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1a edição

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editorial

expediente Ut lore dolorem nibh etum ea am, vent veniscilit veriure tetum qui esendit acidunt dolortie feu feugue magna faci bla feugiamcommy nonsenit lam vulla consectet adip ent diam digna feugiam, sis non ulput iliquis nulputat venis ea faccum zzriure dit incipsu stisit prat ing ex eugait lor sent am velit iriurero dunt lor si. Iriuscilla con ulputpa tuercil utpatum quip ex eliquipisim in velenit, velesto dipsum vel iusciniam ip ea con ut ex euguer sustrud magnit wiscidunt nisi ecte volor sustrud magnibh ero do odolor sumsan hendit ad delit, sequis aliquis nit luptatie doluptatie dolore do dolore do od te feu feugiamcore dolorti smolort incilla aut enis adignibh exercidunt duis estrud tie duissis at. Duipsuscilis ecte tate veliquam quatuer sum qui tat. Volobor adit duis alis ex elendigna facil ex ex erostrud eu faciliquisi. Si. Mod tet ilit lutat. Ut alit praessed et, velis nulla consed minis at, quipsusci enismod iamet, qui exerit nostrud tin ut illan henim quis dolenibh etuer incilit la amconse quipis eu feui bla conulla ndreetue tie veliquiscin ulput nosto od dunt alit, consed min ea faciliscin erat wisl eros augait ulluptat. Tum zzriustion ent at, corper sisl eugue magna faciliquis dolessi eu faciliquat diamcommy nit eugait, vercipsusto dolor at. Bore dolore eugue magnim veniat pration

Gait aliquamet augiam sit it

Onsequisi. Vel incilit met, ver irit et iriliquam iriure consequis dignit adipit dipiscidunt aute et verat, verat nunc leo. Rud tat. Ut nulla alisit dolobore faccum zzrit vendrem ese diamcommy nis aut iusto eum velissim iriusciduisi esto od tet dolortisl utat, quatue minisci nciduis sequipit praessi. Nosto consed dolore ming eu facilla mcommy nim nulpute feummolore dionsenibh euisi bla commodo loreet ad ea augiamc ommodolore coreet, sim vent augiametuero odolobortio od tio corem ipsusto dunt aliquamet, quis ad molobore magnisl utet lan vel et ute min vel

ut ex exeril ex er adipsustisl ipsumsa ndreet utet, vendit wisi. Mod el er secte er iriure doloreet luptat. El elenis accum dipisit adignibh esse tat dolorpe riurem quam, conum inciduisl ut iriurer sit veraesse doloreet la faccum iure mincing elit nim nulput loboreros et aciduis molore mincidunt niat. La commy nit non vel dolor alit lametue vullan utpatio nsequat uerat. Ut praesse quipisisit nonsed tie et deliquat. Tie eugait doloborem vel dio dolore dion vel del ut volore consenim dip eugiat, commy nullutpatet la faci ero odolorem iusciduis nibh esendigna alit lut iusto et la autpat la alit wisl ulpute vullaorer sequissi. Lor sis dolobore do od tincidunt vendre magna faccumsan. â–


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Educação

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meio ambiente

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saúde

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economia

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ação social

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mundo

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Educação

Cartilha para o Ensino Municipal Um modelo para ajudar e dar subsídios aos prefeitos e educadores no processo de implantação dos Sistemas Municipais de Ensino. Essa é a intenção da Cruz Vermelha filial no Maranhão, ao formatar uma Cartilha para criação e funcionamento de Conselhos Municipais de Educação. Departamento de Educação da CVBMA é o responsável pela formulação do documento. Segundo a coordenadora do projeto, Professora Ms. Francisca Barros, o papel da Instituição é orientar, capacitar e fortalecer os sistemas de ensino e assim fomentar a autonomia na gestão educacional dos municípios. 4

Para ela, a criação do CME representa um passo decisivo, na busca pela elevação da qualidade da educação pública nos municípios Maranhenses. Respaldado legalmente na Constituição Federal de 1998, na Lei de Diretrizes e Bases nº 9394/96, e no Plano Nacional de Educação, Lei 10.172 de 09 de janeiro de 2001, os Conselhos Municipais exercem funções normativa, consultiva, deliberativa e fiscalizadora e seguem os princípios da gestão democrática e participativa do ensino público. Integra o CME representantes dos diferentes segmentos sociais responsáveis pela formulação das políticas públicas do município. Para os municípios que preten-

dem constituir seu Conselho é necessário seguir a risca os passos do processo. Após a formação da comissão para elaboração do anteprojeto de Lei de Criação do CME, a ser encaminhado ao prefeito municipal, o projeto segue para a Câmara de Vereadores para aprovação. Sancionado, são escolhidos e nomeados os conselheiros e fica elaborado o regimento interno e o plano de atividades do Conselho. Sucessivamente serão tomadas as medidas de infraestrutura, recursos humanos, capacitação e cadastro do CME no Sistema de Informações dos Conselhos Municipais de Educação - SICME. Todas essas medidas e diversas outras informações a serem tomadas pelos municípios que aderirem à criação do Conselho estão disponíveis em detalhes na Cartilha. Em Bacabeira, município que a Cruz Vermelha já desenvolve o PROMEM : Programa de Melhoria da Educação Municipal, o Conselho Municipal de Educação encontra-se em processo de criação com previsão para o mês de agosto seu pleno funcionamento. ■


Educação

Docentes dos Cursos Técnicos da CVB-MA participam de Treinamento Institucional BARRA MANSA Os professores dos Cursos Técnicos da Cruz Vermelha Brasileira - Filial no Maranhão, participaram, no sábado 13, da segunda etapa do Treinamento Instrucional ministrado pela professora Carmen Serra. O treinamento tem dois objetivos: o de desapropriar de conhecimentos anteriores (da forma como os professores aprenderam a ensinar em sala de aula) e o de adquirir conhecimentos sobre competências e habilidades assumindo e aprendendo novos conceitos e novas posturas de ensinar, melhorando assim o aprendizado do aluno em sala de aula e o preparando para enfrentar o mercado de trabalho. Os professores graduados e especialistas irão ministrar aulas dos cursos oferecidos pela Cruz Vermelha do Maranhão. Antes de iniciar o conceito de currículo por competência e habilidades e as atividades teóricas e práticas com os professores, Carmen Serra, mostrou como funciona a estrutura organizacional da Cruz Vermelha Brasileira (CVB-MA). Apostila - Uma apostila sobre o

conceito de ensino por competência e habilidade foi distribuída a cada um dos professores. Durante o treinamento os professores debateram o conceito de competência e habilidade e bases tecnológicas; o processo da competência e da habilidade para o estudo com autonomia e o estudo em grupo a distância, onde eles estudarão a apostila em casa e compartilharão o conteúdo por e-mail (correio eletrônico), interagindo o aprendizado com todos. "A apostila é mais um material de pesquisa do que de estudo", comen-

tou a professora Carmen Serra. Para a advogada Milena Azevedo Barbosa, que ensinará no curso de Técnico em Segurança do Trabalho, o treinamento instrucional é importante porque discute e se debate sobre uma nova metodologia de ensino e aprendizagem, norteando o rumo da pedagogia adotada. "O treinamento é importante para nos adequarmos a esta nova metodologia de ensino e compartilhar esse novo aprendizado com os alunos os conhecimentos que estamos aprendendo e até mesmo minha experiência profissional", declarou Milena Barbosa.

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Educação

Equipe do PROMEM desenvolve trabalhos em Urbano Santos A equipe do Programa de Melhoria da Educação Municipal (PROMEM) continua desenvolvendo suas atividades. Dessa vez, os trabalhos foram realizados em Urbano Santos, município a 262 km da capital São Luís. A prefeitura da cidade, por meio da Secretaria de Educação do Município, também firmou convênio de Cooperação Técnica com a Cruz Vermelha filial no Maranhão. O Programa concebido pela Instituição e seu corpo técnico prevê diversas ações para melhoria da educação 6

ação envolve a equipe técnica da Secretaria Municipal de Educação e professores da rede municipal. O Projeto Político Pedagógico das escolas de Urbano Santos e as atribuições dos gestores foram os temas trabalhados entre o PROMEM e os educadores públicos. Este processo tem como objetivo promover a construção coletiva do Projeto, articulando-o às várias formas de planejamento e à prática pedagógica escolar. Segundo Francisca Barros, o ponto de partida de construção do projeto é fazer com que os profissionais tracem o diagnóstico da escola, analisem dados e indicadores da realidade escolar. A pedagoga da CVB-MA completa explicando que uma das atribuições do gestor é promover a articulação entre escola-comunidade, pelas atividades educativas, sociais e culturais, além de coordenar reuniões de pais e mestres estimulando a participação coletiva e mantendo aos objetivos atingidos.

municipal. Entre elas, ganha maior destaque, a Formação Continuada dos Gestores, Supervisores e Coordenadores Pedagógicos. Em Urbano Santos, a Coordenadora do PROMEM, Francisca Barros, e a pedagoga da CVB-MA, Neurimar Almeida, trabalharam na capacitação de 36 profissionais da área da educação do ensino fundamental e na realização de estudos e orientações para elaboração da proposta curricular do ensino fundamental para período de nove anos. Essa ASCOM / CVB-MA ■


Educação

Cruz Vermelha participa da Formação de Conselhos de Segurança Cidadã Durante todo o último sábado, 20, equipes dos Centros Integrados de Segurança Cidadã (Cisecs) e do Planos Locais realizaram mais duas Oficinas para Formação de Conselheiros de Segurança Cidadã. Desta vez os bairros contemplados com o programa foram Radional e Maiobão. A delegada Lúcia Maria Correia, supervisora do Cisec Oeste, coordenou a oficina no bairro Radional, que abrangeu as comunidades da Vila Palmeira, Santa Cruz, Divinéia, Cutim, Santo Antônio, Barreto, Cema Detran e Anil, lotados na circuncisão do 3º Distrito Policial. A oficina aconteceu na Escola 2 de Julho (Escola dos Bombeiros) e contou com a presença do coronel Getúlio da Silva Pereira, secretário adjunto de Modernização da Secretaria de Segurança Cidadã (Sesec); do delegado titular da Delegacia do Idoso, Álvaro Sousa Rodrigues; do primeiro sargento do 1º Grupamento do Bombeiro, Itamaracy Rio Preto; do delegado titular do 3º DP, Sebastião Rodrigues, e representantes das comunidades. No Maiobão, os trabalhos foram coordenados pela delegada Regina de França Barros, supervisora do Cisec Leste, e contou com a 7


participação do assessor de comunicação da Delegacia Geral da Policia Civil, Humberto; de Valéria Brandão, do Centro de Perícia Técnica da Criança e do Adolescente; do representante da Cruz Vermelha, Luciano Dumont; do coronel Getúlio Pereira da Silva, e de lideranças da comunidade. Cerca de 63 pessoas da comunidade estiveram presentes nas duas oficinas realizadas neste final de semana. Apesar do trabalho antecipado de sensibilização, onde acontece o primeiro contado com as lideranças comunitárias; e de mobilização, que envolve toda a comunidade, feito pelas as equipes dos Cisecs, ainda é pequena a presença da comunidade nas oficinas de formação de conselheiros. As datas de realização das oficinas são marca8

das de acordo com a decisão dos participantes na mobilização. "A população ainda não despertou para a importância da criação dos Conselhos e também da força que pode exercer junto à administração pública, por meio dos conselheiros escolhidos durante as oficinas", afirmou a delegada Lúcia Maria Correia, do Cisec Leste. As Oficinas para Formação de Conselheiros de Segurança Cidadã acontecem em três etapas, sensibilização, mobilização e a oficina que é a última fase, quando acontece a escolha dos conselheiros que acontece aos sábados, das 8h às 15h, em locais escolhidos e determinados pela equipe do Planos Locais, responsável pela coordenação do Programa e pelos profissionais dos Cisecs. Essa ação faz parte

das diretrizes do Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci) do governo federal, ao qual o Maranhão foi incluído devido ao modelo de sua gestão adotado pela Secretaria de Segurança Cidadã, por meio da secretária Eurídice Vidigal. Segundo a delegada Lúcia Maria Correia, a participação da comunidade é de fundamental importância para realização das oficinas. Ela disse ainda que os interessados em participar devem comparecer às fases de sensibilização e mobilização, onde acontecem as inscrições e, posteriormente, na oficina de formação. "Caso não tenha participado das duas primeiras fases, ainda assim, pode comparecer no dia da oficina e fazer parte de toda a programação", reforçou a delegada.


Educação

Professores da rede municipal se reúnem para elaborar a proposta curricular da EJA O Seminário Interno de Apresentação, Discussão e Avaliação da Proposta Pedagógica da Educação de Jovens e Adultos aconteceu no segundo final de semana de novembro , no Brisamar Hotel . Por iniciativa da Secretaria Municipal de Educação de São Luís (SEMED ) , através da Superintendência da Área de Educação de Jovens e Adultos, os professores da Educação de Jovens e Adultos (EJA) se reuniram para apresentar, discutir e avaliar a proposta pedagógica da EJA. A Secretária Adjunta de Educação, Miosótis Lúcio, abriu o encontro agradecendo o empenho de todos os professores que estão comprometidos com as propostas pedagógicas pela construção da qualidade da educação pública municipal. "Este seminário demonstra que somos uma equipe multidisciplinar e que não dependemos do tempo para que possamos dar o melhor de cada um nós pela Educação de Jovens e Adultos . E sse compromisso fortalece o nosso objetivo de melhorarmos a vida

de estudantes que vêem na educação um futuro melhor de vida", disse Miosótis Lúcio. Para a Coordenadora Pedagógica da Proposta , Áurea Borges, um dia de trabalho é um dia de conquista na luta pela s proposta s apresentada s pelos professores da EJA. Ao falar para os professores Áurea se lembrou de uma senhora de 78 anos, aluna da EJA, que disse que ao aprender a escrever o próprio nome já poderia entrar no Céu. "Ela acreditava que teria que assinar um livro na presença do Apóstolo Pedro para entrar na porta do Céu, caso contrário ela iria para o inferno. Vejam vocês, como a vontade de aprender supera os limites da vida. E o que nos une neste momento é o compromisso com a educação e a construção de um mundo melhor", declarou Áurea Borges. A Superintendente da EJA Carmen Serra, afirmou que sem a proposta curricular não há uma organização da Educação de Jovens e Adultos e , que este é um documento regulador/orientador

exigido pelo Ministério da Educação (MEC). "Essa proposta pedagógica é para a EJA assim como a Constituição Federal é para o país", comparou Carmen Serra.. Trabalhos Pedagógicos - Os trabalhos pedagógicos foram norteados em quatro eixos: Mundo do Trabalho; Meio Ambiente; Política e Cidadania e Cultura e Diversidade voltados para todas as disciplinas na contextualização do cotidiano dos alunos da EJA. Os trabalhos tiveram início com a apresentação dos docentes do Primeiro Segmento e , em seguida, os docentes do Segundo Segmento, apresenta ram os trabalhos das disciplinas de Ensino Religioso, Filosofia, Ciências, Geografia, História, Língua Inglesa, Língua Portuguesa e Matemática. No segundo momento dos trabalhos, ocorreu a Avaliação realizada pela Coordenação Pedagógica (ACP), a participação de trabalhos em grupo e, em seguida apresentarem a avaliação final dos trabalhos. Para o professor de Ensino Re9


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ligioso da EJA, Adriano Ximenes Coelho, os professores trabalham com as propostas da EJA Nacional, mas, segundo ele, a realidade regional do Maranhão é bem diferente. "Precisamos trabalhar de acordo com a nossa realidade para que a proposta pedagógica seja mais aceita pelos nossos alunos, por esta razão estamos dis-

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cutindo isso aqui", frisou.. A professora Cec y Freitas disse que a proposta do seminário é nortear os professores para um trabalho único que tenha uma visão do educador Paulo Freire (Pai idealizador da EJA no país). "Paulo Freire teve uma visão libertadora para as pessoas que não sabiam ler nem escrever, dando-lhes con-

dições de se inserir no mercado de trabalho e permanecendo nele. Esse também é nosso compromisso", afirmou Cec y . A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é um sistema de ensino utilizado na rede pública no Brasil para o enquadramento de jovens e adultos (sem limite de idade) na educação.


meio ambiente

Gait aliquamet augiam sit it

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Cumsan ut wisl iusto ero conullu ptatum volorer iliquat. Ipis nit prat. Ectet, quatum del et, quis eliquis modoloreet wisl ipit wisis dolute velis accumsandre vent lum zzrit eros delent iureet, core facilisl utet,

quat, coreril iscilis alit atet ilismod dolum aut autem quisi. Orerit vel del utat luptat la feum vulput nulla feugue tio dolor sis dolorpero dolor sit alit, consequat wisim nisissi tat ea feuisl iurem qui

tio el utatet prat lutet eriusto dolor sit at num dolore te feum velit velis eugiamet wis nullaor sit luptat vel essi tat, si eu feu feum ipit vullamc ommodolortie cor augiamet exercil laoreros nim numsan ex esequis nim ea alis aut nonulla mcommy nulla consequis aut nonulputem vullam, commolor ad modionulpute doloborem ip esequi erci blan et ex exerilla corperat. Magna facidunt irit prat pratueriusci te magnibh ex elenit luptatem iustrud magna facipit ip esequip eugiam ipit ut ad magnis alit landio dio cons er augait laortis nit dolesendreet volorem exer secte ming ea conulput elessed dolesent velendit ut lorperi liquisi bla faci tie cons nullut nisim iril ip elisit wis ad magna feu feu feugiat ad magna feugiam vel iustissenibh exer auguero con vel iurem in et alit alissim dolore er augait alit, cortionumsan verat. Veliquipit in volobor sed magnis elenibh eui ex euguer si. Lestio odolore min veraess equatie magnim quipiss equamet, quip et, quipit wisi tie minisit nostio od dolorem vero con er sisi eui er ip et, si leo nunc. San ulla con utem nos nullupt atisim ea cor sum irit veriure modio odolute dunt at nonsequ issent veriure eugue velismo dolorpe rostrud ming eugait velit vel ulluptat, corer summy nulput er sed tatie duisi tatisi tio dit iniat, commod exeraesse dolut nibh et, secte doloreet ex ectet lorem. â– 11


meio ambiente

Cruz Vermelha encaminha projeto de desenvolvimento sustentável para comunidade quilombola ao Governo Federal

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A CVB no Maranhão enviou, esta semana (28/05), ao Ministério do Desenvolvimento Agrário, dois projetos de sustentabilidade para comunidades quilombolas no Estado. O povoado de São Miguel, pertencente ao mu12

nicípio de Rosário, será o beneficiado com a aprovação pelo Ministério. O objetivo é melhorar a geração de renda das famílias por meio da produção de doces pelas mulheres e diminuir o índice de desnutrição infantil com

a recuperação nutricional de crianças abaixo de cinco anos. Ambos os projetos irão atender às necessidades do grupo, fortalecendo a atividade produtiva. O resultado está previsto para o início de junho.


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saúde

Conheça o Modelo de Gestão Hospitalar da Cruz Vermelha Brasileira – Filial no Maranhão Conheça o Modelo de Gestão Hospitalar da Cruz Vermelha Brasileira – Filial no Maranhão A Cruz Vermelha Brasileira – Filial no Maranhão, instituição comprometida com a proteção da dignidade humana, apresenta à sociedade a sua metodologia de gestão hospitalar, pautada em 5 dimensões fundamentais – a metodologia 5A – onde a gestão subdivide-se em 14

Macroprocessos, a saber: ADMINISTRAÇÃO Nesta dimensão são definidas todas as premissas administrativas, regimentais e documentais da gestão hospitalar, abrangendo todos os setores, sistemas de documentação e arquivos, trâmites burocráticos e boas práticas administrativas ACOLHIMENTO Aqui, são trabalhados os aspectos subjetivos

e humanos inerentes à atividade assistencial. A abordagem se dá por meio de um processo permanente de educação em serviço, treinamento de posturas e valorização das relações humanas no ambiente hospitalar ABASTECIMENTO D i m e n s ã o onde são implementadas práticas consagradas em Gestão de Suprimentos, a fim de otimizar a utiliza-


Rud tat. Ut nulla alisit dolobore faccum zzrit vendrem ese diamcommy nis aut iusto eum velissim iriusciduisi esto od tet dolortisl utat, quatue minisci nciduis sequipit praessiUstie dit wisi tat aute dolutat lobortie dolore deliquat, senis atis non eugiam nonsed tie dit praese ea faccum ilit, quatumsan ea feugue do odiat. Ut eum vel ipisl ute min hendrerilit lorem dolutem dolortie ex eum accum veros del eniat vendre faciper si blam adit praessed ea adionse quationumsan er in henim vel ilis del ipit praesequi blaore eummod et, vulla facinci duiscipis dolorer siscips usciliquisit vulluptat. Ut luptate vullan vel in utatinibh

ção e garantir o melhor insumo, no tempo e na quantidade adequados, para o desenvolvimento das práticas profissionais ATENDIMENTO As abordagens aqui são direcionadas para o cuidado integral, multiprofissional e permanente aos clientes da instituição hospitalar, tendo como fundamento o funcionamento perfeito e o monitorado permanente por um processo formal de avaliação da satisfação dos clientes externos, garantindo um canal de comunicação eficiente e eficaz, capaz de transmitir aos clientes as informações necessárias para o estabeleci-

mento de uma relação segura, tranquila e de confiança ASSISTÊNCIA Aqui a premissa é garantir a segurança tanto para os pacientes como para os profissionais. A Assistência é a finalidade, o objetivo principal da existência da estrutura hospitalar. E o processo hospitalar é complexo, e exige uma gestão diferenciada de Riscos. A Cruz Vermelha Brasileira – Filial no MA entende que é preciso repensar a estrutura dos hospitais, com a intenção de melhorar as práticas de qualidade e assistência ao paciente. A estrutura de um hospital é ampla, extre-

mamente diversificada, e, para um bom resultado assistencial, cada instituição deve desenvolver um conjunto de regras, normas, protocolos de segurança assistencial, e monitorar sua performance estabelecendo indicadores de qualidade e expectativas formais de desempenho. O modelo de Gestão Hospitalar da Cruz Vermelha Brasileira – Filial no MA fomenta o estabelecimento de um processo permanente de análise crítica, que reflete na melhoria e agilidade do atendimento e maior segurança ao paciente em todo o sistema hospitalar. 15


saúde

PROCESSO DE EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE

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A questão da Educação Permanente em Saúde na abordagem da CVB-MA representa uma redefinição pedagógica para o processo educativo, que coloca o cotidiano hospitalar – contemplando também os aspectos específicos da formação dos profissionais de saúde – em análise. É através desta gestão processual permanente da educação que são constituídos laços lógicos entre as relações concretas que operam realidades, e que possibilitam o surgimento de espaços coletivos, para a reflexão e avaliação pragmática dos atos produzidos no dia-a-dia hospitalar. A Educação Permanente em Saú16

de, deve, ao mesmo tempo garantir a atualização cotidiana das práticas segundo os mais recentes aportes teóricos, metodológicos, científicos e tecnológicos disponíveis, e, além disso, inserir-se em uma necessária construção de relações e processos que considerem equipes em atuação conjunta, – implicando seus agentes –, às práticas organizacionais, – implicando a instituição. Características do Processo de Educação Permanente em Saúde preconizado pela CVB-MA: ♦ Tem um caráter multiprofissional ♦ Possui enfoque nos problemas cotidianos das práticas das equipes de trabalho no ambiente hospitalar ♦ Deve ser inserida de forma institu-

cionalizada no processo de trabalho, gerando compromissos entre os trabalhadores, os gestores e os usuários para o desenvolvimento institucional e individual de todos ♦ Objetiva transformações/melhorias das práticas, técnicas e ações sociais ♦ São utilizados modelos pedagógicos centrados na resolução de problemas, por meio de supervisão dialogada, oficinas de trabalho, realizadas no próprio ambiente de trabalho ♦ Possui desenvolvimento contínuo, contextualizado dentro de um projeto de consolidação e desenvolvimento do processo de gestão hospitalar das instituições parceiras da CVB-MA


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economia

balanço social da cvb-ma A Presidente do Conselho Diretor da Cruz Vermelha Brasileira Filial no Maranhão, prof. (a) Carmen Moreira Serra, assinou nesta manhã, na Sala de Sessões do Conselho Diretor Estadual, a Resolução 009 de 09 de agosto de 2009, instituindo a publicação do Balanço Social. O Balanço Social é o nome dado à publicação de um conjunto de informações e de indicadores dos investimentos e das ações realizadas pelas organizações no cumprimento de sua função social junto aos seus funcionários, ao governo e às comunidades com quem interagem, direta e indiretamente. O balanço social envolve a demonstração da

empresa com os elementos que a cercam ou que contribuem para sua existência, incluindo o meio ambiente natural, a comunidade e economia local e recursos humanos. Embora tenha sua origem na contabilidade, não deve ser visto como um demonstrativo meramente contábil, mas como uma forma de explicitar a preocupação das organizações com o cumprimento de sua responsabilidade social. Para a prof.(a) Carmen Serra, as entidades que participam no terceiro setor são reguladas por uma legislação que dá sustentação para a criação e operancia das associações sem fins lucrativos e não-go-

vernamentais. No entanto, da mesma maneira que é importante que a instituição seja registrada como filantrópica, é importante que ela publique o demonstrativo de suas ações durante o ano. Os projetos desenvolvidos pelas organizações do terceiro setor repercutem no atendimento à população e no despertar e fortalecimento da cidadania. Sendo assim, diz Carmen Serra, para dar maior transparência na realização das ações sociais desenvolvidas e dos recursos aplicados, o terceiro setor precisa divulgar o que faz para a opinião pública e o mercado ■ 17


ação social

CVB repassa doações para Governo do Estado

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principais doenças causadas pelas águas das chuvas. Representando o Secretário de Estado da Saúde, Dr. Ricardo Murad, a Dra. Maria Helena Seabra Soares, esteve na Sede da Cruz Vermelha no Maranhão para receber, oficialmente, a doação. Foram entregues, remédios para bronquite, antibióticos, vermífugos e antiinflamatório. "Não pouparemos esforços para ajudar as famílias que foram atingidas pelas enchentes no Maranhão. Estamos engajados e atentos a essa causa como parte do nosso compromisso humanitário", diz Carmen Moreira Serra, presidente da CVB-MA. Após as chuvas, o risco de contrair doenças devido às condições insalubres da água fica maior. A Cruz Vermelha continua incentivando outras filiais arrecadarem donativos para ajudar o Maranhão. ■ Rud tat. Ut nulla alisit dolobore faccum zzrit vendrem ese diamcommy nis aut iusto eum velissim iriusciduisi esto od tet dolortisl utat.

A Cruz Vermelha Brasileira Filial no Maranhão fez doações, à Secretaria Estadual de Saúde, de mais de 500 caixas com medicamentos arrecadados durante a campanha de ajuda às vítimas das fortes chuvas no primei18

ro semestre do ano no Estado. As doações objetiva cooperar com a ação do Estado que faz a distribuição aos postos de saúde das cidades mais necessitadas, à fim de auxiliar no tratamento das

Rud tat. Ut nulla alisit dolobore faccum zzrit vendrem ese diamcommy nis aut iusto eum velissim iriusciduisi esto od tet dolortisl utat Rud tat. Ut nulla alisit dolobore faccum zzrit vendrem ese diamcommy nis aut iusto eum velissim iriusciduisi esto od tet dolortisl utat


ação social

CVB apresenta resultados de doações às vítimas das enchentes no Nordeste Durante todo o período chuvoso, do início de março ao fim de junho, a filial da Cruz Vermelha Brasileira no Maranhão realizou diversas campanhas humanitárias em socorro às vítimas das enchentes, alagamentos, desabrigados e desalojados do Nordeste. Preocupada em minimizar os primeiros impactos sofridos pela população com perda de móveis, utensílios domésticos, roupas e lavouras, onde grande parte das famílias atingidas retira a alimentação e o susten-

to. A Instituição movimentou, nacionalmente, suas filiais a arrecadar donativos de diferentes espécies e fomentar doação. A sede de São Paulo mobilizou forças e coletou, inicialmente, 80 toneladas de donativos em atenção aos necessitados. Para fazer chegar as doações, ao destino, unir esforços foi indispensável. Por causa das péssimas condições das estradas, decorrentes da erosão causada pelas fortes chuvas, a CVB-MA articulou com o Exército Brasileiro, a Força Aé-

rea (FAB) e o Ministério da Justiça o deslocamento dos donativos por meio aéreo. O carregamento com água potável, artigos de vestuário, calçados e remédios foi descarregado pelos homens do Exército e entregue à Defesa Civil do Estado e ao Corpo de Bombeiros para serem distribuídos nas cidades mais afetas. Outro ato da filial maranhense foi integrar o Comitê Interinstitucional e participar da Campanha “Ação Maranhão”. O “Comitê de Solidariedade", formado em março pela 19


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Secretaria Estadual de Direitos Humanos e Cidadania (SEDIHC) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) recebeu apoio de diversos seguimentos da sociedade, Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA), Jornal O Imparcial, Unicef, Jornal o Estado do Maranhão, FAMEM, Conselho Regional de Odontologia (CRO), Defesa Civil Estadual, 24º BC, Agência de Notícias Matraca, Banco do Brasil e a própria Cruz Vermelha. O intuito é auxiliar o poder público no planejamento e repartição de recursos materiais e financeiros para os municípios em situação de calamidade e/ou urgência. As ações da Cruz Vermelha ganharam força maior com a adesão à causa pela população e voluntários. A participação e o empenho da sociedade em favor das comunidades afetadas do interior do Estado e, principalmente, nas áreas próximas aos rios, teve extrema importância. 20

Só o posto de arrecadação na sede da Cruz Vermelha recolheu 4 toneladas de doações em artigos variados. Esses donativos com mais 2 toneladas, vindos de outras regiões do país, foram enviados para Alto Alegre do Pindaré. O Município ficou em condição crítica durante os primeiros meses das chuvas. Segundo dados da Defesa Civil Estadual, o Maranhão é o lugar do Nordeste que mais sofreu com inundações e alagamentos. O último boletim de quatro de julho constatou 502.635 mil pessoas atingidas pelas cheias. Mais de 115 mil desalojados e 53.319 mil desabrigados. Soma-se, ainda, 12 vítimas fatais. Por isso, o trabalho da Cruz Vermelha não parou um só momento. As visitas técnicas, realizadas por especialistas da Instituição, às áreas afetadas, favoreceram diagnósticos detalhados das regiões que sofreram a invasão das águas. Serviram, também, como instrumentos de auxilio

à CVB e aos órgãos governamentais para destinar subsídio e ampliar o volume de arrecadação das doações. Passaram por avaliação as cidades de Vitória do Mearim, Arari e Cajari. Em Vitória do Mearim, além das inspeções conjuntas, representantes da CVB/MA participaram de audiência pública na Câmara de Vereadores da cidade. A sessão formatou um plano de gerenciamento de efeitos a catástrofes. Em doações, a Defesa Civil de Mearim recebeu medicamentos hipertensivos, antibióticos, antiinflamatórios, e aproximadamente, 3,5 toneladas de donativos. Para a população cajariense, foram disponibilizados 36 volumes de medicamentos, como remédios para bronquite, antibióticos, vermífugos e 3 toneladas de mantimentos. O trabalho da Cruz Vermelha na proteção da vida e redução dos danos causados pela intensidade pluviométrica não ficou restrito ao Maranhão. Parnaíba, no Piauí, ganhou 20 tone-


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ladas de donativos. No carregamento, foram destinados 3789 litros d’água, produtos de higiene para bebês, 6 mil quilos em cestas básicas (418 unidades) e 10 mil quilos de alimentos não-perecíveis. Essa quantidade poderia suprir, em média, a alimentação de 100 famílias durante 30 dias. Outro município do Piauí assistido foi Cocais. O Estado teve a segunda situação mais preocupante das cheias do Nordeste. Os mantimentos enviados as duas cidades foram entregues às Defesas Civis Municipais para repasse às famílias. O Piauí é um estado vinculado à Direção Estadual da CVB no Maranhão. Mais uma contribuição de fundamental importância recebida pela CVB-MA foi o apoio de empresas privadas. Funcionários da Ford na Argentina e no Brasil em parceria com a BRAZUL, empresa de transporte de veículos sediada em São Bernardo do Campo, São Paulo, coletaram e transportaram para o

Maranhão, mais de 15 toneladas de donativos. A carga continha mais de 5 toneladas de alimentos não-perecíveis, com arroz, fubá, feijão, 323 itens de enlatados, 297 litros de água mineral, fraldas e peças do vestuário masculino, feminino e infantil. As empresas paulistas ISAR (Isolamentos Térmicos e Acústicos) e GOLDEN CARGO ( Transporte e Logística), também, compartilharam atos de solidariedade junto à CVBMA. A ISAR angariou, entre fornecedores e colaboradores, mais de 3 toneladas de donativos e a GOLDEN CARGO transportou o material que chegou ao Estado maranhense. Em união às forças da Cruz Vermelha, Governo do Estado do Maranhão e da Vale, a filial da CVB de São Paulo encaminhou para São Luis, aproximadamente, 60 toneladas de donativos pela empresa Della Volpe, especializada em transporte de cargas da Vale. O carregamento foi entregue ao cen-

tro de triagem e armazenamento da Defesa Civil Estadual que se responsabilizou pela distribuição aos Municípios atingidos. A Organização não-governamental Associação Missão Esperança (AME) foi mais uma companheira na Campanha humanitária da Cruz Vermelha. A ONG tornou possível a condução de 2 toneladas de alimentos arrecadados pela filial da Instituição de São Paulo para a os desabrigados maranhenses. O Grupo é responsável por criar a Rede SOS GLOBAL que presta socorro às vítimas de catástrofes de grandes proporções em todo o mundo. A Cruz Vermelha filial no Maranhão tem o compromisso de atender todos os indivíduos na medida do seu sofrimento e da urgência das suas necessidades. E foi com dedicação e esforço mútuo, que desde o início do período das chuvas, trabalhou para amenizar a angústia das pessoas do Nordeste. 21


ação social

Projeto da CVB-MA será avaliado pelo Criança Esperança A Cruz Vermelha Brasileira Filial do Maranhão enviou ao Criança Esperança o Projeto Estação da Cidadania, para avaliação e aprovação a fim de que este faça parte do elenco de projetos subsidiados pela UNESCO. Lançado em 1986, a Campanha Criança Esperança estimulou a sociedade a discutir sobre a situação das crianças e jovens brasileiros, incentivando o debate a cerca das políticas públicas de atendimento a este segmento social, com vistas a fortalecê-las. Reconhecido pela ONU como modelo internacional, o Criança Esperança, ao divulgar a Declaração Universal dos Direitos da Criança,

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contribuiu para a inclusão do artigo 227 na Constituição Federal de 1988, tornando-a realidade através de projetos que verdadeiramente assumem o compromisso de minimizar os impactos das muitas exclusões e violação de direitos das crianças e dos jovens no Brasil. O Projeto da Cruz Vermelha Brasileira Filial no Maranhão visa a implantação de uma estrutura pedagógica, que contribua com o desenvolvimento das habilidades artísticas, culturais e de leitura, de crianças e adolescentes, através da organização de espaço e acervo básico de pesquisa e de leitura. Dentre os objetivos do Estação da Cidadania destacam-se ações de

qualificação e redução do número de crianças e adolescentes em situação de trabalho precoce, em conformidade com a proposta político pedagógica das Ações Educativas e de Convivência do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil - PETI. O projeto foi elaborado por uma equipe multidisciplinar composta de pedagogos, sociólogos e assistentes sociais, do departamento de Educação da CVB-MA. De acordo com a Presidente da Cruz Vermelha Brasileira Filial no Maranhão, Prof.ª Carmem Moreira Serra, este projeto irá ampliar, ainda mais, os cenários da entidade, oportunizando seu acesso a novas experiências e possibilitando o crescimento de sua rede de parceiros, além de desenvolver as atividades em seus departamentos. “Esta ação contribui para o fortalecimento institucional da Cruz Vermelha Brasileira Filial do Maranhão na medida em que intensifica o exercício do seu papel social e, portanto para o cumprimento de sua missão”, afirma a Presidente. A Profª. Carmem Serra ressalta que o Estação da Cidadania irá criar oportunidades para expressão e divulgação de talentos de crianças e adolescentes nas comunidades vulneráveis atendidas pelo PETI.


ação social

Cruz Vermelha e SEDIHC assinam convênio

“Núcleos...” vão atuar para a erradicação da tortura, do trabalho escravo e do trabalho infantil, combate a homofobia, educação em A Cruz Vermelha filial no Maranhão a população do Maranhão e à pre- Direitos Humanos, fortalecimento e a Secretaria Estadual de Direitos servação da dignidade humana. O dos Conselhos de Direitos HumaHumanos e Cidadania (SEDIHC) fir- convênio entre a secretaria e a Cruz nos e combate as várias formas de maram “Convênio de Cooperação Vermelha vai contribuir com o projeto discriminação e violência. Técnica”. A assinatura da parceria “Caravana da Cidadania”, desenvol- Durante o percurso da Caravana pelo Secretário de Estado dos Di- vido pela SEDIHC juntamente com a serão realizados seminários, oficireitos Humanos e Cidadania, Sér- Secretaria de Direitos Humanos da nas, arte-educação e distribuição de material educativo. A Cruz Vergio Tamer, e pela presidente da Presidência da República. CVB-MA foi realizada na sexta-feira A “Caravana da Cidadania” tem melha vai trabalhar na execução (10/7), no auditório do Uniceuma. início a partir do dia 15 de julho. O dessas atividades. “O papel da InsO acordo antecedeu a solenidade projeto visitará, até o final do ano, tituição é atuar junto com o poder de abertura da “Conferência Livre 21 municípios maranhenses. Por público, promoção e melhoria da de Segurança Pública”. onde a passar, será criado, com qualidade de vida da população”, O objetivo é realizar ações que visem a sociedade civil e poder público, salienta Carmem Moreira Serra, o desenvolvimento humano de toda Núcleos de Direitos Humanos. Os presidente da CVB-MA. 23


Presidente CVB visita Sarney

"Nossa intenção, nesta visita, é intensificar o diálogo sobre conflitos armados e suas conseqüências sobre a humanidade. Nossa conversa foi sobre os desafios mundiais decorrentes de conflitos armados."

O presidente do Senado, José Sarney, recebeu, na manhã da quinta-feira (20), o presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Jacob Kellenberger, com quem conversou sobre questões humanitárias, especialmente concernentes à América Latina. Jacob Kellenberger, também, afirmou que sua viagem ao Brasil marca o início de um diálogo de alto nível entre o país e a Cruz Vermelha, para promover a aplicação de princípios humanitários, assim como de outros padrões internacionais na contenção da violência. ■

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novos desafios humanitários O presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Jakob Kellenberger, está em Brasília para se reunir com o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, o ministro da Justiça, Tarso Genro, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, o presidente do Senado, José Sarney, e outras autoridades. A visita marca o início de um diálogo regular de alto nível entre o Brasil e o CICV com relação aos desafios humanitários mundiais decorrentes de conflitos armados e outras situações de violência. Serão discutidas as operações específicas do CICV, questões humanitárias mais amplas e questões referentes ao Direito Internacional Humanitário (DIH). Os contextos latino-ame24

ricanos receberão atenção especial. No fim do dia de hoje, Kellenberger inaugurará a exposição fotográfica "A Humanidade em Guerra", no Museu Nacional do Complexo Cultural da República. A mostra foi organizada para celebrar o 60º. aniversário das Convenções de Genebra, que estabelecem limites aos métodos de guerra. O CICV instalou seu primeiro escritório no Brasil em 1991 com o objetivo de ajudar o país a incorporar as regras do Direito Internacional Humanitário em sua legislação nacional e nas diretrizes operacionais das forças armadas. Desde 2008, com o apoio da Cruz Vermelha Brasileira, o CICV tem realizado campanhas de saúde com moradores de algumas das comunidades mais caren-

tes do Rio de Janeiro. Como parte de seus esforços para promover o cumprimento dos princípios humanitários e outros padrões internacionais aplicáveis ao uso da força, o CICV também já treinou mais mil instrutores de polícia em todo o Brasil e tem promovido a integração dessas normas na prática policial. O Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) opera em todo o mundo. É uma organização humanitária com a sua sede em Genebra, com um mandato da comunidade internacional para servir de guardião ao Direito Internacional Humanitário e, é também, o órgão fundador do Movimento da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. ■


mundo

Cruz Vermelha critica complacência de países ricos frente às epidemias Genebra, 5 jul 2009 - A complacência dos países desenvolvidos e ricos frente às epidemias se transformou em uma séria ameaça sanitária. O resultado é o ressurgimento de doenças que estavam erradicadas nessas nações, segundo um relatório da Federação Internacional da Cruz Vermelha, e o Crescente Vermelho (FICV). O responsável de emergências sanitárias da FICV, Tammam Aloudat, disse à Agência Efe, ao apresentar o relatório, que entre as epidemias das quais o mundo rico estava livre, mas que estão retornando, são o sarampo, a gripe e a forma mais resistente de tuberculose. O especialista comparou as epidemias com as guerras, mas disse que as primeiras são ainda piores. Neste sentido, lamentou que a gripe suína concentre a atenção pública, enquanto outras infecções são muito mais mortais. A situação é tão grave em certos lugares do mundo a expectativa de vida nesses locais é equivalente ao que era há 10 mil anos, disse Aloudat, ao apresentar o relatório da FICV. O estudo denuncia também a ausência de uma resposta adequada perante o crescente impacto das epidemias no desenvolvimento socioeconômico dos países mais pobres, o que levou a uma situa-

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ção que denomina "fratura epidêmica”. A este respeito, revela que a dengue - doença com mortalidade anual relativamente baixa e que ficou em 18 mil - afeta, no entanto, 9 milhões de pessoas que não podem levar uma vida normal devido à doença, a grande maioria em países pobres. Prova de que a situação se agrava é que as intervenções da FICV perante epidemias triplicaram entre 2004 e 2007, enquanto, entre 2007 e 2008, o número de pessoas atendidas por essa causa cresceu 15,4%. Só no primeiro trimestre de 2009, as sociedades nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho atenderam mais de 10,6 milhões de pessoas por epidemias, frente a um total de 16,3 milhões em 2008. Além disso,

o relatório explica que, embora as doenças não transmissíveis, como o câncer e as cardiovasculares, sejam agora a principal causa de mortalidade mundial, seis em cada dez mortes. Isso esconde a gravidade do problema das patologias infecciosas, três em cada dez mortes. Os problemas relacionados com a gravidez, o parto e os problemas nutricionais são responsáveis por uma em cada dez mortes. (Imprensa Espanhola – EFE, site Globo.com, postado em 05/07/2009). http://g1.globo.com/Noticias/ Mundo/0,,MUL1219101-5602,00CRUZ+VERMELHA+CRITICA +COMPLACENCIA+DE+PAISE S+RICOS+FRENTE+A+EPIDE MIAS.html ■ 25


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Situação de palestinos na Faixa de Gaza é 'desesperadora', diz Cruz Vermelha Um relatório da Comissão Internacional da Cruz Vermelha afirma que o bloqueio israelense à Faixa de Gaza deixa um milhão e meio de palestinos "desesperados" e "sem condições para reconstruir suas vidas". O relatório foi divulgado seis meses depois da última ofensiva israelense à Faixa de Gaza, iniciada no dia 27 de dezembro de 2008, que deixou pelo menos 1.300 palestinos mortos. Segundo o relatório, milhares de pessoas que perderam suas casas durante a ofensiva israelense não têm abrigos adequados. O documento menciona a necessidade urgente de materiais de construção

e medicamentos básicos e afirma que o colapso da economia da Faixa de Gaza levou a um aumento significativo da pobreza na região. De acordo com a Cruz Vermelha, o fornecimento de água à população da Faixa de Gaza é precário e o sistema de saneamento está "à beira do colapso". A Cruz Vermelha afirma que todos esses problemas decorrem, diretamente, do bloqueio rígido, decretado por Israel, às passagens terrestres para a Faixa de Gaza, desde que o movimento islâmico Hamas tomou o poder há dois anos. As autoridades israelenses afirmaram que permitem a entrada na Faixa de

Gaza somente de produtos básicos "com fins humanitários" e condicionam o fim do bloqueio à libertação do soldado israelense capturado há três anos pelo Hamas, Gilad Shalit. Os produtos, cuja entrada na Faixa de Gaza é permitida por Israel, pertencem basicamente a três categorias: alimentos, medicamentos e materiais de limpeza. Todos os outros produtos são proibidos, inclusive materiais de construção como cimento e ferro, necessários para reconstruir a infraestrutura da Faixa de Gaza que ficou seriamente danificada depois da ofensiva israelense. (Imprensa Inglesa – BBC, site Globo.com, postado em 29/06/2009) http://g1.globo.com/Noticias/ Mundo/0,,MUL1211252-5602,00SITUACAO+DE+PALESTINOS +NA+FAIXA+DE+GAZA+E+DE SESPERADORA+DIZ+CRUZ+V ERMELHA.html ■


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Cidade paquistanesa vira campo de batalha entre governo e terroristas

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Várias construções de Mingora foram reduzidas a escombros. A dimensão da destruição causada pelos conflitos na principal cidade do Vale do Swat começou a ficar clara neste domingo (31/5), em meio à preocupação com a situação da população na região. A Cruz Vermelha Internacional diz estar preocupada com a situação dos habitantes da região, já que não há água, eletricidade, combustíveis ou geradores. A maior parte das instalações médicas parou de operar e a comida é escassa, segundo a organização. Pascal Cuttat, chefe da comissão da organização no Paquistão disse que as pessoas do Swat precisam de maior proteção e assistência imediata. No sábado(29/5), os militantes do Talebã foram expulsos de Mingora por tropas do Exército paquistanês. Um representante do escritório das Nações Unidas para assuntos humanitários, Fawad Hussein, também declarou que a população está sendo obrigada a procurar fontes de água alternativas, o que está causando doenças. Cerca de 2,5 milhões de pessoas abandonaram suas casas desde que as operações militares começaram no Vale do Swat há mais de um mês. Fonte BBC BRASIL – 31/05/2009


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Combates na Somália provocam lotação em Campo de Refugiados no Quênia O Campo de Refugiados em Dadaab (Quênia), onde vivem 270 mil somalis, é o maior do mundo. Criado 18 anos atrás como medida de caráter temporária, o campo, já superlotado e sem condições de atender a todos, está recebendo milhares de refugiados adicionais devido aos novos combates na Somália O Campo é sustentado pela ajuda estrangeira. As grandes organizações das Nações Unidas e, praticamente, todas as organizações internacionais importantes de auxílio humanitário, como a Cruz Vermelha e o Crescente Vermelho, a CARE e a USAID, a Oxfam

e a World Vision, estão presentes em Dadaab. Essas organizações são há muito tempo os empregadores mais importantes no campo de refugiados. Mas, agora, está atingindo o seu limite, e centenas de refugiados estão acampados ao ar livre e milhares em tendas. Novas áreas não são aprovadas e qualquer nova choupana construída fora dos limites do campo é, imediatamente, demolida. O Campo constitui-se em um problema enorme para o Quênia. Ele está superlotado, e o UNHCR, na tentativa de enviar os somalis para outro lugar, não consegue

absorver os novos refugiados. Para aliviar o problema, o governo em Nairóbi gostaria de construir um novo a 1.500 quilômetros de distância, em Kakuma, perto da fronteira sudanesa. Refugiados do Sudão já se encontram acampados na área e os quenianos gostariam de mandar para lá 50 mil moradores de Dadaab, além de enviar todos os recém-chegados diretamente para Kakuma. Mas os desafios logísticos são enormes, o que poderia acabar inviabilizando o projeto. Fonte Der Spiegel,site do UOL – 28/05/2009 ■


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Revista CVB-MA (8.10.09)  

Revista CVB-MA (8.10.09)

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