvestigar a mbas as ma rgens do Rio Tamisa em Londres e praias de Portugal, o trabalho entra em conta cto com uma história perdida, visitando os antepassados mas também reavaliando a nossa relação com o pres ente. Deslocada da paisagem urbana, a praia s erve para vi ajar no tempo, filtrando o mu ndano e a bri ndo-se a novas realidades. A ma rgem do ri o cri a o cenário perfeito para um l ugar onde o escape é pos sível, onde a terra ainda é natural e a á gua tem o potencial para nos tra nsportar e ligar a outros l ugares e pessoas. No processo a rtístico que é usado para a tingir a lgo além de si próprio, somos confrontados com algo que é, no fim, físico. Nã o será ta nto a busca de uma solução formal para uma questão existencial mas sim a necessidade desta. Aberto à i lusão, o trabalho é maioritariamente a presentado num estado cru, s em uma camada final, interminavelmente questionando. Atra vés de uma pes quisa reflexiva, é realçado o potencial que a imaginação do i ntelecto e a produção cultural têm na forma ção de conhecimento que têm a capacidade de tra nsformar a compreensão humana. Esta residência for cri a da como uma i deia metafísica, com a a rtista a residir parte do tempo em Londres e a trocar ideias e ma terial com a sua mãe, que se encontra no Porto, e para a qual remete um agradecimento especial. O tra ba lho a presentado nesta exposição tem como base material recolhido em Portugal e faz parte dum processo contínuo e de memória de Al exandre Rodrigues que faleceu no Natal passado. Este tra balho él he dedicado.

Piso 3 THIRD Fulgurar Categoria: Street Art Sinopse: Third, inicia o seu percurso como writer e ilustrador nos anos 90, desde então, tem criado um universo criativo de personagens, figuras e representações, fundadas no seu interesse pela anatomia e ilustração. O seu objetivo é procurar desenvolver peças únicas e reconhecíveis como próprias da sua criatividade.Fulgurar surge em oposição à sua ultima criação, onde o centro se mantém na natureza, mas num olhar mais candente, capaz de representar luz e vida através da sua técnica de pintura a spray. A exploração da cor e da luz, são essenciais ao artista para obter simultaneamente o grotesco e a graciosidade presente no seu percurso. Piso 3 RODRIGO CARVALHO X GRAVITY Categoria: Instalação Audiovisual Interativa Sinopse: Vi s ualização reativa ao áudio de um grupo de 700 pa rtículas que habitam num sistema físico vi rtua l.O sistema físico é composto por diversas forças gravitacionais que reagem ao som. Com as va ri a ções das frequências s onoras os campos gra vitacionais vã o modificando os va lores das s uas forças de a tra çã o/repulsão fazendo as partículas moverem-se dentro do s istema e cri ando deste modo uma relação entre o s om e a imagem gerada pelo s eu movimento. A a udiência, através de um interface, pode intervir no s istema alterando e ma nipulando as suas forças gra vi ta cionais. Si s tema Interativo, Visuais - Rodrigo Ca rvalho Som - Gus tavo Costa / Most People Have Been Trained to Be Bored

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Torreão RODRIGO CARVALHO e ZÉ MIGUEL CARDOSO (projeto em colaboração) Lusco Fusco na Praça II Categoria: Instalação Sinopse: Des enho e i nstalação a udiovisual, no torreão (7+andar) do edifício 1ªAvenida, que a borda o género a rtístico paisagem. Explora realidades a umentadas, onde se s obrepõem realidades físicas e vi rtua is. Di versas zonas do Porto estão desenhadas sob o primado da linha nas paredes do torreão. As diferentes vi s tas s ugerem diferentes enquadramentos inusitados do Porto. Um s i stema de i luminação controlado digitalmente está distribuido ao longo das paredes. Ca da um dos pontos de iluminação a o acender/apagar cri a e s obrepõe uma camada de realidade sobre o desenho, provoca ndo s ombras, destacando detalhes, numa procura de alteração da realidade. Quem entra no torreão encontra consola no centro da i nstalação. Ao tocar em zonas especificas do i nterface, irá i nteragir com o sistema de l uzes. Ca pta ções s onoras da base de sons: http://www.portosonoro.pt/

EXPOSIÇÃO COLETIVA I EDIFÍCIO MONTEPIO Inauguração: 11 jan. 22:30 Figuras do Novo Império Curadoria: Horácio Frutuoso Exposição Coletiva: Catarina Oliveira, De Almeida e Silva, João Pedro Trindade e Tiago Alexandre Sinopse: De tanto brincar perdeu o tempo “Como já deveríamos saber, a representação mais exacta, mais precisa, da alma humana é o labirinto. Com ela tudo é possível.” José Saramago in A Viagem do Elefante “Durante a idade média foi desenhado no pavimento de algumas catedrais góticas (Catedral de Amiens ou Reims em França por exemplo) labirintos cujo objectivo era permitir a simulação de uma peregrinação a Jerusalém, num período em que as viagens eram demoradas, perigosas e caras. Assim o crente, quase sem sair do mesmo lugar, percorria um longo percurso simbolicamente. Há imagens que têm a capacidade de nos fazer alcançar outro lugar e nosdesorientar, sem sai rmos do mesmo lugar, tal como num labirinto. Daí surge esta exposição que se intitula de Figuras do Novo Império. No âmbito da residência artística no projecto 1ª Avenida, convidei para fazer parte deste projecto a Catarina Oliveira, o João Pedro Trindade, De Almeida E Silva, e Tiago Alexandre. Os dois primeiros do Porto e os dois últimos de Lisboa, reunindoassim na mesma exposição artistas por cujo trabalho me interesso, vindos deescolas diferentes, e com pensamentos distintos na abordagem ao que lhes foiproposto. Ocupamos a sede de um antigo banco, que se encontrava vazia, em pleno centroda cidade do Porto, na Avenida dos Aliados onde jazem imponentes edifícios que são despojos de outros tempos. Num período em que pouco ou nada se investenas actividades artísticas, a arte toma aqui de assalto um espaço que outrora forada banca. Um sinal dos tempos, quem s a be. Cons truímos um i mpério, sejam bem-vindos!” Horá ci o Frutuoso

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RESTANTE PROGRAMAÇÃO DO EDIFICIO AXA I 11 e 12 JANEIRO Música I Porta Jazz Edifício AXA |4º piso I 11 jan |19:00| Marcel Pacual Quartet Marcel Pascual Royo-vibrafone| Mané Fernandes – guitarra | Diogo Dinis – contrabaixo |Nuno Oliveira - bateria Org: Associação Porta-Jazz | Apoio: CMP, através da PortoLazer e 1ª Avenida (entrada sujeita à doação do valor de 5€ que reverte a favor da Associação Porta-Jazz)

Serviço Educativo I Horas de Conto e Ateliers 11 e 12 de janeiro | Sábado - 15:00 - 19:00 | Domingo - 15:30 - 18:30 | Edifício AXA, Av. dos Aliados n.º 211 | Entrada Livre No próximo fim de semana são muitas as atividades destinadas a crianças e famílias no edifício AXA: Horas do conto, exposição, ateliers e visitas guiadas, lançam o mote para duas tardes bem animadas e divertidas! Consultem o programa e apareçam! Não é necessária inscrição. Programa: dia 11 > sábado 15:00-15:20 – Hora de conto com Saphir Cristal e Liliana Salomé “A Menina de Papel” 15:20-15:30 – Inauguração da exposição das ilustrações do livro “A Menina de Papel” 15:30-16:15 – Atividade 16:15-17:00 – Hora de conto com Saphir Cristal “Trapos com Histórias” 17:15-18:00 – Histórias contadas por Adélia Carvalho, autora de livros infantis (“A Crocodila Mandona”, “Era uma vez um cão”, entre outros) 18:00-19:00 – Atividade dia 12 > domingo 15:30-15:50 – Hora de conto com Saphir Cristal e Liliana Salomé “A Menina de Papel” 15:50-16:50 – Visita Guiada à exposição das ilustrações “A Menina de Papel” seguida de ateliê com Anabela Dias 16:50-17:30 – Hora de conto com Saphir Cristal e Liliana Salomé “Trapos com Histórias” 17:30-18:30 – Atividade

Org. CMP, através da PortoLazer e 1.ª Avenida Exposição I A Menina de Papel (Ilustração) 12 jan a 2 fev I Edifício AXA, Piso 1 (sala azul) I Entrada Livre Conceção/produção: Anabelailustradias Org. CMP, através da PortoLazer e 1.ª Avenida ExposiçãoI Bravos: Design Espanhol de Vanguarda Mostra de Espanha | Exposição: até 2 fev |Edifício AXA, Piso 4 I Entrada Livre 3º a 5ª |11:00 às 23:00 | 6ª e sáb |11:00 às 01:00 |dom |11:00 às 19:00 Info: www.mostraespanha2013.com Org: Secretaria de Estado da Cultura de Espanha | Apoio: CMP, através da PortoLazer e 1ª Avenida

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Residências 1ª Avenida – Exposição Final | 2.ª Fase  

Inauguração: 11 de janeiro, às 22 horas.

Residências 1ª Avenida – Exposição Final | 2.ª Fase  

Inauguração: 11 de janeiro, às 22 horas.

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