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dESTINOS

IRLANDA•GUATEMALA•KOSOVO•SUDÃO RAIO - x

BMW R 1200 GS +ADVENTURE

MEMÓRIAS dE UMA CÂMARA

COMO EMPACOTAR A MOTO

3,90€ (Continente) IVA Inc.

PARA LEVAR SFF trEVl#2 | Setembro — Fevereiro 2014 — Semestral

PONTO DE VISTA


PARTILHE

Está o rgulho s Claro que sim o do resulta do? é a alt ; por is ura de partilh so agora ar.

uma coisa Anda por aí ver book se esti chamada Face vie en o tã en Ou para aí virado. seus os e id nv co um email e de mpanheiros amigos e co rem uma da en m co en viagem a es. cópia para el

P

roduzir um caderno de viagens, recheado de apontamentos, garatujos, rabiscos ou mesmo daquilo que parece lixo por vezes, tem que se lhe diga. O livro “Writing Away” da Lavinia Spalding é um óptimo sítio para começar. Nós lemos e cada reportagem tem feito uso do que aprendemos. Como a andar de moto, não basta comprar ensinamentos ou ouvir falar quem sabe; é preciso praticar muito. Por isso não culpe o livro — ou a TREVL :)- se não der à primeira.

Regras de ouro

O que deve e não deve fazer nos seus álbuns 1 PEnSaR SimPLES A dada altura verá a conclusão do álbum como uma chatice porque encalhou ou deu por si a seguir um caminho demasiado trabalhoso. Manter as coisas simples ajuda. 2 Tamanho da PERna Dar o passo do tamanho da perna e começar com projectos mais pequenos e pouco arrojados.

das palavras. Foque-se naquilo que gosta e sabe fazer e montar o álbum será mais gratificante. 5 SofTWaRE Esta é a primeira (e por vezes a única) pergunta que toda a gente me faz: “Que aplicação é que uso?” A resposta é invariavelmente a mesma: “Não importa qual, desde que se sinta à vontade com ela.” (ver caixa técnica).

3 anTEciPaR Antes mesmo de partir, ajuda visualizar como imagina a sua reportagem. Se terá grandes fotos de paisagem, ou close-ups de pessoas. Durante a viagem saberá de antemão qual a foto que ficará bem. Mas não se iluda: não importa quantas viagens e reportagens faça, ao regressar vai sempre ter desejado tirar outras fotos.

6 QuaLidadE dE imagEm Uma reportagem fotográfica vive das suas imagens. O resultado será tão bom quanto a qualidade e resolução das imagens.

4 EScREvER ou nÃo? Se não tem hábitos de escrita, dificilmente conseguirá montar uma reportagem que viva muito

7 SERÃo aPEnaS foToS? Uma fotografia é um elemento fantástico e importante numa reportagem de viagem, mas está longe de ser o único. Ganhe o hábito de recolher pequenas coisas durante a viagem que dizem muito sobre onde e com quem esteve. Pode ser um selo de correio, uma etiqueta

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de cerveja, uma base de copos, um garatujo numa toalha de mesa, uma flor, um esfregaço de terra, uma conta, um carimbo de passaporte ou um ingresso num espectáculo ou recinto. A lista é infindável: mantenha-se atento. 8 inSPiRaçÃo Procure inspiração em bons exemplos. Folheie a sua revista preferida (TREVL) e escolha os arranjos que gosta e procure adaptá-los. Faça-o durante a fase de planeamento enquanto prepara o esboço. 9 QuaLidadE dE imPRESSÃo Trabalhar com imagens pode tornar-se tão pesado e lento, quanto o seu computador for antigo ou desadequado. Lembre-se que apenas precisa de um máximo de 300dpi para o ficheiro final; tudo o demais é excesso e peso morto que carregará. 10 conTa, PESo E mEdida Quando estiver a fazer a selecção depois de regressar será por demais evidente que uma máquina digital produz muitas fotos. Para saber quantas vai precisar lembre-se do nº de páginas que imaginou

para a sua reportagem e considere um máximo entre 3 a 5 por página (em média). 11 RiTmo E vaRiaçÃo Já passou por uma daquelas sessões intermináveis a ver fotografias das férias dos outros? Lembre-se que é preciso dar ritmo à sua história, com oscilações de intensidade. Inclua episódios empolgantes e ilustre-os. Mostre por onde andou através de mapas e diagramas. Opte por arranjos de páginas variados, entre uma fotografia de dupla página e mosaicos com vários apontamentos de pormenores.

12 conSiSTência Escolha dois ou três tipos de letra e não mais e seja coerente nas cores que usa. 13 moToS O facto de a viagem poder ser feita de moto não quer dizer que todas as fotos tenham uma… a não ser que seja para servir de catálogo quando vender a moto.


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Editorial.

A MotoShow FIL Lançamento da TREVL #1

“Power to the People”

TREVLERS: Os viajantes da TREVL

vida dá muitas voltas. Quando damos por nós perdemos o Norte. Mas dar voltas é bom; permite-nos ver o que nos rodeia. As melhores serão porventura as Voltas ao Mundo. Porque qu a ndo ol h a mos para o lado ganhamos p e r s p e c t iv a d o s valores e repensamos as nossas prioridades. Estar no Motoshow na FIL permitiu à equipa da TREVL contactar directamente com os nossos leitores. Nesta edição número #2 i ncor pora mos esses estímulos que recolhemos. Descobrimos histórias que ficaram por contar. E porque escutar faz parte do prazer de uma boa história, lançámos o “power to the people”, para dar voz aos donos das motos com que viajam. Neste número foi a vez do fenómeno popular de vendas: BMW R1200GS. E como vivemos das histórias o melhor

é apoiá-los ainda antes de existirem Como numa cultura florestal sustentável, decidimos “plantar” TREVLers. Conheça os projectos do Gonçalo e do António, que nos empurram para avançar e concretizar os nossos sonhos de viagem. Metemos a moto num barco e fomos ao encontro da Horizons Unlimited UK. Conhecemos viajantes dos “sete costados” e sentimo-nos pequenos. Porque vimos que o Mundo é grande e as histórias enormes. À conversa aprendemos de tudo, desde como cozinhar o que se apanha ao longo das estradas do mundo, até como fazer um filme da nossa própria aventura pela mão do irreverente Austin Vince. Tornámo-nos a primeira e única revista nacional a ser reconhecida como Media Partner da Ted Simon’s Foundation. Viemos para ficar e temos aprendido todos os dias. aqui fica, para si viajante de moto, o #2 da trevl.

Fomos ao HUBB UK, ver o Mundo contado pelos outros

Media Partners Ted Simon’s Foundation: a 1ª em Portugal

Psssttt! Quando foi a última vez que leu uma revista de pernas para o ar? Olhe agora à sua volta... Por cada cara surpreendida tem direito a 10 pontos.


pssst@trevl.pt Director José Bragança Pinheiro jbpinheiro@trevl.pt

Revista escrita em Por tug Logo, n uês. adoptad ão foi o o aco rdo ortogr áfico.

Colaboradores Carlos Cordeiro Carlos J. Martins Ernesto Brochado Jorge Serpa Nuno Leotte Paddy Tyson Riccardo Guerrini Rui Santos Sam Manicom

Editor Geral Hugo Ramos Assessoria editorial Vítor Sousa Imagem Manuel Portugal Arte Edgar Antunes Publicidade António Albuquerque

antonio.albuquerque@fast-lane.pt

Telefone: (+351) 939 551 559 Assinaturas e edições atrasadas: Maria João Nobre assinaturas@fast-lane.pt Proprietário e editor FAST LANE Media e Eventos, Lda.

Administração, Redacção e Publicidade: Avenida Maria Helena Vieira da Silva, 37-B, 1750-310 Lisboa Telefone: (+351) 218 650 244 Depósito Legal: 357231/13 ISSN: 2182-8911 Impressão e acabamento: Fernandes e Terceiro, S.A. Rua Nossa Senhora da Conceição, 7, 2794-014 Carnaxide Distribuição: VASP – Distribuidora de Publicações, Lda. Quinta do Grajal – Venda Seca, 2739-511 Agualva-Cacém

Que símbolos são estes e para que servem?

Ao longo deste número semeamos sugestões que estendem a experiência da leitura de cada TREVL, que a tornam ainda melhor.

Utilizamos QRCodes para permitir ao leitor desenvolver determinado conteúdo ou obter mais informação na forma de vídeos, sites ou sons. Os novos dispositivos móveis (smartphones, tablets e afins) permitem interpretar estes códigos e levar-nos ao conteúdo pretendido na internet.

Periodicidade Semestral Todos os direitos reservados de reprodução fotográfica ou escrita para todos os países. Estatuto Editorial TREVL é uma revista lúdica e informativa sobre a temática do motociclismo nas suas vertentes de lazer, mobilidade e transporte, desportiva, cultural e, especialmente, turística. TREVL dará especial relevo ao rigor da escrita e à componente artística do desenho gráfico e da fotografia. TREVL empenhar-se-á num jornalismo apaixonado e comprometido com a temática que é seu objecto. TREVL é independente do poder político, económico e de quaisquer grupos de pressão. TREVL defende e respeita o pluralismo de opinião sem prejuízo de assumir as suas próprias posições. TREVL assumirá uma postura formativa. TREVL respeita os direitos e deveres constitucionais da liberdade de expressão e de informação e cumpre a Lei de Imprensa.

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A TREVL é a primeira e única revista portuguesa a tornar-se Media Partner da Ted Simon Foundation.

Aprilia Pegaso 650 BMW R1200 GS + Adventure Destino: Guatemala Viajante: Paddy Tyson

Honda XRV 750 Africa Twin

Viajantes: TREVL, Rui Santos Viajante: Nuno Leotte Destinos: Irlanda, Kosovo


Conteúdo #2 3 ..... Boas-vindas 99 ... Antevisão RAIO-X 34 ... Yamaha Super Teneré World Crosser 36 ... honda GL 1800 F6B 46 ... BMW R1200GS +Adventure 56 ... Triumph Scrambler TREVLers 10.... António Nogueira: “A Rota de Capello e Ivens” 12 .... Gonçalo Luz: “delhi-Srinagar” 16.... Sam Manicom: “doka, Sudan” TÉCNICA 38 ... Ponto de Vista 72 ... “Think inside the box” DESTINOS 76 ... “Red hair & Freckles” (Irlanda) 86 ... “Perder as chaves na Guatemala” 91.... Índice de viagens CuRTAS 20 ... “Reféns: o começo” (Mauritânia) 26 ... “Carteira de viajante” (Espanha) 56 ... “Exposição máxima” (Portugal, Benedita) 62 ... “heidi Kosovar” (Kosovo) 68 ... “desafio: dakar” (Senegal) COMuNIDADE 6 ......Media Partner Ted Simon’s Foundation 8 ..... horizons Unlimited hUBB UK 28 ... “Essência de viagem” 40 ... Fotos de viajantes MINI-GuIAS 93 ....Mini-Guia 3: Monchique 97 ... Mini-Guia 4: Alto douro há histórias que estão mesmo a pedir uma banda sonora à altura. Quando vir este símbolo, é porque temos uma sugestão de música para acompanhar a leitura (normalmente associada a um QRCode).

Honda CB Four 350 Honda GL1800 F6B ano: 1979 Viajante: Carlos Cordeiro

ano: 2013

Royal Enfield Bullet Viajante: Gonçalo Luz destino: Índia

Sempre que uma dada técnica de escrita é feliz e resulta bem, incluímos uma nota sobre a técnica utilizada.

Por vezes apetece saber mais sobre um assunto, destino ou personagem. Quando vir este símbolo quisemos convidá-lo a seguir esse apelo.

Para que possa melhorar, analisamos a técnica da fotografia, explorando vantagens e desvantagens das opções tomadas, com dicas de fotógrafos conceituados.

Triumph Scrambler ano: 2010

Yamaha Super Tenéré World Crosser ano: 2013

5


Análise.

PONTO de

VISTA

Ser original continua a ser a melhor opção

TREVL 

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C

onvenhamos que já não há muita paciência para ver mais filmes infindáveis de imagens capturadas a bordo das motos. Nem sempre filmar é a melhor Esta imagem é conseguida com o extensor telescópico em modo timelapse (1’’ {ISO100, f/2.8, 1/257’’, 3mm distância focal. Abertura 2.97}


A

B

C

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a - ★★★★★

B - ★★★★★

C - ★★★★★

É um ponto de difícil acesso em condução, pelo que uma vez escolhida não há muito a fazer. Ajuda se tivermos um comando remoto. Torna-se algo cansativo para fotografias, sendo melhor para vídeo. Boa opção se andarmos em sítios estreitos ou de piso irregular.

Viajando com mais companheiros podemos sempre fixar a máquina nas motos deles e apontar para nós. Funciona ainda melhor com o controlo remoto.

As alternativas que um extensor telescópico para a câmara permite são infindáveis, potenciadas pela lente de grande angular.

ExtENsor tElEsCóPiCo ★★★★★ Especialmente se levarmos connosco um cameraman (ou camerawoman) as possibilidades são apenas limitadas pela criatividade. Os 3 graus de liberdade permitidos são imbatíveis.

PiNça raM ★★★★★

E CoNtrolo rEMoto ★★★★★

Mesmo numa moto como a GS Adventure com múltiplos sítios que parecem permitir fixar a câmara, sem um suporte como esta mandíbula da RAM™ resultam difíceis de fixar. Porquê escolher RAM? Essencialmente por permitir manter as opções em aberto. hoje serve para fixar uma câmara, amanhã uma máquina fotográfica, um GPS ou a torradeira.

f

d

a

Na teoria o controlo remoto faz todo o sentido: coloca-se a câmara algures num raio de 100m (pode até ser noutra moto) e à distância damos-lhe todas as instruções como se estivesse na nossa mão. O único problema é que faz uso da ligação WiFi da máquina e isso consome bateria como se a vida dela dependesse disso.

G C

★★★★★

h - ★★★★★

Existe também uma aplicação iPhone que permite controlar tudo remotamente, inclusive visualizar a imagem capturada. Boa para afinar posições fixas, péssima para consumo de baterias, tanto do telefone como da máquina. Usa-se uma e duas vezes, acha-se giro e depois arruma-se, para não voltar a usar tão depressa.

Um ponto de vista elevado, a partir de uma distância de 1/2 a 1 metro simula uma imagem capturada por alguém de fora.

Esta é quase sempre a primeira opção, sendo por isso pouco original. Tem a vantagem de estar “à-mão-desemear”, controlando os momentos de início e fim de captura. Quem já usou sabe a qual a principal desvantagem… nunca se sabe se está a filmar ou não, obrigando a contorcionismos para ver no espelho que insite em tremer na estrada.

G

H

E

VENtosa ★★★★★ Esta aumenta as opções para os pontos de apoio da fotografia, mas nem todas as superfícies asseguram que a câmara não se perca pelo caminho. Na moto, raramente uso.

F

opção; por vezes o modo time-lapse (1 foto tirada automaticamente em cada x segundos) que quase todas as chamadas “câmaras-de-acção” têm. Preparem-se para encher um cartão com muita porcaria. Mas vão encontrar outras surpreendentes. Percorra connosco algumas das (muitas) alternativas para juntar fotografias diferentes com a câmara de sempre.

G - ★★★★★

As classificações que damos resultam da nossa experiência em viagem. Apesar de subjectivas permitem ter uma noção de quão interessantes determinadas opções são quando se capturam imagens enquanto se anda de moto. Como em tudo na vida, nada supera ter opções. E melhor ainda se não houver surpresas desagradáveis, como chegar ao fi nal do dia e perceber

que não se gravou nada, ou que a ventosa se soltou e a câmara repousa agora numa berma algures entre o Stelvio Pass e o Cabo Norte. O melhor mesmo é experimentar muito antes de partir em viagem, especialmente a autonomia da bateria e do cartão. Se for uma GoPro recomendase pelo menos 1 bateria suplementar que esta rapariga é uma lambona.

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Mais habituados a lutar pelos lugares cimeiros dos tops de ĂĄlbuns na Turquia Ajda e Tarkan juntam-se para dar a mĂşsica de fundo a esta aventura lida.

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Curtas.

HEIDI

KOSOVAR

Uma fogueira. Todas as viagens, sejam longas ou curtas, iniciam muito antes de qualquer km ser percorrido Rui SAntos

A

s fogueiras são fontes de ideias e projectos. Esta queimava lentamente em 2008, e à volta delas 3 amigos entrevêem uma ideia simples que emerge das chamas: cozinhar uma viagem em conjunto, usando como ingredientes a aventura e o desafio. Um mapa aberto Quando mais tarde abrimos o mapa sobre a mesa, esta parecia inclinada para Nascente. Os dedos insistiam

em escorregar para um destino recheado de bons argumentos. O nosso desconhecimento e as evidentes diferenças culturais espalhadas num país de grandes dimensões, encurtavam a distância. O caminho, tanto como o destino, era rico e apetitoso: vários países europeus onde o turismo ainda não mostrou a face mais negra. Turquia, então seria! O entusiasmo, próprio de quem viaja e gosta de conhecer o mundo e os seus povos, rapidamente se apoderou de nós e começamos a definir os contornos da viagem. 3 semanas em autonomia procurando as estradinhas e estradões. Procurávamos aí as pessoas

63


76


Destinos.

RED HAIR

FRECKLES

À

A ilha de Eire enche-se de promessas. Qual será o segredo?

José BraGança PinHeiro nélia CarValHo

distância, com um mapa aberto sobre a mesa da sala e um guia, teme-se a chuva. Desejam-se as estradas, desenhadas entre vales luxuriantes pontuados por ovelhas e falésias abruptas. E é deste mar e desta terra que se vive. Se não entrarmos nas cidades maiores, não se vêem grandes luxos. Podia mesmo ser Portugal, não faltando sequer à semelhança a recente crise fi nanceira. A única diferença parece ser que todos andam bem dispostos. Qual serÁ O segredO? Talvez viva na cerveja que encoraja as cantorias no ambiente acolhedor dos pubs à noite, enquanto lá fora chove. Mas viajar reserva sempre

Sugerimos esta banda sonora enquanto lê este artigo sobre a Irlanda, gravado ao vivo numa sessão de música tradicional irlandesa, no O’Sullivan’s Pub in dingle.

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GlENVEaGh NatioNal ParK ★★★★★

EIRE Não se condensa uma ilha inteira como a Irlanda em apenas duas páginas; não é justo. Algo fabuloso vai ficar de fora. Mas houve momentos que se destacaram na nossa experiência, sejam elas estradas, vilas ou pessoas.

aN CharraiG » GlENColuMBKillE » traBaNE straNd ★★★★★

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Dublin

i k

A receita, dada pela simpática anfitriã à saída do seu B&B em Westport, é simples: sigam pela R335 até Leenane, e não pela N59. Obrigado, Finola!

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p

Ferry Rosslare (IRE) 3

>Cherbourg (FRA) ★★★★★

j

Chegar à pequena aldeia de doolin pela R477 é a melhor forma, avistando os Cliffs de Moher bem lá ao fundo. Termina-se o dia música irlandesa regada a Guinness no O’Connors.

iNish oirr ★★★★★

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m n

Esta zona não é tanto de itinerários, mas mais de novelos. Porque para percorrer todas as estradas é preciso dar voltas e voltas. E que voltas! Sugestão: pernoitem por aqui para ter mais tempo.

k

REPÚBLICA DA IRLANDA

h

MurrisK MouNtaiNs h ★★★★★

A mais pequena (e menos visitada) das Aran Islands é um achado. Em apenas 6 horas contorna-se a pé, encontrando focas, navios naufragados e praias.

IRLANDA DO NORTE

Belfast

A vila colorida de Westport veste-se em azuis, amarelos e laranjas no final de dia. Paramos algures a moto, para apenas mais tarde percebermos ser junto ao Matt, flautista dos Chieftains. A perspectiva de ouvir boa música num ambiente de excepção leva-nos a decidir passar a noite aqui.

KiNVarra » dooliN (N67, r477) ★★★★★

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f

Apesar de apenas vermos Slieve League de moto, a sua imponência é desconcertante. O suficiente para deixar boquiaberto quem vem de Portugal, onde as falésias junto ao mar são muitas e lindas. Pena não termos decidido ficar mais um dia para percorrer a pé.

CoNNEMara ★★★★★

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e

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WEstPort + Matt MolloY’s PuB ★★★★★

Chega-se a An Clochan Liath vindo de Leiter Ceanainn pela N56 e a R251 com um grande sorriso no rosto: acabávamos de atravessar o Glenveagh Park e a Errigal Mountain. 50km sob um céu de tempestade iminente.

b

Partindo de Carrick, as setas apontam para Glencolumbkille. Sigam até à Trabane Strand. Voltem pelo mesmo caminho e redescubram paisagens ainda melhores.

sliEVE lEaGuE ★★★★★

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diNGlE ★★★★★

Viajámos com a Celtic Link Ferries que parece estar a lutar por se manter à tona. Os sinais de fatiga no interior do navio são muitos e a tripulação portuguesa confirma a amargura dos tempos que vivem. A ligação passa pelo Mar da Irlanda o que significa muito enjoo e mar revolto. 200€ Moto + 2 adultos +1 cabine

slEa hEad ★★★★★

sliEVE Mish n ★★★★★

hEalY Pass (r574) p ★★★★★

Feita no raiar do dia, a R559 não é “apenas” mais uma estrada costeira entre ilhas, falésias e enseadas.

A pequena estrada que liga Gamp junto à N86 a Aughils na R561 é uma pequena delícia.

Mesmo feito debaixo de chuva, nevoeiro, com piso coberto de gravilha e com rodeiras merece destaque.

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No roteiro musical da Irlanda o O’Sullivan entretém as noites húmidas de dingle, vila que tem a particularidade dos pubs serem lojas de ferramentas durante o dia...

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riNG of KErrY + BEara PENiNsula ★★★★★ Tanto a N70 indicada como Ring of Kerry, como as R571 e R572, mereciam melhor clima. Mesmo com chuva souberam muito bem… imaginamos com Sol.

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(loNdoN)dErrY ★★★★★

2

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GALES

Portsmouth

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CausEWaY trail ★★★★★ Esta é para ser feita a pé. São alguns kms (16) mas são todos de encher o peito. Nós dispensámos o início e fim (Carrick-a-rede e Giant’s Causeway), onde se acumulam os autopullmans e turistas.

a

BElfast » torr hEad » BallYCastlE (a2) ★★★★★

INGLATERRA

IRLANDA

Não é um percurso mas uma cidade. No Bogside encontram-se alguns dos melhores murais, representando o movimento de resposta à ocupação britânica. As histórias que contam são de horror, para não caiam no esquecimento.

Esta ligação está longe de ser um segredo: basta seguir ao longo da costa a A2 pela Coastal drive. O que nem todos fazem é a ligação até Torr head onde os caminhos são divididos apenas com as ovelhas.

1

Santander

Ferry Santander>portsmouth ★★★★★

1

Esta ligação é muito popular e procurada pelos britânicos para fugirem da chuva na busca do Sol em Espanha. Marcar com antecedência é recomendado, até porque não são muito frequentes. Os horários tendem inclusive a condicionar o plano de viagem, vindo de Portugal. A ligação demora 23h e o ambiente e serviço é bastante agradável. Cabine recomendável. €300 Moto + 2 adultos + 1 cabine; 23h de travessia

2 Holyhead

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GALES

2

O Parque de Brecon Beacons em Gales e a Snowdonia contribuem com várias estradas para as 500 melhores, na selecção da National Geographic. Fomos ver se era merecido; parece que sim...

Ferry Holyhead>Dublin

Snowdonia

★★★★★

São inúmeras as ligações entre holyhead e a Irlanda, dispensando reservas antecipadas. Se ao chegarem ao porto estiver muito vento, optem pelo mais lento (4h) e evitem o rápido (2h). Quem o diz é o capitão reformado destas ligações que encontrámos nas Midlands. £107 Moto+2 adultos

ChEPstoW » MoNMouth » BrECoN » llaNdoVErY (a40) ★★★★★

a

Eleita por muitos como a melhor estrada para motos em toda a Gales, a A40 tem sido também palco de frequentes acidentes.

BlaCK MouNtaiN: llaNdoVErY » BrYNaMMaN (a4069) b ★★★★★ Quando no nosso caminho encontramos um concessionário britânico de motos a tirar fotografias para o catálogo deste ano, sentimos que estamos no sítio certo. É daquelas que se faz num e noutro sentido e ainda fica a apetecer mais.

d sNoWdoNia: llaNGollEN » BEtWs-Y-CoEd » CaErNarfoN ★★★★★ Seguindo pela A5, A470, A4085, A498, A4086 cruzamo-nos com imensas motos. Eram aqui que estavam, afinal.

GALES

a Brecon

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a

c Cardiff

BrECoN » forEst faWr » talYBoNt ★★★★★ É um percurso circular a partir de Brecon. Seguindo para Sul pela A470, vira-se para a floresta de Fawr pela A4215. Mal possamos apontamos outra vez para Sul atravessando a floresta numa estrada mínima. A A4059 leva-nos de volta à A470. desde Merthyr seguimos as indicações Talybont para Norte passando entre as albufeiras. Não terminamos sem atravessar uma ponte levadiça sobre o Canal de Brecon, onde barcaças de rio se passeiam.

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Prepare-se: uma destas pode muito bem ser a sua próxima viagem.

Destinos.

ÍNDICE DE

VIAGENS

ueremos ser uma revista de referência, que sirva para o ajudar a escolher a próxima viagem. Por isso, aqui encontrará a compilação dos destinos que já incluímos dos vários números da TREVL e na REV, organizados por continente. Em viagem a sorte é um elemento constante, desde o tempo, às pessoas com que nos cruzamos no caminho. Mas o velho adágio não engana: “Quanto melhor preparado estou, mais sorte tenho.”

Como usar

Consulte o índice de destinos Nome e Países Por vezes o destino não é um País, mas sim uma região específica como os Alpes, Cabo Norte ou Patagonia.

Qual a distância mínima viajando de moto desde de Portugal? E quanto tempo para lá chegar? Atenção que a distância mínima pode não ser seguindo a rota mais interessante. O tempo necessário para lá chegar pressupõe que não estamos montados em cima de um foguete e damos importância ao descanso. Para dar uma melhor noção da área, comparamos com Portugal. 1PT=área de Portugal.

Marrocos ~ 5 PT | 380km~5h | 32M hab.

Imagem ilustrativa do destino

Quais os números da TREVL (a laranja) e da REV (a azul) onde encontrará este destino

Marrocos tem de tudo para agradar a viajantes de moto. Mesmo! Desde a estrada de montanha, à cidade imperial, ao deserto e às zonas costeiras, é um país cheio de gente afável. •“Pare de inventar desculpas: parta já!”

? ?

Breve comentário ao destino Resumir um país inteiro em tão poucas palavras será sempre redutor. O melhor mesmo é ler os nossos artigos.

Dica TREVL Escolhemos uma única frase para o “empurrar” a ir viajar até este destino.

Andar perdido faz parte do fascínio de viajar. Mas não precisa, quando lê a TREVL. Siga este trilho para tirar o melhor partido do seu índice de destino e escolha já a próxima viagem.

Acompanhe no nosso site o índice actualizado, explorando no mapa do Mundo

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Análise técnica Nem todos os destinos se ajustarão ao seu perfil de viajante de moto: uns serão longe ou merecem mais tempo; outros exigem mais na nossa perícia e capacidades como motociclistas; algumas motos sentirão mais dificuldade. Experiência Alguns destinos testarão as nossas capacidades como motociclistas, quer seja resistência ou proficiência técnica.

P

A

TIPO DE MOTO Precisará de uma moto para todo-o-terreno ou uma estradista? No exemplo, alguns percursos poderão não ser pavimentadas. À esquerda: qualquer moto disfrutará plenamente do destino.

À esquerda: está à procura da sua primeira viagem? Que tal esta?

À direita: destino recomendável a motos concebidas para off-road.

À direita: Precisa de novos desafios à sua perícia e técnica? Aponte o azimute para aqui!

TEMPO Quanto tempo é ideal para disfrutar deste destino. À esquerda: não sabe o que fazer no próximo fim-desemana?

À direita: Lá no emprego já ninguém está realmente a contar com aquele seu relatório?


Marrocos ~ 5 PT | 380km~5h | 32M hab.

PORTUGAL Não fica longe e tem muito para ver. Entre estradas de serra a marginais recortando a costa, há muito para escolher. Açores 2.000 km2

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Na terra do Anticiclone, o verde domina apenas intercalado pelo azul das lagoas. O tempo é instável e incerto, mas nada que um bom impermeável não resolva. • “ É difícil errar na escolha dos caminhos em Açores.”

ALTO DOURO 150km

2

De Barca de Alva em pleno Alto Douro ao charme de Vimioso no coração da Terra Fria transmontana, enchemos a vista e a alma. • “ Degustação e gastronomia fazem parte de um bom passeio”

Serra Algarvia 100km2 | 500m

1

De Sagres a Alcoutim, na serra do Algarve conheça o Algarve onde quase nada está escrito em inglês, nem mesmo os menus do restaurante. • “ Surpreenda-se com a N124 entre Barranco do Velho e Cachopo.”

Serra da Arrábida 100km2 | 500m

1

Num dia limpo a costa alentejana adivinha-se em cada curva junto às antenas. Lá em baixo, a baía do Portinho da Arrábida desenha-se em estradas e mergulhos na praia. • “ Curvas, paisagem, peixo fresco e banhos.”

Tejo dos castelinhos 100km2 | 500m

1

Seguir o Tejo desde Castelo de Bode, passando por Constância, Almourol e a Golegã, depois de um almoço de abades em Tomar. • “ Há uma estradinha que desce a jusante da barragem de Castelo de Bode até bem lá abaixo.”

10 14

P

Mauritânia ~ 11 PT | 2.100km~3d | 3M hab.

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O nome Dakar vive há muito tempo no imaginário do aventureiro de moto. Mais do que de areia, é feita de sonhos. • “ Vai haver areia”

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P

SUDÃO ~20PT | 44.6 milhões hab.

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Um destino que é injustamente visto muitas vezes como uma travessia a caminho do Sul, da Mauritania, Senegal, Guiné… • “ Andar perdido faz parte”

A

A

2

P

AMERICA CENTRAL - SUL A

No continente sul-americano os destinos são de sonho e aventura. Num mercado crescente de empresas de viagem de moto, as opções são inúmeras. Escolher uma é apenas o primeiro dos desafios. América Central ~15.6 PT | 67,7 milhões hab.

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Um destino que é injustamente visto muitas vezes como uma travessia a caminho do Sul, da Mauritania, Senegal, Guiné… • “ Plage Blanche… … não preciso dizer mais nada, certo?”

SENEGAL (DAKAR) ~2PT | 13.3 milhões hab.

A palavra África pode derivar do Grego aphrike que significa “O oposto de Frio e Terror”. É imediato associar Calor a África, mas está longe de ser uma terra livre do Terror. E isso faz os viajantes que atrai, sentirem-se aventureiros.

Prepare-se para ser surpreendido por um País que parece viver para dentro, fechado ao Mundo, mas que se abre ao receber viajantes de moto. • “ Estude bem a lição antes de partir!”

Não tão longe vão os tempos onde questões de segurança na Mauritânia ditaram que o ParisDakar migrasse para as Américas, numa terra que pertence ao deserto. • “ Não esquecer de levar: água, combustível e bons amigos.”

Sahara Ocidental 0,3M km2 ~ 3PT | 1.800km ~3d | 0,5 milhão hab.

ÁFRICA

Argélia 2,4M km2 ~ 26PT | 600km ~1d | 37 milhões hab.

Marrocos tem de tudo para agradar a viajantes de moto. Mesmo! Desde a estrada de montanha, à cidade imperial, ao deserto e às zonas costeiras, é um país cheio de gente afável. •“Pare de inventar desculpas: parta já!”

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Bolívia ~12 PT | 10 milhões hab.

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Belize, El Salvador, Nicarágua, Costa Rica, Colômbia, Panamá • “ A travessia do Darien Gap tornou-se um negócio para os capitães de veleiros entre o Panamá e a Colômbia”

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A riqueza deste país devia medir-se em beleza natural, sendo um dos mais pobres em termos de PIB. • “ A segurança tem sido uma preocupação recente das autoridades.”

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GUATEMALA ~1 PT | 14.3 milhões hab.

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A violência ainda mantém a Guatemala no grupo de destinos de aventura. Mas a beleza atira-nos para a frente. • “Vulcões activos não são raros”

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Patagonia (Argentina) ~11 PT | 2 milhões hab.

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EUROPA

De há algum tempo para cá tornou-se sinónimo de aventura, imortalizada em livro do Chatwin ou Theroux. É um destino clássico para o viajante de moto também. • “ Não gosta de conduzir com vento forte lateral? Err… então é melhor escolher outro”

Entre as muitas teorias, preferimos uma onde Europa significa Terra da Vista Ampla, do grego eurus. Faz-nos sentir que há muito para percorrer no velho continente.

P Alpes (Aústria-França-Itália-Suiça) ~1,5PT | 1.600km ~2d

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AMÉRICA DO NORTE

Córsega 1/10 PT | 2.000km ~3d

EUA ou Canadá, não há muito mais. Mas entre os dois há fauna que vai dos Alces às cascavéis do deserto.

Estados Unidos América ~107 PT | 314 milhões hab.

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Um país onde cabem mais de 100x Portugal não se pode resumir numa frase. As míticas estradas que ligam as duas costas são um bom sítio para começar. • “ A viagem de Costa-a-Costa permite ver um pouco de tudo e não faltam motos para alugar”

Desde a Route Napóleon até aos mais altos Pass de montanha (Stelvio, Grand-Saint Bernard, Saint Gottard) a densidade de motos não engana: é aqui. • “ Os Alpes são uma caixa de chocolates; cada curva deve ser degustada.”

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Mare i Monti numa ilha onde só há estradas boas, entre as costeiras e as serranas. Boa comida, hospitalidade e praias para repousar da condução. • “ Não perder a D84 que liga a vila costeira de Porto a Aitone bem no meio da Serra, passando por Evisa”

Escócia (Reino unido) ~0.9PT | 1.900kms ~3d

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ÁSIA

Se conduzir debaixo de uma chuva ocasional não é problema, a Escócia é um paraíso para andar de moto. Os 3 dias de distância começam a tornar apelativo optar pelo Fly&Ride. • “ Para um escocês, um impermeável é considerado um casaco de Verão!”

Gales (Reino unido) ~1/5 PT | 3.0 M hab.

Não há escola de condução em Portugal que prepare um viajante para o que é rolar no trânsito das estradas asiáticas. É o preço a pagar para viajar por um dos continentes mais enigmáticos.

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Vietname ~3.6 PT | 88 milhões hab.

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Num país onde 95% dos veículos registados no Vietname são motociclos, só pode ser um bom destino para viajar de moto, certo? • “ Escolha uma moto pequena e ágil e muita calma.”

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Brecon Beacons e Snowdonia estão pejados de estradas para rolar, e florestas para explorar. • “Encontre  palavras de origem celta que não diferentes das nossas”

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Num país onde é preciso redefinir como se conduz. Onde o lenço sobre a boca e nariz é das peças mais importantes a rolar na estrada. • “ Voe e alugue um moto que seja fácil de reparar na Índia”

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Índia ~37 PT | 1.24 bilhões hab.

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Irlanda ~0,9PT | 2.500km ~3d

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Islândia ~1,1 PT | ~1d de avião | 319 mil hab.

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Reencontrar a memória celta num país pintado a verde, onde pinceladas cinza de mestre desenham estradas feitas para andar de moto. • “Leve o equipamento de caminhada. Relaxe num pub e solte-se em cantorias.”

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Nos curtos meses que o gelo aceita visitantes, a Islândia deslumbra entre cascatas, glaciares, geisers e lagoas quentes. • “ Não há muito sítios onde se recomenda levar umas luvas quentinhas e um fato de banho.”

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KOSOVO ~1/10 PT | 1.9 M hab.

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Na terra onde os portugueses da KFOR mantiveram a paz, descubra as serras e vales selvagens. • “ Levar pneus para uma ou outra picada pelas serras”

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Noruega 4 PT | 4.000km ~4d

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O Cabo Norte é daquelas coisas que parecem estar ali só para desinquietar os viajantes de moto. Se há um cabo, é para ir lá de moto. • “ Sabia que nos ferries da Noruega as motos não pagam? É de aproveitar.”

Picos de Europa (Espanha) 650 km2 ~1/100 PT | 300km ~4h

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As estradas e paisagens dos Picos de Europa são demasiado boas para não fazer parte do roteiro da vida de um viajante de motos. • “ Levar equipamento de caminhada.”

Pirinéus (Andorra, Epanha, França)

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~1,3PT | 1.000km ~1d As estradas de montanha normalmente não desiludem entre curvas, passos e amplas vistas. Juntar a isto 3 idiomas diferentes e sentimos que viajámos para longe. • “ Tourmalet, Somport, Col d’Aubisque e Col de Peyresourde deviam ser carimbos no seu passaporte.”

SÉRVIA

~1 PT | 10 M hab. Talvez o que mais impressione em toda a ex-Jugoslávia é a proximidade do conflito e quão semelhantes estes povos são aos demais europeus.”

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TURQUIA

~8.5 PT | 75.6 M hab. Um gigante híbrido, euro-asiático, que desperta para o turismo a passos largos. É uma corrida contra o tempo. • “Para o ano pode ser demasiado tarde”

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OCEÂNIA Overlander que se preze tem de ter este continente no arsenal, mesmo nas antípodas de Portugal

Austrália ~83 PT | 22.6 milhões hab.

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Uma terra imensa de contraste cultural e paisagístico. Uma riqueza e variedade que é difícil igualar em qualquer outra parte do planeta. • “ Great Ocean Road e Kangaroo Island”

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Tem uma história de viagem em moto que merece ser contada?

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equipa da TREVL e da REV não chegou agora ao mundo das viagens de moto. Apesar daqui publicarmos peças e historias novas, é importante manter como referências as inúmeras histórias

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contadas na REV ao longo dos últimos 3 anos. Por isso, estamos a preparar mais um TREVL Book; ao livro de viagens da REV chamámoslhe T.REV.L. No próximo número temos mais novidades sobre os projectos dos novos TREVLers, Gonçalo Luz e António Nogueira, nas suas viagens pela Ásia e África.

NÃO ENCONTROU NA TREVL O QUE ESPERAVA? Mande-nos um email para SeEuMandasseNisto@trevl.pt e diga-nos o que gostaria de ver no próximo número da TREVL.

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TREVL #02 [Outono - Inverno 2013]  

Espreite a amostra da edição Outono - Inverno 2013 da revista "TREVL - de moto pelo mundo." Nas bancas em Agosto de 2013.

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