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PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

Coordenador: Prof. Msc Ricardo Marciano dos Santos.

Nova Iguaçu 2013


Reitor Júlio César Furtado dos Santos Pró-Reitor de Relações Institucionais Paulo Roberto de M. Chaves Assessor da Reitoria Carlos Eduardo Araújo Coordenadora Geral de Graduação Denise de Oliveira Ger. de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Resp. Social Marcelo Mariano Mazzi Gerente de Organização e Sistema Eduardo Brito G.Marazo Gerente de Relacionamento com o Cliente Tatiane Godoy Leal Rodrigues Procuradora Institucional Fabricia Cinalli Secretária Acadêmica Simone Fernandes Cardôso Supervisor de Biblioteca Luís Cláudio Borges

APOIO ACADÊMICO (Coordenação Geral de Graduação) Assessora de Ensino / Pronidi Ana Patrícia da Silva Ativ. Acadêmicas Complementares Mábia de Oliveira Centro de Apoio Psicopedagógico - Capsi Tatiana Oliveira e Viviane Rodrigues Programa de Apoio Profissional Valesca S. de Oliveira Portal Acadêmico Eliana Machado e Bárbara Maciel


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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

SUMÁRIO 1 IDENTIFICAÇÃO DA IES .................................................................................................................. 5 1.1 1.2 1.3

DADOS DA MANTENEDORA ........................................................................................................... 5 DADOS DA IES ............................................................................................................................ 5 ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL ................................................................................................... 6

2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ........................................................................................................... 7 2.1 DENOMINAÇÃO DO CURSO ................................................................................................................ 7 2.3 DATA DE INÍCIO DE FUNCIONAMENTO DO CURSO ................................................................................. 7 2.4 TITULAÇÃO OFERECIDA ..................................................................................................................... 7 2.5 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO.................................................................................................... 7 2.6 TEMPO MÍNIMO E MÁXIMO DE INTEGRALIZAÇÃO ................................................................................... 7 2.7 NÚMERO DE VAGAS PREVISTAS NO ATO DE CRIAÇÃO E ATUAL ............................................................. 7 2.8 ÁREA DE CONHECIMENTO .................................................................................................................. 7 2.9 MODALIDADE.................................................................................................................................... 7 2.10 IDENTIFICAÇÃO DO CADASTRO DO CAMPUS E DO CURSO NO SISTEMA WAE ....................................... 7 2.11 REGIME ESCOLAR........................................................................................................................... 7 2.12 TURNO(S) DE FUNCIONAMENTO........................................................................................................ 7 2.13 ENDEREÇO DE FUNCIONAMENTO DO CURSO ..................................................................................... 7 2.14 E-MAIL INSTITUCIONAL DO CURSO .................................................................................................... 7 3 DADOS DA COORDENAÇÃO DO CURSO ...................................................................................... 8 3.1 NOME DO(A) COORDENADOR(A) ........................................................................................................ 8 3.2 TITULAÇÃO....................................................................................................................................... 8 3.3 EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL, ACADÊMICA E ADMINISTRATIVA ANTERIOR AO CARGO ............................. 8 3.4 PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES DA COORDENAÇÃO ACADÊMICA.................................................................. 8 4 CONCEPÇÃO DO CURSO.............................................................................................................. 10 4.1 INSERÇÃO SOCIAL .......................................................................................................................... 10 4.2 HISTÓRICO DO CURSO ..................................................................................................................... 13 4.3 FINALIDADES E JUSTIFICATIVAS DA RELEVÂNCIA DO CURSO .............................................................. 16 4.4 MISSÃO DO CURSO ......................................................................................................................... 16 4.5 OBJETIVOS..................................................................................................................................... 17 4.5.1 OBJETIVO(S) GERAL(AIS) ............................................................................................................. 17 4.5.2 OBJETIVO(S) ESPECÍFICO(S) ........................................................................................................ 18 4.6 PERFIL PROFISSIONAL ESPERADO PARA O FORMANDO ...................................................................... 18 4.6.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES COMUNS ...................................................................................... 19 4.6.2 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ESPECÍFICAS ................................................................................ 20 4.7 PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS ......................................................................................................... 20 4.7.1 ADEQUAÇÃO DA METODOLOGIA DE ENSINO À CONCEPÇÃO DO CURSO ............................................ 22 4.7.2 RECURSOS TECNOLÓGICOS .......................................................................................................... 23 4.8 CRITÉRIOS DE AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO ...................................................................................... 23 4.9 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM.................................................................................. 25 4.9.1 AUTORIA DE TRABALHOS ACADÊMICOS ......................................................................................... 29 Página 3 de 108


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4.10 APOIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO AOS DOCENTES .............................................................................. 29 4.11 APOIO PEDAGÓGICO E ACOMPANHAMENTO PSICOPEDAGÓGICO AOS DISCENTES .............................. 30 5 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ..................................................................................................... 32 5.1 ORGANIZAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DAS DISCIPLINAS FRENTE AOS EIXOS CONTIDOS NAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA O CURSO E COERÊNCIA COM OS OBJETIVOS E PERFIL PROFISSIONAL ESPERADO ........................................................................................................................................... 32 5.1.1 TEMAS DA ATUALIDADE ................................................................................................................ 32 5.2 MODOS DE INTEGRAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA........................................................................... 33 5.3 MECANISMOS UTILIZADOS PARA ATUALIZAÇÃO CURRICULAR............................................................. 33 5.4 MATRIZ CURRICULAR ..................................................................................................................... 34 5.5 FLUXOGRAMA................................................................................................................................. 42 6 ATIVIDADES ACADÊMICAS .......................................................................................................... 43 6.1 ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES ................................................................................. 43 6.2 EXTENSÃO ..................................................................................................................................... 43 6.3 MECANISMOS DE NIVELAMENTO ...................................................................................................... 44 6.4 MONITORIA..................................................................................................................................... 45 6.5 PESQUISA ...................................................................................................................................... 45 6.6 ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO ................................................ ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. 6.6.1 PROGRAMA DE APOIO PROFISSIONAL – PAP ............................................................................... 46 6.7 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ............................................................................................. 47 7 CORPO DOCENTE ......................................................................................................................... 48 7.1 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE ...................................................................................... 48 7.2 COLEGIADO DO CURSO .................................................................................................................. 49 8 INFRAESTRUTURA ........................................................................................................................ 51 8.1 ESPAÇO FÍSICO DO CURSO .............................................................................................................. 51 8.2 LABORATÓRIOS .............................................................................................................................. 52 8.3 BIBLIOTECA.................................................................................................................................... 54 ANEXOS ............................................................................................................................................ 55 ANEXO I - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ............................................................................................ 55 ANEXO II – REGULAMENTO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES .................. 58 ANEXO III – REGULAMENTO DO NDE.............................................................................................. 64 APÊNDICES ....................................................................................................................................... 66 APÊNDICE I – REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO. ....................... 66 APÊNDICE II – REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO. ........................... 67 APÊNDICE III – PERFIL DO CORPO DOCENTE................................................................................ 90 APÊNDICE IV - EMENTAS ................................................................................................................ 92 Página 4 de 108


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1 IDENTIFICAÇÃO DA IES 1.1 Dados da Mantenedora Denominação Associação Brasileira de Ensino Universitário – Abeu. Endereço Rua Itaiara, n° 301, Belford Roxo, Centro, RJ - CEP 26113-400. Ato Constitutivo Pessoa Jurídica de Direito Privado sem fins lucrativos. Estatuto Social registrado no 3º ofício de Registro Civil das Pessoas Jurídicas. Livro A-5221, nº 161, comarca de Belford Roxo, CNPJ n° 30.831.606/0001-30. 1.2 Dados da IES Denominação Abeu – Centro Universitário. Ato Regulatório Portaria MEC nº 1845 de 15 de maio de 2002, publicada no Diário Oficial da União em 15 de maio de 2002. Breve histórico A Abeu iniciou as atividades em meados dos anos 50, com a criação do Ginásio Belford Roxo, em Belford Roxo, então 4º distrito do município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense/RJ. Em 1964, com a criação do curso Técnico em Contabilidade, passou a denominar-se Colégio Belford Roxo. As atividades de Ensino Superior tiveram início na década de 70, por meio do Decreto Federal nº 70179 de 24 de fevereiro de 1972, que autorizou o

funcionamento

da

Faculdade

de

Ciências Econômicas,

Contábeis e

Administrativas de Nova Iguaçu/RJ. Em 1992, foi aprovado pelo Conselho Federal de Educação, o Regimento Unificado que passou a denominar-se ABEU Faculdades Integradas. Já o Parecer nº 56/92 de 30/01/1992, incorpora a Faculdade de Educação de Osório de Campos e a Faculdade de Educação Técnica de Nilópolis. Em 2002, pela Portaria MEC nº 1485, de 15 de maio de 2002, a “ABEU - Faculdades Integradas”, foi credenciada como “ABEU - Centro Universitário”, com sede no município de Belford Roxo/RJ e com Unidades Acadêmicas em Angra dos Reis, Nilópolis, Nova Iguaçu e Rio de Janeiro.

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1.3 Organograma Institucional

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2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 2.1 Denominação do Curso Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 2.2 Ato legal Portaria MEC 2031/91

2.3 Data de início de funcionamento do curso 16 de julho de 19882. 4 Titulação oferecida Tecnólogo 2.5 Carga horária total do curso 2400 horas 2.6 Tempo mínimo e máximo de integralização 6 semestres / 9 semestres 2.7 Número de vagas previstas no ato de criação e atual 80 vagas anuais 2.8 Área de conhecimento Ciências exatas e tecnológicas e da terra 2.9 Modalidade Presencial 2.10 Identificação do cadastro do campus e do curso no sistema WAE Unidade 17 / Curso 139 ou 92 2.11 Regime Escolar Semestral 2.12 Turno(s) de funcionamento Noturno 2.13 Endereço de funcionamento do curso Campus 6 / Nova Iguaçu Av. Nilo Peçanha, 1250 - Centro - Nova Iguaçu,

2.14 E-mail institucional do curso Uniabeu6sistemas@uniabeu.edu.br

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3 DADOS DA COORDENAÇÃO DO CURSO 3.1 Nome do(a) Coordenador(a) Ricardo Marciano dos Santos 3.2 Titulação  Mestrado em Informática UFRJ 2008. 

Especialização em Supervisão Escolar UNICID-SP, 2012

Especialização em Orientação Escolar UNICID-SP, 2012

MBA FGV-RJ Gestão com ênfase em sistemas 2005

Especialização em Tecnologia Educacional pela UCAM, 2004

Graduado em Pedagogia 2003.

2.3.3.3 Experiência profissional, acadêmica e administrativa anterior ao cargo Profissional concursada na área de operação e desenvolvimento de sistemas da FAETEC/FAETERJ 1999 até a presente data Membro do Conselho Estadual de Tecnologia da Informação – CONSETI – 2007 2009

Chefe da Divisão de Informática da rede FAETEC/FAETERJ 2007-2009 Professor do Curso de Graduação da FAETEC/FAETERJ – 2007 A 2012 Professor convidado do curso de Pós-Graduação FAETEC/FAETERJ Professor convidado do curso de Pós-Graduação Estácio de Sá/ Roraima até a presente Data Coordenador do projeto Campus Virtual – FAETEC/FAETERJ até a presente data Membro da ABT- Associação Brasileira de Tecnologia Educacional Professor da Faculdade Bitencourt da Silva – 2009 até a presenta data Coordenador do Curso de Análise e Desenovolvimento de Sistemas 2012 até a presente data. 3.4 Principais atribuições da Coordenação Acadêmica Responsável por coordenar as atividades didáticas e administrativas do curso sob sua responsabilidade, lecionando e produzindo trabalhos acadêmicos em sua área de competência, planejando, acompanhando e supervisionando as atividades pedagógicas, visando manter a coerência com os objetivos e princípios da proposta educacional da Instituição, tem como principais atribuições, conforme previsto no PDI da IES:

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exercer a supervisão didático-pedagógica dos cursos, zelando pela qualidade do ensino e pela adequação do currículo, observando a integração e a articulação das disciplinas da grade curricular;

zelar pelo cumprimento do Projeto Pedagógico Institucional – PPI, e do Projeto Pedagógico do Curso – PPC;

avaliar, juntamente com o Colegiado, os resultados das avaliações internas e externas, objetivando o constante aprimoramento do processo ensino-aprendizagem;

indicar à Coordenação Geral de Área de Conhecimento, após processo de avaliação, docentes para admissão e demissão;

acompanhar o cumprimento dos horários dos corpos docente e discente, relativos aos cursos sob sua responsabilidade;

supervisionar a elaboração de programas de curso e respectivas bibliografias e desenvolver propostas de atualização ou melhoria de grades curriculares;

planejar e controlar o cumprimento do plano pedagógico do curso;

definir a formação das turmas e o quadro de horário das aulas;

confeccionar, enviar e corrigir toda a documentação necessária ao sistema acadêmico;

promover a atualização de professores, fornecendo apoio técnico-pedagógico;

efetuar análises e emitir pareceres sobre o desempenho dos trabalhos desenvolvidos nas atividades pedagógicas;

organizar e participar de eventos acadêmicos.

elaborar relatórios inerentes à participação e desempenho dos estudantes;

supervisionar com a regularidade prevista, os planos de ensino estabelecidos previamente;

participar de seminários, cursos de aperfeiçoamento e reuniões promovidas pela Instituição ou por outras entidades, bem como integrar comissões para as quais seja designado.

supervisionar o lançamento de notas e faltas no sistema acadêmico, pelo corpo docente;

supervisionar o preenchimento dos diários, encaminhando-os competentes de acordo com as normas específicas;

encaminhar as informações específicas dos concluintes à Secretaria Acadêmica;

garantir o cumprimento dos protocolos de utilização dos laboratórios de ensino;

aos

setores

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elaborar o relatório semestral das atividades acadêmicas realizadas e encaminhar à Coordenação Geral de Graduação.

4 CONCEPÇÃO DO CURSO 4.1 Inserção Social Quando a ABEU iniciou suas atividades, há 50 anos, em Belford Roxo, então distrito de Nova Iguaçu, não se poderia imaginar a importância que a Instituição teria no processo de desenvolvimento da Baixada Fluminense. A ABEU fica situada na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, composta por 13 municípios (Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaguaí, Japeri, Magé, Mesquita, Nilópolis, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São João de Meriti e Seropédica), conforme o mapa abaixo:

Figura 1 - Municípios da Baixada Fluminense – RJ (Esta imagem provém do Wikimedia Commons, um acervo de conteúdo livre da Wikimedia Foundation que pode ser utilizado por outros projetos.)

A ABEU possui unidades em Belford Roxo – Campus 1, Nilópolis – Campus 2, Rio de Janeiro, Campus 3, Angra dos Reis - Campus 4 e Nova Iguaçu – Campus 6 conforme aponta o mapa a seguir:

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Figura 2 – Unidades Acadêmicas

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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas A população total da Baixada Fluminense, segundo o censo de 2010 1 é de 3.510.208 habitantes. A Tabela 1 e o Gráfico 1 demonstram a dimensão populacional por município: Tabela 1 - População da Baixada Fluminense em 2010 (Dados Censo 2010 – IBGE) MUNICÍPIO Belford Roxo Duque de Caxias Guapimirim Itaguaí Japeri Magé Mesquita Nilópolis Nova Iguaçu Paracambi Queimados São João de Meriti Seropédica POPULAÇÃO TOTAL DA BAIXADA FLUMINENSE

POPULAÇÃO EM 2010 455.598 818.432 51.198 100.362 91.933 218.307 159.685 154.232 767.505 46.251 131.163 439.497 76.045 3.510.208

Gráfico 1 - População da Baixada Fluminense em 2010 (Dados Censo 2010 – IBGE)

1

Dados disponíveis em: http://www.censo2010.ibge.gov.br/dados_divulgados/index.php?uf=33. Acesso em: 05/06/2012.

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A região, que no início da década de 1930 somava, aproximadamente, 51 mil habitantes, ultrapassando a casa dos 300 mil em meados da década de 40, vivenciou, de 2000 a 2009, um crescimento populacional de mais de 270 mil pessoas. Tal crescimento agravou os problemas comuns às áreas com grande contingente populacional. A fundação da ABEU é um marco histórico para a região, que passou a contar com uma Instituição cuja existência se justifica, exclusivamente, por sua atuação como agente transformador, preocupada com as dificuldades da comunidade e sensível ao seu clamor por condições de vida mais dignas. A ABEU foi a instituição de ensino pioneira em instalar-se fora de um grande centro urbano. Foi esse mesmo pioneirismo que a levou, com uma percepção semelhante, a instalar-se no Município de Angra dos Reis.

Figura 3 - Angra dos Reis (Disponível em: http://www.shippirata.com.br/mapa.htm. Acesso em: 05/06/2012).

Em síntese, a ABEU sempre voltou sua atenção para regiões onde se aglutinam comunidades menos favorecidas socioeconomicamente, contemplando a visão humanista do Prof. Valdir Vilela, seu fundador. Sua MISSÃO representa um sonho: o de poder melhorar a vida das pessoas através da Educação.

4.2 Histórico do curso

Quando a ABEU iniciou suas atividades, há 50 anos, em Belford Roxo, então distrito de Nova Iguaçu, não se poderia imaginar a importância que a Instituição teria no processo de desenvolvimento da Baixada Fluminense, situada na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Página 13 de 108


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composta por 14 municípios e uma população com cerca de 3.500.000 habitantes, segundo dados do IBGE de 2006. O crescimento da população deve ser acompanhado pela melhoria da qualidade de vida, obviamente influenciada pela melhoria das condições sócio-econômicas da região, com investimentos cada vez mais significativos em seus setores essenciais, em especial na saúde e na educação. No entanto, na Baixada Fluminense, tal crescimento tem agravado os problemas comuns às áreas com grande contingente populacional, dificultando as relações humanas, contribuindo para o crescimento da miséria e da violência e acarretando a degradação dos serviços públicos essenciais. Nesse contexto, cresce o número de estudantes matriculados no Ensino Médio entre escolas públicas e privadas, o que gera uma demanda cada vez mais expressiva de alunos para o Ensino Superior. Nesse contexto, a UNIABEU, cuja MISSÃO consiste no sonho de poder melhorar a vida das pessoas por meio da Educação e que sempre voltou sua atenção para regiões onde se aglutinam comunidades menos favorecidas sócio-economicamente, contemplando a visão humanista do seu fundador, atende uma parte dessa demanda, oferecendo, dentre vários cursos superiores, o curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Com o nome de Curso Superior de Tecnologia em Processamento de Dados, o curso em questão, teve sua solicitação para autorização de criação encaminhada em março de 1987 para funcionar na Faculdade de Educação Osório Campos mantida pela Associação Brasileira de Ensino, com sede na cidade de Nilópolis, Estado do Rio de Janeiro. O curso foi autorizado a funcionar pelo parecer nº. 044 – CFE/CESu – MEC, de 28 de Janeiro de 1988 e finalizado pelo decreto presidencial nº. 96.165, de 14 de Junho de 1988, publicado no Diário oficial da União em 14 de Junho de 1988, na Faculdade de Educação Osório Campos, mantida pela Associação Brasileira de Ensino, sendo autorizado a funcionar com 80 vagas totais anuais, em 2 (duas) turmas. O primeiro vestibular ocorreu em Julho de 1988, para funcionamento no 2º semestre desse ano. O Curso obteve o seu reconhecimento através do Parecer nº. 406, de 07 de Agosto de 1991 e foi oficialmente reconhecido pela portaria do Ministério da Educação e Cultura nº. 2.301 de 04 de Novembro de 1991, publicado no DOU de 05 de Novembro de 1991. Em atendimento ao Parecer CNE/CEB nº. 09, de 02 de Setembro de 1997, a Associação Brasileira de Ensino Universitário solicitou a mudança de nomenclatura do Curso de Tecnologia em Processamento de Dados para Tecnologia em Informática. Neste aspecto Página 14 de 108


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o Colegiado da Uniabeu registra a modificação curricular do regime anual para o semestral sendo aprovada e publicada em Diário Oficial da União, de 30 de Dezembro de 1999 e Retificada no em Diário Oficial da União, de 11 de Novembro de 2001. Em 2005, a gestão pedagógica do Curso de Tecnologia em Informática, consciente da necessidade da discussão permanente sobre os objetivos do curso de Tecnologia em Informática e observando as mudanças que ocorriam e ocorrem no âmbito Tecnológico não podendo ficar inerte aos movimentos sociais e tecnológicos, desenvolveu junto ao seu corpo docente e discente uma proposta de mudança da matriz curricular do curso Superior de Tecnologia em Informática e a

nomenclatura

de

Tecnologia

em

Informática

para

Tecnologia

em

Análise

e

Desenvolvimento de Sistemas, objetivando o aperfeiçoamento do seu currículo face às novas exigências do mercado, tornando-o mais ágil e alinhado com as novas tecnologias de Desenvolvimento de Sistemas. Ainda como medida para melhor capacitar o curso Superior de Tecnologia em Analise e Desenvolvimento de Sistemas a proposta contempla a mudança de endereço para a Unidade Acadêmica de Nova Iguaçu, por possuir instalações físicas mais adequadas para os novos objetivos do curso. No segundo semestre de 2005 a proposta foi enviada ao CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO – CONSEPE, sendo aprovada a reformulação da Matriz Curricular e mudança de nomenclatura de Tecnologia em Informática para Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - Deliberação n. 53, de 27/12/2005 – CONSEPE, sendo comunicado e protocolado na Secretaria de Educação Superior do MEC sob o número 69454/2005-18 em 21/12/2005 a decisão proferida pelo CONSEPE. Através da Portaria 511, de 19/09/2007, atendendo a legislação vigente foi aditado, nos termos do artigo 10 parágrafo 4 do Decreto 5773/2006 a nova denominação do curso de Tecnologia em Processamento de Dados para Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, publicado no D.O. de 20 de setembro de 2007. Em suma, as modificações propostas dão ênfase ao trabalho do futuro profissional. O estudante do Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNIABEU buscará o aprofundamento técnico em duas classes de competências, a saber: a dos conhecimentos relativos ao desenvolvimento de sistemas, modelagem dos dados e comunicação em sistemas computacionais, e a dos entendimentos necessários à ação empreendedora e à participação nas reflexões e iniciativas apresentadas pelas questões sociais em que o sujeito esteja envolvido. Atualmente a carga horária do curso é de 2.400 horas, com tempo mínimo de integralização de 6 semestres.

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As atualizações objetivaram alinhar ainda mais o curso ao Plano Pedagógico Institucional, às diretrizes gerais para os cursos tecnológicos (Parecer CNE/CP 29 e Resolução CNE/CP 03, ambos de dezembro de 2002), às competências e habilidades inerentes à área (tendo por base o Catálogo Nacional de Cursos de Tecnologia) e ao contexto profissional. Ressalta-se que, pelo fato do curso ainda não contar com Diretrizes Curriculares Nacionais específicas, utilizou-se como parâmetro curricular, além dos documentos já citados, a Portaria MEC/Inep nº 151, de 5 de setembro de 2008. 4.3 Finalidades e justificativas da relevância do curso Conforme exposto no gráfico 1. - População da Baixada Fluminense em 2010 (Dados Censo 2010 – IBGE Em 2010 , chegou a 3.510.208 . Como a quantidade de oferta de vagas para o Ensino Superior público nessa região não é suficiente, as instituições privadas, como a UNIABEU, devem atender às necessidades desses estudantes de obterem uma formação educacional nesse nível de ensino. Por outro lado, sabe-se que o MEC tem incentivado a oferta de cursos superiores de tecnologia. Como a área de Tecnologia da Informação (TI) evolui muito rapidamente e gera um número bastante significativo de empregos, esse incentivo tem ajudado ao atendimento imediato de segmentos de mercado, para os quais tem havido escassez de profissionais formados em TI. Na Baixada Fluminense, a quantidade de instituições públicas e privadas, que ofereçam cursos superiores de tecnologia focados para Análise e Desenvolvimento de Sistemas, não atende aos propósitos de suprimento rápido da necessidade de formação de pessoal para o setor de TIC. De acordo com os dados divulgados pelo INEP2, as IES privadas, em 2007, foram responsáveis pela oferta do maior número de vagas para a Educação Superior Tecnológica. Nesse contexto, o Curso Superior de Tecnologia em Análise de Sistemas da UNIABEU, oferecido em Nova Iguaçu, apresenta um perfil com características e objetivos que atendem as expectativas existentes no mercado de trabalho com vistas à formação de profissionais voltados para a aplicação das tecnologias de computação no desenvolvimento de sistemas de interesse das organizações e, consequentemente, da sociedade. Esse propósito está perfeitamente alinhado com o papel da UNIABEU na promoção da melhoria de vida das pessoas por intermédio da educação, oferecendo serviços de ensino, pesquisa e extensão, para formar cidadãos, neste caso tecnólogos em análise e desenvolvimento de sistemas, e, conseqüentemente, contribuir com o desenvolvimento da 2

Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Resumo Técnico- Censo 2007. Brasília, 2009. Página 16 de 108


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sociedade. Considerou-se a importância das Análise e Desenvolvimento de Sistemas na disponibilização da informação de um modo geral, desde o uso nas atividades empresariais até a sua utilização em programas sociais e atividades políticas. A organização curricular do curso está em sintonia com as determinações do MEC expostas por meio de documentos oficiais como o Parecer CNE /CP 29 e a Resolução CNE/CP 3, ambos de dezembro de 2002, contendo as diretrizes gerais para os cursos superiores em tecnologia, o Catálogo Nacional de Cursos de Tecnologia e a Portaria MEC/INEP 151, de 5 de setembro de 2008, sendo este último utilizado como parâmetro para elaboração dos conteúdos curriculares. A sua elaboração objetivou o fortalecimento da articulação da teoria com a prática em função das exigências de trabalho, tendo em vista o atendimento das necessidades existentes e latentes no mercado. O planejamento de ensino, baseando-se em metodologias e recursos pedagógicos adequados, objetiva desenvolver no aluno raciocínio lógico, capacidade de liderança, pensamento autônomo, criatividade, flexibilidade, capacidade de trabalho em grupo e, em prol de objetivos comuns, visando responsabilidade social, justiça e ética profissional. Desta forma, preparando o indivíduo para um mercado de trabalho diversificado que exige do profissional a capacidade de interagir com profissionais de outras áreas de conhecimento. 4.4 Missão do curso A missão do curso consiste em oferecer formação profissional específica em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, além da geral e complementar, adequadas para que os alunos adquiram as competências e as habilidades para atuarem de forma contributiva como cidadãos e profissionais na melhoria de suas próprias vidas e dos indivíduos da sociedade em que vivem. 4.5 Objetivos 4.5.1 Objetivo(s) Geral(ais) O curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNIABEU tem como objetivo geral formar profissionais cidadãos com conhecimentos e habilidades necessárias para analisar, projetar, especificar, testar, implantar, documentar e manter sistemas computacionais, tendo em vista o desenvolvimento e utilização de sistemas de informação para resolução de problemas organizacionais em ambientes corporativos e da WEB.

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4.5.2 Objetivo(s) Específico(s) 

identificar, analisar e modelar processos de negócio;

planejar, executar e acompanhar um projeto de desenvolvimento de software;

utilizar ou escolher corretamente alguma linguagem de programação adequada à implementação de um sistemas computacionais de informação;

realizar atividades de garantia de qualidade de software;

implantar e manter sistemas computacionais de informação;

conhecer e utilizar adequadamente recursos de sistemas operacionais e Análise e Desenvolvimento de Sistemas;

conhecer os conceitos básicos de arquitetura de computadores;

aplicar princípios básicos de matemática e estatística na solução de problemas relacionados à área;

conhecer a legislação vigente pertinente à área;

ser empreendedor e ter capacidade de alavancar a geração de oportunidades de negócio na área;

analisar e criticar informações considerando diferentes situações da realidade;

fazer escolhas valorativas avaliando consequências;

comunicar-se nas diversas linguagens de forma coerente;

projetar ações de intervenção;

propor soluções para situações-problema;

construir perspectivas integradoras;

identificar e discutir o perfil do profissional de Informática, o mercado em que atua, abordando, inclusive, questões relacionadas à ética profissional, responsabilidade social e atualização constante na área;

analisar o contexto da sociedade da informação e da comunicação, analisando as principais revoluções técnico-científicas que antecederam a sociedade informatizada;

atuar em equipe multidisciplinar no desenvolvimento de aplicações em variados ambientes com

putacionais.

4.6 Perfil profissional esperado para o formando O formando do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas deverá ser um profissional capaz de analisar, projetar, especificar, testar, implantar, Página 18 de 108


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documentar e manter sistemas computacionais de informação, tendo em vista o desenvolvimento e utilização de sistemas de informação para resolução de problemas organizacionais em ambientes corporativos e da WEB.

Os futuros profissionais do Curso resolverão as seguintes classes de problemas: 1. modelagem

dos

problemas

organizacionais

e

especificação

de

soluções

computacionais com o uso de metodologias adequadas, especificamente em organizações das áreas públicas e privadas; 2. prospecção e identificação de solução computacional, baseada no conhecimento do estado da arte na área de tecnologia da informação e suas aplicações no mundo organizacional; 3. montagem de projetos computacionais específicos para a viabilização das soluções apontadas, envolvendo a especificação das ferramentas de hardware e software necessárias; 4. validação e transmissão da solução do problema de uma forma efetiva e contextualizada ao problema original. Os formandos atuarão no desenvolvimento e utilização de sistemas de informação para soluções de problemas organizacionais ou administrativos em ambientes corporativos e da Web, de diversos tipos de empresas, por exemplo: industriais, de prestação de serviços, de consultoria, empresas produtoras de software, públicas e estatais, exercendo atividades nas diversas áreas da computação, tais como: criação, desenvolvimento, implantação e manutenção de Sistemas de Informação; programação; projetos de Banco de Dados; e administração de Dados e de Banco de Dados. Assim,

poderão

desempenhar

no

mercado

de

trabalho

as

funções

de:

desenvolvedores de software; analistas de sistemas; analistas de suporte; administradores de Banco de Dados; responsável por áreas tecnológicas; responsável pela área de sistemas de informação; empreendedor na área de sistemas de informação; e consultor na área de sistemas de informação. 4.6.1 Competências e habilidades comuns Em consonância com o PDI, a formação dos futuros profissionais deverá considerar o desenvolvimento de competências e habilidades comuns. De modo geral destacam-se: Página 19 de 108


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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas 

construir conhecimentos necessários a sua atuação profissional;

produzir e socializar os conhecimentos apreendidos;

desenvolver uma visão interdisciplinar;

desenvolver a capacidade crítica e criativa;

ser capaz de aprender a aprender;

ser capaz de avaliar as situações problemas e intervir para a busca de soluções;

ter condições de articular teoria e prática;

ter capacidade de ler e interpretar textos variados;

analisar e interpretar gráficos e tabelas;

ter capacidade de desenvolver uma prática investigativa sobre os diferentes problemas da realidade;

estabelecer relações, comparações e contrastes em diferentes situações;

utilizar a linguagem oral e escrita corretamente, com clareza, objetividade e competência argumentativa e comunicativa;

atuar segundo princípios éticos;

desenvolver a autonomia intelectual;

administrar conflitos;

desenvolver a liderança, cooperação e trabalho em equipe;

utilizar em sua prática profissional novos recursos tecnológicos;

identificar e discutir o perfil do profissional, abordando, inclusive, questões relacionadas à responsabilidade social;

buscar atualização constante.

4.6.2 Competências e habilidades específicas 

identificar, analisar e modelar processos de negócio;

planejar, executar e acompanhar um projeto de desenvolvimento de software;

utilizar ou escolher corretamente alguma linguagem de programação adequada à implementação de um sistemas computacionais de informação;

realizar atividades de garantia de qualidade de software; Página 20 de 108


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implantar e manter sistemas computacionais de informação;

conhecer e utilizar adequadamente recursos de sistemas operacionais e redes de computadores;

conhecer os conceitos básicos de arquitetura de computadores;

aplicar princípios básicos de matemática e estatística na solução de problemas relacionados à área;

conhecer a legislação vigente pertinente à área;

ser empreendedor e ter capacidade de alavancar a geração de oportunidades de negócio na área;

analisar e criticar informações considerando diferentes situações da realidade;

fazer escolhas valorativas avaliando conseqüências;

comunicar-se nas diversas linguagens de forma coerente;

projetar ações de intervenção;

propor soluções para situações-problema;

construir perspectivas integradoras;

identificar e discutir o perfil do profissional de Informática, o mercado em que atua, abordando, inclusive, questões relacionadas à ética profissional, responsabilidade social e atualização constante na área;

analisar o contexto da sociedade da informação e da comunicação, analisando as principais revoluções técnico-científicas que antecederam a sociedade informatizada;

atuar em equipe multidisciplinar no desenvolvimento de aplicações em variados ambientes computacionais.

4.7 Princípios Metodológicos Os conteúdos ministrados nos diferentes cursos superiores ofertados pelo Uniabeu devem ser selecionados a partir da identificação das necessidades apresentadas pelos agentes envolvidos no processo de aprendizagem. São princípios metodológicos do UNIABEU: 

estruturar estratégias de ensino que privilegiem a aprendizagem pela descoberta e investigação;

propor atividades de interação entre estudantes, sociedade e o mundo do trabalho;

utilizar diferentes metodologias de ensino, buscando atender, na medida do possível, as individualidades; Página 21 de 108


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promover situações de vivências, simulações, análise de casos, integração grupal e individual e outras que contribuam para o alcance dos objetivos do curso e perfil do egresso previstos nos PPC´s;

ministrar os conteúdos selecionados de forma a deixar clara a relevância dos mesmos no processo de formação profissional e cidadã;

utilizar recursos didáticos, incluindo os tecnológicos, que estimulem e facilitem o desenvolvimento da aprendizagem;

priorizar as estratégias de interação entre docente e estudantes, estimulando o livre debate e a discussão acadêmica, em substituição às aulas totalmente expositivas;

estimular a realização de atividades práticas supervisionadas, considerando que a aprendizagem é, também, desenvolvida em outros espaços e horários.

4.7.1 Adequação da metodologia de ensino à concepção do curso A metodologia de ensino utilizada na formação do Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas está pautada na produção e construção do conhecimento e na capacidade de usá-las em diferentes contextos, que necessitem de: 

visão sistêmica dos problemas apresentados;

criatividade na proposição de soluções para os problemas;

capacidade de planejar, desenvolver, implantar, manter e gerenciar sistemas de Análise e Desenvolvimento de Sistemas;

visão contextualizada da área de sistemas de informação e de computação em termos políticos, legais, sociais e econômicos;

pensamento e projeção de infra-estruturas tecnológicas capazes de suportar os sistemas de informações das organizações;

participação e condução de processos de negociação para o alcance de objetivos;

e condução do futuro profissional a agir de forma autônoma, responsável, cooperativa, ética e organizada. Nesse sentido, os atos de contextualizar e de problematizar os assuntos tratados,

resguardando-se a peculiaridade de cada área de conhecimento, promoverão a aproximação da teoria com a prática, possibilitando o domínio de conceitos e a sua aplicabilidade, reunindo esforços no exercício constante do “aprender fazendo”.

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O princípio interdisciplinar permeará as atividades de ensino e demais atividades acadêmicas, e estas terão como foco a aprendizagem significativa, em que predominarão as situações de vivências, simulações, análise de casos, integração grupal e individual e outras que contribuam para o alcance dos objetivos do curso.

4.7.2 Recursos tecnológicos O curso utiliza diferentes mídias e tecnologias, síncronas e assíncronas, como mais um dos subsídios para o desenvolvimento da aprendizagem. Desta forma são incorporados na rotina acadêmica: ambientes virtuais e suas ferramentas, vídeo aulas, redes sociais, TV convencional, rádio, programas específicos de computadores (softwares), objetos de aprendizagem, conteúdos disponibilizados em suportes tradicionais (livros) ou em suportes eletrônicos (CD, DVD, Memória Flash, etc.), entre outros. No tocante ao ambiente virtual de aprendizagem, a IES utiliza com o Portal Acadêmico (plataforma moodle), hoje um importante recurso que permite acesso aos Planos de Ensino e de Aulas, bem como ao material de apoio às aulas, textos, exercícios, fóruns, entre outros. Neste espaço, também são disponibilizados documentos institucionais e avisos específicos do curso e da IES. 4.8 Critérios de autoavaliação do curso Seguindo os parâmetros estabelecidos pela IES, o processo de autoavaliação do curso, incluindo-se aí a avaliação do Projeto Pedagógico, buscará identificar os elementos que constituem sua realidade, tornando-se primordial, entre outros fatores, a delimitação clara da metodologia que será utilizada. Portanto, a avaliação deverá contemplar os diversos aspectos qualitativos e quantitativos. Neste sentido, cabe conceituar a avaliação como uma ação capaz de decodificar os resultados visando detectar o nível de alcance dos objetivos, a partir da prática dos agentes envolvidos. A partir desta perspectiva, a avaliação institucional dos processos acadêmicos deve privilegiar a questão qualitativa das atividades e projetos do Uniabeu. Sendo assim, o acompanhamento e avaliação das atividades desenvolvidas pelo curso devem favorecer a qualidade do processo acadêmico e ao seu redimensionamento, sempre que assim o exigir. Para tal ocorrerá através dos seguintes níveis, conforme mostra a tabela 2. Página 23 de 108


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Tabela 2 – Níveis de autoavaliação do curso. Nível

Descrição

Acompanhamento contínuo realizado pela Coordenação do Curso, pelo Núcleo Docente Estruturante e Colegiado do curso, através das seguintes ações:

1 Nível micro

realização de reuniões presenciais com o corpo docente e com o Núcleo Docente Estruturante para discussão e revisão do Projeto Pedagógico e análise do nível de integração entre os Planos de Ensino com o PPC e PDI/PPI ;

realização de Fórum (Portal Acadêmico) Virtual para discussão de questões relativas ao Projeto Pedagógico do Curso.

verificação do nível de coerência entre os critérios de avaliação, os objetivos propostos e os assuntos abordados em cada Unidade de Estudo;

acompanhamento do nível de aproveitamento dos estudantes;

busca de informações diretamente com estudantes ou seus líderes através de reuniões com a Coordenação Acadêmica ou enquetes/fóruns realizados através do Portal Acadêmico;

garantia de momentos de reflexão e autoavaliação das atividades acadêmicas realizadas pelo curso;

avaliação realizada com os estudantes, através de instrumento institucional, para levantamento de dados referentes ao desempenho docente, aspecto didático-pedagógico, adequação/atualização dos programas de ensino e das atividades acadêmicas e qualidade do atendimento às expectativas quanto ao perfil profissional desejado, considerando-se as demandas sociais e do mundo do trabalho;

análise dos resultados do processo de avaliação institucional e dos resultados do ENADE e da avaliação externa (se for o caso), para busca de ações de melhoria, atualização e aperfeiçoamento do PPC e processos acadêmicos, sempre que necessário.

Acompanhamento sistemático realizado em conjunto pela Reitoria e Coordenação Geral de Graduação através de: 2

levantamento realizado através de Pesquisa Direta feita aos estudantes, pelo Setor de Telemarketing, onde são entrevistados, em média, 25% dos estudantes dos cursos/turmas que demandem atenção específica em virtude dos resultados da avaliação institucional;

reuniões realizadas com os Líderes de Turma;

Nível intermediário

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reuniões com as Coordenações Acadêmicas, individualmente, por área ou coletiva, objetivando apresentar os resultados das avaliações (interna e externa) e subsidiar o processo acadêmico propondo ações pró-ativas e reativas;

participação, se necessário, das reuniões dos colegiados dos cursos.

Segundo a CONAES (2004): A prática da auto-avaliação como processo permanente será instrumento de construção e/ou consolidação de uma cultura de avaliação da instituição, com a qual a comunidade interna se identifique e comprometa. O seu caráter formativo deve permitir o aperfeiçoamento, tanto pessoal (dos docentes, discentes e corpo técnico-administrativo) quanto institucional, pelo fato de colocar todos os atores em processo de reflexão e autoconsciência institucional.

Neste contexto o Uniabeu implantou em 2004 a Comissão Própria de Avaliação, segundo a legislação vigente e, em 2005 a Subcomissão Interna 3 Nível Macro

Mista de Avaliação (SIMA), sendo reformulada em 2007, surgindo a Comissão Permanente de Avaliação Institucional (CPAI). Ambas fornecem dados significativos e relevantes sobre os aspectos acadêmicos, dentre outros indicadores. Esses dados são analisados e divulgados à comunidade acadêmica. São identificadas e apontadas as potencialidades da Instituição, bem como suas fragilidades. Nestes aspectos são estabelecidos elos de cooperação entre os diversos “atores institucionais” na busca de estratégias que superem os aspectos detectados como pouco satisfatórios ou insatisfatórios.

4.9 Critérios de avaliação da aprendizagem Pensar a avaliação da aprendizagem na formação do profissional em de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pressupõe perceber que esta deve ser coerente com os objetivos desta formação, tendo como pano de fundo o aspecto social e profissional. Neste sentido, cabe a reflexão acerca de alguns princípios que apontam para o real papel da avaliação que é estar a serviço da aprendizagem3: São eles: 

3

o processo de avaliação está relacionado com o processo de aprendizagem;

PDI-Uniabeu

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o processo de avaliação deve ser pensado, planejado e realizado de forma coerente e consequente com os objetivos propostos para a aprendizagem;

o processo de avaliação, para acompanhar o processo de aprendizagem, é contínuo;

a avaliação, como um processo contínuo, permite um constante reiniciar do processo de aprendizagem, até atingir os objetivos finais; e

o processo de avaliação deverá incidir também sobre o desempenho do professor e a adequação do planejamento.

A avaliação da aprendizagem deverá verificar se os objetivos previstos no Plano de Ensino, pelo professor, foram alcançados e seu resultado deverá servir para a constante reavaliação do planejamento docente e dos objetivos e perfil do formando, previstos no Projeto Pedagógico do curso.

A avaliação da aprendizagem será feita por unidade de estudo,

abrangendo aproveitamento e frequência. Tabela 3 – Critérios de avaliação da aprendizagem. Preceitos

Descrição

o diálogo entre professor e aluno é fundamental para que 1

ambos possam conhecer e interpretar os dados e

O processo de avaliação está

informações que apontam se a aprendizagem foi

relacionado com o processo de

efetivada ou não e, nesse sentido, decidirem se mantêm o

aprendizagem.

ritmo progressivo ou se há necessidade de redirecioná-lo em busca da concretização da aprendizagem. Trata-se, portanto, da indissociabilidade entre aprendizagem e avaliação,

caracterizando

esta

última

como

parte

necessária, fundamental, imprescindível e essencial no processo de formação acadêmica. 2

os objetivos a alcançar são os critérios definidores do

O processo de avaliação deve

processo de avaliação, quer dizer, são os objetivos que

ser pensado, planejado e

apontam: “o que avaliar”; “de que forma avaliar”; “qual

realizado de forma coerente e

técnica ou instrumento utilizar para avaliar”; “o que

consequente com os

registrar e de que forma”; “como discutir o aproveitamento

objetivos propostos para a aprendizagem.

da

atividade”; e “qual o

encaminhamento” a

ser

combinado com o aluno, tendo em vista o reiniciar do Página 26 de 108


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processo de aprendizagem.

Havendo a clara

definição dos objetivos e sua integração ao processo de avaliação, será possível ao aluno situar-se, entendendo aonde deverá chegar.

O professor, sabendo quais os

conhecimentos a serem adquiridos pelo aluno e através de que referenciais poderá determinar se foram ou não de fato assimilados. 3

a aprendizagem, comumente, se faz de forma contínua,

O processo de avaliação, para

cumulativa e evolutiva ou em ritmo ascendente em

acompanhar o processo de

direção ao objetivo proposto. Para que possa se

aprendizagem, é contínuo.

concretizar,

necessidade

de

instrumento

de

retroalimentação

contar

com

(feedback)

e

um um

processo de avaliação que seja contínuo, realizado durante toda a aprendizagem. 4 A avaliação, desenvolvida de forma contínua, permite um permanente reiniciar do processo ensinoaprendizagem, até atingir os objetivos propostos.

para que a avaliação se constitua num processo contínuo que

esteja

voltado

para

o

acompanhamento

do

desenvolvimento do aluno, é condição básica que, em todas as atividades previstas e realizadas, estudantes e professores avaliem a coerência com os objetivos propostos,

dando

sequência

ao

planejamento

ou

prevendo estratégias que garantam o reiniciar do processo de aprendizagem. 5

um processo de aprendizagem resulta da inter-relação de,

O processo de avaliação

pelo menos, três elementos: um aprendiz – que procura

deverá incidir também sobre o

adquirir o conhecimento de alguma coisa; um orientador –

desempenho do professor e a adequação do plano.

o preceptor, cuja função é a de colaborar para que o aprendiz consiga seu intento; e um planejamento – que apresente condições básicas e suficientes que, sendo realizadas, permita ao aprendiz e ao orientador atingirem seus objetivos. Assim sendo, o processo de avaliação que procura

oferecer

elementos

para

avaliar

se

a

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aprendizagem está se realizando ou não, deve conter em seu bojo uma análise não só do desempenho do aluno, mas também

do desempenho do professor e da

adequação do planejamento aos objetivos propostos. 6

o processo de aprendizagem é dinâmico e, em geral,

Em todo processo de

ascendente em direção aos objetivos propostos. Não se

avaliação requer-se uma

trata, porém, de um movimento ascendente linear. Ele se

capacidade de observação e

compõe também de desvios e retrocessos. Todavia,

de registro por parte do professor e, se possível, por parte do aluno.

sempre exige, por parte do professor, uma cuidadosa observação, sobretudo do que se relaciona com a aprendizagem, bem como uma troca de ideia entre professor e aluno para encaminhamento posterior, que tanto poderá servir para que o aluno se desenvolva mais rapidamente, como para que ele ou o professor corrijam determinadas falhas em seus desempenhos, ou o planejamento seja melhor adaptado.

7

para consecução eficiente de uma aprendizagem, é de

Dependendo de seus

fundamental importância que além da heteroavaliação

participantes, podemos ter

(avaliação realizada pelo professor), o aluno possa

apenas uma heteroavaliação

desenvolver sua capacidade de autoavaliação, o que

ou contar também com a autoavaliação.

requer todo um trabalho do professor e aluno para que seja

adquirida

e

desenvolvida,

ou

seja,

exige

o

desenvolvimento de habilidades como a de observar-se a si mesmo, comparar e relacionar seu desempenho com os objetivos propostos e honestidade e maturidade pessoal para reconhecer tanto seus sucessos como suas falhas. Trata-se de uma atividade que precisa ser aprendida, treinada e realizada, supondo a existência de um clima de cooperação e confiança entre professor e aluno, mas que, acontecendo se constitui num dos instrumentos mais preciosos, onde o aprendiz se envolve no processo, assumindo sua responsabilidade. Página 28 de 108


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Os instrumentos de avaliação do desempenho discente não se limitam a atribuir notas e/ou conceitos considerando, somente, o número de acertos obtidos em uma prova ou teste de conhecimentos. Muito mais, são utilizados como parâmetros através dos quais a instituição será capaz de definir seus rumos, pautados no perfil esperado para seus egressos. Deste modo, desde 2008, a Coordenação Geral de Graduação (CGG), em colaboração com as Coordenações Acadêmicas dos cursos, realiza a Prova Integrada Semestral (PIS), considerando a necessidade de avaliar o processo de aquisição das competências profissionais previstas nos Projetos Pedagógicos dos cursos de graduação e indicar possíveis mudanças que garantam o alcance dos objetivos dos diversos cursos, além de possibilitar o acompanhamento efetivo do processo de aprendizagem e a avaliação constante das habilidades e competências inerentes à formação acadêmica. A PIS tem como objetivos: I - Acompanhar o processo de aprendizagem, com vistas a suprir possíveis distorções ao longo da formação acadêmica. II- Maximizar o alcance dos objetivos e do perfil profissional descritos nos Projetos Pedagógicos de Curso (PPC`s). IIGarantir o comprometimento de todos os envolvidos diretamente com uma formação profissional de qualidade, possibilitando aos estudantes formados uma real melhoria de suas vidas, como preconiza a nossa Missão.

4.9.1 Autoria de trabalhos acadêmicos Em consonância com a legislação vigente, configura plágio apresentar como próprio a produção intelectual de terceiros. Da mesma forma, contraria os princípios do Uniabeu, submeter como próprio trabalho elaborado por outras pessoas. Assim, as produções que não atendam aos princípios dos direitos autorais serão consideradas nulas.

4.10 Apoio didático-pedagógico aos docentes Nas reuniões de colegiado de curso os docentes apresentam as dificuldades enfrentadas durante o desenvolvimento das atividades acadêmicas. A coordenação acadêmica, a partir das dificuldades relatadas busca oferecer o apoio necessário para solucionar os problemas identificados, através do incentivo à formação continuada e do fornecimento de materiais instrucionais que possam vir a dar suporte às necessidades dos Página 29 de 108


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docentes. As discussões desenvolvidas visam à troca de experiências, garantindo a integração e permitindo o crescimento do corpo docente. Dentre as formas de apoio estão previstos: 

orientação no planejamento das disciplinas de cunho teórico ou práticas: ementa; objetivos; conteúdos; estratégias (técnicas e recursos); procedimentos de avaliação e relevância da bibliografia; considerando os objetivos do curso e o perfil profissional esperado;

encontros individuais, por área ou com todo o corpo docente para alinhamento das ações de forma a possibilitar o desenvolvimento de atividades interdisciplinares;

fóruns de debate utilizando referencial teórico que aborde assuntos inerentes ao fazer docente, bem como, análise dos princípios instituídos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais.

No âmbito do Uniabeu, de acordo com o previsto no PDI, a Reitoria e a Coordenação Geral de Graduação desenvolvem ações de apoio visando à Formação Continuada de todos os docentes da Instituição, através do Programa de Aperfeiçoamento Docente – PROAD. 4.11 Apoio pedagógico e acompanhamento psicopedagógico aos discentes Com relação ao apoio pedagógico, a Coordenação Acadêmica do Curso será responsável em orientar os estudantes nos assuntos inerentes à condução da vida acadêmica. No que tange à aprendizagem, os docentes do curso orientarão os estudantes nas atividades vinculadas ao ensino, à extensão ou à pesquisa em horários específicos para este fim. O acompanhamento Psicopedagógico será desenvolvido por setor específico, o Centro de Apoio Psicopedagógico – CAPSI, que conta com a atuação de Orientadores Acadêmicos, qualificados para este fim. O CAPSI atua como ponto de apoio e suporte aos estudantes para lidar com as seguintes questões: 

processo de adaptação do(a) estudante ao novo espaço acadêmico;

processos de aprendizagem e hábitos de estudo;

desenvolvimento de habilidades intra/interpessoal e atenção às questões motivacionais e de autoestima;

ampliação das possibilidades de sucesso acadêmico e profissional; Página 30 de 108


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integração entre os acadêmicos e profissionais já formados pelo Uniabeu.

A orientação e apoio aos estudantes, com o intuito de minimizar os impasses da vida acadêmica, são desenvolvidas através das seguintes estratégias: 

atendimento para identificação dos possíveis obstáculos existentes no desenvolvimento do processo de aprendizagem e adaptação ao universo acadêmico;

oficinas para o desenvolvimento da aprendizagem e de habilidades intra e interpessoal;

acompanhamento das turmas através de encontros com os seus líderes e análise dos resultados da avaliação institucional, dentre outros indicadores;

estabelecimento de vínculo com profissionais formados pelo Uniabeu para trocas de experiências e informações sobre a sua inserção no mercado de trabalho.

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5 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 5.1 Organização da distribuição das Disciplinas frente aos eixos contidos nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso e coerência com os objetivos e perfil profissional esperado A estrutura curricular do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas tem por base legal o Parecer CNE/CP nº 29, de 03/12/2002 e a Resolução CNE/CP nº 03, de 18 de dezembro de 2002, que estabelecem as diretrizes curriculares nacionais para os cursos de tecnologia e as orientações contidas no no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia (Decreto 5.773/2006). Como o curso não conta com diretrizes curriculares específicas, procurou-se a adequação com os referenciais descritos na Portaria MEC/INEP151, de 05 de setembro de 2008, que relaciona as competências e habilidades dos estudantes que participaram do ENADE/2008. Embora este não seja um documento que estabeleça uma doutrina curricular, aponta os conhecimentos profissionais necessários para esta área, servindo de parâmetro para melhor adequação e atualização da formação acadêmica. Sendo assim, o curso apresenta uma carga total de 2480 horas, sendo 2280 dedicadas aos conteúdos de cunho geral, básico e profissional e 200 horas de Atividades Acadêmicas Complementares. 5.1.1 Temas da atualidade Numa abordagem transversal, o curso trata de questões globais inerentes à formação profissional e cidadã. Desta forma, estão presentes, em conteúdos específicos das disciplinas do Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas, bem como na realização de projetos interdisciplinares, discussões sobre a Educação das Relações Etnicorraciais e os assuntos referentes às questões e temáticas que dizem respeito aos afrodescendentes, conforme Resolução CNE/CP nº1/2004; o debate a respeito da Educação Ambiental e da promoção da qualidade de vida e da sustentabilidade, conforme a Lei nº 9.795, de 27/04/1999 e a problematização da Educação em Direitos Humanos para a mudança e a transformação social, de acordo com a Resolução CNE/CP nº1/2012 .

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5.2 Modos de integração entre teoria e prática. A integração teoria e prática está presente ao longo do curso através da diversificação de experiências curriculares desenvolvidas no interior das disciplinas (conteúdos teóricopráticos e Atividades Práticas Supervisionadas), bem como através da realização de projetos e atividades acadêmicas que permitam ao acadêmico maior aproximação com o contexto profissional. Como componentes curriculares integradores, destacam-se, dentre outras: Estudos Especiais e Estudos Integrados, TCC e Atividades Acadêmicas Complementares. Visando ao fortalecimento da aplicação prática dos conhecimentos, o curso promove as seguintes atividades:

5.3 Mecanismos utilizados para atualização curricular. Sendo a atualização curricular um dos aspectos que irá contribuir para a formação de profissionais de Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas competentes e comprometidos com o seu fazer profissional em nível pessoal, profissional, técnicocientífico, social e político, são realizados encontros do colegiado do curso, no início de cada semestre, na semana reservada para planejamento, prevista em calendário acadêmico, objetivando (re) avaliar os programas propostos para cada disciplina, bem como as atividades acadêmicas realizadas, tendo como base: as Diretrizes Curriculares Nacionais, os princípios previstos neste projeto, os resultados obtidos na autoavaliação realizada no interior do curso e na avaliação institucional, avaliações externas (se for o caso) e as necessidades e expectativas dos estudantes da graduação relacionadas aos contextos de atuação profissional. Esses encontros, além de possibilitar a atualização curricular facilitarão a troca de experiências e maior articulação entre as atividades previstas para o ensino, a pesquisa e a extensão.

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5.4. Matriz Curricular 5.4.1.Coerência da proposta curricular com os objetivos do curso e o perfil profissional esperado. Para que o objetivo do curso possa ser atingido, dar-se-á ênfase aos aspectos da formação profissional em si, com destaques para os conceitos que sustentam as tecnologias, complementada

por

uma

formação

multidisciplinar,

que

possibilitará

uma

melhor

compreensão do mundo e da sociedade. A organização curricular do curso foi desenvolvida de modo a ser aderente às recomendações do perfil do formando, em função da existência de um conjunto de disciplinas que contempla, além do perfil, as competências e habilidades desejadas e que, ao mesmo tempo, viabiliza a inserção do formando em um mercado de trabalho diversificado.

A formação em Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas envolve perspectivas múltiplas e conhecimentos multidisciplinares que incluem diversos campos do conhecimento, tendo em vista, ao mesmo tempo, formação técnica e humanística, geral e especializada.

5.4.2.Organização da distribuição das Disciplinas frente aos eixos contidos nas Diretrizes curriculares Nacionais para o curso.

O desempenho das funções profissionais do Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNIABEU implica em uma capacitação que integre conhecimentos da formação profissional, complementar e geral. O primeiro grupo diz respeito à formação profissional do discente. Essa formação está subdividida em três subgrupos que tratam, respectivamente, da: I- formação básica aplicada, II- formação tecnológica e III- interunidade de estudos. A formação básica aplicada tem a finalidade de fornecer ao estudante o embasamento teórico-prático necessário à compreensão da formação tecnológica específica. Essa formação compreende os princípios básicos da informática, que são aplicados no projeto de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, para que se tornem tecnicamente viáveis e sustentáveis. Nesse caso as competências e habilidades da formação profissional básica Página 34 de 108


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aplicada consistem em aplicar os conceitos básicos relativos a sistemas de computação, arquitetura de computadores, estrutura de dados, sistemas operacionais, banco de dados, engenharia de software e programação estruturada, tendo em vista as soluções desenvolvidas na área de Análise e Desenvolvimento de Sistemas. A formação tecnológica pretende dar ao discente e ao futuro profissional a qualificação para aplicar os conhecimentos básicos na resolução de problemas tecnológicos específicos da área de Análise e Desenvolvimento de Sistemas. O desenvolvimento tecnológico é estruturado com vistas à criação de mecanismos e projetos de Análise e Desenvolvimento de Sistemas que venham a atender às necessidades e interesses específicos dos usuários. A formação interunidade de estudos visa intensificar a relação “teoria-prática”, presente ao longo do curso, e o desenvolvimento das habilidades, competências relativas à maturidade acadêmica. Os Estudos Integrados caracterizam-se pela consolidação, contextualização e integração dos conteúdos já trabalhados, tornando possível a aplicabilidade e a consolidação dos conhecimentos em projetos de natureza tecnológica. Os Estudos Especiais caracterizam-se pela sua flexibilidade, podendo contemplar um conteúdo mais direcionado às necessidades regionais e de atualização dos futuros tecnólogos. As competências e habilidades tecnológicas juntamente com as interunidades de estudos são: 

planejar, executar e acompanhar um projeto de desenvolvimento de software;

utilizar ou escolher corretamente alguma linguagem de programação adequada à implementação de um sistemas computacionais de informação, inclusive tendo em vista o paradigmas atuais como a orientação a objeto e a programação em ambientes móveis;

implantar e manter sistemas computacionais de informação;

conhecer e utilizar adequadamente recursos relativos à tecnologia e ambiente WEB na Análise e Desenvolvimento de Sistemas;

construir perspectivas integradoras;

utilizar metodologias de modelagem de sistemas;

conhecer e utilizar os conceitos de redes de computadores em resoluções de problemas relativos ao desenvolvimento de sistemas;

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A formação complementar envolve as áreas de ciências sociais aplicadas, ciências exatas e ciências humanas. Essa formação vem no sentido de complementar à formação técnica, dando acesso, por parte do estudante, aos elementos conceituais de outras áreas de atuação, o que contribui para a formação do cidadão ético e inserido no contexto social e para a perspectiva da interação do discente com os demais campos de saberes. A formação em ciências sociais aplicadas visa a integrar o estudante com o seu campo de atuação profissional. Fornece mecanismos e instrumentos para que ele conheça e domine o funcionamento das organizações, seus sistemas e processos, incluindo o conhecimento das determinações legais que afetam essa atuação. A área de ciências exatas está intimamente ligada à área de informática, contribuindo não somente como campo de aplicação, mas também como responsável pelo desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático do estudante e da sua capacidade de abstração. Finalmente, a formação humanística objetiva dar ao estudante a capacidade de compreender, refletir e agir nos processos que envolvem as relações humanas e seus significados. Nesse caso, as competências e habilidades são: 

ser criativo e inovador na proposição de soluções para os problemas e na identificação de oportunidades de negócios nas organizações;

criar, participar e conduzir processos e grupos de negociações empresariais, no âmbito de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, para o alcance dos objetivos estratégicos da organização;

ter uma visão contextualizada e crítica relativa à tecnologia da informação, com foco em Análise e Desenvolvimento de Sistemas principalmente, em termos políticos, sociais e econômicos;

atuar social e profissionalmente de forma ética;

gerenciar e liderar equipes de desenvolvimento de projetos, sistemas e tecnologias;

compreender as características do conhecimento científico, seu caráter ético e suas formas de comunicação no meio acadêmico;

aplicar conceitos relativos à matemática e estatística como ferramenta no aprendizado da tecnologia da informação aplicada a Análise e Desenvolvimento de Sistemas; e

buscar atualização constante em alguns temas eletivos relacionados à problemática social e pessoal provocada pela informática, focando em Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

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A formação curricular é completada por um grupo chamado de formação geral, em que são agrupadas as etapas formativas que contribuem para a formação técnica e complementar, tendo em vista a instrumentalização do futuro profissional em tópicos relacionados a questões metodológicas e da linguagem. As competências e habilidades relativas à formação geral são: 

expressar idéias, projetos, atividades e soluções de forma clara e coerente, por meio de técnicas e linguagem de comunicação apropriada para cada situação;

analisar e criticar informações;

utilizar os conceitos relativos ao conhecimento científico, de forma ética, para comunicarse no meio acadêmico;

aplicar o raciocínio lógico para a conclusão por indução ou/e deduções, para detecção de contradições e elaboração de sínteses;

questionar a realidade;

projetar ações de intervenção;

construir perspectivas integradoras.

estabelecer relações, comparações e contrastes em diferentes situações;

fazer escolhas valorativas avaliando conseqüências; e

administrar conflitos.

Tabela 4. Distribuição das Unidades de Estudo por formação Formação

Área

Profissional

Básica Aplicada

Unidades de Estudo Sistema de Computação Sistemas Operacionais I e II Técnica de Programação Estruturada Estrutura de Dados Arquitetura de Computadores I e II Projeto em Banco de Dados Engenharia de Software

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Tecnológica

Inter-unidade de Estudos Ciências Sociais Aplicadas Complementar Exatas Humanas

Geral

Ambiente WEB Tecnologias WEB Fundamentos de Redes Modelagem de Sistemas Programação Orientada a Objetos Gerência em Projetos de Tecnologia Tópicos Avançados em Programação Tópicos Avançados de Processamento de Dados Segurança da Informação Digital Programação em Ambientes Móveis Desenvolvimento de Projetos de Sistemas I e II Administração de Sistemas de Informação (Optativa) Tópicos Especiais em Informática (Optativa) Estudos Integrados I e II Estudos Especiais Negócios na Internet Informática e Sociedade Empreendedorismo Matemática Discreta I e II Estatística Propriedade Intelectual e Ética Teoria e Prática do Texto Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS (Optativa) Inglês Técnico Metodologia Cientifica e da Pesquisa

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Gráfico 2. Áreas de formação.

Gráfico 3. Apresntação dàs áreas de formação especificadas.

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Tabela 5. Matriz curricular do curso de TADS.

Matriz Curricular por Créditos, Pré-Requisitos e Habilitação/Especialização Código

Carga horária (*) Créd. T P APS Acad.

Disciplina (Nome completo)

1º PERÍODO U020794 Sistemas de Computação U040601 Matemática Discreta I U040810 Técnicas de Programação Estruturada U040019 Ambiente WEB U020837 Teoria e Prática do Texto U020534 Inglês Técnico U020797 Sistemas Operacionais I

30 60 60 30 30 30 30

30 30 60 60

30

30

30 30 30 60 60 30

30 60 60 30 30

60 30 30 30 30

Total:

20 10 20 20

4 2 4 4

4 2 4 4

10

2

2

18

18

30 30

2 4 4 4 4 2

2 4 4 4 4 2

20

20

2 8 4 2 2

2 8 4 2 2

18

18

8 2 4 2 4

8 2 4 2 2

20

18

10 20 20 20 20 10

60

10 40 20 10 10

360

Total: 5º PERÍODO U080726 Programação Orientada a Objetos U020460 Gerência em Projetos de Tecnologia U040850 Tópicos Avançados de Programação U020732 Propriedade Intelec & Ética U040117 Desenvolvimento de Projetos de Sistemas I

2 4 4 4 2 2 2 20

400

Total: 4º PERÍODO U020032 Arquitetura de computadores II U080728 Projeto em Banco de Dados U040636 Modelagem de Sistemas U020327 Estudos Integrados I U020202 Empreendedorismo

2 4 4 4 2 2 2 20

360

Total: 3º PERÍODO U020031 Arquitetura de computadores I U040236 Estatística U040824 Tecnologias WEB U040215 Engenharia de Software U040442 Fundamentos de Redes U020530 Informática e Sociedade

10 20 20 20 10 10 10

400

Total: 2º PERÍODO U040240 Estrutura de Dados U020602 Matemática Discreta II U040641 Negócios na Internet U040798 Sistemas Operacionais II Optativas U020612 Metodologia Científica e da Pesquisa

30

60 30 30

400

Créd. Fin.

40 10 20 10 20

Código PréRequisitos

Cód. Hab

U040810

U020797

U040240

U020031 U040215

U040240

U040636/U08 0728

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6º PERÍODO U020849 Tópicos Avanç. Proc. de Dados U040118 Desenvolvimento de Projetos de Sistemas II U020780 Segurança da Informação Digital U040241 Estudos Especiais U040725 Programação em Ambientes Móveis U020237 Estudos Integrados II

30 30 30 60 30 30

30

30

10 20 10 20 20 10

360

Total:

2 4 2 4 4 2

2 2 2 4 4 2

18

16

U040117

Tabela 6. Relação de Disciplinas Optativas Carga horária (*) Código U020564 U020002 U020933

Disciplina (Nome completo)

T

Lingua Brasileira de Sinais - LIBRAS Administracao de Sistemas de Informacao Topicos Especiais em Informatica

Créd. APS Acad.

P 30

30 30

Tabela 7. Outros componentes curriculares Outros Componentes Curriculares ------Atividades Complementares ------Estágio Curricular ------Total 2400 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO Carga horária total do curso

10 10 10

200 0 200 --------

Créd. Fin.

Código PréRequisitos

2 2 2

2 2 2

-----------------------------

-----------------------------

----------------------

2400

Tabela 8. Componentes Curriculares Componentes Curriculares

Horas Aula

Teórico-Práticos Atividades práticas Supervisionadas Atividades Acadêmicas Complementares (AACs) Estágio Curricular Supervisionado TOTAL

Créditos

“HorasRelógio”

2400 200

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5.5 Fluxograma

Grรกfico 4. Flusograma do curso de TADS

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6 ATIVIDADES ACADÊMICAS 6.1 Atividades Acadêmicas Complementares Buscando conciliar flexibilização e enriquecimento curricular com a atualização necessária à formação acadêmica do futuro Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, bem como favorecer o desenvolvimento da autonomia, tornando-o agente de sua formação, em consonância com os novos paradigmas profissionais, o curso prevê uma carga específica (200 h) para a realização de Atividades Acadêmicas Complementares. Tais atividades têm por objetivo principal promover a interdisciplinaridade por meio de um maior número de conexões entre campos do saber, através da participação em atividades diferenciadas das já previstas nos Planos de Ensino das Disciplinas, oportunizando meios de atender à individualidade e subjetividade do estudante, uma vez que este poderá optar por diferentes atividades no âmbito do ensino, da pesquisa e da extensão, desde que atendidos os objetivos acadêmico-profissionais correlatos ao curso e as diretrizes da Instituição. Além dos estudantes buscarem atividades de interesse próprio, o Colegiado do curso planeja a oferta de atividades que contemplem o objetivo aqui exposto, ampliando a oportunidade de participação dos estudantes. O Regulamento das atividades acadêmicas complementares consta no anexo II. 6.2 Extensão A política de extensão do Uniabeu tem por finalidade dotar a instituição de um plano de referência para sua ação

educativa, no que se refere aos programas e projetos

extensionistas. Pela sua relevância, não é difícil projetar a importância da extensão e suas implicações no processo formativo. Sua implementação altera qualitativamente a formação do educando. Portanto, a extensão deve criar as condições necessárias, para que

a universidade

materialize sua relação com a sociedade, articulando a pluralidade de ideias e as propostas de ensino e pesquisa. Desta forma, a extensão como ação educativa e formativa deve ser estruturada como elemento capaz de transformar a comunidade em que a IES está inserida. Nela se articula o Página 43 de 108


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processo formativo, isto é, uma ação que deve ser criadora de conhecimento, como também, resultado deste conhecimento. A partir desta perspectiva, os programas devem apresentar um planejamento onde o estudante poderá construir seu conhecimento na ação fundamentada em modelos teóricos e conceituais. O Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas tem desenvolvido, desde a sua criação, vários projetos de Extensão, que também constituem campo para o desenvolvimento de projetos de pesquisas, dentre eles destacam-se: O desenvolvimento dos trabalhos de Conclusão de curso tem como foco para alguns grupos o desenvolvimento de sistemas que atendam a demanda da própria instituição, no período corrente, quatro projetos fomentam essa metodologia atendendo outros cursos da instituição, como Educação física, Fisioterapia e Letras, os alunos vão até as unidades que foram relacionadas e em campo executam tarefas de um profissional de análise de sistemas, como levantamento de requisitos, entrevistas, modelgam de negócios e modelagem de sistemas, etapas que envolvem a primeira fase do TCC, sendo a seunda fase a implementação.

6.3 Mecanismos de Nivelamento Em consonância com a missão da Instituição e com sua responsabilidade social em inserir o estudante no mundo acadêmico e prepará-lo para as práticas sociais e para o mundo do trabalho, torna-se necessário o planejamento de cursos de otimização do conhecimento e da aprendizagem. Esses cursos têm como objetivo principal o resgate, o aprimoramento e a ampliação de conhecimentos básicos e essenciais ao desenvolvimento dos estudos em nível superior. Neste sentido, os cursos de otimização do conhecimento e da aprendizagem podem suprir possíveis lacunas que têm relação direta com a formação anterior ou com um longo período de afastamento da realidade escolar, promovendo condições de seguir, de forma mais proveitosa, a trajetória acadêmica. A Coordenação Geral de Graduação (CGG), através do Programa de Nivelamento Discente (Pronidi), organiza diferentes cursos nas diversas áreas do universo acadêmico. São objetivos gerais do programa: 

otimizar o conhecimento, ampliando as possibilidades de percepção dos diferentes aspectos do universo acadêmico;

aprimorar conhecimentos imprescindíveis ao prosseguimento dos estudos.

Os cursos são oferecidos ao longo do período letivo e no período de férias escolares. Página 44 de 108


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6.4 Monitoria O Curso oferece bolsa de Monitoria a estudantes com destacado desempenho acadêmico, de acordo com as vagas ofertadas em processo seletivo através de edital específico. Dessa forma, além de oferecer a oportunidade de complementação da formação discente, em muitos casos, a bolsa concedida permite a continuidade dos estudos dos estudantes-monitores. A Monitoria Acadêmica tem como objetivo geral proporcionar aos discentes a oportunidade de realização de atividades acadêmicas complementares de cunho teóricoprático, vinculadas a uma das seguintes modalidades: I - Monitoria de Ensino; II - Monitoria de Extensão; III - Monitoria de Laboratório. As diretrizes básicas para a implantação da atividade de monitoria estão expressas no Regimento Geral da IES. Ao implantar tal atividade a Coordenação Acadêmica publica edital, divulgando todos os procedimentos necessários para que o acadêmico participe. 6.5 Pesquisa O Uniabeu trata a pesquisa como propulsora essencial da qualidade do ensino e como apoiadora indispensável às atividades de Extensão através de programas que impulsionam a qualificação do ambiente acadêmico. São desenvolvidos três grandes programas de apoio a pesquisa: Programa de Apoio a Pesquisa (PROAPE), Programa de Bolsas Institucionais (PROBIN) e o Programa de Iniciação Científica (P.I.C.). O PROAPE e o PROBIN consubstanciam o propósito do Uniabeu em articular ensino, pesquisa e extensão. Tem como finalidade fomentar a produção científica desenvolvidas por docentes no âmbito do Uniabeu através da concessão de bolsa de capacitação. O PROAPE é facultado somente a docentes com título de doutor. Os projetos são avaliados e aprovados externamente pela Fundação Nacional de Desenvolvimento do Ensino Superior Particular (Funadesp).

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As normas dos programas são definidas por meio da publicação em edital elaborado pela Gerência de Pós-Graduação e Pesquisa. O Programa de Bolsas Institucionais é de maior abrangência, pois permite a participação de todos os docente da IES (especialistas, mestres e doutores). Tem por objetivo estimular as atividades de pesquisa e extensão dos docentes da Instituição. Para cada projeto aprovado são concedidas bolsas discentes para aqueles que estejam regularmente matriculados em curso de graduação do Uniabeu. Os critérios para indicação dos discentes bolsistas serão definidos pelo docente responsável pelo projeto, explicitados através de edital próprio devidamente aprovado pela Gerência de PósGraduação e Pesquisa. O Programa de iniciação Científica – PIC destina-se a estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação da IES. Objetiva a promoção do desenvolvimento acadêmico, levando em consideração a política de pesquisa e a formação de profissionais capazes de corresponder às exigências do mundo contemporâneo. A iniciação científica é definida como um instrumento de formação, que permite introduzir o estudante de graduação na pesquisa científica. Sendo assim, ela deve possibilitar o contato direto do educando com a atividade científica, engajando-o na investigação proposta e orientada por professores pesquisadores qualificados. A iniciação científica caracteriza-se por um instrumento de apoio teórico e metodológico à realização de projetos de pesquisa, constituindo-se num canal adequado de auxílio para formação de uma nova mentalidade.

6.6.1 Programa de Apoio Profissional – PAP Responsável pela coordenação e acompanhamento das atividades de estágio, no âmbito do Uniabeu, junto as empresas conveniadas. Principais atribuições : 

estabelecer e manter contatos diretos com empresas e agentes de integração, buscando oportunidades de estágios e empregos para estudantes e ex-estudantes do Uniabeu;

divulgar as vagas oferecidas;

selecionar os candidatos mediante análise curricular, parecer dos coordenadores e situação acadêmica legal do estudante, encaminhando-o para a vaga oferecida; Página 46 de 108


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gerenciar os dados dos estudantes que são encaminhados para estágios e empregos e os resultados desses encaminhamentos;

divulgar os resultados dos números de estágios e empregos preenchidos com os estudantes do Uniabeu, semanalmente, para a Reitoria, Gestores e Coordenadores Acadêmicos;

orientar candidatos não aproveitados, indicando-os para cursos de qualificação, com apoio dos Coordenadores Acadêmicos.

acompanhar a elaboração dos documentos de estágios curriculares, obrigatórios e não obrigatórios do Uniabeu;

encaminhar documentos dos estudantes dos estágios curriculares obrigatórios do Uniabeu para a Diretoria Adjunta de Recursos Humanos providenciar a inclusão dos mesmos no seguro contra acidentes pessoais;

Organizar atividades que visem reunir e congregar egressos dos cursos do Uniabeu, com o objetivo de favorecer o networking e atualizar contatos.

6.7 Trabalho de conclusão de curso O Trabalho de Conclusão de Curso deverá consagrar os conhecimentos construídos pelos estudantes ao longo do curso, levando-os a refleti-los, organizá-los e sistematizá-los. O TCC deve, também, oportunizar o desenvolvimento de procedimentos metodológicos e de pesquisa, culminando no desenvolvimento da produção científica individual, configurando-se na elaboração monografias ou outros a serem apresentados em período previsto no calendário acadêmico. Neste âmbito pretende-se estimular o desenvolvimento do trabalho autônomo e, ao mesmo tempo, fomentar a relação ensino-pesquisa-extensão. Sendo assim, os temas escolhidos serão resultado em grande parte das reflexões e ações desenvolvidas ao longo do processo de formação acadêmica, incluindo-se aí a participação nos Estágios e atividades de extensão. Para avaliação final o trabalho deverá ser apresentado a uma banca examinadora e aberta à comunidade interna e externa, de forma a disseminar a informação científica.

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7 CORPO DOCENTE O corpo docente é composto por docentes doutores, mestres e especialistas, com experiência acadêmica e profissional. Informações mais detalhadas, inclusive com relação à distribuição de professores por disciplinas, regime de trabalho, titulação, tempo de dedicação ao curso, entre outras, estão expostas no apêndice III. 7.1 Núcleo Docente Estruturante – NDE O Núcleo Docente Estruturante do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas é composto por 05 membros do corpo docente, com reconhecida titulação e experiência acadêmica e profissional. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante, entre outras4:

4

I-

acompanhar o processo de concepção, implementação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso – PPC;

II-

avaliar o desenvolvimento do PPC, propondo reformulações ou adequações que se apresentem necessárias à sua integral consecução, respeitando-se as diretrizes acadêmicas previstas no Plano de Desenvolvimento Institucional e demais normas da IES;

III-

contribuir para o alcance do perfil profissional previsto no PPC;

IV-

zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais específicas para o curso e gerais;

V-

participar da elaboração do acompanhando sua execução;

VI-

zelar pela integração curricular interdisciplinar, propondo atualização dos Planos de Ensino no tocante à ementa, conteúdos, atividades práticas supervisionadas, metodologias, procedimentos de avaliação e bibliografias;

VII-

analisar os resultados dos processos de avaliação interna e externa propondo ações que visem à melhoria constante do curso;

VIII-

indicar formas de incentivo à pesquisa e extensão oriundas das necessidades da graduação, das exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas inerentes à área de conhecimento do curso.

Plano

de

Atividades

Semestral

do

curso

Art. 4º, Deliberação UNIABEU/CONSEPE nº 195/2012.

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A Deliberação que normatiza o funcionamento do NDE encontra-se anexa a este Projeto. Abaixo, segue quadro de professores que compõem o Núcleo Docente Estruturante do Curso: Tabela 9 – Núcleo docente estruturante

DOCENTES Marcelo Pitanga Alves Ricardo Marciano dos Santos Marta Sorvi dos Santos Elizângela Quaresma Soares Eira Eduardo José Paz Ferreira Barreto

TITULAÇÃO Mestre Mestre Doutora Especialista Doutor

7.2 Colegiado do Curso O Colegiado do Curso, formado pelo conjunto de professores, com representatividade discente e presidido pela Coordenação Acadêmica, é a instância de discussão e definição das metas a serem implementadas no âmbito do curso, dentre outras atribuições. São atribuições do colegiado, conforme o Estatuto do Uniabeu: 

Elaborar, no início de cada período letivo, o plano de atividades acadêmicas, propondo o desenvolvimento de cursos, programas e projetos de pesquisa, pósgraduação e de extensão no âmbito do curso ou integrado a outros cursos, submetendo-o à apreciação dos setores competentes.

Propor aos órgãos da Administração Superior alterações na estrutura do curso.

Elaborar e aperfeiçoar, em conjunto com a Coordenação Acadêmica, o Projeto Pedagógico do Curso – PPC.

Opinar sobre as ementas e conteúdos programáticos das disciplinas do curso, observando a sua relação com os objetivos e com o perfil profissional esperado.

Discutir sobre a metodologia, os procedimentos e critérios de avaliação e sobre a bibliografia indicada nos planos de ensino.

Analisar o resultado do desempenho acadêmico dos estudantes e seu aproveitamento nas disciplinas do curso, propondo ações necessárias à melhoria da qualidade do ensino.

Analisar o relatório emitido pelas comissões de avaliação por ocasião de autorização, reconhecimento ou renovação de reconhecimento do curso, propondo ações para fortalecer as potencialidades e minimizar as fragilidades apontadas, quando necessário.

Analisar o resultado das avaliações externas realizadas pelos estudantes estabelecendo estratégias para suprir possíveis deficiências. Página 49 de 108


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Opinar sobre decisões tomadas pelo Coordenador Acadêmico.

Analisar e deliberar, em grau de recurso, sobre assuntos de natureza acadêmica do curso.

Propor, à Coordenação Geral de Graduação e à Gestão do Campus, normas sobre a organização, utilização e administração de laboratórios e materiais ligados ao curso.

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8 INFRAESTRUTURA 8.1 Espaço Físico do curso Tabela 10. Espaço Físico do curso Espaço Físico

Descrição

Coordenação do Curso e Serviços Acadêmicos

O espaço físico destinado à Coordenação Acadêmica atende aos padrões de qualidade para o desenvolvimento e suporte das atividades desenvolvidas, entre elas atendimentos aos docentes e estudantes. 01 computador conectado à impressora c/ acesso à Internet

Sala de Professores

A sala dos professores é devidamente climatizada, ventilada, com instalações novas e iluminada, contendo computadores à disposição dos professores com acesso à internet e sistema de wirelles. O curso possui ambiente apropriado para a realização de reuniões. 04 computadores conectados à impressora c/ acesso à Internet. Mesa para reuniões e banheiros exclusivos.

Salas de Aula

O campus possui 24 (vinte e quatro) salas de aulas com área média de 60 (sessenta) m2 devidamente equipadas e climatizadas atendendo plenamente aos quesitos necessários à atividade desenvolvida.

Gabinetes de Trabalho para Professores – Tempo Integral

O Curso possui uma sala destinada às reuniões do NDE e aos Docentes com Dedicação Integral, atendendo aos padrões de qualidade para o desenvolvimento e suporte das atividades desenvolvidas e equipadas com computador ligado à internet.

Auditório

O campus possui auditório(s) para realização de eventos acadêmicos. Com recursos de audio e video.

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8.2 Laboratórios Os laboratórios de informática têm por objetivo possibilitar ao aluno a prática em sistemas computacionais, de acordo com a teoria abordada nas disciplinas, cada qual com suas ementas estabelecidas neste projeto, seja como atividade em sala de aula, atividades práticas supervisionadas ou extra classe. Esses laboratórios estão sob a responsabilidade da Gestão do Campus, sendo organizados segundo as necessidades do curso, definidas pela coordenação acadêmica. Com relação aos horários e funcionamento dos laboratórios, todo início de semestre, os professores devem reservar seus horários nos laboratórios, dependendo das necessidades previstas em seus planos de ensino. Essa reserva, então, serve para que a equipe de funcionários responsável pelos laboratórios elabore, junto com a coordenação dos cursos, os horários ou escala de uso dos laboratórios, incluindo os horários livres, em que os discentes podem realizar suas tarefas extra classe. De acordo com as disciplinas oferecidas no semestre, a coordenação envia uma lista de software para serem instalados em cada laboratório. A equipe que trabalha atualmente nos laboratórios é composta de três funcionários atuando no turno da tarde e da noite. O Curso dispõe dos seguintes laboratórios, todos localizados no Campus 6, onde o curso é oferecido: Laboratório I, II, III e

IV todos são destinados às aulas práticas de

disciplinas relativas a sistemas operacionais, linguagem de programação e banco de dados, práticas cujos conteúdos envolvam equipamentos de redes, softwares de emulação de serviços e componentes do projeto lógico de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, prática da implementação física e lógica de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, envolvendo, por exemplo, o uso da metodologia de “crimpagem” de cabos até a configuração “real” de equipamentos profissionais. Nesse caso, os alunos realizam práticas como administradores, tendo permissão para instalação de softwares, criação e inserção de micros em domínios, alteração de características da rede, bem como criação de sub-redes, endereçamento dos micros e outras. Além dos softwares de gerenciamento de redes, há também os de automação de escritório, que permitem o desenvolvimento de relatórios a partir das experiências dos alunos. A tabela a seguir contém a descrição e quantidade dos equipamentos de cada laboratório, bem como a sua localização e metragem.

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Tabela 11. Informações descritivas e quantitativas sobre os laboratórios de Informática

Laboratório (nº ou Nome) Laboratório I: Localização O Laboratório I está situado no 1º andar do Campus VI da UNIABEU, em Nova Iguaçu Equipamentos (Hardware instalado e outros) Qtde Especificações 22

8

Desktops HP Compaq 8100 – Elite / Intel Core I5 650 3.2 GHz / 4GB / DVD-RW / 1 TB Monitor 19” LCD/ Mouse / Teclado / Acesso a rede Local e Internet. Desktops HP Compaq 8100 – Elite / Intel Core I5 650 3.2 GHz / 4GB / DVD-RW / 320 GB Monitor 19” LCD / Mouse / Teclado / Acesso a rede Local e Internet.

Laboratório (nº ou Nome) Laboratório II: Localização O Laboratório II está situado no 1º andar do Campus VI da UNIABEU, em Nova Iguaçu Equipamentos (Hardware instalado e outros) Qtde Especificações 20

Desktops Positivo Master / Intel Core I5 2310 2.9GHz / 4GB / 500GB Monitor 19” LCD/ Mouse / Teclado / Acesso a rede Local e Internet.

Laboratório (nº ou Nome) Laboratório III: Localização O Laboratório III está situado no 1º andar do Campus VI da UNIABEU, em Nova Iguaçu Equipamentos (Hardware instalado e outros) Qtde Especificações 20

Desktops Positivo Master / Intel Core I5 2310 2.9GHz / 4GB / 500GB Monitor 19” LCD/ Mouse / Teclado / Acesso a rede Local e Internet.

Laboratório (nº ou Nome) Laboratório IV Localização O Laboratório IV está situado no 1º andar do Campus VI da UNIABEU, em Nova Iguaçu Equipamentos (Hardware instalados e outros) Computadores Qtde Especificações 17

3

Desktops HP Compaq 8100 – Elite / Intel Core I5 650 3.2 GHz / 4GB / DVD-RW / 1 TB Monitor 19” LCD/ Mouse / Teclado / Acesso a rede Local e Internet. Desktops HP Compaq 8100 – Elite / Intel Core I5 650 3.2 GHz / 4GB / DVD-RW / 320 GB Monitor 19” LCD/ Mouse / Teclado / Acesso a rede Local e Internet.

Outros equipamentos 01 Access Point AP Router WR 254HT; 04 Access Point GTS Sky Range 54 Mbps - 2,4 Ghz; 01 HD Externo Samsumg M2-Portable 500GB; 02 KVM DLink DKVM -4K 4 Portas; 01 Modem ASGA CH3 - Media Converte; 01 Modem Huawei HG521 ADSL; 01 Modem Página 53 de 108


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Parks Z048SHDSL; 06 Patch Panel Furukawa 24 Portas - CAT 6; 02 Patch Panel Maxi Telecon Maxi Telecon 24 Portas - CAT 6; 01 Roteador Datacom DM7066CR; 01 Switch 3COM 3CFSU05 5 Portas - 10/100; 01 Switch 3COM 3C16708 8 Portas 10/100; 01 Switch DLINK DES1008D 8 Portas - 10/100; 01 Switch Encore ENH908 8 Portas - 10/100; 10 Switch HP J9078A 24 Portas - 10/100/1000; 05 Switch Planet FNSW2401 24 Portas - 10/100.

8.3 Biblioteca A Biblioteca encontra-se aberta a todos os segmentos da comunidade, tendo em seu acervo, que engloba vários tipos de materiais (livros, audiovisual, periódicos e materiais especiais), as obras de caráter geral e aquelas que servem especificamente ao curso, ou seja, os títulos/exemplares relativos à bibliografia básica e complementar, determinadas para cada componente curricular, inclusive periódicos e vídeos. A Biblioteca oferece a possibilidade de realização de empréstimos (local ou domiciliar), reserva e consulta de obras nas condições descritas em Regulamento próprio, apoiado pelo sistema de informação da IES. Além desses serviços, pode orientar os estudantes em trabalhos acadêmicos, em especial, na elaboração das referências, que devem estar de acordo com as normas da ABNT. Elabora também as fichas catalográficas de trabalhos de conclusão de cursos, livros e demais publicações. A instituição destina uma rubrica em seu orçamento exclusivamente para atualização do acervo, conforme consta do Plano de Desenvolvimento Institucional. Essa atualização, tendo em vista o projeto pedagógico do curso, pode ocorrer por indicação da coordenação acadêmica, do docente ou da própria bibliotecária, esta a partir da identificação da demanda por parte dos usuários ou recebimento de novos lançamentos, por meio dos catálogos das editoras. A solicitação dos novos títulos a serem adquiridos é encaminhada à Coordenação Geral de Graduação para aprovação.

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ANEXOS ANEXO I - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO REGIMENTO GERAL – UNIABEU Seção VI - Da Avaliação da Aprendizagem

Art. 26 A avaliação da aprendizagem seguirá o previsto neste Regimento e demais normas emanadas da Pró-Reitoria Acadêmica, devidamente aprovadas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, e deverá verificar se os objetivos, competências e habilidades definidos nos Planos de Ensino foram alcançados, e seu resultado deverá servir para a constante reavaliação dos planejamentos das disciplinas e dos Projetos Pedagógicos dos cursos. § 1º – A avaliação da aprendizagem é feita por disciplina, abrangendo aproveitamento e frequência. § 2º – O aproveitamento será avaliado através do acompanhamento contínuo do desempenho dos alunos e dos resultados obtidos em provas (escritas e/ou orais), testes, trabalhos acadêmicos, projetos, relatórios de pesquisa etc., condizentes com a natureza dos objetivos da Disciplina e envolvendo o conteúdo programático previsto no Plano de Ensino, em consonância com o Projeto Pedagógico do curso. Art 27 A avaliação será expressa através de notas variáveis entre 0 (zero) e 10 (dez). Sendo permitido o fracionamento de cinco décimos (0,5) nas avaliações parciais (API e APII), na Avaliação Suplementar (AS) e na média final. Art 28 As avaliações serão bimestrais: 1º bimestre, Avaliação Parcial I (API) e 2º bimestre, Avaliação Parcial II (APII). Sendo aplicados, no mínimo, dois instrumentos para compor cada Avaliação Parcial. § 1º – Na API deverá ser aplicado, pelo menos, um instrumento individual e presencial e na APII, obrigatoriamente, uma prova. Não será permitida a aplicação de um único instrumento de verificação da aprendizagem realizado em grupo, tanto na API quanto na APII. § 2º – Todos os instrumentos de verificação da aprendizagem, aplicados na API e na APII, terão o valor de dez (10,0) pontos. Para obtenção da nota do bimestre, o professor somará as notas e dividirá pelo número de instrumentos aplicados. § 4º – As áreas de conhecimento de cunho prático (Estágio Supervisionado, Práticas de Pesquisa, Práticas de Laboratório, Trabalho de Conclusão de Curso ou outras previstas no projeto pedagógico), terão instrumentos próprios de avaliação, que serão descritos nos Planos de Ensino. § 5º – Os instrumentos de verificação da aprendizagem na forma não escrita (seminários, painéis, prova oral, debates/discussões, júri simulado e outros) devem, obrigatoriamente, utilizar registros adequados que possibilitem eventuais processos de Revisão do Resultado. § 6º – No início de cada período letivo o professor apresentará e publicará o Plano de Ensino, previamente aprovado pela Coordenação Acadêmica, explicitando os instrumentos, critérios e procedimentos de avaliação. § 7º – A cada bimestre o professor receberá o formulário de registros de notas e faltas, para controle das verificações de aprendizagem desenvolvidas, devendo constar: critérios e instrumentos de avaliação utilizados, notas parciais, nota final do bimestre, número de faltas e assinaturas dos alunos. Página 55 de 108


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Art. 29 As Coordenações de curso deverão organizar, junto com os professores, cronograma para a realização das provas que ocorrerão nos horários normais das aulas. § 1º – O cronograma de provas deverá ser amplamente divulgado aos alunos; § 2º – As aulas ocorrerão normalmente durante o período de realização das provas. Art 30 As Pró-Reitorias Acadêmica e de Administração emitirão, no início de cada período letivo, calendário estabelecendo, dentre outros, o prazo para lançamento das notas e faltas no Sistema Acadêmico e período de realização da Avaliação Suplementar (AS). Art. 31 Após o lançamento das notas, o professor imprimirá duas vias do relatório, uma das quais será entregue à Coordenação Acadêmica e a outra será anexada à pauta de frequência. As duas vias devem estar devidamente assinadas pelo professor. Art. 32 Na semana posterior ao encerramento das avaliações parciais (API e APII) o professor aproveitará parte da aula para: I. comentar as questões e/ou outras atividades propostas, de forma a sanar possíveis dúvidas considerando os objetivos propostos; II. entregar, diretamente aos alunos, os instrumentos utilizados (provas, projetos, relatórios, pesquisas e outros), não sendo permitido entregá-los a terceiros; III. divulgar as notas e a frequência do bimestre. Art. 33 Será aprovado por aproveitamento o aluno que obtiver média aritmética simples igual ou superior a 7,0 (sete) pontos ao final do semestre. § 1º – Caso o aluno não alcance a média para aprovação, terá direito à Avaliação Suplementar (AS), cuja nota substituirá a menor nota dentre as duas obtidas na API ou APII. § 2º – Ao estudante, aprovado, que queira aumentar sua média, será concedido o direito de requerer a realização da Avaliação Suplementar, de acordo com prazo previsto no Calendário Acadêmico. § 3º - A AS abrangerá todo o conteúdo trabalhado ao longo do período letivo. § 4º – Será considerado reprovado na disciplina, perdendo o direito de realizar a AS, o estudante que não alcançar nota igual ou superior a 4 (quatro) em pelo menos uma das Avaliações Parciais (API ou APII). Art. 34 Para que o aluno seja considerado aprovado na Disciplina, independentemente de a média obtida ser igual ou superior a sete (Média ≥ 7,0), o aluno deverá ter comparecido a um mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas teóricas, práticas e demais atividades acadêmicas, vedados os abonos, com exceção dos previstos em Lei. § 1º – O controle de frequência às aulas será atribuição do professor responsável pela disciplina, cabendo ao aluno verificá-la. § 2º - Perderá o direito à realização da AS o aluno que obtiver frequência abaixo de 75%. Art. 35 Ao aluno que não comparecer à AS não será atribuída nenhuma nota, figurando no Histórico Escolar a média obtida entre a API e APII. Parágrafo Único – Será considerado presente, para todos os efeitos, os alunos que se encontrarem em sala de aula no momento da distribuição das provas, independentemente da assinatura na lista de presença.

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Art. 36 O aluno que não alcançar a média para aprovação, ou a frequência mínima necessária, repetirá a disciplina, estando em regime de dependência. Parágrafo Único – Excepcionalmente, as disciplinas de dependência poderão ser cursadas em Regime Especial, devidamente regulamentado pelas Pró-Reitorias Acadêmica e de Administração. Art. 37 O aluno matriculado em uma série/período será classificado no período letivo seguinte somente se obtiver aprovação de 100% do somatório dos créditos cursados nas séries/períodos anteriores e alcançar o mínimo de 50% de aprovação do somatório dos créditos da série/período corrente estabelecidos na matriz curricular à qual está vinculado. Parágrafo Único – No caso de reprovação na série/período deverá, preferencialmente, no semestre subsequente matricular-se nas disciplinas que obteve reprovação, podendo complementar o limite de créditos previstos com outras disciplinas, desde que não haja pré-requisitos nem concomitância de horários.

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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas ANEXO II – REGULAMENTO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES Art. 1º - Este Regulamento tem por finalidade atualizar as normas inerentes à realização das Atividades Acadêmicas Complementares dos Cursos de Graduação de bacharelado, licenciatura e tecnológicos do Uniabeu – Centro Universitário, conforme previsto no art. 70 do Regimento Geral da IES, tendo por base as diretrizes curriculares gerais e específicas para os cursos de graduação e normas da IES.5 Parágrafo único – as normas aqui contidas integram os Projetos Pedagógicos dos Cursos. Art. 2º – As atividades acadêmicas complementares, componente curricular obrigatório nos cursos de Graduação, têm por finalidades: I-

complementar a formação universitária através da participação em atividades de natureza acadêmica, cultural, social e de práticas profissionais vinculadas à área de conhecimento do curso; IIoportunizar a diversidade e flexibilização curricular atendendo aos interesses e aptidões dos estudantes; IIIcontribuir para o desenvolvimento de competências e habilidades inerentes à formação profissional; IVestimular a participação dos estudantes em projetos de ensino, pesquisa e extensão. Art. 3º – As atividades acadêmicas complementares poderão ser realizadas fora do âmbito da IES (externas); organizadas pela Instituição ou Coordenação Acadêmica em conjunto com o Colegiado do Curso (internas), indicadas em calendário acadêmico a ser apresentado e publicado no início de cada semestre. Art. 4º – As atividades acadêmicas complementares realizadas pelo estudante, ao longo de todo o curso, serão controladas em relatório do sistema acadêmico e registradas no Histórico Escolar. Art. 5º – As atividades realizadas serão validadas pela Coordenação Acadêmica, podendo, de acordo com a relevância e compatibilidade com a formação, ter aproveitamento integral ou parcial das horas. Parágrafo único - A Coordenação Acadêmica poderá indeferir ou registrar exigências sempre que surgirem dúvidas acerca das atividades realizadas ou documentos comprobatórios apresentados. Art. 6º - A validação e registro serão solicitados pelo estudante mediante requerimento, junto ao Setor de Atendimento, apresentando os originais dos documentos comprobatórios e suas respectivas cópias, observando-se os seguintes critérios: I- no ato do requerimento, será verificada a autenticidade da cópia e o documento original será devolvido imediatamente; II- sob nenhuma hipótese serão aceitos requerimentos com dados incompletos e documentos rasurados ou com emendas; 5

Aprovado pela Deliberação Uniabeu/Consepe nº 201, de 06 de dezembro de 2012 Página 58 de 108


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III- o prazo para solicitar a validação e registro é de trinta (30) dias a contar da data de emissão do documento comprobatório; IV- o prazo máximo para validação e registro das atividades apresentadas e de vinte (20) dias úteis; V- no caso de indeferimento ou discordância nos registros realizados o estudante poderá solicitar, através de requerimento, a revisão das horas. Art. 7º - Compete à Coordenação Geral de Graduação o registro, validação final e arquivamento dos documentos comprobatórios. Parágrafo único – os documentos, dos estudantes que colarem grau, serão doados para reaproveitamento. Art. 8º - A atividade acadêmica complementar deverá ser realizada em, pelo menos, três modalidades, respeitando-se o limite de 35% da carga horária total realizada em cada uma delas. Art. 9º - A carga horária, mínima, das atividades acadêmicas complementares de cada curso é estabelecida pelas respectivas Diretrizes Curriculares Nacionais. Art. 10 - O cumprimento integral da carga horária das atividades acadêmicas complementares é obrigatório para fins de integralização do curso.

Parágrafo único - estudantes concluintes têm até o último dia letivo do semestre para solicitar a validação e registro de horas restantes. Caso contrário, deverão renovar matrícula para cumprimento das horas restantes, independente da quantidade, de acordo com as normas administrativas vigentes. Neste caso, a colação de grau ocorrerá ao final do semestre em que foi realizada a matrícula. Art. 11 – O estágio curricular obrigatório, a elaboração e apresentação de trabalho de conclusão de curso, a participação nas atividades práticas supervisionadas e demais atividades vinculadas às unidades de estudo (disciplinas) não serão considerados como atividades acadêmicas complementares. Parágrafo Único – O estágio curricular não-obrigatório será aceito como atividade acadêmica complementar quando realizado em Campos de Estágio conveniados com o Uniabeu, mediante assinatura do Termo de Compromisso de Estágio – TCE e apresentação de Declaração constando carga horária total. Art. 12 – A realização de atividade acadêmica complementar não poderá ser aproveitada para a concessão de dispensa de disciplinas integrantes do currículo do Curso. Parágrafo Único – Para o estudante que ingressar como portador de diploma de curso superior ou por transferência, as disciplinas já cursadas e não utilizadas nas isenções, poderão ser aproveitadas para cumprimento da carga horária de atividade acadêmica complementar (modalidade 29). Art. 13 - Estudantes transferidos terão o prazo de trinta (30) dias após efetivação da matrícula para solicitarem, através de Requerimento, o aproveitamento das atividades realizadas na IES de origem, mediante apresentação de documentação comprobatória, desde que estas não estejam registradas no Histórico Escolar. Página 59 de 108


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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas Parágrafo Único – Compete à Coordenação Acadêmica verificar a compatibilidade entre as atividades realizadas e a natureza do curso, atribuir carga horária total ou parcial registrando-as em Formulário de Aproveitamento de Estudos (FAE) Complementar e encaminhar o documento e seus anexos, se for o caso, à Central de Operações para registro (isenção de carga horária), conforme explicitado na modalidade 34. Art. 14 – São modalidades de atividades acadêmicas complementares: MODALIDADES

21 EVENTOS OU ATIVIDADES ACADÊMICAS INTERNAS

22 CURSOS E EVENTOS DE EXTENSÃO

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS Participação como: ouvinte, organizador(a), facilitador(a), apresentador(a) em: aula magna, grupos de estudo, cursos livres ou de nivelamento, eventos de natureza acadêmica ou profissional (palestras, seminários, simpósios, workshops e outros afins). Assistência à apresentação de monografias ou projetos finais (do curso ou em áreas afins). Visitas orientadas. Participação como: ouvinte, organizador(a), apresentador(a) ou facilitador(a), em Cursos ou eventos de Extensão em qualquer IES reconhecida (nacional ou internacional).

23 PROJETOS DE EXTENSÃO

Participação em atividades de extensão promovidas pelo Uniabeu

24 ESTÁGIO CURRICULAR NÃOOBRIGATÓRIO

Estágios realizados em empresas conveniadas com o Uniabeu nas áreas abrangidas pelo Curso.

25 INICIAÇÃO CIENTÍFICA E

Participação em projetos de iniciação científica ou tecnológicos internos ou

DOCUMENTAÇÃO

OBSERVAÇÕES

Comprovante de participação constando: período de realização, carga horária, tema do evento ou da atividade acadêmica, tipo de participação e assinatura do responsável.

A participação como organizador(a), facilitador(a) ou apresentador(a) terá o acréscimo de 100% da carga horária prevista para o evento ou atividade.

Poderão ser acrescidas Comprovante de participação horas na participação no curso (mínimo de 8 como: organizador(a), horas) ou evento, constando: facilitador(a) ou período de realização, carga apresentador(a), na horária, IES, título do curso ou seguinte escala: tema do evento, tipo de 1atividade nacional: participação e assinatura do até 50% da carga responsável. horária; 2atividade internacional: até 100% da carga horária. Comprovante de participação emitido pela Gerência de Projetos realizados em Extensão ou Coordenação outros Estados, poderão Acadêmica, constando: ter o acréscimo de até de período de realização, carga 50% na carga horária. horária e tipo de participação. Termo de compromisso de Estágio (TCE) e Declaração ------------constando carga horária realizada e devidamente assinada pelo profissional supervisor ou outro responsável do campo de Estágio. Cópia do projeto ou relatório final, ao qual está vinculada a -----------atividade, com recomendação do professor orientador, Página 60 de 108


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PESQUISA

externos.

incluída a carga horária.

Autoria ou organização de livro

Ficha catalográfica, sumário e primeira página do capítulo.

Capítulo de livro

Ficha catalográfica, sumário e primeira página do capítulo.

Carga horária = 200 horas

Carga horária = 100 horas Carga horária: Publicação Nacional = 100 horas Publicação Internacional = 150 horas Carga horária Evento nacional = 100 horas Evento internacional = 150 horas Carga horária Evento nacional = 50 horas Evento internacional = 75 horas

Artigo científico em periódico especializado e indexado.

Cópia da publicação.

Publicação de trabalho completo em evento (congresso, seminário, simpósio de iniciação científica e similares). Publicação de resumo em evento (congresso, seminário, simpósio de iniciação científica e similares).

Anais

27 MONITORIA ACADÊMICA

Atividades de monitoria acadêmica previstas no Regimento Geral do Uniabeu.

Certificado ou Declaração, constando o total de horas de efetivo exercício na Monitoria.

O estudante solicita o certificado, seguindo tramitação normal da IES.

28 CURSOS DE ATUALIZAÇÃO OU DE APREFEIÇOAMENTO ACADÊMICOPROFISSIONAL

Participação, como estudante, em cursos externos, de natureza acadêmica ou profissional em áreas de abrangência da Graduação.

Comprovante de participação, constando: período de realização, carga horária, título do curso, conteúdo programático entidade organizadora e assinatura do responsável.

Cursos on-line, somente serão aceitos os realizados em Instituições de Ensino credenciadas pelo MEC, órgãos ou conselhos profissionais, com a apresentação do número do registro no Certificado para eventuais consultas.

26 PUBLICAÇÕES DE TRABALHOS

29 DISCIPLINAS EXTRACURRICULARES

30 EVENTOS EXTERNOS

Participação como estudante em disciplina extracurricular podendo ser realizada em cursos do Uniabeu ou de outra IES (transferência ou portador de diploma) credenciada pelo MEC, desde que mantida a afinidade com a área de graduação. Participação como: ouvinte, organizador(a), facilitador(a), apresentador(a) em eventos externos o Uniabeu (palestras, seminários, simpósios, workshops e outros afins)

Anais

Histórico Escolar com registro da disciplina cursada com aproveitamento.

Vide observação 3 na modalidade 34

Comprovante de participação constando: período de realização, carga horária, tema do evento, entidade organizadora, tipo de participação e assinatura do responsável.

Poderão ser acrescidas horas na participação como: organizador(a), facilitador(a) ou apresentador(a), na seguinte escala: 1- atividade nacional: até Página 61 de 108


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de natureza acadêmica ou profissional em áreas de abrangência do Curso.

50% da carga horária; 2- atividade internacional: até 100% da carga horária.

Atendimento comunitário em instituições ou órgãos reconhecidos, através de: campanhas, palestras, cursos e atividades de ação social, desenvolvidos na abrangência do curso.

Comprovante de participação, constando: período de realização, carga horária, entidade organizadora, ação desempenhada e assinatura do responsável.

32 PARTICIPAÇÃO ESTUDANTIL

Participação em órgãos colegiados do Uniabeu (Consuni, Consepe, CPA).

Declaração da secretaria do órgão, constando data e carga horária.

33 ATIVIDADES ARTÍSTICOCULTURAIS E DESPORTIVAS

Participação ou organização de eventos de cunho artístico ou cultural (teatro, coral, música, dança, exposições) ou torneios e campeonatos promovidos pelo curso ou pelo Uniabeu.

Comprovante de participação, constando: período de realização, carga horária, ação desempenhada e assinatura do responsável.

31 AÇÃO COMUNITÁRIA DE CUNHO SOCIAL

34 APROVEITAMENTO DE CARGA HORÁRIA (PARA OS CASOS DE TRANSFERÊNCIA)

Atividades Complementares realizadas na IES de origem.

Relatório Institucional ou Histórico contendo registro das atividades e respectivas cargas horárias realizadas na IES de origem.

------------

------------

------------

1- A Coordenação fará o registro da carga horária aproveitada (isenção) no FAE, por ocasião da análise da documentação, não sendo necessário o estudante requerer. 2- A carga horária poderá ser total, parcial ou nula, segundo análise da Coordenação Acadêmica. 3- Não se aplica o aproveitamento de Disciplinas Extracurriculares. Estas serão classificadas na Modalidade 29.

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Art. 15 - As atividades não previstas neste Regulamento poderão ser validadas mediante análise e aprovação da Coordenação Geral de Graduação. Art. 16 – As Coordenações Acadêmicas deverão aplicar e divulgar amplamente as normas contidas neste Regulamento. Art. 17- Compete aos estudantes: III-

dirimir eventuais dúvidas com a Coordenação Acadêmica; acompanhar possíveis atualizações das normas aqui contidas, através do Portal Acadêmico; IIIapresentar documentos válidos, legíveis, completos e fidedignos, no prazo estabelecido neste Regulamento; IVacompanhar, periodicamente, o registro das atividades e cômputo da carga horária através do Relatório de Atividades Complementares disponível no sistema aluno@net; Vverificar nos murais e Portal Acadêmico a divulgação de atividades internas e externas. Art. 18 - Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação Acadêmica sob anuência da Coordenação Geral de Graduação ou setor similar da Administração Superior do Uniabeu. Art. 19 – Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Consepe com validade para estudantes matriculados a partir do 1º semestre de 2013 (ingresso através de vestibular, Enem, transferência, portadores de diploma e reingresso). Parágrafo Único – Estudantes matriculados até 2012.2 permanecem vinculados às normas anteriores, ressaltando-se que as observações previstas no artigo 14 deverão ser utilizadas como referência para atribuição de carga horária das atividades realizadas.

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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas ANEXO III – REGULAMENTO DO NDE Altera a Deliberação Uniabeu/Consepe nº 178, de 29 de junho de 2011, que institui as normas para funcionamento do Núcleo Docente Estruturante – NDE, para os cursos de graduação – bacharelado, licenciatura e tecnológico – do Uniabeu- Centro Universitário.

Art. 1º Ficam constituídos os Núcleos Docentes Estruturantes - NDE no âmbito da estrutura acadêmica dos Cursos de Graduação do Uniabeu – Centro Universitário, na forma definida neste Regulamento e nas diretrizes estabelecidas pela Resolução MEC/Conaes nº 01, de 17 de junho de 2010. 6 Art. 2º O Núcleo Docente Estruturante será composto por docentes que exerçam liderança acadêmica no âmbito dos respectivos cursos, percebida mediante o desenvolvimento de ações voltadas ao ensino, à pesquisa e/ou à extensão. § 1º - a constituição do NDE deverá contar com, pelo menos, cinco docentes, dentre eles a Coordenação Acadêmica que presidirá o grupo. § 2º - no caso da Coordenação Acadêmica não compor o quadro de docentes do respectivo curso, deverá ser indicado mais um docente, totalizando, no mínimo, seis componentes. Art. 3º A composição do NDE será aprovada pelo Colegiado do Curso e registrada em Ata, observando-se os seguintes critérios: I60%, no mínimo, possuírem titulação acadêmica em nível de pós-graduação stricto sensu, sendo que, preferencialmente, 20% com título de doutorado; II-

40%, no mínimo, atuarem ininterruptamente no respectivo curso desde o último ato regulatório;

III-

100% atuarem em regime de tempo parcial ou integral, sendo, pelo menos, 20% em tempo integral;

IV-

60%, no mínimo, possuírem experiência profissional na área do curso e experiência em docência na educação superior de, pelo menos, três anos.

Parágrafo único - os critérios aqui estabelecidos poderão ser alterados ou adequados, especificamente para um curso, mediante exigências emanadas dos órgãos federais e pela legislação vigente, submetendo-se à apreciação e aprovação do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - Consepe. Art. 4º O NDE tem função consultiva, de assessoramento e acompanhamento dos aspectos de natureza acadêmica do curso, tendo por atribuições: I- acompanhar o processo de concepção, implementação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso – PPC; II- avaliar o desenvolvimento do PPC, propondo reformulações ou adequações que se apresentem necessárias à sua integral consecução, respeitando-se as diretrizes acadêmicas previstas no Plano de Desenvolvimento Institucional e demais normas da IES; III- contribuir para o alcance do perfil profissional previsto no PPC; IV- zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais específicas para o curso e gerais;

6

Deliberação Uniabeu/Consepe nº 195, de 14 de junho de 2012.

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V- participar da elaboração do acompanhando sua execução;

Plano

de

Atividades

Semestral

do

curso

VI- zelar pela integração curricular interdisciplinar, propondo atualização dos Planos de Ensino no tocante à ementa, conteúdos, atividades práticas supervisionadas, metodologias, procedimentos de avaliação e bibliografias; VII- analisar os resultados dos processos de avaliação interna e externa propondo ações que visem à melhoria constante do curso; VIII- indicar formas de incentivo à pesquisa e extensão oriundas das necessidades da graduação, das exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas inerentes à área de conhecimento do curso. §

1º – O Núcleo Docente Estruturante poderá constituir-se em “grupos de trabalho”, com vistas a desempenhar as atribuições acima enumeradas de maneira objetiva e eficaz.

§

2º - as propostas advindas do NDE serão apreciadas e aprovadas no âmbito do curso, pelo Colegiado e, dependendo da natureza, encaminhadas ao Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão.

Art. 5º Compete à Coordenação Acadêmica sem prejuízos de outras atribuições inerentes à função: Ielaborar e publicar cronograma das reuniões ordinárias; II-

registrar as reuniões em ata;

III-

submeter as decisões aos órgãos deliberativos do curso ou da IES, se for o caso;

IV-

definir, em comum acordo com os componentes do NDE, a divisão de tarefas ou grupos de trabalho, visando à otimização das atribuições previstas neste regulamento.

Art. 6º Será afastado do NDE o docente que: Icessar contrato de trabalho com o respectivo curso; II-

deixar de atender ao critério previsto no artigo 3º, inciso III.

Art. 7º - Será assegurada a renovação dos componentes, sob a aprovação dos demais integrantes e colegiado do curso, de modo a assegurar a continuidade no processo de acompanhamento do curso. Art. 8º As reuniões acontecerão, ordinariamente, a cada bimestre e, extraordinariamente, sempre que necessário. § 1º - compete à presidência do NDE, convocar, por escrito ou meio eletrônico, as reuniões ordinárias e extraordinárias com antecedência mínima de 72 horas; §

2º - eventuais faltas deverão ser justificadas e constar o registro na Ata da respectiva reunião.

Art. 9º Este regulamento deverá compor os anexos dos PPC´s dos cursos de graduação do Uniabeu – Centro Universitário. Art. 10 – Os casos omissos serão resolvidos no âmbito do NDE, colegiados dos cursos ou colegiados superiores, de acordo com a competência dos mesmos. Página 65 de 108


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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas Art. 11 – Este Regulamento substitui o anterior e entrará em vigor após aprovação no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

APÊNDICES APÊNDICE I – REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO.

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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas APÊNDICE II – REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO. 

INTRODUÇÃO O currículo do Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de

Sistemas

(TADS) contempla nos dois últimos semestres, o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) que deverá ser desenvolvido na UNIABEU, sob a orientação de um docente de livre escolha do aluno, sendo o TCC dividido em duas fases distintas no 4º e 5º períodos do curso com carga horária de 200 horas semestrais cada uma. Na Fase I cabe ao aluno a Concepção e Elaboração do projeto realizando: -

a modelagem do negócio;

-

o levantamento de requisitos;

-

a análise e desenho do projeto seguindo os padrões da UML;

-

a criação de um protótipo. Na Fase II o aluno realizará a Construção e Transição do projeto onde serão realizadas:

-

uma revisão da documentação confeccionada na Fase I;

-

a implementação do projeto e testes;

-

a implantação do projeto, inserido o treinamento do usuário (caso necessário) e a distribuição do manual de utilização do sistema. A escolha do tema do TCC é livre, sendo observado apenas que o mesmo deverá

atender a uma demanda do mercado ou a uma necessidade específica da UNIABEU (ou de uma empresa conveniadas a esta). A Fase I do TCC tem por objetivo: -

aproximar o conteúdo teórico oferecido durante o Curso TADS com a necessidade do mercado;

-

exercitar a gestão de pessoal e trabalho em equipe. A Fase II do TCC tem por objetivo:

-

realizar a implementação do projeto em uma linguagem de programação para ambiente web ou dispositivo móvel, integrado a um Sistema Gerenciador de Banco de Dados; Página 67 de 108


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-

planejar a implantação do projeto no ambiente de produção. A passagem do aluno da Fase I para Fase II, assim como a aprovação final do TCC, é

realizada mediante avaliação de cada fase do projeto por uma Banca Examinadora. Como subsídio futuro às novas turmas, as monografias resultantes do TCC, serão disponibilizados na Biblioteca da Unidade para consultas e amparo a novas idéias, caracterizando assim o início dos trabalhos para pesquisa científica.

O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC

O TCC é desenvolvido como Projeto Final Assistido, sendo uma atividade de caráter obrigatório para a obtenção do título de Tecnólogo em Desenvolvimento de Software. Ele proporciona uma oportunidade para os alunos colocarem em prática os conhecimentos adquiridos durante o curso, bem como adquirirem competências para a iniciação científica, através da expansão dos conhecimentos atuais. Dentro dessa perspectiva o TCC é caracterizado como instrumento de apoio teórico e metodológico à realização de um projeto de pesquisa ou projeto a ser implementado em uma organização e constitui-se num canal adequado de auxílio para a formação de uma mentalidade voltada para o desenvolvimento da pesquisa científica. A Instituição dentro da atividade de formação básica do aluno, cria um instrumento abrangente de fomento de projetos com qualidade acadêmica, mérito científico e orientação adequada e continuada, vinculados a projetos desenvolvidos pelos professores no contexto da graduação. Em síntese, o TCC consiste em uma atividade supervisionada e assistida realizada através da elaboração de um projeto acadêmico que possibilite o desenvolvimento de um tema ou uma solução de negócio na área de computação, consolidada com uma defesa e apresentação de monografia. o

Regras Gerais O TCC poderá ser realizado individualmente ou em grupo formado com no máximo

4 (quatro ) alunos do Curso TADS.

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Independente da quantidade de componentes, estas Normas empregará o termo grupo para designar o(s) realizador(es) do TCC. O TCC deverá cumprir com as seguintes formalidades: 

O grupo poderá escolher um Orientador de TCC, dentre os professores do Curso TADS, respeitando a disponibilidade do mesmo e aprovação da Coordenação do Curso TADS.

Caso o grupo não apresente no momento da entrega da Ficha de Requerimento do Projeto Final o nome de um Orientador (previamente acordado entre grupo e Orientador), a Coordenação do Curso TADS determinará à um dos professores do curso a função de Orientador do TCC;

O Orientador, sendo do interesse/necessidade deste ou do grupo, poderá ser substituído em até 30 (trinta) dias após o início do TCC, mediante pedido justificável a Coordenação do Curso TADS;

No Requerimento do Projeto Final, deverá constar: o nome e a matrícula dos alunos componentes do grupo; o nome do grupo; o nome do projeto; a sigla do projeto; uma descrição sucinta sobre o projeto e a relevância do mesmo.

O Requerimento do Projeto Final deverá ser entregue a Coordenação do Curso TADS, ou ao professor designado por esta para este fim.

A data limite para início da Fase I do TCC será definida pela Coordenação do Curso TADS, ou pelo professor designado por esta, observando que todas as atividades previstas em cronograma para esta fase deverão ser concluídas dentro do semestre do calendário acadêmico em que iniciou.

A Fase II do TCC inicia-se no semestre acadêmico subseqüente à aprovação da Fase I.

A Fase I e Fase II do TCC, possuem cronogramas obrigatórios a serem cumpridos pelos grupos, e serão distribuídos ao início de cada fase pelo Orientador.

As tarefas previstas nos cronogramas obrigatórios serão definidas pela Coordenação do Curso TADS e o cumprimento das mesmas representará parte da avaliação dos grupos pelo Orientador.

Os Projetos deverão ser redigidas no idioma nacional, em conformidade com as regras estabelecidas pela UNIABEU e pela ABNT;

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A avaliação de cada fase do TCC será realizada dentro semestre acadêmico em que esta foi elaborada, podendo em caráter excepcional, ser realizada no semestre subseqüente, por decisão do Coordenador do Curso TADS.

A avaliação de cada fase do TCC será realizada por uma Banca Examinadora coordenada pelo Orientador, e composta por três professores da UNIABEU ou professores convidados pela Coordenação do Curso TADS. Em caráter excepcional o Orientador comporá a Banca, a fim de que a mesma seja realizada sempre com no mínimo três professores.

o

Acompanhamento do Trabalho de Conclusão de Curso O Cronograma de Acompanhamento de cada fase, registrará a data e o assunto

abordado pelo Orientador com o grupo que está realizando o TCC. O não cumprimento integral do Cronograma de Acompanhamento pelo grupo, impedirá sua apresentação do TCC à Banca Examinadora, o que implicará em sua reprovação automática. O Orientador utilizará os encontros com os grupos como critério de avaliação dos mesmos, considerando o cumprimento dos prazos estabelecidos no cronograma e a participação dos membros dos grupos nas reuniões. A distribuição das datas dos encontros do grupo com o Orientador no Cronograma de Acompanhamento é de inteira responsabilidade do grupo que está realizando TCC, respeitando a disponibilidade do Orientador. Para cada tarefa do TCC será informado o total de horas empenhadas para realização da tarefa. A soma do total das horas para realização das tarefas deverá ser igual a 200 horas. A informação sobre a quantidade de horas empenhadas na realização de cada tarefa também é de inteira responsabilidade do grupo.

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Roteiro de desenvolvimento

O desenvolvimento dos trabalhos de projeto de TCC devem ser realizados seguindo as etapas descritas nas seções seguintes. o

Apresentação do anteprojeto (Fase I)

O produto resultante dos trabalhos realizados na Fase I do TCC é denominado Anteprojeto. No anteprojeto o grupo deverá apresentar a empresa ou o departamento da UNIABEU para a qual será desenvolvido o sistema aplicativo e as funcionalidades do respectivo sistema. O anteprojeto deverá ter uma capa no formato especificado pela UNIABEU (conforme especificado no Portal ABEU) e sua organização em seções é detalhada nos próximos capítulos.

o

Acompanhamento(Fase I)

O desenvolvimento do anteprojeto deverá ser acompanhado semanalmente pelo professor Orientador que irá analisar as tarefas realizadas até o momento e conduzir o grupo para as etapas seguintes. Eventualmente, atendendo a especificidade do projeto e com o aceito da Coordenação, Orientador e alunos, este acompanhamento poderá ser quinzenal sem prejuízo dos prazos definidos no Cronograma do TCC. O Orientador avaliará o conteúdo da tarefa realizada pelo grupo. Nesta avaliação será verificado o êxito da realização da tarefa. O Orientador poderá definir que uma determinada tarefa seja refeita integralmente ou parcialmente, conforme sua avaliação. O Orientador tem a responsabilidade de acompanhar o trabalho de cada grupo desde a definição do tema até a conclusão da monografia (Fase I e Fase II), fazendo com o que o trabalho gere acréscimo de conhecimento aos componentes do grupo e à Instituição. Por sua vez, cada grupo tem a responsabilidade de realizar as tarefas passadas pelo professor Orientador e entregá-las nas datas acordadas.

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Apresentação do TCC – Fase I

Ao final do semestre acadêmico, cada grupo deve apresentar o seu Anteprojeto para uma Banca Examinadora, constituída de professores da Instituição ou convidados. As datas das apresentações (defesas) dos Anteprojetos às bancas avaliadoras são previamente definidas, e divulgadas pela Coordenação do Curso TADS até duas semanas antes do período de início das apresentações. A membros da Banca Examinadora serão definidos pela Coordenação do Curso TADS sendo que sua composição poderá ser alterada a qualquer momento por necessidade institucional ou por motivo de força maior. Estas defesas acontecerão no horário normal das aulas do Curso TADS. Excepcionalmente a coordenação poderá marcar a apresentação em um horário ou dia da semana diferentes ao do curso, desde que previamente acordado com o grupo, respeitando os limites de horários de funcionamento da UNIABEU. O Coordenador do Curso TADS e/ou o Gestor do Campus poderão participar das avaliações como membros da banca sem que haja qualquer comunicação prévia ao orientador ou ao grupo. O período de defesa do TCC será sempre no período definido pelo calendário acadêmico da Instituição. A versão impressa do Anteprojeto (disponibilizada em três cópias, encadernadas no formato espiral) deve ser entregue ao professor Orientador pelo grupo duas semanas antes de sua defesa. A não entrega da versão impressa do Anteprojeto na data definida implicará na reprovação sumária do grupo, sem direito a defesa posterior. É responsabilidade do professor Orientador fazer a distribuição das cópias impressas dos Anteprojetos aos membros da Banca Examinadora, em um prazo que permita que os integrantes as analise com tranqüilidade. A apresentação do Anteprojeto pelo grupo deverá ocorrer em um período de tempo de 15 a 20 minutos. Esta apresentação deve incluir obrigatoriamente a exposição dos seguintes tópicos: Requisitos do Sistema; Diagramas da UML: Diagrama de Casos de Uso; Página 72 de 108


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Diagrama de Classes. Modelo Relacional do Banco de Dados; Protótipo do Sistema. Após a apresentação, a Banca Examinadora argüirá individualmente qualquer membro do grupo sobre o conteúdo do Anteprojeto apresentado ou sobre a versão impressa entregue. A apresentação do Anteprojeto é um evento público, o que significa que está aberta à comunidade e aos corpos docente e discente da Instituição. O professor Orientador é responsável pelos trabalhos da Banca Examinadora, coordenando seu início, término e consolidação dos resultados. Não serão permitidas reapresentações ou reavaliações de Anteprojetos no próprio semestre ou semestres futuros. Desta forma, uma vez reprovado o Anteprojeto, o grupo não poderá utiliza-lo nos próximos períodos. Na avaliação do Anteprojeto a Banca Examinadora deverá considerar os percentuais abaixo indicados: o Requisitos do Sistema – 10% 

Descrição do mini-mundo;

Requisitos Funcionais e Não Funcionais.

o Projeto Lógico do Sistema – 40 % 

Diagrama e descrição dos Casos de Uso;

Diagrama de Classes;

Diagramas de Interação.

o Projeto Físico do Sistema – 20 % 

Modelo Relacional do Banco de Dados;

Imposição das restrições de integridade;

Domínio e unicidade;

Dicionário de Dados.

o Previsão de crescimento – 10% o Estimativa – 10 % 

Custo;

Cronograma de todo o projeto.

Projeto da interface Gráfica (com hierarquia de telas e mapa de navegação) – 10 %

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O professor Orientador fica responsável pela confecção da Ata de Apresentação do Projeto. Nesta Ata deverá constar: os nomes dos integrantes do grupo com suas respectivas notas atribuídas pela Banca Examinadora; os nomes dos membros da Banca Examinadora; possíveis pendências do Anteprojeto a serem corrigidas pelo grupo e apresentadas ao professor Orientador. Não existirá listas de pendências para projetos reprovados. Tendo o aluno tirado grau igual ou superior a 7.0, fica automaticamente indicado para a Segunda Fase do TCC. Caso não ocorra a aprovação do aluno na primeira fase, este deverá começar um novo Anteprojeto e conseqüentemente realizar uma nova apresentação a uma Banca Examinadora. As pendências apontadas pela Banca Examinadora para o Anteprojeto deverão ter suas soluções apresentadas pelo grupo ao professor Orientador ao início da segunda fase do TCC. o

Apresentação do TCC – Fase II

Após a apresentação e aprovação da 1ª Fase do TCC, o grupo deverá continuar seu projeto sem alterar o tema e seu desenvolvimento já aprovado pela Banca Examinadora. A apresentação da 2ª Fase ocorrerá nos mesmos moldes descritos na 1ª Fase. Na data marcada pela coordenação para a apresentação da 2ª Fase, o grupo deverá apresentar o produto da implementação obedecendo os seguintes critérios: O sistema deverá estar instalado e funcionando em uma máquina local. Caso o sistema necessite de uma infra-estrutura de rede para o seu funcionamento, o grupo deverá providenciar esta infra-estrutura em um dos laboratórios da UNIABEU; Deverá ser demonstrado que o sistema está executando quatro operações básicas (inclusão, exclusão, alteração e consulta) em seu Banco de Dados. O sistema deverá estar executando no mínimo 06 (seis) Casos de Uso apresentados na 1ª Fase do projeto. Em casos excepcionais (sistemas com menos de 6 (seis) Casos de Uso, ou sistemas com Casos de Uso de alta complexidade) poderá ser reduzida a quantidade de Casos de Uso a Página 74 de 108


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serem implementados. Esta situação excepcional deverá ser autorizada pelo professor Orientador do TCC. A apresentação da 2ª Fase do TCC somente poderá ser realizada após o cumprimento do seu respectivo cronograma, não cabendo exceções. A avaliação da 2ª Fase pela banca avaliadora deverá levar em conta os percentuais abaixo indicados: Metodologia de Desenvolvimento de Software – 20% Funcionalidade dos Casos de Uso implementados – 40% Manual do Usuário – 20% Acesso e manipulação do Banco de Dados – 20% 

Cálculo da notas dos componentes de um grupo O cálculo da nota final do aluno em cada fase do TCC considerará três aspectos:

Avaliação da Apresentação Conjunta do grupo, Avaliação da Apresentação Individual de cada membro do grupo e Avaliação Individual de cada membro do grupo pelo professor Orientador. o

Avaliação Apresentação Conjunta do grupo Cada membro da banca designará uma nota para a apresentação do grupo (conforme

a fase do TCC). Esta nota será formada pela soma de vários critérios podendo variar de zero a dez. A nota final do grupo será a média aritmética simples das notas atribuídas pelos membros da Banca Examinadora. o

Avaliação Individual de cada membro do grupo Cada membro da Banca Examinadora designará também uma nota de avaliação

individual da apresentação. Esta nota poderá variar de zero a dez. Assim como na avaliação conjunta do grupo, será calculada uma nota com média aritmética simples das notas atribuídas pelos membros da Banca Examinadora.

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O professor Orientador também fará uma avaliação individual de cada membro do grupo considerando principalmente o cumprimento do cronograma do TCC e as atividades realizadas por cada membro no decorrer das fases. Esta nota poderá variar de zero a dez. o

Critérios de aprovação de cada membro do grupo Será considerado aprovado o aluno que obtiver a média aritmética simples entre a

Avaliação Conjunta e as Avaliações Individuais superior ou igual a 7 (sete). 

Estrutura do TCC O TCC deverá estar em conformidade com as “Normas para apresentação do material

de monografias e trabalhos escritos”, estabelecida pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), além de cumprir roteiro definido abaixo.

o

Capa Representa a parte externa usada como proteção e deve conter os elementos

representativos constantes na folha de rosto. De forma semelhante ao especificado na norma ABNT, os elementos que devem constar na capa do projeto são listados a seguir e devem ser impressos na capa na ordem em que aparecem nessa lista: a) título; b) subtítulo (se houver); c) nome dos autores; d) nome da instituição; e) nome do campus; f) local (cidade) da instituição; g) mês e ano de depósito (da entrega).

Observação: a versão final do TCC, denominada monografia, deverá ser entregue encadernada em capa dura de cor preta com letras douradas, com o título do projeto escrito horizontalmente no ombro (lombada) do capeamento do volume (lateral do volume) e a capa seguindo o formato definido no Portal ABEU. Página 76 de 108


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o

Parte Pré-Textual a) A parte pré-textual compreende os elementos que identificam a monografia. São eles, nessa ordem: b) Folha de rosto; c) Folha de assinatura; d) Folha de dedicatória (opcional); e) Folha de agradecimentos (opcional); f) Epígrafe (opcional); g) Folha de resumo (opcional); h) Sumário; i) e Lista de ilustrações.

Esses elementos são descritos nas seções a seguir. 

Folha de rosto Contém os seguintes elementos: Título do trabalho; a) Nome dos autores; b) Finalidade da monografia; c) Nome da instituição; d) Nome do curso; e) Nome do orientador; f) Local e ano de apresentação.

Deve estar de acordo com o formato especificado no Portal ABEU. 

Folha de Assinatura Representa a autorização dos alunos para utilização do projeto em trabalhos

acadêmicos pela Instituição. Deve estar de acordo com o formato exemplificado no Portal ABEU.

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Folha de Dedicatória É opcional e representa a oportunidade dos autores de prestar uma homenagem ou

dedicar a sua monografia a quem desejar. Se for utilizada, deve estar de acordo com o formato exemplificado no Portal ABEU. 

Folha de Agradecimentos É opcional e é dedicada aos eventuais agradecimentos àqueles que colaboraram para

a realização da monografia. Se for utilizada, esta folha deve estar de acordo com o formato exemplificado no Portal ABEU. 

Epígrafe É opcional e é a folha em que os autores fazem citação pertinente à intenção do

trabalho, seguida de indicação de autoria. 

Folha de Resumo É opcional e representa a apresentação concisa dos pontos relevantes do texto

monográfico. Deve ser redigido com frases claras com o uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa. Deve ter uma extensão máxima de 500 palavras (NBR 6028/87 da ABNT). 

Sumário Compreende a enumeração das primeiras divisões, capítulos e outras partes do

trabalho na mesma ordem em que aparecem na obra, com a indicação da página inicial correspondente. 

Lista de ilustrações As listas de ilustrações, tabelas, quadros, figuras localizam-se após o sumário, em

páginas próprias e seus itens devem ser relacionados na ordem em que aparecem no texto.

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Lista de tabelas Elemento opcional, elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada

item designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da página. o

Parte Textual ou Corpo do TCC Esta parte compreende o conteúdo do projeto, cujos componentes estão definidos nos

capítulos posteriores. o

Parte Pós-Textual Compreende os elementos complementares e relacionados ao texto: referências

bibliográficas, glossário, anexos. o

Referências bibliográficas Permite identificar publicações no todo ou em parte. Devem ser relacionados por

ordem alfabética em lista própria de acordo com as normas da ABNT sobre referências bibliográficas (NBR 6023/89). Essa norma especifica que se deve utilizar espaço simples na mesma referência e duplo entre uma referência e outra. o

Glossário Quando necessário, se acrescenta uma relação, em ordem alfabética, de termos

técnicos, palavras especiais ou de significação dúbias citadas no trabalho, acompanhados dos significados que lhes foram atribuídos. Facilita a compreensão do texto e deve ser apresentado ao final do trabalho, antes dos anexos e depois das referências bibliográficas. o

Anexos São indicados no sumário, mas compreendem uma parte separada do corpo do

trabalho para evitar sobrecargas na apresentação do mesmo. São documentos que fundamentam, comprovam e ilustram o trabalho.

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Formatação do tcc A formatação do TCC deve uniformizar graficamente o seu conteúdo para que haja um

padrão em todo o seu conteúdo. Devem ser observados os seguintes padrões: o

Numeração progressiva (ABNT-NB 60241/80) É o sistema usado para organizar o documento permitindo uma exposição de suas

partes. De acordo com a Norma, as divisões e subdivisões do trabalho denominam-se seções e recebem um indicativo representado sempre por números arábicos. As seções são definidas da seguinte forma: Primária: corresponde às principais divisões do trabalho, numeradas consecutivamente, a partir de 1 (um). São identificadas sempre por um único algarismo, separado do título da seção por espaço ou hífen. Secundária: constituída pelo indicativo da seção primária, a quem pertencem, seguido da seqüência do assunto, tendo um ponto de separação. Terciária, Quaternária e Quinária: obedecem aos mesmos procedimentos da secundária, ou seja, a identificação da seção anterior, seguido da seqüência do assunto, tendo um ponto de separação. Deve-se evitar subdividir demasiadamente as seções. Recomenda-se não ultrapassar o máximo de seis algarismos, nem usar subdivisões além da quinária, Destacam-se, gradativamente, os títulos das seções, utilizando-se os recursos de negrito, itálico, ou grifo, caixa alta, etc. o

Quantidade de páginas e formato de numeração

O TCC deverá ter um mínimo de 60 e um máximo de 250 páginas. A impressão deverá ser em uma só face da folha de papel branco, formato A4 (21cm x 29,7 cm). Com exceção dos títulos, o texto deve ser produzido através do uso da fonte Times New Roman (ou similar), tamanho 12. Com relação ao formato de numeração de cada página, devem ser utilizados algarismos arábicos apresentados no canto superior direito da página. Os algarismos arábicos devem ser usados a partir do capítulo de introdução. Nas páginas anteriores, devem ser utilizados algarismos romanos minúsculos, na margem inferior Página 80 de 108


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da página e centralizados. A capa não conta como numeração. A folha de rosto conta como numeração, mas o número não deve aparecer. o

Margens Na confecção da monografia, devem ser observadas as seguintes margens:

Superior – a 8 cm da borda superior da folha, as páginas em que são iniciadas as seções primárias; a 3 cm da borda superior das páginas seguintes. Inferior – a 2,5 cm da borda inferior da folha. Esquerda – a 3 cm da borda esquerda da folha. Direita – a 2,5 cm da borda direita da folha. Parágrafos – a 5,5 cm da borda esquerda da folha. Citações longas – a 6 cm da borda esquerda e a 3 cm da direita. Devem ser digitadas em espaço simples, separadas do texto que as precede e as sucede por três espaços simples. Referências bibliográficas – Cada referência deve ser iniciada na margem esquerda. A partir da segunda linha, o texto vem sempre alinhado pelo terceiro caracter, isto é, a três espaços da margem esquerda. Paginação O TCC deve conter o seguinte padrão de paginação: Capa – Não deve ser considerada para efeito de paginação. Ou seja, não deve aparecer número de página na capa e nem esta deve contar como página. Folha de rosto – Deve ser contada na numeração, mas o número não deve aparecer. Páginas pré-textuais – As folhas que sucedem a folha de rosto devem ser numeradas seqüencialmente em algarismos romanos ( ii, iii, iv,...) e devem ser localizadas no centro da margem inferior, a 1,5 cm da borda inferior. Corpo do trabalho – A partir da introdução (que não é numerada, mas contada), obedece à numeração convencional, em algarismos arábicos (5, 6, 7, 8...) e deve estar a 2,0 cm da borda superior da folha. O último algarismo do número deve ficar a 2,5 cm da borda externa (direita) da folha.

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Espaçamento Todo o texto deve ser digitado em espaço duplo, exceto no que se refere às citações longas (e que ultrapassar três linhas), das notas, das referências bibliográficas e do resumo que serão digitados em espaço simples. As demais folhas devem ter os seguintes espaçamentos: Folha de rosto – A seis espaços simples da margem superior da folha coloca-se em caixa alta, centralizado, o título do trabalho que, se dividido, deve manter um espaço simples entre as linhas. A seguir o(s) nome(s) do(s) autor(es) em caixa alta, no centro da folha. A três espaços abaixo registra-se a finalidade da monografia. A dois espaços abaixo, o nome do orientador em caixa alta. A três espaços da margem inferior registra-se o nome da instituição, local e ano da apresentação. Sumário – O título Sumário, deve ser digitado em caixa alta, centralizado a seis espaços da margem superior da folha. A dois espaços do título escreve-se Página, com inicial em maiúscula e, separada da margem direita a 2 cm. Os capítulos são numerados em algarismos romanos e são indicados os números das páginas que se iniciam. As referências bibliográficas e os anexos não apresentam numeração e são apresentados ao final do sumário. O distanciamento entre os títulos dos capítulos e números das páginas é preenchido por pontos. Entre o título do capítulo e seus subtítulos (quando houver) há dois espaços simples. Os subtítulos são indicados abaixo da terceira letra do título. Texto, título e subtítulo – Cada novo capítulo iniciará uma folha. Escreve-se capítulo, seguido do número, em caixa alta a 8 cm da borda superior, centralizado. O título do capítulo, também em caixa alta, fica situado a dois espaços abaixo. Iniciam-se as seções primárias, secundárias, terciárias, etc. obedecendo ao critério na utilização do gripo: a. Seção primária – Devem ser digitadas em caixa alta em negrito e sublinhada. b. Seção secundária – Devem ser digitadas em caixa alta, negrito, sem estar sublinhada. c. Seção terciária – Devem ser digitadas em caixa baixa, sublinhada e com inicial maiúscula de cada palavra. d. Seção quaternária – Devem ser digitadas em caixa baixa, com a inicial maiúscula de cada palavra, sem negrito ou sublinhada. e. Demais seções – Devem observar as mesmas regras da seção quaternária.

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Os títulos das seções primárias são separados da primeira linha do texto por dois espaços duplos. Os das demais seções são separados dos que os antecedem ou dos que os sucedem por dois espaços duplos. Ex. 1 – SEÇÃO PRIMÁRIA 1.1 – SEÇÃO SECUNDÁRIA 1.1.1 – Seção Terciária 1.1.1.1 – Seção quaternária 1.1.1.1.1 – Seção quinária Notas – São indicações bibliográficas, observações ou aditamento ao texto feito pelo autor, que podem aparecer em rodapé e/ou no final de seções (partes, capítulos) ou da própria obra (NBR 6029 da ABNT). As notas de rodapé devem ser digitadas dentro das margens, em espaço um simples com letra menor, e devem iniciar a dois espaços dois da ultima linha da página. Entre uma nota e outra deve haver um espaço e meio. Ficam localizadas a 4 cm a partir da margem esquerda

CONTEÚDO DA PARTE TEXTUAL – ANTEPROJETO A Fase I do TCC é denominada anteprojeto. As principais diferenças do anteprojeto

(Fase I) para monografia (Fase II) estão no conteúdo da parte textual e a encadernação. A encadernação do anteprojeto deverá ser com espiral. O termo “Anteprojeto“ deve aparecer abaixo do título do projeto. O conteúdo da parte textual do anteprojeto deverá conter os seguintes tópicos: 1. Introdução: corresponde à parte inicial do texto, onde deve constar a definição do tema, os objetivos do trabalho e outros elementos necessários para situar o escopo do trabalho. 2. Descrição do Tema: Apresentação geral relatando de forma sucinta o objetivo do tema a ser desenvolvido. 3. Justificativa: Relatar os motivos para o desenvolvimento do trabalho. Identificar os problemas que serão solucionados com o projeto. 4. Objetivos: Relatar as funcionalidades e os principais ganhos que a empresa terá na implementação do projeto a ser desenvolvido. Página 83 de 108


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5. Análise do Ambiente Organizacional. 5.1. Identificação da empresa: relacionando a sua razão social, endereço e pessoas responsáveis pelo fornecimento das informações com os respectivos cargos na empresa. 5.2. Definição do ramo de atividade: apresentando objetivos empresariais, análise do negócio, mercado, fatores críticos de sucesso. 5.3. Organograma da empresa: indicando as principais áreas envolvidas com o desenvolvimento e funções organizacionais atingidas pelo projeto. 5.4. Plataforma tecnológica necessária para o desenvolvimento e implantação do sistema identificando os recursos tecnológicos já existentes. 6. Levantamento do sistema. 6.1. Descrição do mini mundo do sistema. 6.2. Requisitos do sistema. 6.2.1. Detalhamento dos requisitos funcionais 6.2.2. Detalhamento dos requisitos não funcionais 7. Metodologia de desenvolvimento: relacionando as técnicas utilizadas para a fase de levantamento e as pessoas nela envolvidas (caso sejam utilizados questionários os mesmos deverão vir como anexo no projeto), a definição dos recursos tecnológicos utilizados para a modelagem (sendo obrigatório o uso da UML), o ambiente do Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) e a linguagem de programação utilizada para o desenvolvimento (sendo obrigatório o desenvolvimento para ambiente web ou mobile). Obs.: É exigência da disciplina o desenvolvimento da aplicação utilizando a Programação Orientada à Objetos em três camadas (no mínimo) acessando um SGBD. 8. Cronograma de execução: planejar o tempo de duração de cada tarefa que será desenvolvida distribuindo-a ao longo dos meses no prazo estimado. Este cronograma deverá conter no mínimo as etapas estabelecidas no Cronograma de Acompanhamento estabelecido pelo professor Orientador. Outras etapas poderão ser acrescentadas a critério do grupo. 9. Orçamento do trabalho: considerar os custos dos recursos envolvidos X cronograma

de

desenvolvimento

e

calcular

quanto

custará

para

a

empresa

o

desenvolvimento do projeto. Estimar os custos de desenvolvimento, implantação, recursos materiais e de infraestrutura, se houver. 10. Modelo de Casos de Uso. 10.1. Diagrama de Caso de Uso.

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10.2. Descrição textual dos casos de uso: Deverá conter o Nome do Caso de Uso, Descrição, Atores, Pré-condição, Fluxos Principal e Alternativo. 11. Diagramas de Classes: Elaborar o Diagrama de Classes representando nas classes os atributos e os métodos julgados pertinentes. Representar nos relacionamentos entre as classes a multiplicidade dos papéis. 12. Modelo de Interações: Elaborar os Diagramas de Seqüência dos casos de uso implementados, especificando a interação entre as classes utilizadas. 13. Modelo de Transição de Estados: Construir um Diagrama de Transição de Estado para cada classe relevante. 14. Projeto de Banco de Dados. 14.1. Projeto Lógico de Banco de Dados. 14.1.1. Modelo Relacional: apresentar o relacionamento das diversas tabelas lógicas que irão compor o sistema. 14.1.2. Dicionário de Dados: especificação do que os atributos das tabelas representam. 14.2. Projeto Físico de Banco de dados. 14.2.1. Domínio, obrigatoriedade e unicidade. 15. Projeto de Interface Gráfica. 15.1. Mapa de navegação: Elaborar o mapa de navegação das telas que apresentarem interação com outras telas. 15.3. Padronização das cores, fontes e ícones: Relacionar o padrão utilizado no sistema. 15.4. Layout das telas e relatórios: Exibir o “layout” de todas as telas e relatórios do sistema. 16. Projeto de Implantação. 16.1. Estimativa de Volume Inicial: Relacionar as necessidades iniciais para implantação e funcionamento do sistema. 16.2. Previsão de Crescimento: Relacionar as estimativas de crescimento do sistema a médio e longo prazo, e as medidas necessárias para garantir seu pleno funcionamento. 17. Bibliografia básica: relação dos livros, títulos e referências bibliográficas que serão utilizadas na elaboração e construção do TCC.

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CONTEÚDO DA PARTE TEXTUAL A Fase II do TCC é denominada monografia. A encadernação da monografia deverá ser com capa dura. O conteúdo da parte textual da monografia deverá conter os seguintes tópicos: 1. Introdução: corresponde à parte inicial do texto, onde deve constar a definição do

tema, os objetivos do trabalho e outros elementos necessários para situar o escopo do trabalho. 1.1. Descrição do tema: Apresentação geral relatando de forma sucinta o objetivo do tema a ser desenvolvido. 1.2. Justificativa: Relatar os motivos para o desenvolvimento do trabalho. Identificar os problemas que serão solucionados com o projeto. 1.3. Objetivos: Relatar as funcionalidades e os principais ganhos que a empresa terá na implementação do projeto a ser desenvolvido. 1.4. Análise do Ambiente Organizacional 1.4.1. Identificação da empresa: relacionando a sua razão social, endereço e pessoas responsáveis pelo fornecimento das informações com os respectivos cargos na empresa. 1.4.2. Definição do ramo de atividade: apresentando objetivos empresariais, análise do negócio, mercado, fatores críticos de sucesso. 1.4.3. Organograma da empresa: indicando as principais áreas envolvidas com o desenvolvimento.e funções organizacionais atingidas pelo projeto. 1.4.4. Plataforma tecnológica: necessária para o desenvolvimento e implantação do sistema identificando os recursos tecnológicos já existentes. 1.5. Levantamento do sistema. 1.5.1. Descrição do mini mundo do sistema. 1.5.2. Requisitos do sistema. 1.5.2.1. Detalhamento dos requisitos funcionais 1.5.2.2. Detalhamento dos requisitos não funcionais 1.6. Metodologia de desenvolvimento: relacionando as técnicas utilizadas para a fase de levantamento e as pessoas nela envolvidas, (caso sejam utilizados questionários os mesmos deverão vir como anexo no projeto), a definição dos recursos tecnológicos utilizados para a modelagem, sendo obrigatório o uso da metodologia de desenvolvimento UML, Página 86 de 108


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ambiente do Sistema Gerenciador de Banco de Dados e linguagem de programação utilizada para o desenvolvimento (sendo obrigatório o desenvolvimento para ambiente web ou mobile). Obs.: É exigência da disciplina o desenvolvimento da aplicação utilizando a Programação Orientada à Objetos em três camadas, no mínimo, em um Sistema Gerenciador de Banco de Dados. 1.7. Cronograma de confecção: apresentar um cronograma com o planejamento do tempo de duração de cada tarefa realizada durante o desenvolvimento, distribuindo estas tarefas ao longo dos meses do prazo estipulado para elaboração do TCC. Este cronograma deverá conter no mínimo as etapas estabelecidas no Cronograma de Acompanhamento estabelecido pelo professor Orientador. Outras etapas poderão ser acrescentadas a critério do grupo. 1.8. Orçamento do trabalho: considerar os custos dos recursos envolvidos X cronograma

de

desenvolvimento

e

calcular

quanto

custará

para

a

empresa

o

desenvolvimento do projeto. Estimar os custos de desenvolvimento, implantação, recursos materiais e de infraestrutura, se houver. 2. Modelo de Casos de Uso. 2.1. Diagrama de Caso de Uso. 2.3. Descrição textual dos casos de uso: Deverá conter o Nome do Caso de Uso, Descrição, Atores, Pré-condição, Pós-condição, Fluxos Principal e Alternativo. 3. Diagramas de Classes: Elaborar o Diagrama de Classes representando nas classes os atributos e os métodos julgados pertinentes. Representar nos relacionamentos entre as classes a multiplicidade dos papéis. 4. Modelo de Interações: Elaborar os Diagramas de Seqüência dos módulos implementados, especificando a interação entre as camadas de programação utilizadas. 5. Modelo de Transição de Estados: Construir um Diagrama de Transição de Estado para cada classe relevante. 6. Projeto de Banco de Dados. 6.1. Projeto Lógico de Banco de Dados. 6.1.1. Modelo Relacional: apresentar o relacionamento das diversas tabelas lógicas que irão compor o sistema. 6.1.2. Dicionário de Dados: especificação do que os atributos das tabelas representam. 6.2. Projeto Físico de Banco de dados. Página 87 de 108


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6.2.1. Domínio, obrigatoriedade e unicidade. 6.2.2. Criação do Banco de Dados: apresentar os “scripts” de geração das tabelas no Banco de Dados. 7. Projeto de Interface Gráfica. 7.1. Mapa de navegação: Elaborar o mapa de navegação das telas que apresentarem interação com outras telas. 7.3. Padronização das cores, fontes e ícones: Relacionar o padrão utilizado no sistema. 7.4. Lay-out das telas e relatórios: Exibir o “lay-out” de todas as telas e relatórios do sistema. 8. Projeto de Implantação. 8.1. Estratégia de Implementação: Expor a estratégia de implementação do sistema (a seqüência com que os casos de uso do sistema foram desenvolvidos). 8.2.

Procedimentos

de

Implantação:

Acrescentar

todos

os

procedimentos

associados a implantação do sistema, tais como: treinamento do usuário; migração dos dados do sistema anterior (se houver); estratégia para implantação do sistema (instalação e carga dos servidores, mudança (ou ativação) efetiva do sistema), etc. 8.3. Estimativa de Volume Inicial: Relacionar as necessidades iniciais para implantação e funcionamento do sistema. 8.4. Previsão de Crescimento: Relacionar as estimativas de crescimento do sistema a médio e longo prazo, e as medidas necessárias para garantir seu pleno funcionamento. 9. Manual do usuário. 10. Conclusões e Trabalhos Futuros: parte final do texto, na qual se apresentam as conclusões correspondentes aos objetivos. Neste capítulo, podem ser descritas também as dificuldades técnicas encontradas durante o desenvolvimento do trabalho, assim como os melhoramentos que podem ser feitos no mesmo, além de trabalhos futuros que poderão dar continuidade ao sistema criado. 11. Bibliografia: relação dos livros, títulos e referências bibliográficas que foram utilizadas na elaboração e construção do TCC.

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Tecnologia em Anรกlise de Desenvolvimento de Sistemas

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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas APÊNDICE III – PERFIL DO CORPO DOCENTE. ALEXANDRE JOSE BORGES

Especialização em Analise de Sistemas (Celso Lisboa/1998)

H

Estrutura de Dados / Empreendedorismo / Estudos Integrados I

8

10 anos

12 anos

ALTEMAR SALES DE OLIVEIRA

Mestrado em Engenharia CivilSistemas Computacionais (COPPE/UFRJ/2008) Mestrado em Gestão e Estratégia em Negócios (UFRRJ/2004) Mestre em Sistemas Computacionais

H

(TCC) / Banco de dados

8 (mais de 50% em orientação de TCC)

3 anos

9 anos

H

Tópicos Avançados em Programação

4

2 anos

23 anos

H

Engenharia de Software + TCC + Gerencia em Proj de Tecnologia

6

3 anos

3 anos

EDUARDO JOSÉ PAZ FERREIRA BARRETO

Doutor em letras

I

Teoria e Prática de Texto

2

2 anos

7 anos

ELIZANGELA QUARESMA

Especialização em Análise de Sistemas (UNESA/2002)

I

6

09 anos

06 anos

JOHNNY EDWARD VILLAVICENCIO TAFUR

Doutor em Ciência da Computação

H

: Ambientes web Outras atividades: PROAPE / Propriedade Intelectual e Ética / Estudos Especiais

4

1 ano

6 anos

Marcelo Pitanga

Mestrado em Informática (UFRJ/2007) Doutor / Literatura comparada

H

TCC

6

11 anos

11 anos

H

Inglês Técnico

2

2 anos

9 anos

Doutora em Biociências e Saúde(Inst Oswaldo Cruz/2010) Doutorado em Engenharia Biomédica

I

Metodologia Científica e da Pesquisa / PROAPE Arquitetura Computadores I e II Informática e Sociedade / Estatística

2

3 anos

10 anos

8

3 anos

10 anos

CLAUDIO DE SOUZA GIMENEZ

CRISTIANO JOSE MARIOTTI MARTINS

MARCOS ROBERTO BATISTA DE FREITAS MARTA SORVI DOS SANTOS

PAULO GALHANONE

H

RAPHAEL PACHECO DA ROCHA

Mestre em Engenharia da produção

H

TCC + Seg. Informação Digital

4

1 ano

1 ano

RAQUEL LIMA

Mestre em Educação

H

TCC II

8

06

06 meses

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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

Téc de Programação Estruturada

PICCININI REYNALDO

meses

RICARDO MARCIANO DOS SANTOS

Mestrado em Informática

H

Coordenação / Tec Web

25 (coordenaçã o)+4

3 anos

6 anos

RONALD HENRIQUE FERREIRA DE ALMEIDA

Especialista Redes / UFF

H

Sistemas de Computação / Sistemas Operacionais I e II

6

2 anos

2 anos

ROSA AMELITA SÁ MENEZES DA MOTTA

Doutorado em Educação (UFRJ/2004) Mestrado em Ciência da Computação (UFF/)

H

Modelagem de Sistemas / Estudos Integrados II / Tópicos Avançados em Proc. Dados

8 (mais 50% em orientação)

4 anos

20 anos

ROSEMARY CAETANO

Doutorado em Letras (UFF/2004)

I

Licença

2 anos e 9 meses

4 anos

SERGIO J. P. CLEMENTE

Especialização em Ger. e estratégia de Informática/ UFRJ/1999

H

Outras Atividades: PROAPE / Propriedade Intelectual e ética Matemática discreta I e II / Desenvolvimento de Projetos I

8

12 anos

Vinícius Marques

Especialista em Tecnologias da Inf. Em ambientes Educacionais Especialização em Gerência de Redes (NCE-UFRJ/2005)

H

POO AMB. MÓVEIS

8

10 meses

10 meses

H

Fundamentos de redes Adm. Sistema de informações

14

7 anos

9 anos

VIRGILIO CESAR GARCIA LEANDRO

TITULAÇÃO Doutores Mestres Especialistas TOTAL REGIME DE TRABALHO Integral Parcial Horista TOTAL

12 anos

TOTAL 7 7 6

% 35 35 30

TOTAL

%

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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

APÊNDICE IV - EMENTAS

Ementas do Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Primeiro período Código Disciplina Carga Horária Créditos Pré-Requisito U020794 Sistema de Computação Teórica: 30 / APS: 10 02 EMENTA Processamento de dados. Componentes de um Sistema de Computação. Aritmética Computacional.Conceitos de Lógica Digital. Subsistema de memória. Unidade Central de Processamento.Representação dos dados. OBJETIVOS Conhecer os conceitos relativos aos componentes básicos da organização dos computadores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MONTEIRO, Mario A. Introdução a Organização de Computadores. Rio de Janeiro: LTC, 2007. TANENBAUM, Andrew S. Organização Estruturada de Computadores. Rio de Janeiro: LTC, 2007. STALLINGS, William. Arquitetura e organização de Computadores. Rio de Janeiro: Prentice-Hall , 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HENNESSY, J.L. ; PATTERSON, D.A. Arquitetura de Computadores: Uma Abordagem Quantitativa. Rio de Janeiro: Campus, 2005. MURDOCCA, Miles. Introdução à Arquitetura de Computadores. Rio de Janeiro: Campus, 2000.

Código Disciplina Carga Horária Créditos Pré-Requisitos U040810 Técnicas de Programação Estruturada Teórica:60 / APS: 20 04 EMENTA Conceitos da programação estruturada. Construção e testes de algoritmos utilizando a linguagem de programação estruturada. OBJETIVOS Prover ao aluno conceitos, técnicas e ferramentas para programar instruções, utilizando programação estruturada para desenvolver e testar algoritmos em pseudo linguagem, visando a fácil adaptação a linguagens computacionais de alto nível. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PEREIRA, Silvio do Lago. Estruturas de Dados Fundamentais. São Paulo: Érica, 2003 FARRER, H. et al. Algoritmos Estruturados. Rio de Janeiro: LTC,1999. ZIVIANI, Nívio. Projeto de Algoritmos. São Paulo: Editora Pioneira, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MANZANO, José Augusto N. G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. São Paulo: Editora Érica, 2004 UCCI, W. Lógica de programação: os primeiros passos. São Paulo: Érica, 1999.

Código U040601

Disciplina Matemática Discreta I

Carga Horária Teórica: 60h

Créditos

Pré-Requisitos

4

APS: 20h EMENTA Revisão dos conceitos algébricos. Teoria dos conjuntos. Sistema de numeração. Introdução a lógica matematica. Objetivos Compreender a teoria dos conjuntos, permutações, combinações, probabilidade discreta, grafos e relações de recorrência, apurando o sentimento de causa e efeito por meio do raciocínio lógico e relacional;

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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA GERSTING., J.L. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação.Rio de Janeiro: LTC, 2004. SILVA S.M.; SILVA, E.M. ; SILVA, E.M. Matemática Básica para os Cursos Superiores. Rio de Janeiro: Atlas, 2002. GRAHAM, R.; KNUTH, D. & PATASHNIK, O. Matemática Concreta – Fundamentos para a Ciência da Computação. Rio de Janeiro: LTC, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEITHOLD, Louis. O Cálculo - com Geometria Analítica. São Paulo: Editora Harbra, 2003. SOUZA, João Nunes de. Lógica para a ciência da computação. Rio de Janeiro: ELSEVIER,2002,

Código Disciplina Carga Horária Créditos Pré-Requisito U020837 Teoria e Prática do Texto Teórica: 30 / APS: 10 02 EMENTA A linguagem e suas leis de funcionamento. Reflexão sobre textos alheios e a capacidade de construir textos próprios. A adequação do discurso a uma necessidade social e profissional. Métodos de raciocínio e organização do discurso. Ênfase à produção de textos técnicos. OBJETIVOS Desenvolver o raciocínio crítico e a auto-suficiência na elaboração de discursos nos diferentes níveis de linguagem, usando vocabulário condizente com a formação profissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CUNHA, Celso ; CINTRA, Lindley. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2001. MARTINS, Dieleta et al. Português instrumental. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2003. GRISOLA, Mirian Margarida. Português sem segredos. São Paulo: Moderna, 2004. FARACO, C.A.; MANDRYK, D. Prática de redação para estudantes universitários. São Paulo: Vozes, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas, 2006. GRION, Laurinda. Dicas para uma boa redação. São Paulo: Edicta, 2004. BLIKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita. São Paulo: Ática, 2005. Inglês Técnico Código Disciplina Carga Horária Créditos Pré-Requisito U020534 Inglês Técnico Teórica: 30 / APS: 10 02 OBJETIVOS Ler e interpretar textos na língua inglesa relativos à área de Informática, tendo em vista a melhor interação com os sistemas computacionais utilizados nas subáreas relacionadas ao Curso. EMENTA Leitura e compreensão de textos na língua inglesa utilizados na área de Informática, enfatizando os termos técnicos usados no Curso: estrutura da sentença e períodos; verbos e expressões. Ênfase na leitura de manuais e termos técnicos utilizados em softwares da área ou subáreas relacionadas ao Curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ESTERAS, Santiago Remacha . Infotech – english for computer. Editora Cambridge, University Press. Teacher’s Book., 2002. GLENDINING, Eric H. Basic english for computing. São Paulo: Oxford do Brasil, 2004. GALLO, Ligia R. Inglês instrumental para informática. São Paulo: Ícone, 2008. TORRES, Nelson. Gramática prática da língua Inglesa: o inglês descomplicado. São Paulo: Saraiva, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MEDRANO, Verônica. Lazybones – Inglês para Informática. São Paulo: Bookworm, 2001. TORRES, Nelson. Gramática prática da língua lnglesa. São Paulo: Saraiva, 2002.

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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

Código U040019

Disciplina

Carga Horária

Ambiente WEB

Créditos

Teórica: 30h

Pré-Requisitos

4

Prática: 30h APS: 20h EMENTA Abordagem centrada em desenvolvimento de paginas Web: vantagens e facilidades da utilização de aplicações Web. Conceitos e comandos para desenvolvimento nas linguagens HTML, XHTML, DHTML e Web Standards. Objetivos Desenvolver programas, usando linguagens para elaboração de aplicações Web. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LEMAY, Laura. Aprenda em uma semana HTML 4. Rio de Janeiro: Campus, 1998 NEGRINO,Tom. JavaScript para world wide web. Rio de Janeiro: Campus, 2001. LEMAY, Laura. Aprenda a Criar Páginas Web com HTML e XHTML em 21 dias. São Paulo: Editora Makron Books, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MONCUR, Michael. Aprenda em 24 horas JavaScript 1.3. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1999 NIEDERST, Jennifer. Aprenda Web design. Rio de Janeiro: Ciencia Moderna, 2002 Código U020797

Disciplina

Carga Horária

Sistemas Operacionais I

Créditos

Teórica: 30h

Pré-Requisito

02

APS:10h OBJETIVOS Compreender os conceitos relativos a sistemas operacionais, tendo em vista a evolução dos algoritmos de gerencia de desses sistemas e a sua usabilidade. EMENTA Conceitos básicos. Históricos. Tipos de sistemas operacionais. Modelo de processos. Subprocessos e thread. Gerência de memória. Gerência de arquivo. Sistemas de arquivo. Gerência de dispositivos. Sistemas operacionais para processamento paralelo, distribuídos e de redes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MACHADO, Francis Bering ; MAIA, L.P. Arquiterura de sistemas operacionais. Rio de Janeiro: LTC, 2007. DAVIS, William S. . Sistemas Operacionais: uma visão sistemática. Rio de Janeiro: Campus, 1999. SILBERSCHATZ,

A.

et

al.

Sistemas

Operacionais.

Rio

de

Janeiro:

Campus,

2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TANENBAUM, Andrew S. Sistemas operacionais modernos. São Paulo: PEARSON PRENTICE HALL, 2007. TOSCANI, Simão Sirineo. Sistemas operacionais e programação concorrente. Porto Alegre: Editora SAGRA LUZZATTO, 2003.

Segundo Período Código U040240

Disciplina Estrutura de Dados

Carga Horária Teórica:30/ Prática:30 APS: 20

Créditos 04

Pré-Requisito U040810

EMENTA Aplicação de procedimentos e de funções. Estrutura de dados: pilha,fila, árvore binária, árvore B, combinações dessas e outras mais avançadas. OBJETIVOS Desenvolver programas usando estruturas de dados em uma linguagem estruturada.

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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA GUIMARÃES, A. M. ; LAGES, N. A. C. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: LTC: Rio de Janeiro, 1994 FARRER, H. et al. Algoritmos Estruturados. Rio de Janeiro: LTC,1999. ZIVIANI, Nívio. Projeto de algoritmos. São Paulo: Editora Pioneira, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MANZANO, José Augusto N. G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. São Paulo: Érica, 2004. FORBELLONE, André Luis Villar et al. Lógica de Programação: a Construção de Algoritmos e Estruturas de Dados. 3 ed. São Paulo: Makron Books. 2005. MEDINA Marco; FERTIG, Cristina. Algoritmos e Programação: Teoria e Prática. 1 ed, São Paulo: Novatec, 2005. Código U020612

Disciplina

Carga Horária

Metodologia Científica e da Pesquisa

Teórica: 30h

Créditos

Pré-Requisito

02

APS:10h

EMENTA Saberes do senso comum e da ciência; Paradigma dominante e paradigma emergente. Principais etapas do trabalho científico. Tipos de pesquisa: qualitativa e quantitativa. Tipos de textos científicos. Linguagem e ciência. Ética na produção acadêmica BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAKATOS, Eva Maria, MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2009. RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica: guia para eficiência nos estudos. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2008. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. RJ: Letras, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARROS, A J. S; LEHFELD, N.A S. Fundamentos de Metodologia Científica: Um guia para a iniciação científica. São Paulo, Makron Books, 2000. MINAYO, M. Cecília de Souza (org). Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. RJ: Petrópolis, 2001. WAZLAWICK, Raul Sidnei. Metodologia Científica para Ciência da Computação. Rio de Janeiro: Campus, 2009.

Código U040798

Disciplina Sistemas Operacionais II

Carga Horária Teórica: 60 h APS: 20h

Créditos 4

Pré-Requisitos U020797

EMENTA Conceituação de Sistemas Operacionais de rede. Histórico dos principais sistemas operacionais de rede- Unix / Linux / Windows. Análise comparativa entre sistemas operacionais de rede mais utilizados. Configuração de perfis de rede e serviços básicos. Objetivos Analisar recursos oferecidos pelos sistemas operacionais, tais como desempenho, segurança, sistema de arquivos entre outros. Configurar perfis de redes e serviços básicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MACHADO, Francis Bering ; MAIA, L.P. Arquiterura de sistemas operacionais. Rio de Janeiro: LTC, 2007. DAVIS, William S. Sistemas Operacionais: uma visão sistemática. Rio de Janeiro: Campus, 1999. SILBERSCHATZ, A. et al. Sistemas Operacionais. Rio de Janeiro: Campus, 2004.

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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TANENBAUM, Andrew S. Sistemas operacionais modernos. São Paulo: PEARSON PRENTICE HALL, 2007. TOSCANI, Simão Sirineo. Sistemas operacionais e programação concorrente. Porto Alegre: Editora SAGRA LUZZATTO, 2003. NEMETH, E.; SNYDER, G.;HEIN, T.R. Manual Completo do Linux – Guia do Administrador. 2ª edição, São Paulo: Pearson, 2007

Código U020602

Disciplina Matemática Discreta II

Carga Horária Teórica: 30h

Créditos

Pré-Requisitos

02

APS: 10h EMENTA Matrizes. Determinantes. Sistemas de Equações Lineares. Vetores. Produto escalar e produto vetorial. Espaço vetorial. Dependência linear e Transformações lineares. OBJETIVOS Aplicar os conceitos fundamentais da Álgebra Linear na área da computação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA KOLMAN, B.Introdução à Álgebra Linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2006. LIPSCHUTZ, Seymour; LIPSON, Marc . Álgebra Linear. São Paulo: McGraw-Hill, 2004. BOLDRINI, José Luiz. Álgebra Linear, São Paulo: Harbra, 1986. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LAY, D.C. Álgebra Linear e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. BIANCHINI, Eduardo. Curso de matemática. 2ed. São Paulo: Editora Moderna, 1998.

Código U040641

Disciplina Negócios na Internet

Carga Horária Teórica: 60h

Créditos

Pré-Requisito

04

APS: 20h EMENTA A Internet e os negócios. As operações, a tecnologia e a segurança dentro do ambiente da Internet. Como é o consumidor online. Marketing em negócios na Internet. Erros mais comuns cometidos pelas empresas em seus negócios no mundo do E-commerce. Objetivos Compreender o uso da Internet em negócios tanto em suas operações de e-commerce quanto na sua utilização como mídia a ser explorada por diferentes ações de marketing, sob o ponto de vista sistêmico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CATALANI, Luciane, et. al., E-commerce, Rio de Janeiro: FGV, 2004 VENETIANER, Tom. E-commerce na corda bamba. Rio de Janeiro: Campus, 2000. TURBAN, Efraim. Comércio eletrônico: estratégia e gestão. São Paulo: Prentice Hall, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos Novos Tempos. Rio de Janeiro: Campus, 1999. STRAUSS, J ; FROST , R. E-marketing. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 2001.

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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

Terceiro Período Código U020031

Disciplina

Carga Horária

Arquitetura de Computadores I Teórica: 30h

Créditos

Pré-Requisito

02

APS:10h EMENTA Os computadores eletrônicos. Conceito de programa armazenado. Arquitetura de Von Neuman. Unidades básicas. Análise do computador: arquitetura, conjuntos de instruções e execução de instruções. Princípios de gerência de processos e sistemas. Diferenças entre a arquitetura de um computador e sua implementação. A era VLSI e os microprocessadores. Barramentos. Projeto e implementação de um micro computador. Arquitetura e organização de computadores. Organização da CPU. Formatos básicos para representação de dados. Conjunto de instruções. Unidades Lógicas e aritméticas. Fundamentos de unidades de controle. Linguagem assembly. . OBJETIVOS Compreender o funcionamento dos circuitos e sistemas que compõem a arquitetura de um computador.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA MONTEIRO, Mario A. Introdução a organização de computadores. Rio de Janeiro: LTC, 2001. TANENBAUM, Andrew S. Organização estruturada de computadores. Rio de Janeiro: LTC, 2001. DALDALTRINI, Beatriz Mascia; JINO, Mário; MAGALHÃES, Léo Pini . Introdução a sistemas de computação digital. São Paulo: Makron Books, 1999.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HENNESSY; John L. ; PATTERSON; David A. Arquitetura de computadores - uma abordagem quantitativa. Rio de Janeiro: Campus, 2003. MURDOCCA, Miles . Introdução à arquitetura de computadores. Rio de Janeiro: Campus, 2001.

Código U040236

Disciplina Estatística

Carga Horária Teórica: 30h Prática: 30 h APS: 20h

Créditos 04

Pré-Requisito

EMENTA Objetivo e conceito da Estatística. Dado estatístico e critérios de arredondamento. Fases do trabalho estatístico. Séries e gráficos estatísticos. Distribuição de freqüências. Medidas de posição. Medidas de dispersão. Regressão e correlação linear. Cálculo de probabilidades. Variável aleatória. Distribuições de probabilidade discreta e contínua. OBJETIVO(S) Representar situações coletivas na forma tabular e gráfica, usando softwares aplicativos adequados e análise por meio do cálculo de parâmetros e medidas estatísticas adequadas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS, Afonso Villa Nova. Apostila de estatística. Rio de Janeiro: Particular, 1990. CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 1997. DONAIRE, Denis. Princípios de estatística. São Paulo: Atlas,1987. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR STEVENSON, William J. Estatística aplicada à administração. São Paulo: Harbra Ltda., 1986. MARTINS, Gilberto de Andrade. Estatística geral e aplicada. São Paulo: Atlas, 2002.

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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

Código U040824

Disciplina Tecnologia WEB

Carga Horária Teórica: 30h Prática: 30 h APS: 20h

Créditos 04

Pré-Requisitos U040240

EMENTA Apresentação do ASP; Interagindo com o usuário em ASP; Objetos do ASP; Apresentação do PHP; Interagindo com o usuário em PHP; Trabalhando com Banco de Dados em PHP.

OBJETIVOS Aplicar os conceitos relativos à programação para o ambiente Web (Internet/Intranet), utilizando linguagens dinâmicas de script associadas às tecnologias de banco de dados.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA DALL´OGLIO, Pablo. PHP: Programando com Orientação a Objetos. Sao Paulo: Novatec, 2009. MELONI, Julie C. Fundamentos de PHP. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2000, MELO, Alexandre Altair de; NASCIMENTO, Mauricio G. F.. PHP Profissional. 1 Edicao. Sao Paulo: Novatec, 2007. MINETTO, ELTON LUÍS. Frameworks para Desenvolvimento em PHP. Sao Paulo: Novatec, 2007 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DAVIS, MICHELE E.; PHILLIPS, JON A. Aprendendo PHP & MySQL. Rio de Janeiro: Alta Books,2008. ROCHA, Cerli Antonio. Desenvolvendo Web Sites Dinâmicos – PHP, APS,JSP. Rio de janeiro:Editora Campus, 2003. NIELSEN, Jakob. Projetando WebSites. Rio de Janeiro: Campus, 2000.

Código Disciplina Carga Horária Créditos Pré-Requisito U020530 Informática e Sociedade Teórica: 30 / APS: 10 02 EMENTA Evolução da computação. Aspectos sociais, econômicos, legais e profissionais de computação. Mercado de trabalho, novas relações de trabalho, o indivíduo e a ética. Aplicações da computação na educação, medicina, comunicação, artes e entretenimento. OBJETIVOS Identificar o poder e papel que a informática pode exercer no processo de ensino-aprendizado da sociedade. Compreender dos fatores globais que influenciam o desenvolvimento da Informática, bem como dos impactos sociais dessa atividade. Conhecer os principais aspectos da legislação sobre informática. Descrever o perfil do profissional de informática, o mercado em que atua, abordando, inclusive, questões relacionadas à ética profissional. Analisar o contexto da sociedade da informação, analisando as principais revoluções técnico-científicas que antecederam a sociedade informatizada. Apresentar o paradigma da tecnologia da informação, analisando as tecnologias emergentes e sua influência nas organizações e na sociedade. Analisar a conjuntura sócio-econômica nacional e o papel da informática, identificando a atuação e o papel do governo e da sociedade brasileira frente à tecnologia de informação. Buscar atualização, sob o aspecto da ética, de alguns temas eletivos relacionados à problemática social e pessoal provocada pela informática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NALINI, J. R. Ética geral e profissional. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2001. RATTNER, H. Informática e sociedade. São Paulo: Editora Brasiliense,1985. LÉVY, P. Cibercultura. Rio de Janeiro:Editora 34, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOUVÊA, S.; O Direito na Era Digital; Rio de Janeiro: Editora Mauad, 1997. INELLAS, Gabriel César Zaccaria de. Crimes na internet. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2004. SCHAFF, Adam. A sociedade informática: as conseqüências sociais da segunda revolução industrial. São Paulo: Editora Brasiliense, 1995

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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

Código U040442

Disciplina Fundamentos de Redes

Carga Horária Teórica: 60h APS:20h

Créditos 04

Pré-Requisitos

EMENTA Conceitos e fundamentos básicos de comunicação de dados. Introdução a arquiteturas de redes. Arquitetura cliente/servidor. Aspectos gerais de redes de computadores. Protocolos de comunicação. Hardware necessário para redes de computadores. Introdução a camadas de redes pelo modelo OSI. Protocolo TCP/IP. Sistema operacional de redes. Gerenciando usuários da rede. Gerencia de redes. Segurança de redes de computadores. Redes sem Fio. Segurança no acesso à internet. Objetivos Compreender o funcionamento da interligação de computadores via rede por meio de protocolos de comunicação, tendo em vista a descoberta das limitações e das possibilidades de redes de computadores.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA MENDES, Rocha Douglas. Redes de Computadores: teoria e prática. São Paulo: Novatec, 2007. TANENBAUM, A. S. Redes de computadores, Rio de Janeiro: Editora Elzevier, 2003. SOARES, L. F.; LEMOS, G. ; COLCHER, S. Redes de computadores (das LANs, MANs e WANs às redes ATM). Rio de Janeiro: Campus, 1995 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NEMETH, E.; SNYDER, G.;HEIN, T.R. Manual Completo do Linux – Guia do Administrador. 2ª edição, São Paulo: Pearson, 2007 COMER, Douglas E. Redes de Computadores e Internet. Porto Alegre: Bookman, 2002.

Código U040215

Disciplina Engenharia de Software

Carga Horária Teórica: 60h

Créditos

Pré-Requisito

04

APS:20h EMENTA Conceito de Processo de software. Processo de desenvolvimento de software. Ciclo de vida de desenvolvimento de software. Qualidade de software. Técnicas de planejamento e gerenciamento de software. Gerenciamento de configuração de software. Engenharia de requisitos. Métodos de análise e de projeto de software. Qualidade de software. Métricas de software e estimativas. Verificação, validação e teste. Manutenção. Documentação. Padrões de desenvolvimento. Reuso. Engenharia reversa. Reengenharia. Ambientes de desenvolvimento de software. Objetivos Aplicar os conceitos básicos relativos às metodologias de planejamento e desenvolvimento de projetos de software.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA PRESSMAN,Roger S. Engenharia de Software. Rio de Janeiro: Editora McGraw Hill, 2006. PAULA FILHO, Wilson de Pádua. Engenharia de software: fundamentos, métodos e padrões. Rio de Janeiro: LTC, 2003 KRUCHTEN, Phillippe. Introdução ao RUP - Rational Unified Process. Rio de Janeiro :Ciência Moderna, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR REZENDE, Denis Alcides. Engenharia de Software e Sistemas de Informação. São Paulo: Editora Brasport; 2002. PFLEEGER, Shari Lawrence. Engenharia de Software. São Paulo: Editora Prentice-Hall/ Makron Books, 2004.

Quarto Período

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Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

Código U020032

Disciplina Arquitetura de Computadores II

Carga Horária

Créditos

Pré-

02

Requisito

Teórica: 30h APS:10h

U020031

EMENTA Arquiteturas avançadas. Conceito de máquina virtual. Tendências. Processadores RISC e CISC em detalhes. OBJETIVOS Conhecer o funcionamento das arquiteturas RISC e CISC, dos processadores super-escalares, das organizações paralelas e das máquinas de pilha. Analisar arquiteturas existentes e as tendêncas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MONTEIRO, Mario A. Introdução a organização de computadores. Rio de Janeiro: LTC, 2001. TANENBAUM, Andrew S. Organização estruturada de computadores. Rio de Janeiro: LTC, 2001. DALDALTRINI, Beatriz Mascia; JINO, Mário; MAGALHÃES, Léo Pini . Introdução a sistemas de computação digital. São Paulo: Makron Books, 1999.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HENNESSY; John L. ; PATTERSON; David A. Arquitetura de computadores - uma abordagem quantitativa. Rio de Janeiro: Campus, 2003. MURDOCCA, Miles . Introdução à arquitetura de computadores. Rio de Janeiro: Campus, 2001.

Código U080728

Disciplina Carga Horária Projeto em Banco de Dados Teórica: 60h Prática: 60h APS:40h

Créditos 08

Pré-Requisito

EMENTA Introdução e conceitos básicos. Modelagem de dados conceitual. Modelo relacional e restrições de integridade Projeto lógico de bancos de dados. Engenharia reversa. Álgebra relacional. SQL. Normalização de dados. Organização de arquivos e indexação. Projeto físico de bancos de dados. Processamento e otimização de consultas. Controle de concorrência e recuperação de falhas. Tópicos avançados em bancos de dados. Objetivos Aplicar os conceitos básicos relativos a projeto de banco de dados e à arquitetura de sistemas de gerenciamentos de dados ao desenvolvimento de sistemas computacionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ELMASRI, R., NAVATHE, S. Sistemas de Banco de Dados. São Paulo: Pearson, 2005. SILBERSCHATZ, A., KORTH, H., SUDARSHAN, S. Sistema de Banco de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 2006. DATE, C.J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABREU, M. P.; MACHADO, F. N. R. Projeto de Banco de Dados - Uma Visão Prática. 15. Ed. São Paulo: Érica, 2004. ALVES, W. P. Fundamentos de Bancos de Dados. São Paulo: Érica, 2004. GILLENSON, Mark L. Fundamentos de Sistemas de Gerência de Banco de Dados. Rio de Janeiro: LTC, 2006.

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Projeto Pedagógico de Curso

Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

Código U040636

Disciplina Modelagem de Sistemas

Carga Horária Teórica:60h

Créditos

Pré-Requisito

04

U040215

APS:20h EMENTA Objetivos da modelagem de sistemas. Conceitos de orientação a objetos. Visão Geral da UML. Fundamentos do processo de desenvolvimento. Diagramas da UML (versão avançada). Fundamentos de projeto de padrões. Objetivos Aplicar os conceitos da orientação objeto na construção de sistemas, utilizando a UML.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEZERRA, Eduardo. Princípios de análise e projeto de sistemas com UML. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. BOOCH, Grady; RUMBAUGH, James; JACOBSON, Ivar. UML guia do usuário. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. LARMAN, Craig. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientado a objeto. Porto Alegre: Bookman, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MELO, Ana Cristina. Desenvolvendo aplicações com UML 2.0: do conceitual à implementação. Rio de Janeiro: Editora Brasport, 2004. SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software. São Paulo: Editora Person Addison Wesley, 2007. KRUCHTEN, P. Introdução ao RUP - Rational Unified Process. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2003. FOWLER, Martim. UML essencial. Porto Alegre: BOOKMAN, 2006.

Código Disciplina Carga Horária Créditos Pré-Requisito U020202 Empreendedorismo Teórica:30 / Prática: 10 02 EMENTA Conceitos Básicos da Teoria Administrativa. Funções da Administração. Conceitos de empreendedorismo. Características de empreendedores. Planejamento de Negócios. Técnicas de negociação. Técnicas de Marketing. OBJETIVOS Desenvolver projetos inovadores (novos negócios) na área de Tecnologia da Informação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SALIM, César Simões. Construindo planos de negócio: todos os passos necessários para planejar e desenvolver negócios de sucesso. Rio de Janeiro: Campus, 2003. DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo - Transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001. PINCHOT, Gifford; PELLMAN, Ron. Intra-empreendedorismo na prática - um guia de inovações nos negócios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DRUCKER, P.F. Inovação e espírito empreendedor: Prática e Princípios. São Paulo: Editora Pioneira, 2003. PETERS, Michael;HISRICH, Robert D. Empreendedorismo. São Paulo: Bookman, 2004. Código Disciplina Carga Horária Créditos Pré-Requisito U020303 Estudos Integrados I Teórica: 30 02 APS: 10 EMENTA Prática direcionada à consolidação dos conhecimentos construídos ao longo do curso, com ênfase na visão interdisciplinar e no trabalho em equipe. Apresentação de produto computacional, criado a partir da integração dos conhecimentos teóricos aplicados na prática. OBJETIVOS Desenvolver um produto computacional, a partir da integração e consolidação dos conhecimentos teóricos e práticos construídos ao longo do curso.

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Projeto Pedagógico de Curso

Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA Acervo do Curso BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Acervo do Curso

Quinto Período Codigo U020460

Carga Horária

Disciplina Gerência em Projetos de Tecnologia

Teórica: 30h

Créditos

Pré-Requisito

02

APS:10h

EMENTA Definição de Gerenciamento de Projetos. O ciclo de vida de um projeto. A guia para gerenciar projetos (PMBOK 2004). Preparando a organização para Projetos. Gerência de Projetos e suas interfaces. Modelo geral para o Gerenciamento de Projetos. Garantia de qualidade. Objetivos Aplicar os conceitos básicos do gerenciamento de projetos, usando uma metodologia adequada à realidade das organizações modernas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA GREENE, J; STELLMAM A. Use a cabeça PMP. São Paulo: Editora Alta Books, 2008. VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de projetos. São Paulo: Brasport, 2005. BOENTE, Alfredo Nazareno Pereira . Gerenciamento & Controle de Projetos. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil Ltda, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARTINS, José C. C. Gestão de projetos de segurança da informação. São Paulo: Brasport, 2002. VARGAS, Ricardo Viana. Manual prático do plano de projeto. São Paulo: Brasport, 2007.

Código U040850

Disciplina

Carga Horária

Tópicos Avançados em

Teórica: 30h

Programação

Prática: 30h

Créditos

Pré-Requisito

04

APS:20h EMENTA Projeto lógico de banco de dados (revisão). Comandos DDL e DML do SQL padrão. Programação usando XML, PL/SQL e SQL plus. Extensões do SQL. Objetivos Utilizar uma linguagem de programação de computadores adequadas para acessar e manipular os dados em um sistema de gerenciamento de banco de dados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MANZANO, José Augusto N. G.POSTGRESQL 8.3.0 - Interativo: Guia de orientação e Desenvolvimento. São Paulo: Editora Érica, 2008. SOUZA, Marco Aurélio de. SQL, PL/SQL, SQL * Plus: manual de referência completo e objetivo. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2004. SILVA FILHO, Antonio Mendes. Programando com XML. Rio de janeiro:Campus, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MILANI, André. POSTGRE SQL – Guia do Programador. São Paulo: Editora Novatec, 2008. COSTA, Rogério. SQL- guia prático. São Paulo: Brasport, 2006. RANGEL, Alexandre. MYSQL: modelagem, projeto e desenvolvimento SQL. São Paulo: Alta Books, 2004. Código U080726

Disciplina Programação Orientada a Objetos

Carga Horária Teórica: 60h Prática: 60h APS:40h

Créditos 08

Pré-Requisito

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Projeto Pedagógico de Curso

Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

EMENTA Revisão dos Conceitos de Orientação a Objetos. A Linguagem Java. Banco de Dados e Java. Programação Java para WEB e conceitos avançados da arquitetura J2EE, voltados para o desenvolvimento aplicações corporativas. Objetivos Desenvolver programas, utilizando linguagem de programação orientada a objetos conceitos, técnicas e ferramentas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEITEL, HARVEY M; DEITEL, PAUL J.. Java: Como Programar. São Paulo: Prentice-Hall, 2005. FURGERI, S. Java 6: Ensino Didático - Desenvolvendo e Implementando Aplicações. São Paulo: Erica, 2008. AHMED, KHAWAR ZAMAN ; UMRYSH, CARY E.. Desenvolvendo Aplicações Comerciais em Java com J2EE e UML. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HORSTMANN, Cay S. & CORNELL, Gary. Core JAVA 2 – Fundamentos. São Paulo: Alta Books, 2005. JUNIOR, Francisco B. JSP - A Tecnologia Java na Internet. São Paulo: Erica, 2003.

Código U040117

Disciplina Carga Horária Desenvolvimento de Projeto Teórica: 30h de Sistemas I Prática: 30h APS: 20h

Créditos 04

Pré-Requisito U040636/ U080728

EMENTA Processo de software. Levantamento de Requisitos. Análise de Requisitos. Projeto (Design). Documentação e apresentação do projeto lógico de um sistema (situação real) usando um processo de software e UML. Objetivo Desenvolver um projeto de sistemas, tomando como base técnicas de levantamento de requisitos e na metodologia de Orientação a Objetos, utilizando a linguagem UML .

BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEZERRA, Eduardo. Princípios de análise e projeto de sistemas com UML. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. BOOCH, Grady; RUMBAUGH, James; JACOBSON, Ivar. UML guia do usuário. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. LARMAN, Craig. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientado a objeto. Porto Alegre: Bookman, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GUEDES, Gileanes T. A. UML Uma abordagem prática. São Paulo: Novatec, 2004. LIMA, Adilson da Silva. UML 2.0: do requisito à solução. São Paulo: Érica, 2005. MELO, Ana Cristina. Desenvolvendo aplicações com UML 2.0. São Paulo: Brasport, 2004. PILONE, Dan; PITMAN, Neil. UML 2: rápido e pratico. São Paulo: Alta Books, 2006.

Código U020732

Disciplina Carga Horária Propriedade Intelectual e Teórica: 30 APS: 10 Ética

Créditos 2

Pré-Requisito

OBJETIVOS Compreender o aspecto interdisciplinar existente entre a Informática e o direito e os principais documentos de tutela dos direitos autorais e propriedade intelectual. EMENTA A proteção legal da propriedade intelectual e o direito autoral, em face da Constituição Brasileira e das leis ordinárias. A internalização das convenções e tratados assinados pelo Brasil. A responsabilidade civil e penal decorrentes dos crimes informáticos. A transferência de tecnologia e suas regras básicas.

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Projeto Pedagógico de Curso

Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA FILHO, J. C. A. ; CASTRO, A. A. . Manual de informática jurídica e direito da informática. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Forense, 2005 WEIKERSHEIMER, Deana. Comercialização do software no brasil: uma questão legal a ser avaliada. Rio de Janeiro: Editora Forense, 2000. RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e Competência. 11ed. São Paulo: Cortez, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LAGO JUNIOR, Antonio. Responsabilidade civil por atos ilícitos na Internet. Rio de Janeiro: Editora LTC,2001. PIMENTA, Eduardo S. Código de direitos autorais e acordos internacionais. São Paulo:Editora Lejus, 1998. INELLAS, Gabriel César Zaccaria de. Crimes na internet. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2004.

Sexto Período Código U040118

Disciplina Desenvolvimento de Projeto de Sistemas II

Carga Horária Teórica: 30h Prática:30 h APS: 20h

Créditos

Pré-Requisito U040117

EMENTA Implementação e implantação de um projeto de sistemas. Apresentação de documentação relativa ao projeto de sistema juntamente com o sistema, que pode ser um protótipo funcional. Implementar e documentar um sistema de informação, utilizando a linguagem UML.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEZERRA, Eduardo. Princípios de análise e projeto de sistemas com UML. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. BOOCH, Grady; RUMBAUGH, James; JACOBSON, Ivar. UML guia do usuário. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. LARMAN, Craig. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientado a objeto. Porto Alegre: Bookman, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GUEDES, Gileanes T. A. UML Uma abordagem prática. São Paulo: Novatec, 2004. GUIMARÃES, Célio C. Fundamentos de banco de dados: modelagem, projeto e linguagem SQL. São Paulo: UNICAMP, 2003. RANGEL, Alexandre. MYSQL: modelagem, projeto e desenvolvimento SQL. São Paulo: Alta Books, 2004.

Código U040725

Disciplina Programação em Ambientes Móveis

Carga Horária Teórica: 30h Prática: 30h APS:20h

Créditos 04

Pré-Requisito

EMENTA Introdução a tecnologia de dispositivos móveis, aplicações embarcadas e redes sem fio. Visão Geral de J2ME. Arquitetura e ambientes de desenvolvimento para J2ME. Programação para dispositivos Portáteis – MIDP(Móbile Information Device Profile) e MIDlets. Melhores práticas e padrões para J2ME. Comandos, itens e processamento de eventos. Interface Gráfica. Armazenamento persistente e sistema de gerenciamento de registros: recordstore e bancos de dados. Objetivos Conhecer os conceitos básicos e tecnologias aplicados ao desenvolvimento de ambientes móveis.

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Projeto Pedagógico de Curso

Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA LEE, Valentino, SCHINEIDER, Heather ; SCHEL, Robbie. Aplicações móveis - Arquitetura, projeto e desenvolvimento. São Paulo: Makron Books, 2005. ALVES, William Pereira. PALM OS e Windows CE – Desenvolvimento de Aplicações. São Paulo: Érica, 2002. MUCHOW, John W. J2ME Tecnologia & MIDP. São Paulo: Editora Makron Books. 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALVES, William Pereira. Desenvolvimento de Aplicações de Banco de Dados para PALM OS. São Paulo: Érica. 2003. SIQUEIRA, José Roberto. Programaçao do Pocket PC com Embedded Visual Basic. São Paulo: Novatec, 2005.

Código U020780

Disciplina Segurança da Informação

Carga Horária Teórica: 30h APS:10h

Créditos 02

Pré-Requisito

EMENTA Conceito e técnicas de segurança e de auditoria de sistemas. Auditoria e sua importância para os negócios. Segurança de sistemas – física e lógica. Auditoria de informática. Auditoria nos diferentes momentos do ciclo de vida dos aplicativos e das plataformas de informática. Auditoria de Banco de Dados. Metodologia para auditoria de informática. Auditoria da qualidade em informática. Objetivos Apresentar conhecimentos sobre controle interno e segurança de dados, necessários para o ambiente computacional e de sistemas de informação. Proporcionar a aplicação de mecanismos de avaliação dos processos operacionais e de controle, bem como dos recursos envolvidos no ambiente de processamento eletrônico dos dados. Abordar a legislação vigente que trata da segurança da informação. Apresentar técnicas, métodos e ferramentas para auditoria de sistemas de informação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Cláudia. Segurança e auditoria da tecnologia da informação. São Paulo: Axcel Book, 2000. LYRA, Mauricio Rocha. Segurança em Auditoria de sistemas de informação. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. MARTINS, J. C. C. Gestão de projetos de segurança da informação. São Paulo: Brasport, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR JUCÁ, Humberto L.. Técnicas Avançadas de Conectividade e Firewall em GNU/Linux. São Paulo:Brasport, 2005. RUFINO, N.M.O. Segurança em Redes sem Fio. 2ª edição. São Paulo: Novatec, 2005. TERPSTRA, JOHN H.; LOVE, PAUL ;RECK, RONALD P. ; SCANLON, TIM. Segurança para Linux . Rio de Janeiro: Campus, 2004. BRUNETT, Steve; PAINE, Stephen. Criptografia e segurança - O guia oficial RSA. Rio Janeiro: Campus, 2002

Código U020849

Disciplina Tópicos Avançados em Processamento de Dados

Carga Horária Teórica: 30h APS: 10h

Créditos 02

Pré-Requisito

EMENTA Business Intelligence. Modelagem multidimensional. Gerenciamento de data warehouse. Extração de Dados. Ferramentas OLAP. Tecnologias de gerenciamento de banco de dados para suporte ao uso de data warehouse. OBJETIVOS Utilizar os conceitos básicos e tecnologias relativas ao gerenciamento de um data warehouse. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MACHADO, F. N. R. Tecnologia e Projeto de Data Warehouse: uma visão multidimensional. São Paulo: Érica, 2004. ELMASRI, R., NAVATHE, S. Sistemas de Banco de Dados. São Paulo: Pearson, 2005. GONÇALVES, Márcio. Extração de dados para Data Warehouse. São Paulo: Axcel Books, 2003.

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Projeto Pedagógico de Curso

Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR INMON, W. H; WELCH, J. F. Gerenciando o Data Warehouse. São Paulo: Makron Books, 1999. PINHEIRO, Carlos A. R. WEB Warehousing, extração e gerenciamento de Dados na Internet. São Paulo: Axcel Books, 2003. THOMSEN, E. OLAP: construindo sistemas de informações multidimensionais. Rio de Janeiro: Campus, 2002.

Código U040242

Disciplina Estudos Especiais

Carga Horária Teórica: 60 APS: 20

Créditos 04

Pré-Requisito

EMENTA Estudos das tecnologias mais recentes aplicadas aos projetos de sistemas. Novas tendências da tecnologia da informação: hardware e software. Pesquisas recentes sobre tecnologias da informação emergentes. Problemas e dificuldades. OBJETIVOS Conhecer os conceitos mais recentes, as novas tendências, as pesquisas emergentes e os desafios relativos às tecnologias empregadas em gerenciamento de redes de computadores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Periódicos científicos BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Periódicos científicos Código U020328

Disciplina Estudos Integrados II

Carga Horária Teórica: 30 APS: 10

Créditos 02

Pré-Requisito

EMENTA Prática direcionada à consolidação dos conhecimentos construídos ao longo do curso, com ênfase na visão interdisciplinar e no trabalho em equipe. Apresentação de produto computacional, criado a partir da integração dos conhecimentos teóricos aplicados na prática. OBJETIVOS Apresentar um produto computacional, a partir da integração e consolidação dos conhecimentos teóricos e práticos construídos ao longo do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Acervo do curso BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Acervo do curso

Optativas Ofertadas no Segundo Período Código

Disciplina

Carga Horária

U020002 Administração de Sistemas Teórica: 30 h de Informação

Créditos

Pré-Requisito

02

APS: 10h

EMENTA Empresas e sistemas. Sistemas de informação. Tecnologia da Informação aplicada a sistemas de informação. Processo de software e o desenvolvimento de sistemas de informação. O papel estratégico da informação e dos sistemas de informação na empresas. OBJETIVOS Conhecer o processo de software e as tecnologias da informação aplicadas ao desenvolvimento dos sistemas de informação empresariais.

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Projeto Pedagógico de Curso

Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA OLIVEIRA, Jair Figueiredo. Sistema de informação: um enfoque gerencial inserido no contexto empresarial e tecnológico. São Paulo: Érica, 2000. REZENDE, Denis Alcides. Engenharia de Software e Sistemas de Informação. Rio de Janeiro: Brasport, 2002. REZENDE, Denis Alcides ; ABREU, Aline França. Tecnologia da Informação: aplicada a sistemas de informação empresariais. São Paulo: Atlas, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas. São Paulo: Atlas, 2006. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas de informações gerenciais: estratégicas, táticas e operacionais. 9 ed. São Paulo; Atlas, 2004. Código U020564

Disciplina Língua Brasileira de Sinais

Carga Horária Prática:30 APS: 10

Créditos 02

Pré-requisitos

EMENTA O ensino da LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, através da Prática. A forma mais apropriada de comunicação entre surdos e ouvintes. A importância de habilidades referentes à expressão corporal e facial, considerando esses, fatores constituintes da Língua de Sinais. O Uso da tecnologia da informação na língua de sinais. OBJETIVOS Expressar-se, usando o corpo e a face, de forma apropriada à comunicação com surdos, considerando a Língua Brasileira de Sinais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOTELHO, Paula. Linguagem e letramento na educação de surdos ideologias e praticas pedagógicas. Belo Horizonte, Autêntica, 2002. CAPOVILLA, Fernando César e RAPHAEL, Walkiria, Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado LIBRAS: Língua de Sinais Brasileira.São Paulo: EDUSP, 2002. FERNANDES, EULALIA. Surdez e Bilingüismo. Porto Alegre: Mediação, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Ministério da educação. Secretaria de educação especial. Saberes e práticas da inclusão: dificuldades de comunicação e sinalização: surdez. 3.ed. Brasília: MEC, 2005. SKLIAR, Carlos (Org.); A surdez: um olhar sobre as diferenças. 3.ed. Porto Alegre: Mediação, 2005. THOMAS, Adriana da S;LOPES, Maura C (Orgs.); A invenção da surdez: cultura, alteridade, identidade e diferença no campo da educação. Santa Cruz do Sul: UNISC, 2004.

Código U020933

Disciplina Tópicos Especiais em Informática

Carga Horária Teórica:30/ Prática:30 APS: 20

Créditos 02

Pré-requisitos

EMENTA Conceituação, características e história da Educação a Distância. Fundamentos filosóficos e pedagógicos da EAD. Panorama mundial de EAD no ensino regular e nas corporações. Legislação e Regulamentação de EAD no Brasil. Seleção, avaliação pedagógica e planejamento do uso de TIC (analógicas e digitais) em Programas de EAD. Usos das redes de EAD e suas características: comunicação altamente interativa (suporte a complexos processos de interação) x comunicação em várias direções (multi-way) x comunicação síncrona versos assíncrona. Desenho Pedagógico - planejamento, implementação e avaliação de projetos. Mediação na EAD: o papel dos gestores na EAD, do professor-conteudista, do professor-tutor. A plataforma moodle. OBJETIVOS Conhecer as metodologias e os recursos da tecnologia da informação aplicados à educação à distância.

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Projeto Pedagógico de Curso

Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA SILVA, Marcos (org.). Educação on-line: teorias, práticas, legislação, formação corporativa. São Paulo: Loyola, 2003. PALLOFF, Rena M. e Pratt, Keith. O aluno virtual: um guia para trabalhar com estudantes on-line. Porto Alegre: Artmed, 2004. MAIA, Carmen; MATTAR, João. ABC- A Educação a distância hoje. São Paulo: Makron Books, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LÉVY, Pierre. Cibercultura. Rio de Janeiro: Editora 34, 1999. MARTINS, J. C. C. Gestão de projetos de segurança da informação. São Paulo: Brasport, 2003.

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